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DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE

/RN AULA DEMONSTRATIVA Prof. RICARDO GOMES

1. Breve Apresentação.

Prezado(as) Concurseiros(as) de Plantão, É com muito prazer que inicio o Curso de Teoria e Exercícios de Direito Eleitoral para o Concurso do TRE/RN (Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte)! Para quem ainda não me conhece, segue a minha apresentação: Meu nome é RICARDO GOMES, formei em Direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA) no ano de 2007. Dei o primeiro passo na caminhada pelos concursos públicos no mesmo ano, quando fui aprovado no concurso do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após isso, fui aprovado nos concursos do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e da Controladoria-Geral da União (CGU), no ano de 2008. Por último, logrei êxito no concurso para o cargo de Procurador do Banco Central do Brasil (BACEN), em 2009/2010. Assim, também sou concurseiro igual a vocês! Atire a primeira pedra quem não é ou não foi! Rsrs. Trabalhei por mais de 1 ano no TSE, onde tive contato direto com o Direito Eleitoral ao elaborar minutas de decisões e despachos a cargo do Ministro Corregedor-Geral, ao emitir pareceres jurídicos que subsidiaram referidas decisões, ao instruir processos com forte pesquisa da jurisprudência da Corte Eleitoral e da legislação eleitoral. Posteriormente, trabalhei no TJDFT e, desde 2008, atuo como Analista de Finanças e Controle na área de Correição da Controladoria-Geral da União (CGU).

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2. Concurso TRE/RN (Rio Grande do Norte).

Para quem ainda não sabe, o TRE/RN editou em 02 de junho de 2010, a Resolução nº 14, que dispõe sobre o próximo concurso público a ser promovido pelo Tribunal. A Resolução nº 14 pode ser acessada no seguinte link do TRE/RN: https://www.tre-rn.jus.br/documentos/dje/dje-trern_20100602_476.pdf Na parte de Disciplinas e Conteúdo Programático a Resolução especifica como serão cobrados os assuntos em todas as matérias para todos os cargos, inclusive em Direito Eleitoral. Esta Resolução é uma ajuda e tanto para os estudantes! Já saber, de antemão, antes mesmo da divulgação do Edital, o que será cobrado é ótimo! Nesse sentido, todos vocês concurseiros de TRE estão numa condição privilegiada, pois, diferentemente da maioria dos concursos, não precisam mais esperar pelo Edital para estudar todas as matérias que serão cobradas no concurso do TRE/RN. Agora, têm em mãos os assuntos, que poderão, um a um, serem estudados e vencidos sem correrias e atropelos. Ademais, a divulgação desta Resolução é sinal claro da iminência do Edital! A expectativa é de que a divulgação do Edital do TRE/RN seja realizada entre os meses de Setembro a Outubro de 2010, no mais tardar após as Eleições deste ano. Por isso, devemos aproveitar esta oportunidade acelerando nossos estudos antes do Edital, para que, tão logo seja publicado, apenas revisemos os assuntos. Isto certamente conferirá a todos maiores condições para “gabaritarem/fecharem” a prova! Os conhecimentos de Direito Eleitoral serão cobrados para os seguintes Cargos, conforme a Resolução nº 14: 1. TÉCNICO JUDICIÁRIO - Área ADMINISTRATIVA 2. ANALISTA JUDICIÁRIO – Área JUDICIÁRIA 3. ANALISTA JUDICIÁRIO - Área ADMINISTRATIVA

Ademais, a Prova Discursiva para os Cargos de Técnico Judicário, Analista Judiciário – Áreas Judiciária e Administrativa – 2
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DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES deverá ter por base os conhecimentos de Direito Eleitoral (principal matéria de conhecimentos específicos), exigindo do candidato, ao menos, algumas noções básicas de Direito Eleitoral para dissertação. Assim dispõem os itens da Resolução nº 14 referentes à Prova Discursiva:
“Redação sobre tema relacionado com disciplinas indicadas no edital, observado o conteúdo programático dele constante. A prova discursiva valerá 10,00 pontos e consistirá de redação de texto narrativo, dissertativo e/ou descritivo. Tem como objetivo avaliar a capacidade de expressão na modalidade escrita, o uso das normas do registro formal culto da Língua Portuguesa e o domínio do conteúdo, de acordo com os objetos de avaliação estabelecidos para o cargo”.

3. Agradecimento aos Alunos do Curso Regular de Direito Eleitoral.

Quero aqui, humildemente, agradecer a todos os alunos do Curso de Direito Eleitoral – Teoria e Exercícios – Tribunais (TREs) iniciado em Junho de 2010, pois trocamos muitos conhecimentos e experiências! Todos foram muito graciosos em suas avaliações: 100% de aprovação do Curso! Isto é, todos os alunos disseram que novamente fariam outros Cursos de Direito Eleitoral conosco do Ponto! Fiquei lisojeado com o feed-back! Espero, inclusive, tê-los novamente como alunos neste Curso para TRE/RN e nos próximos a serem disponibilizados. Próximos Cursos: 1. DIREITO ELEITORAL, PROCESSUAL E CRIMINAL ELEITORAL P/ ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA (CURSO COMPLEMENTAR); 2. DIREITO PROCESSUAL JUDICIÁRIO – ÁREA COMPLEMENTAR); ELEITORAL P/ ANALISTA ADMINISTRATIVA (CURSO

3. REGIMENTO INTERNO DO TRE/RN; 3
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DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES 4. EXERCÍCIOS CESPE; 5. TEORIA E EXERCÍCIOS CESPE; 6. EXERCÍCIOS FCC; Queria aqui também registrar meus Parabéns aos alunos que tiveram excelentes resultados na Prova do TRE/RS! Alguns, inclusive, acertaram todas as 15 (quinze) questões de Direito Eleitoral! Este mesmo resultado que os alunos tiveram no concurso do TRE do Rio Grande do SUL quero também ver repetir os alunos que farão a prova do TRE do Rio Grande do NORTE!! Rsrs.

4. Metodologia e Conteúdo do Curso.

Este CURSO DE TEORIA E EXERCÍCIOS DE DIREITO ELEITORAL tem por foco preparar os concurseiros para a vindoura prova do TRE/RN. O Tribunal ainda não deu sinais explícitos a respeito de qual banca examinadora será a escolhida para a realização da Prova (estão em processo de contratação – talvez por licitação ou mesmo por dispensa). O cenário que se apresenta no momento é o seguinte: 1. A favor da recontratação da FCC: a. O último Concurso do TRE/RN foi realizado pela FCC (Fundação Carlos Chagas) em 2005; b. Os assuntos elencados na Resolução nº 14 são similares na forma e no conteúdo do Edital de 2005, confeccionado pela FCC; c. Muitos dos atuais concursos de TREs têm sido organizados pela FCC (ex: TRE/RS, TRE/AC, TRE/AL, TRE/PI, TRE/AM). 2. A favor da contratação do CESPE: a. Indicação de que é mais provável que não será realizada dispensa de licitação, o que beneficiaria o CESPE; b. Muitos dos atuais concursos de TREs também têm sido organizados pelo CESPE (ex: TRE/BA, TRE/MT, TRE/MA, 4 Prof. Ricardo Gomes www.pontodosconcursos.com.br

DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES TRE/PR, TRE/GO, TRE/MG).

Em virtude disso, nosso Curso de Direito Eleitoral para o TRE/RN será de Teoria, tendo por base a Resolução de Exercícios de ambas as bancas examinadoras (FCC e CESPE). Assiná-lo que, eventualmente, poderemos comentar questões de outras bancas pela carência em assuntos muito específicos. Seguindo a linha de nossos Cursos de Direito Eleitoral, este Curso para o TRE/RN terá um CARÁTER PRÁTICO, voltado para o que, efetivamente, vem sendo cobrado nas últimas provas de concursos. Com isso, teremos uma parte teórica, com destaques e dicas dos pontos altos, e uma lista de VÁRIAS QUESTÕES DA FCC e CESPE de Direito Eleitoral comentadas! Obs: Lembro que no Curso Regular, além da Teoria, estudamos

+ de 215 QUESTÕES COMENTADAS!
Abarcaremos, ademais, os ASPECTOS MAIS RELEVANTES DA LEGISLAÇÃO ELEITORAL, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL e da atual JURISPRUDÊNCIA DO TSE, na trilha do que tem cobrado referidas bancas, evitando-se as indesejáveis discussões teórico-doutrinárias (ineficientes para provas!), pouco frutíferas para o resultado almejado pelos concursandos, que é saber o necessário para gabaritar as questões de eleitoral. Predisponho-me a ser um orientador dos estudos de cada um de vocês, e não um Professor que passa o conhecimento eminemente técnico. Ao final de cada aula, farei um RESUMO do assunto abordado, destando os pontos mais relevantes. Creio que, com a exaustiva resolução de questões e com uma metodologia mais prática e didática, conseguiremos fechar a matéria de Direito Eleitoral do Edital do TRE/RN! Até porque comentaremos todos os pontos do Edital listados abaixo, sem qualquer lacuna. Lembro a todos que, consoante a Resolução nº 14, as questões de DIREITO ELEITORAL terão PESO 3 (três) na contagem de pontos, por ser matéria da parte de Conhecimentos Específicos, enquanto que as matérias contidas em Conhecimentos Básicos serão computadas apenas com PESO 1.

