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Esquiva experiencial do cliente no grupo terapêutico e promoção de aceitação emocional
Maria Zilah da Silva Brcndóo'"

presente capítulo tem como objetivos apresentar I 111 x es, questionamentos e estudos de caso sobre a Esquiva I pc rlencial na Terapia de Grupo.
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Para isso o capitulo foi dividido em tópicos, onde serão ntrados: I quiva Experiencial, Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e a condição humana perante a dor.
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xperiêncías terapêuticas em que os princípios da ACT foram dos em grupos com formato tradicional. para

1\ T: Estratégias didáticas e exercícios experienciais
irupos

1\ T: fundamentos filosóficos e teóricos; metas propostas para
( Ituação terapêutica e pesquisas sobre ACT em grupos. A xperiência de trabalhos com esta proposta tem sido nrlqu c dera para a terapeuta e autora deste capitulo.
Análls do Comportamento, Londrina, PR.

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E que a sabedoria está na aceitação do real. quando se está angustiado. assassinado a pauladas por salteadores. Como um liberto vivo. Este e o ~aso ~os 11111) rtamentos encobertos como os pens~mentos e sentlrT~. .o ruim é rnrnente o comportamento clinicamente relevante do cliente . conheceu a iluminação..en os. que isso apenas impermanência e vacuidade. I.. nao mos nunca evitar todos os eventos ruins. v ntos. talvez não se d~va . o que não é grave. Por que. participando da formaçao e mUd~nç~ do I mlflcado de muitos eventos da vida. um desperto. sempre presentes ou com a probabilidade rea e se 11 I 1I m presentes? 1'"ti I I A terapia deve evitar técnicas aversiv~s p~ra pr.omover comportamental. "Um monge caminha na floresta. então essa fronte preocupada.Jamals ~sa-Ias. pp 19-20) Hayes e Wilson (1994) discutem a aquisição do conceito a 11111111 outras palavras. I I '1. Que lição tiro disso? Entre outras. quando se sente dor do que gritar? O que mais sábio. do que aceitá-Io? "Enquanto fazes uma diferença entre o samsara e o nirvene". mas sim de "aceitar" com que e as II IUtl livremente na sessão.o se trata de "pro uzrr essI a s ou sentimentos. essa perplexidade. É apenas um monge comum. não pode. um desperto _ s que seu mestre. não em sua negação. por sua vez. pensativo e preocupado. I11 [u não é mais necessário lutar contra a ansiedade. O 'I''' I relacionamento faz ." (Comte Sponville. Sabe-se que alguns assuntos e algumas reaçõe emocionais do terapeuta que acontecem n provoc m estados corporais negativos no cli nt . esta. nosso monge não viu aproximar-se um bando de salteadores. Que são eternas e verdadeiras. lei cI I P 1I IV r.Ir < 1m. evitar s~ntlm~ntos I do cliente. 1IIIItI 1I1Ç O terapeuta reforçado r. está em sua pobre vida. mesmo os nao 1" rlenciados como tal. quando a confiança se contrapoe I1 I m função da extinção respondente. que a dor e a angústia fazem parte do real. _ . pela própria natureza do ser h. "estás no samsara". que viu a cena. produtos de sua história e de seu dia-a-dia. W I I 1\ (I I 4) em decorrência da recontextua rizaçao que se refere ". Ao gritar. que constrói uma rel~ção de o cliente. No entanto. gritava atrozmente. Durante as pauladas nosso monge gritou atrozmente. contou a nosso monge que o sábio. muitas vezes.~ ajudá-Io ~ suportar melhor seu "1111/1111 as sensações positivas provenientes dele. fugir de tud. durante as pauladas. um Buda. mudá-Ias se as contingências aversivas permanecer~~. portanto morreu.I Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Ziloh da Silva Brandão 1. Assim. '1IIIu1 1""1111 I com O bloqueio do comportamento de fuga-esquiva na sessão terapêutica tem sido amplamente discutido por seus supostos efeitos aversivos para o cliente e para o terapeuta. em 1111111 rau. e segundo Hayes 111 I ( . que o atacam de repente e partem-lhe os ossos a pauladas. um liberto vivo.a. essa inquietude vaga? Porque uma testemunha. 1997. N. dizia Nagarjuna. passa-se a uglr ~u vii Ir muitos eventos associados a ruim. um sábio. E era isso que perturbava o nosso monge. Quebrando ( . A redução do sofrimento acontece em função ~e () d Inibição recíproca. Enquanto você faz diferença entre sua pobre vida e a redenção. mas também em função das próprias assocraçoes ver ais 11I /I 111< o seu relato. I v l/ldo ri I 11/ . tanto quanto o resto. Por que está preocupado? Porque ficou sabendo que seu mestreque era. razão e controle.1 I. Que fazem parte da salvação. não conheceu a iluminação. mesmo assim. Qualquer monge que seja sabe disso. o que tampouco o é. _ I III I "ruim" e a forma como o termo se asso~ia verbalmente I I "li:" Infelizmente. Não há a menor necessidade de ser um sábio para compreender que é preciso morrer mais dia menos dia e que a causa não importa muito. podia gritar atrozmente por algumas pauladas impermanentes e vazias? Para que serve a sabedoria. I) r H y esse processo de diminuição d? sofr~mento t uno m pod corr r m função da modlftcação dos I -v rb I J IIt r IId de. em f unçao nao só do contexto b da " I1I1 . se é para gritar como um ignorante qualquer? Absorto nessa meditação. que I 111111.umano.~ queaos I IIi IIII J traz para a sessao. não um liberto vivo: não conheceu o despertar. O que mais natural. A condição humana perante a dor I1I ntlr-se aliviado. O 1 '111 I Impossível evitar são respostas emocionais negdatlv. não um sábio.

criando. deliberadamente. Revendo. para a ansiedade decrescer. refere-se a ajudar o cliente a vivenciar aquilo que é inescapável: seus sentimentos. É o enfrentamento gradual da vida. propõe a aceitação. mas o terapeuta não a tem. foi inicialmente aversiva. Esses fatores. constrói na sessão experiências aversivas. A aceitação e a tolerância emocional são processos sendo que o primeiro envolve mais aspectos do que o . uma vez que contingências aversivas podem acontecer independentement ou não das ações. As terapias comportamentais tiveram por muito tempo um enfoque nas mudanças de comportamento. Infelizmente. Terapia de Aceitação e Compromisso. não pode e não deve. a ACT. Esta se refere aos comportamentos encobertos ou aos respondentes. produtos de contingências reais da vida. Não é o terapeuta que. permite reformular essa regra. positivamente. Talvez ele espere que o terapeuta tenha uma solução mágica. e a aceitação modifica essa percepção.Terapia Analítico-Comportamental / em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão esses contextos. Carlos havia se assustado muito com algumas reações de ansiedade que ocorreram em uma viagem com eles. como forma de evitar ansiedade decorrente de encontrar colegas vistos como líderes. proveniente da não ocorrência do estimulo aversivo. e ajuda o cliente a aceitá-Ias. Ele apenas permite a ocorrência de algumas delas. na terapia. O enfrentamento apropriado tenderá a diminuir os déficits comportamentais. um padrão comportamental comum na psicopatologia que dificulta o contato com as situações potencialmente reforçadoras. os negativos também continuarão a existir. As terapias de tolerância e aceitação emocional não são uma proposta sádica para levar o cliente a aprender a sofrer. Muit clientes relatam. usando um relacionamento elaborado em bases positivas. espera-se qu xp riment ção d bom e do ruim melhore o suporte do cli nt I 11' 11 I vid . com o passar do tempo. A sensação foi tão aversiva que. e ele já sabe não ser possível viver sem passar por eventos aversivos. pode estar sujeita as mudanças. 1991/2001). de levá-Ios a ocorrer em um ambiente que tem o objetivo de consequenciar. Quanto à Psicoterapia Analítica Funcional. A tolerância é o tempo que o cliente precisa agüentar entre a apresentação do estimulo e extinção da resposta. passou a evitar qualquer contato com eles e com outras pessoas de sua idade. sim. em contrapartida. tomasse lugar. A mágica consiste em aceitar sentimentos e sensações. na terapia. O cliente que procura terapia nem sempre é um ignorante da vida. para não se sentir mais assim. mas. A técnica chamada bloqueio de fuga-esquiva. até que contingências positivas de apoio do terapeuta e de outras. onde se sentiu constrangido e envergonhado pela sua "timidez". por não estar mais saindo de casa. não se trata de dizer que o terapeuta possa ou deva usar técnicas aversivas. a idéia de produzir Comportamentos Clinicamente Relevantes (CRBs) que representem o problema do cliente. na verdade funcionam como eventos disposicionais que Iteram a probabilidade do cliente engajar-se na experiência do momento. Entretanto. produzirão os sentimentos positivos que o cliente tanto busca. A ação. achar que não "darão conta" do sofrimento inevitável.o recomend p ra tratar clientes submetidos a n I v r Iv tI 111J11 ti outros que vivenciam . Elas representam uma estratégia para lidar com a esquiva experiencial. O termo é a aceitação emocional. sensações e pensamentos ruins. tal sentimentos na sessão. as emoções poderiam ser sentidas de outra forma ou com menor intensidade. Carlos procurou terapia aos 16 anos. A tolerância e a aceitação emocional são facilitadas pela empatia e análise funcional do comportamento e pelo grau de confiança do cliente no terapeuta e no procedimento clínico. restringindo o repertório comportamental do indivíduo. Ele já tentou não sofrer. não trata de criar sentimentos. A apresentação pelo cliente do comportamento previamente punido (estabelecer contato) na sessão. resultados de sua história e apresentar ações novas para produzirem contingências mais amenas e positivas que. o comportamento antes punido e levar os clientes a identificar a tríplice relação de contingência (Kohlenberg & Tsai. por meio de técnicas aversivas. arbitrariamente.

ao menos um pouco. O autor faz um belo comentário a esse respeito no trecho a seguir. O exemplo e estimulação do terapeuta para I t 111 II ti) qu não são punidas. porém. Grupos terapêuticos: criando contextos para romover aceitação emocional. e que comecem a 111 li I 11 r m 1 aos seus sentimentos produzidos pelo aqui e agora I ti. tanto quanto pudermos. 1997. mudando seus significados iniciais. e esse é justamente o sinal de nossa sanidade. Não é bem assim. 1971). e jamal será amado. 1111. os clientes temem o julgamento e a critica Is membros do grupo. como o conhecemos..WII n ~Irr rd (2004) ( / . Mas se ele ajuda? Se impele isso? Se é fator de revolta ou de combate? Vai-se renunciar a pensar.I os. Inicialmente. indicando que a vivencia da angustia. pp 16-17). entendida como um comportame~t~ ativo de dispor-se a viver a experiência../1 J p /01691 o' Que todo ofrim nto . resultantes de aprender o significado dos eventos por meio da equivalência que as palavras têm com os fatos e atos. não enxergam a separação entre o "self" e o I IIltlpOl1 mento. da 'IIY '. Comte-Sponville (1997) ajuda a entender esses processos comportamentais. melhora a "sanidade mental". até que se reduza a averslvidade. aceitemos em vez de sofrer e de tremer. sentimentos negativos. da mesma forma que nos desviamos de um objeto cortante que nos machuca fisicamente. . m v / d fugIr. Sentimentos não são passíveis de controle voluntário e sua experienciação colocada num contexto terapêutico de confia~ça pode produzir aceitação. paradoxalmente. Não esqueçamos. entendidos aqui como a experienciação emocional negativa. também facilitam esta mudança. porque isso causa dor? Aceitemos. mas o homem. por que isso angustia? A viver porque isso causa medo? A amar. I 11111) ttc v/v 10/1 agir. Esta experienciação é proveniente do conhecimento da inevitabilidade de contingências aversivas futuras. II (11 m O medo da critica faz com que os relatos dos clientes b controle do grupo e que os controles internos estejam 1111 I( 1111 . por exemplo. (ComteSponville. Para o trabalho do analista do comportamento a situação dI I rapia de grupo provê oportunidades únicas para o di I r volvimento de processos de mudança comportamental que 1111111 un a força grupal para criar um contexto sócio verbal que permite v 11 rlze a quebra de alguns paradigmas e regras que estão 1111 I li I ndo o cliente em seus problemas. com toda evidencia. e o podemos apesar de tudo. Onde est o sintoma? Onde está a patologia? Ele sofrerá de fato. Temos medo da morte embora ainda não tenhamos morrido e esse medo é em grande parte construído verbalmente. que a medicina só é válida para os doentes. partindo do pressuposto de que é possível livrar-se dos sentime~tos negativos. como t ria desejado. A esquiva experiencial é um padrão comportamental baseado numa generalização inadequada. judar a pessoa a reconhecer e r m difusão cognitiva. ou seja. assim como a esquiva. f 1// I/ 10' IIr (11. Isto acontece porque eles a levam I I 11o. são decorrentes de situações aversivas passadas. ao contrário. a. e que não se poderia considerar como tal todo o indivíduo que teme morrer. uma vez que a vida nem sempre é tão boa que a morte pudesse ser encarada como a punição negativa (retirada de algo bom). atuais e dos significados das palavras dos quais não conseguimos nos livrar por meio da luta. Sofre com isso? Mas onde já se viu que totku 011I1111 II/(} 1. s pua r. omo se fosse verdade e também porque não conseguem I II 11 Jlr critica ao seu comportamento: encaram-na como uma I I 11Ir t I seu "eu". E então? Resta-lhe enfrentar isso. sofrer ou não ser amado. construída verbalmente. u con qüências. através da possibilidade das primeiras se desprenderem de~te. é o que o homem fez do homem" (Skinner. O terapeuta deverá buscar procedimentos que levem 1/ Itl mbros a mudar a fonte de controle.~ e se associarem a outros estímulos verbais. melhor ou pior.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão problemas existenciais. ao menos às vezes.

