O início das mudanças que levam ...

... ao Futuro

LOCALIZAÇÃO
Aeroporto Internacional Tom Jobim 11 km Oceano Atlântico

2 km Maracanã 5 km Aeroporto Santos Dumont

7 km Petrópolis Angra dos Reis Paraty Rio de Janeiro Búzios Corcovado 8 km Copacabana

6 km Pão de Açúcar

LOCALIZAÇÃO
COPACABANA IPANEMA PÃO DE AÇÚCAR BOTAFOGO PARQUE DO FLAMENGO MARACANÃ

PREFEITURA
AEROPORTO SANTOS DUMONT TERRENOS CENTRO DA CIDADE

CIDADE DO SAMBA

PIER MAUÁ

EVOLUÇÃO DO PORTO
Largo de São Francisco Da Prainha

Armazém do Sal

Rua da Prainha (Acre)

1817

Edifício “A Noite” Estação de Passageiros

Arsenal da Marinha

Praça Mauá

Palacete D. João VI

Cais da Gamboa 1930

Edifício Rio Branco 1

Avenida Perimetral Píer Mauá

Polícia Federal 2002

A REGIÃO
O Porto de Hoje
O Porto é uma região localizada próximo ao centro do Rio de Janeiro, marcada pela sua arquitetura do inicio do século, hoje tombada, e pelos prédios comerciais e galpões. A região portuária hoje é um dos meios de entrada de turistas à cidade, porém a degradação de seus galpões e prédios antigos e a passagem do elevado da Perimetral acabam denegrindo a paisagem dessa região. Os bairros que abrangem o Porto tem juntos o menor Índice Populacional de Região Metropolitana do Estado.

Praça Mauá atualmente

Av. Rodrigues Alves nos dias de hoje

A REGIÃO - ACESSOS
Para: Aeroporto Internacional, Barra, Zona Oeste, Ponte Rio-Niterói

Para: Aeroporto Santos Dumont, Centro, Zona Sul

Para: Zona Norte, Zona Oeste

Para: Zona Sul (via Túnel Rebouças)

Para: Zona Sul (via Túnel Sta. Bárbara)

Para: Zona Sul (Aterro do Flamengo)

OPERAÇÃO URBANA

PORTO ONTEM
Baixa taxa de áreas verdes (2,5%) Pontos crônicos de alagamento Pontos de acumulo de lixo
Patrimônio Arquitetônico Degradado Lançamento de Esgotos na rede de drenagem, nos rios e no canal do mangue

ESTRATEGIA DA OPERAÇÃO

Requalificação Urbana

Desenvolvimento Imobiliário

Desenvolvimento Sócio Econômico

OPERAÇÃO URBANA
Projeto Porto Maravilha
Trata-se de uma Operação Urbana que tem por finalidade promover a reestruturação local, através de um conjunto de intervenções, transformando a Zona Portuária em um pólo atrativo para as crescentes demandas corporativas, comerciais e habitacionais do Rio de Janeiro. Será estruturada por meio da ampliação e requalificação dos espaços públicos da região, visando à melhoria da qualidade de vida de seus moradores e à sustentabilidade ambiental e socioeconômica da área. O projeto abrange uma área de 5 milhões de m², a maior área de revitalização do mundo, que tem como limites as Avenidas Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Rio Branco, e Francisco Bicalho.

Projeto de revitalização da Praça Mauá

Emboque do Binário - Rua Primeiro de Março

OPERAÇÃO URBANA – 1ª Fase
Junho de 2011 a junho de 2012 - Investimento: R$ 840 milhões
OBRAS:
• Elaboração e aprovação de projetos executivos • Licenciamento das obras • Pesquisa Arqueológica • Início do Túnel da Saúde • Início do Túnel da Rede Ferroviária Federal • Início do Túnel do Binário na Rua Primeiro de Março • Início da escavação do poço de serviço da Praça Mauá para a construção do Túnel do Binário • Início da construção das alças de subida e descida do Viaduto do Gasômetro • Início da construção do Reservatório do Morro do Pinto • Início da construção da sede da Cdurp • Continuidade das fundações do Museu do Amanhã • Obras de infraestrutura na Via Trilhos e nas ruas General Luiz Mendes de Moraes, Mendonça, Equador e Comandante Garcia Pires • Abertura de nova rua no terreno da Praia Formosa

