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Gildenir Carolino Santos é natural de Jaguaquara, Bahia, mas considerase campineiro de coração, pois reside na cidade de Campinas há mais de 30 anos. Possui graduação em Biblioteconomia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), 1991, mestrado em Educação concluído em 2002 e doutorado em Educação concluído em 2008, ambos os cursos realizados na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (FE/Unicamp), onde é integrante do Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação (Lantec). Atua como bibliotecário e diretor da Biblioteca Prof. Joel Martins da FE/Unicamp. Também possui, pela Universidade Estadual de Campinas, o curso de Especialização de Desenvolvimento Gerencial em Instituições Públicas, concluído em 2008. É editor de revistas científicas digitais das áreas de Educação (ETD – Educação Temática Digital e Biblioteconomia (Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação) pela Unicamp. Organiza e coordena projetos para elaboração de bibliotecas digitais. Foi professor universitário na Faculdade Network no período de 2004 a 2005. Tem experiência na área de Educação e na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação, bem como em competências informacionais e em editoração científica. Tem livros publicados e diversos trabalhos científicos apresentados na área. Iniciou em 2011, o Pós-Doc pelo Laboratório Avançado de Jornalismo Científico (Labjor) da Unicamp, sob a temática da construção do Portal de Periódicos Científicos Digitais da Unicamp. Rosemary Passos é natural de Campinas, São Paulo. Cursando atualmente o doutorado em Educação, pela Universidade Estadual de Campinas, no Grupo ALLE (Alfabetização, Leitura e Escrita), possui graduação e Licenciatura Plena em Letras pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Itú (1987), graduação em Biblioteconomia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1991) e mestrado em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2003). Atualmente é profissional da área de humanas (bibliotecária supervisora de secção) da Universidade Estadual de Campinas. Trabalhou como Professora contratada na PUC-Campinas, onde ministrou aulas no período de 2003 a 2008, nas disciplinas de Fontes de Informação; Educação de Usuários; Estudo da Comunidade e de Usuários; Documentação Científica; Serviço de Referência e Informação; Representação Temática. Tem experiência na área de Educação, com ênfase na Formação de Professores, atuando principalmente nos seguintes temas: Competência em Informação, Educação permanente, Informação, Recuperação da informação, Gestão do conhecimento e Tecnologia educacional, Documentação da pesquisa científica e Educação de usuários. Rogério Gualberto de Souza é natural de Formiga, Minas Gerais, e desde 2005 reside em Campinas, São Paulo. Atualmente cursa MBA em Gestão em Unidades de Informação pela UNICEP – Centro Universitário Central Paulista (São Carlos, SP). Formou-se em Bacharel em Biblioteconomia pelo Instituto de Ciências Sociais e Exatas do Centro Universitário de Formiga (UNIFOR-MG, 2002) e Estagiou em importantes Universidades Públicas, como Universidade Estadual de Montes Claros (2001) e Universidade Estadual de Viçosa (2002). Coordenou a Biblioteca da Faculdade de Pará de Minas (Pará de Minas, MG), e fez parte do Conselho Editorial das Revistas – FAPAM em Revista e Revista Ágora. Gerenciou o Sistema de Bibliotecas das Unidades da Universidade Paulista – UNIP, em Campinas, SP.

guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica

PERCURSO CIENTÍFICO

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Reitor Fernando Ferreira Costa Coordenador Geral da Universidade Edgar Salvadori De Decca Pró-Reitor de Desenvolvimento Universitário Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva Pró-Reitor de Graduação Marcelo Knobel Pró-Reitor de Pós-Graduação Euclides de Mesquita Neto Pró-Reitor de Pesquisa Ronaldo Aloise Pilli Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários Mohamed Ezz El Din Mostafa Habib Chefe de Gabinete José Ranali Chefe de Gabinete Adjunto Ricardo de Oliveira Anido Coordenador do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS) Edison Cardoso Lins .

Gildenir Carolino Santos Colaboradores Rosemary Passos Rogério Gualberto de Souza guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica PERCURSO CIENTÍFICO Campinas 2012 .

– Campinas. n. sem prévia autorização por escrito do Autor. Série. Rua Conceição. Rosemary.7) ISBN: 978-85-64830-06-6 1. Gildenir Carolino. 3. 184. Nenhuma parte da publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer meio. ou outros. IV.42 Sa59p Impresso no Brasil Janeiro – 2012 ISBN: 978-85-64830-06-6 Depósito legal na Biblioteca Nacional conforme Decreto n. 5. 1979 – III. Violar direito autoral: pena – detenção de três meses a um ano. no artigo 184: “Dos crimes contra a propriedade intelectual: violação do direito autoral – art. Todos os direitos reservados e protegidos por lei.br . de gravação. (Manuais técnicos BFE. 2012. Pesquisa científica. sem autorização expressa do autor ou de quem o represente. 1º Se a violação consistir na reprodução por qualquer meio da obra intelectual.arteescrita. Citações – Normalização.010-050 telefone 19 3235-3441 faleconosco@arteescrita. 18º andar – conjunto 1805 Centro – Campinas / SP – CEP 13.com. 2.7 Preparação e Revisão Simara Bussiol Manfrinatti Bittar Apoio institucional GGBS/UNICAMP Editoração e Criação de capa Estúdio Raju Catalogação na Publicação (CIP) elaborada por Gildenir Carolino Santos – CRB-8ª/5447 Santos.º 233. Passos. no todo ou em parte para fins de comércio.© by Gildenir Carolino Santos. Rogério Gualberto de Souza.000 (Bibliotecário) Série Manuais técnicos BFE . de fotocópia. O código penal brasileiro determina. 1967 – Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica / Gildenir Carolino Santos. Documentação – Normalização. ou consistir na reprodução de fonograma ou videograma. Rogério Gualberto de. ou multa. seja eletrônico.º 1. SP: Arte Escrita.n. 11-0292-BFE 20a CDD – 001. colaboradores: Rosemary Passos.br www. Referências – Normalização. Souza. Todos os direitos para a língua portuguesa reservados para o autor. Título. mecânico. Metodologia científica. I. 2012 Elaboração da ficha catalográfica Tiragem Gildenir Carolino Santos 1.825 de 20 de dezembro de 1907. 1963 – II.com. 4. n. sem autorização do produtor ou de quem o represente: pena – reclusão de um a quatro anos e multa.

que nos ajudou na realização do prefácio desta obra. v . Rosemary Passos e Rogério Gualberto de Souza. e que tem grande experiência em trabalhos sobre Metodologia do Ensino. que nos incentivaram a prosseguir na elaboração deste Manual para utilizá-lo na normalização dos seus trabalhos técnico-científicos. especialmente. Agradeço. que colaboraram nesta publicação aju dando-me em toda trajetória do trabalho. aos meus colegas de profissão. Agradeço ao Professor Ezequiel Theodoro da Silva.Agradecimentos Agradeço a todos os amigos (reais e não virtuais) que contribuíram direta ou indiretamente para a realização deste Manual. Agradeço a todos os usuários da Faculdade de Educação/ UNICAMP. Agradeço também ao grande apoio financeiro e institucional do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS) que aprovou a realização deste projeto.

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alguém vai se levantar e fazer melhor. Se medíocre. escreva! Se for bom. não vai fazer mal a ninguém. ajuda alguém.“ (Santo Agostinho) vii . E se for muito ruim.“Se você tem algo a escrever.

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............. 105 Figura 10 – Cronograma ......... 106 Figura 12 – Estrutura de monografia (dissertação e tese) ................................................................... 106 Figura 11 – Referências .......................... 113 Figura 14 – Tela do processador de texto Word na contagem de palavras .................... 101 Figura 2 – Folha de rosto .......................... 103 Figura 6 – Justificativa ........... 104 Figura 8 – Revisão de literatura ................................ 105 Figura 9 – Material e métodos ........................................................ 107 Figura 13 – Estrutura do relatório ...................... 102 Figura 4 – Introdução ..................................................................... 102 Figura 3 – Sumário ..............................Lista de ilustrações Figura 1 – Capa ................................................................................................. 104 Figura 7 – Objetivos .............................................................................................................................. 121 Figura 15 – Catálogo Acervus do Sistema de Bibliotecas da UNICAMP ..... 122 ix .................................... 103 Figura 5 – Problematização .......................................................................

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Lista de abreviaturas e siglas ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas APA – American Psychological Association BRASED – Tesauro Brasileiro de Educação CD-ROM – Compact Disk .Read Only Memory E-MAIL – Electronic Mail ERIC – Education Resources Information Center FTP – File Transfer Protocol HTTP – HyperText Transfer Protocol IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ISO – International Organization for Standadization MLA – Modern Language Association MEC – Ministério da Educação NB – Norma Brasileira NBR – Norma Brasileira Registrada xi .

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...2 Dois autores.........................1 Único autor.9 Travessão na autoria...................................................3 Três autores............................ ix Lista de abreviaturas e siglas...................................................7 Nomes espanhóis..............................................................Sumário Agradecimentos.................................... 2.........................................5 Vários autores e apenas um em destaque.............................................................. xiii 23 23 24 24 25 26 27 27 29 30 31 32 33 33 34 35 2 ........... 1........... FORMAS DE ENTRADAS..............6 Sem autor................ 2.........8 Forma de parentesco...... 2.................5 Apresentação.......................................................................4 Composição da referência...................................... 2.... 1............................. v Epígrafe........................... 2......................................2 Formas de entrada...................... xi Apresentação.................................................................4 Mais de três autores......... 2........................... vii Lista de ilustrações............................................ 1...... xvii Prefácio...................................................... 1. 2........... 2..... 2............3 Tipos de entradas......................................1 Conceitos............................. 1... ixx 1 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA......

................... Entrevistas publicadas............... 4 EXPRESSÕES LATINAS...................2 Referência de artigos de periódicos.........................6 Artigos de jornais...2 Citadas no texto............................1....).......................................................14............................................. Entrevistas não publicadas. Dissertações e teses....14 2...........................1 2..... Trabalho de conclusão de curso...............................1 5................14..... 57 5..........1 Livros e monografias....................... 36 37 38 39 39 39 40 40 41 43 43 44 44 45 45 46 47 47 49 49 52 54 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS.... 5 REFERENCIAÇÃO DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS................... etc................. 4............ 58 Eventos (congressos...12 2......................2 5..1....1 Notas de rodapé...... 59 xiv ...........................................................3 Apresentação da referência de periódico... 3.........13 2..................... 3.................................................... 4..........7 Dicionários (verbete)....... simpósios....................................................... 57 Partes isoladas................................. Entrevista................. 3........3 Referências................2 No todo...................2 3 Eventos.............................................................. 4..........13.................. 3...................................... Publicações avulsas..............................8 Enciclopédia (verbete)...... 3................................................ 3.........2.......4 Publicações periódicas e seriadas consideradas no todo.. 3...........................1 2....................11 2........ jornadas.................2 2........ Apresentação..................10 2............. 55 5... encontros....5 Separatas...............1 Conceito................. Conceito.....13...................... 3....

..................................... Correio eletrônico. 61 Publicações seriadas............... videocassetes..... 6.... 62 No todo.. DVD.. 59 Teses e dissertações.....2 Mapas.1 5....... 6...................................................... 6..........................1 5.......2 Jurisprudência.5 Filmes................................... 60 Base de dados on-line.....7...1 CD-ROM.................................5..........................7 6 No todo...............2 5............................ Listas de discussões.............................................................................. 6..........4 5..............5............................. 62 63 64 64 REFERENCIAÇÃO DE DOCUMENTOS ESPECIAIS............................................... 7................3 Discos...............................2 5..1 Legislação................................................................... 59 Partes isoladas....6 5...............5........................................ Para um artigo.................................................... 6....................6 Partitura...... 6.................7.................. 7...... 6.... 6..................... REFERENCIAÇÃO DE DOCUMENTOS JURÍDICOS...................1 No todo...........3 5................... 6...................................................2..........................................7 Disquete.............5 5...............2 Em parte..................................................................3 Doutrina............................................2..................4 Fita-cassete............................. 67 67 68 69 69 69 70 71 71 71 7 73 74 75 76 xv .............................................. 7...........................

...................................................................................................... Citação de citação................................1 9...... 122 F – Abreviaturas de meses em várias línguas........ 79 8....... 119 E – Catálogos de bibliotecas que organizam referências..................... 93 OBRAS CONSULTADAS.................................................................... 124 GLOSSÁRIO......................................................................... Citação livre...............8 ORDENAÇÃO DE REFERÊNCIAS...................................... 143 xvi .............................................................. 79 8...... 111 D – Elaboração de resumo........................................4 9.......3 9................ 127 ÍNDICE.......................2 9................................................. 83 9..................................................... Citação textual..... Recomendações para citações livres e textuais.....................................1 Ordenação das referências em ordem alfabética..............................2 Ordenação das referências em ordem numérica...............................................5 Conceito....................... 97 A – Estrutura e apresentação de projeto de pesquisa...................................................................... 96 ANEXOS.................................................................................................. 97 B – Apresentação da estrutura de dissertação/tese..107 C – Estrutura e apresentação de relatório técnico-científico....... 83 83 85 86 88 9 REFERÊNCIAS....... 80 CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS....

baseado na primeira publicação denominada: “Manual de organização de referências e citações bibliográficas para documentos impressos e eletrônicos”. buscando produzir um meio ágil e preciso para orientar os interessados na padronização de seus trabalhos. D – elaboração de resumos. citações atendendo aos padrões técnicos estabelecidos pela ABNT. C – como elaborar um relatório técnico-científico. O manual tem por objetivo principal levar professores e alunos ao entendimento das normas de elaboração de referências. além de partes complementares. A obra está dividida em nove capítulos. Neste novo manual procuramos focar as regras de normalização bibliográfica da Associa ção Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). e por último F – abreviações dos meses em seis línguas. B – apresentação e estruturação de dissertações e teses.Apresentação Muitos usuários nos procuram para esclarecer dúvidas sobre a forma correta de organizar as referências para os seus trabalhos. xvii . E – catálogos de biblioteca para organizar as referências. onde apresentamos nos Anexos: A – introduções básicas de como elaborar um projeto de pesquisa. Elaboramos este manual ampliado e revisado. lançado em 2000 pela Editora da UNICAMP em parceria com a Editora Autores Associados.

Internet (www. seguindo os padrões também de normas internacionais.Além disso. etc. deparamo-nos com os diversos formatos para descrição bibliográfica que merecem os mesmos cuidados e atenção dos documentos convencionais (livros. correio eletrônico. CD-ROM e outros suportes eletrônicos. com a advento das novas tecnologias. pretendemos descrevê-los de forma padronizada. como a ISO – International Organization for Standardization (690-2).). periódicos. Gildenir Carolino Santos xviii . teses. ftp. Neste manual. etc. revisada pela ABNT.).

por isso mesmo. neste caso. no sentido de que "a norma tem que ser objetivamente seguida e pronto!". A experiência adquirida nesses cursos mostra que uma das grandes "dores de cabeça" dos estudantes (graduação e pós-graduação) é a parte relativa às citações bibliográficas. facilitando a comunicação entre os pesquisadores. a frustração pelos constantes "puxões de orelha" compreendem que. a elaboração/formatação de uma referência não oferece nenhuma margem à criatividade ou invenção pessoal. A não compreensão de que as citações são exigências do processo de circulação da ciência. principalmente nas fases de levantamento de informações e/ou de finalização de um trabalho acadêmico. a melhor saída para o pesquisador é ter. um bom manual que o oriente sobre a forma correta xix . tem levado os estudantes à improvisação e. diferentemente de outros processos de aprendizagem. em diferentes regiões brasileiras. o procedimento segue sempre o trilho da exatidão.Prefácio Há bastante tempo venho trabalhando em cursos de metodologia do trabalho científico. ao alcance das suas mãos. Para evitar ginásticas mentais ou memorizações desnecessárias quando da produção de um texto acadêmico.

elaborado pelo bibliotecário Gildenir Carolino Santos. quando não cansativas caminhadas em meio aos labirintos da normatividade. descrevendo e exemplificando a resposta à dúvida do pesquisador. salvo raras exceções. e certamente elas ocorrem até aos mais experientes. Entretanto. Uma parte importante deste manual diz respeito ao processo de referenciação de documentos eletrônicos. De fato. então. é uma verdadeira preciosidade em termos de orientação do pesquisador para a solução rápida de dúvidas de referenciação e citação bibliográficas. apresentando a sua ordenação conforme o tipo de documento e a sua formatação na página do relatório. com a colaboração dos bibliotecários Rosemary Passos e Rogério Gualberto de Souza. Resulta disso. Este manual. É importante dizer que existem no mercado vários livros e/ou manuais que apresentam orientações para o enfrentamento dos processos de referenciação e citação. é um manual do tipo "vapt-vupt". o sujeito faz uma consulta para ter as suas dúvidas rapidamente sanadas.de citar. xx . perda excessiva de tempo. Do meu ponto de vista. Em verdade. eles não geram ao interessado uma economia na busca para a solução imediata do problema. mostrando. este manual funciona como um guia: tendo dúvidas. a estrutura desta obra foi lapidada através de vários minicursos sob a responsabilidade dos autores e do estudo apro fundado dos problemas trazidos pelos leitores no balcão da biblioteca.

a vida de professores e estudantes que desejam um recurso rápido para solucionar problemas e dúvidas na esfera da referenciação. de forma clara e objetiva. por ser um pesquisador e. e muito. faz circular informações significativas ao encaminhamento de uma investigação. também em bases digitais. hoje em dia. O autor e os colaboradores tiveram extremo cuidado em estruturar. por conhecer o rigor e a competência do Gildenir e da Rose na área da biblioteconomia e documentação. a pesquisa e o estudo encontram repositórios imensos de informação nos sites da Internet. Por ter lido o texto no intuito de produzir este prefácio. os procedimentos para as citações decorrentes das navegações nos oceanos digitais. Ezequiel Theodoro da Silva Docente Colaborador da Faculdade de Educação UNICAMP xxi . o correio eletrônico. sobretudo.De fato. por ser um professor de metodologia do estudo. expresso a minha crença de que este manual pode facilitar. Além disso.