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Atos preparatórios da votação: seções eleitorais.pontodosconcursos. ato de votar. Órgãos da Justiça Eleitoral: composição e competência. o restante dos assuntos previstos para os Cargos de ANALISTA. início e encerramento da votação. mesas receptoras de votos e fiscalização perante as mesas receptoras. Apuração: órgãos apuradores. Alistamento eleitoral: requisitos. Ricardo Gomes www. Os Cursos Complementares para o Cargo de Analista versarão sobre as seguintes matérias: 6 Prof. portanto. e a maior parte para os cargos de Analista Judiciário – Área Judiciária e Administrativa. nulidades da votação. Garantias eleitorais: aspectos gerais. apuração Regionais e no Tribunal Superior Eleitoral. nos Tribunais Diplomação dos eleitos: natureza jurídica. de 15/07/1965. polícia dos trabalhos eleitorais. não tratados neste Curso.DIREITO ELEITORAL .TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Conteúdo do Curso: Esclaro desde já que os assuntos a serem tratados nas Aulas referem-se à matéria básica de Direito Eleitoral previstas no Edital.737. Prestação de contas das campanhas eleitorais. serão vistos em CURSOS COMPLEMENTARES que serão lançados em breve! Portanto. fazem parte do rol cobrado para os Cargos de ANALISTA Judiciário e Administrativo e TÉCNICO Judiciário. Conteúdo do Curso Básico (Matéria Básica) de Direito Eleitoral p/ TRE/RN (Cargos de ANALISTA e TÉCNICO): Direito Eleitoral: Código Eleitoral – Lei nº 4.br . Estes assuntos.com. os alunos que concorrerão ao cargo de ANALISTA devem orientar seus estudos da seguinte forma: Curso Básico + Curso Complementar (Judiciário ou Administrativo). limites à presença da força pública. salvo o Regimento Interno. competência para diplomar e fiscalização. nas Juntas Eleitorais. lugares da votação. compreendendo a TOTALIDADE da matéria para o cargo de TÉCNICO JUDICIÁRIO. procedimento e fiscalização. Votação: material para votação. liberdade de escolha e sigilo do voto. Com efeito.

Partidos políticos: personalidade jurídica.º 64/1990). Ação de impugnação ao pedido de registro de candidatura. representação proporcional). rito processual penal eleitoral. Ação de investigação judicial eleitoral. Recurso contra a expedição de diploma. Certidão de quitação eleitoral.096/95.pontodosconcursos. no rádio. Processo Penal Eleitoral: ação penal. Lei Complementar nº. Cancelamento de registro e substituição de candidatos. 9. Processo de prestação de contas. 64/90. efeitos e prazos. inscrição. Condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral. processamento. na televisão. filiação partidária. cancelamento e exclusão (Resolução TSE n.º 21.096/95. Poder de Polícia. Propaganda política: propaganda partidária. Recursos Eleitorais: cabimento. 9. Pesquisas e testes pré-eleitorais. Lei nº.º 9. Fornecimento gratuito de transporte.610/2007).504/1997). competência em matéria criminal eleitoral. 9. Eleições: sistema eleitoral (registro de candidatos. qualificação.com. 9. Abuso de poder e corrupção no processo eleitoral. Direito Processual Eleitoral e Criminal Eleitoral: Processo Eleitoral: aspectos gerais. Representações da Lei nº. Ação de impugnação ao mandato eletivo. classificação. Representações da Lei nº. 64/90. deveres e impedimentos. fiscalização. garantias.504/97. na Internet e em bens públicos e particulares.º 22. rito processual penal eleitoral. 7 Prof. competência em matéria criminal eleitoral.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Analista Judiciário – Área Judiciária Direito Eleitoral e Partidário Código Eleitoral (Lei nº 4. Recursos Eleitorais: cabimento. Condições de elegibilidade e causas de inelegibilidade (Lei Complementar n. de 15/07/1965). funções. Processo Penal Eleitoral: ação penal. Processo de prestação de contas. Ação de impugnação ao mandato eletivo.br .º 9. Gastos ilícitos de campanha. Alistamento eleitoral: requisitos. Escolha e registro de candidatos. classificação. Ministério Público Eleitoral: órgãos. procedimentos. Ação de impugnação ao pedido de registro de candidatura. fusão. Crimes eleitorais: tipos previstos na legislação. Lei nº. em dias de eleição. Direito de resposta.538/2003). pressupostos de admissibilidade. Crimes eleitorais: tipos previstos na legislação.737. criação e registro.504/97. cédula oficial. (Lei n. finanças e contabilidade (Lei n. Prestação de contas das campanhas eleitorais. propaganda eleitoral nas eleições majoritárias e proporcionais: na imprensa escrita. Ação de investigação judicial eleitoral. Analista Judiciário – Área Administrativa Direito Processual Eleitoral: Processo Eleitoral: aspectos gerais. 9. aplicação subsidiária do Código de Processo Penal.091/1974). Lei nº.096/1995). fidelidade e disciplina partidárias. voto secreto. pressupostos de admissibilidade. Decretação da perda de mandato por infidelidade partidária (Resolução TSE n. efeitos e prazos. 9. Lei Complementar nº. Recurso contra a expedição de diploma. Ricardo Gomes www.504/97. processamento. aplicação subsidiária do Código de Processo Penal. Lei nº.DIREITO ELEITORAL . Arrecadação e aplicação de recursos públicos.504/97. a eleitores residentes nas zonas rurais (Lei nº 6. incorporação e extinção.

AULA 1 (30/08/2010) – Órgãos da Justiça Eleitoral: composição e competência (continuação).br s . como veremos no cronograma abaixo. Cronograma do Curso Este Curso de DIREITO ELEITORAL para o TRE/RN. salvo o Regimento Interno. Ademais. procedimento e fiscalização. diante de sua extensão (+ 300 Artigos) e complexidade. 2. A programação das aulas será nos seguintes termos: AULA DEMONSTRATIVA – Código Eleitoral – Lei nº 4.DIREITO ELEITORAL . atendendo de imediato à demanda de alunos para todos os Cargos neste Concurso do TRE/RN e. 5. Repiso que todos os assuntos de Direito Eleitoral para o cargo de Técnico Judiciário serão tratados neste Curso que ora se inicia. de 15/07/1965: Órgãos da Justiça Eleitoral: composição e competência.com. que inicia-se linhas abaixo.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Como a matéria básica de Direito Eleitoral disposta linhas atrás é cobrada para os 3 Cargos citados (Técnico e Analistas Judiciário e Administrativo). 8 Prof. Ricardo Gomes www. resolvi realizar esta divisão de Cursos. Alistamento eleitoral: requisitos. Prestação de contas das campanhas eleitorais.pontodosconcursos. com esta divisão consigo facultar e facilitar a aquisição do Curso Básico e do Complementar para os Alunos que farão o concurso para o Cargo de Analista. AULA 2 (06/09/2010) 1. friso que em breve (curto prazo) editaremos também um Curso Específico para o estudo do REGIMENTO INTERNO do TRE/RN. para não onerar por demais os Alunos que farão o concurso apenas para o Cargo de Técnico Judiciário.737. também. será ministrado em 6 AULAS + Aula Demonstrativa. Por fim.

1 Obs: o cronograma das Aulas poderá ser alterado a qualquer tempo mediante prévio aviso aos Alunos na parte aberta do curso. a cada dia e de forma crescente. 2. nos Tribunais Regionais e no Tribunal Superior Eleitoral. início e encerramento da votação. Isso não se restringe aos concursos de Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e aos concursos da área jurídica (Magistratura. 1. Diplomação dos eleitos: natureza jurídica. trabalhos eleitorais.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES AULA 3 (13/09/2010) – Garantias eleitorais: aspectos gerais. um “FILÃO DE MERCADO” do mundo dos concursos são os cargos disponibilizados pelos TREs e pelo TSE. Isso porque. diplomar e fiscalização. no Campo AVISOS.DIREITO ELEITORAL . de votos e fiscalização perante as mesas receptoras.pontodosconcursos. apuração nas Juntas Eleitorais. do voto. ato de votar. De todo modo. nos Tribunais Regionais e no Tribunal Superior Eleitoral (continuação). Informativo sobre os Concursos de TREs Os concursos têm. nulidades da votação. Ricardo Gomes www. Câmaras Municipais e nos concursos do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.br . AULA 4 (20/09/2010) – Votação: material para votação. limites à presença da força pública. liberdade de escolha e sigilo 1. Ministério Público e Advocacia Pública). 1 6. competência para 2. Tem forte presença o Direito Eleitoral nos concursos das Assembléias Legislativas Estaduais. apuração nas Juntas Eleitorais. Lei Apuração: órgãos apuradores.com. polícia dos 1. mesas receptoras 2. exigido conhecimentos de Direito Eleitoral. AULA 5 (27/09/2010) – Lei Apuração: órgãos apuradores. Atos preparatórios da votação: seções eleitorais. 9 Prof. lugares da votação. AULA 6 (04/10/2010) – Questões Comentados de toda a Matéria.

Vale assinalar aos candidatos que. nesses concursos. etc). com PRESENÇA QUASE ABSOLUTA NOS MUNICÍPIOS. Segundo a proposta contida nos PLs e segundo o SINDJUS.00 Além disso. nem sempre a quantidade de vagas 10 Prof.00 R$ 16. Logo. Amapá. pelo menos 6 provas por ano! Acho uma boa pedida. No mínimo.DIREITO ELEITORAL . estrutura física.00 R$ 10. Ceará.200. concorda? Além disso.pontodosconcursos. do próprio Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Ministro-Presidente do Tribunal Superior Eleitoral pela aprovação dos PLs nºs 6613 e 6697/2009. Ricardo Gomes www. os concursos de TREs têm sido mais e mais concorridos pela excelente remuneração dos cargos de Técnico e Analista Judiciários (com previsão de aumento substancial da remuneração em decorrência da mobilização do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União no Distrito Federal (SINDJUS). Ao todo. bem como a quantidade vagas oferecidas são os grandes atrativos dos certames desses Tribunais. teremos em média. os salários dos respectivos cargos do Poder Judiciário Federal deverão alcançar o seguinte patamar: REMUNERAÇÃO PREVISTA NOS PLs nº 6613 e 6697/2009 CARGO Técnico Judiciário Analista Judiciário SALÁRIO INICIAL R$ 6.com.br . os TREs estão pulverizados em todos os Estados brasileiros. Existem TREs no Acre. para quem quer especializar-se em concursos de TREs.00 SALÁRIO FINAL R$ 10.. que tentam acompanhar os aumentos concedidos aos cargos de Técnico e de Analista do TCU e das Carreiras de Gestão do Poder Executivo Federal).TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES igualmente aos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).800. a qualidade do trabalho e do ambiente (horário de trabalho mais flexível. Todos os TREs detêm uma estrutura administrativa enorme.. Alagoas. são 27 Tribunais espalhados por todo o Brasil.300. Amazonas. o que demanda um número muito grande de servidores. Bahia. Distrito Federal.000. cada Corte realiza 1 concurso a cada 4 anos. em regra. possibilidade de remoção entre TREs de diferentes Estados.

de fato exigem muita mão-de-obra. 69 ZONAS ELEITORAIS! Isto significa muitas vagas à vista neste concurso do TRE/RN! Muitos servidores serão serão lotados nestes municípios! Além disso. PERNAMBUCO. inclusive os Eleitorais. e nomearem. Isso mesmo! Uma quantidade centenas de vezes maior do que as vagas iniciais! Para conferir isso. não se furtem em se inscreverem e em estudarem. vale dizer também que preparando-se para o TRE/RN. MINAS GERAIS. Quanto ao TRE/RN. de 2004-2005 para frente.br . Vale a pena! Depois não digam que não avisei! Ok? Rsrs. 10 vagas para o cargo de Técnico Judiciário.pontodosconcursos. mesmo diante de um edital de um TRE com poucas vagas previstas. A estrutura dos Tribunais Regionais. Agora vamos ao que interessa.DIREITO ELEITORAL . prova da pulverização da Justiça Eleitoral é que o Estado do Rio Grande do NORTE tem 169 MUNICÍPIOS. 300-400 candidatos. por exemplo. ao final. Ricardo Gomes www. RIO DE JANEIRO. basta acompanhar de perto alguns concursos passados de TREs. aconselho ao concurseiros de plantão que. CEARÁ. Avante ao Direito Eleitoral! 11 Prof. SÃO PAULO. Por isso. etc. TOCANTIS. É muito comum divulgarem.com.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES iniciais previstas nos editais reflete a real quantidade de candidatos efetivamente convocados até a expiração do respectivo prazo editalício. estará o estudante preparando-se para os iminentes concursos dos TREs do AMAPÁ. ESPÍRITO SANTO.