OPERAÇÃO URBANA – 1ª Fase
Junho de 2011 a junho de 2012 - Investimento: R$ 840 milhões
OBRAS:
• Elaboração e aprovação de projetos executivos • Licenciamento das obras • Pesquisa Arqueológica • Início do Túnel da Saúde • Início do Túnel da Rede Ferroviária Federal • Início do Túnel do Binário na Rua Primeiro de Março • Início da escavação do poço de serviço da Praça Mauá para a construção do Túnel do Binário • Início da construção das alças de subida e descida do Viaduto do Gasômetro • Início da construção do Reservatório do Morro do Pinto • Início da construção da sede da Cdurp • Continuidade das fundações do Museu do Amanhã • Obras de infraestrutura na Via Trilhos e nas ruas General Luiz Mendes de Moraes, Mendonça, Equador e Comandante Garcia Pires • Abertura de nova rua no terreno da Praia Formosa

OPERAÇÃO URBANA – 2ª Fase
Junho de 2012 a junho de 2016 - Investimento: aprox. R$ 7,2 bilhões OBRAS:
• • • • • • • • • Reurbanização de aproximadamente 70 km de vias (pavimentação, drenagem, sinalização, iluminação, arborização de calçadas e canteiros); Implantação de novas vias e trechos de ciclovias; Finalização de novas redes de esgotamento sanitário, abastecimento de água, energia elétrica, telefonia e gás encanado; Implantação de sistema de melhoria da qualidade das águas do Canal do Mangue; Finalização de via Binário do Porto; Demolição do Elevado da Perimetral no trecho entre a Pr. Mauá e a Av. Francisco Bicalho; Construção de túnel entre a Praça Mauá e a Av. Rodrigues Alves (na altura do Armazém 5) com aproximadamente 2,0 km de comprimento (dois sentidos); Construção de duas rampas ligando o viaduto do Gasômetro ao Santo Cristo; Implantação de mobiliário urbano, tais como abrigos para automóveis, pontos de ônibus, lixeiras, totens, painéis informativos, bicicletários, etc.;

PROJETOS DE REQUALIFICAÇÃO URBANA

PROJETOS ESPECIAIS
Nova estrutura Viária
•Por que demolir o elevado da Perimetral? • Solução viária integrada – Binário do Porto • Localização das Novas vias Expressas • Veiculo Leve Sobre Trilhos

Infraestrutura
• Água e Esgoto • Urbanização • Telecomunicação

Principais Projetos
• Píer Mauá e o Museu do Amanhã • Museu de Arte do Rio • Porto Olímpico • Transformação da Francisco Bicalho

Restauração de Patrimônios
• Jardim do Valongo
• Pedra do Sal • Reurbanização do Morro da Conceição • Outros Patrimônios

NOVA INFRAESTRUTURA VIÁRIA
Situação Atual

Situação Futura

NOVA INFRAESTRUTURA VIÁRIA
Por que demolir o Elevado da Perimetral?
Quando foi construída, no início dos anos 50, a Perimetral tinha como objetivo servir de alternativa às vias congestionadas e sem condições de ampliação e solução de ligação entre as Zonas Sul e Norte sem que os veículos passassem pelo centro da cidade, já congestionadas na época. Hoje, estudos técnicos comprovam que a remoção da Perimetral, já saturada, é fundamental para melhorar o trânsito na região. Estruturas como a do Elevado da Perimetral geram alto custo de manutenção, além de causarem depreciação social, econômica e cultural (Degradação e Esvaziamento da Região) que tem a menor densidade populacional do município. Hoje, 17 cidades dos Estados Unidos, da Europa e de países asiáticos já demoliram seus grandes viadutos.

INTERVENÇÕES SIMILARES
Exemplos no Mundo – São Francisco (EUA)
Local conhecido como Embarcadero, em frente ao Cais do Porto. Nesse local existia uma pista elevada. Porém no inicio dos anos 90, um tornado derrubou parte dessa pista. Ao invés de ergue-la novamente, o restante da pista foi demolida e o local se tornou um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.

