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Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais – PGRSI

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS – PGRSI

1 – APRESENTAÇÃO O presente Termo de Referência tem o objetivo de orientar os empreendimentos industriais quanto a elaboração e apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais - PGRSI, em atendimento a Lei nº. 7862 de 19/12/2002 – Política Estadual de Resíduos Sólidos. O PGRSI deve abordar todas as ações visando minimizar a geração de resíduos na fonte, bem como todos os procedimentos a serem adotados na segregação, coleta, classificação, acondicionamento, armazenamento interno/externo, transporte interno/externo, reciclagem, reutilização, tratamento interno/externo e disposição final. O Plano de Gerenciamento é parte integrante do processo de licenciamento ambiental dos empreendimentos industriais, ficando assim obrigados a apresentá-lo para análise, ao órgão ambiental quando do requerimento da Licença de Instalação – LI. O PGRSI deve ser apresentado para fins de regularização, quando a indústria estiver em operação e que ainda não tenha apresentado o Plano ou quando a indústria já apresentou o Plano, porém o mesmo não contém as informações com o grau de detalhamento deste Termo de Referência. Estão sujeitos também ao atendimento deste Termo, os empreendimentos que geram resíduos provenientes de áreas de manutenção, depósitos de combustíveis, armazenagem de cargas, áreas de treinamento contra incêndio ou similares, que devido as suas características químicas, deverão ser gerenciados como resíduos industriais, de acordo com o que estabelece o Art. 33 da Política Estadual do Meio Ambiente. As atividades industriais de pequeno porte e pequeno nível de poluição devem apresentar o PGRSI atendendo os critérios básicos constantes do Art. 20 da Lei nº. 7862 de 19/12/02 – Política Estadual do Meio Ambiente. O PGRSI deve ser elaborado e acompanhado por profissional ou equipe técnica habilitada, podendo ser profissionais da própria empresa ou terceirizados, desde que, possuam formação adequada e compatível com as atividades do empreendimento, devidamente registrados no Conselho de Classe pertinente. O Plano deve ser revisado ao primeiro ano de operação do empreendimento e a partir daí ser atualizado, quando ocorrer alguma alteração ou modificações operacionais que

fax.2 – Identificação do responsável técnico 2. relativa as atividades desenvolvidas e devem ser apresentados em duas vias assinadas pelo profissional responsável pela elaboração do PGRSI e pelo responsável pelo empreendimento.3.1. I. fone/fax/e-mail e nº. caso não seja o mesmo do empreendimento (logradouro. Nome Fantasia. CEP.3.. Quando o empreendimento ainda não estiver em operação. formação. cidade. 2. 2.2. CNPJ. 2 – ROTEIROS PARA APRESENTAÇÃO DO PGRSI 2. ou em fatores de geração por tipologia industrial. formação.3 – Classificar e quantificar os resíduos gerados . Os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais deverão ter um planejamento compatível com o período de implantação de seus programas e projetos de acordo com a complexidade.2 – Atividade Principal. 2. 2. nº.resultem na ocorrência de novos resíduos ou na eliminação destes e deverá ter parâmetros de avaliação. cidade. 2. bairro.3 – Diagnóstico do sistema de gerenciamento de resíduos sólidos. dentro e fora do processo produtivo. 2.1. nº. a informação sobre a quantificação deverá ser real. fone/fax/email e Anotação de Responsabilidade Técnica do respectivo Conselho de Classe). se houver).3.1 – Determinar/identificar e quantificar os pontos de geração de resíduos.1 – Identificação do empreendimento 2. 2.. 2.1.2 – Responsável técnico pela implementação do PGRSI (nome.1. Quando o empreendimento estiver em operação. a quantificação dos resíduos identificados deverá ser estimada com base na produção prevista e com base nas matérias primas a serem utilizadas.1. 2. telefone. Caso a indústria não possua histórico sobre a quantificação dos resíduos gerados. bairro. Coordenadas Geográficas e endereço eletrônico.1 – Responsável técnico pela elaboração do PGRSI (nome.1 – Razão Social. tirando-se a média diária e projetando-se uma média mensal.5 – Representantes legais e pessoas para contato. registro do conselho de classe). esta medição deverá ser feita por sete dias consecutivos. visando seu aperfeiçoamento contínuo.2 – Determinar/identificar e quantificar os pontos de segregação de resíduos.E. 2. 2. CEP. se houver). obtida através de medição por peso ou volume.1.4 – Endereço para Correspondência.4 – Número Total de Funcionários (próprios e terceirizados).3 – Endereço do Empreendimento (logradouro. estado e caixa postal.2.

