Curso Técnico de Nível Médio

Subseqüente em

Ge o -

Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em

logia e

Mine-

Geologia e Mineração

ração

Plano de Curso
Aprovado através da Resolução nº 05/2007-CD, de 12/03/2007

Departamento de Recursos Naturais

Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN

Francisco das Chagas de Mariz Fernandes DIRETOR GERAL

Enilson de Araújo Pereira DIRETOR DA UNIDADE SEDE

Belchior de Oliveira Rocha DIRETOR DE ENSINO

Maria de Fátima Feitosa CHEFE DA DIVISÃO DE ENSINO

Erivan Sales do Amaral CHEFE DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE RECURSOS NATURAIS / UNIDADE SEDE

Alexandre Magno Rocha da Rocha João Batista Monteiro de Souza Jomar de Freitas José Ivan Pereira Leite Margareth Míria R. Olinto Amaral (pedagoga) Narla Sathler Musse de Oliveira GRUPO DE SISTEMATIZAÇÃO DO PLANO DE CURSO

Dante Henrique Moura COORDENAÇÃO GERAL

Maria das Graças Baracho CONSULTORA

Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN

Sumário
1. 2. 3. 4. 1.1. 1.2. 5. 6. 7. Justificativa e Objetivos .......................................................................................................................... 4 Requisitos de acesso............................................................................................................................... 5 Perfil profissional de conclusão ........................................................................................................... 6 Organização curricular ............................................................................................................................ 6 Procedimentos Metodológicos .............................................................................................................. 7 Prática Profissional.................................................................................................................................. 7 Critérios para aproveitamento de conhecimentos ........................................................................... 9 Critérios de avaliação da aprendizagem dos alunos ....................................................................... 9 Instalações e equipamentos................................................................................................................... 9 Ambientes............................................................................................................................................................. 9 Equipamentos disponíveis ............................................................................................................................... 10 Recursos didáticos disponíveis....................................................................................................................... 10 8. 9. Pessoal docente e técnico administrativo........................................................................................ 10 Certificados e diplomas expedidos aos concluintes..................................................................... 11

Anexo I – Programas das Disciplinas............................................................................................................ 12

Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN

1. Justificativa e Objetivos
O presente documento trata do Plano do Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração na área de Recursos Naturais. Este projeto está fundamentado nas bases legais e nos princípios norteadores explicitados na LDB nº 9394/96 e no conjunto de leis, decretos, pareceres e referencias curriculares que normatizam a Educação Profissional e o Ensino Médio no sistema educacional brasileiro, bem como nos documentos que versam sobre a integralização destes dois níveis que têm como pressupostos a formação integral do profissional-cidadão. Estão presentes também, como marco orientador desta proposta, as decisões institucionais traduzidas nos objetivos desta instituição e na compreensão da educação como uma prática social, os quais se materializam na função social do CEFET-RN de promover educação científico–tecnológico– humanística, visando à formação integral do cidadão crítico-reflexivo, competente técnica e eticamente e comprometido efetivamente com as transformações sociais, políticas e culturais e em condições de atuar no mundo do trabalho, através da formação inicial e continuada de trabalhadores; da educação profissional técnica de nível médio; da educação profissional tecnológica de graduação e pósgraduação; e da formação de professores. O grande desafio a ser enfrentado na busca de cumprir essa função é o de formar profissionais que sejam capazes de lidar com a rapidez da produção dos conhecimentos científicos e tecnológicos e de sua transferência e aplicação na sociedade em geral e no mundo do trabalho, em particular. Diante dessa constatação, a possibilidade de formar pessoas capazes de lidar com o avanço da ciência e da tecnologia e dele participarem de forma proativa deve atender a três premissas básicas: formação científico–tecnológico–humanística sólida, flexibilidade para as mudanças e educação continuada. Por outro lado, o CEFET/RN é a Instituição de educação profissional com tradição na formação de profissionais na área de Mineração. Os egressos dos antigos cursos de Mineração e de Geologia estão trabalhando em todas as unidades da federação (inclusive no exterior, em empresas brasileiras) e em, praticamente, todas as empresas ligadas ao setor mineral brasileiro. Quando ao Departamento Acadêmico de Recursos Naturais (DAREN) propõe a realização do Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração, tem em vista ampliar cada vez mais a formação de profissionais voltados para essa área, além de consolidar o status conseguido com dedicado e prolongado (mais de quatro décadas) trabalho da equipe de docentes e egressos. Visa também a uma maior sinergia com o setor produtivo e a sociedade em geral pela sintonia com os avanços tecnológicos e a realidade regional e o profundo conhecimento das necessidades da mineração brasileira, uma vez que nenhuma outra instituição possui o nível e profundidade de interação com o setor mineral. A iniciativa de realização deste curso se coaduna com as políticas da maioria das grandes empresas que estão aumentando seus investimentos na pesquisa mineral e na extração e beneficiamento. Tais indicativos já podem ser atestados pelo aumento da procura de estagiários que, em algumas situações, já supera a demanda. Além disso, acrescenta-se a importância do setor mineral para o desenvolvimento sócio-econômico auto-sustentado do semi-árido nordestino, já diagnosticado por inúmeros estudos de entidades como o Banco Mundial, SEBRAE, BND, entre outros. A mineração e a indústria mineral de transformação são os alicerces da soberania de uma nação provendo riqueza com bens naturais, criando nichos regionais, ocupação do território e desestimulando a migração. No Brasil a mineração participa com menos de 2% no Produto Interno Bruto. Em países como Austrália, Canadá, Chile e África do Sul, esta participação sobe de 15 a 30%. A despeito da reconhecida riqueza do nosso subsolo o Produto Mineral Bruto brasileiro é modesto e equivalente ao faturamento anual de uma grande empresa global de mineração. Nosso potencial geológico identificado ao longo dos últimos 40 anos de pesquisa demonstra que a mineração brasileira pode contribuir acima de 10% do PIB equivalente a mais de US$50 bilhões anuais. Em 1992, de 19 minerais industriais e fertilizantes produzidos, apenas seis (bentonita, diatomita, enxofre, fosfato, potássio e vermiculita) apresentavam déficit na balança comercial. Em 1999, o numero aumentou para 15, contribuindo para o déficit, barita, cimento, feldspato, gipsita, grafita, fluorita, lítio, quartzo e talco. Esta situação reflete nossa incapacidade de desenvolver jazidas minerais na mesma proporção de nosso desenvolvimento econômico. Na corrida pela liderança dos bens naturais, o Brasil é numero 1 em minério de ferro, nióbio e no bem mais importante para a humanidade, água potável. O Brasil pode liderar outros minerais, como bauxita/alumínio, caulim, vermiculita, talco e argila para cerâmica. Pode também ter participação expoente em minerais estratégicos como cobre, ouro, níquel, diamante, zinco, manganês, estanho, fosfato, potássio, gesso, bentonita, e outros. Além disto, temos enormes reservas de carvão para energia, quartzo para vidro e silício, areia e brita para construção, calcário e dolomito para cimento e corretivo, turfa e vermiculita para agricultura, etc. etc.

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Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN

A exaustão de muitas minas antigas juntamente com o crescimento da economia mundial e, principalmente, da China está forçando as mineradoras a um novo ciclo de exploração mineral. Para podermos entender um boom exploratório atual como o que se inicia, evitando a repetição dos erros passados, é importante revermos os conceitos e a história. A partir do ano de 2004 inicia com o prenúncio de um novo boom exploratório. Este parece ser mais sólido que os anteriores e está sendo causado pelo reaquecimento da economia mundial do pós 11 de setembro de 2001. Somente em 2003 as maiores potências do planeta, os EUA, cresceram mais de 7%. Por outro lado à China, a maior concentração humana do planeta está, também, crescendo em ritmo alucinante. Os chineses passaram os japoneses e americanos e tornaram-se, em poucos meses, os maiores importadores mundiais de ferro e cobre (mais). Se o país continuar a crescer neste ritmo, em menos de dez anos, será uma das maiores, se não a maior, economia do planeta passando os EUA como o mais importante consumidor global. Não há melhor motivo para aquecer as turbinas da exploração mineral. As minas de metais básicos estão no limite máximo de produção, tentando, sem êxito, suprir a voracidade do mercado. Como nos últimos 20 anos a prospecção para cobre-chumbo-zinco-níquel e outros metais básicos foi simplesmente reduzida a zero, substituída pela procura de ouro e de diamantes, praticamente não existem novos depósitos minerais destas commodities entrando em produção no futuro próximo. As honrosas exceções ficam por conta de Turquoise Hill na Mongólia, Phoenix em Nevada, Rosário no Chile e Sossego em Carajás. Estas minas não terão a capacidade de suprir a demanda aquecida e a queda da produção das minas em exaustão. No Brasil a situação é quase confortável para a CVRD que deverá colocar em produção vários depósitos de cobre e possivelmente ouro e níquel nos próximos anos. Por incrível que pareça os nossos depósitos de níquel laterítico (Onça, Puma) e todos os depósitos que a CVRD poderá colocar em produção nos próximos anos (Sossego, Salobo, Cristalino, Alemão, Vermelho, S.J. do Piauí) são descobertas direta ou indiretamente na década de 70 pela Terraservice/Docegeo ou pela INCO. A CVRD com a compra da empresa da centenária canadense a INCO (18 bilhões de dólares) torna-se a segunda mineradora do mundo tornando o Brasil uma potência mundial na área de mineração. Suportado pela China e pelo crescimento da economia mundial a partir do ano de 2004 se prenuncia como um forte divisor de águas. Nestes próximos anos veremos as grandes mineradoras focarem no desenvolvimento e expansão de projetos existentes e nas aquisições e fusões. As pequenas mineradoras deverão ter os seus projetos financiados pelas bolsas canadenses e, cada vez mais, pelas ditas grandes. Nos próximos dez anos o setor mineral estará aquecido, justificando plenamente a implantação deste curso. Além disso, o CEFET-RN tem uma equipe de docentes altamente capacitada quase todos com pós-graduação, a maioria mestres e doutores, e com larga experiência profissional em atividades ligadas diretamente na área de geologia e mineração e docência. Nesse sentido, o curso tem como objetivo formar profissionais-cidadãos técnicos de nível médio na área de Mineração, com o aprofundamento em Geologia e Mineração, competentes técnica, ética e politicamente, com elevado grau de responsabilidade social e que contemple um novo perfil para saber, saber fazer e gerenciar atividades próprias da área como a prospecção, pesquisa, planejamento, lavra e tratamento de bens minerais.

2. Requisitos de acesso
O acesso ao curso técnico de nível médio em Geologia e Mineração poderá ser feito através das seguintes formas: ♦ ♦ Processo seletivo aberto ao público (exame de seleção), para o primeiro período do curso, destinado a estudantes portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio, ou equivalente; No processo seletivo serão reservadas 50% das vagas para alunos oriundos do sistema público de educação e que nele tenham estudado do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e todo o ensino médio em escolas públicas, conforme previsto na Organização Didática da Instituição, aprovada pela Resolução nº 04/2005-CD/CEFET-RN; Transferência compulsória, na forma da lei, conforme explicitado no Regulamento dos cursos técnicos subseqüentes do CEFET-RN; Na existência de vagas remanescentes a partir do segundo período, são previstas as seguintes possibilidades de acesso (figura 1): 1. Transferência facultativa, para semestre compatível, destinada a alunos provenientes de Instituição pública de educação; ou,

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perfuração. Organização curricular A organização curricular Curso Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração na forma subseqüente observa as Determinações Legais presentes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação profissional de nível técnico. Executar levantamentos e confeccionar mapas topográficos nas fases de pesquisa mineral e lavra. bem como de separação física e físico-química ao tratamento de minérios. amostragem e transporte. Compreender a sociedade e os múltiplos fatores que nela intervém. estabelecendo estratégias de solução articulando os conhecimentos das diversas ciências. fragmentação. o A supervisão das atividades específicas de planejamento e lavra de minas. lavra e tratamento de minérios. distribuída em 4 períodos letivos e a prática profissional. observados os requisitos curriculares. Aplicar medidas de controle e proteção ambiental para os impactos gerados pela pesquisa mineral. Efetuar coleta de dados de geoquímica e geofísica de exploração. Reingresso. Operar equipamentos de análise mineralógica. Auxiliar: A realização de mapeamento geológico e amostragem em superfície e subsuperfície. balanço de massa. relacionando a teoria com a prática nas diversas áreas do saber. classificação. qualificação e quantificação de jazimentos minerais. Figura 1 – Diagrama esquemático com as formas de ingresso no Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração. 6 . nos Referenciais Curriculares Nacionais da educação profissional de nível técnico e no Decreto nº 5. Compreender os fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos. responsabilidade e exercer liderança. Aplicar as normas de segurança do trabalho. Ter iniciativa. Manusear e armazenar explosivos e seus acessórios.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 2. O 1º período do curso contém disciplinas de educação geral que subsidiam a formação técnica do aluno acrescida de algumas disciplinas de formação profissional. Efetuar plano de fogo em minas a céu aberto e subterrânea. de fragmentação e de separação. Aplicar normas técnicas nas atividades específicas da área de mineração. mineralógico e granulométrico. Perfil profissional de conclusão Ao final da formação no Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração. para alunos que concluíram o Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Controle Ambiental no CEFET-RN. O curso está estruturado em regime seriado semestral com uma matriz curricular integralizada por disciplina. A execução de projetos de identificação. para semestre compatível. o A supervisão da estabilidade em minas subterrâneas e a céu aberto. Operar equipamentos de sondagem. Aplicar métodos de análise mineralógica. o aluno deverá demonstrar um perfil de conclusão que lhe possibilite: ♦ ♦ Coletar informações geológicas a partir de sensoriamento remoto e da informática aplicada. com vistas ao exercício da cidadania e a preparação para o trabalho. granulométrica.154/04. com 400 horas. Caracterizar minérios sob os aspectos físico e físico-químico. Demonstrar atitude ética e desenvolver autonomia intelectual e o pensamento crítico. Saber conviver e trabalhar em equipe. 3. o o ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 4. bem como nas diretrizes definidas no Projeto Pedagógico do CEFET-RN. Os três períodos seguintes se constituem de disciplina de formação profissional (Tabela 1).