INTERVENÇÕES SIMILARES
Exemplos no Mundo – Seul (Coréia do Sul)
O Cheonggyecheon é um riacho que corta o centro todo de Seul. Em 1968 uma via expressa dupla aérea foi construída, para resolver os problemas de tráfego Em 2003, o houve um projeto de reurbanização do riacho. Foi demolida uma estrutura de 9,4 Km. Naquele ponto, a cidade havia perdido quase metade dos moradores, tamanha a degradação gerada pelo viaduto, além de estudos concluírem que aquela não era uma boa solução para o trânsito. O resultado: o maior parque horizontal urbano do mundo.

INTERVENÇÕES SIMILARES
Exemplos no Mundo – Puerto Madero (Argentina)
Criado na última década do século XIX. Porém 30 anos mais tarde, um novo Porto foi criado em Buenos Aires, por conta do surgimento de grandes navios de carga, deixando assim Purto Madero obsoleto. Em 1989, o governo argentino iniciou o projeto de urbanização da área Na ocasião houve investimento estrangeiro maciço e iniciativa privada, o que regenerou a paisagem urbana, havendo a reciclagem e recuperação dos armazéns do lado oeste que tornaram-se elegantes residências, escritórios, lofts, universidades privadas, hotéis de luxo e restaurantes. Além de abertas várias ruas e avenidas, parques e monumentos. Projeto que se assemelha com o do Rio de Janeiro.

NOVA INFRAESTRUTURA VIÁRIA
Solução viária integrada – Via Expressa e Binário do Porto
Em substituição à Perimetral e à Rodrigues Alves, as vias Binário do Porto e Expressa vão acrescentar faixas de rolamento ao novo sistema viário, passando de 8 para 12 até 2016 , e ganhará 38% de sua capacidade. De acordo com Estudo de Tráfego da operação, por onde trafegavam 7.600 veículos nas duas vias juntas) por hora em horário de pico, passarão, no novo sistema, 10.500 veículos por hora A Via Expressa vai ligar a área da Candelária à Avenida Brasil e à Ponte Rio-Niterói. Ela terá pistas nos dois sentidos. A Via terá um túnel que permitirá passeio público entre Praça Mauá e Armazém 6, por onde vão circular pedestres, bicicletas e VLTs O Binário do Porto fará a ligação entre a Rua Primeiro de Março e a Rodoviária com várias saídas para a distribuição interna do trânsito.

Inicio das Obras da Via Binário do Porto

PERIMETRAL - DEMOLIÇÃO

Serão 3 pistas de ida e 3 pistas de volta em cada uma das vias novas. Hoje a Perimetral e a Rodrigues Alves tem 2 pistas em cada sentido. Isso trará um aumento de 38 % na capacidade de circulação. O Elevado da Perimetral, além de contribuir para a degradação da região, já está saturado para comportar o grande fluxo de carros

NOVA INFRAESTRUTURA VIÁRIA
Novo Conceito de Mobilidade Urbana - Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)
A concepção de um novo sistema viário, que inclui 30 Km de vias para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), 17 Km em ciclovias e ruas para passagem exclusiva de pedestres, segue lógica muito diferente da atual. O VLT ligará os principais modais de transporte (estações de ônibus, teleférico da Providência, trens, metrô, barcas e aeroporto), diminuindo o número de carros e ônibus no Centro. Ruas hoje desativadas, como a Via Trilhos, e outras, novas, abertas pelas obras em curso, ampliarão acessos e melhorarão significativamente o fluxo interno no novo desenho do projeto viário em construção. Medidas complementares, como novas passagens em direção à área operacional do Porto do Rio, retiram a circulação de caminhões e carretas da região. Outra idéia é a de incentivar residências próximas ao local de trabalho, abrindo nova perspectiva de deslocamento, como uso de bicicletas e travessias a pé.

NOVA INFRAESTRUTURA VIÁRIA
Novo Conceito de Mobilidade Urbana - Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)
O VLT circulará no Centro e na Região Portuária e ligará toda a área por 6 linhas e 42 estações, em 30 Km de vias. A distância média entre as estações é de 400 metros. Cada vagão comporta até 450 passageiros, e o tempo máximo de espera entre um trem e outro vai variar de 5 a 15 minutos, de acordo com a linha. Ele terá integração com estações de metrô, trens, barcas, BRT, redes de ônibus convencionais e aeroporto. A integração com outros meios de transportes vai melhorar o trânsito da região central da cidade, em planejamento voltado à redução da circulação de ônibus, diminuindo o trafego e o transito. O projeto contempla acessibilidade aos portadores de deficiência física em todos os vagões e exige a instalação de ar-condicionado.

