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INFRA-ESTRUTURA DE REDES

Profa. Christiane Borges
angel.chris@gmail.com

2012

O que é Cabeamento Estruturado?

“Infra-estrutura que segue padrões e normas, proporcionando plataforma universal para o tráfego das informações, independente das aplicações ou dos fabricantes”

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SEM cabeamento estruturado:

COM cabeamento estruturado:

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Projeto Físico de Redes

- Topologias - Cabeamento estruturado

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Os pontos no meio onde são conectados recebem a denominação de nós. 6 .Existem várias topologias. Projeto Físico de Redes . . . ou seja.Topologia: Refere-se ao "layout físico" e ao meio de conexão dos dispositivos na rede. para que possam ser reconhecidos pela rede.Barramento: Topologia que compartilha o meio de transmissão com todos participantes.Projeto Físico de Redes . Estrela e Anel. sendo que estes nós sempre estão associados a um endereço. como estes estão conectados. embora as variações sempre derivem da: Barramento.

Switch Projeto Físico de Redes . 7 .Anel: Cada participante aguarda seu momento de transmitir (token).Projeto Físico de Redes -.Precursor do surgimento do hub/switch.

Projeto Físico de Redes .Projeto Físico de Redes .Variações 8 .Compartilha a largura de banda do concentrador.Estrela: O concentrador faz o encaminhamento das transmissões. .

Projeto Físico de Redes 9 .Projeto Físico de Redes .Topologias: No projeto físico devemos separar a topologia da LAN e WAN.

• Roteadores e switches de camada 3 operam nas 3 primeiras camadas.Ativos de Redes Repetidores Hubs Bridges Switches de camada 2 e 3 Roteadores Ativos de redes: dispositivos de redes locais • Repetidores e hubs operam somente na primeira camada da arquitetura. 10 . • As bridges e switches de camada 2 operam nas 2 primeiras camadas.

o regenera ao nível onde a inteligibilidade seja mantida. NÃO ANALISA OS DADOS.REPETIDORES - AMPLIAR O SEGMENTO DA REDE. - Não tem a mínima noção da idéia de quadros - o sinal é elétrico REPETIDORES 11 .EXISTEM LIMITES QUE DEVEM SER RESPEITADOS DE ACORDO COM A TECNOLGIA DA REDE UTILIZADA. . APENAS REPLICA O SINAL. - DIMINUI O DESEMPENHO DA REDE. - Ele recebe um sinal na entrada e antes que o sinal se torne fraco ou corrompido.

Nota: Um repetidor conecta segmentos de uma mesma LAN. Sinal distorcido Repetidor Sinal distorcido Sinal regenerado b. mas não possibilita nenhum tipo de filtragem de frames. Transmissão da esquerda para a direita. Função do repetidor Repetidor Sinal regenerado a. 12 . Um repetidor replica todos os frames às demais portas. Transmissão da direita para a esquerda.

Oferece um ponto de centralização para usuários da LAN. 13 . .Facilita o gerenciamento e o controle das conexões para LANs. TODO HUB É UM REPETIDOR MULTIPORTAS.HUBS - CONCENTRADORES DE CABOS. .GERALMENTE É UTILIZADO PARA ESTABELECER A CONEXÃO FÍSICA ENTRE ESTAÇÕES FORMANDO UMA TOPOLOGIA EM ESTRELA. Hubs Hub Local Area Network User’s workstations Server .

- Bridge Tabela da bridge 14 . . toma decisões de encaminhamento dos frames. - CAPACIDADE DE FILTRAGEM - Verifica os endereços de origem e destino do frame.Possui capacidade de regenerar na saída o sinal recebido na entrada. e baseado neles. de forma que eles passem a formar uma única rede. -Implementam as camadas física e de enlace. Permitem interligar dois segmentos de rede.BRIDGES - É UM REPETIDOR INTELIGENTE. Toma decisões de encaminhamento baseada em uma tabela que associa endereços físicos à portas da bridge.

Switches • Tem a aparência de um hub – HUB: age como um longo fio compartilhado – SWITCH: simula uma rede com várias bridges! – Funcionam na camada 2 e 3 (Layer 3 Switches) – Cada nó tem a capacidade total de transmissão do Switch 15 .É UMA PONTE MELHORADA.SWITCHES .PODEM TRABALHAR COM TAXAS DIFERENTES SIMULTÂNEAMENTE. - PERMITE COMUNICAÇÕES SIMULTÂNEAS. DE TRANSFERÊNCIA . PONTES CONTENDO VÁRIAS PORTAS.

