You are on page 1of 35

Documentos

ISSN O 704-866X
Dezembro. 2006
E o p n u l U i . L h * P . . & " ~

r*U ,, M',

rwpnY A , RUnr i& o-. ,

Documentos 1 4 4
Producão de Rainhas
Fábia de Mello Pereira José Maria Vieira Neto Estevarn da Silva Neto Ricardo Costa Rodrigues de Carnargo Maria Teresa do Rego Lopes Luiz Fernando Wolff

Teresina, PI

2006

Exemplares desta publicacão podem ser adquiridos na: Embrapa Meio-Norte Av. Duque de Caxias, 5.650, Bairro Buenos Aires Caixa Postal: 01 CEP: 64006-220 Teresina, PI Fone: 1861 3225-1 141 Fax: 1861 3225-1 142 Home page: www.cpamn.embrapa.br E-mail: sac@cpamn.embrapa.br Comitê de Publicacães Presidente: Miltan José Cardoso Secretária~Executiva:Ursula Maria Barros de Araújo Membros: Alitiene Moura Lemos Pereira, Angela Pucknik Legat, Humberto Umbelino de Souça, José Almeida Pereira, Eugênio Celso Emérito Araújo, Clãudia Sponholz Belmino e Adersan Soares de Andrade Júnior

Supervisar editorial: Ligia Maria Rolim Bandeira Revisor de texto: Liaia Maria Rolim Bandeira Normalização bibliográfica: Orlane da Silva Maia Editoração eletrônica: Erlándio Santos de Resende

