Apresentação de dados

Séries Estatísticas
Tabelas Gráficos

Séries Estatísticas
Reunião ou agrupamento de dados estatísticos (em tabelas ou gráficos) Finalidade → organizar e resumir um conjunto de observações segundo três fatores fundamentais: tempo → data ou época espaço → local ou região espécie → fato ou fenômeno
1 2

Notação Somatório

Séries Estatísticas
tempo → histórica (ou temporal ou cronológica ou evolutiva) Exemplo:
Tabela 2.1. Casos de sarampo notificados no Brasil de 1987 a 1992. Ano 1987 1988 1989 1990 1991 1992
Fonte: Anuários estatísticos – IBGE.
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Séries Estatísticas
espaço → geográfica (ou territorial ou regional) Exemplo:
Tabela 2.2. Necessidades médias de energia em alguns países, em 1973. País Brasil Estados Unidos Etiópia Japão México kcal/per capita/dia 2.174 2.397 2.120 1.125 2.114

Número de casos 65.459 26.173 55.556 61.435 45.532 7.934

Fonte: Necessidades Humanas de Energia – IBGE.
4

1

Séries Estatísticas
espécie → especificativa (ou qualitativa ou categórica) Exemplo:
Tabela 2.3. Abate de animais, por espécie, no Brasil, em 1993. Espécie Aves Bovinos Suínos Ovinos Caprinos Eqüinos Número de cabeças 1.232.978.796 14.951.359 13.305.932 926.818 803.188 165.691

Tabelas
Forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central Finalidade → apresentar os dados de modo ordenado, ordenado simples e de fácil interpretação interpretação, fornecendo o máximo de informação num mínimo de espaço A construção de uma tabela deve obedecer uma série de normas técnicas (IBGE, ABNT...)
5 6

1994. Fonte: Anuário Estatístico do Brasil - 1992.

Normas de Apresentação Tabular (IBGE)
Recomendações importantes:
Estrutura e identificação da tabela Emprego de sinais convencionais Apresentação de dados numéricos Arredondamentos

Estrutura da Tabela
A estrutura de uma tabela compreende os espaços e os elementos.
Espaços Topo Centro Rodapé Título Cabeçalho Essenciais Topo Coluna indicadora Centro Corpo Fonte Notas Complementares Rodapé Chamadas
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Elementos

7

2

Elementos essenciais
Tabela 1. Movimento de passageiros no aeroporto do município de Pelotas no 2ºsemestre do ano de 2001. Meses Embarque Desembarque Julho 192 206 Agosto 225 200 Setembro 175 136 Outubro 247 265 Novembro 207 197 Dezembro 172 181 Fonte: Banco de dados da Zona Sul, ITEPA/UCPEL, 2002.

Topo

Título: indicação que precede a tabela contendo a designação do fato observado, o local e a época em que foi estudado. Uma tabela deve ter número para identificá-la sempre que o documento apresentar duas ou mais tabelas, permitindo, assim, a sua localização. Ex.: Tabela 1 ou Tabela 1.1

Centro

Cabeçalho: parte superior da tabela que indica o conteúdo das colunas Coluna indicadora: parte da tabela que indica o conteúdo das linhas

Rodapé
Corpo: conjunto de linhas e colunas onde estão inseridos os dados
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Elementos complementares
Tabela 1. Movimento de passageiros no aeroporto do município de Pelotas no 2ºsemestre do ano de 2001. Meses Embarque Desembarque Julho 192 206 Agosto 225 200 Setembro 175 136 Outubro 247 265 Novembro 207 197 Dezembro 172 181 Fonte: Banco de dados da Zona Sul, ITEPA/UCPEL, 2002.

Título completo Cabeçalho Corpo da Tabela

Fonte: Fonte: entidade que fornece os dados ou elabora a tabela

Coluna indicadora

Casa ou célula
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Chamadas: informações específicas destinadas a esclarecer ou conceituar dados numa parte da tabela devem estar indicadas na tabela em números arábicos entre parênteses: no cabeçalho e na coluna indicadora, à direita nas casas (corpo), à esquerda ⇒ devem situar-se no rodapé da tabela, na mesma ordem em que foram descritos.