• Desktop ou backbone. • Pode tomar decisões sobre que rota deverá tomar. • Pode ser baseado em frame ou células. Conexão Full Duplex B Segmento A Segmento B Switch Segmento C Segmento D A “A” transmite para “B” ROTEADORES • Serve para rotear dados quando se têm multiplos caminhos. • Podem interligar redes com arquiteturas diferentes. Implementam as camadas de rede. • Monta tabela de roteamentos. • Somente LAN. 16 . • Aumento significativo de performance. enlace e física. faz encaminhamento de pacotes entre redes diferentes. • Quebra domino de broadcast.SWITCHES • Segmentação de trafego e redução de congestionamento. • Baixo custo e fácil uso.

ROTEADORES • Pode ser conectado entre LANs similares ou não. • Utilizados em LAN ou WAN. • Mais caros e complexos do que os switches. etc. • Depende de protocolos. custo. Router de pacotes usando roteamento baseado em contagem de saltos. A Router 1 B ? Router 2 ? Router 3 C D “A” transmite para “D” Caracterização da Rede Existente • Quando há uma rede existente que está sendo expandida. ela deve ser examinada e caracterizada detalhadamente – Topologia – Estrutura física – Desempenho da rede 17 .

É imprescindível a implementação de um sistema que satisfaça às necessidades iniciais e futuras em telecomunicações e que garanta a possibilidade de reconfiguração ou mudanças imediatas. . Projeto Físico de Redes 18 . dados.Projeto Físico de Redes Cabeamento estruturado: Rede interna projetada de modo a prover uma infra-estrutura que permita evolução e flexibilidade para diversos serviços de telecomunicações (voz. sem a necessidade de obras civis adicionais. imagens e outros. sonorização.) e considerando-se a quantidade e complexidade destes sistemas.

) • Confiabilidade • Ótima relação custo x benefício O Que exigir do Cabeamento? Longevidade Documentação Flexibilidade 19 . ATM e etc. Token Ring. alteração e gerenciamento do sistema • Suporte a diferentes tecnologias de rede (Ethernet.Vantagens do Cabeamento Estruturado • Facilidade de expansão.

Cabeamento estruturado Cabeamento estruturado Flexibilidade 20 .

Cabeamento estruturado Flexibilidade Cabeamento estruturado Flexibilidade 21 .

eletrodutos. Especificações gerais para encaminhamento de cabos (Infra estrutura .POR QUÊ? 22 . Padrões para Cabeamento de Telecomunicações para Planta Externa na Propriedade do usuário Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicações para rede interna Estruturada NORMAS TÉCNICAS . Especificação geral sobre cabeamento estruturado em instalações residenciais. calhas) Administração da documentação.Projeto Físico de Redes NORMA EIA/TIA 568 B. bandejas. Especificação elétrica e aterramento. canaletas.565) ASSUNTO Especificação geral sobre cabeamento estruturado em instalações comerciais.2 EIA/TIA 569 EIA/TIA 606 EIA/TIA 607 EIA/TIA 570 ANSI/TIA/EIA-758 ABNT/COBEI (NBR 14.

br/imagens/galeria/gale_desc12.gov.com.rio.globo.selinc.br/defesacivil/eletricidade.com/rio/mat/2006/08/14/285250807.Elé Normas do Sistema Elétrico ?sadicedebo oãs oãn samron sa odnauQ www.asp www.htm MHz X Mbps 23 .rj.htm oglobo.

Dados.MHz X Mbps Cabeamento Estruturado Anos 80 Cabeamento Dedicado Sistemas Proprietários Voz. Controle 24 . Imagens. Video. Dados Visão atual Sistema integrado de Cabeamento Modelos Padronizados Voz.

Ventilação etc – Sensores de Incêndio. Acesso. Temperatura e Presença 25 .Cabeamento Estruturado • Sistema que obedece a padrões e normas para garantir: – – – – – – Organização Flexibilidade Desempenho Escalabilidade Simplificação do Uso Simplificação da Manutenção CABEAMENTO ESTRUTURADO Objetivos • Integrar em um único projeto múltiplas aplicações como: – Vídeo – Dados – Controles de Segurança. Iluminação.

