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OAB SEGUNDA FASE – VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Direito Penal Geovane Moraes

Simulado 1 – OAB 2012.1 Mévio, conhecido como “Inho”, foi denunciado pela prática de crime capitulado no artigo 121, caput, do Código Penal. Consta na peça acusatória que no dia 04 de abril de 2011, por volta das 23h30min, na localidade de Alfa, capital do Estado Delta, o acusado, com o animus necandi, causou na vítima lesões que provocaram a sua morte. Em sua oitiva perante a Autoridade Policial, o acusado confessou ter praticado o crime, todavia informou que só agiu assim porque a vítima, conhecida como “Borracha”, teria partido pra cima dele com uma faca, no intuito de matá-lo. Ainda em sede policial, a testemunha Caio, que presenciou todo o ocorrido, informou que “Borracha” era pessoa afeita à prática delitiva e, no dia do fato, espalhou para todos na comunidade que queria matar Mévio, pois ele estava tendo um caso com a sua ex-namorada. Tício, irmão de Mévio, prestou informações na Delegacia porque chegou ao local poucos antes do crime, informando que o seu irmão matou a vítima, mas porque esta tinha lhe agredido em primeiro lugar, não tendo alternativa, senão esfaquear “Borracha”. Calpúrnia, namorada de Mévio e ex-namorada da vítima, também prestou esclarecimentos ao Delegado, confirmando todo o depoimento do irmão do acusado, bem como esclarecendo que terminou o relacionamento com “Borracha” por ser este pessoa agressiva e possessiva. Informou ainda que, desde a época do início do relacionamento com o acusado, a vítima perseguia tanto a depoente quanto “Inho”, pois não se conformava com o final do romance. O juiz da 2ª Vara Criminal da Comarca Alfa, capital do Estado Delta, recebeu a inicial acusatória em 16 de junho de 2011, pois, analisando a denúncia, verificou que esta preenchia todos os requisitos constantes no artigo 41 do Código de Processo Penal. A perícia tanatoscópica da vítima foi acostada aos autos as fls. X. Mévio foi citado pessoalmente em 05 de julho de 2011. Na condição de advogado contratato por Mévio, redija a peça processual cabível desenvolvendo AS TESES DEFENSIVAS que podem ser extraídas do enunciado com indicação de respectivos dispositivos legais. PADRÃO DE RESPOSTA Endereçamento correto (Valor: 0,25) EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA CRIMINAL DA COMARCA ALFA CAPITAL DO ESTADO DELTA Processo número: Indicação correta do dispositivo que dá ensejo à apresentação da Resposta à acusação - artigos 396 e 396 – A do Código de Processo Penal (Valor: 0,4).

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isso porque a vítima não se conformava com o relacionamento do acusado com uma sua antiga namorada. nos termos do artigo 23. XXXVIII.Indicação da preliminar de legítima defesa. já qualificado nos autos do processo às folhas ( ). senão esfaquear “Borracha”. com o animus necandi. nos termos do artigo 121.85) . XXXVIII. “d” da Constituição Federal (Valor: 0. de nome Calpúrnia. II em combinação com o artigo 25. cometido o crime de homicídio simples. I do Código de Processo Penal em combinação com o artigo 5º. Ainda em sede de preliminar.Indicação da preliminar de incompetência do juízo.0) . nos termos do artigo 564.Indicação da preliminar de falta de pressuposto para o exercício da ação e interesse de agir. ambos do Código Penal. Das provas colhidas no inquérito policial.Desenvolvimento fundamentado de que acusado agiu amparado pela excludente de ilicitude da legítima defesa.5) 2 . II em combinação com o artigo 25. nos termos do artigo 564. qual seja. do Código de Processo Penal.4) . II do Código de Processo Penal. pois o crime é de competência do júri. ambos do Código de Processo Penal apresentar a sua RESPOSTA À ACUSAÇÃO pelos motivos de fato e de direito a seguir aduzidos. pois a vítima partiu para cima do acusado. A perícia tanatoscópica foi acostada aos autos e o réu foi citado para responder as acusações pelo juízo da 2ª Vara criminal. por seu advogado e bastante procurador que a esta subscreve. conforme artigo 23. qual seja. I do Código de Processo Penal em combinação com o artigo 5º.0). o que já deveria ter acarretado a rejeição liminar da peça acusatória. é mister destacar a falta de pressuposto para a ação por ser o juiz incompetente e interesse/necessidade de agir. Das Preliminares Preliminarmente é válido destacar a existência manifesta de nulidade por incompetência do juízo. como é conhecido Mévio. II. informa-se que “Inho”. (Valor: 1. Dos Fatos O agente