normais. As tensões nos planos x e y e no maior plano principal estão mostradas novamente na Fig. 2.6b.

O pólo é determinado pela linha que passa pelo ponto A, paralela ao eixo dos x, e pela linha que passa por B, paralela ao eixo dos y do elemento físico. Observe que agora uma linha paralela a (TI está inclinada de um ângulo () em relação ao eixo dos x, em vez de 2(). Isto se deve ao fato de que a rotação angular em torno do pólo é a metade da rotação angular em torno do centro do círculo. Assim, a rotação angular em torno do pólo das normais é exatamente a mesma do elemento físico. Por exemplo. se quisermos conhecer as tensões que atuam num plano cuja normal é de 30° com (TI no sentido contrário ao da rotaçâo dos ponteiros do relógio, devemos simplesmente desenhar uma linha a partir do pólo de normais e obter as tensões normal e cisalhante atuando naqu~le plano.

O estado de tensões tridimensional consiste em três tensões principais desiguais atuando em um ponto. Este é um estado triaxial de tensões. 8'e duas das três tensões principais são iguais, o estado de tensões é denominado cilíndrico, enquanto que se todas as três tensões principais são iguais, o estado de tensões é dito ser hidrostático ou esférico. A determinação das tensões principais para um estado de tensões tridimensional em termos das tensões atuando em um sistema de coordenadas cartesiano arbitrário é uma extensão do método descrito na Seção 2.3 para o caso de duas dimensões. A Fig. 2.7 representa um corpo livre elementar, similar àquele mostrado na Fig. 2. I, com um plano diagonal JKL de área A. Considera-se que o plano JKL é um plano principal que corta o cubo unitário. A tensão principal que atua normal ao plano JKL é (T. Sejam I, m e n os co-senos diretores de (T, isto é, os co-senos dos ângulos entre (T e os eixos x, y e z. Já que o corpo livre da Fig. 2.7 deve estar em equilíbrio, as forças que atuam em cada uma de suas faces devem-se equilibrar. As componentes de (T ao longo de cada um dos eixos são Sx, Sy e Sz. Sx = aI
I

Sy = am
I

Area KOL

= AI

Area JOK=

Am

-'xvi - 'xz

+ ((J I'vz m

(Jv)m -

'zvn (Jz)n

=

O

(2.13b)

+ ((J -

=O

(2.13c)

As Eqs. (2.13) são três equações lineares homogêneas em termos de 1,111 e n. A única solução não-trivial pode ser obtida igualando-se a zero o determinante dos coeficientes de I, 111 e 11, uma vez que I, 111 e n não podem ser todos zero.
(J-(Jx -'xv
-Txz

-'vx (J-(Jv -'vz

-tzx
-'zv (J (Jz

=0

(J3 -

((Jx

+ (Jv + (Jz)(J2 + ((Jx(Jv + (Jv(Jz + (Jx(Jz -(Jx(Jv(Jz + 2,xv'vz'xz - (Jx'v/

'x/ -

(Jv'x/

'v/ -

-

'x/)(J (Jz'x/)

=

O

As três raízes da Eq. (2.14) são as três tensões principais aI, a2 e a3' Para determinar a direção, com relação aos eixos originais x, y e z, na qual as tensões principais atuam é necessário substituir a" a2 e a3, uma de cada vez, nas três equações da Eq. (2.13). As equações resultantes devem ser resolvidas simultaneamente para I, 111 e n, com a ajuda da relação auxiliar 12 + 1112 + n2= I. Verifique que existem três combinações de componentes de tensão na Eq. (2.14) que constituem os coeficientes da equação cúbica. Já que os valores destes coeficientes determinam as tensões principais, eles obviamente não variam com mudanças nos eixos coordenados. Assim, eles são coeficientes invariantes.
(Jx (Jx(Jv (Jx(Jv(Jz+

+ (Jv + (Jz =
'x/ 2 -(Jz'xv 'v/ 2

/1

+ (Jv(Jz + (Jx(Jz

2

'x/ -(Jv'xz

-

= /2

2 'xv'vz'xz-(Jx'vz

=

/

3

o primeiro invariante de tensão, I" foi visto anteriormente para o estado bidimensional de tensões. Fica, assim, proposta a relação bastante útil de· que a soma das tensões normais para qualquer orientação no sistema coordenado é igual à soma das tensões normais para qualquer outra orientação. Por exemplo,
Na discussão acima nós desenvolvemos uma equação para a tensãol num plano oblíquo especial, um plano principal no qual não existe tensão cisalhante. Desenvolvamos agora as equações para as tensões normal e cisalhante em qualquer plano oblíquo cuja normal tem co-senos diretores I, m e n com os eixos x, y e z. Poderemos utilizar a Fig. 2.7 uma vez mais se compreendermos que para esta situação geral a

tensão total no plano S não será coaxial com a tensão normal, e que S2 = (J"2 + r. A tensão total pode, mais uma vez, ser desmembrada nas componentes S x, S y e S z, de maneira que

Fazendo-se o somatório das forças nas direções x, y e z, chegamos às expressões para as componentes ortogonais da tensão total:
Sx Sy Sz

=

(Jxl

= 'xyl = 'xzl

+ 'yxm + 'zxn + (Jym + 'zyn + 'yzm + (Jzn

(2.170)

(2.17b)
(2.17c)

Para encontrar a tensão normal (J" no plano oblíquo, é necessário determinar as componentes de S x, S y e S z na direção da normal ao plano oblíquo. Assim,

ou, após substituição das Eqs. (2.17) e simplificando com
(J

TXY

=

TyI,

etc.,

=

(Jx12

+ (Jym2 + (Jzn2 + 2'xylm

+ 2'yzmn

+ 2'zxnl

A magnitude da tensão cisalhante no plano oblíquo é dada por r = S2 - (J"2. Para se obter a magnitude e direção das duas componentes da tensão cisalhante no plano oblíquo é necessário rebater as componentes de tensão Sx, Sy e Sz nas direções y' e z' contidas no plano oblíquo!. Este desenvolvimento não será realizado aqui porque as equações pertinentes podem ser mais facilmente derivadas pelos métodos apresentados na Seção 2.6. Já que o escoamento plástico envolve tensões cisalhantes, é importante identificar os planos nos quais as tensões cisa/hantes máximas ou principais ocorrem. Na nossa discussão do estado de tensões bidimensional vimos que Tmax ocorria num plano a meio caminho entre os dois planos principais. Assim, é mais fácil definir os planos principais de cisalhamento em termos dos três eixos principais 1, 2 e 3. A partir de r = S2 - u2, pode-se mostrar que

onde I, m e 11 são os co-senos diretores entre a normal ao plano oblíquo e os eixos principais. As tensões cisalhantes principais ocorrem para as seguintes combinações de cosenos diretores que dividem ao meio o ângulo entre dois dos três eixos principais: I O
m n

,
2

-

+JI +JI +JI +JI +JI +JI
2 2
O

'I =

(J2 -

(J3

2
(JI (J3

-

2

'2 =---2
<. (JI -

(2.20)
(J2

2

-

2

O

'3 =

2

Assim.]'. <T3 é algebricamente a menor tensão principal normal e T2 possui o maior valor d tensão cisalhante. etc. etc.8 mostra os planos das tensões cisalhantes principais para um cubo cujas faces são os planos principais. equivalente a x.D a ordo com o que foi convencionado. <TI é algebricamente a maior tensão principal normal. X2 e X3' (De acordo com a convenção e por conveniência. T IIUl. + 52i2 + 53i3. X2. sendo x. A Fig.y. estando os vetores unitários i" i2. (TI - (T2 T3 = -2-- Vários aspectos da análise da tensão. Começaremos considerando a transformação de um vetor (um tensor de primeira ordem) de um sistema de coordenadas para outro. ao se trabalhar com quantidades tensoriais os eixos coordenados serão designados x I. :\ tensão cisalhante máxima é importante nas teorias de início de escoamento e nas operações de conformação metálica. sendo denominada tellsão eisa/hallre máxima. tornam-se mais simple( quando se reconhece o fato de que a tensão é um tensor de segunda ordem. X2 eX3' Desejamos agora encontrar . tais como as equações para transformação das componentes de tensão de um conjunto de eixos coordenados para outro sistema de coordenadas ou a existência de tensões principais.) S 10 S2 e 53 são componentes de 5 em relação aos eixos Xl. i3 nas direções Xj. torna-se vantajoso aprender alguma coisa sobre propriedades dos tensores. Diversas técnicas para a manipulação dos tensores de segunda ordem não requerem um conhecimento profundo de cálculo tensorial. Considere o vetar S = S/.. Observe que para ada par de tensões principais existem dois planos de tensão cisalhante principal que e localizam na bissetriz do ângulo formado entre as direções das tensões principais. 2. X2 a.

e sua única finalidade é indicar o somatório.as componentes de S com relação aos eixosx'"x'2.24) (neste caso o subíndicej). (2. (2. S~ = a21S1 S3 = a31S] + a22 S2 + a23 S3 + a32 S2 + a33 S3 (2. (2. como na Eq. de maneira ainda mais compacta. na forma expandida.9. No exemplo acima i é um subíndice livre e. L aljS j= 3 3 j 3 S~ = L a2jSj j=l S~ = L a3jSj j=l 1 3 S. assim. = LaijS/i j= 1 = 1. sendo geralmente utilizada na mecânica do contínuo.3) = aj1Sl + aj2S2 + ai3S3 utilizando-se a notação A Eq. diretor entre X'I e XI> a'2 é o co-seno diretor entre x'J e X2.2. Fig. As mesmas três equações seriam obtidas se uma outra letra fosse utilizada como subíndice de operação. (2. o somatório do outro índice é de I a 3. diste uma equação para cada valor de i.x'3.24).24) A notação de subíndices é uma maneira muito útil de expressar os sistemas de eqoações de uma forma mais compacta. =. (2. 2.23) pode ser escrita de subíndices de Einstein. S'j = airS. por exemplo. etc.22c ) Podemos notar que o primeiro subíndice para cada co-seno diretor em cada uma das Eqs. estas equações podem ser escritas como s..22) é o mesmo.22b) (2. O índice repetido é denominado subíndice de operação. Exceto com indicação contrária. A repetição de um subíndice em um mesmo termo. A componenteS'1 obtida rebatendo-se S" S 2 e S 3 ao longo da nova direção x' I' é onde a'l é o co-seno Analogamente. significaria a mesma coisa que a Eq. representa um somafório em relação àquele subíndice. • .

as componentes do tensor-tensão podem ser escritas como () II ()ij ()12 ()22 ()32 () 13 () 23 () 33 ()x 'yx 'zx 'xy ()y 'zy 'xz 'yz ()z = () 21 () 31 -. onde i e j são subíndices de operação e k e I são subíndices livres. A tensão. na Seção 2. onde N é o número de componenles necessárias para a descrição de um tensor da n-ésima ordem num espaço de dimensâo k. Obviamente. que a determinação completa do estado de tensões num ponto em um sólido requer a especificação de nove componentes de tensão nas faces ortogonais do elemento no ponto. requer somente um único número para a sua especificação. onde n é a ordem do tensor'. respectivamente. B' 3)' Nós desejamos encontrar a relação entre as nove componentes de Tu e as nove componentes de Tu após a mudança de eixos. as componentes dos vetores se tornam (A' I. Tu Tij = T21 T31 TI2 T22 T32 TI3 T23 T33 Transformando-se os eixos. A. As componentes deste tensor podem ser apresentadas numa matriz 3 x 3. Para expandir a equação tensorial fazemos primeiramente o somatório paraj = I. As quantidades físicas que se modificam com os eixos coordenados da maneira indicada na Eq. X'3 A transformação do tensor-tensão é dada por au do sistema de eixos x I. sendo assim tensores de primeira ordem. Para um espaço bidimensional.5. deformação e várias outras quantidades físicas são tensores de segunda ordem.B~ = (aij AJ(akIB[) Ti~ = aij akl Tj[ Como a tensão é um tensor de segunda ordem. Ti}. A constante elástica que relaciona a tensão com a deformação num sólido elástico é um tensor de quarta ordem com 81 componentes no caso mais geral. (2. que não se modifica com a transformação dos eixos. somenle quatro componentes sâonecessárias para descrever um tensor de segunda ordem. Escalares são tensores de ordem zero. B3).Nós vimos. As quantidades vetoriais requerem três componentes para a sua especificação. Uma quantidade vetorial requer apenas a especificação de três componentes.18) são denominadas te/1S0res de segunda ordem. O número de componentes necessárias para especificar uma quantidade é de 3". . resulta num tensor de segunda ordem. X2. A' 3) e (B' I. 2. O produto de dois vetores A e B com componentes (A" A2.'2. 3: IUma relação mais precisa é N = k". B' 2. X3 para os eixos x' I. Uma quantidade escalar. A3) e (BI> B2. A' 2. a tensão é mais complicada que um vetor.