o processo de trabalho em grupo de ACT. e 1110ifica a proposta do grupo cortando a experienciação e aceitação (11 moções negativas. que IH m mpre discriminam a diferença entre palavra e fato. Qualquer reação emocional agradável ou desagradável que urja na sessão. controle e das razões na busca desesperada que o I I I 111 f z para controlar seus eventos privados. (1994). li I suas experiências: pensar que o grupo é fraco demais e uperproteqer. pois achava que o grupo poderia 11 olver sozinho. O grupo II 101 u diferencialmente o esforço da cliente em desenvolver uma I " I . Um membro do grupo disse que gostava dela. Segundo Walser e Pistorello (1994).li I n gativa do outro sobre você: a palavr "orítlca" (dita ou P< li . falar o que tinha realmente 11 tlI11 cido na sua vida tentando só descrever o fato sem avaliá-lo ou 1111 . explicada experimentalmente nas pesquisas quivalência de estímulos e pela teoria dos quadros relacionais (11. o grupo dava atenção para tudo.( m m a ter independência e a produzir reações aversivas distantes f I r IId d que as produziram. que a protegia da I alidade e da verificação alheia. não querendo que eles sofram. é importante ressaltar a diferença entre I'1I 111)v r aceitação e retirar a contingência reforçadora que poderia I 111m ntendo o relato fantasioso da cliente. \ I )produz a esquiva pelo seu significado. & Roche. e o grupo também se esquivaria do I 1111 lI1glm nto I1 m n" r untos pessoais delicados. 2001). Hayes e Wilson. As reações I I m parecer deslocadas e exageradas quando estas palavras 1. as I I. A situação foi 1I ndo insuportável. qrupo fez silêncio e ficou ouvindo a cliente que depois de alguns mlnutos disse ao grupo que achava que todos estavam olhando para . agora. está focado em minar aspectos da comunidade sócio-verbal que promove esquiva da experienciação fusão cognitiva.. I I com uma "cara esquisita". Nesta luta. A cliente respondeu que achava que ela não estava " 1 JI idando". não queria ajudar. é material Importante para o aqui e agora da sessão.() mocionais aparecem com mais força e os clientes I I 11.-I (separar o fato do julgamento ou avaliação do fato). Nesse caso. Infelizmente. é automática e parece 1I uur I para as pessoas em geral e para clientes em particular. I J tB . Apenas não dar til. O contexto de literalidade faz com que as palavras por o com os fatos aversivos produzam reações semelhantes Essa reação. A T. I( un vivenciar o contrário do desejado: a ansiedade aumenta. não I v 111<1 1m.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão definem fusão cognitiva como a crença de que um pensamento que interpreta a experiência é realmente verdade. a "sabedoria" venceu e o terapeuta calou-se. e/ou querer proteger I liente que estava na "berlinda" pensando que ela não iria agüentar. f Ia fantasiosa o deixava irritado (separou a pessoa de seu I umportarnento). IIIIM r iva ou quiva. n p m f z r c ntrn v li ç Uma cliente com fala fantasiosa. Outros elementos do grupo concordaram e o II I lI' uta sugeriu que ela tentasse. 11 f Ia fantasiosa poderia ter mantido o medo de crítica. isto sempre pode acontecer no meio de uma ( ão na qual o terapeuta "muda de idéia" ou "vira a casaca". é uma comunidade social que exerce algumas influencias previsíveis em seus membros. Estes aspectos são particularmente importantes quando se conduz um grupo de ACT. Este é o caso do medo de crítica. m m 1" n~o tenha I1 Ivl I X ri nci versiva direta com I I I qlll . Excelentes experiências grupais podem ser observadas iuando o terapeuta ou algum elemento do grupo aponta para os ntextos sócio-verbais que estão determinando as ações e relações ti grupo. porque o contexto do grupo m si mesmo. I ( o lIlW I un nt . Nesse caso.1. Barnes-Holmes. Um membro do grupo disse que I ti nb m achava isso e perguntou o que ela pensava estar acontecendo 11 IClU le momento. descrevem o feito dos contextos (11 llt r lidade. assim como qualquer fato imprevisível que ocorra poderia ser considerado desruptivo em outra abordagem. \ 11 H to om I n I. nvencional que atingisse esse objetivo. Ela também lembrou das dicas de Walser e I' torello (2004) em relação aos erros mais freqüentes do terapeuta. I r via das dúvidas. da IV . provocava reações estranhas no li upo que não sabia como mostrar o que era real e o que era exagero. ) (Hayes. mas que 11 .

diferentemente da Psicoterapia Analítica Funcional (FAP). terapeuta e cliente foi aversiva e até que ponto. Gregg. Há formas diretas e indiretas para se obter essas respostas. A forma "indireta" seria observar. O foco até agora tem sido a promoção de aceitação emocional e a difusão cognitiva como estratégias para romper esquiva experiencial. o movimento do grupo para fazer outros confrontos. Brandão (1999) discute esse assunto procurando diminuir a conotação aversiva desse termo e definindo confronto como um "convite" a terapeutas e clientes para debruçarem-se sobre o "aqui e agora" da sessão e expor opiniões e sentimentos sinceros sobre o assunto em questão. Esses sentimentos es contextos) geram culpa e vergonha. não lI! monstrava sua emoção. o controle da raiva. I" 111 . Para a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT). 1'"1 4 anos. vistos como causa do comportamento. uma cliente de 30 anos. Entre as formas diretas há a possibilidade de questionários pós-sessão e. freqüentava o grupo para r menos ansiosa. tendo 111 vlv 11 I d P 11 I d mão. Nos seus relatos sobre sua história de vida chegou um contar para o grupo que a mãe tinha tido um "problema" quando I I \ tinha 10 anos e. li urdo razões convincentes ao comportamento da mãe que o grupo II H lo "entrou" na análise de Maria e não questionou as razões e as lil Ilflcativas dadas pelo cliente sobre o comportamento da mãe e " ntimentos provocados por ela na cliente. Essa é uma diferença entre FAP e ACT nos processos grupais: a FAP estimula análises interpessoais e a ACT intrapessoais. Nem sempre a relação terapêutica é o bJ tivo de interesse. sem que uma análise exclua a outra. A terapeuta também não II I1 1 (11 . principalmente. teve que se mudar para outra 1111 ide. na mesma ou em outra sessão. 11111 IIÇ~O aos pais. com 40 anos. 111 I". o rol de razões usadas como causa 1I 11 I comportamento da mãe e. Ao contrário. I queando a esquiva do grupo. e que só agora. Estava óbvio o controle que a cliente exercia sobre seus 111m ntos e os do grupo. precisam tlmular a percepção e vivência do cliente dos seus próprios ntimentos e sensações. termo bastante sugestivo (Callaghan. Um dos exemplos interessant controlar sentimentos pode s r visto n n m p pul r por r pr nt r mult rn: IIIfU nt). Esse era o caso 11" 11111) . 111 1 10 .Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão de aceitação no grupo terapêutico pode ocorrer com muita freqüência e na presença de controles bastante sutis. o processo Maria. para superar os controles sócio-verbais qu empurram para as tentativas de controle dos pensamentos sentimentos. menos "estressada". explicando. o que é mais freqüente. Ela respondia racionalmente I experiências do grupo mesmo quando se emocionava. resos no contexto que os mantinha na busca de controlar 1'' 111" A terapeuta não poderia deixar passar essa oportunidade li I I viII! 11 I r o controle dos contextos sócio-verbais e de promover O. Como quase todos I I( humanos têm sentimentos fortes (negativos e positivos) . Marx. & Gifford.2004). f 111 O grupo passou batido pela "frieza" inerente ao relato da . Ao relatar esse fato a cliente falou tanto. a análise do "aqui e agora" após cada situação de confronto. 111 1 10. seus padrões de esquiva f xperiencial eram tão freqüentes e consistentes que pareciam uma "c racterística inata de personalidade".r peitar a dor da cliente e a empatia do grupo. a proposta para o grupo seria uma associação entre ACT e FAP denominada FACT. escolheu. apenas falava sobre ela. em função disso. Ela ""11 I 1)\ I dll ndo que pais e mães são pessoas imperfeitas como . quando necessários. que compreendia os ataques 11111 /1 . as Itu ções de confrontação são convites à reflexão. Esse era o caso de Maria.. decepção e tristeza que o abandono da mãe havia lhe . Kohlenberg. I O contexto sócio-verbal em que vivemos torna muito difícil iva ou desprezo pelos próprios pais. a empatia pelos clientes do grupo que poupam I muito grande." hum nos. IIIn tratégia indireta para lidar com o problema. deixando a filha e o irmão (dois anos mais velho) com o pai. O terapeuta do grupo precisa saber se a confrontação entre grupo. O que foi vivenciado pelo cliente é o que precisa r captado.

I 1111II de viver a idéia de aceitação emocional. Maria permaneceu em silêncio e outras pessoas do grupo contaram suas mágoas (as dizíveis) sobre seus pais. as intervenções exemplificadas são 111 rrentes do material que surge no "aqui e agora" das relações 11111/s. 1987) e na Terapia de Aceitação I e 1IIIIplCrni so (Hayes & Wilson. A colega que havia feito a pergunta respondeu que achava que ela estava protegendo. e também começaram a falar de suas experiências e dores na infância. e dos seus i 11I 1i s "espontâneos" sobre as dificuldades que estão vivendo a I' 11 de seus problemas psicológicos que os trouxeram para a IIr " I "I . As extrapolações para o trabalho de grupo não precisam I1111I ri ca a seqüência dos exercícios apresentados. tornou a esquiv desnecessária. 1994). o caso de uma garota que tentou se jogar na frente de um trem porque a mãe estava morrendo. Maria foi reconhecendo seus verdadeiros sentimentos com relação à ausência da mãe e até as dificuldades atuais que vivenciava com ela. escolas e outros 11 pos sociais e comerciais facilitam a vida diária a tal ponto que u multas vezes o contato com frustrações é raro ao ponto de levar ao 111 ou revolta na hora de vivenciá-Ias. Até este momento. 1 J I Walser e Pistorello (2004) sugerem que a ACT em grupos nter as estratégias didáticas e vivenciais propostas para individual tal como exposto no Manual do Distanciamento 111111 nsivo (Hayes. exercícios específicos têm se mostrado 111 1. numa conf r n 1\ O/)H I 111' Jr ~ d Psicoterapi s. r f rlnd 1 t fie 11c 11111111 11111111111111111 111

qlH Ia provoca nas pessoas que as praticam e no trabalho de terapias que impedem a experienciação. Assim. no sentido "I '11I1I11c . validou a expressão de raiva do cliente mostrando que determinadas situações inevitavelmente geram este sentimento. Maria disse que não. 11111111111 e também para "firmar" a posição e disposição dos ivo). em que a mãe estava ocupada com outros filhos ou problemas. muitas I1 "11I) t m se mostrado úteis e até mais adequadas. Um cliente. sem possibilidade de explicá-Ios. como pânico ou transtorno obsessivo. Um cliente do grupo falou que também tinha sofrido muito com a falta de participação da mãe em sua vida. outra cliente perguntou para Maria se ela não tinha raiva da mãe tê-Ia abandonado. Vários elementos do grupo interromperam o relato da T. a partir de interações entre membros do grupo. A T. Nesse momento. Hayes (1997). reduziu a ansiedade e Maria desenvolveu comportamentos sociais mais adequados. Pais. criam-se pessoas do 11I s. Em outras sessões. como por exemplo. falou de sua raiva e ódio por nunca ter sido ouvido pelo pai. que teve um pai muito autoritário. Hayes continua dizendo que o suicídio uma tentativa de evitar dor. A sociedade contemporânea tem criado pessoas que cada v z mais querem evitar a dor e obter prazer. No entanto. Que as justificativas dela pareciam esquivas. Maria também reconheceu (e falou) da raiva que sentiu do grupo nesse primeiro dia. em vários momentos. Maria realmente tinha acreditado nas explicações e justificativas que foram montadas com relação ao abandono da família pela mãe. diss qu qulv XI ( 111 1111I 1i jlH ( 111"k / t mil 1 1 ) p I 'ÇJI ". Chorou ao contar as situações nas quais teve que se submeter às vontades dele. Por que você não teve raiva dela? Quatro anos de afastamento dos filhos é algo sério.1 rios para problemas psicológicos graves (alguns tipos de 111111rnos de ansiedade. quando foi sugerido que sua mãe tinha falhado muito e ela estava tentando "tapar o Sol com a peneira". spectos didáticos e exercícios n terapia de grupo estru- . defendendo a mãe.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão agressivos de seu pai na infância quando ela o contrariava por coisas sem grande importância. e não fortes. que tinha pena da mãe e entrou em outro rol de explicações. A aceitação dos fatos e dos sentimentos que ele provocavam.