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3

Tabela 2. Total de estabelecimentos, pessoal ocupado, valor da produção e valor da transformação industrial das indústrias metalúrgicas, por Unidade da Federação do Brasil, 1982.
Unidade da Federação Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Total de estabelecimentos 1 2 31 2 43 − 14 12 74 11 30 105 20 20 116 736 42 847 4.699 449 305 706 29 13 106 28 8.452 Pessoal ocupado (1) x x 1.710 x 1.675 − 328 193 5.336 343 794 5.171 439 423 5.527 54.264 2.281 40.768 272.983 11.118 10.816 30.103 485 528 2.686 843 448.932 Valor da produção (1.000 Cr$) (2) x x 21.585 x 6.492 − 498 454 21.732 1.267 2.089 44.673 4.101 1.447 89.072 954.258 22.923 635.731 2.531.363 43.797 84.294 156.680 1.643 884 9.860 2.577 4.637.512 Valor da transformação industrial (1.000 Cr$) x x 10.103 x 3.287 − 251 159 10.878 383 1.265 14.506 1.768 534 27.679 306.856 6.297 177.358 939.032 22.014 41.894 74.316 623 686 4.800 1.301 1.646.043

Tabela 3. População residente em 1980 e 1991, por sexo, área total e densidade demográfica em 1991, para os Municípios do Estado de Roraima.
População residente Município e Sexo 01.09.1980 Total Homem Mulher Alto Alegre (2) Homem Mulher Boa Vista (3) Homem Mulher Bonfim (2) Homem Mulher Caracaraí (3) Homem Mulher Mucajaí Homem Mulher Normandia (2) Homem Mulher São João da Baliza (2) Homem Mulher São Luiz (2) Homem Mulher 79 159 … … 3 475 … … 51 662 … … 4 524 … … 4 990 … … 3 163 … … 7 713 … … 1 531 … … 2 201 … … 01.09.1991 215 950 119 170 96 780 11 196 6 889 4 307 142 902 76 949 65 953 9 454 5 126 4 328 8 910 4 859 4 051 13 135 8 105 5 030 11 165 6 291 4 874 10 089 6 104 3 985 9 099 4 847 4 252 Área total em 01.09.1991 (km2) (1) 224 131,3 .. .. 25 653,3 .. .. 44 295,0 .. .. 14 390,0 .. .. 5 199,3 .. .. 23 601,7 .. .. 12 927,0 .. .. 19 272,5 .. .. 32 192,5 .. .. Densidade demográfica em 01.09.1991 (hab/km2) 0,96 .. .. 0,44 .. .. 3,23 .. .. 0,66 .. .. 0,17 .. .. 0,56 .. .. 0,86 .. .. 0,52 .. .. 0,28 .. ..

fonte

chamadas

Fonte: Pesquisa Industrial - 1982-1984. Dados gerais, Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, v.9, 410p. Nota: Sinais convencionais utilizados: x Dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da informação. − Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. (1) Em 31.12.1982. (2) Inclui o valor dos serviços prestados a terceiros e a estabelecimentos da mesma empresa.

fonte

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chamadas

Fonte: Sinopse Preliminar do Censo Demográfico 1991. Roraima, Amapá. Rio de Janeiro: IBGE, n.4, 31p. Nota: Sinais convencionais utilizados: ... Dado numérico não disponível. .. Não se aplica dado numérico. (1) Valores numéricos de área sujeitos a verificação/alteração, face a implantação de nova metodologia na medição. (2) Município instalado entre 01.09.1980 e 01.09.91. (3) Município que sofreu desmembramento entre 01.09.1980 e 01.09.91.

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Elementos complementares
Notas (sinais convencionais): informações destinadas a esclarecer o conteúdo das tabelas. Sempre que um dado numérico não puder ser apresentado ele deve ser substituído por um sinal apresentado, convencional. convencional
− (traço): indica dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento x (xis): indica dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da informação .. (dois pontos): indica que não se aplica dado numérico ... (três pontos): indica dado numérico não disponível 0 ou 0,0 ou 0,00: indica dado numérico igual a zero resultante de 00: arredondamento
notas

Tabela 2. Total de estabelecimentos, pessoal ocupado, valor da produção e valor da transformação industrial das indústrias metalúrgicas, por Unidade da Federação do Brasil, 1982.
Unidade da Federação Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Total de estabelecimentos 1 2 31 2 43 − 14 12 74 11 30 105 20 20 116 736 42 847 4.699 449 305 706 29 13 106 28 8.452 Pessoal ocupado (1) x x 1.710 x 1.675 − 328 193 5.336 343 794 5.171 439 423 5.527 54.264 2.281 40.768 272.983 11.118 10.816 30.103 485 528 2.686 843 448.932 Valor da produção (1.000 Cr$) (2) x x 21.585 x 6.492 − 498 454 21.732 1.267 2.089 44.673 4.101 1.447 89.072 954.258 22.923 635.731 2.531.363 43.797 84.294 156.680 1.643 884 9.860 2.577 4.637.512 Valor da transformação industrial (1.000 Cr$) x x 10.103 x 3.287 − 251 159 10.878 383 1.265 14.506 1.768 534 27.679 306.856 6.297 177.358 939.032 22.014 41.894 74.316 623 686 4.800 1.301 1.646.043

? (interrogação): quando há dúvida sobre a veracidade da informação (interrogação):
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Fonte: Pesquisa Industrial - 1982-1984. Dados gerais, Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, v.9, 410p. Nota: Sinais convencionais utilizados: x Dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da informação. − Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. (1) Em 31.12.1982. (2) Inclui o valor dos serviços prestados a terceiros e a estabelecimentos da mesma empresa.