• Pelo não cumprimento às normas técnicas de padronização do sistema de cabeamento. • Pelo tipo de cabeamento adotado (quando se usa um cabeamento inadequado pra determinadas aplicações). Cabeamento Não-estruturado Dutos super-lotados Cabos dobrados Dificuldade de Manutenção Foto: Rodrigo Cabelo 26 .CABEAMENTO DE REDE Problemas no Cabeamento • Ocorrem devido à má qualidade dos componentes empregados.

Outros Pontos da Rede CABEAMENTO NÃO-ESTRUTURADO Mais exemplos.. Projeto de Redes 27 ....CABEAMENTO NÃO-ESTRUTURADO Mais exemplos.

..CABEAMENTO NÃO-ESTRUTURADO Mais exemplos. CABEAMENTO NÃO-ESTRUTURADO Mais exemplos.. 28 ..

.CABEAMENTO NÃO-ESTRUTURADO Mais exemplos.. 29 . CABEAMENTO NÃO-ESTRUTURADO Mais exemplos...

. AUSÊNCIA DE ESTRUTURA Consequências • Inflexibilidade para mudanças • Rápida saturação de dutos. canaletas e outros suportes de cabeamento • Cabeamento não aproveitável com novas tecnologias • Suporte técnico dependente de fabricantes • Custos altos em uma possível mudança 30 .CABEAMENTO NÃO-ESTRUTURADO Mais exemplos..

31 ..Em dezembro de 2010 a do Facebook estava assim . Publicação da revista time...

32 .Em dezembro de 2010 a do Facebook estava assim .

.. • Obras geralmente demoradas. • Depois de pronto. • Em geral implica obras de alvenaria na empresa.. 66 33 . a tendência é a de se esquecer do cabeamento..Cabeamento Estruturado Desvantagens • Custo inicial elevado. criando grande impacto. e aí.

67 CABEAMENTO ESTRUTURADO Padronização • A falta de padronização dos sistemas de fiação de telecomunicações. eletricidade. segurança. dados. • Prédios possuíam cabeamento para voz. denominada EIA/TIA-568. a EIA (Eletronic Industry Association/Telecomunication Industry Association) propôs uma versão de uma norma de padronização. cada qual com uma padronização proprietária. preocupou o setor no final dos anos 80. sistema de controle. • A EIA/TIA-568 especifica cabeamento estruturado em instalações comerciais. 34 . • Em 1991.

1 – "General Requirements". levando em consideração aspectos como: – Desempenho – Largura de Banda – Comprimento – Atenuação 35 .Projeto Físico de Redes -Cabeamento estruturado: Norma ANSI/EIA/TIA 568A/B: . A instalação do sistema de cabeamento de telecomunicações feita durante a construção do edifício torna-se mais barato que após a ocupação do edifício.3 – "Optical Fiber Cabling Components Standard". -Com áreas distintas de foco. TIA/EIA-568-B.2 – "Balanced Twisted Pair Cabling Components". o documento foi dividido em três normas: TIA/EIA-568-B. TIA/EIA-568-B. Norma EIA/TIA 568 • Classifica o sistema de cabos em categorias.O propósito é possibilitar o planejamento e a instalação do sistema de cabeamento estruturado nos edifícios comerciais.

CAT3: dados até 16Mbps Embora numa rede Ethernet a 10Mbps só se usarem 2 pares (Laranja e Verde) (em desuso) CAT4: dados até 20 Mbps CAT5: dados até os 155Mbps A Fast Ethernet (a 100Mbps) já precisa dos 4 pares! CAT 6: dados até os 200MHz (recente) CAT 7: dados até os 600MHz (em estudo) 36 .Norma EIA/TIA 568 • Categoria de Cabeamento – Cabo Coaxial – Par Trançado (UTP) – Fibra Ótica Comentário: O cabo UTP Se o cabo for de marca deve ter escrito nele o seguinte texto: UTP Unshielded Twisted Pair (Par entrançado não blindado) CAT1 e 2: Voz e dados Temos 4 pares de fios (8 até 4Mbps fios) coloridos.

Norma EIA/TIA 568 • Tipos de Conector Conector BNC – Cabo Coaxial – Par Trançado (UTP) – Fibra Ótica RJ-45 fêmea RJ-45 macho Conectores para fibra ótica Norma EIA/TIA 568 • Tomadas – prevê a utilização das tomadas de telecomunicações para interligação dos equipamentos de rede ao cabeamento horizontal 37 .

