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COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO

CHESF

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISJUNTOR A HEXAFLUORETO DE ENXOFRE (SF6) 550 KV, 242 KV, 145 KV E 72,5 KV ET/DSE-615 - JUL/2007

Data

Elaboração Assinatura

Data

Aprovação Assinatura

ÍNDICE

SEÇÃO I SEÇÃO II SEÇÃO III

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ENSAIOS SOBRESSALENTES, FERRAMENTAS, DESENHOS, MANUAIS DE INSTRUÇÕES, ARMAZENAGEM, EMBALAGEM, TREINAMENTO GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA, MONTAGEM, SUPERVISÃO DE MONTAGEM E COMISSIONAMENTO E VIDA ÚTIL DOS DISJUNTORES

(01 a 39) (01 a 14)

(01 a 07)

SEÇÃO IV

INSTRUÇÕES GERAIS E VALORES TÉCNICOS GARANTIDOS (01 a 01) CARACTERÍSTICAS E VALORES PARTICULARES (01 a 01)

SEÇÃO V

CHESF

ET/DSE - 615 - jul/2007

INTRODUÇÃO

Esta Especificação Técnica, juntamente com a Especificação ET/DSE-600 (Diretrizes Gerais de Fornecimento), define o fornecimento dos seguintes EQUIPAMENTOS (*): - DISJUNTOR a SF6 para 550 kV - DISJUNTOR a SF6 para 242 kV - DISJUNTOR a SF6 para 145 kV - DISJUNTOR a SF6 para 72,5 kV Considerando-se as particularidades existentes, em alguns aspectos, entre os EQUIPAMENTOS citados, faz-se necessário analisá-la cuidadosamente. (*) - Ver na Seção V, qual o Equipamento em consideração

CHESF

ET/DSE - 615 - jul/2007

CARACTERÍSTICAS E VALORES PRINCIPAIS CHESF ET/DSE – 615 .SEÇÃO I ESCOPO DO FORNECIMENTO.jul/2007 .

.

• O gás para o primeiro enchimento.jul/2007 I/1 . deverão ser da classe M2. Ver Seção V.4.1. pressostatos. que serão utilizados no chaveamento de bancos de capacitores em derivação. que serão utilizados no chaveamento de linhas de transmissão. Em qualquer das tensões deverá ser previsto o bloqueio do religamento. para os DISJUNTORES de 550 kV e apenas um dispositivo antibombeamento por DISJUNTOR. e com dispositivo antibombeamento (anti-pumping) para cada pólo. manutenção e ensaios de campo.1. Os DISJUNTORES para 245 kV. instrumentos e dispositivos especiais. O gás do 1o enchimento deverá acompanhar. ESCOPO DO FORNECIMENTO Deverão estar incluídos no fornecimento: • Os DISJUNTORES. • As estruturas suporte. Os DISJUNTORES deverão ser livres de reacendimentos (classe C2) para as condições de manobra de linhas em vazio e de bancos de capacitores. obrigatoriamente o disjuntor. Os DISJUNTORES para 550 kV. para as demais tensões. • As embalagens para transporte aéreo. 2. • Os ensaios de protótipo e os de rotina. 2. bem como sinalização e bloqueio em caso de anomalia. em embalagens exclusivas e adequadamente identificadas. 2. O romaneio de entrega deverá incluir um item específico para o gás. necessários ao correto funcionamento e supervisão. manômetros e demais acessórios. • Os armários dos mecanismos de acionamento e do sistema de comando e controle. • As ferramentas especiais. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS DISJUNTORES Os DISJUNTORES deverão ser do tipo a gás SF6 (hexafluoreto de enxofre) de pressão única.3. A CHESF aceita o uso de resistores de fechamento. deverão ser fornecidos com meios para limitar os transitórios de manobra.2. • Os conectores de aterramento. deverão ser fornecidos com meios para limitar os CHESF ET/DSE – 615 . necessários à instalação. Os Disjuntores a serem aplicados na manobra de Banco de Capacitores e de Reatores. Deverá ser prevista a operação com religamento tripolar para as tensões de até 242 kV e religamento monopolar para a tensão de 550 kV. 2. marítimo e terrestre conforme o caso. ou dispositivo de sincronização do momento de fechamento. os mecanismos de acionamento. • As peças sobressalentes. especificadas. os materiais. os sistemas de controle. tanto elétrica quanto mecânica. 2. com abertura livre (trip free). todos os relês.

2. ou não. no mínimo. se necessária. Os DISJUNTORES. para evitar qualquer risco de explosão em caso de sobre-pressões excessivas. Os DISJUNTORES deverão ter. deverão ser previstos cubículos individuais em cada pólo. o fechamento automático do DISJUNTOR. providos de dispositivos adequados para indicação visual de pressão. A distância do solo ao início das partes vivas (primeira saia inferior do isolador suporte) deverá ser no mínimo 2.7. as câmaras de extinção ao nível do barramento (LIVE-TANK CIRCUIT BREAKER). A CHESF exige. 2. e indicador mecânico ou elétrico no cubículo tripolar. Em caso de despressurização acidental. Estando o DISJUNTOR aberto. Para isso. 2. CHESF ET/DSE – 615 . com fácil visualização/identificação por um observador ao nível do solo.6. ou do meio de acionamento (óleo). o DISJUNTOR deverá permanecer fechado. deverão ser previstos indicadores mecânicos de posição nos pólos. após ser atingida determinada pressão mínima de segurança do meio de extinção (SF6). fica a critério do Proponente/Fabricante. estando a pressão de SF6. 2. 2. 2. associados diretamente ao movimento da haste de acionamento dos contatos principais de cada coluna dos pólos. alarme e bloqueio em caso de quedas de pressão acentuadas.9. que serão utilizados no chaveamento de reatores.8.10. Nos DISJUNTORES com pólos independentes. 2. a utilização. a abertura automática das chaves isoladoras do mesmo em caso de queda acentuada (vazamento) na pressão de SF6 ou óleo. assim como um sistema adequado de segurança. desde que garantidos os valores de sobretensão aqui especificados. válvulas para reenchimento de gás com o fim de restabelecer as condições normais. Os DISJUNTORES deverão ser do tipo modular estanque e de baixa pressão de SF6. a tensão nominal fase-terra. Ver I. igual à pressão atmosférica. para tal função. entre contatos abertos de cada pólo. no interior das câmaras.5. em suas últimas revisões. 2. Ver I. O gás do primeiro enchimento deverá estar de acordo com as Normas IEC 60376 e IEC 60480. para um operador ao nível do solo.13. Para os demais níveis de tensão. Estando fechado. além do armário de comando e controle tripolar. se julgar necessário. deverá ser prevista. independente do nível de tensão. dispositivo de sincronização do momento de abertura. deverão ser fornecidos com meios para limitar as sobretensões devidas ao corte de corrente e evitar reignições. O fabricante deverá prever.12.300 mm.14.transitórios de manobra. 2.11. Nos DISJUNTORES com acionamento monopolar. 2.jul/2007 I/2 . obrigatoriamente. os DISJUNTORES deverão suportar. para qualquer tensão. de dispositivos para limitar os transitórios de manobra. a CHESF exige o uso de sincronizadores do momento de fechamento e de abertura.

3.3 obs: O dispositivo deve ser acondicionado em uma maleta metálica. e • A desmontagem. Deverão ser fornecidos dispositivos de manutenção para o DISJUNTOR e seus sistemas de acionamento e de SF6. Toda a tubulação e conexões do Sistema de SF6. Deverá ser previsto um sistema que proteja os DISJUNTORES no caso de a pressão de gás cair a valores inferiores ao limite mínimo de isolamento ou de operação. além de outros julgados necessários pelo fabricante de forma a garantir o seu correto desempenho. 3. no mínimo. CHESF ET/DSE – 615 . montagem e regulagem dos diversos componentes do DISJUNTOR. controle e supervisão dos DISJUNTORES deverão conter. acessórios e características gerais descritos abaixo. 3.6. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA DE SF6 Todos os pressostatos e/ou manostatos para SF6 deverão ser obrigatoriamente do tipo com compensação de temperatura. adaptador. bitola 1/4" NPT. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA DE MEDIÇÃO. Os dispositivos de manutenção deverão ser fornecidos em quantidade idêntica ao número de subestações atendidas pelo fornecimento. de modo a possibilitar a aferição dos dispositivos de controle de pressão existentes. a retirada ou reenchimento do SF6.2. quando necessário e isoladamente.15.4. COMANDO. proteção. sem perda de pressão.2. 3. 3.3. 4. junto aos dispositivos de controle de pressão existentes. 3. composto de: Válvula reguladora de pressão. mangueiras e manômetro com escala de 1 a 10 bar classe 0. CONTROLE E SUPERVISÃO DOS DISJUNTORES Os Sistemas de medição. conexões com rosca. os seguintes equipamentos. que permitam: • Complementar o gás do disjuntor até a pressão nominal a partir de uma garrafa de gás SF6.jul/2007 I/3 . um manômetro padrão externo. PROTEÇÃO. • A desmontagem. Poderão ser previstos dispositivos que permitam. remontagem e regulagem dos componentes dos mecanismos de acionamento a mola.5.1. 3. de cada pólo do DISJUNTOR. fechamento e abertura por baixa pressão (não transitória) de gás no DISJUNTOR. Deverão ser previstas. • O controle e a regulagem das pressões do sistema de acionamento hidráulico. Deverão ser previstos bloqueios de religamento. através de densímetros e manômetros (ou manostatos) e válvulas de segurança em cada pólo. isoláveis por meio de registro de alavanca (ou similar). com o controle individual do comportamento da pressão. deverão ser em aço inoxidável. nas quais se possa conectar a qualquer instante. comando. e contatos livres de potencial para sinalização na casa de comando.

• Assegura a atuação dos esquemas de proteção nos circuitos de abertura e religamento automático. permitindo as seguintes possibilidades de operação: 4. CHESF ET/DSE – 615 . sendo a sua seleção feita através de uma chave de três posições LOCAL .1 Posição LOCAL • Condiciona o comando de abertura e fechamento apenas localmente. na sala de comando. inclusive fiação. • Bloqueia a atuação dos esquemas de proteção nos circuitos de abertura e religamento automático.MANUTENÇÃO provida de chave trava (ou punho) removível na posição MANUTENÇÃO. permanecendo em operação as proteções intrínsecas do DISJUNTOR a saber.1. O comando manual será sempre tripolar e efetuado através de chaves e relês auxiliares.1NA+1NF). para utilização CHESF. Deverão ser fornecidas 02 (duas) bobinas de abertura e 01 (uma) de fechamento. levados até as réguas de bornes terminais.3. 4. sendo para comando local.1. As chaves deverão possuir contatos livres de potencial (abertura . ou seja. Os circuitos de fechamento e abertura dos DISJUNTORES deverão ser de alta confiabilidade e fornecidos com as seguintes características gerais. • Bloqueia o circuito de religamento automático.2. Posição REMOTO • Condiciona o comando elétrico de abertura e fechamento apenas à distância.4.jul/2007 I/4 . Para os DISJUNTORES com pólos in- 4.1. bloqueando o comando local. • Sinaliza no anunciador da sala de comando: "chave seletora na posição LOCAL". totalmente independentes. ou seja: junto ao DISJUNTOR. bloqueando o comando à distância. bloqueando o comando elétrico à distância.REMOTO .1.2NA+2NF e fechamento . • Sinaliza no anunciador da sala de comando: " Chave seletora na posição REMOTO " Posição MANUTENÇÃO • Condiciona o comando elétrico de abertura e fechamento apenas local. As chaves de comando deverão ser de cores distintas ( VERDE para ABERTURA e VERMELHO para FECHAMENTO ). • Possibilita a atuação dos esquemas de proteção no circuito de abertura. Os DISJUNTORES deverão admitir comando elétrico local e remoto. 1 (uma) chave para fechamento e 2 (duas) para abertura. proteção por discordância de pólos e por baixa pressão de gás. • Sinaliza no anunciador da sala de comando: " Chave seletora na posição MANUTENÇÃO ".

Mesmo na presença de um comando contínuo.1 s a 3 s e divisões de escala de 0.1 4. deverá ser fornecido para cada um dos pólos. As ordens manuais de fechamento do DISJUNTOR através de suas chaves de comando. emissão de ordem de desligamento. seja de gás ou óleo. Deverão ser previstos contatos livres de potencial para sinalização e alarme.7. não transitória. As bobinas deverão ser acionadas por circuitos de comando e proteção independentes e com alimentação por fontes diferentes. deverá ser condição para bloqueio do seu circuito de fechamento PROTEÇÕES INTRÍNSECAS DO DISJUNTOR Os DISJUNTORES com pólos independentes deverão conter um sistema temporizado e regulável de proteção contra discordância de pólos com selo. quando no estado “descarregada”. Deverão ser previstos contatos desta função para controle externo e sinalização. As bobinas de fechamento e abertura dos DISJUNTORES deverão ter potência máxima de 850 W em 125 Vcc. de modo que a sinalização e/ou bloqueio do reenchimento só ocorram após o tempo normal de restabelecimento da pressão. Desta forma.2 4. para cada função. 4.jul/2007 I/5 4. 4. e depois bloquear a função ( RELIGAMENTO.2.5.1.dependentes. bloqueio dos circuitos de fechamento. CHESF . alarmando e bloqueando sucessivamente as funções seguintes.1. botão de desbloqueio.4. Os DISJUNTORES deverão dispor de sistema de medição da pressão do gás SF 6 adequado para.2. sinalizando. não sendo permitido o uso de resistor ou qualquer outro dispositivo economizador em série com as mesmas. Para o caso de sinalização/alarme e bloqueio por perda de pressão. caso a pressão continue a cair. Visando a integridade destas chaves que não deverão ser submetidas a correntes elevadas.2. de óleo. 4. o sistema de controle do DISJUNTOR deve primeiro sinalizar/alarmar. as ordens de fechamento chegarão às bobinas através da atuação de contatores ou relés auxiliares. A mola de acionamento do DISJUNTOR. somente será possível a efetivação de uma manobra de fechamento de cada vez. deverão ser previstos relés temporizados e ajustáveis em faixas adequadas. faixa de regulagem de 0. 4.1. este quantitativo. não deverão incidir diretamente sobre sua bobina ou bobinas de fechamento.2. Deverão ser previstos contatos livres de potencial para sinalização e alarme.2. Na ocorrência de queda de pressão. local ou remota. FECHAMENTO E ABERTURA ) cuja pressão de bloqueio seja atingida. As bobinas de abertura e fechamento dos DISJUNTORES deverão ser dimensionadas para operação à tensão plena. ET/DSE – 615 . o comando deverá ser interrompido momentaneamente. a depender de anormalidades com vazamentos não transitórios e obtenção de valores de pressão previamente ajustados. O DISJUNTOR deverá dispor de um sistema antibombeamento de modo a impedir mais de uma manobra de fechamento por comando. 4.1 s. indicando então falha por operação excessiva da moto-bomba. para uma nova manobra de fechamento. não transitória.8 4.1.4. assim como dispor de contatos livres de potencial para sinalização e alarme para cada um dos estágios de pressão alcançados.6. abertura e religamento. 02 (duas) bobinas de abertura e 01 (uma) de fechamento.3.1. 4.

dos circuitos de abertura e fechamento. 4. 4. pré-isolados a compressão.3.1 FIAÇÃO INTERNA E RÉGUAS TERMINAIS Todos os fios do sistema de fiação deverão ser identificados em ambas às extremidades através de anilhas fechadas (ou outro processo de identificação de grande durabilidade aceitável pela CHESF). para cada pólo.3. 4.3. 20 % do número de bornes de cada tipo como reserva. de acordo com os desenhos topográficos e de fiação aprovados pela CHESF. 4. 4. com barreiras isolantes entre terminais adjacentes e com parafusos passantes.9 Todas as conexões dos cabos externos dos esquemas de falha do disjuntor.3 4. A definição final da bitola será feita por ocasião da aprovação dos desenhos.3.3. e do tipo que permita sua fixação através de parafusos passantes. CHESF ET/DSE – 615 . de acordo com os desenhos topográficos e de fiação aprovados pela CHESF.11 A fiação deverá ser facilmente acessível para manutenção. nunca inferior a 2.3.3.5 mm 2 para os demais circuitos.7 As réguas terminais deverão ser do tipo moldado. seguido da representação do ponto de conexão remoto que deverá ser formada com o código daquele equipamento e.4 Os circuitos deverão ser projetados de modo que haja no máximo dois fios/cabos nos terminais dos equipamentos. não menos que 10 bornes por pólo. do circuito de alimentação em corrente contínua. deverão ser feitas em réguas terminais do tipo citado acima e com bornes adequados para conexão de cabos com bitola variando entre 10 mm 2 e 16 mm2.4.3. garantir boa fixação dos terminais mesmo que sujeitos a vibrações. Na formação das anilhas em ambas as extremidades de cada fio.10 As réguas terminais deverão ter. 4. de fios torcidos e estanhados e com seção compatível com a corrente a ser transportada.3. Iluminação e Aquecimento e 1. entretanto.3. 4. assim como aqueles dos circuitos de força.5 Todas as conexões nas réguas terminais deverão ser feitas com terminais tipo olhal. 4. 4.2 A fiação deverá ser feita com cabos flexíveis de cobre. o ponto de conexão local deverá se situar próximo a este ponto no equipamento e. porém. Toda a fiação deverá ser feita com fio do tipo chama não propagante e com isolamento para 600 V.3. separado por uma barra inclinada. 4.3. indicando em cada terminal os pontos de conexão local e remoto.5 mm2 para os circuitos de alimentação do motor de carregamento da mola ou motobomba e de Tomada. Nenhuma emenda nos cabos será permitida na parte que se estende das réguas terminais aos pontos de conexão dos equipamentos ou dispositivos. resistentes a impactos. dispositivos ou réguas terminais.8 As réguas terminais deverão ser de alta qualidade.6 Os cabos e/ou fios deverão ser convenientemente dispostos.5 mm 2. seguido do ponto de conexão. Os bornes para as demais conexões deverão ser adequados para cabos com bitola de 2. ter marcação visível e ser de durabilidade garantida em cada terminal.jul/2007 I/6 . separado por um pequeno traço.