2. No 2º período são conhecimentos integrantes das disciplinas Desenho Geológico e Geologia Estrutural e Petrografia.1. 1. Planejamento e Lavra de Minas à Céu Aberto e Subterrânea. 7 . Procedimentos Metodológicos Os princípios pedagógicos que subsidiam a organização do curso estão pautados na teoria e prática nos quais conduzem a um fazer pedagógico permeado por atividades como: visitas técnicas. 1. no mínimo. Introdução a Indústria do Petróleo e Hidrometalurgia. totalizando 2125 horas. Instalações de Minas. No 1º período o roteiro de estudos previsto para a 1ª viagem tem como base os conhecimentos das disciplinas de Geologia Geral e Mineralogia. Cominuição e Classificação e Concentração Mineral. Dentre essas atividades destaca-se a importância das viagens de campo dada à natureza e a especificidade do curso o qual requer a necessidade da convivência do aluno em laboratórios ligados à própria natureza e aos resultados da interação do homem com essa natureza. Geofísica de exploração. obedecendo às orientações previstas na regulamentação da Educação Profissional técnica de nível médio na forma subseqüente.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN A carga horária do curso é de 1725 horas acrescida de 400 horas para a prática profissional. Separação Sólido-líquido. práticas laboratoriais. No 4º período integrará os conhecimentos de Prospecção e Pesquisa Mineral. Prática Profissional Realizada após a integralização dos 4 períodos e será na forma de estágio curricular. A prática profissional. quando realizada na modalidade de estágio. terá. Durante o curso serão realizadas 4 viagens de campo. 400 horas. e Desmonte de Rochas. aulas de campo e desenvolvimento de projetos entre outros. Máquina e Equipamentos de Mineração. No 3º período envolverá as disciplinas relacionadas diretamente com conteúdos de Geoquímica de Exploração. Principio de Fotogeologia e Sensoriamento Remoto.

Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN Tabela 1 – Matriz curricular do Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração. de banco de Introdução a Mineração Geologia Geral Mineralogia Petrografia Química Aplicada à Mineração Topografia Meio Ambiente. Remoto Geoprocessamento Pesquisa e Prospecção Mineral Pesquisa e explotação hidrogeológica Geoquímica de Exploração Geofísica de Exploração Instalações de Minas Máquinas e Equipamentos de Mineração Planejamento e Lavra de Minas a Ceu aberto e Subterrânea Mecânica e desmonte de rochas Cominuição e Classificação Separação sólido-Líquido Introdução a Indústria do Petróleo Mineração do Brasil e RN Hidrometalurgia Concentração Mineral Total CH Disciplinas TOTAL CH Disciplinas ATIVIDADE Estágio curricular Carga-Horária/Semestre 1 3 3 3 3 2 5 6 6 4 4 3 4 3 4 4 6 3 3 3 3 2 8 3 6 2 5 2 4 29 30 6 29 Carga2o 3o 27 o CH Total H/a 60 60 60 60 40 40 100 120 120 80 80 60 80 60 80 80 120 60 60 60 60 40 160 60 120 40 100 40 80 120 2300 Ho45 45 45 45 30 30 75 90 90 60 60 45 60 45 60 60 90 45 45 45 45 30 120 45 90 30 75 30 60 90 1725 2 o 3 o 4 o 2 Bae de Conhecimentos Científicos e Tecnológicos Formação Profissional Prática Profissional 1o 4o CH Total H/a Horas 400 2300 400 2700 CH Disciplinas (horas) CH Prática Profissional (horas) Total de CH (Horas) 8 . Saúde e Segurança do traDesenho Geológico e Geologia Estrutural Depósitos Minerais Princípios de Fotogeologia e Sens. GRADE CURRICULAR DO TÉCNICO DO NÍVEL MÉDIO SUBSEQUENTE DE MINERAÇÃO DISCIPLINAS Matemática Inglês técnico Língua Portuguesa Informática Básica Informática Aplicada e Gerenc.

7. Critérios para aproveitamento de conhecimentos Os conhecimentos adquiridos ao longo de experiências vivenciadas fora do CEFET-RN. Incidência da correção dos erros mais freqüentes. A assiduidade diz respeito à freqüência às aulas teóricas. Manutenção de diálogo permanente com o aluno. Importância conferida às aptidões dos alunos. Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. formativa e somativa. Instalações e equipamentos O Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração funcionará nas dependências do Departamento Educacional de Recursos Naturais (DAREN). Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação. Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos. Laboratório de Lavra. Para a formação na área de Mineração o CEFETRN congrega as seguintes unidades (prédios) e laboratórios: Ambientes Laboratório de topografia. Divulgação dos resultados do processo avaliativo. levando em consideração os aspectos qualitativos e quantitativos. ♦ Em cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores (antigos cursos básicos). Estratégias cognitivas e metacognitivas como aspectos a serem considerados na correção. Laboratório de Tratamento de Minérios. bem como nas salas de aulas e laboratórios pertencentes ao Departamento de Formação Educacional (DAFOP). devendo ser utilizadas como referência para a tomada de consciência das dificuldades. conquistas e possibilidades e que funcione como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 5. as funções diagnóstica. Laboratório de Mineralogia. com prevalência dos primeiros sobre os últimos. Inclusão de tarefas contextualizadas. aos trabalhos escolares. O aproveitamento escolar é avaliado através do acompanhamento contínuo do estudante e dos resultados por ele obtido nas atividades avaliativas. Laboratório de Pesquisa. ou. Para tanto se torna necessário destacar os seguintes aspectos: ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa. aos seus conhecimentos prévios e ao domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil do futuro egresso. 9 . A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina nos bimestres. Critérios de avaliação da aprendizagem dos alunos A proposta pedagógica do curso prevê uma avaliação contínua e cumulativa. assumindo. aos exercícios de aplicação e atividades práticas. Poderão ser aproveitados conhecimentos adquiridos: ♦ Em qualificações profissionais ou componentes curriculares de nível técnico concluídos em outros cursos. considerando os aspectos de assiduidade e aproveitamento. Laboratório de Cartografia. Atividades de recuperação paralelas aos alunos com dificuldades de aprendizagem. 6. ♦ Em atividades desenvolvidas no trabalho e/ou alguma modalidade de atividades nãoformais. Definição de conhecimentos significativos. podem ser aproveitados mediante a avaliação com vistas à certificação desses conhecimentos que coincidam com componentes curriculares integrantes do Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração. Laboratório de Petrografia. inclusive no âmbito não formal. de forma integrada no processo ensino-aprendizagem.

cartas topográficas (Em meio analógico e digital) e softwares específicos tais como ArcGis 9. trado manual. imagens de radar (SRTM). martelo de geólogo. impressoras. Laboratório de Lapidação. lupa de bolso com 10x. magnetômetro. mesa vibratória. contendo espaços para estudo individual e em grupo. ecobatímetro. alimentador vibratório.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN Laboratório de Gemologia. retorta. baliza. assim. Pessoal docente e técnico administrativo Na estrutura organizacional do CEFET-RN. polarizante e gemológico. o qual disponibiliza em torno de 1. Quick Bird e Aster). os quais disponibilizam grande número de livros para o acesso da comunidade. estereoscópio de bolso e de espelho. possibilitando fácil acesso via terminal ao acervo da biblioteca. compõem o corpo gerencial da área de Recursos Naturais: 10 . O sistema informatizado propicia a reserva de exemplares cuja política de empréstimos prevê um prazo máximo de 8 (oito) dias para o aluno e 15 (quinze) dias para os professores. concentrador centrífugo – Falcon. planímetro. cintilômetro. líquidos densos. É importante salientar. separador magnético. tripé de bússola. conjunto de peneiras. mineralight. estação meteorológica. vlf. a procura por títulos específicos. O CEFET-RN dispõe de uma Biblioteca. que os estudantes têm acesso a laboratórios de informática. GPS. jigue. Laboratório de Informática. canivete. refratômetro de líquido e digital. Salas de aula e. vibrador de peneira. imagens de satélite (Landsat.0 e Surpac para modelamento e planejamento de minas. célula de flotação de bancada. Recursos didáticos disponíveis Retroprojetores. scanner. lupa binocular. Biblioteca. dicroscópio. projetor multimídia. peneira. Sala de audiovisual. Ikonos. facilitando. pá de camping. lupa binocular com sistema de aquisição de imagens. nos quais são acessíveis bibliotecas virtuais de centros de pesquisa como o Centro de Tecnologia Mineral (CETEM) do Ministério de Ciência e Tecnologia.agitador de peneiras. além de manter pelo menos 1 (um) volume para consultas na própria Instituição. forno mufla. espessador. nível. O acervo está dividido por áreas de conhecimento. fotografias aéreas. trena de 50metros. boca de lobo. Equipamentos disponíveis Bússola tipo Brunton.250 revistas podendo ser usados pelos docentes e discentes para a melhoria da qualidade do ensino. maromba. estação total. moinho de rolos. A Instituição tem acesso ao banco de dados do portal de periódicos da CAPES. moinho de martelos. entre outros. balança. bateia. teodolito. espectrofotômetro de absorção molecular. microcomputadores. microscópios metalográfico. A Biblioteca opera com um sistema completamente informatizado. curvímetro. Laboratório de Línguas estrangeiras. 8. projetor de slide. britador de mandíbulas. bomba dosadra. trena de bolso (5metros). moinho de bolas . estufas.

Mestrado Engenheiro de Minas . o aluno receberá o diploma de Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração.Mestrado Geólogo . Coordenador do Curso de Nível Superior.ADMINISTRATIVOS CARGO Laboratorista Agente administrativo Coordenador de Laboratório Pedagoga Coordenador administrativo Agente administrativo 9.Mestrado Engenheiro de Minas . com a devida integralização da carga horária total prevista neste plano.Mestrado Geólogo .Mestrado Geólogo . Olinto Amaral Paulo Pereira da Silva Suelma Oliveira Bezerra TÉCNICOS .Mestrado Geóloga .Graduação Geólogo . incluindo a conclusão da prática profissional. Maia Mário Tavares C. As Tabelas 2 e 3.Mestrado Geólogo . Coordenadores dos Cursos de Nível Técnico e. Borges ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ DOCENTES QUALIFICAÇÃO Geólogo.Mestrado Geólogo .Mestrado Engenheiro de Minas . a seguir.Doutorado Geóloga . retratam o quadro docente e técnico-administrativo disponível na área de Recursos Naturais do CEFET-RN para atuação no curso. Neto Marcondes Mendes de Souza Milton Issashi Aoqui Moab de Oliveira Matias Narla Sathler M.Mestrado Geólogo / Graduação Engenheiro de Minas . Coordenador de Manutenção dos Laboratórios do Departamento Educacional de Recursos Naturais. Certificados e diplomas expedidos aos concluintes Ao término do curso. da Rocha Ambrósio de Araújo Jerônimo Pereira dos Santos João Batista Monteiro de Sousa Jomar de Freitas José Yvan Pereira Leite Júlio César de Pontes Leão Xavier da Costa Neto Marco Aurélio de O. 11 .Graduação Geólogo .Mestrado Geógrafo . de Oliveira Otacílio Oziel de Carvalho Roberto Pereira Rogério Vidal Nunes Barbosa Ronaldo Fernandes Diniz Rosiney de Araújo Sérgio Vieira F. Coordenador Administrativo do Departamento Educacional de Recursos Naturais.Mestrado Engenheiro de Minas . Tabela 3 – Técnico-administrativos que atuam no Departamento de Recursos Naturais NOME Douglisnilson de Morais Ferreira Erivanda Tavares do Nascimento Gilvan Ferreira de Souza Margareth Miria R. Chefe de Departamento de Recursos Naturais – Substituto Eventual.Doutorado Geólogo .Mestrado REGIME DE TRABALHO DE DE DE DE DE DE DE DE DE DE 40h DE DE DE 20 h DE DE DE DE DE Chefe de Departamento de Recursos Naturais.Mestrado Geólogo .Mestrado Economista .Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN Tabela 2 – Docentes que atuam na Departamento de Recursos Naturais NOME Alexandre Magno R. O.

GELSON. 6. Tezzi et al. tempo. Relações métricas do triângulo Trigonometria no triângulo retângulo Trigonometria no ciclo trigonométrico Polinômios Equações polinomiais Transformar unidades de comprimento. Utilização de instrumentos avaliativos: fichas de acompanhamento. DANTE. produção de texto oral ou escrita. tempo. Atud. ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Usar a calculadora. 4. 5. APOIO – Matemática: Ciência e aplicações : Ensino Subseqüente . registro de observação. 2004. volume. 3. Utilização de multimídia Avaliação Avaliação diagnóstica individual e/ou grupal. estudo dirigido. São Paulo: Ática. Matemática: contexto e aplicações. 12 . Operar polinômios e resolver equações polinomiais fazendo uso de teoremas. volume. 2003. Definir. seminários. Ensino Subseqüente. 2. resolução de listas de exercícios. velocidade. métodos e relações. Bibliografia ♦ ♦ 1. Relacionar adequadamente as diversas funções trigonométricas relativas a um mesmo arco. Calcular transformações de unidades de comprimento. São Paulo. Aplicar os conhecimentos adquiridos na resolução de equações de1o e 2º graus. dinâmica de grupo. velocidade. vazão e áreas.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN Anexo I – Programas das Disciplinas PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Matemática Período Letivo: 1º Carga-Horária: 60 h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Aplicar as relações métricas e trigonométricas na resolução de problemas reais. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. 2. vazão e áreas. Luiz Roberto. testes escritos individuais ou em grupo.

Dicionário Inglês – Português. Ler e interpretar textos caráter técnico e científico. utilização de canções como acréscimo vocabular. 13 . Maria Cristina. os falantes de língua inglesa. 4. utilizando as estruturas gramaticais adequadas e traduzir textos do inglês para o português.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Inglês Técnico Período Letivo: 1º Carga-Horária: 60 h/a ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Ampliar o seu universo. trabalhos escritos e orais. 5. 2. Construir frases. 2. exercícios orais e escritos. 3. Tornar-se consciente da importância do estudo de Inglês em suas futuras atividades profissionais. TOUCHÉ. parágrafos e textos. principalmente. ARMAGANIJAN. seminários e pesquisas direcionadas na Internet Bibliografia ♦ 1. São Paulo: Longman. Match Point. ao entrar em contato com a cultura e civilização de outros povos. filmes com áudio e legenda em inglês. Antônio Carlos. simple past Present perfect. Simple present. 2003. Textos técnicos relativos à área do curso Avaliação Provas. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. em inglês. bem como identificar a idéia central de um texto em inglês. acesso à Internet como elemento de pesquisa. past perfect and present perfect continuous Conditional sentences Gerunds and infinitives Modal auxiliary verbs and related expressions ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas.

