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NR 1 - DISPOSIÇÕES

GERAIS

Redação dada pela Portaria n.º 6, de 09.03.1983 Está embasada nos artigos 154 a 159 da CLT

NR 1

Estabelece o campo de aplicação: “empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos de administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos poderes legislativo e judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT”. Conceitua empregador, empregado, estabelecimento, setor de serviço, canteiro de obra, frente de trabalho e local de trabalho. Estabelece os deveres da empresa e as obrigações dos empregados. Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho

NR 1

Cabe às empresas:

Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e saúde no trabalho
Instruir os empregados - ordens de serviço Cabe aos empregados: Observar as normas de segurança Constitui ato faltoso a recusa injustificada : à observância das instruções e ao uso de EPIs fornecidos.

   

Equiparam-se às empresas:autonomos, instituições beneficientes,associações recreativas, sindicatos, condomínios.

NR1
  

Verificar: O papel da DRT (SRT) Conceito de dupla visita


Conceito de empregador,empregado,estabelecimento
Documentos que a empresa deve manter sobre Segurança e Saúde no Trabalho Penalidades

INSPEÇÃO PRÉVIA Redação dada pela Portaria n. .1983 Está embasado no artigo 160 da CLT.º 35. de 29.NR 2 .12.

deverá solicitar aprovação de suas instalações ao Órgão Regional do MTE. a Declaração das Instalações.NR 2  Estabelece que todo estabelecimento novo. em casos de grave e iminente risco para o trabalhador . antes de iniciar suas atividades.  Apresenta alternativa à inspeção prévia. quando não for possível a realização da inspeção antes do início das atividades. que.  Embargo ou interdição. emitirá o “Certificado de Aprovação de Instalações .CAI”. após realizar a inspeção prévia.

.EMBARGO OU INTERDIÇÃO Redação dada pela Portaria n.º 6/83 Está embasada no artigo 161 da CLT.NR 3 .

.1.13..  Conceitua grave e iminente risco como toda condição ambiental de trabalho que possa causar acidente do trabalho ou doença profissional com lesão grave à integridade física do trabalhador.  ( Ex.itens 13. setor de serviço. item 4 do Anexo 2 e Anexo 3) .4. NR 13.2.. à vista de Laudo Técnico que demonstre grave e iminente risco para o trabalhador. NR 15 item 7 do Anexo 1. ou embargar obra.5..NR 3  Estabelece que o Delegado Regional do Trabalho. máquina ou equipamento. poderá interditar estabelecimento.

10.83 Está embasada no artigo 162 da CLT.NR 4 .SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO – SESMT Redação dada pela Portaria n. de 27. .º 33.

as empresas privadas e públicas que possuam empregados regidos pela CLT manterão.qualifica os profissionais e seu regime de trabalho. . obrigatoriamente. o SESMT .NR 4  Estabelece: .parâmetros para o dimensionamento dos Recursos Humanos desse serviço .

. O dimensionamento dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho vincula-se à gradação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento.2. constantes dos Quadros I e II.NR 4  4.

território ou Distrito Federal não serão considerados como estabelecimentos. Para fins de dimensionamento. mas como integrantes da empresa de engenharia principal responsável. os engenheiros de segurança do trabalho.NR 4  4.2.1. os canteiros de obras e as frentes de trabalho com menos de 1(um) mil empregados e situados no mesmo estado.  4. Neste caso. .1. os médicos do trabalho e os enfermeiros do trabalho poderão ficar centralizados.2.1. a quem caberá organizar os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.

em função do maior grau de risco.NR 4  4.2.  4. .1.2.2.conforme o Quadro II.2. As empresas que possuam mais de 50 (cinqüenta) por cento de seus empregados em estabelecimentos ou setor com atividade cuja gradação de risco seja de grau superior ao da atividade principal deverão dimensionar os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. o dimensionamento será feito por canteiro de obra ou frente de trabalho. Para os técnicos de segurança do trabalho e auxiliares de enfermagem do trabalho.

