CPM – Programa de Certificação do Pessoal de Manutenção

Instrumentação
Metrologia Básica

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Metrologia – Instrumentação  SENAI – ES, 1999 Trabalho realizado em parceria SENAI / CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão) Coordenação Geral Evandro de Figueiredo Neto (CST) Robson Santos Cardoso (SENAI) Rosalvo Marcos Trazzi (CST) Fernando Tadeu Rios Dias (SENAI) Otimar Ferreira Diana (CST) Ulisses Barcelos Viana (SENAI) Alexandre Kalil Hanna (CST) Carlos Athico Prates (CST) Wenceslau de Oliveira (CST)

Supervisão

Elaboração

Aprovação

SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

CTIIAF – Centro Técnico de Instrumentação Industrial Arivaldo Fontes Departamento Regional do Espírito Santo Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2235 Bento Ferreira – Vitória – ES CEP Telefone: (027) Telefax: (027)

CST – Companhia Siderúrgica de Tubarão Departamento de Recursos Humanos Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, s/n, Jardim Limoeiro – Serra – ES CEP 29160-972 Telefone: (027) 348-1286 Telefax: (027) 348-1077

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Índice
Assunto Página

Introdução............................................................. 4 Unidade................................................................. 4 Padrão................................................................... 5 Método, instrumento e operador........................... 5 Laboratório de metrologia.................................... 7 Normas gerais de medição.................................... 8 Recomendações..................................................... 8 Unidades dimensionais lineares............................ 9 Confiabilidade metrológica................................... 12 Hierarquia metrológica......................................... 12 Principais fatores que afetam um resultado.......... 13 Rede brasileira de calibração................................ 14 Anexo – 1 Vocabulário internacional de metrologia –VIM 16

1. Grandezas e unidades........................................ 16 2. Medições........................................................... 25 3. Resultados de medição...................................... 28 4. Instrumentos de medição.................................. 34 5. Características dos instrumentos de medição... 46 6. Padrões.............................................................. 56 Anexo – 2 61 Quadro geral de unidades de medida.................... Índice do VIM....................................................... 79

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Metrologia
A metrologia aplica-se a todas as grandezas determinadas. Nenhum processo físico/químico permite que se obtenha rigorosamente uma dimensão prefixada. Por essa razão, e necessário conhecer a grandeza do erro tolerável, antes de se escolherem os meios de fabricação e controle convenientes. O conceito de medir tráz, em si, uma idéia de comparação. Como só se podem comparar "coisas" da mesma espécie, cabe apresentar para a medição a seguinte definição, que, como as demais, esta' sujeita a contestações: "Medir é comparar uma dada grandeza com outra da mesma espécie, tomada como unidade". Uma contestação que pode ser feita e' aquela que se refere a' medição de temperatura, pois, nesse caso, não se comparam grandezas, mas, sim, estados. A expressão "medida de temperatura", embora consagrada, parece trazer em si alguma inexatidão: alem de não ser grandeza, ela não resiste também à condição de soma e subtração, que pode ser considerada implícita na própria definição de medir. Quando se diz que um determinado comprimento tem dois metros, pode-se afirmar que ele e' a metade de outro de quatro metros; entretanto, não se pode afirmar que a temperatura de quarenta graus centígrados é duas vezes maior que uma de vinte graus, e nem a metade de outra de oitenta. Portanto, para se medir um comprimento, deve-se primeiramente escolher outro que sirva como unidade e verificar quantas vezes a unidade cabe dentro do comprimento por medir. Uma superfície só pode ser medida com unidade de superfície; um volume, com unidade volume; uma velocidade, com unidade de velocidade; uma pressão, com unidade de pressão, etc.

Unidade Entende-se por unidade um determinado valor em função do qual outros valores são enunciados. Usando-se a unidade METRO, pode-se dizer, por exemplo, qual é o comprimento de um corredor. A unidade é fixada por definição e independe do prevalecimento de condições físicas como temperatura, grau higroscópico (umidade), pressão, etc. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 4

a Metrologia é de importância transcendental. o instrumento e o operador. em todos Os ramos da atividade humana. conforme figura ao lado. Na tomada de quaisquer medidas. termômetro de vidro. Método. quanto maiores são as necessidades de aparatos. . E' óbvio que a mudança de qualquer uma dessas condições alterará o comprimento original. Como exemplo. Exemplos de instrumentos: paquímetro. de um modo definido. Principalmente no domínio da técnica. também. somente sob condições especificas. por exemplo. Método Existem dois métodos de medição: . a uma determinada pressão e suportado.Principais métodos de medição direta: a) Método Deslocamento Método pelo qual uma grandeza é indicada numa escala convencionalmente graduada baseando-se para isso em propriedades físicas adequadas de um elemento ou de outra grandeza. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 5 . ferramentas de medição e elementos capazes.Padrão O padrão é a materialização da unidade. podendo-se mesmo dizer que é a materialização da unidade. temos a medição de temperatura por termômetro de vidro. Instrumento e Operador Um dos mais significativos índices de progresso. etc. e a perfeição dos processos metrológicos que neles se empregam. tem o comprimento de um metro. sem utilização de cálculos suplementares baseados em relação funcional entre a grandeza a medir que seriam efetivamente medidas em lugar daquela. O sucessivo aumento de produção e a melhoria de qualidade requerem um ininterrupto desenvolvimento e aperfeiçoamento na técnica de medição.Medição Direta Método de medição pelo qual o valor de uma grandeza é obtido por meio de um instrumento. O metro-padrão. devem ser considerados três elementos fundamentais: o método. somente quando esta' a uma determinada temperatura. é influenciada por condições físicas.

o operador. em grande parte. Exemplo: Balança analítica. ter iniciativa ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 6 . a tomada de um comprimento com um metro defeituoso dará resultado duvidoso. 2 . Um bom operador. sujeito a contestações. É ele a parte inteligente na apreciação das medidas. conhecer perfeitamente os instrumentos que utiliza. conforme figura 2. De sua habilidade depende. da qualidade dos instrumentos de medição empregados. Fig. consegue melhores resultados do que um operador inábil com excelentes instrumentos. que tenham relação funcional com a grandeza a medir. Portanto. Operador O operador é.b) Método de compensação ou de zero Método de medição no qual se reduz a zero a diferença entre o valor da grandeza a medir e um valor conhecido na mesma grandeza. Deve. Assim. talvez. para a tomada de uma medida. Instrumentos de Medição A exatidão relativa das medidas depende evidentemente. é indispensável que o instrumento esteja calibrado e que a sua aproximação permita avaliar a grandeza em causa. o elemento mais importante.Medição Indireta Método pelo qual o valor de uma grandeza é obtido através de cálculos sobre valores resultantes de medição direta de outras grandezas. servindo-se de instrumentos relativamente débeis. a precisão conseguida. pois.Balança analítica . dos três. Como exemplo pode ser citado a medição de área e volume. com a precisão exigida.

temperatura constante. Umidade. na falta deste. para isso. forra-se a mesa com tapete de borracha. faz-se necessária a instalação de reguladores automáticos. Em conseqüência. esse local deve satisfazer as seguintes exigências: 1 . ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 7 . torna-se necessário uma adequação do local de medição à condições específicas de ambiente e alimentação dos equipamentos. 5 . 3 . evitando-se que as peças fiquem umas sobre as outras. 1.espaço suficiente. Laboratório de Metrologia Nos casos de medição de instrumentos muito precisos. de maneira que evite ofuscamento.estabilização da tensão elétrica de suprimento. em armários. e aconselhável instalar um higrostato (aparelho regulador de umidade). com espessura de 15 a 20 mm. usa-se o CLORETO DE CALCIO INDUSTRIAL. 4 . A umidade relativa do ar não devera ultrapassar 55%. No laboratório. cuja propriedade química retira cerca de 15% da um idade relativa do ar.Iluminação e Limpeza A iluminação deve ser uniforme. constante e disposta.grau higrométrico correto. O local de trabalho deverá ser o mais limpo e organizado possível.para adaptar às circunstancias o método mais aconselhável e possuir conhecimentos suficientes para interpretar os resultados encontrados. o laboratório deverá ser mantido dentro dessa temperatura. Para proteger as máquinas e aparelhos contra vibração do prédio. Vibração e Espaço A Conferencia Internacional do Ex-Comite l.A. fixou em 200C a temperatura de calibração dos instrumentos destinados a verificar as dimensões ou formas. 2. de 6mm.S. Nenhum dispositivo de precisão deve estar exposto ao pó para que não haja desgastes e para que as partes óticas não fiquem prejudicadas por constantes limpezas.ausência de vibrações e oscilações. todos os instrumentos e. sendo tolerável a variação de mais ou menos 10C. o espaço deve ser suficiente para acomodar.boa iluminação e limpeza. e sobre este se coloca chapa de aço. 6 . ainda. 2. proporcionar bem-estar a todos que nele trabalham.Temperatura.

cargas excessivas no uso. oxidação e sujeira. 3. 8. arranhões. quando o aluno será orientado segundo as normas gerais de medição Normas gerais de medição: 1. para apoiar os instrumentos. 5. A grandeza pode ser determinada por comparação e por leitura em escala ou régua graduada. 4. É dever de todos os profissionais zelar pelo bom estado dos instrumentos de medição. 6.Paciência. 2.Domínio sobre o instrumento. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 8 .Sensibilidade. 3. esteja fora da temperatura de referencia. medir provocando atrito entre a peça e o instrumento. 9. 7.misturar instrumentos.Limpeza. mantendo-o assim por maior tempo sua real precisão. O aprendizado de medição deverá ser acompanhado por um treinamento.Normas Gerais de Medição Medição é uma operação simples porem só poderá ser bem efetuada por aqueles que se preparam para tal fim.choques. 5.USE proteção de madeira. Cuidados: 1 . quedas. 2.Tranqüilidade.DEIXE a peça adquirir a temperatura ambiente.medir peças cuja temperatura.Finalidade da posição medida.Instrumento adequado. Evite: 1. 4. Recomendações Os instrumentos de medição são utilizados para determinar grandezas.medir peças sem importância com instrumentos caros. borracha ou feltro. antes de efetuar medições.Cuidado. 2.Senso de responsabilidade.

