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Dossier Individual do Aluno Douro

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ÍNDICE GERAL

PÁGINAS
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1. Introdução………………………………………………………………………………..... 2. Objectivos………………………………………………………………………………..... 3. Programa………………………………………………………........................................... 4. Estrutura Orgânica da UC…………………………………………………………………. 5. Sumários …………………………………………………………………………………. 6. Módulo Teórico - Prático………………………………………………………………..... • Grupo/Equipa…………………………………………………………………. • Grupo/Líder……………………………………………………………………. • Dinâmica de Grupo……………………………………………………………. • Coesão…………………………………………………………………………. • Liderança………………………………………………………………………. • Teorias da Liderança…………………………………………………………... 7. Módulo Prático Laboratorial ……………………………………………………………… • Definição de Grupos…………………………………………………………… • Primeiro Contacto com uma turma de Educação Física………………………. • Violência nas Escolas…………………………………………………………. • Ponto de Situação da Tarefa 1…………………………………………………. • Preocupações na explicação de um exercício…………………………………. • Ponto de Situação da Tarefa 2…………………………………………………. • Introdução e Explicação de exercícios…………………………………………. • Apresentação de um exercício de Futebol……………………………………... • Apresentação da Tarefa 2………………………………………………………. 8. Conclusão…………………………………………………………………………………. 9. Bibliografia ……………………………………………………………………………….

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10. Anexos……………………………………………………………………………………... 78

1. INTRODUÇÃO
Organização e Dinâmica de Grupos 1

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Este Dossier Individual do Aluno foi construído a partir da Unidade Curricular de Organização e Dinâmicas de Grupo do 2º semestre do 1º ano da Licenciatura de Educação Física e Desporto Escolar, em que o principal objectivo era elaborar um dossier no qual o aluno deve sistematizar a informação que fará parte do modulo teórico - prático ,e do modulo prático laboratorial de modo a obter um trabalho sobre as aulas realizadas ao longo do semestre organizados deste modo: - Sumários e temas das aulas; - Apontamentos das aulas; - Relatórios de aula - Outra informação julgada conveniente - Tarefas desenvolvidas nas aulas; Os temas abordados no módulo teórico – prático foram o grupo e a equipa, o grupo e o líder, a dinâmica de grupo, a coesão entre os atletas, a liderança numa equipa, e as diversas teorias de liderança. No módulo prático laboratorial temos aspectos abordados como o “Team Building”, abordagem no primeiro contacto com uma turma de educação de física ou com uma equipa desportiva, violência nas escolas, preocupações a ter em conta na explicação de um exercício e alguns aspectos do livro “Teorias da Liderança de José Mourinho”, treinador de futebol. Para a elaboração deste dossier, recorri a uma profunda pesquisa na Internet e bibliografia disponível, monografias, livros e notícias de jornais. Estou certo que este dossier vai contribuir para a minha formação como futuro profissional de Educação Física.

Considerações Prévias

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Em virtude da adequação da licenciatura em Educação Física e Desporto, a um novo enquadramento regulamentar preconizado pelo denominado processo de Bolonha, foram introduzidas algumas alterações (terminologia, estrutura e funcionamento operacional) na organização académica das diferentes licenciaturas, a começar pela nova designação da licenciatura “1º Ciclo em Educação Física e Desporto Escolar”. A Unidade Curricular (UC), designada por Organização e Dinâmica de Grupos, está integrada no 1º ano, sendo leccionada durante o 2º semestre

2. OBJECTIVOS
Objectivos da UC A UC de Organização e Dinâmica de Grupos pretende introduzir os conceitos e instrumentos básicos a utilizar pelos alunos, na futura actividade profissional, quando confrontados com a direcção de grupos de pessoas. Neste contexto, importa que os alunos desenvolvam competências, de forma a atingirem os seguintes objectivos: 12345Conhecer e manipular as variáveis de suporte ao desenvolvimento do trabalho em equipa; Conhecer os principais factores relacionados com a coesão de equipa; Conhecer, analisar e aplicar os instrumentos de liderança em ambientes desportivos; Conhecer e analisar problemas relacionados com a comunicação interpessoal; Vivenciar situações de comunicação perante grupos, desenvolvendo competências de argumentação e confrontação de ideias;

3. PROGRAMA
Programa da UC Os Conteúdos programáticos a desenvolver ao longo do semestre, tem como suporte os seguintes temas: 1. Dinâmicas de Grupo e Equipas:

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Dossier Individual do Aluno Douro a. b. c. d. e. f. g. 2. a. b. 3. a. b. c. d. e. f. g. 4. a. b. c. d. e. f.

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Objectivos de equipa; Cooperação e competição no grupo; Comunicação e interacção no grupo; Eficácia colectiva; Desenvolvimento do grupo; Estrutura, estatuto, papeis e normas do grupo; “Team building” Natureza da coesão de grupo; Coesão no desporto; Conceito Abordagem de traço Abordagem comportamental Abordagem interacional Modelo multidimensional de liderança no desporto Pesquisa sobre o modelo multidimensional de liderança Quatro componentes da liderança efectiva O processo de comunicação Envio de mensagens efectivas Recepção de mensagens efectivas Ruídos na comunicação Confrontação Crítica construtiva

Coesão de grupo

Liderança

Comunicação

4. ESTRUTURA ORGÂNICA DA UC
A UC de Organização e Dinâmica de Grupos é semestral, integrada no 1º Ano da Licenciatura em Educação Física e Desporto Escolar, com uma carga horária de 3 horas semanais. A carga horária encontra-se dividida em dois módulos: (i) o módulo teóricoprático (TP) e (ii) o módulo de práticas laboratoriais.

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Dossier Individual do Aluno Douro Edifícios de Ciências do Desporto.