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151). facilidades em obter as informações e orientações adequadas. Por possibilitar: organização de trabalho. os conceitos da Referência e Bibliografia podem ser diferenciados da seguinte forma: Referência é um conjunto de elementos que permite a identificação de publicações. numerada sequencialmente. incluindo-se todas as fontes efetivamente utilizadas para a elaboração do trabalho. Dr. 1. estimulam um uso mais frequente da biblioteca e facilita a vida acadêmica. deve obedecer a uma ordem 23 . p. apontando as relações estabelecidas pelo pesquisador.” Profª. Relacionam-se as referências bibliográficas em lista própria. no todo ou em parte.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 1 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA “A referenciação bibliográfica é muito importante para a vida acadêmica. Essa lista. a inclusão das Referências é necessária na medida em que elas remetem o leitor para as fontes consultadas ao longo do seu processo de elaboração.1 Conceitos Segundo França e Vasconcelos (2008. Profissionais da área afirmam que as Referências constituem a essência do próprio trabalho.ª Rosely Palermo Brenelli (Docente da Faculdade de Educação/UNICAMP) Em todos os trabalhos acadêmicos ou científicos.

simpósios. É. em alguns casos. a ordenação da lista pode ser também sistemática (por assunto) ou cronológica. determinando sua localização em índices. A bibliografia difere da lista de referências bibliográficas por se tratar de um levantamento bibliográfico sobre o tema ou com ele relacionado. 2008. p. sendo colocadas apenas em nota de rodapé”. VASCONCELOS.alfabética única de sobrenome de autor e título para todo tipo de material consultado.152). chamada de cabeçalho. assunto. seminários e similares. 1. Além destes dois conceitos básicos. incluindo documentos não consultados. as mesmas “não fazem parte da lista de referências. p. adaptadores.2 Formas de entrada “Entrada é a expressão ou palavra (nome do autor. e) títulos.” (FRANÇA. c) entidades coletivas. d) congressos. editores. 24 .152). Em casos especiais. b) compiladores. etc. 1.) que encabeça uma informação bibliográfica.3 Tipos de entrada Os tipos de entradas nas referências podem ser: a) autores pessoais. conferências. Tem por objetivo possibilitar ao leitor condição para um aprofundamento maior no assunto. que visto por França e Vasconcelos (2008. título. existe ainda na área o fenômeno das comunicações pessoais. catálogos e bibliografias.

folhetos. N. etc. separatas. C. coleção e número SOBRENOME. (People Computação. Exemplo: CHAVES. Multimídia: conceituação. 2. de páginas ou volumes. 1991. O. Tradução.4 Composição da referência As referências das publicações avulsas (livros. n.). (Série. 5). Título: subtítulo. 204 p.) consideradas no todo. ed. data. 25 . n. E. ou v. Especificações e ordem dos elementos: • Autor • Título (usar negrito) • Subtítulo da obra • Número de edição • Tradução (se possuir) • Local de publicação • Editora • Ano de publicação • Número de páginas ou volume • Título de série. SP: People Computação. aplicações e tecnologia. Prenome. Edição. Local: Editora.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 1. Campinas.

Nota 1 • As referências são digitadas. os dados são alinhados à esquerda. usando-se espaço simples (um) entre as linhas e espaço duplo para separar as referências entre si.5 Apresentação Os elementos de referência devem ser tirados. • A partir da segunda linha de cada referência. 1. • A separação dos elementos entre si são por ponto e dois espaços. da página de rosto quando se tratar de: • Publicações avulsas no todo • Publicações avulsas em parte • Publicações periódicas no todo • Publicações periódicas em parte 26 . sempre que possível.

letras acentuadas e elevadas. – Parte superior da caixa onde se colocam as letras capitais ou versais. 179 p. B. Exemplo: i [s. Nota 2 • Quando não possuir Local de publicação.] g(sine locus – sem local). Tradução Insight Serviços de Informática. 1994. usar entre colchetes [s.]: Campus. Zen e arte da Internet: um guia para iniciantes.1 Único autor Menciona-se seu sobrenome. 1988. 27 . 51. Rio de Janeiro: Campus. PERICÃO.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 2 FORMAS DE ENTRADAS As formas de entradas para a referência são favorecidas de acordo com a apresentação do trabalho nos diversos tipos de suportes existentes.l. Exemplo: KEHOE. devendo o sobrenome ser impresso em CAIXA ALTA1. Dicionário do livro. seguido (s) de prenome (s) (por extenso ou abreviado) separado por vírgula. 1 CAIXA ALTA – Indicação de palavras ou nomes em maiúsculo.l. Fonte: FARIA. p. P. 1998. A seguir encontraremos exemplos e fórmulas de como elaborar as referências. 2.

] = sine nomine – sem editora [s. 1998.n.3 Exemplo: i Rio de Janeiro: Campus.t.n. usar entre colchetes [s. 2 3 [s. O. usar entre colchetes [s.4 Exemplo: i ROMANELLI. usar entre colchetes [s.t.]. Nota 5 • Quando não possuir nenhum dos três dados (Nota 2-3-4).]. [s.Nota 3 • Quando não possuir Editora.t]. [s.d. Nota 4 • Quando não possuir Data.n.n.].] = sem notas tipográficas 28 .n. História da educação no Brasil.2 Exemplo: i Rio de Janeiro: [s.n.].d] = sem data 4 [s.].d. O.

1930] [199-] [18--] [18--?] Nota 6 • Nos casos acima exemplificados. como se segue abaixo: Instrução para a referenciação de publicações sem datas [1985?] [ca.2 Dois autores Mencionam-se os sobrenomes antecedendo os prenomes.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica RECOMENDAÇÕES Segundo França e Vasconcellos (2008). é indispensável o uso de colchetes nas datas. na ordem em que aparecem na publicação. separados por ponto e vírgula. seguido de espaço. a NRB-6023 da ABNT recomenda não deixar nenhuma referência sem data. 29 . data provável data aproximada década certa século certo século provável 2. registrando-se uma data aproximada entre colchetes. Use negrito somente para o título.

N. 2008. O manual da Internet: um guia introdutório para acesso às redes globais. (Série. RYER. J. ou v. SOBRENOME. RYER. 30 .SOBRENOME. Local: Editora. T. data.3 Três autores Mencionam-se os nomes de todos na mesma ordem em que constam na publicação. Casa não haja menção. 270 p. 270 p.. caso contrário. quando mencionado no documento. C. (FRANÇA. (Original em inglês). 1994. Exemplos: LAQUEY. A indicação do tradutor deve ser feita somente quando for fator relevante. Nota 7 • Indica-se o título original no final da referência. Rio de Janeiro: Campus. VASCONCELLOS. pode-se indicar só a língua do original.). 2. C.181). é elemento secundário. p. Edição. Tradução. n. de páginas ou volumes. Prenome. LAQUEY. seguido de espaço. 1994.. T. Rio de Janeiro: Campus. Título: subtítulo. separados por ponto e vírgula. O manual da Internet: um guia introdutório para acesso às redes globais. Prenome. J. Tradução Insight Serviços de Informática. Tradução Insight Serviços de Informática.Tradução de: The Internet Companion.

(Série.). 189 p. São Paulo: Autores Associados. 31 . Tradução. de. M.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica SOBRENOME. Local: Editora. N. Prenome. Computador e ensino: uma aplicação à língua portuguesa. Exemplo: TRIGUEIRO. 5 tradução do latim “e outros”. 2. de páginas ou volumes. N. Tradução. SOBRENOME.C. (Série. São Paulo: Ática. Durmerval et al. Edição. . Edição. Isabel L.4 Mais de três autores Menciona-se o primeiro deles. Local: Editora. data. n. data. Prenome.). Prenome. ed. (Princípios. 67). 1978. Cristina P. n. Título: subtítulo. ou v. MATTOS. Título: subtítulo. seguido da expressão latina et al 5. Anteriormente usava-se et alii. 1986. Yves de. LA TAILLE. Exemplo: MARQUES. SOBRENOME. SOBRENOME. Prenome et al. 4. Filosofia da educação brasileira. ou v. de páginas ou volumes.

Clarice (Coord.). 132 p. 1991. 32 . (Série. São Paulo: Summus. data. coordenador e outros). Tradução. de páginas ou volumes.).). data. são referenciados pelo nome desse autor. (FRANÇA. 113 p. NUNES.). Brasília: INEP. Exemplos: FERREIRA. caracterizando o tipo de responsabilidade. 2008. Prenome (Coord. [grifo nosso]. Edição. SOBRENOME. (Série. de páginas ou volumes.5 Vários autores e apenas um em destaque Os documentos elaborados por vários autores. Local: Editora. Léslie Piccolotto (Org.). N.154). Prenome (Org. n. Local: Editora. com um responsável intelectual destacado (organizador. N.2. Guia preliminar de fontes para a história da educação brasileira. n. p. ou v. VASCONCELLOS. 1992.). Edição. ou v. seguido da abreviatura pertinente. O fonoaudiólogo e a escola. Tradução. SOBRENOME. Título: subtítulo. Título: subtítulo.

Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica

Nota 8 • Tendo mais de um responsável intelectual (organizadores, coordenadores e outros) adotar a abreviatura sempre no singular: (Org.) - (Ed.) - (Coord.) - (Comp.) - (Adap.) etc. 2.6 Sem autor Referencia-se pelo título em CAIXA ALTA, em negrito. TÍTULO: subtítulo. Edição. Tradução. Local: Editora, data. N. de páginas ou volumes. (Série, n. ou v.). Exemplo: GLOSSÁRIO de termos técnicos, estatísticos educacionais. Florianópolis: SEC/UDI, 1977. 70 p. 2.7 Nomes espanhóis Quando da citação de nomes Espanhóis, a entrada será pelo penúltimo sobrenome.
SOBRENOME COMPOSTO, Prenome. Título: subtítulo. Edição. Tradução. Local: Editora, data. N. páginas ou volumes. (Série, n. ou v.).

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Exemplos: DIAZ BORDENAVE, J. E. Estratégias de ensino-aprendizagem. 12. ed. Tradução Adair Martins Pereira. Petropólis: Vozes, 1991. 340 p. Tradução de: Estrategias del enseñanza-aprendizaje. SANCHEZ GAMBOA, S. A. Epistemologia da educação física: as inter-relações necessárias. 2. ed. rev. e ampl. Maceió: EDUFAL, 2010. 215 p. ISBN 9788571775633. 2.8 Forma de parentesco Os nomes que contêm forma de parentesco serão considerados como partes integrantes do sobrenome, tais como: JÚNIOR, SOBRINHO, NETO, FILHO, etc.
SOBRENOME PARENTESCO, Prenome. Título: subtítulo. Edição. Tradução. Local: Editora, data. N. de páginas ou volumes. (Série, n. ou v.).

Exemplos: SEABRA SOBRINHO, A. Administração escolar: consultorias para diretores. 3. ed. Campinas, SP: Vozes, 1985. 234 p. GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. A aventura da filosofia de Parmênides a Nietzsche. Barueri, SP: Manole, 2010. 195 p. ISBN 9788520427798. 34

Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica

MELO NETO, João Cabral de. A educação pela pedra e outros poemas. Rio de Janeiro, RJ: Objetiva/ Alfaguara, 2008. 293 p. ISBN 9788560281442. SANTOS FILHO, José Camilo dos (autor). Avaliação dos cursos de licenciatura de curta duração no 30º Distrito geo-educacional (Estado de São Paulo). Campinas, SP: UNICAMP; Brasília: Mec, 1980. 403 p. 2.9 Travessão na autoria
Facultativamente, para substituir nomes de autores quando se tratar de várias obras do mesmo autor, referenciadas sequencialmente na listagem bibliográfica, dentro da mesma página. Tem a extensão de seis espaços seguidos de ponto. [...]. (FRANÇA; VASCONCELLOS, 2008, p. 210). SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. Edição. Tradução.

Local: Editora, data. N. de páginas ou volumes. (Série, n. ou v.).
________. Título: subtítulo. Edição. Tradução. Local: Editora, data. N. de páginas ou volumes. (Série, n. ou v.).

Exemplos: CORTEZ, Maria Tereza. Centro de documentação: implantação com microcomputador. 2. ed. São Paulo: M. T. Cortez, 1987. 221 p. FIGUEIREDO, Laura Maia; CUNHA, Lélia Galvão Caldas da. Curso de bibliografia geral: para uso dos alunos das escolas de biblioteconomia. Rio de Janeiro; São Paulo: Record, 1967. 144 p.

35

como se fosse o autor. etc. 36 . ano. São Paulo: Polis: APB..m FIGUEIREDO. (Coleção Palavrachave. 223 p. dando destaque para a palavra “Anais”. 144 p. Computers in Kenya’s secondary schools: case study of an innovation in education.: subtítulo da publicação. Encontros. MAKAU. Ottawa: IDRC. 1992. m ________. 2. Local: Editora. M. 3). local de realização (cidade). 9. Brasília: IBD. B. Serviços de referência & informação.10 Eventos Para eventos como: Seminários. Metodologias para a promoção do uso da informação: técnicas aplicadas particularmente em bibliotecas universitárias e especializadas. [1989?].. N. desprezando o número ordinal. São Paulo: Nobel: APB. 1986. data. Referencia-se pelo nome do Evento.. de páginas ou volumes. como o exemplo a seguir: NOME DO CONGRESSO. Exemplo: 9º Congresso Brasileiro de Educação CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. 1986.. 167 p. Nice Menezes de... Congressos. 1990. Anais. Anais. n. Simpósios. 417 p. (IDRC-MR251e). Brasília. Conferências.

página inical-final da parte. Exemplo: RIBEIRO. folhetos.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 2. Edição. devem indicar os registros de elementos essenciais: • • • • • • • • • Autor da parte referenciada Título da parte referenciada Autor ou editor ou outros da obra. Parte ou capítulo. In: NUNES. Prenome). Clarice (Coord. ao serem referenciadas. Volume. n. precedido de In: Título da publicação (negrito) Número da edição Local Editora Ano de Publicação Número de páginas ou volume SOBRENOME. Título: subtítulo. In: AUTOR DA OBRA (SOBRENOME. p. Os arquivos das escolas. volumes. capítulo. 47-64. consideradas em partes. Local: Editora. fragmentos. tais como. data. capítulos. Prenome. 37 . 1992..). Brasília: INEP. Marcus Venício Toledo. 2.. livros. Guia preliminar de fontes para a história da educação brasileira.11 Publicações avulsas As publicações avulsas. etc. Cap. etc.

Universidade Estadual de Campinas. 2002. SOBRENOME.12 Dissertações e teses Segundo França e Vasconcellos (2008). Gildenir Carolino. Categoria (Grau e área de concentração) – Faculdade e/ou Instituto. 181 f. Campinas. . Instituição. Usa-se “f. folhas ou volumes. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação. José Marcelino de Rezende. SP. para referências de dissertações e teses6. apesar de não estar previsto na NBR-6023. 1995. 181 f. Administração e liberdade: um estudo do Conselho de Escolas luz da teoria da ação comunicativa de Jurgen Habermnas.2. Tese (Doutorado em Administração e 6 38 Para os trabalhos de especialização. 2002. baseada na Internet: um estudo de caso na Escola Estadual Sérgio Pereira Porto. N. Local da publicação (cidade). Na seção do “Anexo B” deste livro teremos indicações sobre a apresentação e formatação das dissertações e teses acadêmicas. referenda-se a categoria como especialização e o grau como lato sensu em determinada área de concentração. Prenome. Estudo da interlocução entre biblioteca-escola-tecnologia. Data da defesa. sugere-se acrescentar no final da referência uma indicação das notas especiais entre parênteses ao final da própria referência.” para folha no lugar de página. A ABNT adotou a partir de 2011 a impressão dos dois lados da folha (frente e verso). Título: subtítulo. Ano de depósito. PINTO. Exemplos: SANTOS.

o autor nos “informa que monografia deriva do prefixo grego monos. Local de publicação (cidade). Título: subtítulo. de cunho científico. 29). SP. 39 . de folhas ou volumes. data. p. Campinas. S. 1995. São Paulo: Atlas. Sendo assim. 2. como sua derivação etimológica sugere.13. que significa ‘um só’. que procura abordar exclusivamente um único tema de maneira bem específica e delimitada. é um trabalho acadêmico.2 Apresentação SOBRENOME. e graphein = ‘escrever’. 2. Local. Data da defesa. N.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Supervisão Educacional) – Faculdade de Educação. também conhecida como “monografia de conclusão de curso”. Universidade Estadual de Campinas. Instituição. Este tipo de publicação.1 Conceito De acordo com D’Onofrio (1999)7 citado por Serra Negra (2004. Prenome. (Categoria) – Faculdade ou Instituto. 1999. 7 D’ONOFRIO.13. a monografia. é elaborada a partir da solicitação de um docente de determinado curso e os alunos graduandos têm que produzir uma pesquisa para concluir a sua graduação. correspondente ao latino solus.13 Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia) 2. Metodologia do trabalho intelectual.

1990.14. juntamente com os dados de data. Campinas. SP. Curitiba. 2. Entrevista concedida pelo Diretor do Centro de Processamento de Dados da Fundação Getúlio Vargas. Local (cidade). Eugênio. local onde foi realizada a entrevista e o tempo da entrevista (assunto tratado).14 Entrevista A entrevista é outra forma de registro a ser incluída na lista bibliográfica. 40 8 Referência adaptada do modelo de teses e dissertações. de como elaborar referências da entrevista. data. SP. A seguir é apresentado roteiro adaptado. quando parte do trabalho científico. 2. Título incluindo nome do entrevistador e cargo do entrevistado. . Universidade Estadual de Campinas.Exemplo: RODRIGUES. 1991. Rio de Janeiro.1 Entrevistas não publicadas NOME DO ENTREVISTADO. 4 abr. A transcrição literal da entrevista acontece entre o entrevistador e o entrevistado. 19918. 23 f. Monografia (Trabalho de conclusão de curso) – Faculdade de Educação. Exemplos: DECOURT. Adoção de cartilhas de alfabetização: prós e contras. Dolores Nazaré. Campinas.

n. Entrevista. 12-14. 20 out. Exemplo: FIUZA.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica WATKINS. M. Veja. repórter da Folha do Amanhã. São Paulo.14. 1124. R. 41 .2 Entrevistas publicadas NOME DO ENTREVISTADO. 1980. 4 abr. Referência da publicação. Título. 2. Nota da Entrevista. 1990. Curitiba. p. O ponta de lança. Entrevista concedida à Maria Helena Negrão Iwersen.

.