NOVA INFRAESTRUTURA VIÁRIA
VLT e seus Principais Desafios
• O VLT não têm fios superiores em rede aérea e são alimentados por duas fontes de energia. Haverá um terceiro trilho energizado em alguns trechos e nas paradas. A cada frenagem há geração de energia, que será armazenada. (essas duas tecnologias já são utilizadas no mundo, porém apenas separadamente) • Ao longo do trajeto não haverão estações fechadas - fechamento possível apenas nas estações de integração (Rodoviária, Central do Brasil, Barcas e Aeroporto Santos Dumont); • Design do Veículo, das Estações e dos Pontos de Parada com ênfase especial na inserção urbanística.

NOVA INFRAESTRUTURA VIÁRIA

A Malha terá 6 linhas, 42 estações e 30 km de vias. Vagões com Ar-Condicionado que comportam 450 passageiros, acessíveis a deficientes físicos

PRINCIPAIS PROJETOS
Museu do Amanhã
É uma das âncoras da área cultural do Porto Maravilha que será erguido no Píer Mauá. O espaço será dedicado às Ciências, mas terá formato diferente dos museus de História Natural ou de Ciências e Tecnologia já conhecidos. O Museu do Amanhã será um ambiente de experiências que permitirá ao visitante fazer escolhas pessoais, vislumbrar possibilidades de futuro, perceber como será a sua vida e a do planeta nos próximos 50 anos. Será um museu para que o homem possa trilhar o caminho do imaginário e realizar, de forma mais consciente e ética, suas escolhas para o futuro.

PRINCIPAIS PROJETOS
Design Calatrava
O museu foi desenhado pelo renomado Arquiteto Espanhol Santiago Calatrava, conhecido pelo mundo pelas suas construções modernas e design arrojados. Suas obras podem ser vistas em países como Espanha, Portugal, França, Itáli a, Bélgica, Suécia, Grécia, Escó cia, Suíça, Israel, Argentina, Ca nadá e Estados Unidos.

Atenas - GRE

Valencia - ESP

Milwalkee - EUA

Lyon - FRA

Calgary - CAN

Malmo - SUE

Sevilla - ESP

Barcelona - ESP

PRINCIPAIS PROJETOS
Por dentro do Museu
O conteúdo estará dividido em quatro áreas: Cosmos, Contexto, Antropoceno e Amanhã. Além das galerias laterais e o Belvedere, que dará vista panorâmica da Baía de Guanabara. • Cosmos: Espaço sensorial, que parte do vazio
chega ao surgimento do homem e do pensamento. Contexto: Explora os fenômenos naturais do planeta, as mudanças climáticas e os ciclos da vida.

Antropoceno: Dedicado ao hoje: a
expansões culturais e as transformações ambientais.

Amanhã: Entrelaço de cinco tendências:
mudanças no clima; aumento da população; integração pessoal; crescimento capacidade dos artefatos; diminuição da biodiversidade.

PRINCIPAIS PROJETOS
Museu De Arte do Rio (MAR)
O Museu de Arte do Rio (MAR) pretende promover uma leitura transversal da história da cidade, seu tecido social, sua vida simbólica, conflitos, contradições, desafios e expectativas sociais. Suas exposições vão unir dimensões históricas e contemporâneas da arte por meio de mostras de longa e curta duração, de âmbito nacional e internacional. O museu surge também com a missão de inscrever a arte no ensino público, por meio da Escola do Olhar.

PRINCIPAIS PROJETOS
Museu De Arte do Rio (MAR)
O MAR será instalado na Praça Mauá, em dois prédios de perfis heterogêneos e interligados: o Palacete Dom João VI, tombado e eclético, e o edifício vizinho, de estilo modernista. O Palacete será inaugurado no segundo semestre de 2012 e vai abrigar as salas de exposição do museu. O prédio vizinho vai abrigar a Escola do Olhar início de 2013 prevista para o - com abertura - que será um ambiente para produção e provocação de experiências, coletivas e pessoais, com foco principal na formação de educadores da rede pública de ensino. O MAR terá atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação, exposições, catálogos.