dos quais 07 (sete) NA (Normalmente Abertos) e 07 (sete) NF (Normalmente Fechados). deverá ser semelhante àquele do item 4.IEC 144).3. deverão ser supervisionados por relés de falta de tensão com contatos para sinalização e alarme. 4. Estes dispositivos deverão ser tropicalizados e próprios para instalação abrigada. tomada e aquecimento.2. 4. Os disjuntores de proteção dos circuitos de comando e controle deverão ter acionamento direto por meio de alavanca.4. A Chave de Contatos Auxiliares do DISJUNTOR deverá conter 02 (dois) contatos tipo passante e pelo menos outros 14 (quatorze) contatos.4.3.7. e com dispositivo de rearme manual.4.4.3.4 CHAVE DE CONTATOS AUXILIARES 4. assim como aquele do circuito de iluminação. conforme o caso. este quantitativo deverá ser fornecido para cada um dos pólos. 4. 4.5. a seco.2 acima. 4.5. com contados auxiliares para sinalização de abertura automática e manual.1. CHESF . A definição final da tensão será feita por ocasião da aprovação dos desenhos de fabricação. 4. e as seguintes características adicionais: • Tensão nominal de 125 Vcc ou 250 Vcc. Para os DISJUNTORES com pólos independentes.6.1. além de secionadores e disjuntores apropriados. equipados com disparador termo-magnético de ação direta ajustável. para proteção contra sobrecargas e curtos-circuitos. instalados em local adequando e protegidos contra tempo e poeira (IP 54 . pressostatos. porém com capacidade de interrupção nominal igual a 15 kA em 220 Vca. contatos auxiliares. com temperatura até 65 ºC.4. 4.4. (ver Seção V). Não poderá haver multiplicação do número de contatos através de chaves ou relés auxiliares. Tais contatos deverão ser associados diretamente ao movimento mecânico da haste de acionamento dos contatos principais do DISJUNTOR. Deverão ser fornecidos relés. Os contatos deverão ser completos e com fiação até as réguas terminais existentes no armário de comando e controle tripolar. 4.12 As conexões nas réguas terminais deverão ser agrupadas tendo em vista o arranjo e destino dos fios/cabos de controle internos e externos e a alimentação dos circuitos de força.2. Os circuitos de comando e controle. O disjuntor para proteção da moto-bomba do circuito hidráulico ou do motor de carregamento da mola de acionamento. visando sua correta proteção bem como fácil identificação dos circuitos com defeito. e capacidade de interrupção de corrente de curto-circuito nominal de 10 kA ou 5 kA respectivamente. do tipo "caixa moldada". 4.5.5. livres de potencial para uso exclusivo da CHESF. réguas terminais e todo e qualquer outro dispositivo necessário para assegurar a correta operação dos ET/DSE – 615 .jul/2007 I/7 4. ou maior.5. CARACTERÍSTICAS DOS DISJUNTORES DE PROTEÇÃO Os disjuntores de proteção dos circuitos de comando e controle deverão ser bipolares.

Dois contatos auxiliares do disjuntor do circuito de tomada. deverão ser previstos indicadores mecânicos de posição nos pólos. Dois contatos Biestáveis do relé de supervisão de tensão no circuito do motor ou motobomba. Nos DISJUNTORES com pólos independentes. assim como uma segunda indicação mecânica ou elétrica no armário de comando e controle tripolar. • • • • Dois contatos auxiliares do disjuntor do circuito de abertura II.10. em caso de anomalias. além do contador de operações tripolares também exigido para os disjuntores tripolares com pólos interligados mecanicamente. alarme e bloqueio de suas operações. Dois contatos auxiliares do disjuntor do circuito fechamento.: Estes contatos serão utilizados para sinalização de abertura automática e manual de cada um dos disjuntores listados. • • • • • • • • • Dois contatos Normalmente Fechados do relé de supervisão de falta de tensão no circuito de abertura I. assim como garantir a sinalização. CHESF ET/DSE – 615 . com fácil visualização/identificação por um observador ao nível do solo. indicando ao mesmo tempo os ciclos não completados. 4.jul/2007 I/8 . 4. Obs.9.DISJUNTORES. Dois contatos Normalmente Fechados do relé de supervisão de falta de tensão no circuito de comando. todos OBRIGATORIAMENTE sem dispositivo de retorno a zero. Um contato Normalmente Aberto e um Normalmente Fechado da chave de comando de fechamento do disjuntor. os quais deverão contar o número de ciclos "CO" efetuados. Os DISJUNTORES devem ser previstos com contatos de dispositivos internos livres de potencial e disponibilizados para utilização pela CHESF conforme discriminado abaixo: • Dois contatos auxiliares do disjuntor do circuito de abertura I. Dois contatos Normalmente Fechados do relé de supervisão de falta de tensão no circuito de fechamento. 4.8. Dois contatos Normalmente Fechados do relé de supervisão de falta de tensão no circuito de abertura II. Dois contatos Normalmente Abertos e dois Normalmente Fechados dos relés associados aos comandos de abertura local em ambas as bobinas. iluminação e aquecimento. Dois contatos Normalmente Abertos e dois Normalmente Fechados de cada uma das chaves de comando de abertura do disjuntor. associados diretamente ao movimento da haste de acionamento dos contatos principais de cada coluna dos pólos. deverão ser fornecidos contadores de operação monopolar. Um contato Normalmente Aberto e um Normalmente Fechado do relé associado ao comando de fechamento. Dois contatos auxiliares do disjuntor do circuito do motor ou motobomba. Nos DISJUNTORES com pólos independentes. instalados no armário de comando e controle tripolar.

4. terminais. 4. OBRIGATORIAMENTE sem dispositivo de retorno a zero.3. Contato para sinalização de atuação do relé de discordância de pólos. OBRIGATORIAMENTE sem dispositivo de retorno a zero. Deverão ser fornecidos contadores de horas de operação para cada moto-bomba. bem como os contatos dos relés. este quantitativo deverá ser fornecido para cada um dos pólos. Contatos para sinalização de Bloqueio de Fechamento.11.• • • • • • • • Contatos para sinalização de perda de gás SF 6 . 4. Deverá ser fornecida e executada toda a fiação entre as bobinas de fechamento e de abertura. etc.11 SISTEMA DE ACIONAMENTO HIDRÁULICO 4.. • Capacidade de interrupção dos contatos: Mínimo de 70 W indutivos. contatos auxiliares. fator de potência ≤ 0. fios.14. Remoto e Desligado.15. 02 (dois) contatos tipo passante e pelo menos outros 14 (quatorze) contatos. 4. • Capacidade térmica de 30 A por 1 (um) segundo.jul/2007 I/9 4.1.11. deverão ter as seguintes características: • Capacidade de condução nominal contínua dos contatos. em 125 Vcc. Contatos para sinalização de Bloqueio Geral de SF 6 . Para a moto-bomba. Contatos para Bloqueio do Religamento. Deverão ser fornecidos todos os tubos. pressostatos. Para os DISJUNTORES com pólos independentes. dos quais 07 (sete) NA (Normalmente Abertos) e 07 (sete) NF (Normalmente Fechados) da chave de Contatos Auxiliares do Disjuntor. de modo que quando em operação não ocorram vibrações nos demais dispositivos dos armários.13. eletrodutos. 4.12.2. suportes e demais dispositivos necessários à interligação entre os cubículos dos pólos e o armário de comando e controle tripolar. Os contatos das chaves de contatos auxiliares dos DISJUNTORES. Contatos para sinalização da mola de fechamento descarregada.1º Estágio. protegidos contra corrosão e de diâmetro compatível com o número de cabos e fios previstos à interligaET/DSE – 615 . a serem instalados no armário de comando e controle tripolar.2º Estágio. contatores. com L/R = 40 ms e 1 A em 220 Vca. a ser instalado no painel central de comando. prensacabos. cabos. deverá ser o mesmo fixado ao piso do armário e ser previsto um sistema de amortecimento de vibrações no seu sistema de fixação. Todos os eletrodutos deverão ser obrigatoriamente metálicos. CHESF . pressostatos. réguas terminais e demais dispositivos existentes nos cubículos e armários. 4. controle ou acionamento. ou quando instalado em armário que contenha outros dispositivos do sistema de comando.1. Contatos para sinalização da chave seletora nas posições Local. porém não inferior a 5 A. 60 Hz.11. compatível com os circuitos em que serão utilizados. deverá ser previsto um armário exclusivo. Deverá ser fornecido 1 (um) contador de operações para cada moto-bomba. relés.

02 (dois) aquecedores de ambiente. além das características citadas no item 4 desta Seção.16. 5. deverão ser fornecidos cubículos individuais nos pólos e um armário de comando e controle tripolar instalado no solo e com dimensões e número de portas tais que permitam fácil acesso para manutenção dos componentes e suas conexões. sejam elétricos. instalação e arranjo destes cabos em posição próxima à suas bases. os armários de comando e controle tripolares deverão ser intercambiáveis para as tensões de 72. 5.3. sendo pelo menos um permanentemente ligado e outro controlado por termostato ajustável na faixa de 20 a 40 οC. Conseqüentemente. além das características citadas no item 4 desta seção. Em caso de DISJUNTOR com acionamento hidráulico. deverão possuir ainda.3. assim como para realização de todos os aterramentos necessários e previstos no projeto. devendo todas as portas e chapas laterais aparafusadas ser munidas. Os aquecedores deverão ser fornecidas com proteção externa contra contatos acidentais. com pólos interligados mecanicamente.3.1. Em caso de DISJUNTOR com acionamento a mola e para proteção e supervisão do circuito de alimentação deste sistema. deverá ser fornecido um relé de sub-tensão com contatos auxiliares para sinalização e alarme e. para evitar a penetração de água. as seguintes características: Deverão ser à prova de tempo e poeira. monofásico ou trifásico.jul/2007 I / 10 . podendo ser fixados ao DISJUNTOR.2.18.19. para proteção e supervisão do circuito de alimentação da moto-bomba deste sistema.2. Deverão ter. no mínimo. instalados. 4. de gaxetas de vedação. 4. de alta qualidade. 4. 5. mecânicos ou hidráulicos. sejam elétricos. em seu contorno. suas réguas deverão ser montadas em posição tal que facilite a entrada.17.5 kV a 242 kV. deverá ser fornecido um relé de sub-tensão trifásico.ção entre os cubículos dos pólos e o armário de comando e controle tripolar. 4. com falta de fase e com contatos para sinalização e alarme. 5. e ter dimensões e número de portas tais que permitam fácil acesso para manutenção dos componentes e suas conexões. 5. 5. com falta de fase. Todos os armários de comando e controle tripolares e cubículos. e interligação com a cabeação externa. Nos DISJUNTORES tripolares. e interligação com a cabeação externa. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DOS ARMÁRIOS E CUBÍCULOS DE COMANDO E CONTROLE Nos DISJUNTORES com pólos independentes.1. Deverão ser previstas barras de aterramento para conexão das blindagens dos cabos de controle externos. e sem absorvê-la. Os fios e cabos deverão ter acesso aos armários e cubículos dos DISJUNTORES sempre pela sua parte inferior. CHESF ET/DSE – 615 . a depender do tipo do motor. mecânicos ou hidráulicos.

1.1. devendo todas as portas e chapas aparafusadas 5. MECANISMOS DE ACIONAMENTO Os mecanismos de acionamento deverão ser instalados em cubículos à prova de tempo e poeira (IP 54 .7. 15 A.3. Os circuitos de aquecimento deverão garantir a impossibilidade de condensação interna de umidade e fácil acesso aos seus componentes para trocas e manutenção. incluindo cópia de todos os desenhos aprovados. Caso o armário ou cubículo seja constituído de seções independentes e separadas internamente por barreiras metálicas (blindagens).2. • Cordoalha na interligação elétrica das diversas partes metálicas dos armários e cubículos de comando e controle. através da embalagem. deverá ser colocada em dispositivo plástico fechável. • Tomada bifásica com ponto para aterramento para 220 ± 10 % Vca.5.6. • dos equipamentos. Cópia do manual de instruções. isolação 600 V. 5. assim como seus componentes deverão receber as seguintes identificações: • do armário ou cubículo. • Dispositivo adequado para içamento.3. Deverão possuir lâmpadas de iluminação e respectivos suportes. fixado à parede interna do armário de comando e controle tripolar dos DISJUNTORES. Os armários de comando e controle tripolares e cubículos. com termostato ajustável na faixa de 20 ºC a 40 ºC e com pelo menos um permanentemente energizado. de potência adequada. A identificação dos componentes dos armários de comando e controle tripolares e cubículos deverá ser feita com plaquetas de acrílico preto ou alumínio e com letras brancas. CHESF ET/DSE – 615 . deverão ser fornecidos lâmpadas de iluminação e resistores de aquecimento para cada seção. 5.3.jul/2007 I / 11 . 220 ± 10 % VCA. • Resistores de aquecimento.3. • Lâmpadas de iluminação (com soquete blindado) de 40 W e 220 ± 10 % VCA acionadas por dispositivos fim de curso associados á abertura de qualquer das portas e chapas laterais removíveis.5. • Conectores de aterramento (ver item 8 desta Seção). Deverão ser fornecidos e instalados obrigatoriamente: • Dispositivos para travamento das portas. A energização do circuito de aquecimento. 5. fixadas com parafusos auto-atarrachantes ou alguma outra forma comprovadamente resistente. relês.4. dispositivos e acessórios.IEC 144). 5.3. 5. deverá ser prevista. • das réguas terminais. acionadas pela abertura de qualquer das portas e chapas laterais removíveis. 6.

poderá ser trifásica como descrito acima ou monofásica em uma das seguintes tensões: • 440 Vca ± 10% (fase-fase) ou 254 Vca ± 10% (fase-neutro). • Sobrecarga: Relês térmicos reguláveis (Estes relês deverão ser do tipo diferencial de corrente. que evitem a penetração da água. O mecanismo de acionamento deverá ser tal que. poderão ser fornecidos com sistema de acionamento misto (mola/hidráulico). 60 Hz. DISJUNTORES COM ACIONAMENTO ELETRO-HIDRÁULICO Se os DISJUNTORES utilizarem acionamento eletro-hidráulico. A proteção dos circuitos do sistema de acionamento deverá ser feita por meio de: • Curto-circuito: Disjuntor termo-magnético de capacidade adequada. sem absorvê-la.5 kV a 242 kV) e • 220 Vca ± 10% (fase-fase) ou 127 Vca ± 10% (fase-neutro).dos circuitos de controle). 60 Hz (para os DISJUNTORES de 550 kV) * e • 380 ou 220 ± 10 % Vca. ou a mola/motor. bloCHESF ET/DSE – 615 . 6. 60 Hz.1.5 kV a 242 kV) A alimentação dos motores do sistema de acionamento mola/motor. válvulas de segurança. incluindo moto-bombas. 60 Hz (para os DISJUNTORES de 72.em CC . A alimentação dos motores do sistema de acionamento eletro-hidráulico. será trifásica e em uma das seguintes tensões: • 440 ± 10 % Vca. para proteção dos motores contra falta de fase ). Não serão aceitos sistemas de acionamento em que ocorra abertura indevida (não desejada) do DISJUNTOR. As outras partes não abrigadas do mecanismo de acionamento deverão ser a prova de tempo e poeira.Ver Seção V A definição final da tensão de alimentação dos motores será feita por ocasião da aprovação dos desenhos. Os DISJUNTORES poderão ser fornecidos com mecanismo de acionamento eletrohidráulico. deverá ser fornecido o sistema hidráulico completo. (para os DISJUNTORES de 72. Os DISJUNTORES para tensões até 242 kV inclusive.5 kV a 242 kV) (*) . (para os DISJUNTORES de 550 kV)* • 380 Vca ± 10% (fase-fase) ou 220 Vca ± 10% (fase-neutro). (para os DISJUNTORES de 72. em caso de despressurização (acidental ou não) do meio de acionamento (estando desligada a alimentação . 60 Hz.jul/2007 I / 12 . ela seja sempre seguramente completada. O comando dos motores deverá ser feito por meio de chave magnética (contator) de capacidade adequada.ser munidas em seu contorno de juntas de vedação de alta qualidade. uma vez iniciada uma operação de abertura ou fechamento através de um pulso de comando de duração igual a 08 ms (oito milissegundos).

a partir da pressão de bloqueio da abertura até a pressão nominal. se necessária. um CHESF ET/DSE – 615 . h) Os reservatórios de óleo deverão ser construídos segundo as recomendações da Norma ASME . O sistema hidráulico deverá possuir as seguintes características: a) O sistema de sinalização e alarme deverá acusar qualquer evento ou anomalia que ocorra na moto bomba. deverá ser previsto o desligamento automático da mesma e sinalização/alarme na sala de comando. de modo a possibilitar executar a aferição dos manômetros existentes. sem que ocorra atuação de qualquer dos bloqueios de função do DISJUNTOR (religamento. sinalização e alarme. j) A moto-bomba deverá restabelecer a pressão nos reservatórios. k) Em caso de funcionamento excessivo da moto-bomba. a partir da pressão da partida da moto-bomba. além do motor elétrico para carregamento das molas de acionamento.5 NPT. deverão ser sempre do mesmo material . deverá ser. b) Deverá ser fornecida válvula de segurança em cada sistema hidráulico. pressostatos. e) A energia armazenada nos reservatórios deverá ser suficiente para efetuar no mínimo um ciclo nominal de operação. deverá ser fornecido. tubulações. reservatórios. obrigatoriamente. completo. por ventilação forçada.queio e drenagem. que impeça a passagem de quaisquer materiais sólidos para o DISJUNTOR. 6. conexões com rosca. etc.aço inoxidável nos sistemas de alta e baixa pressão. g) Deverá ser fornecida uma bomba manual (ou dispositivo para acionamento manual da moto-bomba). sem perda de pressão. ou nos níveis de pressão do sistema hidráulico. l) Deverá ser prevista a instalação de um filtro no sistema hidráulico. manômetros. fechamento ou abertura). c) Deverão ser previstas." Boiler and Pressure Vessel Code ".jul/2007 I / 13 . m)Os dispositivos para ajuste das pressões de partida e parada das moto-bombas e os respectivos ajustes deverão ser individuais para cada moto-bomba. i) Todas as válvulas. filtros. junto aos manômetros de óleo existentes. no máximo em 20 minutos. tubulação e conexões. um manômetro padrão externo. a tubulação ser de liga de cobre nos sistemas de baixa pressão. podendo entretanto. nas quais se possa conectar a qualquer instante. por DISJUNTOR. DISJUNTORES COM ACIONAMENTO A MOLA Para os DISJUNTORES com acionamento a mola. sistemas de controle. d) A refrigeração das moto-bombas.2. bitola M16 x 1. f) As moto-bombas deverão suportar trabalho contínuo na vazão nominal. bomba manual de emergência. isoláveis por meio de registro de alavanca (ou similar).