Freqüência de geração dos resíduos.9 – Figuras. de manutenção de frotas e de equipamentos.3. 2.3.3. de escritório.8 – Plantas e/ou desenhos esquemáticos de localização dos pontos de geração e armazenamento dos resíduos.2.3. 2.3. 2. o Inventário de Resíduos Sólidos Industriais. 2. a quantificação dos profissionais e suas responsabilidades no controle dos resíduos sólidos.3. efluentes e do controle de poluentes ambientais.006 e NBR 10.1 – Identificar os resíduos gerados (industriais. 2. a atuação de consultores externos. tais como dos setores de ambulatório. outros tipos de analises que os responsáveis julgarem necessárias para melhor identificar os componentes dos resíduos gerados. 2.3.3.3.3.5 – Informar se há estoque de resíduos. sistemas de tratamento de água. inclusive no apoio operacional da atividade industrial. 2. Caso a indústria esteja em operação deve ser apresentado.4. 2. OBS: O local de armazenamento dos resíduos deve constar das coordenadas geográficas. expedição de produtos. anexo a este.3 – Quantidade (real/estimada) mensal gerada de resíduos. 2.005 ou ainda. especiais. gráficos e outros elementos que facilitem a análise do PGRSI. 2. II A e II B). domésticos. .4 – Diretrizes e Estratégias para Procedimentos Operacionais de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. de saúde. indicando quando for o caso. deve ser embasada nos laudos técnicos de análises submetendo os resíduos nos testes de solubilização/lixiviação conforme as NBR 10. refeitório. recepção de matérias primas. em cada ponto.3. perigosos e outros resíduos).3.4 – Indicar a forma de acondicionamento dos resíduos.1 – Informar a estrutura organizacional envolvida com o sistema de gerenciamento de resíduos sólidos. quando for o caso.3. Esta classificação.7 – Indicar a destinação dos resíduos gerados.2 – Classificação dos resíduos segundo a ABNT NBR 10004:2004 (Classe I.3.6 .3.3.3. Devem ser declarados todos os resíduos gerados.3.

a serem praticados nos casos de situações de manuseio incorreto. quantidade e características dos resíduos gerados pela operação do equipamento de tratamento. coleta.6 – Apresentar o programa de Educação Ambiental (Lei nº.3 – Descrever os procedimentos relativos ao acompanhamento do transportador e do receptor. cobertura e ventilação. drenagem de águas pluviais. indicar a empresa responsável pela coleta externa.4.4 – Apresentar o Plano de Contingência.4. horário e tipo de veículo transportador. verificando o correto acondicionamento dos resíduos. relacionadas a: segregação. reciclagem. bacia de contenção. dentro e fora do processo produtivo. transporte.4. 2. endereço. especificando tipo. No caso de resíduos perigosos. 2. c) – Estocagem temporária – descrever a área de armazenamento dos resíduos.2. solicitando o licenciamento ambiental de todos os parceiros. .4.4. Referente ao: a) – Acondicionamento – especificar por tipo ou grupo de resíduos. verificando o correto acondicionamento dos mesmos. e) Tratamento – Descrever o princípio tecnológico de tratamento adotado para cada tipo de resíduo a ser tratado. transporte. acidentes na indústria ou durante o transporte e/ou transbordo. classificação. os tipos de recipientes utilizados. a eliminar desperdícios e a realizar a triagem e a coleta seletiva e reciclagem dos resíduos./ 2. isolamento e sinalização.2 – Descrever as técnicas e procedimentos a serem adotados em cada fase do manuseio dos resíduos. objetivando sensibilizar os profissionais envolvidos com a geração dos resíduos. especificando a capacidade. fornecendo nome. reutilização. armazenamento. b) – Coleta/transporte interno dos resíduos: descrever os procedimentos de coleta e transporte interno. descrevendo os procedimentos emergenciais e de contingências. acondicionamento. No caso de resíduos perigosos deve ser solicitada a Autorização para o transporte de resíduos perigosos. descrevendo as medidas a serem adotadas em caso de rompimento de recipientes. estabelecer procedimentos para o correto fechamento e manuseio dos recipientes.5 – Descrever os procedimentos relativos ao acompanhamento do transportador e do receptor de resíduos. telefone/fax e os dados do responsável técnico. controle de operação e especificar em planta baixa do estabelecimento as áreas de estocagem temporária. informando sobre a impermeabilização do piso. derrame ou ocorrência de outras situações indesejáveis e especificar em planta baixa do estabelecimento as rotas dos resíduos. acondicionamento. coleta. transbordo. 7888/2003) e o programa de treinamento/capacitação voltados ao público interno. informando se esta é manual ou mecânica. tratamento e disposição final dos resíduos que apresentem risco á saúde pública ou ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos e substancias químicas perigosas. d) Coleta e transporte externo – especificar por grupo de resíduos. tratamento e disposição final. a freqüência. 2. informar as especificações dos equipamentos utilizados. O PGRSI deverá contemplar procedimentos diferenciados durante as operações de manuseio. o transporte deve ser realizado após autorização da SEMA.