O delta de Kronecker é um tensor isotrópico unitário de segunda ordem. Assim. (O estudante notará que isto facilitará bastante o problema de memorizar equações. Existem apenas alguns fatos adicionais sobre tensores que precisamos considerar. são as componentes nos eixos originais e T' si são as componentes referidas aos novos eixos.5. que são freqüentemente difíceis de serem manejadas. na realidade. onde Tp!.z'. isto é. na direção z'. se desejarmos determinar a tensão cisalhante no plano x'. pouco mais do que notação tensorial. Isto se denomina contraçiío do tensor. a transformada de um tensor de segunda ordem poderia muito bem ser escrita como T'sl = asr/ltqTpq. ai}. seja k = 1 e 1 = 3 (J13 = aUa31(Jll + a12a31(J21 + aUa32 (J12 + aUa33 (J13 + a12a32(J22 + aI3a32(J32 + a12a33(J23 + a13a33(J33 +a13a31(J31 Talvez valha a pena enfatizar novamente que não importa que letras são utilizadas como subíndices na notação tensorial. I O O I 6ij = ~ = O O I {I i=j i#j O A multiplicação de um tensor ou produtos de tensores por Ou causa 'uma redução de dois na ordem do tensor. Ainda assim.27) para cada valor de k e I. A lei de transformação para um tensor de terceira ordem é escrita como A matéria apresentada até agora nesta seção é. (2. tem componentes idênticas em qualquer sistema de coordenadas. ou seja. A regra é apresentada .18). Tx. já ganhamos um poderoso método resumido para escrever as equações da mecânica do contínuo.(Jkl = aklal1(JU + + + ak1a12 (J12 + akla13 (J13 + ak2aI2(J22 + ak2a13(J23 ak3al1(J31 + ak3aZ2(J32 + ak3aZ3(J33 ak2al1(J21 Existirá uma equação similar à (2.) Aprendemos também uma técnica útil para transformar uma quantidade tensorial de um conjunto de eixos para outro. Analogamente. Assim. ela se recluzirá à Eq. para encontrar a equação da tensão normal na direção X'I. seja k = 1 e 1 = 1 (Ju = auau(Ju + + + aUa12 (J12 + aUa13 (J13 a12 au (J21 + a12 a12 (J22 + a12 a13 (J23 a13al1(J31 + a13a12(J32 + a13aI3(J33 Pode-se verificar que. O estudante interessado em se aprofundar um pouco mais neste tópico pode consultar algumas obras de aplicações orientadas em tensores cartesianos1• Uma quantidade útil na teoria tensorial é o delta de Kronecker. escrevendo-se esta equação com a simbologia utilizada na Seção 2.

etc. () 11 (}ij (}12 (}22 (}23 (}13 (}23 (}33 = (}12 () 13 O primeiro invariante é o traço da matriz. que é um tensor de ordem zero (um escalar). porém.i. na primeira contração. são fornecidos exemplos para que possamos fazer uso disto em discussões posteriores. podem ser escritas na forma onde o subíndice n é usado para denotar que estamos lidando com os ângulos à normal de um plano oblíquo. As três equações de somatório de forças. Se fazemos com que o plano oblíquo seja um plano principal e a .1"O este se reduzirá a um tensor de segunda ordem.aqui sem prova. Um teorema básico da teoria tensorial afirma que existe uma certa orientação dos eixos coordenados tal que as componentes de um tensor simétrico de segunda ordem serão todas nulas para i 4=. Como um exemplo das vantagens da contração e conceitos fornecidos pela notação tensorial derivaremos novamente as equações para a tensão principal. a soma dos termos da diagonal principal: O segundo invariante é a soma dos secundários principais. Os invariantes do tensor de tensão podem ser prontamente determinados a partir da matriz de suas componentes. temos: Finalmente.. ulC' A "regra" consiste em substituir ll' por q e eliminar aq1c' O processo de contração pode ser repetido diversas vezes. Isto equivale a dizer que os conceitos de tensão principal e eixos principais são inerentes à característica tensorial da tensão. Uma vez que (T12 = (T21. Eqs.. Apq B Esta multiplicação produziria um tensor de quarta ordem. O leitor deve notar a facilidade com que se pode perder o significado físico na manipulação matemática. o tensor áe tensão é um rensor simérrico. (2. Consideremos o produto de dois tensores de segunda ordem. tomando cada um dos termos principais (diagonal principal) em ordem e suprimindo aquela linha e coluna.17). o terceiro invariante é o determinante da matriz inteira dos componentes do tensor-tensão. nove equações cada. isto é.5. Se multiplicarmos o produto por a. Se aplicarmos a contração ao vetor de tensão de segunda ordem obteremos o primeiro invariante do tensor (um escalar). Assim.. Assim. que foram desenvolvidas na Seção 2. Apq BVlc aqlC apv se reduz a Ap" Bvq apv e então a Apq Bpq. com nove termos. O secundário de um elemento de uma matriz é o determinante de ordem imediatamente mais baixa que permanece quando se suprimem a linha e a coluna do elemento em questão.

Verifique que. pode ser representado pelos círculos de Mohr.14).. o determinante dos coeficientes deve desaparecer. Embora O único significado físico do círculo de Mohr seja o fato de fornecer uma representação geométrica das equações que expressam a transformação das componentes de tensão em diferentes conjuntos de eixos. McGraw-Hill Book Company. A discussão sobre a representação de um estado de tensão bidimensional através do círculo de Mohr apresentada na Seção 2.32) fornecerá as três Eqs. Os coeficientes desta equação em notação tensorial são /1 = /2 = /3 = (Jii t(CTikCTki i(2(JijCTjkCTki CTii(Jkk) 3(JijCTjiCTkk + CTiiCTjjCTkk) O fato de aparecerem nestas equações apenas subíndices de operação indica a natureza escalar dos invariantes do tensor-tensão. Theory of FlolV alld Fracture of Solids. ap2 = /11. e Oji = O quando} f. A Fig.i. a expansão da Eq.11 apresenta diversos estados de tensão comuns. Para que a Eq. ele representa uma maneira muito conveniente de visualizar o estado de tensão. 2. 2.32) tenha uma solução não trivial em ap. com a aplicação de uma tensão de tração (T2.13). 2.llc).. 2. Já que ap1 = I. A Fig. (2. alli = api. definido pelas três tensões principais. pp. Nadai. (2. uma vez que a tensão principal está na direção da normal ao plano oblíassim. quo. . 1950. o que resulta em (Jx (Jp 'xy (Jy-(Jp 'zy 'xz 'yz (Jz-(Jp I (Jij - (Jp6jil = 'yx 'zx =0 que leva à equação cúbica (2. 2" ed.Entretanto.4 pode ser estendida a três dimensões. (2.10. 96-98. fazendo ângulo reto com uma tensão (TI já existente (Fig. Pode ser mostrado! que todas as condições de tensão possíveis no corpo encontram-se na área sombreada entre os círculos na Fig.10 mostra como um estado triaxial de tensões. New York. ocorre um decréscimo na tensão cisalhante principal em dois IA. representados através do círculo de Mohr.

o material tem uma excelente oportunidade de se deformar plasticamente sem fraturar quando submetido a este estado de tensões. não ficaria claro o fato de que a tensão cisalhante máxima não decresce para valores inferiores ao que possuiria em tração uniaxial. As pequenas deformações encontram-se no campo da teoria da elasticidade. Para o caso limite de três tensões triaxiais iguais (tensão hidrostática). Y + 1'. obtém-se maior ductilidade na trefilação de um arame através de uma matriz do que em simples tração uniaxial. 1'. y. uma vez que a deformação plástica é produzida por tensões cisalhantes. . A deformação de um sólido pode ser composta de dilataçüo (variação de volume) ou distorçüo (variação de forma). o deslocamento de pontos em um meio contínuo pode ser resultado da translação. já que a reação do metal com a matriz produz tensões compressivas laterais. aplicáveis a todos os tipos de meios contínuos.12) e que uma combinação de deformação e movimento desloca o ponto Q para Q'. Assim.lle mostra que. Considere um corpo sólido em coordenadas fixas x. a Fig. Na conformação plástica dos metais faz-se um importante uso deste fato. Entretanto. As componentes do deslocamento são 11. As situações que envolvem translação e rotação são geralmente consideradas na seção de mecânica denominada dinâmica. se tensões compressivas forem aplicadas lateralmente a uma tensão trativa. Por exemplo. A eficácia das tensões de tração biaxiais e triaxiais em reduzir as tensões cisalhantes leva a um decréscimo considerável na ductilidade do material. 2. '. a tensão cisalhante máxima será maior do que para o caso de uma tensão uniaxial em tração ou compressão. sendo. o círculo de Mohr se reduz a um ponto e não existem tensões cisalhantes atuando em nenhum plano no corpo. A tensão cisalhante máxima será reduzida apreciavelmente se uma tensão de tração for aplicada na terceira direção principal (Fig. 2. Z + \I'. cujas novas coordenadas são x + li.dos três conjuntos de planos nos quais atua uma tensão cisalhante principal. a fratura frágil está invariavelmente associada com tensões triaxiais desenvolvidas em um entalhe ou concentrador de tensão. rotação e deformação de um corpo lígido. Devido ao elevado valor da tensão cisalhante em relação à tensão de tração aplicada. assim. Se tivéssemos utilizado um círculo de Mohr bidimensional.lld). 2. enquanto que as deformações maiores são consideradas na plasticidade e na hidrodinâmica. Z (Fig. As equações desenvolvidas nesta seção são basicamente geométricas.

(c) tração biaxial. (d) tração triaxial (desigual). (a) Tração uniaxiaJ. :. "" z + W""" ! iY + v . ~ 'Y 1 I .. Fig. . (e) tração uniaxial mais compressão biaxial.11 Círculo de Mohr (tridimensional) para vários estados de tensões. 2. . --------------~ X+ U . (b) compressão uniaxial. .? 6c.

Considere um elemento no plano xy que foi distorcido devido à atuação de tensões isalhantes (Fig. lIj é uma função linear de Xj (deslocamentos homogêneos) e as equações de deslocamento são lineares. ao longo do eixo . O deslocamento dos pontos ao longo da linha AD é paralelo ao eixo dos x. B é deslocado um pouco mais que A. então não haverá deformação. Quando uma força é aplicada na direção x. os outros seis coeficientes necessitam de maiores considerações. do ponto no termos podem ezz =- ow oz Entretanto. Para iniciar a nossa discussão sobre deformação. 11.13). em geral. = }rXj).dx OX OX Para este caso unidimensional o deslocamento é dado por ti = e ~. é.34) (2. já que está mais longe da extremidade fixa. entretanto esta componente do deslocamento aumenta em proporção à distância a partir da origem. diferente de partícula para partícula. Entretanto. o que leva a relações matemáticas bastante incômodas.35) Os coeficientes que relacionam o deslocamento com as coordenadas corpo são as componentes do tensor-deslocamento relativo. A deformação normal é dada por e x !J.