.. uma sinalização local através de lâmpadas no armário de comando e controle tripolar e uma terceira sinalização remota.. Deverá ser disponibilizada uma sinalização local com a utilização de recursos mecânicos do sistema de carregamento.................. tipo chapa. .6 furos .......4 furos .1...... ... Os conectores de alta tensão não fazem parte deste fornecimento. notadamente as de alta tensão..... O sistema de carregamento das molas de acionamento deverá dispor de esquema de proteção para retirada de operação do motor quando de sua operação por um período longo e superior a um valor determinado como de segurança..... ........... Deverá ser informado....150 A e acima ................. no manual de instruções.....2.....dispositivo para carregamento manual das mesmas.. .........149 A . . 8.... o valor dos torques de aperto dos parafusos das principais conexões............ mesmo sem tensão nos sistemas auxiliares... alavanca ou qualquer outro método que ponha em risco a segurança física do operador..... deverá ser tal que o ciclo de operação O-0....... livres de potencial para uso da CHESF.......... Os DISJUNTORES deverão dispor de dispositivo para bloqueio do sistema automático de carregamento das molas de acionamento quando da realização manual desta operação através de manivela. O citado dispositivo deverá ser abrigado no cubículo do mecanismo de acionamento (Caso seja fornecida uma manivela. também... Os DISJUNTORES deverão dispor de esquemas para sinalização do estado de carregamento das molas de acionamento que deverão utilizar simultaneamente: símbolos........ CONECTORES DE ATERRAMENTO CHESF ET/DSE – 615 .....jul/2007 I / 14 ... Os terminais de alta tensão deverão ter as seguintes furações: ...... 02 contatos auxiliares normalmente abertos "NA" e dois normalmente fechados "NF".2...... de material compatível com cobre e alumínio e com dimensões de acordo com a Norma NEMA.. O tempo de carregamento das molas.3..000 A e até 3.. 7..999 A .. Deverão ser previstos. a mesma deverá possuir empunhadura móvel)... TERMINAIS E CONECTORES DE ALTA TENSÃO Deverão ser fornecidos terminais de alta tensão.... cores e as palavras "CARREGADA-DESCARREGADA".....................3.... 7.... reforçados estruturalmente....9 furos 7.......3s-CO-3min-CO seja obrigatoriamente atendido....Para DISJUNTORES com corrente nominal até 1.. 7.. Deverá ser previsto um dispositivo que permita a operação local de abertura de emergência do DISJUNTOR.

. Os capacitores deverão ser projetados para suportar o número de operações de religamento. quando utilizados... deverão ser fornecidos capacitores de equalização........... sua elevação de temperatura não deverá exceder os limites condizentes com os materiais utilizados e consistentes com a expectativa de vida útil do disjuntor............. de bitola variando de 50 mm2 a 150 mm2.. deverão incluir o esquema das capacitâncias do DISJUNTOR (equalização e parasitas). se toquem fisicamente. de valor adequado a obtenção de uma correta distribuição de tensão entre câmaras de extinção de um mesmo pólo...... a serem aplicados em Linhas de Transmissão e Bancos de Reatores..1.5 ms Durante as operações mecânicas. do DISJUNTOR.......... Os conectores de aterramento deverão ser submetidos a aprovação da CHESF............1.... deverão ser projetados e fabricados para ter uma expectativa de vida útil igual a do DISJUNTOR como um todo e quando operado dentro das condições especificadas... bem como a frequência de operação do disjuntor Os manuais de instruções e os procedimentos para os ensaios de protótipo..... 10. previstas... NA ABERTURA CHESF ET/DSE – 615 ............ 10. RESISTORES DE PRÉ-INSERÇÃO Os resistores.2. com as seguintes características: − Valor do Resistor .... os contatos dos resistores de fechamento não deverão abrir (iniciar a separação física) antes que os contatos principais. próprios para fixação de dois cabos de cobre nu trançado..... Deverão ser fornecidos todos os conectores de aterramento necessários....1.. 10....1..... 8....5 ± 1........... deverão ser fornecidos com dispositivo de sincronização do momento de fechamento / abertura ou com resistores de pré-inserção.... NO FECHAMENTO Os DISJUNTORES de 550 kV.. Todos os conectores deverão ser do tipo "passante".. de modo a permitir determinar os coeficientes de repartição de tensão que deverão ser utilizados nos ensaios de protótipo.. em liga de cobre de alta condutividade.. 9...8. 8.... Deverão ser instalados conectores de aterramento em cada cubículo e chassis (pelo menos 2 (dois) em cada chassi)..................... CAPACITORES DE EQUALIZAÇÃO Nos DISJUNTORES com mais de uma câmara de extinção......jul/2007 I / 15 ....... 400 Ω − Tempo mecânico de inserção ...

devendo o Proponente.jul/2007 I / 16 . os Sincronizadores deverão ser fornecidos completos. Comunicação via infravermelho (on board). os contatos dos resistores de abertura não deverão abrir (iniciar a separação física) antes que os contatos principais do DISJUNTOR se separem. ESTRUTURA SUPORTE E ARRANJO FÍSICO As estruturas suporte deverão ser adequadas para instalação em bases de concreto instaladas ao nível do solo. Comunicação via telefone (modem) (on board). Maleta “soft”. Visando a parametrização dos Sincronizadores. PC. Entrada de microfone. Interface de vídeo com memória de 128 MB e saída RGB. Os Notebooks deverão ter as seguintes características gerais mínimas principais a serem confirmadas e aprovadas pela Chesf. Comunicação via cabo (rede) (on board). ao longo da estrutura. Tela: matriz ativa. O sistema de sincronização deverá ser submetido previamente à CHESF. DISPOSITIVO DE SINCRONIZAÇÃO DOS MOMENTOS DE ABERTURA E FECHAMENTO Quando utilizados. com a utilização de interfaces conversoras (quando aplicáveis). 11. CHESF ET/DSE – 615 . Gravador de DVD (CD/DVD+RW). Todos os dispositivos e acessórios citados deverão estar inclusos no fornecimento. Interface USB 2. deverão ser fornecidos microcomputadores. Touch pad. Comunicação via WIFI (on board). dispositivos e acessórios.Durante as operações mecânicas.5 “ (ou maior).0: mínimo de 3 terminais. tipo “Notebook”. Hard drive: 80 GB (ou maior). e demais dispositivos necessários. Software mínimo: Windows XP prof. Velocidade do processador: 3 GHz (ou superior) Memória RAM (total): 1 GB (ou maior). Modem. Comunicação via Bluetooth. por ocasião do fornecimento: Processador: Pentium IV (ou superior). 15. permitindo a parametrização e coleta de dados à distância. 12. Portas PCMCIA livres (duas). As estruturas suporte deverão possuir furações para instalação de conectores de aterramento e dispositivos para fixação dos cabos de aterramento. Saída para monitor externo. bem como informações detalhadas de seus fornecimentos anteriores (inclusive atestados de clientes). (ou superior). fornecer documentação detalhada de seu projeto. para análise/aprovação. Saída para fone externo. sendo 01 (um) para cada Disjuntor fornecido.

jul/2007 I / 17 . citadas acima. cavidades ou quaisquer outras imperfeições. quando da aprovação dos desenhos de fabricação. A vitrificação deverá ser livre de bolhas ou queimaduras. galvanizado a quente. ser homogênea. CHESF PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO ET/DSE – 615 . demonstrando o dimensionamento do disjuntor e de sua estrutura suporte. deverão ser fabricados em material absolutamente não higroscópico.20 % ou 250 Vcc + 10 % . Todos os isoladores deverão ser fornecidos em porcelana de cor marrom. de acordo com o item 07. A tensão de alimentação de todos os circuitos de aquecimento. Seção II. de operação. SISTEMAS AUXILIARES Todos os circuitos de proteção. controle e supervisão deverão ter a tensão de alimentação de 125 Vcc + 10 % . 14. 60 Hz. da ET/DSE-600. Os isoladores suporte deverão ser projetados de forma que não ocorra "stress" excessivo de qualquer de suas partes. Toda a porcelana deverá ser fabricada pelo processo à seco. iluminação e tomadas de força deverá ser 220 Vca ± 10 % fase-fase. comando.As estruturas deverão ser fabricadas em aço estrutural. além dos esforços mecânicos previstos. ESFORÇOS NOS TERMINAIS DE ALTA TENSÃO Os DISJUNTORES e suas estruturas suporte deverão ser dimensionados para suportar. resultantes de sobrecargas transitórias ou contínuas. os esforços devidos a conexão de barramentos rígidos e flexíveis. curto-circuito e vento. e dimensionadas para suportar os esforços mecânicos de operação e de curto circuito. no que se refere a suportabilidade aos esforços devidos às cargas estáticas e dinâmicas impostas. além dos esforços devidos ao vento. 13. Seção I da ET/DSE-600. impermeável e livre de laminações. ISOLADORES SUPORTE E ISOLADORES DAS CÂMARAS DE EXTINÇÃO Todos os componentes dos isoladores suporte e das câmaras de interrupção (excetuando-se as gaxetas). como metal ou porcelana vitrificada. Durante a aprovação dos desenhos deverá ser apresentada uma memória de cálculo detalhada. devidas a variação de temperatura. devendo ser previstos meios para acomodar a expansão e deflexão dos condutores de corrente. 15. bem vitrificada. 16.20 %. devendo cada circuito ser protegido por 2 (dois) fusíveis de capacidade e características adequadas a sua proteção. conforme item 02. Estas tensões serão confirmadas pela CHESF. que de alguma forma possam ficar expostos à atmosfera.

em ms (e tolerância) − De abertura • Resistência de cada resistor. em ms Fator nominal de faixa de tensão "K" Capacidade nominal de interrupção em oposição de fases. no mínimo. gravadas em português. em A (eficaz) Frequência nominal. em kV (pico) Corrente nominal.As placas de identificação do DISJUNTOR deverão ser em aço inoxidável. em kV (eficaz) Nível de isolamento. em % Ciclo nominal de operação Tempo nominal de interrupção. em ms (e tolerância) • Tempo de permanência do resistor inserido. em kA (eficaz) Valor de pico da corrente suportável (10 ciclos). em ms (e tolerância ) CHESF ET/DSE – 615 . em ohms • Tempo de inserção mecânica. em kA (eficaz) Componente contínua. em ms Tempo nominal de fechamento.jul/2007 I / 18 . em ms Tempo nominal de abertura. As placas deverão ser afixadas em uma posição tal que sejam claramente legíveis ao operador situado no solo.1. PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DO DISJUNTOR − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − A identificação " DISJUNTOR A SF6 " Nome do Fabricante Tipo/modelo (Referência Fabricante) Número de série Local de fabricação (Cidade/País) Ano de fabricação Tensão nominal. em Hz Capacidade de interrupção nominal em curto-circuito: Componente alternada. em baixo relevo. os seguintes dados: 16. As placas deverão conter obrigatoriamente. em kA (eficaz) Corrente suportável de curta duração (1s). em ms (e tolerância) − Tempo nominal de pré-arco. em ms (e tolerância) • Tempo de permanência do resistor inserido. em ohms • Tempo de abertura mecânica do resistor. mesmo estando energizado o DISJUNTOR. em kA Fator de primeiro pólo Resistores de pré-inserção (se houver) De fechamento • Resistência de cada resistor.

em kg/cm2 • Pressão de alarme por excesso de pressão a 20 οC.2. em m 3 Peso do gás. em pF ( e tolerância ) Volume de gás do DISJUNTOR. em kgf/cm2 • Pressão de início de atuação das válvulas de segurança a 20 οC. Capacitância nominal de cada capacitor de equalização. em V • Dos demais circuitos auxiliares CA. em V − Tensão nominal (CC). em kgf/cm2 • Pressão de bloqueio do fechamento a 20 οC.1. em kgf/cm2 • Pressão nominal do gás a 20 οC. em kgf Valor de atuação dos pressostatos de SF6: • Pressão mínima de isolamento a 20 °C. em kgf/cm2 • Pressão de bloqueio da abertura a 20 oC. em kgf Peso do pólo com gás. em V − Corrente nominal (CA) • Do circuito do motor. em kgf/cm2 • Pressão de alarme por baixa pressão a 20 οC. em A CHESF ET/DSE – 615 . em kgf/cm2 • Pressão de bloqueio do religamento a 20 οC.− − − − − − − − − − − − − − 16. em kgf/cm2 • Pressão de abertura automática das chaves isoladoras por perda de SF6. em kgf/cm2 Peso total do DISJUNTOR com gás.2. PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DO MECANISMO DE ACIONAMENTO ELETROHIDRÁULICO − − − − − − − A identificação "MECANISMO DE ACIONAMENTO ELETRO HIDRÁULICO Nome do Fabricante Tipo/modelo Número de série Local de fabricação (Cidade/País) Ano de fabricação Tensão nominal (CA) • Do circuito do motor. em kgf Número de série do mecanismo de acionamento Tipo/modelo do mecanismo de acionamento Número do Manual de Instruções Número do desenho dimensional do DISJUNTOR Número do desenho desta placa de identificação Número do documento de compra Número da Especificação Técnica da CHESF Normas Técnicas consideradas PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DO MECANISMO DE ACIONAMENTO 16. em kg/cm2 • Pressão máxima do gás a 20 οC.jul/2007 I / 19 .

em kgf/cm 2 • Pressão de início da atuação das válvulas de segurança. em W − Valor de atuação dos pressostatos: • Pressão nominal de operação do sistema hidráulico.jul/2007 I / 20 . em kgf/cm 2 • Pressão de bloqueio do fechamento por baixa pressão.• Dos demais circuitos auxiliares CA. em litros Número do desenho do diagrama esquemático Número do desenho do diagrama de fluxo Número do Manual de Instruções Número do desenho desta placa de identificação Número do documento de compra Normas Técnicas consideradas 16. em kgf/cm 2 − − − − − − − − − − − Fabricante do fluido hidráulico Tipo do fluido hidráulico Vazão nominal da moto-bomba. em kgf/cm 2 • Pressão de parada da moto-bomba. em kgf/cm 2 • Pressão de alarme por alta pressão no sistema hidráulico. em W De abertura • Tensão (regime contínuo). em kgf/cm 2 • Pressão de bloqueio da abertura por baixa pressão. em V • Potência. PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DO MECANISMO DE ACIONAMENTO A MOLA − − − − CHESF A identificação "MECANISMO DE ACIONAMENTO A MOLA" Nome do Fabricante Tipo/modelo Número de série ET/DSE – 615 . em kgf/cm 2 Volume do fluido hidráulico. em m 3/h Pressão nominal da moto-bomba. em kgf/cm 2 • Pressão de alarme por queda de pressão. em kgf/cm 2 • Pressão de bloqueio do religamento por baixa pressão. em V • Potência. em A − Características das bobinas de acionamento: De fechamento • Tensão (regime contínuo). em A • Do circuito de Fechamento. em kgf/cm 2 • Pressão máxima do sistema hidráulico. em kgf/cm 2 • Pressão de partida da moto-bomba. em kgf/cm 2 • Pressão mínima de operação do sistema hidráulico.2. em kgf/cm 2 • Pressão de alarme/bloqueio por perda de N 2 no sistema hidráulico. em A − Corrente nominal (CC) • Dos circuitos de Abertura.2.

jul/2007 I / 21 . em V − Tensão nominal (CC). em A − Características das bobinas de acionamento: • De fechamento •• Tensão (regime contínuo). em V •• Potência. em W • De abertura •• Tensão (regime contínuo). em s − Tensionamento nominal de trabalho das molas de fechamento (carregadas) − Tensionamento mínimo de trabalho das molas de fechamento (carregadas) − Tensionamento nominal de trabalho das molas de abertura (carregadas) − Tensionamento mínimo de trabalho das molas de abertura (carregadas) − Número do desenho do diagrama esquemático − Número do Manual de Instruções − Número do desenho desta placa de identificação − Número do documento de compra − Normas Técnicas consideradas 16. em A − Corrente nominal (CC) • Dos circuitos de Abertura. em V − Corrente nominal (CA) • Do circuito do motor. PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS MOTORES − − − − − − − − − CHESF A identificação "MOTOR DE INDUÇÃO" Nome do Fabricante Número de série Local de fabricação (Cidade/País) Ano de fabricação Número de pólos Peso do motor. em A • Do circuito de Fechamento. em V •• Potência. em W − Tempo de carregamento das molas. em W − Potência do motor de carregamento das molas. em V • Dos demais circuitos auxiliares CA. em kgf Tipo do motor Número de fases ET/DSE – 615 .3. em A • Dos demais circuitos auxiliares CA.− Local de fabricação (Cidade/País) − Ano de fabricação − Tensão nominal de CA • Do circuito do motor.