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As aulas decorrem em contexto de sala, nos espaços determinados pelo horário, nos O funcionamento operacional desta UC está organizado num conjunto de 14 sessões de aulas (previstas) do módulo teórico-prático e 13 sessões de aulas (previstas) do módulo de práticas laboratoriais. No total estão previstas 27 sessões de aula, com a duração aproximada de 90 minutos cada, perfazendo um total de 40h30m de contacto com os docentes. DOCENTES:

Victor Manuel de Oliveira Maçãs vmacas@utad.pt Telefone Gabinete: 259 350 533 Telemóvel: 917 883 915 Maria Leonor Coutinho da Rocha mlrocha@utad.pt Telefone Gabinete: 259 350 890

Organização e Dinâmica de grupos Créditos (ECTS) 4.5 Tipo Obrigatória Teórica - Prática 1h30 Prática Laboratorial 1h30 Ciclo 1º Ciclo/ 1º Ano Horas de docência semanal 3 Duração Semestral (2º)

5. SUMÁRIOS
Módulo Prático – Laboratorial 1ª Aula - Conhecer elementos do grupo: - Registos individuais; - Apresentação do percurso pessoal Victor Maçãs 26/2/2008 às 14:00

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Dossier Individual do Aluno Douro 2ª Aula

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4/3/2008 às 14:00

- Apresentar Documento orientador da UC: - Avaliação periódica e complementar. - Normas a seguir para a elaboração do Dossier Individual de Aluno (DIA). - Definir grupos e tarefas a realizar ao longo do semestre. 3ª Aula 11/3/2008 às 14:00

- Informações relativas a aspectos organizacionais da turma; - Apresentação e realização de tarefa prática, a resolver em trabalho de grupo durante a aula; - Apresentação oral do trabalho de grupo (um elemento) e discussão da temática apresentada. 4ª Aula 1/4/2008 às 14:00

- Informações relativas às tarefas a desenvolver e documentos disponíveis no Side; - Apresentação e realização de tarefa prática, a resolver em trabalho de grupo durante a aula; - Apresentação oral do trabalho de grupo (um elemento) e discussão geral da temática apresentada - Tarefa: Análise de vídeos relativos à indisciplina nas escolas (consulta em www.youtube.com); 5ª Aula 8/4/2008 às 14:00

- Informações relativas à tarefa de longo prazo, a desenvolver pelos grupos de trabalho; - Desenvolvimento da tarefa de longo prazo: - Ponto de situação; - Registo do tema a desenvolver por cada grupo; - Apoio do docente na operacionalização da tarefa. 6ª Aula 15/4/2008 às 14:00

- Ponto de situação em relação aos conteúdos abordados no módulo teóricoprático; - Apresentação e realização de tarefa prática, a resolver em trabalho de grupo durante a aula; - Tarefa: Escolher um exercício de ensino / treino de uma modalidade; destacar as principais preocupações a ter na apresentação e explicação das tarefas previstas; - Apresentação dos cuidados a ter na organização dos alunos para introduzirmos um exercício de ensino / treino; - Determinar e planear tarefas a executar na próxima sessão de práticas laboratoriais; 7ª Aula 22/4/2008 às 14:00

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- Informações relativas aos "timings" das tarefas a realizar em função do calendário das aulas até ao final do semestre; - Informações relativas à tarefa 2 (tradução e apresentação do capítulo do livro “Group Dynamics in Sport”, a desenvolver pelos grupos de trabalho; - Desenvolvimento da tarefa: - Ponto de situação; - Apoio do docente na operacionalização da tarefa. 8ª Aula 29/4/2008 às 14:00

- Sessão de Sala - Apresentação das datas a cumprir por cada grupo de trabalho, em relação às tarefas 1 e 2, no formato de comunicação oral e documento do Power Point; - Resolução de algumas questões de logística para o dia das apresentações; - Disponibilizar o documento de apoio (Power Point) relativo às preocupações a ter com a introdução e explicação das habilidades (exercícios) em contexto de aula / treino: - Organização dos alunos para a introdução; - Apresentação da introdução; - Preparação da explicação; - Apresentação da explicação; - Auto-avaliação. 9ª Aula 6/5/2008 às 14:00

Aula dedicada à apresentação do trabalho de grupo, desenvolvido a partir da escolha de um exercício de uma modalidade desportiva, centrando as preocupações no domínio da organização dos alunos, da apresentação do exercício e explicação dos aspectos chave relacionados com o ensino da respectiva tarefa. 10ª Aula 13/5/2008 às 14:00

A aula foi substituída pela participação no evento “7 Jornadas Técnicas de Futebol + Futsal da UTAD”. 11ª Aula 20/5/2008 às 14:00 Informar os alunos sobre a necessidade de reorganização dos prazos e local de apresentação das comunicações relativas às tarefas 1 e 2. Esclarecer alguns aspectos logístico-metodológicos relativos à apresentação das comunicações. Participação do docente em reunião de Júri de Doutoramento, na UTAD. 12ª Aula 27/5/2008 às 14:00

Apresentação formal da tarefa 2, no formato de comunicação oral e documento do Power Point, por cada grupo de trabalho; Tarefa apresentada por um dos elementos do grupo Módulo Teórico – Prático Rocha Leonor

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Dossier Individual do Aluno Douro 1ª Aula

Universidade de Trás-os-Montes e Alto 22/2/2008 às 08:30

- Apresentação dos Docentes; - Apresentação da Disciplina: Objectivos, Enquadramento, Conteúdos Programáticos 2ª Aula 29/2/2008 às 08:30

- Processos de Grupo: pertinência da sua análise; - Conceitos de Grupo e Equipa; - Processos de transformação de um Grupo numa Equipa. 3ª Aula Dinâmica de Grupos: - Estrutura de Grupo; - Normas de Grupo; - Espírito de Grupo; - Performance Individual nos Desportos Colectivos. 4ª Aula Dinâmica de Grupos: - Efeito Ringlemann; - Deriva Social; - Transição ou separação de equipas. 5ª Aula Coesão: - Definição - Dimensões da Coesão - Modelo da Coesão - Relação entre Coesão e Desempenho - Outros factores associados à Coesão 6ª Aula 11/4/2008 às 08:30 1/4/2008 às 08:30 28/3/2008 às 08:30 14/3/2008 às 08:30