14 . atividades individuais e/ou em grupo. 4. Discurso indireto livre 8.4. Preconceito lingüístico: o que é. J. paródia. São Paulo: Martins Fontes. leituras dirigidas. como se faz. 2.2. Discurso indireto 7. Les textes: types e prototypes. debates. Funções da linguagem 6. tais como jornais e revistas. ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas.5.1. Variação lingüística 5. Função metalingüística 6. M.4. Função conativa 6. Seqüências textuais 8. Descritiva: estudo da crônica 8. Coesão e coerência textuais 6. 2000. São Paulo: Loyola. Conceito de texto e gênero 3. São Paulo: Loyola. individuais e/ou em grupo Seminários Provas Bibliografia ♦ ♦ ♦ 1.6. Cena de produção do texto 1. 2000. Dialogal: estudo do texto dramático (comédia. M.5. Dramática da língua portuguesa. 1992. auto. Paris: Editions Nathan. Função referencial 6. São Paulo: Loyola. e textos produzidos pelos alunos Avaliação Produção de textos. 3.1. Pesquisa na escola: o que é.1.2. BAGNO. 5.3. Modalização em discurso segundo 7. seminários. Ilha textual 7. veículos de comunicação da mídia impressa.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Língua Portuguesa Período Letivo: 1º Carga-Horária: 60 h /a ♦ Objetivos Aperfeiçoar os conhecimentos lingüísticos e as habilidades de leitura e produção de textos técnicos orais e escritos e elaborar relatórios técnicos seguindo as normas da ABNT. 5. BAKHTIN.. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. Narrativa: estudo do conto 9. Produtor.3. Função poética 7.2. como se faz. farsa. _______. 2000.3. ADAM. _______. Função expressiva 6. Discurso direto 7.) 8. obras representativas da literatura brasileira e estrangeira. ed. Elaboração de relatórios técnicos seguindo normas da ABNT. Função fática 6. Resumo 4. projetos Utilização de: textos teóricos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe.. situação (tempo e espaço) e ouvinte/leitor 2.1. Modos de citar o discurso alheio 7. Os gêneros do discurso. In: Estética da Criação Verbal. exercícios impressos produzidos pela equipe.

L. 277-287. L. MAGALHÃES. 8. Teorias do texto e ensino: a coerência. STAUCHUK. ed. do C. 11. 1996. FIORIN. (Texto e linguagem) 22. BEZERRA. A. Rio de Janeiro: Lucerna. São Paulo: Ed. Gramática de usos do português. FIORIN. A coerência textual. L. I. F. (orgs. P. P. V. p. S. B. 209-227. (Coleção Ensino Superior) 6. 21. C. São Paulo: Martins Fontes. SP: Mercado das letras. ed. A. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. lingüística e literatura. Moderna gramática portuguesa. FARACO. F. GARCEZ. KOCH. Introdução à lingüística textual. Rio de Janeiro: EDUERJ. Campinas. 2003. RUIZ.. São Paulo: Contexto. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Martins Fontes. 1996.. H.. Oficina de texto. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Martins Fontes. MACHADO. M. 18. V. J. M. São Paulo: Ática. 2004. MAINGUENEAU. ed. São Paulo: Contexto. (Ensino Superior) Observações: Informações Adicionais Aspectos normativos e descritivos da língua serão abordados à medida que se fizerem necessários 15 . A. 1999. A. L. 2002. 1998.) 10. FARIA. E. E. A. de M. D. Por que (não) ensinar gramática na escola. I. 7. 17. 11. TRAVAGLIA. In: VALENTE. 2001.). I. da UNESP. 2000. Petrópolis.. São Paulo: Cortez. KOCH. Referenciação. B. 2003. O jornal na sala de aula. 37. POSSENTI. 13. Usos da linguagem. J. (Coleção leituras no Brasil) 19. Rio de Janeiro: Lucerna. DIONÍSIO. Campinas-SP: Mercado das Letras. (org. RJ: Vozes. SAVIOLI. BECHARA. M. M.). 9. G. KOCH.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 1992. Língua. H. São Paulo: Contexto.. RODRIGUES. 2001. C. 1989. I. Como se corrige redação na escola. A.. 2001. CIULLA. 20. G. 14. Gêneros textuais e ensino. A. R. São Paulo: Martins Fontes. 2003. 1982. NEVES. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. 15. São Paulo: Contexto. C. 3. VANOYE.. (Repensando a língua portuguesa. (org. (Coleção Clássicos da Lingüística) 16.). 1990. A coesão textual. 2002. TEZZA. G. V. 12. p.

6. Usar com adequação a internet. Manual do Word.2. G.2. Manual do PowerPoint. MANZANO. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. G. Editor de texto 2. MICROSOFT. 1998. WebMail Microsoft Word. Conceituação de sistemas operacionais 1.1. NORTON. e MANZANO. 5.3. projetor multimídia. Planilha eletrônica ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e atividades práticas no estudo dos softwares. Microsoft PowerPoint 16 .1. Sistema operacional Windows 1. Manual do Excel. MICROSOFT. 4. Manual do Windows 98 e 2000. VirusScan. 1996. Peter. Usar com adequação editores de textos. Usar com adequação programas de apresentação. MICROSOFT. Peter. Utilização de computador com uso individualizado. Makron Books. Software(s) de Apoio: Informações Adicionais Windows 2000. Introdução à informática. desenvolvimento de projeto. Makron Books. Usar com adequação planilhas eletrônicas. Programas Utilitários 2. Érica. Adobe Acrobat Writer. projeto) Apresentação dos trabalhos desenvolvidos Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ 1. MICROSOFT. 1996. Sistema Operacional e Utilitários 1.3. Avaliação Avaliações escritas e práticas Observações procedimentais e atitudinais Trabalhos individuais e em grupo (estudos dirigidos. André Luiz N. WinZip. Aplicativos 2. NORTON. 3. Utilizar programas utilitários para computadores. 2. Maria Izabel N.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Informática Básica Período Letivo: 1º Carga-Horária: 60 h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Utilizar e efetuar configurações simples do sistema operacional Windows. pesquisas. Microsoft Excel. Introdução à informática. Programa de apresentação 2. 7. Informática Básica.

1.1. Manejamento de sólidos 6.1. Elaboração de um projeto final.1. Modelamento Geológico em 3D 5. Fazer e elaborar exercícios durante as aulas.1. Princípios.5. Plotagem rápida 3. Manipulação de uma base de dados no am5. Desenho de cava biente gráfico. Projeto de acessos 2. Criar um modelo de blocos (blocos e sub1.3.5.2.2. Projeto de Mina 2. Desenho de bota-foras 3. Plotagem 3. Bibliografia 1.3. Estrutura de uma base de dados Surpac 4.3.3. Plotagem de modelo de blocos Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. Cálculo de volume de sólidos 7. Introdução 4. Inserir atributos ao modelo de blocos 1. Construção de seções geológicas 6. 4.3. Restrições ao modelo de blocos 2. considerando-se principalmente a participação e entendimento do conteúdo.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Período Letivo: 2º Informática Aplicada e Gerenciamento de Disciplina: Carga-Horária: 40h/a Banco de Dados Objetivos Dominar técnicas de computação com o uso de programas aplicados ao modelamento geológico. Tutorial dos programas usados Informações Adicionais Surpac Software 3D. Importação e exportação de formatos difeblocos) rentes 4. Banco de Dados 4. Construção de uma base de dados 5.4.2. Modelamento de Blocos tas dos programas. Validação de sólidos 6. Plotagem de seções 3. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. 5. Projeto de uma mina a céu aberto 2. Relações de estéril/minério 3.2. Validação de uma base de dados 5. Construção de sólidos 6.5.2. estimativas de reservas e planejamento de minas.4. Cálculo de reservas (IQD e Kriging) 2. Conceitos básicos de Microsoft Access 5. Plotagem de sólidos 3.4.1.3. Utilização de microcomputadores para elaboração de diferentes exercícios Avaliação Transcorre de forma diária.4.2. conceitos e principais ferramen4. Modelo de Blocos 1. Microsoft Access ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Software(s) de Apoio: 17 .

freqüência.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Introdução à Mineração Período Letivo: 1º Carga-Horária: 40 h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Conhecer a Área de Mineração e as atividades desenvolvidas. Vídeos e montagens fotográficas sobre aulas de campo. Bibliografia 1. Projetor Multimídia. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Curso Técnico de Mineração O papel do Departamento de Recursos Naturais A grade curricular do curso Mercado de Mineração Procedimentos para Estágio Locais de trabalho Outros cursos ofertados pelo CEFET-RN Trabalhar em equipe Aula de Campo Como confeccionar Relatório ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas com professores da área e convidados externos. Avaliação Acompanhamento contínuo durante o curso. seminários e relatório final. televisão e vídeo e retroprojetor. Apostila Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 18 . Conhecimento a grade Curricular do curso Conhecer sobre o Mercado Brasileiro de Mineração e Geologia e ofertas de estágios Empresas parceiras do CEFET-RN de mão-de-obra especializada Importância sobre Outros Cursos Noções de liderança e trabalho em equipe As aulas externas campo Noções de confecção de relatórios. Projeto do curso 2.

& AMARAL. 1984. LTC Editora. 6. respeitos aos outros. Nacional.. assiduidade. Elementos de Estratigrafia. 3. Análise de amostras de minerais. Sérgio E. Geologia Geral. 1989. Jomar. DANA. Leitura de mapas topográficos (atualização de declinação magnética). Decifrando a Terra. CEFET/RN. Maria Cristina M. São Paulo. 5ª edição.de. uso e aplicações Formação e tipos de solos. Aula prática de laboratório e de campo. POPP. Bibliografia 1. LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S. Teoria da Deriva Continental e tectônica de placas. Manuseio da bússola. dinâmica e os recursos da Terra. MENDES.. (organizadores) et al. Escala do Tempo Geológico. 2. 1984. tradução de Rui Ribeiro Franco. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Constituição física e química da Terra. São Paulo: Oficina de Textos.A> Queiroz Editora Ltda. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição dialogada. LEINZ. FREITAS. Exibição de filmes. V. Avaliação Avaliação prática. Josué Camargo. Processos endógenos e exógenos. Natal. Revisto por S. Trabalho em grupo/individual. Período Letivo: 1º Carga-Horária: 100h/a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Informações Adicionais 19 . Anotações de observações de campo. Hurlbut Jr. FAIRCHILD.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Geologia Geral Objetivos Compreender a origem. TEIXEIRA. Apostila Anotações de Geologia Geral. Manual de Mineralogia. José Henrique. Wilson.. 11ª ed. São Paulo. J. interesse e participação). Rio de Janeiro. TOLEDO. Thomas Rich. 2004. Geologia Geral. Observação contínua (atitudes em sala de aula. 4. 1999. T. 5. 2000. A bússula de Geólogo: Conceitos gerais . rochas e fósseis. Rio de Janeiro. formação. pontualidade. Avaliação teórica.A.

1998.Mineralogia Aplicada. descrição e identificação de minerais em rochas ígneas. 6. meio denso. ígneas e metamórficas). 1981 . J. Avaliação Investigação da vida diária (comportamento em sala de aula. A Field guide in color to. 7. 558p. Teoria e Prática de Tratamento de Minérios. BRANCO. R. DEER. & HURLBUT Jr. peneiramento e sedimentação. C. TRATAMENTO DE MINÉRIOS – Editora Adão Benvindo da Luz ET. materiais e métodos. P. análise Mineralogia Descritiva. 643p.M. 696p. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas usando quadro e multimídia. sedimentares e metamórficas da região do Seridó e Bacia Potiguar).A.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Mineralogia Período Letivo: 1º Carga-Horária: 120h/a ♦ ♦ Objetivos Compreender a origem. Provas práticas de descrição de minerais individuais e em rochas. A. densidade real e aparente e In situ. Pesquisa no Portal de Periódicos da CAPES. separação em Classes Mineralógicas. ♦ Caracterização de uma amostra de minério. 9. adequadamente. Porto Alegre/RS. análise química).. químicas dos minerais. 208p. 1992 . resultados e discussões. Aulas externas de campo (Coleta. visando sua aplicação na área de Mineração e Geologia. conclusões e referências bibliográfica.Uma Introdução. composta de: revisão bibliográfica. 2. anáNoções de cristalografia e cristaloquímica. DEER. BAUER. & ZUSSMAN.Na Introducion to the rock-forming minerals. 10. freqüência. CHAVES... Lisboa. HOWIE. 2nd. mineralógica. física e química). 20TH edition. propriedades físicas e químicas. J. CETEM – CNPQ. uso e importância dos minerais. Aulas práticas de laboratório operando equipamentos de caracterização de minérios.Minerais Constituintes das Rochas . 20 .Manual of Mineralogy. Glossário Gemológico. HOWIE. 3.A. os equipamentos de laboratórios para fazer a caracterização de minerais (mineralógica. Trabalhos em grupo. Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 1. 1996 4. W. R.A.1974 .Manual de mineralogia. Rio de Janeiro – RJ. Vol I. separação magnética. 5. Importância econômica dos Minerais e ele. Ed. . Signus Editora. São Paulo. DANA. 8. 596p. Aulas práticas em sala de aula com descrição e identificação de minerais individuais e nos diferentes tipos de rochas (sedimentares.Minerals. LEIN. formação. ♦ Ensaios de laboratório (preparação de amosmentos químicos. Fundação Calouste Gulbenkian. participação e realização das atividades de laboratório). S. W. Editora. São Paulo-SP. KIRSCH. 187p. Livros Técnicos e Científicos Editora S. J. . .♦ Análise de tamanho de partículas. H.A. 1989. Hong Kong. rocks and precious stones. tras. Longman Scientific & Technical. Principais conceitos. Amostragem. Rio de Janeiro. da USP. 2a edição. & ZUSSMAN. C. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ Identificação mineralógica e suas aplicações. interesse. 1984 . Relatórios das atividades em laboratório. AL. J. classificação. New York. P.1985 . John Wiley & Sons..D.A. lise granulométrica usando os métodos de Propriedades Físicas.1972 . Provas teóricas. Editora Sagra. Usar. 291p.