PRINCIPAIS PROJETOS
Porto Olímpico
O Projeto a movimentação da cidade em torno dos Jogos Olímpicos e a Prefeitura, em parceria com a Iniciativa Privada através da PPP, criou um espaço no projeto do Porto Maravilha para Área Residencial que será utilizado na época dos jogos como Centro de Apoio de Mídia e Árbitros do eventos. Essa Região irá alavancar a densidade populacional da região . O Porto Olimpico fica entre a Francisco Bicalho e o Porto Atlantico (cerca de 200 metros).

PRINCIPAIS PROJETOS
Francisco Bicalho

INFRAESTRUTURA

A infraestrutura projetada para a região será moderna e não aparente, ou seja , toda ela subterranea

INFRAESTRUTURA
Água e Esgoto
A rede de água e esgoto no local faz parte da melhoria na infraestrutura do local, que terá: • 66 km de redes de drenagem nos eixos Barão de Tefé, Camerino, Venezuela, Rodrigues Alves e Sacadura Cabral; • Implantação de 85 km de novas redes de esgotamento sanitário; • 120 km de redes de abastecimento de água; • Implantação de sistema de melhoria da qualidade das águas do Canal do Mangue;

INFRAESTRUTURA
Água e Esgoto
Serão construídas 3 estações de Tratamento de Esgotos. Essa rede de esgoto nova será conectada ao coletor da ETE Alegria, que abastece toda região.

INFRAESTRUTURA
Urbanização
• Pavimentação de 650.000 m² de Calçadas;

• 3 km de vias de pedestre ;
• Reurbanização de aproximadamente 70 km de vias (pavimentação, sinalização, iluminação públicas); • Implantação de mobiliário urbano, tais como abrigos para automóveis, pontos de ônibus, lixeiras, totens, painéis informativos, bicicletários, etc.; •Plantio de mais de 15.000 plantas, arborização de calçadas e canteiros; • Implantação de 17 km de vias e trechos de

INFRAESTRUTURA
Velocidade nas Telecomunicações
A Região Portuária irá receber a mais alta tecnologia em telecomunicações. Toda a rede de infraestrutura será substituída por dutos subterrâneos que contará com redes de fibra ótica de última geração que aumentará a capacidade de conexão, passando dos 100MB atuais para 1GB de banda. Em até dez anos, espera-se chegar a 10GB de velocidade. Esta nova infraestrutura permitirá a prestação de serviço de telefonia fixa e móvel, internet banda larga e conteúdo multimídia de excelente qualidade, alçando o Rio de Janeiro à vanguarda mundial das telecomunicações.

INFRAESTRUTURA
Ciclovia

RESTAURAÇÃO DE PATRIMÔNIO
Reestruturação Arqueológica e Cultural
A região do Porto Maravilha em no seu todo, 75% da área preservada pelo Patrimônio Municipal. O objetivo principal da revitalização da região é transformar o local num ambiente moderno e ao mesmo tempo aconchegante, fazendo com que a região se torne uma ótima opção de moradia e referencia de espaço urbano saudável valorizado pelos Patrimônios que o cercam.

RESTAURAÇÃO DE PATRIMÔNIO
Jardins do Valongo
A construção do Jardim Suspenso do Valongo foi parte do plano de remodelação e embelezamento da cidade pelo Prefeito Pereira Passos, projetado pelo arquitetopaisagista Luis Rey e inaugurado em 1906. Ali foram acolhidas as quatro estátuas de mármore Carrara - Marte, Ceres, Vênus e Juno, remanescentes do monumento erguido em homenagem ao desembarque da Imperatriz Thereza Cristina. As estatuas estavam guardadas no Palácio da Cidade, e hoje já estão novamente nos jardins.

RESTAURAÇÃO DE PATRIMÔNIO
Pedra do Sal
Neste local o sal era descarregado dos navios por africanos escravizados que trabalhavam como carregadores nos diversos cais de atracação e trapiches. Junto aos degraus escavados na rocha foram fundados os primeiros ranchos carnavalescos, afoxés e pontos ritualísticos na 2ª metade do século XIX. Local onde sambistas estivadores, após o trabalho, reuniam-se para as rodas de samba, nas casas das famosas tias baianas.