foi denunciado por ter. supostamente. cumpre esclarecer a ocorrência de excludente de ilicitude.OAB SEGUNDA FASE – VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Direito Penal Geovane Moraes Mévio. (Valor: 0. legítima defesa.15) 2. no intuito de matá-lo. 1. ambos do Código Penal (Valor: 0. Preliminar (Valor: 0. Na exordial acusatória. “d” da Constituição Federal. legítima defesa. esfaqueou a vítima no dia e hora previstos. Por fim. vem. . nos termos do artigo 395. (Valor: 0. Mérito (Valor: 2. nos termos do artigo 395. Pelos depoimentos prestados em sede policial.Desenvolvimento jurídico acerca da nulidade pela incompetência do juízo. muito respeitosamente a presença de Vossa Excelência. conforme procuração em anexo. pode-se averiguar que o acusado não teve alternativa.3) . caput do Código Penal. apurou-se ter o agente praticado o crime amparado pela excludente de ilicitude. com fundamento nos artigos 396 e 396-A.

saiu espalhando para todos da comunidade a sua intenção de matá-lo. com fundamento no artigo 395. causa de exclusão de crime. agindo em legítima defesa.Pedido de absolvição sumária. Conforme ensina a melhor doutrina. Do Mérito Cumpre esclarecer ao douto julgador a existência manifesta de uma causa de exclusão da ilicitude do fato. foi mais rápido e retirou a faca da vítima. Todavia. II em combinação com o artigo 25 do Código Penal. II do Código de Processo Penal. II do Código de Processo Penal. em virtude da existência manifesta de causa excludente da ilicitude do fato. Além disso. nos termos do artigo 564. somente a mera indicação do artigo sem a explicação do instituto não é pontuada.4). I do Código de Processo Penal e pela falta de pressuposto para o exercício da ação penal. 564. todos os requisitos para a configuração da legítima defesa restaram demonstrados pelo acusado.0) . (Valor: 0. a competência para a apreciação do feito é do tribunal do júri. douto julgador. interesse. com indicação do art. Com isso. Ainda a título de informação. pois a vítima partiu pra cima de Mévio. onde todos são uníssonos em informar que "Inho" só praticou a conduta delituosa com a intenção de se defender da vítima. na intenção de desferir golpes nele. atual ou iminente. cumpre esclarecer a inequívoca nulidade pela incompetência do juízo. inciso I. Sendo assim. é necessária a ocorrência de agressão humana injusta. a denúncia já deveria ter sido rejeitada de pronto. Os depoimentos ocorridos em sede policial só vieram corroborar com as informações trazidas pelo acusado. nos termos do art. não existir nos autos.4). (Valor: 0.5) Obs: É necessário fundamentar nos dispositivos legais pertinentes. do Código de Processo Penal. estabelece a Carta Magna que. . uma vez que em sendo o juízo incompetente. Nas provas colhidas perante a autoridade policial. 395. XXXVIII. porquanto está fora de sua jurisdição a apreciação do caso concreto. visto que “Borracha” não aceitava o relacionamento da sua exnamorada com o acusado dos autos. restou a total incompetência do juízo da vara criminal em ter recebido e apreciado o caso em análise. Ressalte-se ainda. pois agiu apenas com a finalidade de deter injusta agressão sofrida. no caso concreto analisado. restou demonstrado que Mévio agiu amparado pela excludente de ilicitude.Pedido de anulação do recebimento da peça acusatória em virtude da ocorrência manifesta de nulidade pela incompetência do juízo. em se tratando-se de delitos desse tipo. com uma faca. não conseguindo porque o acusado. (Valor: 0. Pedidos (Valor: 1. com fundamento no art. legítima defesa. em virtude da ocorrência clara e inequívoca do instituto da legítima defesa. Por fim. conhecido como “Inho”. qual seja. cessando a conduta delituosa logo após a interrupção da agressão. Excelência. “d” da Constituição Federal. razão pela não há sequer em ter início a persecução penal. 3 . em defesa de direito próprio ou alheio. desde que sejam utilizados os meios necessários moderadamente com a finalidade de deter essa injusta agressão. não há por parte do poder judiciário.OAB SEGUNDA FASE – VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Direito Penal Geovane Moraes . 397. 3. qualquer informação de excesso realizado pelo acusado.Desenvolvimento fundamentado de que há falta de pressuposto para o exercício da ação. para a configuração do instituto previsto no artigo 23. tão pouco necessidade para a propositura da ação. não há pressuposto para o exercício da ação penal. I do Código de Processo Penal em combinação com o artigo 5º. pois o crime em análise é doloso contra a vida e.

