You are on page 1of 7

FORMAÇÃO PRÁTICA: O TURÍBULOPor Tomás Monteiro ASSOCIAÇÃO DE ACÓLITOS DA PARÓQUIA DE SANTO EUGÉNIO .

que O turíbulo pode ser considerado como “uma esfera cortada ao serve A meio”. colher. O incenso. que seve para a levanna outro suspensa cadeado.O incenso é uma resina que se apresenta em pequenos grãos. O opérculo tem um orifícios incenso que termina numa argola. cima. correntes parte de de metal. 1. tar. É sempre acompanhada por uma pequena brasas acesas. depois de seca. para de parte que baixo o por terminam tem deitar está onde sai o fumo do incenso. sobre as A por três cápsula. É extraída de uma árvore de origem oriental. A naveta é um recipiente em forma de navio e que serve para levar o incenso durante as celebrações. a naveta e o turíbulo Esquema simplificado de um turíbulo 1 . que se chama opérculo.

Este apresenta a naveta. O acólito baixa o turíbulo e deixa descer parte inferior lentamentee do turíbulo a mão direita.Como se apresenta o turíbulo? O turiferário aproxima-se daquele que vai impor o incenso. De seguida. o turíbulo é levado (com na mãoa uma e rem) direita.Como se entrega o turíbulo a quem vai incensar? na para tampa esquerda. junto da parte superior argola levanta o turíbulo até à altura adequada. o e esquerda e a outra extermidade das correntes na mão dinão turiferário segura na mão para a trás entregando-o assim ao celebrante.3. Para ao turíbulo 2 . na pequena naveta e o naveteiro levam a mão livre no peito. a ambos para as Em frente brasas osturiferário O casos.2. das a mão direita O celebrante impõe o incenso e benze-o. apagaextermidade reita.2adaptada à das correntes para Nas procissões.1. das correntes juntoreceber o turíbulo faz-se o procedimento inverso. a tampa até passa a ficar bem O turíbulo nas procissões extermidade 2. e a corrente sobre o peito a mão esquerda. enquanto o turiferário puxa para e colocando a última sobre o antebraço esquerdo. com o naveteiro do lado esquerdo. o turíbulo e a naveta vão à frente do cortejo. que sustenta a outra extremidade comcorrentes. pousando da tampa. cima a pega com a mesma mão nas correntes. oscilan abertura mão do 2. Como se usa o turíbulo e a naveta 2.

a após a e o cálice. um pouco por cima do opérculo. de incensar. oblatas. ao serem mostrados O acólito coloca a extremidade da corrente.e baloiça-o de frente para cima . Com a mão direita segura a outra extremidade da corrente. para a pessoa ou para a coisa incensada.4. o opérculo à altura dos olhos . depois da consagração. entre o polegar e o indicador. mão esquerda. nessa posição. Sem certa mover o de si.este movideslocar a mento chama-se ictus. para incensar a cruz e o altar. junto à cápsula. coloca a mão sobre o peito. cruz. com 3 ductus de 3 ictus: Incensa-se levanta.esta elevação distância corpo nem chama-se ductus . o acólito faz uma inclinação profunda e depois incensar as e o povo.Quando e como se incensa? O incenso utiliza-se durante a procissão de entrada.2. no princípio da missa. e. a uma ● À elevação do pão ● À elevação do cálice ● Durante a bênção do Santíssimo ● O que preside à celebração Incensa-se com 3 ductus de 2 ictus: ● O povo 3 . na procissão e proclamação do Evangelho. o sacerdote para Antesdos dons. o a hóstia apresentação altar.

5. 3.2. o opérculo e a base aquecem Por isso mesmo. podendo provocar queimaduras. com o tempo de utilização. 4 . é recomendável que o acólito evite o contacto do bastante. turíbulo com materiais inflamáveis ou com o corpo.A quem incensa o acólito? Na ausência do diácono. o acólito incensa o celebrante. o povo e o pão e o cálice à consagração. Alguns cuidados a ter com o turíbulo Nunca é de mais referir que.

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ NOTAS .