em kgf Tipo do meio isolante utilizado Marca do meio isolante (quando aplicável) Normas Técnicas consideradas 16. em kW Número de rotações. Esquema de conexões do motor Tensões de alimentação. em A Número do desenho desta placa de identificação Normas Técnicas consideradas PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS RESERVATÓRIOS − − − − − − − − − − − − − − A identificação "RESERVATÓRIO DE ÓLEO" Nome do Fabricante Número de série Local de fabricação (Cidade/País) Ano de fabricação Pressão máxima de operação. PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS CAPACITORES DE EQUALIZAÇÃO − − − − − − − − − − − − A identificação "CAPACITOR DE EQUALIZAÇÃO" Nome do Fabricante Tipo e Modelo Número de série Local de fabricação (Cidade/Estado) Ano de fabricação Tensão. em kV Capacitância nominal. em kgf/cm 2 Espessura da parede. em rpm Corrente de regime e de partida para cada esquema de conexão.4.5.jul/2007 I / 22 . PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS RESISTORES DE PRE-INSERÇÃO − A identificação "RESISTOR DE FECHAMENTO" ou "RESISTOR DE ABERTURA" − Fabricante CHESF ET/DSE – 615 . em kgf Nome do material empregado Volume interno. em V Potência do motor. em m 3 Data do teste hidrostático Validade do teste hidrostático Número do desenho desta placa de identificação Normas Técnicas consideradas 16. em pF Peso. em mm Peso do reservatório.6.− − − − − − − 16.

em ohms (e tolerância) Tempo de inserção (e tolerância) Peso. DISJUNTOR PARA 550 kV − − − − Tensão nominal .− − − − − − − − − − − − 16..................... CARACTERÍSTICAS NOMINAIS DOS DISJUNTORES Os valores abaixo relacionados deverão ser atendidos e garantidos pelo Fabricante em sua Proposta: 17.......... com τ=45 • DISJUNTOR de 50 kA •• Componente alternada ..............................9 da Norma IEC 62271-100.. devendo porém................ 60 Hz Corrente nominal (*) ....... 50 kAeficaz •• Componente contínua . .... 550 kVeficaz Frequência nominal .... de acordo com a fig........ 63 kAeficaz •• Componente contínua ... .....jul/2007 I / 23 .......... As plaquetas de identificação dos componentes do circuito de controle deverão ser fabricadas em acrílico preto com letras brancas e fixadas com parafusos autoatarrachantes ou outra forma de fixação resistente........................................................................ 3150 e 4000 Aeficaz Capacidade de interrupção nominal em curto-circuito (*): • DISJUNTOR de 63 kA •• Componente alternada ....... 40 kAeficaz •• Componente contínua .. em kgf Tipo do meio isolante Marca registrada do meio isolante (se houver) Normas Técnicas consideradas PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO NÃO CITADAS ACIMA As demais placas de identificação utilizadas poderão seguir o padrão do Fabricante......... Tipo Modelo Número de série Local de fabricação (Cidade/Estado) Ano de fabricação Tensão.....Ver Seção V CHESF ET/DSE – 615 .. 17.. apenas quanto às informações que devem conter.......................1.............. em kV Resistência nominal.............................. com τ=45 • DISJUNTOR de 40 kA •• Componente alternada ......................................9 da Norma IEC 62271-100...................................................... de acordo com a fig............................................7..... ser submetidas à aprovação da CHESF quanto aos materiais e gravação................................................... com τ=45 (*) ...................................9 da Norma IEC 62271-100.................... de acordo com a fig............

........... no fechamento e na abertura ...... 164 kApico • DISJUNTOR de 50 kA ....... 1800 / 1550 kVpico Idem..................................... 2115 / 1865 kV pico Tensão de "BIAS" para impulso atmosférico ..........................................................................Ver Seção V − CHESF ET/DSE – 615 ................................ entre contatos abertos (incluindo tensão de "BIAS") (*) . 860 / 650 kVeficaz • entre contatos abertos (*) .............. entre contatos abertos (incluindo tensão de "BIAS") (*) .............................. 130 kApico • DISJUNTOR de 40 kA ............ 104 kApico − Tempo de interrupção (base 60 Hz) ....................... 4 ms Idem.......................... 164 kApico • DISJUNTOR de 50 kA ...................................................... 4 ms Idem entre câmaras auxiliares de resistores de pré-inserção.................................................................................. fase-terra... 1000 µV Tensão suportável nominal de impulso atmosférico (1...................................................... fase-terra....................................................... com contatos fechados ................. maior que .......................................... com contatos fechados (fase-terra) (*) ..........jul/2007 I / 24 .......................... 950 / 720 kVeficaz Interrupção de DEFEITO TERMINAL (*) ............. com contatos fechados (fase-terra) (*) ............................3s-CO-3min-CO Fator de primeiro pólo ..................................................− Capacidade de estabelecimento nominal em curto-circuito (corrente de fechamento e travamento) (*): • DISJUNTOR de 63 kA .......................................................................................................................................................................... 8500 mm Tensão.......................... 104 kApico − Corrente suportável nominal de curta duração (1s) (*): • DISJUNTOR de 63 kA ............... 4 ms Diferença máxima de tempo entre pólos na abertura tripolar .............) • a terra e entre pólos (*) ...................................................... 63 kAeficaz • DISJUNTOR de 50 kA ......................................... 1300 / 1175 kV pico Idem................................................................................ 350 µV Idem........... de início e extinção do corona visual.................................................... − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − Tempo morto nominal .................5 Comprimento mínimo da linha de fuga ........ 1..................2 X 50 µs).............. 50 kAeficaz • DISJUNTOR de 40 kA . 350 kVeficaz Tensão de rádio interferência máxima à tensão de 350 kV eficaz.... 4 ms Ciclo de operação nominal ............ 300 ms Diferença máxima de tempo entre pólos no fechamento tripolar .................... entre câmaras do mesmo pólo .................... 13750 mm Espaçamento entre pólos ................................. 130 kApico • DISJUNTOR de 40 kA ........ 40 kAeficaz − Valor de pico da corrente suportável (10 ciclos) (*): • DISJUNTOR de 63 kA ........................................................................................................................................................... 450 kV pico Tensão suportável nominal a frequência industrial (60 Hz) a seco e sob chuva (1 min..................... 1550 / 1500 kV pico Tensão de "BIAS" para impulso de manobra . O-0............................... com contatos abertos ......... a seco e sob chuva........................................ 02 ciclos O tempo de interrupção deve ser garantido para qualquer abertura com corrente de 10 % a 100 % (inclusive) da capacidade de interrupção nominal em curtocircuito.............................................................................................................................. 315 kV pico Tensão suportável nominal de impulso de manobra..................................................... 4 ms Idem entre câmaras do mesmo pólo ...................................

0 1.0 674 225 1010 1010 2.140 zi (Ohms) 260 260 260 ti µs 1.8) 337 72.60 − Interrupção de DEFEITO QUILOMÉTRICO • Lado da Fonte •• Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 td U’ t’ U1 / t1 (*) .6 (U c/t3) 10.0 Ui kV pico 8.0 1030 (t 3) 100 12.0 674 135 1010 1010 5.3 343 45.0 337 171 2.5(101) 5.0 225 115 2.0(56.00 5.0(33.140 0.140 0.jul/2007 I / 25 .3 • Características da tensão de restabelecimento transitória inicial (TRTI): TENSÃO kVeficaz 550 550 550 CORRENTE DE INTERRUPÇÃO kAeficaz (*) 63 50 40 fi kV/kA (60 Hz) 0.Ver Seção V UNIDADE kVpico µs kVpico µs µs kVpico µs kV/µs TRT 449 225 629 675 2.3) 337 113(169) 3.82 7.0 CHESF ET/DSE – 615 .• Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO U1 T1 Uc T2 td U’ t’ U1/t1 UNIDADE kVpico µs kVpico µs µs kVpico µs kV/µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 100 60 30 10 674 337 944 1010 2.0 1.

.5 37.• Lado da Linha •• Impedância de surto ....8 20.....6 15.3 0..0 24.9 0...........5 ••• DISJUNTOR de 50 kA (*) PARÂMETRO I di / dt du / dt UL tl td UNIDADE kAeficaz A / µs kV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 45..0 19.0 179..0 0..0 16..2 11..8 287..5 20....9 0.4 0....jul/2007 I / 26 UNIDADE kAeficaz A / µs kV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 36...4 39.......8 6.7 0....1 287...6 0... 1....3 179...5 30...0 16.0 12.......6 24...8 5....4 31.3 25..5 ••• DISJUNTOR de 40 kA (*) PARÂMETRO I Di / dt Du / dt UL tl td (*) ......5 24..9 0...0 7.4 49.2 9.6 0........5 47..7 30...2 179....2 287.6 71.........Ver Seção V CHESF ET/DSE – 615 ......8 71.0 7... 450 ohms •• Fator de amplitude (k) .......2 8...5 37..0 10..8 8.6 71.6 20..................8 5....5 30.....0 9.2 13.6 ••• DISJUNTOR de 63 kA (*) PARÂMETRO I Di / dt Du / dt UL tl td UNIDADE kAeficaz A / µs kV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 56........5 ............

......................................................270 ohms/km/fase Capacitância distribuída da linha (seqüência positiva) ............................ 7.........23 nF/km/fase Tensão de restabelecimento transitória (TRT) .... 635 kVeficaz • Corrente a ser interrompida (*): •• DISJUNTOR 63kA .............................. 10 kAeficaz • Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT) PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 U1/t1 UNIDADE kVpico µs kVpico µs kV/µs TRT 898 583 1123 1749 1......................Ver Seção V − Capacidade de manobrar correntes capacitivas (LINHAS DE TRANSMISSÃO EM VAZIO)................. 0........ 445 kV eficaz Frequência ............. 1260 kV pico Tempo de pico da TRT (base 66 Hz) ......... 400 km Reatância indutiva da linha (seqüência positiva) ..............jul/2007 I / 27 ........................................................... 66 Hz Comprimento da linha ................................................− Capacidade nominal de interrupção EM DISCORDÂNCIA DE FASES • Tensão de restabelecimento ............................ 213 Aeficaz • Número de operações de abertura nas condições acima................................ 15.................. CHESF ET/DSE – 615 .................................. sem reacendimento (classe C2): • • • • • • • • Tensão da linha conectada (fase-terra) ........................................................................5 kAeficaz •• DISJUNTOR 40kA ............................ 16........................................... 710 Aeficaz •• a 30 % ....................................... 350 operações − Capacidade de interromper PEQUENAS CORRENTES MAGNETIZANTES E INDUTIVAS • Requisito a ser considerado apenas para os DISJUNTORES que serão utilizados na manobra de reatores em derivação.................. sem necessidade de qualquer manutenção .........................8 kAeficaz •• DISJUNTOR 50kA ........................................ 12.....................................5 ms Capacidade de interrupção de linhas em vazio: •• a 100 % .....54 (*) ............................................................................................

.... 40 kAeficaz Valor de pico da corrente suportável (10 ciclos) (*): • DISJUNTOR de 50 kA ...jul/2007 I / 28 .....................................................• Máxima sobretensão admissível fase-terra ............9 da Norma IEC 62271-100..........................................2.................... − − − − CHESF ET/DSE – 615 ...........................................................................9 da Norma IEC 62271-100... 242 kVeficaz Frequência nominal .................... 130 kApico • DISJUNTOR de 40 kA ........................................... 40 kAeficaz •• Componente contínua ................................................................................................................................................................. 03 ciclos O tempo de interrupção deve ser garantido para qualquer abertura............................ 50 kAeficaz • DISJUNTOR de 40 kA ..................................................................9 > 1. 130 kApico • DISJUNTOR de 40 kA ......... 104 kApico Corrente suportável nominal de curta duração (1s) (*): • DISJUNTOR de 50 kA ................................................................................................................ 898 kVpico • Características da corrente monofásica a ser interrompida: Ie Aeficaz 110 190 fn Hz 1200 a 1400 1200 a 1400 fa > 1............................................................ 50 kAeficaz •• Componente contínua .......... 2500...........de acordo com a fig................................................... 2000. DISJUNTOR PARA 242kV − − − − Tensão nominal ............................................. 3150 A eficaz Capacidade de interrupção nominal em curto-circuito (*) • DISJUNTOR de 50 kA •• Componente alternada .... com τ=45 Capacidade de estabelecimento nominal em curto-circuito (corrente de fechamento e travamento) (*): • DISJUNTOR de 50 kA .............................de acordo com a fig...................................... com τ=45 • DISJUNTOR de 40 kA •• Componente alternada ........................ 104 kApico Tempo de interrupção (base 60 Hz) .........9 f0 kHz 150 a 200 150 a 200 Onde: Ie fn fa fo Cs Lb Cz = = = = = = = corrente de ensaio freqüência natural do circuito do lado da carga fator de amplitude das oscilações do lado da carga freqüência natural do circuito de ensaio (Cs+Lb+Cz) capacitância da fonte indutância própria do disjuntor capacitância da carga 17........................ com correntes de 10% a 100% da capacidade de interrupção nominal em curto-circuito........ 60 Hz Corrente nominal (*) .

.. durante 1 minuto...................... 6050 mm Espaçamento entre pólos ........................................ a terra.......... 350 µV Idem.... 950 kVpico Tensão suportável nominal a frequência industrial (60 Hz)......................0 296 59..............................................3s-CO-3min-CO Fator de primeiro pólo ...................08 151 30 (Uc/t3) 6............................7 8... 4000 mm Tensão... com contatos abertos ......9 CHESF ET/DSE – 615 .................................................................... 1............................... entre câmaras do mesmo pólo ...........7 444 444 2.................... entre câmaras do mesmo pólo ......jul/2007 I / 29 ........................... máxima à tensão de 154 kV eficaz..2 444 444 5...... 4 ms Ciclo de operação nominal ...........................................0(14....................................... a seco e sob chuva...........5 Comprimento mínimo da linha de fuga ...............0 453 (t 3) 65..............................0 296 98.......................0(24.........................0 148 76 2.......... O-0...1) 3... 4 ms Diferença máxima de tempo entre pólos na abertura tripolar .....4) 5...................Ver Seção V − − − − − − − − − − − − − − − − Tempo morto nominal .................. maior que .................. entre pólos e entre contatos abertos ... 4 ms Idem...8) 148 34................ no fechamento e na abertura .. fase-terra........ entre pólos e entre contatos abertos .......................4(74....................................... 1000 µV Tensão suportável nominal de impulso atmosférico.................7) 148 51... 395 kVeficaz Interrupção de DEFEITO TERMINAL • Características da Tensão Transitória de Restabelecimento (TRT): PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 td U’ t’ U1/t1 UNIDADE kVpico µs kVpico µs µs kVpico µs kV/µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 100 60 30 10 296 148 414 444 2............................................ 300 ms Diferença máxima de tempo entre pólos no fechamento tripolar ........................6(44........(*) ......... entre câmaras auxiliares dos resistores de pré-inserção................. fase-terra... (1.............................. 4 ms Idem.................... de início e extinção do corona visual...2 x 50µs) a terra. 154 kVeficaz Tensão de rádio-interferência........... 4 ms Idem.................... com contatos fechados .........

..........0 24..0 7.8 31.... 1.0 CHESF ET/DSE – 615 ...............jul/2007 I / 30 ......................5 37.............6 ••• DISJUNTOR de 50 kA (*) PARÂMETRO I di / dt du / dt UL tl td UNIDADE kAeficaz A / µs KV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 45.083 zi (Ohms) 260 260 ti µs 0.083 0..0 99 51...32 − Interrupção de DEFEITO QUILOMÉTRICO • Lado da Fonte •• Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 td U’ t’ U1 / t1 • Lado da Linha •• Impedância de surto ....9 0.• Características da tensão de restabelecimento transitória inicial (TRTI): TENSÃO kVeficaz 242 242 CORRENTE DE INTERRUPÇÃO kAeficaz (*) 50 40 fi kV/kA (60 hz) 0...............5 30...................5 17........15 3........6 2..5 UNIDADE kVpico µs kVpico µs µs kVpico µs kV/µs TRT 198 99 277 297 2.6 0...0 79..5 20.......8 0. 450 ohms •• Fator de amplitude (k) .0 16....5 2.6 Ui kVpico 4...0 8.....2 126...............6 0.0 9.......0 10..