10 empregados vigilantes .50 motoristas avulsos . instalada em um município de MS. sendo: -1200 empregados na área industrial de processamento de alcool e açúcar.40 empregados de nível superior Dimensionar o SESMT da empresa  .61-10 e grau de risco 3). que possui 2500 trabalhadores.EXEMPLO Considere a Agroindústria Cana Verde (Código da atividade 15. .1200 empregados cortadores de cana .

 b) determinar todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e se este persistir.O PAPEL DO SESMT  a) aplicar os conhecimentos de engenharia de segurança e de medicina do trabalho ao ambiente de trabalho e a todos os seus componentes. de modo a reduzir até eliminar os riscos ali existentes à saúde do trabalhador. inclusive máquinas e equipamentos. de acordo com o que determina a NR 6. mesmo reduzido. . a utilização. a intensidade ou característica do agente assim o exija.EPI. de Equipamentos de Proteção Individual. desde que a concentração. pelo trabalhador.

exercendo a competência disposta na alínea "a". quando solicitado. pela orientação quanto ao cumprimento do disposto nas NRs aplicáveis às atividades executadas pela empresa e/ou seus estabelecimentos.  e) manter permanente relacionamento com a CIPA . nos projetos e na implantação de novas instalações físicas e tecnológicas da empresa.  d) responsabilizar-se tecnicamente.O PAPEL DO SESMT  c) colaborar.

 g) esclarecer e conscientizar os empregadores sobre acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. as características do agente e as condições do(s) portador(es) de doença ocupacional ou acidentado(s).O PAPEL DO SESMT  f) promover a realização de atividades de conscientização. descrevendo a história e as características do acidente e/ou doença ocupacional. tanto através de campanhas quanto de programas de duração permanente. e os casos de doença ocupacional. os fatores ambientais.  h) analisar e registrar os acidentes ocorridos na empresa ou estabelecimento. educação e orientação dos trabalhadores para a prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. estimulando-os em favor da prevenção. com ou sem vítima. .

IV. doenças ocupacionais e agentes de insalubridade. preenchendo.O PAPEL DO SESMT  i) registrar mensalmente os dados atualizados de acidentes do trabalho. ou facilmente alcançáveis. os quesitos descritos nos modelos constantes nos Quadros III.  j) manter os registros de que tratam as alíneas "h" e "i" na sede dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. através do órgão regional do MTE. por um período não inferior a 5 (cinco)anos. no mínimo. V e VI. devendo a empresa encaminhar um mapa contendo avaliação anual à Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho até o dia 31 de janeiro. .

embora não seja vedado o atendimento de emergência. quando se tornar necessário. estão incluídos em suas atribuições. .O PAPEL DO SESMT  l) as atividades dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho são essencialmente prevencionistas. de disponibilidade de meios que visem ao combate a incêndios e ao salvamento e de imediata atenção à vítima deste ou de qualquer outro tipo de acidente.  A elaboração de planos de controle de efeitos de catástrofes.

PCMAT. PCMSO. SIPAT.DOCUMENTOS DO SESMT ▪Licenças (Certificado de Vistoria do Bombeiro. ▪ Projeto de Incêndio e Inventário de Extintores . etc ▪ Procedimentos e Instruções ▪ Mapas de Risco e Mapa Anual . PPR e outros ▪ Ordens de Serviço.Plano de Emergência e de evacuação .Plano de Contingência ▪ Comunicações com a CIPA ▪ Evidências de promoção de eventos: Campanhas. Licença Ambiental e Alvará de Funcionamento) ▪Cópia da Convenção e Acordo Coletivo ▪ Política de SMS ▪ Estatísticas de Acidentes e Quadros da NR 4 ▪ Investigações e Análises de Acidentes ▪ Cópia do CAs do EPIs e catálogos ▪ Laudos ▪ Planos e evidências de realização de treinamentos e de entrega de EPIs ▪ Cópias dos PPRA.