___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 9 . no Brasil. • A altura e a espessura são grandezas.Unidades Dimensionais Lineares Unidades Dimensionais As unidades de medidas dimensionais representam valores de referência. a espessura de uma folha de papel para cigarros é de 30 micrometros. A torre EIFFEL e a folha de papel são objetos. controlar as dimensões desses objetos (utilização de aparelhos e instrumentos de medida). • 300 metros e 30 micrometros são medidas. e praticamente igual à decima milionésima parte do quarto do meridiano terrestre (fig). • metros e micrometros são unidades. Exemplo: A altura da torre EIFFEL é de 300 metros. O sistema métrico decimal. em seguida. que permitem: • Expressar as dimensões de objetos (realização de leituras de desenhos mecânicos). • Confeccionar e. esse valor. escolhido por apresentar caráter mundial. unidade fundamental do sistema métrico.157 adotava. criado na França em 1795. Unidades Dimensionais Lineares Sistema Métrico Decimal Histórico: O metro. como unidade oficial de medidas por dezoito nações. foi dotado. a lei imperial nº 1. Observação: A 26 de junho de 1862. em 20 de maio de 1875.

e '5 d 5'. a 1.763.73 vezes o comprimento dessa onda no vácuo. Seu comprimento de onda é de 0. por convenção. representa a radiação por usar na raia vermelho-laranja do criptônio 86. O '2 p 10'. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 10 .Definição do Metro O metro é definido por meio da radiação correspondente à transição entre os níveis “2 p 10" e “5 d 5" do átomo de criptônio 86 e é igual.650.6057 micrometros.

tem a forma de um X. cuja secção. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 11 . compostos de 90% de platina e 10% de irídio. de máxima rigidez.Metro Padrão Universal O metro-padrão universal é a distância materializada pela gravação de dois trás no plano neutro de uma barra de liga bastante estável.

pois não há sistema que resista a falhas humanas. INMETRO Materiais Padrões Padrões de Referência Constantes Físicas Padrões de Referencia Equipamento Produtivo Equipamento Produtivo Equipamento para Inspeções Equipamentos para testes Especiais Equipamentos para teste Automatizado PRINCIPAIS FATORES QUE AFETAM UM RESULTADO: RESPONSABILIDADE A integridade e o senso de responsabilidade do operador são imprescindíveis. as diferenças de qualidade metrológica. Embora deva sempre existir um harmonizador interno ou externo para estabelecer correções. onde há uma especificação adicional que indica a diferença entre as precisões obtidas nos vários escalões ou então. sendo que um operador consciente da importância do assunto terá o máximo cuidado para não se aventurar em terreno desconhecido. TREINAMENTO Está intimamente associado ao anterior. PROCEDIMENTO PADRAO Uma metodologia deve ser fornecida ao operador a fim de minimizar a ocorrência de erros e diferenças entre medições quase iguais. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 13 . especialmente de caráter não acidental. os valores devem ser tomados como corretos somente após essa harmonização.O diagrama abaixo fornece um exemplo detalhando uma estrutura mais industrial. referindo os resultados a um certo padrão.

REDE BRASILEIRA DE CALIBRAÇÃO. tecnológica e científica. A Rede Brasileira de Calibração . é formada por laboratórios credenciados pelo INMETRO e constitui o elo de ligação entre as comunidades industrial.RBC. BIPM IMGC ITÁLIA NRLM JAPÃO INMETRO BRASIL NIST EUA PTB ALEMANHA REDE BRASILEIRA CALIBRAÇÃO IPT FURNAS CST USP YOKOGAWA MEDIDAS TEMPERATURA MEDIDAS ELÉTRICAS MEDIDAS PRESSÃO OUTROS PADRÃO REFERÊNCIA PADRÃO TRANSFER. PADRÃO TRABALHO USUÁRIOS ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 14 . A figura abaixo mostra a rede parcialmente.

Durante a vigência do contrato. O contrato vigora por 24 meses. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 15 . podendo ser prorrogado.Um laboratório para ser credenciado deve satisfazer e manter uma série de requisitos de credibilidade no que se refere á qualidade dos serviços a serem prestados. o INMETRO realiza. em princípio. duas auditorias por ano para verificar se as condições que deram origem ao credenciamento estão sendo mantidas. A avaliação desta credibilidade é feita por técnicos do INMETRO de acordo com normas préestabelecidas.

ANEXO . tempo. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 16 . corpo ou substância que pode ser qualitativamente distinguido e quantitativamente determinado. energia.Espessura. b) Grandezas específicas: . calor. Observações: 1) O termo grandeza pode referir-se a uma grandeza em um sentido geral ( veja exemplo a ) ou a uma grandeza específica ( exemplo b). . GRANDEZAS E UNIDADES 1. são denominadas grandezas de mesma natureza.Trabalho. Exemplos: a) Grandezas em um sentido geral: comprimento.resistência elétrica de um fio . temperatura. em ordem crescente ou decrescente. comprimento de onda. uma em relação à outra. por exemplo: .1 Grandeza (o que é mensurável) [(measurable)quantity] Atributo de um fenômeno.comprimento de uma barra .1 VOCABULÁRIO INTERNACIONAL DE METROLOGIA VIM 1.concentração de etanol em uma amostra de vinho 2) Grandezas que podem ser classificadas. concentração de quantidade de matéria. circunferência. resistência elétrica. massa. 3) Grandezas de mesma natureza podem ser agrupadas em conjuntos de categorias de grandezas.

4 Grandeza derivada [derived quantity ] Grandeza definida. Observação: As grandezas de base correspondentes às unidades de base do Sistema Internacional de Unidades ( SI).12 1. em um sistema de grandezas. entre as quais há uma relação definida.5 Dimensão de uma grandeza [ dimension of a quantity] Expressão que representa uma grandeza de um sistema de grandeza. como função de grandezas de base deste sistema. é por convenção aceita como funcionalmente independente de uma outra grandeza. em um sistema de grandezas. 1. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 17 .2 Sistema de grandezas [system of quanties] Çonjunto de grandezas. Exemplo: Em um sistema que tem como grandezas fundamentais o comprimento. a velocidade é uma grandeza derivada. como produto das potências dos fatores que representam as grandezas de base deste sistema. e tempo são geralmente tidas como grandezas de base no campo da mecânica.3 Grandeza de base Grandeza que.1. em um sentido geral. Exemplo: As grandezas comprimento. são dadas na observação no item 1. a massa e o tempo. massa. 1. definida como: comprimento dividido por tempo.

Observações: 1) Unidades de medida tem nomes e símbolos aceitos por convenção. L M T e a dimensão de força. cujas dimensões são representadas por L.6 Grandeza de dimensão um [ quantity of dimension one] Grandeza adimensional [dimensionless quantity] Grandeza em cuja expressão dimensional todos os expoentes das dimensões das grandezas de base são reduzidos a zero.Exemplo: a) Em um sistema que tem como grandezas de base comprimento. b) No mesmo sistema de grandezas. 1. Exemplos: Deformação linear relativa. índice de refração. Observações: 1) Os fatores que representam as grandezas de base são chamados "dimensões" dessas grandezas de base. bem como de massa específica. 1. M e T respectivamente. número de Mach. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 18 . coeficiente de atrito. mesmo quando as grandezas não são de mesma natureza. 2) Unidades de grandezas de mesma dimensão podem ter os mesmos nomes e símbolos. com a qual outras grandezas de mesma natureza são comparadas para expressar suas magnitudes em relação àquela grandeza. ML-3 é a dimensão de concentração de massa. massa e tempo.7 Unidade (de medida) [unit (of measurement] Grandeza específica. fração molar (fração de quantidade de matéria ) fração de massa. definida e adotada por convenção.

1. Uma unidade pode ser coerente em relação a um sistema mas não a outro.10 Unidade (de medida ) (derivada ) coerente [ coherent measurement] (derived) unit Unidade de medida derivada que pode ser expressa como um produto de potências de unidades de base com fator de proporcionalidade um. para um dado sistema de grandezas Exemplos: a) b) Sistema Internacional de Unidades. definido de acordo com regras específicas. SI.8 Símbolo de uma unidade (de medida) [symbol of a unit ( of measurement )] Sinal convencional que designa uma unidade de medida Exemplos.1. Sistema de unidades CGS.9 Sistema de unidades ( de medida ) [system of units ( of measurement )] Conjunto das unidades de base e unidades derivadas. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 19 . a) m é o símbolo do metro b) A é o símbolo do ampère 1. Observação: A coerência pode ser determinada somente em relação às unidades de base de um dado sistema.

m. Observação: • SI é baseado atualmente nas sete unidades de base seguintes: GRANDEZA Comprimento Massa Tempo Corrente Elétrica Temperatura Termodinâmica Quantidade de Matéria Intensidade Luminosa Unidade Nome metro quilograma segundo ampère kelvin mol candela SI Símbolo m Kg S A K Mol Cd ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 20 .11 Sistema coerente de unidades ( de medida) [ coherent system of units ( of measurement )] Sistema de unidades de medida no qual todas as unidades derivadas são coerentes Exemplo: As seguintes unidades ( expressas por seus símbolos ) fazem parte do sistema de unidades coerentes em mecânica dentro do Sistema Internacional de Unidades. kg. W=kg.m2.s-2.s-2.SI [ International System of Units.m-3. s.1. m. kg.s-3. SI: m. Hz = s-1.m2 . Pa=kg. m3. m2.m2.m.12 Sistema Internacional de Unidades .s-1. SI] Sistema coerente de unidades adotado e recomendado pela Conferência Geral de Pesos e Medidas ( CGPM). N = kg. J = kg.s-2.s2. 1.

b) O dia. Exemplos: ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 21 . 1.16 Múltiplo de uma unidade ( de medida) [multiple of a unit ( of measurement )] Unidade de medida maior que é formada a partir de uma dada unidade1 de acordo com convenções de escalonamento.13 Unidade ( de medida ) de base [base unit ( of measurement] Unidade de medida de uma grandeza de base em um sistema de grandezas. o minuto são unidades de tempo fora do sistema em relação ao SI. Observação: Em um sistema de unidades coerentes há uma única unidade de base para cada grandeza fundamental.14 Unidade ( de medida ) derivada [ derived unit ( of measurement )] Unidade de medida de uma grandeza derivada em um sistema de grandezas. a hora. Exemplos: a) O elétron-volt ( aproximadamente de 1. Observação: Algumas unidades derivadas possuem nomes e símbolos especiais. 1.15 Unidade (de medida ) fora do sistema [oft-system unit ( of measurement )] Unidade de medida que não pertence a um dado sistema de unidades.602 18 x 10-19 J ) é uma unidade de energia fora do sistema em relação ao SI.1. por exemplo no SI: GRANDEZA Unidade SI Nome Símbolo Força newton N Energia joule J Pressão pascal Pa 1.

pode ser expressa por meio de uma escala de referência convencional.a) Um dos múltiplos decimais do metro é o quilômetro. b) Massa de um corpo: 0.34m ou 534 cm.17 Submúltiplo de uma unidade ( de medida ) [ submultiple of a unit ( of measurement)] Unidade de medida menor que é formada a partir de uma dada unidade. b) Um dos múltiplos não decimais do segundo é a hora. de acordo com convenções de escalonamento. 4) Uma grandeza que não puder ser expressa por uma unidade de medida multiplicada por um número. 3) Os valores de grandezas adimensionais. Exemplo: Um dos decimais do metro é o milímetro. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 22 .18 Valor ( de uma grandeza) [value ( of a quantity)] Expressão quantitativa de uma grandeza específica. são geralmente expressos apenas por números. 1. c) Quantidade de matéria de uma amostra de água ( H20): 0. 2) O valor de uma grandeza pode ser expresso em mais de uma maneira. geralmente sob a forma de uma unidade de medida multiplicada por um número. negativo ou nulo. Exemplos: a) Comprimento de uma barra: 5.012 mol ou 12 mmol Observações: 1) O valor de uma grandeza pode ser positivo.152kg ou 152 g. 1.

como tendo uma incerteza apropriada para uma dada finalidade.20 Valor verdadeiro convencional ( de uma grandeza ) [conventional true value ( of a quantity)] Valor atribuído a uma grandeza específica e aceito. 1. 2) Freqüentemente um grande número de resultados de medições de uma grandeza é utilizado para estabelecer um valor verdadeiro convencional. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 23 . neste sentido. por natureza. o valor atribuído a uma grandeza. 2) Valores verdadeiros são. às vezes por convenção. Exemplos: a) Em um determinado local.19 Valor verdadeiro ( de uma grandeza) [true value ( of a quantity)] Valor consistente com a definição de uma dada grandeza específica.7. Observações: 1) "Valor verdadeiro convencional" é às vezes denominado valor designado. 1.022 1367 x 1023 mol1. pode ser tomado como um valor verdadeiro convencional. não deve ser confundido com "valor de referência" no sentido usado na observação do item 5. b) O CODATA (1986) recomendou o valor para a constante de avogadro como sendo TIA:6. Observações: 1) É um valor que seria obtido por uma medição perfeita. valor convencional ou valor de referência.ou a um procedimento de medição ou por ambos. indeterminados. melhor estimativa do valor. por meio de um padrão de referência. "Valor de referência".