Um passo importante neste sentido é a publicação do presente livro.1 Conceito São aquelas de duração indeterminada. teses.” Prof. editadas em fascículos a intervalos regulares. o acesso às fontes. de fato. A falta de padronização dificulta. Foi por esta razão que a ABNT estabeleceu normas padronizadas para referências. de modo que os leitores tivessem seu acesso facilitado. nos defrontamos com variados usos em diferentes textos e contextos.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 3 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS “Indicar correta e honestamente qualquer fonte que tenha sido usada na elaboração de textos é obrigação de qualquer autor. sem dúvida. Trata-se. publicadas em partes. A meu ver. sem dúvida. intencionalmente ilimitada. sob a direção de uma ou várias pessoas ou de uma entidade responsável. Dr. As chamadas referências podem ser feitas de diferentes formas e. tratando de assuntos diversos. com a colaboração de diversos autores. porém dentro de limites de um esquema mais ou menos definido. livros e outras publicações deveriam observar estas normas no registro das fontes. todos os autores de dissertações. de um instrumento útil e mesmo indispensável para todos os autores. 43 . Pedro Goergen (Docente da Faculdade de Educação/UNICAMP) 3.

v. São Paulo. 1/2. n. 25. 80-112.2 Referência de artigos de periódicos Os elementos essenciais para citação de artigos de periódicos são: • Autor do artigo • Título do artigo • Título do periódico (negrito) • Local de publicação • Número do volume do periódico • Número do fascículo do periódico • Páginas: inicial e final do artigo • Mês e ano da publicação 3. página inicial-final do artigo. mês abreviado ano de publicação. 1989. 1992.3. conforme a NBR 6032 – ago./jun.3 Apresentação da referência de periódico AUTOR do artigo (SOBRENOME. Título do Artigo. p. 9 44 Os títulos de periódicos podem ser também abreviados. jan. . A tecnologia do CD-ROM e suas aplicações em bibliotecas: revisão da literatura. Nome do periódico. volume. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação9. Exemplo: OASHI. local de publicação. Cristiana Dan. Prenome). número do fascículo.

p. 2).Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 3. Exemplo: EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS. capítulo de livro. data do primeiro volume.4 Publicações periódicas e seriadas consideradas no todo Elementos essenciais a serem citados: • Título da publicação e subtítulo quando necessário • Local de publicação • Editor / Autor (entidade responsável se não constar do título) • Data TÍTULO DO PERIÓDICO. Periodicidade. Rio de Janeiro: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais. a separata é uma: Publicação de parte de um trabalho (artigo de periódico. colaborações em coletâneas etc. que recebe uma capa. 3.5 Separata Segundo a ABNT (2002. ISSN. com as respectivas informações que a 45 . ISSN 0216-3568. Local: Editor-autor. Mensal. mantendo exatamente as mesmas características tipográficas e de formatação da obra original.). 1984.

6 Artigos de jornais Dados essenciais a serem citados: • Sobrenome. William (Ed. p. Lisboa: Instituto Jean Piaget. ou pelo editor. etc. • Páginas e colunas 46 . data. suplemento. Prenome. Esperanza de la educacíon hoy. Local: Editora. mês e ano) • Número ou título do caderno. N. 309-340. 1960.]. Título: subtítulo. Local: Editora. As separatas são utilizadas para distribuição pelo próprio autor da parte. 1962.vinculam ao todo. 3. Construtivismo del movimiento educacional: soluciones. Bartolomeo. Separata de AUTOR da publicação principal (SOBRENOME.n.). e a expressão “Separata de” em evidência. de páginas ou volumes. data. seguido dos prenomes do autor do artigo • Título do artigo • Título do jornal (negrito) • Local de publicação • Data (dia. Separata de MOORE. 17 p. Título. páginas. Prenome). A. Exemplo: MAKAU. Cordoba: [s. seção. N. SOBRENOME.

página onde se encontra o verbete. Local. páginas inicial-final. Rio de Janeiro: FAE. Vanessa de. N. Francisco da Silveira. Edição. página onde se encontra o verbete. Folha de S. Suplemento Informática. seção ou suplemento. 389.7. 1-6. ano. 47 . Título. Local: Editora. Paulo Fernando. 1995. ed. In: BUENO. C. dia. Local: Editora.1 Enciclopédia (verbete) TÍTULO DO VERBETE. Edição. 6. Exemplo: EFEMÉRIDES. Título do jornal. São Paulo. Verbete. 11. cad. Título do artigo.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica SOBRENOME. Pesquisa escolar fica fácil com Internet: centros de pesquisa em todo o mundo oferecem gratuitamente parte de seu acervo via rede de computadores. In: Título: subtítulo. Dicionário escolar da língua portuguesa. data. Exemplo: SILVESTRE JÚNIOR. 3. data. ou título do caderno. Paulo. 3. p. Prenome. SÁ. p. Prenome. 11. Volume(s). In: SOBRENOME. 29 mar. mês.7 Dicionários (verbete) TÍTULO DO VERBETE. volume(s). 1991.

São Paulo: Folha de S. p. Paulo. 270271. v.Exemplo: DIREITOS HUMANOS. 48 . 1 (A-I). 1996. In: Nova enciclopédia ilustrada FOLHA: a enciclopédia das enciclopédias.

acrescenta-se a indicação da mesma. 145-146).Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 4 EXPRESSÕES LATINAS É muito comum o uso de termos. (FRANÇA. As expressões latinas podem aparecer em: 4. VASCONCELLOS. (Ibidem = na mesma obra) a Usa-se quando for necessário citar a mesma obra referenciada anteriormente. Em alguns casos. uma vez que dificultam a leitura. Havendo mudança de página. embora devam ser evitadas. quando fizerem referência às notas de uma mesma página.3 Referência 4. 49 . ou em páginas confrontantes. expressões e abreviaturas latinas.1 Notas de rodapé 4.1 Notas de rodapé a) Ibid. 2008. e devem ser grafadas em itálico. adotando-se o mesmo procedimento gramatical que é usado para apresentação das palavras estrangeiras inseridas em textos de língua portuguesa ou de língua estrangeira. p.2 Citadas no texto 4. Essas expressões só podem ser usadas. é preferível repetir tantas vezes quantas forem necessárias às indicações bibliográficas.

1979. p. São Paulo: Círculo do Livro. 20. R. p. loc. Exemplo: __________ LE BOUCH. cit. 50 . 18. níveis maternal e infantil. C. Id. Exemplo: __________ ALTBACH. p.Exemplo: __________ BRANDÃO. 2. ed. São Paulo: Manole. Comparative higher education. (Idem = do mesmo autor) a Emprega-se para citar um autor anteriormente referenciado. Ibid. J. cit. p. DE MEUE. p. p. 1984. New York: McMillan. c) Loc. LE BOUCH. 74. L'education psychomotrice à l’école élémentaire. (locus citatum = no lugar citado) a Usado para enumerar a mesma página de uma obra anteriormente citada. havendo intercalação de diferentes referências. 95. 1980. 20. 1992. A. New York: Prentice Hall. O que é educação. P. Psicomotricidade: educação e reeducação. 130. Alternatives in higher education. Paris: PUF. J. 1984. b) Id.

f) Et seq (Sequentis = seguinte ou ao que se segue) a A fim de evitar mencionar todas as páginas da obra referenciada. passim. p. 1984. p. 173. 1984. Paris: PUF. São Paulo: Manole. Exemplo: __________ LE BOUGH. Exemplo: __________ FLEMING. (Org. 1970.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica d) Op. J. DE MEUE. p. cit. 20. Psicomotricidade: educação e reeducação. (Opus citatum = na obra citada) a Usado para mencionar outra página de uma obra anteriormente citada. A. S. 51 . níveis maternal e infantil. indica-se a primeira e a seguir a expressão et seq. cit. op. Currículo moderno: um planejamento dinâmico das mais avançadas técnicas de ensino. p. 185-209. Rio de Janeiro: Lidador. e) Passim (aqui e ali = em vários trechos ou passagens) a Usa-se quando se tornar impossível mencionar todas as páginas de que foram retiradas as ideias do autor. 130.). L’education psychomotrice à l’école élémentaire. havendo intercalação de diferentes referências. LE BOUCH. Jean. R.

g) Vide (Veja) a Emprego para indicar uma citação já referenciada para evitar repetição de citação. e. power and liberation.153 et seq.: Bergin & Garvey. Exemplo: a Na página 38 de uma determinada obra. 125 p. 4.2 Citadas no texto a) e. deseja-se referenciá-la novamente.g. a Na página 60 desta determinada obra acima. NewYork: MacMillan. 52 .Exemplo: __________ FREIRE. P. encontramos em nota de rodapé a seguinte referência: __________ 10 LEMLECH. South Hadley. 1975. p. Mass. A. The politics of education: culture. (exemplum gratia = por exemplo) b) i. F. 1985. (iste = "as coisas que dizes") a Refere-se a uma nota explicativa. então usa-se o seguinte: __________ 1 Vide nota 10 (observando-se para que a sequência numérica das notas seja ininterrupta). Curriculum and instruction in elementary school.

Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica

c) inf. ou infra (abaixo) aAparece no texto quando se deseja indicar uma obra referenciada em nota de rodapé. Exemplo: ... HOWARD, em sua infra citada refere-se... Na nota de rodapé encontramos: __________ HOWARD, V. A. Artistry: the work of artists. New York: Hackett, 1982. p. 303. d) Supra (acima) a Usa-se no texto para a obra anteriormente mencionada pelo autor. e) Apud = Citado por a É empregado para citação de citação a trabalhos ou não consultados, mas citados em outra obra efetivamente consultada. Exemplo 1: Segundo James (1958) apud Shere (1969), os princípios da psicologia são condizentes à história... Exemplo 2: a Ou pode-se usar o termo "APUD" traduzido da seguinte forma i Segundo James (1958) citado por Shere (1969), os princípios da psicologia são condizentes à história... 53

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4.3 Referências

a) et al. ( e outros) a Essa expressão é usada quando a obra tem mais de três autores. b) apud e passim a Essas expressões bibliográficas latinas, apesar de serem usadas em notas de rodapé, podem ser usadas nas referências bibliográficas no final do trabalho. c) in a Para referenciar parte ou capítulo de uma obra. Exemplo:

OLSON, G. M. Intellectual development. In: LESGOLD, A.; GLASER, R. (Ed.). Foundations for a psychology of education. Hillsdale, NJ: LEA, 1989. Cap. 2, p. 51-86. d) apud (citado por) a É empregado para citação de citação a trabalhos ou documentos não consultados, mas citados em outra obra efetivamente consultada. Exemplo:

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JAMES, W. The principles of psychology. New York: Holt, 1958. v. 2, p. 330. Apud SHERE, J. H.; EGAN, M. E. Catálogo sistemático. Brasília: UnB, 1969.

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Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica

5 REFERENCIAÇÃO DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS
“O trabalho acadêmico é um exercício constante de interlocução. Como seres históricos que somos nosso contato com a realidade objetiva e as indagações que elaboramos acerca de aspectos que a constituem são mediados por categorias, explicações, práticas, modos de ação e de relação que se formaram sem nós e dos quais nos apossamos num aprendizado lento e gradual, feito de conversas, de leituras e de debate. Da emergência dos temas de nossos estudos, até a elaboração de nossas considerações finais, produzimos conhecimento aprendendo do outro e com o outro. ‘Ouvimos’ aqueles que nos precederam, conversamos com eles, acatamos suas ideias, discordamos delas, formulamos argumentos e justificativas para nossos textos e dá-se ver a nossos leitores nas citações, nas notas e na bibliografia. Nelas não só reconhecemos nossas dívidas para com nossos interlocutores, como disponibilizamos ao leitor um mapa do caminho que juntos percorremos.”

Profª. Dr.ª Roseli Ap. Cação Fontana (Docente da Faculdade de Educação/UNICAMP)

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2008). p. devemos incluir os mesmos dados utilizados para os documentos convencionais. Santos e Ribeiro (2003) denominam “documento eletrônico” como publicação eletrônica que faz a veiculação de material publicado eletronicamente com referência a qualquer forma de informação arquivada em meio eletrônico. geralmente por meio de FTP”. o ideal é colocá-las em nota de rodapé”. (FRANÇA. 134) definem “documento eletrônico” como “texto completo de um documento disponível em forma eletrônica. softwares (programas de computador). A apresentação desses documentos pode ser online ou em suportes diferenciados como: CD-ROM. p. 56 . 2008. VASCONCELLOS. publicações periódicas. o endereço eletrônico. arquivos variados. VASCONCELLOS. “as comunicações pessoais (e-mails) não farão parte da lista de referências. mensagens pessoais. com o acréscimo dos dados característicos de cada documento. bases de dados. p.Cunha e Cavalcanti (2008. arquivos para FTP e documento via GOPHER (FRANÇA. As categorias mais comuns de documentos eletrônicos incluem: monografias. documentos da www. Ao referenciarmos esse tipo de documento. De acordo com França e Vasconcellos (2008. que viabilizem sua localização e recuperação. como por exemplo. resultados de pesquisas WAIS. disquetes e fitas magnéticas. 152). 152).

Exemplos: BIDE.1 No todo SOBRENOME. M.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>. Descrição física do meio eletrônico (disquete. Edição. 1998. 1998. Prenome.org. Notas. (BNBRF report 89) London: Book Industry Communication. Disponível em: <http://www. ISBN 1873671199.1 Livros e monografias 5. 10 Os elementos apresentados em negrito são essenciais.pdf>.bic.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Os elementos básicos de referência dos documentos eletrônicos são10: • Formas de entrada (autores pessoas. 57 . Acesso em: 9 jun. In search of the unicorn: the Digital Object Identifier from a user perspective. Revised.1. data de publicação.uk/ bic/unicorn2. Acesso em: dia mês (abreviado) e ano (para documentos online). Local da publicação (cidade): Editora. a partir da segunda. CD-ROM etc. Título: subtítulo. autor entidade e título) • Título e subtítulo • Edição • Local de publicação • Editora • Data • Disponibilidade de acesso (Disponível em:) • Data de acesso (Acesso em:) • Notas especiais 5.

edu/Libs/PSY/ malk/psy. Study of the senses.1. data da publicação.2 Partes isoladas SOBRENOME. L. 5. Dortmund. The psychology of life. Disponível em: <endereço eletrônico>. Austin: University of Texas. Cap. Título da parte.net/books/carroll/alice_10>.CARROLL. Disponível em: < http://libs. 2. Acesso em: 14 maio 1997. 58 . Numeração dentro do documento principal. Acesso em: 30 mar.germany. Germany: WindSpiel. eu. 1995. 1995. Texinfo ed. Acesso em: dia mês e ano (para documentos online). In: Título da monografia: subtítulo. Título do capítulo ou parte. Disponível em: <http://www. M.1. Alice's Adventures in Wonderland. 2. In: The psychology of psychology of the people in the world. nov. 1996.html >. Dia mês e ano. Prenome. S. Exemplo: MALK. Local da publicação (cidade): Editora. Capítulo ou designação equivalente da parte.utexas. Edição. ISBN 0681006447.

) 5. php/ enancib/xienancib>. local de realização (cidade).1 No todo NOME DO EVENTO. 5. Rio de Janeiro. Notas. Título do capítulo... America Latina: realidades y perspectivas. disquete. Encontros. Rio de Janeiro: ANCIB..2. data de publicação. ano. etc.ibict.. ISSN 2177-3688.. ano. 2010. 11.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>. 2010. 1 CD. Disponível em: <http://congresso. Simpósios.. Notas. data de publicação.. Exemplos: CONGRESSO EUROPEO DE LATINOAMERICANISTAS. In: NOME DO EVENTO.. Acesso em: 19 set. Acesso em: dia mês ano (para documentos online). Título: subtítulo da publicação.2 Partes isoladas SOBRENOME. Anais eletrônicos. disquete. 59 . 1. Descrição física (CD-ROM. 1997.2.2 Eventos (Congressos. 2011.. etc.br /index. Salamanca. etc. local de realização.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 5. Prenome. número. Acesso em: dia mês e ano (para documentos online). Universidad Salamanca.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>. 1997. número. Local da publicação (cidade): Editora.. Jornadas. ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Local da publicação (cidade): Editora. Descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. Título da publicação. Salamanca: Ed.

3 Teses e dissertações SOBRENOME. Ano de depósito. 1997. Anais eletrônicos. Data da defesa. Análise da terminologia soviética “Informatika” e da sua utilização nas décadas de 1960 e 1970. R. Título: subtítulo. Gildenir Carolino. Categoria (Grau e área de concentração) – Instituto e/ou Faculdade. disquete.Exemplos: CEDRO.. 2010.ibict. etc. 1997. através do 60 . 1. Prenome.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>. Descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. ISSN 2177-3688. Salamanca. Acesso em: dia mês e ano (para documentos online). 5. N. 2011.. Salamanca: Ed. 11. 2010.. In: CONGRESSO EUROPEO DE LATINOAMERICANISTAS. Local da publicação (cidade). ref.br/index. Universidad Salamanca. Exemplo: SANTOS. P. Acesso em: 19 set. ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. El caso del Mercosur. E. America Latina: realidades y perspectivas. Rio de Janeiro. 1 CD-ROM.php/enancib/xienancib>. Universidade e/ ou Centro. folhas ou volumes. Disponível Em: <http:// congresso.. SANTOS JÚNIOR. Rio de Janeiro: ANCIB. T-16 8474819326. L. Rede do conhecimento digital: habilidades e competências dos gestores de escolas do estado de São Paulo...

unicamp. Rede do conhecimento digital: habilidades e competências dos gestores de escolas do estado de São Paulo. 2011.. tanto no todo quanto para partes. através do gerenciamento da rede de Bibliotecas Escolares Digitais (BEDnet) – um estudo exploratório. 2008. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação. 5. Notas (ISBN ou ISSN).br/document/?code=000442343>. Prenome. 2008. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação. 35. C. Campinas. Acesso em: dia mês e ano (para documentos online). Universidade Estadual de Campinas. Exemplos: WILKINSON. Disponível em: <endereço eletrônico>. Gildenir Carolino. SP.. Campinas. [citação]. SP. SOBRENOME. Universidade Estadual de Campinas. W. 2008. 2008. n. Local (cidade) de publicação: Editor. 61 . Título do serviço ou base de dados. v. 1 CD-ROM. Disponível em: <http://libdigi.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica gerenciamento da rede de Bibliotecas Escolares Digitais (BEDnet) – um estudo exploratório.4 Base de dados on-line O modelo segue igual ao de monografias. 4. SANTOS. Ou. Versão (caso exista). Acesso em: 20 set. Gerontology and Geriatrics Education. data de publicação. 240 f. Partnerships in instruction: connecting gerontologists and librarians. 240 f.