1. Dos Pedidos Diante de todo exposto. do Código de Processo Penal. 5º. visto a ocorrência de causa excludente de ilicitude do fato. Diante das informações. desde logo. Estrutura correta (indicação de local. a com ela praticar ato libidinoso diverso da conjunção carnal. requer-se ao douto julgador seja decretada a anulação do recebimento da peça acusatória em virtude da ocorrência manifesta de nulidade pela incompetência do juízo.5) Termos em que. munido da representação do ofendido. 395. nos termos do art. Em 26 de outubro de 2011. responda: I. (Valor: 0. seria dia 15 de julho de 2011. não sendo acolhido o pedido de absolvição sumária. Qual (is) a(s) tese(s) que pode(m) ser utilizada(s) em favor da acusada? (Valor: 0. Pede deferimento. não se faz necessário colocar o dia. Alfa. rol de testemunhas) – (Valor: 0. Em 26 de abril de 2011. legítima defesa.6) II. 564. I do Código de Processo Penal em combinação com o art.Pedido de intimação e inquirição das testemunhas. Apenas por cautela. qual seja. Por fim. II. nos termos do art. visando o trancamento da ação penal? (Valor: 0. Todavia. nos termos do artigo 213 do Código Penal.OAB SEGUNDA FASE – VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Direito Penal Geovane Moraes . engenheiro. XXXVIII. que sejam intimadas e inquiridas as testemunhas ao final arroladas. qual o meio de impugnação cabível à decisão do magistrado que recebeu a denúncia. assinatura. ofereceu denúncia contra Sandra pela prática de estupro. capital do Estado Delta. se fosse necessário colocar a data para a interposição da peça no último dia do prazo para protocolo. Sandra. Tício comparece à delegacia policial para noticiar o crime. O Juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca Delta recebeu a denúncia.2) 4. data. requer-se a Vossa Excelência a absolvição sumária do réu. OAB. 397. pois o crime é da competência do tribunal do júri e pela falta de pressuposto para o exercício da ação penal. tendo sido instaurado inquérito a fim de apurar as circunstâncias do delito. requer. 4 . inciso I. com fundamento no art. “d” da Constituição Federal. O promotor de justiça. utilizando-se do emprego de grave ameaça. constrange seu amigo Tício. Na qualidade de advogado de Sandra. do Código de Processo Penal. o que não se espera. data.65) Fundamente todas as suas respostas. Rol de testemunhas: 1– 2– 3– OBS: Como a questão não pediu para a peça ser datada. Advogado.

