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Atomo de Hidrogenio As riscas do espectro do atomo de hidrogenio resultam das variaçoes de energia do electrao no atomo.

Como as riscas sao bem determinadas, a energia do electrao no atomo so pode ter certos valores – a energia do electrao esta quantizada. Neste modelo a cada valor de energia esta associado um determinado estado estacionario, a que corresponde uma certa orbita circular de electrao. O espectro de absorçao resulta da absorçao da radiaçao pelo electrao no atomo de hidrogenio: o electrao transita de um estado de menor energia para um de maior energia (excitaçao) por absorçao de um fotao. O espectro de emissao resulta do processo oposto (desexcitaçao) com emissao de um fotao. So alguns estados de energia sao permitidos para o electrao no atomo. A descontinuidade das riscas espectrais esta associada à descontinuidade da energia do electrao no atomo. Modelo Quântico John Dalton admitiu que a matéria era formada por átomos indivisiveis. Thomson imaginou o átomo como uma esfera maciça carregada positivamente, onde os electrões se encontravam incrustados “como passas num bolo”. Não resistiu a provas como a da radioactivade. Modelo Planetário de Rutherford Neste modelo, a maior parte do átomo consistia em espaço vazio. O átomo era consistuido por um núcleo onde estava concentrada a carga positiva e por electrões, partículas de carga unitária negativa, que se moviam à volta do núcleo. Não colocava restrições à energia do electrão no átomo e falhava na interpretação de espectros atómicos descontínuos. Modelo de Bohr Reconheceu a quantização da energia dos electrões no átomo. Os electrões movimentam-se em torno do núcleo, descrevendo orbitas fixas, estando associado a cada uma delas, um determinada valor de energia. Não explica os espectros de emissão de átomos contendo mais do que um electrão e também não permitia explicar o desdobramento das riscas do espectro de emissão do átomo de hidrogénio, na presença de um campo magnético. Modelo da Nuvem Electrónica , de Schrodinger e Werner Heisenberg O comportamento espacial do electrão é descrito por orbitais que representam as regiões do espaço à volta do núcleo onde há maior probabilidade de encontrar o electrão. Números quânticos Número quântico principal Número quântico de momento angular, ou secundário, ou azimutal Número quântico magnético Número quântico de spin

em que a fase dispersa é líquida num meio dispersante gasoso (sprays) . CO2. CO2): Emissões vulcânicas. incêndios florestais. em que há uma fase dispersa sólida e uma fase dispersante líquida (gelatina) . CO. gasolinas. Chuvas ácidas.Os aerossóis líquidos.agravamento do efeito de estufa. em altas concentrações prejudica a oxigenação do organismo.As geleias/géis. Princípio da exclusão de Pauli: cada orbital atómica pode ser preenchida no máximo por dois electrões com números quânticos diferentes. Queima de combustíveis fosseis (carvão).asfixiante. Composto orgânicos volateis. degradação da cobertura vegetal.Configuração Elctrónica Principio da energia minima: os electrões distribuem-se pelas possíveis orbitais por ordem crescente de energia. Metano. aerossois): Agricultura (queimadas).afectam o sistema nervoso central e são cancerígenos. indústria metalúrgica. . Doenças respiratórias. As suas partículas só conseguem ver-se ao ultramicroscópico. Escapes de veículos. Matéria particulada (fungos. Oxidos de enxodre (SO2 e SO3): Incêndios florestais. pantanos. Irritação do sistema respiratório. Solventes orgânicos. em que as fases dispersa e dispersante se encontram no estado líquido (leite) . incineradoras. da vida aquática e do património edificado.NO2.agravamento do efeito de estufa/aquecimento global do planeta Oxidos de azoto (NO. Doenças respiratórias e reacções alérgicas. CFC. N2O): Agricultura.As emulsões. da vida aquática e do património edificado. indústria transformadora. etc): Agricultura. tendo os respectivos electrões spins idênticos. Compostos derivados do benzeno. CFCdestruição da camada do ozono na estratosfera. degradação da cobertura vegetal. diminuindo os reflexos e a acuidade visual. Chuvas ácidas. Queima de combustíveis (madeira e diesel). COV( metano. respiração. sprays e indústria do frio. Coloides As soluções coloidais situam-se entre as soluções verdadeiras e as suspensões. Transporte. emissões vulcânicas. Regra de Hund: O estado de menor energia é aquele em que o número de orbitais semipreenchidas (com o mesmo número quântico secundário) é maximo. poeiras. Poluentes Atmosféricos Oxidos de carbono (CO. indústria cimento. compostos de derivados benzeno.