RESTAURAÇÃO DE PATRIMÔNIO
Reurbanização do Morro da Conceição
Marco da ocupação inicial da cidade pelos portugueses, o Morro da Conceição formava, juntamente com os morros do Castelo, de Santo Antônio e de São Bento, um quadrilátero onde a cidade cresceu por três séculos, a partir da sua fundação em 1565. Enquanto os outros morros foram total ou parcialmente derrubados e o Centro da cidade estabeleceu-se como área de comércio e negócios, o Morro da Conceição permanece como lugar de moradia até os dias de hoje. A origem de seu nome deve-se a uma pequena capela em homenagem à Nossa Senhora da Conceição, construída no topo do morro, em 1590.

RESTAURAÇÃO DE PATRIMÔNIO
Outros Patrimonios
Outros Patrimônios tombados serão restaurados, como o Centro Cultural José Bonifácio, inaugurado em 1871 e os Galpões da Gamboa, tombados pelo Patrimônio. Além de recuperação de sítios arqueologicos como o Cais do Valongo

OPERAÇÃO URBANA

ESTRUTURA DA OPERAÇÃO

ESTRUTURA DA OPERAÇÃO
Operação Consorciada
Operação urbana é uma ação da Prefeitura do Rio de Janeiro com pleno apoio dos Governos Estadual e Federal. Além de criar novas condições de trabalho, moradia, transporte, cultura e lazer para a população que ali vive, fomenta expressivamente o desenvolvimento econômico da região. Toda a região será reurbanizada até 2015 e está embasada na Lei Municipal n˚ 101/2009 . Ela criou a Operação Urbana Consorciada da Área de Especial Interesse Urbanístico da Região. O projeto abrange uma área de 5 milhões de metros quadrados, que tem como limites as Avenidas Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Rio Branco, e Francisco Bicalho.
Cais do Valongo – Rua Barão de Tefé

ESTRUTURA DA OPERAÇÃO
CDURP
Para coordenar o processo de implantação do Porto Maravilha, foi criada a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), cabe a ela a fazer a articulação entre os demais órgãos públicos e privados. A CDURP presta contas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e participa da aprovação de empreendimentos imobiliários em grupo técnico da Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU).

CDURP – MISSÃO 

“Orquestrar ações para integrar e capacitar áreas urbanas no sentido de dar a todos o direito a uma cidade sustentável “ Também é o órgão que tem a responsabilidade de disponibilizar parte dos terrenos em sua área para o mercado. Entre as atribuições da companhia está ainda a atuação como fomentadora do dinamismo econômico e social da região portuária delimitada pela Lei Complementar nº 101 (que criou a Operação Urbana Porto Maravilha).

CDURP – 03 PILARES
Os 3 Pilares da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto
AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO

PODER CONCEDENTE

OPERAÇÃO URBANA

 Gestora do contrato com a Concessionária Porto Novo;  Articula Concessionária e demais órgãos públicos;

 Presta contas à comissão de Valores Imobiliários;

 Indutora do dinamismo econômico e social da região;

 Participa da aprovação dos empreendimentos em conjunto com a SMU;

 Responsável pela disponibilização de parte dos terrenos para mercado;

PORTO MARAVILHA - PPP
 O QUE É A PPP? As parcerias público-privadas consistem em um dos principais instrumentos utilizados pelo Estado brasileiro para realizar investimentos em infra estrutura. Por intermédio de uma PPP, a União, os Estados ou os Municípios podem selecionar e contratar empresas privadas que ficarão responsáveis pela prestação de serviços de interesse público por prazo determinado.  PARA QUE SERVE A PPP As PPPs permitem que o Estado descentralize a realização dos investimentos entre empresas privadas (“concessionárias”), o que garantirá a entrega das obras. A decentralização da realização dos investimentos em infraestrutura para empresas privadas, em hipotese alguma exime a responsabilidade do Estado de acompanhar e fiscalizar o modo como os serviços vem sendo prestados