data que o ofendido tomou ciência de quem é o autor do crime e findaria no dia 25 de outubro do referindo ano. 5 . com fundamento no artigo 107. Tício comete o mesmo crime. Para fins de direito penal. qual (is)? (Valor: 0. IV do Código Penal. VII do Código de Processo Penal o intento de Habeas Corpus em havendo situação que extinga a punibilidade do agente. Além disso. caput do Código Penal. o prazo decadencial é contado nos termos do artigo 10 do Código Penal. Sendo assim. Tício. pergunta-se: I. decadência ao direito de representação do ofendido. VII. conforme o caso em apreço. ou seja. 2. presidente de uma empresa de engenharia e tendo conhecimento do cargo exercido por Mévio. ou seja. conforme artigo 312. nos termos do artigo 107. Tomando como base os fatos acima narrados. já que Mévio tem a posse do dinheiro em virtude do cargo que exerce. bem como o meio mais adequado para trancamento de ação penal. visto que Tício representou após o prazo de 06 meses dado pelo artigo 38 do Código de Processo Penal. o prazo de representação para o intento da ação penal de Tício contra Sandra iniciaria em 26 de abril de 2011. em combinação com o artigo 38 do Código de Processo Penal. é possível a possibilidade de intentar com Habeas Corpus. atua em parceria com este. caput do Código Penal em combinação com o artigo 30 do mesmo diploma legal.6) II.00 da verba destinada à construção de uma escola do referido município. pois é o meio autônomo cabível para impugnar decisão que recebeu a denúncia. empresário. ESPELHO Mévio cometeu o crime de peculato apropriação ou desvio. qual seja. Como o ofendido apenas representou dia 26 de outubro de 2011. o funcionário público está desviando em proveito próprio ou de terceiro. é causa taxativa no artigo 648. Tício comete algum crime? Em caso afirmativo.OAB SEGUNDA FASE – VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Direito Penal Geovane Moraes ESPELHO O meio de impugnação cabível à decisão do magistrado que recebeu a denúncia é o Habeas Corpus. de peculato apropriação ou desvio. é perceptível a existência de decadência. bens que ele tem a posse em função do cargo que exerce. Analisando o caso concreto apresentado. Diante do exposto. e ambos conseguem desviar em proveito próprio a quantia de R$ 300.65) Fundamente as suas respostas. sendo utilizada a tese de causa extintiva de punibilidade em favor da acusada. não podendo o representante do Ministério Público intentar ação penal por faltar uma condição de procedibilidade.000. No caso concreto. o prazo para a representação da ação penal decaiu por um dia. a tese favorável a ser utilizada em favor da acusada é o da extinção de punibilidade pela decadência. ambos do Código de Processo Penal. funcionário público da Prefeitura de um determinado Município brasileiro. Nesta modalidade. nos termos do artigo 312. Qual o crime cometido por Mévio? (Valor: 0. com fundamento no artigo 647 em combinação com o artigo 648. IV do Código Penal. incluindo-se o dia do início e excluindo-se o prazo do vencimento.

Pelas provas colhidas no Inquérito Policial. Tício. caput do Código Penal. dos dispositivos previstos no Código de Processo 6 . No intuito de não levar a multa. Mévio ofereceu a quantia de R$ 100. 3. Para a configuração do delito previsto no artigo 312 do Código Penal é elementar do tipo que o agente seja funcionário público. a peça processual adequada é a resposta à acusação. o Código de Processo Penal.00 (cem reais) ao policial. Diante das informações. pergunta-se: I. Na qualidade de advogado de Mévio.3) III. em proveito próprio. o juiz da 10º Vara Criminal da Comarca X. foi parado por uma fiscalização de rotina na localidade. ambos do Código de Processo Penal. quando essenciais à figura típica. A competência para a apreciação da peça é o juiz processante. Apesar de Tício não possuir esse cargo. por analogia. artigo 333. visto que estava perto do final de ano e todo mundo precisava de uma renda extra. Inconformado com a situação. O policial verificou que uma das lanternas estava apagada.55) Fundamente as suas respostas. Mévio estava indo com sua família rumo a uma praia perto de sua residência. havendo o recebimento da exordial acusatória e sendo o acusado citado para responder ao crime. com fundamento nos artigos 396 e 396-A. Qual a peça privativa de advogado cabível a ser intentada em favor de Mévio? (Valor: 0. tendo sua esposa informado que ele estava no trabalho. quem recebeu a denúncia e mandou citar o réu para responder ao crime em análise. para a efetivação da citação por hora certa. respondendo todos pelo crime descrito na medida de sua culpabilidade. em combinação com os artigos 362 e 564. Por esta razão. endereçada ao juiz da 10ª Vara Criminal da Comarca X. o representante do Ministério Público denunciou Mévio pela prática de crime de corrupção ativa. aproveita-se para desviar. ambos do Código de Processo Penal.OAB SEGUNDA FASE – VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Direito Penal Geovane Moraes No caso concreto. também se aproveita dessas facilidades para praticar os verbos descritos no núcleo do tipo. utilizando-se da vantagem de ser funcionário público e de deter a posse do dinheiro em razão do cargo exercido na prefeitura. todos do Código de Processo Penal. verbas destinadas à construção de uma escola no município onde trabalha. o que poderia ser alegado em sede de preliminar na peça pertinente? (0. em seu artigo 362 estabelece a aplicação. alegando-se em sede de preliminar a nulidade da citação por hora certa. III “e”. O juiz da 10ª Vara Criminal da Comarca X recebeu a denúncia e mandou citar o réu para se defender. Ocorre que. com fundamento nos artigos 227 a 229 do Código de Processo Civil. estabelece o artigo 30 do Código Penal que as elementares. o oficial de justiça o citou por hora certa. resolvendo multar Mévio. Qual o prazo de interposição da referida peça e para quem deverá ser endereçada? (0. Mévio não foi encontrado uma vez em sua residência. nos termos dos artigos 396 e 396-A.4) II. em parceria com o funcionário público e tendo conhecimento do cargo que ele exerce. No caso concreto. para ajudar na corporação. ESPELHO A peça cabível a ser apresentada na qualidade de advogado de Mévio é uma resposta à acusação. comunicam-se aos participantes do delito. o policial deu voz de prisão ao agente. ou seja. Durante o percurso. no prazo de 10 dias. Mévio.

