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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – Campus PARACATU

Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Eletrônica Concomitante ao Ensino Médio

Fevereiro, 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – Campus PARACATU

PRESIDENTE DA REPÚBLICA Dilma Rousseff

MINISTRO DA EDUCAÇÃO Fernando Haddad

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Eliezer Moreira Pacheco

REITOR Eurípedes Ronaldo Ananias Ferreira “Pro-Tempore”

PRÓ-REITOR DE ENSINO Luiz Alberto Rezende

DIRETOR GERAL – Campus PARACATU Heraldo Marcus Rosi Cruvinel

DIRETOR DE ENSINO Ronaldo Eduardo Diláscio

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NOSSA MISSÃO

Ofertar a Educação Profissional e Tecnológica por meio do Ensino, Pesquisa e Extensão promovendo o desenvolvimento na perspectiva de uma sociedade inclusiva e democrática.

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ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL ......................................................................... 5 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................. 6 3. ASPECTOS LEGAIS ............................................................................................. 7 4. BREVE HISTÓRICO DO CAMPUS ........................................................................... 7 5. JUSTIFICATIVA (social e institucional)................................................................... 9 6. OBJETIVOS ...................................................................................................... 14 7. PRINCÍPIOS NORTEADORES DA CONCEPÇÃO CURRICULAR – IFTM ....................... 15 8. PERFIL DO EGRESSO ........................................................................................ 16 9. PERFIL INTERMEDIÁRIO E CERTIFICAÇÕES ......................................................... 17 10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ............................. 18 11. CONCEPÇÃO METODOLÓGICA .......................................................................... 21 12. ATIVIDADES ACADÊMICAS .............................................................................. 22 13. UNIDADES CURRICULARES .............................................................................. 23 14. INDISSOCIABILIDADE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ..................................... 71 15. AVALIAÇÃO ................................................................................................... 72 16. APROVEITAMENTO DE ESTUDOS ...................................................................... 75 17. ATENDIMENTO AO DISCENTE .......................................................................... 75 18. COORDENAÇÃO DE CURSO .............................................................................. 76 19. CORPO DOCENTE DO CURSO ........................................................................... 79 20. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO .................................................................. 79 21. AMBIENTES ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICOS RELACIONADOS AO CURSO ........... 80 22. RECURSOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS .............................................................. 83 23. DIPLOMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO ........................................................................ 84 24. TRANSPOSIÇÃO DE GRADE CURRICULAR .......................................................... 85

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br Endereço da Reitoria: Rua Barão do Rio Branco.MG Telefones: (38) 9187-0999 / (38) 9187-1009 / (38) 9187-1011 Site: www.695.pct@iftm.iftm.br/paracatu E-mail: dg.Km 167 Fazendinha .edu.edu. IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL Instituição: Instituto Federal de Educação.CEP.891/0002-82 Endereço: Rodovia MG 188 .CEP. Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Campus: Paracatu CNPJ: 10.iftm.: 38.br/proreitorias FAX da Reitoria: (34) 3326-1101 Mantenedora: Ministério da Educação (MEC) 5 .: 38.600-000 Cidade: Paracatu .020-300 Telefones da Reitoria: (34) 3326-1100 Site da Reitoria: www.1. 770 .Uberaba .edu.MG .

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Curso: Curso Titulação conferida: Modalidade: Forma: Área do conhecimento / eixo tecnológico: Turno de funcionamento: Integralização Nº de vagas ofertadas: Técnico de Nível Médio em Eletrônica Técnico em Eletrônica Presencial Concomitante ao Ensino Médio Controle e Processos Industriais Noturno Mínima: 04 semestres Máxima: 08 semestres Ano da 1ª oferta: Comissão responsável pela elaboração do projeto: 35 2010 Alberto da Silva Carlos Paula Lemos Jefferson Bethoven Martins Joselene Elias de Oliveira Júlio César Ferreira Robson Vieitas Ramos Rogelio dos Reis Dias Ronaldo Eduardo Diláscio Data: ____/____/_____ Diretoria de Ensino do Campus Diretor do Campus Carimbo e Assinatura 6 .2.

organização curricular .394. Aprova o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.Resolução CNE/CEB N. Ensino médio e técnico .154/2004. e dá outras providências.1.IFTM.1.Resolução CEB Nº 3. de 19 de abril de 2011 . de 3 de fevereiro de 2005.Parecer CNE/CEB No 11. 11. 3.LDB – 9394 de 20 de dezembro de 1996. Autorização (Resolução / Conselho Superior) 3. de 26 de junho de 1998. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. de 21 de janeiro de 2004. Básica e 7 . . é uma Instituição de Educação Superior. . de 23 de julho de 2004. Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro .criação da Comissão de Elaboração e Revisão de Projetos Pedagógicos de Cursos do IFTM . elaborado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação. .Resolução CNE/CEB Nº 1. .3.Parecer CNE/CEB No 39. Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio. inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação de Jovens e Adultos.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio. .Resolução CNE/CEB Nº 1. Regulamenta o § 2º do art. . de 07 de outubro de 1999.Parecer CEB Nº 009/98 de 08 de abril de 1998. criado em 29 de dezembro de 2008. Proposta de instituição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio.2. ASPECTOS LEGAIS 3. . Criação: (Portaria – Comissão Elaboração do Projeto) Portaria No 053. de 16 de julho de 2008.Campus Paracatu. BREVE HISTÓRICO DO CAMPUS O Instituto Federal de Educação. 39 a 41 da Lei nº 9. de 20 de dezembro de 1996. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico.892. autorização e reconhecimento do curso 3. Legislação referente à criação. Legislação referente ao curso (Lei de regulamentação do curso MEC – Parecer/Resolução CNE) . de 12 de junho de 2008.1.154. de 08 de dezembro de 2004.º 4. pela Lei n. Aplicação do Decreto nº 5. que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.1.Portaria MEC No 870. 4. . Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.Decreto No 5. 36 e os arts.2.

pluricurricular e multicampi.560 habitantes. passando a denominar-se respectivamente: Campus Uberaba. João Pinheiro e Unaí. para incentivar a agropecuária da região. 8 . tendo sido necessário. permanentemente. Essas Instituições consolidarão seu papel social visceralmente vinculado à oferta do ato educativo que elege como princípio a primazia do bem social. com quinze municípios. foi fundada em 1798 e possui aproximadamente 83.232 km2 na mesorregião Noroeste do Estado de Minas Gerais. o Centro Federal de Educação Tecnológica de Uberaba. fazem trocas e assim.Profissional. A área de atuação do Instituto Federal de Educação. Paracatu. independentemente de qualquer formalidade. Vazante. sede de um Campus do Instituto Federal do Triângulo Mineiro. estes componentes instituintes estão postos. reconhecer que. com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com as suas práticas pedagógicas. de tecnologia e de desenvolvimento dentro da região Noroeste de Minas Gerais. Implica então. No seu processo instituinte estão presentes na composição de sua estrutura organizacional uma Reitoria localizada em Uberaba. a construção de imensos canais de irrigação para a instalação de pivôs centrais (Projeto conhecido como Entre Ribeiros). Está situado numa área de 8. especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino. por força da Lei. sendo que nesta última estão localizadas as microrregiões de Paracatu e Unaí. tendo como limítrofes os municípios de Guarda-Mor. concretizadas. instituído e instituinte são aspectos de uma mesma realidade que. Ciência e Tecnologia do Triângulo IFTM abrange toda a Mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba e parte da Mesorregião Noroeste de Minas. Campus Paracatu e Campus Ituiutaba. A Instituição recém criada responde a uma nova missão na sociedade e aos horizontes de seus profissionais que. passaram de forma automática. como em toda organização. Campus Uberlândia. alteram e (re)configuram a Instituição numa totalidade em processo. A região é relativamente seca. No imaginário das comunidades que compõem a nova instituição e nas práticas de seu cotidiano. ao crescerem em função do processo de formação continuada que o sistema educacional lhes proporcionou busca integrar o coletivo da escola nesse processo de mudança efetiva buscando transformar os sonhos em ações que. O principal rio de Paracatu é o rio que dá nome ao município e que pertence à bacia do São Francisco. Seu nome significa “rio bom” em língua tupi e se mantém como pólo irradiador de cultura. à condição de campus da nova instituição. possam conduzir o IFTM a excelência em todos os níveis e áreas de atuação. a Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia e as Unidades de Educação Descentralizadas de Paracatu e de Ituiutaba que. distante 483 km da capital.

o Instituto Federal de Educação. aproximadamente. tornando-se 9 . Igualmente. 5. atuadores e os processadores lógico programáveis . a mesorregião do Noroeste de Minas.CIM). Reflexos desse processo mundial já são observados de forma intensa no Brasil. No campo da mineração. o antigo método do garimpo foi interditado. a compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos. implantada em larga escala. obrigando as indústrias nacionais a adaptarem-se às novas exigências do mercado mundial. impulsiona o setor industrial. é largamente aplicado no controle de processos e na automação industrial (com utilização de sensores. JUSTIFICATIVA (social e institucional) A aceleração do desenvolvimento tecnológico e os modernos processos de produção industrial são fenômenos que vêm se difundindo mundialmente.CLP). abrangendo.700 alunos provenientes das últimas séries do Ensino Fundamental. aos anseios da comunidade e cumpre o seu papel de relevância estratégica para o desenvolvimento da região e do país. braços mecânicos programáveis (robôs) e na integração do sistema de manufatura (Manufatura Integrada por Computador . Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro responde às exigências do mundo do trabalho. do Ensino Médio e da Educação Profissionalizante. na utilização de máquinas automatizadas (Comando Numérico Computadorizado . nos próximos quatro anos. na utilização intensiva de tecnologias ligadas à eletrônica e à informática. controlada atualmente pela multinacional Kinross.Conta hoje com uma agricultura altamente tecnificada. principalmente o ouro (no Morro do Ouro) das mais modernas do mundo. também. 50. No campo educacional. milho e feijão. Dessa forma. com uma pecuária intensiva de gado nelore. convivendo com uma exploração agrícola rudimentar de subsistência e uma pecuária extensiva. atenderá uma população de. o que é feito pela empresa RPM. as modalidades Educação de Jovens e Adultos e Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais O Instituto Federal de Educação. promove. até a manufatura (Manufatura Auxiliada por Computador . ao propiciar a formação do cidadão como pessoa com autonomia intelectual e pensamento crítico. nas diversas fases de fabricação de produtos. O desenvolvimento tecnológico.CAM). principalmente a produção de soja.CNC). por meio dos processos de internacionalização e globalização da economia. ainda. Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. Dessa forma. desde os projetos (Desenho Assistido por Computador .CAD). a Automação Industrial é processo irreversível e caracterizador da modernidade da sociedade mundial. uma exploração mineral. aliado à alta competitividade do mercado. Observase uma intensa e crescente utilização do computador.

e a Gestão da Qualidade Total. planejamento e controle da produção como o "Just in Time". fizeram com que a indústria de manufatura se reformulasse. os trabalhadores passam a necessitar de competências específicas que os habilitem a atuar nos modernos processos produtivos. contrapondo-se aos conceitos antigos de produção seriada. podendo. nos ganhos de produtividade das indústrias. os conceitos modernos de gestão. Esse desenvolvimento acelerado impõe às instituições de ensino tecnológico uma maior agilidade e flexibilidade. articuladas à base de recursos naturais e dos duráveis de consumo. As poucas localidades com vantagens preexistentes tendem a ampliá-las ainda mais. Embora estes recursos possam ser encontrados em localizações dispersas. Esses conceitos obrigam a que os funcionários tenham uma maior competência e qualificação em todos os níveis. Neste sentido. base educacional e cultural. Contemporaneamente. relações industriais articuladas geograficamente. uma vez que o crescimento das atividades de alta tecnologia agem como poderosa força aglomerativa. As atividades de planejamento da produção e de manutenção preditiva passam a ter um papel fundamental. entre outros.ferramenta imprescindível. na adaptação de seus cursos às necessidades do mercado. facilidade de acesso. Devem. As mudanças tecnológicas em curso induzem exatamente à expansão de setores que estão fortemente sustentados na ciência e na técnica. aumentando a autonomia dos operários e terceirizando serviços não inerentes à sua produção. o que ocorre nos países industrializados é exatamente o contrário. possuir visão. com grande expansão das indústrias básicas. clima de negócios. mas de todo o processo de produção. O requisito locacional destes setores está articulado com a presença de centros de ensino e pesquisas. Por outro lado. nos últimos anos vem sendo enfatizada a importância dos parques tecnológicos para o desenvolvimento industrial em geral e para o crescimento diferenciado das 10 . tendem a se restringir a regiões com grandes aglomerações urbanas. ainda. diminuindo os níveis hierárquicos. "Kanban". não só de uma tarefa específica. mercado de trabalho profissional. produtividade e competitividade. implicando a inevitável integração com o setor produtivo e a busca de alternativas técnico-pedagógicas que aliem competências gerais e capacidades específicas. com reduzida ou inexpressiva demanda de recursos naturais. na busca da qualidade. assim. ou seja. O crescimento industrial e a desconcentração relativa observada na década de 70 ocorreram dentro do mesmo padrão industrial anterior. com capacidade de gerenciar o seu próprio trabalho e de trabalhar em equipe. prever falhas e propor soluções antecipadamente. Além de amplos conhecimentos científicos que proporcionarão capacidades exigidas pela sociedade contemporânea.

que o setor de siderurgia é responsável por 14% dos empregos do estado. Vale ressaltar aqui. em número de unidades. zinco e cimento. Calcula-se que existem 15 cidades com alguma experiência em pólos tecnológicos. com 17% do total. em 31/12/94. Estes números representam uma concentração de 62. a Segunda maior do País. sendo 67. no entanto poucas as que podem ser consideradas bem sucedidas ou com potencial de desenvolvimento. seguido pelo setor de minerais não metálicos.regiões. bebidas.6 bilhões. Do ponto de vista do emprego total. dentre outros.087 em todo o Brasil. caminhões e helicópteros. Os maiores responsáveis pelos novos investimentos deverão ser as indústrias de bens de consumo não duráveis (76%). Entre essas se podem destacar cidades situadas nos Estados de São Paulo. No nosso estado de Minas Gerais. Em 1998. seguido do setor de vestiários. alimentos processados. artigos para vestuário. as divisões de alimentação e bebidas. até eletrodomésticos. com 13%. automóveis. o número de técnicos industriais do setor eletrônico e de telecomunicações (setor que agrega os técnicos em instrumentação e controle).575 apenas na região Sudeste. autopeças. com 7%. Os investimentos nas unidades locais situadas no mesmo município objetivam 11 .5% deste setor técnico em nossa área de atuação. Perspectivas de investimentos em expansão/modernização Setenta e três por cento das empresas mineiras têm planos de investir no estado nos próximos três anos na mesma atividade econômica em que atuam. instrumentos biomédicos e produtos farmacêuticos. ferroligas. 95% das empresas deverão realizar seus investimentos no município em que se encontram. sendo.8 bilhões. várias ações programadas ou mesmo circunstanciais vêm ocorrendo. Minas Gerais e Rio Grande do Sul.1% do total) da produção industrial. Dentro da categoria de bens de consumo não duráveis destacam-se. segundo a Fundação SEADE. passando por sapatos. a indústria de alimentação e bebidas é também a mais importante. há uma predominância do consumo de bens não duráveis (42. Segundo a Fundação SEADE. O Parque Industrial de Minas produz desde minério de ferro. com 17% do total. aço. enquanto as importações no mesmo período somaram cerca de US$ 3. Apesar do atraso relativo da tecnologia brasileira em relação aos países industrializados. era de 108. as exportações de bens e serviços de Minas Gerais totalizaram US$ 7.

As divisões que contribuem para elevar a média do setor são eletrônicos e de comunicações (83%). Esta. apresenta nível de automação (41% das unidades e 76% do pessoal ocupado) bem acima da média do setor (32% das unidades e 76% do pessoal ocupado). A categoria de bens de capital e de consumo duráveis lidera a classificação. a taxa de difusão se aproxima da média geral. Caracterização Tecnológica As indústrias de Minas Gerais apresentam nível consideráveis de difusão do uso de computadores. a categoria de bens intermediários é a que obtém o maior percentual de computadores (53%). Automação Industrial As maiores usuárias de equipamentos de automação industrial são as divisões de eletrônica e comunicação (61% das plantas e 88% do pessoal ocupado) e de instrumentos médicos e de precisão (58% e 74% respectivamente). borracha e plástico (50% e 56%) e extração de minerais metálicos (48% e 86%). madeira (79%). Embora a internet venha ampliando progressivamente seu espaço entre os meios de comunicação eletrônico de dados. por sua vez. 33% para a categoria de bens intermediários e 30% para a de bens de consumo não duráveis. A indústria metalúrgica é que detém a maior parcela destes equipamentos (7236). ambas pertencentes à categoria de bens de capital e de consumo duráveis. ampliação de capacidade de produção (95%) e o aperfeiçoamento profissional (88%). Emprego e recursos humanos O total de pessoal ocupado divide-se entre assalariados e não assalariados (proprietários.). Do total de computadores existentes na indústria da região (35704). sócios. dentre os assalariados. Estes investimentos resultarão em um aumento de pessoal ocupado de acordo com as empresas.principalmente ganhos de produtividade de 97%. sendo que as divisões que ocupam maior destaque em ambas as categorias são combustível (54% das unidades e 74% do pessoal ocupado). podendo-se. etc. Nas demais categorias. atingindo 85% das suas unidades. separar aqueles ligados à produção e os não 12 . vestuário (76%) e química (75%). verifica-se que menos da metade das unidades industriais do estado (43%) têm acesso a este tipo de tecnologia. qualidade nos processos produtivos (96%). concentrando quase 100% do pessoal ocupado em 98% das unidades usuárias desse tipo de equipamento.