1111crises de enxaqueca e insônia. censurá-I absurdamente por ser o que ela é (como ela seria outr coisa?). enfim enterrar-se vivos no rancor ou no ressentimento . I I t 10 cliente da diferença entre a ACT e outros tratamentos e I '1111 produzir um leve.11 fundo. Prefiro o alegre amargor do amor. da lucidez.11i 111111 Idl 1111 I 111 I IIle tlde I. A cliente relutava em .. da desilusão. 1994). Em outros casos tais estratógl podl ItI servir para produzir contextos f vor veis ao des nv Ivlm 1110I1 J exercícios ou para gr du r o . I r pois da aceitação e em conseqüência das ações em I v 1I res estabelecidos.I I I Ir 1I Um cliente. As estratégias didáticas também permitem cri t' IlItI melhor vínculo entre os membros do grupo antes qu vlv 111 I dos exercícios tenha início. pois os fatores desconhecimento e falta de previsibíll llll podem ser importantes em alguns momentos da terapia. cria uma confusão. A ACT.. É 1111/111 clientes voltem às questões de valores e metas no rue '1111 I terapia. vitórias e derrota I da resistência. o cliente já sabe que este é o caminho. pp 55).Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão da coragem e da lucidez? Será a saúde que se quer. cliente também apresentava dificuldade em I I P ir mult t mpo. tanto na proposta para indivíduos quanto par grupos. 1/111V d 1I1e1 '. Outros aspectos da ACT que podem dar início as sessões 1111111 I didática são os esclarecimentos de valores dos clientes e 11!llloll1lssos de agir em função das metas estabelecidas. 1997. que as razões 1IIII aos problemas (sentimentos) não são suas causas e que I 1/1 ulvas de controlar os sentimentos dolorosos são inúteis. Como sugestão.Ir I r v r Ivo d I um tlltWlln Ao x II 11cI dll e IIIH 111e) <111 A' ( I 11I ()'. fazendo ações voluntárias I 1111 p s ti. as primeiras sessões de grupo podr 111 enfocar a explicação do nome ACT e a questão da aceitação e fu cognitiva.. novos e mais agradáveis sentimentos ti () poderão surgir e serem experienciados. vão então acusar a vida. o que vinha causando prejuízo à sua 11ti I pl fi I 11 I. da vida em ato e em verdad . '1111 ACT é de difícil aceitação para todos porque é contrária ao I II comum no que diz respeito ao que é problema psicológico e I I I' causas. Iça I t . dá uma I. uma vez que a intimidade entre os membros do I "11 111 oplcia o aprofundamento dessas discussões. Dizer que o problema não é o problema. das quais os clientes vinham Ilv I I Ii tlvando para não sofrer.1 I li. sentimento de desamparo II ti vo (Hayes e Wilson. mas produtivo. . e aumenta o contato dos clientes 1II ttu ções reforçadoras. Propor a aceitação do sofrimento humano em vez de lI/ti 11 comportamental para não sofrer mais. Pensava em I I 11!l' I I ma ajudando "o outro". d sofrimento. e a dureza da realidade. constatando que a vida não corresponde às sua esperanças. desde o início (desde a nostalgia primelr. Exemplos de processos grupais podem ser usados P Ir deixar mais claro aos clientes experiências que eles pas I Hl Cuidado deve ser tomado para não revelar tudo que será apres nt l( I J aos clientes. ou possibilidade de fugir dele?" "Muitos. pode apoiar-se em estratégias didáticas que vis m promover a compreensão do trabalho a ser desenvolvido. que as alimenta). s agredidas. e que a vida só possa desde então n desenganar. sem precisar se expor. ou o conforto? A capacidade de enfrentar o real. II I " No (IlI nto. /' . A apresentação didática também propicia oportunidades para terapeuta discutir o comprometimento do cliente para com a ter f I e sua concordância em passar por algumas estratégias que ir ( mobilizar respostas emocionais. Se a vida n corresponde às nossas esperanças. com diagnóstico de stress pós-traumático. Prefiro a realidade.111111I 1 t r li ut li Ic 111. Deve-se explicar que a aceitação emocional diminui as 11' I de situações importantes. do combate. não é forçosament vida que está errada: pode ser que sejam as nossas esperanç que nos enganam. I 1111 mente a história do trauma devido a um duplo medo d IlIlIltlo 11 essão individual): medo das lembranças ruins e 1i di I( I lção ou pena dos membros do grupo." (Comte-Sponville.

segurou-lhe a mão enquanto o grupo as observava e voltou ao assunto. quem 11 1 III I narn ser para sentirem-se melhor? As peças brancas II I 1"1 I \ ? A pergunta é lançada ao grupo que fica a vontade para /I 1 11111 111 xporiência e responder a pergunta.presentados. Essa repetição dos (rCrCIOspode ser usada mesmo em terapia individual tornando a li riência do self. Assim. O grupo ouviu. em nada se opõe aos exercícios estruturados. Alguns elementos do grupo foram até ela choraram juntos ou demonstraram seu apoio.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zi/ah da Silva Brandão grupo explicou a ela o que era Terapia de Aceitação e Compromisso. são apresentados aos clientes. e ela se dispôs a "enfrentar" o grupo porque achava que precisava melhorar. Com o desenvolvimento das sessões. o I 1III xl m que tudo ocorre. usando explicações e as interações do "aqui e agora" do grupo. (i 1/111 podem ser a. Em outras sessões ela foi conseguindo falar do trauma. natural no dia-a-dia dos clientes. O "eu" não é o seu comportamento' não é seu r 1111111 nto. permitindo que os contextos de literalidad da razão e controle sejam flexibilizados pela vivência grupal. sendo que alguns têm se mostrado mais "naturais" e produzido melhores resultados. As explicações sobre o self como contexto tendem a criar I I II \ confusão en. tolerar cada vez mais suas emoções produzidas pelas lembranças e chegar à exposição da situação traumática de forma cada vez mais descritiva e nua de adjetivos ou superlativos. teve um "desligamento" e não conseguia se conectar a nenhum assunto. nunca uma estratégia didática pode substituir uma vivência ou uma experiência produzida por um exercício ou análise do "aqui e agora" da sessão do grupo. A proposta da ACT. é evitar o control excessivo por regras na psicoterapia e produzir mudanças por meio da recontextualização. falta 1 Ir controle e aceitação. mas a seqü n I. É pedido I lI! I1l s que fechem os olhos e imaginem em jogo de xadrez II1 'IltI \ peças brancas são seus pensamentos e sentimentos "11 I u pretas os ruins. mesmo que alguns deles tenham sido vivenciados. V~cês se sentem divididos nesse jogo. Mas sentiase amarrada. fechem os olhos e se I 11111111111111 I P rt d I olhando para si mesmos. I tr r IpC li' I I o I I repara os exercícios que poderão ser úteis. Os exercícios para cada meta da ACT. a terapeuta foi até a cliente. para desenvolver o "eu observador" I I I 1111 Jlr clientes que. quando o grupo a estimulou para contar. Vocês ora correm com a peça branca. e cada um de seus membros demonstrou-se disposto a entrar no processo de grupo e falar de suas dores. mult 1 das oportunidades de apresentar os exercfcios s. 1987) é muito ints para o cliente entender e vivenciar seu eu. A metáfora do tabuleiro de xadrez (Hayes. O "self" como contexto é definido como 11111 \ I rspectiva de ver a vida a partir de um referencial único e 1111111 ív I que permite ao indivíduo "se ver" e "ver o mundo" sem se I 111111111 IIr com ele. Neste momento. como contexto. Ela ficou olhando-a apavorada e depois caiu no choro. já sabia. onde o jogo acontece. 11. 111' lei P I 1"/1 0. só para lembrar.tre os clientes do grupo. sentados. Essa forma de trabalhar. uma vez que seus valores e objetivos eram bem definidos: trabalhar na Cruz Vermelha Internacional. Em I un m m nto do pr I dI 1 V 11 10 do progr li 1If1 111 I Iele (11. colocadas diretamente.o produ Id 10 próprios clientes. Quanto aos exercícios propostos no protocolo da ACT. fez auto-revelações. Todos estão alinhados em cima do tabuleiro " I" 10 meça. contando baixinho para ela a historia do trauma que T. segundo Walser e Pistorello 110 1 É o caso dos exercícios para promover o contexto do self (2004): r co~eço ou fim de cada sessão grupal. que podem ser desenvolvidos na mesma sessão para aliviar o impacto negativo que algumas vivências da ACT. pode ter variações. podem provocar no inicio do grupo. É o observador de tudo isso. No entanto. 1 1I 11 i I x rcício. fez perguntas. Ela não conseguia falar do trauma e durante uma sessão. descritas neste pitulo. mas essas sensações 111 li II m ser aproveitadas para trabalhar desesperança criativa. 111 1I1111l1'1) \ I P rq 1111 1: III m viu voe s ntado qui? Quem I ti til t P( 1I

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11 (lI utr 11" C c rI< I I r m nt d "li" r Iv I? I{ II . Depois . A resposta certa é I IH' I ri m ser o tabuleiro. ora com a 1 1 I pu I i. pensamento ou ação. estes são usados t nto para o grupo quanto para o atendimento individual. segundo IV liações informais do terapeuta e mudanças do comportamento tlr cliente na sessão.

Algumas P I I 1)( st defensivas mais freqüentes são as de risos. Utilize um qu dr "n or" 1 enhe um cfrculo. I " II I' xp ri ncias. ( II nt os participantes com sentenças do tipo: "perceba 111111) r os quais você está olhando são humanos". Explique que não há 11)1 de evitar completamente a dor. sem forçar. m nt rio d I t n. I onseguirmos Os membros do grupo freqüentemente referem-se aos nas sessões seguintes.. funciona destacando as ditsr n I ntre dor e trauma. e pode se tornar um hábito entre as pessoas do grupo. Depois de cada camada desenhe outro círculo em 1 1111 explique que o círculo mais interno de dor é somente isto. dentre outras. Depois de um temp as pessoas se acostumam com o que está escrito e as palavr vão se livrando de seus significados. perceba que o círculo vai crescendo: . trabalhar longas horas. "deixe I 111 11 lrl o que você tenha sobre a outra pessoa e permita"1 I II I /)111 I". buscar brigas. O ( II 11111"1 111mmeio rico para a exposição e transformação das funções I. Quem vai ganhar a luta? Quem vai cair no precipício? Como vencer a luta? As melhores respostas são as que sugerem largar a corda. observando que. Evite expressar interpretações I 1111I. II d I IHI< 1111111 1 IIIe I nlllC "I n" 11"1111111 • (l' " I I II uma dor vai acontecer.Prop lu por Walser e Pistorello (2004). abandonar a luta contra a ansiedade e aceitá-Ia. seus principais defeitos e depol os colem em suas roupas. A reação do grupo é de estranheza e nenhuma explicação deve ser dada até que todos terminem o exercício e discutam suas sensações.o é um I /1 I) . tentar suicídio e vários 1 I 1111< Então.". O grupo oferece boas oportunidades para exercícios de difusão de idéias. Só com jeitinho. e escreva o que eles dirão entre os dois círculos. à beira do precipíc!o. Isso pode servir de gancho para r aos clientes que estão discutindo suas lutas: "você acha dentro ou fora do círculo?".. Há uma perda de respostas ao contexto de literalidadc . sem conversar ou se comunicar. entre an~iedade (imagine um dragão) e o cliente tentando controla-Io.llVI I "dOI". escrito 11 . O grupo fica ligado apen nas pessoas. em vez de dizer que "meu marido acordou com cara feia e queria me provo~ar para poder sair de casa . Ao dizer isso desenhe um círculo maior em VI III do primeiro. usando uma abordagem didática e interativ . nós sentimos . em cartões. para que possam ver um ao outro e I I seus cartões enquanto passeiam pela sala.. faltamos às aulas. consiste em pedir a todos que escrevam. no qual as pessoas ficam com os dedos presos em canudos de palha se tentarem tirá-los com força. 11 (1t1 f' I ç. . A "fala convencionada" é o mais fácil deles. Outro exercício para abandonar o controle é o "cabo de guerra". Dois exercícios são interessantes. e depois nos culpamos por I 1111 S aulas. ntão bebemos. no qual os /I 11/1111' ntam-se de frente um para o outro em pares. eles irão sair. I I1IIl111os tais eventos privados.. 1I 11ft ( quiva do contato visual. Assim. as experiências aversivas que tentamos 11111 controlar. Esta simple mudança deixa clara a diferença entre o fato (estar de cara feia) e o julgamento do fato (eu acho que está). proposto por Walser e Pistorello (2004). Outros exercícios podem de 111111111111 movimento terapêutica. luta imaginária. criamos o trauma. São 1IIIhIr I I Ihar o outro nos olhos. integra por ser muito útil e interessante para grupos de ACT. O das "algemas chinesas". tornam-se medos de rejeição interpessoal. Outro exercício de difusão cognitiva bem interessante par grupos. I Illmas das estratégias que eles dirão provavelmente serão a de 111 )(r. Em sua maioria. 1"111I I aceitar a dor.p rmita que os membros do grupo compartilhem I. xplique qu I 111 IVI I vlt V 11. mas que se deve avaliar "o ma 11" é que nós tentamos fazer quando experimentamos dor?". I I" 11110 rcebem as reações e as deixam acontecer. Continue esse processo por mais três ou 5 11111 I 111 .. nquanto r v no u int ri J' I P ." poderia ser dito "eu achei que meu mando acordou de cara feia e pensei que ele poderia querer . I I 11I() screva "trauma" no círculo mais externo. seja ela alguma morte inesperada ou não uma promoção. Peça 11) integrantes do grupo para que mostrem algumas formas de I umo evitamos a dor." 11. Outro exercício é o de disposição e aceitação. p ra o Um exemplo disto é o exercício "olhar para".Terapia Analítico-Comportamental em Grupo \ Maria Zilah da Silva Brandão Abrir mão das tentativas de controle dos sentimentos dolorosos também é uma necessidade constante no processo de grupo.

