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MULADHARA o Chakra básico LEMINISCATA o Infinito simbolizado

Aos meus filhos, aos meus pais, aos meus amores. A dinâmica estética da lemniscata, o símbolo do infinito cumpre com o processo divino evolutivo instalado em toda criação, o SER UNO. A paz é o silêncio que a humildade de pertenSer ao outro, esta materializada estratégia do espelho transparente do ego auto-superativo, ao 3o. momento da evolução da história do desenvolvimento humano se dá. Observar a idéia ética que brota da relação sensível exemplificada por Goethe, e lida barthesianamente por Steiner, pede-nos a coragem de olhar para dentro e abrir os olhos da alma. Deus em nós, que em tudo está, Olhando-nos esperançoso(s) pelo momento sublime onde nos encontraremos em “N” linguagem.

Sucessão do Amor pelo Amor e para o Amor levando-nos, incorruptíveis, a qualquer possibilidade quântica que decidirmos focar. Amor Eu Sou. O Outro em mim está, estou com ele, com todos, em todas as partes, só há um UNO, e uno como sua criação em si contida, livre para escolher o tempo da sua evolução para a consciência da alma integrada. (como metáfora de colocar-se no lugar do Outro, Teatro, essa língua maravilhosa)

Abertura
(Ana Letícia) _Esta apresentação tem por objetivo mostrar em grande valor criado, ou percebido, ou estruturado, em contradições evolutivas do “devir” linguístico, fruto desconectado do consumismo insustentável da humanidade com a redução do Ser, Todo Ser, que ele também é, EU SOU bíblico. Aqui, aí, em todo o universo, em toda profundeza atômica quântica da possibilidade, agindo evolutivamente, sincronicamente, ainda que tão diferentes, polarizados no que se vê, na materialidade. Deus é trino, e suas partes criadas, sempre serão, ou não, em contradição socrática, a individualidade ética proclamada por Steiner, o filósofo da pedagogia Waldorf. Steiner percebeu a unidade que subjaz a toda representação material, resultado eletrônico da mior criação do Amor de Deus, nossa alma integrada a toda e qualquer parte, agora, UNO. O Ser é a beleza da identidade absoluta que nos atrai incessantemente, em motocontínuo, colapsando em toda parte, eternamente, em cada escolha um foco, do ego, do Ser, estas duas partes; a razão, a emoção, o cartesiano e o complexo, o sol do céu, o sol interno de Gaia; e o porvir, o devir, o que será, gimmel, o espírito santo, o três cabalístico que resulta da dualidade material, descrição do plano evolutivo de Deus para nós, sua imagem semelhança, tentando entender quem somos, no momento, parecendo bocós diante do próprio rabo, temendo o outro. Gimmel também é o nome da escola onde meu irmãozinho estuda, olha ele aqui (entra Francisco, Ana Letícia o abraça, beija e o pega no colo). (A)_Diga Oi Francisco. (F)_... (A)_Ele está dizendo Oi em silêncio, acho... (A)_ Eu Sou, Ele também é, e ao nosso amor, Gimmel, que seja eterno, valeu Deus.

No universo da cultura, o centro está em toda parte Ato 1
(Narrador 1) _Agora Google, porque deveríamos mudar? (Narrador 2) _Início, meio e fim de uma ótima pergunta. Esperemos a resposta no devir escolhido a cada Agora. (N1)_Não pergunto de outra forma. Por que começar com não, por exemplo? E o que fizemos até aqui, senão negar a complexidade que nos une? Será que poderíamos superar o estado de iminente colapso ecológico, e com ele todas suas crases político-filosóficas profundamente

arraigadas na individualidade consumista? Não só do que poderíamos ter sido, tento olhar o passado, compreendê-lo, mas hesito, porque vejo cenas tristes e repetidas, negativas sabe?