Campinas.vt. Edubase. Biblioteca Prof. Local da publicação (cidade) [data de citação]. Disponível em: <http://www.5.106.58.coalliance. 1997. 1997]. ID: AL06 Washington. Disponível na Ageline Database. 2011. Disponível em: <//borg. Silver Platter.lib. JOURNAL OF TECHNOLOGY EDUCATION. 5.5 Publicações seriadas 5.1 No Topo TÍTULO DO PERIÓDICO. Vol. ISSN 1518-6385. 62 .1995]. Amsterdam: North-Holland.edu:70/1/ jte>. Acesso em: 20 set.49/fae/default. ISSN 1034-4567. Exemplos: ACTA PSYCHOLOGICA. SP. 1935. Blacksburg (Va. 1989. [citado 15 mar. 43-52.. Joel Martins.p. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS.htm>. Disponível em: <http://143. Número de acesso: GD-133-AGEL104.): Virginia Polytechnic Institute and State University. Acesso em: 25 ago. ISSN 1045-1064. DC: AARP. Acesso em: 25 ago. 1998. [Citado 20 abr. Faculdade de Educação. [04 April 1998]. 1997.org/csuflood/ journals/jrn11004177. Acesso em: dia mês e ano (para documentos eletrônicos).html>. 1978 to 1998. ISSN. 1994-2011. summer 1985. Disponível em: <endereço eletrônico>.

M.5n3>. 2006. Acesso em: 20 set.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 5. M. v. 106-123. dos. Acesso em: dia mês e ano (para documentos online). SANTOS. PRICE-WILKIN.ISSN 1676-2592.br/revista/ index. n. Título do artigo..2 Para um artigo SOBRENOME.fae. 2011. 63 . R. Produtividade científica: impactos na normalização e na comunicação científica.php/etd/article/view/2137>.lib. ISSN10486542. p. n. C. SP. 1994. Using the World-Wide Web to Deliver Complex Electronic Documents: Implications for Libraries. volume. p. Exemplos: RIBEIRO. Disponível em:<http://www. Disponível em: <endereço eletrônico>. fascículo. 8.unicamp.uh. J. 3. The Public-Access Computer Systems Review.5. Disponível em: <gopher://info. ETD – Educação Temática Digital. Local da publicação (cidade). v. páginas. 1. data. Notas. 5. jul. N.edu:70/00/articles/e-journals/ uhlibrary/pacsreview/v5/n3/pricewil. Campinas. 5-21. Título do periódico. Prenome.

Mensagem recebida por <mtmendes@uol. Prenome e/ou INSTITUIÇÃO. com. 2002. é aconselhável mencioná-lo no corpo do trabalho científico. C. Mensagem recebida por <gilbfe@unicamp. Por isso. Local de publicação: Editor. 2011. Dependendo do conteúdo apresentado. S. conforme a ABNT e MLA11. é a seguinte: SOBRENOME DO REMETENTE. Exemplos: SANTOS. Fichas para MARC [mensagem pessoal]. 5.7 Listas de discussões TÍTULO DA LISTA DE DISCUSSÃO. M. ALMEIDA. G. Mensagem recebida por <e-mail do remetente> em dia mês e ano. 64 11 MLA – Modern Language Association.br> em 20 set. alguém usou deste meio para economizar tempo e divulgá-lo rapidamente. Título da mensagem [identificação da mensagem]. data de publicação [citação].br> em 12 jan. Levantamento bibliográfico sobre educação de adultos [mensagem pessoal]. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês e ano (para os documentos online).5.6 Correio eletrônico O e-mail (correio eletrônico) é uma comunicação eletrônica pessoal. uma forma adaptada para a sua organização. P. . enviando o documento através de e-mail. Na maioria das vezes.

Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Exemplo: GACGIS: Geological Association of Canada Gis List. [Canada]: Memorial University of Newfoundland.ucs.ca>.mun.edu/ LISTSERV@morgan. 1996. Disponível em: <http:// www. 1997]. [citado 14 abr. 65 .ucs.

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que teve a sua inclusão no Brasil a partir do início da década dos anos 90. Edição. CA. 1 CD-ROM. data.1 CD-ROM O CD-ROM (Compact Disk – Read Only Memory). Notas. A. Exemplos: ALLIE’S play house. é um documento que tem uma vasta utilização devido às bases de dados apresentadas e até documentos completos que necessitam de referenciação bibliográfica. Disponível em: <endereço eletrônico>. 67 . juntamente com todos os outros documentos utilizados ou consultados na sua pesquisa. etc. disquete. Existem ainda os CDs musicais que também são referenciados. 1995. CORRA.: MPC/ Opcode Interactive. 2 CDS. Título. São Paulo: Alquimia. 6.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 6 REFERENCIAÇÃO DE DOCUMENTOS ESPECIAIS Os documentos especiais devem ser incluídos nas listagens bibliográficas. Digital. Descrição física do meio eletrônico (CD-ROM. Abaixo seguem exemplos de CD’s bibliográficos e musicais: AUTORIA. Palo Alto.). stereo. Acesso em: dia mês e ano. Soprus & Universalis. Local: Publicador. Windows 3. Acompanha livreto.1. 1993.

IMFOPEDIA, the ultimate multimedia reference tool.

Spring Valley: Future Vision Multimedia, 1994. 1 CD-ROM. software.Version 4.1. [S.l.]: Microsoft Corporation, 1995. 1 CD-ROM.

MICROSOFT Project for Windows 95: project planning

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca

Central. Normas.doc: normas para apresentação de trabalhos. Curitiba, 1998. 5 disquetes, 3 ½ pol. Word for Windows 7.0.

AVES do Amapá: banco de dados. Disponível em:

<http://www.bdt.org/bdt/avifauna/aves>. Acesso em: 30 mar. 2002. 6.2 Mapas

AUTORIA. Título do mapa. Local: Editora, data. Descrição específica e escala. Notas complementares.

Exemplo: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Instituto de Geociências. Mapa geológico da cidade de Indaiatuba — SP. Campinas, SP, 1992. Mapa físico. Escala 1:40.000.

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Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica

6.3 Discos AUTORIA (Compilador, Selecionador, etc.) Título do disco. Local: Publicador, data. (Notas). Exemplo: HOWARD, J. N. (Comp.). Off limits. Rio de Janeiro: SBK Songs do Brasil, 1988. 33 1/3 rpm, stereo/ mono. (Trilha sonora original do filme Saigon, império da violência. Disco de vinil). 6.4 Fita-cassete AUTORIA. Tema da fita. Título da fita-cassete: subtítulo. Local, volume, número, data. (Tipo de suporte).

Exemplo: STREISAND, B. Papa, can you hear me. Speak up: audio-magazine, São Paulo, v. 9, n. 101, Aug. 1995. (Fita-cassete). 6.5 Filmes, Videocassetes, DVD TÍTULO. Diretor, Produtor. Local: Produtora, data. Especificação do suporte em unidades físicas.

69

Exemplos: BLADE Runner. Direção: Ridley Scott. Produção: Michael Deeley. Intérpretes: Harrison Ford; Rutger Hauer; Sean Young; Edward James Olmos e outros. Roteiro: Hampton Fancher e David Peoples. Música: Vangelis. Los Angeles: Warner Brothers, c1991. 1 DVD (117 min), widescreen, color. Produzido por Warner Video Home. Baseado na novela “Do androids dream of electric sheep?” de Philip K. Dick. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete (30 min), VHS, son., color. SOCIEDADE dos poetas mortos. Direção de Peter Weir. São Paulo: Touchstone Home Vídeo, 1991. Fita de vídeo (129 min.), VHS/NTSC, color., legendado. Drama. Tradução de Dead poets society. 6.6 Partitura AUTORIA. Título. Local: Editora, data. Descrição específica e instrumento a que se destina.

Exemplos: FRANÇA, L. 3 Peças. São Paulo, SP: Cultura Musical, c1985. 1 partitura (7p.), 29 cm. Piano. VILLA-LOBOS, H. et al. 1ª suite suggestive (cinemas): pour chant a deux voix et un petit ensemble instrumental. [Paris]: [s.n.], 1929. 1 partitura ms. (78p.), 32 cm. Orquestra.

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.. local de realização do evento. (Publicado em disquete). Anais. (Tipo de suporte). 9.. Prenome. 1996. data de publicação. 71 . Curitiba: UFPR/PUC-PR. Estudos de gerenciamento de acervos da USP : critérios de avaliação de títulos de periódicos. (Tipo de suporte). Título (Anais).. 1996.. Local de publicação do evento: Editora. 9. local de realização do evento.. Anais. Curitiba. Curitiba: UFPR/PUC-PR. Local de publicação do evento: Editora. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. data de publicação. data. D. Exemplo: ANDRADE.. data.7 Disquete 6. Curitiba. 1996.7. Exemplo: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. In: AUTORIA DO EVENTO. Título (Anais).1 No todo AUTORIA DO EVENTO.. (Publicado em disquete).Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 6. nº....7. Título do artigo. 6. nº. 1996. C..2 Em parte SOBRENOME. et al.

Há muitas maneiras de apresentar. em um convite aos leitores para participarem sempre de novos encontros. Sugerindo uma trama infindável de ideias e conhecimentos. que remetem sempre a muitas outras tramas e ideias e conhecimentos. de pontuar e de referir à produção de autores. tornar-se possível nesse trabalho de referenciação bibliográfica. de organizar essas tramas. de indicar. as inúmeras contribuições. tornar-se mais ágil com uma normalização é um modo de mergulhar nessa trama e de levar outros a mergulharem nela também. buscá-las. ter acesso às suas contribuições. as variadas produções.” Profª.ª Ana Luiza B. Conhecer os autores. da geração de novas ideias.. situar sua produção no movimento das ideias. Smolka (Docente da Faculdade de Educação/UNICAMP) 72 . saber onde encontrá-las.. Dr.“Os muitos autores.

Jurisprudência e Doutrina. enunciados. seja uma monografia. com as da ABNT." Prof. Já na Jurisprudência estão inseridos as súmulas. Na falta destas. M. as emendas. sentenças e demais decisões judiciais. quer uma dissertação de mestrado. artigos de periódicos e outros (FRANÇA. 73 . Castanho (Docente da Faculdade de Educação/UNICAMP) Os documentos jurídicos estão configurados em três classes: Legislação. vige o costume acadêmico. É preferível que essas normas sejam unificadas nacionalmente. alunos ou professores. seja uma resenha. acórdão. A Doutrina inclui a discussão técnica sobre questões legais. textos legais infraconstitucionais e normas. 2008). Compete a especialistas compilarem tais normas e as oferecerem de maneira prática para uso dos pesquisadores. como é o caso da referenciação bibliográfica. VASCONCELLOS. Sendo nacionais. – todo escrito ou paper produzido na Academia deve obedecer às normas que regem a montagem do seu todo ou aspectos dele. Na Legislação estão identificados a Constituição. Sérgio E.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 7 REFERENCIAÇÃO DE DOCUMENTOS JURÍDICOS "Todo trabalho acadêmico. Dr. as normas facilitam tanto a produção quanto a leitura do texto científico. quer uma tese de doutorado. publicadas em forma de monografias.

Congresso. seguida do ano de promulgação. São Paulo. Decreto-lei nº 5.1 Legislação JURISDIÇÃO (Nome do país. Seção 1. 1943. Senado. p. 14 dez.7.569-9. 1995. 217-220. Código civil. BRASIL. 2002). p. estado ou município) ou NOME DA ENTIDADE (no caso de se tratar de normas). 7. BRASIL. Exemplos: SÃO PAULO (Estado). Coleção de Leis da República Federativa do 74 . 62. 29514. Elementos complementares. BRASIL. entre parênteses (ABNT. de 1 de maio de 1943. Nota 9 • No caso de Constituições e suas emendas.822. BRASIL. acrescenta-se a palavra Constituição. Poder Executivo. v. 1998. São Paulo. Título. 1997. v. 46. de 20 de janeiro de 1998. n. numeração e Data (dia. Brasília. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. Decreto nº 42. ed. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Medida provisória nº 1. 3. DF. de 11 de dezembro de 1997. entre o nome da jurisdição e o título. São Paulo: Saraiva. de 1991.452. Resolução nº 17. mês e ano). Suplemento. Lex: coletânea de legislação: edição federal.

p. de 9 de novembro de 1995. DF. 7. 236-240. Súmula nº 14. Súmula nº 14. Supremo Tribunal Federal. BRASIL. v. v. maio/jun. Título (natureza da decisão ou ementa) e número. data (dia mês e ano) e dados da publicação. Não é admissível por ato administrativo restringir. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. mar. relator.1156-1157. partes envolvidas (se houver). local. 1994. In: ______. Brasília. Exemplos: BRASIL. 16. n. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. Supremo Tribunal Federal. Superior Tribunal de Justiça. BRASIL.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Brasil. em razão de idade. Constituição (1988). 10. 103. v. Lex: legislação federal e marginália. 6 de dezembro de 1994./ dez.2 Jurisprudência JURISDIÇÃO (Nome do país. 75 . Súmulas. p. inscrição em concurso para cargo público. 1994. In: ______. out. p. 1995. 1991.636-1. da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. BRASIL. Súmulas. 1966. São Paulo. estado ou município) e Órgão judiciário competente. p. 59. Habeas-corpus no 181. Emenda constitucional nº 9. p. 1998. 16. 183. São Paulo. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. DF. Brasília.

Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. 1984.).3 Doutrina AUTORIA. v. Título. 7. São Paulo. CD-ROM. Acesso em: dia mês e ano da seguinte forma exemplificada: 76 . de 13 de dezembro de 1984. contribuições e semestralidades escolares e altera a redação do artigo 5 da Resolução n. 139. Dados da publicação que transcreveu o documento.1 de 147/1/83. Raimundo Gomes de. Nota 10 • Para os documentos jurídicos obtidos por meio eletrônico (Internet. DF. Sec. Brasília. 1995. Exemplo: BARROS. p. n. ago.16.190-191. 19. 13 dez.CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. acrescentar a Descrição física do meio eletrônico ou acrescentar Disponível em: <endereço eletrônico>. Resolução n. 53-72. Diário Oficial [da República Federativa do Brasil]. Dispõe sobre reajustamento de taxas.1. etc. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. p.

Supremo Tribunal Federal.in.html>.gov. Brasília. ed. Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999.887.br/ jurisnet/sumusSTF. 77 . 7. por ato administrativo. bibliografia brasileira de Direito. inscrição em concurso para cargo público. 1999.l.truenetm. Disponível em: <http://www. DF. 1 CD-ROM. Brasília. BRASIL. 1999. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. em razão de idade. Altera a legislação tributária federal. Acesso em: 22 dez. Disponível em: <http://www. Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. 1998. 1999. BRASIL. BRASIL. Súmula nº 14. Regulamento dos benefícios da previdência social. Acesso em: 29 nov. assim como textos integrais de diversas normas. In: SISLEX: Sistema de Legislação. 1999. [S. DF: Senado Federal.]: DATAPREV.com. Não é admissível.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Exemplos: LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais. restringir. de 7 de dezembro de 1999. 1 CD-ROM. Lei nº 9.br/ mp_leis/leis_texto.asp?ld=LEI%209887>. 8 dez.

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n. que também foram consultados.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 8 ORDENAÇÃO DE REFERÊNCIAS A ordenação das referências ao final do trabalho deve ser feita de acordo com o sistema de chamada adotado no texto: autor-data. 41 f. não deverão constar das referências bibliográficas. Os documentos consultados que possibilitaram conhecimento maior do autor no assunto. 8. Em tempos de globalização e mudança: a identificação da cidadania na sociedade de informação. Monografia (Trabalho de conclusão de curso) – Faculdade de Biblioteconomia. 7-16. Se necessário poderá ser incluída uma seção denominada BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ou OBRAS CONSULTADAS que deverá vir em seguida a de REFERÊNCIAS (OLIVEIRA. 79 . 1991. Só devem ser mencionadas nas referências as fontes ou autores que foram citados no texto.1991. Rosemary. SANTOS. mas que não foram citados no trabalho. Transinformação. Bibliotecários vs. alfanumérico ou numérico. analistas de sistemas: união necessária para um mesmo objetivo. v. p. 2005.1 Ordenação das referências em ordem alfabética PASSOS. Pontifícia Universidade Católica de Campinas. 210) “o sistema numérico possui a desvantagem de somente permitir a inclusão dos documentos citados no texto. 2. Campinas. 1997). SANTOS. deixando os demais. Gildenir Carolino. Segundo França e Vasconcelos (2008. Gildenir Carolino. p. Campinas. sem menção na lista”. 17.

do livro.2. siglas e termos técnicos: arquivística. 1991. documentação e informática (ABDI) : uma ferramenta para bibliotecas e estudantes.SANTOS. Dicionário de termos acrônimos e siglas sobre arquivologia. biblioteconomia. C. Campinas. da Internet e da tecnologia na educação. ISBN 8587585452. 2003. Monografia (Trabalho de conclusão de curso) – Faculdade de Biblioteconomia./jun. 225 f. biblioteconomia. C. ______. Universidade Estadual de Campinas. n. SP: Átomo. RIBEIRO. ETD – Educação Temática Digital. v. 2008. do computador. informática. Acrônimos. 48-62. 8. 2003. jan. Bibliotecários vs. ISSN 1676-2592. 2008. ______. Gildenir Carolino. analistas de sistemas: união necessária para um mesmo objetivo. Gildenir Carolino. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação. 1991. através do gerenciamento da rede de Bibliotecas Escolares Digitais (BEDnet) – um estudo exploratório. . SANTOS. Rede do conhecimento digital: habilidades e competências dos gestores de escolas do estado de São Paulo. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS 80 .2 Ordenação das referências em ordem numérica 1 SANTOS. G. 41 f. Mapeamento dos suportes de auxílio ao ensino tradicional: uma contextualização da biblioteca. 277 p. p. Campinas. Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Campinas. 2 RIBEIRO. documentação. Célia Maria. 4. Campinas. M.

Em tempos de globalização e mudança: a identificação da cidadania na sociedade de informação. Recife. 2.. PE. DotLib. 17. 3 PASSOS.. v.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica UNIVERSITÁRIAS. p. SANTOS. Transinformação. n. PE : UFPe . 2002. Anais eletrônicos.. Rosemary. 2002. Campinas. 2005. 7-16. Gildenir Carolino. 12. Nota 11 • A numeração no sistema acima aparece conforme vão sendo referenciados os autores nos trabalhos. Recife. 81 .