O grupo. e manter compromisso com a ação e direção escolhida. Na terceira " 1111 ~o o cliente caiu no choro e gritou que não queria mais pensar. e o li 11 Ir por estar parado. Um será a ansiedade pedindo para p r r. dI VI xmttnu r n dlr III f nabelecido mesmo que as dúvidas. A sua resistência em aceitar o f. e que fosse falando em voz alta o que ( I IV sentindo e que não tinha controle sobre isso.111 s próximas cenas. Mas se o cliente aind se recusar. Um cliente d\) rupo. O objetivo da ACT é a construção de ação comprometida. em um dos seus grupos. pediu que ele durante a meditação. buscada pela filosofia. olocada na hora certa pode produzir material importante. sem relutar. I '111 . uma 111 t IfI I 1111I.tI Ir de aceitação como saída para a esquiva emocional. Quando o cliente parou de chorar a T. Ele saberá que o problema é fusão com o conteúdo negativo e é importante que você converse com ele apó o exercício. 111'nicio da sessão. praticar difusão cognitivo. Você pode encontrar um cliente que se recuse a se levantar e se comprometer na frente do grupo. apenas ouça. Um exercício de comprometimento é conhecido como a "Grande Olhada".I . é necessário compaixão por parte da terapeuta. Cada passageiro já deve ter rec bldo antes um cartão (ou recebido instrução) dizendo qual o seu P I ( I como passageiro. 1 11 y s e Wilson (1994) descrevem várias delas. O uso de metáforas também é uma excelente forma de '111 111 mente. Deve. despindo-se de todas as suas defesas. Quantas dores você quer ter? 11 I prtmeira é real e inevitável! I Alguns membros do grupo concordaram e deram 1. Os membros do grupo se I ruxlmaram e o confortaram dizendo para ele não entrar na luta e 11 f " Ir sua angústia.( fazer com que o grupo represente fisicamente um ônibus com um dos clientes como motorista. já que comprometimentos feitos em grupo são mais prováveis de serem seguidos. cuja vivência pode levar a vários objetivo tais como desenvolver o contexto do self. um por um. u110 será a raiva gritando que está no c minho errado. no qual ele não tinha controle 1. Walser e Pistorello (2004) relatam que este exercício foi unanimemente declarado como o mais benéfico da terapia. que se 11111n lmpr scindíveis na aplicação formal ou informal da ACT. u 1\ I. Já que este tende a ser um exercício poderoso. O m I ri .f' n I não é apenas uma proposta de I 1id hum na. evitando o controle instrucional na terapia. pedindo sua disposição para vivenciar o que I I IV sendo proposto. que já tinha sido tratado de TOC na terapia individual.1r Imento mobilizou o grupo. devem ir até a frente e passar um ou dois minutos olhando nos olhos de cada cliente. olhasse para seus pensamentos obsessivos I f f 1111 e eles fossem parte de um filme. HI 1 I . e os outros como passageiros (p I ter um ou dois observadores). nada melhor do que voltar a l. t va cansado e que não tinha cura. e outro p a crítica dizendo que est dirlqin m I ou o m do di n ônibus vai bater. e o grupo tentou ajudá-to usando I umplos pessoais. Quando isso acontecer. os gritos. Wasler e Pistorello (2004). . e os sentimentos oontracitórios estejam presentes. A prática clínica tem demonstrado uma ótima aceitação do exercício "motorista do ônibus" proposto por Hayes e Smith (2005). I f 11 I dor e de outros sintomas psicológicos. Isto deve acontecer com o silêncio dos membros do grupo e com o encorajamento verbal da terapeuta. A T. Ela consiste em fazer com que todos os membros sentem-se e. . e o contexto de grupo pode ser bem útil para se conseguir motivação. direcione-se a outro membro. e depois discute suas impressões. I I' I III do por lutar contra ela e assim torná-Ia mais poderosa. fazendo assim com que o outro membro saiba que retomarão em alguns minutos. disse '1111 I stava tendo três sofrimentos: um pela dor real da obsessão. tpl sentou dificuldade em praticar aceitação de seu sofrimento I 111 ado pelas obsessões. ti" ·111 0 quivas e graduando o contato com a dor. I It ç. de olhos 11ihados (isso pode ser sugerido em quase todos os exercícios). 111 nsa no que acabou de viver. continue.lpl de como tocaram sua vida em direção aos seus valores. Para finalizar este capitulo.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão momento adequado para apontar comportamentos de esquiva sutis. em silêncio. perdendo oportunidades de ter prazer em f tllll I tividades do seu dia-a-dia.o um n .dI I Ipl I.

por exemplo. Ir a uma loja Implica uma razao I' 11 \ li.por exemplo. 1987). como forma de lidar com o sofrimento e não de evitá-Io.nesta quebrar as regras e estratégias que o cliente possui esquivar de seus pensamentos.. A Terapia de Aceitação e Compromisso tem como objetiv fazer com que o cliente aceite seus t dos do organism . dizia Pascal. que podem ser definidos historicament~. '111111 cida como Contextualismo 4. Esta terapia tem como base teórica a Teoria dos Quadros I Ii I cionais (RFT). 2004). "Todos os homens buscam ser felizes ". e são eventos com 11111 \ ItI.1 I intervenção veio bastante detalhada e com ~á~ias I1 1 lI! I I.. o que torna o contexto terapêutico mais eficaz. Esses eventos Implicam 1111 \ 1111r ção do organismo com o ambiente. Não se dá fim aos seus dias senão por sofrimento ou tristeza . é a doença.1111"1111 IIII til dI[ I nt m n trn 11) A base filosófica da ACT é uma variação do pragmatismo Funcional. unbiente a fim de ter resultados mais produtivos para o seu bem • I r (Hayes.. um meio para se chegar lá. independentemente de quais IIIII I s são comparados.<111 nv Iv m t ntativadecontrolaros t . considerando a pouca literatura no Brasil sobre essa área. (ventos relacionados (relações não-arbitrárias). A "'1'111.l ria e propósito (Hayes et aI. a ação perde o sentido. ( olher o maior de dois objetos. que tem como ponto central a premissa de que hu~a~?s '1 li ndem a relacionar eventos sob controle contextual arbitrano. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) é baseada na visão de que a linguagem coloquial pode ser fator responsável por muitos problemas do sofrimento humano. Isso ainda é procurar a felicidade que é fugir do sofrimento. tudo isso ju~to. O Terapeuta deve paciente que todos os seus comportamentos t gora não surgiram efeito "benéfico" em suas 111 11/ I IV( r Iv . exercícios para cada passo do processo terapêutíco. Mas apenas humanos conseg~e~ ter o ' nder relacionado com o controle contextual e aplicá-lo em II pc . o cliente deve abandonar II II '(IIIPOIIUllI111 .p 10 contrário. l lumanos. A ACT está ligada a um programa de pesquisa básic por ter um compromisso com uma análise com precisão. Twohig & Wilson. proposta original de intervenção clínica e pesquisas com grupos "Não é a vida que a pessoa recusa. é da infelicidade que foge. (hístórta ~e '1"1 nrllzado) e pela situação (antecedentes e consequentes atuais. O processo clínico da ACT foi descrito em detalhes pela III til " I V Z no Manual de Desesperança Criativa (Hayes. Strosahl. pp 47). ir a uma loja.Definição. Muito já foi dito sobre ACT neste capítulo. oferecer alguma idéia sobre pesquisa nesta área. Bunting..port nto.nis. ilustrar es~e 11111111 I . ~e o I_ IIIt I ( perde.. como também não-humanos. éa velhice. um lugar. bases filosóficas e teóricas. Essa terapia integr conhecimento científico sobre comportamento modelado por contingências e relações verbais. Não é a felicidade que ela despreza. "(Comte-Sponville. e tende não ver sentimentos ou pensamentos com causas no sentido mecânico (Hayes.. 1111 I I o resumidas a seguir. 11 11 I' ). Resumo da ACT . 1'1< I rio p ns m nt " ntim nt m . mas.n:o e o I 111111 xto. "até aqueles que vão enforcar-se. p nsamentos e emoções. belecer um estado de desesperança criativo . 1997. 2004).. A RFT é uma teoria da linguagem e cognição luunana. foi acrescentado esse tópico que pode fornecer melhor base para terapeutas que são iniciantes no assunto e.. 1987). é o sofrimento. é o isolamento . O Contextualismo vê " I V ntos psicológicos como uma interação entre o orga. " Matam-se para não sofrer mais. VI ntos que não são relacionados formalmente. também. con 1c1 rn 1 pc r le como aversiv Qu ndo a pessoa p r d lulru WI1II I I 11. O suicídio não escapa ao principio de prazer . tais emoções em alguns casos 1111111 111 Ir un I r'r Ct n I . para não ser mais infelizes. são capazes de responder I II I ções de estímulos que são definidas pela propriedade formal d.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão pela religião e outras áreas. Ações comuns podem ser utilizada~ ~ara.

aversivo para nossa sociedade.é ensinado para o cliente a discriminar o que está pensando do que realmente está acontecendo.envolve tomar uma postura de não-julgamento e de levar em consideração a experiência de pensamentos. têm I l)f .A tendência que os humanos têm de viver m um mundo excessivamente estruturado pela linguagem literal é chamada de Fusão. a literalidade das palavras é posta em cheque pelo terapeuta. Na meta 3 .Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão pensamentos. o terapeuta pode. O terapeuta pode ensinar o cliente mudar a linguagem 11 essão para descrever eventos privados. de várias maneiras. "deve permitir que a luta pare". nseguem distinguir uma palavra conceituada verbalmente cI uma que está sendo diretamente experienciada. pedir pra que ele screva sobre eventos dolorosos. que pensamento não é causa de comportamento. O objetivo I difusão cognitiva é ajudar o cliente a detectar as I r priedades escondidas da linguagem que produzem essa 111 NO. com o auxilio do terapeuta. 'I ifusão cognitiva . O modelo de intervenção da ACT. como esses são particulares da história de vida de cada organismo.O problema é o controle .Distinguir as pessoas de seu comportamento . além disso. ou seja. Na meta 4 . que 11til I I \Iti fi . o cliente tenta.O ntimentos e os pensamentos. esclarecer para o cliente como os pensamentos diferem de pessoa para pessoa. muitas vezes não correspondem ao estado real das coisas. Aceitação .AACT promove I tlvo. exemplificando para o cliente que o mesmo evento ambiental pode evocar diferentes comportamentos em diferentes pessoas.o cliente. sentimentos e sensações corporais como elas ocorrem. que é um manual treinamento de terapeutas.Assumindo um compromisso de ação -. foi atualizado 1111 vários momentos da obra de Hayes. por exemplo. Nessa meta é. alguns com propostas interessantes e dirigidas a irupos específicos. sem 11111 nto ou avaliação excessiva.1111 I . embora sua essência I mpre tenha continuado a mesma.o terapeuta enfatiza que. assumindo compromisso d ção e mudança de seu comportamento. Depois. aberto e indefeso contato com o momento presente.Permitir que a luta pare . Mostrar para o cliente que sensações e pensamentos. Nas meta 5 . e que essas emoções não impedem de realizar nenhuma de suas ações. Hayes. literalidade se refere ao conceito que certas palavras têm para a comunidade verbal. deve levar o cliente a aceitar suas emoções de modo natural. 2004): I. o client gora mais preparado deve assumir um compromisso de ação. por exemplo. o cliente "aceita" seus sentimentos fazendo parte da sua naturalidade. I mo contexto . Hayes e W Iser (2007). Wilson & Gifford. O terapeuta deve elucidar que sentimentos aversivos fazem parte d vida de todos e que temos que aprender a conviver e aceitá-Ios. junto com o terapeuta deve traçar estratégias para um Intervenção efetiva nas contingências. Ou seja. Sendo assim o terapeuta deve enfatizar a dificuldade que se tem em controlar os sentimentos. como por exemplo. O cliente "aceita" seus sentimentos como fazendo parte de sua natureza. p dldo a eles que descrevam o que está presente.Ajuda o cliente a distinguir entre 1I n I hum n s privadas e o contexto em que essa I I li I1 11I I nt . qu R c ntemente. apresentando um nível de tolerância maior aos pensamentos aversivos. foram realizadas várias public I r m qü n Ia e exercícios de int rv nç 111 dificados. muitas vezes. I' Ir i so os clientes são treinados a observar e notar o que I pr sente no ambiente e em experiências privadas. para passar a apresentar um nível de tolerância maior os pensamentos aversivos. em suma. de 1987. Humanos normalmente não . e pode ser descrito por seis lHO essos (Strosahl. Nesta etapa. I I P 1111 qu s nti ou pensava. Isso os ajuda a começar un I I r v r suas experiências. Para ajudar o cliente a promover aceitação. tais tentativas são fracassadas. ou seja. controlar suas emoções aversivas. o livro de Hayes e Smith (' 005) que é destinado a clientes e o dos autores Luoma. Na meta 2 . a palavra ansiedade tem valor ruim. a tentativa de controlar os pensamentos e sentimentos se torna o próprio problema. o que traz maior desconforto psicológico para o cliente. \ I nlr r em contato com o momento presente . também.