Há de se observar com isso que. É a terceira economia do País. SP.5% do PIB da região Sudeste. distinguem-se 12 mesorregiões de acordo com o IBGE. seguida pela metalurgia. Em número absoluto. as divisões com maior número de assalariados ligados à produção são as da alimentação e bebidas e de metalurgia. braçais (9%). depois de São Paulo (37%) e Rio de Janeiro (11%). RJ. A categoria de bens de consumo não duráveis apresenta maior participação de trabalhadores semiqualificados e menor participação de técnicos de nível médio e superior. Quanto às características político-administrativas. A maioria do pessoal ocupado é assalariada ligada à produção (83%). a quarta entre as capitais brasileiras. Esta é uma característica física extremamente favorável ao seu desenvolvimento. A economia mineira tem grande expressão no âmbito nacional. seguido pelos qualificados (30%). Em 1998. é mais que viável a implantação do curso técnico de eletrônica em Paracatu. Metade dos trabalhadores ligados à produção são semiqualificados. 13 . Portanto. com mais de 40 mil ocupados cada uma. A categoria de bens de consumo não duráveis apresenta proporção de não assalariados duas vezes maior que a de bens de capital e consumo duráveis. o PIB mineiro participava com cerca de 10% do PIB brasileiro. enquanto a indústria Mineira apresenta 18% do total setorial da região Sudeste. O extenso estado abriga 853 municípios. Em termos absolutos. Os assalariados não ligados à produção representam 15% do total. Indicadores Sócio – Econômicos Minas Gerais é um Estado central no território nacional e faz fronteira com seis Estados (ES. Por outro lado. Os não assalariados representam 1. No período de 1997 a 2000. O PIB mineiro é responsável por cerca de 16. MS. com destaque para a capital com mais de dois milhões de habitantes. a região de localização do Campus Paracatu possui indústrias em ambas as categorias. a categoria de uso de bens de capital e de consumo duráveis apresenta os maiores percentuais de técnicos de nível médio e de nível superior e a menor participação de trabalhadores braçais. técnicos de nível médio (8%) e técnicos de nível superior (3%).8% do pessoal ocupado das indústrias. BA). a liderança é a de alimentação e bebidas.ligados à produção. indicando que a qualificação média das ocupações dessa categoria de uso é superior à das outras. GO. o Estado de Minas recebeu de investimentos nas indústrias de transformação do Estado mais de 12 bilhões de dólares.

para ressaltarmos ainda mais a necessidade dos cursos técnicos de nível médio. predomina a mão-de-obra masculina (64. o de comunicação. 78% das empresas de Minas vão investir em suas instalações. de um lado. 51% das unidades exigem habilitação técnica de nível médio. 82% são ligadas ao setor de manutenção e reparação. No setor de serviços técnicos às empresas. 29% são técnicos. que aponta para o fato de que há oportunidade para as escolas técnicas e o Instituto Federal Triângulo Mineiro ampliarem. Podese observar que todas estas áreas estão ligadas ao grande mercado eletroeletrônico. 19%. o Curso Técnico em Eletrônica estava em segundo lugar na lista de cursos mais procurados pelas empresas.2%). a oferta de ensino supletivo ou de revisão da educação básica para os trabalhadores. 6. oferecendo para as empresas cursos técnicos de qualidade. OBJETIVOS 6. o segmento de informática possui hoje aproximadamente 40% de seus funcionários técnicos de nível médio.2% entre 1986 e 1997. Objetivos específicos: - Formar técnicos em nível médio para atuarem na área industrial ligada à Eletrônica. o que justifica mais uma vez o nosso curso Técnico em Eletrônica de Nível Médio. Objetivo geral: Formar profissionais técnicos de nível médio na habilitação de Técnico em Eletrônica. de outro. Em uma pesquisa feita pela Fundação SEADE em 1998. e. Segundo a Fundação SEADE. Para os cargos técnicos de nível médio ocupados na produção. Deste valor. 14 . 6. que aumenta ainda mais no setor de extração mineral (94%). Só a título de curiosidade.1. No mercado de trabalho formal do estado.De acordo com dados da RAIS/MTb. o emprego formal em Minas teve um acréscimo de 21.2. É importante destacarmos aqui a grande dificuldade de se contratar alguns técnicos de nível médio para as indústrias de Minas. Isso mostra novamente a grande importância de termos escolas técnicas e do Instituto Federal Triângulo Mineiro no estado. 88% são empresas ligadas ao setor de energia elétrica e. Entendemos que a maior parte das carências mencionadas neste documento está de alguma forma relacionada com o nível de ensino e de educação formal da força de trabalho. sua oferta de serviços de atualização profissional para empresas. de acordo com as tendências tecnológicas da região e em consonância com as demandas dos setores produtivos. 92% são empresas ligadas a telecomunicações.

Juntamente com a base conceitual. Para integralizar o curso o estudante deve desenvolver as atividades teórico-práticas. Formar técnicos para atuarem nas empresas. conteúdos de Formação Profissional e conteúdos de Formação TeóricoPrática. 7. sendo capaz de provocar mudanças através da agregação de novas visões e tecnologias na solução de problemas 15 . que. uma formação empreendedora. através da reflexão-açãoreflexão. de acordo com a concepção teórico-metodológica.- Atualizar profissionais que atuem em ocupações de nível técnico. os quais têm um destaque especial no composto prático do curso. o currículo disponibiliza ao estudante. que proporcionem às empresas maior eficiência e capacidade de competição em nível nacional e mesmo internacional. na especialidade de Técnico em Eletrônica. pois possibilitam aos estudantes a compreensão da realidade. expressas em forma de Estágio Supervisionado. propiciando-lhes oportunidade de continuidade de estudo em curso superior de tecnologia em áreas correlatas à Eletrônica. preparando profissionais altamente especializados nas modernas tecnologias dos diversos setores produtivos. com os objetivos e com o perfil profissional traçados em seu projeto pedagógico. mais rapidamente. é composto pelo conjunto de disciplinas e atividades agrupadas em núcleos de conteúdos de Formação Básica. Intensificar a integração escola-empresa. por meio de um curso diretamente relacionado com o exercício profissional. assim como das demandas exigidas pelo mercado. Fornece ao egresso as condições para assumir um papel de agente transformador. abrirão oportunidades de inserção no setor produtivo da região. considerando as necessidades de formação dos estudantes. oferecendo cursos de curta duração. Contribuir para um maior desenvolvimento do parque industrial nacional. oferecendo ao mercado profissionais especializados e atualizados em modernos conceitos e técnicas. - Atender à demanda das empresas. Formar mão-de-obra qualificada para atuar nos diversos segmentos que possibilitem empregabilidade mais imediata e geração de renda. o aprofundamento dos conhecimentos na área de interesse. As disciplinas que compõem o curso de Eletrônica possuem uma sequência lógica. desenvolvida através da relação teoria-prática. PRINCÍPIOS NORTEADORES DA CONCEPÇÃO CURRICULAR – IFTM O currículo do Curso Técnico em Eletrônica. que venham preencher lacunas existentes na estrutura de recursos humanos das indústrias. inserida no contexto do curso. a indissociabilidade do ensino-pesquisa-extensão e o atingimento do perfil profissional do curso. também. em módulos. com a missão. - Atender à coletividade.

organizados sob três consignas: sensibilidade. os quais serão alterados à medida que o mundo do trabalho assim o exigir e com a devida aprovação do Conselho Superior desta Instituição de Ensino.. igualdade e identidade. A organização do currículo e das situações de aprendizagem. como por exemplo: matriz curricular. Em cursos profissionalizantes é essencial a realização de atividades que integrem a teoria com a prática. objetivos gerais e específicos etc. Organização do Tempo Escolar A matriz curricular foi elaborada tendo em vista as mudanças significativas que ocorreram no mundo da eletrônica e nas constantes inovações tecnológicas.das organizações. políticos e éticos que inspiram a Constituição e a LDBEN. na criação e implantação de seus empreendimentos. transferindo conhecimentos e habilidades para dar conta da constante evolução tecnológica gerada pela complexidade dos processos produtivos e pelas mutações tecnológicas na fabricação de equipamentos. PERFIL DO EGRESSO O Técnico em Eletrônica é o profissional capaz de entender. atendendo a uma ampla demanda do mercado. Atualização dos Conteúdos Ministrados Os conteúdos ministrados durante o curso serão revistos. daquelas práticas de trabalho mais comuns vivenciadas ao longo da história da humanidade. a fim de possibilitar ao educando o desenvolvimento das aprendizagens necessárias ao ingresso no mundo do trabalho. hoje em dia. periodicamente. radicalmente diferenciadas. 16 . adaptar e dar manutenção em processos ligados à grande área de Eletro-eletrônica e automação industrial. hoje. com o propósito de formar um profissional ético e que atenda às necessidades do mundo do trabalho e um cidadão comprometido com a sociedade em que vive. Práticas estas. considerando-se que. instalar. e poderão ser alteradas conforme a evolução tecnológica na área de eletrônica e necessidades do mundo do trabalho. os procedimentos de avaliação deverão ser coerentes com os valores estéticos. praticamente todas as áreas de atividades industriais encontram-se automatizadas. Será disponibilizada e mantida uma página (Home Page) no site da Instituição com informações sobre o curso. 8. Pode atuar de forma autônoma ou vinculada a empresas do setor. O currículo do Curso Técnico em Eletrônica é gerenciado dentro de fundamentos e pressupostos de uma educação de qualidade.

O estudante deverá cursar todos os módulos e realizar o estágio supervisionado com carga horária de 180 horas para a obtenção da habilitação de Técnico em Eletrônica.As principais competências apontadas são: Prática de laboratório bem sucedida. organizado em módulos. Deverá ser capaz também de simular o funcionamento de processos Eletro-eletrônicos e de Automação Industrial para avaliar resultados. Estruturou-se o currículo de forma flexível e interdisciplinar. com carga horária de 933. Executa a instalação e manutenção de equipamentos e sistemas eletrônicos. Utiliza linguagens e softwares de programação para equipamentos e sistemas eletrônicos. Qualificação Técnica: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos: . 9. bem como efetuar o acompanhamento em sistemas baseados em microcomputadores. componentes. operação e inspeção de equipamentos Eletroeletrônicos e de Automação Industrial. O Técnico em Eletrônica do Instituto Federal Triângulo Mineiro . . II(dois) e IV(quatro).Módulos I(um).Estágio curricular supervisionado com carga horária mínima de 90 horas no módulo de qualificação. processos. com montagem de protótipos. II(dois) e III(três). com carga horária de 950 horas. além de inspecionar materiais. instalação.2 horas. a qualificação técnica será obtida conforme abaixo. Qualificação Técnica: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação: . Realiza medições e testes com equipamentos eletrônicos e interpreta os resultados. Executa procedimentos de controle de qualidade e gestão da produção de equipamentos eletrônicos. PERFIL INTERMEDIÁRIO E CERTIFICAÇÕES A matriz curricular foi elaborada tendo em vista as mudanças significativas que ocorreram no mundo da Eletrônica e nas constantes inovações tecnológicas.Campus Paracatu deverá participar de equipes de execução. Participa do desenvolvimento de projetos. equipamentos e sistemas. 17 .Módulos I(um). Para perfis intermediários.

Certificado de reservista (para homens maiores de 18 anos). matemática e conhecimentos gerais.. Documentação e Escolaridade Necessárias para Ingresso A escolaridade mínima para o candidato ingressar no Curso Técnico em Eletrônica será a conclusão de. As matrículas serão efetuadas de acordo com o cronograma estabelecido pela Instituição e nos termos regimentais. .Histórico escolar ou declaração de conclusão do 1º ano do Ensino Médio. nº de turmas e Total de vagas anuais: Turno de funcionamento Vagas/ turma nº de turmas/ano Total de vagas anuais NOTURNO 35 01 35 18 . compreendendo: avaliação de português. além dos documentos abaixo relacionados: . Formas de ingresso: Para ingressar no curso Técnico em Eletrônica Concomitante ao Ensino Médio o candidato deverá ter concluído.Certidão de nascimento (fotocópia).2. Os candidatos serão admitidos através de processo seletivo. Turno de funcionamento. Vagas. no mínimo. 10. Seleção e Matrícula As inscrições para o curso serão efetuadas no período que anteceder a matrícula. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 10. Inscrição. o 1º ano do Ensino Médio.1. . A aprovação e ingresso dos candidatos obedecerão ao processo classificatório. Periodicidade letiva: Matrícula Seriado Periodicidade letiva Semestral 10.Requerimento de matrícula. o 1º ano do Ensino Médio e atender demais requisitos que constam no edital do processo seletivo do Instituto Federal Triângulo Mineiro – Campus Paracatu.Cédula de identidade (fotocópia).3. no mínimo.Estágio curricular supervisionado com carga horária mínima de 90 horas no módulo de qualificação. 10. . sendo admitidos os primeiros trinta e cinco candidatos. .

4. Fluxograma Limite máximo (semestres) 08 (oito) semestres 19 .10. Prazo de integralização da carga horária Limite mínimo (semestres) 04 (quatro) semestres 10.5.

6.4 TOTAL 19 380 316.2 50 33.4 16.266.BÁSICO 1 1 1 1 1 1 1 1 TOTAL 4 2 4 2 2 2 1 1 18 80 40 80 40 40 40 20 20 360 66. Aulas/ Semanas Módulo: 20 semanas Total Aulas Total Horas Circuitos Elétricos I Laboratório de Circuitos Elétricos I Sistemas Digitais Laboratório de Sistemas Digitais Português Instrumental Informática Básica Ética e Responsabilidade Social Fundamentos de Saúde.2 66.4 33.4 33.520 66.4 33.2 33.10.2 1.4 Módulo III .4 33.Qualificação: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação.2 66.4 33.4 HORAS CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA CONCOMITANTE Componentes Curriculares Módulo I . CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – CAMPUS PARACATU CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1.2 66.2 TOTAL 19 380 316.4 Módulo IV .2 333. Estágio 90 hrs.4 300 Circuitos Elétricos II Laboratório de Circuitos Elétricos II Sistemas de Eletrônica Analógica I Laboratório de Sistemas de Eletrônica Analógica I Informática Aplicada Inglês Instrumental Sistema de Gestão 1 1 1 1 1 1 1 4 2 4 2 3 2 2 80 40 80 40 60 40 40 66.2 66.2 16.4 33. Estágio 90 hrs.4 180 20 .4 33. Acionamentos Eletroeletrônicos e Máquinas Elétricas Laboratório de Acionamentos Eletroeletrônicos e Máquinas elétricas Sistema de Controle Laboratório de Sistema de Controle Sistemas de Telecomunicações Laboratório de Sistemas de Telecomunicações Oficinas integradas TOTAIS ACUMULADOS MÓDULOS I+II+III+IV ESTÁGIO 1 1 1 1 1 1 1 TOTAL 4 2 4 2 4 2 2 20 76 80 40 80 40 80 40 40 400 1.2 33. Segurança no Trabalho e Meio Ambiente Módulo II .2 33.4 33.2 16.2 66.2 33.446.BÁSICO Nº.4 33.Qualificação: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos. Matriz Curricular INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Prof. Eletrônica Industrial Laboratório de Eletrônica Industrial Sistemas Microprocessados Laboratório de Sistemas Microprocessados Sistemas de Eletrônica Analógica II Laboratório de Sistemas de Eletrônica Analógica II Metodologia do Trabalho Científico 1 1 1 1 1 1 1 4 2 4 2 4 2 1 80 40 80 40 80 40 20 66.4 33.2 66.

4 10. proporciona a possibilidade de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores adquiridos na educação profissional e no trabalho mediante solicitação do aluno. sustentado em valores éticos e morais.7. o curso vem se preparando.4 316. encontro de egressos.8. 21 . MÓDULO IV: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação. o currículo passará por revisão a cada 02 (dois) anos. o processo de construção e aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos. representantes do serviço. devendo o mesmo cumprir integralmente o currículo pleno do curso.4 O IFTM tem como objetivo viabilizar. A conclusão de todos os módulos confere ao concluinte a habilitação profissional de Técnico em Eletrônica. dentro da legislação vigente e das normas da Instituição. com o intuito de atender às transformações surgidas de forma satisfatória. de forma flexível e participativa. As unidades curriculares. inclusive as referências bibliográficas.2 Práticas pedagógicas - Estágio 180 TCC - Total (horas) do curso 1446. 2. Observações: 1. pautando-se em pesquisa/acompanhamento junto aos egressos. 1. observando-se o contexto da sociedade e respeitando-se o princípio da educação e cidadania.TÉCNICO EM ELETRÔNICA Certificação dos Módulos MÓDULO III: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos. As alterações no currículo. Sendo assim. resguardado o perfil profissional de conclusão.4 11. são periodicamente revisadas pelos docentes e coordenação do curso. Aulas com duração de 50 minutos. O curso.4 333. Resumo da carga horária semestral Períodos 1º Período 2º Período 3º Período 4º Período 10. capazes de possibilitar ao educando uma formação profissional e humana compatível com as necessidades emergentes da comunidade.CARGA HORÁRIA TOTAL . A atualização do currículo consiste em elemento fundamental para a manutenção da oferta do curso profissionalizante ajustado às demandas do mundo do trabalho e da sociedade. sendo objeto de avaliação. com seriedade e abertura a constantes revisões. reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. no intuito de manter a atualização dos temas. Distribuição da carga horária geral Unidades Atividades curriculares complementares 1266. Aliado a esses aspectos.446. CONCEPÇÃO METODOLÓGICA Carga horária (horas) 300 316.

assim. a formação social e crítica do ser humano. Prática profissional em laboratórios e oficinas. O aluno poderá iniciar as atividades de estágio obrigatório a partir da conclusão do módulo II. 12. ATIVIDADES ACADÊMICAS 12. é de 180 horas. que devem ser a razão de ser do ensino. O estágio é realizado em conformidade com legislação vigente. Realização de estudos de caso. Utilização de tecnologias de informação. estão abaixo relacionados: • • • • • • • • Método de ensino orientado por projetos. Promoção de trabalhos em equipe. Realização de visitas técnicas. estão orientados para a criação de um profissional capaz. proporcionando formas de intervir no processo de produção de cultura e conhecimento. Os recursos metodológicos. para fins de certificação no curso.1. 22 . O acompanhamento por parte da escola será feito durante a sua realização. Realizações de pesquisa como instrumento de aprendizagem. de acordo com o projeto de cada curso. Promoção de eventos. que poderão ser utilizados pelos professores. serão homologadas pelo(s) conselho(s) competente(s) do IFTM. o respeito à cidadania. comprometido com a transformação da sociedade. Não Obrigatório O estágio não obrigatório poderá ocorrer a partir da conclusão do módulo II ou no final do curso ficando a critério do aluno e mediante a apreciação e aceite da coordenação de curso. atingindo.decorrentes da revisão curricular. Estágio Obrigatório: A carga horária do Estágio Supervisionado. Os métodos e práticas de ensino que serão utilizados no Curso Técnico em Eletrônica. aos padrões éticos e ao meio ambiente.

Resistores de 4 e 5 faixas.Potência e energia elétrica.6 . 1.1 .1 .9 .4 .4horas .5 . UNIDADE 2 – Lei de OHM 2.Simbologia e Codificação 3.Diferença de potencial.2ª lei de Ohm.2 . 2.Corrente elétrica.Correntes no sólido. 2. 2. UNIDADE 3 . Conteúdo Prgramático: UNIDADE 1 .8 .Trabalho elétrico. 1.Conceito de eletricidade e eletrônica.Estrutura do átomo. 2. 1.1ª lei de Ohm.Resistores especiais. 3.2 . 1.4 .Simbologia dos componentes mais utilizados e suas aplicações.3 .Resistividade. 2.Natureza da Eletricidade 1.5 .3 .6 .2 . 1.Identificação de componentes em circuitos.4 .3 . 3. 3.7 . líquido e gás.Tipos de resistores e suas construções 2. 1.8 . UNIDADES CURRICULARES MODULO I Disciplina: CIRCUITOS ELÉTRICOS I Módulo I Ementa: Natureza da Eletricidade Lei de OHM Circuitos série Circuitos paralelo Circuitos mistos Circuitos elétricos “Métodos de análise” Teoremas da Análise de Circuitos Capacitores e Capacitância Constante de Tempo RC – Transitórios Indutores e Indutância.Efeito da temperatura na resistência. 1.Resistores e resistências.Eletrostática.7 .Condutores. 1.5 . isolantes e semicondutores.Conceito de trabalho e energia. 3.Eletrodinâmica.1 .Codificação de resistores.13. 2. 23 Total: 66.

Associação série e propriedades.Aplicações. 8. UNIDADE 7 .Carga e descarga.Circuito com fusíveis.5 .4 .Ponte de Wheatstone 5. 6. 24 .8 . 7. 4. 8.4 .Reatância capacitiva.3 .Testes. 6.5 . 7.Constante de tempo de carga.Conceito de nó.Fórmulas e equilíbrio.7 .5 .3 .Cálculos 5.Circuitos 5.3 .Teoremas 7. 8.7 .Conceitos básicos.4 .6 .Associação paralela e propriedades.2 . 9.5 .3 .1ª lei e aplicação. UNIDADE 9 – Constante de Tempo RC – Transitórios 9.6 .7 .Análise do gráfico de carga.Leis de Kirchhoff 6.2ª lei de aplicação.4 .7 .6 .Aplicações.2 . 8. 6.Método da substituição. 4. ramos e malhas.Associações.2 .UNIDADE 4 . 4.1 . UNIDADE 8 .Circuitos potenciométricos e propriedades.4 .3 . 8.Introdução 5.2 . UNIDADE 6 .1 .Superposição. 8. 6.Leitura.1 . 9. UNIDADE 5 .8 .delta. 9. 4.Análise Nodal.Máxima transferência de potência. 7.Norton. 7.Análise do gráfico de descarga.4 .Conversão estrela .Funcionamento.1 . 4.Capacitores variáveis e ajustáveis.Capacitores e Capacitância 8.6 .Conceitos de braços.2 . 7.estrela. 6. 7.Conversão delta .1 . 6.1 . 4.Circuito aberto.Aplicações das leis para resolução de exercícios.Construções e tipos.Associação de Resistores 4.5 .Associação mista e propriedades. 7. 9.Conceito e enunciado.2 .3 . 4.Thevenin.Curto circuito.