os procedimentos de manejo utilizados na segregação dos resíduos. endereço.4. bem como. conforme determina a legislação em vigor. 3. aos usuários de seus produtos e ao setor educacional. a destinação dos resíduos passíveis de reutilização ou reciclagem. Devem ser relacionadas as metas para redução da geração. Devem ser elaborados relatórios de avaliação do PGRSI. pelo profissional responsável.11 – A aprovação do PGRSI não exime os estabelecimentos industriais de sua responsabilidade quanto ao gerenciamento dos resíduos sólidos. a assim como. planos e programas integrantes do PGRSI. 2. assim como. controle da poluição. objetivando a implantação de Bolsa de Resíduos pelo Órgão Estadual de Meio Ambiente como forma de incentivar o reaproveitamento e o gerenciamento eficiente dos resíduos sólidos. 2. Anualmente.1 Conceitos: . direcionados a: não geração. fornecendo nome da empresa.4. 2. bem como de preservação ambiental. 313/02. da reciclagem. conforme determina a Resolução CONAMA nº.12 – Apresentar relação dos resíduos e quantidade que a indústria poderá dispor para venda ou doação. especificando classificação e quantidade. na origem.4. os resíduos destinados á reutilização e a reciclagem. armazenamento. 2.7 . transporte. telefone/fax. 2. e dados do responsável técnico. que deverão ser apresentados quando da renovação da Licença de Operação.4. desde a sua geração até a sua destinação final. monitoramento do passivo ambiental e responsabilidade pós-consumo. coleta. 7888/2003) voltada às comunidades do entorno do empreendimento. reutilização e reciclagem e sua destinação final.4.2. no sentido de estimular a adoção de práticas ambientalmente saudáveis de consumo. minimização da geração.Apresentar o programa de educação ambiental (Lei nº. reutilização e reciclagem de resíduos. as principais normas e legislações aplicáveis e as que vierem a substituí-las.8 – Apresentar um programa de redução na fonte descrevendo as atividades/medidas. apresentam-se abaixo alguns conceitos básicos que são empregados ao longo deste documento. deverá ser encaminhado o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais.9 – Cronograma para implantação e/ou desenvolvimento de ações. indicando os procedimentos adotados para monitoramento dos resultados alcançados com a implantação do PGRSI.4.10 – Plano de monitoramento. 3 – CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS Como subsidio á elaboração do PGRSI.

232/05 – Altera o Código Estadual do Meio Ambiente. características. o acondicionamento. este último quando não passível de tratamento convencional. químicas. o armazenamento. o transporte. tratamento e destinação final. armazenamento. b) Prevenção de Poluição ou Redução na Fonte . l) Destinação Final – medida adotada para o descarte final do resíduo gerado. semi-sólidos ou líquidos. c) Minimização – redução. Lei nº. a reciclagem e a disposição final dos resíduos sólidos. tratamento e /ou disposição final de resíduos. . g) Classificação de um Resíduo – envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem. equipamentos eletroeletrônicos. matérias ou energia com o objetivo de diminuir o volume de poluentes ou de resíduos na geração de produtos ou serviços. 7862/02 – Política Estadual de Resíduos Sólidos. tratamento. 7888/03 – Dispõe sobre a Educação Ambiental no Estado de Mato Grosso. 9605/98 – Lei de Crimes Ambientais. e) Resíduos Especiais – aqueles que pelo seu volume ou por suas propriedades extrínsecas. o tratamento. eletrodomésticos e seus componentes e outros. os pneus. de forma a evitar danos ao meio ambiente. j) Transportador – agente responsável pelo transporte dos resíduos sólidos da fonte geradora até ao receptor de resíduos. armazenamento. transporte. dos resíduos sólidos antes de descartá-los ao meio ambiente. em função de suas propriedades físicas. dentre as alternativas de reprocessamento (reutilização/recuperação e reciclagem) tratamento e/ou disposição final. h) Inventário de Nacional de Resíduos Sólidos Industriais – é o conjunto de informações sobre a geração. Lei Complementar nº. exigem sistemas especiais para acondicionamento. a menor volume. i) Transbordo – procedimento de repasse de transporte de resíduos. coleta. práticas. k) Receptor – agente responsável pelo reprocessamento. a manipulação. os resíduos de saneamento básico gerados nas estações de tratamento de água e de esgotos domésticos. reutilização. quantidade e periculosidade possíveis. transporte.a) Resíduos Sólidos – os que resultam das atividades humanas em sociedade e que se apresentem nos estados sólidos. de seus constituintes e características e a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substancias cujo impacto á saúde e ao meio ambiente é conhecido. Consideram-se como resíduos especiais: as embalagens não retornáveis. Lei Complementar nº. ou infecto-contagiosas. recuperação e disposição final dos resíduos sólidos gerados pelas industriais do país. 38/95 – Dispõe sobre o Código Estadual do Meio Ambiente. 3. f) Resíduos Perigosos – os que. d) Gerenciamento de Resíduos Sólidos – o processo que compreende a coleta. reciclagem. os óleos lubrificantes e assemelhados. Lei nº.2 – Normas e Legislações Aplicáveis Lei nº. possam apresentar riscos á saúde pública ou á qualidade do meio ambiente.o uso de processos.