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES – CIPA Alterada pela Portaria n.NR 5 . de 23. .02.1999 Está embasada nos artigos 163 a 165 da CLT.º 23.

objetivo. registros.competência e duração do mandato dos membros. .forma de registro e aspectos legais.NR 5 Estabelece: . .forma de atuação. .   Define: . organização.atribuições da Comissão e de seus Membros. etc. . funcionamento e composição da CIPA.

. com 2500 empregados.EXEMPLO  Para a empresa Agroindústria Cana Verde. dimensionar a CIPA.

ORGANIZAÇÃO DA CIPA .

ORGANIZAÇÃO DA CIPA       Edital de convocação de eleições/ Eleição Treinamento da nova CIPA Calendário de reuniões ordinárias Programação de ações Registros e documentos para arquivo da CIPA Relatórios e documentação para DRT. empresa e SESMT  Reuniões extraordinárias: Investigação e Análise de acidentes .

ORGANIZAÇÃO DA CIPA  Programação  Reuniões de ações: ordinárias. temas.  Elaboração de mapa de riscos.  Metodologia de comunicação  SIPAT  Acompanhamento do PPRA e PCMSO  Eventos/ Palestras . registro e atas  Inspeções dos locais de trabalho.

ORGANIZAÇÃO DA CIPA PLANO DE TRABALHO AÇÃO QUEM COMO QUANDO RECURSOS .

REUNIÃO DA CIPA  Convocação da reunião com identificação do tema/ assunto que será abordado   Apresentação da pauta e do período de trabalho Coordenação da reunião. . com a participação de todos  O resultado consensado é transformado em providência e registro em ata  A Cipa executa a ação. conforme o Plano de Ação. discussão do assunto. ordenadamente.

à pauta.  O respeito ao horário. ao registro dos resultados.. . ao consenso das opiniões. ao encaminhamento das decisões. para uma boa reunião.REUNIÃO DA CIPA É fundamental.. à comunicação aos trabalhadores. às palavras de todos.

NR 6 .EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI Redação dada pela Portaria n.º 6/83 Está embasada nos artigos 166 e 167 da CLT .

membros inferiores. o tronco. quedas com diferença de nível. o corpo inteiro e a pele. a audição.    Relaciona os EPI’s que protegem: a cabeça. utilizado pelo trabalhador. no trabalho. destinado a proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde. .NR 6  Conceitua EPI como todo dispositivo ou produto de uso individual. EPIs aplicáveis ao risco e à natureza do agente. membros superiores. Estabelece a obrigatoriedade da empresa quando ao fornecimento do gratuito EPI.

3.EPIS  6. gratuitamente. nas seguintes circunstâncias:  a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho. A empresa é obrigada a fornecer aos empregados.   . EPI adequado ao risco. c) para atender a situações de emergência. b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas e. em perfeito estado de conservação e funcionamento.

guarda e conservação.6. g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. .1. f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. b) exigir seu uso. e. quando danificado ou extraviado. c) fornecer ao trabalhador somente o EPI aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho.    e) substituir imediatamente.EPIS  6.  d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. Cabe ao empregador:    a) adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade.

TIPOS DE EPIS      Proteção da cabeça: Capacete. abafador de ruídos Proteção respiratória: respirador adução de ar respirador de fuga. Capuz Proteção dos olhos:óculos Proteção de face:protetor facial. máscara de solda Proteção auditiva: plug.máscaras  Proteção do tronco:coletes e vestimentas .

cremes. dedeiras. mangas  Proteção de membros inferiores: calça. braçadeiras. meia. calçado. cinturão. cinto de segurança . perneira   Proteção de corpo inteiro: macacão. vestimentas Proteção contra-quedas com diferença de nível: travaquedas.EPIS  Proteção de membros superiores: luvas.