9. NAHVI. Circuitos RL e Relés 10. EDMINISTER. São Paulo: Érica.2 . UNIDADE 10 – Indutores.4 . Bibliografia Básica: ALBUQUERQUE. Eduardo. 2007 O' MALLEY.6 . • Elaborar pequenos projetos de circuitos elétricos.2 horas Soldagem Equipamentos de Medidas Resistores e Resistências Circuitos de Corrente Continua Leis de Kirchhoff e análise nodal Teorema de Thevenim Teorema de Norton.Indutor e conceitos de indutância. 10. • Resolver problemas referentes a circuitos elétricos de corrente contínua. São Paulo: Makron Books do Brasil. 1994. Coleção Schaum. Estrela-Triângulo e Máxima transferência de potência Circuito Impresso Conteúdo Programático: UNIDADE 1 – Soldagem 1. 10. 10. 10.Constante de tempo de descarga. Circuitos Elétricos. Joseph. • Aplicar a teoria dos circuitos elétricos nas disciplinas do curso técnico de eletrônica.Circuito RL de temporização.6 . São Paulo: Érica. Análise de Circuitos. Otávio.Princípios do Eletromagnetismo.1 – Introdução 1.Associação de Indutores. 2005. São Paulo: Bookman. 2007.5 . Análise de Circuitos de Corrente Contínua. MARKUS. 1998.2 – Montagem em ponte de terminais para verificação nprática dos conceitos teóricos 25 .Relés Eletromecânicos. • Conhecer e aplicar os teoremas de eletricidade. Rômulo de Oliveira. Eletricidade aplicada em Corrente Contínua.Indutores fixos e variáveis. Disciplina: LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS I Módulo I Ementa: Total: 33.3 . Objetivos: • Identificar os fenômenos básicos de funcionamento dos circuitos elétricos de corrente contínua. Mahmood. São Paulo: Érica. Circuitos Elétricos. Ponte de Weathstone e Análise Nodal Teorema da superposição. John. 10. • Analisar e dimensionar corretamente componentes eletrônicos utilizados em circuitos elétricos. CRUZ.1 .

2 – Associação paralela de resistores e suas propriedades 4.1 – Planejamentos e conceitos 5.6 .O Gerador de Funções.2 – Características e vantagens de cada resistor 3.3 – Soldagem de pequenos circuitos UNIDADE 2 – Equipamentos de Medidas 2.O Variador de tensão alternada – Varivolt 2.2 .4 – Circuitos potenciométricos. Estrela-Triângulo e Máxima transferência de 26 .A bancada de realização das práticas 2.5 – Pequenos projetos UNIDADE 8 – Teorema da superposição. Ponte de Weathstone e Análise Nodal 7.7 – Construção física dos resistores 3.5 – Teste de resistores 3.4 – Verificação das medidas 7.2 – Montagem para verificação da lei das malhas.4 – Medidas de variações de resistência 3.2 .2 – Montagem de circuitos simples para verificação dos teoremas 7.1 – Planejamento 6.3 . UNIDADE 4 – Circuitos de Corrente Continua 4.3 – Montagem de circuitos complexos usando as técnicas dos três teoremas.3 – Associação mista de resistores e suas propriedades 4.5 – Projetos UNIDADE 7 – Teorema de Norton.1 .3 – Leitura de resistores 3.O Multímetro Analógico e Digital 2. 6. NTC e PTC. curto circuito e circuito aberto.4 – Montagem para verificação da lei dos nós.9 – Resistores especiais: LDR.4 – Verificação das medidas.6 – Resistores variáveis e ajustáveis 3.3 – Montagem de circuitos complexos. 7.7 .Ferramentas diversas avulsas de laboratório UNIDADE 3 – Resistores e Resistências 3. VDR.1 – Planejamentos 7. 2.5 .5 – Montagem para verificação dos circuitos completos envolvendo todos os conceitos. 5.3 – Montagem para verificação dos ramos. 5.1 – Associação série de resistores e suas propriedades 4. 5.A Fonte de Alimentação analógico e digital 2. UNIDADE 6 – Teorema de Thevenim 6. UNIDADE 5– Leis de Kirchhoff e análise nodal 5.8 .A placa e Proto Board 2.1 – Tipos de resistores 3.1.4 – O ociloscópio analógico e digital 2. usando todas as técnicas do teorema 6.8 – Influencia da temperatura nas resistências dos resistores 3.Montagem de circuito simples para verificação do teorema 6.

Usar adequadamente o laboratório. bem como os equipamentos e ferramentas pertencentes ao mesmo. fazer leituras e testar componentes eletrônicos .10 – Placas contendo SMD 9. .14 – Processos manual e silk screem.Confecção de pequenos protótipos para placa de circuito impresso. 9.8 – Simulação de defeitos nas placas.2 – Confecção de lay-outs para as placas de circuito impresso.Identificar. 9.5 – Verificação das medidas 8. Otávio.3 – Confecção de placas de circuito impresso.Comprovar experimentalmente as leis. .Confeccionar protótipos e lay-outs de projetos .15 – Softwares para confecção de placas de circuitos. São Paulo: Érica.12 – Tipos de placas.16 – Ensaios. . 1998. 9. CRUZ. .potência 8.1 . . 9. circuito impresso e SMT . 9.6 – Montagem de um multivibrador astável na placa de circuito impresso.13 – Pontos críticos 9. Eduardo.Realizar montagens de circuitos em placas de circuito impresso.2 – Planejamentos 8. uso e manuseio.6 – Projetos UNIDADE 9 – Circuito Impresso 9.Identificar as técnicas de soldagem. 9. 9. Eletricidade aplicada em Corrente Contínua. 8. 2007.9 – Surface Mount Device (SMD – Dispositivos Montados em Superfície) 9. MARKUS.11 – Ferramentas necessárias para confecção de placas de circuitos. Objetivos: . . 2007 27 .3 – Montagem de circuitos simples para verificação dos teoremas 8. 9. 9.5 – Montagem de placas de circuito impresso. 9.Montagem de uma fonte de alimentação variável com proteção contra curto circuito com indicações digitais na placa de circuito impresso.Realizar medidas elétricas em circuitos eletrônicos. Circuitos Elétricos.Desenvolver habilidades de manuseio em ferramentais utilizados em soldagem Dominar as técnicas de soldagem Bibliografia Básica: ALBUQUERQUE.4 – Montagem de circuitos complexos usando as propriedades dos teoremas. Rômulo de Oliveira. São Paulo: Érica.Confeccionar e reparar placas de circuito impresso simples e dupla face. teoremas e propriedades dos circuitos de corrente contínua. 9. 9.1 – Introdução 8. São Paulo: Érica.7 .Efetuar montagens utilizando solda branca em placas de circuito impresso .Manusear corretamente os equipamentos existentes no laboratório .Interpretar circuitos eletrônicos.Identificar os principais materiais usados na fabricação de placas de circuito impresso . Análise de Circuitos de Corrente Contínua.4 – Corrosão de placas de circuito impresso.

NÃO.4 .Conversão de um sistema para outro. Identificar e utilizar corretamente os circuitos integrados TTL e CMOS. 1.Expressões Lógicas. 2.4 horas . 3. 1.5 . NOU.Sistema decimal.Sistema binário. UNIDADE 3 – Circuitos Combinacionais 3.5 . Coleção Schaum. 1. UNIDADE 2 – Lógica 2.2 . John. Conteúdo: UNIDADE 1.6 . postulados e Teoremas.Simbologia.Propriedades.Operações aritméticas. NE.Sistemas Numéricos e Operações Aritméticas 1. 2005.3 .4 .Circuitos básicos com chaves. EXNOU. NAHVI. Aplicar a lógica digital em processos físicos reais.3 . Projetar circuitos lógicos digitais. Circuitos Elétricos.Sistema hexadecimal. Disciplina: SISTEMAS DIGITAIS Módulo I Ementa: Sistemas Numéricos e Operações Aritméticas Lógica Circuitos Combinacionais Circuitos Combinacionais Dedicados Astáveis e Monoestáveis Circuitos Sequenciais Objetivos: Fazer operações lógicas nos sistemas numéricos Binário e Hexadecimal Realizar operações lógicas utilizando a Álgebra de Boole.Álgebra de Boole (Expressões Booleanas). Mahmood. OU. 1.Tabelas verdades. EXOU.1 – Fundamentos 2.2 .Portas Lógicas: E. Joseph.1 . 2.Obtenção da Função Lógica a partir do Circuito Combinacional. Projetar circuitos osciladores e temporizadores.O' MALLEY.3 . 1994.Implementação de Circuitos Combinacionais.1 . EDMINISTER.4 . 2. São Paulo: Makron Books do Brasil. São Paulo: Bookman. Projetar circuitos divisores de freqüência . 2. 28 Carga Horária Total: 66. Projetar circuitos combinacionais dedicados.2 . 3. 3. Analisar circuitos circuitos seqüenciais. Análise de Circuitos.

Albert P.verdades. 3.2 .Aplicação de Circuitos Combinacionais.5 – Demultiplexadores.5 . 4.2 . 3. 4.RS básico.7 . Bibliografia: IDOETA. MALVINO.2 . 74122 e 74123 UNIDADE 6 – Circuitos Seqüenciais 6.FLIP FLOP .6 . São Paulo: Érica.4 .FLIP FLOP – Mestre .3. 5.6 .FLIP FLOP .Mapas de Karnaugh: 3. 4.1 . 6. 6. Rio de Janeiro: McGraw-Hill. Wilson.3 . Circuitos Digitais.Levantamento e simplificações de equações pelo Mapa de Karnaugh: UNIDADE 4 – Circuitos Combinacionais Dedicados 4. TOCCI.Decodificadores. LOURENÇO. Microprocessadores e Microcomputadores .3 .4 .3 – Circuitos integrados 74121. de equações pelas propriedades e postulados.Lev e simp.Rio de Janeiro: MacGraw-Hill. 6.1 . 3. 4.2 horas 29 .escravo. São Paulo: Érica. UNIDADE 5 – Astáveis e Monoestáveis 5. Elementos de Eletrônica Digital. Volume I e II.FLIP FLOP . Albert P. Antônio et al.555 como astável. MALVINO.1 – Fundamentos 6.JK e T.Codificadores.Multiplexadores. Eletrônica Digital.555 como monoestável.Conversores de códigos.8 .9 . Disciplina: LABORATÓRIO DE SISTEMAS DIGITAIS Módulo I Ementa: Sistemas Numéricos e Operações Aritméticas Lógica Circuitos Combinacionais Circuitos Combinacionais Dedicados Astáveis e Monoestáveis Circuitos Seqüenciais Registradores Contadores Famílias Lógicas Carga Horária Total: 33.1 . 5. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil. Ivan V. Sistemas Digitais.Levantamento de tabelas . 4.D.somador / subtrator.

5 – Demultiplexadores.Mapas de Karnaugh: 3.Codificadores. Combinacional.6 . 4. 1.Implementação de Circuitos Combinacionais. 3.3 .1 – Fundamentos 2.5 . 30 .Sistema binário.2 . 3.3 . Projetar circuitos divisores de freqüência .4 . UNIDADE 5 – Astáveis e Monoestáveis 5.Sistema hexadecimal. EXOU.Levantamento e simplificações de equações pelo Mapa de Karnaugh: UNIDADE 4 – Circuitos Combinacionais Dedicados 4. 2.8 .somador / subtrator. UNIDADE 3 – Circuitos Combinacionais 3.Propriedades. 3.verdades. Identificar e utilizar corretamente os circuitos integrados TTL e CMOS.7 . 4. 1. Projetar circuitos lógicos digitais.4 . 3.5 . NÃO.Objetivos: Fazer operações lógicas nos sistemas numéricos Binário e Hexadecimal Realizar operações lógicas utilizando a Álgebra de Boole.Obtenção da Função Lógica a partir do Circ.2 .555 como monoestável.2 . postulados e Teoremas. Projetar circuitos osciladores e temporizadores. Aplicar a lógica digital em processos físicos reais. Projetar circuitos combinacionais dedicados.3 .Circuitos básicos com chaves.4 . UNIDADE 2 – Lógica 2.Portas Lógicas: E.Expressões Lógicas.9 . 4.Conversão de um sistema para outro. 4.1 . 3. 2.Levantamento de tabelas . EXNOU.Multiplexadores. 2. 2. Analisar circuitos circuitos seqüenciais. 3. 1.5 . OU.6 . NE.2 . 4. Conteúdo: UNIDADE 1. NOU.Sistema decimal.Simbologia.6 .Sistemas Numéricos e Operações Aritméticas 1.1 .Conversores de códigos. 1.3 .Aplicação de Circuitos Combinacionais.4 .Operações aritméticas.Álgebra de Boole (Expressões Booleanas).Decodificadores.Tabelas verdades.Levantamento e simplificação de equações pelas propriedades e postulados.1 . 3.1 .

Contadores síncronos e assíncronos.Rio de Janeiro: MacGraw-Hill. 6. Volume I e II. 7.2 . UNIDADE 7 – Registradores 7. 8.escravo.FLIP FLOP .Registrador paralelo. 6.3 . Microprocessadores e Microcomputadores . 8. São Paulo: Érica. MALVINO.3 .Registrador série / paralelo. Sistemas Digitais. Disciplina: INFORMÁTICA BÁSICA Módulo I Ementa: 1 Introdução a Informática 2 Sistema Operacional 3 Vírus de Computador 4 Internet 5 Editor de Texto 31 Total: 33.FLIP FLOP . São Paulo: Érica. 8.4 .4 .Registrador série.1 .2 .2 – Família CMOS 9. 5.3 – Circuitos integrados 74121.3 .1 .5 .1 – Fundamentos 6.555 como astável. Ivan V.Blocos lógicos especiais 9. 7.Registrador de deslocamento. UNIDADE 9 – Famílias Lógicas 9 1 – Família TTL 9. Circuitos Digitais. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil.FLIP FLOP – Mestre . Antônio et al. Rio de Janeiro: McGraw-Hill.2 . Albert P.4 . TOCCI.5. Wilson.2 horas . Eletrônica Digital.3 .FLIP FLOP .2 . 7.JK e T.D.1 .Interfaces TTL/CMOS Bibliografia: IDOETA.RS básico. Elementos de Eletrônica Digital. 8.Contador com módulo menor que o máximo.Contador em anel. 6.Contador up – down. UNIDADE 8 – Contadores 8.4 .Contador pé – ajustável. MALVINO. LOURENÇO. Albert P. 74122 e 74123 UNIDADE 6 – Circuitos Seqüenciais 6.

criação de apresentações de slides e de planilhas de cálculo. Conteúdo: Introdução a Informática Hardware e software Bits e Bits Periféricos de Entrada/Saída de Dados Periféricos de Armazenamento de Dados Sistema Operacional Introdução Acessórios Aplicativos Painel de Controle Gerenciador de Arquivos Vírus de Computador Conceitos Formas de contaminação Prevenção Antivírus Internet História da Internet Ferramentas da Web Ferramentas de buscas E-mail corporativo A Internet e o ambiente de trabalho Etiqueta na Internet Corporativa Editor de Texto Formatação de textos Edição de textos Trabalhando com figuras Criação de Tabelas Impressão de documentos Arquivos PDF Software de Apresentação de Slides Edição de uma apresentação Trabalhando com figuras Animação de slides Planilha Eletrônica Edição de dados Criação de fórmulas Utilização de funções do Excel 32 . prevenção e remoção de vírus. O aluno irá conhecer os recursos da Internet.6 Software de Apresentação de Slides 7 Introdução à Planilha Eletrônica 8 Introdução à Programação Objetivos: A disciplina objetiva mostrar ao aluno como operar o sistema operacional para gerenciar o acesso aos dados do computador e identificar os vírus de computador e executar atividades de detecção. além de utilizar aplicativos para edição de textos. proporcionando os rudimentos necessários para a produção de documentos e trabalhos acadêmicos.

São Paulo: Brasport. Informática Básica. 1994. 02. M. São Paulo : McGraw-Hill. ALCALDE. São Paulo: Makron Books. F.. Informática: Novas aplicações com microcomputadores.. Organização do Trabalho. Office Access 2003 e Office Excel 2003. 07. G. KERONE. Estudo Dirigido de Informática Básica. Conteúdo: Legislação e Normas Técnicas. Informática . 1996. E et A1. um guia para iniciantes. São Paulo: Editora Érica. E. Primeiros socorros. 06. L. Medidas de Proteção Individual e Coletiva. MANZANO. 1990. MEIRELLES. A. Desvendando a superestrada da informação. MS-Windows e MS-Office: Manual do Usuário 5 em 1: Windows Word PowerPoint Excel Internet. Rio de Janeiro : Editora Campus. 2006 Disciplina: FUNDAMENTOS DE SAÚDE. b. Legislação e normas sobre saúde e segurança do trabalho. Sistemas operacionais: tipos e diferenças. Efetuar levantamentos sobre saúde e segurança no trabalho. Zen e a arte da internet. São Paulo : Atlas. 1995. Saúde e Segurança. SEGURANÇA NO TRABALHO E MEIO AMBIENTE Módulo I Ementa: Total: 16. 03. 04. 11. 08. 05. Aplicar a legislação e normas sobre saúde e segurança no ambiente de trabalho. SILVA. G. MANZANO. 1997.. São Paulo: Makron Books. Problemas ambientais e de organização do trabalho. N. BARAN. NORTON. SAHY. GREC. Objetivos: Conhecer os principais aspectos da higiene e da segurança no trabalho. 10. 09. São Paulo: Makron Books.4 horas Legislação. Introdução à Informática.p. 1998. LANCHARRO. 33 .Criação de gráficos Impressão de planilhas Introdução à programação Bibliografia Básica: 01. S. CANTALICE.Microsoft Office PowerPoint 2003. Rio de Janeiro : Campus. G. W. Introdução à Informática. Informática Básica. Waldir. relacionados à saúde e à segurança no trabalho. A. Makron Books. J. 2003 12. Medidas de proteção individual e coletiva. 1991. Informática para todos. N. N. NASCIMENTO. I. M. P. 1994. 1993. São Paulo : Makron Books. A. Efetuar avaliações de periculosidade e insalubridade. São Paulo: Érica.

2 horas Redação técnica e científica: tipos e características da descrição da dissertação. 34 . Objetivos: Conhecer as técnicas de Português Instrumental orientadas à Eletrônica.Bibliografia Básica: SAAD. E. G. Redação oficial: documentos e correspondências. MTb/SPES/CODEFAT. coesão e coerência. A linguagem objetiva. Pronomes relativos: emprego especial e regência verbal. Os termos técnicos da área de eletrotécnica. Prática de texto. A comunicação na empresa. Redação Comercial: tipos e formas. Disciplina: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Módulo I Ementa: Carga Horária Total: 33. Cristóvão. Pronomes de tratamento e abreviaturas. O texto escrito. Ofícios e cartas comerciais: aspectos lingüísticos e estruturais. Petrópolis: Vozes. Palavras e idéias. Emprego de sinais de pontuação Relatório técnico (I) – aspectos lingüísticos e estruturais Produção de textos: Paráfrases Análise dos textos em paráfrase Dificuldades gramaticais Bibliografia: FARACO. Emprego de sinais de pontuação. Rio de Janeiro: Idealgraf. Verbo haver e uso do futuro do subjuntivo de verbos especiais. Conteúdo: Comunicação / Socialização Níveis da linguagem. Introdução a engenharia de segurança no trabalho. Emprego do “SE”: partícula apassivadora. ed. 10. Carlos. A organização do texto escrito. Proporcionar ao aluno um conhecimento que o leve a ter um bom desempenho nas suas atividades profissionais no que diz respeito à comunicação e expressão na área de eletrotécnica. São Paulo: Fundacentro. Tudo pela saúde e segurança do trabalho. 1981. 1995. Função da linguagem na comunicação empresarial. Relatórios gerenciais. Alberto. TEZZA.