. O artigo escrito por Ossman. ou seja.1/)1social. com sessões de exposição. l'IU II1 ti. Wilson. nessa última década. visto que não implica I' II I mudança. d. l. AACT pode trazer três benefícios para o cliente na medida em que este pára de se esquivar de seus pensamentos e sentimentos considerados aversivos e que entra em contato com o contexto que evoca tais sentimentos. o impacto desta estratégia no tratamento 111) sintomas da fobia social em comparação com intervenções .1 por medo das sensações. e a selecionar valores como uma questão de escolha. alteração ou eliminação dos conteúdos privados.I. Um terceiro benefício é o aumento do potencial para a ação produtiva. Tal terapia sofreu muitas criticas por parte dos Analistas do Comportamento por ser considerada "cognitivista". 1". 5. e não contra eles. memórias. emoções. definida como um processo eomportamental II 111 '1"1 I soa evita contato com determinadas situações e I' 1I 111. mud nças no contexto e na função 1'"11<1 qlH . a ACT pode ser utilizada 111 I I p 1Iv r do nfoque na forma e no conteúdo do medo I 11111' lc I P I. Outro beneficio é o contato com reforçadores que em virtude do comportamento de esquiva não eram experienciados.1 11111111 I ) ." torrna combinada com outras técnicas. junto com o terapeuta. I N caso da ansiedade social. sendo assim o cliente aprende novas maneiras de agir no contexto aversivo obtendo melhores resultados de sua interação com o mesmo (Brandão. 1997). como estratégia de intervenção comportamental. A meta é construir padrões comportamentais que comecem a trabalhar a favor do cliente. • P r.1 d frim nl p I 16 ieo." vitação experiencial. Storaasli & McNeill (' 06) procurou investigar o impacto da Psicoterapia de grupo II I eada na Terapia de Aceitação e Compromisso. 6 f / . hllndo inúmeras estratégias clínicas. ora .o compromisso envolve definir metas em áreas especificas e agir sobre essas metas. I I icoterapia de grupo cognitivo-comportamental. pensamentos I I I IIII \ evocam.I is e amizades para os participantes. grandes adeptos no mundo. ligada intimamente à 11 li xp rieneial. encontra. sentimentos. Enfim. Já aACT. 111 instruções para os clientes praticarem as habilidades de li" 11 Mas nas situações cotidianas no contexto social. e desta maneira não avalia a I I I 11 I d experiência privada indesejável como alvo definitivo do () d mudança cornportarnental. Uma pesqui \ em particular pode mostrar a confibialidade das medidas utilizad e apresentar excelentes informações para o terapeuta trabalhar c m fobia social ou outras queixas. Valores -AACT ensina aos clientes a distinguir entre escolhas e julgamentos. a Terapia de Aceitação e Compromisso ganhou. I Atualmente. O terapeuta deve ajudar o cliente a perceber que ele não é seus pensamentos. 101I social. Dentre as formas de II II unento cognitivo-comportamentais mais estudadas. I I I li) idera a tentativa de controle ou mudança do conteúdo I' I' IIloCJI o como problemáticos. modelo cognitivo-comportamental. explorando a efetividade da ACT na diminuição do nível . provavelmente as emoções aversivas associadas a esse evento perdem força e entram em extinção. Muitas pesquisas na área clínica têm mostrado a diferenç \ entre as duas abordagens e a ACT e mais efetiva. Ação e Compromisso . O cliente. I uqnitivo-comportamentais e mudanças no valor das relações I H. No caso . o cliente entra no contexto que antes se esquivava ou fugia e obtém reforçadores desse contexto. a principal premissa que guia as intervenções • 'I 11111lvo-comportamentais a de que os indivíduos podem superar é '111 111 111 jar os sintomas de ansiedade através da mudança do I 111111 e da forma dos eventos cognitivos ou comportamentais. deve traçar estratégias para uma intervenção efetiva nas contingências. Nestes casos.11. Os clientes são desafiados a considerar o que eles querem em diferentes áreas de sua vida. que combina " "llc s de reestruturação cognitiva. proposta por I ven Hayes com clientes fóbicos sociais e teve como principal 11111 investigar o efeito da ACT no tratamento de indivíduos com tivo 1.1.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão que passar a serem vistos como produtos de uma história comportamental. a terapia cognitivo-comportamental é o modelo disseminado e pesquisado de tratamento para a fobia social. ora de forma isolada. Porém está idéia já está ultrapassada novos estudos sobre esta área têm sido desenvolvidos. 6.

espera-se que a seriedade da proposta da ACT. III ( ssariamente. A medida principal e os processos de medição foram administrados durante a etapa inicial da terapia. na mesma ocasião. a Escala Multidimensional d Controle. valorizar e respeitar a dor inerente podemos nos comportar ) . individual e em grupo. Neste primeiro contato por telefone foi administrado" ainda um breve "inventário". Os resultados encontrados nos estudos apóiam 11 premissa que. Estes participantes foram divididos em três grupos. com as categorias diagnósticas do DSM para a fobia social. também 11 p 1/ I nálise da relação terapêutica como base para a tal . que avalia aspectos somáticos. I t positiva correlação entre a diminuição da evitação experiencial ) sintomas de fobia social é algo importante para estudos futuros. além da diminuição dos sintomas de fobia social entr ) p rticipantes. bem como a amostra I. que investig os domínios da vida considerados mais importantes pelo participantes. 1/1 111 ti 1 ~o d comp nh m nlo. No protocolo de pesquisa havia 10 sessões. foram utilizados o Questionário de Aceitação e Ação. a sua coerência com . I Illvamente pequena de participantes. 1111111 Ipl do behaviorismo radical e riqueza do material já testado . Além do mais. Além disso. pode-se reduzir a evitaç 10 xperiencial e aumentar a adoção de valores nos relacionament clais.11 1"111(V 1 p ra a clínica. Para a medida principal foi utilizado o Inventário de fobia social e ansiedade. I l/forma geral. foram incorporados no estudo quatro medidas dependentes. que objetiva principalmente medir a disposição individual para a experienciação de sentimentos e pensamentos e a capacidade para se engajar em ções que propiciem superá-Ias. posteriormente contatados por telefone. o que é um presente I 111 I \I> ut que procuram intervenções eficazes para os clientes. os dados obtidos mostram redução 110 pós-tratamento e a redução foi mantida no acompanhamento. cognitivos e comportamentais da fobia social através de uma ampla gama de ambientes e situações sociais. pudessem ser I I1I II \ S por meio de processos considerados universais. uma medida de resultado principal e três processos de medição. (1997). A redução da Esquiva Experiencial e a 1'111111 >ç o da Aceitação parecem atender perfeitamente aos I '1111 11. III pr Hayes.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Ziláh da Silva Brandão No estudo foram incluídos 22 participantes (11 homens e 11 mulheres) que foram recrutados via anúncio de jornal e. a redução de sintomas como meta do tratamento. Estes foram integrados às sessões de tratamento utilizando-se para isto metáforas e exercícios de grupos experienciais. ). I Iv Idos em todas elas. li tr (li 11(11 ti 1111 til? d Int rv n Enquanto a medida da fobia social não tenha sido alvo (111 to da intervenção terapêutica. que procura mensurar a percepção dos indivíduos quant o nível de controle individual em relação aos eventos cotidianos ou dos outros e o Questionário de "importância da vida".I II I ixamento. I 1111' as limitações do estudo podem-se citar a ausência de I undlções formais de um grupo controle. com a utilização da ACT. de diversas abordagens. "I. realizada terapeutas-estudantes. I Os resultados aqui apresentados têm algo de sério e endente ao apontar que a redução da esquiva experiencial e 1 1" moção de aceitação emocional pode produzir aumento de 1 1IIIIp rtamentos que eram conseguidos por estratégias especificas I 11 1 lidar com ansiedade. a escala individual de adoção 11 r I lon mentos social <i rnll I umentou significativ m 111 1 I n d 10 . Já para os processos de medição.I v r I til 11 . estratégias de enfrentamento e exercícios . com duração de 2 horas cada uma. sendo adotados inúmeros padrões comportamentais baseados na aceitação e organizados em torno dos 6 eixos principais. I 11111 I irnb m atendam a audiência cientifica. sugere que as psicoterapias. . e receberam a mesma intervenção. I I truturação cognitiva. tais como dessensibilização sistemática. Kohlenberg (1997). numa conferencia no Canadá. s a ser adotados no processo de integração das I' It 111 rnplas. 111" I' II I ( 1 Ir r tudo que foi discutido neste capítulo.e ( . é importante salientar que a fobia social considera 110 (vel alcançar amplas metas terapêuticas sem adotar. treinados para intervir utilizando ACT.

In: S.. & Lillis. (1991/2001). C.What is acceptance and commitment therapy. K. Training.7 ). 111111 Trial in South Africa -A pilot Study.G.C. A. 44. M.C. An ACT Therapy Processes. Hayes & I . B. N rw 11. (2005). (2001)... E. Callaghan. Relational Frsuu Theory: A Post-Skinnerian Account of Human Language and Cognitl 1/ Dordrecht: Kluwer Academic/Plenum Publishers. & Gifford. & Gifford. S. The Behavior Analyst. 1\ I 1111. (2004). Ir. ACT in group tormat. In R. Psychotherapists in Clinical Practice: Cognitive and Behavioral Perspectives (pp.. & Tsai. (1997). K. R. S. Hayes.. PsicoterapiaAnalítica Funcional: ..).S. São Paulo: Martins Font illll( nberg. Marx. . II 11 Ido Relações Terapêuticas Intensas e Curativas. Hayes. K. então. A. 6(3).C. Hayes. Melin.Training Manual for Therapists. F. Kerbauy e R. B.Strosahl (Eds. (2007).J. J. Comte-Sponville. Barnes-Holmes. 41. S..Strosahl (Eds. E.Acceptance and ( ummitment Therapy: An experiential approach to behavior change.I . & Wilson. A 1'11 IIlilln iry Investigation of the use of acceptance and commitment therapy I1I 1111I1p:reatment for Social Phobia.. Acceptance and commitment therapy: AIII rlng the verbal support for experiential avoidance. FACT: The utility of an integration of Functional Analytic Psychotherapy and Acceptance and Commitment Therapy to alleviate human suffering. Wilson. K. Psychotherapy: Theory. que oprime você. Twohig.C.11111111 d . J. International Journal of Psychology 111 11' V. Hayes.(2004).C. M. Abordagem Contextual na Clínica Psicológica: Revisão da ACT e Proposta de Atendimento. Kohlenberg..C. 397-416. 1-25. R. (2006). Get Out of Your Mind and Into Yí til 1/11 The New Acceptance and Commitment Therapy. I1 I. Jacobson (Ed. (2004). 11d /1111111J. J. K. R.G. K. Tradução organizada 11111 I LR.V. s. que suporia um perigo real. e de sabe-se lá o quê. 667-688. Bisset. Wielenska (orgs)./7 logical Therapy. J. pp 13). M 'I ' 90 11 .v. Hayes & 1 II . não é a mesma coisa ter medo de um cão real. Processes and Outcome Behaviour Research and Therapy. Beyond freedom and dignity. E. (1987).. .. Os sentimentos. possuem esta característica da incontrolabilidade que tanto incomoda. I I " Ince & Commitment Therapy Skills.D. Bond. M.. II Iy s. Oakland: N w H ri 111 t Publications. C.W.'IIJ!. & Roche. Hayes & K.. I 'I IIminary Trial of Twelve-Step Facilitation and Acceptance and I nuunltment Therapy with Polysubstance-Abusing Methadone-Maintained I 11'1 Addicts. Therapy. A contextual approach to therapeutic change. Storaasli. Santo André: ESETec. S. Intervention. R. L. A Practical Guide to Acceptance and Commitment ( 111I'I I (pp. Research. 1999. lt lluv Referências Brandão. NV: Context Press.C. Practice. J. S. Será tão simples.. B. que só se basearia nos perigos imaginários. (trabalho original publicado em I I J 11). M.. D. 1-30. (1994). M. Dahal. 111I1I1)rn. Strosahl. (1999). Bom Dia Angústia.327-387). porém? (Comte-Sponville. Toronto. Wilson. A: PI num Press.G. 89-303. Gifford. Epilepsia. ("004). & Walser. Strategias and Therapist .& I torello.. WA. T. CA: New Harbinger & Reno. .C.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão (em algumas ocasiões) de formar a produzir contingências menos aversivas. ) 111 I I. (2004). & Piasecki. (20 () Acceptance and Commitment Therapy: Model. 35. & Wilson. Wilson.G. (1971).. New York: Alfred A. 47 (12). S. Masuda.D. F.C. Hayes. (1999). da angustia. In S. 31-58. Luoma. S. & Mcneill. In N.). New York: Springer..C.D. I LI . S. Gregg. S.2173-2179. (1997). Hayes. Spencer .C.) A Practical Guide to Acceptance and Commitment tll/ rapy. Canadá. G. B. Evaluation of Acceptance 11111 mmitment Therapy for Drug Refractory Epilepsy: A Randomized . K. Bunting..S. . Behavior Therapy. C.D. II iyes. (2006). J. .G.B. New York: Springer. B. que ameaça você. New York: Guilford Press.Z. A. In: S. l lnyes. Acceptance and Commitment apresentado no Sepi XIII. C. Sobre comportamento e cognição: psicologia comporta mental e cognitiva: da reflexão teórica à diversidade na aplicação. 195-207.. & Keis. Learning ACT: An I.. até mesmo não teria objeto. Strosahl.. G. R. S. Trabalho Hayes. K. Quanto mais você se esconde mais o medo aparece! Costuma-se distinguir o medo. New nrk: The Guilford Press. & S.. K. Kerbauy. D.W. S. Vo14. & Wilson. por certo.) A Practical Guide to nd Commitment therapy.