1994 Está embasada nos artigos 168 e 169 da CLT. de 29.12.º 24. .NR 7 .PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL – PCMSO Redação dada pela Portaria n.

Estabelece a realização obrigatória dos exames médicos admissional. da elaboração e  Define as competências do empregador e do médico coordenador.  . periódico.NR 7  Estabelece a obrigatoriedade implementação do PCMSO. de retorno ao trabalho. de mudança de função e demissional.

  .NR7  A obrigatoriedade do PCMSO independe do número de empregados e do grau de risco O PCMSO tem caráter preventivo. além da constatação de doenças profissionais e danos irreversíveis aos trabalhadores. de rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho. Articulação com o PPRA.

O médico do trabalho acompanha as doenças ocupacionais e do trabalho. emite a CAT de Doenças profissionais e do trabalho. elabora o relatório anual.  Médico coordenador realiza os exames e coordena o PCMSO. OBS.NR 7  Médico coordenador do SESMT ou profissional autônomo. etc.  .Desobrigadas as empresas com graus de risco 1 e 2 com até 25 empregados e graus de risco 3 e 4 com até 10 empregados.

NR 7 Exames médicos:  Admissional  Periódico  De retorno ao trabalho  De mudança de função  Demissional   Controle Biológico da exposição a agentes químicos e Parâmetros de Monitoramento da saúde Atestado de Saúde Ocupacional.ASO  .

º 12.06. de 06.1983 Embasada nos artigos 170 a 174 da CLT.NR 8 – EDIFICAÇÕES Redação dada pela Portaria n. .

umidade). paredes.NR 8  Cuida das medidas de segurança nas edificações onde são exercidas as atividades laborais: circulação. escadas e rampas. etc.Código Sanitários. Estabelece a altura mínima. (chuva. livre. Administrativa. OBS: Atender Código de obras. insolação. do piso ao teto: 3 metros. proteção contra intempéries. Dispõe sobre condições mínimas que deverão atender pisos. Código de Polícia    .

12.PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA Redação dada pela Portaria n. .º 25.1994 Embasada nos artigos 175 a 178 da CLT. de 29.NR 9 .

. os riscos ambientais. Etapas : .  .monitoramento da exposição aos riscos.NR 9  Estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implantação do PPRA. . . .implantação de medidas de controle e sua eficácia. a estrutura mínima e as responsabilidades.antecipação e reconhecimento. .registro e divulgação dos dados.avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores.estabelecimentos de prioridades e metas de avaliação e controle.

NR 9  Considera riscos ambientais sòmente: Riscos Físicos  Riscos Químicos e  Riscos Biológicos  .

prioridades e cronograma .NR 9 As ações do PPRA são desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa. CNPJ. planejamento anual.  A abrangência depende das características dos riscos e das necessidades de controle   A estrutura do PPRA deverá conter: -Documento base com os dados da empresa (identificação. Nº trabalhadores). sob a responsabilidade do empregador. grau de risco. metas. atividade principalCNAE. com a participação dos trabalhadores. endereço.

Prioridades e metas de avaliação e controle  .Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia  .Monitoramento de exposições aos riscos  .Desenvolvimento do PPRA: .NR 9  .Antecipação e reconhecimento dos riscos  .Registro e divulgação dos dados  .Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores  .

número de trabalhadores expostos e dados de compromentimento de saúde existentes na empresa Caracterização das atividades e do tipo de exposição Identificação dos danos à saúde e descrição das medidas de controle já existentes      . localização e fontes geradoras Trajetórias e meios de propagação no meio ambiente de trabalho Identificação das funções.NR 9  O reconhecimento dos riscos conterá: A identificação dos riscos.

NR 9  A avaliação quantitativa necessária para : dos riscos será Comprovar o controle de exposição ou inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento  Dimensionar a exposição dos trabalhadores  Subsidiar o equacionamento das medidas de controle  .