Valores construtivos e valores destrutivos e sua relatividade. A relação entre ética e demais ciências. Objetivos: Identificar os valores e princípios correspondentes ao desenvolvimento da ética. Ética nas Empresas. 2005. bem como a construção desses valores na formação do profissional dentro da sua atuação empírica. 1997. Conteúdo: Ética e Moral: distinção entre os termos Os principais problemas da ética.4 horas Atuação ética profissional. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. Aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta do profissional da área. Caracterizar e correlacionar os elementos inerentes ao exercício da cidadania. A ética empresarial em uma economia globalizada. INFANTE. Antonio Lopes. São Paulo: Scipione. Português Instrumental. Laura L. Porto Alegre: Sagra. econômicos.Ética Profissional. 19 ed. 1997. Makron Books. 1993. Direitos e deveres do cidadão Responsabilidade social da atividade. Ernani. São Paulo. Ética: Liberdade com Responsabilidade numa visão sartreana Ética e experiência do conflito: o comportamento moral (prática do “bem” ou do “mal”) Ética e Trabalho: articulação dos elementos da ética profissional do(a) téncico em Eletrotécnica. Scipione. TERRA. Makron Books. 1992 Disciplina: ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Módulo I Ementa: Carga Horária Total: 16. Cidadania: Concepção e exercício. Bibliografia Básica: NASH. Ética e responsabilidade social nos negócios. MARTINS. Bárbara Ley. Ética na relação com pessoas. culturais e éticos envolvidos na atividade profissional e nas questões de relação humana e cidadania. Ética empresarial e desempenho da empresa. Código de ética do técnico. 1998. Curso Prático de Gramática. Dileta Silveira e ZILBERKNOP. Ulisses. 35 col.. TOFFLER. 35 .2002. Valores éticos na modernidade. Lúbia Scliar. Identificar e correlacionar o conjunto dos aspectos sociais. Ética no Trabalho – Tomando Decisões difíceis no Mundo Competitivo dos negócios. Altas. SÁ.

3 – Circuito RL Série 2. 1. ed.1 – Indutor 2. Júlia Falivene. 13 ed. George Edward. ed.5 – Valor Eficaz UNIDADE 2 – Análise de Circuitos Indutivos 2. A construção social da realidade.1 – Análise Gráfica e Matemática do Sinal Senoidal 1. Thomas.2 – Indutor Ideal em Corrente Alternada 2. BERGER. DUPAS. 1998. Principia ethica. Ética e poder na sociedade da informação: de como a autonomia das novas tecnologias obriga a rever o mito do progresso.Ampl. Nicola. ALVES. Fontes. 1999. São Paulo: Ícone. A invasão cultural norte-americana. 2. MÓDULO II Disciplina: CIRCUITOS ELÉTRICOS II Módulo II Ementa: Sinais Senoidais Análise de Circuitos Indutivos. rev. Conteúdo Prgramático: UNIDADE 1 – Sinais Senoidais 1. Gilberto. MOORE. 6. Petrópolis: Vozes. Peter. tratado de Sociologia do Conhecimento. 2001 McGARRY.4 – Circuito RL Paralelo UNIDADE 3 – Análise de Circuitos Capacitivos 3.4 – Circuitos Resistivos em C. A. Dicionário de filosofia. J. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. 1991. K.2 – Capacitor em Corrente Alternada 36 Carga Horária Total: 66. São Paulo: UNESP.2 – Números complexos e fasores 1. RLC Análise senoidal em circuitos permanente Potência em circuitos de CA. Capacitivos.4 horas .1 – Capacitor 3. São Paulo: M. LUCKMANN. 2003.3 – Operações com números complexos e fasores 1.ABBAGNANO. 1985. São Paulo: Moderna. Brasília: Briquet de Lemos/Livros.

3.3 – Circuito RC Série 3.4 – Circuito RC Paralelo UNIDADE 4 – Circuitos RLC 4.1 – Circuitos RLC Série 4.2 – Circuitos RLC Paralelo UNIDADE 5 – Análise Senoidal em Regime Permanente 5.1 – Introdução 5.2 – Análise Nodal 5.3 – Análise de Malha 5.4 – Teorema da Superposição 5.5 – Transformação de Fontes 5.6 – Circuitos Equivalentes de Thevenin e Norton UNIDADE 6 – Potência em Circuitos de C.A 6.1 – Potência Instantânea e Média 6.2 – Máxima Transferência de Potência Média 6.3 – Valor RMS ou Eficaz 6.4 – Potência Aparente e Fator de Potência 6.5 – Potência Complexa 6.6 – Correção do Fator de Potência. Objetivos: • • • • • • • • Identificar os fenômenos básicos de funcionamento dos circuitos elétricos de corrente alternada Aplicar a teoria dos circuitos elétricos nas disciplinas do curso técnico de eletrônica. Resolver problemas referentes a circuitos elétricos de corrente alternada. Analisar e dimensionar corretamente componentes eletrônicos utilizados em circuitos elétricos. Conhecer e aplicar os teoremas de eletricidade. Elaborar pequenos projetos de circuitos elétricos. Identificar as impedâncias reativas e indutivas. Fazer a correção de fator de potência.

Bibliografia Básica: ALBUQUERQUE, Rômulo de Oliveira. Análise de Circuitos de Corrente Alternada. São Paulo: 2ª. Ed.,Érica, 2007. ALEXANDER,C. K.,SADIKU,M.N.O. Fundamentos de Circuitos Elétricos, 1ª. ed, Ed. Bookman, 2003. EDMINISTER, Joseph A. Circuitos Elétricos. Coleção Schaum. São Paulo: Makron Books do Brasil. MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos. São Paulo: Érica, 2001 O' MALLEY, John. Análise de Circuitos. São Paulo:. Makron Books do Brasil. Revistas: Saber Eletrônica, Nova Eletrônica, Eletrônica Popular Disciplina: LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II
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Módulo II Ementa: Sinais Senoidais Análise de Circuitos Indutivos, Capacitivos, RLC Análise senoidal em circuitos permanente Potência em circuitos de CA. Conteúdo Programático: UNIDADE 1 – Sinais Senoidais 1.1 – Análise Gráfica e Matemática do Sinal Senoidal 1.2 – Números complexos e fasores 1.3 – Operações com números complexos e fasores 1.4 – Circuitos Resistivos em C. A. 1.5 – Valor Eficaz 1.6 - Montagem e análise prática de circuitos resistivos. UNIDADE 2 – Análise de Circuitos Indutivos 2.1 – Indutor 2.2 – Indutor Ideal em Corrente Alternada 2.3 – Circuito RL Série 2.4 – Circuito RL Paralelo 2.5 - Montagem e análise prática de circuitos RL. UNIDADE 3 – Análise de Circuitos Capacitivos 3.1 – Capacitor 3.2 – Capacitor em Corrente Alternada 3.3 – Circuito RC Série 3.4 – Circuito RC Paralelo 3.5 - Montagem e análise prática de circuitos RC UNIDADE 4 – Circuitos RLC 4.1 – Circuitos RLC Série 4.2 – Circuitos RLC Paralelo 4.3 - Montagem e análise prática de circuitos RLC UNIDADE 5 – Análise Senoidal em Regime Permanente 5.1 – Introdução 5.2 – Análise Nodal 5.3 – Análise de Malha 5.4 – Teorema da Superposição 5.5 – Transformação de Fontes 5.6 – Circuitos Equivalentes de Thevenin e Norton UNIDADE 6 – Potência em Circuitos de C.A 6.1 – Potência Instantânea e Média 6.2 – Máxima Transferência de Potência Média 6.3 – Valor RMS ou Eficaz

Carga Horária Total: 33,2 horas

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6.4 – Potência Aparente e Fator de Potência 6.5 – Potência Complexa 6.6 – Correção do Fator de Potência. Objetivos: • • • • • • • • Identificar os fenômenos básicos de funcionamento dos circuitos elétricos de corrente alternada Aplicar a teoria dos circuitos elétricos nas disciplinas do curso técnico de eletrônica. Resolver problemas referentes a circuitos elétricos de corrente alternada. Analisar e dimensionar corretamente componentes eletrônicos utilizados em circuitos elétricos. Conhecer e aplicar os teoremas de eletricidade. Elaborar pequenos projetos de circuitos elétricos. Identificar as impedâncias reativas e indutivas. Fazer a correção de fator de potência.

Bibliografia Básica: ALBUQUERQUE, Rômulo de Oliveira. Análise de Circuitos de Corrente Alternada. São Paulo: 2ª. Ed.,Érica, 2007. ALEXANDER,C. K.,SADIKU,M.N.O. Fundamentos de Circuitos Elétricos, 1ª. ed, Ed. Bookman, 2003. EDMINISTER, Joseph A. Circuitos Elétricos. Coleção Schaum. São Paulo: Makron Books do Brasil. MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos. São Paulo: Érica, 2001 O' MALLEY, John. Análise de Circuitos. São Paulo:. Makron Books do Brasil. Revistas: Saber Eletrônica, Nova Eletrônica, Eletrônica Popular. Disciplina: SISTEMAS DE ELETRÔNICA ANALÓGICA I Módulo II Ementa: Carga Horária Total: 66,4 horas

Diodos Diodos Especiais Transistores Bipolar ( BJT ) Polarização do transistor BJT Amplificadores de pequenos sinais com transistores bipolar Transistores unipolar ( JFET ) MOS FET Objetivos: - Identificar circuitos e componentes eletrônicos básicos; - Elaborar circuitos eletrônicos, utilizando componentes discretos - Analisar circuitos básicos;
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- Descrever o funcionamento de componentes e circuitos eletrônicos básicos. Conteúdo: UNIDADE 1 – Física dos Semicondutores – Junções 1.1 Revisão de associação de resistores e 1a. Lei de Ohm. 1.2 Constituição atômica da matéria 1.3 Resitividade dos materiais 1.4 Ligações covalentes 1.5 Níveis de energia 1.6 Junções tipo P e N 1.7 Junções PN 1.8 Diodo ideal 1.9 Diodo real 1.10 Limitações do diodo UNIDADE 2 – Circuitos com Diodos 2.1 A onda senoidal 2.2 O transformador 2.3 Retificador de meia onda 2.4 Retificador de onda completa 2.5 Filtros 2.6 Portas lógicas “AND”e “OR” 2.7 Regulador zener 2.8 Circuitos limitadores UNIDADE 3 – Diodos com finalidades especificas 3.1 Diodo Zener 3.2 Diodo Led 3.3 Diodo Schottky 3.4 Diodo Varactor 3.5 Outros Diodos UNIDADE 4 - Transistores Bipolar ( BJT ) 4.1 Construção do transistor 4.2 Operação do transistor 4.3 Transistor como amplificador 4.4 Configuração base comum 4.5 Configuração coletor comum 4.6 Configuração emissor comum 4.7 Limites de operação UNIDADE 5 - Polarização do transistor BJT 5.1 Introdução 5.2 Ponto de operação ( reta de carga ) 5.3 Polarização fixa
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2 Polarização do MOS FET tipo depleção 8.9 Compensação térmica 5.8 Amplificador SC 7.1 Modelo re do transistor 6.6 Polarização por fonte de corrente 7.5 Polarização da fonte 7. ) 5.10 Amplificador GC 7. ROBLES.1 MOS FET do tipo depleção 8. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de 41 . Aurélio Muñoz.7 Estabilidade da polarização 5.1 Introdução 7.MOS FET 8.6 Aplicações do MOS FET tipo intensificado 8.4 Polarização estável do emissor 5.4 Amplificador coletor comum 6. NASHELSKY Louis.12 Folha de especificações do JFET UNIDADE 8.7 VMOS 8.3 Amplificador base comum 6.5. “NOR” 5. São Paulo: Makron Books.2 Amplificador emissor comum 6.10 Portas lógicas “NOT”.5 Polarização do MOS FET tipo intensificado 8. PAREJA GARCIA.11Chave analógica JFT 7.9 Amplificador DC 7.5 Polarização por divisor de tensão 5.3 Aplicações do MOS FET tipo depleção 8. Teoria e Pratica de Eletrônica.3 Auto polarização 7. BOYLESTAD.5 Comparação entre as configurações UNIDADE 7.11 Aplicações do BJT UNIDADE 6 – Amplificadores de pequenos sinais com transistores bipolar 6.2 Polarização da porta 7.Transistores unipolar ( JFET ) 7.8 Portas lógicas “NOR” e “NAND” Bibliografia: ANGULO DEL OTERO.8 Fatores da estabilidade ( Iço.7 Transcondutância 7. Robert. Jesus.6 Polarização DC com realimentação de tensão 5.4 MOS FET do tipo intensificado 8.Vbe.4 Polarização por divisor de tensão 7. Carlos. “NAND”.

CAPUANO. MARIANO.3 Amperímetro. Eletrônica Dispositivos e Circuitos. Voltímetro e Ohmímetro 1.Circuitos.1 Apresentação e manuseio de equipamentos de Lab. São Paulo: Mc Grow Hill. Albert Poul.Verificar o funcionamento de instrumentos de medidas elétricas usuais.2v. São Paulo: Mc Graw Hill.3 Portas lógicas “AND e “OR” 3.4 Medidas de tensão.1 Retificador de onda completa e meia onda 3.6 CI’s reguladores de tensão 78XX e 79XX 42 Carga Horária Total: 33.Analisar o funcionamento de circuitos eletrônicos Conteúdo: UNIDADE 1 .3 Diodo zener 2. Maria Mendes.Diodos 2. Eletrônica.2 horas . 4. 5. Disciplina: LAB. Laboratório de Eletricidade Eletrônica. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil. de Eletrônica Geral 1.5 Regulador zener 3.Pré-requisitos básicos 1. MALVINO.4 Circuitos Limitadores 3. corrente e resistência com multímetro UNIDADE 2 . ed. MILLMAN. .Verificar o comportamento de componentes e circuitos eletrônicos fundamentais. 1994. São Paulo: Érica. Jacob. . 1986.Circuitos com diodos 3.1 Característica do diodo de junção 2.2 Leitura de resistores 1. SISTEMAS DE ELETRÔNICA ANALÓGICA I Módulo II Ementa: Pré-requisitos básicos Polarização de transistores Amplificadores de pequenos sinais com BJT Transistor JFET Objetivos: .5 Outros diodos UNIDADE 3 .Utilizar instrumentos de medidas .Distinguir componentes eletrônicos . Francisco Gabriel.2 Diodos em corrente contínua 2.2 Filtros 3.4 Diodo Led 2.

Objetivos: Fornecer uma visão geral sobre o desenvolvimento. 1994. Francisco Gabriel. 2 v.2 Polarização fixa 4. 1986.4 Amplificador DC 6. codificação e depuração de programas.4 Amplificador Multiestágios UNIDADE 6 . 43 Carga Horária Total: 50 horas .6 Portas lógicas “NOT.3. Érica. Jacob. PAREJA GARCIA. Louis. Teoria Pratica de Eletrônica. Aurélio. BOYLESTAD. 4 ed.2 Amplificador Base-Comum 5.. MALVINO. Eletrônica Dispositivos e Circuitos. “NAND” e “NOR” UNIDADE 5 . São Paulo: Makron Books. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. São Paulo: Mc Grow Hill Ltda.5 Efeito da temperatura 4. Robert.6 Chave analógica com JFET Bibliografia: ANGULO DEL OTERO. Carlos.1 Amplificador Emissor – Comum 5.Polarização de transistores 4. Eletrônica.Transistor JFET 6.1 Polarização do JFET 6.4 Polarização por divisor de tensão 4.1 Características do transistor 4. MARIANO Maria Mendes.5 Amplificador GC 6.3 Amplificador SC 6. 5 ed. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. CAPUANO. Albert Poul. 2 v. MILLMAN. Jesus. São Paulo: Mc Grow Hill Ltda. MUÑOZ ROBLES. Guias de Aulas Práticas Disciplina: INFORMÁTICA APLICADA Módulo II Ementa: Introdução aos fundamentos de programação. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil Ltda.2 Amplificador SC 6.3 Amplificador Coletor-Comum 5.3 Polarização estável do emissor 4. NASHELSKY.Amplificadores de pequenos sinais com BJT 5.7 Fonte simétrica UNIDADE 4 ..

Aplicar nmas técnicas. Ed.Solucionar. 28ª ed. A.. tanto na área pública como na área privada. Fundamentos da programação de computadores – Algoritmos.A. 4 – Vetores e Matrizes em C e C++. Programação. A.Utilizar ferramentas e métodos estatísticos para controle de qualidade. MANZANO. promovendo a integração dos fatores tecnológicos. H. A.Adequar fatores influentes em ambientes de trabalho.F.M. 6 – Arquivos em C e C++. . . Introdução à Informática. CAMPOS. 8a Edição. visando maior produtividade e qualidade de vida. Disciplina: SISTEMA DE GESTÃO Módulo II Ementa: Carga Horária Total: 33. Algoritmos e estrutura de dados. Pascal e C++.A.C. LAGES.G. . teórica e praticamente. Rio de Janeiro: LTC. São Paulo: Prentice Hall. 2 – Estruturas Condicionais em C e C++. 5 – Funções em C e C++. 2002. Editora Pearson. Capron & J. Jonson. Seleção e Treinamento de Pessoal Qualidade Industrial Objetivos: . de relacionamento humano e econômicos. 3 – Estruturas de Repetição em C e C++.Identificar fenômenos administrativos de organização. Conteúdo: 44 . .Conteúdo: 1 – Introdução a linguagem C++. dentro do menor prazo e custo a fim de obter a melhor produção e produtividade. problemas de Organização e Administração. Bibliografia Básica: ASCENCIO. . Contábeis e de Crédito Noções de Gestão Financeira Recrutamento. 267p. GUIMARÃES. 2004.V. organizacionais e humanos. A. N. 1994.Aplicar meios adequados à forma mais econômica. G Algoritmos – Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores..2 horas Legislação Trabalhista Relações Humanas no Trabalho Pessoa Jurídica – Documentos Básicos. L. J. N. Érica. E.

1. Formas de adaptação do homem ao trabalho. do trabalho ao homem e do homem ao homem. Delegação de Responsabilidade e de Autoridade.3. BATISTA. 4. isso 14001/1996 e OHSA 18001/1996.1. Ciclo PDCA.2. 2.4. 5. Conceituação de recrutamento. limitada e Sociedade Anônima 3.5. ABNT. Métodos estatísticos aplicados à qualidade. UNIDADE 6 – Qualidade Industrial 6. UNIDADE 5 – Recrutamento. 2. 5.7. Organização e Normas.5.3.4.1. 6. A. Seleção e Treinamento de Pessoal 5. Nota Fiscal. cheques (tipos. recibo.UNIDADE 1 – Legislação Trabalhista 1. Ferramentas da qualidade. Empresa individual.5. Estudo e análise do TURN-OVER 5.1.6. 6. Programa 5S. 2. clássicas e práticas.6.3. Objetivos e rentabilidade econômica do treinamento. 1992. Introdução a Segurança do Trabalho – Acidentes – Causas e Consequências 1. Bibliografia: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Tipos de avaliações – objetivas. Entrevistas. São Paulo: Atlas. objetivos e aplicabilidade. 2.6. duplicata. fatura.2. H. UINIDADE 4 – Noções de Gestão Financeira 4. Atitudes de chefia e liderança. Qualidade técnica e humana. Apresentação e postura profissional. 45 . Contábeis e de Crédito 3. Tipos de chefia e estudo de situações atípicas.2. objetivos propostos e resultados obtidos. Unidade 2 – Relações Humanas no Trabalho 2. seleção e treinamento de pessoal 5. Rio de Janeiro. Estudo do Boato UNIDADE 3 – Pessoa Jurídica – Documentos Básicos. Direitos e deveres do empregado e empregador frente à CLT e Constituição Federal 1. 6. 6.1. Introdução.2.2. Coletânea de Normas de sistemas de Qualidade.4. 2. 6. Introdução à qualidade. 1984. Introdução a ISSO 9001/2000. Consolidação das Leis do Trabalho.2. aspectos legais).7. letra de câmbio. COMPANHOLE. Estudo e análise do mercado de trabalho 5. nota promissória. Consução de Reuniões. São Paulo: Atlas. Segurança e Saúde do trabalhador frente a CLT.1. Elementos Básicos da Comunicçaão 2.3. A. Fluxo de Caixa. 5. Necessidades e validade do treinamento.