O delegado de polícia autuou Rodolfo em flagrante delito pela prática de crime capitulado na Lei 11. Rodolfo. com fundamento no artigo 5º. Com isso.55) Fundamente todas as suas respostas. preceitua que a citação por hora certa ocorrerá quando o Oficial de Justiça perceber a ocultação do réu para evitar a citação. ESPELHO Rodolfo cometeu crime de consumo de drogas. inconformado por ter reprovado duas cadeiras na faculdade. qual (is)? (Valor: 0.OAB SEGUNDA FASE – VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Direito Penal Geovane Moraes Civil. “e” do Código de Processo Penal. responda: I. tendo o Oficial de justiça. realizado erroneamente a citação por hora certa. agindo equivocadamente o delegado ao prendê-lo em flagrante. A peça privativa de advogado cabível no intuito de restituir a liberdade do agente é o relaxamento de prisão em flagrante. foi informado pela mulher do acusado que Mévio estava trabalhando. devendo. encontrando a pequena quantidade de entorpecente em seu bolso. I do Código de Processo Penal. assumir o compromisso de a ele comparecer.343/06. LXV da Constituição Federal. nos termos do artigo 28 da Lei 11. em virtude da ilegalidade material realizada pelo delegado. 7 . Qual a medida cabível privativa de advogado e diversa do Habeas Corpus no intuito de restituir a liberdade do indivíduo? (Valor: 0. não devendo ser imputado a ele prisão em flagrante pela prática delituosa em virtude do constante no artigo 48. No caso concreto. III. prendendo-o e levando à autoridade competente. assim.343/06. porque não se conformou em reprovar algumas cadeiras na universidade. o autor do fato ser imediatamente encaminhado ao juízo competente ou. em virtude desse fato. lavrando-se termo circunstanciado. bem como o artigo 310. Nesse caso. na falta deste. incorrendo. uma ronda da polícia militar parou o agente para revistá-lo. seja por ilegalidade formal ou por material. parágrafo 2º da referida lei. o acusado foi pego portando uma pequena quantidade de substância entorpecente para consumo pessoal. causando nulidade nos termos do artigo 564.4) II. É possível tipificar a conduta praticada por Rodolfo? Em caso afirmativo. no crime de consumo de drogas previsto no artigo 28 da Lei 11. caberá a interposição do relaxamento de prisão em flagrante que deverá ser interposto sempre que a prisão em flagrante for ilegal. a própria lei estabelece que não se imporá prisão em flagrante ao agente que for pego praticando a conduta descrita no artigo 28. por sua vez. a citação por hora certa ocorrerá após a terceira tentativa de citação pessoal em que o Oficial de Justiça averiguar a ocultação do réu. No caso em análise. Este. no intuito de restituir a liberdade do indivíduo. conforme o caso concreto.3) III. qual (is)? (Valor: 0. Quando voltava para casa.343/06 (Lei de Drogas). Diante das informações dadas. jovem de 22 anos. Apesar de ser uma conduta tipificada como crime. comprou uma pequena quantidade de substância entorpecente para consumo pessoal. Existe algum tipo de ilegalidade na conduta do delegado? Em caso afirmativo. 4.