NR 9  Medidas de Controle: Proteções coletivas  Proteções Individuais  Treinamentos  Medidas administrativas  Alteração de processo e de tecnologia  Cronograma de ações  Responsabilidades   Revisão anual do PPRA ou a qualquer tempo. quando necessário .

06.INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE Redação dada pela Portaria n.NR 10 .1983 Embasado nos artigos 179. de 06. 180 e 181 da CLT.º 12. .

NR 10

Fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos que trabalham em instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma, ampliação e ainda, a segurança dos usuários e terceiros. Abrange todas as instalações elétricas, em qualquer das fases de produção, transmissão, distribuição e consumo de energia. Estabelece medidas de controle do risco elétrico para as instalações, riscos de incêndio, situações de emergência e de risco ao trabalhador. Especifica que somente profissional qualificado poderá instalar, operar, inspecionar ou reformar instalações elétricas e deverá estar familiarizado com métodos de socorro a acidentados por choque elétrico.

NR 10

10.2.3 As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção. 10.2.4 Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas. 10.2.5 As empresas que operam Sistemas de elétrico de Potência devem constituir Prontuário, incluindo evidências dos procedimentos e dos EPIS utilizados.

NR 10

10.2.8.2

As

medidas a

de

proteção

coletiva elétrica

compreendem, e, na sua

prioritariamente,

desenergização

impossibilidade, o emprego de tensão de segurança.

10.2.8.2.1 Na impossibilidade de implementação do estabelecido no
subitem anterior (desenergização), devem ser utilizadas outras medidas de proteção coletiva, tais como: isolação das partes vivas,

obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de seccionamento
automático de alimentação, bloqueio do religamento automático.

10.2.8.3 elétricas

Deve ser executado o aterramento das instalações

NR 10
 

10.2.9 - MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 10.2.9.1 Nos trabalhos em instalações elétricas, quando as

medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou
insuficientes para controlar os riscos, devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados às

atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR6.

10.2.9.2 As vestimentas de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo contemplar a condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromagnéticas.

NR 10   Delimita Zonas de Risco e Zonas Controladas Zona de risco: entorno da parte energizada.80 m 5.00 m  Faixa de Tensão nominal elétrica ( KV) =70 e < 110 = 110 e < 132 = 150 e < 220 = 220 e < 275 =480 e < 700 1. acessível a profissionais autorizados Raio de delimitação entre Zonas de Risco e Controlada 1.80 m 7. Zona Controlada: entorno de condutor energizada. A aproximação só a pessoal autorizado e com proteções apropriadas.10 m 3. não segregada.60 m 3.20 m . que pode ser atingida acidentalmente.10 m 1.60 m 1. não segregada.20 m 3.00 m Raio de delimitação entre Zona Controlada e Livre 2.

.TRANSPORTE.º 3. MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS Redação dada pela Portaria MTE n. de 06.214.1978 Embasada nos artigos 182 e 183 da CLT.NR 11 .06.

NR 11  Estabelece as exigências e as precauções de segurança na movimentação. .  Informa que aqueles que trabalham na movimentação de materiais devem receber treinamento específico. inclusive no que diz respeito aos recipientes e locais de estoques e sobre os EPI’s. dado pela empresa. manuseio e armazenagem de materiais.

em toda sua altura. monta-carga. esteiras- rolantes. guindastes. transportadores de diferentes tipos. solidamente. elevadores de carga. .NR 11  Os poços de elevadores e monta-cargas deverão ser cercados. talhas. serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho. exceto as portas ou cancelas necessárias nos pavimentos. pontes-rolantes.  Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais. empilhadeiras. guinchos. tais como ascensores.

Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação.NR 11  11.6. no ambiente de trabalho.9. Nos locais fechados ou pouco ventilados. em lugar visível. por máquinas transportadoras. .1. com o nome e fotografia.  11. a emissão de gases tóxicos. acima dos limites permissíveis.1. deverá ser controlada para evitar concentrações.