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Tabela 3. População residente em 1980 e 1991, por sexo, área total e densidade demográfica em 1991, para os Municípios do Estado de Roraima.
População residente Município e Sexo 01.09.1980 Total Homem Mulher Alto Alegre (2) Homem Mulher Boa Vista (3) Homem Mulher Bonfim (2) Homem Mulher Caracaraí (3) Homem Mulher Mucajaí Homem Mulher Normandia (2) Homem Mulher São João da Baliza (2) Homem Mulher São Luiz (2) Homem Mulher 79 159 … … 3 475 … … 51 662 … … 4 524 … … 4 990 … … 3 163 … … 7 713 … … 1 531 … … 2 201 … … 01.09.1991 215 950 119 170 96 780 11 196 6 889 4 307 142 902 76 949 65 953 9 454 5 126 4 328 8 910 4 859 4 051 13 135 8 105 5 030 11 165 6 291 4 874 10 089 6 104 3 985 9 099 4 847 4 252 Área total em 01.09.1991 (km2) (1) 224 131,3 .. .. 25 653,3 .. .. 44 295,0 .. .. 14 390,0 .. .. 5 199,3 .. .. 23 601,7 .. .. 12 927,0 .. .. 19 272,5 .. .. 32 192,5 .. .. Densidade demográfica em 01.09.1991 (hab/km2) 0,96 .. .. 0,44 .. .. 3,23 .. .. 0,66 .. .. 0,17 .. .. 0,56 .. .. 0,86 .. .. 0,52 .. .. 0,28 .. ..

Apresentação de dados numéricos
Toda tabela deve ter dado numérico para informar a quantificação de um fato específico observado, o qual deve ser apresentado em números arábicos arábicos. A parte inteira dos dados numéricos deve ser separada por pontos ou espaços de três em três algarismos, da direita para a esquerda Exemplo: 12.243.527 ou 12 243 527 A separação da parte inteira da decimal deve ser feita por vírgula Exemplo: 25,67
Obs.: No sistema inglês, a separação da parte inteira é feita por vírgula e a separação da parte inteira da decimal é feita por ponto.
17 18

notas

Fonte: Sinopse Preliminar do Censo Demográfico 1991. Roraima, Amapá. Rio de Janeiro: IBGE, n.4, 31p. Nota: Sinais convencionais utilizados: ... Dado numérico não disponível. .. Não se aplica dado numérico. (1) Valores numéricos de área sujeitos a verificação/alteração, face a implantação de nova metodologia na medição. (2) Município instalado entre 01.09.1980 e 01.09.91. (3) Município que sofreu desmembramento entre 01.09.1980 e 01.09.91.

Arredondamento
Quando o primeiro algarismo a ser abandonado for 0, 1, 2, 3 ou 4, fica inalterado o último algarismo a permanecer. Exemplo: Exemplo: 48,23 → 48,2 Quando o primeiro algarismo a ser abandonado for 5, 6, 7, 8 ou 9, aumenta-se de uma unidade o último algarismo a permanecer. Exemplo: Exemplo: 23,87 → 23,9
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Regras de aproximação
1. Usar, no mínimo, duas casas decimais Exemplo: Exemplo: 48,2309 → 48,23

2. Usar, no mínimo, quatro algarismos significativos Algarismo significativo: significativo:
número diferente de zero zero a direita de algarismo significativo

Exemplo: 0,098041 → 0,09804
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5

Exercício Proposto: Arredonde os valores a seguir, apresentando-os com 2 e com 3 algarismos significativos. x1=0,8078 x2=52,35 x3=6,927

Unidade de medida
Uma tabela deve ter unidade de medida inscrita no cabeçalho medida, ou na coluna indicadora, sempre que houver necessidade de indicar a expressão quantitativa ou metrológica dos dados numéricos. Exemplos: (metros) ou (m), (toneladas) ou (t), (reais) ou (R$) metros) toneladas) reais) R$) Quando os dados numéricos forem divididos por uma constante, esta deve ser indicada por algarismos arábicos, símbolos ou palavras, entre parênteses, precedendo a unidade de medida, quando for o caso. Exemplos: (%) ou (percentual): dados numéricos proporcionais a cem; percentual) (1.000 t): dados numéricos em toneladas divididos por mil; t) 1/1.000) (1/1.000): dados numéricos divididos por 1/1.000, ou seja, multiplicados por mil.
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xi 0,8078 52,35 6,927

2 alg. 0,81 52 6,9

3 alg. 0,808 52,4 6,93

Apresentação da tabela
O centro da tabela deve ser delimitado, no mínimo, por três traços horizontais. Recomenda-se não delimitar lateralmente as tabelas por traços verticais. É facultativo o uso de traços verticais para a separação de colunas no corpo da tabela.
Tabela 3. Taxa de atividade feminina urbana (em percentual) em três regiões do Brasil, 1981/90.