Exemplos: a) Escala de dureza Mohs.152 . 152. b) 0. contínuos ou discretos.34 . é um conjunto de valores ordenados. Exemplos: Nos exemplos em 1. 12. c) Escala de índice de octano para combustíveis derivados de petróleo. 534. c) 0. b) Escala de pH em química.18 os números: a) 5.22 Escala de referência convencional [ conventional reference scale] Escala de valores de referência Para grandezas específicas de uma dada natureza. 1. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 24 .012 .1. definidos por convenção e como uma referência para classificar em ordem crescente ou decrescente grandezas de mesma natureza.21 Valor numérico ( de uma grandeza ) [ numerical value ( of a quantity )] Número que multiplica a unidade na expressão do valor de uma grandeza.

b) O efeito Josephson utilizado para a medição da diferença de potencial elétrico c) O efeito Doppler utilizado para a medição da velocidade. Exemplos: a) O efeito termoelétrico utilizado para a medição da temperatura.2.4 Método de medição [method of measurement] Seqüência lógica de operações. entre as quais: ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 25 . qualquer que seja a incerteza. Observação: As operações podem ser feitas automaticamente 2.1 Medição [measurement] Conjunto de operações que tem por objetivo determinar um valor de uma grandeza.3 Princípio de medição [principie of measurement] Base científica de uma medição.2 Metrologia [metrology] Ciência da medição. d) O efeito Raman utilizado para medição do número de onda das vibrações moleculares. em quaisquer campos da ciência ou tecnologia. usadas na execução das medições. Observação: Os métodos de medição podem ser qualificados de várias maneiras. MEDIÇÕES 2. 2. descritas genericamente. 2. Observação: A metrologia abrange todos os aspectos teóricos e práticos relativos às medições.

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método por substituição, método diferencial, método "de zero".

2.5 Procedimento de medição [measurement procedure] Conjunto de operações, descritas especificamente, usado particulares de acordo com um dado método. Observação: Um procedimento de medição é usualmente registrado em um documento, que algumas vezes é denominado procedimento de medição ( ou método de medição )

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3- RESULTADOS DE MEDIÇÃO 3.1 Resultado de uma medição [result of a measurement] Valor atribuído a um mensurando obtido por medição. Observações: a) Quando um resultado é dado, deve-se indicar claramente se ele se refere: - à indicação; - ao resultado não corrigido; - ao resultado corrigido; e se corresponde ao valor médio de várias medições.
b) Uma expressão completa do resultado de uma medição inclui informações sobre a incerteza de medição.

3.2 Indicação ( de um Instrumento de medição ) [ Indication ( of a measuring instrument)] Valor de uma grandeza fornecido por um instrumento de medição; Observações:
1) O valor lido no dispositivo mostrador pode ser denominado de indicação direta, ele multiplicado pela constante do instrumento para fornecer a indicação; é

2) A grandeza pode ser um mensurando, um sinal de medição ou uma outra grandeza a ser usada no cálculo do valor do mensurando. 3) Para uma medida materializada a indicação é o valor à ela estabelecido.

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3.3 Resultado não corrigido [uncorrected result] Resultado de uma medição antes da correção devido aos erros sistemáticos.

3.4 Resultado corrigido [corrected resulti] Resultado de uma medição após a correção devido aos erros sistemáticos.

3.5 Exatidão de medição [accuracy of measurement] Grau de concordância entre o resultado de uma medição e um valor verdadeiro do mensurando. Observações: 1) Exatidão é um conceito qualitativo; 2) O termo precisão não deve ser utilizado como exatidão;

3.6 Repetitividade ( de resultados de medições ) [ repeatibility ( of results of measurements] Grau de concordância entre os resultados de medições sucessivas de um mesmo mensurando efetuadas sob as mesmas condições de medição. Observações: a) Estas condições são denominadas condições de repetitividade

b) Condições de repetitividade, incluem: - mesmo procedimento de medição;
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mesmo observador; mesmo instrumento de medição, utilizado nas mesmas condições; mesmo local; repetição em curto período de tempo.

c) Repetitividade pode ser expressa quantitativamente em função das características

da dispersão dos resultados.

3.7 Reprodutibilidade ( dos resultados de medições ) [reproducibility ( of results of measurements )] Grau de concordância entre os resultados das medições de um mesmo mensurando, efetuadas sob condições variadas de medição. Observações: a) Para que uma expressão da reprodutibilidade seja válida, é necessário que sejam especificadas as condições alteradas; b) As condições alteradas podem incluir: • • • • • • • • Princípio de medição; Método de medição; Observador; Instrumento de medição; Padrão de referência; Local; Condições de utilização; Tempo.

c) Reprodutibilidade pode ser expressa quantitativamente em função das características da dispersão dos resultados. d) Os resultados aqui mencionados referem-se usualmente a resultados corrigidos.

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incluindo aqueles resultantes dos efeitos sistemáticos. 3. um desvio padrão(ou um múltiplo dele).8 Incerteza de medição [ uncertain of measurement] Parâmetro associado ao resultado de uma medição. 2) A incerteza de medição compreende. 3) Entende-se que o resultado da medição é a melhor estimativa do valor do mensurando. Os outros componentes. o primeiro é algumas vezes denominado erro absoluto da medição. muitos componentes. e que todos os componentes da incerteza. são avaliados por meio de distribuições de probabilidade assumidas. contribuem para a dispersão. 2) Quando for necessário distinguir erro relativo". Observações: 1) Uma vez que o valor verdadeiro não pode ser determinado. que é o módulo do erro. em geral. Este termo não deve ser confundido com valor absoluto do erro.19 e 1. que caracteriza a dispersão dos valores que podem ser fundamentalmente atribuídos a um mensurando. ou a metade de um intervalo correspondente a um nível de confiança estabelecido.3. Observações: 1) O parâmetro pode ser. baseadas na experiência ou em outras informações. como os componentes associados com correções e padrões de referência. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 31 . por exemplo. que também podem ser caracterizados por desvios padrão. Alguns destes componentes podem ser estimados com base na distribuição estatística dos resultados das séries de medições e podem ser caracterizados por desvios padrão experimentais. utiliza-se. na prática um valor verdadeiro convencional (ver 1.20).10 Erro (de medição) [error (of measurement)] Resultado de uma medição menos o valor verdadeiro do mensurando.

é possível apenas determinar uma estimativa do erro aleatório.20) 3. 2) Analogamente ao valor verdadeiro o erro sistemático e suas causas não podem ser ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 32 . que resultaria de um infinito número de medições do mesmo mensurando.11 Desvio [deviation] Valor menos seu valor de referência. 3. Observação: 1) Erro aleatório é igual ao erro menos o erro sistemático. Observação: . menos o valor verdadeiro do mensurando. utiliza-se na prática um valor verdadeiro convencional (ver 1.3.19 e 1. Observações: 1) Erro sistemático é igual ao erro menos o erro aleatório.Uma vez que o valor verdadeiro não pode ser determinado.13 Erro aleatório [random error] Resultado de uma medição menos a média que resultaria de um infinito número de medições do mesmo mensurando efetuadas sob condições de repetitividade. efetuadas sob condições de repetitividade.12 Erro relativo [relative error] Erro da medição dividido por um valor verdadeiro do objeto da medição. 2) Em razão de que apenas um finito número de medições pode ser feito.14 Erro sistemático [systematic error] Média. 3.

3) Para um instrumento de medição ver tendência ( 5.15 Correção [correction] Valor adicionado algebricamente ao resultado não corrigido de uma medição para compensar um erro sistemático. 2) Uma vez que o erro sistemático não pode ser perfeitamente conhecido. 3. a compensação pode não ser completa. 3.completamente conhecidos. a compensação pode ser completa.25). ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 33 . Observações: 1) A correção é igual ao erro sistemático estimado com sinal trocado.16 Fator de correção [correction factor] Fator numérico pelo qual o resultado não corrigido de uma medição é multiplicado para compensar um erro sistemático. Observação: .Uma vez que o erro sistemático não pode ser perfeitamente conhecido.

a lista a seguir. mais completa.sistema de medição .material de referência . Este vocabulário define somente uma seleção de termos preferenciais.cadeia de medição .aparelhagem .componente . Esses termos não são mutuamente excludentes.equipamento .parte .medida materializada .elemento .4-INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO Muitos termos diferentes são empregados para descrever os artefatos utilizados nas medições.transdutor de medição .dispositivo de medição . . está organizada em ordem aproximadamente crescente de complexidade.instalação de medição ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 34 .instrumento de medição .

4.1 Instrumento de medição [ measuring instrument] Dispositivo utilizado para uma medição.3 Transdutor de medição [measuring transducer] Dispositivo que fornece uma grandeza de saída que tem uma correlação determinada com a grandeza de entrada. Exemplo: a) Uma massa.4. f) Um material de referência. e) Um gerador de sinal padrão. c) Um resistor elétrico padrão. Exemplos: ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 35 . com ou sem escala). d) Um bloco padrão. sozinho ou em conjunto com dispositivo(s) complementar(es). de maneira permanente durante seu uso. Observação: A grandeza em questão pode ser denominada grandeza fornecida.2 Medida materializada [material measure] Dispositivo destinado a reproduzir ou fornecer. b) Uma medida de volume ( de um ou vários valores. 4. um ou mais valores conhecidos de uma dada grandeza.

