Teoria do conhecimento I – O Conhecimento: conceitos e abordagens. Edno G.

Siqueira Utilize os dois textos abaixo como fonte de pesquisa e cotejo, como segue: a. Retradução Lógica; b. Cotejo (elaborando um Mapa Conceitual); c. Retradução/Mapa do verbete Conhecimento (Dicionário de Filosofia). TEXTO 1 Conhecimento A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada. Conhecimento é o ato ou efeito de abstrair ideia ou noção de alguma coisa, como por exemplo: conhecimento das leis; conhecimento de um fato (obter informação); conhecimento de um documento; termo de recibo ou nota em que se declara o aceite de um produto ou serviço; saber, instrução ou cabedal científico (homem com grande conhecimento). O tema "conhecimento" inclui, mas não está limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos que não são úteis ou verdadeiros. O estudo do conhecimento é a gnoseologia. Hoje existem vários conceitos para esta palavra e é de ampla compreensão que conhecimento é aquilo que se sabe de algo ou alguém. Isso em um conceito menos específico. Contudo, para falar deste tema é indispensável abordar dado e informação. Dado é um emaranhado de códigos decifráveis ou não. O alfabeto russo, por exemplo, para leigos no idioma, é simplesmente um emaranhado de códigos sem nenhum significado especifico. Algumas letras são simplesmente alguns números invertidos e mais nada. Porém, quando estes códigos até então indecifráveis, passam a ter um significado próprio para aquele que os observa, estabelecendo um processo comunicativo, obtém-se uma informação a partir da decodificação destes dados. Diante disso, podemos até dizer que dado não é somente códigos agrupados, mas também uma base ou uma fonte de absorção de informações. Então, informação seria aquilo que se tem através da decodificação de dados, não podendo existir sem um processo de comunicação. Essas informações adquiridas servem de base para a construção do conhecimento. Segundo esta afirmação, o conhecimento deriva das informações absorvidas.Se constrói conhecimentos nas interações com outras pessoas, com o meio físico e natural. Podemos conceituar conhecimento da seguinte maneira: conhecimento é aquilo que se admite a partir da captação sensitiva sendo assim acumulável a mente humana. Ou seja, é aquilo que o homem absorve de alguma maneira, através de informações que de alguma forma lhe são apresentadas, para um determinado fim ou não. O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade. Tanto o conhecimento como a informação consistem de declarações verdadeiras, mas o conhecimento pode ser considerado informação com um propósito ou uma utilidade. O conhecimento não pode ser inserido num computador por meio de uma representação, pois neste caso seria reduzido a uma informação. Assim, neste sentido, é absolutamente equivocado falar-se de uma "base de conhecimento" num computador. No máximo, podemos ter uma "base de informação", mas se é possível processá-la no computador e transformar o seu conteúdo, e não apenas a forma, o que nós temos de fato é uma tradicional base de dados. Associamos informação à semântica. Conhecimento está associado com pragmática, isto é, relaciona-se com alguma coisa existente no "mundo real" do qual temos uma experiência direta. O conhecimento pode ainda ser aprendido como um processo ou como um produto. Quando nos referimos a uma acumulação de teorias, ideias e conceitos o

conhecimento surge como um produto resultante dessas aprendizagens, mas como todo produto é indissociável de um processo, podemos então olhar o conhecimento como uma atividade intelectual através da qual é feita a apreensão de algo exterior à pessoa. A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: científica,prática e técnica. Além dos conceitos aristotélico e platônico, o conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias: Conhecimento sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar). Conhecimento intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica. Conhecimento vulgar/popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial. Conhecimento científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular. Conhecimento filosófico: Mais ligado à construção de ideias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana. Conhecimento teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do teólogo é provar a existência de Deus e que os textos bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhe dão sustentação. Conhecimento intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz

respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana. Manifesta-se de maneira concreta quando, por exemplo, tem-se uma epifania. O conhecimento declarativo seria o referente a coisas estáticas, paradas, como por exemplo os conceitos de uma ciência, ou a descrição de um objeto. Um exemplo típico de conhecimento estático é o significado dos termos de classificação de relevo. Ao passo que o conhecimento procedural refere-se às coisas funcionando, como os processos, as transformações das coisas, e também como que deve ser o comportamento de um profissional em uma determinada situação. Um exemplo de conhecimento procedural seria a conduta indicada para um agricultor retirar a licença de um desmatamento que queira fazer em sua propriedade. [1] Encarando o conhecimento por outro ângulo, temos o conhecimento explícito, o qual especialista consegue formalizar em linguagem facilmente, de forma transmissível e eficaz para outra pessoa. Do outro lado temos o conhecimento tácito (normalmente mais complexo) que seria o “jogo de cintura” que o profissional vai ganhando com a prática de sua profissão. De maneira geral, o especialista costuma não ter noção de seus conhecimentos tácitos, e mesmo quando o têm, costuma não saber como ele funciona e nem a tamanho de sua abrangência.[1] 1.Intuição sensorial/empírica: “A intuição empírica é o conhecimento direto e imediato das qualidades sensíveis do objeto externo: cores, sabores, odores, paladares, texturas, dimensões, distâncias. É também o conhecimento direto e imediato de estados internos ou mentais: lembranças, desejos, sentimentos, imagens.” (in: Convite à Filosofia; CHAUÍ, Marilena). 2.Intuição intelectual: A intuição com uma base racional. A partir da intuição sensorial você percebe o odor da margarida e o da rosa. A partir da intuição intelectual você percebe imediatamente que são diferentes. Não é necessário demonstrar que a “parte não é maior que o todo”, é a lógica em seu estado mais puro; a razão que se compreende de maneira imediata. Etimologia Latim cognoscere = vir a sabe. Latim cum, grego = νους (nous), latim scit actionem = quando ou como a mente sabe a ação. Saber a ação.

O conhecimento científico

Francis Bacon, "O conhecimento é poder".

O desenvolvimento do método científico deu um contributo significativo para a nossa compreensão do conhecimento. Para ser considerado científico, um método inquisitivo deve ser baseado na aos coleta princípios de provas observáveis, empíricas e mensuráveis sujeitas específicos

do raciocínio.

O

método

científico

consiste

na

coleta

de dados através

de observação e experimentação, bem como na formulação e teste de hipóteses. A ciência e a natureza do conhecimento científico também se tornaram objeto de estudo da filosofia. Como a própria ciência tem desenvolvido, o conhecimento desenvolveu um amplo uso que sido desenvolvido no âmbito da biologia / psicologia discutido em outro lugar como meta-epistemologia ouepistemologia genética, e em certa medida, relacionadas com a "teoria do desenvolvimento cognitivo". Note-se que "epistemologia" é o estudo de conhecimento e de como ele é adquirido. A ciência é "o processo usado todos os dias para completar os pensamentos logicamente através de inferência de fatos determinados por experimentos calculados." Sir Francis Bacon, crítico do desenvolvimento histórico do método científico, escreveu obras que estabeleceram e popularizaram uma metodologia indutiva para a pesquisa científica. Seu famoso aforismo "conhecimento é poder" é encontrado nas Meditações Sacras (1597). Disponivel em http://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimento; acesso 24 Set

2012.
Conhecimento Conhecimento é uma familiaridade com algo ou alguém, que pode incluir fatos , informações , descrições , ou habilidades adquiridas através e experiência ou educação . Pode referir-se à compreensão teórica ou prática de um sujeito. Ele pode ser implícita (como com habilidade prática ou experiência) ou explícita (como acontece com a compreensão teórica de um sujeito), que pode ser mais ou menos formal ou sistemática. [ 1 ] Em filosofia , o estudo do conhecimento é chamado de epistemologia , a filósofo Platão famosa definido conhecimento como " crença verdadeira justificada ". No entanto, nenhum único acordado definição de conhecimento existe, embora existam várias teorias para explicar isso. A seguinte citação de "teoria do conhecimento" de Bertrand Russell ilustra a dificuldade em definir o conhecimento: "A questão de como o conhecimento deve ser definido é talvez a mais importante e difícil dos três com que vamos lidar Isto pode parecer surpreendente:. À primeira vista poderia pensar-se que o conhecimento pode ser definida como a crença que está de acordo com os fatos. O problema é que ninguém sabe o que é uma crença, ninguém sabe o que é um fato é, e não se sabe que tipo de acordo entre eles seria fazer uma verdadeira crença. Vamos começar com a crença. " Aquisição de conhecimento envolve complexas cognitivas processos: comunicação, percepção, associação e raciocínio, enquanto o conhecimento é também disse estar relacionada com a capacidade de reconhecimento de seres humanos. Teorias do conhecimento " A demarcação eventual da filosofia da ciência foi possível graças a noção de que o núcleo da filosofia era "teoria do conhecimento", uma teoria distinta das ciências porque era sua fundação ... Sem essa idéia de uma "teoria do conhecimento", é difícil imaginar o que "filosofia" poderia ter sido na era da ciência moderna. - Richard Rorty , Filosofia e o Espelho da Natureza A definição de conhecimento é uma questão de em curso debate entre os filósofos no