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Neste trabalho. Em várias publicações conceitua-se Citação bibliográfica de formas diferentes.2 Citação livre Na citação livre as ideias e informações do documento consultado servem apenas como embasamento para o autor do trabalho e não são citadas literalmente na transcrição do texto.1 Conceito Segundo FRANÇA (2008. daremos mais ênfase a estes dois tipos.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 9 CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS Existem vários tipos de citações bibliográficas. 9. As citações são mencionadas no texto com a finalidade de esclarecer ou completar as ideias do autor. p. 130) “as citações são trechos transcritos ou informações retiradas das publicações consultadas para a realização do trabalho”. ilustrando e sustentando afirmações. As mais usadas são as livres e textuais. A seguir escolhemos uma das mais completas definições apresentada por Júnia Lessa França e outros autores. Toda documentação consultada deve ser obrigatoriamente citada em decorrência aos direitos autorais. 9. Descrevemos algumas formas para realizar esse tipo de citação: a) quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) faz(em) parte integrante 83 .

Enquanto ampliava seus estudos da infância à adolescência. ao espaço. ao tempo movimento e à velocidade (PULASKI. entre parênteses. ressaltando que não devemos perder de vista dados anteriores. e mesmo que no fanatismo de Lutero não sobrasse muito lugar para o saber profano. em livros sobre o desenvolvimento do pensamento lógico em relação à quantidade. no início. Sendo que a escola deve explicitar de que qualidade está falando no planejamento de seus métodos de ensino. conforme exemplos: Exemplos: Segundo De Sordi (1995). menciona-se a(s) data(s) da(s) publicação(ões) citada(s). aos números. Afirma ainda que a instrução elementar era o primeiro dever da caridade. 1986). 84 . à geometria.do texto. Piaget colaborou com outros estudiosos. devemos considerar o conceito de qualidade de ensino como algo impregnado de conteúdo ideológico. logo após o nome do autor. Ponce (1994) nos leva a compreender o exato alcance das ideias pedagógicas de Lutero. aconselhava aos pais que enviassem seus filhos à escola. notadamente Alina Zeminska e Bärbel Inhelder. no meio ou no final da citação.

3 Citação textual Neste tipo de citação. usados para a complementação do trabalho que está sendo produzido.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica b) Quando ocorre a citação de entidades coletivas conhecidas por sigla. a) Citações longas (mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. aparecerá apenas como MEC (1989) ou (MEC. 85 . 9. transcrevem-se literalmente os textos de outros autores. Nota 12 • Nas citações seguintes. recuado (4 cm da régua do computador no editor de texto ou 2 Tab). O texto deve ser reproduzido exatamente como consta no original. a divulgação plena de todas as atividades na área educacional no território brasileiro. com espaço simples e letra menor (tamanho 10) que a do texto utilizado e sem aspas. 1989). 1989) procura. através de suas publicações. acompanhado de informações sobre a fonte. deve-se citar o nome por extenso na primeira citação e nas próximas citações utilizar apenas a sigla: Exemplo: O MEC (Ministério da Educação e Cultura.

Exemplo: A nação pode ser uma figura coletiva do Sujeito. 9. b) Quando as citações são curtas. reproduz-se a informação coletada utilizando-se do seguinte recurso: 86 . até três linhas. 1994.. e importantes para o trabalho.”). Colocar entre aspas (“. p. devem ser reproduzidas exatamente como consta no original. 89). devem ser inseridas no próprio texto. Ela é o quando se define simultaneamente pela vontade de viver junto no quadro de instituições livres e por uma memória coletiva. acompanhadas de informações sobre a fonte consultada e paginação. 1994. Exemplo: “As características da educação militar compartilhada pelos homens e mulheres espartanas são tão conhecidas que não vale a pena perdermos tempo em descrevê-las” (PONCE. Tornou-se habitual opor uma definição afirmativa revolucionária da soberania nacional contra o rei..4 Citação de citação Quando não existe a possibilidade de se consultar os originais de documentos citados em outras fontes. a uma concepção alemã da nação como comunidades de destino (TOURAINE. p. 101).

seguido da data. Em nota de rodapé. seguido das expressões citado por ou apud e os dados do documento efetivamente consultado. 1979. quase não existia entre os espartanos. 87 . __________ ¹ PONCE. 1982. b) Na listagem bibliográfica.1) uma relacionando o documento não consultado. citar o sobrenome do autor do documento não consultado. devem-se incluir os dados completos do documento efetivamente consultado: Exemplo: SILVA. A. e o sobrenome do autor do documento efetivamente consultado.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica a) No texto. São Paulo: Cortez. Educação e lutas de classes. no sentido moderno do termo. seguido das expressões citado por ou apud. Classes sociais e cultura no Brasil. J. mencionaremos os dados do documento original: Exemplo: Ponce (1979)¹ citado por SILVA (1982) declara que instrução. devem-se incluir duas entradas na listagem bibliográfica: c. São Paulo: SIARTE. c) Quando não se usa nota de rodapé.

B. São Paulo: SIARTE. Classes sociais e cultura no Brasil. Exemplo: Fausty (1931. 1979 apud SILVA. 15). (1985) ou (CARVALHO. C.. ed. 1931. b) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores. 13. 9.2) outra entrada será feita relacionando apenas os dados da fonte consultada. p. 15) ou (FAUST. (1985) ou (CARVALHO. p. São Paulo: Cortez. Classes sociais e cultura no Brasil. a página de onde se transcreveu o trecho. Exemplos: PONCE. SILVA. 1985) 88 .c. Educação e luta de classes.5 Recomendações para citações livres e textuais a) Pode-se citar.. São Paulo: SIARTE. J. A. 1985) Carvalho. C. 1982. acrescentar as iniciais de seus prenomes. J. Exemplo: Carvalho. 1982. após a data. B. O número da página é precedido pelo sinal de vírgula.

no meio ou no final do trecho. cita-se o sobrenome do autor. citar a expressão s. usam-se reticências entre colchetes [. f) Quando houver necessidade de suprimirem partes de uma citação. 1996). Exemplo: Figueiredo (1993..d.. no início.]. 89 . Exemplo: Silva (1975a). escritos em datas diferentes.).Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica c) Quando se tratar de vários trabalhos de um mesmo autor. entre parênteses: Exemplo: Vieira (s.. usam-se letras minúsculas acompanhando a data. com a mesma data. e) Documentos sem data. Silva (1975b). 1994. d) Para a citação de vários trabalhos de um mesmo autor.d. Silva (1975c). seguido das datas entre parênteses.

com objetivo de sanar tal deficiência. / É necessário. uma vez que os ajudam financeiramente em seus estudos [..] desde então a frequência na sala de aula tem aumentado consideravelmente. que têm por objetivo dar assistência direta aos efetivamente matriculados nessa escola.. que possam trabalhar junto aos alunos.... / Coaduna-se com essas reflexões (autor) quando ressalta que.. sugerimos algumas formas para iniciar um parágrafo no texto acadêmico.. As estatísticas atuais acusam a evasão escolar como um dos fatores principais a ser erradicado das escolas brasileiras [.]. podemos dizer que .. / .. pois....... / Com base em (autor) queremos buscar caminhos. / Nesse sentido.Exemplos: [. Veja: • • • • • • • • 90 Vale ressaltar que. em vista disto existe um interesse grande dos órgãos educacionais no investimento de programas assistênciais. g) Para formalizar uma boa citação... / Em função disso. digamos a redação propriamente dita.. analisar...]. ressaltamos que.. / É importante ressaltar que. em consequência dos programas de incentivo aos alunos. a perspectiva de crescimento de iniciativas com programas assistenciais favorecem aos alunos com o desenvolvimento de aprendizado. Assim.. / A partir dessa reflexão.

.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica • • • • • • • • • • • • Posto que [a leitura é sempre produção de significados].. salientamos que. / Disso decorre. no sentido de mostrar que.... com base em (autor) que. entendemos que. / Assim sendo... / Contudo.. 2001). / Podemos inferir... / Dessa perspectiva... / Dessas acepções. (para somar) (ECKERT-HOFF.. / Tais afirmações vêm de encontro ao que queremos... sabemos. / Daí a necessidade de. ressalta (autor) que.. consideramos que. podemos ressaltar que...... com (autor) que. (no sentido de choque) / Os estudos desses autores vêm ao encontro de nossos anseios. / Podemos compreender..... 91 .. / A partir desses levantamentos. / Assim.

.

L. 1991. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2003. ed. 2002. E. Informação e documentação – resumos – apresentação: NBR 6028 / nov. Informação e documentação – citação – apresentação: NBR 10520 / ago. Rio de Janeiro: ABNT. 1988. C. M. Apostila de metodologia do trabalho científico.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. FARIA. Rio de Janeiro: ABNT. Rio de Janeiro: ABNT. 2008. Network. VASCONCELLOS. RJ: FAE. 2004. 2011. Informação e documentação – referências – elaboração: NBR 6023 / ago. B. Manual de projetos de pesquisa científica. ed. São Paulo: Avercamp. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação: NBR 14724 / abr. M. FARIA. 7 p. PERICÃO. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 6. de A. ECKERTT-HOFF. 2 p. 2002. 2003. Rio de Janeiro. 2011. M. Dicionário do livro. 2002. Nova Odessa: Fac. 340 p. Dicionário escolar latino-português. Rio de Janeiro: ABNT. I. de. H. 8. A. da G.. J. 2002. 2001. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 255 p. 24 p. FRANÇA. 93 . 591 p. Lisboa: Guimardes. 15 p. Belo Horizonte: UFMG. GONÇALVES. (Aprender)..

MARTINS. [citado em: 24/3/98]. de.. 2. K.ca/iso/tc46sc9/standard/690-2e. Como elaborar um relatório técnico-científico. 2000. Manual de orientação: referências bibliográficas. L. L. 1998. Referências bibliográficas (NBR 6023): notas explicativas. 2 – Electronic documents or parts thereof. SP: Autores Associados. G. 18 p. Campinas. L. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha. C. Disponível em: <http://www. VIEIRA. ISBN 8585701730. 1997.INTERNATIONAL STANDARDIZATION ORGANIZATION. São Paulo: SBD/USP. (Colab.nl-cbnc. Rio de Janeiro: CPRM/DIDOTE. 33 p. rev.. UNICAMP. Campinas. 2002. RJ: EDUFF. de. PASSOS. SP: UNICAMP. São Paulo: Atlas. PASSOS. SANTOS. S. Disponível em: <http://www. pt. 1997. 2. PEROTA. 94 . e atual. 2. 2011. Manual para elaboração de monografias. C. R. unicamp. ed. 1997. Niterói. SANTOS. ed.). M. Canadá: NLC. G. R. 1990. R. Ed. 1. ed. OLIVEIRA. Acesso em: 19 set. da C.php>. A. Exercepts from International Standard ISO 690-2: information and documentation – bibliographic references. 1997. Pesquisa educacional: o prazer de conhecer.bibli. Manual de organização de referências e citações bibliográficas para documentos impressos e eletrônicos. ISO. L.). A. MATOS. 92 p.. C. M.fae. LOPES. S. A.br/orientacoes-normativas/como-elaborarrelatorio.htm>. G. 64 p. Referências & citações bibliográficas: com exemplos em geociências. CRUZ. (Comp.

RIBEIRO. I. 2. especialização. G. 95 . São Paulo: Atlas.. ed.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica SANTOS. ISBN 8587585452. C. A. 277 p. São Paulo: Cortez. informática. E. C. C. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. G. SILVA. mestrado e doutorado. Curitiba : Ed. C. J. 31 p. SEVERINO. Manual de trabalho de graduação.. SP: Graf. 1996. SANTOS. UFPR. Normas para referências bibliográficas: conceitos básicos (NBR 6023 / ago. ISBN 8522437920. 2004. SERRA NEGRA. M. A. A. 1995. 2003. SERRA NEGRA. Acrônimos. 1989). 5. documentação. 2000. P. dissertações e trabalhos acadêmicos. biblioteconomia. Campinas. ed. siglas e termos técnicos: arquivística. FE/UNICAMP. Metodologia do trabalho científico. ISBN 8586091014. M. Campinas.. SP: Átomo. Normas para apresentação de trabalhos: teses. Biblioteca Central.

Coordenadoria Geral de Bibliotecas. 48 p.FE/ UNICAMP. R. Como elaborar um TCC. São Paulo: Ed. Campinas. 1 – Artigos de publicações periódicas. Unesp. Arte da tese: como redigir uma tese de mestrado ou de doutorado. 1994. Faculdade de Biblioteconomia. ISO. 12 p. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. part 2: electronic documents or parts thereof. SANTOS. 18 p. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. 1997. PASSOS. ISO 690-2. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. v. M. Normas para publicações da Unesp. 2 – Referências bibliográficas). PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS. 113 p. C. Campinas. SP: DCE – Sempre Ousar. Normalização de trabalhos acadêmicos & referências bibliográficas. 1997. 1997. Glória de Carvalho Lins. 96 . (v. 1996. G..OBRAS CONSULTADAS BEAUD. 60 p. Trad. Genève. SP: Graf. Information and documentation: bibliographic references.

conforme citado acima. escolher forma(s) de estudo do objeto de pesquisa. Estruturação e apresentação de projeto de pesquisa PARTE I – Apresentação do projeto de pesquisa Os inúmeros autores que escrevem sobre o assunto de “metodologia de trabalhos científicos” são muito diversificados e têm oferecido vários modelos de projetos de pesquisa. às etapas de projeto ou à sua estrutura básica. Assim ainda. o propósito deste roteiro é apresentar os elementos básicos para se iniciar um projeto de pesquisa. ou até mesmo outra denominação.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica ANEXOS A. detalhando sucintamente os elementos 97 . Iremos nos deter também nas etapas a serem observadas e seguidas em seu desenvolvimento. baseando-nos em autores desta área de conhecimento (Metodologia). este trabalho tem como objetivo minimizar os conflitos que aparecem no decorrer do assunto sobre projeto de pesquisa. tanto no que diz respeito às partes. gerando confusão. para apresentarmos um material que venha a contribuir para facilitar a elaboração de um projeto de pesquisa por leigos no assunto referente à normalização técnica. tanto da parte dos acadêmicos quanto da dos próprios professores no sentido da organização técnica. Desta forma. Por esta razão. Este roteiro para construção de projetos de pesquisa é um material criado para facilitar também a comunicação entre professor e aluno que. trazemos esta proposta de roteiro. sem o emprego correto da prática biblioteconômica. professores e alunos se encontram preocupados nessa organização técnica. encontram dificuldades na exposição ou montagem de um projeto apoiado significativamente em autores teóricos. uns falam em construção de pré-projeto e outros em projeto. Neste sentido.

de pesquisadores e outros profissionais. bem como das formas de citação (direta. indireta e citação de citação). • Hipóteses de trabalho ou questões norteadoras (respostas ao problema ou questões a serem investigadas).fundamentais. de acordo com as normas da ABNT – NBR6023. necessários para a elaboração de um projeto de pesquisa. 98 . Antes de passar para a construção ou montagem de um projeto de pesquisa. mas sim oferecer os elementos básicos da metodologia de pesquisa. campo de experimentação e/ou observação). • Delimitação do tema e justificativa (planos da natureza e motivos que levaram à escolha do tema). em geral. • Problema a ser investigado (questão que deu origem à pesquisa). • Procedimentos de coleta e análise dos dados (instrumentos de pesquisa. além de reforçar o uso correto das referências. • Aspectos operacionais (metodologia que será utilizada para a realização da pesquisa). deve conter os seguintes elementos: • Título completo (relativo ao assunto que será pesquisado). • Determinação de prazos (divisão do tempo para a sua execução). NBR10520 e NBR10724 revisadas em agosto de 2002 e abril de 2011. Vale a pena ressaltar que este roteiro não pretende limitar o conhecimento de alunos. é importante saber que esse projeto consiste no planejamento das diversas etapas a serem seguidas para a realização da pesquisa. técnicas e métodos de verificação das informações obtidas). • Fontes de pesquisa (material a ser utilizado. É a fase que antecede ao relatório ou trabalho monográfico (TCC) e.

. ao fazer a introdução e a fundamentação teórica. o projeto de pesquisa serve para facilitar a organização do tempo e o cumprimento dos prazos preestabelecidos. Trata-se do guia para a experimentação. A pesquisa bibliográfica. podem ser classificados em: pesquisa experimental ou não experimental. Pesquisa experimental. é a abordagem: “[. isto é. PARTE III – A tipologia da pesquisa Os tipos de pesquisa para elaboração de trabalhos acadêmicos. podendo ser acompanhada da partícula apassivadora “se”. 99 . Porém. o plano e a estrutura da investigação. permitindo a sua discussão e apreciação crítica. escolhendo de preferência a terceira pessoa do singular do tempo presente. O tempo verbal usado em um projeto deve ser o futuro.] orientada pelo delineamento do experimento. permite ao orientador o entendimento da proposta de pesquisa. quando for o caso. 22). Parte II – A função e a redação do projeto de pesquisa De acordo com Severino (2000). 2004). conforme a forma de construção do objeto de pesquisa. atende às exigências didáticas dos professores. de acordo com Martins (1990. pois o trabalho ainda vai se concretizar. concebidos de forma que sejam obtidas respostas para as perguntas da pesquisa. perspectivas e eventuais erros. p.. por exemplo. é considerada uma pesquisa não experimental. possibilitando a reformulação de algumas etapas. o autor do projeto deve empregar o tempo de acordo com a localização temporal do fato descrito.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica • Estabelecimento do referencial teórico (seleção das fontes bibliográficas impressas e eletrônicas) (GONÇALVES.

questionário. pesquisa exploratória. pesquisa participante e pesquisa qualitativa. pensando no que pretende coletar e verificar. pesquisa descritiva. p. as pesquisas não experimentais podem ser classificadas (tipos de pesquisa) da seguinte forma: pesquisa bibliográfica. 2002). técnicas de coletas de dados é preciso que o pesquisador conheça e escolha instrumentos adequados. ou seja. também podendo ser quali-quantitativa. analisa e correlaciona fatos e variáveis sem manipulá-los” (MARTINS. ter o mesmo significado na prática da pesquisa. pesquisa-ação. caberá ao pesquisador certificar-se de que os termos técnicos utilizados pelos diferentes autores podem. Já a pesquisa não experimental “é aquela em que o pesquisador observa. É oportuno lembrar que os autores de livros de metodologia de pesquisa. 22). Nesse caso. De acordo com a forma de construção do objeto de pesquisa. classificam de forma diferenciada as técnicas à disposição do investigador. VIEIRA. por vezes. ou não. A pesquisa experimental é mais frequente para a condução de pesquisas situadas nas áreas das Ciências Naturais e temas relacionados à Tecnologia. poderá se evitar eventuais deslizes metodológicos que prejudicam o andamento de uma investigação (MATOS. Os mais conhecidos tipos de instrumentos de coletas de dados são os seguintes: observação. De tal maneira.coleta de dados e análise”. 100 . 1990. A abordagem não experimental é mais utilizada e indicada para a condução de pesquisas nas áreas de Humanas. Em relação aos tipos de instrumentos. e entre elas estão a Educação e a Administração. estudo de caso. registra. entrevista e grupo focal.

usar fonte Times New Roman. Para uniformização da escrita do texto. Nome Completo (Tamanho 14) TÍTULO E SUBTÍTULO DO PROJETO (Tamanho 16) Local e Ano (Tamanho 14) Figura 1 – Capa 101 .Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica PARTE IV – Projeto de pesquisa: passo a passo Aqui serão apresentadas as partes gráficas do Projeto da capa até as referências.