-

1' edição 1' impressão (20061: 300 exemplares
Todas os direitas reservados A reproducão náo-autorizada desta publicação, no todo ou em parte. constitui violacão dos direitos autorais (Lei no 9.6101.
~~~~~ ~~ ~

Dados Internacionais de Catalogacão na Publicacão ICIPI Embrapa Meio-Norte Produção de rainhas i Fábia de Mello Pereira ... let al.1. - Teresina : Embrapa MeioNorte, 2006. 37 p. : il. ; 21 cm. - IDocumentos 1 Embrapa Meio-Norte, ISSN 0104-866X ; 1441. 1. Abelha. 2. Colònia. 3. Criacão. 4. Manejo. I. Pereira, Fábia de Mello. II Embrapa Meio-Norte. III. Série. CDD 638.14 121. ed.1
O Embrapa, 2006

PI mteresa@cpamn. fabia@cpamn. PI.br Luiz Fernando Wolff Engenheiro Agrônomo.br . esneto74@hotmail. CEP 64. CEP 64.embrapa.Teresina.com Estevam da Silva Neto Engenheiro Agrônomo.embrapa.com Ricardo Costa Rodrigues de Camargo Biólogo. Caixa Postal 01. Caixa Postal 01.006-220 Teresina.br José Maria Vieira Neto Engenheiro Agrônomo. Doutor em Zootecnia Embrapa Meio-Norte.embrapa. Embrapa Meio-Norte.006-220 Teresina. Caixa Postal 01. zemariavn@gmail.embrapa. Técnico da Fundação Rio Parnaiba (FURPA) . Bolsista Embrapa Meio-Norte. PI.br Maria Teresa do Rêgo Lopes Engenheira Agrônoma. CEP 64. PI wolff@cpamn.006-220 Teresina. Mestre em Fitotecnia Embrapa Meio-Norte.Autores Fábia de Mello Pereira Engenheira Agrônoma. PI ricardo@cpamn. CEP 64. Doutora em Entomologia Embrapa Meio-Norte.006-220 Teresina. Caixa Postal 01. Doutora em Zootecnia.

................ ..................................................................... . Introducão Biologia 9 ............... Avaliacão de rainhas .........................Sumário Producão de Rainhas ........................................................... ............. Confeccão de cúpulas de cera .......................... ............................ ....... 9 10 14 15 ...................... ............................................... Introducão de rainhas Banco de rainhas Referencias ................................. Métodos de producão de rainha ......... ....................................................... Cuidados para evitar a consanguinidade Realeiras naturais sob controle do apicultor Realeiras artificiais e transferência das larvas ................................................................................. Transferência das larvas ..........

existe uma preocupação constante dos apicultores em aumentar e melhorar a eficiência da relação lucro:investimento. que está cada vez mais competitivo e globalizado. a substituição das rainhas nas colméias busca reduzir os custos e aumentar a producão. 2002.. . agressividade. quando ela est6 com sua capacidade máxima de postura. é importante que essas apresentem características desejáveis. Embora uma rainha possa viver até cinco anos. tolerância à doença. PEREIRA et al. grande parte dos apicultores no Nordeste não troca suas rainhas. deixando que essa substituição seja natural (PEREIRA. como: I . Além das características genéticas da rainha. atendendo às exigências de u m mercado. A rainha de uma colônia transfere às operairias características genéticas de producão. é recomendada a substituicão anual das mesmas. Apesar das vantagens apresentadas. Nesse sentido.. entre outras. Sendo assim. influenciando no sucesso da atividade apícola.Producão de Rainhas Fábia de Mel10 Pereira José Maria Vieira Neto Estevam da Silva Neto Ricardo Costa Rodrigues de Camargo Maria Teresa do Rego Lopes Luiz Fernando Wolff I I Atualmente. a idade da mesma também influencia a atividade e produção da colônia. Como toda a população da colônia possui características semelhantes a da rainha. 2000). sua vida útil é de u m ano.

Tmas~~Wsmarahi)rar~ascemdet)wí)(~ ~ d ~ ~ Q g ~ ~ d a o i i a o i à g o ~ * i l (COUTU.. I . opmkrh e! a n g h (~~l).H.N. A ~ d o ~ k o d i a . ~ a ~ u t ~ ~ a s ~ ~ . d -1 encomm W s castas: rainha.dcinamfrrado~~Bia d e o p e r á w a . =I. R.m~ uU8diBs. A ~ i J n # n t a d dureraekniaa=suavtdil.. ~ r r ~ . .m~nu#iai~grria~nssl.~gueãsaperlMi#mebn. p M $ m # n r n a t o IHAMAK. A1 A d%femqa umme ap&B e r a W d r s i a ~ ~ # i a ~ . WQ. ~ l e r v a s d e ~ ~ a ~ u m a r n i s t w Q d b l ~ i g d e ~ ~ .Biologia Na dmdiia. 1M.