Tragédia Primordial - Fim do primeiro ato.
(N2) Hipótese dinâmica pós-estrutural. Mas com o que temos feito enquanto humanidade limitada pelo em si mesmo longe do ser? A razão polarizada, tentando extirpar a emoção viva. Não a emoção pasteurizada pelos mídia, estou dizendo da emoção artística de criar, esta procurada bem morta pelo algoz da humanidade, “Sr. ignorância pura de quem realmente somos.”. (entra personagem 1 no foco da luz) _ É nossa culpa, se somos espíritos reencarnantes, kármicos, tentando evoluir no amor, na unidade do ser, estamos hoje quase que totalmente destreinados em nossa habilidade criativa, em nossa sensibilidade intuitiva, em nossa capacidade de ouvir dentro, o ser a nos falar das maravilhas de em tudo estar, de ser o outro, de viver o nirvana? Graças a Deus estamos neste programa infalível, já que inclue o erro como possibilidade, e ainda assim segue evoluindo, derramando Amor sobre nós em toda água que também somos(assistam a Marca D’água, do Diretor Paulo de Moraes e sua esposa Patrícia Selonk, quando chegarem por aqui em Curitiba). Por detrás do mundo materializado pela criação do 1 e 2, pelos opostos, ali, a observar pelos “olhos interiores” de um e do outro, está o terceiro, o três, o gimmel, o espírito santo, Deus em nós, evoluindo, vindo de encontro, absolutamente presente. Agora eterno Eu Sou. Que vai de mim ao infinito, e além, com você, e vocês, e vocês, somados, cada um com sua musicalidade, seu rítmo, seu timbre tão particular, ainda assim dentro da harmonia divina da totalidade em todas as partes. UNO.

O encontro com o Ego - II ato.
Há quem defenda que a idéia de Deus único foi passado à Abraão por Hermes Trimegistro, aquele que psicografou de Deus a metacognição “tudo que está no alto, está embaixo” - a primeira menção ao Todo em todas as partes. Tá, e como mágica, proclamo o seguinte: _Como um dos significantes existentes na análise intuitiva-artística, dê respeito ao Agora do Devir...

INTERVALO
(Luzes da platéia acesas) (entra 3o. personagem, enquanto todos os outros atores da trupe ficam ao lado, focados na música que toda, super animadaça, rock and roll, Satisfaction dos Stones). (ele lê) O espelho, que reflete, você, seus sentimentos, medos e desejos, e conquistas, e sonho, e tudo, e vida, Projete positivo,

e viva alegrias. Interiorize-se com a tristeza, e fudeu. A dor da dualidade material. A questão não é ser ou não ser. A questão é o que fazer com o amor, este bálsamo contra a dor da dualidade, do esforço do ego para manter-se no controle de algo tão ilusório quanto à morte. O ego tem que morrer para perceber-se eterno. no Ser de todo Ser. A conciliação dos opostos é possível, sempre foi, sempre estiveram atuando juntos. O problema é a vontade de separação do ego, por medo do outro, por medo de ver-se no outro, por medo de ter compaixão, de viver o que internamente o Ser silencioso nos conclama, a amar seja lá quem, sempre.