107.5º Titulação Ácido-Base Numa bureta. 180º Metano – tetraédrica. o mais próximo possível do ponto de equivalência).5º Amoníaco – piramidal triangular. gota a gota. a solução de NaHO à solução de HCl até se atingir o ponto final (ponto detectado experimentalmente.As espumas líquidas.00 mL (medidos com pipeta volumétrica). por exemplo.. neste caso para verde. 25. azul de bromotimol. Pode ser eliminada por ebulição da água libertando dioxido de carbono e precipitando carbonato decálcio e de magnésio. A solução de hidroxódio deve ser colocada na bureta (titulante) para diminuir a sua carbonatação. Um excesso de NaHO faria com que o indicador ficasse azul. que não sao eliminados por ebulição . A solução adquire cor amarela. Geometria molecular Água – angular plana. Este ponto é detectado quando o indicador muda de cor. em que a fase dispersa é gasosa e a fase dispersante é líquida (claras em castelo) . coloca-se a solução de NaHO (aq). e umas gotas de um indicador apropriado. Dureza Exprime-se em miligramas de CaCO3 por litro de solução (ppm) Dureza temporária – é devida à presença de hidrogenocarbonato de cálcio e de magnésio. por exemplo. dado que uma grande superfície de contacto com o CO2 do ar conduz à carbonatação.Os aerossóis sólidos. 109. Adiciona-se. 104.5º Dióxido de carbono – linear. Mede-se o volume de solução de NaHO gasto (volume equivalente). Dureza permanente – é devida à presença de outros sais como cloretos e sulfatos de cálcio e magnésio.As espumas sólidas. coloca-se um volume conhecido de solução de HCl (titulado). em que há uma fase dispersa sólida numa fase dispersante líquida (fumo) . Num matraz. em que a fase dispersa é gasosa e a fase dispersante é sólida (miolo do pão).

Desvantagens das águas duras A nivel doméstico – não dissolvem bem o sabão. vai-se evaporando e ocorre precipitação de CaCO3 (s). devido ao aumento de pressão no interior das condutas. e . Tem a vantagem de poderem serem recuperadas. À medida que a água se infiltra no subsolo aumenta a pressão a que está sujeita e. A nível industrial – as incrustações calcárias em tubagens e caldeiras diminuem a durabilidade das mesmas.(aq) Este estado de equilíbrio é afectado por variações de pressão e temperatura das águas subterrâneas. ferros de ingomar e outros equipamentos domésticos. Estes ficam presos e impedidos de reagir com o sabão e detergentes. levando a que a sua concentração na água diminua. a solubilidade do CO2 aumenta com a pressão a grande profundidade. no sentido directo. consequentemente. A formação de estalactites e estalagmites A formação de grutas calcárias e posterior formação de estalactites e estalagmites têm a ver com a alteração do estado de equilíbrio pela seguinte equação química: CaCO3 (s) + CO2 (g) + H2O (l) -> <. Tem o inconveniente de provocar a formação de depósitos de sais precipitados. . Provoca também resíduos de calcário (incrustações) em recipientes. então.Dureza total – corresponde à soma das concentrações de iões de cálcio e magnésio nela contidos. Processos para reduzir a dureza (amaciamento) Redução da dureza por precipitação – a redução da dureza da água por precipitação faz-se por adiçao de agentes precipitantes que são substâncias que formam sais pouco soluveis de cálcio e magnésio. mantendo-os em solução. A regeneração da resina é feita com uma solução concentrada de cloreto de sódio que repõe os iões sódio na resina removendo os iões cálcio e magnésio para a solução regenerante. máquinas de lavar. Os iões cálcio e magnésio formam sais pouco soluveis com os aniões de sabão. a sua remoção por decantação e/ou filtração da água. nas grutas. Assim. Também o facto de a pressão no interior das grutas ser menor faz com que o CO2 dissolvida na água de infiltração se liberte. Redução da dureza por troca iónica – neste processo são utilizados resinas que possuem na sua estrutura iões sódio. a reacção evolua no sentido inverso. consequentemente. provocando a dissolução do calcário e levando à formação de grutas. Quando a água atravessa essas resinas os iões cálcio e magnésio da água são trocados pelos iões sódio da resina.Ca2+ (aq) + 2 HCO3. favorecendo a formação de CaCO3 sob a forma de estalactites e estalagmites. Por sua vez. a água de infiltração que contém Ca2+ e HCO3-. o que implica. Redução da dureza por complexação – neste tipo de redução usam-se agentes que originam complexos estáveis com os iões cálcio e magnésio. originando a escuma que se deposita no fundo do recipiente onde se faz a lavagem. na maioria das vezes. podendo mesmo provocar explosões. A reacção evolui. aumenta a sua capacidade para dissolver CO2. canalizações.

