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POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

“TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”
(Registrado) Permitido utilizar citando a fonte

“MÉTODO GIRALDI” ®

MANUAL

“REVÓLVER”
“CURSO PARA PROFESSORES E USUÁRIOS”
AUTOR:- CEL PMESP NILSON GIRALDI
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

®

ESTE MANUAL, COM LIGEIRAS ADAPTAÇÕES, SERVE PARA QUALQUER MARCA OU MODELO DE REVÓLVER, INDEPENDENTE DO SEU CALIBRE

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“TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”
“MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte

Nos últimos anos, milhares de policiais brasileiros foram assassinados, pelos agressores, quando defendiam a sociedade; outros milhares foram terminar seus dias numa cadeira de rodas ou amparados por um par de muletas, também vítimas desses agressores; e outros tantos foram ou estão sendo processados, condenados e afastados do convívio de suas famílias e da sociedade em virtude do uso incorreto de suas armas de fogo, provocando vítimas inocentes e a revolta da sociedade. Este trabalho visa, entre outras coisas, evitar que você seja o próximo. Leve-o a sério. NILSON GIRALDI
CEL PMESP

Heráldica:- “Pomba em vôo”:- Sociedade ordeira. “Triângulo do tiro”:- Atuação armada da Polícia em defesa da Sociedade”. “Cor branca”:- Paz; a preservação da vida como prioridade. “Cor azul”:- Harmonia, equilíbrio. “Cor laranja”:- Sempre alerta.

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“REVÓLVER” - MANUAL ®
ÍNDICE

Pg.

“Mensagem do autor do Método”......................................................................................................... 04 “A Complexidade do serviço Policial e a Necessidade do Disparo” ...................................................... 05 “A Importância da Vida” ...................................................................................................................... 06 “Oração do Policial”............................................................................................................................. 07 “Armas Infalíveis”................................................................................................................................ 08 “Autorização de Uso”........................................................................................................................... 09 Cap. 01 - “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”, “Método Giraldi” – “Apresentação”............... 10 Cap. 02 - “Orientações aos Professores do Método”......................................................................... 16 Cap. 03 - “Súmula da Análise Pessoal”............................................................................................ 19 Cap. 04 - “Curso Básico” - “Primeira Parte” – Desenvolvimento .................................................. 20 Cap. 05 - “Curso Básico” - “Segunda Parte” – Desenvolvimento ................................................. 25 Cap. 06 - “Curso Básico” - “Terceira Parte” - Desenvolvimento................................................. 30 Cap. 07 - “Curso Básico” - “Quarta Parte” - Desenvolvimento............................................ ....... 34 Cap. 08 - “Súmula de Avaliação do Curso Básico” (VE)................................................................. 39 Cap. 09 - “Algumas Características e Ensinamentos das Pistas”...................................................... 40 Cap. 10 - “Planta” da “PPI/PPA-Padrão” ....................................................................................... 44 Cap. 11 - “Pista Policial de Instrução” - “Primeira Parte” - “PPI-Padrão” ................................ 45 Cap. 12 - “Pista Policial de Instrução” - “Segunda Parte” - “Outras Pistas” .............................. 54 Cap. 13 - “Pista Policial de Instrução” - “Terceira Parte” - “Teatro”.......................................... 56 Cap. 14 - “Pista Policial de Instrução” - “Quarta Parte” - Análise de Casos Reais ..................... 60 Cap. 15 - “Pista Policial de Instrução” - “Quinta Parte” - Aplicação em Pleno Serviço .............. 61 Cap. 16 - “Pistas Policiais Especiais” (“PPE”)................................................................................ 64 Cap. 17 - “Pistas Policiais de Aplicação” (“PPA”) - “V E”............................................................. 65 Cap. 18 - “Orientações ao Aluno Antes de Passar na PPA” (“V E”)................................................ 68 Cap. 19 - “Súmula de Avaliação da PPA” (“V E”)........................................................................... 70 Cap. 20 - “Como Preencher a Súmula de Avaliação da PPA” (“V E”) ........................................... 72 Cap. 21 - “Limpeza e Manutenção de Primeiro Escalão do Armamento e Equipamentos” .............. 74 Cap. 22 - “Investimento e Valorização do Policial”........................................................................... 75 ANEXOS Anexo 01 Anexo 02 Anexo 03 Anexo 04 Anexo 05 Anexo 06 Anexo 07 Anexo 08 Anexo 09 Anexo 10 Anexo 11 Anexo 12 Anexo 13 Anexo 14 “Sinais Policiais” ............................................................................................................ 76 “Visada” - “Focalização” ............................................................................................. 77 Revólver - Principais Perigos ........................................................................................ 78 Revólver - Esclarecimento ao Público Interno e Externo.............................................. 79 Alguns Conceitos do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”, “Método Giraldi”........ 81 Mensagem do idealizador do “Método Giraldi” a todos os Policiais ............................... 84 Revólver - Características e dados técnicos ................................................................... 88 “Pistas” - Exemplos de “alvos” e “quadros” - Atuação Básica do Policial ................. 89 “Barricada de Treinamento” ........................................................................................... 93 Como avaliar o “Candidato a Instrutor/Monitor de Usuários do Revólver” .................. 94 “Súmula para Habilitação de Instrutor/Monitor de Usuários do Revólver” ................... 95 Treinamento Virtual do Tiro Policial .......................................................................... .... 96 Alvo “PM-L-74”, de papelão, para o “Curso Básico”.................................................. .... 98 Alvo “PM-L-4”, de papelão, para as “PPI”, “PPE” e “PPA” ......................................... 99

(GIRALDI)

protetores e escudos da Sociedade que.4 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “MENSAGEM DO AUTOR” “Dedicamos este trabalho a todos os Policiais do Brasil. NILSON GIRALDI CEL PMESP . incansáveis e abnegados profissionais de segurança pública. muitas vezes. heróis anônimos. pagam com a própria vida essa árdua. tida como a mais estressante e perigosa do mundo”. difícil e complexa missão.

terá décimos de segundo para decidir se efetua o disparo. terá vários anos para concluir se o disparo foi necessário e correto”.5 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “A COMPLEXIDADE DO SERVIÇO POLICIAL E A NECESSIDADE DO DISPARO” “O Serviço Policial é extremamente complexo e. diante da morte. a Justiça. a necessidade de um disparo atinge proporções inimagináveis para o pleno raciocínio do policial nesse instante quando. O grande desafio:. e com as condições físicas e psíquicas totalmente alteradas. GIRALDI . posteriormente.Como preparar o policial para esse instante? Este trabalho dá a resposta. dentro dessa complexidade.

de maior responsabilidade e conseqüências entre todas as instruções. vale a pena investir nela” GIRALDI .6 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “A IMPORTÂNCIA DA VIDA E A INSTRUÇÃO DE TIRO” “Na vida nada é mais importante que a própria vida e se a instrução de tiro lida com a vida e com a morte ela acaba sendo a mais importante.

Que o vigor de minhas ações seja sempre em proteção à paz. Não deixe que uma bala traiçoeira me atinja. por mais pecadores que sejam. imortal. forte. fazei com que volte são e salvo. Faça com que minha presença irradie segurança e bem estar. Auxiliai-me a ser criança para as crianças. Quando dos meus erros fique do meu lado. da religião ou da condição social. mas. da cor.7 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “ORAÇÃO DO POLICIAL” (Para ser rezada antes de sair para o “serviço” e em outras ocasiões) Autor:. Que os menos esclarecidos compreendam minhas limitações e a complexidade do meu trabalho. às vezes fraco.Cel PMESP Nilson Giraldi SENHOR: Saio de casa para o serviço. aos mais fracos. Enquanto protejo outras famílias. e diante da morte. proteja a minha. da raça. Sou humano. à vida. Nos momentos difíceis. todos os demais. e fé para não desistir diante de uma vida que se acaba. a fim de inspirar confiança. aos oprimidos e aos humilhados. pai para os desprotegidos. não da face. ABENÇOAI E PROTEGEI OS POLICIAIS. esperança e força aos desamparados. AMÉM! (De volta para o lar) “Obrigado SENHOR pelo retorno ao seio da minha família” (GIRALDI) . jamais medo ou desconfiança. e adulto para os necessitados. por favor. não deixe que eu caia em desespero. mortal. nem que eu seja instrumento para injustiças. SENHOR. me faça parecer sobre humano. Que eu saiba ver a beleza do coração. Dá-me força e sabedoria para auxiliar os desesperados. estarão contra. pois.

a Lei! (GIRALDI) . o sorriso e a humildade”.8 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “ARMAS INFALÍVEIS” ® Cel PMESP Giraldi “As melhores armas para o policial conquistar o respeito. a simpatia e a colaboração da Sociedade são a educação. Para o agressor.

A REPETIÇÃO CONSTANTE DO MESMO CABEÇALHO. COM EXCEÇÃO DOS RECEBIMENTOS DAS AULAS MINISTRADAS. POLICIAIS APROVADOS EM CURSOS OFICIAIS E DESDE QUE SEM FINS FINANCEIROS.9 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte AUTORIZAÇÃO DE USO ESTE MANUAL NÃO FOI ELABORADO COM FINS FINANCEIROS OU QUALQUER OUTRO OBJETIVO QUE NÃO SEJA COLABORAR COM OS POLICIAIS. NO INÍCIO DE CADA CAPÍTULO. “MÉTODO GIRALDI”.com O AUTOR . É UM LEGADO. TODO O SEU CONTEÚDO ESTÁ REGISTRADO. AS POLÍCIAS E A SOCIEDADE. OBEDECE PRINCÍPIOS JURÍDICOS. PODERÃO ATUAR COMO PROFESSORES DO “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”. PREVISTOS EM NORMAS PRÓPRIAS DE CADA INSTITUIÇÃO POLICIAL.giraldibaurusp@aol. SUA DISTRIBUIÇÃO É GRATUITA. MAIORES ESCLARECIMENTOS:. UTILIZANDO ESTE MANUAL.

com a morte presente.. É assustador! O agressor. livrando-o. na quase totalidade das vezes procedimentos. a razão sobrepujando a emoção. ou. observável e corrigível. a . ao mesmo tempo em que defende a Sociedade. manuais ou regulamentos. E. e com as condições físicas e psíquicas totalmente alteradas. ou. das pessoas inocentes e também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos (agressores). do respeito à dignidade das pessoas. mas ao dinamismo de uma execução prática. tudo é medo. Sua principal finalidade é a preservação da vida do policial. estático. a serem adquiridos pelo policial em treinamentos imitativos da realidade. oportunidade. a preservação da vida. os princípios da Carta da ONU para o assunto. com psicologia. contra a vida de alguém. etc. com tática. do Policiamento Comunitário. como última alternativa. tem que estar condicionado a fazer”.10 CAPÍTULO 01 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “APRESENTAÇÃO” ® O “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. “Método Giraldi”. finalizado. terá também que se defender. ou. pessoas desesperadas e em pânico. Leva em consideração que “não basta o policial saber o que tem que fazer. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. barulhos. dramaticidade e com as situações se alterando a cada segundo. proporcionalidade e qualidade. Seu equilíbrio emocional e físico. O final é imprevisível. no meio do povo. Os principais fundamentos do “Método” são os reflexos condicionados positivos. etc. das necessidades e dos Direitos Humanos do policial para o bom desempenho do seu trabalho em defesa da Sociedade. correrias. atuando totalmente fora da Lei e. recomendando e ensinando o “Método”. não dando a mínima importância à vida de terceiros. complexidade e possibilidades de tragédias. Extraordinariamente adaptável às circunstâncias especiais e particularidades de cada polícia e dos seus locais diferenciados de atuação. quase sempre com gritos. de pesados processos e condenações) e. com o policial atuando no angustiante limite entre a vida e a morte. Baseia-se no fato de que. se o fato ocorrer em local com pouca luminosidade. já em curso. às vezes feridas e até morrendo. dispara sem qualquer raciocínio. em defesa da Sociedade tendo. isto porque. esconde-se. tem como finalidade preparar o policial para utilizar seu armamento com técnica. com eliminação dos negativos. seguido das especializações necessárias para cada uma das suas atividades. tem que saber quando atirar e saber executar procedimentos. Tem um tronco básico para todos os policiais. se houver mais de um agressor. é que preservam vidas e solucionam problemas”. sempre em busca de aperfeiçoamento e modernidade. as possibilidades de tragédias serão maiores ainda. Em todas essas situações o policial. com o propósito de tentar paralisar uma ação violenta e covarde. com iniciativa e o fator surpresa ao seu lado. a Lei é seu limite. fielmente. dentro dos limites das Leis e dos Direitos Humanos. normalmente. inclusive a sua. durante um confronto armado. o uso correto da sua arma. a vida sua prioridade. Não é um “Método” fechado. coloca-se de tocaia. internacionalmente). é aberto. surpresa. por parte do agressor. se o policial não foi preparado pelo “Método”. ou. dinâmico. a administração do seu estresse. e não tiros. Não fica preso às páginas de livros. da Realidade e da Política Policial Brasileira. das dificuldades financeiras da quase totalidade das polícias. do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e do Comitê Internacional dos Direitos Humanos (integrantes seus estão divulgando. “Não basta saber atirar. das Leis. a começar pela sua e das pessoas inocentes (e também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos. Obedece. se sua arma não tiver “poder de parada”. Os fatos. desenrolam-se com extrema rapidez. como prioridade. movimenta-se com rapidez. assim. o disparo dentro da legalidade calcado na necessidade.

11 execução de coisas simples, práticas, lógicas, rápidas, precisas, de fácil lembrança, e de resultados eficientes, serão suas grandes “ferramentas” nesses momentos. Para lidar com todas essas situações, e tantas outras, o “Método” tem como principal fundamento o condicionamento anterior, a ser obtido pelo policial em treinamentos imitativos da realidade, antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. Sem esse condicionamento e essa experiência anterior, ele se perderá diante de um fato novo grave, principalmente se a morte estiver presente (como normalmente está). Esse condicionamento dar-se-á colocando-o e ensinando-o a atuar, simuladamente, diante de todos os possíveis problemas, com necessidade do uso de arma de fogo, que possa encontrar na vida real, desde sua atuação diante de pessoas inocentes; pessoas em atitude suspeita, com necessidade de “verbalização”; atuação com pouca luminosidade; em ambientes externos e internos; embarcado e desembarcado; nas cidades, estradas, locais ermos ou ambientais; com apoio e sem apoio; individual e em equipe; até ocorrências de vulto, inclusive, com reféns, feridos e mortos. Treinará até ficar condicionado a atuar corretamente, sem dificuldades. Não avançará na instrução enquanto não ficar condicionado a executar o exercício anterior corretamente e sem dificuldades. O método trabalha em cima do erro. Normalmente, as pessoas não conseguem pensar mais de uma coisa ao mesmo tempo, mas, estando condicionada, agirá por reflexos condicionados, como alguém que pisa no freio do carro sem ficar pensando em fazê-lo; digita o teclado de um computador da mesma forma; etc. Esse é o motivo pelo qual, quando dos ensinamentos do “Método”, o aluno tem que adquirir reflexos condicionados positivos, com eliminação dos negativos, antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro; caso os negativos não sejam eliminados, eles poderão fazer o policial cometer erros gravíssimos durante um possível confronto armado. Esse é o motivo pelo qual o “Método” trabalha, incessantemente, em cima do erro do aluno; ele não avançará na instrução enquanto não eliminar esse erro. O método é altamente profissional, lógico e realista. Para policiais de qualquer idade. Não treina nem prepara o policial para matar mas para fazer cessar a ação covarde do agressor contra sua vítima, e isso poderá ser feito de várias formas, desde uma simples “verbalização” ou procedimento, até o disparo legal, necessário, oportuno, proporcional e correto. Convém lembrar que, durante um confronto armado, além de outros fatores, tudo se movimenta com rapidez; não há tempo nem condições do policial escolher pontos não vitais de acerto no agressor; ele dispara na direção de sua silhueta; por isso, sua morte poderá até ocorrer, mas esse não é o objetivo. Para o “Método” não é a quantidade de disparos que prepara o policial mas, os procedimentos, a qualidade e as condições com que são efetuados” motivo pelo qual é executado com grande economia de munição, alvos e outros materiais, sem perder seus objetivos. Excelente para polícias com poucos recursos financeiros. Boa parte dos treinamentos é feita sem disparos, isto é, apenas “procedimentos que, na quase totalidade das vezes, são mais importantes que os próprios disparos”. Não exige estandes de tiro sofisticados; para a sua aplicação basta um simples barranco para contenção dos projéteis. Pode ser feito, da mesma forma, em qualquer parte ou cidade. Utiliza um mínimo de teoria e um máximo de prática obedecendo o princípio de que:- “O que eu ouço, eu esqueço; o que eu vejo, eu lembro; o que eu faço, eu aprendo”. Tudo se desenvolve nos estandes de tiro (ou junto a um barranco para contenção dos projéteis), até o mínimo de teoria existente. Não há instrução em salas de aula. Para o método, tiro é como futebol, natação, ciclismo, etc.; só se aprende praticando. É impossível aprendê-lo em salas de aula ou através de livros e apostilas. Não há munição? Treina procedimentos; faz-se “teatro” de ocorrências com necessidade do uso de arma de fogo; etc. Para treinar procedimentos e fazer “teatro” da aplicação da arma de fogo em defesa da Sociedade, qualquer local serve, podendo-se aproveitar ou completar o que já existe no terreno. Arma descarregada ou dedo indicador estendido como se arma fosse. É impossível aprender e sentir a eficiência do método sem praticá-lo e sem a orientação direta do professor, o qual aliará, sempre, o ensino e o relacionamento humano no trato com seus alunos. O tempo necessário ao aprendizado do método estará diretamente relacionado à experiência e à capacidade do aluno em absorver e executar, corretamente, os ensinamentos; alguns poderão necessitar de mais tempo, outros de menos tempo.

12 O método abomina a necessidade de decorar nomes de peças e de outros princípios supérfluos (isso é para armeiros); o importante é saber usar a arma. A Segurança geral precede tudo. O aprendizado, o sucesso e o gosto do aluno pela matéria deverão ser os grandes objetivos e a grande vitória do professor. Uma possível reprovação dele não deve fazer parte dos seus planos; assim, todas às vezes que o aluno não ficar condicionado a executar algum exercício corretamente, será novamente orientado, repetindo-o quantas vezes forem necessárias, até executá-lo com perfeição e sem dificuldades. “Quanto mais bem preparado o policial estiver para usar sua arma menos necessidade sentirá em fazê-lo; mal preparado verá nela a solução para todos os problemas”. O policial utiliza, no treinamento, o mesmo armamento, munição e equipamentos com os quais trabalha. Os ensinamentos, para o policial, vão do disparo propriamente dito, procedimentos, socorro às vítimas, manutenção e conservação do armamento, munição e materiais, até o seu relacionamento com a sua família e os amigos, passando por exercícios físicos específicos, exercícios de relaxamento, alimentação, exclusão de drogas, autoconfiança, auto-estima, valorização da vida, amor pela vida, e tudo aquilo que possa influenciar na sua atuação armada em defesa da Sociedade. É preparado também para esclarecer a imprensa, autoridades, políticos e demais segmentos da sociedade em todos os assuntos relacionados ao tiro, assim como, sua aplicação na prática e esclarecimentos sobre confrontos armados havidos. Como depor em Juízo sobre fatos ocorridos e provocados pelo uso do armamento. Etc.. É realista; não tem demagogia; não deixa margem para qualquer tipo de acusação. Preenche, totalmente, as necessidades do policial para o desempenho do seu trabalho em defesa da Sociedade. Pode ser feito com qualquer tipo de arma. Utiliza linguagem simples, de fácil entendimento. Evita palavras e termos estrangeiros. É de uma simplicidade irritante, mas funciona. “A simplicidade é a rainha da perfeição”. Não foi desenvolvido com fins financeiros ou com objetivos para obter qualquer proveito mas, como um legado em benefício do policial, de sua Corporação e da Sociedade, isto porque, nos últimos anos, milhares de policiais brasileiros morreram, em serviço, quando defendiam a Sociedade, vítimas dos agressores dessa Sociedade; outros milhares foram feridos, gravemente, na mesma situação, indo terminar seus dias numa cadeira de rodas ou amparados por um par de muletas; e, outros tantos foram ou estão sendo processados, condenados e afastados do convívio de suas famílias e da Sociedade em virtude de disparos efetuados fora de oportunidade, causando vítimas inocentes e a revolta dessa Sociedade. O método visa, entre outras coisas, evitar que essas tragédias continuem ocorrendo. Além disso, nenhuma instituição policial, por mais grandiosa que seja, resiste à reação da Sociedade quando as suas armas destinadas a defender essa Sociedade se voltam contra ela, provocando mortes de pessoas inocentes ou de pessoas contra as quais não há necessidade de disparos (agressores); e isso também precisa ser evitado. Estatísticas comprovam que, quando aplicado na vida real, o “Método” reduz em mais de 90% a morte de policiais em serviço (os outros quase 10% são as fatalidades quase impossíveis de serem evitadas) e, em 100% a morte de pessoas inocentes provocadas por policiais, e também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos (livrando, assim, o policial, de pesados processos e condenações, e acusações contra a sua Corporação). Como “na vida nada é mais importante que a própria vida, e como a instrução de tiro lida com a vida e com a morte, o “Método” considera essa instrução como a mais importante, de maior responsabilidade e conseqüências entre todas as instruções”, motivo pelo qual a trata com grande profissionalismo, seriedade, importância e educação, considerando-a como a matéria que merece maiores investimentos e atenção. Não se pode esquecer que o policial fardado nas ruas é o Estado materializado prestando serviço e atuando no meio da Sociedade; investir nele é investir no próprio Estado. É através dele que a Sociedade julga a instituição policial à qual pertence e o próprio Estado. Valoriza, ao máximo, o professor de tiro para o qual deve ser dado todo o apoio e condições para desenvolver o seu trabalho pois, “de uma instrução de tiro bem ministrada, vidas futuras serão

13 preservadas; mal ministrada, vidas futuras serão sacrificadas, com extraordinariamente negativas para a sua instituição policial e para o Estado”. repercussões

A educação, paciência, boa vontade, responsabilidade, conhecimento, capacidade para ensinar, fazer o aluno aprender e gostar da matéria, ausência de imbecilidades, etc., são pontos fundamentais exigidos do professor do “Método”. Sua missão é difícil e complexa; atua no limite entre a vida e a morte; é necessário gostar, ter muita experiência, paciência e conhecimentos para exercê-la, com segurança, em toda a sua plenitude. Policiais canadenses, americanos, europeus, latinos, etc., que fizeram o curso dentro do “Método”, assim como técnicos e especialistas internacionais, foram unânimes em declará-lo como o mais simples, prático, barato, objetivo, moderno, evoluído, de fácil assimilação, próprio para polícias, à altura das necessidades do policial para defender a Sociedade, ao gosto e respeito dos policiais; que pode ser ensinado, da mesma forma, em qualquer parte ou cidade; revolucionário; que já haviam visto no mundo; um marco. Está sendo aprovado e adotado por polícias nacionais e estrangeiras (fardadas e civis) que têm tomado contato com ele, inclusive, está sendo difundido, com grande sucesso, para outros países, através de integrantes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, dos Direitos Humanos, e de outras organizações. Aprovado e elogiado pela imprensa, por autoridades e outros segmentos da Sociedade; organizações nacionais e internacionais; policiais fardados e civis do Brasil e de outros países, incluindo de primeiro mundo; representantes especializados da ONU; do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e dos Direitos Humanos (integrantes seus estão divulgando, recomendando e ensinando o “Método”, internacionalmente); do Policiamento Comunitário; de Universidades do Brasil e do exterior; do “Núcleo de Estudo da Violência” (USP); alunos do “CSP”, “CAO”, “Gestão Estratégica de Polícia Ostensiva Nível 2” (tenentes coronéis); “policiais militares” em geral; “delegados de polícia e integrantes de polícias civis”; etc. Para desenvolver o método o autor valeu-se de mais de 50 anos de experiência policial e de tiro. Ouviu milhares de depoimentos de policiais que estiveram envolvidos em confrontos armados com os “agressores da Sociedade”, principalmente dos que foram feridos, inclusive, dos que se tornaram deficientes físicos em virtude desses ferimentos, indo terminar seus dias numa cadeira de rodas ou amparados por um par de muletas; o porque disso e o que fazer para não mais ocorrer. Analisou milhares de ocorrências policiais com mortes desnecessárias; o porque disso e o que fazer para não mais ocorrer. Entrevistou centenas de policiais que foram processados, condenados, retirados do convívio de suas famílias e da Sociedade, em virtude do uso incorreto de suas armas quando defendiam a Sociedade; o porque disso e o que fazer para não mais ocorrer, etc. Contou, ainda, para o seu desenvolvimento, com o assessoramento e acompanhamento de médicos, psicólogos, psiquiatras e parapsicólogos, que auxiliaram a analisar o comportamento humano e o que ocorre no campo físico e psíquico do policial quando, repentinamente, se vê envolvido num confronto armado, com a morte presente. Como prepará-lo fisicamente, psicologicamente, tecnicamente e qual a tática necessária para esse instante, enveredando-se, assim, para um setor extraordinariamente especializado que acabou dando fundamentos científicos, sólidos e irrefutáveis, para o método. Passou-se a valorizar, intensamente, tudo aquilo que é necessário colocar em prática num confronto armado, abandonando-se o que é supérfluo para esse instante. O “método” foi desenvolvido especialmente para as atividades policiais em defesa da Sociedade, estando completamente desvinculado da instrução para as Forças Armadas e Clubes de Tiro, que tem outras finalidades, e da apresentação virtual do tiro, no cinema, cuja finalidade é o divertimento descompromissado, assim como, de quaisquer outras metodologias. É genuíno. O “Método”, e todos os seus complementos, está registrado. Como se trata de um legado qualquer polícia poderá fazer uso dele, desde que, citando o “Método” e seu autor (“Tiro Defensivo na Preservação da Vida”, “Método Giraldi”), assim como, utilizando os currículos e manuais já existentes para cada arma que serão fornecidos, pelo autor do “Método”, gratuitamente. Poderão atuar como “Professores do Método” policiais aprovados em cursos oficiais (não importa qual instituição policial tenha ministrado o curso, e, se oficial ou praça), desde que tenha sido aplicado o currículo e o manual específico da arma com a qual foi feito o curso (para cada