......1 OBJETIVO GERAL..................1 Inicial apenas maiúsculo Espaçamento: 1........................ 7 4........................15 Figura 3 – Sumário 102 ..Nome Completo (Tamanho 14) TÍTULO E SUBTÍTULO DO PROJETO Finalidade do projeto Fonte: Times New Roman Tamanho: 12 Tamanho: 14 g (Tamanho 16) Projeto de pesquisa desenvolvido para submissão ao processo de seleção para o Mestrado ou Doutorado em (nome do curso) da Universidade XYZ................................... Local e Ano (Tamanho 14) Figura 2 – Folha de rosto Sumário Fonte: Times New Roman Tamanho: 14 Divisão hierárquica dos capítulos: 1 CAIXA ALTA 1............. 8 6 MATERIAL E MÉTODOS..................... 3 3 JUSTIFICATIVA.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS...5 cm g SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.. Fulano de Tal............. sob a orientação do Prof.............................................. 1 2 PROBLEMATIZAÇÃO. 14 REFERÊNCIAS.......... 7 4... 4 4 OBJETIVOS................ 12 7 CRONOGRAMA................. 7 5 REVISÃO DE LITERATURA........

Tem que evidenciar o tema em questão como um problema que terá solução durante o trajeto a ser percorrido. (Tamanho 10) 3 Figura 5 – Problematização 103 . passando pela breve apresentação da trajetória de como chegou ao contexto do projeto. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxx (AUTOR. Espaçamento 1.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica A Introdução é a primeira parte do Desenvolvimento. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx.5 cm. g 1 INTRODUÇÃO (Tamanho 14) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx. g 2 PROBLEMATIZAÇÃO (Tamanho 14) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. data). Não se esquecer de interrogar o problema. Comece apresentando o estado da arte de seu tema. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx. (Tamanho 12) 1 Figura 4 – Introdução A Problematização é apenas uma. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

(Tamanho 12) 7 Figura 7 – Objetivos 104 . quando e como acontecerá. (Tamanho 12) 5 Figura 6 – Justificativa No Objetivo fazer neste espaço um enunciado preliminar. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. Aqui poderá entrar mais de 3 objetivos que sejam cumpridos durante todo o projeto.Na Justificativa você terá que justificar concisamente o projeto. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. por que.2 Objetivos específicos (Tamanho 14) É o que especifica o projeto em detalhes. delineando o máximo do possível para que ele fique claro e objetivo. g 3 JUSTIFICATIVA (Tamanho 14) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. (Tamanho 12) 4.1 Objetivo geral (Tamanho 14) É o que especifica o projeto num todo. enfocando que este é um ponto importante no projeto e de como eles estão divididos. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. (Tamanho 12) g 4 OBJETIVOS (Tamanho 14) 4. Aqui entra apenas 1 objetivo consolidando todo o projeto.

de acordo com sua escrita e as normas de citações. g 6 MATERIAL E MÉTODOS (Tamanho 14) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxx. tais como: ‘estudo de caso’. (Ver tópico II – Tipologia da Pesquisa). Deverá citar também o Material ou Materiais que usará na pesquisa. g 5 REVISÃO DE LITERATURA (Tamanho 14) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxx (AUTOR. ‘pesquisa experimental’. Para saber mais.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Revisão de Literatura Aqui será inserido o que você usará do levantamento bibliográfico realizado sobre seu tema em forma de citação direta. ‘abordagem quantitativa e qualitativa’. (Tamanho 10) 8 Figura 8 – Revisão de literatura Material e Métodos Aqui você deverá escolher qual tipo de pesquisa irá aplicar ao seu projeto (Método). (Tamanho 12) Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxx. etc. (AUTOR. data). consulte livros sobre “Projetos e Metodologia de Pesquisa”. data). Poderá ser um ou mais. (Tamanho 12) 12 Figura 9 – Material e métodos 105 .

Este cronograma é apenas um esboço como forma de exemplo em como poderá ser confeccionado o seu. Poderá haver mais divisões e atividades a serem feitas. As elaborações das referências obedecerão. como mantinha a norma anterior. passou-se a utilizar apenas a denominação REFERÊNCIAS para todos os tipos de documentos. não apenas bibliográficos. Universidade Estadual de Campinas. 181 f. Campinas. conforme referenciadas na citação (Revisão de Literatura ou outras partes do projeto). Deverão obedecer às normas da ABNT. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação. 15 Figura 11 – Referências 106 . Estudo da interlocução entre biblioteca-escola-tecnologia baseada na Internet: um estudo de caso na Escola Estadual Físico Sérgio Porto – UNICAMP 2002. (Tamanho 12 / Espaçamento simples) SANTOS. conforme seu projeto. Gildenir Carolino.7 CRONOGRAMA (Tamanho 14) Deverá fazer um enunciado antes. (Tamanho 12) Meses Setembro Outubro Novembro Atividades (fases) Dezembro Janeiro 14 Figura 10 – Cronograma REFERÊNCIAS (Tamanho 14) A partir da NBR-6023/2002 da ABNT.

Apresentação da estrutura de dissertação/tese Índice Anexo Apêndice Glossário Obras consutadas Referências Conclusão Desenvolvimento Introdução Sumário Listas de símbolos Listas de abrev. 107 . Os elementos destacados em negritos na estrutura acima são obrigatórios numa dissertação ou tese. e siglas Listas de tabelas Listas de ilustrações Elementos pós-textuais Elementos textuais Elementos pré-textuais Resumo em língua estrangeira (Abstract) Resumo em português Epígrafe Agradecimentos Dedicatória Folha de aprovação Errata Verso folha de rosto Catalogação na fonte Folha de rosto Capa Elaborada pela Gráfica Central da UNICAMP Padronizada nas cores Azul (Doutorado) Verde (mestrado) Figura 12 – Estrutura de monografia (Dissertação e Tese)12 Legenda Obrigatória 12 Optativa Estrutura baseada na ABNT NBR-14724:2011 (abril).Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica B.

10 1.12 1.11 1.2 1.7 1.9 Capa Lombada Folha de rosto Catalogação na fonte (verso da folha de rosto) Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo em português Resumo em língua estrangeira Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário Obrigatório Opcional Obrigatório Obrigatório Opcional Obrigatório Opcional Opcional Opcional Obrigatório Obrigatório Opcional Opcional Opcional Opcional Obrigatório Parte interna 1.1 1.I.1 2.8 1.14 1.ELEMENTOS BÁSICOS Parte externa 1 ELEMENTOS PRELIMINARES OU PRÉ-TEXTUAIS 1.15 1.2 Introdução Desenvolvimento Conclusão Obrigatório Obrigatório Obrigatório 108 2.3 .5 1.4 1.3 1.6 1.16 2 ELEMENTOS TEXTUAIS OU TEXTOS 2.13 1.

4 3. mas de acordo com a PRPG da UNICAMP.APRESENTAÇÃO GRÁFICA 1 ASPECTOS TÉCNICOS DA REDAÇÃO 1.7 Papel 109 .2 3. usar 1.0 cm) Impresso com tinta preta O padrão ABNT é A4.1 Referências Obras consultadas Glossário Apêndice Anexo Índice Obrigatório Opcional Opcional Opcional Opcional Opcional Parte interna 3.6 II .5 (cm). adotou-se o papel CARTA 1.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 3 ELEMENTOS PÓS-LIMINARES OU PÓS-TEXTO 3.3 3.6 1. Espaçamento padrão Simples (1.3 1.2 1.1 1.5 3.4 Fonte do texto Tamanho da Fonte do texto Alinhamento Espaçamento entre linhas no texto Espaçamento entre linhas nas citações e notas de rodapé Texto Times New Roman 12 Justificado Segundo a norma da ABNT.5 1.

2 3. Times 10) Usar 1 tab do teclado Usar 2 tab depois do parágrafo inicial Não justificar as referências.9 1.3 3.3 2.) Centralizado Algarismo arábico (Ex..10 1. iii.2 2.8 Fonte da citação bibliográfica Endentamento dos parágrafos Endentamento das citações Usar uma menor que a do texto (Ex.4 110 Páginas Prefaciais Alinhamento Páginas do texto (da Introdução ao final) Alinhamento Algarismo romano minúsculo (Ex..1.ii..4 Margem superior Margem inferior Margem lateral direita Margem lateral esquerda 3 cm 2 cm 2 cm 3 cm 3 NUMERAÇÃO DA DISSERTAÇÃO OU TESE A numeração das páginas prefaciais e do texto deve ser conforme abaixo: 3.: i..: 1. 2.1 3.. devido aos documentos extraídos da Web 1.11 Referências 2 CONFIGURAÇÃO DAS PÁGINAS 2.1 2.3. iv.) Centralizado .

estatísticas e outros. tais como tabelas. registrá-los em caráter permanente. 3 TIPOS DE RELATÓRIOS Os relatórios podem ser dos seguintes tipos: • • • • • • técnico-científicos de viagem de estágio de visita administrativos fins especiais 111 . Estruturação e apresentação de relatório técnico-científico 1 CONCEITO DE RELATÓRIO É a exposição escrita na qual se descrevem fatos verificados mediante pesquisas ou se historia a execução de serviços ou de experiências. 1996) 2 OBJETIVOS De um modo geral.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica C. podemos dizer que os relatórios são escritos com os objetivos: • • divulgar os dados técnicos obtidos e analisados. gráficos. É geralmente acompanhado de documentos demonstrativos. (UFPR.

é feita a coleta. 5 FASE DE UM RELATÓRIO Geralmente a elaboração do relatório passa pelas seguintes fases: a) plano inicial: determinação da origem. processos. a ordenação e o armazenamento do material necessário ao desenvolvimento do relatório. preparação do relatório e do programa de seu desenvolvimento.4 RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO É o documento original pelo qual se faz a difusão da informação corrente. apresentação gráfica e física. métodos e análises. sendo ainda o registro permanente das informações obtidas. investigações. considerando-se os seguintes aspectos: redação (conteúdo e estilo). b) coleta e organização do material: durante a execução do trabalho. É elaborado principalmente para descrever experiências. c) redação: recomenda-se uma revisão crítica do relatório. sequência das informações. 6 ESTRUTURA DO RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO Os relatórios técnico-científicos constituem-se dos seguintes elementos: 112 .

..Verso ..3 Verso da falsa folha de rosto Nesta folha elabora-se padronizadamente a “Catalogação na Fonte” (solicite auxílio ao Bibliotecário da sua área.Sumário rosto 4 5 6 . para a confecção da ficha catalográfica).Obras consultacias (introdução) das 7 8 9 10 11 12 Figura 13 – Estrutura do relatório 6..Listas ..Anexos . Deve conter apenas o título do relatório. 113 .Errata .1 Capa Deve conter os seguintes elementos: • • • • • Nome da organização responsável.Falsa folha de rosto 2 1 da falsa folha de rosto 3 .Referên. com subordinação até o nível da autoria Título Subtítulo (se houver) Local Ano de publicação.Texto .Folha de . em algarismo arábico 6.Resumo .Capa - .. 6.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica .2 Falsa folha de rosto Precede a folha de rosto.

que se anexa ao relatório depois de impresso. com subordinação até o nível de autoria b) título c) subtítulo (se houver) d) nome do responsável pela elaboração do relatório e) local f) ano da publicação em algarismos arábicos 6. nomes geográficos e outros. mapas. devendo conter os seguintes elementos: a) nome da organização responsável. nomes de pessoas. Não deve ser confundido com: a) índice: relação detalhada dos assuntos.6. Table des Metières em francês. Contenido em espanhol.4 Errata Lista de erros tipográficos ou de outra natureza. c) listas: é a enumeração de apresentação de dados e informação (gráficos. na ordem em que aparecem. 6.5 Folha de rosto É a fonte principal de identificação do relatório. é a relação dos capítulos e seções no trabalho. É geralmente impressa em papel avulso ou encartado. tabelas) utilizados no trabalho.6 Sumário Denominado Contents em inglês. destacando os aspectos de maior interesse e importância. 114 . geralmente em ordem alfabética. b) resumo: apresentação concisa do texto. com as devidas correções e indicação das páginas e linhas em que aparecem.

Quando pouco extensas. o conteúdo é descrito por títulos e subtítulos. No sumário. b) desenvolvimento: parte mais extensa e visa comunicar os resultados obtidos.8 Resumo Denominado Resumé em francês. Abstracts em inglês. 6. que é uma lista dos capítulos e seções. As listas têm apresentações similares a do sumário. Resumen em espanhol. abreviaturas. O texto dos relatórios técnico-científicos contém as seguintes seções fundamentais: a) introdução: parte em que o assunto é apresentado como um todo. é a apresentação concisa do texto. sem detalhes.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 6. c) resultados e conclusões: consistem na recapitulação sintética dos resultados obtidos. Não deve ser confundido com Sumário. Conforme sua finalidade. ilustrações. 115 . enquanto no resumo.9 Texto Parte do relatório em que o assunto é apresentado e desenvolvido.7 Listas de tabelas. o conteúdo é apresentado em forma de texto reduzido. ressaltando o alcance e as consequências do estudo. o relatório é estruturado de maneira distinta. que é uma síntese. 6. destacando os aspectos de maior importância e interesse. siglas e símbolos Listas de tabelas e listas de ilustrações são as relações das tabelas e ilustrações na ordem em que aparecem no texto. as listas podem figurar sequencialmente na mesma página.

11 Referências É a relação das fontes bibliográficas utilizadas pelo autor. tal como leis. questionários. 6. Exemplo: ANEXO 1 – FOTOGRAFIAS ANEXO 2 – QUESTIONÁRIOS A paginação dos anexos deve continuar a do texto.2002 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. A padronização das referências é seguida de acordo com a NBR-6023/ago. as modificações a serem feitas. que se acrescenta a um relatório como esclarecimento ou documentação. Todas as obras citadas no texto deverão obrigatoriamente figurar nas referências bibliográficas.d) recomendações: contêm as ações a serem adotadas. sem dele constituir parte essencial. diferenciando-se uma da outra em alguns aspectos da estruturação. seguidos do título.10 Anexos É a matéria suplementar. 6. Sua localização é no final da obra. estatísticas. Os anexos são enumerados com algarismos arábicos.org 116 .apa. os acréscimos ou supressões de etapas nas atividades. Algumas pessoas utilizam as normas americanas da APA – American Psychological Association13. 13 Disponível em: http://www.

. Esta lista é optativa.1 Negrito. c) expressões de referência como ver... 3 cm Margem inferior: .. 2 cm 117 .. vide.. quando não seja possível dar esse realce pela redação... uso de tipos e paginação. formatos...12 Obras consultadas Lista na mesma ordem que as referências todas as obras que foram consultadas....2 Medidas de formatação do relatório • • • Margem superior: .. ela servirá para que mais pesquisadores possam ter acesso a obras que podem servir em suas pesquisas.... estrutura..Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 6.. 2 cm Margem direita: . e) nomes de espécies em botânica......... 7. b) títulos de livros e periódicos.. Seguir as orientações para dissertações e teses.. 7 APRESENTAÇÃO GRÁFICA Modo de organização física e visual de um trabalho... entre outros aspectos... zoologia (nesse caso não se usa negrito). levando-se em consideração. d) letras ou palavras que mereçam destaque ou ênfase.... mas não foram citadas no texto. 7.. f) os títulos de capítulos (nesse caso não se usa itálico). grifo ou itálico São empregados para: a) palavras e frases em língua estrangeira.