.................. 66 Hz • Comprimento da linha ....................0 11..........0 16............ 196 kV eficaz • Frequência ...........5 30............2 79.................46 nF/km/fase • Tensão de Restabelecimento Transitória (TRT) .......2 8.. 8...0 19.. 400 km • Reatância indutiva da linha (seqüência positiva) .......................0 0............................................................jul/2007 I / 31 ....... 280 kVeficaz • Corrente a ser interrompida (*) •• DISJUNTOR 40 kA ...........5ms • Capacidade de interrupção de linhas em vazio: •• A 100 % ........................................ 10 kAeficaz •• DISJUNTOR 50 kA ................. 130 Aeficaz •• A 30 % . 12................................7 0............................................. sem reacendimento (classe C2): • Tensão da linha conectada (fase-terra) .....6 3...0 7........0 12......(*) ................. 0..5 kAeficaz • Características da Tensão Transitória de Restabelecimento (TRT): PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 U1/t1 UNIDADE kVpico µs kVpico µs kV/µs TRT 395 256 494 768 1..........................................................6 31............8 126............................................. 7..5 24.....................Ver Seção V ••• DISJUNTOR de 40 kA * PARÂMETRO I di / dt du / dt UL tl td UNIDADE kAeficaz A / µs KV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 36.................8 0...................................54 − CAPACIDADE DE MANOBRAR CORRENTES CAPACITIVAS − Capacidade para manobrar LINHAS DE TRANSMISSÃO EM VAZIO.......5 − Capacidade de interrupção nominal EM DISCORDÂNCIA DE FASES • Tensão de Restabelecimento .......520 ohms/km/fase • Capacitância distribuída da linha (seqüência positiva) .......... 39 Aeficaz • Número de operações de abertura nas condições acima.................................................................................. 350 operações CHESF ET/DSE – 615 ...............8 5........................ 555 kV pico • Tempo de pico da TRT (base 66 Hz) ......................5 21................... sem necessidade de qualquer manutenção ...

...........9 da Norma IEC 62271-100.................................................................................................................................................3..................................9 fa f0 kHz 150 a 200 150 a 200 pico • Frequência associada a corrente de INRUSH ....................................................... sem reacendimento (classe C2): • Corrente Nominal do Banco de Capacitores .............................................. 52 kA Tempo de interrupção (base 60 Hz) ................. • Sobretensão máxima admissível fase-terra ..... com τ=45 Capacidade de estabelecimento nominal em curto-circuito (fechamento e travamento) ............. 2000A eficaz Capacidade de interrupção nominal em curto-circuito: • Componente alternada .............Ver Seção V − Capacidade para manobrar BANCOS CAPACITORES EM CONTRAPOSIÇÃO............................................... 145 kVeficaz Frequência nominal .................................... 20 kAeficaz • Componente contínua . 555 kV pico • • Tempo para atingir o valor de Crista .... 400 A eficaz • Corrente transitória de energização do Banco .. 40 kA • Tensão de Restabelecimento Transitória na Abertura do Banco: • • Valor de Crista ........ 03 ciclos − − − − CHESF ET/DSE – 615 .250 Hz pico corrente de ensaio freqüência natural do circuito do lado da carga fator de amplitude das oscilações do lado da carga freqüência natural do circuito de ensaio (Cs+Lb+Cz) capacitância da fonte indutância própria do disjuntor capacitância da carga 17.............. 395 kV pico • Características da corrente monofásica a ser interrompida: Ie Aeficaz 24 53 Onde: Ie fn fa fo Cs Lb Cz = = = = = = = fn Hz 800 a 1000 800 a 1000 > 1................................................... 8............................ 20 kA • Valor de pico da corrente de descarga durante uma “falta” ................ DISJUNTOR PARA 145 kV − − − − Tensão nominal ........................................................................................................................................... 20 kA eficaz Valor de pico da corrente suportável (10 ciclos........................................... 1250...............3 ms − Capacidade de interromper PEQUENAS CORRENTES MAGNETIZANTES E INDUTIVAS • Requisito a ser considerado apenas para os DISJUNTORES que serão utilizados na manobra de reatores em derivação.........(*) .9 > 1................................. 52 kApico Corrente suportável nominal de curta duração (3s) ......) ........ 1600............................... 60 Hz Corrente nominal (*) ...jul/2007 I / 32 ............... 4................ de acordo com a fig...................

.... 8............3s-CO-3min-CO − Fator de primeiro pólo .................... durante 1 (um) minuto..........................3s-CO ...... 4 ms − Ciclo de operação nominal .. 4 ms − Diferença máxima de tempo entre pólos na abertura tripolar .................................0 178 59 267 267 2............................ fase--terra......................................... 1s − Tolerância máxima admissível na segunda abertura do ciclo de religamento rápido O-0........................Ver Seção V O tempo de interrupção deve ser garantido para qualquer abertura...............33 ms − Diferença máxima de tempo entre pólos no fechamento tripolar ...0 CHESF ET/DSE – 615 ................................................7(44.................... com corrente de 10 % a 100 % (inclusive) da capacidade de interrupção nominal em curtocircuito........ 1......................3 5.......................... entre câmaras do mesmo pólo ...5 2....9) 89 22................... 4 ms − Idem.........jul/2007 I / 33 . 3625 mm − Espaçamento entre pólos ...........0 178 35................. a seco e sob chuva. 350 µV − Idem.7) 5....5) 3.........7 (Uc/t3) 6.............. 3000 mm − Tensão fase-terra...................... entre pólos e entre contatos abertos ..................0 89 46...................................................... maior que .................. 300 ms − Atraso permissível na abertura (Y) ................0(14........... (1.............................................................. O-0.............0(8....6 91 20........ a terra.............................................. 4 ms − Idem entre câmaras do mesmo pólo .. com contatos abertos ............................... 1000 µV − Tensão suportável nominal de impulso atmosférico........... com contatos fechados ............................(*) .....2 x 50 µs) a terra........................ entre pólos e entre contatos abertos ...................5 − Comprimento mínimo da linha de fuga ............................................. 275 kVeficaz − Interrupção de DEFEITO TERMINAL • Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 td U’ t’ U1/t1 UNIDADE kVpico µs kVpico µs µs kVpico µs kV/µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 100 60 30 10 178 89 249 267 2............8(26............ − Tempo morto nominal ........... de início e extinção do corona visual............6 267 267 5.....8) 89 31................................ 92 kV eficaz − Tensão de rádio interferência máxima à tensão de 92 kV eficaz............. 650 kVpico − Tensão suportável nominal a frequência industrial (60 Hz)........................0 272 (t3) 45.......

.4 Ui kVpico 1........0 9.2 12.................4 0.0 3...6 47.....• Características da tensão de restabelecimento transitória inicial (TRTI): TENSÃO KVeficaz 145 CORRENTE DE INTERRUPÇÃO kAeficaz 20 fi kV/kA (60 hz) 0..........0 59 31......6 PARÂMETRO I di / dt du / dt UL tl td UNIDADE kAeficaz A / µs kV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 18.8 26.0 8..2 15...............9 75... 450 ohms •• Fator de amplitude (k) .................9 4...............2 0...0 − Capacidade de interrupção nominal EM DISCORDÂNCIA DE FASES • Tensão de restabelecimento . 167 kV CHESF ET/DSE – 615 ......2 UNIDADE kVpico µs kVpico µs µs kVpico µs kV/µs TRT 118 59 166 177 2......1 − Interrupção de DEFEITO QUILOMÉTRICO • Lado da Fonte •• Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 td U’ t’ U1/t1 • Lado da Linha •• Impedância de surto ........4 13.........6 4...1 0......0 6... 1...............4 2...............................jul/2007 eficaz I / 34 .3 18......056 zi (Ohms) 260 ti µs 0............5 2..................

. 117 kV eficaz Frequência ................................................. sem necessidade de qualquer manutenção ............................9 > 1.................... 200 km Reatância indutiva da linha (seqüência positiva) ................ 332 kV pico Tempo de pico da TRT (base 60 Hz) .....................520 ohms/km/fase Capacitância distribuída da linha (seqüência positiva) .....................................................• Corrente a ser interrompida ......................jul/2007 I / 35 .................... 60 Hz Comprimento da linha .............................................9 f0 kHz 150 a 200 150 a 200 corrente de ensaio freqüência natural do circuito do lado da carga fator de amplitude das oscilações do lado da carga freqüência natural do circuito de ensaio (Cs+Lb+Cz) capacitância da fonte indutância própria do disjuntor capacitância da carga CHESF ET/DSE – 615 ... 350 operações − Capacidade de interromper PEQUENAS CORRENTES MAGNETIZANTES E INDUTIVAS • Requisito a ser considerado apenas para os DISJUNTORES que serão utilizados na manobra de reatores em derivação............ 0................................................................0 kA eficaz • Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO U1 t1 Uc t2 U1/t1 UNIDADE kVpico µs kVpico µs kV/µs TRT 237 154 296 462 1........................ sem reacendimentos (classe C2) • • • • • • • • Tensão da linha conectada (fase-terra) .............................. 5........... 237 kV pico • Características da corrente monofásica a ser interrompida: Ie Aeficaz 20 44 Onde: Ie fn fa f0 Cs Lb Cz = = = = = = = fn Hz 800 a 1000 800 a 1000 fa > 1.......................................... 23 Aeficaz • Número de operações de abertura nas condições acima.................................. 8..... 75 Aeficaz •• a 30 % ... 8.......................3 ms Capacidade de interrupção nominal de linhas em vazio: •• a 100 % ............46 nF/km/fase Tensão de Restabelecimento Transitória (TRT) .............................................................................................. • Máxima sobretensão fase-terra admissível .........................54 − Capacidade de manobrar correntes capacitivas (LINHAS DE TRANSMISSÃO EM VAZIO)......

............................................ 05 ciclos O tempo de interrupção deve ser garantido para qual quer abertura........................................................................... 60 Hz Corrente nominal (*) ....................5 kA . 1s − Tolerância máxima admissível na segunda abertura do ciclo de religamento rápido O-0....................33 ms − Diferença máxima de tempo entre pólos no fechamento tripolar .... 1600......4........................................................... 4 ms − Ciclo de operação nominal ....... 4 ms − Idem.............................. de início e término do corona visual...............5 kA ............. 1500 mm − Tensão.5 kVeficaz Frequência nominal .............................................3s-CO-3min-CO − Fator de primeiro pólo ............................................. 1000 µV − Tensão suportável nominal de impulso atmosférico............... com corrente de 10% a 100% (inclusive) da capacidade de interrupção de curto-circuito.........................................................................................................jul/2007 I / 36 ......... 1813 mm − Espaçamento entre pólos .................... maior que ......................... DISJUNTOR PARA 72........17............................................9 da Norma IEC 62271-100.... 8......................... 2000 Aeficaz Capacidade de interrupção nominal em curto-circuito (*): • DISJUNTOR DE 31................. 46 kVeficaz − Tensão de rádio interferência máxima à tensão de 46 kV eficaz................................................. 20 kAeficaz Valor de pico da corrente suportável (10 ciclos) (*): • DISJUNTOR DE 31............... 31........................................................................................................................................................................5 kAeficaz • DISJUNTOR DE 20 kA ................................5 kA .......... − Tempo morto nominal .....9 da Norma IEC 62271-100..... 20kAeficaz •• Componente contínua ....2 x 50µs) a terra..............................................3s-CO . com τ=45 • DISJUNTOR DE 20kA •• Componente alternada ........5 − Comprimento mínimo da linha de fuga ....... 300 ms − Atraso permissível na abertura (Y) ......................... entre câmaras do mesmo pólo ........5kA •• Componente alternada ............................................................. entre pólos e entre contatos abertos ................................................................... 350 µV − Idem.................................................... com contatos abertos .... com contatos fechados ...... 4 ms − Diferença máxima de tempo entre pólos na abertura tripolar ..........de acordo com a fig........... 1....................................................... 4 ms − Idem entre câmaras do mesmo pólo .. fase-terra.......................... 52 kApico Corrente suportável nominal de curta duração (3s) (*): • DISJUNTOR DE 31..................................................... 72............................................................... fase-terra.................................... 1250.. com τ=45 Capacidade de estabelecimento nominal em curto-circuito (corrente de fecha mento e travamento) (*): • DISJUNTOR DE 31..................................................................... 31..............................de acordo com a fig..... (1.........5kV − − − − Tensão nominal ........................................ 52 kApico Tempo de interrupção (base 60 Hz) ................. O-0........ 82 kApico • DISJUNTOR DE 20 kA ..........................................................................................5 kAeficaz •• Componente contínua ................... 82 kApico • DISJUNTOR DE 20 kA . 350 kVpico − − − − CHESF ET/DSE – 615 .............................................

...7 Tc µs 1380 304 Ver figuras 1 e 2 adiante.02 1....1 3.4 44.096 zi (Ohms) 450 450 ti µs 0..3 38......Ver Seção V − Tensão suportável nominal a frequência industrial (60 Hz).3 1..3 64..7 • Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT)... entre pólos e entre contatos abertos ....5 20 fi kV/kA (60 hz) 0. a seco e sob chuva durante 1 minuto. 140 kVeficaz − Interrupção de DEFEITO TERMINAL • Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO Uc T3 td U’ T’ Uc/t3 UNIDADE kVpico µs µs kVpico µs kV/µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 100 60 30 124 168 8..5 72......096 0....85 133 36 7..5 CORRENTE DE INTERRUPÇÃO kAeficaz 31..2 44....3 19.....8 144..........jul/2007 I / 37 .4 0........4 Ui kVpico 3..(*) ....92 − Interrupção de DEFEITO QUILOMÉTRICO • Lado da Fonte CHESF ET/DSE – 615 ... • Características da tensão de restabelecimento transitória inicial (TRTI): TENSÃO kVeficaz 72...74 133 72 14........4 0..4 41... quando da eliminação de defeitos trifásicos não aterrados: CONDIÇÃO A B Uc kVpico 144. a terra.

...jul/2007 I / 38 ...5 kA (*) PARÂMETRO I di / dt du / dt UL tl td UNIDADE kAeficaz A / µs kV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 28...... 1... 450 ohms •• Fator de amplitude (k) .9 13......5 1.•• Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO Uc t3 td U’ t’ Uc/t3 UNIDADE kVpico µs µs kVpico µs kV/µs TRT 83 169 8.9 37..5 27..9 8.2 0.2 15..............2 18..6 5........0 9...4 0...4 0....0 3.....4 15....3 9..0 8...........2 ••• DISJUNTOR DE 20 kA (*) PARÂMETRO I di / dt du / dt UL tl td UNIDADE kAeficaz A / µs KV / µs kVpico µs µs % DA CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO 90 75 60 18....4 0...6 12........1 0...7 23.....8 9..............6 4...1 4.5 37..1 6.0 6..2 23.......6 65 0...6 23..6 ••• DISJUNTOR DE 31...7 6.......2 CHESF ET/DSE – 615 .6 0..4 2...5 1..7 4...2 12................49 • Lado da Linha •• Impedância de surto .....9 10....

............... 105 kVeficaz • Corrente a ser interrompida (*): •• DISJUNTOR DE 31... sem necessidade de qualquer manutenção ............ 7.jul/2007 I / 39 ..3 ms (60 Hz) • Capacidade de interrupção nominal de linha em vazio: •• a 100% ...........08 nF/km/fase • Tensão de Restabelecimento Transitória (TRT) ....9 kAeficaz •• DISJUNTOR DE 20 kA ...................... 59 kVeficaz • Frequência ........... 8.......................480 ohms/km/fase • Capacitância distribuída da linha (seqüência positiva) .................................................Ver Seção V − Capacidade de interrupção nominal EM DISCORDÂNCIA DE FASES • Tensão de restabelecimento ............................................................................................................................ 350 operações − Capacidade para manobrar BANCOS CAPACITORES EM CONTRAPOSIÇÃO.. 8 Aeficaz • Número de operações de abertura nas condições acima....................................0 kHz pico • • Valor de Crista ...... 160 km • Reatância indutiva da linha (seqüência positiva) ....................................................... 9... 8.............. 201 kV pico • • Tempo para atingir o valor de Crista ........................................................ sem reacendimentos (classe C2): • Tensão da linha conectada (fase-terra) ..5 kA ................... 5.............................. 0............................................................ 10 kA • Valor de pico da corrente de descarga durante uma “falta” ....................................55 − CAPACIDADE DE MANOBRAR CORRENTES CAPACITIVAS − Capacidade de manobrar LINHAS DE TRANSMISSÃO EM VAZIO............. 60 Hz • Comprimento da linha . 167 kV pico • Tempo de pico da TRT ..........................................................................3 ms (*) .......................................... 25 Aeficaz •• a 30% ............ 400 A eficaz pico • Corrente transitória de energização do Banco ......... 31.......................................(*) ..........................5 kA • Tensão de Restabelecimento Transitória na Abertura do Banco: • Frequência associada a corrente de INRUSH ............................................................................................................. 5 kAeficaz • Características da tensão de restabelecimento transitória (TRT): PARÂMETRO Uc t3 Uc/t3 UNIDADE kVpico µs kV/µs TRT 185 336 0..................................................................... sem reacendimentos (classe C2): • Corrente Nominal do Banco de Capacitores ...........Ver Seção V CHESF ET/DSE – 615 ..........................

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jul/2007 .SEÇÃO II ENSAIOS CHESF ET/DSE – 615 .