“Pistas Policiais de Instrução” (PPI). dentro dos limites dos regulamentos. como última alternativa o disparo.com). orientado pelo professor. rodoviária.desocupações. de cada vez. de cada vez. deste manual) que tem múltiplas finalidades para o treinamento do policial como:. desde que sem fins financeiros. previstos em normas próprias de cada instituição policial. estações (metrô. Obedece os mesmos princípios das “Pistas Policiais de Instrução”. do respeito aos Direitos Humanos e da dignidade das pessoas. por escrito. a partir do qual são caracterizados todos os outros alvos (“amigos”. de pesados processos e condenações) e. O policial somente as executará após ter sido considerado “apto” nas “Pistas Policiais de Instrução”. atuação em favelas. deste manual. divertimentos públicos. É comum a toda a tropa. calcado na necessidade. Com relação ao futebol.“Curso Básico”. num mesmo alvo. “neutros” e “agressores”. Têm como prioridade a preservação da vida do policial e das pessoas inocentes. Também é utilizada a “barricada de treinamento” (ver anexo “09”. por “alvo agressor” atirável. As zonas de acerto não têm pontuação pré-definidas. com técnica. Destinadas a preparar policiais para execução de serviços especiais ou em locais especiais como:. e até nenhuma (quando se executa apenas procedimentos e sistema de instrução sob a forma de “teatro”) . livrando.14 arma o currículo e o manual já previstos pelo “Método”. As zonas de acerto não têm pontuações pré-definidas.GATE).giraldibaurusp@aol. guarda de presídios. do autor do “Método” (Cel PMESP Nilson Giraldi – 14-223. na cor cinza. posições e dificuldades. onde o aluno. abertura (e entrada) de portas e janelas. devidamente caracterizados como seres humanos.Fazer “varreduras”. pelo autor do “Método”. devidamente caracterizados como seres humanos. entre outras coisas. Ver “Anexo 12”. Segunda Etapa:. fora dessas circunstâncias. semivisados ou intuitivos. silhueta humana. . retangular.ações táticas. policiamento rodoviário. semivisados ou intuitivos. Com relação ao futebol. “Método Giraldi”.2048 . Para cada arma um “Curso Básico” e um “Currículo” específico. Dois disparos seguidos e rápidos. Os alvos não atiráveis (maioria) duram vários anos. Gasta um mínimo de munição. O aluno aprende a verbalizar. simulações especiais da realidade. atuar através de portas. ações táticas especiais (exemplo:. orientado pelo técnico. atuar protegido e com segurança. etc. O alvo padrão é o “PM–L–4”. dois disparos seguidos e rápidos. morros. operações especiais (exemplo:. O alvo utilizado é o “PM–L–74”. em geral. corresponderia ao aprender a chutar a gol. choque. aprende a atirar em todas as distâncias. “neutros” e “agressores”. com alvos “amigos”. gratuitamente). dentro dos limites das Leis. janelas. com exceção dos recebimentos das aulas ministradas. Com fins financeiros. É comum a todos os policiais. palafitas. “progressão e regressão” protegidas. etc. também com alvos “amigos”. assim. escoltas. de preferência móveis. aprende usar seu armamento e atuar (individualmente e em equipe) em confrontos armados em defesa própria e da Sociedade. deste manual). de papelão. só com autorização. serviço velado. etc. seteiras e esquinas.). segurança de autoridades “VIP”. corresponderia ao aprender a jogar. e obedecendo todos os princípios já mencionados. atuar embarricado (protegido) em todas as posições e situações. é desenvolvido em seis etapas: Primeira Etapa:. simulações da realidade. situações. proporcionalidade e qualidade. que serão fornecidos. oportunidade. “verbalizar”. também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos (agressores. serão estabelecidas e valorizadas de acordo com os objetivos da instrução. Em caso de necessidade. com uma zona central cinza e quatro zonas periféricas brancas. em todos os locais. onde o aluno. “neutros” e “agressores”). serviço reservado.“Pistas Policiais Especiais” (PPE). Um mesmo alvo atirável é usado por todos os alunos em dezenas de cursos. Terceira Etapa:. o policial. com tática e com psicologia. dentro da legalidade. policiamento ambiental. serão estabelecidas e valorizadas de acordo com os objetivos da instrução (ver “Anexo 13”. ferroviária). de papelão. DESENVOLVIMENTO SUMÁRIO DO MÉTODO:O “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. circunstâncias e dificuldades. tendo a preservação da vida como prioridade e o disparo como última alternativa.

com a imprensa. que fazer para consegui-lo. suas conseqüências. principalmente da própria família. o sorriso e a humildade como armas infalíveis para o policial conquistar. como consegui-lo. O inconsciente e sua influência positiva ou negativa quando da atuação armada do policial em defesa da Sociedade. com os mesmos tipos de alvos da “PPI” e “PPE”. unida e bem administrada. Como dominar o estresse. com o fator surpresa sempre presente. A economia de alvos e munição é maior ainda que na “PPI” e “PPE”. como mantê-la. que fazer e como colaborar para obtê-las. Como respirar corretamente. Sexta Etapa:. Como conseguir e manter um bom relacionamento com amigos.“Pistas Policiais de Aplicação” (PPA). Medidas Preventivas. Os Direitos Humanos do Policial. pais. que não precisa ser feita nesta ordem (pode ser antes). Violência:. Como manter o peso dentro dos padrões normais. desde manual). como fazer para que “atenda” ambas as partes. como ocorre na vida real e. Soluções. “Somente passando o policial por “Pistas Policiais de Aplicação” (PPA) é que se saberá se ele tem condições de atuar armado em defesa da Sociedade. possa relacionar-se ou influir na sua atuação armada em defesa da Sociedade. para uma perfeita atuação armada do policial em defesa da Sociedade. Como relaxar e se reequilibrar. Alimentação. de acordo com os objetivos da avaliação. em caso de necessidade. como consegui-los e mantê-los. tudo previsto e lançado em súmula própria (ver capítulo “18”.15 Quarta Etapa:. Exames médicos preventivos. como exercitá-lo. principalmente após extenuantes trabalhos. o respeito e a colaboração da sociedade. como eliminar os negativos. Como não entrar em depressão. políticos e demais segmentos da Sociedade. fora da sua instrução profissional. adquiridos em treinamentos imitativos da realidade. durante um confronto armado ou em situações difíceis. como praticá-lo. equipamentos. exercícios físicos e de relaxamento direcionados ao policial. Etc. com eliminação dos negativos. Nesta etapa. munição. Drogas. não há outra forma” (Giraldi). o policial aprende a fazer a manutenção de primeiro escalão e a conservação do armamento. A importância transcendental de possuir uma família bem constituída. como se relacionar com dependentes químicos. a simpatia. Instinto e intuição. diferenças. A dignidade do policial não tem preço. A esposa como fator preponderante na vida de um homem. O ato sexual. Como se ama. munição e equipamentos”. O “Treinamento Autógeno”. Relacionamento e esclarecimento. onde o aluno (individualmente e em equipe). como “dominá-lo”. como evitar as drogas ou deixar de usá-las. programá-los e conquistá-los.Os Direitos Humanos. sem conhecimento prévio do que irá encontrar na pista. Como esclarecer o público interno e externo sobre assuntos relacionados às armas de fogo e munições da Corporação. autoridades. Como preparar um filho para ter dignidade. Ideais. A educação. Como depor em Juízo por fatos oriundos da utilização da arma de fogo em defesa da Sociedade. Com relação ao futebol. Quinta Etapa:. sem qualquer orientação do professor. Estímulos.“Manutenção do armamento. filhos e esposa. A autoconfiança e a auto-estima. como:. O pensamento como fonte e início de todos os bens e de todos os males. imprescindíveis na vida de uma pessoa. A importância de sentir-se útil. Reflexos condicionados adquiridos e herdados. A saúde física e mental. NILSON GIRALDI – CEL PMESP . como praticá-los.Causas. como imaginá-los. “Método Giraldi” e seu respeito aos Direitos Humanos. com segurança. Como dar entrevistas à imprensa em assuntos relacionados às ocorrências com uso de armas de fogo. não ser violento nem cair nas garras da dependência química. A importância de estar de bem e ter amor pela vida. “policiá-lo” e direcioná-lo para o “bem”. Como deve ser o ambiente para um repouso reparador. A importância de amar e ser amado. como obtê-las. Os cuidados com a arma de fogo no lar.Investimento e valorização do policial em tudo aquilo que. corresponderia ao jogo propriamente dito. e será desclassificado se cometer “penalidade grave”. quando realizá-los. Receberá pontos positivos ou negativos relacionados aos seus “procedimentos” e “acertos nos alvos”. A influência dos reflexos condicionados positivos. O “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. aplica todos os conhecimentos anteriormente adquiridos. selecioná-los. que fazer para consegui-lo. e demais materiais. também simulações da realidade. com a finalidade de poder usá-los. Os bens essenciais da vida. como obtê-las e praticá-las. rapidamente. sua instrução de tiro e sua atuação armada em defesa da Sociedade. referente ao tiro. apenas pontos negativos relacionados às “penalidades” cometidas. Como ficar condicionado para executar ações simples e complexas de forma correta.

05. naquilo que ensina. mexendo com tiro constantemente. b. elas poderão influenciar. é questão de tempo e de esforço”. negativamente. é fundamental. 02. solta. particularidades. se a instrução de tiro lida com a vida e com a morte ela acaba sendo a instrução mais importante. imbecis geram imbecis”. 06. saber transmitir e fazer com que o aluno goste do que ensina.. Não ser chato. etc. principalmente o contido no seu Capítulo 01 (retro). “Ensino e relacionamento humano completam-se. nos momentos de estresse. Procurar entender as dificuldades de cada um. . alegre. Fazer o aluno gostar da matéria é a parte mais importante da instrução de tiro. de maior responsabilidade e conseqüências entre todas as instruções. 04. d. para acalmá-lo. Ser “professor” do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. gostar. o aluno só de vez em quando. o aluno. mas com responsabilidade. “A simplicidade é a rainha da perfeição” (Giraldi). ao máximo. e saber convencer o aluno a acreditar também.. humilde. O “toque” suave.16 CAPÍTULO 02 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte ORIENTAÇÕES AOS PROFESSORES DO “MÉTODO” ® 01. Ser responsável. de maior responsabilidade e conseqüências. Lembrar-se que “as pessoas tendem a agir da mesma forma como são tratadas. O professor é um especialista em tiro. respeitar sua dignidade. Deixála leve. Conhecer. sem perder a dignidade da nobre missão que desempenha. Ser paciencioso. sem visar interesses particulares. Convencer o aluno que entre todas as matérias a de tiro é a mais importante. Do seu ensinamento correto vidas futuras serão preservadas. Estar a par de todo o seu conteúdo. personalidades diferentes. Entre outras coisas. e. durante a instrução. Dar sempre “parabéns” pelos seus bons procedimentos. pelo resto de sua vida. sempre. calmo. (Giraldi) f. respeitar o aluno. Dar-lhe.. usar sempre expressões como: . livre. c. comedido. também do previsto no “M-19-PM” e neste manual. desenvolvimento e aplicação. jamais desmerecer o aluno. “na vida nada é mais importante que a própria vida a começar pela do Policial” (Giraldi). Não generalizá-los. firme e amigo nos ombros do aluno. a instrução. Acreditar. capacidades diferentes. Saber medir as conseqüências presentes e futuras daquilo que ensina. Simplificar. Quando o “aluno” tiver dificuldades. do seu ensinamento incorreto vidas inocentes serão sacrificadas. jamais deverão estar separados” (Giraldi). para conseguir isso. individualidades diferentes. O professor entendendo isso ficará tudo mais fácil. o professor deverá: a. às vezes passa anos sem esse contato. ela mexe com a vida e com a morte. Ter sempre em mente que “pessoas respeitosas geram pessoas respeitosas. Ter sempre uma mão amiga. e. “Descer” até o nível do aluno ensinando o que ele precisa e tem condições de aprender naquele instante. Portanto. “Na vida nada é mais importante que a própria vida. é preciso investir nela e levá-la a sério” (Giraldi). e não o que o professor sabe.“Você vai conseguir. educado. Jamais usar palavras negativas. “Método Giraldi” através de curso oficial e regulamentado. com seus problemas. Saber direcionar o ensino às necessidades do aluno. um “toque” firme e amigo nos ombros ao mesmo tempo em que o incentiva e elogia. etc. Jamais praticar imbecilidades ou desmerecer o aluno como ser humano. 03. seja sempre um ótimo exemplo que seu aluno também o será”. e. Usar sempre palavras de apoio. Respeitar sua dignidade. Lembrar que cada aluno é um “aluno”.

Etc. i. isso deverá ser buscado desde o início da instrução. protetor ocular e auricular. 16. só ficará cansado. pedir uma “salva de palmas” a todos. 08. 09. munição. Esse é o motivo pelo qual. deverão estar com colete balístico. Os alvos deverão estar o mais próximo possível do barranco de absorção dos projéteis. advindo. Deixar e estimular o aluno a exprimir suas opiniões e sugestões. o aluno tem que adquirir reflexos condicionados positivos. armamento. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. Alertar. somente deverão ser ministradas no estande de tiro. mas também professores e auxiliares. e. elogiando a todos (inclusive os menos capazes) e. digita o teclado de um computador da mesma forma. Terminar a instrução com uma reunião. que exijam uso de armas ou munição (mesmo de manejo)..Na iminência ou durante um confronto armado (onde a morte está sempre presente) as condições físicas e psíquicas do policial ficam totalmente alteradas. não avançará na instrução. Tudo o mais é supérfluo. Observar. 10. chegando até o “pavor” e o “pânico”. desejando-lhes boa sorte. que mantenha o cano da arma na . estendido junto à armação da arma quando não for atirar (o dedo só vai para o gatilho no momento do disparo). l. Lembrar-se que:. Insistir. é para esse momento que toda a instrução de tiro tem que estar direcionada. sempre. Como as bases do “Método Giraldi” são os “reflexos condicionados positivos. 13. as pessoas não conseguem pensar mais de uma coisa ao mesmo tempo. O professor deverá lembrar-se de que:. não mandar o aluno correr antes de iniciar os disparos. sem isso. Estabelecer local seguro para manuseio de arma. etc. com os quais trabalha em defesa da sociedade. Falar pouco e com clareza (apenas o suficiente). Usar linguagem simples. nesse local não se manuseia munição. estando condicionada. de fácil entendimento. 07. e muita ação. Evitar os “estrangeirismos”. O ricochete no solo poderá jogar o projétil para fora do estande. alunos que estão observando.Normalmente. etc. Verificar se não há objetos ou materiais no barranco de absorção dos projéteis que possam provocar ricochetes. eles poderão fazer o policial cometer erros gravíssimos durante um possível confronto armado. com eliminação dos negativos”. Os alunos com mais capacidade e experiência deverão ser chamados para auxiliar o professor. 17. em cima do erro do aluno. com os quais trabalha. com eliminação dos negativos. a serem adquiridos pelo policial em treinamentos imitativos da realidade.ou num defunto. se assim proceder. não só quem a está executando. equipamentos. comentários rápidos a respeito da mesma. equipamentos (incluindo colete balístico). Possíveis aulas teóricas. 15. atinjam. não “enrolar” ou “fazer” que ensina. deverá caprichar na sua instrução.. mas. O aluno deverá usar na instrução a mesma arma. Durante a instrução. O estresse deverá ser provocado pelo próprio estilo e responsabilidade da instrução. após passarem pelos alvos. em cima do erro do aluno.. O professor trabalhará. jamais atingindo o solo antes de ser por ele absorvidos. k. que mantenha o dedo fora do gatilho.. 14. sempre. Disparos só em alvos oficiais.17 g. Jamais permitir gozações. protetor ocular e auricular. ficará desmoralizado perante os alunos. O coldre deverá cobrir o gatilho da arma. 12. Na instrução o aluno deverá usar o mesmo uniforme. etc. j. Esse é o motivo pelo qual o “Método” trabalha. no máximo. o aluno deverá aprender a “administrá-lo”. para que o aluno atue nas pistas sempre protegido. quando dos ensinamentos do “Método”.. intensamente. que não seja precipitado. Obrigatório o uso de colete balístico. enquanto ele não estiver condicionado a executar o exercício corretamente e sem dificuldades. Não confundir “cansaço” com “estresse”. uniforme. 11. etc. Não se mexe em armas e munição (mesmo de manejo) em salas de aula. agirá por reflexos condicionados. Por isso. ele não avançará na instrução enquanto não eliminar esse erro. incessantemente. etc. elas desmoralizam o aluno e criam traumas. caso os negativos não sejam eliminados. Obrigatório o uso de colete balístico.. todas as espécies de conseqüências. Brincadeiras sadias deverão ser toleradas e até incentivadas. delimitar e isolar a área de instrução com bandeirolas vermelhas..O professor poderá enganar seus superiores mas jamais conseguirá enganar seus subordinados. a metade inferior desse barranco. possíveis assistentes. ao dar “fora de forma”. Ob s ervação:. desde que nos momentos corretos. que não pratique a “valentia perigosa” a qual poderá transformá-lo num herói. protetor auricular e ocular. a segurança total. munição. como alguém que pisa no freio do carro sem ficar pensando em fazê-lo. sem possibilidades de ricochetes. ela não será desenvolvida. O normal é que os projéteis. h. Por isso. daí. Tiro não se aprende ouvindo mas executando. 18.

Fará comentários gerais sobre a instrução. Etc.Até a próxima oportunidade!” 21. de fácil lembrança e execução. 20. Estimulará os alunos a fazerem perguntas. Destacará os pontos positivos da instrução. coisas simples. 19. suave e amigo em cada um deles e um “----. umas três vezes. (elogios e palavras de incentivo são extraordinariamente importantes). nas “Pistas Policiais de Instrução”. o professor. 22. segurando o ar nos pulmões. etc. objetivando. Antes de libera-los solicitará uma salva de palmas para todos desejando-lhes boa sorte.. sempre. ao final da instrução do dia.Até breve!” ou “---. na maioria das vezes.. esse instante. antes de expeli-lo. que tem limitações e não pode resolver tudo. colaboração. que o importante é insistir até aprender. a fim de se reequilibrar. capacidade para aprender. que. elogiará a todos pela boa vontade. A SEGURANÇA PRECEDE TUDO. respire. aprendemos mais quando erramos do que quando acertamos” (Giraldi). esclarecerá pontos duvidosos e responderá essas perguntas. não perder tempo com teorias. que nos momentos de estresse. precisando chamar apoio. profundamente. para as quais deverá ter sido condicionado no “Curso Básico”. disciplina. em seguida um aperto de mão. Por isso. Sempre. Dirá que “o erro é professor do acerto. etc. etc. reunirá os alunos. etc. (GIRALDI) .18 direção do perigo. com o semblante alegre. com a maior rapidez possível. um toque firme. “Pistas Policiais Especiais” e “Pistas Policiais de Aplicação”. também os negativos e o que precisa ser melhorado. Que alguns aprendem mais rápido do que outros e que isso é normal em todos os setores da vida. etc. Ao se ver envolvido num confronto armado o policial terá que colocar em prática. por um instante. concentrar-se na parte prática.

inclusive com iniciais mistas. Deverão ir sendo anotadas durante todo o tempo de instrução pelo professor que estiver ministrando aula ao aluno no momento. usuário. poderá conter anotações de mais de um deles.19 CAPÍTULO 03 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte SÚMULA DE ANÁLISE PESSOAL ® NOME ______________________________________ POSTO/GRAD_____________ RE __________ INSTITUIÇÃO POLICIAL ______________________________ UNIDADE _____________________ DATA OU PERÍODO _______________________________ LOCAL ___________________________ CURSO OU ESTÁGIO PARA ___________________________ ARMA E Nº _____________________ (Instrutor. O professor deverá usar as iniciais “sup” (superior) para atuações do aluno que ficarem “acima da normalidade” e “inf” (inferior) para atuações do aluno que ficarem “abaixo da normalidade”.) “Súmula de Análise Pessoal” para atuações do aluno que ficarem acima ou abaixo da normalidade. no caso de “normalidade”. Caso seja necessário. O aluno poderá tomar conhecimento delas ao final do curso ou estágio Desde o início. servirá de base para formar conceitos sobre o aluno. deixar em branco. Um mesmo item poderá ser anotado mais de uma vez. (GIRALDI) . posto e assinatura do professor:“Curso Básico”______________________________________________________________ “PPI” _____________________________________________________________________ “PPE” _____________________________________________________________________ “PPA” ____________________________________________________________________ “Limpeza e Manutenção do Armamento” __________________________________________ “Investimento e Valorização do Policial”___________________________________________ Esta súmula será anexada à sumula de “PPA” (Capítulo 19). multiplicador. o aluno deverá saber da existência desta súmula e do seu conteúdo previamente impresso. assim. Se for o caso. acompanhando o aluno até o final do curso ou estágio. ITENS DE ANÁLISE “CURSO BÁSICO” “ PPI” PPE” PPA” “ LIMPEZA E MANUTENÇÃO L INVESTIMENTO E VALORIZAÇÃO DO POLICIAL I Cuidados com a segurança Disciplina Assiduidade Interesse na Instrução Colaboração Geral Execução dos Exercícios Nome. uma cópia de cada será encaminhada à Escola de Educação Física (EEF). Será aberta na primeira aula da matéria. etc. As anotações são de caráter sigiloso. Ambas serão anexadas ao “RIT” do aluno. usar o verso para esclarecimentos. Vai sempre sendo passada ao professor que “assumir” o aluno.

Na instrução o aluno deverá usar o mesmo uniforme. à qual. isso terá que ser buscado desde os primeiros momentos da instrução. Esse é o motivo pelo qual. 04. 07. munição e equipamentos com os quais irá trabalhar (ou trabalha). com eliminação dos negativos. Não esquecer que “as pessoas tendem a agir da mesma forma como são tratadas”. Desenvolverá a instrução cumprindo. entre outras coisas. Obs. etc. 03. Obs. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. com base no Capítulo 01 retro. O “Curso Básico” para usuários do revólver terá início diretamente no estande de tiro. 08. aos alunos. natação. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro”. só se aprende praticando” (Giraldi). sem isso ela não será desenvolvida. as pessoas não conseguem pensar mais de uma coisa ao mesmo tempo. 06. uma “Súmula de Análise Pessoal”. e. digita o teclado de um computador da mesma forma. O professor deverá tratar o aluno com extrema educação. caso os negativos não sejam eliminados. disciplina e respeito à sua dignidade. imbecis geram imbecis” (Giraldi).:. ciclismo. será anexada ao “RIT” do aluno e uma cópia encaminhada à EEF. 02. “Pessoas respeitosas geram pessoas respeitosas. . a “Apresentação” do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”.PRIMEIRA PARTE – DESENVOLVIMENTO (SEM USO DE MUNIÇÃO REAL) ® 01. agirá por reflexos condicionados. O coldre deverá cobrir o gatilho da arma. possíveis assistentes. Seu principal e grande objetivo será fazer o aluno aprender e gostar da matéria. em cima do erro do aluno. O efetivo de alunos de cada “oficina” será estabelecido de acordo com a complexidade dos exercícios a serem executados. 05. protetor auricular e ocular. “Tiro é como futebol. etc. disponibilidade de meios.Durante a instrução. Nada de sala de aula ou teorias anteriores. prevista no Capítulo 03. Esse também é o motivo pelo qual o “Método” trabalha. em treinamentos imitativos da realidade. deverão estar com colete balístico. Obrigatório uso de colete balístico.Normalmente. retro. aluno com o revólver vazio nas mãos já executando os primeiros exercícios. Nada de ficar decorando nomes de peças e outros detalhes que só interessam aos armeiros. pelo policial. Jamais desmerecê-lo. Como a base do “Método Giraldi” são os “reflexos condicionados positivos. retro. o professor fará. eles poderão fazer o policial cometer erros gravíssimos durante um possível confronto armado. o estabelecido no Capítulo 02.20 CAPÍTULO 04 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “CURSO BÁSICO” . quando dos ensinamentos do “Método”. A aula será ministrada sob forma de “oficinas”. finalidade da instrução. O que importa ao aluno é ficar condicionado a “fazer”. para cada aluno. incessantemente. mas. a serem adquiridos. o aluno tem que adquirir reflexos condicionados positivos. suas finalidades. fundamentos e desenvolvimento. “O que eu ouço. A paciência será uma de suas grandes virtudes. estando condicionada. alunos que estão observando.:. etc. protetor ocular e auricular. e para isso terá que “fazer”. “Método Giraldi”. o que eu faço. Abrirá.. não só quem a está executando mas também professores e auxiliares. capacidade e grau de desenvolvimento dos alunos. locais para a sua execução. eu esqueço. ele não avançará na instrução enquanto não eliminar esse erro. ao final do curso. com eliminação dos negativos. eu aprendo”. Inicialmente. o que eu vejo. eu lembro. como alguém que pisa no freio do carro sem ficar pensando em fazê-lo. armamento.