PPP: Empresas Consorciadas
- FII FGTS OAS ENGENHARIA -

- PREFEITURA DO RJ CARIOCA ENGENHARIA -

- GOVERNO DO RJ

ODEBRECHT INFRA -

- UNIÃO

Setor Privado

Setor Público

PPP: Empresas Consorciadas

Setor Privado

Setor Público

CONCESSIONÁRIA PORTO NOVO
A Concessionária Porto Novo será responsável por revitalizar a região Portuária do Rio de Janeiro, através da operação e manutenção dos serviços e execução de obras na região. O compromisso da Porto Novo é cuidar da qualidade urbana de quem mora, trabalha ou, de alguma forma, utiliza a região Portuária. É desta parceria inédita, entre público-privado, que a Concessionária Porto Novo e a Prefeitura da Cidade de Rio de Janeiro farão uma verdadeira revolução urbanística, escrevendo uma nova história de progresso, cultura e lazer para a região Portuária Carioca. A PPP terá um prazo estimado de 15 anos, e serão R$ 8 bilhões em investimentos.
Obrigações da Porto Novo  Melhorar a pavimentação da região;  Manter ruas e praças limpas e conservadas;  Cuidar da iluminação pública da região;  Realizar a coleta de lixo domiciliar e comercial; Auxiliar órgãos públicos e concessionárias de serviços na identificação de problemas e interferências nas vias; Executar as obras de modernização da infraestrutura, paisagismo e reestruturação viárias.12 Áreas de Atuação  Educação Ambiental (Coleta seletiva, oficinas de reciclagem e consumo consciente)  Capacitação e profissionalização de mão de obra;  Oficinas de esportes, lazer, saúde e cultura  Estímulos a programas de inclusão social

CONCESSIONÁRIA PORTO NOVO
Principais serviços:
• • • • • • • • • • • Conservação e manutenção do sistema viário; Conservação e manutenção de áreas verdes e praças; Manutenção e reparo de iluminação pública e calçadas; Execução de serviços de limpeza urbana; Implantação de coleta seletiva de lixo; Manutenção da rede de drenagem e de galerias universais; Manutenção da sinalização de trânsito; Instalação e conservação de bicicletários; Manutenção e conservação de pontos e monumentos turísticos, históricos e geográficos; Atendimento ao cidadão.

CONCESSIONÁRIA PORTO NOVO
Regras Urbanísticas e Ambientais
Para promover um ambiente urbano saudável e sustentável, as novas edificações da região deverão obedecer a parâmetros urbanísticos e ambientais específicos:
• • • • • • • • Afastamento e recuo adequados entre as novas construções; Economia de consumo de água e reaproveitamento de águas pluviais e servidas; Economia e/ou geração local de energias limpas; Uso de aquecimento solar; Uso de telhados verdes e/ou reflexivos do aquecimento solar; Maximização da ventilação e iluminação natural; Uso de materiais com certificação ambiental; Facilitação de acesso e uso de bicicletas.

CONCESSIONÁRIA PORTO NOVO
Compromissos Sociais:
Operação Urbana Porto Maravilha parte do pressuposto de que os atuais moradores devem permanecer na região portuária. Pelo menos 3% dos recursos da venda dos CEPACs serão obrigatoriamente investidos na valorização do Patrimônio Material e Imaterial da área e em programas de desenvolvimento social para moradores e trabalhadores. Para isso são oferecidos vários estímulos, tais como: • Criação de habitações de interesse social; • Instalação de creches, UPAs e escolas que atendam a densidade populacional prevista; • Integração entre os diversos modais de transporte público, facilitando a acessibilidade e a comunicação com outras áreas; • Recuperação da qualidade ambiental da área; • Geração de empregos diretos e permanentes na região; • Regularização e formalização das atividades econômicas; • Formação profissional; • Criação dos Programas Porto Cultural e Porto Cidadão • Apoio a iniciativas de desenvolvimento comunitário.

CEPACs
CEPAC é a sigla para descrever Certificados de Potencial Adicional de Construção, títulos usados para financiar operações urbanas consorciadas que recuperam áreas degradadas nas cidades. Potencial de Construção é a quantidade de metros quadrados que se pode construir em determinado terreno. A Operação Urbana Porto Maravilha define um aumento deste potencial de construção, que varia de acordo com a sub-região (próximo slide). Porém, para utilizar esse potencial extra, os interessados devem adquirir CEPACs.

Potencial Adicional

Potencial Original

O dinheiro da venda dos CEPACs paga todas as obras de serviços da Operação Urbana Porto Maravilha, nos 5 milhões de metros quadrados que abrangem a intervenção. Com isso, o município não desembolsa dinheiro para obras e ainda economiza nos serviços públicos.