. 2. 2. Para que isto seja generalizado para três dimensões.sendo o vetor u(J = f(II.AB AB dx + -dx =-=----- OU . cada uma das componentes do deslocamento deve ser relacionada linearmente com cada uma das três coordenadas iniciais do ponto. Para sólidos elásticos e pequenos deslocamentos.r. A se move para A' e B para B'. consideremos um caso simples unidimensional (Fig. Porém. para outros materiais o deslocamento pode não ser linear com a distância.L L A'B' . Se o vetor-deslocamento for constante para todas as partículas no corpo. Três destes ser prontamente identificados como as deformações normais.14). O elemento sofreu uma distorção angular. li v = exxx + exyY + exzz = eyxx + eyyY + eyzz w = ezxx + ezyY + ezzz (2. Uma vez que o deslocamento ti é uma função de x neste caso unidimensional. sendo o deslocamento uma função da distância. 11. Antes da deformação os pontos A e B estão separados por uma distância dx. \I') o deslocamento de Q.

produzem tanto deformação cisalhante quanto rotação do corpo rígido. Felizmente.40) (2. eyX' etc. I I I ! I _---------- I _--a' eyx e =--=xy DD' DA au ay e =--=yx BB' AB av OX Estes deslocamentos cisalhantes são pOSItIVOS quando provocam a rotação de uma linha. pode-se ver que as demais componentes do tensor-deslocamento são eij = exx eyx ezx exy eyy ezy exz eyz ezz au ax ov ox aw ax au oy av ay aw oy ou az ov oz ow oz (2..o I I 0'. 2. um postulado básico da teoria tensorial afirma que qualquer tensor de segunda ordem pode ser decomposto em um tensor simétrico e outro anti-simétrico. as componentes do deslocamento. aax J 1 U i uJ . devemos subdividir o tensor-deslocamento em uma contribuição da deformação e outra da rotação..c' lU I exy . I I I I . Já que precisamos identificar aquela parcela do deslocamento que resulta em deformação. (2. _ 2 aXj au j) OXi .15 ilustra diversos casos. A Fig. tais como eXY.41 ) " C"J' wiJ. Através de métodos análogos.39) Em geral.._---I -------. '. = 2 (aax +. de um eixo positivo para um outro eixo positivo.) e é denominado tensor-deformação e é denominado tensor-rotação = _1(au..: C! _-.

SI!! = SIZ> etc. (2. (b) rotação pura sem cisalhamento. a deformação é denominada irrotacional.v = -W. (a) Cisalhamento puro sem rotação.... isto é.eyx y exy = Y eyx = O ---7 -1 I I I I I ---7 I I I I I I I I ! x ~ . )'ij = 2 Sij. W. Substitui ndo-se a Eq.43) ~ ew _ au) ~ ew _ av) 2 ax ôz 2 ay az Pode-se notar que Sij é um tensor simétrico já que Sij = Sj.42) ~eu _ aV) ~ eu _ aw) 2 ay ax 2 az ax o Wxx wxy Wyy Wxz wij= wyx wzx wyz Wzz wzy ~ ev _ au) 2 ax ay ~ ev _ aw) 2 ôz ay o (2. obtêm-se as equações genéricas do deslocamento Na Seção 1. (2. I Y /'. Yxy = Yxz au au ay + ax aw au = ax + az ôw av = ôy + az Yyz . Exx eij = eyx ezx exy eyy ezy exz eyz ezz ~ eu + av) ~ (au + aw) 2 ay ax 2 az ax av 1 eu av) ~ eu + aw) 2 ay + ax ay 2 az ay aw ~ eu + aw) ~ ev + aw) az 2 az ax 2 az ay o au ax (2.35). isto é. 2.. )' = e I!! + eVI = SI!! + SYI = 2 SI!!' Esta definição de deformação cisalhante. I I I I I x --_J (bl "" (c) " x {ai Fig. Wij é um tensor anti-simétrico uma vez que Wij = -Wj. a deformação cisalhante )' foi definida como a variação angular total de um ângulo reto.15 Alguns exemplos de deslocamento com cisalhamento e rotação.15a.y exy = eyx -----I I I I I I I y exy = .IJI' Se Wij = O. 2.41) na Eq..r. (c) cisalhamento simples. I I I .9. é denominada deformação cisaIhanfe de engenharia. Referindo-se à Fig. .. I .

42). Para um corpo isotrópico.20). Assim. as equações para as deformações cisalhantes principais podem ser obtidas da Eq. 1953. Uma vez que o tensor-deformação é um tensor de segunda ordem. as equações para deformação.] Por completa analogia com as tensões. (2. é possível definir um sistema de eixos coordenados ao longo dos quais não há deformações cisalhantes. Um elemento orientado ao longo de um dos eixos de deformação principal se submeterá a uma extensão ou contração puras.B) + nyyz = O B) + myyz + 2n(Bz - B) =O Continuando com a analogia entre as equações de tensão e deformação. um tensor-deformação pode ser transformado de um conjunto de eixos coordenados para um novo sistema de eixos por Por simplicidade. Estes eixos são eixos de deformação principal. (2. Ymax = Y2 = B1 - B3 Y3 = B1 . obtidas nas transformações de tensores pelos métodos discutidos na Seção 2. a deformação normal em um plano oblíquo é dada por [Compare a equação acima com a Eq.27. torna-se interessante utilizar o tensor-deformação conforme definido pela Eq. . as direções das deformações principais coincidem com as das tensões principais'. 2f>. As três deformações cisalhantes principais são as raízes da equação cúbica /1 = /2 Bx + By + Bz + ByBz = BxBy + BzBx _ t(yx/ l( 4 + Yz/ 2 + Yy/) 2 _ / 3-BxByBz (2. Wang. I pp. 2l(Bx lyxy lyxz + myxy + nyxz = O + 2m(By .mente utilizada na elasticidade de engenharia. Applied Elaslicily. sem qualquer rotação ou deformação cisalhante. T. (2. New York. a deformação cisalhante definida de acordo com~a Eq. McGraw-Hill Book Company.B2 Para uma derivação deste ponto ver C. (2. substituindo-se e por (J e y/2 por 'T. Devido às vantagens óbvias.Esta definição de deformação cisalhante é comu.6.45) não é uma quantidade tensorial. Assim. análogas àquelas para tensão. ele apresenta todas as propriedades anteriormente descritas para a tensão.13). Entretanto.18). + l4YxyYzxYyz BxYyz + ByYzx + BzYxy 2) As direções das deformações principais são obtidas das três equações análogas às Eqs. podem ser escritas diretamente.

. Para se obter as deformações-desvio. se Observe que a deformação volumétrica é igual ao primeiro invariante do tensordeformação. 10'33 = 1033 . A deformação volumétrica t. 8x - 8m 8xy 8y 8zy 8m 8xz 8yz Cz - cij = 8yx 8zx em A divisão do tensor-deformação notação iensorial por total em deformações-desvio e dilatacional é dada em Por exemplo.e"" 10'22 = 1022 . Assim.em' Estas deformações apresentam elongações ou contrações ao longo dos eixos principais que mudam a forma do corpo a volume constante. O volume na condição deformada é (I + ex)(I + ey)(l + ez) dx dy dz. Aquela parte do tensor-deformação que é envolvida em variação de forma em vez de mudança volumétrica é denominada deformação-desvio e'u. as deformações-desvio são 10'11 = 1011 . uma vez que somente as deformações normais resultam em mudanças volumétricas. quando EU são as deformações principais. =( _1 _+_8x_)_(1 +_8y_)(. (i = j). t. Considere um paralelepípedo retangular de arestas dx.em. Assim. dy e dz. a deformação de um sólido envolve variação em volume e 11a forma.Geralmente.= ex + Bv + ez = 101 + 102 + 103' Podemos também definir (ex + eJl + eJ/3 como a dejórmação média ou a componente hidrostática (esférica) da deformação.1_+_8z_) _dx_dy_dz _ __ __-d_x_d_y_dz dx dy dz a qual para pequenas deformações. .é ó. simplesmente subtraímos em de cada uma das componentes da deformação normal. precisamos determinar quanto desta deformação é devido a estas contribuições. reduz a após desprezar os produtos de deformações. A deformação l'o/umétrica ou dilatação cúbica é a variação em volume por unidade de volume.

W. (2. pode ser determinada com precisão através de um simples circuito de ponte de Wheatstone. sendo então necessário determinar a orientação e magnitude das deformações principais através de deformações medidas em direções arbitrárias.47) pode então ser utilizada para determinar as deformações principaIs. é freqüentemente importante determinar as tensões principais.11. (a) Retangular. das quais se obtêm os valores de CI. Se as direções principais forem conhecidas. Para a construção de um círculo de Mohr represen- Fig. O dispositivo mais empregado para medidas de deformação é o extensômetro SR-4. três extensômetros separados por ângulos fixos. que é proporcional à deformação. dispostos em roseta. alternando. ver J. a sua resistência elétrica. tí- Para um tratamento de extensômetros e outras técnicas de análise de tensão experimental. não se conhecem as direções das deformações principais. Experimental Stress Analysis. Desta maneira. 1 . (2. enquanto que deformações cisalhantes devem ser determinadas indiretamente. as medidas por extensômetros envolvem um estado de tensões bidimensional. Bve YIY' A versâo bidimensional da Eq.16 Extensômetro roseta pico. McGraw-Hill Book Company. F.' Estes extensômetros (slrain gages) são constituídos de vários enrolamentos de fios finos ou folhas finas de composição especial.53). na realidade. 2. Leituras de extensômetros com três valores de (J diferentes fornecem três equações simultâneas. A alta sensibilidade. 1965. Em problemas práticos de análise experimental de tensões. estabilidade. O círculo de Mohr é um método mais conveniente para determinar as deformações principais através de leituras de extensômetros do que a utilização das três equações simultâneas a três variáveis. New York. utiliza-se freqüentemente. relativa resistência mecânica e facilidade de utilização tornam os extensômetros à resistência uma importante ferramenta na determinação de deformações. baseadas em deformações medidas que são convertidas para tensões por meio da Lei de Hooke e das relações mais gerais que são dadas na Seção 2.16. Quando o corpo é deformado. os extensômetros poderão ser orientados nestas direções. Entretanto. 2. os extensômetros podem registrar diretamente apenas deformações lineares. os fios no extensômetro também se deformam. Dally e W. medidas experimentais de tensão são. para a determinação de esforços triaxiais. assim. que são colados à superfície do corpo a ser estudado. (b) delta. Assim. como mostra a Fig. Riley. similares à Eq. determinando-se prontamente as tensões principais. A variação em resistência.Exceto em alguns casos que envolvem tensões de contato. Devido ao fato de que nenhuma tensão age perpendicularmente a uma superfície livre. não é possível medir diretamente as tensões. O estado de deformações é completamente determinado se CI' cye YIY podem ser medidos. Em geral. que opera por medida de resistência elétrica de um minicircuito colado à amostra.