Como colocar e retirar o carregador rápido do porta carregador (fazê-lo com a “mão fraca”). incessantemente.“---. Dedo fora do gatilho. f. 13. Segurança primária com o revólver:. Mostrar a ficha “Quadro de Controle de Armas” que acompanha cada revólver. eu também não sabia.Mantendo a empunhadura. simular a extração dos cartuchos vazios (deixar cair ao solo. equipamentos (incluindo colete balístico). deste manual). também vazio. com a “mão fraca”. originário da fábrica. também chamada de empunhadura “policial”. O professor dará períodos de descanso que julgar necessários. encostado na armação do revólver). Aluno pratica. os alunos já irão executando seus ensinamentos:a. cabo na direção de quem irá recebê-lo. protetor ocular e auricular.Você vai conseguir. Munições usadas. Como entregar o revólver para um companheiro:. Ajuste dos equipamentos. Como abrir o tambor do revólver. do lado da “mão fraca”) no corpo do aluno. O professor distribuirá e acomodará seus alunos de acordo com as “barricadas de treinamento” e alvos existentes (ver anexos “09” e “13”. segurar o revólver pelo cano. voltar o cano do revólver para direção segura. colocando-os lado a lado. Comparação entre essas e outras munições. O professor fará tudo para o aluno aprender e gostar da matéria. 11. dedo fora do gatilho. Aluno pratica. procurando seguir a seguinte seqüência básica (poderá efetuar complementos). Poderá solicitar aos alunos mais experientes que auxiliem os menos experientes. na cintura. Na empunhadura “dupla” o polegar da “mão fraca” fica sobre o polegar da “mão forte”. Apresentação do revólver. sem qualquer esforço ou “sofrimento”. alvo em torno 5 metros de distância do local de tiro do aluno. Obrigatório o uso de colete balístico. Mantendo o revólver empunhado com a “mão forte”. acionar o retém do tambor com o polegar da “mão fraca”. Aluno pratica. o professor dará início à instrução. Havendo necessidade. Explicar que é “poder de parada” (para isso. em cima do erro do aluno. b.Dedo sempre fora do gatilho. j. com o passar do tempo o conseguirão. finalidades. Aluno pratica. e para ser disparada o dedo tem que estar no gatilho. fazer inspeção física e visual rigorosa das câmaras do tambor a fim de verificar se não ficaram cartuchos nelas. k. . etc. arma não dispara mas é disparada. “Da mesma forma que carro não guia mas é guiado. Principais cuidados para evitar acidentes de tiro. consultar o “Manual de Operação e Manutenção do Revólver”. O aluno usará na instrução o mesmo uniforme. Aluno pratica. Empunhadura “simples” (uma mão) e “dupla” (duas mãos). você tem capacidade. d. acionar a vareta de extração do tambor com a “mão fraca” (deixar cair ao solo os cartuchos extraídos.. 14. g h. é questão de esforço. Aluno pratica. com o indicador da “mão forte”. Quando e como fazer essas anotações. cano sempre voltado para direção segura. Com muita paciência. Com o aluno tendo nas mãos o revólver vazio e 1 (um) carregador rápido. munição. não tentar pegá-los). ensinando e usando apenas palavras positivas e incentivadoras como:. O professor estabelecerá local seguro para manuseio de armas. ver Anexos “04” e “06” deste manual). mantendo o tambor aberto. Vamos lá. Inicialmente. porte. de papelão (ver “Anexo 13”. forçar e abrir o tambor. 10. evite acidentes e tragédias mantendo o dedo fora do gatilho” (Giraldi). funcionamento. i. Como fazer inspeção física e visual rigorosa das câmaras do tambor a fim de verificar se não ficaram cartuchos nelas (dedo fora do gatilho. jamais por trás do cabo do revólver. g. não tentar pegá-los). que está empunhando o revólver. Os alunos não precisam decorar os nomes dessas peças de imediato. uso e aplicação. e. colocado o mais próximo possível do barranco de contenção de projéteis. Principais peças externas do revólver. para anotações. Porta carregador rápido no corpo do aluno. cheios e vazios. Apresentação do carregador rápido. Cano do revólver voltado sempre para direção segura. cano sempre voltado para direção segura). 12. efetuar a entrega. deste manual). com os quais trabalha ou irá trabalhar. armamento. como acioná-las e os cuidados necessários para fazê-lo. trabalhará. boa vontade e de tempo. do revólver e carregadores rápidos (estes. c. suas finalidades. Obrigatório o uso do alvo “PM-L-74”. após o disparo volta para sua posição normal (estendido. vamos repetir o exercício”. Como fechar o tambor (idem). nesse local não se manuseará munição. ninguém nasce sabendo. do lado da “mão fraca”.21 09. o dedo só vai para o gatilho no momento do disparo.

manter o dedo fora do gatilho. Aluno pratica. fazer vistoria física e visual rigorosa das câmaras do tambor. desespero. sem auxílio da “mão fraca”. Aluno pratica. Como fazer limpeza rápida do revólver durante a instrução. para o seu acionamento. a massa de mira e o alvo ao mesmo tempo (são três profundidades diferentes). onde tudo é medo.Embora a arma esteja em “posição de tiro”. pois exige uma força maior que na “ação simples”. “semivisada” e “tiro intuitivo”. Em confrontos armados. 1) Disparo com “visada”:. “Visada”. 1) Na “ação dupla” o contato do dedo com a tecla do gatilho.O aluno deverá disparar. mais precisos. Na empunhadura “dupla” o polegar da “mão fraca” fica sobre o polegar da “mão forte”.:. Também usado em confrontos armados. quando são usados. Normalmente. quando e porque são usados.Há um perfeito enquadramento entre alça de mira. em seguida. deverá fazê-lo com o polegar da “mão fraca” (sem perder a empunhadura dupla). Aluno pratica. dando. Aluno pratica. por parte do companheiro que fez a entrega do revólver. Á medida em que são ensinados os alunos já os irão praticando. Aluno pratica. a. “Empunhadura dupla” ou “empunhadura policial” (com as duas mãos) e “empunhadura simples” (com uma só mão). pois exige um esforço menor que na “ação dupla”. todos os procedimentos previstos na letra “k” retro. deste manual). massa de mira e alvo. com “empunhadura dupla”. A “empunhadura dupla” permite segurar a arma com maior firmeza. Aluno pratica. 4) Se houver tempo e condições e o policial precisar armar o cão. sempre. O saque e o coldreamento (só com a “mão forte”. A ação do dedo na tecla do gatilho. jamais por trás do cabo do revólver. Finalidades. 15. e. pela urgência e circunstâncias. Os disparos são menos rápidos mas. sem olhar. com os dois olhos abertos. destino ao revólver. Exercícios com o Revólver vazio (descarregado).A arma não está em “posição de tiro” perfeita e. b. mesmo assim. em seguida. com o policial atuando dentro do limite entre a vida e a morte. 3) “Tiro intuitivo”:. Aluno pratica. O importante é ver a massa de mira com nitidez. A “simples” só será usada quando não for possível adotar a “dupla”. . Aluno pratica. deverá se dar no meio da última falange do dedo (falangeta). Lembrar que “tiro instintivo” não existe. mas são vistos. 2) Na “ação simples” o contato do dedo com a tecla do gatilho. 2) Disparo com “semivisada”:. 2) Na “ação simples” há o prévio armamento do cão. nos confrontos armados. Usado nos confrontos armados. “Ação dupla” e “ação simples” do gatilho. voltar seu cano para direção segura.22 l. Aluno pratica. m. deste manual (“Visada” e “Focalização”). vantagens e desvantagens. Aluno pratica. a alça de mira. com nitidez. com o polegar da “mão forte” segurar o cão e com o seu dedo indicador acionar o gatilho. d. deste manual) e da “barricada de treinamento” (ver “Anexo 09”. 1) Na “ação dupla” o acionamento da tecla do gatilho é direto. Muito usado em competições de “tiro esportivo”. Como receber o revólver de um companheiro:. há necessidade do disparo. mas vê o alvo e tem a intuição de que o cano de sua arma está na sua direção. menos precisos. normalmente. normalmente. estando com empunhadura dupla. 4) Para a vista humana é praticamente impossível ver. diferenças. não há tempo nem condições para esse enquadramento. por falta de tempo. sem armar o cão. Os disparos são mais rápidos mas. a possibilidade de “gatilhada”. quando são usadas. pegar o revólver pelo cabo. Obs. Como evitar as “gatilhadas”. Aluno pratica. Aluno pratica. Ver “Anexo 02”. para o seu acionamento. o olhar permanece fixo no alvo e imediações). Apresentação do alvo “PM-L-74” (ver “Anexo 13”. c. onde a morte está sempre presente. instinto é aquilo que nasce com a pessoa. tensão.Mesmo tendo observado. Como desarmar o cão. O policial não vê a alça de mira nem a massa de mira. é bem menor que com “empunhadura simples”. Aluno pratica. O saque lento e o saque rápido. não há o enquadramento perfeito entre alça de mira. n. massa de mira e alvo. 3) Para desarmar o cão é conveniete primeiro colocar o polegar da “mão fraca” entre o cão que está armado e a armação do revólver. Embora com possibilidade de impactos mais precisos. a demora para o policial executar a “ação simples” poderá custar a sua vida ou a vida de terceiros. deverá se dar no início da última falange do dedo (falangeta) logo após a divisa com a penúltima falange (falanginha).

conseqüências. “sem trancos”. Aluno pratica. Cano permanece na direção do perigo. Variantes. Como receber o revólver de um companheiro ou da reserva de armas (idêntico à letra “l” do item “14” retro). continuando a empunhar o revólver com a “mão forte” agora. retro). h. Aluno pratica c. Como alimentar. com uso de munição de manejo. Como abrir o tambor e extrair os cartuchos vazios (deixar cair) sem perder a empunhadura. e causas de muitas tragédias. Aluno pratica. o aluno possa fazer esse acionamento com rapidez. j. e coldrear o revólver (como se fosse entrar em serviço). na seguinte conformidade (á medida em que os procedimentos são ensinados os alunos já os irão praticando):a. na hora do disparo. b. é necessário fazer a recarga com a maior rapidez possível):. Extrai os cartuchos do tambor (deixa cair) acionando a vareta do extrator com a “mão fraca”. Os disparos serão efetuados sempre de 2 em 2. o professor dará seqüência à instrução. num mesmo alvo. quando e porque são feitas. Como fazer vistoria física e visual rigorosa das câmaras do tambor. O aluno poderá experimentar pegar o carregador rápido de reposição antes de extrair os cartuchos do tambor. Que é municiar o carregador rápido. mas. Aluno exercita. que mudará. Como preparar o revólver e carregadores para entrar de serviço. Aluno pratica. Mudanças de uma posição para outra. g. Revólver em “posição de tiro”. diferenças. Como.23 3) A força para o acionamento da tecla do gatilho deverá se dar suavemente (devagar e constante). fará com que. Aluno pratica. carregar. Como entregar o revólver para um companheiro ou na reserva de armas (idêntico à letra “k” do item “14”. f. O “tranco” ou o forçamento da tecla do gatilho para as laterais. Aluno pratica. aciona o retém do tambor com o polegar da “mão fraca” enquanto com o indicador da “mão forte” (que continua empunhando o revólver) empurra o tambor para fora. Revólver em “posição de alerta”. O aluno. k. Mantendo a empunhadura dupla. deste manual) ou verbalizando baixo. de preferência sem munição real. j. Variantes. para acionamento do gatilho. coldrea. e assim. coldrea (saca. Como recarregar o revólver usando apenas uma das mãos (ver a “DÉCIMA TERCEIRA FASE” da “QUARTA PARTE” do “CURSO BÁSICO” – Capítulo 07. Recarga de emergência ou “emergencial” (a munição do tambor do revólver acabou. retro). Variantes. sucessivamente). Retoma a empunhadura dupla. se estiver sozinho) através dos “sinais policiais” (ver anexo “01. diferenças entre elas. deverá ser paralela ao cano como se o mesmo se prolongasse para trás. f. se houver “barricada de treinamento”. Retira a “mão fraca”. Ainda com a “mão fraca” pega o carregador rápido de reposição e efetua a recarga (deixa cair o carregador rápido vazio usado). Como colocá-lo e sacá-lo do porta carregador que. deste manual) . com o tempo. finalidades. o local previamente previsto para o impacto. obrigatoriamente. d. Quando é usada. Como municiar e desmuniciar o carregador rápido. Quando é usada. A força do dedo. e sem forçamento para as laterais da tecla do gatilho. e. o momento se mostra favorável para fazê-la. ao mesmo tempo em que pede “cobertura” do companheiro (fictício. provocará a tão temível “gatilhada”. l. efetua 2 disparos. efetua 2 disparos. Após cada saque serão efetuados 2 disparos (num mesmo alvo). Aluno pratica. A preocupação em pegar os cartuchos extraídos e o carregador rápido vazio após o uso poderá custar a vida do policial. agacha para fazê-la.Quando são realizadas.Se o aluno estiver em pé. coldrea. Revólver em “posição sul”. ao disparar. saca. O treinamento persistente. Aluno pratica. g. Aluno pratica. com empunhadura simples (não pode perder a empunhadura). A recarga de “emergência” ou “emergencial” e a recarga “tática”:. Aluno pratica. principalmente pela ausência de perigo iminente ou o fato do policial estar bem abrigado):. estará do lado da “mão fraca” do aluno. Aluno pratica. deverá manter os dois olhos abertos. totalmente. A partir de agora. Após cada 2 disparos. h. cano e olhar na direção do alvo e imediações. Recarga “tática” (a munição do tambor do revólver ainda não acabou. como efetuá-las. abotoando a presilha do coldre.Os procedimentos são idênticos aos previstos para a “recarga de emergência” ou “emergencial” (letra “h”. suavemente e sem “trancos”. i. 16. protege-se nela com a mesma finalidade. i. Quando é usada. Que é alimentar e carregar o revólver.

para menos de meia folha de papel sulfite “A4”. 20. pelo aluno. m. será desenvolvida em “PARTES”. tudo o que ali está escrito. Local de porte e uso da “arma reserva” no serviço e nas horas de folga (deverá estar no “coldre de canela”. O professor. A parte prática. que os procedimentos previstos em todos os exercícios são repetitivos. com e sem disparos reais. Etc. Incidentes de tiro que poderão ser solucionados pelo policial na hora em que ocorrerem. mudando apenas a “posição de tiro” do aluno assim. corretamente. 18. para consulta momentânea. do “Curso Básico” (que vem a seguir). não passará para o exercício seguinte sem ter executado. com disparos reais. e os que são da responsabilidade dos técnicos. o anterior. (GIRALDI) . Ao final do “Curso Básico”. Aluno pratica. o teste de avaliação (VE) previsto no Capítulo 08 deste manual (“Súmula de Avaliação do Curso Básico”). cada “PARTE” em “FASES”. 17. o professor aplicará. retro. até que o aprenda a executar corretamente e sem dificuldades. deverá provocar incidentes de tiro para solução dos alunos. após familiarizar-se com esses procedimentos. se houver necessidade. poderá reduzir. Só encerrar a instrução do dia após aplicar o que está previsto no item “20” do Capítulo “02”. no desenvolvimento das próximas “Partes” do “Curso Básico”. ao aluno. 19. O professor irá verificar. após ensinar. em cada “FASE” um tipo de exercício específico que será repetido. l . do lado interno da “perna fraca”).24 k. quantas vezes forem necessárias.

Dedo sempre fora do gatilho. O aluno remuniciará os carregadores rápidos nos intervalos das FASES. e. Para dar início à instrução do dia. deste manual). colocado o mais próximo possível do barranco de contenção dos projéteis. b. mediante ordem do professor. Alvo a ser utilizado:. manter constante contato visual com o alvo e suas imediações. dedo sempre fora do gatilho. no desenvolvimento da FASE). POR ALUNO (MÍNIMO) 1. sendo orientado e corrigido pelo professor. j.Obrigatoriamente o alvo “PM-L-74”. 2 (dois) disparos seguidos. A “Segunda Parte” do “Curso Básico” será desenvolvida em “FASES”. Ao sacar. 2. inicialmente. Somente dará início à execução do exercício da FASE. no desenvolvimento da FASE. manter o cano do revólver e o olhar na direção do alvo e suas imediações.DESENVOLVIMENTO PREVISÃO:. d. posicionar-se. Disparos. Tempo livre para os disparos (sem pressa). Ver anexo 09. o dedo volta à sua posição normal (estendido. Acionamento lento do gatilho. quando estiver condicionado a executálo corretamente e sem dificuldades. em cada FASE um tipo de exercício específico (que poderá ser repetido. junto à armação do revólver). Ao se “ajeitar” ou mudar de posição. todos os procedimentos e determinações previstas na “Primeira Parte” do “Curso Básico” (Capítulo 04. o dedo só vai para o gatilho no momento do disparo. f. a não ser que exista ordem em contrário. Manter o olhar e o cano do revólver sempre na direção do alvo e suas imediações. Posicionamento lento. Empunhadura dupla e ação dupla do gatilho (a não ser que exista ordem em contrário. com e sem o uso de munição real). ® . sem dificuldades. sempre. com munição real. Sem tempo para iniciar os disparos. pelo aluno. A recarga será sempre de “emergência” ou “emergencial” (ver letra “h”. Irá efetuando disparos até que toda a munição do tambor do revólver acabe. nas quais deverão ser cumpridos os seguintes procedimentos padrões:a. de papelão (ver “Anexo 13”. Com visada.100 DISPAROS REAIS. c.25 CAPÍTULO 05 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “CURSO BÁSICO” – SEGUNDA PARTE . retro). i. sem necessidade de ordem. deste manual. por escrito. ou coldrear o revólver. retro). várias vezes. nesse momento. Antes de dar início ao exercício da FASE o aluno deverá treiná-lo. com carga máxima. Saque lento. Não olhar o revólver nem o coldre para sacar e coldrear. do Capítulo 04. por alvo. com os dois olhos abertos. uma vez efetuado o disparo. por escrito. usar apenas a “mão forte” para fazê-lo. não importa em que altura esteja da instrução ou da execução do exercício. A “Segunda Parte” do “Curso Básico” somente será desenvolvida após o aluno dominar e executar. g. com o revólver vazio ou simulando o seu uso. recarregará o revólver (recarga emergencial). o aluno municiará cada um dos 2 (dois) carregadores rápidos do revólver. de cada vez. h. do item “16”. Uso obrigatório da “barricada de treinamento” (quando estiver previsto). em torno de 5 metros de distância do local de tiro do aluno.

Defendam!” (quando é para mais de 1 aluno). cão desarmado.”. revólver carregado no coldre. retro). O professor analisará o grupamento e explicará ao aluno o que terá que fazer para melhorá-lo. o aluno repetirá o exercício (com munição real) mais vezes além do que já estiver previsto para cada “FASE”. Só após consegui-lo efetuará disparos reais. q. Jamais usar “sinal de apito”. acionamento lento do gatilho. quantas vezes forem necessárias. (em ambos os casos. recebendo-o. Os impactos nos alvos poderão ir sendo obreados ou assinalados com uma caneta (não é obrigatório). ou algo que produza som semelhante (exemplo:. extrai os cartuchos do tambor. do item “14. mantendo o olhar no alvo. m. Após o término de cada exercício (serão 2 disparos seguidos num mesmo alvo):. empunhadura dupla (policial).Disparo de festim ou real (melhores). do item”16. Posição de partida do aluno para execução de cada exercício:. o aluno. O aluno não passará para o exercício seguinte sem ter executado. ou outras expressões ou meios não recomendáveis como dar um toque no corpo do aluno seguido da expressão:. ou “---. n. serão pegos de volta para posterior aproveitamento. corretamente e sem dificuldades. tudo do Capítulo 04.Obrigatoriamente o “PM-L-74”. ou “---Fogo à vontade!”. ficando. o professor permitirá ao aluno conferir os impactos do seu alvo. Aguarda ordens. 2 disparos após cada saque seguidos do coldreamento do revólver. faz a entrega do revólver para um companheiro. Nem a arma nem qualquer parte do corpo do aluno deverá tocar ou ultrapassar a “barricada de treinamento” (ver “Anexo 09”.Vai!”. após novo ensinamento e orientação do professor. deste manual). presilha do coldre abotoada.Vai!”. intensamente. Na falta. ou “---. de volta. coldrea o revólver usando apenas a “mão forte”. Possíveis cartuchos extraídos. usar a expressão:“---. fazendo “varredura” horizontal e vertical. s. Após o término de cada FASE (Não importa quantas vezes o exercício dela tenha sido executado):. em seguida. passa para empunhadura dupla (policial). toma a posição determinada e efetua os disparos previstos para a FASE (sempre 2 disparos seguidos em cada alvo). Revólver e corpo do aluno sempre aquém da “barricada de treinamento” (quando for usada). com visada.“---. saca o revólver.Saque lento. deixando a sociedade de lado). assim. posicionamento lento.Defenda-se!” (neste caso estaria defendendo só a si.Ao ser dado o sinal de partida o aluno. Mantendo o dedo fora do gatilho volta à posição de partida com o cano da arma e olhar voltados para a direção do alvo e imediações. l. dedo fora do gatilho. como se estivesse pressentindo o surgimento de algum perigo. até ficar condicionado a executá-lo corretamente e sem dificuldades (revólver descarregado). pronto para repetir o mesmo exercício (se for o caso) ou executar o seguinte.26 k. orientado pelo professor. r. braços soltos ao longo do corpo. Caso não o tenha conseguido. p. com ou sem o uso de munição real.Defenda!” (quando é só para 1 aluno). o. Deverão ser obedecidos os seguintes princípios:. e que não tenham sido usados. até consegui-lo. deverá treiná-lo. tempo livre para os disparos (sem pressa). disparos com os dois olhos abertos. e letras “d” e “e”.). Alvo a ser utilizado:.Perigo!” (para 1 ou mais alunos). Aguarda ordens. 3. abotoando a presilha do coldre (tudo.bomba. deverá repeti-lo. Havendo necessidade e munição. faz vistoria física e visual rigorosa das câmaras. Sempre que julgar necessário. . com o revólver vazio ou simulando o seu uso. de papelão (ver “Anexo 13”). ação dupla do gatilho.Em pé. Início do exercício:.Mediante ordem do professor. sem olhar o coldre e sem auxílio da “mão fraca”. sem olhar). As “FASES” da “Segunda Parte” do “Curso Básico” serão desenvolvidas da seguinte forma:DESENVOLVIMENTO DA “SEGUNDA PARTE” DO “CURSO BÁSICO” Antes da execução do exercício de cada “FASE” com munição real o aluno. ou a expressão “---.. etc. mantendo o cano da arma para direção segura.Terminados os disparos o aluno ainda manterá o olhar e o cano do revólver na direção e imediações do alvo (do perigo) por 2 ou 3 segundos. Sinal de partida para o início de cada exercício:. ou “---. executará todos os procedimentos já aprendidos – letras “k” e “l”. o exercício anterior.”.