4 Cadeia de medição [measuring chain] Sequência de elementos de um instrumento ou sistema de medição. b) Aparelhagem para calibração de termômetros clínicos. 4. é denominado instalação de medição ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 36 . amplificador e voltímetro.5 Sistema de medição [measuring system] Conjunto completo de instrumentos de medição e outros equipamentos acoplados para executar uma medição específica Exemplo: a) Aparelhagem para medição de condutividade de materiais semicondutores. d) eletrodo de pH. 4. atenuador. b) transformador de corrente.a) termopar. c) extensômetro elétrico de resistência [strain gauge]. Observações: 1) O sistema pode incluir medidas materializadas e reagentes químicos. Exemplo: Uma cadeia de medição eletro-acústica compreende um microfone. filtro. que constitui o trajeto do sinal de medição desde o estímulo até a resposta. 2) Um sistema de medição que é instalado de forma permanente.

Exemplos: a) Voltímetro analógico b) Frequencímetro digital c) Micrômetro Observações: 1) A indicação pode ser analógica ( contínua ou descontínua) ou digital.7 Instrumento (de medição) registrador [ recording (measuring )] Instrumento de medição que fornece um registro da indicação. 2) Valores de mais de uma grandeza podem ser registrados (apresentados) ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 37 .6 Instrumento (de medição) mostrador [ displaying ( measuring ) instrument] Instrumento (de medição) indicador [ indicating ( measuring ) instrument] Instrumento de medição que apresenta uma indicação. Exemplos: a) barógrafo b) dosímetro termoluminescente c) espectrômetro registrador Observações: 1) O registro (indicação) pode ser analógico ( linha contínua ou descontínua ) ou digital.4. 2) Valores de mais de uma grandeza podem ser apresentados simultaneamente 3) Um instrumento de medição indicador pode também fornecer um registro 4.

de uma ou mais fontes. b) Medidor totalizador de potência elétrica. Exemplos: a) Plataforma ferroviária de pesagem totalizadora. obtidos simultânea ou consecutivamente.10 Instrumento ( de medição ) analógico [analogue measuring instrument] Instrumento de indicação analógica [analogue indicating instrument] Instrumento de medição no qual o sinal de saída ou a indicação é uma função contínua do mensurando ou do sinal de entrada. 3) Um instrumento registrador pode também apresentar uma indicação. 4.9 Instrumento ( de medição ) integrador [ integrating ( measuring ) instrument] Instrumento de medição que determina o valor de um mensurando por integração de uma grandeza em função de uma outra. 4.8 Instrumento ( de medição ) totalizador [ totalizing ( measuring ) instrument] Instrumento de medição que determina o valor de um mensurando por meio da soma dos valores parciais desta grandeza. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 38 . Exemplo: Medidor de energia elétrica.simultaneamente. 4.

que apresenta uma indicação. 3) É denominada indicação semi-digital. Observação: Este termo é relativo à forma de apresentação do sinal de saída ou da indicação e não ao princípio de funcionamento do instrumento. Observações: 1) Esse termo pode incluir o dispositivo no qual é apresentado ou alocado o valor de uma medida materializada. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 39 . 2) Um dispositivo mostrador analógico fornece uma "indicação analógica".Observação: Este termo é relativo à forma de apresentação do sinal de saída ou da indicação e não ao princípio de funcionamento do instrumento.12 Dispositivo mostrador [displaying device] Dispositivo indicador [ indicating device] Parte de um instrumento de medição. quanto por meio de um indicador digital.11 Instrumento ( de medição ) digital [ digital measuring instrument] Instrumento de indicação digital [digital indicating instrument] Instrumento de medição que fornece um sinal de saída ou uma indicação em forma digital. 4. complementado por uma escala e índice. no qual o dígito menos significativo move-se continuamente permitindo a interpolação. um dispositivo indicador digital fornece uma "indicação digital". a forma de apresentação. tanto por meio de um indicador digital. 4.

___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 40 . c) Tubo de Bourdon de um manômetro d) Bóia de um instrumento de medição de nível. e) Fotocélula de um spectrofotômetro. 4. Exemplos: a) Detector de vazamento de halogênio. Observação: Em alguns campos de aplicação é usado o termo "detector" para este conceito.13 Dispositivo registrador [ recording device] Parte de um instrumento de medição que fornece o registro de uma indicação.15 Detector [ detector] Dispositivo ou substância que indica a presença de um fenômeno sem necessariamente fornecer um valor de uma grandeza associada.4. Observações: 1) Uma indicação pode ser obtida somente quando o valor da grandeza atinge um.14 Sensor [sensor ] Elemento de um instrumento de medição ou de uma cadeia de medição que é diretamente afetado pelo mensurando. b) Papel tornassol. b) Rotor de uma turbina para medir vazão. 4. Exemplos: a) Junta de medição de um termômetro termoelétrico (termopar).

2) Em alguns campos de aplicação o termo "detector" é usado como conceito de sensor". d) Pena de registrador. 4. Exemplos: a) Ponteiro. que faz parte de um dispositivo mostrador de um instrumento de medição.17 Escala ( de um Instrumento de medição ) [scale ( of a measuring instrument )] Conjunto ordenado de marcas. 4. associado a qualquer numeração. é o comprimento da linha compreendida entre a primeira e a última marca. b) Ponto luminoso. Observações: ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 41 .18 Comprimento de escala [scale length] Para uma dada escala.denominado às vezes limite de detecção do detector. Observação: Cada marca é denominada de marca de escala.16 Índice [index] Parte fixa ou móvel de um dispositivo mostrador cuja posição em relação às marcas de escala permite determinar um valor indicado. 4. c) Superfície de um líquido. passando pelo centro de todas as marcas menores.

qualquer que seja a unidade do mensurando ou a unidade marcada sobre a escala. 4. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 42 . 2) O comprimento da escala é expresso em unidades de comprimento.20 Divisão de escala [scale division] Parte de uma escala compreendida entre duas marcas sucessivas quaisquer. medidas ao longo da linha do comprimento de escala. 4. Observações: 1) Para um mostrador analógico pode ser chamado de faixa de escala. Observação: O comprimento de uma divisão é expresso em unidades de comprimento.1) A linha pode ser real ou imaginária. 2) A faixa de indicação é expressa nas unidades marcadas no mostrador. independentemente da unidade do mensurando e é normalmente estabelecida em termos dos seus limites inferior e superior.21 Comprimento de uma divisão [scale spacing] Distáncia entre duas marcas sucessivas quaisquer. curva ou reta. por exemplo 1 00a C a 2000 C. qualquer que seja a unidade do mensurando ou a unidade marcada sobre a escala. 3) Ver observação do item 5.19 Faixa de indicação [range of indication] Conjunto de valores limitados pelas indicações extremas.2 4.

4.' 4. Observação: Algumas escalas não-lineares possuem nomes especiais como "escala logarítmica". por um coeficiente de proporcionalidade constante ao longo da escala. "escala quadrática". Observação: O valor de uma divisão é expresso na unidade marcada sobre a escala. Observação: Uma escala linear cujos valores de uma divisão são constantes. 4. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 43 . é denominada "escala regular'.23 Escala linear [linear scale] Escala na qual cada comprimento de uma divisão está relacionado com o valor de uma divisão correspondente.24 Escala não-linear [nonlinear scale] Escala na qual cada comprimento de uma divisão está relacionado com o valor de uma divisão correspondente.22 Valor de uma divisão [scale interval] Diferença entre os valores da escala correspondentes a duas marcas sucessivas. qualquer que seja a unidade do mensurando. por um coeficiente de proporcionalidade que não é constante ao longo da escala.

4.29 Marcação da escala ( de um instrumento de medição ) [gauging ( of a measuring instrument )] Operação de fixar as posições das marcas da escala de um instrumento de medição ( em alguns casos apenas certas marcas principais ) em relação aos valores correspondentes do mensurando. 4.4.27 Mostrador [dial] Parte fixa ou móvel de um dispositivo mostrador no qual estão a ou as escalas. 4. 4.25 Escala com zero suprimido [supressed-zero scale] Escala cuja faixa de indicação não inclui o valor zero. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 44 . Exemplo: Escala de um termômetro clínico. Observação: Em alguns dispositivos mostradores o mostrador tem a forma de cilindros ou de discos numerados que se deslocam em relação a um índice fixo ou a uma janela.28 Numeração da escala [scale numbering] Conjunto ordenado de números associados às marcas da escala.26 Escala expandida [expanded scale] Escala na qual parte da faixa de indicação ocupa um comprimento da escala que é desproporcionalmente maior do que outras partes.

semi-automático ou manual. empregando somente os recursos disponíveis no instrumento para o usuário.31 Regulagem (de um Instrumento de medição) [user adjustment (of a measuring instrument )] Ajuste. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 45 . Observação: O ajuste pode ser automático.4. 4.30 Ajuste ( de um instrumento de medição ) [ adjust ment ( of a measuring instrument )] Operação destinada a fazer com que um instrumento de medição tenha desempenho compatível com o seu uso.

entre os dois limites de uma faixa nominal. Exemplo: Para uma faixa nominal de -10V a +10 V a amplitude da faixa nominal é 20 V. Observações: 1) Faixa nominal é normalmente definida em termos de seus limites inferior e superior. em módulo. transdutores de medição ou a um sistema de medição e por analogia podem também ser aplicados a uma medida materializada ou a um material de referência. 2) Ver observação do item 5.1 Faixa nominal [nominal range] Faixa de indicação que se pode obter em uma posição específica dos controles de um instrumento de medição. 5. 5. a faixa nominal de 0 V a 100 V é expressa como "100 V".CARACTERÍSTICAS DOS INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO Alguns dos termos utilizados para descrever as características de um instrumento de medição são igualmente aplicáveis a dispositivos de medição. por exemplo.2 Amplitude da faixa nominal [span] Diferença.2.5 . Observação: ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 46 . Quando o limite inferior é zero. a faixa nominal é definida unicamente em termos do limite superior. O sinal de entrada de um sistema de medição pode ser chamado de estímulo: O sinal de saída pode ser chamado de resposta. por exemplo. Neste capítulo o termo "mensurando" significa a grandeza aplicada a um instrumento de medição. 100 a 200º C.

3 Valor nominal [nominal value] Valor arredondado ou aproximado de uma característica de um instrumento de medição que auxilia na sua utilização. c) 0. Observações: 1) "erro" é determinado em relação a um valor verdadeiro convencional. 5. HCI. 2) Ver observação do item 5. d) 25º C como ponto pré-selecionado de um banho controlado termostáticamente. a diferença entre o maior e o menor valor é denominada faixa. b) 1 L como valor marcado em um recipiente volumétrico com uma só indicação.4 Faixa de medição [measuring range] Faixa de trabalho [working range] Conjunto de valores de um mensurando para o qual admite-se que o erro de um instrumento de medição mantém-se dentro dos limites especificados. 5.Em algumas áreas.2 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 47 . Exemplos: a) 100 Ω como valor marcado em um resistor padrão.1 mol / L como a concentração da quantidade de matéria de uma solução de ácido clorídrico.

5 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 48 .5.