Buscando facilitar.....1. conforme as possibilidades.. como os citados anteriormente.. neste trabalho.. aproximando-se ao formato padrão exigido e aplicado na área de Metodologia da Pesquisa Científica.... Entre os trabalhos publicados existentes na área.12 Formato de papel: . De outra forma.. a divulgação deste roteiro ou manual incorpora-se ao mundo eletrônico da Internet.... Times New Roman ou outro tipo de letra serifada Tamanho de fonte: ... auxiliando aos iniciantes e veteranos pesquisadores no aperfeiçoamento da padronização de seus relatórios..3 cm Entre linhas (espaço): . colocamos sites disponíveis na Internet que favorecem a organização das referências bibliográficas junto a cada tipo de documento indicado na pesquisa (principalmente os eletrônicos) e que não são indicados em manuais impressos... ABNT e APA............ sugestões para procedimentos na apresentação de trabalhos técnico-científicos...... disponibilizar todas as fontes de informação para elaboração de trabalhos acadêmicos.... pretendemos. em formato eletrônico pela Internet.• • • • • Margem esquerda: ...A4 (210 X 297 mm) 8 CONCLUSÃO Deixamos.. o que vem possibilitar o acesso à consulta e até mesmo impressão de cópias. 118 ... principalmente o Relatório.... Finalizando.... encontramos dificuldade na apresentação padronizada dos documentos extraídos da Internet que necessitam de tratamento bibliográfico obedecendo aos padrões pré-estabelecidos...5 cm Tipo de letra sugerida: ...

não dispensa a consulta original. os resultados e as conclusões do documento. 2003. artigos científicos e artigos de eventos é necessário a elaboração de um resumo. A norma da ABNT define quatro tipos de resumo: • Resumos: apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento. 119 . Essa redação tem que ser coesa. norma específica da ABNT. de tal forma que este possa. • Resumo informativo: informa ao leitor finalidades. metodologia. p. nas dissertações. Quando analisa apenas uma determinada edição entre várias. inclusive. 2003. Elaboração de resumo Em todos os tipos de suportes da área científico-acadêmica. Também chamado de resenha. o método. dispensar a consulta ao original (ABNT. De modo geral. • Resumo crítico: resumo redigido por especialistas em análise crítica de um documento. resultados e conclusões do documento. denomina-se recensão. teses. p. A ordem e a extensão destes itens dependem do tipo de resumo (informativo ou indicativo) e do tratamento que cada item recebe no documento original” (ABNT. clara e objetiva nas formas de tipos de suportes apresentados.1) “O resumo deve ressaltar o objetivo. os seja. • Resumo indicativo: indica apenas os pontos principais do documento.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica D. são estabelecidos os requisitos para redação e apresentação de resumos. quantitativos etc. De acordo com a NBR 6028/2003. não apresentando dados qualitativos. 2).

unesco. b) fórmulas. diagramas etc. • Palavras-chave: devem figurar logo abaixo do resumo. 2003): • Utilização do verbo: deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.eric. 14 15 Disponível em: http://portal. antecedidas da expressão “Palavras-chave:” separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.br/pesquisa-thesaurus Disponível em: http://www.Entre as outras informações complementares sobre o resumo. quando seu emprego for imprescindível. Segundo a norma de resumo. o tamanho redacional das palavras para o resumo de dissertações e teses e o tamanho de resumo para artigos.jsp 16 Disponível em: http://databases. • Evitar: a) símbolos e contrações que não sejam de uso corrente. escolhidas.ed. existe a limitação da extensão da escrita em cada tipo de resumo. equações. Tesauro da Unesco16). em vocabulário controlado (exemplos: Tesauro BRASED14 . que não sejam absolutamente necessários.inep.gov.gov/ERICWebPortal/search/basic.org/thesaurus/ 120 . devemos seguir as seguintes orientações (ABNT. • Palavras-chave: devem ser representativas do conteúdo do documento. Tesauro do ERIC15. defini-los na primeira vez que aparecerem. preferentemente. ou seja.

para os resumos devem ter: • de 150 a 500 palavras os de trabalhos acadêmicos (teses. • de 50 a 100 palavras os destinados a indicações breves. de acordo com a NBR 6028. por suas características especiais. • de 100 a 250 palavras os de artigos de periódicos. Os resumos críticos. Assim ficará mais fácil você elaborar o resumo e verificar para que não se ultrapasse o limite estipulado em cada um dos tipos de suportes. não estão sujeitos a limite de palavras.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica A extensão. Figura 14 – Tela do processador de texto Word na contagem de palavras 121 . dissertações e outros) e relatórios técnico-científicos. do tipo “Word”. pode-se usar o editor de texto. que no item “Revisão” apresenta o contador de palavras. Para a contagem das palavras dos resumos.

sistema gerador de referências. citamos como exemplo o catálogo bibliográfico Acervus17. que é gerenciado pelo software SophiA. Catálogos de bibliotecas que organizam referências Vale a pena lembrar que existe em alguns catálogos de bibliotecas. permitindo o acesso para geração da referência completa dos dados.br 122 . possuindo no seu sistema um link para a informação detalhada da obra pesquisada (ficha resumida). No caso da UNICAMP. conforme se observa na figura abaixo: m Figura 15 – Catálogo Acervus do Sistema de Bibliotecas da UNICAMP 17 Disponível em: http://acervus.unicamp.E. o mesmo possui link para gerar as referências dos documentos levantados durante uma pesquisa bibliográfica. quando se pesquisa nestes catálogos. ou seja.

br Disponível em: http://143.58.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Existem também outros catálogos/bases bibliográficos que geram referências no seu sistema de consulta. 18 19 Disponível em: http://dedalus.106. que obedecem aos padrões do formato ABNT.usp. Citamos como ilustração o catálogo Dedalus18 da USP e a base de dados e o Edubase19 da Faculdade de Educação.htm 123 .49/fae/default.

nov. ago. mars avr. mayo jun. dic. abr. ago. abr. set. mar. apr. sept. maio jun. déc. nov. janvier février mars avril mai juin juillet août septembre octobre novembre décembre Francês – – – – – – – – – – – – jan. oct. Abreviaturas de meses em várias línguas20 Português janeiro – fevereiro – março – abril – maio – junho – julho – agosto – setembro – outubro – novembro – dezembro – jan. mai juin juil. ago. Espanhol enero – febrero – marzo – abril – mayo – junio – julio – agosto – septiembre – octubre – noviembre – diciembre – ene. fev. nov. NBR 6023/2002. mar. feb. 19. 124 . fév. giug. nov. gennaio febbraio marzo aprile maggio giugno luglio agosto settembre ottobre novembre dicembre Italiano – – – – – – – – – – – – gen. mar. jul. p. feb.F. lugl. set. out. jul. dez. 20 Fonte: ABNT. ott. oct. août sept. dic. mag.

Mar. Okt. Feb.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica January Fbruary March April May June July August September October November December Inglês – – – – – – – – – – – – Jan. Januar Februar März April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Alemão – – – – – – – – – – – – Jan. Nov. Oct. May June July Aug. Nov. Dec. März April Mai Juni Juli Aug. Apr. Sept. Dez. Sept. 125 . Feb.

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apoiado em software de um sistema de computador. industrial. acadêmico. gerencial. Esta produção está na forma de manuscritos.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica GLOSSÁRIO21 ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – Órgão responsável pela normalização técnica no Brasil. autenticar solicitações 21 Fonte: SANTOS. teses. 127 . de serviços e outros correlatos. APUD Ver CITAÇÃO DE CITAÇÃO. 2003. com seus respectivos dicionários. fundada em 1940. AUTOR É o produtor e ao mesmo tempo o consumidor da informação. 2. além de mantê-las atualizadas. As novas redes interativas utilizam grandes bases de dados para processar transações. Produz matéria-prima da cadeia de produção de base de dados como resultado de seu trabalho técnico. técnico. comercial. Cadastro de dados armazenados em meio magnético. Tem como objetivos: elaborar normas brasileiras e fomentar seu uso nos campos científico. RIBEIRO. etc. campos recuperáveis e formatos de saída predefinidos. Informações ou arquivos guardados em um computador para recuperação e uso. BASE DE DADOS 1. agrícola. pré-impressos.

corresponde a uma obra de referência impressa. registradas nos mais diferentes tipos de suportes. 3. Lista de livros artigos ou outras fontes (entrevistas. Todas as bases de dados contêm informações que são arranjadas em elementos distintos para tornar mais fácil encontrar e manipular os dados. É uma área do conhecimento incumbida de reunir. garantindo aos cidadãos o direito de acesso à informação. BIBLIOGRAFIA 1. publicações e outros itens. 4. ou são publicadas separadamente. armário). Objetiva também proporcionar a interação entre o conhecimento registrado e o usuário. comumente chamados de registros. citações ou documentos dependendo do seu formato. artigos. rastrear inventários. geralmente sobre um único assunto ou assuntos relacionados. Uma lista de livros. são coleções de registros num determinado assunto. São encontradas no final dos livros ou artigos. filmes) em determinado assunto. Vem do grego biblion (livro) e theke (caixa. BIBLIOTECONOMIA 1. 3. definido por Buonocore como “o conjunto de conhecimentos teóricos e técnicos relativos à organização e administração de uma biblioteca”. 2. documentos. Como disciplina. processar e disseminar informações de forma racional. Também chamada File. 2. localizar usuários inconstantes e coletar informações do mercado – aumentando as delicadas considerações de privacidade.de crédito. é considerada o estudo dos princípios racionais para 128 . 3. Relação de obras que tratam do assunto abordado pelo autor na publicação e que complementam as referências bibliográficas.

vídeo ou som.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica realizar. Capaz de armazenar 550 megabytes que correspondem a mais de 200 mil páginas de texto datilografado em papel A4. Indicação de palavras ou nomes em maiúsculo. em espaço simples. durabilidade. ou mais de 200 livros de 1. Utiliza a tecnologia do disco compacto de áudio. com maior eficácia e o menor esforço possível. Meio de armazenamento caracterizado pela alta capacidade (aproximadamente 600 megabytes) e pelo uso de técnicas óticas de laser em vez de eletromagnetismo para a leitura de dados. os fins específicos da biblioteca.000 páginas. 2. letras acentuadas e elevadas. padronização do formato de gravação. CAIXA ALTA 1. Parte superior da caixa onde se colocam as letras capitais ou versais. rapidez e baixo custo de fabricação por unidade. Discos que contêm quantidades massivas de informação – 600 MB ou mais de dados: texto. 2.500 disquetes de 360 kbytes. a informação gravada no disco não pode ser modificada. Caracteriza-se por sua alta capacidade de armazenamento. 3. para armazenar informação digital legível por computador pessoal. ou ainda 1. 4. gráficos. CD-ROM Sigla de Compact Disk-Read Only Memory – 1. Muito utilizado para armazenar 129 . Pode ser traduzido como Disco Compacto – Memória Somente para Leitura. O CD ROM difere do CD ÁUDIO em dois aspectos: os dados são gravados com um controle de qualidade mais sofisticado e a sua leitura necessita de equipamento especial chamado leitor de CD ROM.

3. bases de dados bibliográficas. Reprodução de informação citada por outros autores. Quando uma obra traz a citação de uma outra obra – ou parte – sendo que somente a segunda foi consultada. A listagem bibliográfica deve incluir os dados completos do documento efetivamente consultado e os dados do documento não consultado. seguido da expressão “Apud” (citado por). seja como imagens ou na forma de hipertexto. através de uma rede de computadores. 3. tendo por base meios de teleprocessamento. CORREIO ELETRÔNICO Electronic Mail/E-Mail – 1. 2. e aos quais o autor do trabalho em questão não teve acesso. as mensagens chegam instantaneamente ou ao cabo de no máximo 130 . Troca de informações em forma de mensagens. Tanto faz mandar uma mensagem para alguém do prédio ao lado ou para o Sri Lanka. chamados de mensagens. 2. Um meio de comunicação baseado no envio e recepção de textos. O armazenamento e a recuperação de textos completos. Serviço através do qual os usuários podem corresponder-se pela rede de uma forma mais rápida e mais confiável.enciclopédias. programas de computador. CITAÇÃO DE CITAÇÃO 1. Quando o pesquisador não tem acesso a determinada obra. é uma das aplicações mais promissoras do CD ROM e que viabiliza economicamente a chamada documentação eletrônica. mas cita trechos dela através da consulta a outras obras. dependendo do destinatário. cujos documentos tenham sido efetivamente consultados. bem como participar de debates e listas de interesse sobre tópicos específicos.

DISSERTAÇÃO Constitui o produto de pesquisas desenvolvidas em cursos no nível de pós-graduação (mestrado). Transmitido da Internet para as redes externas através de gateways de correio eletrônico. projeto especial ou contribuição técnica. ou em rede. armazenadas em um ou mais meios físicos. A partir da Norma de referências bibliográficas NBR-6023/89. mensagens enviadas via computador. podendo ser baseada em trabalho experimental.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica algumas horas. Endereço de correio eletrônico. 5. Deverá evidenciar conhecimento da literatura existente e a capacidade de investigação do candidato. consistente. DOCUMENTO ELETRÔNICO 1. que constituem de pontos de conexão que convertem os diferentes protocolos de correio eletrônico de cada rede. adotou-se “et al. Expressão latina que significa “e outros” (et allii – plural). ET AL. 4. Veiculação de material publicado eletronicamente com referência a qualquer forma de informação arquivada em meio eletrônico. Unidade flexível e dinâmica. 2. criados e utilizados por um ou mais indivíduos no desenvolvimento de algum processo ou projeto.”. de conteúdo não linear representado como um conjunto de itens de informações enlaçadas. 131 .

artigos.ERIC22 ERIC – Education Resources Information Center ou Centro de Informações em Fontes Educacionais – é uma biblioteca digital on-line de pesquisa em educação e informação. ensino de tomada de decisão e pesquisa (ERIC. contendo o título do livro e o nome do autor e da editora. A base de dados ERIC fornece fácil acesso à literatura de educação para apoiar o uso da pesquisa em educação e informação para melhorar a prática na aprendizagem. edição. além de outras informações. editora. Essa ferramenta classifica os resultados da busca segundo 22 23 Disponível em: http://www. de propriedade da empresa Google. etc. resumos. É a fonte que fornece os dados necessários à identificação da obra. Página do início do livro. como o nome do autor.ed. A base de dados do ERIC é patrocinada pelo Instituto de Ciências da Educação (IES) do Departamento de Educação dos EUA.eric. nas mais diversas disciplinas.br/ 132 . e tem como principal finalidade fornecer uma maneira simples de pesquisa de literatura acadêmica (teses. livros.com. normalmente com planejamento visual especial.gov/ Disponível em: http://scholar. título. 2011). GOOGLE ACADÊMICO (GOOGLE SCHOLAR)23 O Google Acadêmico é um serviço na Internet. subtítulo. data de publicação. Página onde se encontram os dados essenciais de uma obra.) de forma abrangente. local de publicação.google. ensino. FOLHA DE ROSTO 1. 2.

GOPHER 1. Você pode pesquisar várias disciplinas e fontes em um só lugar: artigos revisados por especialistas (peer rewiewed). 3. Serviço criado para facilitar a localização de arquivos e a navegação entre os domínios da rede. A maneira como o Gopher mostra as informações. em Las Vegas. Além disso. Foi inventado em 1991 por alunos da Universidade de Minnesota. livros. chamado Veronica. Alguns processos de busca via Gopher permitem procurar um mesmo assunto em todos os computadores ao mesmo tempo. ele ajuda a: pesquisar diversas fontes em um só lugar. teses. O Google Acadêmico ajuda a identificar as pesquisas mais relevantes do mundo acadêmico. permite a localização de informações baseadas em palavras chaves e frases. 2011). ficar sabendo sobre os artigos principais de qualquer área de pesquisa (GOOGLE. não é visualmente tão agradável como as informações encontradas na World Wide Web. armazenar o artigo integral em sua biblioteca ou na web. localizar artigos. É um processo de busca simultânea de informações depositadas em milhares de computadores interligados em todo o mundo. Uma das ferramentas da Internet. 2. organizações profissionais. que aceitam esse tipo de busca. O mais famoso desses processos é um programa produzido pela Universidade de Nevada. em forma de texto. A tela do Gopher é como uma tábua de conteúdo: pode-se mover através de menus e transferir 133 . resumos e artigos de editoras acadêmicas. resumos e citações. que inclui gráficos. as referências mais úteis são apresentadas. universidades e outras entidades acadêmicas.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica a relevância. bibliotecas de pré-publicações. seguindo os critérios da íntegra de cada artigo e seu autor. ou seja.

significa “na mesma obra”. IBIDEM/IBID 1. Documento que contém hiperlinks (links = elos) para outros documentos. Sigla do principal programa da rede WWW. 2.arquivos encontrados através do comando m para um número eletrônico qualquer. de forma transparente para o usuário. Protocolo utilizado na Web para normatizar a movimentação de informações e documentos pela Internet. 2. HTTP (HyperText Transfer Protocol/ HyperText Transport Protocol) – 1. só é usado quando se fizerem várias citações de um 134 . Protocolo que permite que os autores de hipertextos incluam comandos que permitam saltos para recursos e outros documentos disponíveis em sistemas remotos. Quando um link é ativado. que significa protocolo de transferência de hipertexto. Tecnologia que permite marcar palavras ou imagens para que elas sirvam de conexão direta para outros documentos. indicação de fotos. Basta apontar e clicar sobre a indicação de imagem para que ela apareça na tela como num CD ROM. A intrigante e sensacional diferença é que o texto e as imagens estão sendo transmitidos de milhares de quilômetros de distância e. o browser (ver navegador) recupera uma cópia daquele item e mostra na tela. Em citação bibliográfica. A Web abre na tela do computador uma página multimídia que contém texto. gráficos e até vídeos. HIPERTEXTO 1. 3. em alguns casos. vindos das mais diferentes fontes.

etc. 1996. 1997. Um índice de livro é a 135 . variando apenas a paginação. Significa na mesma obra. p. Ex.. 20-25. 3 Idem. Esta informação se encontra. Precede nomes próprios e é usada quando se cita parte de um texto. títulos. 12. Ex. CAsa publicadora (editora) e DAta da publicação (LU-CA-DA). Um índice de periódicos lista artigos por assunto e autor. p. geralmente. mas às vezes é necessário procurá-la nas páginas preliminares. 11. p. p.: 1 Silva. IMPRENTA 1. especialmente no verso da página de rosto ou no colofão. Área da Catalogação ou Referência Bibliográfica que identifica LUgar. 1990. 19-21. 2 Idem. 1995. Termo usado para designar: lugar de publicação de uma obra. que ajuda na localização de informações. 2. nomes. quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor. Lista de assuntos. ÍNDICE 1. na página de rosto. É usada numa sequência de notas de rodapé que repetem a mesma obra de um autor. casa editora e data da publicação e/ou de direito autoral.: 1 Silva.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica mesmo documento. 2. 2 Ibidem. IDEM/ID Significa “do mesmo autor” e substitui o nome. IN Preposição latina que significa “em”.

correio eletrônico. predominantemente das comunidades acadêmicas e de pesquisa. roteadores e/ou gateways. interligadas por pontes. Concatenação de muitas redes TCP/IP individuais. ARPAnet – a rede civil. Roteiro ordenado (alfabético ou sistemático) dos itens de uma coleção num sistema de classificação. Sua primeira demonstração pública deu-se em outubro de 136 . envolvendo mais de 500 mil computadores e servindo a mais de 7 milhões de usuários. incorporando cerca de 5 mil redes em 46 países. login remoto. originalmente criada nos EUA. significa a “rede das redes”. nomes geográficos e outros com a indicação de sua localização no texto. news e outros serviços. universitárias. Relação detalhada de assuntos e/ou nomes de pessoas. INTERNET 1. Criada a partir da ARPAnet. numa única rede. Pode ser onomástico (de nomes próprios). nacionais. Vem no final da obra. é hoje considerada a maior rede do mundo. que se tornou uma associação mundial de redes interligadas. regionais. que utilizam protocolos da família TCP/IP. 2. 5. 2. 4. 3. mecanismo ou instrumento empregado na localização e recuperação da informação. que dá os números das páginas onde os nomes e assuntos podem ser localizados. todas compartilhando um mesmo esquema de endereço. cronológico (de datas) e de assunto. estatais. 3. é ordenado alfabeticamente e remete para o número da página em que a palavra é encontrada. Set de campos pesquisáveis. A Internet provê transferência de arquivos. Com inicial minúscula significa genericamente uma coleção de redes locais e/ou de longa distância. Com inicial maiúscula.lista no final do mesmo. MILNET – a rede militar do Departamento de Defesa). 4. (tais como NSFnet.