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qlH Ia provoca nas pessoas que as praticam e no trabalho de terapias que impedem a experienciação. Assim. no sentido "I '11I1I11c . validou a expressão de raiva do cliente mostrando que determinadas situações inevitavelmente geram este sentimento. Maria disse que não. 11111111111 e também para "firmar" a posição e disposição dos ivo). em que a mãe estava ocupada com outros filhos ou problemas. muitas I1 "11I) t m se mostrado úteis e até mais adequadas. Um cliente. sem possibilidade de explicá-Ios. como pânico ou transtorno obsessivo. Um cliente do grupo falou que também tinha sofrido muito com a falta de participação da mãe em sua vida. outra cliente perguntou para Maria se ela não tinha raiva da mãe tê-Ia abandonado. Vários elementos do grupo interromperam o relato da T. a partir de interações entre membros do grupo. A T. Nesse momento. Hayes (1997). reduziu a ansiedade e Maria desenvolveu comportamentos sociais mais adequados. Pais. criam-se pessoas do 11I s. Em outras sessões. como por exemplo. falou de sua raiva e ódio por nunca ter sido ouvido pelo pai. que teve um pai muito autoritário. Hayes continua dizendo que o suicídio uma tentativa de evitar dor. A sociedade contemporânea tem criado pessoas que cada v z mais querem evitar a dor e obter prazer. No entanto. Que as justificativas dela pareciam esquivas. Maria também reconheceu (e falou) da raiva que sentiu do grupo nesse primeiro dia. em vários momentos. Maria realmente tinha acreditado nas explicações e justificativas que foram montadas com relação ao abandono da família pela mãe. diss qu qulv XI ( 111 1111I 1i jlH ( 111"k / t mil 1 1 ) p I 'ÇJI ". Chorou ao contar as situações nas quais teve que se submeter às vontades dele. Por que você não teve raiva dela? Quatro anos de afastamento dos filhos é algo sério.1 rios para problemas psicológicos graves (alguns tipos de 111111rnos de ansiedade. quando foi sugerido que sua mãe tinha falhado muito e ela estava tentando "tapar o Sol com a peneira". spectos didáticos e exercícios n terapia de grupo estru- . defendendo a mãe.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão agressivos de seu pai na infância quando ela o contrariava por coisas sem grande importância. e não fortes. que tinha pena da mãe e entrou em outro rol de explicações. A aceitação dos fatos e dos sentimentos que ele provocavam.

1111crises de enxaqueca e insônia. censurá-I absurdamente por ser o que ela é (como ela seria outr coisa?). enfim enterrar-se vivos no rancor ou no ressentimento . I I t 10 cliente da diferença entre a ACT e outros tratamentos e I '1111 produzir um leve.11 fundo. Prefiro o alegre amargor do amor. da lucidez.11i 111111 Idl 1111 I 111 I IIle tlde I. A cliente relutava em .. da desilusão. 1994). Em outros casos tais estratógl podl ItI servir para produzir contextos f vor veis ao des nv Ivlm 1110I1 J exercícios ou para gr du r o . I r pois da aceitação e em conseqüência das ações em I v 1I res estabelecidos.I I I Ir 1I Um cliente. As estratégias didáticas também permitem cri t' IlItI melhor vínculo entre os membros do grupo antes qu vlv 111 I dos exercícios tenha início. pois os fatores desconhecimento e falta de previsibíll llll podem ser importantes em alguns momentos da terapia. cria uma confusão. A ACT.. É 1111/111 clientes voltem às questões de valores e metas no rue '1111 I terapia. vitórias e derrota I da resistência. o cliente já sabe que este é o caminho. pp 55).Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão da coragem e da lucidez? Será a saúde que se quer. cliente também apresentava dificuldade em I I P ir mult t mpo. tanto na proposta para indivíduos quanto par grupos. 1/111V d 1I1e1 '. Outros aspectos da ACT que podem dar início as sessões 1111111 I didática são os esclarecimentos de valores dos clientes e 11!llloll1lssos de agir em função das metas estabelecidas. 1997. que as razões 1IIII aos problemas (sentimentos) não são suas causas e que I 1/1 ulvas de controlar os sentimentos dolorosos são inúteis. Como sugestão.Ir I r v r Ivo d I um tlltWlln Ao x II 11cI dll e IIIH 111e) <111 A' ( I 11I ()'. fazendo ações voluntárias I 1111 p s ti. as primeiras sessões de grupo podr 111 enfocar a explicação do nome ACT e a questão da aceitação e fu cognitiva.. novos e mais agradáveis sentimentos ti () poderão surgir e serem experienciados. vão então acusar a vida. o que vinha causando prejuízo à sua 11ti I pl fi I 11 I. da vida em ato e em verdad . '1111 ACT é de difícil aceitação para todos porque é contrária ao I II comum no que diz respeito ao que é problema psicológico e I I I' causas. Iça I t . dá uma I. uma vez que a intimidade entre os membros do I "11 111 oplcia o aprofundamento dessas discussões. Dizer que o problema não é o problema. das quais os clientes vinham Ilv I I Ii tlvando para não sofrer.1 I li. sentimento de desamparo II ti vo (Hayes e Wilson. mas produtivo. . e aumenta o contato dos clientes 1II ttu ções reforçadoras. Propor a aceitação do sofrimento humano em vez de lI/ti 11 comportamental para não sofrer mais. Pensava em I I 11!l' I I ma ajudando "o outro". d sofrimento. e a dureza da realidade. constatando que a vida não corresponde às sua esperanças. desde o início (desde a nostalgia primelr. Exemplos de processos grupais podem ser usados P Ir deixar mais claro aos clientes experiências que eles pas I Hl Cuidado deve ser tomado para não revelar tudo que será apres nt l( I J aos clientes. ou possibilidade de fugir dele?" "Muitos. pode apoiar-se em estratégias didáticas que vis m promover a compreensão do trabalho a ser desenvolvido. que as alimenta). s agredidas. e que a vida só possa desde então n desenganar. sem precisar se expor. ou o conforto? A capacidade de enfrentar o real. II I " No (IlI nto. /' . A apresentação didática também propicia oportunidades para terapeuta discutir o comprometimento do cliente para com a ter f I e sua concordância em passar por algumas estratégias que ir ( mobilizar respostas emocionais. Se a vida n corresponde às nossas esperanças. com diagnóstico de stress pós-traumático. Prefiro a realidade.111111I 1 t r li ut li Ic 111. Deve-se explicar que a aceitação emocional diminui as 11' I de situações importantes. do combate. não é forçosament vida que está errada: pode ser que sejam as nossas esperanç que nos enganam. I 1111 mente a história do trauma devido a um duplo medo d IlIlIltlo 11 essão individual): medo das lembranças ruins e 1i di I( I lção ou pena dos membros do grupo." (Comte-Sponville.

segurou-lhe a mão enquanto o grupo as observava e voltou ao assunto. quem 11 1 III I narn ser para sentirem-se melhor? As peças brancas II I 1"1 I \ ? A pergunta é lançada ao grupo que fica a vontade para /I 1 11111 111 xporiência e responder a pergunta.presentados. Essa repetição dos (rCrCIOspode ser usada mesmo em terapia individual tornando a li riência do self. Assim. O grupo ouviu. em nada se opõe aos exercícios estruturados. Alguns elementos do grupo foram até ela choraram juntos ou demonstraram seu apoio.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zi/ah da Silva Brandão grupo explicou a ela o que era Terapia de Aceitação e Compromisso. são apresentados aos clientes. e ela se dispôs a "enfrentar" o grupo porque achava que precisava melhorar. Com o desenvolvimento das sessões. o I 1III xl m que tudo ocorre. usando explicações e as interações do "aqui e agora" do grupo. (i 1/111 podem ser a. Em outras sessões ela foi conseguindo falar do trauma. natural no dia-a-dia dos clientes. O "eu" não é o seu comportamento' não é seu r 1111111 nto. permitindo que os contextos de literalidad da razão e controle sejam flexibilizados pela vivência grupal. sendo que alguns têm se mostrado mais "naturais" e produzido melhores resultados. As explicações sobre o self como contexto tendem a criar I I II \ confusão en. tolerar cada vez mais suas emoções produzidas pelas lembranças e chegar à exposição da situação traumática de forma cada vez mais descritiva e nua de adjetivos ou superlativos. teve um "desligamento" e não conseguia se conectar a nenhum assunto. nunca uma estratégia didática pode substituir uma vivência ou uma experiência produzida por um exercício ou análise do "aqui e agora" da sessão do grupo. A proposta da ACT. é evitar o control excessivo por regras na psicoterapia e produzir mudanças por meio da recontextualização. falta 1 Ir controle e aceitação. mas a seqü n I. É pedido I lI! I1l s que fechem os olhos e imaginem em jogo de xadrez II1 'IltI \ peças brancas são seus pensamentos e sentimentos "11 I u pretas os ruins. mesmo que alguns deles tenham sido vivenciados. V~cês se sentem divididos nesse jogo. Mas sentiase amarrada. fechem os olhos e se I 11111111111111 I P rt d I olhando para si mesmos. I tr r IpC li' I I o I I repara os exercícios que poderão ser úteis. Os exercícios para cada meta da ACT. a terapeuta foi até a cliente. para desenvolver o "eu observador" I I I 1111 Jlr clientes que. quando o grupo a estimulou para contar. Vocês ora correm com a peça branca. e cada um de seus membros demonstrou-se disposto a entrar no processo de grupo e falar de suas dores. mult 1 das oportunidades de apresentar os exercfcios s. 1987) é muito ints para o cliente entender e vivenciar seu eu. A metáfora do tabuleiro de xadrez (Hayes. O "self" como contexto é definido como 11111 \ I rspectiva de ver a vida a partir de um referencial único e 1111111 ív I que permite ao indivíduo "se ver" e "ver o mundo" sem se I 111111111 IIr com ele. Neste momento. como contexto. Ela ficou olhando-a apavorada e depois caiu no choro. já sabia. onde o jogo acontece. 11. 111' lei P I 1"/1 0. só para lembrar.tre os clientes do grupo. sentados. Essa forma de trabalhar. uma vez que seus valores e objetivos eram bem definidos: trabalhar na Cruz Vermelha Internacional. Em I un m m nto do pr I dI 1 V 11 10 do progr li 1If1 111 I Iele (11. colocadas diretamente.o produ Id 10 próprios clientes. Quanto aos exercícios propostos no protocolo da ACT. fez auto-revelações. Todos estão alinhados em cima do tabuleiro " I" 10 meça. contando baixinho para ela a historia do trauma que T. segundo Walser e Pistorello 110 1 É o caso dos exercícios para promover o contexto do self (2004): r co~eço ou fim de cada sessão grupal. que podem ser desenvolvidos na mesma sessão para aliviar o impacto negativo que algumas vivências da ACT. pode ter variações. podem provocar no inicio do grupo. É o observador de tudo isso. No entanto. 1 1I 11 i I x rcício. fez perguntas. Ela não conseguia falar do trauma e durante uma sessão. descritas neste pitulo. mas essas sensações 111 li II m ser aproveitadas para trabalhar desesperança criativa. 111 1I1111l1'1) \ I P rq 1111 1: III m viu voe s ntado qui? Quem I ti til t P( 1I 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11 (lI utr 11" C c rI< I I r m nt d "li" r Iv I? I{ II . Depois . A resposta certa é I IH' I ri m ser o tabuleiro. ora com a 1 1 I pu I i. pensamento ou ação. estes são usados t nto para o grupo quanto para o atendimento individual. segundo IV liações informais do terapeuta e mudanças do comportamento tlr cliente na sessão.