vol. O centro deste círculo é O. p. Mech. . eb e eco O objetivo é determinar a magnitude e a orientação das deformações principais e] e e2' I. A. A Fig. 12. McClintock. A relação angular de e] com o extensômetro a é metade do ângulo AOP no círculo de Mohr (AOP = 20). traça-se De interceptando cc no ponto e. situados nas posições definidas pelos ângulos arbitrários a e {3. De qualquer ponto da linha bb (extensômetro do meio) traça-se uma linha DA fazendo ângulo a com bb e interceptando aa no ponto A. Ao longo de um eixo arbitrário X'X' traçam-se linhas verticais aa. 2. App/. 209. determinado pela interseção dos bissetores perpendiculares a eD e AD. Murphy. bb e cc. Constrói-se um círculo através de A. 4. 5tress Ano/. vol. Os valores das deformações principais são determinados pela interseção do círculo com o novo eixo dos x que passa por O. Os pontos A. 5.. p.tativo de deformação. Proc. B e e no círculo fornecem os valores de e e y/2 (medidas através do novo eixo dos x que passa por O) para os três extensômetros. 3. 'G. eb e eco 2. A209. correspondentes às deformações ea.17 mostra a construção' de um círculo de Mohr para a roseta de extensômetros ilustrada na parte superior da figura. valores da deformação linear e são representados em um gráfico ao longo do eixo dos x e a deformação cisalhante dividida por 2 ao longo do eixo dos y. Três extensômetros. 1945: F.. 1951. e e D. Da mesma forma. 9. J.fornecem leituras de ea. Soco Exp.

o tensor de tensão total pode ser dividido em um tensor de tensão hidrostático ou média.Após introduzido o conceito de que o tensor de deformação pode ser dividido em uma deformação hidrostática ou média e uma deformação de desvio. Por analogia direta com a situação apresentada para a deformação. que representa a tensão cisalhante no estado de tensões total (Fig. Assim. a componente hidrostática do tensor de tensão produz apenas variações volumétricas elásticas.18). 2. (T'ij. torna-se importante considerar o significado físico de uma operação similar para o tensor de tensão. (Til" que envolve somente tração ou compressão pura. ela é importante na geração da deformação plástica. Devido ao fato da tensão-desvio envolver tensões cisalhantes. e um tensor-tensão desvio. No Capo 3 veremos que a tensão-desvio é útil na formulação de teorias de escoamento. embora a deformação de fratura seja fortemente influenciada por esta componente de tensão. 2CTx - CTy - CTz 3 2CTy a~j 'xy 'xz - CTz - CTx = 'yx 3 2CT 'yz z - CT x - CT y 'zx 'zy 3 . não causando deformação plástica. Medidas experimentais mostram que a tensão de escoamento dos metais é independente da tensão hidrostática.

Já que a-'ij é um tensor de segunda ordem. onde E é o módulo de elasticidade em tração ou compressão. produz também uma contração nas direções transversais y e z. Os valores principais da tensão-desvio são as raízes da equação cúbica' onde J h J 2 e J 3 são os i nvariantes do tensor da tensão-desvio. exemplo. devemos introduzir as propriedades do material.<Jz) Por + e<J! 3 .<J3) onde 73 e 72 são tensões cisalhantes principais. No Capo I vimos que a tensão elástica se relaciona linearmente com a deformação elástica através do módulo de elasticidade (Lei de Hooke). Inicialmente. Agora. Esta constante. J 1 é a soma dos ter- Até o momento a nossa discussão de tensão e deformação tem sido completamente geral e aplicável a qualquer meio contínuo. ele possui eixos principais. Encontrou-se experimentalmente que a deformação transversal é uma fração constante da deformação na direção longitudinal.Pode-se notar prontamente que a tensão-desvio envolve tensões cisalhantes. tem-se e<J! . devemos ainda considerar somente sólidos elásticos isotrópicos. Equações deste tipo são denominadas equações cOl1sfifufivas. mos pri ncipais na diagonal da matriz de componentes de a-'ij. Enquanto uma força de tração na direção x produz uma extensão ao longo daquele eixo. referindo-se a-'ij a um sistema de eixos principais. Neste capítulo consideraremos apenas equações constitutivas para sólidos elásticos. denotada pelo símbolo I'. é conhecida como I11Ódlllo de PotsSOI/. . se queremos relacionar o tensor de tensão com o tensor de deformação.

Valores típicos destas constantes para alguns metais estão apresentados na Tabela 2. é 0. .E a." E Deformação na direção z E Z . Consideremos um cubo unitário submetido a tensões normais U'x. Rev. vax =-- vax E va. (J -p 1 K=~=-=- ~ ~ fi 'W. K. A ordem de aplicação não tem influência alguma na deformação final do corpo. vol. I. para um material elástico perfeitamente isotrópico. Por exemplo.25. mas para a maioria dos metais seu valor! se aproxima de 0. 1961. az Dejimnação na direçâo . a tensão U'x produz uma defomração normal Ex e duas deformações transversais Ey = -VEx e Ez = .. Metal/. Dejimnaçâo na direção x ax EX=E Tensão ax a. I-55. y ou z e que uma tensão cisalhante TXY não produz deformações normais nestes mesmos planos. Uma outra constante elástica é o l11ódulo de cOl11pressibilidade cúbica ou módulo de elasticidade volumétrica. U'y e U'z e tensões cisalhantes TXY' TyZ e Tzx para desenvolvermos as relações tensão-deformação para um estado de tensões tridimensional. pp. 6. Uma vez que as tensões elásticas são pequenas e o material é isotrópico. Ex= -7f va. G e lJ. E. aplicar o princípio da superposição2 para determinar a deformação produzida por mais de uma componente de tensão. 'O princípio da superposição estabelece que duas deformações podem ser combinadas por superposição direta.vexo Assim. Podemos. Koster e H. Franz.33.=-. E=- ' E vaz Ez= -E az Ex= -7 vaz E . que é a razão da pressão hidrostática pela dilatação que esta produz dulo de rigidez.E ê=z E A constante de proporcional idade G é o l11ódulo de elasticidade cisalhante ou o I11ÓValores de G são geralmente determinados por ensaios de torção.Para fins de cálculo utiliza-se somente o valor absoluto do módulo de Poisson que. podemos admitir que a tensão normal U'x não produz deformação cisalhante nos planos x. Vimos que as equações tensão-deformação para um sólido elástico isotrópico envolvem três constantes. então.=-.

27 ( 18-8) Titânio Tungstênio onde -p é a pressão hidrostática e f3 a compressibilidade.7 12. se adicionamos as três equações (2. Várias relações úteis podem ser derivadas entre as constantes elásticas E. C. Por exemplo.2v E = 30" m K = O"m E 3(1 . McGraw-Hill Book Company. Para um desenvolvimento transformação de eixos.31 0.2 20. 64-65. 1967.Tabela 2. G.8 6. ver D.64). pp.4 19. New York. ve Li = -- 1 . cil.28 0. op. Drucker. 58-59.33 0. Esta equação é desenvolvida geralmente em um curso básico sobre resistência dos materiais!. ver Chou e Pagano. K. 9K E=--1 + 3K/G G = _3(_I_-_2_v)_K 2(1 v= 1 .0 40. G e v. E G=-2(1 + v) Diversas outras relações podem ser desenvolvidas entre estas quatro constantes elásticas isotrópicas.33 0.1 Valores típicos das constantes elásticas de materiais isotrópicos à temperatura ambiente Módlllo de elasticidade kg/mm' (X 10-3) Ligas de alumínio Cobre Aço-carbono baixa liga Aço inoxidável 7. baseado em isotropia e .3E/G I Para um desenvolvimento geométrico..7 4. fnlroduclion 10 Mechanics pp. Por exemplo.0 Módulo de cisalhamento kg/mm' (XIO-3) Coeficiente de Poisson 0.31 0.6 16. of Deformable Solids.2G/3K 2 + 2G/3K E + v) K= --- 9 .2v) Li Outra relação importante é a expressão que relaciona E.4 11.

73) fornece três equações para tensão normal e seis equações para tensão cisalhante. A Eq. (2.72) é escrita freqüentemente de maneira mais resumida. Da Eq.exy ="2 = ~ Yxy 1 +v Txy - v ECIkk(O) 1 +v E 1 2G Yxy = G Txy 1 2. tomando-se -----=) vE (1 + v)(I . é possível inverter as Eqs.64 e 2. 2. (2.64). CIx + CIy + CIz = -- E 1 .2v (ex + ey + ez) v E(CIx J + ex = ~

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CIx - + CIy + CIz) E CIij= 1 vE (1 + veij+ + v)(I _2v)ekké5ij A expansão da Eq.12 CÁLCULO DE TENSÕES A PARTIR DE DEFORMAÇÕES ELÁSTICAS Uma vez que para pequenas deformações elásticas não existe ligação entre as expressões para tensão e deformação normais e as equações para tensão e deformação cisaIhantes. . (2.65 e resolvê-Ias para tensão em termos de deformação.2v) .

como em uma barra longa ou um cilindro com extremidades engastadas.'· IJ = 2Ge·IJ . (2. sendo esta energia recuperada quando se retiram as forças aplicadas. Todo o trabalho efetuado durante a deformação elástica é armazenado na forma de energia elástica. resolvendo-se simultaneamente duas das Eqs.64). (5 . Para o caso de tensão plana (0"3 = O).+ v 1 E.64). IJ = -. existe uma tensão mesmo que a deformação valor na Eq.hidrostática. o que se iguala à área sob a curva . Energia (ou trabalho) é igual à força multiplicada pela distância sobre a qual age. Portanto. (2. Uma situação típica de tensão plana existe em uma folha fina carregada no plano da folha ou em um tubo de paredes finas carregado por pressão interna onde não existe tensão normal a uma superfície livre. duas equações simples e úteis relacionando tensão com deformação podem ser obtidas. assim. Outra situação importante é a de deformaçiio plana (e3 = O). obtemos seja zero. cuja ocorrência típica é o caso em que uma das dimensões é muito maior que as outras duas.. Assim. por A deformação-desvio (distorção) está relacionada com a tensão-desvio . Substituindo este A energia elástica de deformaçclo U é a energia gasta para deformar um corpo elástico sob a ação de forças externas. f. a energia média é igual à metade do produto da força pela deformação. É necessário existir algum tipo de restrição física para limitar a deformação em uma direção. A força e a deformação crescem linearmente desde valores iniciais nulos na deformação de um corpo elástico.

a energia de deformação por unidade de volume de um elemento sujeito a cisalhamento puro é dada por A energia de deformação elástica para uma distribuição de tensões tridimensional genérica pode ser obtida por superposição. Uo I = 2E(C5x 2 + C5y 2 + C5z 2 ) 2 - v( E 2 ) C5xC5y + C5yC5z + C5xC5z ) + 2G I ('xy + 'xz 2 + 'yz A energia de deformação pode também ser expressa em termos de deformações e constantes elásticas. avo = À~ + 2Ge = x ae x C5 x .74) na Eq. (2.65)] pelas deformações na Eq. (2.79) descreve a energia de deformação elástica total absorvida pelo elemento. É interessante observar que a derivada de Uo com relação a qualquer componente de deformação fornece a correspondente componente de tensão. (2.64) e (2. Analogamente. (2.82). Uma vez que Adx é o volume do elemento. Por exemplo. ao se substituir as Eqs. Uma expressão para a energia de deformação por unidade de volume expressa somente em termos da tensão e constantes elásticas pode ser obtida substituindo-se as equações da Lei de Hooke [Eqs.82). quando então as tensões são eliminadas. (2.A energia de deformação elástica para um cubo elementar sujeito somente a uma tensão de tração ao longo do eixo dos x é dada por A Eq. a energia de deformação por unidade de volume ou densidade da energia de deformação Uo é dada por Observe que as deformações laterais que acompanham a deformação em tração simples não entram na expressão para energia de deformação porque não existem forças na direção das deformações laterais.