CEPACS: Na prática
Prefeitura do Rio de Janeiro CEPACs,

Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp)

LEILÃO
► ►

CEPACs ; Opções de Compra dos Terrenos

Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilhja (FII-FGTS)

R$ 3.5 bilhões

Caixa Econômica Federal (CEF)

VENDE CONDIÇÕES DO NEGÓCIO
► ► ► ►

COMPRA

Quantidade de CEPACs: Valor Total: Direitos da CEF: Obrigações da CDURP:

6,4 milhões 8,0 bilhões Negociar com investidores os CEPACs, prioridade na negociação de propriedades publicas; Contratar a concessionária (Porto Novo) para executar o Projeto de Infraestrutura (8 bilhões)

.

PPP - Parceria Publico Privada Concessionária Porto Novo
► ► ►

O Consórcio contratado pela CDURP inclui a Odebrecht, Carioca Engenharia e OAS Engenharia; Sua função é revitalizar a Região Portuária do Rio de Janeiro; O Projeto irá aumentar o status da Região, através de seu modelo de sustentabilidade, integração da região e inclusão social;

PORTO 1850

6 7

PORTO HOJE

6 868

CEPACs – Gabaritos por Setor

CEPACs – Por Setor
SETORES C,MF ––K –M0–CEPACS (0(0,5%) SETOR CJ –1.271.535CEPACS(0,3%) SETORDB ELe – 0 CEPACS (0%) SETORD, 1.080.514 CEPACSCEPACS SETORA– 1.123.457 CEPACS(10%) SETOR 1.888.168 SETOR 28.085CEPACS (0,05%) EI G 648.0465.363.574 %) N H 17.233 CEPACS (6%) 2.873 CEPACS (17%) 376.814 (20%) (29%)

(83%)
N

B

A I K J L

C
M D F

G H

E

CEPACs – Quadro Resumo
SETOR FAIXA DE EQ. A1 A2 A3 A4 A5 B1 B2 B3 B4 B5 B6 C1 C2 C3 C4 C5 D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 F1 L1 J1 M1 M2 M3 TOTAL DE CEPACs 648,046 GABARITO MAX. 15.0 11.0 90.0 9.0 11.0 11.0 11.0 18.0 90.0 60.0 11.0 11.0 120.0 150.0 60.0 11.0 150.0 120.0 60.0 11.0 90.0 120.0 15.0 11.0 7.5 11.0 11.0 150.0 150.0 120.0 TAXA DE OCUPAÇÃO 70% 70% 70% 70% 70% 70% 70% 70% 70% 50% 70% 70% 50% 50% 50% 70% 50% 50% 50% 70% 100% 50% 70% 70% 70% 70% 70% 50% 50% 50% A COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO BÁSICO MÁXIMO 2.8 2.8 2.1 2.1 1.0 8.0 1.0 1.4 1.0 2.1 2.1 2.1 1.0 2.1 1.0 2.8 1.0 8.0 1.0 4.2 1.0 2.1 2.1 2.1 1.0 8.0 1.0 12.0 1.0 4.2 1.0 2.1 1.0 70.0 1.0 8.0 1.0 4.2 1.0 2.1 1.0 11.0 1.0 8.0 1.0 2.8 1.0 2.1 1.0 1.4 1.0 2.1 1.0 2.1 1.0 12.0 1.0 10.0 1.0 8.0

B

257,257 71,519 48,038

C

666,078 565,034 40,423

Nº TOTAL DE CEPACs

D

526,594 426,057 134,408 36,398 1,080,514

6.436.722

E F I J M

2,873 28,085 17,233 1,888,168

Operação Urbana Faria Lima
A Avenida Faria Lima (São Paulo) é um exemplo onde as CEPAC tiveram sucesso em sua realização. Em uma área de aproximadamente 4,5 milhões de m², surgiram novos e modernos empreendimentos de alto padrão ao longo de 17 anos, Após a obra foi conclusão das obras em 1996, a região se tornou a mais valorizada e cobiçada do mercado de escritórios de São Paulo de classe A, tornando o novo centro empresarial da capital paulista. O grande sucesso da Faria Lima impulsionou o crescimento da Avenida Carlos Berrini como continuação desse novo centro empresarial.
DEPOIS ANTES

CEPACs – Faria Lima (valorização)
Evolução dos preços de locação (SP)
200 180 160 Preço de locação (R$/m²) 140 120 100 80 60 40 20 0 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Paulista Faria Lima Berrini

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