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sem ônus para a mesma.Que a(s) unidade(s) ou objeto(s) dos ensaios sejam de projeto igual ao do Equipamento a ser fornecido. Embora os ensaios devam seguir as metodologias das Normas Técnicas especificadas. em suas últimas revisões. A recusa por parte da Chesf. independente do laboratório a ser realizado.jul/2007 II / 1 . devendo a citada unidade. o compromisso da realização de todos os ensaios especificados.1. estar exatamente de acordo com os desenhos aprovados. A CHESF poderá. Se os ensaios forem executados em uma UNIDADE PROTÓTIPO produzida após a emissão do contrato deste fornecimento. CHESF ET/DSE . sempre. equipamento similar para a Chesf. a condição de operação relativa aos afastamentos para outras estruturas. As características nominais são as definidas na seção I desta Especificação. ENSAIOS Nesta Seção estão indicados e descritos os ensaios que a CHESF exige como requisitos mínimos e obrigatórios. neles utilizada. inclusive as despesas com o engenheiro da Chesf (passagens. a montagem dos DISJUNTORES deverá ser tal que reproduza. A CHESF se reserva o direito de recusar qualquer Proposta que não assuma textualmente. seguro e diárias de viagem). os valores para os mesmos. . em uma unidade denominada UNIDADE PROTÓTIPO do Fornecimento. inclusive os sistemas de comando. prevalecendo sempre os termos desta Especificação Técnica e na presença de Inspetor credenciado pela CHESF. Todos os ensaios deverão ser realizados. de qualquer dos relatórios. fornecido anteriormente. controle e operação.Que o proponente tenha. os definidos nesta Especificação. nesta Especificação Técnica e nas Normas Técnicas que os regem.615 . devem ser. na presença de inspetor credenciado pela CHESF. assim como à altura do suporte. preferencialmente. Que os ensaios de tipo constantes do(s) referido(s) relatório(s) atendam aos procedimentos e características estabelecidas nestas Especificações Técnicas. a seu único critério. Os ensaios deverão ser realizados conforme prescrito no Edital da Concorrência. obrigatoriamente. aqui previstos. IEC 60694 e IEC 60265-2. os mesmos só poderão ser realizados após a completa aprovação de todos os desenhos de fabricação dos DISJUNTORES. que não deverá ser maior do que a mínima em que serão instalados. necessários à avaliação do projeto. ou conforme acordo firmado entre as partes. em suas últimas revisões. . dispensar a realização de um ou mais ensaios de tipo e especiais e aceitar relatórios de ensaios realizados anteriormente pelo fabricante do DISJUNTOR. Para efeito de aprovação do projeto do DISJUNTOR deverão ser realizados todos os ensaios. As condições atmosféricas normais e respectivos fatores de correção e tolerância a serem utilizados durante a realização dos ensaios dielétricos são os indicados nas Normas IEC 62271-100.Que os ensaios tenham sido realizados nos últimos 8 (oito) anos. implica na realização do respectivo ensaio. ao arranjo dos condutores de alta tensão. tanto quanto possível. se os mesmos atenderem as condições descritas a seguir: . desempenho e qualidade dos DISJUNTORES e matéria prima. Em todos os ensaios dielétricos.

1. que deverão estar de acordo com os desenhos aprovados. FUNCIONAMENTO MECÂNICO A ser efetuado na unidade protótipo. completamente montada (inclusive resistores. CHESF ET/DSE – 615 .2.jul/2007 II / 2 . 3. de acordo com o item 7. identificada pelo Inspetor credenciado pela CHESF.1. para os seguintes ciclos de operação: abertura (O). Esta unidade.1. por ocasião do ensaio de tipo correspondente. ENSAIOS DO PROTÓTIPO Os Ensaios a seguir relacionados.1.101 da IEC 62271-100. deverão ser realizados no primeiro DISJUNTOR fabricado (o qual será considerado como UNIDADE PROTÓTIPO do fornecimento). "lay-out" dos componentes e identificação das anilhas da fiação.4.2. 3. 3. TEMPOS DE OPERAÇÃO Serão medidos durante os ensaios de funcionamento mecânico e de acordo com o item 7. Deverão ser realizados registros oscilográficos. em sua estrutura suporte e munida de seu mecanismo de acionamento. depois de ensaiada e aprovada. fechamento (C). suas características de "placa". se houver). VERIFICAÇÃO DIMENSIONAL Deverá ser efetuada. São os seguintes os ensaios a executar: 3.1.1. ENSAIOS DE ROTINA DO PROTÓTIPO São os seguintes os ensaios que o fabricante deverá executar na unidade protótipo.3.101 da Norma IEC 62271-100. ENSAIOS DE ROTINA Os Ensaios de Rotina deverão ser realizados conforme definido no Edital da Concorrência. Além disso deverá ser verificado o acabamento de fabricação de todos os componentes instalados no DISJUNTOR. INSPEÇÃO VISUAL Deverá ser verificada a identificação do DISJUNTOR. com base nos desenhos aprovados e nas dimensões especificadas na Seção I. fechamento abertura (CO) e para os ciclos de religamento. nos três pólos do DISJUNTOR. e será considerada como padrão de comparação de acabamento e projeto para as demais unidades a serem fabricadas. sem ônus para a CHESF: 3. 3. deverá permanecer na Fábrica.

3.5. a frequência de 60 Hz.1.1.1. proteção. controle. 3. 3. 3. 3. nos circuitos auxiliares.9. 3. sinalização do comando motorizado.8.7.1.7.1. deverão ser submetidos aos seguintes ensaios: 3. 3. TENSÃO SUPORTÁVEL A FREQUÊNCIA INDUSTRIAL (60 Hz) Deverá ser aplicada uma tensão de 2.1. durante 60 segundos.7. FUNCIONAMENTO Deverá ser verificado o perfeito funcionamento dos circuitos de comando. MOTORES Um dos motores da unidade protótipo deverá ser submetido aos seguintes ensaios: 3. aquecimento e iluminação interna.1. sinalização.4. controle.3.1.2.0 kV fase-terra.jul/2007 II / 3 .Deverão ser registrados também os tempos de inserção dos resistores de fechamento e/ou abertura (se existentes). MEDIÇÃO DE DESCARGAS PARCIAIS NOS CAPACITORES DE EQUALIZAÇÃO Deverá ser realizado de acordo com a Norma IEC 270. 3. FUNCIONAMENTO ELÉTRICO DOS CIRCUITOS AUXILIARES Deverá ser verificado o perfeito funcionamento dos circuitos de comando.7. CERTIFICADOS DE ENSAIOS DOS MOTORES CHESF ET/DSE – 615 .1. conforme Norma ABNT MB-216. proteção. inclusive motores. RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO Conforme as Normas brasileiras aplicáveis.1. conforme Norma ABNT MB-216. 3.2.8. CUBÍCULOS DE ACIONAMENTO E CONTROLE Os cubículos da unidade protótipo.1. CORRENTE DE OPERAÇÃO EM VAZIO A ser realizado.1.8. RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO A ser realizado. sem que ocorra descarga devido a rompimento do isolamento.7. Os valores garantidos deverão ser confirmados em todas as condições de ensaio acima.1.6. CONTINUIDADE Conforme as Normas brasileiras aplicáveis.

10. 3. ESPESSURA Deverá ser realizado de acordo com as Normas brasileiras aplicáveis. 3. PINTURA Deverão ser realizados os ensaios abaixo.jul/2007 II / 4 . CHESF ET/DSE – 615 .1.1. PREECE A ser realizado conforme Norma ASTM A-239.9.11.11.1.2.3.11.10. ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA Realizado conforme Norma ABNT MB-216.O Fabricante deverá fornecer certificados relativos aos seguintes ensaios efetuados em unidade protótipo. a ser oficializado em ocasião oportuna. 3.2.1.3. 3. a ser oficializado em ocasião oportuna. 3. 3. 3.9.1. 3.1. VERIFICAÇÃO DA ZINCAGEM As peças zincadas deverão ser submetidas aos seguintes ensaios: 3. 3.3.1. RENDIMENTO Realizado conforme Norma ABNT MB-216.1.1. 3. VERIFICAÇÃO DA ESPESSURA DA CAMADA DE ZINCO A ser realizada conforme Norma ASTM A-90. sendo as amostragens objeto de acordo a ser firmado entre a CHESF e o Fabricante.1.1.11. ADERÊNCIA Deverá ser realizado de acordo com as Normas brasileiras aplicáveis.10.1.10. CURVA DE EXCITAÇÃO Realizado conforme Norma ABNT MB-216. ACABAMENTO Deverá ser realizada inspeção visual do acabamento da pintura.9.2.1.1. VERIFICAÇÃO DA ADERÊNCIA A ser realizada conforme Norma ASTM B-498 A amostragem para os ensaios de zincagem deverá ser objeto de acordo entre a CHESF e o Fabricante.

1. 3. MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA ÔHMICA DO CIRCUITO PRINCIPAL A ser realizada antes e após os ensaios de funcionamento mecânico. por meio de termopares.1.12. ESTANQUEIDADE 3. O ensaio deverá ser efetuado com o DISJUNTOR na pressão nominal de SF6. de modo a maximizar a precisão da medição. AQUECEDORES E BOBINAS DO SISTEMA DE ACIONAMENTO Deverá ser realizada inspeção visual e medição da resistência ôhmica.jul/2007 II / 5 . entretanto os valores medidos deverão ser referidos a 20 °C. O volume dos envoltórios plásticos deverá ser o menor possível. 3. O DISJUNTOR será considerado aprovado se o ensaio indicar a necessidade de complementação de gás após 10 (dez) anos ou mais. REGISTRO OSCILOGRÁFICO DO CICLO DE OPERAÇÃO CO-CO.3. DISJUNTORES A SF6 Este ensaio deverá ser realizado em todas as câmaras da unidade protótipo.1.14. A temperatura ambiente deverá ser monitorada dentro dos envoltórios plásticos. de modo a uniformizar a concentração de gás dentro dos mesmos.1.2. no início do ensaio e após um período de 60 min.14. medirá a concentração do gás em ppm. para detalhes específicos) CHESF ET/DSE – 615 .13. mudando-se para "fechado” após metade do tempo de ensaio.15. O ensaio deverá ser feito à temperatura ambiente. VERIFICAÇÃO DOS RESISTORES DOS CIRCUITOS AUXILIARES. Deverá ser utilizada a técnica de acumulação do gás que vaza em um envoltório plástico hermeticamente selado. ENSAIOS DE TIPO DO PROTÓTIPO (ver Seção V. 3. 3. Não será aceita medição da fuga de gás por meio de manômetro. No início do ensaio o DISJUNTOR deverá estar na posição "aberto". DOS RESISTORES DE PRÉ-INSERÇÃO A ser realizado simultaneamente com o registro oscilográfico das câmaras de extinção principais do DISJUNTOR. nas condições de laboratório. de acordo com as Normas brasileiras aplicáveis.1. Deverão ser colocados um ou mais ventiladores (a critério do inspetor da CHESF) no interior de cada envoltório plástico.1. no qual um dispositivo sensor de gás SF6.

ENSAIOS DE ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA (Aquecimento) CHESF ET/DSE – 615 . não sendo permitida variação dos tempos. ou motor.3s-CO e dos tempos de inserção e permanência dos resistores de fechamento e/ou abertura (se houver) nos ciclos de operação de n o: 01.2 da Norma IEC 62271-100. deverão ser submetidos ao ensaio especial de 10.2.jul/2007 II / 6 . Antes e após a realização do Ensaio de Funcionamento Mecânico. se houver) e munido de seu mecanismo de acionamento e de acordo com o item 6. do mecanismo de acionamento e das câmaras de interrupção. meramente informativos.000 (dez mil) ciclos de operação. serão verificadas as condições/estado de todos os componentes sujeitos a desgaste.2.800 e 2.101. Os DISJUNTORES para manobra de bancos de capacitores e reatores.2. por ocasião dos ensaios.2. ser definidos previamente pela CHESF.400. 1000. não sendo aceita variação superior a 20% para mais dos valores medidos antes da realização dos Ensaios.4 da Norma IEC 62271-100. devendo os procedimentos. superior a ± 2ms. ENSAIOS DE FUNCIONAMENTO MECÂNICO À TEMPERATURA AMBIENTE (Durabilidade mecânica) O Ensaio deverá ser realizado em um DISJUNTOR completo. deverão ser verificadas todas as folgas e medidos todos os ajustes de projeto. Antes e após os Ensaios de Funcionamento Mecânico. Deverão ser realizados registros oscilográficos dos tempos de abertura (O). do ciclo de religamento O-0. 1. conforme item 6.000. de fato empregados.3. bem como a performance do sistema de molas no que se refere ao Número de operações que é possível executar sem atuação da moto-bomba.2. levando em consideração o conteúdo das mais recentes revisões das Normas aplicáveis bem como dos “Drafts” em estudo. ou pólo.101. e 6. completamente montado em sua estrutura suporte (inclusive resistores de fechamento e/ou abertura.2.Deverão ser realizados os seguintes ensaios na unidade protótipo do fornecimento.. deverá ser medida a resistência ôhmica dos contatos principais e auxiliares. 1.600. fechamento (C).2. tabela 8 da Norma IEC 62271-100. deverão ser como indicado no sub-item 6.2. 3. Atentar que os procedimentos e detalhes de Norma citados abaixo são. 600.1. em qualquer dos ciclos citados. A seqüência e o número total de operações (fechamento/abertura) do DISJUNTOR. 1.101. ENSAIOS DE CORRENTE 3. 200. não sendo admitido desgaste excessivo (a critério do inspetor da CHESF) de quaisquer dos componentes do DISJUNTOR. Durante o Ensaio de Funcionamento Mecânico deverá ser verificada também a capacidade dos reservatórios de óleo. conforme as condições citadas na seção I.1. Antes e após os ensaios.1. itens 6. fechamento abertura (CO). não sendo permitida variação superior a 10% em quaisquer das referidas folgas ou ajustes. 3.

....6 da Norma IEC62271-100 e item 6....... O tempo mínimo de aplicação de corrente na primeira etapa não poderá ser inferior a 0.....2....... além de conduzir as correntes especificadas........................Este ensaio deverá ser realizado em um pólo do DISJUNTOR completamente montado em sua estrutura suporte (inclusive resistores de fechamento e/ou abertura... de acordo com o item 6..................... para análise/aprovação da CHESF.. Antes e após a execução dos ensaios deverá ser testada a estanqueidade do DISJUNTOR bem como os tempos de acionamento........... 2000A ou 2500A ou 3150A eficaz • Sistema 145 kV : ......2... o mesmo: CHESF ET/DSE – 615 ........100 Condições sob as quais deverá ser realizado o Ensaio: − Frequência ..... pelos tempos previstos.........jul/2007 II / 7 ...Ver Seção V...3 segundos............. sem manutenção prévia.. O DISJUNTOR será considerado aprovado se.................... O DISJUNTOR será considerado aprovado no ensaio se...... 60 Hz − Corrente (*): • Sistema 550 kV : ......... devendo o Fabricante fazer uma proposta inicial....5 kV : ....6 da IEC 60694......1 desta Seção). a mesma seja inferior ao valor máximo previsto na Norma citada.... o mesmo poderá ser executado em duas etapas......2......... ENSAIOS DE CORRENTE SUPORTÁVEL DE PICO E DE CURTA DURAÇÃO Estes ensaios deverão ser executados de acordo com o item 6...... uma para a corrente de pico suportável e a outra para a corrente de curta duração suportável.......... 1250A ou 1600A ou 2000A eficaz (*) ...................... 3150A ou 4000A eficaz • Sistema 242 kV : .... A duração do ensaio.. 1250A ou 1600A ou 2000A eficaz • Sistema 72.. depois de estabilizada a temperatura em todos os pontos de medição. não se admitindo mais que 20% de variação para mais na citada resistência............ para cada ponto........ considerando os materiais envolvidos... folgas e ajustes.2.5 da Norma IEC-62271......... bem como os valores de pico e de corrente simétrica.. O Ensaio deverá ser realizado no mesmo pólo e com os mesmos contatos utilizados no Ensaio de Funcionamento Mecânico (item 3... deverá ser medida a resistência ôhmica dos contatos principais do DISJUNTOR. Antes e após o ensaio... se houver) e munido de seu mecanismo de acionamento......... Os pontos de medição de temperatura deverão ser definidos pela CHESF......... Na impossibilidade de executar o ensaio em uma única etapa......... 3.. deverão ser os indicados na seção I desta Especificação técnica...

utilizados.0 ms em relação aos tempos medidos antes dos ensaios. devendo o número de câmaras em série e o fator de distribuição de tensão.112 da Norma IEC 62271-100 e 6. − Permanecer com suas folgas e ajustes inalterados.102 a 6. em bom estado aparente.3. ENSAIOS DE ESTABELECIMENTO E INTERRUPÇÃO Estes ensaios deverão ser realizados em um pólo do DISJUNTOR completamente montado em sua estrutura suporte (inclusive resistores de fechamento e/ou abertura.1. 3. 3.2. incluindo a situação de eliminação de defeitos trifásicos não aterrados. − Permanecer com sua estanqueidade inalterada. deverá ser medida a resistência ôhmica dos referidos contatos.ENSAIOS BÁSICOS DE CURTO CIRCUITO (Defeito Terminal) Deverão ser realizados de acordo com os valores especificados na Seção I desta Especificação Técnica. Na impossibilidade comprovada de executar os ensaios em um pólo completo. para cada ensaio. e objeto de acordo entre as partes.1. submetidas à condução da corrente. se houver) e munido de seu mecanismo de acionamento. e com os itens 6. serão aceitos ensaios em parte do pólo. Antes destes Ensaios nenhuma abertura em carga deverá ser realizada no pólo a ser testado. Os tempos de acionamento não poderão variar mais que ± 2. Os ensaios deverão ser realizados com o DISJUNTOR nas pressões mínimas de operação do (SF6) e do mecanismo de acionamento (ar ou óleo) e na tensão mínima de comando. − Permanecer com a resistência de contato dentro de ±20 % do valor medido antes do ensaio. serão aceitos ensaios sintéticos. Na impossibilidade comprovada.− Executar normalmente as operações de fechamento e abertura mecânicas. CHESF ET/DSE – 615 .2.2.1 da Norma IEC 60694. folgas e ajustes. − Permanecer com os contatos principais e outras partes.2.102 a 6.106 da Norma IEC 62271-100. Antes do início dos ensaios de curto-circuito e antes de qualquer desmontagem do DISJUNTOR para inspeção dos contatos principais. ser o máximo possível. de acordo com os itens 6. − Permanecer com seus tempos de acionamento inalterados. de executar ensaios diretos. não se admitindo mais que ± 20% na referida resistência.3. Antes e após a execução dos ensaios deverá ser testada a estanqueidade do DISJUNTOR bem como medidos os tempos de acionamento.jul/2007 II / 8 .

