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DIÁRIO 1 Observador: Isabel Marques Data: 24.09.

2012 Grupo: Liberdade IV Descrição do grupo: 8 participantes, sendo 2 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Maria e Júlia), 4 da Universidade Estadual do Maranhão (Cristina, Flávia, Sabrina e Anita) e 2 da Universidade Sapienza de Roma (Roberto e Antônio). Descrição do ambiente: Sala ampla, que propiciou uma disposição dos participantes em mesaredonda, não climatizada e sujeita a interferências externas (barulho do trânsito e da vizinhança).

MANHÃ

10:00 – Divisão do grupo em 4 grupos menores. Sala climatizada, pouco ampla. Confusão com a divisão dos grupos. Interesse em trazer diversidade para o grupo, escolhendo participantes de todas as universidades para compô-lo. 10:30 – Mudança para a sala definitiva, não climatizada. Mesma disposição em mesa redonda. Definir a língua a ser falada (foram gastos aprox.. 15 minutos nessa discussão). Decidiu-se: Apresentação dos membros e discussão acerca do sítio de intervenção – conhecer a Liberdade. IMPRESSÃO DO MONITOR: O grupo encontra-se bem organizado. Pouco necessária a intervenção. 10:45 – O grupo se separa involuntariamente em dois “núcleos”. Os brasileiros dividem-se ao redor de Roberto e Antônio. Surgem, então, conversas paralelas que não dizem respeito ao projeto. Participantes sentem-se a vontade. Bom entrosamento. Descontração. 11:00 – Discussão sobre o bairro da Liberdade. Os participantes estrangeiros não possuíam informação prévia.

Professores da comissão pedagógica (de todas as nacionalidades participantes) visitam a sala. Observam a dinâmica do grupo e trocam algumas palavras com seus respectivos estudantes. Os participantes usam o computador para conhecer o bairro (imagens e mapas). Anotam as observações feitas sobre a localidade. 11:10 – Dispersão novamente. Conversas paralelas sobre assuntos irrelevantes para o projeto. Momento de socialização. 11:30 – Grupo mais centrado na discussão do projeto. MONITOR RESSALTA: Importante socializar. “Se conheçam!” Interação entre participantes e monitor: Tirar dúvidas acerca do que pode e precisa ser feito para construir o conceito. Que conhecimentos e que metodologia podem ser usados. FIM DA MANHÃ: Grupo bastante entrosado. Pouca discussão acerca do trabalho em si.

TARDE 15:00 – Trabalhando no conceito. “Abrindo a mente”. “Brainstorming”. Aparentemente todo o progresso com a facilidade de comunicação foi perdido. Grupo disperso e um pouco segregado. Dificuldade de compreensão.

15:10 - Percebe-se a necessidade de integração. Tentar trazer todos os integrantes para a mesma discussão. Adotou-se o inglês como língua principal. Começaram a ser muito práticos e já pensaram em intervenções. Logo perceberam que deveriam voltar para a abstração, a fim de construir um conceito. CONFLITO: Abstrair o conceito. Perdem-se no prático, nas soluções.

15:15 – Resolução do conflito: Retomada do “brainstorming”. Pensam em palavras-chave.

15:20 – Mudança na configuração do grupo. Chegam duas estudantes da ENSA-Marseille. Descrição do grupo então: 10 participantes, sendo 2 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Maria e Júlia), 4 da Universidade Estadual do Maranhão (Cristina, Flávia, Sabrina e Anita), 2 da Universidade Sapienza de Roma (Roberto e Antônio) e 2 da ENSA – Marseille (Karina e Paula).

Apresentações dos participantes. As pessoas se desconcentram bastante. Necessário trabalhar novamente na língua a ser utilizada e explicar todo o trabalho do grupo até então. Perda significativa na dinâmica do grupo com a chegada dos novos integrantes. Percebe-se características marcantes nos estudantes. Roberto demonstra ser bem humorado e muito participativo. Traz um ritmo dinâmico ao grupo. Sabrina aparece sempre com a preocupação em agregar o grupo e trazer todos os participantes para a mesma discussão. Cristina facilita sempre a comunicação. Antônio sempre traz ideias práticas e objetivas.

15:35 – Retomada da discussão acerca das palavras-chave por parte de Roberto. Início da definição do conceito.

16:00 – Ânimos apaziguados. Discussão acerca da localidade. Visita dos monitores: Reorganiza a discussão e interrompe o fluxo de ideias. Após essa interrupção, os participantes perderam o ritmo da conversa.

16:20 – Retomada da preocupação em definir um conceito. 17:25 – CONFLITO: Criar o conceito e apresenta-lo a realidade do local ou experienciar a realidade e após terminar o desenvolvimento do conceito? Conflito solucionado com a ajuda do monitor e com uma discussão bastante participativa. Grupo decide criar uma dinâmica para definir palavras emblemáticas que viriam a se tornar o conceito do trabalho. O grupo se encontrava desestimulado, a atividade se concluiu de forma lenta e pouco produtiva.

FIM DA TARDE: O grupo definiu uma ideia central para o conceito. Desânimo evidente nos participantes.