• • Antes de adentrarmos na matéria. polícia dos trabalhos eleitorais.pontodosconcursos. limites à presença da força pública.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES AULA DEMONSTRATIVA Considerações Iniciais. 12 Prof. início e encerramento da votação. constatei que o restante assuntos. Um exemplo claro disso é repercussão da Lei da “Ficha Limpa” (Lei Complementar nº 135/10). Votação: material para votação. nos Tribunais Regionais e no Tribunal Superior Eleitoral. Ricardo Gomes www. Para aqueles alunos que fizeram o Curso Regular de Direito Eleitoral.DIREITO ELEITORAL . não foram abrangidos pelo Curso Regular: • • • • dos Garantias eleitorais: aspectos gerais. aqui a abordagem deve ser diferenciada em virtude da definição dos tópicos exigidos na Resolução nº 14 e por comentarmos questões CESPE. 2 (dois) assuntos iniciais deste Curso para o TRE/RN (Órgãos da Justiça Eleitoral e Alistamento Eleitoral) são um pouco similares às aulas iniciais de referido Curso já estudado. nulidades da votação. ato de votar. Prestação de contas das campanhas eleitorais. listados abaixo. competência para diplomar e fiscalização. Apuração: órgãos apuradores. Atos preparatórios da votação: seções eleitorais.com. Diplomação dos eleitos: natureza jurídica. mesas receptoras de votos e fiscalização perante as mesas receptoras. teço as seguintes considerações. O Direito Eleitoral vem ganhando destaque no noticiário nacional com a crescente discussão na sociedade sobre a necessidade de uma Reforma Política no Brasil. lugares da votação. Observando atentamente. apuração nas Juntas Eleitorais.br . liberdade de escolha e sigilo do voto. No entanto.

Por isso. em síntese. não se restringe apenas numa “passada de olho”. inclusive. Ricardo Gomes www.DIREITO ELEITORAL . é fato que a FCC costuma cobrar a literalidade ou frases muito próximas ao previsto no texto legal e o CESPE exige o conhecimento dos dispositivos.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Referida LC nº 135 alterou a Lei Complementar nº 64. o Tribunal Superior Eleitoral. Assim. O estudante assim deve proceder para que possa ficar. friso aos prezados alunos que será INDISPENSÁVEL a LEITURA DOS TEXTOS LEGAIS PREVISTOS NO EDITAL! Não há como fugir dessa “obrigação” de concurseiro! E é LEITURA e RELEITURA. ou mesmo pela atípica atividade jurisdicional/administrativa do Poder Judiciário Eleitoral em realizar as Eleições. o conhecimento dos pontos mais relevantes contidos na legislação eleitoral será determinante na preparação e no sucesso do aluno nos concursos realizados pelas bancas. familiarizado com o texto normativo. De todo modo. entre outras alterações que serão esboçadas no decorrer do presente curso caso seja convertido em Lei. de 18 de maio de 1990 (Lei de Inexigilibilidades. Sou claro em dizer ao aluno que a legislação eleitoral não é das mais prazerosas de se estudar. critérios mais rígidos para assunção de cargos públicos eletivos em todos os níveis ao instituir hipóteses restritivas de inexigibilidades. Talvez pela especialização do Direito Eleitoral. para estabelecer. como disse antes.br . me esforçarei ao máximo para repassar os assuntos da forma mais simples e clara possível. No entanto.pontodosconcursos.com. Friso desde já que a partir de agora denominarei “Tribunais Eleitorais” a toda gama de Tribunais Regionais Eleitorais e. Boa aula a todos! 13 Prof. ao máximo. que está presente em praticamente todos os editais de concursos de Tribunais Eleitorais). mas com um raciocínio levemente apurado.

ÓRGÃOS DA JUSTIÇA ELEITORAL.br . Ricardo Gomes www. ao organizar todo o processo eleitoral das eleições (voto. como é organizada a Justiça Eleitoral? quais são os órgãos da Justiça Eleitoral? A organização da JE é hoje definida nos 2 diplomas em estudo: Código Eleitoral (arts. etc). 1. todos são emprestados da Justiça Federal e da Justiça Estadual e do Ministério Público Federal e Estadual. 12 a 41. A organização da Justiça Eleitoral (JE) foi primeiramente regulamentada pelo próprio Código Eleitoral nos seus arts. em alguns TREs. Composição da Justiça Eleitoral. Já os serviços administrativos da Justiça Eleitoral são organizados quase que com exclusividade pela União. trouxe expressamente em seu texto também a estruturação e organização do Poder Judiciário Eleitoral. São órgãos da Justiça Eleitoral: 1.pontodosconcursos. 11-41) e na CF-88 (arts. diplomação dos eleitos.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES 1. A Justiça Eleitoral é uma das Justiças Especializadas da União. remanescendo ainda. com todas as prerrogativas asseguradas em lei! Mas. pois exerce atividade jurisdicional eleitoral (julga conflitos na seara eleitoral. apuração. crimes eleitorais. como também o é a Justiça Militar e a Justiça do Trabalho (todas previstas na CF-88). 14 Prof. faremos um estudo conjugado dos dois regramentos. entre outros) e. alistamento eleitoral. futuros servidores de TRE. afinal. É uma Justiça atípica. A Justiça Eleitoral não possui Juízes Eleitorais de Carreira e de Ministério Público próprio. declaração de inelegibilidade. 118-121). a utilização de estruturas e de servidores estaduais e municipais. Por isso.com.DIREITO ELEITORAL . por ser uma constituição analítica. Vocês. Com efeito. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL.1. de outro lado. a Constituição Federal de 1988. atividade tipicamente administrativa. serão servidores da União.

IV .os Tribunais Regionais Eleitorais. II .pontodosconcursos.o Tribunal Superior Eleitoral.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES 2. São órgãos da Justiça Eleitoral: I .as Juntas Eleitorais. Em tese. As peculiaridades apresentadas pelo Código Eleitoral é de que o TSE tem sede na Capital da República e jurisdição em todo o país. São órgãos da Justiça Eleitoral: I . na Capital de cada Estado. Faço essa ressalva. pois pode o aluno embaralhar os conceitos ao achar que o MP Eleitoral faz parte da Justiça Eleitoral. na Capital de Território. 15 Prof.br . III .os Juízes Eleitorais. 12. Código Eleitoral Art. com sede na Capital da República e jurisdição em todo o País.juntas eleitorais.DIREITO ELEITORAL . MP é órgão independente (quase um 4º Poder). III . 118. 4. 3. JUÍZES ELEITORAIS. e de que cada Estado e o DF terão um Tribunal Regional Eleitoral. CF-88 Art. mediante proposta do Tribunal Superior.juizes eleitorais.Um Tribunal Regional.com. Atenção! Parece patente. II . faz a ressalva da possibilidade do TSE propor a criação na sua capital. quanto aos territórios. JUNTAS ELEITORAIS. mas vale asseverar: o Ministério Público Eleitoral não faz parte da Organização da Justiça Eleitoral! Não está nos rols elencados abaixo. Ricardo Gomes www. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs). IV . no Distrito Federal e.O Tribunal Superior Eleitoral.

salvo motivo justificado.br . 14. em número igual para cada categoria. 13 do Código. salvo motivo justificado. 121 § 2º . e nunca por mais de dois biênios consecutivos. sendo que estão vedados de cumprirem mais de 4 anos consecutivos (2 biênios consecutivos). no mínimo.Os juízes dos tribunais eleitorais. Os Juízes que exercem a função eleitoral servirão obrigatoriamente por 2 anos (mínimo de tempo). o número de Juízes de cada TRE (leiase aqui Juízes que atuam na própria Corte Estadual Eleitoral e não os Juízes Eleitorais que atuam nas comarcas estaduais) não poderá ser reduzido. Ricardo Gomes www. Segundo o Código Eleitoral. Código Eleitoral Art.pontodosconcursos. CF-88 Art. a CF-88 previu apenas a composição fixa de 7 Juízes. servirão por dois anos. que prevê a quantidade Juízes dos TREs de até 9 Membros não foi revogado expressamente.com. servirão obrigatoriamente por dois anos. o que deve ser considerado para concursos. salvo exceções justificadas perante o TRE de que faz parte. mas poderá ser elevado a 9 (nove) Juízes por proposta e aprovação do TSE. Os juizes dos Tribunais Eleitorais. sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo. e nunca por mais de dois biênios consecutivos. ao 16 Prof. mas para provas basta saber que são 7 membros.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Número de Juízes nos TREs.DIREITO ELEITORAL . NO ENTANTO. Número de Juízes nos TREs e no TSE: TREs TSE 7 Juízes No mínimo 7 Juízes Periodicidade das Funções dos Juízes Eleitorais. A CF-88 apenas faz 1 uma ressalva ao previsto no Código. O art.