Já que a força é a derivada da energia potencial com a distância [ver Eq. Podemos.'" 0+ ~ O c _ " lEste desenvolvimento segue aquele dado por A. a força em uma ligação atõmica é função do deslocamento li e para cada deslocamento existe um valor característico da força. 1J(u) 1J = 1Jo + (d. Se se aplicam forças externas pequenas. ela ou separa os átomos ou os aglomera.r' Os métodos de cálculo que utilizam a energia de deformação para atingir valores de tensões e deformações constituem ferramentas importantes na análise da elasticidade.19) é uma maneira conveniente de se analisar estes fatos. -s .). Nesta seção consideraremos o fato de que as constantes elásticas de um cristal variam de maneira marcante com a orientação. Quando uma força é aplicada a um sólido cristalino.. (2. P(u). Quando a força externa é zero. a deformação das ligações entre átomos é reversível. e quando o deslocamento retoma a algum valor inicialul> após ter sido estendido a U2. a força retoma ao seu valor anterior. 1964. O deslocamento do átomo é li = a . inicialmente é importante discutir de maneira breve a natureza das forças elásticas entre os átomos. Cottrell.(u) como uma série de Taylor.. o teorema do trabalho mínimo e o princípio do trabalho virtual são algumas das técnicas mais conhecidas. 84-85. O diagrama energia-distância (Fig. a Lei de Hooke foi apresentada como uma lei empírica bem estabelecida e nossa atenção se concentrou no desenvolvimento de relações úteis entre tensão e deformação em um sólido elástico isotrópico. A energia de ligação é uma função contínua do deslocamento em um sólido elástico'. os átomos encontram um novo espaçamento de equilíbrio a para o qual as forças internas e externas se equilibram. H.86)]. os átomos estão separados por uma distância igual ao espaçamento de equilíbrio. 2.r = ê. P(u. Inc . a = ao. auo/acr. pp. .(d21J) li 2 du o 2 dll o + . O teorema de Castigliano.ao. expressar q. New York. Properties of Malter. isto é. Este gráfico representa a energia de interação (energia potencial) entre dois átomos à medida que a distância a entre estes aumenta.Da mesma forma.) u I -2 + .. Uma resistência à força aplicada é gerada pelas forças de atração ou repu 1são existentes entre os átomos. Além disso. Até o momento consideramos o comportamento elástico sob um ponto de vista fenomenológico simples. Entretanto. The Mechallical John Wiley & Sons. a força necessária para produzir um dado deslocamento de equilíbrio é p=-- d1J(u) du onde 1>(lI) é a energia de interação a uma distância li. Assim. assim.

obteremos nove equações. Quando a Eq. que a constante elástica é determinada pela agudeza da curvatura do mínimo na curva energia-distãncia.jkl (Jkl S. Hearmon. pp. (2. Sjikl = Sjikl (Jkl Desta forma. Assim.onde 1>0é a energia em 11 = O e os coeficientes diferenciais Uma vez que a força é zero quando a =ao. uma vez que as forças de ligação são fortemente afetadas pela distância entre os átomos. Mostramos. New York. este coeficiente é uma constante e a Eq.jkl = = ej.89) é equivalente aP = kll. então. podemos escrever eij = S. Edelglass. devido à simetria dos tensores de tensão e deformação. F.jkl são quantidades tensoriais de quarta ordem.T. 1961. Se expandirmos a Eq. Physical Properties of Cryslals.91). Londres. The Rona1d Press Company. que é a Lei de Hooke na sua forma original. F. Para um tratamento de elasticidade anisotrópica. Entretanto. Oxford University Press. não variando com tratamento térmico ou defeito estrutural. 277-301. uma propriedade básica do material. eu = eij. (2. já que é independente do sinal de 11. Por ser independente de 11. sendo. O mesmo acontece com o tensor de rigidez elástica. Do inglês "compliance". S. d1>/dll = O são medidos em 11 O. M. 1966. sabemos que ambos. 1957. as constantes elásticas variam com a direção na malha cristalina.j/d é o tensor cOll1pliância'* e CUkl é a rigidez elástica (freqüentemente denominados apenas constantes elásticas). eij e (Tu. assim. Uma discussão razoavelmente concisa mas completa sobre elasticidade cristalina é dada por S. são tensores simétricos. ver R. 1 Um excelente livro que lida com as propriedade anisotrópicas dos cristais em notação tensorial é J. Londres. Este é um neologismo. Nye.89) é expressa em termos de tensão e deformação. embora se espere que diminua com o aumento da temperatura. Além disso. 'N. (2. coeficiente (d21>/dIlZ)o é a curvatura da curva energia-distãncia em 11 = ao. o coeficiente é diretamente proporcional à constante elástica do material e possui o mesmo valor tanto para tração quanto para compressão. O que leva imediatamente a simplificações apreciáveis. A Lei de Hooke pode ser apresentada de uma maneira geral! como o onde S. Tanto SUkl quanto C. cada uma com nove termos. isto é.90) ou (2. com um total de 81 constantes. Oxford University Press. . Ali 11llroduerioll to Apllied Allisotropic Elastici/)'. somente 36 das componentes do tensor compliância são termos independentes e distintos. EIIgilleerillg Materiais 5ciellce.

95). (2.94). Eq.93) e (2. podemos notar que C2322 = C42 C12 Cl122 = Cl2 51122 = 252311 = C41 . (2. Expandindo a Eq.92) e (2. quando se trata de um sólido elástico anisotrópico. Comparando-se os coeficientes das Eqs. (2.72).91) e levando-se em conta as relações anteriores. (2. (2. Y23 = 2e23 = 252311(Jll + 252322 (J22 + 252333 (J33 + 452323 (J23 + 452313 (J13 + 452312 (J12 A convenção usual para designar as componentes da compliância elástica e rigidez elástica utiliza apenas dois subíndices em vez de quatro e é denominada notaçüo reduzida. Os subíndices simplesmente denotam a linha e a coluna da matriz das componentes a que eles pertencem.90). + Cl122e22 + C1l33e33 + C1l23(2e23) + Cl113(2e13) + Clll2(2eI2) Estas equações mostram que. que é mais convencional. podemos expressar as deformações cisalhantes pela deformação cisalhante de engenharia y = 2ê. tanto as deformações normais quanto as cisalhantes podem contribuir para uma tensão normal. em contraste com a situação para um sólido elástico isotrópico.Expandindo-se obtém-se (Jll = Cll11ell a Eq.

Infelizmente medidas como esta são difíceis de serem realizadas experimentalmente. para o sólido elástico linear anisotrópico geral. porém.x z' =O =1 =O =O =O =O =1 . O caso mais simples e importante é o da estrutura cristalina cúbica. já que existem seis destas onde i = j.z ay. j. então as componentes de Cu poderão ser determinadas por inversão matricial. mas apenas a metade destas são constantes independentes.. já que se deve restringir mecanicamente o corpo de prova em algumas direções para evitar deformações tais como 823' É muito mais fácil determinar experimentalmente os coeficientes da compliância elástica através de equações do tipo Se as componentes de Su forem determinadas experimentalmente. Por exemplo. A Fig.z =O -1 ax'y ay. Podemos mostrar que as constantes são simétricas. Cu = Cj.. 2. Em geral. já que Cu = Cji• Assim.x= az. e Su = Sj. isto é. Cu = Cj.y aZ'y ay.20 mostra que uma rotação de 90° em torno de um dos eixos produz uma orientação original. Os co-senos diretores para uma rotação de 90° em torno do eixo dos z são: x x' y' ax•x y z ax. Das 36 constantes Cu restam 30 onde i f. Uma simplificação ainda maior do número de constantes elásticas independentes resulta da consideração da simetria das diferentes redes cristalinas. existem 30/2 + 6 = 21 constantes elásticas independentes. uma redução adicional neste número é possível.86).z az. se utilizamos a relação dada na Eq. (2. Neste estágio possuímos 36 constantes independentes.

C44 = C55. C46' C51. para a simetria cúbica. etc.z. Utilizando as relações entre tensões cisalhantes. encontraremos que as constantes elásticas para um cristal cúbico obedecem às relações CIl = C22 = C33 Cl2 = C13 = C'3(=C2I C44 = = C31 = C32) C55 = C66 com todas as outras constantes iguais a zero. = axx. C52' C53.2 apresenta alguns valores típicos destas constantes para metais cúbicos. as 21 constantes se reduzem a somente três constantes elásticas independentes. = O. Da relação av. C43 = -C53 = O.46).v. pela rotação de 90° em torno do eixo dos z.')Ixz + C C ')Iyz . podemos eliminar constantes adicionais. C12 = C21. C42 = -C51 = O.1Eyy+ Cl2Exx+ C.. Considerando agora rotações de 90° em torno dos eixosx ey. y' e z' são do tensor-deformação.5')1y. C44 = C55 e que as seguintes constantes são nulas: C14' C15.CI5 = C24 e CI4 = CI6 = C25 = CZ6 = Ouma vez que -CI4Yu = C25YxZ.'z' + C ')Iy'" + C ')Ix'" + C + C Exx + C'3 Eu . CI3 = C23. = TVz. CI5 = C24 = O.. encontramos que Cll = C22. A Tabela 2. obtemos os resultados Cll = CZ2.6')1xz + C22 Eyy + C23 Eu + C24 ')Iyz + C25 ')IX' + C26 ')Ixy Fazendo uma comparação desta equação termo a termo. CI6 = C26 = O. Observe que as constantes de rigidez elástica . a matriz das 36 constantes elásticas se reduz a c. C13 =C23. podemos concluir que Cll = C. C26. C56. C16' C24' C25. C46 = C56· De Tx. C. Assim. C12 = C21. obtemos que C46 = -C56 = O.C ')IXy = C Exx + C22 Eyy + C23 Eu + C24 ')Iy. as componentes da deformação nos eixos x'.3Eu= C21Exx C'4')1xz+ C.já que ~C14Yxz = C25Yxz.~ y r" C'2 CI2 CIl C'2 o o o C'2 Cl2 CIl o o o o o o C44 o o o o o o C44 o 1] Para um cristal cúbico. C45 = -C5.94). (2. Da Eq. C23 = CI3 e CI4 = C25 = O(como acima)..Utilizando-se estes co-senos diretores na equação para a transformação Eq. A tensão normal na direção x' deve-se igualar à tensão normal na direção original y. ax'x' ayy + C Ey'y' + C'3 E. + C25 ')Ixz + C26 ')IXY = C " Ex'x' '2 '4 '5 I6 ')Ix'Y' = C11Eyy 21 I2 '4 '5 '6 C. C41' C42' C43. C45. Desta forma. C54.. (2. etc. Uma matriz de coeficientes similar é verdadeira para as compliâncias elásticas de um metal cúbico.Z = C21. Tv'z' = -Txz resulta em C41 = -C52 = O.- C. Assim.

14 3. Compliância em unidades de 10" cm'/dyn.14 14.82 16.07 S •• Alumínio Cobre Ferro Tungstênio 2.57 1. 2.66 Constantes de rigidez em unidades de 10" dynlclI1'. Se nós trabalhamos com compliâncias elásticas e consideramos as constantes independentes como sendo SI' e S 12. então podemos chegar a uma equivalência entre as compliâncias e os módulos elásticos mais comuns.20 Rotação de simetria de um cristal cúbico em torno do eixo dos z.60 15.26 5" -0.49 0.10 19.10 C12 6.80 C •• SI' 1. mas devem ser determinadas são da matriz Su.33 0.80 0.Fig.51 1. Para uma estrutura cristalina cúbica.28 -0.Sd(SIl + 2Sd Equações análogas para a conversão de rigidezes em compliância podem ser obtidas pela simples substituição de C por S e S por C. Metal CII 10. pela inver- Cl2 = ---------- -S12 (Sll .13 12. .70 50.57 -0. Cu não são simplesmente as recíprocas de Su.85 7.86 0.62 -0.54 11. Já vimos que o número de constantes elásticas independentes decresce com o aumento de simetria de estrutura cristalina: N° de constantes independentes Triclínica Monoclínica Ortorrômbica Tetragonal Hexagonal Cúbica Isotrópica Um sólido isotrópico possui somente duas constantes elásticas independentes.84 23.