VOCABULARY (específico da área de eletrotécnica ) C. F. TQC Controle de Qualidade Total. R. 2000. READING (textos diversos relativos à área de eletrotécnica) B. 1993. SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. WADA. S. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. MIRANDA. G. 1974.I.2h Leitura e compreensão de textos técnicos pertinentes à área de eletrotécnica dando ênfase ao vocabulário técnico específico visando maior conhecimento em inglês bem como reforçando as estruturas básicas da língua inglesa. 6 ed. M. V. C. C. T. Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL Módulo II Ementa: Carga Horária Total: 33. GRAMMAR: Articles Numbers Simple Present Frequency adverbs and expressions of time Plural of nouns Personal Pronouns Possessive adjectives and pronouns 46 . Problemas de Pessoal na Empresa Moderna. São Paulo: Atlas. VIEIRA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. LOPES. UFMG. As Sete Ferramentas Estatísticas para o Controle da Qualidade. Objetivos: Reconhecer a importância da língua inglesa dentro da área técnica Interpretar textos técnicos a partir do desenvolvimento de estratégias de leitura e do estudo de estruturas sintáticas contextualizadas e de vocabulário geral e específico. Lições de Economia Política. Curso de Organização do Trabalho. Belo Horizonte: FCO. São Paulo: Atlas.CAMPOS. Organização e Métodos. Conteúdo: A. T. V. Brasília: QA&T Consultores Associados. 1965.M. Demonstrar capacidade de ler e interpretar textos técnicos na língua inglesa. PEREIRA. 1992. CONTANHEDE.

Rio de Janeiro. PINTO. Circuitos de Comando Conversores CC/CC Conversores CC/CA Fontes chaveadas Máquinas de corrente contínua. 1989.S. Textos referentes à área de estudo MÓDULO III Disciplina: ELETRÔNICA INDUSTRIAL Módulo III Ementa: Conversores estáticos de potência. Objetivos: .Dimensionar valores de componentes de circuitos eletrônicos de potência. Grasping the meaning. Dispositivos especiais. Maria Lina. Jenkins de BritoeClóvis O. São Paulo: Melhoramentos.O. INGLÊS – MICHAELIS (uso geral) Marisa M.1 e 2.Aplicar diversos dispositivos especiais eletrônicos em circuitos de potência. MICHAELIS/Dicionário inglês-português e português-inglês. Dilce et al. utilizando 47 Carga Horária Total: 66. GARRIDO. Tânia Pedrosa. Conversores CA/CC não controlados. Inglês Instrumental . BARRETO. Inglês Instrumental: Leitura e Compreensão de Textos. João Antenor de C. 2 S. 1994. Livro técnico. Gregorim Melhoramentos SILVA. Conversores CA/CC controlados. . Dicionário escolar inglês-português.. Salvador: Centro Editorial e Didático. Compreensão inteligente de textos.Reflexive pronouns Imperative sentences Making instructions Degrees of comparison (adjectives and adverbs) Simple Past Simple future Immediate future Bibliografia: ROSÂNGELA MUNHOZ. v. Máquinas de corrente alternada. 1991. UFBA.Estratégias de Leitura .Vol.4 horas .

5. 3.1.Chopper elevador de tensão 6.Chopper tiristorizado 6.Dispositivos especiais.TCA 785 (constituição.Conversor Buck-Boost 6.Conversor Cuk UNIDADE 7.2.8.Introdução 3.Conversores CA/CC controlados.Característica Vg x Ig de um SCR 5.Conversores CC/CA 7. .1. 2.6.Conversores CC/CC 6.Tipos 6.3.Circuito de comando com UJT 5.4.2.3.Introdução 4.Conversor Buck 6.Introdução 6.Analisar e comprovar o funcionamento de circuitos eletrônicos básicos de potência.Inversor a tiristor 7.Inversor não autônomo 7.Outros Tiristores UNIDADE 3.Conversores CA/CC não controlados.dados técnicos normalizados. .7.Circuito básico de comando (diagrama de blocos) 5.1.2.Tipos 1. características e operação) UNIDADE 6.1.3.Retificadores Polifásicos UNIDADE 4.1.Introdução 7.4.1.Retificadores polifásicos UNIDADE 5.1.4. Conteúdo: UNIDADE 1.1.Conversor Boost 6.Retificadores monofásicos 3.1.Projetar circuitos eletrônicos de potência.Inversores monofásicos a transistor 7.1.3.5.1.Inversores trifásicos a transistor 48 .3.2.Aplicações UNIDADE 2.2.DIAC 2.5.3.2.Circuitos de Comando 5.3.Conversores estáticos de potência.Introdução 5.Retificadores monofásicos 4. 4.1.TRIAC 2.Introdução 1.SCR 2. 1.Tiristores 2.4.2.

LANDER.Aplicar diversos dispositivos especiais eletrônicos em circuitos de potência.1990. Eletrônica Industrial. Cyril W.3.Exemplos práticos Bibliografia: ALMEIDA. características e operação) UNIDADE 9. Muhammed H.Determinar as características operacionais dos diversos dispositivos especiais eletrônicos utilizados em circuitos de Potência. .1.2.4.Princípio de funcionamento 10. 1983.Exemplos práticos UNIDADE 10. . Objetivos: .: Prentice Hall.4.Projetar circuitos eletrônicos de potência. USA.Princípio de funcionamento 9. Acionamento de motores de corrente alternada. DE ELETRÔNICA INDUSTRIAL Módulo III Ementa: Dispositivos especiais Circuitos de comando Retificadores Conversores CC-CC ( Chopper). .4. utilizando dados técnicos normalizados. 3524 (constituição. Gianfranco. .C.Máquinas de corrente alternada. São Paulo: Hemus. São Paulo: Érica .Flyback 8.Introdução 8. and Aplications. Power Eletrônics: Ciercuits.Fontes chaveadas 8.2.Generalidades 10. Disciplina: LAB.Generalidades 9. Eletrônica Industrial.Dimensionar valores de componentes de circuitos eletrônicos de potência. José Luiz Antunes de.Acionamentos com velocidade variável 10.Acionamentos com velocidade variável 9. . devices.3.1.Forward 8. 10. 49 Carga Horária Total:233.2.UNIDADE 8. 9.Analisar e comprovar o funcionamento de circuitos eletrônicos básicos de potência.1.3.Montar circuitos eletrônicos básicos de potência.Máquinas de corrente contínua. RASHID. New Jersey.2horas . Eletrônica Industrial: Dispositivos e Aplicações. FIGINI.I. Inversores. Acionamento de motores de corrente contínua.

6 Estudo do PUT.3 Retificadores polifásicos controlados. 2. Eletrônica Industrial: apostila.1 Estudo do disparo do SCR 1.4 horas Memórias semicondutoras Conversores digital para analógico (D/A) e analógico para digital (A/D) Estrutura dos microprocessadores Sistemas microprocessados Microcontroladores 50 .5 Estudo do transistor de Unijunção 1. UNIDADE 4 – Conversores CC-CC ( Chopper). Power Eletronics: ciercuits. 1985. Eletrônica Industrial.Retificadores 3.1 Gerador de pulsos sincronizados com UJT 2.3 Estudo do TCA-780. São Paulo: Érica. Conteúdo: UNIDADE 1 . 1. New Jersey.2 Retificadores polifásicos não controlados 3. RASHID. Guias de aulas práticas.7 Estudo dos dispositivos optoeletrônicos básicos. dispositivos e aplicações. devices.1 Retificadores monofásicos controlados 3. José Luiz Antunes de.3 Circuitos aplicativos básicos com SCR 1. BARBOSA. 1984. USA: Prentice Hall. Belo Horizonte: PUCMG.2 Gerador de pulsos sincronizados com deteção de passagem por zero. Eduardo Fernandes. and aplications.4 Estudo do disparo e do corte do DIAC e do TRIAC 1.Circuitos de comando 2..2 Estudo do corte (comutação) do SCR 1. UNIDADE 3 .Verificar o funcionamento de circuitos eletrônicos industriais.Dispositivos especiais 1. Cyril W. UNIDADE 7 – Acionamento de motores de corrente alternada. Muhammed H. UNIDADE 5 – Inversores. UNIDADE 6 – Acionamento de motores de corrente contínua. 1. LANDER. Eletrônica Industrial.8 Circuitos aplicativos de reles UNIDADE 2 . Bibliografia: ALMEIDA. Disciplina: SISTEMAS MICROPROCESSADOS Módulo III Ementa: Carga Horária Total: 66.

2. Sistema de memória 4.1. Conversor DA com resistores ponderados 2. Conversor AD pelo método do contador 2. Conversor DA método da escada R-2R 2.3. Estrutura do microcontrolador 5.SAP1 (simple as possible) 3.4.5.3. características ): ROM.1. Uso de interrupções 5. Programação das interrupções internas e externas 5.4. Microprocessador simplificado . Expansão de memórias: aumento do tamanho da palavra e da capacidade de armazenamento 1. Revisão sobre amplificador operacional 2. Hardware para expansão das interrupções externas 51 . Hardware 3. Aplicações especiais UNIDADE 2 – Conversores digital para analógico (D/A) e analógico para digital (A/D) 2.2. reset e clock 4. Comunicação serial UNIDADE 5 – Microcontroladores 5. Memórias ( teoria. EEPROM. Software UNIDADE 4 .1.3.Temporizadores e contadores (T/C) Comunicação serial Aplicações de microcontroladores Objetivos: Aplicar os princípios lógicos básicos em sistemas digitais Projetar sistemas digitais simples Projetar sistemas com memórias Desenvolver sistemas de interfaces analógicas Analisar a configuração básica de um microprocessador Desenvolver programas para microprocessadores/microcontroladores Aplicar os princípios fundamentais de comunicação serial entre sistemas microprocessados Projetar sistemas microprocessados simples Conteúdo: UNIDADE 1 – Memórias semicondutoras 1. Comunicação paralela 4.2.2. FLASH.Estrutura dos microprocessadores 3. RAM estática e dinâmica 1. PROM.5.4. Interrupção vetorada e controle do endereço de retorno 5.5. Registradores internos especiais 4. Arquitetura 3.4.1.3.Sistemas microprocessados 4.2. Circuitos especiais: portas de I/O.1. EPROM. Conversor AD por aproximação sucessiva UNIDADE 3 .3.

6. half-duplex e full-duplex 7.5.5. Catálogos técnicos diversos Disciplina: LAB.5.2. Taxas de transmissão: definição e geração 7. Programação dos registros de controle 6. São Paulo: MacGraw Hill do Brasil.2 horas Memórias semicondutoras Conversores digital para analógico (D/A) e analógico para digital (A/D) Estrutura dos microprocessadores Simuladores de microprocessadores Estudo dos microcontroladores Interrupções Temporizadores e contadores (T/C) Comunicação serial Aplicações de microcontroladores Objetivos: Projetar sistemas com memórias 52 .1. São Paulo: Érica. Software para utilização do canal serial UNIDADE 8 .3. Microcomputadores e microprocessadores. Canais de comunicação: simplex. 2002.1. Funcionamento dos T/C 6. Albert Paul. SISTEMAS MICROPROCESSADOS Módulo III Ementa: Carga Horária Total: 33.Aplicações de microcontroladores 8. Denys Emílio Campion. Canal serial no microcontrolador: modos de funcionamento 7. 1985.2. Modos de comunicação serial: síncrono e assíncrono 7. Utilização dos temporizadores 6.4. Programação dos registros de controle 7. hardware w software. Laboratório de microprocessadores: família 8051: treino de instruções. 1994. Utilização dos contadores UNIDADE 7 . São Paulo: Érica.6. Vidal Pereira da. Projetos de sistemas microprocessados Bibliografia: MALVINO.4.3. NICOLOSI. SILVA JUNIOR.2. Modos de operação 6.1. Utilização das interrupções em programas UNIDADE 6 – Temporizadores e contadores (T/C) 6.Comunicação serial 7. Aplicações práticas do microcontrolador 8051. Sistema mínimo 8.

Estudo das interrupções 6. Programação das interrupções internas e externas 6.2.1. Uso de portas de entrada/saída UNIDADE 4 – Simuladores de microprocessadores 4.Temporizadores e contadores (T/C) 7. Expansão de memórias 1. programa de simulação do SAP1 3.5. Utilização das interrupções em programas UNIDADE 7 . op.3.3. Estrutura do microcontrolador 5. Utilização de Circuitos Integrados Conversores UNIDADE 3 .2.1.4.1.2.1. Hardware para expansão das interrupções externas 6. Instruções de transferência de dados 5. Simulação de conversores A/D com amp. Estudo de software 3.3. Arquitetura.1. Microprocessador simplificado .Estrutura dos microprocessadores 3. Funcionamento dos T/C 7. 2. Instruções de comparação 5. Interrupção vetorada e controle do endereço de retorno 6. Programação passo a passo 3.2. Instruções lógicas e aritméticas 5. Memórias ROM e PROM a diodo 1.2. Verificação passo a passo de programas UNIDADE 5– Estudo dos microcontroladores 5.Utilizar gravadores de EPROM Utilizar os recursos dos conversores A/D e D/A Analisar a configuração básica de um microprocessador Analisar sistemas controlados por microprocessadores/microcontroladores Desenvolver programas para microprocessadores/microcontroladores Aplicar os princípios fundamentais de comunicação serial entre sistemas microprocessados Projetar sistemas microprocessados simples Conteúdo: UNIDADE 1 – Memórias semicondutoras 1.3. Edição de programas 4.4. op.4.5.3. Microprogramação 3.2.1. Programação dos registros de controle 53 .1. Simulação de conversores D/A com amp.3.2. 2.6. Utilização de subrotinas UNIDADE 6 – Interrupções 6. Compilação de programas 4.SAP1 (simple as possible) 3.3. Gravação e leitura de memória RAM UNIDADE 2 – Conversores digital para analógico (D/A) e analógico para digital (A/D) 2.5. Modos de operação 7.

São Paulo: MacGraw Hill do Brasil.1 .1.Aplicações de microcontroladores 9. Denys Emílio Campion.2.5. Normas de formatação de trabalhos técnicos e científicos de acordo com as normas da ABNT e institucionais. leis e teoria. Microcomputadores e microprocessadores.5. Utilização dos temporizadores 7. Projetos de sistemas microprocessados Bibliografia: MALVINO.Métodos científicos. 1. Software para utilização do canal serial UNIDADE 9 . 1.4.6. Elaborar um projeto de conclusão de curso. 2002. Refletir sobre projetos que provocam impacto. 1985. Aplicações práticas do microcontrolador 8051.Fundamentos da Metodologia Científica 1. half-duplex e full-duplex 8. São Paulo: Érica. Programação dos registros de controle 8. SILVA JUNIOR.1. São Paulo: Érica.2 . Catálogos técnicos diversos Disciplina: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Módulo III Ementa: Fundamentos da Metodologia Científica.4 horas Conteúdo Programático: UNIDADE 1 . 54 . Canal serial no microcontrolador: modos de funcionamento 8. Canais de comunicação: simplex.2. Utilização dos contadores UNIDADE 8 . Identificar. 1994. NICOLOSI.Fatos. Albert Paul. Sistema mínimo 9.3 . exemplificar e aplicar as formas de conhecimento.7. Objetivos: • • • • • Compreender os métodos científicos e suas aplicações. hardware w software. Laboratório de microprocessadores: família 8051: treino de instruções. Carga Horária Total: 16.Comunicação serial 8.Ciência e conhecimento científico.4. Vidal Pereira da.3. Modos de comunicação serial: síncrono e assíncrono 8. Taxas de transmissão: definição e geração 8. Realizar coletas e interpretação de dados para pesquisas diversas.

3.3 . 1.Hipóteses. E. Belo Horizonte: Editora UFMG. Fundamentos de metodologia científica. Petrópolis.3 . 3. UNIDADE 2 . 2010.7 . de A.Descrição do objetivo.5 .Descrição do custo do projeto.Descrição do conteúdo teórico.1.4 .Guia de elaboração passo a passo. Clóvis Roberto.6 . 3. M. Júnia Lessa.Conteúdo de Projetos 3.5 . 2.2 . Manual para normalização de publicações técnico-científicas.Descrição do conteúdo prático.4 horas Conteúdo: 55 .Descrição da conclusão do trabalho.4 .1 .2 . 2009. MARCONI. 3. Trabalho de conclusão de curso .Descrição do cronograma.Formatação de relatórios de aulas práticas. UNIDADE 3 .6 .Normas de formatação de trabalhos técnicos e científicos de acordo com as normas da ABNT e institucionais.7 .1 .Formatação de Trabalhos. 2.Variáveis.Técnicas de pesquisa. 2010.Pesquisa. 6ª ed. Fundamentos de metodologia científica. 2005. M. Disciplina: SISTEMAS DE ELETRÔNICA ANALÓGICA II Módulo III Ementa: Realimentaçao Negativa Amplificadores Operacionais Conformadores e Geradores de Onda Amplificadores de Potência Reguladores Lineares e Chaveados Resposta em Frequências de Amplificadores Objetivos: • • • Analisar circuitos eletrônicos utilizando amplificadores operacionais Empregar circuitos eletrônicos com amplificadores operacionais Projetar circuitos eletrônicos básicos com amplificadores operacionais Carga Horária Total: 66. 3. 8ª ed. 3. Vozes. LAKATOS. 2.Descrição do desenvolvimento do projeto. Bibliografia Básica: FRANÇA. SANTOS. José Carlos.. 1. 1.Formatação de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Atlas. KÖCHE. São Paulo: Cengage Learnig.

3.6.Conceitos 1.2.3.Analise de rendimentos UNIDADE 5 – Reguladores Lineares e Chaveados 5.Regulador paralelo 5.Amplificadores classe C 4.2.Geradores senoidais UNIDADE 4 – Amplificadores de Potência 4. 56 .3.Circuitos com amplificadores operacionais 2.5.2.Comparadores 3.1.5.4.Características básicas 1.3.Comparadores regenerativos 3.Diagramas de bode para circuitos multiestágios 6.3.Regular chaveado 5.1.Características dos amplificadores operacionais 2.4.Regulador de série 5. NASHELSKY Louis. 5 ed.Osciladores controlados por tensão 3.Efeitos da realimentação negativa sobre amplificadores UNIDADE 2 – Amplificadores Operacionais 2.3. GUITER.2. São Paulo: Makron Books.6.Diagramas de bode pelo método das assíntotas 6.Tipos de realimentação negativas 1.Paramétricos elétricos 2.Amplificadores diferenciais 2.2.1. 1994.4.Amplificadores classe B 4.5.1 555 3.4.4.4. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos.UNIDADE 1 – Realimentação Negativa 1.Geradores de onda quadrada e triangular 3.6. Robert.5. Amplificadores operacionais.2.1.Utilização do C. Arthur François de.Amplificadores operacionais 2.1. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil Ltda.Circuitos de proteção contra sobre-correntes e sobre-tensões UNIDADE 6 – Resposta em Frequências de Amplificadores 6.Resposta em seqüência de amplificadores Bibliografia: BOYLESTAD.1.Filtros passivos RC 6.Amplificadores classe AB 4.Regulador série-paralela 5.Amplificadores de grandes sinais 4.Amplificações dos amplificadores operacionais UNIDADE 3 – Conformadores e Geradores de Onda 3.Amplificadores classe A 4.5.Diagrama de bode 6.

