IBP1641_12 ESTUDO DAS POTENCIALIDADES DO USO DE BAGAÇO DE CANA PARA ADSORÇÃO DE METAIS EM ÓLEO RESIDUAL.

Juliana Avelar de Carvalho1, Demétrio de Abreu Sousa 2

Copyright 2012, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis - IBP Este Trabalho Técnico foi preparado para apresentação na Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012, realizado no período de 17 a 20 de setembro de 2012, no Rio de Janeiro. Este Trabalho Técnico foi selecionado para apresentação pelo Comitê Técnico do evento, seguindo as informações contidas no trabalho completo submetido pelo(s) autor(es). Os organizadores não irão traduzir ou corrigir os textos recebidos. O material conforme, apresentado, não necessariamente reflete as opiniões do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, Sócios e Representantes. É de conhecimento e aprovação do(s) autor(es) que este Trabalho Técnico seja publicado nos Anais da Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012.

Resumo
O biodiesel é produzido através do processo de transesterificação de óleos vegetais ou de gordura animal. A utilização de óleo residual de fritura por imersão para a sua produção tem sido defendida por Neto et al. (2000) e Freitas et al. (2008). Porém, neste processo é importante que haja filtragem do óleo residual para que sejam eliminados quaisquer restos de alimentos e outros sólidos que venham prejudicar o processo de produção e a qualidade do biodiesel produzido. O processo e a qualidade dependem diretamente das características físico-químicas da matéria-prima, neste caso, o óleo vegetal residual. Desta forma, o presente trabalho tem como finalidade analisar, em escala de bancada, o uso de bagaço de cana como meio adsorvente e as alterações na qualidade do óleo residual para a produção de biodiesel, principalmente, na adsorção de alguns elementos, buscando um método de baixo custo. A fibra utilizada, quando esgotado o seu uso, poderá passar por um processo de decomposição, em reatores de digestão microbiana, para ser usada como adubo e, possivelmente, para a produção de biogás.

Abstract
Biodiesel is produced through the transesterification process of vegetable oils or animal fat. The use of residual oil fried by immersion for its production has been supported by Neto et al. (2000) and Freitas et al. (2008). However, this process it is important that residual oil filter are disposed so that any food debris and other solids which may affect the process yield and quality of biodiesel. The process and the quality depend directly on the physicochemical characteristics of the raw material, in this case, the residual vegetable oil. Then, this study aims to analyze, in a laboratory scale, the use of cane bagasse as adsorbent and the changes in the quality of the residual oil to produce biodiesel, mainly in the adsorption of certain elements, seeking a method low cost. The fiber used, its use when exhausted, may undergo a decomposition process, in reactors of microbial digestion, for use as a fertilizer, and possibly for the production of biogas.

1. Introdução
Este trabalho propõe o uso do bagaço de cana como adsorvente de metais em óleo residual e a decomposição microbiana do bagaço sujo para produção de biogás. Para tanto é necessário uma breve revisão sobre: (1) a viabilidade do uso de óleo residual para produção de biodiesel, (2) uso de fibras naturais como meio adsorvente e (3) compostagem e degradação microbiana de fibras naturais e óleo vegetal. O bagaço de cana é um subproduto fibroso resultante da moagem da cana-de-açúcar. Sua composição, em geral, é de aproximadamente 50% de umidade, 2,5% de sólidos solúveis e 47,5% de fibra. Cada tonelada de cana gera, em média, 280 kg de bagaço (Ferreira, 2011). O uso de fibra natural para adsorção (Moreira et al., 2009), em especial o de bagaço de cana, tem sido recorrente na literatura. O bagaço de cana tem sido sugerido no tratamento de água como meio adsorvente. Souza et al. (2011) sugerem o uso do bagaço na adsorção de óleo diesel em água residual. Os autores relatam que em pequenas concentrações ocorre a adsorção total do diesel o que o torna importante e eficaz no tratamento de baixo custo de corpos aquáticos contaminados por este composto.

______________________________ 1 Acadêmica, Tecnologia em Biocombustíveis – IFMT/Cáceres 2 Mestre, Docente – IFMT/Cáceres

Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012 Brandão (2006) sugere o uso do bagaço de cana para tratamento de efluentes contaminados, de baixa concentração, por gasolina. A autora indica que a cinética de equilíbrio de adsorção do bagaço é de curto tempo, inferior a 5 minutos, com adsorção favorável em multicamadas, podendo ocorrer adsorção de até 99% da gasolina em concentrações de até 5%. Para melhorar o potencial de adsorção do bagaço de cana podem ser feitos tratamentos químicos prévios, como lavagem ácida ou básica. Porém, Santos et al. (2007) argumentam que para a adsorção de hidrocarbonetos leves não é significativo o tratamento ácido no bagaço de cana. A adsorção do bagaço de cana tem sido atribuída à sua grande área superficial, por ser um material poroso e formado por fibras, mesmo sem tratamento químico prévio (SOUZA et al., 2005). Para uso na adsorção de metais, o bagaço de cana tem sido utilizado na adsorção de metais potencialmente tóxicos. Viana e Gaubeur (2009) relatam que a adsorção de Ni+2 e Zn+2 não foi significativas com o uso do bagaço in natura (menor que 50%), porém a adsorção melhorou quando a fibra do bagaço foi tratada com NaOH 0,1M. O bagaço de cana pode ser modificado com tratamento com NaOH, ou com EDTA, ou com éter etílico, melhorando o poder de adsorção de cádmio, chumbo, cálcio e magnésio (Karnitz Júnior, 2007). Para adsorção de cádmio, Albertini e Prado (2007) demonstraram que o tempo de contato deve ser de, no mínimo, oito horas para uma adsorção significativa deste metal usando o bagaço de cana em tratamento de efluentes. A granulometria do bagaço pode influenciar na adsorção de metais, sendo mais bem adsorvidos em menores granulometrias (Monaco et al., 2011). Silva et al. (2009) apresentam o uso potencial do bagaço de cana como adsorvente de derivados de petróleo, adsorvendo maiores quantidades de octano do que duodecano, supostamente porque a superfície interna do bagaço fica inacessível a compostos maiores que 12 carbonos. Assim, se usado em óleo de fritura ocorrerá a adsorção de metais ou compostos menores sem perder quantidade de óleo por possuir mais que 12 carbonos. O uso de óleo residual sem tratamento prévio resulta em menor rendimento na conversão catalítica. O tratamento deve visar à diminuição no teor de fósforo, enxofre, ceras, substâncias coloidais e íons metálicos. Pois estes compostos estão associados à contaminação de catalisadores ou diminuição do rendimento. Neste trabalho foram realizados dois tratamentos distintos: a degomagem, para diminuição de fósforo e enxofre, e a adsorção com bagaço de cana para retenção de íons metálicos. Porém, após a adsorção o bagaço de cana fica oleoso necessitando de um terceiro tratamento, a decomposição, preferencialmente por ação de microorganismos. A compostagem pode ser considerada como um processo de reciclagem de matéria orgânica, propiciando um destino útil (biofertilizante ou geração de biogás) para resíduos orgânicos de alto teor de carbono, evitando o acúmulo em aterros sanitários e contaminação do solo e/ou da água. Estudos de decomposição térmica demonstram que ocorre decomposição ou condensação da matéria orgânica do bagaço de cana com perda de massa nos primeiros 30 dias e transformação de matéria com 45 e 60 dias (Bernabé et al., 2010). Estudos têm demonstrado que a eficiência na compostagem do bagaço de cana melhora quando misturado com esterco bovino (Souza et al, 2010), minhocas (Luna e Coutinho, 2008; Silva et al., 2002, Aquino et al., 1992), ou vinhaça (Fernandes e Soares Junior, 1992; Fernandes e Silva, 1997; Lira e Oliveira, 2008). O bagaço de cana ainda pode ser utilizado como substrato para cultivo de flores (Silva et al., 2008) ou produção de mudas de cana (Morgado et al., 2000). A biodigestão do bagaço de cana tem sido estudada recentemente para a produção de biogás. Brito (2011) analisou a produção de biogás pela biodigestão em dois estágios. A produção de biogás foi verificada já nos primeiros dias de cada ciclo, porém o potencial de geração de energia do biogás não foi elevado devido a restrição da biodegradabilidade das fibras presentes no bagaço. O biogás também pode ser produzido a partir da hidrólise enzimática do bagaço de cana, com o uso de enzimas Celulase e Xilanasa com eficiência de até 90% na produção (Ferreira, 2011).

2. Metodologia
A metodologia do trabalho foi realizada em cinco etapas distintas: (1) preparação do bagaço; (2) degomagem do óleo; (3) processo de adsorção; (4) análise instrumental; (5) tratamento microbiológico 2.1. Preparação do bagaço Após a coleta do bagaço, foi realizada a trituração com intuito de obter dois tamanhos diferentes, gomos e pó. O material triturado foi seco em estufa por 72 horas à 60ºC, temperaturas maiores podem degradar as fibras do bagaço. 2.2. Degomagem do óleo O óleo residual foi coletado na residência dos funcionários do Instituto Federal de Mato Grosso campus Cáceres, onde a pesquisa foi realizada, com o intuito de ampliar os trabalhos para a conscientização ambiental dos envolvidos sobre o descarte do óleo usado, e para ressaltar o projeto dentro do campus. O método inicia-se com a degomagem do óleo com NaCl, de acordo com o descrito por Wust (2004), com pequena modificação. Os objetivos da degomagem 2

Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012 foram: (a) melhorar a viscosidade, (b) eliminar moléculas de água, (c) dopar o óleo residual para avaliar a eficácia do bagaço de cana na adsorção do íon de sódio e (d) auxiliar na diminuição do teor de fósforo e enxofre (provenientes das camadas fosfolipídicas). O processo de degomagem, ou desemulsificação, é baseado na diminuição da dupla camada elétrica através de um eletrólito de suporte. Podem ser utilizado cloreto de sódio ou de potássio, nitrato de sódio ou de potássio. Para este procedimento foi utilizado 30 gramas de cloreto de sódio para cada 300 mL de óleo residual. Esta mistura foi aquecida a 70ºC e depois agitada por duas horas com agitador magnético (Figura 1).