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. 2. 2. Para que isto seja generalizado para três dimensões.sendo o vetor u(J = f(II.AB AB dx + -dx =-=----- OU . cada uma das componentes do deslocamento deve ser relacionada linearmente com cada uma das três coordenadas iniciais do ponto. Para sólidos elásticos e pequenos deslocamentos.r. A se move para A' e B para B'. consideremos um caso simples unidimensional (Fig. Porém. para outros materiais o deslocamento pode não ser linear com a distância.L L A'B' . Se o vetor-deslocamento for constante para todas as partículas no corpo. Três destes ser prontamente identificados como as deformações normais.14). O elemento sofreu uma distorção angular. li v = exxx + exyY + exzz = eyxx + eyyY + eyzz w = ezxx + ezyY + ezzz (2. Uma vez que o deslocamento ti é uma função de x neste caso unidimensional. sendo o deslocamento uma função da distância. 11. Antes da deformação os pontos A e B estão separados por uma distância dx. \I') o deslocamento de Q.

produzem tanto deformação cisalhante quanto rotação do corpo rígido. Felizmente.40) (2. eyX' etc. I I I ! I _---------- I _--a' eyx e =--=xy DD' DA au ay e =--=yx BB' AB av OX Estes deslocamentos cisalhantes são pOSItIVOS quando provocam a rotação de uma linha. pode-se ver que as demais componentes do tensor-deslocamento são eij = exx eyx ezx exy eyy ezy exz eyz ezz au ax ov ox aw ax au oy av ay aw oy ou az ov oz ow oz (2..o I I 0'. 2. um postulado básico da teoria tensorial afirma que qualquer tensor de segunda ordem pode ser decomposto em um tensor simétrico e outro anti-simétrico. as componentes do deslocamento. aax J 1 U i uJ . devemos subdividir o tensor-deslocamento em uma contribuição da deformação e outra da rotação..c' lU I exy . I I I I . Já que precisamos identificar aquela parcela do deslocamento que resulta em deformação. (2. _ 2 aXj au j) OXi .15 ilustra diversos casos. A Fig. tais como eXY.41 ) " C"J' wiJ. Através de métodos análogos.39) Em geral.._---I -------. '. = 2 (aax +. de um eixo positivo para um outro eixo positivo.) e é denominado tensor-deformação e é denominado tensor-rotação = _1(au..: C! _-.

SI!! = SIZ> etc. (2. (b) rotação pura sem cisalhamento. a deformação é denominada irrotacional.v = -W. (a) Cisalhamento puro sem rotação.... isto é.eyx y exy = Y eyx = O ---7 -1 I I I I I ---7 I I I I I I I I ! x ~ . )'ij = 2 Sij. W. Substitui ndo-se a Eq.43) ~ ew _ au) ~ ew _ av) 2 ax ôz 2 ay az Pode-se notar que Sij é um tensor simétrico já que Sij = Sj.42) ~eu _ aV) ~ eu _ aw) 2 ay ax 2 az ax o Wxx wxy Wyy Wxz wij= wyx wzx wyz Wzz wzy ~ ev _ au) 2 ax ay ~ ev _ aw) 2 ôz ay o (2. obtêm-se as equações genéricas do deslocamento Na Seção 1. (2. I Y /'. Yxy = Yxz au au ay + ax aw au = ax + az ôw av = ôy + az Yyz . Exx eij = eyx ezx exy eyy ezy exz eyz ezz ~ eu + av) ~ (au + aw) 2 ay ax 2 az ax av 1 eu av) ~ eu + aw) 2 ay + ax ay 2 az ay aw ~ eu + aw) ~ ev + aw) az 2 az ax 2 az ay o au ax (2.35). isto é. 2.. )' = e I!! + eVI = SI!! + SYI = 2 SI!!' Esta definição de deformação cisalhante. I I I I I x --_J (bl "" (c) " x {ai Fig. Wij é um tensor anti-simétrico uma vez que Wij = -Wj. a deformação cisalhante )' foi definida como a variação angular total de um ângulo reto.15 Alguns exemplos de deslocamento com cisalhamento e rotação.15a.y exy = eyx -----I I I I I I I y exy = .IJI' Se Wij = O. 2.41) na Eq..r. (c) cisalhamento simples. I I I .9. é denominada deformação cisaIhanfe de engenharia. Referindo-se à Fig. .. I .

42). Para um corpo isotrópico.20). Assim. as equações para as deformações cisalhantes principais podem ser obtidas da Eq. 1953. Uma vez que o tensor-deformação é um tensor de segunda ordem. as equações para deformação.] Por completa analogia com as tensões. (2. é possível definir um sistema de eixos coordenados ao longo dos quais não há deformações cisalhantes. Um elemento orientado ao longo de um dos eixos de deformação principal se submeterá a uma extensão ou contração puras.B) + nyyz = O B) + myyz + 2n(Bz - B) =O Continuando com a analogia entre as equações de tensão e deformação. um tensor-deformação pode ser transformado de um conjunto de eixos coordenados para um novo sistema de eixos por Por simplicidade. Estes eixos são eixos de deformação principal. (2. Ymax = Y2 = B1 - B3 Y3 = B1 . obtidas nas transformações de tensores pelos métodos discutidos na Seção 2. a deformação normal em um plano oblíquo é dada por [Compare a equação acima com a Eq.27. torna-se interessante utilizar o tensor-deformação conforme definido pela Eq. . as direções das deformações principais coincidem com as das tensões principais'. 2f>. As três deformações cisalhantes principais são as raízes da equação cúbica /1 = /2 Bx + By + Bz + ByBz = BxBy + BzBx _ t(yx/ l( 4 + Yz/ 2 + Yy/) 2 _ / 3-BxByBz (2. Wang. I pp. 2l(Bx lyxy lyxz + myxy + nyxz = O + 2m(By .mente utilizada na elasticidade de engenharia. Applied Elaslicily. sem qualquer rotação ou deformação cisalhante. T. (2. New York. a deformação cisalhante definida de acordo com~a Eq. McGraw-Hill Book Company.B2 Para uma derivação deste ponto ver C. (2. substituindo-se e por (J e y/2 por 'T. Devido às vantagens óbvias.Esta definição de deformação cisalhante é comu.6.45) não é uma quantidade tensorial. Assim. análogas àquelas para tensão. ele apresenta todas as propriedades anteriormente descritas para a tensão.13). Entretanto.18). + l4YxyYzxYyz BxYyz + ByYzx + BzYxy 2) As direções das deformações principais são obtidas das três equações análogas às Eqs. podem ser escritas diretamente.

. Para se obter as deformações-desvio. se Observe que a deformação volumétrica é igual ao primeiro invariante do tensordeformação. 10'33 = 1033 . A deformação volumétrica t. 8x - 8m 8xy 8y 8zy 8m 8xz 8yz Cz - cij = 8yx 8zx em A divisão do tensor-deformação notação iensorial por total em deformações-desvio e dilatacional é dada em Por exemplo.e"" 10'22 = 1022 . Assim.em' Estas deformações apresentam elongações ou contrações ao longo dos eixos principais que mudam a forma do corpo a volume constante. O volume na condição deformada é (I + ex)(I + ey)(l + ez) dx dy dz. Aquela parte do tensor-deformação que é envolvida em variação de forma em vez de mudança volumétrica é denominada deformação-desvio e'u. as deformações-desvio são 10'11 = 1011 . uma vez que somente as deformações normais resultam em mudanças volumétricas. quando EU são as deformações principais. =( _1 _+_8x_)_(1 +_8y_)(. (i = j). t. Considere um paralelepípedo retangular de arestas dx.em. Assim. dy e dz. a deformação de um sólido envolve variação em volume e 11a forma.Geralmente.= ex + Bv + ez = 101 + 102 + 103' Podemos também definir (ex + eJl + eJ/3 como a dejórmação média ou a componente hidrostática (esférica) da deformação.1_+_8z_) _dx_dy_dz _ __ __-d_x_d_y_dz dx dy dz a qual para pequenas deformações. .é ó. simplesmente subtraímos em de cada uma das componentes da deformação normal. precisamos determinar quanto desta deformação é devido a estas contribuições. reduz a após desprezar os produtos de deformações. A deformação l'o/umétrica ou dilatação cúbica é a variação em volume por unidade de volume.

W. (2. pode ser determinada com precisão através de um simples circuito de ponte de Wheatstone. sendo então necessário determinar a orientação e magnitude das deformações principais através de deformações medidas em direções arbitrárias.47) pode então ser utilizada para determinar as deformações principaIs. é freqüentemente importante determinar as tensões principais.11. (a) Retangular. das quais se obtêm os valores de CI. Se as direções principais forem conhecidas. Para a construção de um círculo de Mohr represen- Fig. O dispositivo mais empregado para medidas de deformação é o extensômetro SR-4. três extensômetros separados por ângulos fixos. que é proporcional à deformação. dispostos em roseta. alternando. ver J. a sua resistência elétrica. tí- Para um tratamento de extensômetros e outras técnicas de análise de tensão experimental. não se conhecem as direções das deformações principais. Experimental Stress Analysis. Desta maneira. 1 . (2. enquanto que deformações cisalhantes devem ser determinadas indiretamente. as medidas por extensômetros envolvem um estado de tensões bidimensional. Bve YIY' A versâo bidimensional da Eq.16 Extensômetro roseta pico. McGraw-Hill Book Company. F.' Estes extensômetros (slrain gages) são constituídos de vários enrolamentos de fios finos ou folhas finas de composição especial.53). na realidade. 2. Leituras de extensômetros com três valores de (J diferentes fornecem três equações simultâneas. A alta sensibilidade. 1965. Em problemas práticos de análise experimental de tensões. estabilidade. O círculo de Mohr é um método mais conveniente para determinar as deformações principais através de leituras de extensômetros do que a utilização das três equações simultâneas a três variáveis. New York. utiliza-se freqüentemente. relativa resistência mecânica e facilidade de utilização tornam os extensômetros à resistência uma importante ferramenta na determinação de deformações. baseadas em deformações medidas que são convertidas para tensões por meio da Lei de Hooke e das relações mais gerais que são dadas na Seção 2.16. Quando o corpo é deformado. os extensômetros poderão ser orientados nestas direções. Entretanto. 2. os extensômetros podem registrar diretamente apenas deformações lineares. os fios no extensômetro também se deformam. Dally e W. medidas experimentais de tensão são. para a determinação de esforços triaxiais. assim. que são colados à superfície do corpo a ser estudado. (b) delta. Assim. como mostra a Fig. Riley. similares à Eq. determinando-se prontamente as tensões principais. A variação em resistência.Exceto em alguns casos que envolvem tensões de contato. Devido ao fato de que nenhuma tensão age perpendicularmente a uma superfície livre. não é possível medir diretamente as tensões. O estado de deformações é completamente determinado se CI' cye YIY podem ser medidos. Em geral. que opera por medida de resistência elétrica de um minicircuito colado à amostra.