apuração ou encarremento de alistamento). determinando que a escolha de substitutos dos Juízes seja realizada na mesma ocasião e pelo mesmo processo. 14. que procura garantir a lisura no trato das questões eleitorais mediante a alternância de Juízes Eleitorais nas respectivas comarcas e funções.br . Art. é que também serão afastados automaticamente de suas funções perante a Justiça Eleitoral.DIREITO ELEITORAL . férias. 14 § 2º Os juizes afastados por motivo de licença férias e licença especial. O Código faz uma exceção: quando estiver em período de férias coletivas e coincidir com o período eleitoral (realização de eleição. Art. na recondução para novo biênio. apuração ou 17 Prof. Ressalva-se a hipótese do Juiz afastar-se em decorrência do impedimento previsto no §3º do art. no mínimo. isto é.pontodosconcursos. as formalidades legais de escolha e investidura de Juízes deverão ser as mesmas utilizadas para na primeira. sem o desconto de qualquer afastamento nem mesmo o decorrente de licença. Destaco que os Juízes de Direito que exercem a função eleitoral afastados por motivos de férias e licença das funções principais que exercem na Justiça Comum. A Lei Eleitoral também preleciona que. ininterruptamente. na função eleitoral. 14 § 1º Os biênios serão contados. ficarão automaticamente afastados da Justiça Eleitoral pelo tempo correspondente exceto quando com períodos de férias coletivas. § 4º No caso de recondução para o segundo biênio observarse-ão as mesmas formalidades indispensáveis à primeira investidura.com. e acrescenta. Esta limitação para até 2 biênios consecutivos decorre do princípio da periodicidade das funções eleitorais. ou licença especial. salvo no caso do § 3º. de suas funções na Justiça comum.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES prelecionar que os Juízes servirão por 2 anos. o Juiz deverá permanecer com suas funções eleitorais. decorrente de parentesco do Juiz Eleitoral com candidato a cargo eletivo na circunscrição. não será suspensa por qualquer motivo. Ricardo Gomes www. coincidir a realização de eleição. A contagem de cada biênio deverá ser ininterrupta.

não poderão servir como juizes nos Tribunais Eleitorais. Art. quando houver algum parente do Juiz Eleitoral ou Desembargador Eleitoral candidato à eleição em cargo na circunscrição em que este exerce suas funções eleitorais.br . na mesma ocasião e pelo mesmo processo. deverá este Juíz ou Desembargador afastar-se. O afastamento do Juiz Eleitoral deverá dar-se. 15.com. Como relatado. O código delineia os parentes do Juiz candidatos que geram o impedimento (cônjuge. de candidato a cargo eletivo registrado na circunscrição. ou afim. Art. até o segundo grau. desde a homologação da convenção partidária até a apuração final da eleição. ou como juiz eleitoral.DIREITO ELEITORAL .TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES encerramento de alistamento. o cônjuge. Os substitutos dos membros efetivos dos Tribunais Eleitorais serão escolhidos. Ricardo Gomes www. pelo menos. parente consangüíneo legítimo ou ilegítimo. 14 § 3º Da homologação da respectiva convenção partidária até a apuração final da eleição. até o 2º grau). TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE) 18 Prof. em número igual para cada categoria. parente consangüíneo ou afim.pontodosconcursos.

br . de sete membros. 2 MINISTROS ADVOGADOS Art. 19 Prof. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á. II . organizada pelo Supremo Tribunal Federal.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Composição do TSE. A composição mínima do TSE são 7 Ministros. art. no mínimo. 16 e 17 do Código Eleitoral. (entre 6 Advogados). O notável saber jurídico e a idoneidade moral são os requisitos necessários para a nomeação dos advogados para o TSE.pontodosconcursos. 119: QUANTIDADE DE MEMBROS 3 MINISTROS ORIGEM SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) FORMA DE COMPOSIÇÃO ELEIÇÃO 2 MINISTROS ELEIÇÃO NOMEAÇÃO pelo Presidente da Rep. conforma CF-88. escolhidos: I . Ricardo Gomes www. dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. A sua atual composição pode ser assim resumida.mediante eleição. pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. indicados pelo Supremo Tribunal Federal.por nomeação do Presidente da República.DIREITO ELEITORAL . foram derrogados tacitamente os art.com. 119. Os Advogados fazem parte de uma lista de 6 nomes. b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. Com a nova regulação pela CF-88 da composição do Tribunal Superior Eleitoral.

119 da CF-88 prevê que a constituição do TSE é de. isenção ou favor em virtude de contrato com aa administração pública.1. devemos enfrentar tais dispositivos.6. 20 Prof. no mínimo. que seja diretor. a despeito de referido posicionamento. não poderá recair: 1. que seja diretor.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Esta nomeação de Advogados. proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção. ou que exerça mandato de caráter político. isenção ou favor em virtude de contrato com a administração pública. 16 § 2º A nomeação que trata o inciso II deste artigo não poderá recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum. federal. estadual ou municipal. estadual ou municipal): Art.1984) Número de Juízes nos TREs e no TSE: TREs TSE 7 Juízes Pelo menos 7 Juízes Observem que o art. em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum (a qualquer tempos. ou que exerça qualquer mandato de caráter político (federal. segundo o Código Eleitoral.pontodosconcursos. ou 2. Ricardo Gomes www.191.br . Veremos mais à frente que a CF-88 não fala em composição mínima para os TREs. A despeito da desatualização e de eventual derrogação tácita operada pela CF-88 sobre os arts.1969 e alterado pela Lei nº 7. de 4. de 29. são comumente cobrados pela FCC.com. (§ 4º renumerado pelo Decreto-lei nº 441. proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção. privilégio.DIREITO ELEITORAL . pois. 16 e 17. privilégio. de 7 Juízes. sob discricionariedade).

O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. 119.pontodosconcursos. Cargos no TSE: Presidente e Vice do TSE Corregedor-Geral Eleitoral ORIGEM: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) Na realidade. 16 § 1º Não podem fazer parte do Tribunal Superior Eleitoral cidadãos que tenham entre si parentesco. excluindo-se neste caso o que tiver sido escolhido por último. (§ 3º renumerado pelo Decreto-lei nº 441. até o 4º (quarto) grau.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Vedação de parentesco entre Ministros. não se aplica o caput do art. Vice-Presidência e Corregedoria do TSE. enquanto que o Corregedor-Geral é do STJ: CF-88 Art.6.1. Assim.1969 e alterado pela Lei nº 7. da CF-88 prevê que o Presidente e o Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF. acumula as funções de Corregedoria com as funções ordinárias de Ministro do TSE (propriamente como Magistrado da Corte). Nesse aspecto. de 4.1984) Presidência. o Corregedor-Geral é apenas 1 dos 2 Juízes oriundos do STJ que compõem a corte. parágrafo único.br .com. 17 do Código 21 Prof. e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. 119 Parágrafo único.191. Ricardo Gomes www. seja o vínculo legítimo ou ilegítimo. ainda que por afinidade. É vedada a existência de parentesco de até 4º grau entre os Ministros do TSE.DIREITO ELEITORAL . O art. Caso venha a ocorrer. de 29. o Ministro do STJ também CorregedorGeral Eleitoral. será excluído o último que foi escolhido: Art.

18. III .TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Eleitoral. Outros membros do Ministério Público da União designados pelo PGR para auxiliá-lo nas funções eleitorais não poderão ter assento no Plenário do TSE.por determinação do Tribunal Superior Eleitoral. as atribuições do Corregedor serão fixadas por resolução do TSE. a pedido dos TREs. cabem as seguintes 1. 17 § 1º As atribuições do Corregedor Geral serão fixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.a requerimento de Partido deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral.DIREITO ELEITORAL . § 2º No desempenho de suas atribuições o Corregedor Geral se locomoverá para os Estados e Territórios nos seguintes casos: I .sempre que entender necessário. a requerimento de partido ou quando necessário. Exercerá as funções de Procurador Geral.pontodosconcursos. Art. II . que lhes devem dar imediato e preciso cumprimento. § 3º Os provimentos emanados da Corregedoria Geral vinculam os Corregedores Regionais.a pedido dos Tribunais Regionais Eleitorais. 3. Art.br . poderá se locomover aos Estados por determinação do TSE.com. junto ao Tribunal 22 Prof. os provimentos emanados da Corregedoria-Geral vinculam as Corregedorias Regionais. Ricardo Gomes www. Sobre considerações: o Corregedor-Geral Eleitoral. IV . 2. Procurador-Geral do TSE As funções de Procurador-Geral do TSE serão exercidas pelo Procurador-Geral da República (PGR).

Observação: a maioria não é metade mais 1! Isso pode levar o estudante a erro! Alguns acabam propugnando tal idéia.com. em sessão pública. onde não poderão ter assento.pontodosconcursos. com exercício no Distrito Federal. 3. funcionando. 23 Prof. deverão estar presentes pelo menos 4 dos Ministros (a metade é 3. Constitui a maioria de seus membros o 1º número inteiro acima da metade dos membros. e o 1º nº inteiro acima da metade é 4). existem matérias que exigem quorum especialíssimo (a totalidade dos membros do TSE presentes). Assim.br .5. interpretação Constituição. 4. mas as provas de concursos freqüentemente apontam no sentido indicado. para auxiliá-lo junto ao Tribunal Superior Eleitoral. será convocado o substituto. para a Corte efetivamente deliberar sobre alguma matéria eleitoral. em suas faltas e impedimentos. Parágrafo único. que tem 7 Membros. cassação de registro de partidos políticos. Com efeito. Deliberações do TSE. o Procurador Geral da República. e sem prejuízo das respectivas funções.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Superior Eleitoral. do Código Eleitoral em face da 2. São as seguintes: 1. análise de recursos que importem perda de diplomas. porque a deliberação deverá ser com todos os membros presentes na sessão. análise de recursos que importem anulação geral de eleições. Nestes casos excepcionais. O Procurador Geral poderá designar outros membros do Ministério Público da União. com presença da maioria de seus membros. caso algum membro do Tribunal falte. As deliberações do TSE serão realizadas por maioria de votos. o 1º nº inteiro acima da metade é 4 Membros. seu substituto legal. No caso da Corte.DIREITO ELEITORAL . Ricardo Gomes www.