&o cmmrufdas no centro doi fama. &&luiasde minha. a3 maleima a. . tihn o famiereo cum abemirs w k i a para Mio.R a ~ & m & h r o s 11 Outm difemnq~~ e operdriaa e reinrra9-4 na célula de rsiidmenbo. eliminando as larvas ao d o r da larva esmlhida. As m cdiuh de qmMm são p a q w m e com formam hex-I.Aucbkilmdemn~bsa~~rne9mo~ daadukdmops&as. quando a rainha est6 presente na colrn8ia. Qta Mclinadwpamii. 3b). tmMm con)ieciifasrrmromdeitsõ. Como rr rewire O maior qua as talha de opedriai. podendo a p a w n o c e m w n m F' . aa r s a k r a ~ o d construldas na ememidade doa fsvos onde a rainha realiza postura (fig. mb OVQI fscundadw w I a m ds operdria~ nwaa (Fia. -dofmm. Em geral.21. i necessário que as a4eBAas destruam Derca de trih aulas. 3 ) Ouando a rainha n h erit4 pmmtm na colidia.smbarri erntammhomaior (5.

.

Contudo. se a mudança ocorrer ap6s três dias de idade a abelha terá características de intercasta. qualquer ovo fecundado pode dar origem a uma rainha ou operária. não podendo ser considerada nem uma rainha. A princípio. começará a se desenvolver em u m processo contínuo em uma operária. Entretanto. Diferenciação das castas e ciclo de desenvolvimento . pior será a qualidade da rainha. esse processo pode ser interrompido e a larva se transformar em rainha se a mesma for transferida para realeira e a alimentação for alterada.5 di s Zangão Total 24 I Total 16 dias dias Total 1 9 a 2 1 Fig. 4 mostra detalhadamente o desenvolvimento das castas a partir de ovos fecundados e não fecundados.5 mel dia + 61en Pupa 10 a12 dias 14. 4. quanto mais tarde começar esta mudança. nem uma operária. O esquema da Fig.Produçáo de Rainhas 1 13 O período entre a fase de larva e o nascimento de uma rainha leva em torno de 16 dias. As larvas de rainha e operária são alimentadas por seis dias. Não fertilizado w 7 dias 3 dias FeRilizado I Larva 3 dias Geleia e operária Larva Larva 3. Se a larva nascida de u m ovo fertilizado estiver em alvéolo de operária e receber alimento de operária.

que dura alguns segundos. com seu feromônio. 1972). podendo haver até 25. é ela que atrai os zangões. WINSTON. com o intuito de preencher a sua capacidade total de armazenamento de espermatozóides ICAMARGO. invertendo o órgão sexual. 1987). A rainha pode acasalar-se com oito a 2 0 zangões. quando a rainha chega até essa área. causando sua morte. 1987). Os mais velozes conseguem se acasalar. quando a colônia está sendo perturbada. Existem diversos métodos de produção . pouco tempo depois solta-se da rainha e cai para trás. 1987. Uma vez fecundada. os zangões voam em sua direçáo. dependendo das condições do tempo. Métodos de producão de rainha O apicultor. a rainha e outros zangões voam at6 a zona de congregação atraídos pelo feromônio da glândula mandibular de zangões que já estejam nessa região. está dando um passo em direção a uma atividade mais produtiva e lucrativa. O acasalamento ocorre entre 1 0 e 2 0 metros de altura. o que resulta n o rompimento de seu órgão genital. As zonas de congregação variam entre 3 0 m e 2 0 0 m de diâmetro e 1 0 m a 40 m de altura. provenientes de colméias que podem estar até a 7 km de distância (FREE.14 Produqáo de Rainhas O vôo nupcial ocorre depois que a rainha atinge a maturidade sexual. Ao perceberem a rainha. nas zonas de congregação de zangões. ao se preocupar com a substituicão de suas rainhas. realizando um ou mais vôos no mesmo dia. Entretanto. na apicultura. uma vez que. o zangão pressiona seu abdômen. Durante a cópula. a rainha só voa em casos de enxameagem ou para fugir.000 zangões em uma única região. As rainhas a serem substituídas poderão ser adquiridas ou produzidas no próprio apiário do produtor. aproximadamente seis a 1 3 dias após a emergência. Provavelmente. áreas em que diversos zangões da região ficam voando independente da presença da rainha. para o acasalamento (FREE. os trabalhos de melhoramento das colônias ocorrem pela seleção de rainhas.