serão os especificados na Seção I desta Especificação Técnica. Estes ensaios deverão ser executados com o DISJUNTOR nas pressões nominais de operação do SF6 e do mecanismo de acionamento (ar ou óleo).2.jul/2007 II / 9 . ENSAIOS DE MANOBRA DE CORRENTES CAPACITIVAS Estes ensaios deverão ser realizados de acordo com o item 6.que impeça ou prejudique o funcionamento normal do DISJUNTOR) de qualquer dos componentes. os valores. entretanto. Os ensaios deverão ser executados de acordo com o DRAFT IEC 17A 337.111 da Norma IEC 62271-100.2. em qualquer das operações.2.2. entretanto.3. ENSAIOS DE DEFEITO NA LINHA (Defeito quilométrico) A ser realizado de acordo com os valores especificados na Seção I desta Especificação Técnica. de acordo com a figura 9 da Norma IEC 62271-100. 3. e com o item 6. como indicado no Draft. Os Ensaios deverão ser realizados com os valores especificados na Seção I desta Especificação Técnica.2.3.3.2. deverá ser.2. 3. no instante da separação dos contatos principais do DISJUNTOR. os valores. O DISJUNTOR será considerado aprovado se não ocorrer restrike (após ¼ de ciclo).5.110 da Norma IEC 62271-100. Os Ensaios deverão ser realizados com o DISJUNTOR nas pressões mínimas de operação do (SF6) do mecanismo de acionamento (ar ou óleo) e na tensão mínima de comando.2. submetidos à tensão e corrente nominais.3. ENSAIOS DE MANOBRA DE PEQUENAS CORRENTES INDUTIVAS RELATIVAS A REATORES EM DERIVAÇÃO Este ensaio deverá ser executado apenas nos DISJUNTORES que serão utilizados no chaveamento de reatores.3. serão os exigidos nesta Especificação Técnica. a assimetria.4. serão: − 18 (dezoito) aberturas para cada circuito de ensaio com o início dos impulsos de abertura distribuído em intervalos de 18 graus elétricos. ENSAIOS DE MANOBRA EM CONDIÇÕES DE DISCORDÂNCIA DE FASES Estes ensaios deverão ser realizados de acordo com o item 6. Os ciclos de ensaios a efetuar. 3. Os Ensaios deverão ser realizados com o DISJUNTOR nas pressões mínimas de operação do SF6 e do mecanismo de acionamento (ar ou óleo) e na tensão mínima de comando.2. no mínimo. 3.Nas interrupções com corrente assimétrica. CHESF ET/DSE – 615 . ou danificação (ou excessivo desgaste .109 da IEC 62271-100.

a corrente e a tensão no disjuntor. com o menor valor de corrente.jul/2007 II / 10 .0 ms. Por ocasião da inspeção visual dos componentes internos das câmaras ensaiadas.0 PU. − Não ocorrerem quaisquer descargas internas ou externas por ocasião do ensaio de tensão aplicada citado acima. CHESF ET/DSE – 615 . além dos ciclos de ensaio indicados no Draft acima. os três ciclos de 06 (seis) aberturas citados acima deverão ser executados em torno do ponto da onda em que ocorreu o menor tempo de arco. em torno do ponto da onda em que ocorreram reignições no ciclo anterior com o circuito de ensaio número 2. Isto visa verificar o funcionamento adequado do Sincronizador. As correntes de ensaio deverão ser as indicadas na seção I. não deverão ser observados: − Sinais de arco elétrico nos contatos de condução de corrente do DISJUNTOR e no exterior dos bocais de sopro. mínima pressão de SF6 e com controle do instante de comando. Caso não tenha ocorrido reignições nas 36 (trinta e seis) aberturas dos dois ciclos iniciais. Durante a execução dos ensaios deverão ser medidas e registradas (graficamente). deverá ser executado um ciclo extra de 18 (dezoito) aberturas. sendo 06 (seis) aberturas com o início dos impulsos de abertura no mesmo ponto da onda em que ocorreu a mais alta tensão de disruptiva entre terminais. Caso o DISJUNTOR ofertado utilize sistema de sincronização do momento de abertura. O DISJUNTOR será considerado aprovado no ensaio de manobra de pequenas correntes indutivas se: − Não ocorrerem reignições com tempo de arco superior a 2. deverá ser feito um ensaio de tensão aplicada entre os terminais das câmaras ensaiadas. de acordo com as determinações do DRAFT IEC 17A 235. e o “dispositivo de sincronização” funcionar corretamente. não só as tensões fase-terra dos lados fonte e carga do Disjuntor. como também a corrente na bobina de abertura e todas as grandezas relativas às reignições. 06 (seis) aberturas com o início dos impulsos de abertura 09 graus elétricos antes do momento das 06 (seis) anteriores e 06 (seis) aberturas com o início dos impulsos 09 graus elétricos após o momento das 06 (seis) primeiras. executadas apenas com o circuito de ensaio número 2. de modo a permitir determinar a taxa de crescimento da característica fria do disjuntor. para DISJUNTORES não equipados com “dispositivo de sincronização”. − Não ocorrerem reignições na segunda parte do ensaio (seqüência extra citada acima). − Não ocorrerem sobretensões superiores a 2. relativo a onda de tensão.− Mais 18 (dezoito) aberturas. Após a execução dos ensaios e antes de desmontar o DISJUNTOR para inspeção.

A aprovação final do disjuntor. O circuito de ensaio deverá possuir a maior corrente de curto-circuito possível. em função do tempo decorrido após o instante de separação dos contatos.3.− Perfurações dos bocais de sopro por arco elétrico. de reatores em derivação será dada só após a execução de ensaios de campo. tabelas de "número de chopping" em função do tempo de arco. permanecer dentro dos limites especificados pelos fabricantes dos componentes dos resistores.2.2. principalmente o ensaio de fechamento em curto-circuito. − Qualquer remoção de material na superfície interna dos bocais de sopro. após a instalação na CHESF. A câmara ou pólo. no instante da reignição. 3. após os ensaios de curto . A medição da variação de temperatura nos resistores deverá ser efetuada por meio de registradores adesivos.circuito. antes do início dos ensaios de protótipo. ENSAIOS DE FECHAMENTO EM CURTO-CIRCUITO Este ensaio deverá ser realizado com o DISJUNTOR nas pressões mínimas de SF6 e do sistema de acionamento e tensão mínima de controle. CHESF ET/DSE – 615 . − Deposição de resíduos metálicos na superfície interna das porcelanas ou nas superfícies interna e externa dos bocais de sopro. relativa a sua capacidade de manobrar pequenas correntes indutivas. os quais deverão ser fixados às pastilhas resistivas.6.7. O DISJUNTOR será considerado aprovado se a variação de temperatura dos resistores. registrada durante os ensaios.2. No relatório final dos ensaios. também. para os de abertura. deverão ser incluídas as características dos circuitos de ensaio. ENSAIOS DE VERIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO TÉRMICO DOS RESISTORES DE PRÉ-INSERÇÃO (fechamento e/ou abertura) O ensaio deverá ser executado em um pólo do DISJUNTOR (ou câmara). Deverá ser executado um ciclo de operação C-15s-C -15min-C-15s-C para os resistores de fechamento e O-15s-O-15min-O-15s-O. os ensaios de curto-circuito. na presença do representante da CHESF.2.jul/2007 II / 11 . 3. em cada condição de ensaio e tabelas de tensão nos terminais do disjuntor. com os registradores de temperatura deverá ser utilizada para executar.3. Deverá ser aplicada uma tensão igual ao valor eficaz fase-terra multiplicado pelo fator de distribuição medido (ou calculado/acordado) A corrente de ensaio deverá ser igual a corrente nominal do disjuntor.

3. CHESF ET/DSE – 615 . aplicando-se ao DISJUNTOR.1. 3.2. outra vez procede-se de modo análogo variando a tensão para cima e medindo-se o RIV a cada passo. em passos de 10 % da mesma. deverão estar de acordo com o item 6 da Norma IEC 62271-100 e item 6 da Norma IEC 60694. e em seguida variando-se a tensão inicialmente para baixo.2. até atingir 30% da tensão especificada.2.Cs-3m-Cs com uma corrente de fechamento igual a corrente de fechamento e travamento do DISJUNTOR. 3. As medições deverão ser tomadas nas freqüências de 500 kHz a 1500 kHz.3.2.jul/2007 II / 12 . O circuito de ensaio deverá ser o indicado na Norma IEC 60694.A tensão de ensaio deverá ter o valor da tensão fase-terra multiplicado pelo fator de distribuição de tensão acordado. O proponente deverá fazer uma proposta nos termos acima para análise da CHESF. o ruído ambiente deverá ser medido até a máxima tensão de ensaio.3 das Normas IEC 62271-100 e IEC 60694. As características destes ensaios. durante 5 (cinco) minutos. com impedância de 300 ohms. performance e confiabilidade dos sincronizadores fornecidos. se houver) e munido de seu mecanismo de acionamento. Estes ensaios visam determinar os tempos de pré-arco do DISJUNTOR e do resistor de fechamento. uma tensão alternada como indicado na Seção I desta Especificação Técnica. em um pólo apenas) completamente montado em sua estrutura suporte (inclusive resistores de fechamento e/ou abertura. estando o DISJUNTOR desconectado. A seqüência de ensaio consistirá de duas operações de fechamento . ENSAIOS DE MANOBRA CONTROLADA POR SINCRONIZADOR ELETRÔNICO Estes ensaios deverão ser realizados nos DISJUNTORES especiais para manobra de reatores ou bancos de capacitores Estes ensaios visam determinar a adequação. O ensaio deverá ser realizado a seguir. ENSAIOS DIELÉTRICOS Estes ensaios deverão ser realizados em um DISJUNTOR (ou se impossível. assim bem como determinar o aquecimento máximo do resistor de fechamento. 3. Inicialmente. bem como o local de sua realização serão objeto de acordo entre a CHESF e o fabricante adjudicado. ENSAIOS DE MEDIÇÃO DA TENSÃO DE RÁDIO INTERFERÊNCIA (RIV) A medição da Tensão de Rádio Interferência deverá ser realizada de acordo com o item 6.8.3. Os procedimentos e posições de ensaio e as condições atmosféricas (e respectivos fatores de correção e tolerância) a serem utilizadas quando da realização dos Ensaios.

3.jul/2007 II / 13 . O DISJUNTOR será considerado aprovado se o número de descargas disruptivas para a terra.2 X 50 µs.2) DISJUNTOR com contatos principais abertos Aplicação da tensão de ensaio a cada um dos ter minais de alta tensão do DISJUNTOR.2) DISJUNTOR com contatos principais abertos Aplicação da tensão de ensaio a cada um dos terminais de alta tensão do DISJUNTOR. ENSAIOS DE VERIFICAÇÃO DA TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO ATMOSFÉRICO Serão aplicados 15 (quinze) impulsos de polaridade positiva e 15 (quinze) de polaridade negativa. INCLUSIVE a. aterrando-se a base e os terminais dos demais pólos. Deverão ser feitos registros oscilográficos de todas as aplicações.Este ensaio deverá ser repetido 03 (três) vezes para cada condição de conexão do DISJUNTOR. A forma de onda dos impulsos será 1. sucessivamente aos terminais do DISJUNTOR.6.2.2 da Norma IEC 60694. Os valores medidos do Nível de Rádio Interferência deverão ser corrigidos dividindo-se os mesmos pelo fator de calibração do circuito do ensaio utilizado. conforme o item 6. não exceder a duas para cada série de 15 (quinze) impulsos e para cada condição de ensaio e não ocorrer descarga disruptiva em isolação não auto-recuperante.1) DISJUNTOR com contatos principais fechados Aplicação da tensão de ensaio aos terminais de alta tensão do DISJUNTOR. a. o mesmo poderá ser executado em duas etapas. tirando-se a média dos valores medidos em cada passo. enquanto no terminal oposto é aplicada uma tensão alternada de frequência industrial (60 Hz) de valor igual 70% do valor de pico da tensão fase terra nominal do Sistema.2. entre pólos e/ou entre terminais do disjuntor.2 das Normas IEC 62271-100 e IEC 60694.2.1) DISJUNTOR com contatos principais fechados Aplicação da tensão de ensaio aos terminais de alta tensão do DISJUNTOR. de acordo com o item 6. estando a estrutura suporte aterrada. CHESF ET/DSE – 615 . A aplicação dos impulsos deverá ser sincronizada com o momento do pico de polaridade oposta da tensão alternada citada acima. estando a estrutura suporte aterrada. 3. b. Caso seja impossível realizar o ensaio da maneira acima. em cada uma das seguintes condições: a) DISJUNTORES COM TENSÃO NOMINAL ATÉ 242 kV. b) DISJUNTORES PARA 550 kV b. estando o outro terminal e a estrutura suporte aterrados.

identificados e legendados.2. com os valores de tensão indicados no capítulo I desta Especificação Técnica. Deverão ser feitos registros oscilográficos de todas as aplicações. ENSAIOS DE TENSÃO APLICADA (60 Hz) Este ensaio será executado de acordo com as Normas IEC 62271-100 e IEC 60694. 4.2. deverão ser fornecidos em até 30 (trinta) dias após a execução dos mesmos. identificadas e legendadas. obrigatoriamente. ENSAIOS DE VERIFICAÇÃO DA TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO DE MANOBRA Os ensaios de tensão suportável de impulso de manobra deverão ser realizados apenas nos DISJUNTORES para 500 kV. deverão ser. deverão ser. entre pólos e/ou entre terminais do disjuntor. A forma de onda dos impulsos aplicados deverá ser 250 ( ± 50) X 2500 (±500) µs.2. de acordo com a Norma IEC-60694 Deverão ser aplicados 15 (quinze) impulsos de polaridade positiva e 15 (quinze) de polaridade negativa. As fotografias que fizerem parte dos relatórios. 3.3. Os ensaios serão realizados a seco e sob chuva nos DISJUNTORES com tensão nominal até 242 kV. com os mesmos procedimentos e nas mesmas condições e posições dos ensaios de impulso atmosférico (ver item 3. Os oscilogramas que fizerem parte dos relatórios. Os ensaios deverão ser efetuados a seco (com onda positiva apenas) e sob chuva.2. O DISJUNTOR será considerado aprovado se o número de descargas disruptivas para a terra. para cada conexão de ensaio.3.3. 3. RELATÓRIOS DE ENSAIOS Os relatórios oficiais de todos os ensaios executados. obedecendo as quantidades. deverão ser executados ensaios de descargas parciais em uma unidade de capacitor de equalização do DISJUNTOR utilizado nos ensaios anteriores. 4.5.2. acima).1. e apenas a seco nos DISJUNTORES para 550 kV. CHESF ET/DSE – 615 . A avaliação dos resultados deste ensaio será feita comparando-se tais resultados com os constantes do relatório de ensaios fornecido pelo Fabricante do capacitor. critérios e exigências do Edital e da ET/DSE-600. 4.3.3. não exceder a duas para cada série de 15 (quinze) impulsos e para cada condição de ensaio e não ocorrer descarga disruptiva em isolação não auto-recuperante. ENSAIOS DE DESCARGAS PARCIAIS NOS CAPACITORES DE EQUALIZAÇÃO Após execução de todos os ensaios citados acima.3.2. obrigatoriamente.jul/2007 II / 14 .4.

CHESF ET/DSE – 615 .jul/2007 II / 15 .

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TREINAMENTO.jul/2007 . FERRAMENTAS. ARMAZENAGEM. SUPERVISÃO DE MONTAGEM E COMISSIONAMENTO E VIDA ÚTIL DOS DISJUNTORES CHESF ET/DSE – 615 .SEÇÃO III SOBRESSALENTES. DESENHOS. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA. MONTAGEM. MANUAIS DE INSTRUÇÕES. EMBALAGEM.