Liderança: - Definição; - Perspectivas pelas quais pode ser vista a Liderança; - Componentes da Liderança eficaz. 7ª Aula Teorias Gerais de Liderança - Teoria do Traço - Teoria do Comportamento - Teoria Situacional 8ª Aula 2/5/2008 às 08:30 18/4/2008 às 08:30

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Dossier Individual do Aluno Douro - Não compareceram alunos à aula - Não houve aula 9ª Aula Teorias Gerais de Liderança - Teoria Situacional (continuação) - Modelo Multidimensional da Liderança - Tipos de Liderança - Estilos de Liderança 10ª Aula (Victor Maçãs)

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9/5/2008 às 08:30

30/5/2008 às 08:30

Apresentação formal da tarefa 1, no formato de comunicação oral e documento do Power Point, por cada indivíduo do grupo de trabalho; Tarefa apresentada por todos os elementos do grupo, durante cinco minutos; Ponto de situação sobre a apresentação das tarefas de comunicação oral e dinâmica de grupos, relativas às tarefas e normas propostas pelo docente, no contexto da avaliação da unidade curricular.

6. MÓDULO TÉORICO – PRÁTICO 1ª Aula

LEONOR ROCHA 22/2/2008 às 08:30

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APRESENTAÇÃO

Organização *: é o modo como se organiza um sistema, é a forma escolhida para arranjar, dispor ou classificar objectos, documentos e informações. Dinâmica de Grupos *: é uma ferramenta de estudo de grupos e também um termo geral para processos de grupo. *Retirado do Dicionário da Língua Portuguesa 7.º Edição, Porto Editora Organização e Dinâmica de Grupos 10

Dossier Individual do Aluno Douro Dinâmica de um grupo

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Segundo Forsyth, D.R., Group Dynamics (2006), a partir do momento em que se constituem, os grupos passam por um processo de natureza evolutiva, marcado por fases de desenvolvimento com características que se podem identificar. Diversos autores distinguem diversas fases. Por uma questão de simplificação de conceitos optamos por distinguir três momentos na evolução de um grupo. A fase de formação, ou inicial, corresponde aos primeiros tempos que decorrem após a reunião do um conjunto de indivíduos que constituirão o grupo. Esta fase é marcada pela necessidade de os membros estabelecerem contactos entre si com vista a conhecerem-se e relacionarem-se uns com os outros. As relações que então se estabelecem no grupo são marcadamente de natureza afectiva e emocional. Importa ter presente que a qualidade e intensidade das relações interpessoais entre os membros de um grupo são um factor decisivo para a sua coesão e bom funcionamento, pelo que ignorar ou procurar acelerar este tempo e espaço de formação inicial do grupo poderá ter consequências muito negativas no seu desenvolvimento futuro. A fase seguinte, intermédia, de estruturação ou organização, corresponde ao período em que o grupo se organiza e se estrutura para conseguir actuar de um modo colectivo. É o momento de o grupo identificar os objectivos que deve prosseguir e de decidir sobre as estratégias de acção e de organização que deve seguir para concretizar os seus propósitos. É também o momento de o grupo adquirir a informação e a formação necessárias para que possa agir. As relações que predominam agora no grupo são de natureza mais funcional do que afectiva. O clima no grupo tende a ser menos agradável e satisfatório do que na fase inicial na medida em que os membros do grupo aprofundam o conhecimento interpessoal que tende a tornar mais evidente as diferenças, revelando objectivos e modos de ser e de estar individuais nem sempre compatíveis. O conflito e a dificuldade em tomar decisões surgem habitualmente nesta fase evolutiva de um grupo, na decorrer da qual o grupo pode mesmo desagregar-se total ou parcialmente. A terceira fase na vida de um grupo corresponde à de acção ou produção. É o momento em que o grupo actua de um modo colectivo implementando estratégias e acções que lhe permitam a consecução dos objectivos que pretende atingir. Uma parte considerável da Organização e Dinâmica de Grupos 11

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melhor, ou pior, actuação que um grupo consegue desenvolver e dos resultados que atinge nesta fase explicam-se pelo que aconteceu, ou não, mas fases anteriores. Identificadas estas três fases no desenvolvimento de um grupo convém ter em consideração que este processo é de natureza dinâmica. Antes de mais temos de ter consciência que nem todos os grupos atingem a terceira fase; muitos ficam pela primeira e outros tantos pela segunda fase. Outros atingem a terceira fase, muitas vezes pressionados por elementos exteriores ao grupo, sem terem tido oportunidade de resolver de um modo adequado e aprofundado as fases anteriores o que, frequentemente, se traduz em grupos desorganizados, pouco motivados e improdutivos. Finalmente, é importante referir que ao longo da vida de um grupo podem ocorrer fenómenos de regressão. Um grupo que se encontre num estádio mais avançado de desenvolvimento pode regredir se lhe incorporarmos novos elementos e/ou novos desafios e objectivos. 2ª Aula 29/2/2008 às 08:30

GRUPO/EQUIPA
Grupo*: Conjunto de pessoas ou objectos, tomados como constituindo um todo ou unidade; certo número de pessoas reunidas; pequena associação, em geral de índole cultural, recreativa ou desportiva. Equipa*: Conjunto de pessoas seleccionadas para uma prova desportiva, trabalhos de investigação. *Retirado do Dicionário da Língua Portuguesa 7.º Edição, Porto Editora Relatório da Aula

O objectivo do grupo é de melhorar a prestação

“O Talento pode ganhar um jogo, mas o trabalho de equipa ganha Campeonatos”

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Dossier Individual do Aluno Douro uma equipa.

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Frase de Michael Jordan que revela a importância de uma equipa, esta frase relata o que é Uma equipa é composta por um todo e não por individualidades. O Grupo tem o mesmo objectivo e depende em dos outros para realizar determinada tarefa, essa tarefa que é comum a todos. Uma Equipa é um conjunto de pessoas no qual cada um é necessário a cada um.