Saque lento. volta à posição de partida. Saque lento. faz a “varredura”. faz a “varredura”. Total:. para consulta momentânea. tomada de posição lenta.Disparos ajoelhado. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). livre. disparos por sobre a barricada. Total:. faz a . SEXTA FASE: . disparos lentos. livre. EXECUÇÃO: Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. tudo o que se segue. tomada de posição lenta. assim.6 tiros.Disparos.6 tiros. barricado na horizontal (barricada horizontal a mais ou menos 1. toma a posição determinada. O professor irá verificar. que os procedimentos previstos em todas as “FASES” são repetitivos. toma a posição de tiro determinada. zona central do alvo. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. TERCEIRA FASE:. disparos lentos. QUARTA FASE:. acionamento lento do gatilho. EXECUÇÃO:. toma a posição determinada. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais seis vezes. disparos lentos.30 metros de altura). acionamento lento do gatilho. revólver “em posição de tiro” (ainda não dispara). nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. Total:. para menos de meia folha de papel sulfite “A 4”. Total:. com visada. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). possíveis assistentes. após familiarizar-se com esses procedimentos. PRIMEIRA FASE:. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). com visada. poderá reduzir. levanta o corpo o mínimo necessário até enquadrar o alvo. Saque lento. nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. QUINTA FASE:. Saque lento.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. efetua 2 disparos. faz a “varredura”. acionamento lento do gatilho. zona central do alvo. EXECUÇÃO: Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. zona central do alvo. desde que a cabeça do aluno esteja voltada para o alvo). livre (todas as posições serão aceitas). acionamento lento do gatilho.Disparos deitado. EXECUÇÃO:. empunhadura dupla (policial). entra em proteção (pelo lado direito da barricada). alunos que estão observando. coldrea. revólver “em posição de tiro” (ainda não dispara)”. corpo protegido pelo lado de baixo da barricada. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver: toma a posição determinada. em pé. empunhadura dupla (policial). Total:. disparos lentos.Disparos em posição de tiro híbrida.14 tiros.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. toma a posição determinada. tomada de posição lenta. com visada. Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. (todas as posições serão aceitas. acionamento lento do gatilho. volta à posição de partida. empunhadura dupla (policial). entra em proteção (pelo lado de baixo da barricada). tomada de posição lenta. empunhadura dupla (policial).6 tiros. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”. Saque lento.Disparos em pé. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”). coldrea. e. protegendo-se na esquerda. volta à posição de partida. faz a “varredura”. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”).27 Durante a instrução. EXECUÇÃO:. deverão estar com colete balístico. empunhadura dupla (policial). Total:. com visada. coldrea. disparos lentos. com visada. faz a “varredura”. corpo protegido na direita. tomada de posição lenta. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). no desenvolvimento desta “Segunda Parte” do “Curso Básico”. disparos lentos. efetua 2 disparos. efetua 2 disparos (pode tombar o revólver para efetuá-los). não só quem a está executando. SEGUNDA FASE:. zona central do alvo. com visada. empunhadura dupla (policial).Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. SÉTIMA FASE:. mudando apenas a “posição de tiro” do aluno. disparos pela esquerda da barricada. coldrea.Disparos agachado.6 tiros. volta à posição de partida. Saque lento. efetua 2 disparos. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). toma a posição determinada. zona central do alvo.6 tiros. coldrea. protetor ocular e auricular. tomada de posição lenta. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. EXECUÇÃO: . efetua 2 disparos. efetua 2 disparos. volta à posição de partida. tomba ligeiramente o tronco para a esquerda. mas também professores e auxiliares. acionamento lento do gatilho. livre (todas as posições serão aceitas). barricado na vertical.Exercício idêntico ao da FASE anterior mas disparando pelo lado direito da barricada. Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. zona central do alvo.

faz a “varredura”.6 tiros.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. volta à posição de partida. empunhadura dupla (policial). aciona o retém do tambor com o polegar da “mão fraca” enquanto com o indicador da “mão forte” (que continua empunhando o revólver) empurra o tambor para fora. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”. caracterizando não ter condição de uso). nesta FASE. Saque lento. executando. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”. toma a posição de tiro determinada (em pé. livre). coldrea.”. com visada. OITAVA FASE:. EXECUÇÃO:.6 tiros. EXECUÇÃO:Ao sinal convencionado o aluno. com visada. com visada. saca o revólver. carregador rápido de reposição totalmente municiado.6 tiros. faz a “varredura”.Disparos em pé. Excepcionalmente. EXECUÇÃO:. Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. disparos pela esquerda da barricada. coldrea. acionamento lento do gatilho. DÉCIMA FASE:.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver.Exercício idêntico ao da FASE anterior mas disparando pelo lado direito da barricada. “braço fraco” solto ao lado do corpo ou com o polegar da “mão fraca” enfiado por dentro do cinto. usando apenas a “mão forte”. tomada de posição lenta. faz a “varredura”. NONA FASE:. toma a posição determinada. barricado na vertical. efetua 2 disparos. em seguida. Total:. faz a “varredura”. protegendo-se na esquerda. entra em proteção (pelo lado direito da barricada). zona central do alvo. (Esclarecer o aluno que a “empunhadura simples” somente será usada quando não for possível a “dupla” e que o exercício também poderá ser executado usando apenas a “mão fraca”). corpo protegido na direita. volta à posição de partida. revólver em “posição de tiro” (ainda não dispara). Saque lento. disparos lentos. Ainda com a “mão fraca” pega o carregador rápido de reposição e efetua a recarga (deixa cair o carregador rápido vazio usado).4 tiros. DÉCIMA TERCEIRA FASE:. zona central do alvo. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). Total:. zona central do alvo. volta à posição de partida. empunhadura simples (uma só mão). toma a posição determinada. (Necessário o uso da “barricada de treinamento). Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. efetua dois disparos (pode tombar o revólver para efetuá-los). Retoma a empunhadura dupla. volta à posição de partida. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. retro).Exercício idêntico ao da FASE anterior mas disparando pelo lado direito da barricada.4 tiros. do item “16. tomba ligeiramente o tronco para a esquerda. Total:. disparos lentos. empunhadura dupla (policial). deita protegido pelo lado direito da barricada. DÉCIMA SEGUNDA FASE:. Saque lento. Passa para empunhadura simples. coldrea. agacha para executá-la. . zona central do alvo.6 tiros.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. EXECUÇÃO:. barricado na vertical. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”). disparos lentos. disparos lentos. Para dar início ao exercício o tambor do revólver deverá estar com no mínimo 4 cartuchos intactos. livre (o aluno escolhe). Mantendo a empunhadura dupla. DÉCIMA PRIMEIRA FASE:. livre. com “recarga tática” (ver letra “i”. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). Total:. a “recarga tática”. Se estiver em pé. coldrea. tomada de posição lenta. Volta à posição de partida. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais uma vez. disparos pela esquerda da barricada. efetua 2 disparos (pode tombar o revólver para efetuá-los). livre. continuando a empunhar o revólver com a “mão forte” (não pode perder a empunhadura).Disparos ajoelhado ou agachado. acionamento lento do gatilho. Volta à posição em pé e efetua mais dois disparos no mesmo alvo. acionamento lento do gatilho. empunhadura dupla (policial).28 “varredura”. corpo protegido na esquerda. Total:. Saque lento. Extrai os cartuchos do tambor (deixa cair) acionando a vareta do extrator com a “mão fraca”. tomada de posição lenta. tomada de posição lenta. o aluno recarregará o revólver antes do término da munição do tambor (“recarga tática”). Total:. do Capítulo 04. tomba ligeiramente o tronco para a esquerda. efetua 2 disparos. se houver “barricada de treinamento” protege-se nela com a mesma finalidade. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais uma vez. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”. cano e olhar na direção do alvo e imediações. na altura do umbigo. revólver “em posição de tiro” (ainda não dispara). Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. com visada. acionamento lento do gatilho. corpo protegido na direita. ação dupla do gatilho (sem armar o cão).Disparos em pé.Disparos deitado. empunhadura simples (uma só mão). livre. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). coldrea.

tomada de posição lenta. adotar outra posição de tiro). com visada na “zona periférica baixa à direita do alvo”.100 (mínimo) Aqui termina o que poderíamos chamar de “tiro ao alvo”. Total:. faz a “varredura”. Obs.Idêntica à anterior (podendo. retro. acionamento lento do gatilho. isto é. com visada. VIGÉSIMA FASE:.. antes do disparo). antes do disparo). inicialmente. empunhadura dupla (policial). acionamento lento do gatilho. “zona periférica alta à direita do alvo”. DÉCIMA OITAVA FASE:. DÉCIMA SEXTA FASE:. empunhadura dupla (policial). torna a armar o cão (com o polegar da “mão fraca”. sem necessidade de rapidez para tomar as posições de tiro. com o polegar da “mão fraca”. com tempo livre para executar os disparos.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. Total:.2 tiros. com visada na “zona periférica baixa à direita do alvo”. adotar outra posição de tiro). adotar outra posição de tiro).2 tiros. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). DÉCIMA SÉTIMA FASE:. na mesma “zona”. para o seu acionamento. coldrea.Idêntica à anterior (podendo. adotar outra posição de tiro).Idêntica à anterior (podendo. deverá se dar no meio da última falange do dedo (falangeta). volta à posição de partida.Idêntica à anterior (podendo. Saque lento. DÉCIMA QUARTA FASE:. com o polegar da “mão fraca”. Total:. com visada. efetua o primeiro disparo em “ação simples” na “zona periférica alta à direita do alvo”. Total:. sem perder a empunhadura dupla e sem perder o contato visual com o alvo e suas imediações). com visada na “zona periférica baixa à esquerda do alvo”. o aluno no manejo do revólver. Obs. DÉCIMA QUINTA FASE:.29 (Esclarecer o aluno que o carregador rápido de reposição poderá também ser pego antes da extração dos cartuchos do tambor. Total:. Total:.Só encerrar a instrução do dia após aplicar o que está previsto no item “20”. onde a morte está sempre presente e as condições físicas e psíquicas do policial estão totalmente alteradas. pois exige um esforço menor que na “ação dupla”. Esta PRIMEIRA PARTE teve como finalidade apenas habilitar. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento. adotar outra posição de tiro).Disparos em posição de tiro livre na “zona periférica alta à direita do alvo”. com visada na “zona periférica baixa à esquerda do alvo”. tomada de posição lenta. o aluno. faz a “varredura”. com visada na “zona periférica alta à esquerda do alvo”. arma o cão (com o polegar da “mão fraca”. volta à posição de partida. Total: 2 tiros.Idêntica à anterior (podendo. DÉCIMA NONA FASE:. sem perder a empunhadura dupla e sem perder o contato visual com o alvo e suas imediações). o aluno. e. adotar outra posição de tiro). “saque lento”. sem perder a empunhadura dupla. mal dando tempo do policial reagir (quando consegue). Total: 2 tiros. disparos lentos. EXECUÇÃO:. o aluno. tudo é muito rápido. efetua o segundo disparo em “ação simples”.8 tiros.2 tiros. o aluno.2 tiros. sem perder a empunhadura dupla. Saque lento.2 tiros. o aluno. situações que dificilmente poderão ser cumpridas num confronto armado verdadeiro.2 tiros. coldrea.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. ação simples do gatilho (armando o cão. etc. com visada na “zona periférica alta à esquerda do alvo”.:. do “Capítulo 02”. (GIRALDI) . disparos lentos. Total:.:. “ação simples do gatilho” (armando o cão.Na “ação simples” o contato do dedo com a tecla do gatilho. EXECUÇÃO:.Idêntica à anterior (podendo.Disparos em posição de tiro livre. por aluno:. efetua 2 disparos na “zona periférica alta à direita do alvo”. “com visada”. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento. até antes da abertura do tambor). VIGÉSIMA PRIMEIRA FASE:. Total de tiros da “Segunda Parte” do “Curso Básico”. o aluno.

com semivisada ou intuitivo. assim. deverá treiná-lo. tudo o que se segue. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). volta à posição de partida. que os procedimentos previstos em todas as “FASES” são repetitivos.100 DISPAROS REAIS. após familiarizar-se com esses procedimentos. recarga rápida (tanto “emergencial” como “tática”). volta à posição de partida. intensamente. Só após consegui-lo efetuará disparos reais. ação dupla do gatilho (sem armar o cão).Disparos ajoelhado. alunos que estão observando. efetua 2 disparos. zona central do alvo. tomada de posição rápida. acionamento rápido do gatilho. EXECUÇÃO: Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. o aluno. PRIMEIRA FASE:.Obrigatoriamente o “PM-L-74”. empunhadura dupla (policial). Saque rápido. Alvo a ser utilizado:. com munição real. disparos rápidos. “semivisados” ou “intuitivos”. faz a “varredura”. livre (todas as posições serão aceitas). disparos rápidos. retro). com os dois olhos abertos. o aluno repetirá o exercício (com munição real) mais vezes além do que já estiver previsto para cada “FASE”. mas também professores e auxiliares.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver: toma a posição determinada. Durante a instrução. Total:.14 tiros. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais seis vezes.6 tiros. possíveis assistentes. POR ALUNO (MÍNIMO) ® Agora terá início o tiro policial propriamente dito.DESENVOLVIMENTO PREVISÃO:. não só quem a está executando. EXECUÇÃO: . para menos de meia folha de papel sulfite “A 4”. SEGUNDA FASE:. para consulta momentânea. “saque rápido”. empunhadura dupla (policial). isto é. Havendo necessidade e munição. com o revólver vazio ou simulando o seu uso. disparos rápidos. O professor irá verificar. toma a posição determinada. empunhadura dupla (policial). “tomadas rápidas de posições”. Total:. orientado pelo professor. zona central do alvo.Disparos em pé. DESENVOLVIMENTO DA “TERCEIRA PARTE” DO “CURSO BÁSICO”:Antes da execução do exercício de cada “FASE”.30 CAPÍTULO 06 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “CURSO BÁSICO” – TERCEIRA PARTE . ação dupla do gatilho. mudando apenas a “posição de tiro” do aluno. faz a “varredura”. protetor ocular e auricular. no desenvolvimento desta “Terceira Parte” do “Curso Básico”. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. Saque rápido. até ficar condicionado a executá-lo corretamente e sem dificuldades (revólver descarregado). e. acionamento rápido do gatilho. livre. coldrea. tomada de posição rápida. Os exercícios são idênticos e seguem a mesma seqüência dos exercícios realizados na “Segunda Parte” do “Curso Básico” (Capítulo 05. . com semivisada ou intuitivo. de papelão (ver Anexo 13). acionamento rápido do gatilho. coldrea. efetua 2 disparos. poderá reduzir. sempre de 2 em 2. deverão estar com colete balístico.

efetua 2 disparos. empunhadura dupla (policial). nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. tomada de posição rápida. toma a posição determinada. volta à posição de partida. com semivisada ou intuitivo. Total:.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver.Disparos em posição de tiro híbrida. disparos rápidos. empunhadura dupla (policial). empunhadura dupla (policial). disparos rápidos. acionamento rápido do gatilho. ação dupla do gatilho (sem armar o cão).6 tiros. coldrea. QUINTA FASE:. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. acionamento rápido do gatilho. tomba ligeiramente o tronco para a esquerda. levanta o corpo o mínimo necessário até enquadrar o alvo. protegendo-se na esquerda. volta à posição de partida. Total 6 tiros. acionamento rápido do gatilho. empunhadura dupla (policial). com semivisada ou intuitivo. desde que a cabeça do aluno esteja voltada para o alvo). faz a “varredura”. toma a posição de tiro determinada. OITAVA FASE:. livre (todas as posições serão aceitas.6 tiros. Total:. volta à posição de partida. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”).Disparos em pé. EXECUÇÃO:.6 tiros.31 TERCEIRA FASE:. EXECUÇÃO:. faz a “varredura”. protegendo-se na esquerda. SÉTIMA FASE:. tomada de posição rápida. coldrea. disparos por sobre a barricada. corpo protegido na direita. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. livre (todas as posições serão aceitas). (Necessário o uso da “barricada de treinamento”). toma a posição determinada. com semivisada ou intuitivo. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). zona central do alvo. efetua 2 disparos. EXECUÇÃO:Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. disparos pela esquerda da barricada. disparos rápidos. acionamento rápido do gatilho. zona central do alvo. Saque rápido. volta à posição de partida. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”. acionamento rápido do gatilho.Disparos agachado. efetua 2 disparos (pode tombar o revólver para efetuá-los). livre (o aluno escolhe). zona central do alvo. faz a “varredura”. Saque rápido. QUARTA FASE:. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. EXECUÇÃO:. coldrea.30 metros de altura). coldrea. Saque rápido. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”. toma a posição determinada. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. disparos pela esquerda da barricada. efetua 2 disparos. entra em proteção (pelo lado direito da barricada).Disparos deitado. faz a “varredura”. Total:.Disparos ajoelhado ou agachado. Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. barricado na vertical. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). corpo protegido na direita. empunhadura dupla (policial). volta à posição de partida. entra em proteção (pelo lado direito da barricada). revólver “em posição de tiro” (ainda não dispara). com semivisada ou intuitivo. com semivisada ou intuitivo. tomba ligeiramente o tronco para a esquerda. zona central do alvo. Total:.Exercício idêntico ao da FASE anterior mas disparando pelo lado direito da barricada. revólver “em posição de tiro” (ainda não dispara). tomada de posição rápida. tomada de posição rápida. barricado na vertical.Exercício idêntico ao da FASE anterior mas disparando pelo lado direito da barricada. TOTAL:. barricado na horizontal (barricada horizontal a mais ou menos 1. Saque rápido. Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. efetua dois disparos (pode tombar o revólver para efetuá-los). EXECUÇÃO:. revólver em “posição de tiro” (ainda não dispara). . ação dupla do gatilho (sem armar o cão).Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. disparos rápidos. coldrea. NONA FASE:. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”.6 tiros.6 tiros. corpo protegido pelo lado de baixo da barricada. SEXTA FASE: . zona central do alvo. faz a “varredura”. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”). entra em proteção (pelo lado de baixo da barricada).Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. tomada de posição rápida. disparos rápidos. Total:.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. Saque rápido. toma a posição determinada.6 tiros. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes.

Disparos em pé.2 tiros. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais uma vez. zona central do alvo. na altura do umbigo. executando. Retoma a empunhadura dupla. e. acionamento rápido do gatilho. deita protegido pelo lado direito da barricada.Exercício idêntico ao da FASE anterior mas disparando pelo lado direito da barricada. acionamento rápido do gatilho. faz a “varredura”.Ao sinal convencionado o aluno. volta à posição de partida. Passa para empunhadura simples. Saque rápido. repetirá o exercício mais uma vez. a “recarga tática”. disparos pela esquerda da barricada. empunhadura dupla (policial).4 tiros. coldrea. se houver “barricada de treinamento” protege-se nela com a mesma finalidade. nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. efetua 2 disparos. com semivisada ou intuitivo na “zona periférica baixa à esquerda do alvo”. DÉCIMA SEXTA FASE:. empunhadura dupla (policial). Mediante sinal convencionado. continuando a empunhar o revólver com a “mão forte” (não pode perder a empunhadura). toma a posição determinada. com semivisada ou intuitivo. faz a “varredura”. efetua 2 disparos. EXECUÇÃO:. zona central do alvo. Ainda com a “mão fraca” pega o carregador rápido de reposição e efetua a recarga (deixa cair o carregador rápido vazio usado). com semivisada ou intuitivo. tomada de posição rápida. volta em proteção com o revólver ainda em “posição de tiro”.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. Total: 2 tiros. com “recarga tática” (ver letra “i”. agacha para executá-la. até antes da abertura do tambor). Se estiver em pé. Mantendo a empunhadura dupla. acionamento rápido do gatilho. com semivisada ou intuitivo. empunhadura simples (uma só mão). Total: 2 tiros. nesta FASE. Revólver e corpo do aluno aquém da barricada. corpo protegido na esquerda. livre. Total:. empunhadura simples (uma só mão). usando apenas a “mão forte”. . tomada de posição rápida. volta à posição de partida. tomada de posição rápida. caracterizando não ter condição de uso. DÉCIMA QUINTA FASE:. Total:. Total:. livre.Idêntica à anterior (podendo. Total:. retro). adotar outra posição de tiro). coldrea. disparos rápidos. EXECUÇÃO:.Disparos em pé. coldrea. (Esclarecer o aluno que a “empunhadura simples” somente será usada quando não for possível a “dupla” e que o exercício também poderá ser executado usando apenas a “mão fraca”). do “Capítulo 04”.Disparos em posição de tiro livre. disparos rápidos. tomba ligeiramente o tronco para a esquerda. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). DÉCIMA PRIMEIRA FASE:.32 DÉCIMA FASE:. Saque rápido. Saque rápido.6 tiros. EXECUÇÃO:. coldrea. Total:. tomada de posição rápida. toma a posição de tiro determinada (em pé. aciona o retém do tambor com o polegar da “mão fraca” enquanto com o indicador da “mão forte” (que continua empunhando o revólver) empurra o tambor para fora. Saque rápido. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). faz a “varredura”. Volta à posição em pé e efetua mais dois disparos no mesmo alvo. (Esclarecer o aluno que o carregador rápido de reposição poderá também ser pego antes da extração dos cartuchos do tambor. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). revólver “em posição de tiro” (ainda não dispara). efetua 2 disparos (pode tombar o revólver para efetuá-los). o aluno recarregará o revólver antes do término da munição do tambor (“recarga tática”).Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. saca o revólver. na “zona periférica alta à direita do alvo”. volta à posição de partida. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”).”.8 tiros. acionamento rápido do gatilho.4 tiros.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. efetua 2 disparos na “zona periférica alta à direita do alvo”. com semivisada ou intuitivo. o aluno. barricado na vertical. carregador de reposição totalmente municiado. cano e olhar na direção do alvo e imediações. o aluno. em seguida. corpo protegido na direita. ação dupla do gatilho (sem armar o cão). DÉCIMA SEGUNDA FASE:.Idêntica à anterior (podendo. adotar outra posição de tiro). Extrai os cartuchos do tambor (deixa cair) acionando a vareta do extrator com a “mão fraca”. disparos rápidos. Para dar início ao exercício o tambor do revólver deverá estar com no mínimo 4 cartuchos intactos. EXECUÇÃO:. disparos rápidos. livre. DÉCIMA QUARTA FASE:. faz a “varredura”. Volta à posição de partida. empunhadura dupla (policial). livre). do item “16. Excepcionalmente. DÉCIMA TERCEIRA FASE:.Disparos deitado. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. zona central do alvo. com semivisada ou intuitivo na “zona periférica alta à esquerda do alvo”. “braço fraco” solto ao lado do corpo ou com o polegar da “mão fraca” enfiado por dentro do cinto.

”.33 DÉCIMA SÉTIMA FASE:. VIGÉSIMA PRIMEIRA FASE:. com semivisada ou intuitivo na “zona periférica baixa à esquerda do alvo”. volta à posição de partida. adotar outra posição de tiro).Idêntica à anterior (podendo. coldrea.2 tiros. o aluno.2 tiros. VIGÉSIMA FASE:. Total de tiros da “Terceira Parte” do “Curso Básico”. com semivisada ou intuitivo na “zona periférica alta à esquerda do alvo”. tomada de posição rápida. “ação simples do gatilho” (armando o cão com o polegar da “mão fraca”. antes do disparo). Total:. adotar outra posição de tiro).2 tiros. ação simples do gatilho (armando o cão com o polegar da “mão fraca”. o aluno. DÉCIMA OITAVA FASE:. retro. “zona periférica alta à direita do alvo”. na mesma “zona”. efetua o primeiro disparo em “ação simples” na “zona periférica alta à direita do alvo”. sem perder a empunhadura dupla e sem perder o contato visual com o alvo e suas imediações).Idêntica à anterior (podendo. disparos rápidos. sem perder a empunhadura dupla. adotar outra posição de tiro). DÉCIMA NONA FASE:. Total:. com semivisada ou intuitivo. sem perder a empunhadura dupla e sem perder o contato visual com o alvo e suas imediações). antes do disparo).2 tiros. com semivisada ou intuitivo na “zona periférica baixa à direita do alvo”.Disparos em posição de tiro livre. arma o cão (com o polegar da “mão fraca”. (GIRALDI) . Total:. com semivisada ou intuitivo na “zona periférica baixa à direita do alvo”. Saque rápido.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. do “Capítulo 02”.Idêntica à anterior (podendo. empunhadura dupla (policial).Só encerrar a instrução do dia após aplicar o que está previsto no item “20. faz a “varredura”. por aluno:.100 (mínimo) Obs. acionamento rápido do gatilho. Total 2 tiros.Idêntica à anterior (podendo. adotar outra posição de tiro). o aluno. sem perder a empunhadura dupla. EXECUÇÃO:. Total:.:. efetua o segundo disparo em “ação simples”. torna a armar o cão (com o polegar da “mão fraca”. o aluno. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento.

que a quase totalidade dos procedimentos previstos em todas as “FASES” são repetitivos. ação dupla do gatilho. tudo o que se segue. conduzindo-o para “arma em posição de alerta”. retros). “Segunda” e “Terceira Parte” do “Curso Básico” (Capítulos 04. Saque rápido. Alvo a 45 graus à esquerda do aluno. Restante idêntico à “Primeira”. volta à posição de partida e coldrea.Disparos em pé. com semivisada ou intuitivo. possíveis assistentes. “braço e mão fraca” estendidos para trás. retro) no que diz respeito a “saque rápido”. Quando houver “regressão” a empunhadura poderá ser “dupla” ou “simples” (no caso da “simples”. PRIMEIRA FASE:. volta à “posição de alerta”. deverá treiná-lo. não só quem a está executando.4 tiros. intensamente. se for necessário. 05 e 06. de papelão (ver “Anexo 13”). SEGUNDA FASE:. sempre de 2 em 2. O professor irá verificar. com o revólver vazio ou simulando o seu uso. com munição real.DESENVOLVIMENTO PREVISÃO:. empunhadura dupla (policial). faz a “varredura”. Total:. tomada de posição rápida. mas também professores e auxiliares. acionamento rápido . e. o aluno. Havendo necessidade e munição. “tomadas rápidas de posições”. efetua 2 disparos. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo.Disparos em pé. livre (do saque para “posição de alerta”. ação dupla do gatilho. Durante a instrução. daí para “posição de tiro”). para consulta momentânea. daí para “posição de tiro”). visados ou “intuitivos. o aluno repetirá o exercício (com munição real) mais vezes além do que já estiver previsto para cada “FASE”. empunhadura dupla (policial). com os dois olhos abertos. Alvo a ser utilizado:. livre (do saque para “posição sul”. ® DESENVOLVIMENTO DA “QUARTA PARTE” DO CURSO BÁSICO:Antes da execução do exercício de cada “FASE”. mudando apenas a “posição de tiro” do aluno. punho cerrado). no desenvolvimento desta “Quarta Parte” do “Curso Básico”. disparos rápidos. acionamento rápido do gatilho.80 DISPAROS REAIS. Só após consegui-lo efetuará disparos reais. ação dupla do gatilho. deverão estar com colete balístico. empunhadura dupla (policial). para menos de meia folha de papel sulfite “A 4”. protetores auriculares e oculares. recarga rápida (tanto “emergencial” como “tática”). orientado pelo professor. tomada de posição rápida. poderá reduzir. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais uma vez. acionamento rápido do gatilho. Saque rápido. A um segundo sinal o conduz para “arma em posição de tiro”. servindo de guia. zona central do alvo. EXECUÇÃO:. alunos que estão observando. assim. após familiarizar-se com esses procedimentos.34 CAPÍTULO 07 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “CURSO BÁSICO” .QUARTA PARTE . POR ALUNO (MÍNIMO) Idêntica à TERCEIRA PARTE DO “CURSO BÁSICO” (Capítulo 06.Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver.Obrigatoriamente o “PM-L-74”. até ficar condicionado a executá-lo corretamente e sem dificuldades. disparos rápidos.

ação dupla do gatilho. se o local permitir e proporcionar segurança.4 tiros. sem . num semicírculo de mais ou menos 180 graus. Volta à posição de partida (“alvo agressor” a 90 graus à direita do aluno).Ao sinal convencionado o aluno. “posição de tiro” e “posição sul”.Ao sinal convencionado o aluno. SEXTA FASE:. mais de um aluno por vez. etc. gira sobre o calcanhar do “pé fraco”. saca o revólver. etc): efetua 2 disparos contra ele. QUARTA FASE:.Este exercício deverá ser feito individualmente (aluno por aluno) ou. se o local permitir e proporcionar segurança. desde que bem separado um do outro. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento (em pé. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. volta à “posição sul”.Este exercício deverá ser executado individualmente (aluno por aluno) ou. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento (em pé. Total:. deitado. se o local permitir e proporcionar segurança. Volta à posição de partida (“alvo agressor” à retaguarda do aluno). EXECUÇÃO:. com o alvo 45 graus à direita do aluno. Total:. Redobrar os cuidados com a segurança. ligeiramente. mais de um aluno por vez. gira sobre o calcanhar do “pé forte”. A um segundo sinal. saca o revólver. Total:.6 tiros. ação dupla do gatilho. EXECUÇÃO:. disparos rápidos. etc. acionamento rápido do gatilho. avançando o “pé forte”. até ficar de frente para o alvo.6 tiros. desde que isso lhe facilite a execução do exercício). Alvo a 90 graus.4 tiros. acionamento rápido do gatilho. Obs. empunhadura dupla (policial). EXECUÇÃO: Ao sinal convencionado o aluno. ao mesmo tempo em que vira a cabeça por sobre o “ombro fraco” e encara o alvo.:. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo. acionamento rápido do gatilho. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento (em pé. como se estivesse sido atacado. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais uma vez. desde que isso lhe facilite a execução do exercício). Saque rápido. faz a “varredura”. avançando o “pé forte”.) e efetua dois disparos contra ele. volta à posição em pé (frente para o alvo) e coldrea. (Nada impede que o aluno use a “planta” do pé para girar. faz a “varredura”. o tronco) e efetua 2 disparos contra ele.Ao sinal convencionado o aluno. saca o revólver. na sua direção (sem mexer na posição dos pés. num semicírculo de mais ou menos 90 graus. sem mexer na posição dos pés e do corpo. ação dupla do gatilho. saca o revólver. ao mesmo tempo em que vira a cabeça por sobre o ombro forte” “e encara o alvo. Total:.Idêntica à anterior. por esse alvo (agressor) que está a 45 graus à sua esquerda. e também para os outros alunos e assistentes. Saque rápido. Total:. até ficar de frente para o alvo. (Nada impede que o aluno use a “planta” do pé para girar. tomada de posição rápida. QUINTA FASE:. Obs. tomada de posição rápida. sem oferecer perigo mútuo. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo.6 tiros.:. empunhadura dupla (policial). Esclarecer o aluno que este exercício também poderá ser executado partindo com o revólver em “posição de alerta”. ao mesmo tempo em que conduz o revólver para “arma em posição de tiro”. podendo mudar a posição de tiro. mais de um aluno por vez. como se ele não estivesse à vista). volta à posição de partida e coldrea. como se estivesse “verbalizando” com um hipotético “alvo neutro” (pessoa neutra) à sua frente (sem olhar o alvo contra o qual irá disparar. gira sobre o calcanhar do “pé fraco”. ao mesmo tempo em que vira a cabeça por sobre o “ombro fraco” e encara o alvo. num semicírculo de mais ou menos 90 graus. podendo mudar a posição de tiro. volta à posição em pé (frente para o alvo) e coldrea. deitado. avançando o “pé fraco”. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo. faz a “varredura”. ajoelhado. à direita do aluno.Disparos em posição de tiro livre. disparos rápidos. Redobrar os cuidados com a segurança. sem oferecer perigo mútuo. disparos rápidos. por tiros. até ficar de frente para o alvo. deitado. faz a “varredura”. tomada de posição rápida. e também para os outros alunos e assistentes. que está a 45 graus à sua esquerda. Esclarecer o aluno que este exercício também poderá ser executado partindo com o revólver da “posição de alerta”. Alvo à retaguarda do aluno. ajoelhado.) e efetua 2 disparos contra ele. Volta à posição de partida (“alvo agressor” a 90 graus à esquerda do aluno).Este exercício deverá ser executado individualmente (aluno por aluno) ou. Saque rápido. (Nada impede que o aluno use a “planta” do pé para girar.:. disparos rápidos. TERCEIRA FASE:. encara-o. podendo mudar a posição de tiro.Disparos em posição de tiro livre. empunhadura dupla (policial). desde que bem separado um do outro.35 do gatilho. à esquerda do aluno. EXECUÇÃO:. Alvo a 90 graus. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. desde que bem separado um do outro.Disparos em posição de tiro livre. apenas girando. conduzindo-o para “arma em posição sul”. desde que isso lhe facilite a execução do exercício). “posição de tiro” e “posição Sul”. Obs. ajoelhado. volta à posição em pé (frente para o alvo) e coldrea.

Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais três vezes. tomada de posição rápida. com mais ou menos 2 metros de intervalo e distância entre ambos. etc.36 oferecer perigo mútuo. faz a “varredura”. empunhadura dupla (policial). desde que bem separado um do outro.8 tiros. se o local permitir e proporcionar segurança. efetua mais dois disparos contra esse mesmo alvo. EXECUÇÃO:Aluno a mais ou menos 10 metros do alvo.Disparos em posição de tiro livre. EXECUÇÃO:. protegido pelo lado direito da . Saque rápido.:. Total:. Redobrar os cuidados com a segurança. com o “braço e a mão fraca” estendida para trás. o aluno saca o revólver.Este exercício deverá ser executado individualmente (aluno por aluno) ou. sem sacar o revólver (permanece no coldre). o olhar e o revólver (“em posição de tiro”) voltados para o alvo e imediações. etc. empunhadura dupla (policial). com o “braço e a mão fraca” estendida para trás. começa a caminhar. SÉTIMA FASE:. OITAVA FASE:. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo. disparos rápidos. o aluno começa a caminhar. se for necessário. disparos rápidos.) e efetua 2 disparos contra cada um dos dois alvos. o aluno saca o revólver. se for necessário. lentamente e despreocupadamente. Obs. toma a “posição de tiro” que julgar mais conveniente para o momento (em pé. empunhadura dupla (policial). disparos pela esquerda da barricada. Dois alvos. disparos rápidos. Redobrar os cuidados com a segurança. Total:. Quando estiver a mais ou menos 5 metros dele. mais de um aluno por vez. ação dupla do gatilho. o olhar e o revólver (em “posição de tiro”) voltados para os alvos e imediações. mantendo a “varredura”. acionamento rápido do gatilho. de frente para ele. a um terceiro sinal convencionado. A “regressão” poderá ser feita com empunhadura “dupla” ou “simples” (no caso da “simples”.Disparos em posição de tiro livre. como se tudo estivesse em paz. NONA FASE:. efetua mais dois disparos em cada alvo. ação dupla do gatilho. acionamento rápido do gatilho. ação dupla do gatilho. Este exercício será repetido se houver munição além do mínimo previsto. servindo de guia. Saque rápido.Disparos em pé. corpo protegido na direita. deitado. até o ponto de partida onde coldreará o revólver.:. com a frente do corpo. mediante um segundo sinal (seria ótimo que fosse um disparo). A “regressão” poderá ser feita com empunhadura “dupla” ou “simples” (no caso da “simples”. Disparos. “Progressão” e “regressão” expostas (sem o uso da “barricada de treinamento”). Revólver e corpo do aluno aquém a barricada. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo. Ao sinal convencionado. de frente para ele. 2 disparos na “progressão” e 2 na “regressão”. com semivisada ou intuitivo na zona central dos alvos. Quando estiver regredindo.16 tiros. inicia a “regressão” (de costa) em direção ao ponto de partida. barricado na vertical. e também para os outros alunos e assistentes. ou outro. se assim lhe for determinado. mantendo a “varredura”. em direção ao alvo mais próximo. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”). EXECUÇÃO:. até o ponto de partida onde coldreará o revólver. volta à posição em pé e. Quando estiver a mais ou menos 5 metros do alvo. “Varredura” constante durante a regressão. faz a “varredura”.Aluno a mais ou menos 10 metros de distância do alvo mais próximo. inicia a “regressão” (de costa) em direção ao ponto de partida. toma a “posição de tiro” que julgar mais conveniente para o momento (em pé. nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. tomada de posição rápida. Ao sinal convencionado. “Progressão” e “regressão” protegidas pelo lado direito da “barricada de treinamento”. com a frente do corpo. a um terceiro sinal convencionado. volta á posição em pé e. (Necessário o uso da “barricada de treinamento”). mediante um segundo sinal convencionado (seria ótimo que fosse um disparo). oferecendo maior perigo). ajoelhado. iniciando pelo que estiver mais próximo (teoricamente. acionamento rápido do gatilho. “Varredura” constante durante a “regressão”.Aluno a mais ou menos 10 metros do alvo. punho cerrado). “posição de tiro” e “posição Sul”. Saque rápido. lentamente e despreocupadamente. Continua a “regressão”.) e efetua 2 disparos contra ele. sem oferecer perigo mútuo. servindo de guia. livre. onde estará em segurança. se o local permitir e proporcionar segurança. e também para os outros alunos e assistentes. em direção ao seu alvo. desde que bem separado um do outro. tomada de posição rápida. deitado. Esclarecer o aluno que este exercício também poderá ser executado partindo com a pistola em “posição de alerta”. e também para os outros alunos e assistentes. continua a “regressão”. Obs.Este exercício deverá ser executado individualmente (aluno por aluno) ou. como se tudo estivesse em paz. sem oferecer perigo mútuo. sem sacar o revólver (permanece no coldre). “Progressão” e “regressão” expostas (sem uso da “barricada de treinamento”). ajoelhado. Redobrar os cuidados com a segurança. punho cerrado). Quando estiver regredindo. onde estará em segurança. tanto na “progressão” como na “regressão” em 2 alvos. mais de um aluno por vez.

Sacada a “arma reserva” o aluno. DÉCIMA PRIMEIRA FASE:. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo. “Varredura” constante durante a regressão.37 barricada. progride até ela e permanece nela abrigado (com o revólver em “posição de tiro”). olhar e cano na direção do alvo e imediações e. regride (de costa) até o ponto de partida. o policial tomará posição segura e protegida para sacar e usar a “arma reserva”. simula um incidente de tiro com a “arma titular” impossível de ser solucionado no momento. tomada de posição rápida. joelho. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. Total:6 tiros. coldrea a arma reserva. corpo protegido por baixo. efetua dois disparos na posição que julgar mais conveniente para o momento (em pé. O uso da “arma reserva”.30 metros de altura). Aluno em frente ao seu alvo. desde que bem separado um do outro. “arma reserva” no “coldre de canela” (lado interno da “perna fraca”).Disparos em posição de tiro híbrida. Saque rápido. barricado na horizontal (barricada horizontal a mais ou menos 1. deitado. EXECUÇÃO:. e também para os outros alunos e assistentes. onde estará em segurança.Exercício idêntico ao anterior. “Progressão” e “regressão” com proteção horizontal (pelo lado de baixo da “barricada de treinamento”).:.Aluno a mais ou menos 10 (dez) metros do alvo. acionamento rápido do gatilho. empunhadura dupla (policial).Ao sinal convencionado o aluno saca a “arma titular”. se for necessário. tomada de posição rápida. Mantendo o revólver “em posição de tiro”. progride até ela e permanece nela abrigado (revólver em “posição de tiro”). nem o revólver nem qualquer parte do corpo do aluno poderá tocar a barricada. a perna da calça que cobre a “arma reserva”. mais de um aluno por vez. Tomba o tronco ligeiramente para a esquerda e efetua 2 disparos no alvo. tudo.Na vida real. continuando a usar o lado direito da barricada como proteção. Obs. Obs. pés e pernas nas mesmas posições em que se encontram (ou ajoelhado ou agachado). Ali chegando. com o “braço e mão fraca” estendida para trás. sempre protegido pela barricada horizontal. olhar e cano na direção do alvo e imediações e. sem oferecer perigo mútuo. faz a “varredura”. sempre protegido pelo lado direito da barricada. Total:. Avança e flexiona a “perna fraca” em cuja parte interna da canela está a “arma reserva”. Saque rápido. Mantendo o revólver “em posição de tiro”. A “regressão” poderá ser feita com empunhadura “dupla” ou “simples” (no caso da “simples”.6 tiros Obs.). que está a mais ou menos 5 metros do alvo.6 tiros. Coldrea. Variantes que facilitem a atuação do aluno poderão ser exercitadas. disparos por sobre a barricada. na altura do joelho.Este exercício deverá ser executado individualmente (aluno por aluno) ou. com rapidez. faz a “varredura”. volta em proteção. é imprescindível. coldrea o revólver. ação dupla do gatilho. sem perder o contato visual com o alvo e suas imediações. por sobre a barricada. EXECUÇÃO:.Disparos em posição livre. “Varredura” constante durante a regressão.4 tiros. faz a “varredura”. no mesmo instante em que a “mão forte” executa o saque. disparos rápidos. com semivisada ou intuitivo na zona central do alvo. tronco ainda tombado para frente. efetua dois disparos com ela. havendo tempo e condições. Uso da “arma titular” e da “arma reserva”. nos dias atuais. A “regressão” poderá ser feita com empunhadura “dupla” ou “simples” (no caso da “simples”. empunhadura dupla (policial). e também para os outros alunos e assistentes. punho cerrado). com empunhadura “dupla”.Este exercício deverá ser executado individualmente (aluno por aluno) ou. Tomba o tronco para a frente ao mesmo tempo em que a “mão fraca” puxa. Revólver e corpo do aluno aquém a barricada. coldrea o revólver. corpo protegido pelo lado de baixo da barricada. com o “braço e mão fraca” estendida para trás. mas. sem oferecer perigo mútuo. regride (de costa) até o ponto de partida onde estará em segurança. Total:. etc. continuando a usar a barricada horizontal como proteção. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais duas vezes. A . desde que bem separado um do outro. (Necessário o uso a “barricada de treinamento”). entre o aluno e o alvo. Barricada horizontal. Redobrar os cuidados com a segurança DÉCIMA SEGUNDA FASE:. volta em proteção. servindo de guia. se o local permitir e proporcionar segurança. Ali chegando. Redobrar os cuidados com a segurança DÉCIMA FASE:. Total:. ação dupla do gatilho. a mais ou menos 5 metros do alvo. com o aluno protegido pelo lado esquerdo da barricada (disparos pela direita da barricada). se o local permitir e proporcionar segurança. mais de um aluno por vez. punho cerrado). Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver. conduzindo-o para arma em “posição de tiro” e.:. no mesmo alvo. Ao sinal convencionado o aluno saca o revólver conduzindo-o para arma em “posição de tiro’ e. a “arma titular”. Levanta ligeiramente o tronco ( apenas o suficiente para visualizar o alvo) e efetua 2 disparos no alvo. disparos rápidos. acionamento rápido do gatilho. se for necessário. volta à posição em pé. “Arma titular” (revólver) no coldre de cintura.:. Disparos em posição híbrida.

podendo mudar a posição de tiro. liberando. ao lado do corpo. com 9 cartuchos no carregador). alimentando. “Mão fraca” do aluno sem condições de uso (sofreu um “acidente grave”. toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento. Partida:.”. Volta à posição em pé e coldrea o revólver. semivisada ou intuitivo na zona central do alvo. EXECUÇÃO:. como num segundo coldre de cintura. Coloca o “joelho forte” no solo. Disparos e recarga com uma só mão. o aluno toma a posição de tiro que julgar mais conveniente para o momento e efetua 2 disparos. Mediante sinal convencionado repetirá o exercício mais uma vez. o tambor. O revólver estará pronto para ser usado. tomada de posição rápida.40 S&W . Total:.Aluno com o revólver no coldre. Obs.Ao sinal convencionado o aluno. todas as câmaras do tambor com cartuchos vazios. Uma das ideais é a pistola “Glock nos modelos “22” (15 cartuchos no carregador). bate a lateral direita do tambor sobre a “coxa fraca”. Total de tiros da “Quarta Parte” do “Curso Básico”.Disparos em posição de tiro livre. com munição real. Esse método serve também para “recarga tática”. efetua dois disparos em seco (os cartuchos do tambor estão todos vazios). Obs.38 “arma reserva” deverá ser compacta.:. empunhadura simples. na perpendicular. fica imobilizada. saca o revólver. Mantendo a empunhadura simples. Para fechar o tambor é só empunhar o revólver com a “mão forte” e forçar o lado esquerdo do tambor na parte interna do “joelho fraco” (que continua dobrado). o qual ficará ali preso e em pé. empunhadura simples. retro. coldre axilar. mantendo sempre a “mão fraca” imobilizada. com o dedo indicador dessa mesma mão (ou. em seguida. se houver dificuldades de portar a “arma reserva” no “coldre de canela”.Quando o “acidente” for na “mão forte”. por aluno:. todas no calibre . fácil de ser dissimulada e portada no “coldre de canela”. todas essas operações serão executadas com a “mão fraca” e “joelho fraco” no solo. (GIRALDI) . introduz o cano do revólver. e mantendo o tambor aberto. simula o término da munição do revólver. etc. Força a vareta do extrator na parte interna do joelho da “perna fraca” (que está dobrado).Só encerrar a instrução do dia após aplicar o que está previsto no item “20. liberando-o). a “mão forte” que pegará o carregador rápido de reposição. Extraídos os cartuchos vazios.:. por dentro do calçado do “pé fraco”. disparos rápidos. tendo apenas a “mão forte” para fazê-lo. Carregador rápido de reposição totalmente municiado. Essa forma de portar a “arma reserva” serve também para portar a “arma particular” quando nas horas de folga e em trajes civis (quando for necessário portá-la). ao lado do corpo). enquanto aciona o retém do tambor. ou “23” (13 cartuchos no carregador) ou “27” (também chamada de “baby”. na perpendicular. ação dupla do gatilho. a mesma poderá ser portada em outro local. do “Capítulo 02”.No serviço. Aciona o retém do tambor com o polegar da “mão forte” ao mesmo tempo em que empurra o tambor para fora. no porta carregador rápido. assim. cano para baixo (tambor aberto pronto para receber os cartuchos do carregador rápido de reposição).4 tiros. DÉCIMA TERCEIRA FASE:. com necessidade de recarga. coldre adaptado ao protetor balístico. a fim de extrair os cartuchos vazios.80 (mínimo) Observação:. Saque rápido. acionamento rápido do gatilho.

.. e assim sucessivamente. efetua os dois disparos dela..5 (cinco) metros. impacto na área branca “zero” ponto..150 Pts. Após a última posição coldrea a arma e aguarda ordens. “B” . Recarga TOTAL DOS PONTOS POSITIVOS DOS PROCEDIMENTOS CERTOS .. 1.. procedimento errado deixa de ganhar esses 10 pts. Cada impacto na área cinza 10 pts. tanto em caso de aprovação como de reprovação. dá um tapa na coxa com a “mão forte”. por posição 3. sem o auxílio da “mão fraca” 5.. após dar um tapa na coxa com a “mão forte”. sem o auxílio da “mão fraca”.. PROCEDIMENTOS QUE SERÃO ANALISADOS CERTO ERRADO 1 Sacar a arma sem olhar.. Joelho.. Acompanhará o levantamento dos impactos do seu alvo. Dez disparos na área cinza do alvo “PML-74” (ver Anexo 13) no tempo de 2 (dois) minutos (incluindo a recarga). Empunhadura dupla... ABAIXO..:. toma a nova posição de tiro. volta à posição em Pé.. arma carregada no coldre. dois disparos rápidos. Se ocorrer falha de arma ou munição que não seja da responsabilidade do aluno o mesmo repetirá a avaliação (VE). Disparos após o tempo determinado..Pé... Após os dois disparos de cada posição de tiro o aluno volta à posição em Pé. Procedimento certo ou errado será marcado com um “x”.PROCEDIMENTOS:.... Apresentar descontrole emocional PONTUAÇÃO FINAL:.100 Pts.. dedo fora do gatilho 2. Impacto que tangenciar a área cinza será nela assinalado).______ Pts..Caso o aluno seja reprovado repetirá a avaliação (VE) _______ ____________________________ Assinatura do aluno ___________________________________________________________________ Posto/grad/nome completo e legível. Coldrear a arma sempre na posição em pé.Anexar esta súmula ao “RIT” do aluno.. Atentar contra as normas de segurança 2. Provocar disparo acidental 3.TOTAL DOS PONTOS OBTIDOS NO ALVO PM-L-74 (10 tiros. Agachado. Num mesmo item poderá haver mais de uma penalidade... Varredura após os disparos. Deitado e novamente em Pé.. Derrubar a arma 4. sem olhar.Distância:.._____ “A” .“A” + “B” – “C” . cada disparo uma penalidade TOTAL DOS PONTOS NEGATIVOS DAS PENALIDADES . (“C”) ___________ Pts “D” – REPROVAÇÃO:. toma a nova posição de tiro... cada disparo uma penalidade 4. até executar os dez disparos nas posições previstas.. Cada penalidade será marcada com um “x”.. coldrea a arma.. dedo fora do gatilho.... coldrea. Derrubar o carregador de reposição municiado Disparar em posição diferente da determinada. (“A”) ___________ Pts. efetua os dois disparos dela. Pontuação mínima para aprovação:. Anotações no verso.. Obs. EXECUÇÃO DA AVALIAÇÃO (VE):.Para cada procedimento correto 10 pts... positivos. saca novamente a arma... olhar na direção do alvo até o coldreamento 4. braços soltos ao longo do corpo. assinatura do instrutor/monitor Obs.. ___________ Pts. Partida em Pé.. sacar entre uma posição e outra 5... Ao efetuar a recarga deverá fazê-lo ajoelhado ou agachado.. semivisados ou intuitivos..... “C” – PENALIDADES:.. cano da arma voltado para o alvo.. saca novamente a arma. Voltar à posição de partida mantendo o cano da arma na direção do alvo. Dois disparos rápidos.10 pontos negativos para cada uma...Será reprovado o aluno que cometer qualquer uma das seguintes “penalidades fatais” (anotá-las com um “x”):1. (“B”) ___________ Pts.. tomando a posição de tiro sempre com o olhar fixo no alvo... semivisados ou intuitivos.:. em cada uma das seguintes posições e na seguinte seqüência obrigatória:... Equipamentos mal ajustados ao corpo atrapalhando o desempenho do aluno 2. Pontuação obtida:. dá um novo tapa na coxa com a “mão forte”. Nota:. (GIRALDI) ... Deixar de coldrear e.. Empunhadura dupla.39 CAPÍTULO 08 “MÉTODO GIRALDI “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® Permitido utilizar citando a fonte REVÓLVER – “CURSO BÁSICO” – SÚMULA DE AVALIAÇÃO (VE) ® Nome ___________________________ RE ______________ Posto/Grad ___________________ Unidade _______________ Local da Avaliação ____________________ Data _______________ Revólver nº _____________________________ Pontuação máxima possível:.

Poderão ser elaboradas. sustentados por carretilhas. a partir do alvo de papelão “PM-L-4” (ver “Anexo 14”. banco. escrivaninha ou outros materiais já inservíveis. veículos. fornecem grandes ensinamentos práticos aos alunos. Plásticos e lonas. 6. devidamente caracterizados como seres humanos. poderão ser aproveitados como pistas da forma como se encontram ou com pequenas adaptações.40 CAPÍTULO 09 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTAS POLICIAIS DE INSTRUÇÃO” ® “PISTAS POLICIAIS DE APLICAÇÃO” ® 1. média e longa. simulando disparos.Um alvo representando um presidiário (identificável através da roupa. Há. etc. sem perder suas finalidades. 12. na quase totalidade das vezes. A pista básica é a “Pista Policial de Instrução-Padrão” 13.Um alvo representando uma pessoa semiescondida. Tem pista curta. armário. grande economia. a “atuação” e a “regressão” do aluno sobre alguns alvos devidamente caracterizados. 7. o policial saca sua arma mas não tem necessidade de dispará-la. Nessas pistas. . servindo como “proteção simulada” e facilitando a “progressão”. PRINCIPAIS ENSINAMENTOS DAS PISTAS 1. após pequena progressão. Qualquer móvel velho. colocado no estande de tiro. em situação de confronto armado ou na iminência de ocorrer. 11. Por mais simples que sejam. 5. em situações reais. pela sua direita. muros. Um simples banco tombado. Não confundir alvo “suspeito” com alvos em “atitude suspeita”. 14. Para policiais de qualquer idade. onde as mãos não aparecem. 4. 3. espreitando o policial. Tem alvos “suspeitos” e em “atitude suspeita”. 2. buracos. Poderão ser elaboradas apenas com meios de fortuna. com árvores. Locais externos. servirá. executará apenas procedimentos. executará apenas procedimentos. a) Exemplo de alvo “suspeito”:. Gastam pouca munição. proporcionando. Tem alvos fixos e móveis. de “abrigo simulado” para o aluno atuar. “neutros” e “agressores” . As próprias instalações físicas do estande de tiro poderão ser aproveitadas como pista. barrancos. com a arma vazia. já se constituirá numa pista. b) Exemplos de alvo em “atitude suspeita”:. Para atuar nesses locais. 8. deste manual). assim. Tem alvos que se deslocam. O aluno. também poderão ser usados. inclusive. elevações e depressões do terreno. da mesma forma. Tem “cobertas” e “abrigos”. Tem alvos “amigos”. acrescentando-se alvos devidamente caracterizados. arbustos. em qualquer local. da mesma forma que. pistas sem disparos. o aluno e o professor não usarão qualquer tipo de munição (nem no corpo). que se coloque no estande de tiro. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS PISTAS ® 1. esquerda e por cima dele. 10.) tranqüilamente postado numa fila de ônibus. construções. 9. disparando ou não. logo após uma fuga de presos. obstáculos. apoiadas em fios de arame bem esticados. Tem sonorização. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS PISTAS 2. quando necessários.