tendência de enxameacão. produção de pólen ou própolis também podem ser observados. enquanto que as colõnias que produzirem abaixo da média. E importante avaliar a produção de mel das colônias. Para não correr esse risco o apicultor deve usar mais de uma colônia para fornecer as larvas durante a produção de rainhas. caso tenha mais de u m apiário. Colônias doentes ou que são constantemente atacadas por inimigos naturais devem ter suas rainhas eliminadas e substituídas por rainhas provenientes de colmbias sadias e mais tolerantes. a rainha deve ser substituída por outra rainha jovem. trocar rainhas com apicultores vizinhos e de outras regiões de seu estado. I Cuidados para evitar a consanguinidade A consanguinidade ocorre quando a rainha se acasala com um ou mais zangões aparentados. Quando isso ocorre. tamanho da abelha. devem ter suas rainhas substituidas. Procedendo dessa forma o apicultor garante uma produtividade maior a cada ano. As colônias que produzirem acima da média do apiário em questão devem ser selecionadas para matrizes. anotando-se a quantidade de quadros de mel ou de melgueiras retirados de cada colméia. permutar as rainhas de u m apiário com o outro. pois os ovos fecundados náo dáo origem a operárias e são eliminados logo após a eclosão da larva. A sanidade das abelhas é outro aspecto importante. . Esse acasalamento causa problemas na postura. ou seja.16 Produção de Rainhas 1 Com o envelhecimento da rainha. com maior capacidade de postura. ou mesmo o peso do mel colhido em cada colõnia no período da produção. evitar que todas as rainhas do apiário sejam filhas de uma única matriz ou de u m número reduzido de matrizes. a área de cria comeca a ficar reduzida e é possível encontrar diferentes estágios de desenvolvimento das mesmas em uma única face do favo. Outros aspectos como agressividade. é preciso que o apicultor fique atento para evitar a consanguinidade em suas colônias. Assim.

Quadro com postura contfnua e hornoglnaa (A) e q u d r o com poetuta . Fig. sendo pouqdmimas as c8lulas vazias na região de cria (fig. Como B de interesse do prudutor manter colbniaii populosas m seu apidrio. S. 4 nscessdrio avaliar constantemente suas rsMqs.A popuiaçh de uma cotdnia e ~~B com a quaiida sua rainha. 5). A postura dto deva apresentar falha. Uma boa rainha apresenta urna postura hornog&iea e contfnua.

Quadro marcado da calbnia matriz.Realeiras naturale sob controk do apiwitor Neshie rndtodo. Fig. Caso n%o aie qwira que a nwa rainha seja filha da m s m a colmdia onde e d sanda realizada a rubstitui*. deve-se retirar da cdbnia selecionada como matriz um qudro contando w r a oi larvas com no mhxirno três dias de idade. 8. 81. . o apicukâr deve retirar as raide suas dm$ins menos produtivas e daixar que ar operdrias produzam reinhms a naturitlmmte. Esse quadro d w ser marcado e colmado na colmeia que ter4 sua rainha subtitufda IFig.

as qmrárias sentem a neuwkide de substltulr Mntintrrt e. o apicultcir d w m d i t a r uvna revisão na colhia para wnficru quanta8 rmleirs foram puxadas no quadro marcado e destruir tadas es maleiras que foram consvuldas nos outros quadros (Fig. por h.Como a Whia ficou &fé. da qisacka mmatb. O honr de selecionar as realeiras. cmr+se a rlsco de uma rainha n a e destruir sir c3eraaki rnhlkm pimeo qise s p r ~ d u t realizs a sdeçIta. s m aigurnadi crhr cwn menos de w k dha de idade fazendo umri modificspb IIW &Ias Wa-ndoas em raddms. 1 %. O apkulhw d a m a W a 'mnlebs m m m s £m r e deixar tis miareai. 7 . ~r . Tr& dias a p b s imduçáo do quadro. 7 . Entre oito B nova dias após rr introdiaçgh. O m u i @ o dai realeiras puxadas srn quadro n8o maruado. papiso temanho db r @ e h 4 umir h d # d w &h qualidade de rainha a de sua capacidade d~ -0 t#we ieprr ~ iexatarnmte no perIodo 1 i Cása umttBk.

para epiritar q as o m á r i i a d e s m e metem a 91. pdri b u t t w l W . Essa protator pmh ser adquirido sm casa1 espwiiirizadao au W i d puh grbprio a p k u b r srirolando um aram flexbd m u m base rm a db m&ra e dsinando urna ponta do erame pata flxw rw fm. w minha. 8As colhias que v!b racaber as realeiras d e m ter suas reinhm originais a nn i sou suja. p k isso fmz mque as op%r&ias s i m a necassbde de o uma ralnha e n%o destruam s tsaldra introduzida.B maleira poda ser protegida por um espiral de arame denamimdo de p r m r W W (Fg. Paii9 ma@ mgutw@n. devem ser orfanad~. A I : .w. Cbm da rsaleira natural do qundro. m s um dia anteu da r i aa .