3.2.  11.4. Fica estabelecida a distância máxima de 60.2. em caminhão ou vagão.00m (sessenta metros) para o transporte manual de um saco. .3. Na operação manual de carga e descarga de sacos. Material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma distância de pelo menos 0.  11.NR 11  11. o trabalhador terá o auxílio de ajudante.2.50m (cinqüenta centímetros).

º 3. .214. de 08.78 Está embasada nos artigos 184 e 186 da CLT.NR 12 .06.MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Redação dada pela Portaria MTE n.

 Informa que é proibida a fabricação.  Prevê instalações de segurança do trabalho para a manutenção e operação das máquinas e dos equipamentos. a importação. especialmente quanto ao risco de acionamento acidental. a locação e o uso de máquinas e equipamentos que não atendam à prevenção de acidentes do trabalho. .NR 12  Esclarece que as máquinas e equipamentos deverão ser dotados de dispositivos de partida e parada e outros que se fizerem necessários para a prevenção de acidentes do trabalho. a venda.

As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes. lancem partículas de material. exceto nos casos em que haja plataforma de trabalho ou áreas de circulação em diversos níveis. 12. As transmissões de força.NR 12  12.50m (dois metros e cinqüenta centímetros).4. protegidos. 12. 12.    .1. As máquinas e os equipamentos devem ter suas transmissões de força enclausuradas dentro de sua estrutura ou devidamente isoladas por anteparos adequados.3. para que essas partículas não ofereçam riscos.3. As máquinas e os equipamentos que. podem ficar expostas. quando estiverem a uma altura superior a 2. projeção de peças ou partes destas. alternados ou rotativos.3.3.3. devem ter proteção. devem ter os seus movimentos. no seu processo de trabalho.2.

5. 12.3.1. As máquinas e os equipamentos que utilizarem ou gerarem energia elétrica devem ser aterrados eletricamente. Entre partes móveis de máquinas e/ou equipamentos deve haver uma faixa livre variável de 0.    12.70m (setenta centímetros) a 1. deve haver áreas reservadas para corredores e armazenamento de materiais. 12.3. Além da distância mínima de separação das máquinas. conforme previsto na NR 10.1. .NR 12  12. devidamente demarcadas com faixa nas cores indicadas pela NR 26.1.5.30m (um metro e trinta centímetros).4.80m (oitenta centímetros). A distância mínima entre máquinas e equipamentos deve ser de 0.60m (sessenta centímetros) a 0.

º 23. .94 Está embasada nos artigos 187 e 188 da CLT.12.NR 13 .CALDEIRAS E VASOS SOB PRESSÃO Redação dada pela Portaria N. de 27.

Estabelece treinamento para operadores.NR 13 . conforme o potencial de risco PV ( máxima pressão de operação e volume interno) e a classe do fluido. placa de identificação da caldeira ou vaso. Obriga realizações periódicas de inspeções de segurança. com Pressão Máxima de Trabalho Permitida.   .CALDEIRAS E VASOS SOB PRESSÃO  Define Caldeiras a Vapor e Vasos sob Pressão. Estabelece classificação dos vasos sob pressão em categorias.    Proporciona o controle administrativo por meio de Prontuário e registro de segurança. Estabelece risco grave e iminente para caso de falta de dispositivos de segurança.

com entradas de ar que não possam ser bloqueadas -iluminação geral e iluminação de emergência . operação e inspeção -ventilação permanente.NR 13  Locais para instalação de caldeiras ou vasos sob pressão devem ter as seguintes características: -dispor de duas saídas amplas. permanentemente desobstruídas e dispostas em direções distintas -acesso fácil e seguro para manutenção.

06. .NR 14 . de 06.1983 Está embasada no artigo 187 da CLT.FORNOS Redação dada pela Portaria no 12.

Relaciona a interação entre poluição do micro e do macroambiente.  . visando o máximo de segurança e conforto aos trabalhadores. de localização e operação de fornos.NR 14 – FORNOS  Especifica aspectos construtivos.