Os Grupos atravessam um processo de 4 estágios: • • • • Formação Resistência Normalização Rendimento

Em Suma: A diferença entre grupo e equipa existe ⇒ Enquanto que no grupo não existe hierarquia, na equipa existe uma hierarquia. Tudo o que seja utilizado no processo de grupos é para melhorar a prestação do grupo

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Conceito de Grupo
Segundo José Vieira (2007), um grupo é constituído por um conjunto de indivíduos. No entanto, nem todos os conjuntos de indivíduos se podem considerar um grupo. Para que tal aconteça é necessário que um conjunto de indivíduos esteja em interacção durante um período de tempo considerável e que consiga desenvolver uma actuação colectiva com vista à prossecução de objectivos partilhados. Um grupo coeso possui, além do mais, uma identidade própria que origina entre os membros um sentimento de pertença e que externamente é igualmente reconhecida. Os grupos distinguem-se uns dos outros pelos mais variados critérios. Em função da natureza dos objectivos que prosseguem que podem ter uma natureza mais marcadamente emocional ou, pelo contrário, mais funcional. Pela organização mais informal ou mais formal. E, também e entre muitos outros critérios, pela dimensão, que inevitavelmente se traduz numa maior ou menor intensidade e reciprocidade das interacções pessoais. O grupo desempenha papéis decisivos na vida humana já que é nele que se processa a socialização do indivíduo imprescindível à sua formação enquanto pessoa. Assim, ao longo da vida do indivíduo, uma adequada integração em grupos é indispensável para a

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formação de um ser humano completo e equilibrado emocional e socialmente. É amplamente reconhecido que o grupo pode exercer uma forte influência no comportamento individual dos seus membros. Este efeito pode revestir aspectos positivos, mas também negativos. Um grupo pode facilitar mudanças comportamentais desejáveis nos seus membros, mas pode, também, facilitar a manifestação pelos seus membros de comportamentos socialmente indesejáveis e/ou desadequados. Importa, também, não esquecer o importante papel social desempenhado pelos grupos, de que o associativismo é um notável exemplo, em processos de transformação da sociedade e na construção solidária e colectiva de respostas inovadoras a problemas e aspirações de grupos e comunidades.

Espírito de equipa

A expressão, já por si, faz pensar de imediato em colegas entusiastas e animados que defendem um projecto 'em bloco', que se atiram incansavelmente ao trabalho e que, ainda por cima, são os melhores amigos. A realidade é bem diferente porque, onde há pessoas juntas, os problemas surgem automaticamente. Contudo, é possível fazer algumas intervenções simples para promover o espírito de equipa.

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Os membros da equipa devem saber porquê é que foram escolhidos para a equipa. Assim, aprendem a respeitar-se a si mesmos e a respeitar os outros membros. Tanto os objectivos comuns como os individuais são importantes. Os objectivos comuns dão à equipa uma meta final que se tenta atingir. Os objectivos individuais evitam que a pessoa singular se apague completamente dentro da equipa. Uma equipa só pode apresentar resultados se houver comunicação. A melhor comunicação vem dos contactos pessoais. É importante estimular esse tipo de contactos. Quando uma equipa trabalha bem, pode dizer-se isso em voz alta. Este incentivo só pode melhorar o ambiente e a motivação. O espírito de equipa é reforçado pela sensação de confiança mútua e de comunicação aberta. Uma equipa deve ficar com a sensação de que o que ela faz é importante e deve saber que o líder a escuta. Muitas vezes organizam-se reuniões informais fora do local de trabalho para melhorar a cooperação de uma equipa. Estes encontros são uma oportunidade das pessoas se conhecerem melhor fora das paredes da empresa. Depois de um destes encontros o ambiente melhora e a equipa trabalha de uma forma mais eficiente 3ª Aula 14/3/2008 às 08:30

GRUPO/LÍDER
Líder*: Chefe, Orientador; indivíduo que chefia uma empresa, uma corrente de opinião ou um grupo; representante de uma bancada parlamentar; agremiação ou atleta que ocupa o primeiro lugar em qualquer competição desportiva. *Retirado do Dicionário da Língua Portuguesa 7.º Edição, Porto Editora Relatório da Aula • A Estrutura do grupo depende da interacção dos seus membros.

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O Papel de cada pessoa no Grupo – O Líder

Modelos de Grupo

Modelos de Steiner

Como se relacionam os skills individuais com o desempenho do Grupo Normas de Grupo são comportamentos que o treinador pode criar de modo a que os jogadores de equipa de dirijam por essa norma implementada na equipa e desenvolvidas pelo grupo. Estas normas têm um efeito positivo no comportamento da equipa e obter melhores resultados.

Para ter um bom espírito de grupo é preciso:

• • • • • •

Suporte Social

Proximidade

Distintividade

Justiça

Liderança

Similaridade

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Dossier Individual do Aluno Douro José Mourinho, Líder Nato

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"Numa equipa, o talento de uma pessoa só nada serve"

Maria João Espadinha

Leonardo Negrão (foto)

Tomaz Morais Seleccionador nacional de Râguebi Licenciado em Educação Física e Desporto pela Universidade Lusófona, onde dá aulas actualmente Sob a sua liderança, Portugal venceu pela primeira vez uma competição internacional nesta modalidade. É responsável pela formação contínua dos quadros de topo e técnicos da Sporting SAD, nas áreas de liderança, motivação, comunicação e condução de equipas A gestão de equipas desportivas é 100% aplicável às empresas? Penso que sim. O modelo de gestão de uma equipa desportiva é muito semelhante ao de uma empresa, seja ela de que ramo for. O produto das pessoas, o objectivo final, o meio de trabalho, os recursos, etc., são todos diferentes, mas o modelo a aplicar é comum. Podem tirar-se mais valias do meio empresarial para as equipas de alto rendimento e vice-versa.