1 . Caso contrário. Caso seja verificada essa situaçáo. frescos e sem vento. desta vez para verificar se a mesma voltou do vôo de acasalamento. 15 dias após a introdução é necessário realizar nova vistoria. o produtor deve fazer uma inspeção em suas colônias que receberam realeiras para se certificar que as rainhas nasceram e foram aceitas. o apicultor deve realizar nova inspeção após cinco dias. mas ainda não tenha iniciado a fase reprodutiva. Não é necessário que o apicultor visualize a rainha. é sinal que a rainha não deve ter conseguido retornar de seu vôo de acasalamento e é necessário realizar nova introdução. pois é possível que a rainha tenha sido fecundada. está fecundada e iniciou a postura. Se não houver postura na colônia. mas for observado que as operárias estão calmas e não h6 realeira puxada. é sinal que a rainha não foi aceita e é necessário proceder uma nova introdução. o que poderia provocar a rejeição da nova rainha.20 Produçáo de Rainhas Aproximadamente três a cinco dias após a introdução da realeira. para não estressar as abelhas. Se a rainha tiver sido aceita. basta verificar se novas realeiras foram puxadas e se estão com larvas. se for observada a presença de realeiras. Essa inspeção deve ser realizada de forma rgpida e em dias ensolarados.

protetor pronto (Dj. intraduflo da m a b h no protetor IE e f) e fixa*o do protetor no quadro (G e H}.Rg. - . B e C). 9. Fabrica580 e utiliração do protetor W w t arame m d a enrolado nn bami de medeira (A.

âmbar). 101: iUm bastonete de madeira com diâmetro de 9 m m para servir de molde (é necessário que este diâmetro seja respeitado. de abelha de boa qualidade. Pesquisas demonstram que as cúpulas de acrílico na cor âmbar são as mais aceitas pelas operárias. pois é o diâmetro usado pelas próprias operárias quando constroem as realeiras). o método mais utilizado é o de Doolittle. As cúpulas podem ser produzidas pelo próprio apicultor com cera de abelha ou serem adquiridas em casas especializadas. No mercado é possível encontrar cúpulas de acrílico e plástico em diversas cores (branca. denominadas cúpulas IDOOLITLE.. pois a qualidade da cera interfere na aceitacão das larvas. azul. recipiente com água. f . que consiste na transferência de larvas de operárias com menos de três dias de vida para realeiras artificiais.Realeiras artificiais e transferência das larvas Para produzir uma quantidade maior de rainhas. para derreter a cera em banho-maria. que pode ser adquirido ou produzido pelo próprio apicultor. i Cera i Um i Local i Quadro porta-cúpulas. pois trata-se de u m quadro normal de ninho que possui duas ou três barras de madeira removíveis para sustentar as cúpulas. I C A - Confecção de cúpulas de cera O apicultor que resolver confeccionar suas cúpulas necessitará dos seguintes materiais (Fig. 19921. possivelmente por ter uma cor semelhante à cor da realeira natural (GARCIA. - . 1899).

.

1 : i:: . .

15. 11 . Apbs o prspero das cópulan. & n e d r i o a H w com um pouco de cara d m t i d s na barre da quadro pwtacdpulas.Fig.

4 prepare o materiat listado a mt qus a mpiwh Ihho s I . ~ q u s h @ b m u n a ~ 1 qualidade. prendain-w. A rainha p s m i m mrfínimda nn sxcluidora de mink edxa hMor e as ~Opulai colocadas na calm superior. ceao eontr8rio n8o aceitar8 as hwas. que deve 83a conter. importante que e colmiia eiebcionada como recria ataia f m e saudAvsl.1mmpwm p~ dum e a b s a o b r s n i n h a w n k b o s ~ ~ ~ r ~ p w u m s t s l s I?). pelo menos dois quadros c m m ~ l um quadra com .L I &umdada. Ap6a a fixdair cQwia. C I ~ ~ ~ ~ ~ i n a n w i qmntiddede r a i n h a ~ p a r a a r ~~T d r o ~ U 6 0 ~ ~ O~ p caplicídadedei p o s t i ~ ã d s i s n d a u m . ainda. Colméia recria .harda-womsomopwmacddamah TransfurUncla das fawau Para iniciar o p r o w de tmdmhciici. dois quadroa com crias prestes a nascer e dois quadros com cri. . c w l h # f o . I lBI. pdrtn.a~bTWtW ~G-IFQ.novas.

Gelbis mel dilulda rn água a urna prnpnrçh da 1:l . poded rarar a rainhía de algumas calbniaa por 48 a 72 horas. 2. Para obter a grtldia real.ij I I . cuja rainha ficar4-r ae ninho wanda-se uma tab axcluidars.:{!h. Ap44 dcic ou th r a 0aJdita real p o d a d a nas malaira. por ia= a 6gua devi ser tibnpa#da pr&r(kieia ~ Q W Iderrtilada {obtida em faffnBciie ou postas #a cornbumivdl. das calhiaa 6 6 s 41 ramcilhidi s as rainhas i-.i .I I *x uerb colocada nsi cbpulir. .I 1 - sobreniicleo (C1 e alimentador IDI. Eãta geldia real k *i L[ . Se d a quiser matar et rainha da colbnicc Mana&. a apidtùr pode wf9inar uma colbnla. EWltEUT rainhas devem sw mmintidas presas em gaida de eanfinanaenb na s&rmhho de uma outra coMnia. Dwe-se cotocar uma gota m l ~ u r a cada em cdpula. c ! . 1 .