"

campo da epistemologia . A definição clássica, descrita por fim, mas não endossada por Platão, especifica que um comunicado deve atender a três critérios para ser considerado conhecimento: deve serjustificada , verdadeira , e acreditava . Alguns afirmam que essas condições não são suficientes, como Gettier caso exemplos supostamente demonstrar. Há uma série de alternativas propostas, incluindo Robert Nozick argumentos para a exigência de que o conhecimento "rastreia a verdade" e Simon Blackburn exigência adicional, que não quer dizer que aqueles que atender a qualquer uma dessas condições "através de um defeito, falha, ou fracasso "ter conhecimento. Richard Kirkham sugere que a nossa definição de conhecimento exige que a evidência para a crença exige sua verdade. Em contraste com esta abordagem, Wittgenstein observado, seguindo paradoxo de Moore , que se pode dizer "Ele acredita, mas não é assim", mas não "Ele sabe disso, mas não é assim". Ele vai a argumentar que estes não correspondem a diferentes estados mentais, mas sim formas distintas de falar de convicção. O que é diferente aqui não é o estado mental de quem fala, mas a atividade em que estão envolvidos. Por exemplo, nesta conta, para saber que a chaleira está fervendo não é estar em um determinado estado de espírito, mas para executar uma determinada tarefa com a afirmação de que a chaleira está fervendo. Wittgenstein procurou contornar a dificuldade de definição, olhando para a forma como o "conhecimento" é usado nas línguas naturais. Ele viu o conhecimento como um caso de semelhança de família . Seguindo esta idéia, "conhecimento" foi reconstruído como um conceito de cluster, que aponta as características relevantes, mas que não está devidamente capturado por qualquer definição. [ 6 ] Conhecimento Comunicando Representações simbólicas podem ser usadas para indicar significado e podem ser consideradas como um processo dinâmico. Por isso, a transferência da representação simbólica pode ser visto como uma atribuição processo pelo qual o conhecimento pode ser transferido. Outras formas de comunicação incluem a observação e imitação, a troca verbal, e gravações de áudio e vídeo. Filósofos da linguagem e semioticistas construir e analisar as teorias de transferência de conhecimento ou comunicação. Enquanto muitos concordam que uma das ferramentas mais universais e significativo para a transferência de conhecimento é escrito (de vários tipos), discussão sobre a utilidade da palavra escrita existe, no entanto, com alguns estudiosos céticos de seu impacto nas sociedades. Em sua coleção de ensaios Technopoly Neil Postman demonstra o argumento contra o uso da escrita através de um trecho da obra de Platão Fedro (Postman, Neil (1992)Technopoly , Vintage, New York, pp 73). Neste trecho o acadêmico Sócrates conta a história de Thamus, o rei egípcio e Theuth o

inventor da palavra escrita. Nesta história, Theuth apresenta sua nova invenção "escrita" ao rei Thamus, dizendo Thamus que sua nova invenção "vai melhorar tanto a sabedoria ea memória dos egípcios" (Postman, Neil (1992) Technopoly, Vintage, New York, pp 74 ). Rei Thamus é cético em relação a esta nova invenção e rejeita-o como uma ferramenta de lembrança, em vez de conhecimentos retidos. Ele argumenta que a palavra escrita vai infectar o povo egípcio com conhecimento falso como eles serão capazes de atingir fatos e histórias a partir de uma fonte externa e não serão mais obrigados a reter mentalmente grandes quantidades de conhecimento em si (Postman, Neil (1992) Technopoly , Vintage, New York, pp 74). Andrew Robinson também destaca, em sua obra As Origens da Escrita , a possibilidade de escrever para ser usado para espalhar informações falsas e, portanto, a capacidade da palavra escrita para diminuir o conhecimento social (Robinson, Andrew (2003) As Origens da Escrita em Crowley e Heyer Comunicação (eds) na História: Tecnologia, Cultura, Sociedade, Boston pp 34). As pessoas são muitas vezes internalizando novas informações que eles consideram ser o conhecimento, mas, na realidade, enchem suas mentes com conhecimento falso. Os pontos acima são discutíveis no mundo moderno. Comunicação verbal se presta à propagação de falsidades muito mais do que escrito, pois não há registro exato do que foi dito ou que originalmente disse que (geralmente nem a fonte, nem o conteúdo pode ser verificada). Fofocas e boatos são exemplos comuns. Quanto ao valor da escrita, a extensão do conhecimento humano é agora tão grande que só é possível gravá-la e comunicá-la através da escrita. Grandes bibliotecas de hoje pode ter milhões de livros de conhecimento (além de obras de ficção). Só muito recentemente é que a tecnologia de áudio e de vídeo para o conhecimento de gravação tornaram-se disponíveis e o uso destes ainda requer equipamentos de reprodução e de electricidade. Ensino verbal e transmitir conhecimento é limitado para aqueles poucos que têm contato com a pessoa transmissor - muito limitado para o mundo de hoje. A escrita é ainda o mais disponível e mais universal de todas as formas de registo e transmissão de conhecimento. Fica incontestada como principal tecnologia da humanidade de transferência de conhecimento através dos tempos e para todas as culturas e línguas do mundo. Conhecimento Situado Conhecimento situado é o conhecimento específico a uma situação particular. [ 7 ] Alguns métodos de geração de conhecimento, tais como tentativa e erro , ou aprender com a experiência , tendem a criar conhecimento altamente situacional. Um dos principais atributos do método científico é que as teorias que ele gera são muito menos do que o conhecimento situacional ganhou por outros métodos. o conhecimento situacional é frequentemente incorporado na língua, cultura ou tradições. O conhecimento gerado através da experiência é