Algumas P I I 1)( st defensivas mais freqüentes são as de risos. Utilize um qu dr "n or" 1 enhe um cfrculo. I " II I' xp ri ncias. ( II nt os participantes com sentenças do tipo: "perceba 111111) r os quais você está olhando são humanos". Explique que não há 11)1 de evitar completamente a dor. sem forçar. m nt rio d I t n. I onseguirmos Os membros do grupo freqüentemente referem-se aos nas sessões seguintes.. funciona destacando as ditsr n I ntre dor e trauma. e pode se tornar um hábito entre as pessoas do grupo. Depois de cada camada desenhe outro círculo em 1 1111 explique que o círculo mais interno de dor é somente isto. dentre outras. Depois de um temp as pessoas se acostumam com o que está escrito e as palavr vão se livrando de seus significados. perceba que o círculo vai crescendo: . trabalhar longas horas. "deixe I 111 11 lrl o que você tenha sobre a outra pessoa e permita"1 I II I /)111 I". buscar brigas. O ( II 11111"1 111mmeio rico para a exposição e transformação das funções I. Quem vai ganhar a luta? Quem vai cair no precipício? Como vencer a luta? As melhores respostas são as que sugerem largar a corda. observando que. Evite expressar interpretações I 1111I. II d I IHI< 1111111 1 IIIe I nlllC "I n" 11"1111111 • (l' " I I II uma dor vai acontecer.Prop lu por Walser e Pistorello (2004). abandonar a luta contra a ansiedade e aceitá-Ia. seus principais defeitos e depol os colem em suas roupas. A reação do grupo é de estranheza e nenhuma explicação deve ser dada até que todos terminem o exercício e discutam suas sensações.o é um I /1 I) . tentar suicídio e vários 1 I 1111< Então.". O grupo oferece boas oportunidades para exercícios de difusão de idéias. Só com jeitinho. e escreva o que eles dirão entre os dois círculos. à beira do precipíc!o. Isso pode servir de gancho para r aos clientes que estão discutindo suas lutas: "você acha dentro ou fora do círculo?".. Há uma perda de respostas ao contexto de literalidadc . sem conversar ou se comunicar. entre an~iedade (imagine um dragão) e o cliente tentando controla-Io.llVI I "dOI". escrito 11 . O grupo fica ligado apen nas pessoas. em vez de dizer que "meu marido acordou com cara feia e queria me provo~ar para poder sair de casa . Ao dizer isso desenhe um círculo maior em VI III do primeiro. usando uma abordagem didática e interativ . nós sentimos . em cartões. para que possam ver um ao outro e I I seus cartões enquanto passeiam pela sala.. faltamos às aulas. consiste em pedir a todos que escrevam. no qual as pessoas ficam com os dedos presos em canudos de palha se tentarem tirá-los com força. 11 (1t1 f' I ç. . A "fala convencionada" é o mais fácil deles. Outro exercício para abandonar o controle é o "cabo de guerra". Dois exercícios são interessantes. e depois nos culpamos por I 1111 S aulas. ntão bebemos. no qual os /I 11/1111' ntam-se de frente um para o outro em pares. eles irão sair. I I1IIl111os tais eventos privados.. 1I 11ft ( quiva do contato visual. Assim. as experiências aversivas que tentamos 11111 controlar. Esta simple mudança deixa clara a diferença entre o fato (estar de cara feia) e o julgamento do fato (eu acho que está). proposto por Walser e Pistorello (2004). Outros exercícios podem de 111111111111 movimento terapêutica. luta imaginária. criamos o trauma. São 1IIIhIr I I Ihar o outro nos olhos. integra por ser muito útil e interessante para grupos de ACT. O das "algemas chinesas". tornam-se medos de rejeição interpessoal. Outro exercício de difusão cognitiva bem interessante par grupos. I Illmas das estratégias que eles dirão provavelmente serão a de 111 )(r. Em sua maioria. 1"111I I aceitar a dor.p rmita que os membros do grupo compartilhem I. xplique qu I 111 IVI I vlt V 11. mas que se deve avaliar "o ma 11" é que nós tentamos fazer quando experimentamos dor?". I I" 11110 rcebem as reações e as deixam acontecer. Continue esse processo por mais três ou 5 11111 I 111 .. nquanto r v no u int ri J' I P ." poderia ser dito "eu achei que meu mando acordou de cara feia e pensei que ele poderia querer . I I 11I() screva "trauma" no círculo mais externo. seja ela alguma morte inesperada ou não uma promoção. Peça 11) integrantes do grupo para que mostrem algumas formas de I umo evitamos a dor." 11. Outro exercício é o de disposição e aceitação. p ra o Um exemplo disto é o exercício "olhar para".Terapia Analítico-Comportamental em Grupo \ Maria Zilah da Silva Brandão Abrir mão das tentativas de controle dos sentimentos dolorosos também é uma necessidade constante no processo de grupo.

O grupo. e manter compromisso com a ação e direção escolhida. Na terceira " 1111 ~o o cliente caiu no choro e gritou que não queria mais pensar. e o li 11 Ir por estar parado. Um será a ansiedade pedindo para p r r. dI VI xmttnu r n dlr III f nabelecido mesmo que as dúvidas. A sua resistência em aceitar o f. e que fosse falando em voz alta o que ( I IV sentindo e que não tinha controle sobre isso.111 s próximas cenas. Mas se o cliente aind se recusar. Um cliente d\) rupo. O objetivo da ACT é a construção de ação comprometida. em um dos seus grupos. pediu que ele durante a meditação. buscada pela filosofia. olocada na hora certa pode produzir material importante. sem relutar. I '111 . uma 111 t IfI I 1111I.tI Ir de aceitação como saída para a esquiva emocional. Quando o cliente parou de chorar a T. Ele saberá que o problema é fusão com o conteúdo negativo e é importante que você converse com ele apó o exercício. 111'nicio da sessão. praticar difusão cognitivo. Você pode encontrar um cliente que se recuse a se levantar e se comprometer na frente do grupo. apenas ouça. Um exercício de comprometimento é conhecido como a "Grande Olhada".I . é necessário compaixão por parte da terapeuta. Cada passageiro já deve ter rec bldo antes um cartão (ou recebido instrução) dizendo qual o seu P I ( I como passageiro. 1 11 y s e Wilson (1994) descrevem várias delas. O uso de metáforas também é uma excelente forma de '111 111 mente. Deve. despindo-se de todas as suas defesas. Quantas dores você quer ter? 11 I prtmeira é real e inevitável! I Alguns membros do grupo concordaram e deram 1. Os membros do grupo se I ruxlmaram e o confortaram dizendo para ele não entrar na luta e 11 f " Ir sua angústia.( fazer com que o grupo represente fisicamente um ônibus com um dos clientes como motorista. já que comprometimentos feitos em grupo são mais prováveis de serem seguidos. cuja vivência pode levar a vários objetivo tais como desenvolver o contexto do self. um por um. u110 será a raiva gritando que está no c minho errado. no qual ele não tinha controle 1. Walser e Pistorello (2004) relatam que este exercício foi unanimemente declarado como o mais benéfico da terapia. que se 11111n lmpr scindíveis na aplicação formal ou informal da ACT. u 1\ I. Já que este tende a ser um exercício poderoso. O m I ri .f' n I não é apenas uma proposta de I 1id hum na. evitando o controle instrucional na terapia. pedindo sua disposição para vivenciar o que I I IV sendo proposto. que já tinha sido tratado de TOC na terapia individual.1r Imento mobilizou o grupo. devem ir até a frente e passar um ou dois minutos olhando nos olhos de cada cliente. olhasse para seus pensamentos obsessivos I f f 1111 e eles fossem parte de um filme. HI 1 I . e os outros como passageiros (p I ter um ou dois observadores). nada melhor do que voltar a l. t va cansado e que não tinha cura. e outro p a crítica dizendo que est dirlqin m I ou o m do di n ônibus vai bater. e o grupo tentou ajudá-to usando I umplos pessoais. Quando isso acontecer. os gritos. Wasler e Pistorello (2004). . e os sentimentos oontracitórios estejam presentes. A prática clínica tem demonstrado uma ótima aceitação do exercício "motorista do ônibus" proposto por Hayes e Smith (2005). I f 11 I dor e de outros sintomas psicológicos. Isto deve acontecer com o silêncio dos membros do grupo e com o encorajamento verbal da terapeuta. A T. Ela consiste em fazer com que todos os membros sentem-se e. . e o contexto de grupo pode ser bem útil para se conseguir motivação. direcione-se a outro membro. e depois discute suas impressões. I I' I III do por lutar contra ela e assim torná-Ia mais poderosa. fazendo assim com que o outro membro saiba que retomarão em alguns minutos. disse '1111 I stava tendo três sofrimentos: um pela dor real da obsessão. tpl sentou dificuldade em praticar aceitação de seu sofrimento I 111 ado pelas obsessões. ti" ·111 0 quivas e graduando o contato com a dor. I It ç. de olhos 11ihados (isso pode ser sugerido em quase todos os exercícios). 111 nsa no que acabou de viver. continue.lpl de como tocaram sua vida em direção aos seus valores. Para finalizar este capitulo.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão momento adequado para apontar comportamentos de esquiva sutis. em silêncio. perdendo oportunidades de ter prazer em f tllll I tividades do seu dia-a-dia.o um n .dI I Ipl I.

por exemplo. Ir a uma loja Implica uma razao I' 11 \ li.por exemplo. 1987). como forma de lidar com o sofrimento e não de evitá-Io.nesta quebrar as regras e estratégias que o cliente possui esquivar de seus pensamentos.. A Terapia de Aceitação e Compromisso tem como objetiv fazer com que o cliente aceite seus t dos do organism . dizia Pascal. que podem ser definidos historicament~. '111111 cida como Contextualismo 4. Esta terapia tem como base teórica a Teoria dos Quadros I Ii I cionais (RFT). 2004). "Todos os homens buscam ser felizes ". e são eventos com 11111 \ ItI.1 I intervenção veio bastante detalhada e com ~á~ias I1 1 lI! I I.. o que torna o contexto terapêutico mais eficaz. Esses eventos Implicam 1111 \ 1111r ção do organismo com o ambiente. Não se dá fim aos seus dias senão por sofrimento ou tristeza . é a doença.1111"1111 IIII til dI[ I nt m n trn 11) A base filosófica da ACT é uma variação do pragmatismo Funcional. unbiente a fim de ter resultados mais produtivos para o seu bem • I r (Hayes.. um meio para se chegar lá. independentemente de quais IIIII I s são comparados.<111 nv Iv m t ntativadecontrolaros t . considerando a pouca literatura no Brasil sobre essa área. (ventos relacionados (relações não-arbitrárias). A "'1'111.l ria e propósito (Hayes et aI. a ação perde o sentido. ( olher o maior de dois objetos. que tem como ponto central a premissa de que hu~a~?s '1 li ndem a relacionar eventos sob controle contextual arbitrano. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) é baseada na visão de que a linguagem coloquial pode ser fator responsável por muitos problemas do sofrimento humano. Isso ainda é procurar a felicidade que é fugir do sofrimento. tudo isso ju~to. O Terapeuta deve paciente que todos os seus comportamentos t gora não surgiram efeito "benéfico" em suas 111 11/ I IV( r Iv . exercícios para cada passo do processo terapêutíco. Mas apenas humanos conseg~e~ ter o ' nder relacionado com o controle contextual e aplicá-lo em II pc . o cliente deve abandonar II II '(IIIPOIIUllI111 .p 10 contrário. l lumanos. A ACT está ligada a um programa de pesquisa básic por ter um compromisso com uma análise com precisão. Twohig & Wilson. proposta original de intervenção clínica e pesquisas com grupos "Não é a vida que a pessoa recusa. é da infelicidade que foge. (hístórta ~e '1"1 nrllzado) e pela situação (antecedentes e consequentes atuais. O processo clínico da ACT foi descrito em detalhes pela III til " I V Z no Manual de Desesperança Criativa (Hayes. Strosahl. pp 47). ir a uma loja.Definição. Muito já foi dito sobre ACT neste capítulo. oferecer alguma idéia sobre pesquisa nesta área. Bunting..port nto.nis. ilustrar es~e 11111111 I . ~e o I_ IIIt I ( perde.. como também não-humanos. éa velhice. um lugar. bases filosóficas e teóricas. Essa terapia integr conhecimento científico sobre comportamento modelado por contingências e relações verbais. Não é a felicidade que ela despreza. "(Comte-Sponville. e tende não ver sentimentos ou pensamentos com causas no sentido mecânico (Hayes.. 1111 I I o resumidas a seguir. 11 11 I' ). Resumo da ACT . 1'1< I rio p ns m nt " ntim nt m . mas.n:o e o I 111111 xto. "até aqueles que vão enforcar-se. p nsamentos e emoções. belecer um estado de desesperança criativo . 1997. 2004).. A RFT é uma teoria da linguagem e cognição luunana. foi acrescentado esse tópico que pode fornecer melhor base para terapeutas que são iniciantes no assunto e.. 1987). é o sofrimento. é o isolamento . O Contextualismo vê " I V ntos psicológicos como uma interação entre o orga. " Matam-se para não sofrer mais. VI ntos que não são relacionados formalmente. também. con 1c1 rn 1 pc r le como aversiv Qu ndo a pessoa p r d lulru WI1II I I 11. O suicídio não escapa ao principio de prazer . tais emoções em alguns casos 1111111 111 Ir un I r'r Ct n I . para não ser mais infelizes. são capazes de responder I II I ções de estímulos que são definidas pela propriedade formal d.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão pela religião e outras áreas. Ações comuns podem ser utilizada~ ~ara.