Pode depender também do valor do estímulo. Observações: 1) A zona morta pode depender da taxa de variação. é a variação na indicação quando o dígito menos significativo varia de uma unidade. 2) A zona morta.A sensibilidade pode depender do valor do estímulo. 5. Observações: 1) Para dispositivo mostrador digital. de ruído (interno ou externo ) ou atrito. por exemplo.13 Zona morta [dead band] Intervalo máximo no qual um estimulo pode variar em ambos os sentidos sem produzir variação na resposta de um instrumento de medição. sendo a variação no sinal de entrada lenta e uniforme. algumas vezes pode ser deliberadamente ampliada de modo a prevenir variações na resposta para pequenas variações no estimulo. 2) Este conceito também se aplica a um dispositivo registrador. 5. Observação: O limiar de mobilidade pode depender. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 50 .11 (Limiar de ) Mobilidade [discrimination (threshold )] Maior variação no estímulo que não produz variação detectável na resposta de um instrumento de medição. 5.12 Resolução ( de um dispositivo mostrador) [resolution ( of a displaying device )] Menor diferença entre indicações de um dispositivo mostrador que pode ser significativamente percebida.

não é discreto.5.em termos da variação de uma característica em um determinado período de tempo.pelo tempo no qual a característica metrológica. Observações: 1) Quando a estabilidade for estabelecida em relação a uma outra grandeza que não o tempo. 2) A estabilidade pode ser quantificada de várias maneiras. por exemplo: . 5.15 Neutralidade [transparency] Aptidão de um instrumento de medição em não alterar o valor do mensurando. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 51 .16 Deriva [drlft] Variação lenta de uma característica metrológica de um instrumento de medição. ou . Exemplos: 1) Uma balança é um instrumento discreto para medição de massas 2) Um termômetro de resistência que aquece o meio no qual a temperatura está sob medição.14 Estabilidade [stability] Aptidão de um instrumento de medição em conservar constantes suas características metrológicas ao longo do tempo. 5. Exemplo: variação na sensibilidade com o passar dos anos. varia de um valor determinado. isto deve ser explicitamente mencionado.

17 Tempo de resposta [response time] Intervalo de tempo entre o instante em que um estímulo é submetido a uma variação brusca e o instante em que a resposta atinge e permanece dentro de limites especificados em torno do seu valor final estável. 5.19 e 1. Observação: Uma classe de exatidão é usualmente indicada por um número ou símbolo adotado por convenção e denominado índice de classe. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 52 . 5.20).19 Classe de exatidão [accuracy class] Classe de instrumentos de medição que satisfazem a certas exigências metrológicas destinadas a conservar os erros dentro de limites especificados.20 Erro ( de indicação ) de um instrumento de medição [error ( of indication ) of a measuring instrument] Indicação de um instrumento de medição menos um valor verdadeiro da grandeza de entrada correspondente. na prática é utilizado um valor verdadeiro convencional (ver 1. Observação: Exatidão é um conceito qualitativo.18 Exatidão de um instrumento de medição [accuracy of a measuring instrument] Aptidão de um instrumento de medição para dar respostas próximas a um valor verdadeiro.5. Observações: 1) Uma vez que um valor verdadeiro não pode ser determinado. 5.

regulamentos. 5. 5. a indicação é o valor atribuído a ela. escolhido para controle do instrumento. determinado sob condições de referência.2) Este conceito aplica-se principalmente quando o instrumento é comparado a um padrão de referência. 5.24 Erro intrínseco ( de um instrumento de medição ) [intrinsic error ( of a measuring instrument)] Erro de um instrumento de medição. 5.22 Erro no ponto de controle ( de um instrumento de medição) [datum error ( of a measuring instrument )] Erro de um instrumento de medição em uma indicação especificada ou em um valor especificado do mensurando. etc para um dado instrumento de medição. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 53 . 3) Para uma medida materializada.21 Erros máximos admissíveis ( de um instrumento de medição ) [ maximum permissible errors ( of a measuring instrument )] Limites de erros admissíveis ( de um instrumento de medição ) [ Limits of permissible error ( of a measuring instrument )] Valores extremos de um erro admissível por especificações.23 Erro no zero ( de um instrumento de medição ) [ zero error ( of a measuring instrument )] Erro no ponto de controle de um instrumento de medição para o valor zero do mensurando.

.27 Repetitividade ( de um instrumento de medição ) [repeatabiíity ( of a measuring instrument )] Aptidão de um instrumento de medição fornecer indicações muito próximas. sob as mesmas condições de medição.mesmo procedimento de medição.5. .26 Isenção de tendência ( de um instrumento de medição > [freedom from bias ( of a measuring\instrument )] Aptidão de um instrumento de medição em dar indicações isentas de erro sistemático 5. .mesmo local. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 54 . em repetidas aplicações do mesmo mensurando. utilizado nas mesmas condições. 5. Observações: 1) Estas condições incluem: . . Observação: 1) Tendência de um instrumento de medição é normalmente estimada pela média dos erros de indicação de um número apropriado de medições repetidas.mesmo equipamento de medição.repetições em um curto período de tempo.25 Tendência ( de um instrumento de medição) [bias ( of a measuring instrument )] Erro sistemático da indicação de um instrumento de medição. .redução ao mínimo das variações devido ao observador.mesmo observador.

___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 55 .2) Repetibilidade pode ser expressa quantitativamente em termos das características da dispersão das indicações.

2 Padrão Internacional [ International ( measurement ) standard] Padrão reconhecido por um acordo internacional para servir. tendo uma concentração certificada.PADRÕES 6. instrumento de medição. e) Eletrodo padrão de hidrogênio. conservar ou reproduzir uma unidade ou um ou mais valores de uma grandeza para servir como referência. b) Resistor padrão de 100 Ω . c) Amperímetro padrão. constituem um padrão coletivo. 2) Um conjunto de padrões de valores escolhidos que.6 . internacionalmente. 6. material de referência ou sistema de medição destinado a definir. Observações: 1) Um conjunto de medidas materializadas similares ou instrumentos de medição que utilizados em conjunto. realizar. como base para estabelecer valores a outros padrões da grandeza a que se refere.1 Padrão [(measurement ) standard] Medida materializada. individualmente ou combinados formam uma série de valores de grandezas de uma mesma natureza é denominado coleção padrão. d) Padrão de freqüência de césio. f) Solução de referência de cortisol no soro humano. Exemplos: a) Massa padrão de 1 kg. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 56 .

6.6. geralmente tendo a mais alta qualidade metrológica disponível em um dado local ou em uma dada organização.6 Padrão de referência [reference standard] Padrão.4 Padrão primário [primary standard] Padrão que é designado ou amplamente reconhecido como tendo as mais altas qualidades metrológicas e cujo valor é aceito sem referência a outros padrões de mesma grandeza. a partir do qual as medições lá executadas são derivadas. 6.3 Padrão nacional [national ( measurement) standard] Padrão reconhecido por uma decisão nacional para servir. Observação: O conceito de padrão primário é igualmente válido para grandezas de base e para grandezas derivadas. Observações: ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 57 . 6. 6. instrumentos de medição ou materiais de referência.7 Padrão de trabalho [working standard] Padrão utilizado rotineiramente para calibrar ou controlar medidas materializadas. como base para estabelecer valores a outros padrões da grandeza a que se refere. em um pais.5 Padrão secundário [secondary standard] Padrão cujo valor é estabelecido por comparação a um padrão primário da mesma grandeza.

9 Padrão Itinerante [travelling standard] Padrão. geralmente expresso pelo adjetivo rastreável. Exemplo: Padrão de freqüência de césio. 6.8 Padrão de transferência [transfer standard] Padrão utilizado como intermediário para comparar padrões Observação: O termo dispositivo de transferência deve ser utilizado quando o intermediário não é um padrão. geralmente calibrado por comparação a um padrão de referência.1) Um padrão de trabalho é. portátil. Observações: 1) O conceito é. geralmente padrões nacionais ou internacionais. todas tendo incertezas estabelecidas. 6. operado por bateria. 2) Uma cadeia contínua de comparações é denominada de cadeia de rastreabilidade.10 Rastreabilidade [traceability] Propriedade do resultado de uma medição ou do valor de um padrão estar relacionado a referências estabelecidas. através de uma cadeia continua de comparações. 2) Um padrão de trabalho utilizado rotineiramente para assegurar que as medições estão sendo executadas corretamente é chamado padrão de controle. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 58 . para ser transportado entre locais diferentes. 6. algumas vezes de construção especial.

3) O resultado de uma calibração pode ser registrado em um documento.13 Material de referência ( MR) [reference material ( RM )] Material ou substância que tem um ou mais valores de propriedades que são suficientemente homogêneos e bem estabelecidos para ser usado na calibração de um aparelho. e os valores correspondentes das grandezas estabelecidos por padrões. sob condições especificadas. a relação entre os valores indicados por um instrumento de medição ou sistema de medição ou valores representados por uma medida materializada ou um material de referência.11 Calibração [calibration] Conjunto de operações que estabelece. Observação: As operações normalmente incluem calibração condições adequadas e utilização cuidadosa. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 59 . armazenamento em 6. periódica.12 Conservação de um padrão [ conservation of a ( measurement ) standard] Conjunto de operações necessárias para preservar as características metrológicas de um padrão dentro de limites apropriados. 6. 2) Uma calibração pode também determinar outras propriedades metrológicas como o efeito das grandezas de influência. na avaliação de um método de medição ou atribuição de valores a materiais. Observações: 1) O resultado de uma é calibração permite tanto o estabelecimento dos valores do objeto da medição para as indicações. como a determinação das correções a serem aplicadas.6. algumas vezes denominado certificado de calibração ou relatório de calibração.

algumas vezes. com um ou mais valores de propriedades. e certificados por um procedimento que estabelece sua rastreabilidade à obtenção exata da unidade na qual os valores da propriedade são expressos. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 60 . na forma de gás. Tais materiais incluem certos materiais biológicos como as vacinas para as quais uma unidade internacional foi determinada pela Organização Mundial de Saúde.2* 2) Os MRC são geralmente preparados em lotes. líquido ou sólido. safira com um calibrador da capacidade calorifica em calorímetria. 6. Esses dispositivos também podem ser considerados como MRC. misturas gasosas para analisadores e soluções utilizadas para calibração em análises químicas. 4) Todos MRC atendem à definição de "padrões" dada no "Vocabulário internacional de termos fundamentais e gerais de metrologia (VIM)". acompanhado por um certificado. Observações: 1) A definição de "certificado de material de referência" é dada no item 4.14 Material de referência certificado ( MRC ) [certified reference material ( CRM )] Material de referência. 5) Alguns MR e MRC têm propriedades as quais.Observação: Um material de referência pode ser uma substância pura ou uma mistura. para os quais o valor de cada propriedade considerada é determinado dentro de limites de incerteza estabelecidos por medições em amostras representativas de todo o lote. por exemplo uma substância de ponto triplo conhecido em uma célula de ponto triplo. esferas de granulometria uniforme montadas na lâmina em um microscópio. Exemplos são a água utilizada na calibração de viscosímetros. um vidro com densidade óptica conhecida dentro de um filtro de transmissão. obtidas convenientemente e de forma confiável quando o material é incorporado em um dispositivo fabricado especialmente. em razão deles não serem correlacionados com uma estrutura química estabelecida ou por outras razões. não podem ser determinadas por métodos de medição físicos e químicos exatamente definidos. e cada valor certificado é acompanhado por uma incerteza para um nível de confiança estabelecido. 3) As propriedades certificadas de materiais de referência certificados são.