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A grande dificuldade é pôr todas as cabeças a trabalhar como uma só. Como podemos, dentro de uma estrutura, interligar os diferentes sectores, os diferentes objectivos e pô-los a trabalhar em conjunto. Aí entra o processo de liderança, que é fundamental e é o que marca de forma positiva ou negativa uma empresa. Como suporte estão os valores da equipa e da empresa. Passa pela existência do altruísmo, para que não haja egocentrismo, que as pessoas não vejam a sua função como a principal da empresa. Mas no desporto, como nas empresas, há as chamadas estrelas. Quando recrutamos, queremos as pessoas com melhor e maior capacidade. É evidente que o talento é fundamental. Agora, passa por saber gerir e tirar rendimento desse mesmo talento. Costumo dizer que numa equipa, seja ela qual for, o talento de uma pessoa só nada serve. Uma equipa vale sempre pelo conjunto, pela associação de talentos e por como consegue pô-los a trabalhar. Este trabalho é da responsabilidade da liderança. Por vezes, os líderes querem ser estrelas, pessoas de grande mediatismo e envolvimento. Não é bom. É importante que o líder seja a imagem da equipa, mas o que deve ser valorizado é a equipa e não ele próprio. A ligação entre as empresas e o desporto é crescente. Porquê? Os dois mundos sempre estiveram ligados, só que o desportivo tornou-se muito mais comercial nas últimas décadas, anteriormente era visto como uma actividade secundária. A exigência de rendimento que uma equipa desportiva tem dá bons exemplos às empresas e aos seus colaboradores: que é possível fazer coisas, trabalhar, atingir resultados e ir mais longe. É isto que as empresas querem dos líderes desportivos.

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Considera-se capaz de liderar uma empresa? Penso que sim. Teria de ter uma grande aprendizagem no meio e no objectivo da empresa. Agora, se for para trabalhar o produto no campo, duvido que alguém que venha do rugby perceba o suficiente para o fazer, mas como dirigente, director ou presidente, é possível.

Entrevista dia 24 de Março de 2008 4ª Aula

Retirada

da

Internet

http://dn.sapo.pt/2006/11/28/economia/numa_equipa_o_talento_uma_pessoa_nad.html no

28/3/2008 às 08:30

DINÂMICA DE GRUPO
Relatório da Aula O efeito de Ringlemann é um fenómeno que faz com que a performance individual de cada atleta diminua conforme o número de pessoas, mas a eficiência não diminui. A deriva social é diminuir o esforço devido as perdas de motivação por parte de um atleta, a perda dessa motivação deve-se porque os colegas esforçam-se por eles e por não conseguirem observarem a sua influência no resultado colectivo.

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Dossier Individual do Aluno Douro Como eliminar essa deriva social?

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⇒ Salientar a importância e contributo de cada um no resultado colectivo ⇒ Aumentar a identificação das performances individuais ⇒ Localizar situação de deriva social ⇒ Discutir a deriva social com o grupo ⇒ Troca de Papeis no grupo ⇒ Separar a equipa em unidades mais pequena Questão Chave: De que modo são as equipas afectadas pela separação (definitiva ou não) de colegas? As equipas podem ser afectadas pela separação de colegas se não houver uma estrutura Forte dentro do grupo e não encontrarem um substituto a essa perda. Pode haver uma mudança de estilo de jogo e organização de jogo mas se estrutura for forte essa perda não afectara a nem os seus resultados.

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5ª Aula

1/4/2008 às 08:30

COESÃO
Coesão: força com que se atraem mutuamente as moléculas de um corpo; união; harmonia; ligação moral; *Retirado do Dicionário da Língua Portuguesa 7.º Edição, Porto Editora Relatório da Aula “Processo Dinâmico que se reflecte na tendência de um grupo se unir e permanecer unido na busca das suas metas ou objectivos” Coesão para a Tarefa e modelo de Coesão • • • Factores Ambientais Factores Pessoais Factores de Liderança 32

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Dossier Individual do Aluno Douro • • • • Factores de Equipa Coesão Resultados de Grupo Resultados Individuais

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Coesão para a tarefa é o grau em que os membros do grupo trabalham juntos para alcançar objectivos comuns. Coesão social é a relação entre os membros do grupo.

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6ª Aula

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LIDERANÇA
Liderança*: função do líder; chefia; orientação *Retirado do Dicionário da Língua Portuguesa 7.º Edição, Porto Editora Relatório da Aula Acção de uma pessoa de influenciar outro com vista a um objectivo definido Para ser líder temos que ter algumas características como a interacção, a influência e o poder. Para existir uma liderança eficaz precisamos das qualidades do líder, dos factores situacionais, de estilos de liderança e das características dos liderados

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Dossier Individual do Aluno Douro 7ª Aula

Universidade de Trás-os-Montes e Alto 18/4/2008 às 08:30

TEORIAS DE LIDERANÇA
Relatório da Aula Teorias Gerais da liderança

⇒ Na Teoria dos traços de liderança nascemos com determinadas características ⇒ Na Teorias dos comportamentos – Ohio – define a sua estrutura Michigan – orientação funcionário Gerenciall Escandinavos – lideres eficazes para o desenvolvimento Surgiu pela incapacidade da teoria dos traços em explicar convenientemente a liderança. Autocrítico Democrático Deixa fazer

  

⇒ Teoria Situacional de Hersey e Blanchard    Estilo do líder Situação Maturidade do liderado

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Segundo Neves, J. (2001), estas são as suas definições de Teorias de Liderança

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Dossier Individual do Aluno Douro 8ª Aula

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2/5/2008 às 08:30 - Não compareceram alunos à aula

9ª Aula

9/5/2008 às 08:30

TEORIAS DE LIDERANÇA 2
Relatório da Aula Teorias Gerais da Liderança • • • A Teoria dos traços da Liderança A Teoria dos Comportamentos A Teoria Situacional ⇒ Teoria da Contingência de Fiedler ⇒ Teoria dos Caminhos – Metas (Path - Goal) ⇒ Teoria de Hersey e Blanchard ⇒ Modelo da tomada de decisão de Yroom - Yetton

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10ª Aula (Victor Maçãs)

30/5/2008 às 08:30

APRESENTAÇÃO DA TAREFA 1
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7. MÓDULO PRÁTICAS LABORATORIAL 1ª Aula