Estudo petrográfico e textural de amostras de mão de rochas ígneas no laboratório e no campo. etc. turbiditos. Texturas e estruturas de rochas metamórficas. em escala macroscópica os principais tipos de rochas ígneas. 21 ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ . Estudo petrográfico e textural de amostras de mão de rochas metamórficas no laboratório e no campo O ciclo sedimentar no contexto do ciclo das rochas: intemperismo (físico. sedimentares e metamórficas da região do Seridó e Bacia Potiguar). Relatório técnico de campo. Os principais grupos de minerais formadores de rochas ígneas. Magmatismo vs tectônica de placas . metamórficas e sedimentares com seus respectivos aspectos mineralógicos. Rochas arenáceas: arenitos e arcósio. Noções básicas de paleontologia. A estabilidade dos minerais no ambiente sedimentar: estabilidade química. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Introdução aos minerais formadores das rochas ígneas. Identificar e descrever. Aula prática de descrição de amostras de mão. O metamorfismo no contexto do ciclo das rochas. Aulas externas de campo (Coleta. Os principais tipos granulométricos. marcas onduladas. O ciclo das rochas Petrografia ígnea Estrutura interna da Terra. Caracterizar as rochas identificando a vocação para determinados tipos de depósitos minerais. Magmas: propriedades físicas e químicas e modelos de evolução. folhelhos e argilitos. Rochas lutáceas: siltitos.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Petrografia Período Letivo: 2º Carga-Horária: 120h/a ♦ ♦ ♦ Objetivos Compreender de forma elementar as gêneses das rochas ígneas. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ Classificação das fácies e zonas metamórficas e suas características. texturais e estruturais. Rochas sedimentares detríticas. metamórficas e sedimentares. rochas arenáceas e rochas lutáceas. suspensão. Conceituação e tipos de metamorfismo. Formas. Nomenclatura das rochas metamórficas. Fatores físicos-químicos que controlam o metamorfismo. Sistemas de classificações mineralógicas e químicas de rochas ígneas. laminações. Observações atitudinais. Rochas sedimentares químicas (ortoquímicas e aloquímicas). mapas e multimídia. sedimentação e diagênese. Principais estruturas sedimentares: maciça. Aulas práticas de descrição de amostras de mão. retroprojetor. Seminários e trabalhos individuais e em grupo. texturas e estruturas de corpos ígneos. tipos de transporte (iônico. Nomenclatura das rochas ígneas. descrição mesoscópica e macroscópica e identificação de rochas ígneas. rochas rudáceas. saltação e arrasto). utilizando lupa de bolso. Avaliação Avaliação teórica. Rochas rudáceas: conglomerados e brechas. gretas de contração. utilizando quadro magnético. metamórficas e sedimentares. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. químico e biológico). estratificações.

Dana) New York: John Wiley & Sons. A. Editora Edgar Blucher. Bureau Gráfica e Editora Ltda. 462 p. 1984. Editorial Paraninfo S. KLEIN. W. Editora universidade de Brasília. Editora Blucher Ltda. C. Castro. 22 . São Paulo-SP. Editora Polígono.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN Bibliografia 1. 7.A. . 3.D. 6. – 1985 – Manual of Mineralogy (after James D. Livros Técnicos e Científicos. C. 9. C. Petrografia. Geologia de Campo de Terrenos Gnáissicos de Alto Grau. PASSCHIER. 1993. 1994.A. I. WILLIAMS. DOURADO.W. K. 8. McREATH. & HURBULT JR.G. 1970. 1989. Petrografia Básica. Introdução à Petrologia Metamórfica. 4. 21st edition. Classificacion y Nomenclatura de Rocas. Rio de Janeiro-RJ. ERNST. 10. 643p.S. SUGUIO. Bruce W. N. Howel. Minerais e Rochas. Textura. Petrologia Ïgnea .D. 1980. DANA J.1984 – Manual de Mineralogia. A. YARDLEY. Apostilas do CEFET-RN 2. Sial. 5. Editora USP. Editora S. – Rochas sedimentares.

Equilíbrio químico. erros e precisão. Sistemas e unidades de medidas. o Tipos de amostra. teoricamente. Os minerais e a classificação periódica dos elementos. o Preparação da amostra para análise. Balanceamento de equações químicas. aplicada à Geologia. o Amostra. Período Letivo: 2º Carga-Horária: 80 h /a Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ A matéria e suas propriedades. o Características do material a ser analisado. ♦ Descrever o equilíbrio de auto-ionização da água. correlacionados com área de atuação do curso. exatidão e número exato.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Química Aplicada à Mineração Objetivos 1. ♦ Estabelecer o elo de ligação entre a Classificação Periódica dos Elementos. Estequiometria química. Soluções. ♦ Desenvolver o raciocínio químico-analítico em relação às rotinas de trabalhos analíticos. ♦ Reconhecer os grupos funcionais de compostos mineralógicos analiticamente. ♦ Determinar o pH teoricamente e analiticamente. Sistemas de medida. Estudo de pH e poH. o Amostragem e preparação da amostra para análise. ♦ Efetuar corretamente o balanceamento de uma equação química. Petroquímica. ♦ Compreender algumas técnicas instrumentais analíticas aplicadas à Geologia. Gerais: ♦ Compreender os princípios básicos da Química Analítica. Os minerais e as propriedades químicas. Valência e ligações químicas. ♦ Realizar cálculos envolvendo estequiometria de soluções. o Tipos de amostragem. Equilíbrio iônico em soluções aquosas. ♦ Apresentar seminários de tópicos específicos. Composição e fórmulas químicas. ♦ Identificar o estado de equilíbrio de um sistema químico. ♦ Compreender a correlação entre a Química Analítica e a Geologia. Análise química: o Divisão da Análise Química. relações entre elementos químicos e identificar o tipo de ligação ocorrida entre os mesmos. ♦ Estabelecer. Específicos: ♦ Diferenciar os sistemas de medidas de grandezas e suas respectivas unidades. ♦ Compreender alguns processos embasados na Química Analítica direcionados para a Indústria Química. Siderúrgica e Mineralógica. 23 . o Preparação da amostra de laboratório. ♦ Compreender a importância dos algarismos significativos numa medida. ♦ Identificar e calcular os diferentes tipos de medida da concentração de uma solução. ♦ Determinar a composição e a fórmula dos compostos químicos através do cálculo estequiométrico. 2. ♦ Entender a diferença entre precisão e confiabilidade.

24 . 2. o Quantidade de amostra disponível. Gomes. o Via seca e via úmida. listas de exercícios e livros textos. 1982. o Composição química da amostra. o O caderno de anotações. 4. 1984. curso de química industrial e curso superior de química / Jayme Fernandes. Bibliografia ♦ ♦ 1. King. 6.José Flávio de Freitas. o Escolha do método analítico. Tradução de Raimundo Nonato Damasceno. São Paulo: Edgard Blucher: PROMINÉRIO. SHREVE. Jayme. Rio de Janeiro. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. o Classificação mineral baseada na composição química. Química.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN o Preparação da solução para análise. Celso B. 3. Leituras orientadas: individual e coletica. 1991. -Rio de Janeiro: Ed. o Propriedades dos metais. NORRIS. B. BRINK JR. o Dedução simples da fórmula química a partir da análise de um mineral. Seminários. Técnicas Analíticas Instrumentais. o Eliminação de substâncias interferentes. ♦ Segurança em um laboratório de análise química. Utilização de: Quadro branco e de giz. Apostila própria do curso . MAHAN. o Abertura de amostra. Retroprojetor e computador com multimídia. 1981. JOSEPH A. R. Apostilas. Avaliação Avaliação teórica individual e em grupo. Um curso Universitário. 4ª Ed. o Estudo da chama: redutora e oxidante. separações e experiências / Edward King. Fernandes. 5. Participação em seminários e em atividades de sala de aula. Editora Guanabara Dois S. Edward J. São Paulo: Edgar Blucher. o Principais soluções e reagentes usados para análise. ♦ Tópicos em Técnicas Analíticas Instrumentais aplicadas à Geologia. Interamericanas. Análise Quantitativa: reações. Indústrias de Processos Químicos. Estudos e pesquisas orientados. 1980. -São Paulo: Hemus. aplicadas à Geologia. o Marcha analítica de cátions e ânions.A. Química analítica quantitativa: cursos técnicos e profissionalizantes do 2º grau.

Posicionamento geográfico: Coordenadas UTM. Operação com equipamentos topográficos eletrônicos: estação total e GPS topográfico Levantamentos topográficos planialtimétricos com estação total Uso do software topográfico (TOPOGRAPH) para cálculo de áreas e volumes Operação com GPS topográfico Uso do software Astech Solution para correção diferencial de posição obtida por GPS. cartas topográficas. Avaliação Trabalhos em grupo com entrega individual e apresentação oral. Usar o software Astech Solution para correções diferenciais de posição ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Operação com os equipamentos topográficos básicos: teodolitos e níveis Métodos de levantamentos topográficos planimétricos: irradiação e caminhamento Métodos de levantamentos topográficos altimétricos: barométricos. taqueométricos e geométricos. Apostilas de topografia disponibilizadas pela INTERNET 25 . Executar levantamentos planimétricos e altimétricos. Manuais de equipamentos topográficos 3. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas com demonstrações. navegar e se orientar com uso do gps. carta topográfica e bússola. Rodrigues 2. Navegação com bússola e GPS. Topografia Aplicada às Ciências Agrárias – Gilberto J. treinamento com os softwares em ambiente próprio com tarefas pré-estabelecidas e supervisionadas. Usar o software topograph para desenhos de áreas e cubagens de jazidas.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Topografia Período Letivo: 1º Carga-Horária: 80 h/a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Manusear os principais equipamentos topográficos. Bibliografia 1. trabalhos em grupo orientados pelo professor.

ruídos e tratamento da água na mineração e fechamento de mina (EIA-RIMA). ♦ Custos dos acidentes. Identificar e reconhecer os processos de reaproveitamento e reuso dos rejeitos do tratamento de minérios. e providenciar assistência médica e transporte quando necessário. construção de barragens e depósitos de rejeitos. segurança do trabalho e meio ambiente. Propor alternativas de solução com vistas à recuperação do meio ambiente. deixar a vítima o mais confortável possível. poeiras. desenvolvimento sustentável). ♦ Equipamentos de proteção ♦ Equipamentos de proteção Individual (EPI) ♦ Equipamentos de Proteção coletiva (EPC) 26 . vegetação (hidrosemeadura). aplicar respiração e circulação artificiais quando necessário. o Desmaios. Legislação Ambiental relacionada à atividade de Pesquisa Mineral e Mineração Prestar primeiros socorros a um acidentado. Conhecer as normas de segurança no trabalho. barragens e depósitos de rejeitos. equipamento de Proteção. evitar infecções. Comissão Interna de prevenção de Acidentes no trabalho (CIPA). ♦ Sinais Vitais. Segurança do Trabalho ♦ Introdução à segurança no trabalho ♦ Conceito de segurança e acidentes do trabalho. o Corpos Estranhos. Saúde e Segurança do Trabalho Período Letivo: 2º Carga-Horária: 60h/a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Desenvolver a cultura prevencionista na área de Saúde. Identificar os processos de recuperação ambiental de áreas degradadas através da revegetação. ♦ Causa dos acidentes. Saúde Introdução: ♦ Importância e objetivos do atendimento de Primeiros Socorros. o Intoxicação: o Acidentes com Animais Raivosos e Peçonhentos: o Ressuscitação Cardiopulmonar: o Mobilização e Transporte de Acidentados. ♦ Procedimentos Gerais: avaliação da vitima. Luxações e Entorses: o Convulsões. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Meio Ambiente ♦ Mineração e Meio Ambiente (histórico. ♦ Recuperação de áreas degradadas. minimizar o risco de outras lesões e complicações. Ferimentos e Contusões: o Fraturas. a um doente ou a uma vitima de mal súbito. ♦ Prioridade ao prestar atendimento a uma vitima. o Angina e Infartos. riscos profissionais. utilizando os conhecimentos adquiridos em sala de aula no intuito de: reconhecer situações que ponham a vida em risco. Segurança em trabalhos com maquinaria. vibrações. o Acidentes com Múltiplas vítimas. controlar sangramento.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Meio Ambiente. investigação primária e secundaria. o Queimaduras: o Hemorragia. Proteção contra incêndio.