Esta corrente alternada induzida na bobina apresenta as mesmas características do som original. nomeadamente. macromoléculas e colóides Ultrafiltração – que retém alguns virus Nanofiltração – que retém alguns dos sais dissolvidos e compostos orgânicos Electrodiálise – processo que se realiza em células constituidas por numerosas membranas catiónicas e aniónicas alternadas. Na osmose inversa. Durante este movimento. Apesar de ser um processo eficaz é bastante dispendioso uma vez que a vaporização da água requer quantidades elevadas de energia. Para reduzir custos. de modo a obter-se água potável) Destilação – consiste em vaporizar a água por aquecimento e. sob pressão. a água do mar (solução mais concentrada) é forçada. A água salgada penetra em compartimentos separados por membranas selectivas.Dessalinização da água do mar (remoção de sais da água. onde de pressão. É uma técnica consideravelmente mais barata do que outros processos de separação. Outros processos membranares: Filtração através de membranas com porosidades diferentes    Microfiltração – que retém bactérias. a passar através de membranas semipermeáveis para o compartimento da água purificada. posteriormente. varia de acordo com os sinais eléctricos recebidos (resultantes. Microfone (sinal sonoro -> sinal eléctrico): quando o som atinge a membrana. pode utilizar-se a energia solar para evaporar a água. umas permeáveis a catiões e outras a aniões. e que se encontram alternados. de modo a que a enquadrar-se nos parâmetros que a lei prevê para uma água potável. esta passa a oscilar com a mesma frequência. Como a membrana está ligada à bobina. isto é. Surgem. a maioria das substâncias que estavam dissolvidas fica retida na membrana. esta entra em oscilação devido às variações de pressão. O processo pode ser realizado a pressões inferiores à pressão atmosférica. provocar a condensação do seu vapor. assim. o fluxo magnético que atravessa a bobina varia. A água doce obtida por dessalinização da água do mar tem de ser. em seguida. Osmose inversa – é um processo físico em que se pretende é que as moléculas do solvente passem da solução mais concentrada para a solução mais diluída (água doce). provocadas pela onda sonora. Altifalante (sinal eléctrico -> sinal sonoro): quando a corrente eléctrica passa na bobina. da conversão no . por exemplo. Contudo este processo de evaporização/condensação com recurso à energia solar ainda apresenta alguns problemas. a grande dimensão do dispositivo que é necessário “alambique solar” – e a lentidão do processo. quer em frequência quer em intensidade. o que poupa energia. compartimentos que se enriquecem em iões e outros que vão diminuindo o seu conteúdo salino (água dessalinizada). sujeita a correcções no seu teor em sais. induzindo uma força electromotriz que dá origem a uma corrente eléctrica na bobina do microfone.

microfone de um sinal). provoca na bobina um movimento oscilatório. ou seja. Uma vez que a bobina está ligada a uma membrana. reproduzindo o som original. . dando origem a um campo magnético variável que. ao interagir com o campo magnético criado pelo íman. a membrana oscilante não é mais do que uma fonte sonora. esta passa a vibrar com a mesma frequência e com a mesma intensidade.