Solicitar apoio sempre que houver confronto armado ou possibilidades de acorrer. em possíveis confrontos armados com os “agressores da sociedade”. 5.41 15. Automaticamente. com a arma apontada para o policial. Deixar o policial condicionado a agir. 32. Dão confiança ao policial. 10. Mostram a importância da prioridade dos procedimentos. desembarcada e mista. Provocam o gosto do aluno pela instrução de tiro. munição. 21. 27. Alvos “amigos” e “neutros”. 18. A preservação da vida do policial e de pessoas inocentes precede tudo. quando de um confronto armado. logo após o desembarque. Administrar o estresse. quando necessários. 23. Atuar sempre protegido. por exemplo. tem duração ilimitada. 2. equipamento. Fácil assimilação. 16. dentro dos limites das leis e com segurança. Aplicar. não recebendo impactos. baratas. uniforme e outros materiais com os quais trabalha em defesa da Sociedade. 9. Disparos. As pistas têm os mais diferentes graus de dificuldades. não se expor. Que a melhor posição de tiro para o policial é aquela que preserva a sua vida. 6. Para atuação embarcada. sendo obrigado a solicitar apoio sempre que se julgar impotente para solucionar um problema. 20. semivisados ou intuitivos. sem possibilidades de quaisquer tipos de acusações. sempre de 2 em 2. 12. Que tem limitações. Simples. objetivas. 30. Tempo de execução igual a uma ação real. também daquelas (agressores) contra as quais não há necessidade de disparos. é porque está atentando contra a vida dele ou de terceiros. portanto. Preservar a vida. os princípios da legítima defesa. Que o policial não tem posição fixa de tiro. Cano da arma e olhar sempre na direção do perigo (na hora do perigo o cano funciona como um “terceiro olho”. é alvo atirável. PRINCIPAIS ENSINAMENTOS DAS PISTAS ® 1. calcado na necessidade. desde que. provocam comentários e análise dos alunos. oportunidade. 2. 19. o estresse é o maior inimigo do policial durante um confronto armado. rápidos. dentro da legalidade.:. Para atuação individual e coletiva. Atuar com técnica. Permitem uma instrução de tiro realista. 25. a vida de inocentes ou de pessoas que não necessitam ser atingidas (agressores) e o auxilia na solução dos problemas. na mesma linha de tiro. proporcionalidade e qualidade dos seus disparos (que jamais levarão seu autor a ser condenado por eles nos tribunais) 3. 26. 8. Muitas vezes. Muitas outras características a serem desenvolvidas pelo professor e também pelos alunos. e o policial estiver com lanterna. com tática. desembarcado. também em situação mista. O policial usa a mesma arma. Se for à noite ou com pouca luminosidade. 33. Usar a “razão” e não a “emoção”. livrando. assim. 11. 7. de pesados processos e condenações. Para o dia e para a noite 17. Atuar embarcado. 29. As pistas ensinam-no a administrá-lo. . sem demagogia. são preparados uma só vez pois. não existam “alvos neutros” ou “alvos amigos”. corretamente. 24. As valorizações das zonas de acerto nos alvos variam de acordo com os objetivos da instrução. Quase não gastam alvos.“Alvo agressor”. Podem ser executadas com qualquer tipo de arma. 22. o policial. 4. com psicologia. Para locais internos e externos. práticas. 31. Destinadas a todos os policiais. 28. Ensinar o policial a raciocinar e decidir rapidamente e corretamente em situações de grandes dificuldades.Convenção. Obs. 13. aluno com os dois alvos abertos. corretamente.

bombas. Explicar ao aluno que. 30. gritos. Diferenças entre ambos. 15. . Atuar com barulho de todas as espécies. Aprender a usar a arma em “posição de alerta”. Efetuar todas as formas de “varreduras”:a. Atuar e atirar em todas as posições e situações. Atuar com sustos de todas as espécies (alvos que surgem de repente. e outros tipos de barulhos. em esquinas. 27. Atuar dentro da Lei. 41. etc. paralela ao cano da arma. 17. chamar apoio. Estar atento a tudo. volta para a sua posição normal (fora do gatilho). num defunto. dedo fora do gatilho. sempre na direção do perigo). A primeira frase da verbalização é:. No momento dos disparos o aluno permanece com os dois olhos abertos.). tem que estar condicionado a fazer. b. ela poderá transformar o policial num herói ou . 38. 43. Usar sua arma. rápidos. etc. 39. 19. estendido e encostado na armação da arma. 34. Respeitar os direitos humanos e a dignidade das pessoas. clara. A pista poderá ser sonorizada através de sirene. Dedo fora do gatilho. para isso. Somente as pistas o condicionarão a evitá-la. “Tomada de ângulo” (fatiamento). em todas as situações. irá reagir da mesma forma que reage nas pistas. em todos os sentidos. é fatal para o policial.. funcionará como um “quarto olho”. audível o que deseja. 18. 21. Olhos. nos momentos corretos. da Realidade e da Política Policial Brasileira. 35. 33. Uso de “espelho para varreduras”. c. terá que treinar em situações que imitem a realidade. imediatamente. latas que. Os disparos serão efetuados de 2 em 2. 29. na vida real. Aperfeiçoar a intuição. Aprender como se deslocar. Atuar sozinho e coletivamente. saber se são de confiança. tanto na vertical como na horizontal. 14. é que preservam vidas e solucionam problemas”. corretamente. materiais que caem. assim como em portas e janelas. Atuar com segurança. será. colocar a arma em posição “sul” A verbalização com esses alvos é facultativa (só se for necessária). A precipitação. “Verbalizar”. começam a se movimentar. Como usar “cobertas” e “abrigos”. é preciso saber quando atirar e saber executar procedimentos. pronto para uma possível reação. com suas respectivas variações. “Na quase totalidade das vezes procedimentos. assim como em portas e janelas. e não tiros. mantendo o cano da arma na direção do perigo e com pouca oscilação. evitando que esse erro se repita na vida real. seus equipamentos e materiais. 31. manter o olhar e o cano da arma voltado para a sua direção. dedo fora do gatilho. 32. a fim de distrair a atenção do policial. da Ordem. A posição correta do dedo é fora do gatilho. 24. de um ponto de proteção para outro. materiais bem firmes no corpo.. Adquirir experiência para poder participar de um possível confronto armado em defesa da Sociedade. 28. cano da arma e lanterna. 20.“---Aqui é a polícia!” Em seguida dizer com voz firme.42 esta. Que não basta saber o que tem que fazer. 36. 40. Saber como reagir a um ataque de surpresa 37. “posição de tiro” e “posição sul”. 26. “Tomada de ângulo” (fatiamento). 22. Não se precipitar. Valorizar os procedimentos. 42. na quase totalidade das vezes. Aprender a progredir e regredir em segurança. puxadas por linhas de nylon. O dedo só vai para o gatilho no momento do disparo. Executar procedimentos corretos. semivisados ou intuitivos. Quando da verbalização. “Olhada rápida”. Ao verbalizar com alvos “neutros” e alvos “amigos”. Não entrar desprotegido em edifícios e locais suspeitos. Evitar a “valentia perigosa”. “Olhada rápida”. corrigido. o professor responderá pelos alvos. 25. como disparos de “barragem”. excepcionalmente de outra forma. Aperfeiçoar a visão periférica. Ao verbalizar com alvo “agressor” e alvo “suspeito” ou em “atitude suspeita”. 23. 16. com rapidez. Caso erre nas pistas. em esquinas. tanto na vertical como na horizontal. terminado o disparo. Que não basta saber atirar.

possíveis assistentes. Que a única forma de se saber se um policial está em condições de atuar armado em defesa da sociedade é apreciando sua atuação nas pistas. como seqüestro. sempre de 2 em 2. etc. não anteriormente vivenciado. Na vida real. eles poderão fazer o policial cometer erros gravíssimos durante um possível confronto armado. 55. Aprender a usar lanterna em atuação com pouca luminosidade. mandar o suspeito sair (desarmado e com as mãos para cima). Atuar corretamente diante de “quadros” complicados. mas. Esse é o motivo pelo qual o “Método” trabalha. “Tiro é como futebol. “agressor” ainda armado. como alguém que pisa no freio do carro sem ficar pensando em fazê-lo. com eliminação dos negativos. Outros ensinamentos.. depois serão pegos. “agressor” armado. a ser obtido pelo policial em treinamentos imitativos da realidade. 53. não há outra forma. muitas vezes. No caso de algum suspeito estar no interior de um compartimento. para se reequilibrar. alvos duvidosos. e. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. incessantemente. “O que eu ouço. não adentrar o local. sempre que o policial se vê diante de um fato novo. sem isso. em seguida. e expirando. deixá-los cair no piso. etc. sua tendência é entrar em pânico e se perder e. o que eu faço. Esse é o motivo pelo qual. 58. natação. 50. “agressor” fugindo. 46. Não ultrapassar os limites de segurança (com a arma e com o corpo) quando dessas atuações. protetor ocular e auricular. bastam duas ou três inspirações profundas. 49. 57. 47. eu aprendo”. disparos rápidos. com os dois olhos abertos.Normalmente. com eliminação dos negativos. a serem adquiridos pelo policial em treinamento imitativos da realidade. ou que avança contra o policial. Dobrar esquinas com segurança. ciclismo. o que eu vejo. agirá por reflexos condicionados. em cima do erro do aluno. “agressor” confinado. mas também professores e auxiliares. deverão estar com colete balístico. ele não avançará na instrução enquanto não eliminar esse erro. alunos que estão observando. quando dos ensinamentos do “Método”. Aprender os “sinais policiais” (ver anexo 01. caso os negativos não sejam eliminados. Recarregar a arma com rapidez. de costas. 48. disparando contra o policial. só se aprende praticando” (Giraldi). Como a base do “Método Giraldi” são os reflexos condicionados positivos. antes de se ver envolvido com o fato verdadeiro”. Efetuar o saque rápido. Durante a instrução. não só quem a está executando. suavemente. em situação de inferioridade em relação aos “agressores”. portas.43 44. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro” toda a instrução deverá se desenvolver de forma prática. frestas. mas que vira a arma para o policial e dispara. Observação:. Que o principal fundamento da pista é o “condicionamento anterior. se entregando. etc. mesmo que em treinamento. etc. o aluno tem que adquirir reflexos condicionados positivos. deste manual). 45. “agressor” com arma branca. “agressor” no meio de pessoas. fugindo. estando condicionada. num momento de grande estresse. ela não será desenvolvida. digita o teclado de um computador da mesma forma. Não se preocupar com os cartuchos vazios e com os carregadores vazios. sem perder o contato visual com a área de perigo. se a morte se fizer presente. 54. 52. 51. (GIRALDI) . tudo será pior. Pedir “cobertura” dos companheiros nos momentos de emergência. companheiros feridos. em segurança. parado. segurando o ar por um momento nos pulmões. Atuar através de janelas. as pessoas não conseguem pensar mais de uma coisa ao mesmo tempo. Que. eu esqueço. o enquadramento rápido. Chamar apoio. eu lembro. 56. grave.

00 .00 .Abrigo “D” visto de frente. plástico.50 B 3.50 1. no todo ou em parte.10 1. lona. madeirite.50 PLANTA Escala 1:100 - “A” – “B” – “C” – “D”: – São “abrigos” com 2.00 2. . Os “abrigos” da pista poderão ser feitos com alvenaria.40 1. ELEVAÇÃO – ABRIGO “D” 1.40 D 2.40 1.40 1. As três.50 C 3.40 .30 .50 .40 1. funcionarão como porta.30 5.00 .30 1. de acordo com os objetivos da instrução. As medidas laterais poderão adaptar-se à largura do estande.70 D .00 ALVOS ALVOS .50 4.70 2.40 ELEVAÇÃO Escala 1:50 .Uma janela alta. etc. uma baixa e uma média de cada lado.44 CAPÍTULO 10 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “PISTA POLICIAL DE INSTRUÇÃO – PADRÃO” ® PLANTA BARRANCO ALVOS 1.30 .40 1.30 ..40 1.00 m de altura.80 4.00 A 1. travadas uma na outra. ficarão abertas ou fechadas.00 .30 1. (GIRALDI) 2.00 .30 1.50 .00 .

A paciência e a sabedoria serão duas das suas grandes virtudes. em cima do erro do aluno. uniforme e equipamentos com os quais trabalha ou irá trabalhar. O professor deverá ser extremamente educado para com seus alunos. digita o teclado de um computador da mesma forma. etc. que o tempo é pouco. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. isso deverá ser buscado desde o início da instrução. Normalmente. ciclismo. mas o que o aluno precisa aprender. POR ALUNO (MÍNIMO) “Tiro é como futebol. natação. a serem adquiridos pelo policial em treinamentos imitativos da realidade. agirá por reflexos condicionados. caso os negativos não sejam eliminados. intensamente. as pessoas não conseguem pensar mais de uma coisa ao mesmo tempo. retro. Não procurar mostrar seus conhecimentos. imbecis geram imbecis”. capacidade e grau de . só se aprende praticando. Pouca conversa e muita ação. Como as bases do “Método Giraldi” são os “reflexos condicionados positivos. “Método Giraldi” e aprender a executá-lo corretamente e sem dificuldades será sua grande vitória. só após consegui-lo passará para o exercício seguinte. Esse é o motivo pelo qual. mas.45 CAPÍTULO 11 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTAS POLICIAIS DE INSTRUÇÃO” . teoria ou sala de aula que o ensine” (Giraldi) A “Primeira Parte” das “Pistas Policiais de Instrução” será realizada na “Pista Policial de Instrução-Padrão” (“PPI-Padrão”). Entre outras coisas. com eliminação dos negativos.. apostila. O efetivo de alunos de cada “oficina” será estabelecido de acordo com a complexidade dos exercícios a serem executados. retro. o professor deverá estar a par de todo o conteúdo do “Capítulo 09”. protetor auricular e ocular. estando condicionada. munição. A aula será ministrada sob forma de “oficinas”. quando dos ensinamentos do “Método”. o aluno tem que adquirir reflexos condicionados positivos. O professor “trabalhará”. mas o seu aprendizado e aprovação. Respeitar a dignidade do aluno. eles poderão fazer o policial cometer erros gravíssimos durante um possível confronto armado. O aluno repetirá o exercício (com ou sem munição real) até ficar condicionado a executá-lo corretamente e sem dificuldades. Esse também é o motivo pelo qual o “Método” trabalha. em cima do “erro” do aluno. ele não avançará na instrução enquanto não eliminar esse erro. Obrigatório o uso de colete balístico. não há livro. com eliminação dos negativos. etc. cuja planta está inserida no “Capítulo 10”. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro”.PRIMEIRA PARTE DESENVOLVIMENTO ® PREVISÃO:. como alguém que pisa no freio do carro sem ficar pensando em fazê-lo. Fazer o aluno gostar do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. incessantemente. Lembrar-se que “pessoas respeitosas geram pessoas respeitosas.60 DISPAROS REAIS. O aluno fará a instrução usando a mesma arma. A reprovação do aluno não deverá constar do seu plano de aula.

etc. etc. equipamentos. mas também professores e auxiliares.. Como entregar o revólver para um companheiro. a partir do alvo de papelão “PM-L-4” (ver “Anexo 14”. o que eu faço. usando de muita perspicácia para conseguir seus intentos. b. O policial não dispara. O professor deverá explicar que. Em seguida. equipados (equipamentos bem ajustados ao corpo). procura transmitir calma às partes envolvidas. e) Que são “cobertas” e “abrigos”. verbaliza com voz calma. protetor ocular e auricular. “Cobertas” só escondem o policial. possíveis assistentes. não o protege dos tiros dos agressores. possíveis assistentes. não só quem a está executando. e.. O aluno somente alimentará e carregará o revólver mediante ordem. ela não será desenvolvida. DESENVOLVIMENTO:1. Toda a instrução se desenvolve no estande de tiro. O aluno fará a instrução com a mesma arma. identificase para o agressor e a vítima: pergunta para o agressor o seu nome (mesmo que ele não se identifique). trata o agressor pelo nome (se descobri-lo). 3. após o serviço. eu esqueço. sem isso. é nas mãos que está o perigo. saber que o agressor se torna um verdadeiro ator nesses momentos. Professor e alunos já no estande de tiro. “moço”. cidadão”. sua ameaça à vida e à integridade . deverão estar com colete balístico. Durante a instrução. deverão estar com colete balístico. e prepará-los para entrar em serviço. com o aluno já aprendendo os principais procedimentos básicos relacionados a cada um deles (posteriormente. em conjunto. Para que servem. Como receber o revólver de um companheiro. Aluno pratica. diferenças. mantém a arma em “posição sul”. eu lembro. O professor dará início à instrução fazendo uma revisão geral sobre segurança. e. Chamar apoio imediatamente. 5. por falta de espaço. retro). aprenderá todos os seus possíveis desdobramentos):a. ela não será desenvolvida. na pista os seguintes “alvos” (devidamente caracterizados como seres humanos) e “quadros” (não sendo possível montá-los de uma só vez na pista. não só quem a está executando. natação. não prometer nada que não possa ser cumprido ou que não seja de sua competência. uniforme. protetor ocular e auricular. deve garantir a vida e a integridade física do agressor caso desista do seu intento. com os quais trabalha ou irá trabalhar. os anteriores irão sendo substituídos por outros à medida que a instrução se desenvolve). poderão ser idealizadas dezenas de outras pistas. “Tiro é como futebol. sem isso. obrigatoriamente. Os alunos deverão andar pela pista e examiná-la. ciclismo. Que não se analisa as pessoas pela cara mas pelas intenções. com colete balístico. Havendo necessidade e munição. deverão ser efetuados mais disparos reais que os 60 previstos para cada aluno. e que. Aluno pratica. procura ser um bom ouvinte (ouvir mais do que falar). munição. etc. cara feia não significa ser “agressor”. seus alvos (todos caracterizados como seres humanos. o que eu vejo. alunos que estão observando. armados (revólver e carregadores rápidos vazios). além desta. cada uma simulando várias situações reais diferentes. 4. Como receber o revólver e munição. protetor auricular e ocular. Preleção sobre a segurança (geral). A paciência e a sabedoria serão duas das grandes virtudes do policial nesses casos. não faz ameaças. locais para a sua execução. Como devolver o revólver e munição. etc.46 desenvolvimento dos alunos. clara e audível. só se aprende praticando” (Giraldi). permanece abrigado. 2. quando são usadas. em todos os sentidos. Refém “tomado” ou “seqüestrado”. eu aprendo”. Aluno pratica. “neutras” e “agressoras”. O professor deverá fazer revisão sobre:a. Os alvos estarão representando pessoas “amigas”. normalmente. alunos que estão observando. servindo de escudo para o “agressor da sociedade”. mas também professores e auxiliares. O coldre deverá cobrir o gatilho da arma. “Abrigos” escondem e protegem o policial dos tiros dos agressores. o professor deverá mostrar a “Pista Policial de Instrução-Padrão” (“PPI”-Padrão” – ver sua planta no “Capítulo 10”. deverão estar. nada de sala de aula ou teorias anteriores (“O que eu ouço. d. da reserva de armas. deste manual) e “quadros” a todos os alunos. finalidade da instrução. Entre outros. c.. Aluno pratica. disponibilidade de meios. Durante a instrução. na reserva de armas. não se referir à vítima como “refém” mas como “moça”. devidamente uniformizados.

no entanto. o policial deverá. caso tente.Caso esteja correndo risco de vida. Etc. para seu próprio bem. dedo fora do gatilho. pare. olhar e cano da arma na direção do perigo. Etc. Etc.“---. por parte do policial. jogue a arma fora. . a “antena” é seu cano.“---. dedo fora do gatilho. dentro de suas possibilidades. O disparo e o calibre dele são fracos mas matam. saia daí de trás. dedo fora do gatilho. faz o cerco. l. por favor. quem é você.Policial protegido (caso exista a possibilidade de um segundo agressor surgir. Etc. chama apoio.:.Policial protegido. segurando. na direção da “massa” do agressor. caminhe em minha direção!”.Aqui é a polícia. Pessoa em atitude suspeita. mas sem estar atentando contra a vida de alguém:.Aqui é a polícia. olhar e cano da arma na direção do perigo. a área está perigosa. por favor.:. m. dois disparos rápidos. f. coloque as mãos sobre a cabeça onde eu possa vê-las!”. aparecendo só a sua cara:. verbalização:. dedo fora do gatilho. d. “Alvo neutro” segurando um celular:. etc. verbalização:.Aqui é a polícia. já existem armas de fogo sob a forma de celular . 7. Agressor isolado disparando contra o policial ou contra alguém da Sociedade (nas mais diversas situações):. dedo fora do gatilho. mostre suas mãos!”. 6. etc. jogue a faca fora.O tratamento com integrantes da imprensa também deverá ser o mais respeitoso e cordial possível. coloque as mãos sobre a cabeça onde eu possa vê-las!”. Representante da imprensa. Vários alvos “neutros”:. exemplo:. eles também estão trabalhando.Policial abriga-se ou permanece abrigado (caso já esteja). verbalização:. Pessoa em atitude suspeita onde as suas mãos não aparecem:. ou procure desenvolver seu trabalho de um local mais seguro!” (o policial poderá indicar qual esse local). A execução da pista. devidamente caracterizado (por exemplo. por favor.Policial conduz a arma para “posição sul” e verbaliza:. jogue essa arma fora. outras vezes mais lenta. dedo fora do gatilho. fugindo. Não dá tempo do policial fazer “visada” para escolher pontos de acerto no agressor. Outros. Agressor se entregando (mãos para cima. h.“---.“---. colaborar com esse trabalho n. coloque as mão sobre a cabeça”. letra “h”. às vezes mais rápida. c. identifique-se!”.“---.O policial precisa estar atento.“---. A pista simula um confronto armado onde a “morte” está sempre presente.“---Aqui é a polícia. sua demora em fazê-lo poderá custar a vida de alguém da Sociedade (incluindo a própria). verbalização:.Policial protegido. ainda. coloque as mãos sobre a cabeça.Aqui é a polícia. verbalização:.Policial protegido. a arma na mão):.“---. Policial coloca a arma em “posição sul” e verbaliza:. segurando arma de fogo.“---.Aqui é a polícia. Agressor armado com arma branca:.Aqui é a polícia. olhar e cano da arma na direção do perigo. verbalização:. sub item “5)”. O policial poderá indicar qual o local seguro.Aqui é a polícia. olhar e cano na direção do perigo. deste Capítulo. b.Aqui é a polícia. jogue essa arma fora. olhar e cano da arma na direção do perigo. ao contrário . Etc. Observação:.Não há necessidade de verbalização. O ritmo será dado pelas características do confronto armado (da pista).. Ver complementos no item “19”. Agressor de costas. semivisados ou intuitivos. haverá verbalização. saia do local que está perigoso. Agressor no meio de pessoas disparando contra o policial (pessoas na mesma linha de tiro do policial):.Todos os alvos deverão estar o mais próximo possível do barranco de contenção de projéteis. g.Policial protegido.Policial coloca a arma em “posição sul” e verbaliza:. Etc. eliminá-la não lhe traria nenhuma vantagem. atacando).. e. não dispara contra o agressor (não se dispara em agressor quando na mesma linha de tiro há pessoas inocentes). com microfone nas mãos):. etc. j. tentando cobrir. saia do local que está perigoso!”.Aqui é a polícia. com uma das mãos. dedo fora do gatilho. coloque as mãos na cabeça onde eu possa vê-las..“---. será no mesmo ritmo de uma ação real. i. Etc. uma arma de fogo:Policial protegido. como:. caminhe em minha direção”. e ele também sabe disso). têm o direito de exercer sua profissão. Obs. verbalização:. coloquem-se em local mais seguro!” O policial poderá indicar qual o local mais seguro.47 física da vítima faz parte desse seu “teatro” (nem poderia ser diferente.Policial protegido. Obs. Pessoa em atitude suspeita.Verbalizar apenas se for necessário. k. espreitando o policial.Policial abrigado. olhar e cano da arma na direção do perigo. Agressor se entregando (com as mãos vazias):. olhar e cano da arma na direção do perigo. poderá ser feita. Etc. desde que dentro da lógica da realidade do que se passa nas ruas. só que ela é seu “salvo conduto” e ele sabe disso.

com o revólver vazio. escoltas: palafitas. nesta “PPI-Padrão”. os outros observam. o policial aprende a executar os procedimentos básicos que deverão ser observados em possíveis confrontos armados. 14. 12. dando todas as explicações necessárias. “Arma em posição sul”.:. em etapas. Posteriormente. centros. Será auxiliado pelo outro professor da pista (caso exista). embora já o tenham feito no “Curso Básico”.Os alunos. em ambientes internos e externos. logo após o saque. a começar pela do policial e das pessoas inocentes. Ensinar o policial a aplicar com técnica. guarda de presídios. Aleatoriamente. 16. inclusive noturnas (com pouca luminosidade). deste capítulo. quando e porque são usadas as seguintes posições de arma. Como a base do “Método Giraldi” são os reflexos positivos. ação tática especial.Como. o professor permanecerá à sua retaguarda (sem ser visto por ele). a ser obtido em treinamentos que simulem a realidade. divertimentos públicos. quando e porque são usadas. Como passar de uma posição para outra. o professor executará. variantes:. Ensinar o policial a aplicar com técnica. estendido e encostado na armação do revólver. início e enquanto executa a pista (sempre com o dedo fora do gatilho. são destinadas a todos os policiais. Respeitar a dignidade das pessoas. Quando da execução da pista. conglomerados de pessoas como no metrô. terminais rodoviários e ferroviários. sub item “5)”. treinarão essas posições. posteriormente.” 15. atuação com pouca luminosidade. “Arma em posição de tiro”. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro”. mais o “Anexo 08”. ir repetindo seus ensinamentos. incluindo a “Padrão”. deste manual). com eliminação dos negativos. Explicará como será a atuação sobre cada alvo ou “quadro” da pista (ver item “5”.48 8. com tática. em treinamentos imitativos da realidade. Preservar a vida. e item “19”. c. grupos de ação tática. b. executará outros tipos de pistas. cano do revólver e olhar sempre na direção do perigo). Explicar aos alunos que. Obs. nas pistas:a. A “regressão” ou “retirada estratégica” obedecerá os mesmos princípios. Polícia Rodoviária. ora pelo seu lado direito. a começar pela do policial e das pessoas inocentes. Revisão de como. e com orientação do professor. Estimulá-los para que. variantes:.Como. antes de se ver envolvido com o fato verdadeiro”. nela. Sob as vistas de todos os alunos. 11. d. Dedo fora do gatilho. Responderá pelos alvos. orientando-o e pronto para intervir. para atividades especiais como:. O dedo só vai para o gatilho no momento dos disparos. 10. 18. Os cuidados com a segurança. inicialmente. 13. isso deverá ser buscado desde o início da instrução. Durante a execução da pista a posição correta do dedo é fora do gatilho. serviço velado. etc. terminados os disparos volta para a sua posição normal (fora do gatilho). e demais orientações. serviço reservado. com psicologia e dentro dos limites das Leis. morros. Finalidade principal da pista:. Explicar que. retro. Explicar ao aluno que as “Pistas Policiais de Instrução” (“PPI”). Explicar que.“O condicionamento do policial. Os principais ensinamentos que o professor deverá ir passando aos alunos enquanto executa a pista (com a arma vazia) são:a. com a arma vazia. quando e porque são usadas. avenidas. com tática. policial que atua em favelas. também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos. façam perguntas e tirem suas dúvidas. por parte do aluno.“Preservar a vida. a instrução será direcionada. ora o policial fará a “progressão” entrando pelo seu centro. a pista (sem efetuar disparos). deste manual). pegará alguns alunos para.Como. 9. letra “h”. Posições do revólver e do olhar antes. variantes:. receberão ensinamentos de como atuar nela. estações. durante toda a instrução. segurança de autoridades. inclusive a “verbalização”. individualmente. a serem adquiridos.Polícia Ambiental. 17. o armamento da sua instituição policial em defesa própria e da Sociedade. quando e porque são usadas. se houver necessidade. 19. ora pelo seu lado esquerdo. o armamento da sua instituição policial em defesa . Fundamento principal da pista:. ensinando todos os procedimentos previstos na letra “B” da súmula (Capítulo 19. com psicologia e dentro dos limites das Leis. Tudo aquilo que for possível solucionar sem disparos assim o será. através das “Pistas Policiais Especiais” (“PPE”). Seus alvos e “quadros” são constantemente alterados. também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos (agressor). depois aprenderão a atuar em equipe. “Arma em posição de alerta”. pelo policial.