38 . Norma EIA/TIA 568 • Ring Runs – Usados para guiar os patch cables dentro do Rack – Evita que o peso dos cabos não interfira nos contatos tanto nos Hubs como nos patch panels.Norma EIA/TIA 568 • Painéis de Distribuição (Patch Panels) – Faz a conexão entre o cabeamento que sai do Rack e chega às tomadas de telecomunicação.

a norma EIA/TIA 568A ainda é pouco utilizada.Norma EIA/TIA 568 • Racks – Tem a função de acomodar os Hubs. • Uma séria de erros considerados grosseiros são cometidos numa instalação de um cabeamento. • Talvez a falta de informação de vendedores e técnicos da área seja uma razão pra isso. Patch Panels e Ring Runs. – Pode ser aberto ou fechado Normas EIA/TIA • Apesar de sua importância. 39 .

2). • Utilizar categorias de cabos inadequadas para determinadas aplicações.Define a sequência dos fios (cores) dentro do conector RJ-45 e Jack RJ-45 . cinta Projeto Físico de Redes . • Apertar muito a cinta que agrupa os cabos.Erros cometidos por não se usar a Norma EIA/TIA 568A • Dobrar cabos e fios. EUA Europa 40 . • Exceder as limitações de distância.Não confundir padrão de conectorização T568A/B com a norma EIA/TIA 568(B.

Projeto Físico de Redes T568A T568A T568B NBR 14565 e ANSI/TIA/EIA 568 NBR 14565 1 2 3 4 5 6 Área de trabalho ( ATR ) Cabeamento Horizontal ou secundário Salas ou armários de Telecomunicações (AT) Cabeamento vertical ou primário Sala de equipamentos (SEQ ) Entrada da edificação ou Sala de entrada de telecomunicações (SET) ANSI/TIA/EIA 568 Work Area ( WA ) Horizontal Cabling ( HC ) Telecomunications Closets (TCs) ou Telecomunications Room ( TRs) Cabeamento tronco ou Backbone Equipament Room ( ER) Entrance Facilities ( EF ) 41 .

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A é formado pelo seguintes sub-sistemas: Área de Trabalho Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A é formado pelo seguintes sub-sistemas: Entrada do Edifício Área de Trabalho 42 .

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A é formado pelo seguintes sub-sistemas: Entrada do Edifício Sala de Equipamentos Área de Trabalho Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A é formado pelo seguintes sub-sistemas: Entrada do Edifício Sala de Equipamentos Cabeamento Backbone Área de Trabalho 43 .

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A é formado pelo seguintes sub-sistemas: Entrada do Edifício Sala de Equipamentos Cabeamento Backbone Armário de Telecomunicações Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A é formado pelo seguintes sub-sistemas: Entrada do Edifício Sala de Equipamentos Cabeamento Backbone Área de Trabalho Armário de Telecomunicações Cabeamento Horizontal 44 .

45 .Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A é formado pelo seguintes sub-sistemas: Entrada do Edifício Sala de Equipamentos Cabeamento Backbone Área de Trabalho Armário de Telecomunicações Cabeamento Horizontal Área de Trabalho Projeto Físico de Redes 1) Entrada do prédio – Distribuidor Geral de Telecomunicações (DGT): Interface entre o cabeamento externo (voz/dados) e o cabeamento do backbone no interior do prédio.

5m .Onde estão os racks de ativos. . .Área igual ou maior a 14m2 46 . conexões e instalações(ex: onde estão os switches).Instalar tomadas elétricas a cada 1.Entrada do prédio – Distribuidor Geral de Telecomunicações (DGT): 91 Projeto Físico de Redes 2) Sala de Equipamentos Local para abrigar equipamentos de telecomunicações.Evitar áreas com interferências eletromagnéticas (3m) .

armários de telecomunicações e cabos de entrada. Mídia de distribuição: flexibilidade. serviços suportados. tamanho local e população de usuários 47 . utilizados para interligar sala de equipamentos.Ponto em que se faz a transição dos cabos de entrada para o cabeamento primário. Cabo óptico backbone Bandeja de acomodação Conexão saída para cordão óptico Protetor da emenda óptica Projeto Físico de Redes 3) Cabeamento Vertical (backbone) Passagem para os meios de transmissão (cabos). vida útil do cabo do backbone.D I O .