Gráficos
Forma ilustrada de apresentar dados estatísticos É uma figura construída a partir de uma tabela Finalidade → proporcionar uma impressão mais rápida e maior facilidade de compreensão do comportamento da variável. Gráficos e Tabelas se prestam a objetivos distintos distintos; a utilização de uma forma de apresentação não exclui a outra. Gráficos → visualização Tabelas → precisão
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Região Norte Nordeste Sudeste

Ano 1981 28,9 30,2 34,9 1984 30,3 32,6 37,2 1986 34,0 34,3 40,1 1990 37,1 37,8 40,7

Fonte: Anuário Estatístico do Brasil - 1992.

As tabelas de uma publicação devem apresentar uniformidade gráfica (tipo de letra, tamanho de fonte, etc.)
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6

Normas para representação gráfica
O gráfico deverá possuir título fonte notas e legenda título, fonte, (toda a informação necessária à sua compreensão, sem auxílio do texto). O título deve ser localizado abaixo do gráfico. O gráfico deverá possuir formato aproximadamente quadrado para evitar que problemas de escala interfiram na sua correta interpretação. Iguais intervalos para as medidas deverão corresponder a iguais intervalos para as escalas.
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Principais tipos de gráficos
Diagramas → gráficos em duas dimensões: gráficos de colunas – retângulos verticais com alturas
proporcionais às grandezas

Figura 2.4. Efetivo do rebanho suíno no Brasil, segundo as grandes regiões em 1992. Fonte: Anuário Estatístico do Brasil (1994).

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Principais tipos de gráficos
Diagramas → gráficos em duas dimensões: gráficos de barras – retângulos horizontais, recomendados quando os nomes das categorias são maiores que a base do retângulos.
Estados Paraná Minas Gerais Rio Grande do Sul Rio de Janeiro São Paulo Casos 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000

Recomendações para gráficos de colunas e gráficos de barras
Quando a variável categórica é expressa em escala nominal recomenda-se ordenar as colunas nominal, (ou barras) da maior para a menor para facilitar a leitura dos dados Quando a variável é expressa em escala ordinal ordinal, deve ser respeitada a ordenação da escala escala.

Figura 2.5. Casos notificados de AIDS nos cinco estados brasileiros de maior incidência em 1992. Fonte: Anuário Estatístico do Brasil (1994).

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7

Principais tipos de gráficos
Diagramas → gráficos em duas dimensões: gráficos de linhas ou curvas – recomendados para representar
conjuntos de dados em que uma das variáveis é contínua, como o tempo, sempre representado no eixo das abscissas.

Principais tipos de gráficos
Diagramas → gráficos em duas dimensões: gráficos de setores – recomendados para situações em que se deseja evidenciar o quanto cada informação representa no total.

Figura 2.6. Eleitores inscritos para as eleições brasileiras - 1978/90. Fonte: Anuário Estatístico do Brasil (1992).

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Figura 2.7. Hospitalizações pagas pelo SUS, segundo a natureza do prestador de serviço – 1993. Fonte: Anuário Estatístico do Brasil (1994).

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1. Classifica a série estatística apresentada; 2. Indica o(s) gráfico(s) adequado(s) para sua representação, justificando sua escolha.
Tabela 1 – Número de estabelecimentos de hospedagem, no Brasil no ano de 2001. Tipo de Estabelecimento Hotéis e hotéis de lazer Hotéis-fazenda Pousadas Motéis Outros (1) Nº de estabelecimentos 742 88 904 310 88

1. Classifica a série estatística apresentada; 2. Indica o(s) gráfico(s) adequado(s) para sua representação, justificando sua escolha.

Tabela 2 – Percentual de jovens que não eram estudantes na população de 15 a 17 anos de idade no Brasil no período de 1998-2007. Ano 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Percentual de jovens de 15 a 17 anos não estudantes 23,5 21,5 18,9 18,5 17,6 17,8 18,0 17,5 17,7

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de Comércio e Serviços, Pesquisa Especial sobre meios de hospedagem 2001. (1) Apart-hotéis, pensões de hospedagem, albergues, dormitórios, hospedarias, etc., exclusive campings.

Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de domicílios.

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