IV Ato - o Medo
(entra o 4o. personagem - trata-se de uma alegoria, todos eles estão representando sempre o mesmo personagem. Quando entra o próximo EU SOU, todos os outros vão olhando para ele, escutam-no, e parecem fazer conjecturas internas, às vezes entre si, sobre o outro) _Por medo permanecemos na mesma dimensão que colapsamos a cada instante do nosso diaa-dia massificado pelo olhar da particularidade, da competição, da valorização, da exclusão, da insustentabilidade, do ter. Porém, apesar do desprezo do olhar consumista, a vida que se estabelece em todos os eletróns e todos as menores partículas, ainda desconhecidas por éons, Gaia segue relacionando-se com o sol, recebendo com o seu sol interno os efluxos divinos do encontro equilibrado do masculino e feminino divinos, ainda que nos obstruamos seu acesso à nossa consciência, este orgasmo dos 5 elementos e das 12 sensibilidades flue Eu Sou. _ Prazer em conheSer, eu sou Deus, Deus louco da silva com acento no sílva para soprar mais longe, sempre. Meu foco é no infinito, estou em todas as partes e nos encontramos quando você se esforça para trazer um pouco do sol de Gaia para o seu sol interior. Veja, vocês polarizaram o sol do céu, energia masculina por excelência, razão. Gaia é a emoção, é o planeta água minha gente, terra foi tipo, tá frio, tá quente, sabe? Então, agora o aquecimento global vem com tudo, porque o final do mundo vai rolar entendem, tipo assim, bum... não tô brincando, o final dos tempos do desiquilíbrio. Enfim todos vão saber quem são, e loucos como Eu Sou, vão se proclamar donos de tudo e tudo vão entregar em serviço eterno ao outro, e ali estarão, vivos, no outro, e em si ao mesmo tempo. É o final dos tempos para o ego, para o “ser em si mesmo”; é o começo de uma nova era, a do Ser de todo Ser. Já comprei meu ingresso, taqui ó (mostrando o peito), um coração (ele vai desenhando uma leminiscata do coração...) e uma mente racional (e finaliza a volta da cabeça, voltando ao peito, a leminiscata em pé), infinito, ingresso caro, custou a minha alma, tive de dá-la a Deus (apontando amorosamente a todos que cruza o olhar carinhoso). E não vão errar a porta, ehim, por favor, foco no infinito!! Foco no infinito!!!

Ato V - Pássaros ou preconceitos cartesianos

(Narrador 7) A alma de Deus se esvai na Terra a cada olhar nos olhos da razão. Longe da emoção do amor, que nunca deixou de estar consigo... O sorriso é a metodologia para a alma integrada, para o individualismo ético de Steiner. E o exercício estético deverá estar sempre a mostrar ao artista a sua própria intuição, a misturar as tintas junto de si, pintando um eterno porvir que sorri com reconhecimento à identidade absoluta que ali e aqui brilha em flor de cheiro e calor. O rítmo é particularmente nossa soma ao concerto divino do que nunca será findo. Bem-vindo ao amor. Ao ser de todo ser, Eu Sou, e você? Schiller, Schilling, Goethe, Marx, Steiner, Paulo Freire e luz, todos eles fazem, e você, não? Sim? Eu Sou de todostudonós!! (Narrador 8 - no mesmo tempo da fala do narrador 7) Ápice do meu ego, esperneio, e num rompante extasico aponto prá cara de vocês todos, vocês são os culpados, por esta merda toda, por esta hipnoze coletiva todo dia às 17, 18, 21, 22h30, porra!!! Quantas pessoas vocês, em suas misérias reducionistas, nessa visão mesquinha e pequena de quem realmente são, quantas pessoas vocês influenciaram e desnervaram o Ser delas, ocluindo ainda mais o que nem precisa de muito esforço para ferrar... E assim, nascem nossas crianças especiais, ainda mais excluídas, numa tentativa de no silêncio e na calma transdimensional curar esta alma desencaminhada. E... E.E nós não vivemos!! Fazemos tudo que a civilização do consumo nos programa para fazer, para sermos felizes... consumindo? Meu celular! Olhem, comprei o mais novo celular da Tapou, ontem, lançamento mundial.. é!!! haha!!! Hoje lançaram um outro, to me sentindo um lixo, assim não dá, tenho que fazer alguma coisa, além de trabalhar feito um escravo passando por cima de tudo e de todos para vencer e pegar meu salário... vou comprar um hoje, à prazo, pronto, decidi, este aqui tá com a tecla “finalizar” meio dura meio mole, vou jogar fora esta bosta... Que horas são? Vai dar tempo, vai dar tempo... simbora... fui.