vol. O centro deste círculo é O. p. Mech. . eb e eco O objetivo é determinar a magnitude e a orientação das deformações principais e] e e2' I. A. A Fig. 12. McClintock. A relação angular de e] com o extensômetro a é metade do ângulo AOP no círculo de Mohr (AOP = 20). traça-se De interceptando cc no ponto e. situados nas posições definidas pelos ângulos arbitrários a e {3. De qualquer ponto da linha bb (extensômetro do meio) traça-se uma linha DA fazendo ângulo a com bb e interceptando aa no ponto A. Ao longo de um eixo arbitrário X'X' traçam-se linhas verticais aa. 2. App/. 209. determinado pela interseção dos bissetores perpendiculares a eD e AD. Murphy. bb e cc. Constrói-se um círculo através de A. 4. 5tress Ano/. vol. Os valores das deformações principais são determinados pela interseção do círculo com o novo eixo dos x que passa por O. Os pontos A. 5.. p.tativo de deformação. Proc. B e e no círculo fornecem os valores de e e y/2 (medidas através do novo eixo dos x que passa por O) para os três extensômetros. 3. 'G. eb e eco 2. A209. correspondentes às deformações ea.17 mostra a construção' de um círculo de Mohr para a roseta de extensômetros ilustrada na parte superior da figura. valores da deformação linear e são representados em um gráfico ao longo do eixo dos x e a deformação cisalhante dividida por 2 ao longo do eixo dos y. Três extensômetros. 1945: F.. 1951. e e D. Da mesma forma. 9. J.fornecem leituras de ea. Soco Exp.

o tensor de tensão total pode ser dividido em um tensor de tensão hidrostático ou média.Após introduzido o conceito de que o tensor de deformação pode ser dividido em uma deformação hidrostática ou média e uma deformação de desvio. Por analogia direta com a situação apresentada para a deformação. que representa a tensão cisalhante no estado de tensões total (Fig. Assim. a componente hidrostática do tensor de tensão produz apenas variações volumétricas elásticas.18). 2. (T'ij. torna-se importante considerar o significado físico de uma operação similar para o tensor de tensão. (Til" que envolve somente tração ou compressão pura. ela é importante na geração da deformação plástica. Devido ao fato da tensão-desvio envolver tensões cisalhantes. e um tensor-tensão desvio. No Capo 3 veremos que a tensão-desvio é útil na formulação de teorias de escoamento. embora a deformação de fratura seja fortemente influenciada por esta componente de tensão. 2CTx - CTy - CTz 3 2CTy a~j 'xy 'xz - CTz - CTx = 'yx 3 2CT 'yz z - CT x - CT y 'zx 'zy 3 . não causando deformação plástica. Medidas experimentais mostram que a tensão de escoamento dos metais é independente da tensão hidrostática.

Já que a-'ij é um tensor de segunda ordem. onde E é o módulo de elasticidade em tração ou compressão. produz também uma contração nas direções transversais y e z. Os valores principais da tensão-desvio são as raízes da equação cúbica' onde J h J 2 e J 3 são os i nvariantes do tensor da tensão-desvio. exemplo. devemos introduzir as propriedades do material.<Jz) Por + e<J! 3 .<J3) onde 73 e 72 são tensões cisalhantes principais. No Capo I vimos que a tensão elástica se relaciona linearmente com a deformação elástica através do módulo de elasticidade (Lei de Hooke). Inicialmente. Agora. Esta constante. J 1 é a soma dos ter- Até o momento a nossa discussão de tensão e deformação tem sido completamente geral e aplicável a qualquer meio contínuo. ele possui eixos principais. Encontrou-se experimentalmente que a deformação transversal é uma fração constante da deformação na direção longitudinal.Pode-se notar prontamente que a tensão-desvio envolve tensões cisalhantes. tem-se e<J! . devemos ainda considerar somente sólidos elásticos isotrópicos. Equações deste tipo são denominadas equações cOl1sfifufivas. mos pri ncipais na diagonal da matriz de componentes de a-'ij. Enquanto uma força de tração na direção x produz uma extensão ao longo daquele eixo. referindo-se a-'ij a um sistema de eixos principais. Neste capítulo consideraremos apenas equações constitutivas para sólidos elásticos. denotada pelo símbolo I'. é conhecida como I11Ódlllo de PotsSOI/. . se queremos relacionar o tensor de tensão com o tensor de deformação.

Valores típicos destas constantes para alguns metais estão apresentados na Tabela 2. é 0. .E a." E Deformação na direção z E Z . Consideremos um cubo unitário submetido a tensões normais U'x. Rev. vax =-- vax E va. (J -p 1 K=~=-=- ~ ~ fi 'W. K. A ordem de aplicação não tem influência alguma na deformação final do corpo. vol. I. para um material elástico perfeitamente isotrópico. Por exemplo.25. mas para a maioria dos metais seu valor! se aproxima de 0. 1961. az Dejimnação na direçâo . a tensão U'x produz uma defomração normal Ex e duas deformações transversais Ey = -VEx e Ez = .. Metal/. Dejimnaçâo na direção x ax EX=E Tensão ax a. I-55. y ou z e que uma tensão cisalhante TXY não produz deformações normais nestes mesmos planos. Uma outra constante elástica é o l11ódulo de cOl11pressibilidade cúbica ou módulo de elasticidade volumétrica. U'y e U'z e tensões cisalhantes TXY' TyZ e Tzx para desenvolvermos as relações tensão-deformação para um estado de tensões tridimensional. pp. 6. Uma vez que as tensões elásticas são pequenas e o material é isotrópico. Ex= -7f va. G e lJ. E. aplicar o princípio da superposição2 para determinar a deformação produzida por mais de uma componente de tensão. 'O princípio da superposição estabelece que duas deformações podem ser combinadas por superposição direta.vexo Assim. Podemos. Koster e H. Franz.33.=-. E=- ' E vaz Ez= -E az Ex= -7 vaz E . que é a razão da pressão hidrostática pela dilatação que esta produz dulo de rigidez.E ê=z E A constante de proporcional idade G é o l11ódulo de elasticidade cisalhante ou o I11ÓValores de G são geralmente determinados por ensaios de torção.Para fins de cálculo utiliza-se somente o valor absoluto do módulo de Poisson que. podemos admitir que a tensão normal U'x não produz deformação cisalhante nos planos x. Vimos que as equações tensão-deformação para um sólido elástico isotrópico envolvem três constantes. então.=-.

27 ( 18-8) Titânio Tungstênio onde -p é a pressão hidrostática e f3 a compressibilidade.7 12. se adicionamos as três equações (2. Várias relações úteis podem ser derivadas entre as constantes elásticas E. C. Por exemplo.2v E = 30" m K = O"m E 3(1 . McGraw-Hill Book Company. Para um desenvolvimento transformação de eixos.31 0.2 20. 64-65. 1967.Tabela 2. G.8 6. ver D.64). pp.4 19. New York. ve Li = -- 1 . cil.28 0. op. Drucker. 58-59.33 0. Esta equação é desenvolvida geralmente em um curso básico sobre resistência dos materiais!. ver Chou e Pagano. K. 9K E=--1 + 3K/G G = _3(_I_-_2_v)_K 2(1 v= 1 .0 40. G e v. E G=-2(1 + v) Diversas outras relações podem ser desenvolvidas entre estas quatro constantes elásticas isotrópicas.33 0.1 Valores típicos das constantes elásticas de materiais isotrópicos à temperatura ambiente Módlllo de elasticidade kg/mm' (X 10-3) Ligas de alumínio Cobre Aço-carbono baixa liga Aço inoxidável 7. baseado em isotropia e .3E/G I Para um desenvolvimento geométrico..7 4. fnlroduclion 10 Mechanics pp. Por exemplo.0 Módulo de cisalhamento kg/mm' (XIO-3) Coeficiente de Poisson 0.31 0.6 16. of Deformable Solids.2G/3K 2 + 2G/3K E + v) K= --- 9 .2v) Li Outra relação importante é a expressão que relaciona E.4 11.

73) fornece três equações para tensão normal e seis equações para tensão cisalhante. A Eq. (2.72) é escrita freqüentemente de maneira mais resumida. Da Eq.exy ="2 = ~ Yxy 1 +v Txy - v ECIkk(O) 1 +v E 1 2G Yxy = G Txy 1 2. tomando-se -----=) vE (1 + v)(I . é possível inverter as Eqs.64 e 2. 2. (2.64). CIx + CIy + CIz = -- E 1 .2v (ex + ey + ez) v E(CIx J + ex = ~ 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CIx - + CIy + CIz) E CIij= 1 vE (1 + veij+ + v)(I _2v)ekké5ij A expansão da Eq.12 CÁLCULO DE TENSÕES A PARTIR DE DEFORMAÇÕES ELÁSTICAS Uma vez que para pequenas deformações elásticas não existe ligação entre as expressões para tensão e deformação normais e as equações para tensão e deformação cisaIhantes. . (2.65 e resolvê-Ias para tensão em termos de deformação.2v) .

como em uma barra longa ou um cilindro com extremidades engastadas.'· IJ = 2Ge·IJ . (2. sendo esta energia recuperada quando se retiram as forças aplicadas. Todo o trabalho efetuado durante a deformação elástica é armazenado na forma de energia elástica. resolvendo-se simultaneamente duas das Eqs.64). (5 . Para o caso de tensão plana (0"3 = O).+ v 1 E.64). IJ = -. existe uma tensão mesmo que a deformação valor na Eq.hidrostática. o que se iguala à área sob a curva . Energia (ou trabalho) é igual à força multiplicada pela distância sobre a qual age. Portanto. (2. Uma situação típica de tensão plana existe em uma folha fina carregada no plano da folha ou em um tubo de paredes finas carregado por pressão interna onde não existe tensão normal a uma superfície livre. duas equações simples e úteis relacionando tensão com deformação podem ser obtidas. assim. Outra situação importante é a de deformaçiio plana (e3 = O). obtemos seja zero. cuja ocorrência típica é o caso em que uma das dimensões é muito maior que as outras duas.. Assim. por A deformação-desvio (distorção) está relacionada com a tensão-desvio . Substituindo este A energia elástica de deformaçclo U é a energia gasta para deformar um corpo elástico sob a ação de forças externas. f. a energia média é igual à metade do produto da força pela deformação. É necessário existir algum tipo de restrição física para limitar a deformação em uma direção. A força e a deformação crescem linearmente desde valores iniciais nulos na deformação de um corpo elástico.

a energia de deformação por unidade de volume de um elemento sujeito a cisalhamento puro é dada por A energia de deformação elástica para uma distribuição de tensões tridimensional genérica pode ser obtida por superposição. Uo I = 2E(C5x 2 + C5y 2 + C5z 2 ) 2 - v( E 2 ) C5xC5y + C5yC5z + C5xC5z ) + 2G I ('xy + 'xz 2 + 'yz A energia de deformação pode também ser expressa em termos de deformações e constantes elásticas. avo = À~ + 2Ge = x ae x C5 x .74) na Eq. (2.65)] pelas deformações na Eq. (2.79) descreve a energia de deformação elástica total absorvida pelo elemento. É interessante observar que a derivada de Uo com relação a qualquer componente de deformação fornece a correspondente componente de tensão. (2.64) e (2. Analogamente. (2.82). Uma vez que Adx é o volume do elemento. Por exemplo. ao se substituir as Eqs. Uma expressão para a energia de deformação por unidade de volume expressa somente em termos da tensão e constantes elásticas pode ser obtida substituindo-se as equações da Lei de Hooke [Eqs.82). quando então as tensões são eliminadas. (2.A energia de deformação elástica para um cubo elementar sujeito somente a uma tensão de tração ao longo do eixo dos x é dada por A Eq. a energia de deformação por unidade de volume ou densidade da energia de deformação Uo é dada por Observe que as deformações laterais que acompanham a deformação em tração simples não entram na expressão para energia de deformação porque não existem forças na direção das deformações laterais.