1. Os fornos devem ser instalados de forma a evitar acúmulo de gases nocivos e altas temperaturas em áreas vizinhas.2.NR 14. suficientemente dimensionada para a livre saída dos gases queimados.1.3. . de acordo com normas técnicas oficiais sobre poluição do ar. 14.  Os fornos que utilizarem combustíveis gasosos ou líquidos devem ter sistemas de proteção para:  a) não ocorrer explosão por falha da chama de aquecimento ou no acionamento do queimador.FORNOS  14.   b) evitar retrocesso da chama. Os fornos devem ser dotados de chaminé.

º 3. 194.214.78 Está embasada nos artigos 189. .06. 195 e 196 da CLT. 191.ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES Redação dada pela Portaria MTE n. de 08. 192.NR 15 . 190.

segundo o grau for mínimo. por natureza. médio ou máximo.  Prevê o pagamento do adicional de insalubridade sobre o salário mínimo.ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES  Informa que atividades e operações insalubres são aquelas que.NR 15 . equivalente a 10. 20 e 40%. .  Caracteriza a eliminação ou neutralização da insalubridade e da conseqüente cessação do pagamento do adicional respectivo. exponham os trabalhadores a agentes nocivos à saúde acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos. condições ou métodos de trabalho.

13 e 14.quando necessário comprovação in-loco e avaliação qualitativa  .3.8 9 e 10.quando não há limites de tolerância e é evidente a exposição.quando a exposição é acima dos limites de tolerância.NR 15 NR 15.5.Considera atividades ou operações insalubres :  Anexo 1.2.11.avaliação quantitativa  Anexos 6.avaliação qualitativa  Anexos 7.e.12.

214. de 08.ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS  Redação dada pela Portaria MTb n.  .78 Embasada nos artigos 193 a 197 da CLT.06.º 3.NR 16 .

Estabelece o adicional de periculosidade de 30% sobre o salário sem os acréscimos resultantes de gratificações. Lei n° 7. A Portaria MTE n° 3. Atividade e operação perigosa é aquela que por sua natureza ou método de trabalho. prêmios ou participações nos lucros da empresa.NR 16  Atividades e as operações legalmente consideradas perigosas: Atividades e Operações com Explosivos e Atividades e Operações com Inflamáveis.     . como agente periculoso.369 de 22 de setembro de 1985. implique contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condições de risco acentuado. que já eram insalubres de grau máximo. veio a enquadrar as radiações ionizantes. que institui o adicional de periculosidade para os profissionais da área de eletricidade.393 de 17 de dezembro de 1987.

A caracterização da Insalubridade e da periculosidade não é expressa no PPRA mas no laudo de perícia específico .NR 16 E NR 15  OBS.

intermitente)  Medidas para eliminação ou neutralização da insalubridade utilizadas  Fundamentação técnica e legal  Metodologia e equipamentos utilizados  Avaliação quantitativa ou qualitativa dos agentes de risco  Análise das avaliações  Caracterização da insalubridade  Conclusão  .LAUDO PERICIAL DE INSALUBRIDADE DEVERÁ CONTER: Descrição da função/atividade realizada e período que se refere a análise  Descrição das condições de trabalho  Tempo e forma de exposição ( habitual e permanente. eventual.

em condição de risco acentuado ou não)  4-Medidas de proteção utilizadas  5-Fundamentação técnica e legal  6-Metodologia de avaliação  7-Avaliação qualitativa da atividade. eventual. intermitente.LAUDO PERICIAL DE PERICULOSIDADE DEVERÁ CONTER: 1-Descrição da função/atividade realizada e período que se refere a análise  2-Descrição das condições de trabalho  3-Tempo e forma de exposição ( habitual e permanente. exposições e do local de trabalho  8-Análise e enquadramento da atividade  9-Caracterização da periculosidade  10-Conclusão  .

Obrigada .