QGU .Unidades do Sistema Internacional de Unidades Tabela III .Conferência Geral de Pesos e Medidas (precedida pelo número de ordem e seguida pelo ano de sua realização).Prescrições gerais Tabela I .Prefixos SI Tabela II .Quadro Geral de Unidades SI .São empregadas as seguintes siglas e abreviaturas: CGPM .CGPM/1987. Tabela IV . compreende: a) Sete unidades de base: Unidade Símbolo Grandeza metro m comprimento quilograma kg massa segundo s tempo ampère A corrente elétrica kelvin K temperatura termodinâmica mol mol quantidade de matéria candela cd intensidade luminosa ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 61 .Outras Unidades aceitas para uso com o Sistema Internacional de Unidades.Outras Unidades. fora do Sistema Internacional de Unidades.ANEXO .Sistema Internacional de Unidades unidade SI . CGPM/1960 e atualizado até a 18. ratificado pela lia.unidade compreendida no Sistema Internacional de Unidades 1 . Nota . admitidas temporariamente.2 QUADRO GERAL DE UNIDADES DE MEDIDA Este Quadro Geral de Unidades (QGU) contém: 1 Prescrições sobre o Sistema Internacional de Unidades 2 Prescrições sobre outras unidades 3 .SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES O Sistema Internacional de Unidades.

Quando escritos por extenso. quilovolts por milímetro ou kV/mm). não sendo admitidas combinações de partes escritas por extenso com partes expressas por símbolo. 3. deduzidas direta ou indiretamente das unidades de base e suplementares.1 .1. restrição de prazo (ver Tabela III). b) unidades admitidas temporariamente (ver Tabela IV).1.É abolido o emprego das unidades CGS.). mesmo quando têm o nome de um cientista (por exemplo.PRESCRIÇÕES GERAIS 3.Na expressão do valor numérico de uma grandeza. newton etc. a respectiva unidade pode ser escrita por extenso ou representada pelo seu símbolo (por exemplo.Resolução CONMETRO III' 12/7988 a) Unidades aceitas para uso com o SI. 3. os nomes de unidades começam por letra minúscula. sem.Plural dos nomes de unidades Quando os nomes de unidades são escritos ou pronunciados por extenso. ampère.2 .2 . 2 .1 Grafia dos nomes de unidades 3.2 . kelvin. a formação do plural obedece às seguintes regras básicas: ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 62 .As unidades fora do SI admitidas no QGU são de duas espécies: 4 .b) duas unidades suplementares: Unidade Símbolo radiano rad esterradiano sr Grandeza ângulo plano ângulo sólido c) unidades derivadas. exceto o grau Celsius.1 . isoladamente ou combinadas entre si e/ou com unidades SI. 3.OUTRAS UNIDADES 2. 2. d) os múltiplos e submúltiplos decimais das unidades acima. cujos nomes são formados pelo emprego dos prefixos SI da Tabela 1. exceto as que estão compreendidas no SI e as mencionadas na Tabela IV.

os prefixos mega e quilo. não se aplicando aos nomes de unidades certas regras usuais de formação do plural de palavras. watts-horas etc.1 . . henrys. x ou z. seja ponto de abreviatura. Por exemplo. Por exemplo. c) os nomes ou partes dos nomes de unidades não recebem a letra "s" no final. b) os nomes de unidades recebem a letra "s" no final de cada palavra. Por exemplo. o símbolo do watt é sempre W. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 63 . micro e micro etc. letras ou índices. anos-luz. 3. metros quadrados. parsecs. não devem ser substituídas por expressões em que se justaponham. Por exemplo amperes-horas. em que os componentes podem variar independentemente um do outro. mecânica. qualquer que seja o tipo de potência a que se refira. joules. o plural não desfigura o nome que a unidade tem no singular (por exemplo. . farads.Segundo esta regra. unidades (unificadas) de massa-atômica etc. roentgens. são elementos complementares de nomes de unidades e ligados a estes por hífen ou preposição.. milhas marítimas. decibels. candelas. Nota . watts por esterradiano etc. etc.quando. mil e micro. quando são palavras compostas em que o elemento complementar de um nome de unidade não é ligado a este por hífen. becquerels. quando são palavras simples..). lumens por watt. após o símbolo. sejam sinais. . elétronvolts. pF.. Por exemplo.3. siemens.3. Por exemplo. unidades como GWh. Por exemplo. não sendo admitido colocar. ohms-metros. seja "s" de plural. ampères. quilômetros por hora. acústica etc.quando correspondem ao denominador de unidades compostas por divisão. newtonsmetros. quando são termos compostos por multiplicação. volts.. pascals etc.. ketvins. webers etc.A grafia dos símbolos de unidades obedece às seguintes regras básicas: a) os símbolos são invariáveis. elétrica.quando terminam pelas letras 5.Grafia dos símbolos de unidades 3.a) os prefixos SI são invariáveis. b) os prefixos SI nunca são justapostos no mesmo símbolo. pascals-segundos. quilogramas-força. em palavras compostas. Por exemplo. térmica... quilogramas. hertz etc.. e a menos que o nome da unidade entre no uso vulgar. curies. unidades astronômicas etc. mols. respectivamente. nm. grays. lux. exceto nos casos da alínea "c".

cm.c) Os prefixos SI podem coexistir num símbolo composto por multiplicação ou divisão.m2 não devendo ser empregada esta última forma quando o símbolo. ou mediante a colocação de um ponto entre os símbolos componentes. M Ω cm.).m-2 . d) Os símbolos de uma mesma unidade podem coexistir num símbolo composto por divisão. g) O símbolo de uma unidade que contém divisão pode ser formado por uma qualquer das três maneiras exemplificadas a seguir: W/(sr.Grafia dos números As prescrições desta seção não se aplicam aos números que não representam quantidades (por exemplo. coloca-se 0 à ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 64 .4. numeração de elementos em seqüência.2 .m).4. Por exemplo. datas. kV/mm.1 . Por exemplo: dm3 = 10-3 m3 mm3 – 10-9 m3 3.m2). mA. quando o valor absoluto do número é menor que 1. kWh etc. os símbolos das unidades não SI de ângulo plano ( º ‘ ” ). W.sr -1. w sr.. f) O símbolo de uma unidade composta por multiplicação pode ser formado pela justaposição dos símbolos componentes e que não cause ambigüidade (VA.). kN. escrito em duas linhas diferentes puder causar confusão. 3. Por exemplo. é empregada sempre uma virgula. 3. mm2/m.Quando um símbolo com prefixo tem expoente. kWh/h etc. códigos de identificação. o sinal do símbolo do grau Celsius e os símbolos que têm divisão indicada por traço de fração horizontal.3. deve-se entender que esse expoente afeta o conjunto prefixo-unidade. e não como expoente ou índice. números de telefones etc.Para separar a parte inteira da parte decimal de um número. k Ω . os expoentes dos símbolos que têm expoente. e) O símbolo é escrito no mesmo alinhamento do número a que se refere. como se esse conjunto estivesse entre parênteses.. São exceções. kV/µs. na base da linha ou a meia altura (N. µW/cm2 etc.

a contar da vírgula para a esquerda e para direita. em cabeçalhos de tabelas).Espaçamento entre número e símbolo O espaçamento entre um número e o símbolo da unidade correspondente deve atender à conveniência de cada caso. mas não se deve dar espaçamento quando há possibilidade de fraude. devem ser escritos com os algarismos separados em grupos de três.Para exprimir números sem escrever ou pronunciar todos os seus algarismos: a) Para os números que representam quantias em dinheiro.5 . é dado normalmente o espaçamento correspondente a uma ou a meia letra. jurídicos e/ou comerciais. 3. ou quantidades de mercadorias. é facultado utilizar espaçamentos diversos entre os números ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 65 . em casos especiais (por exemplo. b) Em colunas de tabelas. 3. assim. por exemplo: a) Em frases de textos correntes.2 . com pontos separando esses grupos entre si.4. bens ou serviços. ou quantidades de mercadorias. mas é também admitido que os algarismos da parte inteira e os da parte decimal sejam escritos seguidamente (isto é. 3. são empregadas de uma maneira geral as palavras: mil milhão bilhão trilhão = = = = 103 106 109 1012 = = = = 1 000 1 000 000 1 000 000 000 1 000 000 000 000 podendo ser opcionalmente empregados os prefixos SI ou os fatores decimais da Tabela 1.3 . com pequenos espaços entre esses grupos (por exemplo. b) Para trabalhos de caráter técnico ou científico.esquerda da vírgula. é recomendado o emprego dos prefixos SI ou fatores decimais da Tabela 1.Os números que representam quantias em dinheiro. Nos demais casos é recomendado que os algarismos da parte inteira e os da parte decimal dos números sejam separados em grupos de três a contar da vírgula para a esquerda e para a direita. sem separação em grupos).4. em trabalhos de caráter técnico ou científico). bens ou serviços em documentos para efeitos fiscais.

dentre outras. instrumento de medição). as-sim sendo.Pronúncia dos múltiplos e submúltiplos decimais das unidades na forma oral. centímetro e milímetro. micrometro (distinto de micrômetro. 3. 3. Tais são.Grandezas expressas por valores relativos É aceitável exprimir.e os símbolos das unidades correspondentes.6 . a massa específica. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 66 . na forma de fração ou percentagem. prevalecendo a sílaba tônica da unidade. a condutividade etc. quando conveniente. nanometro etc. As palavras quilômetro.7 . megametro. os nomes dos múltiplos e submúltiplos decimais das unidades são pronunciados por extenso. decímetro. consagradas pelo uso com o acento tônico deslocado para o prefixo. a massa atômica ou molecular. os outros múltiplos e submúltiplos decimais do metro devem ser pronunciados com acento tônico na penúltima silaba (mé). são as únicas exceções a esta regra. os valores de certas grandezas em relação a um valor determinado da mesma grandeza tomado como referência. por exemplo.

3) Sobre os símbolos de unidades que têm prefixo e expoente ver 3.000 000 000 000 000 001 Observações: 1) Por motivos históricos. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 67 . 2) Os prefixos desta Tabela podem ser também empregados com unidades que não pertencem ao SI.001 0. 1 0.000 000 001 0.TABELA I .000 000 000 001 0. 4) As grafias fento e ato serão admitidas em obras sem caráter técnico.PREFIXO SI Nome exa peta tera giga mega quilo hecto deca deci centi mili micro nano pico femto atto Símbolo E P T G M K h da d c m µ n p f a Fator Pelo Qual A Unidade É Multiplicada 1018 1015 1012 109 106 103 102 10 10-1 10-2 10-3 10-6 10-9 10-12 10-15 10-18 1 000 000 000 000 000 000 1 000 000 000 000 000 1 000 000 000 000 1 000 000 000 1 000 000 1 000 1 00 0. excepcionalmente e por convenção os múltiplos e submúltiplos dessa unidade são formados pela adjunção de outros prefixos SI á palavra grama e ao símbolo g.2.000 000 000 000 001 0.01 0. o nome da unidade SI de massa contém um prefixo.3.000 001 0.