o produtor pode iniclmr 5 p m a o de transfer&ncla daa I s ~ v a o ~ arno deaorito iw~uir. plifiico ou atd mesmo Pi#iade @msn @rii a f S#- d m. A finaldeaise afapa B deixa? aa cOpulai mborvando oa odorea do ferombnlo da d n b . das g ~ o ~ da npícuitor qos pudamd q u k ~ d em m o espms~iimrdi# w improvisado pdo prõprto w. .iio w hotiver s alimma m campo: Vinte e quatro horas antes de iniciar o p m m de mnsW4nuL. facilkmdo a at.si'mgb das leiwm~ o s m d m n t e . e p a m M que as abathwr p limpam quaIquer impwm das cdpulas. contudo. mw prcioes~o tsrb 4x&o au a i aol6nlri mstflas% rserls mlverern fofitia a6 s e sadia$.3 Para o p r o w w de Framfwômi~ m 8 & w g utiikda um . QtrwkwWd& arame. Apbs providsnder tudo o rnmrlal. m* 1 . o quadro porta-cí~pubo dere #r introduzido na r a ~ W ciintrd da caixa riupariw da oohdta reoris. wl2sndo comminsgda das lawas (Fíg. $8 hnarver zbngslo dispohlvel para o acs~lrimarri. 191.

p w k i . n d ~ ~ # q w t a ~ W ~ ~ m o t ã i m a n h a ~ l . ~ ~ m a 6 $ ~ * % Fireidhw WMrainha (Fi. Quadra porta-cúpulas na coIrnd4a recria introduzido 24 horas antes i da transfsrhcia. ~ a f C g n ~ m d o a p W c r a t 4 o t d o & h ~ a wmskhcii. uma gota da gallia real diluida dever8 ser colocada dentro das ctlpulas. com o auxíiio de um oonta-gotas tFig. & r a S r r h ~ p ~ W ~ ~ d B ~ ~ . Para avim quti as I w . 8 v i Chegando ao twal de trabalho. quente e Clmida. o quadro d w a ser c o m com um pano tirnpo. h I i i F& dL>wguWe Wodu@o d# quadro com aia & p u k na meria. 21I. w d a k h t m a 201. . &e B wrdhkio coibnias mtrhum quadro cmmda aia m a manos & ~ ~ ~ P r l d a . ' 9.Fig.

do e . t i k as i . ~ * r s m . larvas do quadro. hportami que e Iswa pm e 8 na mmi p o $ ~ b que toi em tWhúa. uma a uma. e niidadolamenw pmcedMe a trarwhrhicia das m w m s ib c0pu*a.moom o auxiii. deixuidou ai c h r da mi. pois 8 muaiu rNpira (wla peb e R p n qua mnni rn ~ a .Apbs o p r w m das cdpupul.

Cwo 0 produtor queira recolher essa geléia remi. o a p i d t w quadrõ psrEs-&pula8 com um pem. 1 Trh diea apús B trinafw8ncii. com uma -Ia. ar naYraa minda smillo s 8 s 4 pouhrsl iden0ifioai a Iawi em cima de uma grande quantidade de geldia real. Qmidoe momo &tanta o tmmporte. por isso todo o proceoso de transfurâda duw ser reriltedo o m b hpMo posoivsl. 231.i r w Processo de iransfarbrtda larva* do quadro de &e p r a8 ma Logo apbs a transferhcia. Para evitar-o r ou mt m t cba Iawas. o apicuhr deve Isvar o quadro porta. o fh mo o que úomprmotedatodo o trabalho realizado. c s l b i @dia real. .dpuhs com rrs liuiras ao apWo iintroduzir na perte central da caixa mar da c o M mrh. B ai6 trinaportar o quadro g ~ ran l e d limpo. Neess porlodo. br~rteaoambirtme~mo. deve-se realizar uma revisio nas recria8 para verificar a porcentqm dm larvas aceitas (Rg.risIsnrastemwntampodevi~m8x'mde diws horea. a abortar a6 larvas e.

c i l p u l a s pmwgfdns cum g d o b eqmdah ou b&i de eiiba80 261. w ~ W casa. 2 5 e devem aw ~z~ 4 em g b i da nmwimsnto do tipo mb BURlsHO ou shhar.h w p d m ser n a wWm que 88 -ia isuhdtuir i M B . tm. Em a m b os -8 aiids rainha w mu dsve #r d m d m na gakla i b M W m i m t s .Q r D n e d i s r c i p & s ~ k i .a mewrra deve wr arfada com 24 hotum de anmoed8nM. a e r s d s ~ ~ ~ ~ b d r i n Wlg. w msomo dsix&s no qumh m . Aa risdiifrii pode* m m c w na r . 4 .

Realeiras protegidas com gaiahs especiaii (a1 e aom Mbir (bl. T n o aa realeiras c o m aa r&hm e mm ' at r d i o n d u qumto w seu tam>ho. 28. ' .-pmmstro interfere nei quaW& da m..Ftg.w.0 ~ t*g .

A i deve m rsaruada r sempre na idcio da manhã e em dias de a b w . Nu csso do Mbl. pwlenda recusar a introduqüo a matar a rainha.Dasguirrsabk. em gW de hoduç& de rainha a ~~wi~ndeamoccmiMbi. as operhisa ficam narwme.As colônias que irão n c s b r 88 rainhas devem conter bastante alimento. e - 2.EÃi~rnmuipssmii~da~rdnhw.~w#npraumn preferida p r alguns apkWruaI ma #&mia da utffizsds vai W n d s r dos sgguhitee cuidados: t .Orfanar a colhia Y h e quatro horas ente8 da inaodugh W r a e rainha velha da colbnia que m M uma m a ralnha. 4.Observar 8s c o n d i mbisntaia . $.261.0bfww1r a i condiç6e8 internas das col&nls . podem m r &as a gaiolas no$ m d d o 8 B E N W . wnii dm iixtrwnidadm B faahnda aam p a u dndi. poh em diari Madori ou chuvosos. se necess8rl0. a mtm emamídade 1-da com cera da W h a s (FQ.~ sei existam realsirai rim favoa e ppocedef a d r d o (r das m a s . .ssduofw~&-Nshorsds~siilwaridntia. BURQHO.hguarlqwPurroad#gsiolas W$BP. b o apicubr for kitroduxfr a rainha aduh. Iniciar o fomscimmto de rdtmemo energ6tico e prutdico alguns dias antes da inaoduflo.