Ano 6. Álvaro. ARAÚJO. 90 p 16. BRASIL. Normas regulamentadoras Comentadas. dos Santos 2004. agente físicos. 2003. LTr. São Paulo: LTr. Tuffy Messias – Belo Horizonte – MG 5. Giovanni Moraes de. Avaliação Trabalhos de investigação realizados em literatura especializada. 2002 12. 1994. Acidentes: como socorrer e prevenir. . químicos.P. H. operações de ambiente. Oswaldo. Tratamento de Minérios – Editora Adão Benvindo da Luz ET AL.. 8. SP. ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas. 1991. Profissionalização de Auxiliares de Saúde: Atendimento de Emergência. através de consulta no portal de periódicos da CAPES. Natal: J. Urgências: Queimaduras. biológicos e ergonômicos). Apostila de Segurança no trabalho do curso técnico de segurança no trabalho do CEFET-RN. livros e artigos disponibilizados nas bibliotecas informadas pelos docentes. CETEM – CNPQ. SENAC. 7. 2003. USA. 1977. Apostila de Higiene Industrial – "Ruídos. engenharia e segurança do trabalho. Judson Ferreira dos. 3. (1985). observando os critérios de: revisão bibliográfica. resultados e discussões. São Paulo. 2002. 14.Roche Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 27 . Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 1. Condutas Imediatas. 1998. Segurança em trabalho com maquinaria. Divisão de Recursos Humanos. materiais e métodos. Primeiros Socorros. Desenvolvimento de projetos. "BLAST VIBRATION MONITORING AND CONTROL". NASI. Trabalhos individuais e em grupo. Ministério da Saúde. SANTOS. Emilia Emi. 9. S. Rio de Janeiro. RS: Artes Médicas. Rio de Janeiro: SENAI. C. F. Rotinas em Pronto-Socorro: Tratamento do Queimado. 2. 57p. Brasília. LIBRARY OF CONGRESS. 2003 11. Volume 1 e 2. 4ª ed. F. Relatórios das atividades em laboratório. Comissão Interna de prevenção de Acidentes no trabalho (CIPA) Segurança em trabalhos com maquinaria Fundamentos de dispositivos de segurança para maquinaria Riscos (profissionais. Zoccihio. Edwar Abreu. Manual de segurança e saúde no trabalho. projetor multimídia. DOWDING. 2 ed. MICHEL. São Paulo: LTr Editora.. RUSSO. Luiz Antônio. MS. COSTA. 10. Guia de Primeiros Socorros: para cipeiros e serviços especializados em medicina. DF. Ary do Carmo. Manual de Primeiros Socorros. Avaliações escritas e práticas. Quadro branco. Porto Alegre. 4. conclusões e referências bibliográfica.AZEVEDO. computador. Apresentação dos trabalhos desenvolvidos. 2 ed. KAWAMOTO. GONÇALVES. 6. 2 ed. Rio de Janeiro: SENAC/ DN/ DFP. Agentes extintores.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Proteção contra incêndio Princípios básicos do fogo. 105p 13. São Paulo. Normas Regulamentadoras para deposição de Estéril e Produtos na Mineração – DNPM. nº 3. 2002. São Paulo: E. Vibrações e efeitos da poeira" – curso de pós-graduação em engenharia de Segurança do Trabalho – FEA – FUMEC – Professor: Eng. 125p 15. Rio de Janeiro – RJ. José Lacerda de.U.

Usar a bússola na coleta das estruturas das rochas Construir e interpretar mapas e perfis topográficos e geológicos. UFRS. Cêurio – Curso de Cartografia Moderna. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Conceitos fundamentais Dobras Falhas. E. 2. Companhia Editorqa Nacional. Edgard Blücher. K. Rio de Janeiro. & WILLIAMS – Geologia Estrutural. Avaliação ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Avaliação teórica Avaliação prática Avaliação sobre preenchimento de caderneta de campo Bibliografia 1. – The Mapping of Geological Strutury. 7. 1981 3. MEANS. LOCZY. McCLAY. LEINZ. DA de Geociências. 1976. juntas e fraturas. UFOP. E. Louis & LADEIRA. A. Foliações Lineações Zonas de cisalhamento Principais rochas deformadas Uso da bússola Uso da caderneta de campo Simbologias e convenções Mapas topográficos e geológicos Regra dos Vs Perfis topográficos e geológicos Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas Aulas práticas Confecção de mapas e perfis Aula de campo para reconhecimento in situ das estruturas vistas em laboratório e uso da bússola. OLIVEIRA. Othon – Geologia geral parte prática.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Desenho Geológico e Geologia Estrutural Período Letivo: 2º Carga-Horária: 80h/a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Reconhecer e caracterizar as estruturas deformacionais permanentes nas rochas. 1998. 1985. HOBBS. São Paulo. Ouro Preto. Elaborar síntese da evolução estrutural de uma área. 5. Rio de Janeiro. Open University Press 6. CASTANHO. 4. D. – Geologia Geral. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Porto Alegre. IBGE. S. C. Barcelona. São Paulo. Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 28 . VARAJÃO. & AMARAL.. 1974. W. V. Eduardo A. Ediciones Omega. – Geologia Estrutural e Introdução à Geotectônica. – Introdução a Interpretação de Mapas Geológicos. 518p. B.

Carlos . Argilas: tipos e usos industriais. a. Materiais de construção. Fernando F. Edgard Blucher Ltda. 1998... BRIAN. Ter conhecimento da vocação geológica dos litotipos para determinados tipos de depósitos minerais Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Conceito. Depósitos supergênicos.2001. nomenclatura e classificação de fertilizantes e corretivos. J. 29 . 3. Mineralogía. Conceito. Províuncias e épocas metalogenéticas. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Depósitos de diamante em Kimberlitos e em lamproítos.M de. Recursos Minerais da Terra. Depósito estrato-controlado em rochas sedimentares carbonáticas e detríticas. Yociteru. Pegmatitos. 1980. Depósitos em pláceres. MYLOVSKY. Conhecer as gêneses e as características de todos os tipos de depósitos minerais e reconhecer quais as associações de minerais que possuem interesses econômicos. Depósitos residuais. Editora UnB.Matalogênesedo Brasil. KÓNONOV. Depósitos de afiliação carbonitíticaalcalina. Tectônica global e metalogênese. Tipos de jazidas de gemas. Editora Mir Moscú. nomenclatura e classificação de gemas. Escarnitos. Depósitos afiliados a rochas intrusivas intermediárias a félsicas. nomenclatura e classificação de rochas ornamentais. O. Editora Edgard Blucher Ltda. Tipos de jazidas de rochas ornamentais. Bibliografia 1. Marcel Augusto. Avaliação do interesse e do desempenho. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição dialogada. Depósitos de Minerais Metálicos Classificação dos depósitos minerais metálicos. trabalhos individuais / grupo. ALMEIDA. Sulfetos e óxidos estratiformes em ambientes sedimentares e vulcânicos. 4. V. aulas práticas de laboratório e campo. Depósitos do tipo greisen. Depósitos ortomagmáticos. HASUI. Outros materiais geológicos de uso industrial. Avaliação Avaliação teórica e prática. DARDENE. SKINNER. O Pré-Cambriano do Brasil.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Depósitos Minerais Período Letivo: 3º Carga-Horária: 60 h/a ♦ ♦ ♦ Objetivos Identificar os principais depósitos minerais. Schobbenhaus.1984. Tipos de jazidas de fertilizantes e corretivos. Metamorfismo de depósitos minerais. Conceito. 2.

1971. IBGE 3. 37 5. Interpretar e elaborar uma seqüência lógica de eventos que explique a história geológica dos eventos. Aulas práticas em laboratórios com uso de esterioscópios de bolso e espelho e software Er-Mapper 7. Aulas de campo. de Moraes Novo. Dimensionar escalas de mapas e perfis. Manuais Técnicos em Geociências nº 5 / Manual Técnico de Geomorfologia. L. A geomorfologia nos estudos integrados de ordenação do meio natural. Avaliação Prova individual Avaliação em grupo Seminários Desempenho No campo (iniciativa. Ed. Elaboração de mapas fotogeológicos. Ed. M. Introdução ao sensoriamento Remoto Princípios de Processamento Digital de Imagens (PDI) Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Garcia. Programa de textos didáticos. 2. 1976. Rio de Janeiro. Marchetti. Delmar A.M.141p.São Paulo: Nobel. 7. Mapeamento geológico. fotografias aéreas e de radar. J. Confeccionar mapas e perfis geológicos. interesse. Evlyn M. Universidade Federal. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Sensoriamento Remoto (Princípios e aplicações). 34 (251): 15-42. B. conhecimento) Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 1. . TRICART. 1978. gráficas e numericamente.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Princípios de fotogeologia e sensoriamento remoto Período Letivo: 2º Carga-Horária: 80 h/a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Reconhecer estruturas geológicas e tipos litológicos em imagens de satélite. recursos: retroprojetor. 6.L. Estruturas geológicas visíveis em fotografias aéreas. Fundamentos de geomorfologia. IBGE. Identificar e locar elementos morfológicos em produtos de sensores remotos. Salvador. 4.78p. BOYER. Edgard Blucher lltda. 1986. Identificação de tipos litológicos em fotos aéreas. Rio de Janeiro. Gilberto J. Boletim Geográfico. -1. quadro branco. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. J. 30 . Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Introdução às técnicas de foto interpretação. Definição dos solos e descrição do perfil.0. PENTEADO.

A. Cêurio – Curso de Cartografia Moderna. 1976. Jomar – Apostila: Anotações de Desenho Geológico. Rio de Janeiro. 247 pp. Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 1. Zonas homólogas. mapas e fotografias aéreas em temas vetorizados Criação de banco de dados com características dos temas vetorizados Obtenção de dados em campo com apoio de gps Elaboração de mapas em SIG. Tonalidade. & MITCHELL. Sistema de informação geográfica Georreferenciamento de cartas topográficas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas Aulas práticas no laboratório Aula prática de campo Confecção de mapas e perfis. Redlands. Louis & LADEIRA. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Mapas topográficos e geológicos Análise qualitativa de imagens: Geomorfologia. MILLER. 2000. UFRS. 217 pp São Paulo/SP. Confecção de mapas fotointerpretados. RICCE. McCraw Hill Book Company. Canoas/RS. C. Análise quantitativa de imagens: Fotolineamento. mapas e fotografias aéreas Transformação de cartas. M & PETRI. CASTANHO. 4. – Geologia Estrutural e Introdução à Geotectônica. 2001. interesse. assiduidade. Padrão de drenagem. São Paulo. OLIVEIRA. cooperação). P. Centro Universitário La Salle. V. 2. Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 31 . Avaliação atitudinal (iniciativa. Chicarino – Introdução a Interpretação de Mapas Geológicos. pontualidade.ESRI – Getting Started with ArcGIS. 9. Textura. Avaliação Avaliação teórica e prática. CEFET-RN. Relatório de campo. CA.R. B. – 1961 – Photogeology. SETEMBRINO – 1982 – Princípio de Aerofotogrametria e Interpretação Geológica. BOOTH. Ouro Preto. Natal. 5. LOCZY. FITZ. participação. F. 6. UFOP. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Seminário e.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Geoprocessamento Período Letivo: 2º Carga-Horária: 80h /a ♦ ♦ Objetivos Construir mapas e perfis topográficos e geológicos utilizando diferentes ferramentas. 7. 2004. 1988. Porto Alegre. FREITAS. New York. Vegetação. 8. C. Rio de Janeiro. DA de Geociências. César A. & MILLER. GIS by ESRI. IBGE. – Cartografia Básica. Interpretar mapas e perfis topográficos e geológicos. EDUSP. Othon – Geologia Geral parte prática. . Vias de acesso. 1974 3. Eduardo A. Edgard Blücher. VARAJÃO.

Reavaliação de Reservas. Regras dos Vs. Pesquisa Bibliográfica Computador. Introdução à Pesquisa Mineral (PM) – Procedimentos Gerais (Pesquisa Regional.1. geofísicas. etc. 32 . hidrogeológica e geológica integrados na forma de um SIG com o uso dos softwares Mapinfo 8 e ArcGis 9. Mapeamento geológico de mina a Céu aberto. poços de pesquisa. Variáveis Econômicas simples de EVTE – pay back. (Noções de P. subsequente. Integração de informações geológicas. estilos de mapeamento) Sondagem (tipos. mapas. envolvendo desde a Pesquisa Regional. finalidades. Escala. Detalhe e Semi-Detalhe).E. Amostragem de trincheiras. TIR. galeria etc) Estimativas de Reservas e recursos Estudo de Viabilidade Técnico Econômico. Avaliação prática de geração de banco de dados e integração de informações de natureza geofísica. trincheiras. Planimetria.. perfilagens e integração à Seção Geológica e Mapas) Serviços Mineiros de Pesquisa Mineral (shaft. Seminários. Parâmetros utilizados na comercialização de matéria-prima mineral).1 ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas. De Variação). GPS e Noções de MapInfo) Trincheira e Poços de Pesquisa (tipos. etc). Relação Minério Estéril. Gerar e integrar mapas e perfis geoquímicos. Relatório técnico de campo e apresentação. geofísicos. poços. Altimetria. crítico. finalidades. descrição de testemunho. Noções sobre Legislação Mineral Mapeamento Geológico e Topográfico (Estilos de Mapeamento Geológico. geofísicos. geológicos e hidrogeológicos com o uso dos softwares Mapinfo 8 e ArcGis 9. Aula prática de campo. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Noções de estatística Aplicada e conceitos básicos de variografia e Krigagem Classificação dos Depósitos Minerais em função da Regularidade (V – coef.A. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Serviços de Pesquisa Mineral para acompanhamento de Lavra (Céu Aberto e Subterrânea). Controle de Qualidade do RUM (teores: corte. geoquímica. limite. Teoria da amostragem. shafts.1. em ambiente Mapinfo 8 e ArcGis 9. geoquimicas. Observações atitudinais. Detalhe. VPL.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Pesquisa e Prospecção Mineral Período Letivo: 4º Carga-Horária: 120 h /a ♦ ♦ Objetivos Realizar trabalhos de Pesquisa Mineral de substâncias metálicas e não-metálicas. inclinado. laboratório de rochas Avaliação ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Avaliação teórica. geológicos e metalogenéticos. Avaliação Técnico-Econômica e durante a fase de lavra. Subterrânea. Leitura de mapas geoquímicos. galerias. Aulas práticas de informática aplicada. minas a céu aberto. Revisão de Cartografia.