Fração 1/273.012 quilograma de carbono 12.700 períodos da radiação correspondente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo do césio 133. moléculas. de comprimento desprezível e situados no vácuo a 1 metro de distância um do outro.631.TABELA 4 . paralelos. Massa do protótipo internacional do quilograma. bem como Massa Quilograma Kg Tempo Segundo s Corrente elétrica Ampère A Temperatura Termodinâmica Kelvin K Quantidade de matéria mol mol ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 68 . produz entre esses condutores uma força igual a 2 x 10-7 Newton.763. Corrente elétrica invariável que. elétrons ou outras partículas.16 da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água.UNIDADES FUNDAMENTAIS GRANDEZAS NOME DA SÍMBOLO UNIDADE DA UNIDADE DEFINIÇÃO Comprimento Metro m Comprimento igual a 1.650.SISTEMA INTERNACIONAL . Duração de 9. por metro de comprimento desses condutores. podendo ser átomos. íons. Quando se utiliza o mol. mantida em dois condutores retilíneos.192. no vácuo. as entidades elementares devem ser especificadas. Quantidade de matéria de um sistema que contém tantas entidades elementares quantos os átomos contidos em 0.73 comprimentos de onda. da radiação correspondente à transição entre os níveis 2p10 e 5d5 do átomo de criptônio 86.

325 Pascais. de uma superfície plana de 1/600. Intensidade Luminosa Candela cd Intensidade luminosa. de um corpo negro a temperatura de solidificação da platina. na direção perpendicular. sob pressão de 101.000 metro quadrado de área. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 69 .agrupamentos especificados de tais partículas.

SI . Velocidade angular de um móvel que. tendo vértice no centro de uma esfera. Velocidade de um nível que. s-1 Freqüência de fenômeno periódico cujo período é de 1 segundo. Ângulo sólido Esterradiano sr Ângulo sólido que. Volume de um cubo cuja aresta tem 1 metro de comprimento. em movimento retilíneo uniforme percorre a distância de 1 metro em 1 segundo. subentende na superfície da mesma uma área igual ao quadro do raio da esfera.UNIDADES SUPLEMENTARES E DERIVADAS CLASSE GRANDEZAS NOME DA UNIDADE SÍMBOLO DA UNIDADE CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DEFINIÇÃO Ângulo plano Radiano rad Ângulo central que subentende um arco de círculo de comprimento igual ao do respectivo raio.TABELA 5 . em Volume m3 Freqüência Hz Velocidade Metro por segundo m/s Velocidade angular Radiano por segundo rad/s ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 70 . Área Metro Quadrado Metro cúbico Hertz m2 Área de um quadrado cujo lado tem 1 metro de comprimento.

perpendicular à direção da força. por segundo. Aceleração Metro por segundo. uniformemente distribuído sobre uma superfície plana de 1 metro quadrado de área. em movimento retilíneo uniformemente variado. na direção da força.m/s2 Força que comunica à massa de 1 quilograma a aceleração de 1 metro por segundo. cuja velocidade varia de 1 metro por segundo em 1 segundo. Massa específica Quilograma por metro cúbico kg/m3 Aceleração angular Radiano por segundo. Massa específica de um corpo homogêneo. descreve 1 radiano em 1 segundo. por segundo m/s2 Aceleração de um móvel. Kg. Pressão exercida por uma força de 1 Newton.movimento de rotação uniforme. em que um volume igual a 1 metro cúbico contém massa igual a 1 quilograma. Aceleração angular de um móvel de rotação uniformemente variado cuja varia de 1 radiano por segundo. por segundo rad/s2 Força Newton N Pressão Pascal Pa N/m2 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 71 .

o trabalho de 1 Joule em 1 segundo. quantidade de calor Joule J Potência Watt fluxo de energia w J/s Carga Coulomb elétrica (quantidade de eletricidade) Tensão Volt elétrica. que desloca seu ponto de aplicação de 1 metro na sua direção. Trabalho. s Viscosidade dinâmica de um fluido que se escoa de forma tal qual sua velocidade varia de 1 metro por segundo.m Trabalho realizado por uma força constante de 1 Newton. que dissipa a potência de 1 watt quando percorrido por uma corrente invariável de 1 ampère. de maneira contínua e uniforme.Unidades Suplementares e Derivadas CLASSE GRANDEZAS NOME DA SÍMBOLO UNIDADE DA UNIDADE CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DEFINIÇÃO Viscosidade dinâmica Pascalsegundo Pa . Carga elétrica que atravessa em 1 segundo uma seção transversal de um condutor percorrido por uma corrente invariável de 1 ampère. Diferença de potencial. energia. Força eletromotriz C A. Tensão elétrica entre os terminais de um elemento passivo de circuito. Potência desenvolvida quando se realiza. por metro de afastamento na direção perpendicular ao plano de deslizamento.Continuação da Tabela 5 .S V W/A ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 72 . quando a tensão tangencial ao longo desse plano é constante e igual a 1 pascal N.SI .

V/A Resistência elétrica de um elemento passivo de circuito que é percorrido por uma corrente invariável de 1 ampère.Gradiente de Volt por potencial. quando uma tensão elétrica constante de 1 volt é aplicada aos seus terminais Condutância de um elemento passivo de circuito cuja resistência elétrica é de 1 Ohm. Resistência elétrica Ohm Ω Condutância Siemens S A/V Capacitância Farad F C/V Indutância Henry H Wb/A ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 73 . quando é de 1 volt a diferença de potencial entre dois planos equipotenciais situados a 1 metro de distância um do outro. Capacitância de um elemento passivo de circuito entre terminais cuja tensão elétrica varia uniformemente à razão de 1 volt por segundo. Indutância de um elemento passivo de circuito. entre terminais aos quais se induz uma tensão constante de 1 volt. metro Intensidade de campo elétrico V/m Gradiente de potencial uniforme que se verifica em um meio homogêneo e isótropo. quando percorrido por uma corrente que varia uniformemente à razão de 1 ampère por segundo. quando percorrido por uma corrente invariável de 1 ampère.

S. circular com 1 metro de circunferência que tem como eixo o referido condutor. da força e da corrente.Unidades Suplementares e Derivadas CLASSE GRANDEZAS NOME DA SÍMBOLO UNIDADE DA UNIDADE CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DEFINIÇÃO Fluxo Magnético Weber Wb V. numa escala de temperatura ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 74 . perpendicular à direção de uma indução magnética uniforme de 1 tesla. em qualquer ponto de superfície cilíndrica de diretriz. Indução Magnética Tesla T Wb/m2 Intensidade Ampère de campo por metro magnético A/m Temperatura Grau Celsius Celsius °C K . que percorre um condutor retilíneo. criado por uma corrente invariável de 1 ampère.15 Intervalo de temperatura unitário igual a 1 Kelvin. Fluxo magnético uniforme através de uma superfície plana de área igual a 1 metro quadrado. Indução magnética uniforme que produz uma força constante de 1 Newton por metro de um condutor retilíneo situado no vácuo e percorrido por uma corrente invariável de 1 ampère sendo perpendiculares entre si as direções da indução magnética.273.SI .Continuação da Tabela 5 . de comprimento infinito e de área de seção transversal desprezível. Intensidade de um campo magnético uniforme.

Calor específico de uma substância cuja temperatura aumenta de 1 Kelvin quando se lhe adiciona 1 Joule de quantidade de calor por quilograma de sua massa. Capacidade térmica Joule por Kelvin J/K Calor específico Joule por quilogram a e por Kelvin J/(kg. no qual se verifica um gradiente de temperatura uniforme de 1 Kelvin por metro. quando existe um fluxo de calor constante de densidade de 1 Watt por metro quadrado. Gradiente de Kelvin temperatura por metro K/m Gradiente de temperatura uniforme que se verifica em um meio homogêneo e isótropo.K) Condutivida Watt por de térmica metro por Kelvin W/(m.K) Vazão Metro cúbico por segundo m3/s ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 75 . em regime permanente através de uma superfície determinada. quando é de 1 Kelvin a diferença de temperatura entre dois planos isotérmicos situados à distância de 1 metro do outro.15 Kelvins. Condutividade térmica de um material homogêneo e isótropo. escoa o volume de 1 metro cúbico do fluido em 1 segundo. Capacidade térmica de um sistema homogêneo e isótropo. cuja temperatura aumenta de 1 Kelvin quando se lhe adiciona 1 Joule de quantidade de calor. Vazão de um fluido que.em que o ponto coincide com 273.

Momento linear de um corpo de massa igual a 1 quilograma.metro por segundo Quilogra ma metro quadrado por segundo kg.Unidades Suplementares e Derivadas CLASSE GRANDEZAS NOME DA SÍMBOLO UNIDADE DA UNIDADE CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DEFINIÇÃO Fluxo de massa quilogram a por segundo kg/s Fluxo de massa de um material que.m2/s ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 76 . em regime permanente através de uma superfície determinada. Momento angular. Momento de quilogram inércia a-metro quadrado kg. distante de 1 metro do eixo. Momento de inércia em relação a um eixo. em relação ao mesmo eixo. de um corpo que gira em torno desse eixo com velocidade angular uniforme de 1 radiano por segundo e cujo momento de inércia. é de 1 quilograma-metro quadrado.Continuação da Tabela 5 .SI .m/s Momento angular kg.m2 Momento linear quilogram a . escoa a massa de 1 quilograma do material a 1 segundo. de um ponto material de massa igual a 1 quilograma. que se desloca com velocidade de um metro por segundo. em relação a um eixo.

em movimento de rotação uniforme a partir de uma posição inicial. Intervalo de tempo igual a 24 horas. a 1 decímetro Grau Ângulo plano igual à fração 1/360 ângulo central de um círculo completo. (aproximadam ente) Massa Unidade (unificada ) de massa atômica Tonelada Minuto u t min 1000 kg 60 s Massa igual a 1000 quilogramas.Massa igual à fração 1/12 da massa 27 kg de um átomo de carbono 12.TABELA 6 . Ângulo plano igual à fração 1/60 de 1 grau. Tempo Hora h 3.66057 x 10.OUTRAS UNIDADES ACEITAS PARA USO COM O SI. Intervalo de tempo igual a 60 minutos. retorna à mesma posição após 1 minuto. Intervalo de tempo igual a 60 segundos.001 m3 Π/180 rad DEFINIÇÃO Volume igual cúbico. Velocidade angular de um móvel que. SEM RESTRIÇÃO DE PRAZO GRANDEZAS Volume NOME litro SÍMBOLO ι ° VALOR EM UNIDADE SI 0. 1. Ângulo Plano Minuto ‘ Π/10800 rad Segundo “ Π/648000 rad Ângulo plano igual à fração 1/60 de 1 minuto.600 s Dia d 86400 s Π/30 rad/s Velocidade angular Rotação por minuto rpm ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 77 .