~~~ .L Flg. As operditiss ~ ~ ~ C h e i ~ d l ~ i ~ ~ d a ~ e c o ~ i i ilirneiptowgmwatnmtm abrindo e m a d a de @da. usada na Iputrodu~io rainha$. dae I I_ r ~ a ~ ~ a 4 ~ r i o q u e a g W a s a j n ~ n o q u a d mntml da cphrdiia fFig.usmprommo ie dmorado. Conw. 27. quando a rainha está livre as wrdriaa jd -0 cwn ~DBU krornbnio e essa pode começar s andeir pela colméia. 281 dm moda que as QpwBri#fkwm m c o w I cam a pastli dndl s cwn a rainha atreva da tnli da gaidn. #m o rlwo de s rejm pdaa opsririas. PaHa dndi.

que devtr m a r bem forta e com muito aumbmo diponhai.ou seja. Ctnio i &u tenh9 m ocorrido. a rainha pwmam~e b p xs o o n f h ô ~ ~parte inferior do ninho r aat gaidms com as demaia rainha8 nri a$o cdaadm na parta aerrtral do ninho aupwior. Namu S t i i csm. w m o wna mlm8js com rainha. e sim com w m . o apicultor pndb mirar p m do c b d i p r %faoilkw o amiço a dw abelhas. e Eãta d m d b . dw8-IWuaar dais ninhos m m w q wpar*~ por tala trxeluidora. ~ W M &WMCW m a rn&Mm realmente foi liberada da gnioks pelem q?er&hi. O baneo de rainhas m h t e em uma 6 d d l a pwparpda pwn mnter canfirtadsi v & k ralnhw f W w l a 8 ou virgens quando não hL pdMlidads de utilid-k de imediato. as galdas M o disvem dndi. fechadw com pasta Mo hnca ds rainhas. colrndia sem rainha. poda aw M. As oper&iasm @ m a m a mde a t i a r asi rainhas durantm toda o tempo q i as mesmas pemimemrem ua . Rahiha wndo IrWWxi& no qtwh -€d & * T r b dias a p b a i n t r w . 28.d s rainha.-I Fig.