BRIAN.S. . Recursos Minerais da Terra. 190 p. 14. SKINNER. D. Applied Publi. FLETCHER. Serviço Geológico do Brasil. vol. J.Geofísica de Prospecção . Editora Mir Moscú 15. pp-605..C. J. R.Geochemistry in exploration mineral.. KÓNONOV. 8. . 2. 867 p. Natal/RN.1979.H. Schobbenhaus.2001. New York. L. Ceará.Geochemical Exploration for heavy Minerals: Emphasis on gold and cassiterite.G. DOBRIN. R. Rio de Janeiro: Interciência.Maywood. ALMEIDA.Geofísica Aplicada .1 e Mapinfo 8 33 . A. FIGUEROLA.Fundamentos de Prospecção Geofísica. 12.-1997. 16.1984.E. Editora BNB.M. Marcel Augusto. GUBBINS.C.Prospecção Geoquímica: Princípios. MARANHÃO. 18.S. London: Chapman and Hall. Edgard Blucher Ltda. 19. 1980.L. V. ed. 9.Volume 1. 17.M. e SILVA. J. 7. 5.Geophysics and geochemistry in the search for metallics ores. W. Academic Press. 3.W.J.G. . ROSE. 402 p.Principles of Applied Geophysics . A. J.Proccedings of exploration 97. M. . P. 147 pp.E. Software(s) de Apoio: Informações Adicionais Surfer 8. WEBB.B.4. HOOD.. Notas de Curso ministrado na UFRN. Fernando F.1984 . LUIZ. 6.A.. A. MYLOVSKY. Editora Edgard Blucher Ltda.K. TERRAPLUS GEOPHYSICAL INSTRUMENTS. Fourth Decennial International . O.Conference on Exploration Mineral.1973 . ed. 6.4.1988 . DARDENE.M de. FERNANDES. O. Madrid:Autor-Editor. O Pré-Cambriano do Brasil. Canadá. -1985. New York: McGraw-Hill. Editora UnB. 11. AM.Catálogo de Produtos. ROCHA. Título da edição em Espanhol: Princípios de Geofísica Aplicada. C. 4. . . Carlos . Mineralogía.Introduction to Geophysical Prospecting .1998. .& COSTA NETO – Apostila de geofísica de exploração. 526 p. número 1. Fortaleza. CPRM.1995 .1977 . Catálogo de Produtos. Rio de Janeiro/RJ. Título da edição em Espanhol: Introduccion a la Prospeccion Geofísica. GEM SYSTEM . 10. .1987 .A. CEJUP LTDA. ArcGis 9. LICHT. HASUI.1998.216.Introdution to exploration geochemistry . C.Metalogênese do Brasil. pp-657. – 1974. pp.B.3. 13. ed. 1998. HAWKES. 311 p. and SAVIT. Yociteru. LEVINSON.Introdução a Pesquisa Mineral. PARASNIS. Pará-BR: Ed.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN Bibliografia 1. . a. H. Técnicas e Métodos.

1997. CPRM.C. análise crítica de textos escolhidos.A. gerais ou detalhado na pesquisa de água subterrânea. aulas externas. LABHID-UFPE. Apostila: Construção. 1a ed. Bibliografia 1. Apostila elaborada pelo professor. participação nas discussões. Fortaleza. 2.Conceitos e Aplicações. Feitosa F. 34 . Seminários. 3. CETESB/Outubro 81.M. debates. trabalhos escritos. Potencialidade e Disponibilidade Hídrica Subterrânea o Mapas de Fluxos Métodos de perfuração de poços tubulares Revestimento e completação de poços tubulares Testes de desenvolvimentos Testes de bombeamentos. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Meios Hidrogeológicos Investigados Tipos de Estudos e Métodos de Pesquisa de Água Subterrânea Ciclo Hidrológico Balanço Hídrico Bacias Hidrográficas Disponibilidade. & Filho J. pesquisa bibliográfica. Avaliação Provas de aproveitamento. 412 p. Usos e Problemas Tempo de Residência Águas Subsuperficiais o Porosidade o Tipos de Aqüíferos o Lei de Darcy o Carga e Fluxo o Coeficiente de Armazenamento o Permeabilidade e Transmissividade o Reservas. Hidrogeologia . trabalhos em grupos e individual. construção de poços tubulares e testes de bombeamentos. Utilizar métodos auxiliares e hidrogeológicos na exploração de águas subterrâneas Organizar bancos de dados Elaborar e interpretar mapa e perfis hidrogeológicos Compreender as técnicas de perfuração.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Pesquisa e explotação hidrogeológica Período Letivo: 2º Carga-Horária: 60 h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Acompanhar estudos de reconhecimento. perguntas. Operação e manutenção de Poços. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas.

LICHT.1998. O Pré-Cambriano do Brasil.Maywood. integração e apresentação dos dados obtidos e no software ArcGis 9. 3.-1997. A. Leitura de mapas geoquímicos.M de. e integração de informações de natureza geoquímica. 35 . 2. Editora BNB. Observações atitudinais. Fortaleza. . – 1974.A. Biogeoquímica. geofísicos.216. pp-605. Edgard Blucher Ltda. Canadá. Applied Publi. Ceará. pp.K.1.B. Técnicas e Métodos. Gerar e integrar mapas e perfis geoquímicos. O.1. equatoriais e tropicais Tratamento. Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 1. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Introdução à Prospecção geoquímica Dispersão geoquímica Intemperismo e Pedogênese Etapas dos levantamentos geoquímicos e níveis de levantamento Prospecção Litogeoquímica. ALMEIDA.A. Hidrogeoquímica..J.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Geoquímica de exploração Período Letivo: 3º Carga-Horária: 60 h /a ♦ ♦ ♦ Objetivos Executar serviços de levantamentos de geoquímica de exploração. GUBBINS. Relatório técnico de campo e apresentação.1998. Rio de Janeiro/RJ. A. Avaliação Avaliação teórica. R.L. tratamento de dados.1984. geológica integrados na forma de um SIG com o uso do software e ArcGis 9. Fernando F.Proccedings of exploration 97. 4. Notas de Curso ministrado na UFRN. Natal/RN. Aula prática de campo envolvendo amostragem geoquímica em clima semiárido. Aulas práticas de informática aplicada. MARANHÃO. W.Geochemical Exploration for heavy Minerals: Emphasis on gold and Cassiterite. FLETCHER. 5. HASUI.Introdução a Pesquisa Mineral. Yociteru. CPRM.G. Fourth Decennial International . LEVINSON. Tratar os dados geoquímicos com o uso da informática utilizando para isso o software ArcGis 9.Introdution to exploration geochemistry . . geológicos e com o uso do software ArcGis 9. Pedogeoquímica. 6.1. -1985. Avaliação prática de geração de banco de dados.1 Técnicas analíticas aplicadas à exploração geoquímica Estudos geoquímicos orientativos Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas.Prospecção Geoquímica: Princípios.Conference on Exploration Mineral. sedimentos de corrente e concentrados de bateias Níveis de levantamentos geoquímicos em ambientes semiáridos. Serviço Geológico do Brasil.

1995 . pp-605. New York: McGraw-Hill. Rio de Janeiro: Interciência. . tratamento de dados.X. LEVINSON. Madrid: Autor-Editor. ROCHA.4. LUIZ. Avaliação Avaliação teórica. DOBRIN. Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 1. A.G. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Introdução a Geofísica Classificação da Geofísica Propriedades x Métodos de investigação Classificação da Geofísica Fatores que influem na utilização de um Método Geofísico Tipos de Levantamentos.Fundamentos de Prospecção Geofísica. M.C. Canadá. ed.E. Título da edição em Espanhol: Introduccion a la Prospeccion Geofísica. Pará-BR: Ed. L. CEJUP LTDA.Volume 1. L.1. 311 p. J. . 2005 2. Relatório técnico de campo e apresentação.H. and SAVIT. 3. 526 p. A. C.1984 .1 ou outros softwares.M. Aulas práticas de informática aplicada. CEFET-RN.Maywood.M.1. Aula prática de campo envolvendo a coleta de dados geofísicos e Leitura de mapas geofísicos.3. FERNANDES.1987 . Gerar e integrar mapas e perfis geofísicos com perfis geoquímicos.A. e integração de informações de natureza geofísica. geológica integrados na forma de um SIG com o uso do software e ArcGis 9. 190 p. ed. Integração de dados geofísicos com softwares específicos. Apostila de Geofísica de exploração.Conference on Exploration Mineral.Proccedings of exploration 97. 867 p. – 1974. Coleta de dados geofísicos com cintilometro Observações atitudinais.1. Avaliação prática de geração de banco de dados.1988 .B. 4. .Geofísica Aplicada . . C. Fourth Decennial International .-1997.G.Introduction to Geophysical Prospecting . 36 . FIGUEROLA. e SILVA. Applied Publi.Introdution to exploration geochemistry . Tratar os dados geofísicos com o uso da informática utilizando para isso o software ArcGis 9. etapas e métodos da Prospecção Geofísica o Método magnetométricos (Aéreo e terrestre) o Métodos gravimétricos o Métodos radiométricos (Aéreo e terrestre) o Métodos sísmicos o Métodos elétricos o Métodos eletromagnéticos (Aéreo e terrestre) Práticas de tratamento de dados geração de mapas geofísicos com programas Surfer 8 e ArcGis 9.Geofísica de Prospecção . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas.M. GUBBINS. R & COSTA NETO.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Geofísica de exploração Período Letivo: 3º Carga-Horária: 60 h/a ♦ ♦ ♦ Objetivos Executar serviços de levantamentos de geofísica de exploração.C. 6. A. J. geológicos com o uso do software ArcGis 9.. 5. 7.

1973 . 147 pp.S. vol. London: Chapman and Hall. TERRAPLUS GEOPHYSICAL INSTRUMENTS. Ceará. . MARANHÃO. 402 p. PARASNIS. D.Principles of Applied Geophysics . número 1. 10.4. Fortaleza.L. 37 . Editora BNB. 9. Título da edição em Espanhol: Princípios de Geofísica Aplicada. ed.J. R. -1985. 6. Catálogo de Produtos.Introdução a Pesquisa Mineral.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 8.

televisão e vídeo e retroprojetor. Freqüência: lista de chamada. 38 .Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Instalações de Minas Período Letivo: 3º Carga-Horária: 60 h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Supervisionar trabalhos de Mecânica das Rochas nos maciços rochosos Planejar e Executar Escoramentos na contensão de blocos Fiscalizar os procedimentos de rotina no supervisionamento diário Monitorar a estabilidade dos taludes Remanescentes Monitorar a ventilação subterrânea Planejar e executar cálculos de ventilação para uma mina subterrânea Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Mecânica das Rochas o Definições o Como é formado um choco o Alterabilidade e grau de intemperismo o Propriedades – Índice das rochas o Classificação das rochas quanto à geologia o Movimentos de massa o Fatores que provocam os movimentos de massa o Escavações o Equipamentos e métodos de escavações em geral o Escavações subterrâneas o Instrumentação e monitoramento de maciços rochosos o Mineração subterrânea o Equipamentos de carregamento e transporte o Investigações mecânicas o Técnicas de sustentações subterrâneas: Back Fill e Paste Fill o Sistemas de suportes (Rockbolts) o Grupos de Rockbolts o Rockbolt ancorado por injeção de cimento ou resina o Cartuchos de resina o Cabo flexível o Suportes e acessórios ♦ Ventilação o Introdução o Considerações gerais o Ventilação o Ventilação natural o Mapa de ventilação o Velocidade da corrente de ar em subsolo o Planejamento da ventilação para uma mina subterrânea o Fiscalização da ventilação em uma mina subterrânea ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas Apostila Projetor Multimídia. Aula Prática de Campo em mina subterrânea ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Avaliação Avaliação: acompanhamento contínuo durante o curso.

14. P. September 1994. Torres. C. Costa. John Wiley e Sons. relatório 12072. Corthésy. Santos. 2. "Ensaios de fluência confinada em amostras de taquidrita". Costa. 4. Rock Mechanics: Key to Energy Production. 1991. K e Bawden. Sergipe¬Brazil. Devries. em Maceió-AL". S. 1995.Associação Brasileira de Geologia e Engenharia . Bradshaw. L. Blankenship.: "Ensaios de mecânica das rochas em amostras provenientes de furo de sondagem da região do poço n° 23 na área da Sal-gema. novembro 1985.: "Project Salt Vault: A Demonstration of The Disposal of HighActivity Solidified Wastes in Underground Salt Mines".: “Calibration of a Numerical Model for Different Potash Ores". A. 1984. RT-SIG001/88 (revista). 13. 27 . 239 -241. R. Mraz. Seventh International Congress on Rock Mechanics. E. K. NIEBLE. 5. 39 . T. E. 1991. COPPE/UFRJ. A. pp. 11. vol. Sal-gema Mineração ltda. R: “Estudo de Estabilidade de Cavernas Abertas por DissoluçãoCritérios e Dados Básicos. 106 111. Aachen/Deutschland. Costa. M”.43. "Uma Aplicação de Métodos Computacionais e Princípios de Mecânica das Rochas no Projeto e Análise de Escavações Subterrâneas Destinadas à Mineração Subterrânea". Tese de Doutorado. RJ. A. HOER. L. 8.ABGE .: "Análise da Influência da Espessura de Laje de Silvinita e Carnalita Sobrejacente à Taquidrita em Inibir a Fluência da Taquidrita. W... Seventh International Congress on Rock Mechanics. 6. A. 1980. G. 12. relatório técnico emitido pelo consultor à CVRD. R: "Doorstoper Stress Measurements at the Taquari-Vassouras Mine".. M.127 -134. E GUIDINCINI. Aachen/Deutschland. Moreira. GEOLOGIA DE ENGENHARIA .Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN ♦ ♦ Seminário Relatório da Aula Prática Bibliografia 1. Munson. outubro de 1988”. ORNL-4555. D. M. Universidade de São Paulo e Edgar Blücher. E. IIEstabilidade de Taludes Naturais e de Escavaçãoll São Paulo: Ed. fevereiro de 1978. pp. A.. A.SP (1985). W. 3. abril 1995.Universidade de São Paulo . 34 . 1. D. Costa. U. 15. M. A. Munson. 7. GOODMAN. R. M.:” A técnica de Sísmica de Transmissão Direta na Obtenção de Parâmetros Elásticos de Maciços Rochosos com Aplicação em Projetos de Escavações Subterrâneas". plano de trabalho DMGA 256/78. M. chapter 133. M. 9. M. pp.. RT-CVRD003/95. Filho. Rock Mechanics Symposium. C.: "Development and Validation of a Predictive Technoiogy for Creep Closure of Underground Rooms in Salt. Mcclain. E. D. Frayne. relatório 27535. 10.48 pp. R L. Z. Segundo Simpósio sobre Escavações Subterrâneas.USP . F. D. Final Report. V. F.. IISuport of Undergorund Excavations in Hard Rockll. agosto 1989.: "Early Results from the Thermal/Structural In Situ Test Series at The WIPP". IIIntroduction to Rock Mechanicsll. april1971.. 1976.