Figura 1. Procedimento de degomagem ou desemulsificação. A separação do cloreto de sódio foi realizada por decantação simples seguida da filtragem em papel filtro analítica. 2.3. Processo de adsorção Após a degomagem, as amostras foram separadas em três categorias: (1) filtradas com papel filtro analíticas logo após a degomagem; (2) agitadas, com agitador magnético, por seis horas com o bagaço de cana em gomo antes da filtração e (3) agitadas por seis horas com o bagaço de cana em pó antes da filtração. As análises foram realizadas em triplicadas. As três categorias foram realizadas com o intuito de comparar os resultados analíticos para cada caso, concluindo se os teores analisados foram resultados apenas da degomagem ou do processo de adsorção do óleo. A Figura 2 demonstra as etapas de adsorção através do bagaço em gomos e em pó.

Figura 2. Etapa de adsorção através do bagaço em (a) gomos e em (b) pó. A Figura 3 mostra o aspecto do óleo residual no início e no final de todo processo.

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Figura 3. (a) Aspecto visual do óleo residual antes do processo de degomagem e adsorção; (b) aspecto visual no final de todo o processo. 100 mL de cada amostra foi separada em recipiente de plástico e encaminhadas para análise instrumental para a determinação de Ca, K, Mg, Na e P. A determinação dos elementos no óleo foi realizada por Espectrometria de Emissão Ótica com Plasma Indutivamente Acoplado – ICPOES. Os resultados estão demonstrados na Tabela 1. 2.4. Análise Instrumental A determinação dos elementos no óleo foi realizada por Espectrometria de Emissão Ótica com Plasma Indutivamente Acoplado – ICPOES, com o apoio da Central Analítica de Combustíveis (CEANC), da Universidade Federal de Mato Grosso. Os resultados estão demonstrados na Tabela 1. Tabela 1. Resultados em ppm das análises por ICPOES. Elemento Cálcio Potássio Magnésio Sódio Fósforo LD: limite de detecção Filtração comum 0,0629 7,224 0,1573 < LD 0,0594 Bagaço em gomo < LD 7,117 0,1078 < LD < LD Bagaço em pó 0,2645 < LD 0,0128 < LD < LD

A partir dos resultados demonstrados, podemos observar a diminuição do teor de potássio em torno de 98,51 %, a retirada de fósforo, provavelmente proveniente de fosfolipídios, foi de 100%. A diminuição da quantidade de magnésio foi de 68,53 % na filtração comum para o bagaço em gomos e 8,13% para o bagaço em pó, evidenciando, assim, a possibilidade do uso de bagaço de cana como meio de adsorção. A adsorção destes elementos é importante, pois o conteúdo de sódio, potássio, cálcio, magnésio e fósforo afetam os conversores catalíticos causando uma diminuição no rendimento da reação e ao motor, como corrosão, entupimentos de válvulas e depósito de carbono no motor (Lôbo et al., 2009). Não foi avaliada a sensibilidade do método quanto ao reuso do bagaço em novos processos de adsorção, sendo este levado para outra etapa, a degradação microbiológica. 2.5. Tratamento microbiológico O bagaço de cana após o uso fica oleoso, não podendo ser descartado diretamente no solo ou em aterros. Assim, com o intuito de dar destino ao resíduo gerado foi proposto a decomposição microbiológica. Porém, neste caso, existem duas variável: (1) decomposição do óleo impregnado e (2) decomposição da fibra do bagaço. Para avaliar a decomposição do óleo, estão sendo estudada a ação conjunta de Bacillus subtilis, Bacillus licheniformis e Bacillus pumilas, isolados, ativados e conservados. 4

Rio Oil & Gas Expo and Conference 2012 A ativação dos Bacillus foi realizada através do caldo de pré-enriquecimento de água peptonada, após 36 h podese observar crescimento microbiano. O bagaço utilizado foi adicionado em um reator de digestão microbiana juntamente com o caldo ativado de Bacillus. Após observação do consumo do óleo residual, o material é destinado à decomposição natural, compostagem, das fibras misturadas com esterco bovino. Os estudos microbiológicos foram iniciados, porém os resultados ainda não foram conclusivos até o término deste artigo.

3. Considerações finais
Para a produção do biodiesel através da reciclagem do óleo residual, é necessário que este resíduo passe por tratamentos que melhorem sua característica físico-química, garantindo desta forma um maior rendimento e melhor qualidade do produto final, o biodiesel. Este trabalho propôs a degomagem e posterior adsorção de elementos com o uso de bagaço de cana seco em duas granulometrias diferentes. Houve indícios de adsorção para potássio, magnésio e fósforo. Estes elementos podem resultar na redução do rendimento da reação de produção do biodiesel, na deterioração do motor ou danificar catalisadores. A construção de um filtro com bagaço de cana e a decomposição com microorganismos do bagaço depois de utilizado já está sendo estudada pelo grupo de pesquisa.

4. Agradecimentos
Agradecemos ao IFMT pela bolsa PROIC e à CEANC pela realização das análises instrumentais.

5. Referências
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