2 horas .Amplificadores operacionais 2.Geradores de onda quadrada e triangular 3.Amplificadores classe c 4.Utilização do C.4 .3 .2.6 .Conceitos 1.3 . SISTEMAS DE ELETRÔNICA ANALÓGICA II Módulo IV Ementa: Realimentação Negativa Amplificadores Operacionais Conformadores e Geradores de Onda Amplificadores de Potência Reguladores Lineares e Chaveados Resposta em seqüências de Amplificadores Objetivos: • Analisar circuitos eletrônicos básicos • Empregar circuitos eletrônicos básicos • Projetar circuitos eletrônicos básicos Conteúdo: UNIDADE 1 – Realimentação Negativa 1.6 . São Paulo: Makron Books.3. Albert Paul.4. Vol.Características dos amplificadores operacionais 2.Comparadores 3.Amplificadores classe A 4.1.5. 1995.Efeitos da realimentação negativa sobre amplificadores UNIDADE 2 – Amplificadores Operacionais 2.Amplificadores diferenciais 2.1 .Analise de rendimentos 57 Carga Horária Total: 33.Tipos de realimentação negativas 1.Amplificações dos amplificadores operacionais UNIDADE 3 – Conformadores e Geradores de Onda 3.5 . Eletrônica.1 555 3. Disciplina: LAB.2.4.Geradores senoidais UNIDADE 4 – Amplificadores de Potência 4.Circuitos com amplificadores operacionais 2.2 .2.Amplificadores classe AB 4. 1 e 2.3.MALVINO.Comparadores regenerativos 3.1.4 .6.Amplificadores classe B 4.1 .Amplificadores de grandes sinais 4.Características básicas 1.5 .Osciladores controlados por tensão 3.Paramétricos elétricos 2.

1.Regulador paralelo 5. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil Ltda. 1994.5 – Circuitos de proteção contra sobre-correntes e sobre-tensoes UNIDADE 6 – Resposta em reqüências de Amplificadores 6. Eletrônica. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos.2.Diagramas de bode pelo método das assíntotas 6.Diagrama de bode 6. 5 ed.Resposta em seqüência de amplificadores Bibliografia: BOYLESTAD. Albert Paul. São Paulo: Makron Books. Robert.3 .4 .Regulador série-paralela 5. 1 e 2.2 . Arthur François de.1 . Vol. MALVINO.UNIDADE 5 – Reguladores Lineares e Chaveados 5.4 .Regulador de série 5.Filtros passivos rc 6.5 . 1995.Regular chaveado 5.Diagramas de bode para circuitos multiestágios 6. GUITER. 58 .3 . Amplificadores operacionais. NASHELSKY Louis. São Paulo: Makron Books.

-Analisar o funcionamento das chaves de partida de motores.1 Botoeiras 1.3. Simbologia dos equipamentos 3. -Conhecer a estrutura básica de cada bloco funcional que compõe um CLP. -Explicar o princípio de funcionamento dos Controladores Lógicos Programáveis CLP's.5 Tomadas 2.4 Interruptores 1.2 Disjuntores 2. Dispositivos de proteção 2.3 Relés de Proteção 3.MÓDULO IV Disciplina: ACIONAMENTOS ELETROELETRÔNICOS E MÁQUINAS ELÉTRICAS Módulo IV Ementa: Carga Horária Total: 66. proteção e sinalização predial e industrial. Conteúdo: 1.1 Fusíveis 2.2 Contatores 1.A Transformadores Circuitos Trifásicos Objetivos: -Explicar o funcionamento dos dispositivos de manobra. -Analisar esquemas representativos dos circuitos elétricos de carga. -Explicar os princípios básicos das Máquinas Elétricas. utilizando CLP. -Explicar os princípios básicos dos Inversores de Freqüência . comando. -Conhecer os fundamentos de programação necessários para desenvolvimento de sistemas automatizados. -Elaborar uma descrição clara e precisa das partes funcionais de um CLP.3 Sinalizadores 1. Sinalização e Simbologia Acionamento e Comando de Motores Elétricos de Indução Controladores Lógicos Programáveis – CLP Fundamentos de Programação do CLP Automação com Controladores Lógicos Programáveis Potência em Circuitos de C. Dispositivos de comando manobra e sinalização predial e industrial 1.4 horas Dispositivos de Comando.1. Tipos de ligação de tomadas e lâmpadas 3. Proteção.2. comando e sinalização. Instalações elétricas residenciais 3. Descrição de projetos elétricos básicos 59 .

Instalações Elétricas.1.4. São Paulo: Prentice Hall. M. 2007 PAPENKORT. Rio de Janeiro: LTC. B. Motor com chave compensadora 5. 7. Automação com Controladores Lógicos Programáveis 7. Programação de tarefas de intertravamento. Tipos de Transformadores 5. Funcionamento básico dos Transformadores 4. Guilherme.4. Motor de Indução. Marcelo.5. 15ª ed. Bibliografia: FILLIPPO FILHO. Elaborar softwares aplicativos em substituição de comando convencionais.8.M. Inversão do sentido de rotação por chave reversora 5. contagem. A. Entradas e saídas 6. São Paulo: EPU SIMONE G. Acionamento e Comando de Motores Elétricos de Indução 5. Esquemas Elétricos de Comando e Proteção. temporização. Controladores Lógicos Programáveis – CLP 6. Automação Aplicada. Descrição básica 6.7. A. 4ª ed. Chaves automáticas estrela-triângulo 5. Comando com chave fim-de-curso 6. São Paulo: Érica.2. Volume 1.4. 2003 CREDER. Máquinas de Corrente ContInua: Teoria e Exercícios. Fundamentos de Programação do CLP 7. Operações básicas 6.6. Máquinas Elétricas. Dispositivos de partida automáticos. Máquinas de Indução Trifásicas: Teoria e Exercícios. 2000 GEORGINI. Instalações Elétricas.. Funcionamento básico de um motor elétrico 4.1.6. Tipos de motores elétricos 4.1.5.3. Comandos dependentes ou seqüenciais 5. Sistema de operação do CLP 6. São Paulo: EPU 60 . para motores de anel 5. Funcionamento básico dos Geradores 4. Instalações Elétricas: Projetos Prediais São Paulo: Edgard Blücher 2008 ARNOLD & STEHR.2. operações aritméticas e outras comuns a controladores de pequeno porte.3. Chaves manuais estrela-triângulo 5. CERVELIN S. Motores Elétricos Trifásicos 4. São Paulo:LTC. Tipos de Geradores 4. Instalações Elétricas Prediais . Principio de funcionamento 6.4. Ligação direta de motores trifásicos 5. São Paulo: Érica.9. 2000.Estude e Use São Paulo: Érica.1. 2 ed.6.5. 2006 COTRIN. A. Ligação direta temporizada com reles de tempo 5. A.2. São Paulo:Érica 2000 Del toro V. São Paulo:Érica 2000 SIMONE G.3.7. Franz. E.2. CAVALIN G. 2008 NEGRISOLI M. Maquinas Elétricas 4. H. Fundamentos de maquinas Elétricas.

• Analisar o funcionamento de autotransformadores. • Comprovar os princípios da eletricidade.EDUSP. • Empregar a linguagem LADDER para programar Controladores Lógicos Programáveis. • Acionar motores elétricos por meio de diversos tipos de chaves eletromecânicas automáticas. • Analisar o funcionamento dos motores de corrente alternada (CA) de indução ou assíncronos trifásicos. • Automatizar circuitos utilizando CLP's. • Dimensionar condutores e proteções dos ramais alimentadores de motores elétricos. Sinalização e Simbologia Acionamento e Comando de Motores Elétricos de Indução Controladores Lógicos Programáveis – CLP Fundamentos de Programação do CLP Automação com Controladores Lógicos Programáveis Potência em Circuitos de C. • Efetuar ligações de motores de indução trifásicos nas tensões usuais de serviço • Acionar motores elétricos por meio de diversos tipos de chaves eletromecânicas manuais. • Analisar o funcionamento dos motores de corrente alternada (CA) de indução ou assíncronos monofásicos. • Analisar o funcionamento de transformadores monofásicos trifásicos com enrolamentos separados.2 horas Dispositivos de Comando. • Mostrar a utilização de Inversores de Freqüência. • Analisar o funcionamento dos motores de corrente contínua CC. • Interpretar as características nominais de motores CA. • Interpretar as características nominais de transformadores. 1989. • Elaborar softwares aplicativos em substituição aos comandos convencionais. • Interpretar os tipos de ligações de transformadores. 61 . 136p Disciplina: LABORATÓRIO DE ACIONAMENTOS ELETROELETRÔNICOS Módulo IV Ementa: Carga Horária Total: 33. • Familiarizar com equipamentos industriais. transmissão e distribuição de energia elétrica. • Analisar panes em quadros de comando de motores • Desenvolver o raciocínio lógico para manutenções • Variar a velocidade de motores elétricos utilizando chaves de comutação polar. • Efetuar os diversos tipos de ligações de transformadores. Proteção. • Interpretar as características nominais de motores CC.A Transformadores Circuitos Trifásicos Objetivos: • Analisar as fases de um sistema elétrico: geração.

4 5.Inversão do sentido de rotação de motores trifásicos com chave reversora. .Ligações dos enrolamentos. Identificar e solucionar eventuais problemas em Inversores Identificar e solucionar eventuais problemas em Inversores Simular carga com dinamômetro em inversores. . UNIDADE 5 .Tipos de motores: rotor em curto circuito.6.Absorção de potência.2.• • • • • • • • Parametrizar e ajustar Inversores de Freqüência.Transformador trifásico 2. Identificar eventuais defeitos durante a operação de Conversores CA/CC. 1. de anéis e com comutação polar.Acionamento e Comando de Motores Elétricos de Indução Efetuar as montagens elétricas.Transformadores 2. 4.Potência em Circuitos de C.Comandos dependentes ou seqüências.1 5. 4.Inversão do sentido de rotação de motores monofásicos com chave reversora.Circuito equilibrado 3.5 .Partes Componentes.1 – Introdução 3.Potência em circuitos trifásicos 3.Transformador monofásico 2. 4. Ativa.6 .Partida direta de motores trifásicos.6 . . .Correção do Fator de Potência.1 . 1.3.5 5.2.Características nominais. 4. Simular carga com dinamômetro em Conversores CA/CC.2 .Aplicações. 62 .5.Circuito Y equilibrado 3. Reativa e Aparente.Noções de instalações elétricas UNIDADE 4 – Motores Elétricos de Corrente Alternada de Indução ou Assíncronos Trifásicos 4. UNIDADE 2 .Potência Complexa.1 .3 5.1 – Introdução 2.Polaridade de transformadores 2. 4.Princípio de Funcionamento. Conteúdo: UNIDADE 1 .Partida direta temporizada com reles de tempo de motores trifásicos.4 . utilizando seus respectivos esquemas elétricos dos seguintes métodos de partida dos motores elétricos: 5.4.Circuito trifásico desequilibrado 3.3 .5. Mostrar a utilização de Conversores CA/CC.3.A 1.2 5.Autotransformador UNIDADE 3 – Circuitos Trifásicos 3. .4.2 .Chaves automáticas estrela-triângulo. Ajustar e regular Conversores CA/CC.3 .

. São Paulo: EPU CAVALIN G. temperatura. São Paulo:Érica 2000 Disciplina: SISTEMAS DE CONTROLE Módulo IV Ementa: Análise de Erro e Estabilidade Medição de Temperatura. nível. transmissores e elementos finais de controle) e de painel (indicadores.Elaborar softwares aplicativos em substituição aos comandos convencionais 6. A.Estude e Use São Paulo: Érica.2 . Franz. pH.4 .Análise de panes em quadro de comando de motores. São Paulo: Prentice Hall. 2003 CREDER. temporização. Volume 1. São Paulo:Érica 2000 SIMONE G.). Motor de Indução. 136p SIMONE G. São Paulo: Érica. CERVELIN S. Pressão. controladores.Execução de tarefas de intertravamento. 2007 DEL TORO. Guilherme.3 . Máquinas de Indução Trifásicas: Teoria e Exercícios. operações aritméticas e outras comuns a controladores de pequeno porte. São Paulo: Érica. H. M. A. Máquinas de Corrente ContInua: Teoria e Exercícios.1 . Fundamentos de maquinas Elétricas. terminologia e aplicação da instrumentação industrial. vazão. 2006 FILLIPPO FILHO. • -Selecionar e especificar os instrumentos de campo (sensores. Marcelo. São Paulo: EPU EDUSP. UNIDADE 6 . 4ª ed. 2000 GEORGINI. Instalações Elétricas.M. 63 Carga Horária Total: 66. Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: LTC. E. 2000. NEGRISOLI M.5 -Automatizar circuitos controladores utilizando CLP's Bibliografia: ARNOLD & STEHR. B. V. contagem. Nível e Vazão Malha de Controle e Ações de Controle Redes Industriais Objetivos: • Identificar sistemas de controle em malha aberta e malha fechada • Descrever os princípios de medição das principais variáveis de processos industriais (pressão.7 . Instalações Elétricas. Automação Aplicada. 2 ed. 2008 COTRIN.Programação de CLP's via unidade dedicada e/ou microcomputador 6. A. 1989. totalizadores. 15ª ed. São Paulo:LTC. Esquemas Elétricos de Comando e Proteção. A. etc. • -Utilizar corretamente as normas internacionais que regulamentam a simbologia. densidade.Simulação do funcionamento de máquinas ou processos por meio dos CLP's.4 horas .5. 6. Instalações Elétricas: Projetos Prediais São Paulo: Edgard Blücher 2008 PAPENKORT. 6.Automação com Controladores Lógicos Programáveis 6. Instalações Elétricas Prediais .

Análise de Erros de Medição 1.1.3. 2.6. Conceitos Básicos.Tolerância. 2.7. 1.4.3.2.4.4.2. 2. Sensores e Indicadores de Nível. 2. Resultado de medição e Incertezas na medição. • -Identificar os tipos de redes industriais e suas aplicações Conteúdo: UNIDADE 1 . Transdutores de Pressão Capacitivo. Termoresistências. Válvulas de Controle.6.2.2.6. 2. 1.1.5.4.8. por capacitância).4.Tendência de um Instrumento.3. Conceitos Básicos. Medidores Especiais 2.Resolução. 1. Sensores e Indicadores de Temperatura. Placa de Orifício. Transdutores de Pressão Piezoresistivos (Extensômetros) 2.2.2.2. Diafragma). 2. Medidores por Coluna Líquida ( Tipo “U”.2. 2. 1.Medidores por Elementos Elásticos (Manômetros de Bourdon. Termômetros de Vidro e Bimetálicos. Medição por Elementos Depromogênios (Tubo de Venturi. Conceitos Básicos.4. 2.3.3.3. 1. Medidores Especiais (Magnéticos e Turbina) 2. 2. 2. 1.2.3. 2.1.1. 2. 1.etc.2. 1. Coluna Reta.Zona Morta.3.5.3. por Radição.3.Precisão. 64 . Coluna Inclinada). 2.5. por Ultrasom.Sensibilidade do Instrumento. 2. Nível e Vazão 2.3.1.1.3. 2. 2.2.5. 2. 2. 2. 1.Faixa de indicação.5. 1.5. Medidas. 2. 2.Fole. Termopares. Sensores e Indicadores de Pressão. 2.1.5. Pirômetros.1. Transdutores de Pressão Indutivos. Sensores e Indicadores de Vazão.).4. Conceitos Básicos. 2.1.4.9.4. 2. Medição por Bóia ou Flutuador. Simbologia da Instrumentação Segundo Normas.Exatidão. UNIDADE 2 .4. Medição de Nível Indireta (Por Pesagem.Sensibilidade a distúrbios. Bocal). Transdutores de Pressão Piezoelétricos.2. Pressão. Conceitos Básicos.3.Linearidade e não Linearidade.2. Visores de Nível.10.Medição de Temperatura.4.4. Medição por Área Variável .3.4.4.

OGATA. terminologia e aplicação da instrumentação industrial.).3. Disciplina: LABORATÓRIO DE SISTEMA DE CONTROLE Módulo IV Ementa: Análise de Erro e Estabilidade Medição de Temperatura.2. Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: LTC. BRUSAMARELLO.2. etc. • Utilizar corretamente as normas internacionais que regulamentam a simbologia. Engenharia de controle moderno.. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil. V. controladores. Aplicações e Análises. Sistemas de controle de malha aberta e fechada. Nível e Vazão Malha de Controle e Ações de Controle Redes Industriais Objetivos: • Identificar sistemas de controle em malha aberta e malha fechada • Descrever os princípios de medição das principais variáveis de processos industriais (pressão. W. FIALHO.1. J. 3. Instrumentação Industrial. A. Katsushiko. São Paulo: Érica. 2007. J. B.2.2.. A. • Identificar os tipos de redes industriais e suas aplicações Conteúdo: 65 Carga Horária Total: 33. Classificação de Redes 8. Instrumentação e Controle. BOLTON. 2007.1. UNIDADE 3 .). V. etc. densidade. Modelos OSI 8.2.1. pH. totalizadores. 2002. Pressão. 1982. BRUSAMARELLO. Malhas de Controladores 3. A. temperatura. Ações de Controle PID UNIDADE 4 – Redes Industriais 8. Tipos de Válvulas de controle.2. 2002. BALBINOT.2. vazão. Aplicação de Redes Industriais Bibliografia: BALBINOT. nível. transmissores e elementos finais de controle) e de painel (indicadores. Instrumentação e Fundamentos de Medidas Volume II.6. Rio de Janeiro: LTC. 3. São Paulo: Hemus. Instrumentação e Fundamentos de Medidas Volume I. Conceitos.2 horas . • Selecionar e especificar os instrumentos de campo (sensores.Malhas de Controle e ações de Controle 3.

1.3.1. UNIDADE 3 .UNIDADE 1 . Medidores Especiais (Magnéticos e Turbina) 2.5. Sensores e Indicadores de Temperatura.3.Análise de Erros de Medição 1.1.3.9.4. Medidores Especiais 2. Pirômetros.3. 2.2.Resolução. Termômetros de Vidro e Bimetálicos. Conceitos Básicos. Medição de Nível Indireta (Por Pesagem.4.Medidores por Elementos Elásticos (Manômetros de Bourdon. Transdutores de Pressão Piezoresistivos (Extensômetros) 2. 1. UNIDADE 2 .1. Nível e Vazão 2.4. Sensores e Indicadores de Nível. Coluna Reta.1. Simbologia da Instrumentação Segundo Normas. 1. 2. 1.4.Linearidade e não Linearidade.4. Medição por Elementos Depromogênios (Tubo de Venturi. por Radição. Coluna Inclinada).3. 1.Zona Morta. Pressão. 2. Diafragma).4.Precisão.2.3.3. Conceitos Básicos.2. Termoresistências.Sensibilidade do Instrumento.4.2. Visores de Nível.2.Medição de Temperatura.2. 2. 1.6.Malhas de Controle e ações de Controle 3.Faixa de indicação.4.10. 2. Conceitos Básicos.2.3. 2.2.6. 2.5.1.Tolerância. 2. Transdutores de Pressão Indutivos. Sensores e Indicadores de Vazão. Conceitos Básicos. 2. Medidas. 1. Bocal). 2.2. Malhas de Controladores 66 . Medição por Área Variável . 2.6.2.Exatidão. 2. 2. por capacitância).3. 2.4. 2. 1.2.1. Sensores e Indicadores de Pressão. Transdutores de Pressão Piezoelétricos.Tendência de um Instrumento.1. 3. 2. 2.Sensibilidade a distúrbios. Medidores por Coluna Líquida ( Tipo “U”.7.2. por Ultrasom.3.3. Conceitos Básicos.6. Sistemas de controle de malha aberta e fechada. 2.1.4.2.5. 2.4.3.2.4.5. Resultado de medição e Incertezas na medição.1.4. Placa de Orifício. 2. 2. Transdutores de Pressão Capacitivo.3.Fole.2.4. 1. 2.3. 2. Medição por Bóia ou Flutuador.8. Termopares.5.5. 1.5. Válvulas de Controle. 2.1. Tipos de Válvulas de controle. 2.