VICTOR MAÇÃS 22/2/2008 às 08:30

APRESENTAÇÃO
- Apresentação Individual dos Alunos 2ª Aula 4/3/2008 às 14:00

DEFINIÇÃO DAS TAREFAS
Relatório da Aula Tarefa 1: Cada grupo tem um livro para apresentar e cada elemento do grupo Livro Escolhido: “As Teorias da Liderança de Mourinho” A1 A1 A1 A1 A1 Filipe Mendes Joana Batista Mário Guedes Nicolau Carvalho Tiago Nunes 26185 Lições de Mourinho 03-06-2008 15:15 S 0.07 CP 28828 Lições de Mourinho 03-06-2008 15:10 S 0.07 CP 29542 Lições de Mourinho 03-06-2008 15:05 S 0.07 CP 27498 Lições de Mourinho 03-06-2008 15:00 S 0.07 CP 27516 Lições de Mourinho 03-06-2008 14:55 S 0.07 CP

apresenta um tema dentro do livro.

Tarefa 2:

Apresentação de um Texto sobre Construção de Equipa, esta apresentação

será apresentada por um elemento do grupo Grupo A1 A1 A1 Nome Filipe Mendes 26185 Joana Batista Mário Guedes 29542 28828 Nº Tarefa 2 Capítulo 20, Team Building, pp. 331-342 Capítulo 20, Team Building, pp. 331-342 Capítulo 20, Team Building, pp. 331-342 62

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Dossier Individual do Aluno Douro A1 A1 Nicolau Carvalho Tiago Nunes 27498 27516

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Capítulo 20, Team Building, pp. 331-342 Capítulo 20, Team Building, pp. 331-342

20-05-2008 14:10 S 0.07 CP 3ª Aula 11/3/2008 às 14:00

PRIMEIRO CONTACTO COM UMA TURMA
Relatório da Aula A importância do primeiro contacto com uma turma de educação física - Deve se passar alguma mensagem? - Estratégia de comunicação a utilizar? - Quais as preocupações na primeira aula? O primeiro contacto com uma turma é muito importante, teremos de abordar alguns pontos. - Falar das regras - Impor algum respeito para não criar facilidade - Falar um de cada vez - Ter em consideração a faixa etária - Ter uma linguagem corrente 4ª Aula 1/4/2008 às 14:00

VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS
Relatório da Aula Discussão sobre Tema “Violência nas Escolas”

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Dossier Individual do Aluno Douro Causas - Má Educação dos Alunos - Falta de Liderança do Professor

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- Falta de Interesse das duas Partes tanto do aluno receber a aula como do professor de transmiti-la

Soluções

- Impor as regras - Avisar o aluno uma vez - Apos segundo aviso convidar o aluno a abandonar a aula - Processo disciplinar

Violência nas escolas tem vindo a aumentar nos últimos anos Inês Cardoso

A violência registada em meio escolar tem aumentado gradualmente nos últimos quatro anos. Em 2004/2005 as estatísticas davam conta de 1232 situações de agressão envolvendo alunos, professores ou auxiliares, número que subiu para cerca de 1500 no último ano lectivo. Os dados são minimizados pelas autoridades, que lembram estar em causa um universo de um milhão e 700 mil alunos. Paula Peneda, intendente da PSP que preside à Equipa de Missão para a Segurança Escolar, a funcionar há dois meses, admite que "qualquer ocorrência nas escolas preocupa", mas insiste na mensagem de que os números se devem ao facto de haver "crescente atenção e vigilância dos problemas". Essa é uma das ideias-chave que procurará transmitir quando, depois de amanhã, for ouvida na comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, onde também será feita a apresentação global de dados do Observatório de Segurança na Escola pelo seu coordenador, João Sebastião. Para Paula Peneda, importa ter em conta que até agora as ocorrências eram registadas em papel, o que poderá contribuir para alguma inexactidão na contabilidade final. "Neste momento estamos a testar uma ficha electrónica, Organização e Dinâmica de Grupos 64

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que entrará em funcionamento pleno no próximo mês. Os dados passarão a ser muito mais precisos", acentua. A responsável pela equipa de missão salienta que "a violência nas escolas não tem subido muito" e destaca que as escolas são "espaços confinados e com técnicos". Ainda assim, recentemente a ministra da Educação defendeu que a existência de câmaras e de elementos de forças policiais no interior das escolas deverá, no futuro, ser encarada "com naturalidade". Escolas prioritárias

Disponível para os conselhos executivos das escolas, a ficha electrónica de ocorrências começou por ser testada num conjunto de escolas consideradas, pelo Ministério da Educação, de intervenção prioritária. São 32 as escolas consideradas de maior risco, nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. Amadora, Lisboa e Almada são os concelhos com mais estabelecimentos sinalizados a Sul, enquanto a Norte se destacam Porto, Matosinhos e Gaia. Das fichas uniformizadas foi excluído o fenómeno de "bullying", utilizado quando existe violência entre colegas. A explicação é simples. Paula Peneda defende que tem havido "uma importação do conceito sem que este seja correctamente apreendido. Perante o risco de banalização, quando na verdade o "bullying" pressupõe uma "agressão física ou psicológica continuada", o termo foi riscado das fichas. A sua identificação, a partir da descrição de ocorrências, ficará a cargo do Observatório. Três anos para criar um programa de segurança Constituída por três elementos, a Equipa de Missão para a Segurança Escolar tem um mandato de três anos. Nomeada por despacho publicado em Janeiro no "Diário da República", tem como objectivo último conceber um Programa Nacional de Segurança nas Escolas. Substitui o anteriormente designado Gabinete Coordenador de Segurança. Definir um plano-tipo de emergência, que possa ser adaptado pelos estabelecimentos de ensino e testado através da realização de simulacros, é outra das missões apontadas. Realizar visitas e reuniões de trabalho, promover acções de formação e criar um fórum de discussão na internet completam o leque de objectivos. Outra medida recente para reforçar a segurança nas

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escolas foi a nomeação, por despacho conjunto dos ministérios da Educação e da Administração Interna, de um grupo coordenador do Programa Escola Segura. O objectivo é facilitar a articulação entre GNR e PSP, que têm 600 efectivos envolvidos no programa, concretizado em 11 mil estabelecimentos de ensino. Furtos dominam queixas

Mais do que agressões, furtos e roubos são o crime mais sinalizado pelas forças de segurança junto às escolas ou no interior dos recintos. Outro indicador relevante prendese com o tráfico de droga. O haxixe prevalece, representando cerca de dois terços da totalidade de drogas apreendidas em zonas escolares, no ano passado.

