OS PILARES QUE SUSTENTAM A DOUTRINA ESPÍRITA

“O espiritismo é uma salada mística fundamentada na auto-suficiência.”

I – A CRENÇA NA REENCARNAÇÃO
Os primeiros registros sobre a reencarnação procedem da Índia, no ano 700 a.C., no seio do hinduísmo. No túmulo de Kardec está escrito o seu lema: “Nascer, morrer, renascer e progredir sempre; esta é a lei”. Dos seus escritos podemos extrair a seguinte definição: “a reencarnação é a volta da alma ou espírito à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ele e que nada tem de comum com o antigo”. A finalidade da reencarnação consiste em: progresso e evolução dos espíritos e expiar faltas cometidas em vidas passadas. É um conceito totalmente sem efeito prático onde está o progresso da humanidade? NICODEMOS pensava que nascer de novo era voltar de novo ao ventre de sua mãe, mas Cristo estava falando da regeneração do coração, o novo nascimento operado pelo Espírito Santo (veja Tt. 3:5). JOÃO BATISTA ERA ELIAS REENCARNADO? Os Espíritas afirmam que sim, baseados em Mt. 11:10-14, mas a Bíblia não nos dá nenhuma margem para pensar desta forma. Os argumentos contrários são baseados na inerrância das Escrituras. Por exemplo, se Elias não morreu (II Reis 2.11), não poderia reencarnar; e João negou ser Elias (João 1.21). Ainda outros textos: Ec. 12:7; Hb. 9:27 e Jó 7: 9,10. A mentira chamada reencarnação desvia definitivamente o homem da cruz de Cristo.

II – A CRENÇA NA PLURALIDADE DE MUNDOS HABITADOS
Na doutrina espírita, conforme o aperfeiçoamento, os espíritos vão para diversos mundos. Estes mundos oferecem diversos estágios para o aperfeiçoamento dos espíritos. Alguns mundos são inferiores, e existe vida neles, enquanto em outros mundos a vida é inteiramente espiritual. Em “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec tenta explicar: “O conhecimento de detalhes físicos e morais sobre os habitantes de outros mundos perturbaria aos terrestres, daí não lhes ser revelado ainda.” VIAGEM A JÚPITER (e haja imaginação!!!) “De todos os globos que constituem o nosso sistema planetário, segundo os Espíritos, a Terra é daqueles cujos habitantes são menos adiantados, física e moralmente; Marte lhe seria ainda inferior, e Júpiter, muito superior, em todos os sentidos. Muitos Espíritos que animaram pessoas conhecidas na Terra disseram estar reencarnados em Júpiter.” (O Livro dos Espíritos, capítulo IV, 188, nota 1). Mais uma grande mentira de Kardec! Será se ele acreditava em ET’s? Os espíritas baseiam seus argumentos em João 14:2, mas como declara a palavra de Deus, só existem dois lugares para onde vão os mortos (João 3:18 e Lucas 23:43).

III – A CRENÇA NA PRÁTICA DE BOAS-OBRAS PARA EVOLUÇÃO ESPIRITUAL
O espiritismo ensina que o homem, através de sucessivas reencarnações, pelos seus próprios esforços e pela prática das boas obras vai aprimorando a si mesmo. O ensino espírita sobre a salvação é uma distorção completa do ensino das Escrituras, que apresenta a graça de Deus revelada na morte de Jesus Cristo. Diz-nos Kardec, sobre a graça: "... se fosse um dom de Deus, não daria merecimento a quem a possuísse. O espiritismo é mais explícito, porque ensina que quem a possui a adquiriu pelos próprios esforços em suas sucessivas existências, emancipando-se pouco a pouco das suas imperfeições." (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, IV, XVII) Kardec anulou a natureza do perdão de Cristo, e desprezou, também, a eficácia do Seu sacrifício. Ele escreveu: “O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém.” A salvação vem unicamente pela graça de Deus e não por qualquer coisa que a pessoa possa fazer para ganhar o favor de Deus, ou pela sua retidão pessoal (Ef. 2: 8,9).

IV – A CRENÇA EM DEUS COMO UM SER IMPESSOAL E DISTANTE
Vejamos o que León Denis escreveu: "Deus é a grande alma universal, de que toda alma humana é uma centelha, uma irradiação. Cada um de nós possui, em esta latente, forças emanadas do divino foco." (Léon Denis, Cristianismo e Espiritismo, 5a. ed., pág. 246). Conceito totalmente panteísta! Para os espíritas, Deus é um ser monopessoal, existindo em forma de uma só pessoa, o Pai, e negam que o Filho seja Deus e até rejeitam a existência do Espírito Santo como ser pessoal. Deus existe, mas está longe demais, e só se manifesta por meio de espíritos guias (veja: Hb. 1:1, Jo. 1:14 Is. 55: 6,7 e Is. 59:1,2). O Jornal Espírita de março de 1953, respondendo à pergunta sobre se há mais de uma pessoa em Deus, declara o seguinte: "Não; a razão nos diz que Deus é um ser único, indivisível; que o Pai celeste é um só para todos os filhos do Universo". Uma afronta ao conceito bíblico sobre a Trindade (Gn 1.26,27; 3.22, Jo 6.27; 10.30; At 5.3,5).

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