. Instrumentação e Fundamentos de Medidas Volume II. Introdução aos sistemas de Comunicação. Instrumentação e Fundamentos de Medidas Volume I. Rio de Janeiro: LTC.2. Comunicação sem fio. Comunicação com fio. 2007. Aplicações e Análises..Descrever o perfil do profissional de telecomunicações. V. Katsushiko.2. J. Elementos de um sistema de comunicação. BALBINOT. Conceituar Sistemas de Comunicação de Dados. Distinguir os circuitos utilizados em radiocomunicações. Conteúdo: Unidade 1. Propagação das Ondas Eletromagnéticas. . Antenas. Linhas de transmissão (LT). Redes de comunicação.3. Classificação de Redes 8. B. 2002. J. Aplicação de Redes Industriais Bibliografia: BALBINOT.Concluir sobre os efeitos no meio de propagação Identificar sistemas de comunicações fixas e móveis. Rio de Janeiro: LTC.Princípios básicos: Histórico 67 . Conceitos. Instrumentação e Controle. Disciplina: SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES Módulo IV Ementa: Carga Horária Total: 66.3.. Ações de Controle PID UNIDADE 4 – Redes Industriais 8.Identificar os sistemas de comunicações entre os homens. BOLTON. Engenharia de controle moderno. Conceitos Básicos. Modulação analógica e digital. Calcular características de linhas de transmissão. . 3.Identificar os diversos meios de transporte de informações. V. Instrumentação Industrial. FIALHO. BRUSAMARELLO. Identificar tipos de antenas usadas nos sistemas de telecomunicações. Catálogos de fabricantes diversos. por ondas de rádio ao longo do espectro de freqüência. BRUSAMARELLO. Modelos OSI 8.1. A.1. 1982.2.4 horas Princípios básicos. São Paulo: Érica. 2007. A. A. Objetivos: .2. W. 2002. OGATA. São Paulo: Hemus. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil.

Érica.Redes de comunicação: Redes de dados. N.Teoria e Problemas de Comunicação Analógica e Digital . Comunicação por satélite. R. Redes de área local.ed. O sistema celular. Redes digitais de serviços integrados (ISDN).Sistemas de Comunicação: Modulação analógica e digital. 2005 HSU. Efeitos do Canal de transmissão. H. O Decibel Unidade 2 . Objetivos do profissional de telecomunicação.Antenas: Características das Antenas. UNIDADE 8 .Propagação das Ondas Eletromagnéticas: Ondas Terrestres e Espaciais Propagação das ondas de rádio Ondas em visada Direta O Espectro Eletromagnético Unidade 3 . fibras ópticas. Tipos de Antenas. . 2001 68 .Ganho e Atenuação Linear. Elementos de um sistema de comunicação. UNIDADE 9 .Comunicação sem fio: Rádio-transmissão. V.2. Multiplexação. UNIDADE 5 .Linhas de transmissão (LT): Constantes primárias e secundária das LT’s. Telecomunicações: Sistemas de Modulação. Linhas sem distorção.Introdução aos sistemas de Comunicação: Porque modular? O que significa modular sistemas Introdução à Modulação analógica e digital Objetivos do profissional de telecomunicação UNIDADE 4 .Comunicação com fio: Linhas telefônicas. cabo coaxial. UNIDADE 6 . Bookman ALBUQUERQUE. UNIDADE 7 . Multisim electronics workbench 2001 – Análise e Simulação de Circuitos no Computador São Paulo: Érica. Não casamento em LT’s. Bibliografia: SOARES.

São Paulo: Erica.Processamento de Sinais Analógicos Modulação AM. 2ª ed. Érica. T. E e CARVALHO. Sistema básico de transmissão de sinais por fibra óptica. • Verificar o comportamento de circuitos básicos de Telecomunicações.Comunicações Ópticas: Conversor analógico digital. S.RAPPAPORT. Wireless communications: Principles and practice. Codificação. Quantização. PCM. A. 707p SOARES NETO. São Paulo: Erica. Modulações ASK. New Jersey: Prentice Hall.2 horas . 1999. UNIDADE 4 . FERRARI. A. Taxa de erro de bit.Linhas de Transmissão / Antenas: Medidas de parâmetros básicos. 328p RIBEIRO. 2002. Telecomunicações: Evolução e Revolução. PSK e FSK. Interface optoeletrônica. 1ª ed.Processamento de Sinais Digitais: Teorema da Amostragem. • Verificar o funcionamento de circuitos básicos de telecomunicações. UNIDADE 2 . J. 1999. Conteúdo: UNIDADE 1 . Diagrama de Olho. A. UNIDADE 3 .. 69 Carga Horária Total: 33. T. V. Transmissores e receptores analógicos. Interface eletroóptica. Leitura de VSWR – Reflexão de ondas. 2003 Disciplina: LABORATÓRIO DE SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES Módulo IV Ementa: Processamento de Sinais Analógicos Processamento de Sinais Digitais Linhas de Transmissão / Antenas Objetivos: • Analisar elementos básicos de Telecomunicações. Modulações PAM e PWM. M. Telecomunicações Tecnologia de Centrais Telefônicas. Propagação das Ondas Eletromagnéticas .Princípios e Aplicações. F.. Modulação FM.

Redes de Computadores e a Internet. C. S. A. TORRES. New Jersey: Prentice Hall. Propagação das Ondas Eletromagnéticas . Telecomunicações: Evolução e Revolução. projetar e implementar soluções na área de eletrônica • Combinar a integração dos conteúdos das disciplinas de eletrônica do curso. São Paulo. HSU. 2003 KUROSE. 2001. Multisim electronics workbench 2001 – Análise e Simulação de Circuitos no Computador São Paulo: Érica. J. G. Bibliografia: SOARES. .2 horas Conteúdo Programático: Acompanhamento dos alunos no desenvolvimento de seus projetos de oficinas integradas. H. Carga Horária Total: 33.ed. ed. 328p MIYOSHI. 70 . M. 2005. A. 2001. HAYKIN. São Paulo: Erica. Sistemas de Comunicação: Analógicos e Digitais. 2001.. 2002.. Rio de Janeiro: Axcel Books. T. T. 2004.. Projetos de Sistemas Rádio. A. 4ª. Érica. Erica. ALBUQUERQUE. RAPPAPORT.. Wireless communications: Principles and practice. Érica. e SANCHES. Telecomunicações Tecnologia de Centrais Telefônicas. 1ª ed. ROSS. K. SOARES NETO. RIBEIRO. V. 1999. J.F. 707p. Bookman.Teoria e Problemas de Comunicação Analógica e Digital . V. E e CARVALHO. R. São Paulo: Erica. 2003. 2ª ed. S. W. 1999.ed. M. Telecomunicações: Sistemas de Modulação. N. Disciplina: OFICINAS INTEGRADAS Módulo IV Ementa: Integração de conhecimentos adquiridos em todas as disciplinas do curso através de construção de um projeto integrado. 3ª. Objetivos: • Planejar. F. Addison-Wesley.Medidas de relação de ondas estacionárias. Redes de Computadores Curso Completo.Princípios e Aplicações. A. FERRARI.2. Bookman.. E.

o exercício aprofundado de uma atitude crítica e de pesquisa.1. São Paulo: Atlas. PESQUISA E EXTENSÃO 14. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Neste sentido. com a participação dos alunos. E. Nesta perspectiva. as atividades docentes deverão oportunizar aos alunos. M. São Paulo: Cengage Learnig. 2009. Fundamentos de metodologia científica. para fortalecer o desempenho profissional dos alunos. onde o aluno é estimulado a produzir atividades relativas 71 . SANTOS. constantemente. programas de monitoria e atividades complementares e de extensão. de A. KÖCHE. atividades de campo e desenvolvimento de projetos de pesquisa pelo corpo docente. 14. 2010. do trabalho e da cidadania podem ser estruturados a partir de uma área de concentração contemplando pesquisas e estudos que visam a incrementar o conhecimento de realidades científicas.Bibliografia Básica: FRANÇA. Belo Horizonte: Editora UFMG. INDISSOCIABILIDADE ENSINO. do professor e de suas capacidades de inserção no mundo da pesquisa. 6ª ed. 8ª ed. Clóvis Roberto. a atividade investigativa visa contribuir para a qualidade do ensino. Vozes.. condições de participação em projetos individuais ou de grupos de pesquisa. Petrópolis. M. Grupos de Pesquisa serão criados imbuídos da certeza de uma política institucional de valorização do aluno. O princípio da indissociabilidade entre o ensino. Júnia Lessa. 2005. Relação com a extensão A instituição incentiva e apóia atividades extracurriculares como a Mostra dos Saberes e a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. MARCONI. 14. 2010.2. Trabalho de conclusão de curso . nos seus campos específicos ou em campos de interface interdisciplinar. sócioeconômicas culturais e suas diversas inter-relações de modo promover a formação científica emancipatória do profissional a ser habilitado. José Carlos.Guia de elaboração passo a passo. pesquisa e extensão será assegurado mediante o envolvimento dos professores e alunos em projetos como os de iniciação científica. Relação com a pesquisa A instituição incentiva e apóia atividades extracurriculares como visitas técnicas. LAKATOS. Fundamentos de metodologia científica.

exercícios. A avaliação do desempenho escolar será feita por disciplinas considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento. constitui-se condição ímpar para a obtenção de novos conhecimentos e troca de experiências com profissionais de outras instituições e com a comunidade. inclusão de tarefas contextualizadas com a utilização funcional do conhecimento conferindo importância às aptidões dos alunos. a fim de atender às peculiaridades dos alunos e de oportunizar uma avaliação adequada aos diferentes objetivos. através do desenvolvimento de atividades interdisciplinares como uma poderosa ferramenta de contextualização do ensino acadêmico. que envolvam atividades realizadas individualmente e em grupo e forneçam indicadores da aplicação. conquistas e possibilidades e que funcione como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem. O Sistema de avaliação é realizado em conformidade com as normas estabelecidas pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro – Campus Paracatu. AVALIAÇÃO 15. aos trabalhos escolares.1. Segunda Época e Aprovação O curso Técnico em Eletrônica na modalidade concomitante ou subsequente. Além disso.ao seu curso para mostrar para a comunidade. A verificação da apropriação dos objetivos propostos nas unidades curriculares será feita de forma diversificada. monografia e outros. A assiduidade diz respeito à freqüência às aulas teóricas. trabalhos de pesquisa. por meio de provas escritas e/ou orais. 15. Da aprendizagem A proposta pedagógica do curso prevê uma avaliação contínua e cumulativa. aos exercícios de aplicação e atividades práticas. Recuperação. aulas práticas. devendo ser utilizada como ferramenta para tomada de consciência das dificuldades. projetos de trabalho. as funções diagnóstica. formativa e somativa. 72 . terá o sistema de avaliação semestral e serão distribuídos 100 pontos em dois bimestre. no contexto profissional dos objetivos adquiridos. de forma integrada. seminários. Sistema de Avaliação. bem como participar de diversos mini-cursos e palestras. com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. assumindo. relatórios de atividades. aos seus conhecimentos prévios e ao domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil do futuro egresso. Deverão ser priorizados instrumentos de avaliação estimuladores da autonomia na aprendizagem. no processo ensino-aprendizagem.

tais como. compromisso e responsabilidade. No 2º bimestre ficará em aberto. poderão ser adotadas estratégias e metodologias diversificadas no desenvolvimento da recuperação paralela. Para a recuperação paralela. estratégias e metodologias adotadas nos estudos de recuperação paralela. RECUPERAÇÃO PARALELA: Realizada no decorrer de cada bimestre. além das atividades de ensino-aprendizagem normalmente desenvolvidas no decorrer do bimestre. todos os alunos terão direito a realizar os estudos de recuperação paralela cujo resultado não se limitará ao máximo de 60% do total de pontos distribuídos no bimestre. A critério do professor.Sistema bimestral de notas. após os estudos de recuperação. exercícios de fixação. etc. e com a anuência do Núcleo de Gestão Pedagógica e da Coordenação de Curso. o aluno poderá ficar. independente do número de unidades curriculares. No 1º bimestre. em que são distribuídos 50 pontos em cada bimestre. Nos estudos de recuperação paralela o aluno será submetido à nova(s) atividade(s) avaliativa(s) referente(s) aos conteúdos trabalhados no bimestre. a entrega. prevalecendo sempre à maior nota. trabalhos. ou seja. serão repassadas aos alunos com a ciência dos mesmos e/ou de seus responsáveis. da freqüência e das notas dos Estudos de Recuperação Paralela serão discriminados nos diários. correção e esclarecimentos de erros das avaliações. 73 . o aluno receberá outras atividades a serem desenvolvidas extraclasse e em paralelo ao andamento normal das aulas com orientação prévia do professor responsável e/ou acompanhamento de monitores. permanecendo os pontos referentes aos trabalhos. com 60% dos pontos do respectivo bimestre. no máximo. correspondendo às notas das avaliações. em cada componente curricular. tarefas. Os registros dos conteúdos trabalhados. tarefas e trabalhos considerados como atividade avaliativa. em cada componente curricular. Aprovação Frequência mínima de 75% do total da carga horária (semestral). participação.. As atividades. RENDIMENTO ≥ 60 %. de acordo com as necessidades e as especificidades de cada componente curricular.

a avaliação consistirá em um instrumento fomentador de mudanças e atualização. periodicamente pelo corpo docente. Pautada pelos princípios da democracia e autonomia. nos casos em que houver amparo legal o professor acertará com o aluno nova oportunidade para que se realize o trabalho. num prazo máximo de 48 horas após seu retorno a Instituição. 74 . caso não haja justificativa legal a ser apresenta ao professor da respectiva unidade curricular. poderão ocorrer no decorrer de todo o bimestre.2. sendo que. 15. No caso de ausência pelo aluno no dia em que houver apresentação de tarefas. Autoavaliação O Curso Técnico em Eletrônica. o qual deverá ser preenchido e anexado à justificativa legal de sua ausência à avaliação. dirigir-se ao Setor de Registros e Controle Acadêmico (CRCA). por serem processuais. onde solicitará requerimento específico. Em caso de ausência a trabalhos. o aluno deverá. o mesmo perderá a pontuação atribuída a esta atividade. e normas internas da Instituição. com o objetivo de consolidar a qualidade de ensino. o Setor de CRCA encaminhará o requerimento à coordenação de curso. Em seguida. o aluno apresentará a justificativa diretamente ao professor. Os procedimentos de registro da avaliação acadêmica obedecem à legislação vigente. será comunicado ao professor para que o este acerte com o aluno nova data para a realização da “segunda chamada”. Em caso de ausência às avaliações acima. Observações: As avaliações parciais. As datas de “segunda chamada” de provas parciais ou simulados serão comunicadas e/ou combinados diretamente pelo professor da respectiva unidade curricular com o aluno interessado. podendo ou não ser previamente informadas pelo professor. sem prejuízos em sua pontuação.Havendo monitores o acompanhamento e orientação dos mesmos obedecerá a um cronograma previamente estabelecido. o qual será repassado aos alunos com ciência dos mesmos e/ou dos pais ou responsáveis. o qual se deferido. realizará. discentes e comunidade envolvida avaliação de sua proposta pedagógica.

Em atividades desenvolvidas no trabalho e/ou alguma modalidade de atividades nãoformais. isto é. Em cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores (antigos cursos básicos).16. ATENDIMENTO AO DISCENTE Os alunos do curso dispõem de atendimento/acompanhamento pedagógico. O registro de ingresso de alunos com necessidades especiais ainda é pequeno. envolvendo a orientação de procedimentos do curso. do perfil profissional. semestralização. O Núcleo de Atendimento à Pessoa com Necessidades Educacionais Especiais – NAPNEE reúne-se para discutir assuntos ligados ao acesso e permanência dessas pessoas na Instituição.Campus Paracatu possui estrutura física para a acessibilidade de pessoas com necessidades educacionais especiais. Quanto ao atendimento especializado. Poderão ser aproveitados conhecimentos adquiridos: • Em qualificações profissionais ou componentes curriculares de nível técnico concluídos em outros cursos. Instituições de atendimento específico e também as famílias dos alunos têm sido vistas como parceiras a fim de que os alunos alcancem bom desempenho em todos os sentidos possíveis. A busca constante do apoio de órgãos competentes em áreas diversas a partir do ingresso de alunos com necessidades especiais específicas tem sido a prática em todos os campi do IFTM. conteúdos específicos da área de eletrônica. na medida em que acontece. por meio da coordenação do curso e assessoria pedagógica. O Instituto Federal de Educação. reposição de atividades. Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro . APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Os conhecimentos adquiridos ao longo de experiências podem ser aproveitados mediante a avaliação de certificação de conhecimentos trabalhados nos componentes curriculares integrantes da parte profissionalizante. constata-se que não existem profissionais efetivos com formação específica embora alguns deles já tenham ou estejam participando de cursos de capacitação. do currículo. acompanhamento nas definições e orientações de estágio. • • 17. desencadeiam-se mais estudos e consequentemente a implantação de ações para 75 . Estudam-se as leis vigentes e buscam-se adaptações de equipamentos específicos. bem como nas questões de aproveitamento de estudos. e. dentre outras do cotidiano acadêmico. bem como a aquisição de outros que venham a facilitar a vida dos alunos em todos os sentidos. Desta forma.

coordenar. VI. IV. Direção Geral do campus e do Colegiado de Curso. o processo de elaboração. II. COORDENAÇÃO DE CURSO O Curso será administrado por um coordenador . elaborar o horário do curso em articulação com as demais coordenações. quando for o caso. analisar. VIII. XI. realizar o acompanhamento e avaliação dos cursos em conjunto com a equipe pedagógica. os planos de ensino 76 . VII. 18. em conjunto com a equipe pedagógica. em conjunto com a equipe pedagógica.atendê-los com a máxima eficiência e sem quaisquer perdas para os mesmos.profissional da área. orientar os estudantes quanto à matrícula e integralização do curso. V. aprovar e acompanhar. convocar e presidir reuniões do curso e /ou Colegiado. participar da elaboração do calendário acadêmico. IX. analisar e emitir parecer sobre alterações curriculares encaminhando-as aos órgãos competentes. representar o curso junto a órgãos. cumprir e fazer cumprir as decisões e normas emanadas do Conselho Superior. em conjunto com a equipe pedagógica. promover avaliações periódicas do curso em articulação com a Comissão Própria de Avaliação CPA e com a equipe pedagógica. X. XIII. pronunciar sobre aproveitamento de estudo e adaptação de estudantes subsidiando o Colegiado de Curso. conselhos. orientar e acompanhar. XII.Campus Paracatu possui sanitários adaptados e rampas para todas as dependências. O IFTM . eventos e outros. execução e atualização do Projeto Pedagógico do Curso. atividades acadêmicas e desempenho dos estudantes. o planejamento e desenvolvimento das unidades curriculares. III. Reitoria e PróReitorias. Coordenador do Curso: Gustavo Alexandre de Oliveira Silva Carga Horária: DE Titulação: Graduado Atribuições da Coordenação de Curso São inerentes às exigências do curso e aos objetivos e compromissos da Instituição tendo os coordenadores de curso as seguintes atribuições: I. internos e externos à instituição.