Já que a força é a derivada da energia potencial com a distância [ver Eq. Podemos.'" 0+ ~ O c _ " lEste desenvolvimento segue aquele dado por A. a força em uma ligação atõmica é função do deslocamento li e para cada deslocamento existe um valor característico da força. 1J(u) 1J = 1Jo + (d. Se se aplicam forças externas pequenas. ela ou separa os átomos ou os aglomera.r' Os métodos de cálculo que utilizam a energia de deformação para atingir valores de tensões e deformações constituem ferramentas importantes na análise da elasticidade.19) é uma maneira conveniente de se analisar estes fatos. -s .). Nesta seção consideraremos o fato de que as constantes elásticas de um cristal variam de maneira marcante com a orientação. Quando uma força é aplicada a um sólido cristalino.. (2. P(u). Quando a força externa é zero. a deformação das ligações entre átomos é reversível. e quando o deslocamento retoma a algum valor inicialul> após ter sido estendido a U2. a força retoma ao seu valor anterior. 1964. O deslocamento do átomo é li = a . inicialmente é importante discutir de maneira breve a natureza das forças elásticas entre os átomos. Cottrell.(u) como uma série de Taylor.. o teorema do trabalho mínimo e o princípio do trabalho virtual são algumas das técnicas mais conhecidas. 84-85. O diagrama energia-distância (Fig. a Lei de Hooke foi apresentada como uma lei empírica bem estabelecida e nossa atenção se concentrou no desenvolvimento de relações úteis entre tensão e deformação em um sólido elástico isotrópico. A energia de ligação é uma função contínua do deslocamento em um sólido elástico'. os átomos encontram um novo espaçamento de equilíbrio a para o qual as forças internas e externas se equilibram. H.86)]. os átomos estão separados por uma distância igual ao espaçamento de equilíbrio. 2.r = ê. P(u. Inc . a = ao. auo/acr. pp. .(d21J) li 2 du o 2 dll o + . O teorema de Castigliano.ao. expressar q. New York. Properties of Malter. isto é. Este gráfico representa a energia de interação (energia potencial) entre dois átomos à medida que a distância a entre estes aumenta.Da mesma forma.) u I -2 + .. Uma resistência à força aplicada é gerada pelas forças de atração ou repu 1são existentes entre os átomos. Além disso. Até o momento consideramos o comportamento elástico sob um ponto de vista fenomenológico simples. Entretanto. The Mechallical John Wiley & Sons. a força necessária para produzir um dado deslocamento de equilíbrio é p=-- d1J(u) du onde 1>(lI) é a energia de interação a uma distância li. Assim. assim.

obteremos nove equações. Quando a Eq. que a constante elástica é determinada pela agudeza da curvatura do mínimo na curva energia-distãncia.jkl (Jkl S. Hearmon. pp. (2. Sjikl = Sjikl (Jkl Desta forma. Assim.onde 1>0é a energia em 11 = O e os coeficientes diferenciais Uma vez que a força é zero quando a =ao. uma vez que as forças de ligação são fortemente afetadas pela distância entre os átomos. Mostramos. New York. este coeficiente é uma constante e a Eq.jkl = = ej.89) é equivalente aP = kll. então. podemos escrever eij = S. Edelglass. devido à simetria dos tensores de tensão e deformação. F.jkl são quantidades tensoriais de quarta ordem.T. 1961. Se expandirmos a Eq. Physical Properties of Cryslals.91). Londres. The Rona1d Press Company. que é a Lei de Hooke na sua forma original. F. Para um tratamento de elasticidade anisotrópica. Entretanto. Oxford University Press. não variando com tratamento térmico ou defeito estrutural. 277-301. uma propriedade básica do material. eu = eij. (2. já que é independente do sinal de 11. Por ser independente de 11. sendo. O mesmo acontece com o tensor de rigidez elástica. Do inglês "compliance". S. d1>/dll = O são medidos em 11 O. M. 1966. sabemos que ambos. 1957. as constantes elásticas variam com a direção na malha cristalina.j/d é o tensor cOll1pliância'* e CUkl é a rigidez elástica (freqüentemente denominados apenas constantes elásticas). eij e (Tu. assim. Uma discussão razoavelmente concisa mas completa sobre elasticidade cristalina é dada por S. são tensores simétricos. ver R. 1 Um excelente livro que lida com as propriedade anisotrópicas dos cristais em notação tensorial é J. Londres. Este é um neologismo. Nye.89) é expressa em termos de tensão e deformação. embora se espere que diminua com o aumento da temperatura. Além disso. 'N. (2. coeficiente (d21>/dIlZ)o é a curvatura da curva energia-distãncia em 11 = ao. o coeficiente é diretamente proporcional à constante elástica do material e possui o mesmo valor tanto para tração quanto para compressão. O que leva imediatamente a simplificações apreciáveis. A Lei de Hooke pode ser apresentada de uma maneira geral! como o onde S. Tanto SUkl quanto C. cada uma com nove termos. isto é.90) ou (2. com um total de 81 constantes. Oxford University Press. . Ali 11llroduerioll to Apllied Allisotropic Elastici/)'. somente 36 das componentes do tensor compliância são termos independentes e distintos. EIIgilleerillg Materiais 5ciellce.

95). (2.94). Eq.93) e (2. podemos notar que C2322 = C42 C12 Cl122 = Cl2 51122 = 252311 = C41 . (2. Expandindo a Eq.92) e (2. quando se trata de um sólido elástico anisotrópico. Comparando-se os coeficientes das Eqs. (2.72).91) e levando-se em conta as relações anteriores. (2. (2. Y23 = 2e23 = 252311(Jll + 252322 (J22 + 252333 (J33 + 452323 (J23 + 452313 (J13 + 452312 (J12 A convenção usual para designar as componentes da compliância elástica e rigidez elástica utiliza apenas dois subíndices em vez de quatro e é denominada notaçüo reduzida. Os subíndices simplesmente denotam a linha e a coluna da matriz das componentes a que eles pertencem.90). + Cl122e22 + C1l33e33 + C1l23(2e23) + Cl113(2e13) + Clll2(2eI2) Estas equações mostram que. que é mais convencional. podemos expressar as deformações cisalhantes pela deformação cisalhante de engenharia y = 2ê. tanto as deformações normais quanto as cisalhantes podem contribuir para uma tensão normal. em contraste com a situação para um sólido elástico isotrópico.Expandindo-se obtém-se (Jll = Cll11ell a Eq.

Infelizmente medidas como esta são difíceis de serem realizadas experimentalmente. para o sólido elástico linear anisotrópico geral. porém.x z' =O =1 =O =O =O =O =1 . O caso mais simples e importante é o da estrutura cristalina cúbica. já que existem seis destas onde i = j.z ay. j. então as componentes de Cu poderão ser determinadas por inversão matricial. mas apenas a metade destas são constantes independentes.. já que se deve restringir mecanicamente o corpo de prova em algumas direções para evitar deformações tais como 823' É muito mais fácil determinar experimentalmente os coeficientes da compliância elástica através de equações do tipo Se as componentes de Su forem determinadas experimentalmente. Por exemplo. A Fig.z =O -1 ax'y ay. Podemos mostrar que as constantes são simétricas. Cu = Cj.. 2. Em geral. já que Cu = Cji• Assim.x= az. e Su = Sj. isto é. Cu = Cj.y aZ'y ay.20 mostra que uma rotação de 90° em torno de um dos eixos produz uma orientação original. Os co-senos diretores para uma rotação de 90° em torno do eixo dos z são: x x' y' ax•x y z ax. Das 36 constantes Cu restam 30 onde i f. Uma simplificação ainda maior do número de constantes elásticas independentes resulta da consideração da simetria das diferentes redes cristalinas. existem 30/2 + 6 = 21 constantes elásticas independentes. uma redução adicional neste número é possível.86).z az. se utilizamos a relação dada na Eq. (2. Neste estágio possuímos 36 constantes independentes.

C44 = C55. C46' C51. para a simetria cúbica. etc.z. Utilizando as relações entre tensões cisalhantes. encontraremos que as constantes elásticas para um cristal cúbico obedecem às relações CIl = C22 = C33 Cl2 = C13 = C'3(=C2I C44 = = C31 = C32) C55 = C66 com todas as outras constantes iguais a zero. = axx. C52' C53.2 apresenta alguns valores típicos destas constantes para metais cúbicos. as 21 constantes se reduzem a somente três constantes elásticas independentes. = O. Da relação av. C43 = -C53 = O.46).v. pela rotação de 90° em torno do eixo dos z.')Ixz + C C ')Iyz . podemos eliminar constantes adicionais. C12 = C21. C42 = -C51 = O.1Eyy+ Cl2Exx+ C.. Considerando agora rotações de 90° em torno dos eixosx ey. y' e z' são do tensor-deformação.5')1y. C44 = C55 e que as seguintes constantes são nulas: C14' C15.CI5 = C24 e CI4 = CI6 = C25 = CZ6 = Ouma vez que -CI4Yu = C25YxZ.'z' + C ')Iy'" + C ')Ix'" + C + C Exx + C'3 Eu . CI3 = C23. = TVz. CI5 = C24 = O.. encontramos que Cll = C22. A Tabela 2. obtemos os resultados Cll = CZ2.6')1xz + C22 Eyy + C23 Eu + C24 ')Iyz + C25 ')IX' + C26 ')Ixy Fazendo uma comparação desta equação termo a termo. CI6 = C26 = O. Observe que as constantes de rigidez elástica . a matriz das 36 constantes elásticas se reduz a c. C13 =C23. podemos concluir que Cll = C. C26. C56. C16' C24' C25. C46 = C56· De Tx. C. Assim. C12 = C21. obtemos que C46 = -C56 = O.C ')IXy = C Exx + C22 Eyy + C23 Eu + C24 ')Iy. as componentes da deformação nos eixos x'.3Eu= C21Exx C'4')1xz+ C.já que ~C14Yxz = C25Yxz.~ y r" C'2 CI2 CIl C'2 o o o C'2 Cl2 CIl o o o o o o C44 o o o o o o C44 o 1] Para um cristal cúbico. C45 = -C5.94). (2. Da Eq. C23 = CI3 e CI4 = C25 = O(como acima)..Utilizando-se estes co-senos diretores na equação para a transformação Eq. A tensão normal na direção x' deve-se igualar à tensão normal na direção original y. ax'x' ayy + C Ey'y' + C'3 E. + C25 ')Ixz + C26 ')IXY = C " Ex'x' '2 '4 '5 I6 ')Ix'Y' = C11Eyy 21 I2 '4 '5 '6 C. C41' C42' C43. C45. Desta forma. C54.. (2. etc. Uma matriz de coeficientes similar é verdadeira para as compliâncias elásticas de um metal cúbico.Z = C21. Tv'z' = -Txz resulta em C41 = -C52 = O.- C. Assim.

14 3. Compliância em unidades de 10" cm'/dyn.14 14.82 16.07 S •• Alumínio Cobre Ferro Tungstênio 2.57 1. 2.66 Constantes de rigidez em unidades de 10" dynlclI1'. Se nós trabalhamos com compliâncias elásticas e consideramos as constantes independentes como sendo SI' e S 12. então podemos chegar a uma equivalência entre as compliâncias e os módulos elásticos mais comuns.20 Rotação de simetria de um cristal cúbico em torno do eixo dos z.60 15.26 5" -0.49 0.10 19.10 C12 6.80 C •• SI' 1. mas devem ser determinadas são da matriz Su.33 0.80 0.Fig.51 1. Para uma estrutura cristalina cúbica.28 -0.Sd(SIl + 2Sd Equações análogas para a conversão de rigidezes em compliância podem ser obtidas pela simples substituição de C por S e S por C. Metal CII 10. pela inver- Cl2 = ---------- -S12 (Sll .13 12. .70 50.57 -0. Cu não são simplesmente as recíprocas de Su.85 7.86 0.62 -0.54 11. Já vimos que o número de constantes elásticas independentes decresce com o aumento de simetria de estrutura cristalina: N° de constantes independentes Triclínica Monoclínica Ortorrômbica Tetragonal Hexagonal Cúbica Isotrópica Um sólido isotrópico possui somente duas constantes elásticas independentes.84 23.

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