confirmado ocorrido. 19. O impedimento legal gera a presunção absoluta de parcialidade do Juíz (ex: um Juíz que seria parte no processo que ele mesmo julgará). poderemos superar a inicial presunção de parcialidade do Juiz por ser este amigo íntimo ou inimigo mortal de alguma das partes do processo. É por isso que as causas de impedimento previstas em lei geram a presunção absoluta de parcialidade do Juiz. Ricardo Gomes www. assim na interpretação do Código Eleitoral em face da Constituição e cassação de registro de partidos políticos. dependente de prova da eventual parcialidade do magistrado (ex: amigo íntimo ou inimigo mortal de alguma das partes do processo – tem que provar que era amigo íntimo). Já a simples suspeição gera presunção relativa de parcialidade. Pílulas Jurídicas sobre Presunção Legal: Todas as causas de presunção são previstas em lei. pois não é possível. só poderão ser tomadas com a presença de todos os seus membros. A previsão legal de argüição de suspeição ou impedimento de algum Ministro da Corte visa impedir eventuais decisões parciais em favor ou em desfavor de algum candidato ou partido. No exemplo citado. As decisões do Tribunal Superior. No exemplo dado.com. em sessão pública.br . dependente de prova do alegado e admite prova em contrário. não admite juízo retratativo. será convocado o substituto ou o respectivo suplente. salvo quanto ao motivo de parcialidade partidária.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Art. Suspeição e impedimento de Membros do TSE. As hipóteses de suspeição e impedimento estão previstas na Lei Civil e na Lei Penal (especialmente no Código de Processo Civil e no Código de Processo Penal).pontodosconcursos. como sobre quaisquer recursos que importem anulação geral de eleições ou perda de diplomas. que ele julgará contrariamente aos seus próprios interesses. A presunção absoluta é absoluta porque não admite prova em contrário. É um fato previsto em lei que. que 24 Prof. Parágrafo único. com a presença da maioria de seus membros. Se ocorrer impedimento de algum juiz. provando que isto não interferirá diretamente no feito ou que não é verdade (que eles não são amigos íntimos ou inimigos mortais). Já a presunção relativa é um indicativo de parcialidade do Juiz. segunda a Lei. o fato do Juíz ser parte no processo que ele mesmo julgará gera a presunção absoluta de parcialidade do Juiz. O Tribunal Superior delibera por maioria de votos.DIREITO ELEITORAL .

nos casos previstos na lei processual civil ou penal e por motivo de parcialidade partidária. pelo menos a parcialidade partidária é um dos motivos previstos diretamente na lei eleitoral para arguição de impedimento e suspeição. 20 do Código Eleitoral. não cabe qualquer recurso das decisões do Tribunal. Ricardo Gomes www. Perante o Tribunal Superior. ressalvado somente quando contrariarem a Constituição ou quando forem denegatórias (negarem) de habeas corpus ou mandado de segurança. Decisões do TSE e Recursos. praticar ato que importe aceitação do argüido. 2. somente CABERÁ RECURSOS das decisões do TSE caso: 1. Importa saber sobre o assunto o seguinte. do Procurador Geral ou de funcionários de sua Secretaria. Art.São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior 25 Prof.br . 121 § 3º . Parágrafo único. Todas as decisões do TSE são irrecorríveis. Esta é uma regra prevista diretamente na Constituição: CF-88 Art. ademais. mediante o processo previsto em regimento. Será ilegítima a suspeição quando o excipiente a provocar ou. mas não somente dos Juízes Eleitorais! Também poderá ser impugnada a imparcialidade também do Procurador Geral e de funcionários da Secretaria do Juízo Eleitoral. contrariarem a Constituição. qualquer interessado poderá argüir a suspeição ou impedimento dos seus membros. Então. depois de manifestada a causa. Então. Referido dispositivo prevê.com. 20.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES é prevista no art.pontodosconcursos.DIREITO ELEITORAL . que qualquer interessado poderá arguir a suspeição e o impedimento. forem denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.

com. friso que os TREs têm composição fixa pela CF-88. não acham? Rsrs. porém. apenas elenca a quantidade de juízes que as comporão. Ricardo Gomes 2 JUÍZES www. logo são muitos concursos disponíveis para os concurseiros. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs) Composição dos TREs. os TREs não podem mais aumentar o número de Juízes. As decisões e todos os atos normativos e regulamentares do TSE devem ter cumprimento imediato por parte dos TREs e Juízes eleitorais: Art.br . instruções e outros atos emanados do Tribunal Superior Eleitoral. Os TREs são compostos com 7 Membros. QUANTIDADE DE MEMBROS 2 JUÍZES ORIGEM DESEMBARGADORES DO TJ do Estado JUÍZES DE DIREITO escolhidos pelo TJ FORMA DE COMPOSIÇÃO ELEIÇÃO ELEIÇÃO (escolha do TJ) 26 Prof.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Eleitoral. Não há Estado que não tenha TRE. Antes. salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de "habeas-corpus" ou mandado de segurança. 120 da Carta não prevê composição mínima para as Cortes Regionais (como o faz para o TSE). mandados.DIREITO ELEITORAL . resumida da seguinte forma. pois o art. 21 Os Tribunais e juizes inferiores devem dar imediato cumprimento às decisões.pontodosconcursos. escolhidos mediante eleição ou nomeação do Presidente da República. Desse modo. Em cada capital de cada Estado da Federação e do Distrito Federal haverá 1 (um) Tribunal Regional Eleitoral.

indicados pelo Tribunal de Justiça. indicados pelo Tribunal de Justiça do Estado.DIREITO ELEITORAL . Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal. em qualquer caso. III . de juiz federal. b) de dois juízes. pelo Tribunal Regional Federal respectivo.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES ELEIÇÃO (escolha do TRF) 1 JUIZ JUIZ DO TRF com sede na Capital ou escolhido pelo TRF 2 JUÍZES ADVOGADOS NOMEAÇÃO pelo Presidente da Rep. Serão indicados pelo TJ local. de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. escolhido. que a divulgará através de 27 Prof. 120.com. (entre 6 Advogados) CF-88 Art. não havendo. II . escolhidos pelo Tribunal de Justiça.de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal. ou. os Desembargadores dos TREs originariamente Advogados deverão ostentar notável saber jurídico e idoneidade moral.pontodosconcursos. pelo Presidente da República. dentre juízes de direito. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça. Da mesma forma que os Ministros do TSE escolhidos dentre a lista de 6 Advogados.br . O TJ organiza os nomes dos Juízes em lista tríplice e encaminha ao TSE.por nomeação. Ricardo Gomes www.Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I .mediante eleição. § 1º . A nomeação desses 2 Advogados para compor o pleno do TRE é feita pelo Presidente da República (Chefe do Poder Executivo Federal).

impugná-la com fundamento em incompatibilidade.461/2003 dispõe sobre o encaminhamento de lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça ao Tribunal Superior Eleitoral. ou desprezada esta.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Edital. Desse modo. a escolha é por listas tríplices (de 3 Advogados) para cada vaga.com. Ricardo Gomes www. § 5º Não havendo impugnação. § 2º A lista não poderá conter nome de magistrado aposentado ou de membro do Ministério Público. a lista será devolvida ao Tribunal de origem para complementação. 28 Prof. 25 § 1º A lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça será enviada ao Tribunal Superior Eleitoral. das 2 previstas para Advogados. § 3º Recebidas as indicações o Tribunal Superior divulgará a lista através de edital. surgiu + 1 vaga: elabora-se mais 1 lista tríplice. Ao seguir este procedimento é assegurado que as 2 vagas de 2 A Resolução TSE nº 21. mas não são 6 (seis) os Advogados indicados pelo TJ para compor o TRE? Sim! Para cada vaga de Membro de TRE. Resumo assim: 1. Código Eleitoral Art. surgiu 1 vaga no TRE: elabora-se 1 lista tríplice.DIREITO ELEITORAL . não é elaborada 1 lista de 6 nomes para cada vaga. podendo os partidos. O Código Eleitoral prevê lista tríplice de Advogados.br . o Tribunal Superior encaminhará a lista ao Poder Executivo para a nomeação. mas 1 lista de 3 nomes para cada vaga. é elaborada 1 (uma) lista tríplice de nomes de Advogados. 2. § 4º Se a impugnação for julgada procedente quanto a qualquer dos indicados.2 Nesta lista de Advogados. não poderão constar nomes de Magistrados aposentados ou membros do Ministério Público (agora Advogados). no plano fático.pontodosconcursos. Apesar da CF-88 prelecionar que são 2 Juízes dentre 6 Advogados. no prazo de cinco dias.

ou que exerça mandato de caráter político.1984) Art. estadual ou municipal. que seja diretor. de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.por nomeação. a nomeação de Advogados para exercerem a função de Desembargadores nos TREs também não poderá recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum (demitido a qualquer tempo. proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção.Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: III . 120. isenção ou favor em virtude de contrato com a administração pública. 25. indicados pelo Tribunal de Justiça. 16 § 2º A nomeação que trata o inciso II deste artigo não poderá recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum. Ricardo Gomes www. federal.1. § 4º (atual §2º do art. pelo Presidente da República. Seguindo à regra prevista para o TSE sobre a nomeação de Advogados para a Corte Superior. de 4. isenção ou favor em virtude de contrato com a administração pública.6.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Juízes oriundos da Advocacia sejam preenchidas da escolha de 6 Advogados.1969 e alterado pela Lei nº 7. 16 do Código Eleitoral). I. estadual ou municipal). 16. sob discricionariedade).br . 25 § 7º A nomeação de que trata o nº II deste artigo (atual inciso III do art. privilégio.com. Art. ou que exerça qualquer mandato de caráter político (federal. que seja diretor. 29 Prof. proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção. §2º (antigo parágrafo 4º): Código Eleitoral Art. privilégio. da CF-88 – nomeação de Advogados) não poderá recair em cidadão que tenha qualquer das incompatibilidades mencionadas no art. segundo o Código Eleitoral. que remonta à aplicação do disposto no art. 120. 16. §3º. Esta regra é prevista no art.DIREITO ELEITORAL .191. §7º. de 29. § 1º . (§ 4º renumerado pelo Decreto-lei nº 441.pontodosconcursos.