Segurança

rodoviária

O programa Escola Segura promove igualmente a segurança rodoviária junto das escolas. Em 2005 foram instaurados quase quatro mil autos de contra-ordenação.

Acções

de

sensibilização

O programa inclui ainda acções de sensibilização e de informação nas escolas, transmitindo conselhos úteis aos alunos.
*Noticia retirada do Jornal de Noticias de Domingo, 25 de Fevereiro de 2007

5ª Aula

8/4/2008 às 14:00

PONTO DE SITUAÇÃO DA TAREFA 1
Ponto de situação nas tarefas de longo prazo Tarefa 1: Divisão do trabalho Parte do livro de Mourinho : Reducionismo e Complexidade

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Dossier Individual do Aluno Douro Relatório da Aula PARADIGMA  Paradigma é sinónimo de modelo

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 Para Thomas Kuhn (1922-1996), paradigma é a ferramenta teórica e o conjunto dos procedimentos e leis que constituem a raiz que orienta toda a investigação em dada altura e contexto histórico. Dois Paradigmas • • Reducionismo Complexidade

Reducionismo • • • Separação entre mente e corpo O homem é dividido em dois conjuntos de um lado a parte anatómica do homem e do outro lado a parte psicológica do homem. • O homem não pode ser dividido, existe insuficiência neste modelo

Complexidade • • O homem é visto como um todo A mente e o corpo não são divididos

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“Pensa-se que ao se reduzir a complexidade do jogo no treino se está a tornar as coisas mais fáceis. Quanto a mim, está apenas a criar-se condições de sucesso no treino, não no jogo! No jogo, a complexidade continua lá” José Mourinho Reducionismo e Complexidade • O emergir do paradigma da complexidade não implica a implosão do paradigma do reducionismo. • Pelo contrário, a sua coexistência e interacção darão sentido aos dois modelos fundamentais de pensamento filosófico e científico. • Mourinho foi o primeiro treinador a operacionalizar o paradigma da complexidade. Qual destes dois atletas é mais rápido? • Francis Obikwuelu Vs Deco

No Futebol Deco seria mas rápido devido a ele ser raoido no modo como executa os lances e a cultura táctica superior a de Obikwuelu que poderia ser mais rápido na explosão mas não saberia onde se posicionar ou por onde se deslocar com resultado. No Atletismo seria a vez de Francis Obikwuelu ser mais rápido porque não tem perfil muscular para ser atleta de 100m ou 200 m por não ter tantas fibras que seria necessário.

6ª Aula

15/4/2008 às 14:00

PREOCUPAÇÕES NA EXPLICAÇÃO DE UM EXERCÍCIO

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Dossier Individual do Aluno Douro Relatório da Aula

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Para introduzir e explicar um exercício numa aula ou numa equipa desportiva é preciso ter em conta certas preocupações mas também temos que ter em conta a personalidade do treinador ou professor. 1. Organizar os atletas de maneira a que todos estejam a observar o treinador e que estejam atentos as suas palavras. Utilizar um tom de voz forte de modo a mostrar a liderança e reprimir quando alguém estiver distraído. 2. Introduzir uma pequena introdução onde se explique o objectivo do exercício para que vai servir o mesmo e o que se espera dos atletas ou alunos.

3. Explicação do exercício primeiro teoricamente e só depois na pratica para ajudar os atletas a perceber o exercício de modo a executa-lo. 4. O local da explicação tem de ser tida em conta devido aquilo que se passa atrás do treinador de modo a não perturbar a atenção do atleta. 7ª Aula 22/4/2008 às 14:00

PONTO DE SITUAÇÃO DA TAREFA 2
Ponto de situação nas tarefas a longo prazo Tarefa 2: “Team Builiding” Relatório da Aula O objectivo é criar um laço interpessoal entre os membros desse grupo. O treinador é o principal construtor do team building, ele vai tentar “educar” os atletas de modo a que tenham uma maior relação interpessoal.

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Existem intervenções directas e indirectas, o team building é um processo de construção de equipa que permite melhorar o rendimento de cada grupo ou equipa.
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Organização e Dinâmicas de Grupo (PL) 1º Ano – 2º Semestre – Turma A

Docente: Vítor Manuel de Oliveira Maçãs Discentes: Filipe Mendes Joana Batista Mário Guedes Nicolau Carvalho Tiago Nunes Nº.: Nº.: Nº.: Nº.: Nº.: 26185 28828 29542 27498 27516

8ª Aula

29/4/2008 às 14:00

INTRODUÇÃO E EXPLICAÇÃO DE EXERCÍCIOS

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Dossier Individual do Aluno Douro 9ª Aula

Universidade de Trás-os-Montes e Alto 6/5/2008 às 14:00

APRESENTAÇÃO DO EXERCÍCIO DE FUTEBOL
Organização e Dinâmicas de Grupo Docente: Vítor Manuel de Oliveira Maçãs Aula de Futebol: passe, desmarcação e finalização; Pratica Laboratorial

Discentes: Filipe Mendes Tiago Nunes Nicolau Carvalho Joana Batista Mário Guedes Organização e Dinâmicas de Grupo Docente: Vítor Manuel de Oliveira Maçãs Aula de Futebol: passe, desmarcação e finalização; Pratica Laboratorial

• Reunião dos alunos

de forma a que o professor seja o alvo de todas as atenções. atenç Exposição da temática Exposiç temá da aula.