1868 J 735.5 W 9.OUTRAS UNIDADES FORA DO SI.TABELA 7 .806 65 N 133. Angstron Atmosfera Bar * Caloria * Cavalo-vapor * Quilograma força * Milímetro de mercúrio Å atm bar Cal cv Kgf mmHg * A evitar e a substituir pela unidade SI correspondente. ADMITIDAS TEMPORARIAMENTE NOME DA UNIDADE SÍMBOLO VALOR OBSERVAÇÕES EM UNIDADE SI 10-10 m 101 325 Pa 105 Pa 4.322 Pa Aproximadamente. ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 78 .

12 Dispositivo registrador .4.11 Desvio padrão experimental .ÍNDICE DO VIM (Português) A Ajuste ( de um instrumento de medição ) .19 Comprimento de escala .30 Amplitude da faixa nominal -5.21 Escala (de um instrumento de medição) -4.14 Erros máximos admissíveis(de um instrumento de medição) -5.18 Comprimento de uma divisão -4.21 Condições de referência -5.5.16 Desvio .15 Dispositivo indicador .6 Conservação de um padrão .12 Dispositivo mostrador .11 Característica de resposta -5.6.5 Discrição -5.17 Escala com zero suprimido -4.15 Dimensão de uma grandeza .20 Erro aleatório .28 Erro intrínseco (de um instrumento de medição) -5.20 E Erro ( de medição ) -3.4.3.3.23 Erro relativo .3.24 Erro no ponto de controle (de um instrumento de medição) -5.13 Erro fiducial (de um instrumento de medição) -5.22 Erro no zero (de um instrumento de medição) -5.9 Classe de exatidão -5.4.5 Condições limites -5.4.7 Condições de utilização -5.10 Erro (de indicação) de um instrumento de medição -5.13 Divisão de escala -4.25 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 79 .4 Calibração .3.8 Correção -3.1.12 Erro sistemático .6.2 C Cadeia de medição -4.8 Detector -4.12 Constante de um Instrumento -5.3.15 D Deriva .4.

7 Instrumento ( de medição ) indicador -4.4.3 Grandeza de dimensão um .10 Instrumento (de medição) digital .4.26 Escala linear -4.13 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 80 .6 Instrumento ( de medição ) mostrador -4.22 Escala expandida -4.6 Instrumento (de medição) analógico .6 Grandeza de Influência .4.9 Indicação (de um instrumento de medição ) -3.29 Material de referência (MR) .4 I Incerteza de medição .11 Instrumento de medição -4.5 Exatidão de um instrumento de medição -5.1 Fator de correção -3.7 Grandeza derivada .26 L Limites de erros admissíveis(de um instrumento de medição) -5.1 Grandeza de base -1.4 Faixa nominal -5.6 Grandeza (mensurável) .Escala de referência convencional .1.22 Escala de valor de referência .23 Escala não-linear -4.1 Isenção de tendência (de um instrumento de medição) -5.9 Instrumento (de medição) totalizador -4.8 Instrumento de indicação analógica .21 M Marcação da escala (de um instrumento de medição) -4.18 F Faixa de indicação -.6.4 Faixa de trabalho -5.2 Índice .1.19 Faixa de medição -5.1.4.2.4.16 Instrumento (de medição) registrador -4.24 Estabilidade -5.14 Exatidão de medição -3.3.1.10 Instrumento de indicação digital -4.1.11 Instrumento (de medição) integrador -4.16 G Grandeza adimensional .1.

2.2 (Limiar de) Mobilidade -5.3.10 Regulagem (de um instrumento de medição) -4.11 Mostrador -4.5 R Rastreabilidade -6.1.6 P Padrão -6.1 Medida materializada -4.14 Medição .14 Símbolo de uma unidade (de medida) .4 Resultado de uma medição -3.6 Método de medição -2.27 Reprodutibilidade ( dos resultados de medição ) -3.5.12 Resultado corrigido -3.2 Padrão itinerante -6.8 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 81 .6 Repetitividade (de um instrumento de medição) -5.4 Padrão secundário .1.16 N Numeração da escala -4.Material de referência certificado (MRC) -6.27 Múltiplo de uma unidade (de medida) .3 Padrão primário -6.28 O Objeto da medição -2.2.6.3 S Sensibilidade .1 Padrão de referência -6.5 Principio de medição -2.4 Metrologia -2.7 Padrão de transferência -6.1 Resultado não corrigido -3.7 Resolução (de um dispositivo mostrador) -5.6.10 Sensor -4.9 Padrão nacional -6.2 Mensurando -2.6.31 Repetitividade (de resultados de medições ) .3 Procedimento de medição .6 Padrão de trabalho .8 Padrão internacional .

17 T Tempo de resposta -5.13 Unidade (de medida) derivada -1.9 Valor verdadeiro (de uma grandeza) .14 Unidade (de medida) fora do sistema -1.19 Valor verdadeiro convencional (de uma grandeza) .3 U Unidade (de medida) -1.10 Unidade (de medida) de base -1.SI .1.9 Sistema Internacional de Unidades .25 Transdutor de medição -4.11 Sistema de grandezas .Sinal de medição -2.3 Valor numérico (de uma grandeza) .2 Sistema de medição -4.13 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 82 .12 Submúltiplo de uma unidade (de medida) -1.1.21 Valor transformado ( de um mensurando ) -2.17 Tendência (de um instrumento de medição) -5.18 Valor de uma divisão -4.15 V Valor (de uma grandeza) .1.1.22 Valor nominal -5.8 Sistema coerente de unidades (de medida) -1.1.1.1.5 Sistema de unidades (de medida) .7] Unidade (de medida) (derivada) coerente .1.20 Z Zona morta -5.

14 Coherent (derived) unit (of measurement) -1.10 Analogue measuring instrument .10 Coherent system of units(of measurement) -1.25 C Calibration .5.ÍNDICE (Inglês) A Accuracy class .1.1.19 Accuracy of a measuring instrument -5.18 Accuracy of measurement .12 Conventional reference scale -1.20 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 83 .10 B Base quantity .22 Conventional true value (of a quantity) .5 Adjustment (of a measuring instrument) -4.30 Analogue indicating instrument -4.1.3 Base unit (of measurement) .6.11 Certified reference material (CRM) -6.13 Bias (of a measuring instrument) -5.4.3.11 Conservation of a(measurement)standard -6.

2 International System of Units.24 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 84 .7 Instrument constant -5.6 Discrimination(threshold) -5.9 International (measurement) standard -6.26 Experimental standard deviation -3.12 Intrinsic error(of a measuring instrument) -5.12 Drift .8 Integrating (measuring) instrument -4.16 Indicating (measuring) instrument -4.11 Dimension of a quantity .15 Correctíon factor -3.8 F Fiducial error(of a measuring instrument) -5.3.2 Influence quantity -2.20 Expanded escale -4.26 G Gauging (of a measuring instrument) -4.6 Indicating device .3.4.27 Digital indicating instrument -4.1.15 Deviation -3.16 D Datum error (of a measuring instrument) -5.4.28 Freedom from bias (of a measuring instrument) -5.5.6 Displaying device .Corrected result .11 Digital measuring instrument -4.1.1.14 Detector -4.5 Dimensionless quantity .10 Error (of indication) of a measuring instrument -5.29 I Index -4. SI .12 Indication (of a measuring instrument ) -3.13 Derived quantity .1.4 Correction .22 Dead band .11 Dial -4.1.4 Derived unit (of measurement) .11 Displaying (measuring) instrument.16 E Error ( of measurement ) -3.5.4.

6 Limits of permissible error (of a measuring instrument) -5.19 Rated operating conditions.1 Measurement procedure -2.1 R Random error .4 Principie of measurement .3.3 Mensurand .6.L Limiting conditions -5.1.2 Maximum permissible errors (of a measuring lnstrument) -5.3 Nominal range -5.2.5 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 85 .6.21 Linear acale -4.21 O Off-system unit (of measurement) .1.3 Non linear scale -4.4.2 Multiple of a unit (of measurement) -1.2.1 Nominal value -5.24 Numerical value (of a quantity) .15 P Primary standard .4 Metrology -2.4 Measuring system -4.1 Measuring range -5.13 Range of indication .5 Measuring transducer -4.2.3 Q Quantity of dimension one .21 Measurement -2.5 Measurement signal .8 Measuring cham -4.4 Measuring instrument -4.6 Method of measurement -2.5.16 N National (measurement) standard .1.6 (measurable) Quantity -1.23 M Material measure -4.

6.1.8 System of quantities .3.17 Supressed-zero ecale -4.1.13 Reference conditions -5.17 Result of a measurement .1.1 Submultiple of a unit (of measurement) .1 S Scale division -4.13 Reference standard .9 Transparency -5.10 Transfer standard -6.7 Reference material (RM) .1.25 Symbol of a unit (of measurement) .2 System of units (of measurement) .27 Repeatibility ( of results of measurement) -3.19 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 86 .3.5 Sensitivity -5.15 Travelling standard -6.4.14 (measurement) Standard -6.6 Reproducibility ( of results of measurements) .12 Response characteristic -5.8 Traceability .14 Span -5.22 Relative error -3.7 Resolution(of a displaying device) .8 Transformed value (of a mesurand) .28 Scale spacing -4.1.9 Systematic error .3.14 T Totalizing(measuring) instrument -4.12 Repeatability (of a measuring instrument) -5.2 Stability -5.9 Response time -5.17 Secondary standard -6.Recording (measuring) instrument -4.7 Recording device -4.6.20 Scale interval -4.2.22 Scaíe length .18 Scale numbering -4.9 True value (of a quantity) -1.5.6.10 Sensor -4.21 Scale(of a measuring instrument) -4.6 Reference-value scale .

31 V Value (of a quantity) -1.6.3.3 Unit (of measurement) .1.4 Working standard .18 W Working range -5.23 ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 87 .9 Uncorrected result .U Uncertaintv of measurement -~ 3.7 User adjustment (of a measuring instrument) -4.5.7 Z Zero error(of a measuring instrument) .

Exercícios: 1) Cite 6 exemplos de Grandezas: 2) Cite 10 exemplos de Unidades: 3) Cite 5 exemplos de Medidas: 4) O que é Medição 5) Cite 3 exemplos de Mensurandos: 6) Qual a diferença entre sinal de medição e Indicação de uma grandeza ? 7) O que é Incerteza de Medição ? 8) O que é Erro de Medição ? ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 88 .

OK !? ) 10) Diferencie Range e Span: 11) Diferencie Sensibilidade e Resolução: 12) Quando podemos dizer que um instrumento está rastreado? 13) Diferencie Calibração .9) Qual a diferença entre Transdutores . Regulagem e Ajuste : ___________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 89 . Detectores e Sensores? cite 2 exemplos de cada: (não vale os exemplos da apostila.