chamado de conhecimento "a posteriori", ou seja, depois. A pura existência de um termo como "a posteriori" significa que este também tem uma contrapartida. Neste caso, que é o conhecimento "a priori", ou seja, antes. O conhecimento, antes de qualquer experiência significa que há certas "suposições" que uma toma para concedido. Por exemplo, se você está sendo dito sobre uma cadeira que é claro para você que a cadeira está no espaço , que é 3D . Este conhecimento não é o conhecimento que se pode "esquecer", mesmo alguém que sofre de amnésia experimenta o mundo em 3D. Veja também: a priori ea posteriori . Conhecimento parcial Uma disciplina de epistemologia centra-se em um

conhecimento parcial . Na maioria dos casos, não é possível compreender um domínio de informação exaustiva, o nosso conhecimento é sempre incompleta ou parcial. A maioria dos problemas reais têm de ser resolvidos, tirando partido de um conhecimento parcial do contexto do problema e dados do problema, ao contrário dos problemas matemáticos típicos pode-se resolver na escola, onde todos os dados são indicados e um é dado um entendimento completo das fórmulas necessárias para resolver eles. Esta idéia também está presente no conceito de racionalidade limitada que supõe que em situações da vida real muitas vezes as pessoas têm uma quantidade limitada de informações e tomar decisões em conformidade. O conhecimento científico O desenvolvimento do método científico fez uma contribuição significativa para a forma como o conhecimento é adquirido. Para ser chamado de científico, um método de investigação deve ser baseado na recolha observável e mensurável provas sujeitas a princípios específicos de raciocínio e experimentação. [ 8 ] O método científico consiste na coleta de dados através de observação eexperimentação , bem como a formulação e teste de hipóteses . Ciência, e da natureza do conhecimento científico também se tornaram objeto de Filosofia . Como a própria ciência tem desenvolvido, o conhecimento desenvolveu um amplo uso que tem vindo a desenvolver dentro da biologia / psicologia discutido em outro lugar como metaepistemologia ou epistemologia genética, e em alguma medida relacionada a " teoria do desenvolvimento cognitivo ". Sir Francis Bacon , "conhecimento é poder ". Note que " epistemologia "é o estudo do conhecimento e como ele é adquirido. A ciência é o processo usado todos os dias para completar logicamente pensamentos através de inferência de fatos determinados por experimentos calculados" Sir Francis Bacon foi fundamental no desenvolvimento histórico do método científico, suas obras estabelecidas e popularizada uma metodologia indutiva para a investigação científica. Seu famoso aforismo " conhecimento é poder ", é encontrado no Sacrae Meditações (1597). Até tempos recentes, pelo menos na tradição ocidental, foi

simplesmente um dado adquirido que o conhecimento era algo possuído apenas por seres humanos - e, provavelmente, adultos humanos para isso. Por vezes, a noção pode esticar a (ii) Society-como-tal , como em (por exemplo) o "conhecimento possuído pela cultura copta" (por oposição aos seus membros individuais), mas que não foi assegurado quer. Nem era usual considerar inconsciente conhecimento de forma sistemática até que esta abordagem foi popularizado por Freud . Outros domínios biológicos onde o "conhecimento" pode residir, incluem: (iii) o sistema imunitário , e (iv) no DNA do código genético . Veja a lista de quatro "domínios epistemológicos": Popper , (1975). Tais considerações parecem exigir uma definição separada de "conhecimento" para cobrir os sistemas biológicos. Para os biólogos, o conhecimento deve ser útil, disponível para o sistema, apesar de que o sistema não precisa ser consciente. Assim, os critérios parecem ser:  O sistema deve, aparentemente, ser dinâmico e auto-organização (ao contrário de um mero livro por conta própria ).  O conhecimento deve constituir uma espécie de representação do "mundo exterior", [ 14 ] ou formas de lidar com ela (direta ou indiretamente).  Alguma forma deve existir para o sistema para acessar essas informações com rapidez suficiente para que possa ser útil. O conhecimento científico não pode envolver uma pretensão de certeza , manter o ceticismo significa que um cientista nunca será absolutamente certo quando eles estão corretos e quando eles não são. É, portanto, uma ironia do próprio método científico que se deve duvidar, mesmo quando correta, na esperança de que esta prática irá levar a uma maior convergência na verdade em geral.