Aqui é a polícia!”.Na pista. Em princípio.:. c. O professor responderá pelos alvos. Como portar a “arma titular” (revólver)). Esclarecer que o policial não treina para matar. 2) A “verbalização” com “alvos amigos” será em voz baixa ou por gestos. e. rapidamente. fixado na parte interna da perna fraca. caso 2 disparos não sejam suficientes para fazer cessar a ação do “agressor da sociedade” contra a vida de alguém. rapidamente. chamará apoio. ele tem que defender a vítima do agressor com rapidez. movimentação geral. a morte poderá até ocorrer mas esse não é seu objetivo. sob viaturas. de grande perigo. num defunto). portas e janelas.Nas pistas. “alvo agressor” apontando a arma para o policial caracterizará estar atentando contra a sua vida ou a vida de terceiros. mas para fazer cessar uma agressão covarde contra a vida de alguém. o senhor viu alguém pular este muro?”. dedo fora do gatilho. g. quando ele não estiver representando mais nenhum perigo. Também nas esquinas. havendo. Muito utilizado em forros. conforme já foi dito.. continuará protegido ou se protegerá. na maioria das vezes pânico. 3) A “verbalização” com “alvos agressores”. dois disparos contra ele se não houver pessoas inocentes na mesma “linha de tiro”. No momento de um confronto armado onde tudo é medo. dedo fora do gatilho. é o próprio agressor que. será feita com a “arma em posição de tiro”. do contrário a vítima do agressor sucumbirá. clara. que não estiverem atentando contra a vida de alguém. Não se precipitar (grande parte dos nossos policiais morrem ou matam pessoas inocentes por causa da precipitação). “arma em posição sul”.:. b. h. Exemplo:“___Aqui é a polícia. . e. Ver “Sinais Policiais” no anexo “01”. finalidades. Sendo “amigo” da mesma guarnição ou conhecido. quando e porque isso é necessário. com rapidez. “Progressão” e “regressão”. etc. em tom de ordem. Não praticar a “valentia perigosa” (poderá transformar o policial num herói ou . a “arma reserva” será portada no coldre de canela. cano na sua direção. deste manual. f. tensão. determinação. A palavra “por favor” deverá preceder o que se deseja. “arma em posição sul”. Obs. Esclarecer que o policial não dispara contra o agressor porque quer mas porque é obrigado. como na vida real. “arma em posição sul”. dedo fora do gatilho. o policial tentará fazer cessar. com sua atitude covarde contra a vida de alguém o obriga a isso. para isso terá que disparar rápido na direção da “massa” do agressor para tentar paralisar sua ação de morte. 1) A “verbalização” com “alvos neutros” deverá ser feita com a máxima educação. com as respectivas variações. 3) Uso do “espelho para varreduras”. Em situações especiais. Tudo aquilo que for possível solucionar sem disparos assim o será. Como. Deverá ser audível. portas e janelas. A “arma reserva”. não haverá necessidade da introdução “--. não o faz com a finalidade de matálo mas de paralisá-lo Convenção:. mãos na cabeça!” (nunca “mãos na nuca!”). Exemplo:. “Verbalização”:. durante ou na iminência de um confronto armado. com o revólver e colocar-se. não haverá “verbalização”.A primeira palavra da “verbalização” é:-“___Aqui é a polícia!” Depois completa o que deseja. d. Como sair de um abrigo e dirigir-se a outro. O professor deverá ensinar os “sinais policiais” para uso nas pistas. Obs. Aluno pratica. essa agressão.. por favor.Se o “agressor da sociedade” estiver atentando contra a vida de alguém. 2) “Tomada de ângulo” (ou “fatiamento”) na vertical e na horizontal. Numa ação real. locais de difícil acesso. serão efetuados mais 2. Respeitar a dignidade das pessoas. inclusive do policial.“___Aqui é a polícia. como. aguardando melhor oportunidade. esquinas. Aluno pratica. Atuar sempre protegido. em proteção. efetuando 2 disparos rápidos contra ele (caso não exista pessoas inocentes na mesma “linha de tiro”. quando e porque são realizadas. O policial tem que ficar sempre fora da “linha de tiro do agressor”. Também nas esquinas. efetuará o cerco). executável e lógica. desespero. “Varreduras” (verticais e horizontais). Como sacar e se posicionar.49 própria e da Sociedade. curta. a morte sempre presente e possibilidades de tragédias. a primeira parte do alvo (do corpo das pessoas) a ser observada pelo policial são as mãos. 1) “Olhada rápida” na vertical e na horizontal. não dá tempo do policial escolher pontos de acerto no agressor.

. Exemplo:. g) Pedir apoio. por favor. j) Não tomar nenhuma atitude que possa aumentar o perigo a que a vítima já está sendo submetida. por palavras ou atitudes. mas foi a sua atitude comprometedora que me obrigou a tomá-la. m) Não se exaltar. l) Procurar acalmar e transmitir calma às partes envolvidas com palavras tranqüilizadoras. o policial conduzirá a arma para “posição sul” e complementará :. deixe o local. ou qualquer outra situação em que o “agressor da sociedade” está usando a vítima como escudo. . constantemente. embora num primeiro momento o agressor esteja muito ativo e “decidido a dar seqüência às suas ameaças”. mostre as mãos”!”. A paciência e a sabedoria são duas das suas grandes virtudes e “armas infalíveis” para obter sucesso nesses tipos de ocorrências. Esse tipo de ocorrência não tem hora para terminar. solte a refém”. que.“___Desculpe a minha atitude.. usando de muita perspicácia para conseguir seus intentos. imediatamente. f) Atuar sempre protegido. mesmo que o agressor continue com as ameaças. p) Continuar tentando. a vítima é seu “salvo conduto” e ele sabe disso. ou o chamado “seqüestro relâmpago”. insistir. n) Ser um bom ouvinte. normalmente. está perigoso”. q) Garantir-lhe. e) Tentar “conter” e “isolar” a ocorrência. não ficar exposto ou se. solte a moça”. não gritar. tendo tomado conhecimento do nome do agressor. sempre. pelas circunstâncias. estimulá-lo a falar. nessa colocação. d) A vida e a integridade física da vítima precede tudo.:. 5) Ao deparar-se com “refém tomado”. c) Saber que o agressor se torna um verdadeiro “ator” nesses momentos. determinação. tentar dar início a uma “negociação”. Exemplo:. i) Arma em “posição sul”. tiver que ficar. convencer o agressor. Etc. só que. etc. constantemente. não fazer ameaças ao agressor. Verificando que se trata de pessoa inocente. o) Não usar a palavra “refém”. levará o tempo que for necessário. clara e audível. em tom de ordem. e. declarando. O uso da força. do policial que está atuando na ocorrência. . os procedimentos básicos do policial serão:a) Identificar-se para as partes envolvidas. como:b) Manter a calma. a vida e a integridade física caso desista do seu intento e se entregue. jamais apontada para o agressor (na realidade. ao contrário . não é certeza de um final feliz. passar a chamá-lo pelo nome. cano na sua direção. não interromper o agressor enquanto ele estiver falando. seu “nome de guerra” e procurando saber o que está ocorrendo. “___Aqui é a polícia.“___Aqui é a polícia.Para o seu próprio bem.Dependendo da resposta. todos os esforços deverão ser feitos nesse sentido. para o próprio bem dele. mostrar-lhe apenas a gravidade das conseqüências caso insista nos seus intentos. e tentar ser o único a ser visto pelo agressor.Para o seu próprio bem. Exemplo:.Ao invés de “---.“---. dedo fora do gatilho. o policial dará prosseguimento aos seus procedimentos. inclusive. estar atento. k) Verbalizar com voz calma. usar “---. h) Jamais perder o contato visual com a ocorrência (caso seja possível).Aqui é o policial (fornecer o nome de guerra). que está acontecendo aí?” Obs. o uso da inteligência sim. eliminá-la não lhe traria nenhuma vantagem. o policial terá que levar o agressor à exaustão e “vencêlo” pela inteligência. e ele também sabe disso). nessas ocasiões. a desistir do seu intento. irmã. e as atenuantes que terá se desistir dela. A vítima não deve ser vista como uma pessoa qualquer mas como se fosse o próprio filho. filha. ou “refém seqüestrado”. saia daí de trás e se identifique!”.50 4) A “verbalização” com “alvos suspeitos” ou “em atitude suspeita” também será feita com a “arma em posição de tiro”. sua ameaça à vida e à integridade física da vítima faz parte desse seu “teatro” (nem poderia ser diferente. estaria sendo apontada para a vítima que está servindo de escudo).

Procedimentos policiais normais. auxiliarão. não se expor. o policial a controlar e administrar seu estresse). Ou :. Na vida real. Sempre que possível. s) O agressor poderá entregar-se:.O policial tenta paralisar sua ação efetuando dois disparos rápidos na direção de sua massa. quando 2 disparos contra um mesmo “agressor da sociedade” não forem suficientes para fazer cessar sua ação de morte contra a vida de alguém.“---. t) O agressor solta a vítima e sai correndo pelo meio do povo:. deste manual). se houver. manterá sua arma em “posição sul”. os “sinais policiais”. v) A vítima escapa e o agressor dispara contra o policial:.O policial não dispara. Quando responder pelos “alvos agressores”. aguarda-se melhor oportunidade. o ar nos pulmões. u) O agressor poderá arrastar a vítima para outro local:. Atuação e disparos à direita das esquinas (por cima e por baixo.“---. é tentado o cerco. Não se dispara em agressor que esteja no meio do povo. i. Cano do revólver e olhar sempre na direção do perigo. Atuação e disparos à esquerda das esquinas (por cima e por baixo. k. Não se expor. podendo ser através de “sinais policiais” . Quando a atuação é em equipe. por um instante. Revisão. n. calcados na necessidade. os policiais deverão usar. 6) Na “verbalização” o professor responderá pelos alvos. l. segurando. com civis. acompanha e orienta o apoio para o cerco. x) Ao chegar o apoio ou o “grupo de gerenciamento de crises” fornecer ao comandante todos os detalhes da ocorrência e colocar-se à sua disposição.Steeve. Controlar a tensão (estresse) através da respiração (duas ou três inspirações profundas e lentas.Não apoiar a arma nem as mãos para disparar. não avançar o revólver e nenhuma parte do corpo para além do limite de segurança. mas continue mantendo a vítima como escudo. ou a determinada pelo professor. procurará manter-se abrigado. w) Caso o agressor dispare contra o policial. não avançar o revólver e nenhuma parte do corpo para além do limite de segurança. sempre abrigado. semivisados ou intuitivos (com os dois olhos abertos). 8) A “verbalização” somente será obrigatória em relação aos “alvos suspeitos” ou “em atitude suspeita”. deitado). chame apoio”.Cobertura!.Sempre “lance por lance”. não dispara. sem qualquer agressão ou violência contra o mesmo. deitado). Os disparos serão efetuados sempre de 2 em 2. de “abrigo em abrigo” (nunca sair do local onde está abrigado sem saber o local do próximo abrigo). “alvos suspeitos” ou “alvos em atitude suspeita”. Ver “Anexo 01”.Steeve. o policial não deverá disparar contra o agressor. não. Exemplo:. ao executar a pista individualmente. à noite. inclusive. cobertura!” (a ser solicitada pelo policial quando de uma dificuldade. desde que não existam pessoas inocentes na mesma “linha de tiro”. não significará que “os mesmos estejam falando a verdade”. faz-se o cerco. m.O policial. inclusive. ao passar pelo meio das pessoas. não avançar o revólver e nenhuma parte do corpo para além do limite de segurança. entre si. a lanterna funciona como um “quarto olho”. revista e algema que dou cobertura”. “Progressão”:. em muito. 7) Na “verbalização”. Explicar aos alunos seus significados. y) Estas normas não esgotam o assunto. o aluno se portará como se estivesse com outro companheiro na pista. j. deste manual. sem perder o contato visual com a ocorrência. o policial insistirá até que a dúvida desapareça.51 r) Não prometer nada que não possa ser cumprido ou que não seja de sua competência. na direção da “massa” do agressor. Recarga de “emergência” ou “emergencial” e recarga “tática”. Ou:. O policial. pois deverá estar sempre na direção do cano (paralela a ele) e do olhar. os pedidos do agressor deverão ser transmitidos para o escalão superior.“---. ou “alvos agressores” que não estejam atentando contra a vida de alguém. Não se expor. p. proporcionalidade e qualidade. O cano do revólver funciona como um “terceiro olho”. aguardando apoio e melhor oportunidade. oportunidade. Os disparos obedecerão os princípios da legalidade. o. chama-se apoio. 9) A gíria somente será admitida na “verbalização” entre policiais (gíria policial). entra ou se mantém em proteção. antes das expirações.ver “Anexo 01”. Atuação e disparos através de portas e janelas. enquanto um policial . Observação:. serão efetuados mais 2. Na pista o aluno fará o tipo de recarga que for mais conveniente para o momento.

retro. Não deverá disparar se na mesma linha de tiro houver pessoas inocentes ou se o “agressor da sociedade” estiver no meio da multidão. Todos os outros alunos permanecerão assistindo. q. como e porque é feito. com as costas da “mão fraca” para trás ou mão fechada. anotando os erros e os acertos do companheiro que está na pista e prestando atenção nos ensinamentos do professor. para as laterais.“Arma em posição de alerta”). sub item “5)”. Ver item “5”. a fim de tentar fazer cessar. Paralisará sua atuação todas às vezes que for necessária qualquer explicação. efetuando disparos reais. aguardará melhor oportunidade. plástico. Velocidade e surpresas que poderão surgir quando da “regressão”. 22. 20. rápidos. indefinidamente. deste manual). etc. sempre simulando a realidade. cada aluno executará a pista individualmente. devidamente caracterizados como seres humanos. com urgência. deste manual (“Sinais Policiais”). “Regressão” ou “retirada estratégica”:. chamará apoio. a demora para efetuá-los poderá custar a vida do policial ou de integrante da Sociedade). executará a pista (sem efetuar disparos) repetindo os procedimentos e as verbalizações ensinadas.“Arma em posição de tiro”. empunhadura “simples”. O pedido de “cobertura” (verbal ou através de “sinais policiais”) a outros companheiros presentes no mesmo confronto armado. Se necessário. Em seguida. bem rápido. t.52 “faz a progressão” o outro. Quando. etc. por ele próprio) e. Quando. sob orientação do professor. depois. Convenção:. Ver planta da “PPI-Padrão” (Capítulo 10. deste manual. faz a “cobertura”. abrigar-se. casos em que tentará se colocar em proteção. Ver planta da “PPI-Padrão” no Capítulo 10. e item “19”. Os cuidados para não tropeçar. e responder ao ataque (2 disparos por alvo). Velocidade do deslocamento de acordo com as necessidades do momento. sob as vistas de todos os alunos. Na “progressão”. inclusive a do policial:1) Se possível. Em seguida “progressão” pelo centro com “regressão” pelas laterais e vice-versa. letra “h”. cada aluno. houver companheiros pela frente. passadas rente ao solo (já que regredirá de costas). não havendo.). Todos os outros alunos permanecerão assistindo. com urgência. O pedido de “apoio” à central. Cano e olhar na direção do perigo. Em seguida. esse ataque. como e porque é feito. fará o cerco. não há perigo por ali. retro). jogar-se ao solo (se houver tempo) e responder ao ataque (2 disparos por alvo). a fim de evitar acidentes com fios desencapados. Ver “Anexo 01”. significa que o “centro” está fechado (fechá-lo com um tapume. r. fazendo “varredura” na área de perigo. regredir de costas. “arma em posição de alerta” ou “arma em posição de tiro”. 21. com o “braço e mão fraca” estendida para trás. até executar o exercício com perfeição. arma “em posição de alerta” ou de “tiro”. s. Baixo perigo:. Excepcionalmente. etc. É uma das situações mais difíceis de um policial durante sua atuação armada em defesa da Sociedade. aguardará melhor oportunidade. chamará apoio. Não deverá disparar se na mesma linha de tiro houver pessoas inocentes ou se o “agressor da sociedade” estiver no meio da multidão. casos em que entrará em proteção ou continuará protegido. Cuidados com “surpresas” pelo trajeto. até executar o exercício com perfeição. deste capítulo. sob orientação do professor. “arma em posição sul” (utilizada quando for passar no meio de pessoas inocentes. dependendo do perigo do momento (nas mesmas circunstâncias da “progressão”).). semivisados ou intuitivos em cada alvo atirável (nada de disparos visados. fará o cerco. Como deve ser a atuação do aluno diante dos mais diferentes tipos de alvos e “quadros” da pista. Primeiramente os exercícios serão executados com os alunos “progredindo” e “regredindo” pelo centro da pista (entre os abrigos “B” e “C”).Quando a “progressão” e a “regressão” for pelo centro da pista está convencionado que os abrigos “B” e “C” se prolongam. Como reagir a um ataque de surpresa do “agressor da sociedade” que está atentando contra a vida de alguém. e “quadros”. 2) Não sendo possível abrigar-se. abrigado. o professor.Nunca virar as costas para a “área de perigo”. individualmente. repetirá todos os procedimentos anteriores e os previstos na letra “B” da súmula (Capítulo 19. esse ataque. só no centro. pelas laterais da pista (esquerda do abrigo “B” e direita do abrigo “C”). O professor deverá idealizar e colocar na pista o maior número possível de alvos. normalmente. com a maior rapidez possível. “comandado” pelo outro professor da pista (se houver. servindo de guia. tudo. sem efetuar disparos reais (apenas disparos em seco). caso ainda não esteja. tudo com a maior rapidez possível. Será corrigido a cada erro. e “Anexo 08”. Será corrigido a cada erro. a fim de tentar fazer cessar. repetindo os procedimentos e as verbalizações ensinadas. Quando as “progressões” e “regressões” forem pelas laterais da pista (dos abrigos “B” e “C”). dependerá do perigo do momento (Alto perigo:. Em seguida. Dois disparos “em seco”. u. não há perigo nessas direções. anotando os .

sem pressa. etc. Os alvos poderão ser obreados (se houver obréias) ou assinalados (com caneta. “progressão”. Os “toques”. pela pista (com o revólver vazio).Boa sorte a todos. Só encerrar a instrução do dia após aplicar o que está previsto no Capítulo “02”. mediante orientação do professor. etc. todos os alunos passarão uma segunda vez na pista. tendo. como um todo. A primeira passagem do aluno pela pista será feita progredindo e regredindo pelo centro da pista. ora “progredindo” e “regredindo” pelo centro da pista. Embora o sistema de recarga (tática ou emergencial) fique a critério do aluno. correspondentes à “Primeira Parte” das “Pistas Policiais de Instrução”. uma terceira. utilizará os mesmos princípios e procedimentos previstos nos itens “20” e “21”. com o semblante alegre. Durante toda a instrução o professor fará. A “cobertura” para o companheiro que se desloca (quem a faz deverá estar abrigado e. lento. etc. capacidade para aprender. determinar ao aluno que a efetue. retros. Paralisação imediata dos alunos sempre que houver erro de procedimento. o aluno não poderá passar para o exercício seguinte sem ter aprendido e executado. o professor poderá. os alunos passarão para a “Segunda Parte” das “Pistas Policiais de Instrução” constante do próximo capítulo. Início com calma. 26. Os cuidados para não cruzar a “linha de tiro” do companheiro. regressão”. Se houver tempo e condições. Primeiramente. que. com visão total da área). sem dificuldades. sinalizando sua presença e posição. Redobrar os cuidados com a segurança.. elogiará a todos pela boa vontade. disciplina. passarão a fazê-lo com disparos reais. na maioria das vezes. depois pelas laterais da pista. Com os alunos já condicionados a passar em duplas. 29. O professor deverá ensinar mantendo extrema paciência para com seus alunos. se possível. 24. perguntas aos alunos a fim de verificar se não têm dúvidas.53 erros e os acertos do companheiro que está na pista e prestando atenção nos ensinamentos do professor. etc progredindo e regredindo por locais diferentes (centro. “coberturas”. Havendo munição. Terminados os ensinamentos da “Pista Policial de Instrução-Padrão” (“PPI-Padrão”). até breve!” (GIRALDI) . Dirá que o “erro é professor do acerto”. etc. Estimulará os alunos a fazerem perguntas. retro. incluindo “varreduras”. ora “progredindo” pelo centro e “regredindo” pelas laterais e vice versa. 31. 28. com alteração dos “quadros” e “alvos” das pistas. Antes de liberálos solicitará uma salva de palmas para todos e a expressão:. sem erros. progredindo pelo centro da pista e regredindo pelas laterais e vice-versa. a qualquer momento. com a respectiva correção. serão novamente ensinados.). o anterior. esclarecerá pontos duvidosos e responderá essas perguntas. laterais. “progressão” e “regressão” pelo centro da pista. O limite de atuação. Fará comentários gerais sobre a mesma. depois. além do qual o policial corre sério risco de vida. colaboração. da ‘PPI-Padrão”). Em seguida o professor ensinará a passagem em duplas de alunos pela pista (sem disparos). 23. Que alguns aprendem mais rápido que outros e que isso é normal em todos os setores da vida. 30. “verbalização”. O pedido de apoio à central. quando estiverem juntos. item “20”. aprendemos mais quando erramos do que quando acertamos” (Giraldi). 27. constantemente. reunirá os alunos. Outros complementos previstos no “Método”. A importância do constante contato visual entre ambos e dos “sinais policiais”. de um policial no outro. “progressão” pelo centro e “regressão” pelas laterais da pista e vice-versa. que o importante é insistir até aprender. Professores extraordinariamente atentos. passarão executando apenas procedimentos e disparos em seco (com cartucho de manejo ou vazio nas câmaras do tambor). ora “progredindo” e “regredindo” pelas laterais da pista. Conforme já foi dito. depois. o aluno conferirá seus impactos nos alvos. depois pelas laterais da pista. 25. Ao final da instrução do dia o professor. etc. Para isso.“---. Não havendo. quando estiverem separados.

será observado ainda. colocado no interior do estande de tiro. Quando a finalidade for treinar apenas procedimentos. Poderão ser elaboradas apenas para treinamento de procedimentos. Alvos móveis que se levantam. devidamente caracterizados como seres humanos – Anexo 14). poderão também ser . que aparecem de repente. que giram. “Método Giraldi”. “Pistas Policiais de Instrução” não significa apenas pistas. 6. “neutros” e “agressores”. Os alunos que montarem a pista auxiliarão o professor quando da passagem dos seus companheiros. que passam. observar também tudo aquilo que está previsto no “Capítulo 09”. locais mal freqüentados. de onde a dupla atuará em alguns alvos devidamente caracterizados como seres humanos. Ver a primeira parte do “Capítulo 09”. Já existem prontos. O professor poderá deixar a critério dos alunos a elaboração de muitas destas pistas. poderá dividir os alunos em quatro grupos (ou como julgar mais conveniente). etc. no interior de estandes de tiro. com a instrução sendo realizada em pistas diferentes da “PPI-Padrão”. Tudo aquilo que foi aplicado na “PPI-Padrão” também o será nestas pistas. 4. deste manual.54 CAPÍTULO 12 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTAS POLICIAIS DE INSTRUÇÃO” . deste manual (“Principais Características das Pistas”). Para isso.30 DISPAROS REAIS. poderão ser elaborados. à frente (com necessidade ou não de disparos). presos em carretilhas sustentadas por arames bem esticados. Estas pistas deverão. POR ALUNO (MÍNIMO) 1. com disparos. toda a doutrina. sem que estes tomem conhecimento do conteúdo da mesma. Os integrantes de cada grupo ficarão encarregados de confeccionar uma pista para os integrantes dos outros grupos. que caem. inclusive a confecção dos alvos. mas. representando um abrigo. Montagem de ambientes com possibilidades de confrontos armados como bares suspeitos. 7. fundamentos e finalidades do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. retro).. sem necessidade de disparos. são simples de serem montados e acionados com fios de “nylon”. 5. 2. A simples progressão.SEGUNDA PARTE DESENVOLVIMENTO ® PREVISÃO:. “Na quase totalidade das vezes procedimentos e não tiros é que preservam vidas e solucionam problemas” (Giraldi) 3. Para a montagem destas pistas basta copiar a realidade. A “Segunda Parte” das “Pistas Policiais de Instrução” segue os mesmos princípios da “Primeira Parte” (Capítulo 11. Os alvos deverão estar o mais próximo possível do barranco de contenção de projéteis. etc. Poderão ir da mais absoluta simplicidade até situações mais complexas. princípios. antes de sua execução. entre outras coisas.. através de vários lances. inclusive os mesmos tipos de alvos (“amigos”. de duplas de patrulheiros. já caracterizará uma pista. até um (ou mais) armário velho (ou outro obstáculo).

quando muito. e. confirmado pelo professor (que também as examinará). que. Socorro às vítimas feridas. O policial no interior de viatura parada está mais exposto que em terreno aberto. são atacados. aprendemos mais quando erramos do que quando acertamos” (Giraldi). Varreduras e entradas em portas. Ao final da instrução do dia o professor. Os cuidados para sacá-lo. poderão ser aproveitadas as próprias características das imediações do estande de tiro. pedir apoio. A seguir. pequenas alterações. obrigatório. b. ou. com rapidez. Antes de liberá-los solicitará uma salva de palmas para todos. Varreduras e transposição de muros e outros obstáculos. com tiros. com e sem refém (tomado ou seqüestrado). abrigar-se. de que suas armas estão de fato descarregadas (inclusive sem carregador). casos em que. ela não será desenvolvida. no terreno aberto. só em último caso. mantê-lo em “posição sul”. fora do estande de tiro. com o semblante alegre. “Acompanhamento” de viatura suspeita. sem necessidade de qualquer alteração. reunirá os alunos. rápido. desembarque e atuação dos policiais. estando dentro de viatura policial. fazer o cerco. permanecer e descer de viatura com o revólver no coldre. Como abrigo.“---. em local que não seja a própria viatura. etc. esclarecerá pontos duvidosos e responderá essas perguntas. 8. prioritário. Antes do seu início deverá haver confirmação. todos examinarão as armas de todos. e. em pleno confronto armado. e permanecer com ele nas mãos. 10. capacidade para aprender. elogiará a todos pela boa vontade. j. Utilizando viatura policial o professor deverá ensinar ao aluno como entrar. disciplina. desembarcar. 9. na maioria das vezes. Fará sua despedida com a expressão:. 11. poderá se movimentar. se possível. “Progressão” e “regressão” em terreno aberto ou semi-aberto por equipe de alunos. Fará comentários gerais sobre a mesma. desembarque e atuação dos policiais. possíveis assistentes. Que alguns aprendem mais rápido que outros e que isso é normal em todos os setores da vida. pelo menos. Negociação. Se na instrução estiverem previstos disparos reais. efetuar o cerco. estar com o dedo fora do gatilho). colaboração. Para a elaboração dessas pistas. d. Não é recomendável sacar o revólver. com o alvo o mais próximo possível do barranco de contenção dos projéteis. até breve!” (GIRALDI) .55 elaboradas fora dele. com empunhadura simples. com a viatura. c. O professor tem liberdade de idealizar todos os tipos de pistas que simulem a realidade. estará absolutamente proibido o uso de arma de fogo carregada com munição real (disparos somente no estande de tiro. que o importante é insistir até aprender. dentro de viatura. dedo fora do gatilho. abrigar-se. Chegada da viatura de apoio em ocorrência com tiros ou na iminência de ocorrerem. só representação). pelo lado contrário de onde está vindo o ataque. sem isso. protetor ocular e auricular. etc. etc. não só quem estiver executando a pista. correr. Estimulará os alunos a fazerem perguntas. para treinamento apenas de procedimentos.Boa sorte a todos. Etc. responder ao ataque (simulado). h.). ou local próprio. Dirá que o “erro é professor do acerto”. forma de estacionamento. Chegada da viatura policial em ocorrência com tiros ou na iminência de ocorrerem. f. Não sendo possível “arrancar” com a viatura. entre os participantes. alguns procedimentos que poderão ser ensinados nessas pistas:a. k. empunhá-lo e direcioná-lo ao descer de viatura. g. alunos que estão observando. Reação de policiais que. diante da possibilidade de ter que usá-lo de imediato (em caso de dúvida. i . mas também professores e auxiliares. Atuação contra “agressor da sociedade” confinado (ou cercado). por “agressores da sociedade” (“arrancar”. Poderá contar com a colaboração dos alunos para isso. Imprescindível. pedir apoio. Uso de viatura como “coberta” e “abrigo”. forma de estacionamento. deverão estar com colete balístico.