participar. estimular. XIV. Manter-se atualizado acompanhando mudanças que possam ocorrer no âmbito dos assuntos 77 . em conjunto com a equipe pedagógica. XXIII. participar da organização e implementação de estratégias de divulgação da instituição e do curso. pesquisa e extensão. professores responsáveis por trabalho de conclusão de curso.das unidades curriculares do curso. XXV. tendo como papel fundamental o assessoramento do professor em sua prática docente a fim de que as expectativas e necessidades do aluno sejam efetivamente alcançadas. simpósios. práticas pedagógicas e atividades complementares e equipe pedagógica O pedagogo é o articulador do processo pedagógico no âmbito escolar. de acordo com as normas vigentes. XIX. XXIV. XVIII. participar do planejamento e do acompanhamento das atividades acadêmicas previstas no Projeto Pedagógico do Curso. em conjunto com a coordenação de estágio e setores competentes.1 Equipe de apoio e atribuições: núcleo docente estruturante. implementar ações de atualização do acervo bibliográfico e laboratórios específicos do curso bem como sua manutenção. A atuação do pedagogo nesta concepção tem como atribuições: 1. a formação continuada de professores. analisar e emitir parecer sobre a aceitação de matrículas de estudantes transferidos ou desistentes. incentivar a articulação entre ensino. solicitar material didático-pedagógico. colegiado. XXI. em conjunto com a equipe pedagógica. dentre outras). da construção do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI. XVI. XV. apto a promover um trabalho coletivo numa integração das competências de todos. cursos. estágio. participar do processo de seleção dos professores que irão atuar no curso. atuar de forma integrada com a Coordenação de Registro e Controle Acadêmico (CRCA). participar e apoiar a organização de atividades extraclasse inerentes ao curso (palestras. 18. XVII. seminários. XXII. XX. acompanhar e apoiar o planejamento e a condução do estágio supervisionado dos estudantes.

matrícula e transferência de alunos. Despertar a consciência crítica do professor quanto à adequação dos métodos didático/pedagógicos à filosofia educacional proposta pelo estabelecimento de ensino. 18. a substituição de professores em caráter eventual ou definitivo. junto aos Coordenadores de Cursos. Assessorar o professor na elaboração. 16. 8. em cada área.educacionais. Inteirar-se quanto aos recursos existentes na escola e comunidade educativa que possam promover o enriquecimento do processo pedagógico. de acordo com critérios previamente estabelecidos. mantendo um registro atualizado deste acompanhamento. 20. incentivando-o à expressão de novas idéias. 2. 14. 78 . na distribuição adequada dos conteúdos programáticos e em rotinas de trabalho. 19. Participar do processo de seleção de professores. Acompanhar resultados do processo ensino-aprendizagem propondo a intervenção em casos específicos de defasagem. 17. 5. 11. Estimular o corpo docente à continuidade do aperfeiçoamento profissional. execução e avaliação do planejamento de ensino. Promover o intercâmbio de experiências didático-pedagógicas. 3. Acompanhar o trabalho dos professores. Participar da elaboração do calendário escolar e cronograma de atividades com a participação e conhecimento da comunidade acadêmica. à pesquisa e à reflexão crítica. 15. 4. respeitando a especificidade de cada um. 12. Participar das atividades comemorativas e eventos da escola onde o aluno se faz presente. Acompanhar a elaboração das avaliações visando o alcance dos objetivos a partir dos conteúdos previstos. Participar da elaboração dos Projetos Pedagógicos dos Cursos. a partir do que é proposto no Plano de Curso. 7. Colaborar nas atividades extra-classe e de integração escola-comunidade. 10. Acompanhar. Cumprir as determinações da Instituição atendendo às solicitações dos setores competentes. sobretudo em termos de publicações legais. Solicitar a aquisição de livros e assinatura de periódicos na área pedagógica e/ou em áreas específicas visando o aprimoramento e enriquecimento do processo educacional. Participar da elaboração coletiva do Projeto Político-Pedagógico. Propor critérios para seleção. 13. 6. Participar dos conselhos de classe. em articulação com a Comissão Própria de Avaliação – CPA e 22. Participar. 9. Integrar-se aos demais serviços e setores da comunidade educativa. 21.

19. Nº 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 CORPO DOCENTE DO CURSO Docente Titulo Área de concentração Regime de trabalho Alberto da Silva Alexandre Fieno da Silva Andriza Emília Leite Carla Elena Dias Martins Carlos Paula Lemos Celi Hipólito Dutra Claiton Luiz Soares Daniel Gonzaga dos Santos Daniela de Faria Prado Eustáquio Donizeti de Paula Geandre de Carvalho Oliveira Geraldo Gonçalves de Lima Gustavo A.1. de Oliveira Silva Haniel Soares Gonçalves João Batista Ferreira Junior Joselene Elias de Oliveira Julio César Ferreira Márcio Silva Andrade Marvile Palis Costa Mauro Beirigo da Silva Paulo César Feraciolli dos Santos Robson Vieitas Ramos Rodolfo Bocardo Palis Rogélio dos Reis Dias Ronaldo Eduardo Diláscio Sheilla Andrade de Souza Silvana Haddad William Júnio do Carmo Mestrado Mestrado Graduada Mestrado Mestrado Especialista Mestrado Mestrado Mestrado Mestrado Mestrado Mestrado Graduado Especialista Mestrado Especialista Mestrado Mestrado Especialista Especialista Especialista Mestrado Especialista Especialista Mestrado Especialista Doutorado Mestrado Eletrônica Informática Português/Inglês Informática Eletrônica Física Informática Informática Português/Inglês História Química Filosofia/Sociologia Informática Matemática Educação Física Educação Eletrônica Gestão Artes Geografia Matemática Eletrônica Português/Espanhol Informática Administração Português/Inglês Biologia Gestão DE 40 DE DE 40 DE DE 40 DE DE DE DE DE DE DE DE DE 40 DE 40 DE DE DE DE DE DE DE DE 20. Corpo técnico administrativo Título Quantidade Doutor Mestre 1 Especialista 9 Aperfeiçoamento Graduação 19 Médio Completo 6 Médio Incompleto Fundamental Completo Fundamental Incompleto Total de servidores 35 79 . CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO Nível superior Nível intermediário Nível de apoio 20h 30h 40h 20h 30h 40h 20h 30h 40h 27 06 20.

Referência.Utilização da internet. .Empréstimo domiciliar.2. salas de estudo em grupo.Visita orientada ao uso da biblioteca. . área de circulação entre usuários e ainda 3 salas destinadas a administração da mesma.86 m dividida entre acervo.1. . tais como: .Comutação bibliográfica. sala de multimeios.Normalização bibliográfica. . Biblioteca A Biblioteca Central do IFTM. pesquisa e extensão. está aberta a toda comunidade acadêmica da Instituição para auxiliar nas atividades de ensino. O horário de funcionamento no período letivo é. o horário especial definido pela direção geral do IFTMCampus Paracatu. AMBIENTES ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICOS RELACIONADOS AO CURSO 21. São vários os serviços oferecidos pela Biblioteca.Serviço de alerta. . no período de férias. Sendo. .Campus Paracatu. de segunda a sexta-feira de 7h às 16h30 e de 18h às 22h30m.Orientação e /ou busca bibliográfica (manual e automatizada). . A Biblioteca ocupa uma área de 473.Treinamento de usuários.21. Salas: de aula/professor/auditório/reunião/ginásio/outros Auditório Banheiros Biblioteca Laboratórios Sala de docentes Salas de aula Salas de coordenação Sala de vídeo conferência Videoteca Quantidade 01 15 01 09 01 12 02 01 01 21. . Livros Periódicos Revistas Jornais Obras de referência Vídeos DVD 6114 0 3 0 0 0 0 80 .

memória DDR2.Laboratório de Biologia 21. eclipse. 800 4GB.8 m2 por aluno 54 1.Laboratório de Química . monitor LCD 17. Laboratórios de formação geral 0 4 0 .CD-ROM Assinaturas eletrônicas Outros 21. MysSQL. Visulg. Apache. PHP. Fonte de Alimentação DC Regulada Gerador de frequência Osciloscópios MO-1225 Multímetro Digital Osciloscópio Digital Multímetro Analógico Kits didáticos DataPool de Eletrônica Digital. teclado/mouse.4. IIS.8 Descrição (Software Instalado.2. Dev-C++. Antivírus Microsoft Security Essentials Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. e/ou outros dados) Windows Vista Business.Laboratório de Física .3. 06 12 06 06 15 04 06 12 05 05 06 06 Especificações Processador Core2duo E8400 3. e/ou outros dados) 81 . CodeBlocks. Eletrônica Analógica e Eletrônica Básica Kits didáticos Bit9 de Comunicação Digital Kits didáticos Bit9 de Comunicação Analógica Controlador Lógico Programável TPW03 Bancadas Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Eletrônica – 02 Área (m2) m2 por estação 1.0Ghz 6MB Cache L2. Sun VirtualBox. BrOffice 3. Laboratórios de formação específica Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Eletrônica – 01 Área (m2) m2 por estação 1. Gravador de DVD. HD 160GB.8 Descrição (Software Instalado.8 m2 por aluno 54 1.

CodeBlocks. Apache. eclipse. monitor LCD 17. IIS. teclado/mouse. memória DDR2. PHP. Sun VirtualBox. Dev-C++. Visulg. HD 160GB. Gravador de DVD. IIS. 800 4GB. IIS. Fonte de Alimentação DC Regulada Gerador de frequência Osciloscópios MO-1225 Multímetro Digital Multímetro Analógico Bancadas Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Informática – 01 Área (m2) 51 m2 por estação 1.Windows Vista Business.7 Descrição (Software Instalado.2. Sun VirtualBox. BrOffice 3. Visulg. 06 12 06 06 15 06 06 Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Especificações Processador Core2duo E8400 3. HD 160GB. Antivírus Microsoft Security Essentials Qtde. Apache.8 Descrição (Software Instalado.0Ghz 6MB Cache L2. BrOffice 3. Antivírus Microsoft Security Essentials Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. monitor LCD 17. memória DDR2. Apache. eclipse. 30 Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Especificações Processador Core2duo E8400 3.8 m2 por aluno 54 1. HD 160GB. Dev-C++.0Ghz 6MB Cache L2. Antivírus Microsoft Security Essentials Qtde.7 m2 por aluno 1. MysSQL.2. PHP. CodeBlocks. Sun VirtualBox. e/ou outros dados) Windows Vista Business. 800 4GB. Gravador de DVD. e/ou outros dados) Windows Vista Business. CodeBlocks. Visulg. Gravador de DVD. BrOffice 3.2. teclado/mouse. monitor LCD 17.0Ghz 6MB Cache L2. MysSQL. 30 Especificações Processador Core2duo E8400 3. Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Informática – 02 Área (m2) m2 por estação 1. memória DDR2. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno 82 . Dev-C++. eclipse. MysSQL. PHP. 800 4GB. teclado/mouse.

Sun VirtualBox. HD 160GB. PHP. Dev-C++.3 Descrição (Software Instalado. 800 4GB.0Ghz 6MB Cache L2. MysSQL. BrOffice 3. RECURSOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS . 20 Especificações Processador Core2duo E8400 3.10 Lousa Digital . Visulg. CodeBlocks.0Ghz 6MB Cache L2.7 1. memória DDR2. 800 4GB. Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório Manutenção de HW Área (m2) m2 por estação 2. Apache. HD 160GB. IIS. memória DDR2. CodeBlocks. Gravador de DVD. e/ou outros dados) Windows Vista Business. 20 Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Especificações Processador Core2duo E8400 3. MysSQL. Antivírus Microsoft Security Essentials Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Visulg. Visulg. eclipse. monitor LCD 17. IIS. Gravador de DVD. 800 4GB.Sala de Mutimeios 83 .20 Datashows .Laboratório de Informática – 03 54 2. Antivírus Microsoft Security Essentials Qtde. teclado/mouse. BrOffice 3. BrOffice 3. Apache.3 Descrição (Software Instalado. Sun VirtualBox. eclipse. Sun VirtualBox. eclipse.7 m2 por aluno 54 1. e/ou outros dados) Windows Vista Business.7 m2 por aluno 54 1. Antivírus Microsoft Security Essentials Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde.3 Descrição (Software Instalado. PHP. teclado/mouse. monitor LCD 17. teclado/mouse. HD 160GB.2.0Ghz 6MB Cache L2. monitor LCD 17. PHP. e/ou outros dados) Windows Vista Business. IIS.2. Dev-C++. 20 Especificações Processador Core2duo E8400 3.2. Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Informática – 04 Área (m2) m2 por estação 2. Dev-C++. 22. CodeBlocks. Apache. Gravador de DVD. MysSQL. memória DDR2.

♦ Fazer estágio curricular supervisionado com carga horária mínima de 90 horas no módulo de qualificação. ♦ Fazer estágio curricular supervisionado com carga horária mínima de 90 horas no módulo de qualificação. II(dois) e III(três). mencionando a área que se vincula.4 horas.266. Quanto à Qualificação Técnica: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos. DIPLOMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO Em conformidade com a legislação vigente. 84 .Salas de estudo dentro da Biblioteca. Os certificados de técnico indicam o correspondente título de técnico na respectiva habilitação profissional. que acompanham os certificados indicam. II(dois) e IV(quatro). Fazer estágio curricular supervisionado com carga horária mínima total de 180 horas. Para obter a certificação de Técnico em Eletrônica o aluno deverá: ♦ Cursar e ser aprovado em todas as Unidades Curriculares dos 4 (quatro) módulos. o aluno deverá: ♦ Cursar e ser aprovado nos módulos I(um). com especificações cabíveis. cabe a Instituição de Ensino expedir históricos escolares. também. Completados todos os módulos e concluindo o estágio curricular supervisionado de.446. com carga horária de 950 horas.4 horas e receberá o certificado de Técnico em Eletrônica. os conhecimentos definidos no perfil profissional de conclusão do curso. Os certificados de qualificação técnica indicam o título da ocupação certificada. declarações de conclusão de série e certificados de conclusão de cursos.2 horas. Os históricos escolares. Quanto à Qualificação Técnica: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação. A carga horária dos módulos do curso é de 1. 23. o aluno terá concluído um curso de 1. com carga horária de 933..Auditório Central para 240 lugares . o aluno deverá: ♦ Cursar e ser aprovado nos módulos I(um). 180 horas. no mínimo.

Campus Paracatu. A primeira matriz curricular faz a transposição dos alunos que ingressaram em janeiro de 2010 com uma grade com periodicidade letiva anual e hora aula de 40 minutos. uma padronização da carga horária das aulas. em todos os cursos do IFTM . que passou a ser de 50 minutos. passando de anual para semestral. também. TRANSPOSIÇÃO DE GRADE CURRICULAR No ano de 2011 iniciou-se. Para tanto. Padronizou-se.24. para uma grade com periodicidade letiva semestral e hora aula de 50 minutos. A segunda matriz curricular faz a transposição dos alunos que ingressaram em julho de 2010 com uma grade com hora aula de 40 minutos. a forma de periodicidade letiva. para uma grade com periodicidade letiva semestral e hora aula de 50 minutos. o PPC evidencia a seguir duas matrizes curriculares. 85 .

Nivelamento Matemática .2 53.2 53. Eletrônica Industrial Laboratório de Eletrônica Industrial Sistema de Controle Laboratório de Sistema de Controle Sistemas de Telecomunicações Laboratório de Sistemas de Telecomunicações Oficinas integradas 1 1 1 1 1 1 1 4 2 4 2 4 2 2 80 40 80 40 80 40 40 66. I Sistemas de Gestão Circuitos de Cor.MATRIZ CURRICULAR – ELETRÔNICA CONCOMITANTE INGRESSOS EM JANEIRO DE 2010 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.4 33.2 66.Qualificação: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação. Circuitos de Corrente Contínua é equivalente a Circuitos I e Circuitos de Corrente Alternada é equivalente a Circuitos II.Qualificação: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos.2 53.380 HORAS CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA CONCOMITANTE Componentes Curriculares 1o ANO .2 33.2 53.Nivelamento Português -Nivelamento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 2 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 53.2 o TOTAIS ACUMULADOS MÓDULOS I ano + III + IV 65 1.2 TOTAL 20 400 333.TÉCNICO EM ELETRÔNICA 1. Sistemas Digitais Laboratório de Sistemas Digitais Sistemas Microprocessados Laboratório de Sistemas Microprocessados Sistemas de Eletrônica Analógica II Laboratório de Sistemas de Eletrônica Analógica II Informática Aplicada 1 1 1 1 1 1 1 4 2 4 2 4 2 2 80 40 80 40 80 40 40 66.4 33. MÓDULO IV: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação. A.2 66.2 53. Alternada Acionamentos Eletrônicos TCC (Oficinas Integradas) Informática Básica Física Aplicada Física .4 33. 86 . Estágio 90 hrs.2 TOTAL 20 400 333. Aulas do 1 ano com duração de 40 minutos e em 40 semanas.2 53.200 ESTÁGIO 180 CARGA HORÁRIA TOTAL .2 53. Prof.2 53.2 Módulo III . Aulas com duração de 50 minutos. Circuitos de Corrente Contínua Sistemas Analógicos I Lab.2 TOTAL 25 800 533. 3. Aulas/ Semanas Módulo: 20 semanas* Total Aulas Total Horas Circuitos de Corrente Contínua Laboratório de.2 66.BÁSICO* Nº. Observações: 1. S.380 Certificação dos Módulos MÓDULO III: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos. Estágio 90 hrs.200 1.4 33. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – CAMPUS PARACATU CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1. 4. o 2.2 53. A conclusão de todos os módulos confere ao concluinte a habilitação profissional de Técnico em Eletrônica.4 33.4 33.2 66.2 33.2 Módulo IV .

2 TOTAL 20 400 333.4 33.4 TOTAL 19 380 316. Aulas/ Semanas Módulo: 20 semanas* Total Aulas Total Horas Circuitos Elétricos I Laboratório de Circuitos Elétricos I Informática Básica Matemática Aplicada I Inglês Instrumental Português Instrumental Sistema de Gestão Ética e Responsabilidade Social Fundamentos de Saúde.2 66.2 1.520 66.4 26.2 66.4 33.Qualificação: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos.2 33.4 33.4 33.2 180 1.2 87 . Estágio 90 hrs.TÉCNICO EM ELETRÔNICA 1 1 1 1 1 1 1 TOTAL 4 2 4 2 4 2 2 20 80 80 40 80 40 80 40 40 400 1.BÁSICO 1 1 1 1 1 1 1 1 1 TOTAL 5 2 2 3 3 2 2 1 1 21 100 40 40 60 60 40 40 20 20 420 66.443. Prof.2 66.2 HORAS CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA CONCOMITANTE Componentes Curriculares Módulo I .2 13.4 26.MATRIZ CURRICULAR – ELETRÔNICA CONCOMITANTE INGRESSOS EM JULHO DE 2010 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.2 Módulo III .4 33.4 33. Estágio 90 hrs.2 66. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – CAMPUS PARACATU CARGA HORÁRIA DO CURSO: 1.2 66.4 33.2 66.BÁSICO* Nº.2 33.2 333.4 40 40 26.4 Módulo IV .2 280 Circuitos Elétricos II Laboratório de Circuitos Elétricos II Sistemas de Eletrônica Analógica I Laboratório de Sistemas de Eletrônica Analógica I Sistemas Digitais Laboratório de Sistemas Digitais Informática Aplicada 1 1 1 1 1 1 1 4 2 4 2 4 2 2 80 40 80 40 80 40 40 66.4 33.Qualificação: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação.4 26. Acionamentos Eletroeletrônicos e Máquinas Elétricas Laboratório de Acionamentos Eletroeletrônicos e Máquinas elétricas Sistema de Controle Laboratório de Sistema de Controle Sistemas de Telecomunicações Laboratório de Sistemas de Telecomunicações Oficinas integradas TOTAIS ACUMULADOS MÓDULOS I+II+III+IV ESTÁGIO CARGA HORÁRIA TOTAL .4 33.4 13.2 16. Eletrônica Industrial Laboratório de Eletrônica Industrial Sistemas Microprocessados Laboratório de Sistemas Microprocessados Sistemas de Eletrônica Analógica II Laboratório de Sistemas de Eletrônica Analógica II Metodologia do Trabalho Científico 1 1 1 1 1 1 1 4 2 4 2 4 2 1 80 40 80 40 80 40 20 66. Segurança no Trabalho e Meio Ambiente Módulo II .443.263.

Observações: 1. Aulas do Módulo I com duração de 40 minutos. Aulas dos Módulos II ao IV com duração de 50 minutos. MÓDULO IV: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Automação e Comunicação. 2. 2. A conclusão de todos os módulos confere ao concluinte a habilitação profissional de Técnico em Eletrônica.Certificação dos Módulos MÓDULO III: Montador e Reparador de Dispositivos Eletroeletrônicos. 88 .