br .pontodosconcursos. Ocorre que. até o 4º grau. Presidência.dentre os desembargadores (Leia-se: Desembargadores do TJ). será excluído o último que foi escolhido: Art. Caso venha a ocorrer. Código Eleitoral Art. Ricardo Gomes www. para o 30 Prof. 26. O Código Eleitoral. seja o vínculo legítimo ou ilegítimo. entende-se que o Corregedor Regional deverá ser um dos Juízes que compõem o TRE.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Vedação de parentesco entre Desembargadores dos TREs. ainda que por afinidade. Desse modo. prevê que seria o Corregedor o 3º Desembargador do TJ.com. 25 § 6º Não podem fazer parte do Tribunal Regional pessoas que tenham entre si parentesco.O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente.DIREITO ELEITORAL . Igualmente como previsto para o TSE. o terceiro desembargador será o Corregedor Regional da Justiça Eleitoral. A previsão legal quanto à nomeação do Corregedor Regional é que está desatualizada. O Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal Regional serão eleitos por este dentre os três desembargadores do Tribunal de Justiça. excluindo-se neste caso a que tiver sido escolhida por último. O Presidente e o Vice do TRE serão eleitos pelo próprio TRE entre os Desembargadores do TJ Estadual. no art. Vice-Presidência e Corregedoria dos TREs. são apenas 2 Desembargadores do TJ que compõem o TRE. (NÃO APLICÁVEL!) No mesmo sentido da Corregedoria-Geral Eleitoral (do TSE). com o regramento constitucional. 26. CF-88 Art. hoje. ou mesmo o seu Vice-Presidente. 120 § 2º . é também vedada a existência de parentesco de até 4º grau entre os Desembargadores dos TREs.

por determinação do Tribunal Superior Eleitoral ou do Tribunal Regional Eleitoral. em caráter supletivo. poderá se locomover às Zonas Eleitorais por determinação do TSE ou do TRE. Ricardo Gomes www.sempre que entender necessário.a pedido dos juizes eleitorais. O Procurador Regional da República e o Procurador da República fazem parte da carreira do Ministério Público Federal (é como se fossem “Promotores Federais”).br .com. 31 Prof. Corregedoria-Geral Procurador Regional Eleitoral. IV . o Procurador Regional Eleitoral (PRE) não é o Chefe do Ministério Público Estadual e nem do Federal. 27 do Código Eleitoral foi integralmente revogado pelos arts. É um Procurador Regional da República ou um Procurador da República com exercício no Estado.DIREITO ELEITORAL . as atribuições do Corregedor serão fixadas pelo TSE (Resolução) ou pelo TRE. em caráter supletivo ou complementar. os provimentos emanados da vinculam as Corregedorias Regionais. 26 § 1º As atribuições do Corregedor Regional serão fixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral e. Quem é? O art. deferido pelo Tribunal Regional. § 2º No desempenho de suas atribuições o Corregedor Regional se locomoverá para as zonas eleitorais nos seguintes casos: I . 2. a pedido de juízes eleitorais. 76 e 77 da Lei Complementar nº 75/1993. III .a requerimento de Partido.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Corregedor Regional. pelo Tribunal Regional Eleitoral perante o qual servir. Por incrivel que pareça. Art. II . a requerimento de partido ou quando necessário.pontodosconcursos. que dispõe sobre o estatuto do Ministério Público da União. cabem as seguintes considerações: 1. 3.

Era um simples Procurador da República (já promovido pelo tempo de serviço a Procurador Regional) que exercia a função de Procurador Regional Eleitoral.com. 32 Prof.br .pontodosconcursos. à época. viu! Rsrs. será designado pelo Procurador-Geral Eleitoral. Ricardo Gomes www. Sobre o Procurador Regional da República destaco os seguintes pontos: 1. nos meus tempos de faculdade.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES O Procurador Regional da República é o “fim de carreira” do Procurador da República. ou. já estagiei por 1 ano com um Procurador da República que já era Procurador Regional da República e que também era. Procurador Regional Eleitoral. LC 75/93 Art. no Estado. 2. antes do término do mandato. Abrindo um parêntese informal para exemplificar: eu. juntamente com o seu substituto. para um mandato de dois anos. por iniciativa do Procurador-Geral Eleitoral. anuindo a maioria absoluta do Conselho Superior do Ministério Público Federal. 77. O art. § 1º O Procurador Regional Eleitoral poderá ser reconduzido uma vez.DIREITO ELEITORAL . O Procurador Regional Eleitoral. Compete ao Procurador Regional Eleitoral exercer as funções do Ministério Público nas causas de competência do Tribunal Regional Eleitoral respectivo. não regulamento mais a matéria. O Procurador Regional Eleitoral pode ser um Procurador Regional da República ou um Procurador da República vitalício tantos nos Estados quanto no Distrito Federal. § 2º O Procurador Regional Eleitoral poderá ser destituído. dentre os Procuradores da República vitalícios. dentre os Procuradores Regionais da República no Estado e no Distrito Federal. as atividades do setor. 27 do Código Eleitoral está totalmente revogado. além de dirigir. Art. onde não houver. Trabalha bastante. 76.

br . serão as funções de Procurador Regional Eleitoral exercidas pelo Procurador Geral da Justiça do Distrito Federal. podendo os Procuradores Regionais requisitar. outros membros do Ministério Público Federal para oficiar.DIREITO ELEITORAL . perante os Tribunais junto aos quais servirem. em suas faltas ou impedimentos.pontodosconcursos. § 1º No Distrito Federal. Ricardo Gomes www. para auxiliá-los nas suas funções. Procuradores Eleitorais junto aos Tribunais Eleitorais: No TSE Procurador-Geral da República PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA ou Nos TREs PROCURADOR DA REPÚBLICA – investidos da função de Procurador Regional Eleitoral (PRE) 33 Prof. O Procurador-Geral Eleitoral poderá designar.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Parágrafo único. o seu substituto legal. § 4º Mediante prévia autorização do Procurador Geral. membros do Ministério Público local. não tendo estes. REVOGADO!! Art. perante os Tribunais Regionais Eleitorais. 27. § 3º Compete aos Procuradores Regionais exercer. § 2º Substituirá o Procurador Regional. sob a coordenação do Procurador Regional. aquele que for designado pelo Procurador Geral da República. porém. assento nas sessões do Tribunal. por necessidade de serviço.com. Servirá como Procurador Regional junto a cada Tribunal Regional Eleitoral o Procurador da República no respectivo Estado e. as atribuições do Procurador Geral. onde houver mais de um.

Assim. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos. 28 previu que somente poderá ser arguida a SUSPEIÇÃO de Membro do TRE. não facultando a possibilidade de argüição de impedimento. será o membro do Tribunal substituído por outro da mesma categoria. Ricardo Gomes www. com a presença da maioria de seus membros. em nada mencionou sobre a argüição de impedimento. Da mesma forma que para o TSE. serão convocados substitutos dos membros. § 1º No caso de impedimento e não existindo quorum. §1º. visa impedir eventuais decisões parciais em favor ou em desfavor de algum candidato ou partido.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Deliberações dos TREs. diferentemente do previsto para o TSE no art. a previsão legal de argüição de suspeição de algum Desembargador do TRE. 28. No caso dos TREs que possuem 7 Membros. e o 1º nº inteiro acima da metade é 4).com. diferentemente do TSE. O art. Suspeição de Membros dos TREs.br . do Procurador Regional. ou mesmo dos funcionários de sua secretaria. em sessão pública. 20 (faculdade de qualquer interessado argüir a SUSPEIÇÃO e o IMPEDIMENTO dos Membros do TSE. designado na forma prevista na Constituição. Art. para o TRE efetivamente deliberar sobre alguma matéria eleitoral.5. com presença da maioria de seus membros. do Código Eleitoral preleciona sobre impedimento para Membro do TRE. Procurador-Geral e funcionários). digo que constitui a maioria de seus membros é o 1º número inteiro acima da metade dos membros. porém. o 1º nº inteiro acima da metade é 4 Membros. 28. 34 Prof. Mais uma vez. em sessão pública.DIREITO ELEITORAL . o art. para os TREs o CE somente previu a hipótese de argüição de suspeição.pontodosconcursos. deverão estar presentes pelo menos 4 dos Desembargadores (a metade é 3. Atenção! Observem que. As deliberações dos TREs serão realizadas por maioria de votos. Caso não haja quorum para inícios dos trabalhos.

o membro do TRE será simplesmente substituído. Importa saber sobre o assunto o seguinte. As hipóteses de suspeição e impedimento estão previstas na Lei Civil e na Lei Penal (especialmente no Código de Processo Civil e no Código de Processo Penal). no caso dos TREs. não tendo a necessidade de argüição de impedimento e a mesma proporção jurídica na hipótese do TSE.br . assim como dos Juízes e escrivães eleitorais. Referido dispositivo prevê. 28. dependente de prova (ex: amigo íntimo ou inimigo mortal de alguma das partes do processo). mas não somente dos Membros do Tribunal. salvo quanto ao motivo de parcialidade partidária. mas também poderá ser impugnada a imparcialidade também do Procurador Regional e de funcionários da Secretaria do Juízo Eleitoral. Ademais. ou de funcionários da sua Secretaria. cabe ARGUIÇÃO e com RECURSO para o TSE.com.DIREITO ELEITORAL . ademais. do Procurador Regional. pelo menos a parcialidade partidária é um dos motivos previstos diretamente na lei eleitoral para arguição de impedimento e suspeição. que qualquer interessado poderá arguir a suspeição no TRE.pontodosconcursos. ou de 35 Prof. § 1º No caso de IMPEDIMENTO e não existindo quorum. em caso de impedimento. será o membro do Tribunal substituído por outro da mesma categoria. 20 do Código Eleitoral. Ricardo Gomes www. Já em caso de SUSPEIÇÃO de membro do TRE. § 2º Perante o Tribunal Regional. do Procurador Regional. Art.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Conforme o Código Eleitoral. designado na forma prevista na Constituição. Então. e com recurso voluntário para o Tribunal Superior qualquer interessado poderá argüir a SUSPEIÇÃO dos seus membros. Repito o já relatado linhas atrás: O impedimento legal gera a presunção absoluta de parcialidade do Juíz (ex: um Juíz que seria parte no processo que ele mesmo julgará). é prevista a hipótese de recurso voluntário para o TSE em caso de não aceitação da arguição de suspeição do Desembargador. que é prevista no art. Já a simples suspeição gera presunção relativa de parcialidade.