48 . Onde ocorre as manobras de cabeamento (painel principal de manobras) e estão os patch panels.000 metros para dados. . Fibra óptica multimodo de 62.5/125 m: –2. Fibra óptica monomodo de 9/125 m: –3.Cabeamento Vertical Os cabos homologados na norma EIA/TIA 568A •Cabo coaxial (500 metros) •Cabo UTP de 100 Ohms: –800 metros para voz (20 a 300 Mhz). –90 metros para dados •.000 metros para dados.Pode ser implantado na sala de equipamentos. •. Projeto Físico de Redes 4) Sala/Armário de Telecomunicações Local dentro do prédio onde são alojados elementos de cabeamento.

temos: O AT não deverá ser suportado por teto falso. 98 49 . pois este pode dificultar o acesso e a distribuição do cabemento horizontal.000mm de altura e sua abertura voltada para fora do AT.Sala de Telecomunicações ou Armário de Telecomunicações Dimensionamento da sala de telecomunicações 97 Sala ou armário de telecomunicações Como principais características propostas por norma para o Armário de Telecomunicações (Telecommunication Room). Tamanho mínimo da porta deverá ter 900mm de largura por 2.

Recomendações para sala de telecomunicações Ao projetar a sala de telecomunicações deve-se observar algumas características principais. saídas de telecomunicações na área de trabalho. para que ela possa atender as suas funções: a)A altura mínima da sala deverá ser de 2. terminação mecânica do cabo de mídia.6 m b) Recomenda-se utilizar a codificação padrão de cores dos dispositivos de conectividade ( tabela a seguir) c) Para permitir o máximo de flexibilidade não deve-se utilizar rebaixamentos de teto 99 Projeto Físico de Redes 5) Cabeamento Horizontal: constituído dos cabos que ligam o painel de distribuição até o ponto final do cabeamento. patch cords e jumpers no armário de telecomunicações 50 . trafegam todos os serviços Elementos: cabos de distribuição horizontais.

impressoras. adaptadores (baluns) • Câmeras.Projeto Físico de Redes 5) Cabeamento Horizontal Recomenda-se no mínimo 2 tomadas para cada 10m² de área de trabalho Projeto Físico de Redes 6) Área de trabalho (ATR) Estabelece que os componentes de cabeamento entre a tomada de telecomunicações e a estação de trabalho devem ser simples. baratos e permitam flexibilidade de deslocamento. Componentes • Computadores. telefones • Patch cords. sem comprometer a conexão física. sensores 51 .

Cores para terminações 103 Recomendações para Sala ou armário de telecomunicações 104 52 .

Deve seguir as recomendações da Norma TIA/EIA 569-B. Piso elevado. Canaletas.Tipos de Instalação: Embutido no piso. Instalação embutida no piso 53 . Forro.

Instalação em piso elevado Instalação no forro 54 .

Instalação em canaletas 55 .

Estudo de Caso A empresa contratou novos funcionários. Basta ativar os pontos. Estudo de Caso Um setor com 4 computadores e 2 ramais muda-se para uma sala onde havia 3 pontos de rede e 3 pontos para ramais. É necessário passar cabos para instalar um novo ponto de rede. Basta ativar os pontos. Um ponto de telefone ficará inativo As tomadas estão pré instaladas. 56 . Sobra 1 ramal e falta 1 ponto de rede Rede não Estruturada Rede Estruturada Os pontos de ramal e telefone são tratados distintamente. Novos ramais e pontos de rede são necessários Rede não Estruturada Rede Estruturada É necessário passar cabos e criar novos pontos de rede As tomadas estão pré instaladas.

ainda que provisória Basta ativar ou desativar os pontos de rede através do P. sem a necessidade de obras ou novos investimentos.Estudo de Caso Uma equipe de trabalho temporária é criada.Panel. Rede não Estruturada Rede Estruturada Necessário construir uma infraestrutura para esta equipe. Estudo de Caso Outras situações: •Placa de Rede com Mac clonado ou switch em loop na rede •Migração de velocidade ou instalação de novas placas de rede •Migração para PABX digital •Etc O Cabeamento estruturado facilita adapta-se as modificações do ambiente e facilita significativamente a manutenção da rede 57 .

facilita a recuperação de informação. pois serão pontos de consolidação 58 . • Etiquetas adicionais poderão ser requeridas em localidades intermediárias como final de conduits e emendas. minimiza erros e permite rastrear informações. Toda a terminação deverá ser identificada Identificação Identificação de Cabos: • Subsistemas de cabos como Redes Primárias e Secundárias deverão ser identificados em cada ponta (na ponta do rack a tomada RJ-45). • Um identificador deverá ser aplicado em cada ponto de terminação.Identificação • A Identificação dos componentes facilita a trabalhos de manutenção.