313/02 – Inventário Nacional dos Resíduos Sólidos Industriais. NBR 7500/00 – Dispõe sobre simbologia de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. 05/93 – Estabelece normas relativas aos resíduos sólidos oriundos de serviços de saúde.Resolução CONAMA nº. Resolução CONAMA nº. Resolução CONAMA nº. . 237/97 – Licenciamento Ambiental. Resolução CONAMA nº. 6º da Resolução CONAMA 257/99. Resolução CONAMA nº. 06/88 – Dispõe sobre a geração de resíduos nas atividades industriais. NBR 10006/04 – Solubilização de Resíduos – Procedimentos. 263/99 – Inclui o inciso IV no Art. RDC 306/04 – Regulamento Técnico para gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. 275/01 – Estabelece o código das cores para os diferentes tipos de resíduos. terminais ferroviários e rodoviários.Recolhimento e destinação adequada de óleos lubrificantes. Resolução CONAMA nº. aeroportos. NBR 10005/04 – Lixiviação de Resíduos – Procedimento. Resolução CONAMA nº. 362/05 . 258/99 – Coleta e destinação final dos pneus inservíveis. 316/02 – Procedimentos e critérios para o funcionamento de sistemas de tratamento térmico dos resíduos. 283/01 – Dispõe sobre o tratamento e destinação final de resíduos de serviços de saúde. Resolução CONAMA nº. 257/99 – Dispõe sobre a destinação final de pilhas e baterias. portos. NBR 12235/87 – Armazenamento de resíduos perigosos. Resolução CONAMA nº. Resolução CONAMA nº. NBR 10007/04 – Amostragem de Resíduos – Procedimentos. Resolução CONAMA nº. 358/05 – Tratamento e disposição final dos resíduos de serviços de saúde. Resolução CONAMA nº. NBR 10004/04 – Resíduos Sólidos – Classificação. 275/01 – Estabelece o código das cores para diferenciar tipos de resíduos. Resolução CONAMA nº.

Portaria INMETRO nº. 96044/88 – regulamenta o transporte rodoviário de produtos perigosos. NBR 12809/93 – Manuseio de Resíduos de serviços de saúde. NBR 13221/94 – Transporte de resíduos sólidos –Procedimentos. NBR 8285/96 – Preenchimento de ficha de emergência. manuseio. NBR 9191/00 – Especificação de sacos plásticos para acondicionamento de lixo.NBR 7500/03 – Identificação para transporte terrestre. NBR 8418/83 – Apresentação de projetos de aterros de resíduos industriais perigosos. NBR 7501/83 – Transporte de cargas perigosas. movimentação e armazenamento de produtos. NBR 11174/89 – Armazenamento de resíduos não inertes e inertes. NBR 12807/93 – Resíduos de serviços de saúde – Terminologia. NBR 8286/87 – Emprego de simbologia para transporte rodoviário de produtos perigosos. Decreto Federal nº. NBR 11175/90 – Incineração de resíduos perigosos. NBR 7504/93 – Envelope para transporte de cargas perigosas. NBR 10157/87 – Aterros de resíduos perigosos. NBR 13896/97 – Aterro de resíduos não perigosos. NBR 7503/82 – Ficha de emergência para transporte de cargas perigosas. Portaria MINTER nº. 53/79 – Dispõe sobre o destino e tratamento de resíduos. .Procedimentos. NBR 13463/95 – Coleta de resíduos sólidos – Procedimentos. 221/91 – Aprova o regulamento técnico “inspeção em equipamentos destinados ao transporte de produtos perigosos a granel não incluídos em outros regulamentos”.