CHESF ET/DSE – 615 .jul/2007 .

quando aplicáveis: . Para os lotes inferiores a 05 unidades. quando aplicáveis: . .01 Coluna suporte completa. 1. pesos. A lista deverá indicar e identificar em separado.01 Bomba de óleo/ar ou 01 conjunto de carregamento de molas.01 Resistor de pré-inserção. (exceto para as peças comuns a mais de um tipo).01 Conjunto de vedações completo. resistores de abertura. deverão ser cotadas as seguintes peças. por tipo de DISJUNTOR (exceto para as peças comuns a mais de um tipo). 1. deverão ser cotadas. cubículos de comando e controle.2.02 Conjuntos dos relês/contatores sendo um para 125 Vcc e outro para 250 Vcc. CHESF ET/DSE . . por tipo de Disjuntor. motores. .02 Unidades de supervisão de óleo. códigos de referência. A lista deverá subdividir o DISJUNTOR em diversos conjuntos.01 Capacitor de equalização. características e quantidades recomendadas. capacitores.01 Câmara de extinção.02 Conjuntos dos relês/contatores sendo um para 125 Vcc e outro para 250 Vcc. tais como: câmara de interrupção. incluindo desenhos detalhados de cada material e vedação. sistema de SF6. LISTA DE SOBRESSALENTES DE FORNECIMENTO OBRIGATÓRIO Para cada lote de 05 DISJUNTORES adquiridos. . O critério “POR TIPO” não se aplica às peças comuns a todos os tipos de DISJUNTOR. mecanismo de acionamento. tendo caráter meramente informativo.02 Bobinas de fechamento sendo uma para 125 Vcc e outra para 250 Vcc. resistores de fechamento.1.1.02 Unidades de supervisão de gás SF6. . preços unitários. definição de suas características e materiais de composição. . além de outros conjuntos não citados aqui mas que contenham peças sujeitas a desgaste. deverá ser cotado 01 mecanismo de acionamento completo. . .jul/2007 III / 1 .02 Bobinas de abertura sendo uma para 125 Vcc e outra para 250 Vcc. SOBRESSALENTES GENERALIDADES O Proponente deverá anexar à sua Proposta.615 . . as seguintes peças. . moto bombas. A lista citada acima não será considerada para efeito de julgamento e fornecimento. com os seus respectivos nomes de fabricante. as vedações e materiais de consumo sistemático nas manutenções preventivas e corretivas.02 Blocos de contatos auxiliares.02 Sincronizadores Para cada lote de 10 DISJUNTORES adquiridos. . uma lista itemizada e completa de todas as peças sobressalentes recomendadas. .

características e quantidades recomendadas. .02 Unidades de supervisão de óleo. o fabricante deverá fornecê-las sem qualquer custo para a Chesf. . deverá ser fornecida 01 (uma) unidade de cada tipo. com o seu valor incluído no preço do DISJUNTOR. desmontagem e manutenção dos DISJUNTORES. tendo caráter meramente informativo.01 Bomba de óleo/ar ou 01 conjunto de carregamento de molas. sem custo extra (incluída no preço do DISJUNTOR). necessárias para a montagem. .1.615 . FERRAMENTAS COMUNS O Proponente deverá anexar a sua Proposta uma lista itemizada e completa de todas as ferramentas comuns. 2. Caso o fornecedor entenda que há necessidade de ferramentas especiais para a montagem e/ou manutenção dos DISJUNTORES.02 Unidades de supervisão de gás SF6. FERRAMENTAS FERRAMENTAS ESPECIAIS Caso sejam necessárias ferramentas especiais para a montagem e manutenção dos DISJUNTORES. pesos. códigos de referência.jul/2007 III / 2 . com o nome dos respectivos fabricantes. 2. Entende-se por ferramenta especial. preços unitários.02 Bobinas de fechamento sendo uma para 125 Vcc e outra para 250 Vcc. A lista acima não será considerada para efeito de julgamento e fornecimento. O Proponente vencedor deverá anexar à sua Proposta uma lista itemizada e completa de todas as Ferramentas Especiais. códigos de referência. preços unitários. Caso.01 Conjunto de vedações completo. torne-se necessária a utilização de qualquer ferramenta especial não fornecidas durante a licitação.02 Blocos de contatos auxiliares. . desmontagem e manutenção dos DISJUNTORES.02 Bobinas de abertura sendo uma para 125 Vcc e outra para 250 Vcc. características e quantidades recomendadas.. 2. O Proponente deverá informar textualmente se julgar que não são necessárias ferramentas especiais. as mesmas deverão ser fornecidas em quantidade de acordo com o número de DISJUNTORES fornecidos e de locais de instalação. toda aquela que for projetada especificamente para uso apenas nos DISJUNTORES e que não é disponível no mercado de ferramentas nacional e internacional. durante a montagem ou manutenção dos DISJUNTORES. .2. para cada subestação do fornecimento. acompanhada de uma descrição detalhada para a operação e funcionamento das mesmas.02 Sincronizadores O critério “POR TIPO” não se aplica às peças comuns a todos os tipos de DISJUNTOR. . necessárias para a montagem. . pesos. com o nome dos respectivos fabricantes. CHESF ET/DSE .

Desenhos sujeitos a aprovação Deverão ser fornecidos para aprovação. comando e controle) − Dimensional do chassis do DISJUNTOR − Dimensional dos conectores de aterramento − Detalhe dos terminais de alta tensão − Detalhe das placas de identificação − Detalhe das chaves de contatos auxiliares − Diagramas esquemáticos do sistema de comando e controle do DISJUNTOR − Diagramas topográficos da fiação e componentes − Diagrama de tempo dos contatos auxiliares − Diagrama dos tempos do DISJUNTOR − Outros desenhos e detalhes que venham a ser julgados necessários. APRESENTAÇÃO DAS LISTAS As listas deverão ser elaboradas de modo que permitam a identificação rápida e clara das peças sobressalentes e ferramentas especiais. Detalhes obrigatórios a todos os desenhos fornecidos CHESF ET/DSE . manual de instruções ou desenho particular) − Material constitutivo da peça ou ferramenta 4.3. em cada DISJUNTOR completo − Quantidade proposta para fornecimento − Número de referência (de catálogo. os seguintes desenhos: − Dimensional do DISJUNTOR (lay-out) − Dimensional do pólo do DISJUNTOR (detalhe) − Dimensional do armário do sistema de acionamento (mecanismo. 4.2. Cada lista deverá conter no mínimo as seguintes informações: − Identificação do conjunto. DESENHOS Além das informações relativas aos desenhos de fabricação (informativos e sujeitos a aprovação) constantes da ET/DSE-600. Detalhes internos das câmaras de extinção e mecanismos intermediários.1. peça ou ferramenta − Nome de cada peça ou ferramenta especial − Descrição da peça ou ferramenta − Fabricante − Características elétricas e/ou mecânicas sucintas − Peso/Dimensões − Quantidade instalada de cada peça. Detalhe dos resistores de fechamento e/ou abertura. Detalhe da manivela de acionamento manual e Lay-out das bases e canaletas de cabeação. pela CHESF ou pelo Proponente. durante o período de aprovação dos desenhos 4.615 . Desenhos informativos − − − − − Dimensional dos isoladores suporte.3.jul/2007 III / 3 . considerar o que segue: 4.

Indicar periodicidades e n o de operações • Ajustes • Lubrificação . no mínimo. • Material constituinte do componente.615 . − Relação de desenhos de referência (todos os desenhos deverão incluir. • Fabricante do componente. do DISJUNTOR − Folha de índice das seções do manual (índice geral) − Folha de índice dos desenhos anexos − Folha de índice dos catálogos anexos − Seções contendo instruções para: • Embalagem e desembalagem dos DISJUNTOR • Montagem e desmontagem • Manutenção (preventiva e corretiva) . detalhada. citando quantidade de DISJUNTORES e tensões auxiliares (CA e CC) − Identificação completa do cliente e do processo aquisitivo 5. MANUAIS DE INSTRUÇÕES Além das informações e instruções constantes da ET/DSE-600.jul/2007 III / 4 . • Peso/dimensões. • Características elétricas e ou mecânicas e tipo do componente. o número do desenho dimensional do DISJUNTOR. a freqüência e os pontos a lubrificar. exceto dos desenhos). na relação) − Relação das subestações envolvidas. ser encadernados em capa rígida e conter no mínimo. • Quantidade instalada do componente por equipamento. elétricas e mecânicas.Todos os desenhos (informativos ou sujeitos a aprovação) deverão conter: − Coordenadas alfanuméricas. considerar o que segue: Os Manuais de Instruções deverão ter impressão de boa qualidade (não serão aceitas fotocópias ou qualquer outro tipo. as seguintes informações: − Folha de identificação contendo.Identificando os lubrificantes (marca e tipo). nas laterais do desenho − Tabela itemizada. • Número do desenho de referência e • Número do catálogo do componente. no mínimo: • Identificação do cliente • Identificação do processo aquisitivo • Identificação do Equipamento • Identificação das subestações envolvidas e quantitativos • Características técnicas. de identificação de todos os componentes visíveis no desenho A tabela deverá incluir: • Descrição detalhada do componente. • Operação do DISJUNTOR • Transporte • Armazenagem − Seções contendo: CHESF ET/DSE .

7. etc. .Regulagens do DISJUNTOR. instruções para energização dos resistores de aquecimento através das mesmas. . .jul/2007 III / 5 6. O treinamento deverá habilitar as equipes de manutenção da Chesf. material constituinte. .Aspectos relativos à manutenção preventiva e corretiva. As instruções deverão ser obrigatoriamente em português. detalhadas. Deverão ser obrigatoriamente previstos meios para energizar os resistores de aquecimento dos cubículos do DISJUNTOR. . . explanadas passo a passo e associadas a figuras que permitam um fácil entendimento das informações.2.Funcionamento dos dispositivos de supervisão de óleo e SF 6. .• Descrição do DISJUNTOR e seu funcionamento • Relação das peças de reposição . deverão obedecer as diretrizes da especificação ET/DSE-600. etc.Características e quantidade recomendada das peças de reserva. . CHESF ET/DSE . incluso no preço do equipamento. junto com as embalagens. ao seguinte programa: Parte teórica: . de acordo com as condições abaixo. se for o caso.). EMBALAGENS PARA TRANSPORTE As embalagens para transporte dos DISJUNTORES e seus acessórios. tempos de abertura e fechamento. 6.Diagrama funcional dos armários de comando e de acionamento. a cotação do treinamento considerando 01 (uma) equipe Chesf de no máximo 20 pessoas.Funcionamento do sistema de extinção de arco. para realizar qualquer tipo de manutenção no DISJUNTOR. n o do desenho de referência ou catálogo • Relação das ferramentas especiais • Catálogos de todos os componentes • Todos os desenhos aprovados e informativos Todas as instruções deverão ser completas. . nos termos da ET/DSE-600. O treinamento deverá atender.Descrição detalhada do princípio de funcionamento dos circuitos de comando e controle.Características técnicas do DISJUNTOR e seus componentes.Com indicação das dimensões. O Proponente deverá apresentar em sua proposta.615 . .1. Deverão ser fornecidas.Concepção construtiva e funcional do DISJUNTOR.Funcionamento do mecanismo de acionamento. bem como conter a indicação de Ferramentas Especiais e Peças de Reposição necessárias. apenas para efeito informativo.Valores de referência para: resistência de contato. através da embalagem fechada. TREINAMENTO Deverá ser realizado treinamento para o pessoal relacionado ao uso do DISJUNTOR (pessoal da operação. da manutenção. no mínimo. . 6. características físicas e elétricas. posição no DISJUNTOR.

Parte prática: - Visita à fábrica; - Desmontagem / montagem de um pólo, envolvendo o mecanismo de acionamento e a unidade de interrupção; - Ajustes e aferições do mecanismo de acionamento; - Ajustes e aferições dos dispositivos de supervisão de óleo e SF 6; - Ajustes das molas e dispositivos de compensação; - Pontos de lubrificação e materiais lubrificantes utilizados; 8. ARMAZENAGEM O Proponente deverá incluir no Manual de Instruções, instruções específicas em língua portuguesa, para o armazenamento (por períodos médios e longos) dos DISJUNTORES e seus componentes, acessórios e peças de reserva. As instruções deverão considerar as condições climáticas (temperatura e umidade) citadas na ET/DSE-600. Estas instruções específicas para o armazenamento dos DISJUNTORES e das peças de reserva, deverão ser, também, fornecidas em separado, acompanhando as embalagens das peças de reserva. 9. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA A garantia da qualidade dos DISJUNTORES deve abranger um período mínimo de 18 meses contados da entrada em operação de cada unidade ou 30 meses contados do seu recebimento, o que ocorrer primeiro. O Fornecedor responderá também, pela qualidade dos DISJUNTORES e pelos reparos necessários, devidos a defeitos manifestados após o período definido no parágrafo anterior, desde que se constate tratar-se de defeito oculto; entendido como tal, qualquer defeito que não se possa atribuir a desgaste normal, falha de operação ou de manutenção. Em caso de defeito sistemático, inclusive os defeitos ocultos sistemáticos, deverão ser reparadas todas as unidades que compõem o fornecimento, inclusive aquelas em que o mesmo não se tenha manifestado, mesmo que fora de operação. A garantia como definida nos parágrafos anteriores, abrangerá todo e qualquer defeito que restrinja ou inviabilize a perfeita operação e desempenho dos DISJUNTORES, de acordo com as Especificações Técnicas CHESF, utilizadas no processo aquisitivo. Sempre que for realizado qualquer reparo nos DISJUNTORES, durante o período de garantia, a mesma será automaticamente renovada por um período de 18 (doze) meses, para as peças e/ou conjuntos reparados e afetados pelo defeito e reparo. A responsabilidade do Fornecedor pela qualidade dos DISJUNTORES se estenderá a todos os custos associados ao defeito e reparo, quais sejam: materiais e componentes necessários, mão de obra utilizada, inclusive a da CHESF, embalagens e transporte de qualquer natureza, carga, descarga, seguros, laboratórios e testes, equipamentos utilizados ou postos à disposição, e quaisquer outros, desde que associados ao defeito.

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Depois de decorridos 30 dias da comunicação do defeito, se o Fornecedor não der início ao reparo, a CHESF poderá, a seu critério, providenciá-lo, podendo inclusive contratar pessoal ou empresa especializada, sendo todos os custos, conforme citado no parágrafo anterior, debitados ao fornecedor. O Fornecedor indenizará a CHESF pelas perdas e danos causados às suas instalações, devidos à falha dos DISJUNTORES no período de garantia. Para liquidação do montante correspondente ao tratado nos parágrafos anteriores, a CHESF poderá deduzir tal valor de saldos a receber do Fornecedor ou, na inexistência ou insuficiência destes, o Fornecedor deverá liquidar o valor cobrado, em até 30 dias, sob pena de cobrança judicial. Os serviços de assistência técnica deverão ser assegurados pelo fornecedor, durante toda a vida útil prevista para os DISJUNTORES, e incluindo o fornecimento de peças sobressalentes, com entrega no local de aplicação dos DISJUNTORES. Os serviços de que trata o parágrafo anterior deverão ser necessariamente disponibilizados em oficina localizada no Brasil. 10. MONTAGEM, SUPERVISÃO DE MONTAGEM E COMISSIONAMENTO A montagem e o comissionamento de todos os DISJUNTORES serão executados pela Chesf, com supervisão obrigatória do fornecedor, que será responsável pela qualidade dos serviços executados, assegurando o perfeito funcionamento dos DISJUNTORES. Nesta ocasião a Chesf executará no mínimo, os seguintes ensaios quando aplicáveis: - Cadastro - Inspeção Visual / Final - Conferência / Continuidade da Fiação - Verificação de Componentes - Isolamento CC Do Motor - Ajustes Mecânicos / Elétricos - Circuitos Auxiliares - Atuação Funcional - Isolamento CA - Registro Oscilográfico - Resistência de Contato O Proponente deverá indicar na sua proposta-preço a cotação detalhada da supervisão de montagem e comissionamento dos DISJUNTORES. A energisação dos DISJUNTORES será executada pela CHESF, depois de autorizada pelo supervisor da montagem e comissionamento do fornecedor. 11. VIDA ÚTIL DOS DISJUNTORES Os DISJUNTORES deverão ter vida útil mínima de 30 anos.

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SEÇÃO IV INSTRUÇÕES GERAIS E VALORES TÉCNICOS GARANTIDOS

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e descrição detalhada do projeto. da seção III). construção. fotografias. e de todos os acessórios e equipamentos auxiliares e catálogos. para cada tipo de DISJUNTOR ofertado: • Descrição do DISJUNTOR. • Cronograma detalhado dos eventos do Fornecimento. para cada tipo de DISJUNTOR ofertado. da seção III). INTRODUÇÃO O Proponente deverá incluir em sua Proposta de fornecimento. • Descrição detalhada do processo de tratamento e pintura das partes metálicas. • Descrição detalhada do processo de galvanização das partes metálicas não pintadas. após solicitação da Chesf. na qual ficam garantidos todos os valores e informações.1. operação. valores e documentos relativos a cada tipo de DISJUNTOR ofertado. pesos e formas adequadas para o transporte e içamento. • Relação de valores técnicos garantidos e características específicas. DOCUMENTAÇÃO COMPLEMENTAR Os seguintes documentos e informações deverão ser apresentados pelo proponente melhor classificado. desenhos (de acordo com a seção III). 2. • Relação detalhada das peças sobressalentes. • Relação detalhada das Normas técnicas utilizadas no projeto e fabricação dos DISJUNTORES. contendo no mínimo. • Croquis de dimensões. que permitam a perfeita identificação do Disjuntor proposto: CHESF ET/DSE – 615 .jul/2007 IV / 1 . montagem e desmontagem. detalhes dos terminais de alta tensão e dos conectores de aterramento. • Relação detalhada das ferramentas especiais recomendadas (conforme item 2. uma relação de informações técnicas. completo. • Relação dos ensaios de campo recomendados. recomendadas (conforme item 1.

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SEÇÃO V CARACTERÍSTICAS E VALORES PARTICULARES CHESF ET/DSE .jul/2007 .615 .

CHESF ET/DSE .615 .jul/2007 .

CARACTERÍSTICAS E VALORES PARTICULARES À CONCORRÊNCIA As características específicas dos Disjuntores a serem adquiridos para o REGISTRO GERAL DE PREÇOS são: DISJUNTORES 550 kV: 3150 A – 50 kA – NBI 1550 kV e NBI 1800 kV DISJUNTORES 242 kV: 2500 A – 50 kA – NBI 950 kV DISJUNTORES 145 kV: 1250 A – 20 kA – NBI 650 kV DISJUNTORES 72. Todas as tensões auxiliares serão confirmadas pela CHESF. CHESF ET/DSE .0 kA – NBI 350 kV Demais características. iluminação e tomadas de força. controle e comando dos disjuntores serão alimentados com tensão de 125 Vcc +10% -20%.jul/2007 V/1 . fasefase. para as demais tensões. 60 Hz. com tensão de 440 Vca ± 10%. 2. por ocasião da aprovação dos desenhos de fabricação. de acordo com o item 17. A tensão de alimentação dos resistores de aquecimento. da seção I. TENSÕES DOS SISTEMAS AUXILIARES Os circuitos de proteção. 60 Hz. 60 Hz para 550 kV e de 220 Vca ± 10%. será 220 Vca ± 10%.615 .5 kV: 1250 A – 31.5 e 20. fase-fase. A alimentação dos motores do sistema de acionamento deverá ser trifásica. A tensão acima será suprida a partir do sistema de “baterias” da Subestação.