um conjunto de indicações precisas e detalhadas. É uma organização internacional formada por serviços de diversos países. que visava articular os pesquisadores do complexo industrial-militar e. ISO não é um acrônimo. o AFNOR (francês) e a ABNT (brasileira). Cada país tem o seu órgão normalizador. 4. na “I International Conference on Computers and Communications” em Washington. a memória científica e tecnológica do sistema. sua ampliação foi promovida pela National Science Foundation. o BSI (inglês). e que estabelece padrões industriais de aceitação mundial. socializar. suficientes para permitir a identificação de uma publicação ou parte dela. fundada em 1947. Aos poucos essa rede foi sendo aberta ao restante da comunidade científica. 3. DC. Coordenador do principal padrão de rede em uso. A Organização Internacional de Normalização. ISO (International Organization for Standardization) – 1. ao mesmo tempo. facilitando enormemente o intercâmbio científico nos EUA. nesse campo restrito. 5. Nasceu de uma rede militar americana – a ARPAnet – criada em 1969 pela Darpa (agência de pesquisas do Pentágono).Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica 1972. no Brasil é a ABNT. para minimizar o risco de sua destruição na eventualidade de uma guerra total. 2. Com o fim da guerra fria. estabelece recomendações sobre elementos essenciais na descrição bibliográfica. é o órgão responsável pela normalização de publicações. daí a escolha do nome de uma organização que cuida da padronização de procedimentos. 137 . e sim uma palavra derivada do grego isos significando “igual” e “isonomy” que é o mesmo que “igualdade”. tais como o ANSI (americano).

e é usado como meio de comunicação entre pessoas interessadas em discutir temas específicos. Tipicamente. A MLA da América. desde dinossauros e computadores até gays e lésbicas. distribuído via e-mail por certos computadores mantenedores da lista de pessoas envolvidas nas discussões. MLA24 Sigla adotada para Modern Language Association (Associação da Língua Moderna). Grupo de discussão. sócios trabalharam para fortalecer o estudo e ensinando o idioma e a literatura. explorando uma facilidade conhecida como alias (um endereço fictício contendo uma lista de endereços eletrônicos). possivelmente com um moderador. Durante mais de cem anos. um browser será um 24 Disponível em: http://www. Cliente para extração de informação em um servidor Web ou Gopher. Serviços de assinatura por área de interesse. que manda artigos sobre literatura brasileira e portuguesa. A distribuição eletrônica de artigos pelo computador é gratuita. 3. O único serviço sobre o Brasil é oferecido pela Associação Americana Portuguesa de Estudos. Serviço que permite o intercâmbio de mensagens entre vários usuários. 2. provê oportunidades para seus sócios compartilharem os achados eruditos de suas experiências pedagógicas com colegas e discutirem tendências na academia.LISTA DE DISCUSSÃO 1. fundada em 1883. Funciona como uma extensão do correio eletrônico.mla.org/ 138 . NAVEGADOR 1.

gravações. NBR 6023 (Norma Brasileira Registrada) – Norma da ABNT que fixa as condições exigíveis pelas quais devem ser referenciadas as publicações mencionadas num determinado trabalho.microsoft. Termo genérico usado para descrever programas-cliente usados para acessar a WWW. Antiga NB66. filmes. FIREFOX26 e mais atualmente. um servidor (isto é. o GOOGLE CHROME27. É o programa usado para explorar a parte gráfica da Internet. No âmbito da informática.google. 2.mozilla. contendo informações de interesse amplo.com/pt-BR/internet-explorer/ products/ie/home 26 Disponível em: http://www. folhear). Vem do verbo inglês to browse (procurar. NB Norma Brasileira. etc.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica programa em um computador pessoal que acessará. através de uma linha telefônica. 3.org/pt-BR/firefox/new/ 27 Disponível em: https://www. que não devam ser incluídas no texto. os navegadores mais usados são: INTERNET EXPLORER25. NOTAS DE RODAPÉ Destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer considerações. um programa que atende a demanda de clientes remotos).com/chrome?hl=pt-BR 139 . 25 Disponível em: http://windows. relacionadas em bibliografias ou objeto de resumos ou recensões.). Pode ser aplicada também à referenciação de material especial (microformas. mapas.

2. magazines e newspapers. também usadas para indicar dados relativos à comunicação pessoal. PUBLICAÇÃO ELETRÔNICA Ver DOCUMENTO ELETRÔNICO REFERÊNCIA 1. almanaques e yearbooks que são lançados todos os anos. no todo ou em partes. Publicação com o propósito de continuar indefinidamente. magazines e newspapers. mas citados pelo autor. É redigida de acordo com normas existentes num grande número de países. Há dois tipos de notas de rodapé: bibliográficas – indicam fontes bibliográficas. como journals. Transcrição de dados que permitem a identificação dos documentos. com a finalidade de comercializá-los. livros. Conjunto de referências através das quais é possível identificar publicações. a trabalhos não publicados e a originais não consultados. indexa e organiza a apresentação dos dados. 3. 2. Um item que é publicado regularmente. PRODUTOR Entidade ou empresa privada que coleta.para não interromper a sequência lógica da leitura. e explicativas – que referem-se a comentários e/ou observações pessoais do autor. É um conjunto de dados bibliográficos que identificam um documento 140 . textos relacionados com as afirmações contidas no trabalho. PERIÓDICO 1. Inclui periódicos como: journals.

Um nó na Internet. designa um conjunto de páginas que representa uma pessoa. lugar. Relação de publicações que o autor consultou para escrever sua obra. dos assuntos abordados e da forma como estes aparecem na publicação. Palavra em inglês que significa local. remete para a página onde se encontra o conteúdo relacionado. É colocado no início do livro. Na Internet. Ex. Uma instituição. Seguindo a ordem de abordagem da obra. 4. 4. Indicação do conteúdo do documento.: www. na mesma ordem e grafia em que aparecem no texto. seguindo uma norma determinada. 3. Endereço na Internet. 2. Parte da obra onde é feita a indicação do conteúdo.unicamp. SITE [INSTALAÇÃO] (Sítio) 1. ordenados criteriosamente segundo normas específicas de Referenciação Bibliográfica. Nos livros antigos ele vem no final do volume.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica ou parte dele. 5. pessoas. 5. universidades e entidades que fazem parte do ciberespaço. onde computadores são instalados e operados. após a folha de rosto. Local virtual de empresa. TESE Constitui o produto de pesquisas desenvolvidas em cursos no nível de pós-graduação (doutoramento). Conjunto de dados que permitem a identificação e a localização de documentos citados como fontes de pesquisa.br Pode ser um site na parte gráfica ou correio eletrônico. 141 . 2. refletindo as suas divisões e/ou seções. ou empresa na rede. SUMÁRIO 1.

Um sistema de localização e pesquisa de informações. como televisão em preto e branco. Também conhecida como Web. através de uma interface que possibilita o acesso a informações multimídia. Meta-rede. Perto da WWW. 3. é conhecida simplesmente como “the Web”. o WWW. WWW (World Wide Web) 1. 142 . é responsável pela popularização da Internet. que integra diversos serviços da Internet. ou teia de alcance mundial. outros recursos como WAIS e Gopher ficam sem graça. Exige programas especiais e computadores com grande capacidade de processamento gráfico. baseada em hipertextos.Aborda um tema único. 2. Invenção do famoso CERN de Genebra. é um conjunto de instalações multimídia que podem ser acessadas graficamente. 4. É a maior sensação da rede e o salto definitivo de popularidade dado pela Internet. Laboratório Europeu de Física de Partículas. e difíceis de usar como os velhos rádios de ondas curtas. desde os finais da década de 90. que permite o acesso a um volume ilimitado de dados em âmbito mundial. exigindo investigação original e devendo representar trabalho de real contribuição para o tema escolhido.

116.128 Edubase. 44 título. 44 Acervus ver BASES DE DADOS American Psychological Association (APA). 86 Associação Brasileira de Normas Técnicas ver NORMAS ABNT ver também NORMAS Autores ver REFERÊNCIAS Autoria desconhecida ver REFERÊNCIAS B BASE DE DADOS. 61. 32. 85 expressões latinas. 124 anexo F. 32. 86 uso de. 123 Bases de dados on-line ver REFERÊNCIAS 143 .37 editores. 124 organizadores.33 publicações periódicas. 33 compiladores. 33.67.118 Anais (eventos) ver REFERÊNCIAS Artigos de periódicos ver PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS Artigos de jornais ver REFERÊNCIAS ASPAS.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica ÍNDICE A ABREVIATURAS adaptadores. 33 coordenadores. 33. 49 meses (nomes de).46 entidades coletivas.

102. 83 conceito. 86 livre (indireta). 122 Dedalus. 24. 83 recomendações (citações livres e textuais). 67 CD-ROM ver também REFERÊNCIAS CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS. 123 organização. 83 textual (direta).BIBLIOGRAFIA.84 citação de citação. 129 definição.89 COMUNICAÇÕES PESSOAIS. 27. 122 anexo E. 83. 27.29. 122 Sistema de Bibliotecas da UNICAMP. 24.56 Congressos (eventos) ver REFERÊNCIAS Correio eletrônico ver REFERÊNCIAS 144 .33. 85 COLCHETES. 122 Acervus. 24 consultada.89 uso de. 27. 129 conceito. 67 tipos.128 conceito. 122 CD-ROM conceito.28. 27 CATÁLOGOS ON-LINE. 88 tipos. 79 C CAIXA ALTA.

110 anexo B.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica D DATAS. 38 apresentação. 110 margens. uso de (nota 6). 110 anexo B.107 anexo B. 29 provável. 109 anexo B. 57 tipos de. 29 século certo. 29 colchetes. 29 Decisões ver REFERÊNCIAS Decretos ver REFERÊNCIAS Dedalus ver BASE DE DADOS Discos ver REFERÊNCIAS Disquete ver REFERÊNCIAS DISSERTAÇÃO/TESE. 109 anexo B. 38. 29 século provável. 108 anexo B. 108 configuração. 38. 29 sem data (nota 4) . 29 aproximada. 29 recomendações.107 elementos básicos. 29 década certa. 55. 110 papel (tipo de). 57 145 . 109 redação.56 elementos básicos. 109 Dissertações ver também REFERÊNCIAS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS.

).. 49. 54 infra. 49 referências.127 exemplum gratia (e.e. 24 ENTREVISTAS. 50 in. 40 não publicadas.). 136 ftp. 52 146 .). 31. 50 ibidem (ibid.131 locus citatum (loc. 134 Documentos eletrônicos ver também REFERÊNCIAS Documentos jurídicos ver REFERÊNCIAS Dois autores ver REFERÊNCIAS E Edubase ver BASE DE DADOS E-mail (Correio eletrônico) ver REFERÊNCIAS Encontros (eventos) ver REFERÊNCIAS ENTRADA.133 http.g. 52 notas de rodapé. 24 conceito. 49 citadas no texto.54.). 41 Eventos ver REFERÊNCIAS EXPRESSÕES LATINAS.documentos. cit. 56. 57 protocolos. 52 et al. 56 gopher. 41 referência. 40 publicadas. 27 tipos de. 53 iste (i. 54. 54 tipos de expressões. 24 formas. 49 apud.134 idem (id).

143 Internacional Standardization Organization [ISO] ver DOCUMENTOS ELETRÔNICOS International Standardization Organization [ISO] ver NORMAS ISO ver NORMAS 147 .n.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica opus citatum (op.). 53 vide (vid).). 114. 51 sequentis (et seq. 52 F File Transfer Protocol [FTP] ver DOCUMENTOS ELETRÔNICOS Filme (fita-de-vídeo) ver REFERÊNCIAS Fita-cassete ver REFERÊNCIAS Forma de parentesco ver REFERÊNCIAS G GLOSSÁRIO.135. GOPHER ver DOCUMENTOS ELETRÔNICOS H Hyper Text Transfer Protocol [HTTP] ver DOCUMENTOS ELETRÔNICOS I ÍNDICE.). cit.). 27 sine nomine (s. 51 sine locus (s. 51 passim.l. 28 supra.

118.124 Norma Brasileira Registrada [NBR-6028] resumo. 116.98.137.139 Norma Brasileira [NB]. 119 tipos de. 44 148 . 29.J Jornais ver Artigos de jornais (REFERÊNCIAS) L Leis ver REFERÊNCIAS Listas de discussões ver REFERÊNCIAS M Mais de três autores ver REFERÊNCIAS Mapas ver REFERÊNCIAS Meses ver ABREVIATURAS Monografia ver TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO N Nomes espanhóis ver REFERÊNCIAS NORMAS Associação Brasileira de Normas Técnicas [ABNT].127.119.45.64. 131 Norma Brasileira Registrada [NBR-6023] referências.123. 38. 119 Norma Brasileira Registrada [NBR-6032] abreviação de títulos de periódicos.109.

28. 74 constituições (nota 9).28 data. 33 editores. uso de. 26 separação dos elementos das (nota 1). organizadores. 33 coordenadores. 81 numeração.109. 26 responsáveis intelectuais (nota 8). sem a (nota 4). 27 notas tipográficas. 26 colchetes. ver também ABREVIATURAS siglas (notas 12). 33 adaptadores.140 uso de. 107 NOTAS DE RODAPÉ. sem a (nota 3). sem o (nota 2). 28 jurisdição.57 alinhamento. 49. 98.139. 28 ordenação das referências (nota 11). 98 Norma Brasileira Registrada [NBR-14724] trabalhos técnicos-científicos.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica Norma Brasileira Registrada [NBR-10520] citação. 85 título original (nota 7). 33 compiladores. 26 digitação das (nota 1). 29 alinhamento das (nota 1).4 . 76 editora.107 estrutura. uso de (notas 2 . 30 Notas de rodapé ver EXPRESSÕES LATINAS 149 . 27. 85 citações. 81 referências bibliográficas. 49.54 NOTAS ESPECIAIS. 74 local de publicação. ver também DATAS documentos jurídicos (nota 10). 38. 6). abreviatura. sem (nota 5).135.

P
PAGINAÇÃO, 51,86,116,135 abertura, 107 anexos A, B, C 97,107,109 textos, 110 Portarias ver REFERÊNCIAS PALAVRAS-CHAVE, 120 anexo D, 119 PROJETO DE PESQUISA, 97 apresentação gráfica, 98,101 anexo A, 101 estrutura, 97 anexo A, 97 redação, 99 anexo A, 99 tipos, 99 anexo A, 99 PUBLICAÇÕES, 23,25,26,43 avulsas, 25,37 elementos essenciais, 37 conceito, 37 referência, 44 periódicas, 43,45,56 apresentação, 45 artigos de, 45 conceito, 43 referência, 37 sem daras, 29 seriadas, 45,62

150

Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica

REFERÊNCIAS artigo de jornais, 46 apresentação, 26 composição, 25 conceito, 23 dicionários (verbete), 47 dissertações, 38 documentos eletrônicos, 53,57 bases de dados on-line, 61,62 correio eletrônico, 64 dissertações, 60 enciclopédia (verbete), 47 eventos, 36 listas de discussões, 64 livros e monografias, 57 no todo, 57 partes isoladas, 58 publicações seriadas, 62 artigo, 63 no todo, 62 teses e dissertações, 60 documentos especiais, cd-rom, 67 discos, 69 disquete, 71 dvd, 69 filme (fita de vídeo), 69 fita-cassete, 69 mapas, 68 partitura, 70 videocassete, 69 documentos jurídicos,

R

151

doutrina, 76 jurisprudência, 75 legislação, 76 entradas, 27 formas de, 24,27 dois autores, 29 mais de três autores, 31 nomes espanhóis, 33 parentesco, 34 sem autor, 33 título, 33 travessão na autoria, 35 três autores, 30 único autor, 27 vários autores, 32 tipos de, 24 especialização (lato sensu), 38 eventos, 59 ordenação, 79 publicações avulsas, 37 teses e dissertações, 38 trabalho de conclusão de curso, 39 tradutor, 30 RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO, apresentação gráfica, 117 anexo C, 117 fase, 112 anexo C, 117 estrutura, 113 anexo C, 113 tipos, 111 anexo C, 111 RESUMO, conceito, 114,115

152

45 referência. ver REFERÊNCIAS 153 . 39. 120 tipos. uso de. 121 anexo D. 122 SophiA. 121 elaboração. 39 referência. 39 apresentação. 40 Travessão. 108. 39 conceito. 119 anexo D.Percurso científico: guia prático para elaboração da normalização científica e orientação metodológica contagem de palavras. 120 anexo D. 121 anexo D. 121 uso do Word. 122 T Teses ver REFERÊNCIAS Título original ver NOTAS ESPECIAIS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. 119 S Sem autor ver REFERÊNCIAS Seminários (eventos) ver REFERÊNCIAS Sentenças das cortes ou tribunais ver REFERÊNCIAS SEPARATAS. 45 Seriadas ver PUBLICAÇÕES SIGLAS lista de.115 páginas prefaciais. xi Simpósios (eventos) ver REFERÊNCIAS Software de biblioteca.

fita de ver REFERÊNCIAS W World Wide Web [www] ver DOCUMENTOS ELETRÔNICOS 154 .U Único autor ver REFERÊNCIAS V Vários autores ver REFERÊNCIAS Vídeo.

como estruturar os trabalhos acadêmicos (tcc. De fato. Além da organização das referências. dissertações e teses) e auxilia os menos experientes na montagem de um projeto de pesquisa. Trata-se de uma obra obrigatória à biblioteca de todos aqueles que se lançam à produção de trabalhos acadêmicos e relatórios de pesquisa. é de grande valia para a área de documentação e pesquisa. com o advento da Internet. aponta como elaborar um relatório técnico-científico. baseado nas normas da ABNT e ISO. eletrônicos e especiais. Essas mudanças são aqui incorporadas. . como na forma de busca nas bases de dados on-line. dentro de uma clareza meridiana e didática. organiza também as citações de todo tipo de documentos. mesmo porque mostra como o pesquisador deve organizar as suas referências bibliográficas para documentos impressos.Este manual. as rotinas de normalização sofreram significativas mudanças tanto na organização.

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