20. da CF-88. como regra. § 3º No caso previsto no parágrafo anterior será observado o disposto no parágrafo único do art. Art. 20. das decisões dos TREs não cabem recursos! Então a regra é que. mediante o processo previsto em regimento. Ricardo Gomes www. são também irrecorríveis? Igualmente às decisões do TSE. decisão proferida contra Constituição ou de Lei.DIREITO ELEITORAL . 3. 121.NÃO CABERÁ RECURSO para o TSE de decisão sobre inelegibilidade ou expedição de 36 Prof. depois de manifestada a causa. assim resumidos: 1. são irrecorríveis as decisões do TSE (como regra). disposição expressa da 2. praticar ato que importe aceitação do argüido. Será ilegítima a suspeição quando o excipiente (quem propõe a exceção de suspeição) a provocar ou. §4º da CF-88. quando ocorrer divergência na interpretação de lei entre 2 ou mais TREs – o TSE funcionará como uniformizador das decisões dos TREs. 121. E as decisões dos TREs.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES funcionários da sua Secretaria. nos casos previstos na lei processual civil e por motivo de parcialidade partidária. assim como dos juizes e escrivães eleitorais. §3º. Lembrando: das decisões do TSE cabe algum recurso? Segundo o art. Parágrafo único.br .com. previstos no art. das decisões do TSE e dos TREs NÃO CABEM RECURSOS! Somente caberá recurso de decisão do TRE para o TSE nos seguintes casos.pontodosconcursos. salvo as que contrariarem a Constituiçao e as denegatórias de Habeas Corpus e de Mandando de Segurança. decisão que verse sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas federais ou estaduais . Decisões dos TREs e Recursos.

forem proferidas Constituição ou de lei. d. 37 Prof. V . "habeas-data" ou mandado de injunção. b.denegarem "habeas-corpus". Mandado de Segurança. decisão que denegar: a. decisão que anular diploma ou decretar a perda de mandatos eletivos federais e estaduais .pontodosconcursos. mandado de segurança. Mandado de Injunção. c.Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: I . contra disposição expressa desta II .anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. III .ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais tribunais eleitorais.versarem sobre inelegibilidade ou diplomas nas eleições federais ou estaduais.NÃO CABERÁ RECURSO para o TSE de decisão que anular diploma ou decretar a perda de mandato MUNICIPAL! Pode ser pegadinha de prova! 5. Habeas Corpus. expedição de IV .br .TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES diplomas MUNICIPAL! Pode ser pegadinha de prova! 4. CF-88 Art.com. 121 § 4º . Ricardo Gomes www. Habeas Data.DIREITO ELEITORAL .

121. decisão que denegar: a. decisão proferida contra disposição expressa da Constituição ou de Lei. a. b. Mandado Injunção. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs) NÃO CABEM RECURSOS das decisões dos TREs TSE (art. b) denegatórias de HC e de MS.br . decisão que verse sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas federais ou estaduais.com. de de TRIBUNAIS REGRA TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TRE) NÃO CABEM RECURSOS das decisões do TSE (art.DIREITO ELEITORAL . §3º. Habeas Data. c. da CF) 38 Prof. b. quando ocorrer divergência na interpretação de lei entre 2 ou mais TREs. Ricardo Gomes www. e. Mandado Segurança. Habeas Corpus. §4º. d. c. da CF) d. 121.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Quadrinho para MEMORIZAÇÃO: Decisões dos Tribunais Eleitorais X RECURSOS EXCEÇÃO (DECISÕES RECORRÍVEIS) a) contrariarem a Constituiçao.pontodosconcursos. decisão que anular diploma ou decretar a perda de mandatos eletivos federais e estaduais NÃO MUNICIPAL!. NÃO MUNICIPAL!.

a sede do TSE é na capital da República e. curtam alguns exercícios!!!! EXERCÍCIOS COMENTADOS QUESTÃO 1: TRE/MT – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] .DIREITO ELEITORAL . a sua jurisdição encontra-se limitada ao DF.pontodosconcursos. COMENTÁRIOS: Item A – errado.Um Tribunal Regional. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs).2009. Ricardo Gomes www. 6. C) Por determinação legal. A) A justiça eleitoral é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Código Eleitoral Art. B) Os ministros do TSE são escolhidos entre juízes do STF e do STJ e entre representantes da advocacia. São órgãos da Justiça Eleitoral: I . pelo Ministério Público Eleitoral e pelas juntas eleitorais. JUÍZES ELEITORAIS. no Distrito Federal e. D) O corregedor do TSE deve ser escolhido entre os ministros do STF. Assinale a opção correta com relação aos órgãos da justiça eleitoral.br . TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL. pelo TRE. na Capital de cada Estado. 7.O Tribunal Superior Eleitoral. na capital de cada estado e no DF. 8. com sede na Capital da República e jurisdição em todo o País. II . na Capital 39 Prof. 12.com.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Na próxima Aula continuaremos nosso estudo! De todo modo. por isso. JUNTAS ELEITORAIS. E) O presidente do TSE deve ser escolhido entre ministros do STF e o vicepresidente. os órgãos da Justiça Eleitoral são: 5. mediante proposta do Tribunal Superior. entre ministros do STJ. Em síntese.

IV .os Juízes Eleitorais. b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. 119. IV . é muito comum acharmos que o Ministério Público Eleitoral é órgão da Justiça Eleitoral. no mínimo.por nomeação do Presidente da República. São órgãos da Justiça Eleitoral: I . 118. III . Como falei em aula. III .o Tribunal Superior Eleitoral.br . escolhidos: I . 2 MINISTROS ADVOGADOS Art. II . CF-88 Art. pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. dois juízes Prof.juizes eleitorais.os Tribunais Regionais Eleitorais.com.pontodosconcursos. Além desse aspecto.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES de Território. o item está errado por não prevê os Juízes Eleitorais. Item B – correto. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á. de sete membros. QUANTIDADE DE MEMBROS 3 MINISTROS ORIGEM SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) FORMA DE COMPOSIÇÃO ELEIÇÃO 2 MINISTROS ELEIÇÃO NOMEAÇÃO pelo Presidente da Rep. (entre 6 Advogados).mediante eleição. Ricardo Gomes 40 www.as Juntas Eleitorais. II .juntas eleitorais.DIREITO ELEITORAL .

45) O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será composto. Item D e E – errados. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. parágrafo único. No que se refere às disposições contidas na CF acerca do Poder Legislativo. e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça.pontodosconcursos. indicados pelo Supremo Tribunal Federal.com. O Corregedor do TSE (Corregedor-Geral Eleitoral) é eleito dentre os Ministros do STJ! O art.2009. enquanto que o Corregedor-Geral é do STJ: CF-88 Art.O Tribunal Superior Eleitoral. 119 Parágrafo único. da CF-88 prevê que o Presidente e o Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.DIREITO ELEITORAL . no mínimo. São órgãos da Justiça Eleitoral: I . por sete 41 Prof. julgue os itens seguintes. Item C – errado.br . 119. O Código Eleitoral prevê que o TSE tem sede na Capital da República e jurisdição em TODO o país Código Eleitoral Art. Poder Executivo e Poder Judiciário. Cargos no TSE: Presidente e Vice do TSE Corregedor-Geral Eleitoral ORIGEM: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) RESPOSTA CERTA: LETRA B QUESTÃO 2: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] . Ricardo Gomes www. com sede na Capital da República e jurisdição em todo o País. 12.

121.anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. RESPOSTA CERTA: CERTO QUESTÃO 3: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] . 119 da CF-88.Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: I . de dois juízes entre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.pontodosconcursos. indicados pelo STF.ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais tribunais eleitorais.forem proferidas Constituição ou de lei. Vejam os mesmos comentários ao Item B da Questão 1. escolhidos mediante eleição pelo voto secreto de três juízes entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). dois juízes entre os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e.br . contra disposição expressa desta II .DIREITO ELEITORAL . expedição de IV . COMENTÁRIOS: Apesar de ser CESPE.com.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES membros. da CF-88: CF-88 Art. veja que esta questão de penúltima prova de TRE realizada pela Banca foi praticamente a literalidade do previsto no art. por nomeação do presidente da República. 59) É cabível recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) das decisões dos TREs quando versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais.2009. Ricardo Gomes www. 42 Prof.versarem sobre inelegibilidade ou diplomas nas eleições federais ou estaduais. COMENTÁRIOS: Caberá Recurso das decisões dos TREs para o TSE nas hipóteses previstas no art. III . 121 § 4º . §4º.

com a presença da maioria de seus membros. 28.pontodosconcursos. com a presença de pelo menos um terço de seus membros.com.Analista Judiciário – Judiciária [FCC] 02/08/2009. por a) unanimidade de votos. Os Tribunais Regionais Eleitorais deliberam.DIREITO ELEITORAL . 43 Prof. com a presença de todos os seus membros. c) maioria de votos. e Mário é advogado de notável saber jurídico e idoneidade moral. Art. em sessão pública. RESPOSTA CERTA: CERTO QUESTÃO 4: TRE .PI . Nesse caso. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos. No caso dos TREs que possuem 7 Membros.Analista Judiciário – Taquigrafia [FCC] 02/08/2009. o 1º nº inteiro acima da metade é 4 Membros. Lauro é Ministro do Superior Tribunal de Justiça.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES V . b) maioria de votos. com a presença da maioria de seus membros. com presença da maioria de seus membros. com a presença da maioria de seus membros. com a presença de pelo menos um terço de seus membros.PI . RESPOSTA CERTA: LETRA B QUESTÃO 5: TRE .denegarem "habeas-corpus". Maria é Desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado. Friso que a maioria de seus membros o 1º número inteiro acima da metade dos membros. mandado de segurança. "habeas-data" ou mandado de injunção. preenchidas os demais requisitos legais. Ricardo Gomes www.br . COMENTÁRIOS: As deliberações dos TREs serão realizadas por maioria de votos. e) unanimidade de votos. d) maioria de votos. em sessão pública. em sessão pública.