G. R. Cadeia Produtiva do mel no estado do Rio Grande do Norte. TBcnicas de controle de cruzamento. p. L. Gargalos tecnológicos. 218 p GARCIA. J. A manutenção de rainhas virgens no banco de rainhas náo deve ultrapassar nove dias após o nascimento. 1943. I PEREIRA. F. L. SILVA. J. Manual de apicultura. Jaboticabal: FUNEP. I . Hamilton. G. B. ALCOFORADO FILHO. C. WINSTON. F. M.. Teresina:Embrapa Meio-Norte. Journal of Econamic Entomology. de M. (Org. London: Chaprnan and Hall. até a sua utilizacão por algum apicultor. I I i Referências CAMARGO. de M. p. J. Doolittle's queen rearing methods. Praducáa de geléia real e desenvolvimento de colônias de abelhas Apis mellifera italiana e seus híbridos com africanizadas. 1987. de O. Apicultura: manejo e produtos.. COUTO. Natal: SEBRAE-RN. In: VILELA. 778-791. 1899. 30-47. In: VILELA. J. L. F. 154 p. J. 2000. C. Sáo Paulo: Agronômica Ceres. F. Pheromones of social bees. A.Producão de Rainhas 37 confinadas. DOOLITTLE. n. de M. I HAYDAK. 59-96. S.. 1996.). p. American Bee Journal. A.I. 5. v. H. A. In: CAMARGO. de O. N. p. Gargalos tecnológicos. F.. 281 p. S. de. The biology of the honey bee. .. 257 f . F. H. v. I0rg. PEREIRA. de.Faculdade de CiBncias Agrárias e Veterinárias. 39. 2002. ALCOFORADO FILHO. M. R. p. L. J. 28. Larval food and develapment of castes in the honeybee. G. Teresina: Embrapa Meio-Norte. 1992.). M. 66-92. London: Harvard University. GONÇALVES. L PEREIRA. uma vez que isso provocará sérios problemas na fecundacáo e na postura das mesmas.: COUTO. (Org. Cadeia Produtiva do mel no estada do Piaui. em fecundacão natural s instrumental. n. M. OLIVIERA. F. 1987. LOPES. L. Lanham.. F. Oissertaçáa (Mestrado em Zootecnial Jaboticabal. Universidade Estadual "Júlio de Mesquita Filho". FREE. M. 36.. 1972. 435436.

Meio-Norte Ministerio da Agricultura. Pecuária e Abastecimento .