Avaliação Trabalho em Equipe e/ou individual: em pesquisa bibliográfica. em laboratórios. MANUAL DE BRITAGEM FAÇO – Uma Publicação da ALLIS MINERAL SYSTEMS – FÁBRICA DE AÇO PAULISTA. em prática de laboratório.Mário Valente Possa – Salvador Luiz de Almeida. em Minerações. SIMPÓSIOS. 2. 4. utilizando: Retro-Projetor. Identificar os tipos de escavadeiras Identificar os diversos tipos de transporte utilizado em lavra a céu aberto Identificar os equipamentos de extração e transporte na lavra subterrânea Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Introdução Seleção dos equipamentos de mineração Tipo de equipamento exigido Tamanho e/ou número de equipamentos Tipo específico de equipamento Descrição detalhada das especificações dos equipamentos Seleção do fabricante Seleção com relação ao valor atual Fatores que influenciam na escolha dos equipamentos Fatores naturais Natureza do solo Topografia Regimes de chuvas Fatores de projeto Volume a ser movido Distância de transporte Fatores econômicos Locomoção dos equipamentos Produtividade dos equipamentos de mineração Conceitos fundamentais da produtividade dos equipamentos Tempos e movimentos elementares Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e práticas. em CONGRESSOS. seminários: em sala de aula. aula técnica de campo nas Minerações.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Máquinas e Equipamentos de Mineração Período Letivo: 3º Carga-Horária: 40h/a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Classificar máquinas. 3. CURSO DE TRATAMENTO DE MINÉRIOS . Fitas de Vídeo. PROCESSAMENTO DE MINERAIS II – 1º Fascículo – UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO – ESCOLA DE MINAS – Prof. PALESTRAS e outros. em prova escrita. Vídeo Clip virtual e outros. Hugo Arrunátegui C. ANO: 1998. Bibliografia ♦ ♦ 1. como ouvintes e/ou palestrantes. CDS-ROM. tempo de ciclo Identificar os tipos de equipamentos Identificar os tipos de carregadeiras. Editores: Adão Benvindo da Luz . Tratamento de Minérios – 2ª Edição revisada e ampliada. participação.PROF. CETEM – Centro de Tecnologia Mineral – CNPq / MCT. sua capacidade e sua produção.VOLUME I – VOLUME II – UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO . ALBERTO TEIXEIRA DA SILVA 40 . ciclo. CONFERÊNCIAS.

atualizada. 6. 41 . Consulta à INTERNET.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 5. ampliada. MANUAL PRÁTICO DE ESCAVAÇÃO .Terraplenagem e Escavação de Rocha AUTORES: Hélio de Souza Ricardo – Guilherme Catalani PINI EDITORA – 2ª Edição revisada.

Curso de Carregamento e Transporte de Rochas. II Congrresso Brasileiro de Mineração. 2. R. Edição 24. n . Pinto. 126 3. 4. médio e longo Prazo) Desenvolvimento Mineiro Informações técnicas planejamento preliminar Viabilidade Econômica Relação Estéril/ Minério Equipamentos de Carregamento e Transportes Etapas da lavra a Céu aberto Métodos Convencionais da Lavra a céu aberto Etapas da Lavra Subterrânea Métodos Convencionais da Subterrânea Projeto de Mineração Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Retropojetor Multimídia Pratica em laboratório Uso de software “Surpac” Aula Pratica de Campo Avaliação ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Prova Relatório de campo. Leme. O. Seminário Avaliação continuada Bibliografia 1.. Compatibilização e dimensionamento da frota de equipamentos de lavra em operação conjugada. 447-459. 1998. J. Curso de carregamento e transporte em minas a céu aberto. 42 . Identificar as técnicas de disposição de estéril. Executar e supervisionar amostragem em frentes de lavra. pp. Belo Horizonte. Terex-GM. Estabelecer as metas e variáveis da produção. C. 5. 1987. R. L. 1993. Ouro Preto.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Planejamento e Lavra de Minas a céu aberto e subterrânea Período Letivo: 4º 160 Carga-Horária: h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Analisar os planos de lavra de mina a céu aberto e subterrânea. Revista Brasil Mineral. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Definição dos métodos de Lavra. Como garantir a produtividade. A. 1994. Identificar equipamentos de transporte e carregamento na lavra subterrânea e a céu aberto. Elaborar e interpretar mapas e perfis topográficos e geológicos. 1997. Manual de produção.. USA. Caterpillar. Tipos de Planejamento (Curto. Mendonça. Identificar os métodos de cubagens. Manual de Produção e Custo de Equipamentos de Terraplenagem. Definir os métodos de organização do trabalho de frentes de desenvolvimento. Pitinga. Identificar e aplicar os métodos de estabilização de maciços terrosos e rochosos. Identificar as diluições de minério. 6. Silva. V. Gerenciar equipes de trabalho.

R. L. “Back Fill” na São Bento Mineração. 22p. (2002) Procedimentos para definição de parâmetros geomecânicos da Mina de Fazenda Brasileiro (CVRD). Underground Mining Methods Handbbook. Rodrigues.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 7. Hustrulid (1982). Society of Mining Engineers. (1997). II Congresso Brasileiro de Mina a Céu Aberto & II Congresso Brasileiro de Mina Subterrânea. L. Simpósio sobre Back Fill em Mineração. Silva. R. 9. 8. Lopes. Marcus Vinícius T.. IBRAM. p 88137. 43 .

televisão e vídeo e retroprojetor e. MaEmulsões nuseio. Agentes Detonantes ou Agentes Explosivos ♦ Destruição de Explosivos Explosivos Militares ♦ Procedimentos de carregamento e transporte de explosivos Propriedades e Principais Explosivos Militares ♦ Segurança no uso de explosivos segundo a Precauções no Manuseio NR 19 Aplicações não Convencionais de Explosivos ♦ Procedimentos para o combate ao incêndio Prática de Detonadores com explosivos ACESSÓRIOS ♦ Detonação e gases gerados Finalidades ♦ Destruição dos explosivos. Apostila. Projetor Multimídia.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Desmonte de Rochas Período Letivo: 3º Carga-Horária: 60h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Supervisionar trabalhos de Desmonte de Rocha Planejar e Executar plano de fogo a céu aberto e subterrâneo Fiscalizar os procedimentos de fabricação. 44 . Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Explosivos Definição ♦ Sistema de Iniciação não-elétrico Histórico ♦ Booster ou Reforçadores Interação Explosivo/Rocha ♦ ELEMENTOS DO PLANO DE FOGO Efeitos da expansão gasosa ♦ Introdução Propriedades dos Explosivos ♦ Altura da Bancada Força ♦ Ângulo de Inclinação Energia Absoluta ou Energia Disponível ♦ Subfuração Velocidade de Detonação ♦ Profundidade dos Furos Densidade ♦ Malha de Perfuração Pressão de Detonação ♦ Tipo de Carregamento Resistência ♦ Carga de Fundo Sensibilidade ♦ Carga de Coluna Volume Gasoso ♦ Tampão Classificação Gasosa ♦ Razão de Carga Classificação dos Explosivos ♦ Razão Linear de Carregamento Explosivos Nitroglicerinados ♦ Razão de Carregamento Carbonitratos ♦ SEGURANÇA Lamas Explosivas e Aquagéis ♦ Normas de Transporte. manuseio. Trabalhos em grupos. Monitorar a estabilidade dos taludes Remanescentes Gerenciar os trabalhos de plano de lavra. transporte e armazenagem das substâncias explosivas. Material Inerte. Tipos ♦ TÉCNICAS DE CONTROLE DE VIBRAÇÕES Estopim ♦ Vibrações do Terreno Espoleta Simples ♦ Sobrepressão Acústico e Ruído Espoleta Elétrica ♦ FOGOS SECUNDÁRIOS Cordel Detonante Retardos para Cordel Detonante ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Armazenamento. Detonação. Gases.

Vol.Técnico e Teórico.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN ♦ Aula Prática de Campo.. 15. HAGAN. MOJTABAI. Fevereiro. v. 20. DUPONT. MENIM M.controle do meio ambiente e otimização de planos de fogo. MEAD D. Blasting Research for Rock Engineering.11-37. 1996. J. 9. Instrumentação sísmica de detonações .67-86. MORAES. 5. 17. et al. São Paulo. Instituto Tecnológico Geominero de España. MUNIZ E SILVA. Explosivos comerciais. 2 Theoretical Foundations. 691-696. São Paulo. M. Acompanhamento sismográfico de desmontes por explosivos: Pedreiras em meios urbanos e implosões de edifícios. IRAMINA. M. 1996. HENNIES. p. S. SANDVIK . São Paulo. GEOMIMET. Mexico. v. de Engenharia de Minas. ed.. SANDHU. São Paulo.Rock Tools. W. L.1. R. F. Rock Fragmentation by Blasting.. Balkema. 165-184. Boletim Técnico N 15. Recursos Computacionais Aplicados ao Desmonte de Rocha da Mina de Concei45 . 13. J. SANCHEZ. Manual de perforacion y voladura de rocas. . 23. 1983. 21. Edição Especial. GUERRA. São Paulo. EGATEA: Revista da Escola de Engenharia. L. n 41. 24. S. 1986. Seminário Relatório da Aula Prática Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ 1. 2. p.. 1999. Sindicato Nacional dos Editores de Livro.1. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE MINERAÇÃO EM ÁREAS URBANAS. v. T. UFPB/UFPE. Apostila do Curso de Desmonte e Transporte de Rocha. J. v. /Clases dictadas en el curso “Formación en Aspectos Geológicos de Protección Ambiental” (Instituto de Geociênicas de la Universidad Estatal de Campinas . The use of air-decks in production blasting. p. 2001. J.42-46. M. 1994. 1996. Santiago. 4. Ruido y sobrepression atmosferica. C. April. J. p. p. 1993. n. S. 225p. MIDÉA.M. W. 1996. Curso Internacional “Tecnologia de desmonte de rochas com explosivos para minas a céu aberto e subterrâneas”. 1986. Uso de explosivos na exploração de pedreiras próximas a áreas urbanas. Monitoramento: qualidade assegurada nas detonações. FERNÁNDEZ. C.. SILVA.. p. Ouro Preto. Pre-splitting Technique of blasting an aid to productivity. Rio de Janeiro. p. 1994. W.11. /Clases dictadas en el curso “Formación en Aspectos Geológicos de Protección Ambiental” (Instituto de Geociênicas de la Universidad Estatal de Campinas . 2001.UNICAMP). Mining Engineering. L. UNICAMP.UNICAMP). p. S & KHADIN. 1996.44-50.. DJORDJEVIC.1. 1988. N 199. v. R. CAMERON. p. Tecnologia de desmonte de rochas com explosivos para minas a céu aberto e subterrâneas.. SILVA. Segurança no manuseio e uso de explosivos. 10. 1994. p. 1987. 19. UNICAMP.105. São Paulo. L. CASTRO. V. Segurança na Mineração e no Uso de Explosivos. T. M. ____. McKENZIE. 1993.. P. Belo Horizonte. A. University of Queensland. 1996. 18. 437-443. 179-188. CVRD-SUMIC-DEFOB. BEATTIE. Tese EPUSP – Dept. BARTALINI.. Control de Vibraciones. Tecnología de los Explosivos. 16. Minimizing the environmental impact of blast vibration. S. Espanha. Curso de Desmonte de Rochas. 2ª ed. K. Empirical approach to prediction of damage in bench blasting. J. L. DINIZ. 12. PONTES. Rotterdam. K. p. São Paulo. 6. 22. N. J. V. utilização de explosivos industriais. M. Departamento de Engenharia de Minas da Escola de Minas da UFOP. E.. Avaliação Avaliação acompanhamento contínuo durante o curso. 103p.A75-A80. 1996. 3. N. C. Freqüência lista de chamada. G. 1999. 1997. 1989. 14. Desenvolvimento de Tecnologia Eletrohidráulica Aplicada a Desmonte de Rochas em Áreas Urbanas. J. Blasting Ptinciples for Open Pit Mining. ESTON. p. HUSTRULID. 2. Universidad de Chile – Departamento Ingenieria de Minas.1.. Anais. Rotterdam. 1 General Design Concepts and Vol. P. N.. Manual de Ferramentas de Perfuração. & PARRAZ. GERALDI. Rotterdam. 189-196. II Congresso Brasileiro de Mineração. C-. 42-52. Austrália. Explosivos: Seguridad e Ingenieria. C. 11. S. G. C. 7. 1996. B.. 1989. Madri. M. & WEYNE. CASTRO. 3p. N. 25. 2000. 26. . Manual de Perfuração de Rochas . 8. 5761. et al. The Institution of Mining and Metallurgy. et al. Mine Planning and Equipment Selection. JIMENO. G.

1996. 39. 1996. C. 1996. ____.19-24. SILVA.43-45. 32.. v. 1996. Salvador. p. n° 6. A importância do conhecimento geológico no desmonte de rochas. 3. 1994. Belo Horizonte. Salvador. 1995. IV International conference on environmental issues and management of waste in energy and mineral production.90-92. v. 1995. Anais. A importância do conhecimento geológico no desmonte de rochas. 33. 35. L. WORKMAN. Verona.2. Superando os problemas do desmonte de rochas. C. 1996. p. A. p. A. 30.3. SILVA. 1996.378-381. 1989. In: Congresso Italo Brasiliano Di Ingegneria Mineraria. ____. V. REM: Revista da Escola de Minas. 6º Seminário Nacional sobre “Informática em Mineração” . V. 291-297. v. V. Italy. ção da CVRD. 29. Como desenvolver um novo explosivo. p. p.IBRAM. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO. Anais. SBG.. p.. Edição Especial. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. Salvador.50. L. SBG. Proceedings. Pit & Quarry. 28-31. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. Técnicas de desmonte secundário de rochas. p.43-51. vol. C.378-381. p. Salvador. 1997. ____. Selecting the right explosives. Digita. 34.3. n. Salvador. p. O fim do desmonte secundário de rocha com o uso de explosivos.50-3. 46 . 6. 39.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 27... IBRAM. SILVA. P. 28. ____. March/April... 1996. 6. Anais. EGATEA: Revista da Escola de Engenharia. Pre-Splitting with the AIRDECK Technique. THE JOURNAL OF EXPLOSIVES ENGINEERING. 31. SILVA. Practical ways to reduce environmental rock blasting problems. 272-278.