QUANTIDADE DE MEMBROS 2 JUÍZES ORIGEM DESEMBARGADORES DO TJ do Estado JUÍZES DE DIREITO escolhidos pelo TJ FORMA DE COMPOSIÇÃO ELEIÇÃO ELEIÇÃO (escolha do TJ) 2 JUÍZES 44 Prof. poderá integrar o respectivo TRE. Desse modo. como o Tribunal Regional Eleitoral. por ser advogado de notável saber jurídico e idoneidade moral. poderá integrar o TSE. por ser Ministro do STJ. e Mário pode vir a integrar somente o Tribunal Regional Eleitoral. e) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. 2 Juízes de Direito. b) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral.com. 1 Juiz Federal e 2 Advogados. Maria pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. COMENTÁRIOS: Origem para composição do TSE: 3 Ministros do STF.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES a) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. Ricardo Gomes www. Item A correto. e Mário pode vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral. como o Tribunal Regional Eleitoral.pontodosconcursos. Maria.br . Maria e Mário podem vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral. Maria e Mário podem vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral. Mário. Maria pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. 2 do STJ e 2 Advogados. Lauro. c) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. por ser Desembargadora do TJ. d) Lauro. poderá integrar as 2 Cortes (TSE e TRE). como o Tribunal Regional Eleitoral. e Mário pode vir a integrar somente o Tribunal Regional Eleitoral.DIREITO ELEITORAL . Maria pode vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do respectivo Estado. Origem para composição dos TREs: 2 Desembargadores do TJ.

§ 1º . dentre juízes de direito. pelo Tribunal Regional Federal respectivo.br .de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal.por nomeação. III . em qualquer caso. 120. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça. de juiz federal. II . escolhidos pelo Tribunal de Justiça. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal.pontodosconcursos. ou.com. escolhido.mediante eleição. b) de dois juízes. não havendo.DIREITO ELEITORAL . RESPOSTA CERTA: LETRA A EXERCÍCIOS com Gabarito QUESTÃO 1: TRE/MT – Analista Judiciário – Área Administrativa 45 Prof. Ricardo Gomes www. (entre 6 Advogados) CF-88 Art. de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. pelo Presidente da República.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES ELEIÇÃO (escolha do TRF) 1 JUIZ JUIZ DO TRF com sede na Capital ou escolhido pelo TRF 2 JUÍZES ADVOGADOS NOMEAÇÃO pelo Presidente da Rep.Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I . indicados pelo Tribunal de Justiça.

QUESTÃO 2: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] . 46 Prof. por sete membros. no mínimo.2009. a sede do TSE é na capital da República e. escolhidos mediante eleição pelo voto secreto de três juízes entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). 45) O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será composto. D) O corregedor do TSE deve ser escolhido entre os ministros do STF.2009. Assinale a opção correta com relação aos órgãos da justiça eleitoral. dois juízes entre os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e. QUESTÃO 4: TRE .com.2009. C) Por determinação legal. por isso. por nomeação do presidente da República. julgue os itens seguintes. Poder Executivo e Poder Judiciário. QUESTÃO 3: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] . indicados pelo STF. No que se refere às disposições contidas na CF acerca do Poder Legislativo. 59) É cabível recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) das decisões dos TREs quando versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais. pelo Ministério Público Eleitoral e pelas juntas eleitorais. pelo TRE. entre ministros do STJ.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES [CESPE] . Ricardo Gomes www. B) Os ministros do TSE são escolhidos entre juízes do STF e do STJ e entre representantes da advocacia.pontodosconcursos.PI .Analista Judiciário – Taquigrafia [FCC] 02/08/2009. a sua jurisdição encontra-se limitada ao DF. de dois juízes entre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. na capital de cada estado e no DF. E) O presidente do TSE deve ser escolhido entre ministros do STF e o vicepresidente.DIREITO ELEITORAL . A) A justiça eleitoral é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).br .

com. como o Tribunal Regional Eleitoral. e Mário pode vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral.br . e Mário é advogado de notável saber jurídico e idoneidade moral. b) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral. como o Tribunal Regional Eleitoral. e Mário pode vir a integrar somente o Tribunal Regional Eleitoral. Maria pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. d) maioria de votos. com a presença da maioria de seus membros. com a presença de pelo menos um terço de seus membros. Nesse caso. c) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. por a) unanimidade de votos. Maria pode vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do respectivo Estado. d) Lauro. e) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. como o Tribunal Regional Eleitoral.DIREITO ELEITORAL .TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES Os Tribunais Regionais Eleitorais deliberam. Maria é Desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado. com a presença de pelo menos um terço de seus membros. a) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. Maria e Mário podem vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral. b) maioria de votos.Analista Judiciário – Judiciária [FCC] 02/08/2009. Lauro é Ministro do Superior Tribunal de Justiça. com a presença da maioria de seus membros.pontodosconcursos.PI . preenchidas os demais requisitos legais. com a presença de todos os seus membros. GABARITOS OFICIAIS 1-B 23– CERTO CERTO 4-B 5-A 47 Prof. Maria pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral. Ricardo Gomes www. c) maioria de votos. QUESTÃO 5: TRE . e) unanimidade de votos. e Mário pode vir a integrar somente o Tribunal Regional Eleitoral. em sessão pública. Maria e Mário podem vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral.

art. sendo que estão vedados de cumprirem mais de 4 anos consecutivos (2 biênios consecutivos). conforma CF-88.com. A composição mínima do TSE são 7 Ministros.br . TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs).DIREITO ELEITORAL . 4. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES RESUMO DA AULA São órgãos da Justiça Eleitoral: 1. A sua atual composição pode ser assim resumida. Número de Juízes nos TREs e no TSE: TREs TSE 7 Juízes Pelo menos 7 Juízes Os Juízes que exercem a função eleitoral servirão obrigatoriamente por 2 anos. 2. 119: QUANTIDADE DE MEMBROS 3 MINISTROS ORIGEM SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) FORMA DE COMPOSIÇÃO ELEIÇÃO 2 MINISTROS ELEIÇÃO 48 Prof. 3. JUÍZES ELEITORAIS. Ricardo Gomes www. JUNTAS ELEITORAIS.pontodosconcursos. salvo exceções justificadas perante o TRE de que faz parte.

com presença da maioria de seus membros.pontodosconcursos. Ricardo Gomes www.DIREITO ELEITORAL . interpretação Constituição. Constitui a maioria de seus membros o 1º número inteiro acima da metade dos membros. do Código Eleitoral em face da 2. 3. Exigem quorum especialíssimo (a totalidade dos membros do TSE presentes) as decisões sobre as seguintes matérias: 1. cassação de registro de partidos políticos. em sessão pública. análise de recursos que importem anulação geral de eleições. o 1º nº inteiro acima da metade é 4 Membros. Composição dos TREs: QUANTIDADE DE MEMBROS 2 JUÍZES ORIGEM DESEMBARGADORES DO TJ do Estado FORMA DE COMPOSIÇÃO ELEIÇÃO 49 Prof. 2 MINISTROS ADVOGADOS Cargos no TSE: Presidente e Vice do TSE Corregedor-Geral Eleitoral ORIGEM: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) As deliberações do TSE e dos TREs serão realizadas por maioria de votos.br .TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES NOMEAÇÃO pelo Presidente da Rep. No caso do TSEe. 4.com. que tem 7 Membros. (entre 6 Advogados). análise de recursos que importem perda de diplomas.

finalizo aqui os meus breves comentários. convidando a todos para a próxima aula (AULA 1).pontodosconcursos. que dará continuidade ao estudo da Composição e Competência da Justiça Eleitoral. (entre 6 Advogados) Procuradores Eleitorais junto aos Tribunais Eleitorais: No TSE Procurador-Geral da República PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA ou Nos TREs PROCURADOR DA REPÚBLICA – investidos da função de Procurador Regional Eleitoral (PRE) Por ser uma Aula eminentemente Demonstrativa.br .DIREITO ELEITORAL .TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES JUÍZES DE DIREITO escolhidos pelo TJ JUIZ DO TRF com sede na Capital ou escolhido pelo TRF ELEIÇÃO (escolha do TJ) ELEIÇÃO (escolha do TRF) 2 JUÍZES 1 JUIZ 2 JUÍZES ADVOGADOS NOMEAÇÃO pelo Presidente da Rep.com. Ricardo Gomes www. Espero a todos na AULA 1! Fraterno Abraço! e Bons Estudos! Ricardo Gomes Por sua aprovação! 50 Prof.

MELO. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Atlas. Roberto. 2010. 33. 2010. rev. decisão. Vocabulário Jurídico. Tânia Regina Trombini. 2002. Joel José. Brasília: 51 Prof. FAGA. Anotações de direito eleitoral. Fernando Carlos Santos da. Lei nº 9. 3. Radiografia da Lei das Eleições 2010. 2001. GOMES. Rio de Janeiro: Forense. DAL POZZO. FERRAZ JUNIOR. Curitiba: Juruá. Direito Constitucional.ed. 2008. BRASIL. ed. Julgamentos e Súmulas do STF e STJ. Direito Eleitoral. Alexandre. Bauru: Edipro.com.pontodosconcursos.DIREITO ELEITORAL . 2009. José Jairo. Direito Eleitoral.br . dominação. 2009. RAMAYANA. 2. 2010. 2010. Direito Eleitoral.ed. 4. Código eleitoral anotado e legislação complementar.ed. análise e jurisprudência. São Paulo: Saraiva. Olivar. Lei nº 9. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Francisco Dirceu: Direito Eleitoral: teoria. Henrique: Direito Eleitoral para Concursos.ed. CONEGLIAN. MORAES. 5. São Paulo: Método.TEORIA E EXERCÍCIOS – TRE/RN AULA DEMONSTRATIVA PROFESSOR: RICARDO GOMES REFERÊNCIAS BARROS. 2001. Fávila. 6. São Paulo: Atlas.ed. RIBEIRO.ed. São Paulo: Método. Antônio Araldo Ferraz. 25. Ricardo Gomes www. São Paulo: Saraiva. 2009. 2008. CÂNDIDO. 8. Rio de Janeiro: Forense. 9. Vestcon. PORTO. Rio de Janeiro: Impetus.504/97.ed. 5. DelREy: 2010. 8. PLÁCIDO E SILVA. 2010. ed. 18. Direito Eleitoral. – Brasília : TSE. 1998. Marcos. e atual.ed. jurisprudência. – Rio de Janeiro: Elsevier.Ed. Tércio Sampaio: Introdução ao estudo de direito: técnica. 2010. ed.504/97: estrutura.