Organização e Dinâmicas de Grupo Docente: Vítor Manuel de Oliveira Maçãs Aula de Futebol: passe, desmarcação e finalização;

Pratica Laboratorial

Objectivos do exercício: exercí

• • •

Passe; Desmarcação: Desmarcaç Finalização. Finalizaç

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Organização e Dinâmicas de Grupo Docente: V ítor Manuel de Oliveira Ma çãs Aula de Futebol: passe, desmarca ção e finaliza ção;

Universidade de Trás-os-Montes e Alto
Pratica Laboratorial

Critérios de sucesso:
Passe – Com a parte interna do p é com um movimento angular da perna em executante. Desmarca ção – Abertura de linhas de passe fugindo a marca ção do defesa advers ários dando assim continuidade a jogada. Finalização – Remate em direc ção à baliza com o objectivo de marcar golo.

Organização e Dinâmicas de Grupo Docente: Vítor Manuel de Oliveira Maçãs Aula de Futebol: passe, desmarcação e finalização;

Pratica Laboratorial

Descrição:
1 - Passe para o jogador na linha 2 – Desmarcação do jogador que efectuou o passe 3 – Passe para a linha de fundo 4 – Desmarcação para o segundo poste 5 – Cruzamento para a área 6 – Finalização do avançado

O rganizaão e Dinâm icas de Grupo ç Docente: V ítor Manuel de Oliveira çãs Ma Aula de Futebol: passe, desm arca e finaliza ção ção;

Pratica Laboratorial

Balan final da aula: ço
Como Realizar o passe? Desmarcaão? ç Finaliza ção? De que forma se movimentam os jogadores noício? exerc

FIM

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Dossier Individual do Aluno Douro 10ª Aula

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13/5/2008 às 14:00

“7 Jornadas Técnicas de Futebol + Futsal da UTAD”
Abordagem ao tema a condição física no Futsal 11ª Aula 20/5/2008 às 14:00

Participação do docente em reunião de Júri de Doutoramento, na UTAD.
12ª Aula 27/5/2008 às 14:00

APRESENTAÇÃO TAREFA 2
O Grupo 2 falou na eficácia colectiva onde temos que tornar as equipas desorientadas mas orientadas. A formula para atingir isso é a Tendência para o grupo ter sucesso + desejo de ter sucesso + probabilidade de ter sucesso + incentivo de ter sucesso. Quando uma equipa é menos coesa, os jogadores tem tendência a ser mais individualistas. O Grupo 3 abordou o tema “team goals” Os responsáveis propõem objectivos para o grupo, mas o grupo também tem que ter objectivos para cada um. Os objectivos servem para direccionar acção e atenção Os objectivos influenciam o desempenho na tarefa em motivar os atletas. os objectivos comuns a todos são a obtenção de resultados. Maior coesão de grupo da equipa maior será a eficácia no desempenho de objectivos. O Grupo 5 falou nas normas de grupo São normas que tem que ser adoptadas pelo grupo. Essas normas têm uma influência muito importante no comportamento do grupo. Os grupos ao cumprir essas normas têm melhor prestação de grupo. O Grupo 6 “Group Development” Perspectiva linear - Os grupos têm um nascimento, crescimento e morte. Perspectiva Pendular – As mudanças de elemento de grupo podem ser destrutivas ou construtivas, a substituição consome tempo, geralmente a produtividade do grupo sofre. Organização e Dinâmica de Grupos 74

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Nos desportos amadores quando não há resultado pode se mudar os jogadores titulares, enquanto que nos desportos profissionais a troca de treinador é o mais provável. O Grupo 7 abordou os modelos de liderança O comportamento do líder é influenciado pelos membros do líder. Um jogador jovem aceita melhor as criticas do que um jogador experiente.

8. CONCLUSÃO

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Reflectindo ao longo do semestre sobre o trabalho desenvolvido, posso concluir que este dossier foi muito importante no meu enriquecimento académico. Em termos teóricos foi dado o módulo teórico – prático no qual a matéria leccionada foi bastante interessante e pode me ser útil no futuro quando eu lidar com grupos de alunos ou equipas desportivas. Passando mais para a parte prática o módulo prático laboratorial foi muito bem estruturado onde podemos vivenciar as nossas primeiras apresentações em frente a uma turma, tentar controlar as emoções. Também abordamos alguns pontos necessários que não existe em nenhuma unidade curricular no nosso curso como o caso de como agir no primeiro contacto com uma turma e a explicação de um exercício para uma turma ou equipa o que faz pensar e achar que é muito importante ter desenvolvido. Não esperava que esta unidade curricular fosse assim tão importante no meu futuro como profissional da Educação Física e Desporto mas no final veio revelar me e provar me o contrario.

9. BIBLIOGRAFIA
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Dossier Individual do Aluno Douro Livros
• • •

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Forsyth, D.R.(2006). Group Dynamics (4a. edição). Belmont, CA: Thomson Wadsworth, Neves, J. (2001). O processo de liderança. In Carvalho Ferreira, J. M., Neves, J. & Caetano, A. McGraw & Hill.(2001). Manual de psicossociologia das organizações. Manual de psicossociologia das organizações

Internet

Dinâmica de Grupo http://pt.wikipedia.org/wiki/Din%C3%A2mica_de_grupo no dia 3 Março de 2008 Conceito de Grupo, José Vieira (2007) http://anigrupos.no.sapo.pt/conceitos.html no dia 5 Março de 2008 Espírito de uma Equipa http://clix.expressoemprego.pt/scripts/indexpage.asp? headingID=2192 no dia 28 de Março Numa equipa, o talento de uma pessoa só nada serve" http://dn.sapo.pt/2006/11/28/economia/numa_equipa_o_talento_uma_pessoa_nad. html no dia 24 de Março de 2008

Jornal de Noticias de Domingo, 25 de Fevereiro de 2007 http://www.jornalnoticias.com/add2us/add2us05/add2us05.html

Dicionário

Dicionário da Língua Portuguesa 7.º Edição, Porto Editora

10. ANEXOS

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