aversivo para nossa sociedade.é ensinado para o cliente a discriminar o que está pensando do que realmente está acontecendo.envolve tomar uma postura de não-julgamento e de levar em consideração a experiência de pensamentos. têm I l)f .A tendência que os humanos têm de viver m um mundo excessivamente estruturado pela linguagem literal é chamada de Fusão. a literalidade das palavras é posta em cheque pelo terapeuta. Na meta 3 .Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão pensamentos. o terapeuta pode. O terapeuta pode ensinar o cliente mudar a linguagem 11 essão para descrever eventos privados. de várias maneiras. "deve permitir que a luta pare". nseguem distinguir uma palavra conceituada verbalmente cI uma que está sendo diretamente experienciada. pedir pra que ele screva sobre eventos dolorosos. que pensamento não é causa de comportamento. O objetivo I difusão cognitiva é ajudar o cliente a detectar as I r priedades escondidas da linguagem que produzem essa 111 NO. com o auxilio do terapeuta. 'I ifusão cognitiva . O modelo de intervenção da ACT. como esses são particulares da história de vida de cada organismo.O problema é o controle .Distinguir as pessoas de seu comportamento . além disso. ou seja. Na meta 4 . que 11til I I \Iti fi . o cliente tenta.O ntimentos e os pensamentos. esclarecer para o cliente como os pensamentos diferem de pessoa para pessoa. muitas vezes não correspondem ao estado real das coisas. Aceitação .AACT promove I tlvo. exemplificando para o cliente que o mesmo evento ambiental pode evocar diferentes comportamentos em diferentes pessoas.o cliente. sentimentos e sensações corporais como elas ocorrem. que é um manual treinamento de terapeutas.Assumindo um compromisso de ação -. foi atualizado 1111 vários momentos da obra de Hayes. por exemplo. Nessa meta é. alguns com propostas interessantes e dirigidas a irupos específicos. sem 11111 nto ou avaliação excessiva.1111 I . embora sua essência I mpre tenha continuado a mesma.o terapeuta enfatiza que. assumindo compromisso d ção e mudança de seu comportamento. Depois. aberto e indefeso contato com o momento presente.Permitir que a luta pare . Mostrar para o cliente que sensações e pensamentos. Nas meta 5 . e que essas emoções não impedem de realizar nenhuma de suas ações. Hayes. literalidade se refere ao conceito que certas palavras têm para a comunidade verbal. deve levar o cliente a aceitar suas emoções de modo natural. 2004): I. o client gora mais preparado deve assumir um compromisso de ação. por exemplo. o cliente "aceita" seus sentimentos fazendo parte da sua naturalidade. I mo contexto . Hayes e W Iser (2007). Wilson & Gifford. O terapeuta deve elucidar que sentimentos aversivos fazem parte d vida de todos e que temos que aprender a conviver e aceitá-Ios. junto com o terapeuta deve traçar estratégias para um Intervenção efetiva nas contingências. Ou seja. Sendo assim o terapeuta deve enfatizar a dificuldade que se tem em controlar os sentimentos. como por exemplo. O cliente "aceita" seus sentimentos como fazendo parte de sua natureza. p dldo a eles que descrevam o que está presente.Ajuda o cliente a distinguir entre 1I n I hum n s privadas e o contexto em que essa I I li I1 11I I nt . qu R c ntemente. apresentando um nível de tolerância maior aos pensamentos aversivos. foram realizadas várias public I r m qü n Ia e exercícios de int rv nç 111 dificados. muitas vezes. I' Ir i so os clientes são treinados a observar e notar o que I pr sente no ambiente e em experiências privadas. para passar a apresentar um nível de tolerância maior os pensamentos aversivos. em suma. de 1987. Humanos normalmente não . e pode ser descrito por seis lHO essos (Strosahl. Nesta etapa. I I P 1111 qu s nti ou pensava. Isso os ajuda a começar un I I r v r suas experiências. Para ajudar o cliente a promover aceitação. tais tentativas são fracassadas. ou seja. controlar suas emoções aversivas. o livro de Hayes e Smith (' 005) que é destinado a clientes e o dos autores Luoma. Na meta 2 . a palavra ansiedade tem valor ruim. a tentativa de controlar os pensamentos e sentimentos se torna o próprio problema. o que traz maior desconforto psicológico para o cliente. \ I nlr r em contato com o momento presente . também.

. O artigo escrito por Ossman. ou seja.1/)1social. com sessões de exposição. l'IU II1 ti. Wilson. nessa última década. visto que não implica I' II I mudança. d. l. AACT pode trazer três benefícios para o cliente na medida em que este pára de se esquivar de seus pensamentos e sentimentos considerados aversivos e que entra em contato com o contexto que evoca tais sentimentos. o impacto desta estratégia no tratamento 111) sintomas da fobia social em comparação com intervenções .1 por medo das sensações. e a selecionar valores como uma questão de escolha. alteração ou eliminação dos conteúdos privados.I. Um terceiro benefício é o aumento do potencial para a ação produtiva. Tal terapia sofreu muitas criticas por parte dos Analistas do Comportamento por ser considerada "cognitivista". 1". 5. e não contra eles. memórias. emoções. definida como um processo eomportamental II 111 '1"1 I soa evita contato com determinadas situações e I' 1I 111. mud nças no contexto e na função 1'"11<1 qlH . a ACT pode ser utilizada 111 I I p 1Iv r do nfoque na forma e no conteúdo do medo I 11111' lc I P I. Outro beneficio é o contato com reforçadores que em virtude do comportamento de esquiva não eram experienciados.1 11111111 I ) ." torrna combinada com outras técnicas. junto com o terapeuta. I N caso da ansiedade social. sendo assim o cliente aprende novas maneiras de agir no contexto aversivo obtendo melhores resultados de sua interação com o mesmo (Brandão. 1997). como estratégia de intervenção comportamental. A meta é construir padrões comportamentais que comecem a trabalhar a favor do cliente. • P r.1 d frim nl p I 16 ieo." vitação experiencial. Storaasli & McNeill (' 06) procurou investigar o impacto da Psicoterapia de grupo II I eada na Terapia de Aceitação e Compromisso. 6 f / . hllndo inúmeras estratégias clínicas. ora .o compromisso envolve definir metas em áreas especificas e agir sobre essas metas. I I icoterapia de grupo cognitivo-comportamental. pensamentos I I I IIII \ evocam.I is e amizades para os participantes. grandes adeptos no mundo. ligada intimamente à 11 li xp rieneial. encontra. sentimentos. Enfim. Já aACT. 111 instruções para os clientes praticarem as habilidades de li" 11 Mas nas situações cotidianas no contexto social. e desta maneira não avalia a I I I 11 I d experiência privada indesejável como alvo definitivo do () d mudança cornportarnental. Uma pesqui \ em particular pode mostrar a confibialidade das medidas utilizad e apresentar excelentes informações para o terapeuta trabalhar c m fobia social ou outras queixas. Valores -AACT ensina aos clientes a distinguir entre escolhas e julgamentos. a Terapia de Aceitação e Compromisso ganhou. I Atualmente. O terapeuta deve ajudar o cliente a perceber que ele não é seus pensamentos. 101I social. Dentre as formas de II II unento cognitivo-comportamentais mais estudadas. I I I li) idera a tentativa de controle ou mudança do conteúdo I' I' IIloCJI o como problemáticos. modelo cognitivo-comportamental. explorando a efetividade da ACT na diminuição do nível . provavelmente as emoções aversivas associadas a esse evento perdem força e entram em extinção. Muitas pesquisas na área clínica têm mostrado a diferenç \ entre as duas abordagens e a ACT e mais efetiva. Ação e Compromisso . O cliente. I uqnitivo-comportamentais e mudanças no valor das relações I H. No caso . o cliente entra no contexto que antes se esquivava ou fugia e obtém reforçadores desse contexto. a principal premissa que guia as intervenções • 'I 11111lvo-comportamentais a de que os indivíduos podem superar é '111 111 111 jar os sintomas de ansiedade através da mudança do I 111111 e da forma dos eventos cognitivos ou comportamentais. deve traçar estratégias para uma intervenção efetiva nas contingências. Nestes casos.11. Os clientes são desafiados a considerar o que eles querem em diferentes áreas de sua vida. que combina " "llc s de reestruturação cognitiva. proposta por I ven Hayes com clientes fóbicos sociais e teve como principal 11111 investigar o efeito da ACT no tratamento de indivíduos com tivo 1.1.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Zilah da Silva Brandão que passar a serem vistos como produtos de uma história comportamental. a terapia cognitivo-comportamental é o modelo disseminado e pesquisado de tratamento para a fobia social. ora de forma isolada. Porém está idéia já está ultrapassada novos estudos sobre esta área têm sido desenvolvidos. 6.

espera-se que a seriedade da proposta da ACT. III ( ssariamente. A medida principal e os processos de medição foram administrados durante a etapa inicial da terapia. na mesma ocasião. a Escala Multidimensional d Controle. valorizar e respeitar a dor inerente podemos nos comportar ) . individual e em grupo. Neste primeiro contato por telefone foi administrado" ainda um breve "inventário". Os resultados encontrados nos estudos apóiam 11 premissa que. Estes participantes foram divididos em três grupos. com as categorias diagnósticas do DSM para a fobia social. também 11 p 1/ I nálise da relação terapêutica como base para a tal . que avalia aspectos somáticos. I t positiva correlação entre a diminuição da evitação experiencial ) sintomas de fobia social é algo importante para estudos futuros. além da diminuição dos sintomas de fobia social entr ) p rticipantes. bem como a amostra I. que investig os domínios da vida considerados mais importantes pelo participantes. 1/1 111 ti 1 ~o d comp nh m nlo. No protocolo de pesquisa havia 10 sessões. foram utilizados o Questionário de Aceitação e Ação. a sua coerência com . I Illvamente pequena de participantes. 1111111 Ipl do behaviorismo radical e riqueza do material já testado . Além do mais. Além disso. pode-se reduzir a evitaç 10 xperiencial e aumentar a adoção de valores nos relacionament clais.11 1"111(V 1 p ra a clínica. Para a medida principal foi utilizado o Inventário de fobia social e ansiedade. I l/forma geral. foram incorporados no estudo quatro medidas dependentes. que objetiva principalmente medir a disposição individual para a experienciação de sentimentos e pensamentos e a capacidade para se engajar em ções que propiciem superá-Ias. posteriormente contatados por telefone. o que é um presente I 111 I \I> ut que procuram intervenções eficazes para os clientes. os dados obtidos mostram redução 110 pós-tratamento e a redução foi mantida no acompanhamento. cognitivos e comportamentais da fobia social através de uma ampla gama de ambientes e situações sociais. pudessem ser I I1I II \ S por meio de processos considerados universais. uma medida de resultado principal e três processos de medição. (1997). A redução da Esquiva Experiencial e a 1'111111 >ç o da Aceitação parecem atender perfeitamente aos I '1111 11. III pr Hayes.Terapia Analítico-Comportamental em Grupo Maria Ziláh da Silva Brandão No estudo foram incluídos 22 participantes (11 homens e 11 mulheres) que foram recrutados via anúncio de jornal e. a redução de sintomas como meta do tratamento. Estes foram integrados às sessões de tratamento utilizando-se para isto metáforas e exercícios de grupos experienciais. ). I Iv Idos em todas elas. li tr (li 11(11 ti 1111 til? d Int rv n Enquanto a medida da fobia social não tenha sido alvo (111 to da intervenção terapêutica. que procura mensurar a percepção dos indivíduos quant o nível de controle individual em relação aos eventos cotidianos ou dos outros e o Questionário de "importância da vida".I II I ixamento. I 1111' as limitações do estudo podem-se citar a ausência de I undlções formais de um grupo controle. com a utilização da ACT. de diversas abordagens. "I. realizada terapeutas-estudantes. I Os resultados aqui apresentados têm algo de sério e endente ao apontar que a redução da esquiva experiencial e 1 1" moção de aceitação emocional pode produzir aumento de 1 1IIIIp rtamentos que eram conseguidos por estratégias especificas I 11 1 lidar com ansiedade. a escala individual de adoção 11 r I lon mentos social <i rnll I umentou significativ m 111 1 I n d 10 . Já para os processos de medição.I v r I til 11 . estratégias de enfrentamento e exercícios . com duração de 2 horas cada uma. sendo adotados inúmeros padrões comportamentais baseados na aceitação e organizados em torno dos 6 eixos principais. I 11111 I irnb m atendam a audiência cientifica. sugere que as psicoterapias. . e receberam a mesma intervenção. I I truturação cognitiva. tais como dessensibilização sistemática. Kohlenberg (1997). numa conferencia no Canadá. s a ser adotados no processo de integração das I' It 111 rnplas. 111" I' II I ( 1 Ir r tudo que foi discutido neste capítulo.e ( . é importante salientar que a fobia social considera 110 (vel alcançar amplas metas terapêuticas sem adotar. treinados para intervir utilizando ACT.

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