Manuais e Catálogos de Equipamentos. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦Conceitos básicos de tratamento de minérios. B.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Cominuição e Classificação Período Letivo: 3º Carga-Horária: 120h /a ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Identificar e operar os equipamentos de cominuição e classificação por tamanho Identificar os princípios técnicos da cominuição e classificação por tamanho. Operar equipamentos de cominuição e classificação. grau de enchimento. queda livre. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas usando quadro e multimídia. resultados e discussões. operação na ciclonagem. balanço de massa e água. determinação de diâmetro de corte e curvas de partição. ♦Tipos de moinhos. classificação. cânico. Auxiliar na realização de ensaios de processo. 2ª ed. materiais e métodos. densidade de pol♦ Trabalho final de curso (apresentar resultapa. livros e artigos disponibilizados nas bibliotecas informadas pelos docentes. ♦ Ensaios de laboratório (sedimentação em ♦Características dos moinhos (corpos moedores. en♦Aplicações dos moinhos. ♦Cominuição e fragmentação – conceitos bási♦ Eficiência de peneiramento. Editores: Adão Benvindo da Luz. ♦Fluxogramas clássicos. % de sólitipos de descargas e revestimento. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 47 . ♦ Princípios de Classificação. ♦ Eficiência de classificação. mostra de minério). pressão de de moagem). cos. controlar suas várias operações. densidade de polpa. balanço de massa e água. ♦Noções de dimensionamento. ciclone e peneiras). circuitos dos. CETEM – CNPq/MCT. Luz. Tratamento de Minérios – Teoria e Prática. Periódicos disponíveis no Portal Capes. Auxiliar na manutenção de equipamentos de cominuição e classificação. seguida de trabalhos práticos de laboratório. 4. 5. CEFET-RN.. II e III. carga circulante. 3. 2002. através de consulta no portal de periódicos da CAPES. Tratamento de Minérios. ♦ Tratamento de dados de peneiramento e ♦Moagem. ♦ Ciclonagem – Tipos e Operação. Relatórios das atividades em laboratório. ♦Relação de redução. Signus Editora. Avaliação Desenvolvimento de atividade em laboratório. Elaborar relatórios. Vol I. composta de: revisão bibliográfica. 2004. Arthur Pinto Chaves. Notas de Aula de Processamento Mineral. ♦Equipamentos de Britagem. ♦ Tipos de classificadores. Bibliografia 1. relação de redução. bados de operação de classificador com alanço de energia). Prova escrita. Trabalhos de investigação realizados em literatura especializada. ♦ Peneiramento industrial. saios de otimização em classificador me♦Ensaios de laboratório (WI. A. conclusões e referências bibliográfica. 2. ♦Noções de dimensionamento.

Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN 48 .

Realizar ensaios de processo. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) ♦Floculação. conclusões e referências bibliográfica. A. 3. 2002. Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ 1. Chaves. Editores: Adão Benvindo da Luz . CETEM – Centro de Tecnologia Mineral – CNPq / MCT. resultados e discussões. seguida de trabalhos práticos de laboratório. Aplicações industriais.. Luz. 1992. disponíveis no seu site. ♦Mecanismos de ação de floculantes. Avaliação Desenvolvimento de atividade em laboratório. B. Realizar balanço de massas e de água.. Equipamentos. Notas de Aula de Processamento Mineral. A. 7. VANCOUVER. Auxiliar no controle de qualidade de planta. II e III. Meios filtrantes. Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 49 . Auxiliar na manutenção de equipamentos de separação sólido líquido. observando os critérios de: revisão bibliográfica. Tratamento de Minérios – 2ª Edição. PERGAMON PRESS. University Of Britsh Columbia. Operar equipamentos de separação sólido líquido. Tratamento de Minérios – Teoria e Prática. ♦Agregação. Livros Produzidos pelo Centro de Tecnologia Mineral do MCT. controlar suas várias operacionais. Trabalho de curso (apresentar resultados de operação em espessador e filtragem com amostra pré-estabelecida). através de consulta no portal de periódicos da CAPES. C. P. ♦Filtragem. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas usando quadro e multimídia. Relatórios das atividades em laboratório. D. ♦Espessamento. WILLS. materiais e métodos. 5. Anais dos Encontros de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa. 2004. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Fatores que influenciam na filtração. Elaborar relatórios.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Período Letivo: 4º Disciplina: Separação Sólido-Líquido Carga-Horária: 40h/a Objetivos Relacionar os equipamentos de separação sólido líquido.Mário Valente Possa – Salvador Luiz de Almeida. Vol I. Interpretar fluxogramas de planta de separação sólido líquido. Trabalhos de investigação realizados em literatura especializada. Signus Editora. Identificar os princípios técnicos da separação sólido líquido. Periódicos disponíveis no Portal Capes. 4. Ensaios de laboratório. livros e artigos disponibilizados nas bibliotecas informadas pelos docentes. ♦Aspectos práticos. coagulação e floculação.. B. 6. CEFET-RN. Mineral Processing Tecnology. ♦Equipamentos. Prova escrita. A. 2..

Freqüência e participação nas atividades propostas. Classificação do petróleo Química do petróleo. processamento e distribuição dos hidrocarbonetos (óleo e gás). Ministério de Minas e Energia. A.mme. 6. Introdução à geologia do petróleo: Conceituação. 2a ed. origem e composição química do petróleo. 2003. Rio de Janeiro.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Período Letivo: 4º Disciplina: Introdução à indústria de petróleo Carga-Horária: 100h/a Objetivos Conhecer os segmentos básicos da indústria do petróleo que vai desde a localização.br. 2004. Rio de Janeiro. Métodos de análise de bacias. 2003 4. TRIGGIA.. produção. ALQUÉRES. CORRÊA. Rio de Janeiro. Brasília. Salesiano S.L. Transporte Refino Distribuição Impactos ambientais na cadeia de exploração.gov. Editora Interciencia. Interciências: PETROBRAS. Bibliografia 1. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) História da exploração de petróleo e do gás natural. C. Perfuração. retroprojetor e multimídia. aulas de campo e trabalhos de pesquisa. 2. Balanço Energético Nacional / 2003. A saga do Petróleo Brasileiro. MARIANO.S. 7. Rochas sedimentares. Estratigrafia de seqüências. livros e artigos disponibilizados nas bibliotecas informadas pelos docentes. Origem.). S. et al. Conceituação. produção. seleção de blocos e definição de locações. CARRENO. A. Energia para Gerações (coord. L. J. BARRETO. Armadilhas ou trapas estruturais e estratigráficas Noções de risco exploratório. O. 92p (ISNB: 8589683-01-X) ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 50 . BEN (2003). migração e acumulação do petróleo Ocorrências do petróleo no Brasil e no mundo. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas usando quadro. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. Produção e Microbiologia. Chile. através de consulta no portal de periódicos da CAPES. reservatórios e selantes. Petróleo – Noções sobre Exploração.A. Caracterização de bacias sedimentares. A. transporte. P. (2003). E. Interciências: PETROBRAS. Relatório de aula de campo. Manual de Energia – Electricidad y Gas Natural. Editora Nobel. Avaliação Trabalhos de investigação realizados em literatura especializada. 5. J. GasAtacama. (2003). Impacrtos Ambientais do refino de petróleo. refino e transporte de petróleo. Prova escrita. Disponível em: http://www. 3. Shell Brasil Ltda.

ibram. no portal de periódicos da CAPES. Periódicos disponíveis no Portal Capes.sbgeo. 5.br/rbg_online. 6.gov. Cobrir possíveis lacunas deixadas ao longo do curso. Anais de Congressos. Presencial Trabalhos de investigação realizados em literatura especializada. Possibilitar maior empatia com o estado de arte da Mineração e exigências do mercado de trabalho. Revistas de Mineração e Geologia.Mineração 51 . Flexibilizar Conteúdos programáticos. Legislação Mineral. Seminários. Palestras. cursos modulares Avaliação Desenvolvimento de atividade em laboratório. Prova escrita. Livros Produzidos pelo Centro de Tecnologia Mineral do MCT. Site do DNPM www.dnpm. http://www.br/ . 3.br 8. http://www. Jornais e Periódicos especializados de Mineração.html . livros e artigos disponibilizados nas bibliotecas informadas pelos docentes. disponíveis no seu site. Relatórios das atividades em laboratório e/ou campo.org. 4. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Geologia. 2. Páginas na Internet de empresas de Mineração indicadas pelos professores. Participação nas atividades. através de consulta na Internet. Apostila e demais reproduções. inclusive de laboratório e campo. Simpósios e Encontros de Geologia. “Release” de empresas.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Mineração do Brasil e RN Período Letivo: 4º Carga-Horária: 40 h /a ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Atualizar nos temas em pauta no setor mineral brasileiro e/ou norte-riograndense. Informática Aplicada Meio-Ambiente Empreendedorismo e Gestão ♦ ♦ ♦ Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas usando quadro e multimídia Aulas práticas. Mineração. Meio-Ambiente e de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa e afins.Revista de Geologia 9.org. Pesquisa Mineral e Hidrogeologia Lavra de Minério e Mecânica das Rochas Operações Unitárias aplicadas à Mineração. Notas de Aula. 7. Bibliografia ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ 1.

6. através de consulta no portal de periódicos da CAPES.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Período Letivo: 4º Disciplina: Hidrometalurgia Carga-Horária: 80h /a Objetivos Conhecer o tratamento metalúrgico do minério que vem da planta de beneficiamento. solvente) e resultados obtidos expressos em Aplicações industriais. Bibliografia 1. materiais e métodos. além de discussão dos finais de cursos. livros e artigos disponibilizados nas bibliotecas informadas pelos docentes. E. Hydrometallurgical Extraction and Reclamation. resultados e discussões. 266 p. Avaliação Desenvolvimento de atividade em laboratório. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas usando quadro e multimídia. 4. 1986. CEFET-RN. ♦ Potencial brasileiro. Periódicos disponíveis no Portal Capes. England. Ellis Horwood Limited. Jacson. 5. Tratamento de Minérios e Hidrometalurgia – 1998. Noções de lixiviação e operação. Prova escrita. conclusões e referências bibliográfica.. Notas de Aula de Processamento Mineral. 2. seguida de trabalhos práticos de laboratório. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Informações Adicionais Software(s) de Apoio: 52 . Anais dos Encontros de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa. Trabalhos de investigação realizados em literatura especializada. ITEP – Fundação Instituto Tecnológico do Estado de Pernambuco UFPE. trabalhos de curso. disponíveis no seu site. Relatórios das atividades em laboratório. Noções de extração por solvente. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Hidrometalurgia – princípios. Noções de biotecnologia aplicada em lixivia♦ Ensaios de laboratório (lixiviação e extração por ção. 3. Aplicações industriais. Livros Produzidos pelo Centro de Tecnologia Mineral do MCT. observando os critérios de: revisão bibliográfica.

Identificar os princípios de funcionamento. Separação Eletromagnética: Princípio. Separação por Flotação: Princípios. 7. Fluxogramas Clássicos: Usinas de Beneficiamento de Minérios (UBM). através do seu fluxograma geral e/ou setorial.Terraplenagem e Escavação de Rocha AUTORES: Hélio de Souza Ricardo – Guilherme Catalani PINI EDITORA – 2ª Edição revisada. Variáveis de Operação e suas aplicações (Separadores Eletromagnéticos: A úmido e à seco de baixa – média – alta intensidades. Classes de reagentes. Separadores de: Discos. PALESTRAS e outros. partículas minerais hidrofóbicas ou hidrofílicas. Polias magnéticas. ALBERTO TEIXEIRA DA SILVA MANUAL PRÁTICO DE ESCAVAÇÃO . CURSO DE TRATAMENTO DE MINÉRIOS . 3. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Separação Eletrostática: Princípio. PROCESSAMENTO DE MINERAIS II – 1º Fascículo – UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO – ESCOLA DE MINAS – Prof. em prática de laboratório. Relatórios: Atividades de laboratório e aulas técnicas de campo em Minerações. 2. baterias de flotação. transportadores.PROF. condicionadores de polpa mineral (Flotação Convencional e em Coluna). Realizar cálculos de balanço de massa e metalúrgico de toda a usina de beneficiamento de Minérios. espessadores. em Minerações. Extratores de sucata: Manual e automático. SIMPÓSIOS. Variáveis de Operação e suas aplicações (Separadores Eletrostáticos e Eletrodinâmicos de Rolos Induzidos). 11. Variáveis de Operação e suas aplicações (Mesas – Jigues – Espirais – Ciclones – Espessadores – Classificadores – Células de atrição). variáveis de operação. 9. Carrosel de alto gradiente. filtros. MANUAL DE BRITAGEM FAÇO – Uma Publicação da ALLIS MINERAL SYSTEMS – FÁBRICA DE AÇO PAULISTA. utilizando: Retro-Projetor. 5. ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦ Avaliação Trabalho em Equipe e/ou individual: em pesquisa bibliográfica. e outros).Mário Valente Possa – Salvador Luiz de Almeida. 53 . Separação Gravítica e/ou Centrífuga: Princípio. Hugo Arrunátegui C. Fitas de Vídeo. lubrificação e reposição de peças. extratores de sucata. em laboratórios. ANO: 1998. CETEM – Centro de Tecnologia Mineral – CNPq / MCT. calibradores industriais. 4. Tambor. Editores: Adão Benvindo da Luz . 8. CONFERÊNCIAS. Flotação simples e diferencial. 10. Consulta à INTERNET. manutenção.UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO . Tratamento de Minérios – 2ª Edição revisada e ampliada. Correias cruzadas. Vídeo Clip virtual e outros. em CONGRESSOS. Cálcúlos de UBM: Balanço de Massas e Metalúrgico. Controlar a qualidade e quantidade desses processamentos através do balanço de massas e metalúrgico da UBM. participação. 6. alimentadores. classificadores. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e práticas. dos diversos tipos de equipamentos usados na UBM: concentradores. ampliada.Curso Técnico de Nível Médio Subseqüente em Geologia e Mineração CEFET-RN PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso: Técnico de Nível Médio em Geologia e Mineração Área Profissional: Mineração Disciplina: Concentração Mineral Período Letivo: 3º Carga-Horária: 120 h/a ♦ ♦ ♦ ♦ Objetivos Operacionalização de usinas de beneficiamento de Minérios para as diversas espécies de massas minerais tratadas. direta ou reversa. ângulo de contato. em prova escrita. separadores eletrostáticos e eletromagnéticos. aula técnica de campo nas Minerações. CDS-ROM. Bibliografia 1. atualizada.VOLUME I – VOLUME II . como ouvintes e/ou palestrantes. Fluxogramas de Flotação. seminários: em sala de aula.