56 .

só raramente. alvos e obréias. fingirá que levou os tiros na perna e cairá ao solo. Não esquecer que na vida real. para posterior comentários e apresentação de soluções e aperfeiçoamentos. Os “atores” serão os próprios alunos. incluindo colete balístico.57 CAPÍTULO 13 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTA POLICIAL DE INSTRUÇÃO” .) ou então. tambor e cano furados (vasados). anotam os acertos e os erros da atuação dos “policiais”.TERCEIRA PARTE DESENVOLVIMENTO ® INSTRUÇÃO SOB FORMA DE “TEATRO” – NÃO HÁ CONSUMO DE MUNIÇÃO O “Método Giraldi” prevê também a forma de “teatro” (ocorrências policiais simuladas). um “agressor” que. há disparos. Por exemplo. visivelmente sem condições de disparos (sem percussor. acompanhado ou não do “disparo” (simulado). Não há consumo de munição. saques são feitos dezenas de vezes por dia. recebe dois impactos de . princípios. O “problema” inicial do “teatro” será idealizado e apresentado a todos os alunos pelo professor cabendo aos “alunos atores”. na quase totalidade das vezes a arma volta para o coldre sem disparar. Demais equipamentos. estará fora de ação. . A melhor cor para essas “armas” é a “azul”. com a finalidade de preparar o policial para usar sua arma de fogo em defesa da Sociedade. madeira. Os outros alunos assistem. o aprendizado é muito eficiente. Como não há disparos reais fica liberado o uso de protetor auricular o ocular. continuam obrigatórios. armas de fogo verdadeiras. mas.). Etc. fundamentos e finalidades do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. coloridas.40 S&W não pode continuar em atividade. No “teatro” (ocorrências policiais simuladas) será observado toda a doutrina. Em qualquer local dá para montar um “teatro” para instrução do “Método Giraldi”. etc. PRINCIPAIS FUNDAMENTOS QUE DEVERÃO SER OBSERVADOS NA INSTRUÇÃO SOB FORMA DE “TEATRO” (OCORRÊNCIAS POLICIAIS SIMULADAS):Na apresentação do “teatro” serão usados simulacros (imitações) de armas de fogo coloridos (de plástico. No “teatro” haverá sempre necessidade do saque da arma de fogo e sua aplicação. mas. quando muito. As cenas do “teatro” têm que ser lógicas. o “diretor” e “roteirista” será o professor. isopor. etc. simuladamente. previamente designados pelo professor. Embora não sejam efetuados disparos reais é o meio mais eficiente e barato para complementar e solidificar a instrução realizada com disparos reais. “Método Giraldi”. a sua seqüência e solução.

” pau!. Tudo dependerá dos objetivos da instrução estabelecidos pelo professor.) ou armas de fogo verdadeiras. na maioria das vezes. Se o simulacro (imitação) de arma de fogo. o professor fará também essa inspeção. sempre surpresa para eles.. em defesa da Sociedade. retros) e transformá-los em “teatro” (ocorrências policiais simuladas). visivelmente sem condições de disparos (sem percussor. madeira. durante o “teatro”. coloridas. o que está sendo feito certo e o que está sendo feito errado pelos “policiais”. por parte de todos os alunos.”.58 O sistema de “teatro” é eficientíssimo após os alunos já terem passado pelas outras etapas do aprendizado com necessidade do uso de arma de fogo. acompanhando o “teatro” de perto e interferindo. irão anotando. Sem isso o “teatro” não deverá ser iniciado. Só serão orientados pelo professor quando cometerem erros no desenrolar da “ocorrência”. Outras vezes.. Em seguida. poderão ser efetuados. “neutros” e “agressores”). de todas os possíveis desdobramentos da “ocorrência” que. Também a atitude de possíveis pessoas “neutras” (outros alunos) que possam fazer parte do “teatro”. aliviada pelo fato de que. A grande vantagem é o vivenciamento. Outras vezes determinará aos “agressores” como deverá ser sua atuação. e disparos reais. a cor mais indicada é a “azul”.. entre dezenas de saques. o mesmo tem que ser encarado com extrema seriedade. que assistem. a fim de verificar se realmente são simulacros (imitações) de armas de fogo coloridos (de plástico. tambor e cano furados. sempre que for necessário. se necessários. a arma volta para o coldre sem efetuar disparos Antes de dar início às cenas do “teatro” o professor mandará todos os “alunos atores” examinarem. A desvantagem é a impossibilidade de realizar disparos reais. ou no local do “teatro”. etc. é só verificar o que ocorre nas ruas e levar para o “teatro”. o professor orientará os “agressores” sobre como será o início e o conteúdo principal de suas atuações. não dá para ser praticado em outras situações.. podendo os mesmos. para confirmação. só simulações. suas “armas”. por parte dos alunos. no desenrolar do “teatro”. . serão simulados com a boca (“pum!.. Professor também em ponto estratégico. tambor e cano furados. inclusive. qual será a atitude ou reação dos “agressores”. no “teatro”. terão que aplicar todos os conhecimentos até então adquiridos para tentar dominar a situação e levar o “teatro” (ocorrência policial simulada) a bom termo. auxiliar. Poderão ser aproveitados. entram os “alunos atores” com a mesma representatividade. adaptando-as à forma de atuação dos “policiais”. em uma prancheta. Essas “armas” têm que ser coloridas. os próprios “quadros” já vivenciados. nas pistas (Capítulos 11 e 12. A criatividade é fácil.. antecipadamente.. Os “policiais” nunca saberão como será a seqüência da atuação dos “agressores”. Por iniciativa própria.”) ou por outro meio. igual às ocorrências verdadeiras. conforme já foi dito. cada “aluno ator” mostrará a todos os outros “alunos atores” sua “arma” para confirmação. No lugar dos alvos de papelão. inclusive. introduzir.).) permitir disparos em seco. na quase totalidade das vezes.” “pum!. minuciosamente. pelos alunos. permitirá brincadeiras. variantes. os erros e acertos dos “policiais”. anteriormente. e explicando. O “teatro” poderá ser filmado para posterior análise. Em hipótese alguma haverá munição real com qualquer aluno. ou “pau!. Alunos. Os alunos.. A melhor cor para essas armas é a “azul”. colocados em pontos estratégicos e com ampla visibilidade do “teatro”. etc. por iniciativa própria. anteriormente utilizados e caracterizados como seres humanos (“amigos”. professor. Essa atitude ou reação ficará a critério dos próprios “agressores” ou a determinada pelo professor. etc. que representam “policiais em serviço”. em hipótese alguma. a todos. Sempre surpresa para eles. nunca saberão. para posterior comentários. Disparos. isopor. ou arma de fogo verdadeira mas sem condições de disparos reais (sem percussor. Finalmente. o professor deixará a critério dos “agressores” liberdade total de atuação. O professor. mas. Algumas vezes.

localizam esse carro e terão que averiguar. e mandá-los repetir a cena do ponto anterior a esse erro. Caso o “teatro” tenha sido filmado. O “teatro” (ocorrência policial simulada) terminará no momento em que os “policiais” não tendo mais necessidade de empunhar suas “armas de fogo” as coloca no coldre. será usada pelos “patrulheiros”. antecipadamente. item “5”. “Alunos atores” a postos. começa o desenrolar do “teatro” (ocorrência policial simulada). Ver Capítulo “11”. permanece próximo a ele. e item “19”. e. Só terminará no momento em que os “policiais” não tendo mais necessidade de empunhar suas “armas de fogo” as colocarão no coldre. no papel de agressores. também armado. colocam-nas nos coldres. representando a guarnição de uma viatura (três policiais). começa o desenrolar do “teatro” (ocorrência policial simulada). fazendo o papel de “agressores”. e analisadas pelo professor. num local ermo (nada impede que seja em local com pessoas “neutras”. Determinará a um ou mais alunos que comente a “ocorrência” e o que fazer para o aperfeiçoamento da atuação dos “policiais”. assim que for possível. Os “alunos atores”. letra “a”. as cenas principais serão exibidas para os alunos. fazendo-a de “refém tomado” e. no papel de policiais. não tendo mais necessidade de empunhar suas “armas de fogo”. A um sinal do professor. letra “h”. pega uma pessoa neutra (também “aluno ator”). não saberão. estão efetuando um roubo no interior de um estabelecimento comercial. Se couber uma terceira alternativa. quais serão essas alternativas. imediatamente. corrigir o erro deles. “Alunos atores” a postos. Caso o “teatro” tenha sido filmado. substituir os “alunos atores”. mantendo-a como escudo. Três outros alunos. uma quarta. Posteriormente. EXEMPLO DO INÍCIO DE UM “TEATRO” (OCORRÊNCIA POLICIAL SIMULADA):Dois alunos. assim por diante. Caso não exista rádio de comunicação para esse tipo de “teatro” e houver necessidade.59 No momento do erro dos “policiais” o professor deverá parar a cena. o outro agressor. Cercados. os “policiais” simularão seu uso para comunicar-se com a “central”. que está armado (“arma de fogo”). deste manual. o professor poderá aproveitar o início desse mesmo “teatro” (ocorrência policial simulada). e o que deverá ser feito para o aperfeiçoamento da atuação dos “policiais”. desesperam-se. O professor fará os comentários finais. Determinará a um ou mais alunos que as comente. ou uma viatura da própria Corporação. outros alunos seriam designados para representá-las). armados e em atitude suspeita. idem. A um sinal do professor. Um carro comum será usado pelos “agressores” e um outro. . as cenas principais serão exibidas e analisadas posteriormente. faz uma série de exigências para libertá-la (permanecendo dentro do estabelecimento comercial). Só terminará no momento em que os “policiais”. Fim desse primeiro “teatro” (ocorrência policial simulada) EXEMPLO DO INÍCIO DE UM SEGUNDO “TEATRO” (OCORRÊNCIA POLICIAL SIMULADA):Dois “alunos atores”. sub item “5)”. mantendo duas outras pessoas neutras (também “alunos atores”) sob ameaça de sua “arma de fogo” (mas não como escudos). também do Capítulo “11”. dentro de um carro em situação suspeita. nesse caso. A polícia chega (três “alunos atores” no papel de patrulheiros) e surpreende esses agressores em plena “atividade”. Terminado o “teatro” (ocorrência policial simulada) o professor reunirá os alunos para análise. Terminada a encenação de todas as variantes do “teatro” (ocorrência policial simulada) o professor reunirá os alunos para análise final. Um deles. e determinar aos “novos agressores” que tomem uma alternativa diferente da dos “agressores” anteriores. que estava dentro do estabelecimento. O professor fará os comentários finais.

. Etc. LIBERDADE DE CRIATIVIDADE PARA O PROFESSOR:O professor. previstos no início deste capítulo. por “alunos atores” nas mesmas condições. não só por parte dos “agressores” como por parte dos “policiais”. jamais poderá introduzir “armas de fogo” diferentes das previstas. Determinará a um ou mais alunos que as comente e o que deverá ser feito para o aperfeiçoamento da atuação dos “policiais”. devidamente caracterizados como seres humanos (“amigos”. Caso o “teatro” tenha sido filmado.60 Posteriormente.. todas as possíveis alternativas dos “quadros” (cenas).. as cenas principais serão exibidas e analisadas posteriormente. e. uma quarta. estará preparando o policial para ficar sempre atento ao se deparar com ocorrências policiais verdadeiras e seus desdobramentos. idem. Fim desse segundo “teatro” (ocorrência policial simulada). no papel de policiais. poderão ser repetidos agora sob forma de “teatro” (ocorrência policial simulada). e que não foram possíveis naquela oportunidade. Terminada a encenação de todas as variantes do “teatro” (ocorrência policial simulada) o professor reunirá os alunos para análise final. Se couber uma terceira alternativa. Poderá. (GIRALDI) . deste manual. OUTROS “TEATROS” (OCORRÊNCIAS POLICIAIS SIMULADAS):Exercícios em pistas. agora. assim por diante. no “teatro” (ocorrências policiais simuladas). do “Capítulo 02”. com substituição dos alvos de papelão ali usados. antecipadamente. substituir os “alunos atores”. por exemplo) e determinar que os integrantes de cada grupo preparem um “teatro” (ocorrência policial simulada) para apresentação aos integrantes dos outros três grupos. retro).(PROFESSOR IDEALIZA . Etc. e determinar aos “novos agressores” que tomem uma alternativa diferente da dos “agressores” anteriores. retro) e Segunda Parte (Capítulo 12.) . Ao final da instrução do dia o professor deverá aplicar o que está previsto no item “20”. inclusive os da “Pista Policial de Instrução – Padrão”.. executados com disparos reais. O professor fará os comentários finais. mas. EXEMPLO DO INÍCIO DE UM TERCEIRO “TEATRO” (OCORRÊNCIA POLICIAL SIMULADA):. terá ampla liberdade de criatividade. quais serão essas alternativas. desde que mantenha os principais fundamentos da instrução sob forma de “teatro” (ocorrência policial simulada). o professor poderá aproveitar o início desse mesmo “teatro” (ocorrência policial simulada). por exemplo. dividir seu grupo de alunos em vários grupos (quatro. na Primeira Parte (Capítulo 11. O professor aproveitará para dar. assim. Os “alunos atores”. não saberão. “neutros” e “agressores”).

possíveis fitas gravadas durante a instrução prática. Ao final da instrução do dia o professor deverá aplicar o que está previsto no item “20”. através dos setores encarregados de fazer gravações relacionadas ao assunto. deste manual. As televisões sempre as têm. principalmente aquelas que cobrem ocorrências policiais. pelo professor e alunos. no televisor. Ao final de todas as aulas desta “Quarta Parte” o professor deverá exibir. para os alunos.61 CAPÍTULO 14 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTA POLICIAL DE INSTRUÇÃO” . Fornecerá copia dela aos alunos (ver página 05. O professor deverá ter seu próprio arquivo dessas fitas. disparando ou não. a fim de não ficar dependendo de terceiros. do “Capítulo 02”. O professor poderá convocar policiais que participaram de ocorrências desse tipo para fazerem explanação geral sobre as mesmas. deste manual). É fácil consegui-lo. pelo professor e alunos. sempre ensinarão. Também publicações de jornais e revistas poderão ser úteis para análise. a “ORAÇÃO DO POLICiAL”. ocorrências reais onde houve necessidade do policial sacar sua arma. de março de 2002 (a “Oração” está nela inserida).“Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. Nesta “Quarta Parte” poderão ser exibidas e analisadas. Tenham ou não os policiais atuado corretamente nessas ocorrências. Fitas gravadas são importantíssimas para isso. (GIRALDI) .QUARTA PARTE – DESENVOLVIMENTO ® ANÁLISE DE CASOS REAIS Nesta “Quarta Parte” das “Pistas Policiais de Instrução” serão analisadas e comentadas. “Método Giraldi”. existente na fita de “Vídeo Instrução da DEI”. para solucionar ocorrências policiais. com o título:. A própria instituição policial também as tem.

Excepcionalmente. O DESENVOLVIMENTO DESTA “QUINTA PARTE” DAS “PISTAS POLICIAIS DE INSTRUÇÃO” OBEDECERÁ OS SEGUINTES PRINCÍPIOS:- . onde conste local para anotação da nota ou conceito para a atuação individual de cada aluno. policiais que estão executando serviço na rua. Haverá uma súmula. a mais simples possível. deverão estar com colete balístico. POR ALUNO (MÁXIMO) A “Quinta Parte” das “Pistas Policiais de Instrução” é a última etapa prática da instrução do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. montada pelo professor no interior de um estande de tiro.62 CAPÍTULO 15 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTAS POLICIAIS DE INSTRUÇÃO” . e possíveis assistentes. sem isso. mas também professores e auxiliares. e para a atuação da equipe (guarnição) como um todo. “Método Giraldi”. mas sempre com necessidade de saque.QUINTA PARTE – DESENVOLVIMENTO ® GUARNIÇÕES DE SERVIÇO PARTICIPANDO DE OCORRÊNCIAS POLICIAIS SIMULADAS PREVISÃO:. Durante a instrução. com ou sem necessidade de disparos reais. e que já tenham aprendido o “Método”. protetor ocular e auricular. “Método Giraldi”. são convocados para deslocar-se com sua viatura até o local de uma “ocorrência policial simulada”. alunos que estão observando. apenas anotará o erro para comentário e correção futura. fundamentos e finalidades do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. Nela. não só quem a está executando. Destinada aos policiais prontos para o serviço. já trabalhando na atividade fim. elaborada pelo professor. O professor terá que analisar a solução da “ocorrência policial simulada” como um todo e a atuação dos policiais individualmente. também será observado toda a doutrina. É a aplicação do “Método” em “pleno serviço”. princípios. sem interferir. ela não será desenvolvida. isto é. o professor não interromperá o policial (aluno) quando ele cometer erros. e adaptada a cada “ocorrência policial simulada”.4 DISPAROS REAIS. nesta “Quinta Parte” das “Pistas Policiais de Instrução”.

sabem que esse sistema de instrução.63 O professor idealiza e monta. auxiliares. o professor utilizará armações móveis. Também de acordo com seus objetivos. procurar orientações com o (nome do professor encarregado da idealização.“---. ouvimos também alguns gritos”. deste manual). mais ou menos nos seguintes termos:. utilizará alvos de papelão “PM-L-4” (ver “Anexo 14”. Esse. . professor (es) e auxiliares colocam-se em pontos estratégicos. no interior do estande de tiro. “central” e responsável pelo local da “ocorrência policial simulada”. será idealizada e montada para ser executada por “equipes de patrulheiros” ou “grupos táticos” que se encontram de serviço na atividade fim no momento. adaptada por ele a cada “ocorrência policial simulada”. Chegando ao local. imediatamente. Os policiais executantes estarão na rua. uma “Pista Policial de Instrução”. o número de ocorrências reais é bastante baixo. inclusive que passam. com a finalidade de solucionar essa “ocorrência policial simulada”. professor (es). assim como seus erros e acertos. tradicionalmente. de iniciativa própria. será aquele em que. coldrearem suas armas. assim como. está sendo adotado mas não sabem quando serão acionados pela “central”. Fará parte de uma programação geral de instrução. O dia da semana e o horário escolhido. de acordo com seus objetivos. ao encarregado da guarnição. Possibilidade de chegada de viatura policial até as proximidades do local da pista simulando ocorrência policial. Para colocação dos alvos de maior importância. Mostra o local onde está montada a “ocorrência policial simulada” e vias de acesso. análise e ensinamentos da ocorrência)”. Uma vez montada.“---. devidamente caracterizados como seres humanos (“amigos”. montagem. para acionamento dos policiais que estão de serviço na rua.Ouvimos disparos naquele local (indica o local da ocorrência). A “ocorrência” será considerada encerrada quando os policiais. Professor (es) com prancheta nas mãos para anotação daquilo que julgar conveniente. estas. EXECUÇÃO Chegando ao local. para participar. anotará o erro para posterior comentários. A partir daí o problema é da guarnição. inclusive nota ou conceito referente à atuação individual de cada aluno e da guarnição (equipe) como um todo. O professor acompanhará toda a movimentação da guarnição na ocorrência e. Essas armações já existem. como se fosse um civil comum. Não auxiliará nem dará mais nenhuma informação à guarnição. Todo o esquema tem que ser elaborado com perfeito entrosamento entre a Unidade dos policiais executantes. entrega um protetor auricular e um protetor ocular para cada integrante da guarnição para ser usado durante o atendimento da “ocorrência policial simulada”. a “central” irradia a ordem:. Se houver “alvos atiráveis” estes deverão estar o mais próximo possível do barranco de contenção de projéteis. deslocarse para o estande de tiro da (declinar a Unidade) a fim de solucionar “ocorrência policial simulada” com possibilidades de disparos. trabalhando. Para isso. o encarregado da guarnição procura o professor. com “ocorrência policial simulada”. sustentadas por carretilhas apoiadas em fios de arame bem esticados. O professor anotará. pessoas suspeitas movimentando-se por lá. tudo o que for necessário. em súmula própria. A “ocorrência policial simulada” e idealizada poderá ir da mais simples a mais complexa. prontas. em condições de observar e acompanhar os policiais executantes. O professor dará informações rápidas. “neutros” e “agressores”). só observará.Guarnição da viatura tal. não interferirá. mesmo que seus integrantes errem. simulando uma “ocorrência policial” com necessidade ou não de disparos reais. Tudo pronto.

o professor reunirá os integrantes da guarnição. os integrantes da guarnição repetirão os procedimentos que erraram. Terminado o atendimento à ocorrência. “termo circunstanciado”. Ao final da solução da “ocorrência policial simulada” o professor deverá aplicar o que está previsto no item “20”. etc. serão liberados para retornar ao serviço. será convocada em seguida. isso deverá ser feito de forma simulada. O professor poderá efetuar alterações na pista (ocorrência policial simulada) entre um grupo executante e outro. os acertos. Uma nova guarnição de patrulheiros.. (GIRALDI) .64 Se houver necessidade de viatura de resgate para atender “feridos”. o que faltou fazer e o que melhorar para o futuro. E assim. ou grupo tático. Não havendo mais dúvidas. sucessivamente. comentará os erros. do “Capítulo 02”. Obedecerão os mesmos princípios. Após ensinamento do professor. elaboração de ocorrência. presença da “Polícia Científica”. deste manual. Posteriormente o professor elaborará “ocorrências policiais simuladas” com necessidade de viatura de apoio.

Atuação armada da polícia em defesa da Sociedade tendo. o disparo. proporcionalidade” e “qualidade”. “Limpeza e Manutenção de Primeiro Escalão” (arma. Durante a instrução. e não com a finalidade de matar o agressor mas de tentar paralisar sua ação de morte contra a vida de alguém. sótãos. escoltas. etc. “choque”. também simulações da realidade. incluindo elevadores. alunos que estão observando. desocupações. Obedece os mesmos princípios doutrinários do “método”:. possíveis assistentes. do “Capítulo 02”. etc. ela não será desenvolvida. morros. sem isso. operações especiais (“COE”. devidamente caracterizados como seres humanos (ver Anexo 14.). dentro da “legalidade”. “Investimento e Valorização do Policial”). munição. deste manual. “Pistas Policiais de Instrução”. guarda de presídio. Ao final da instrução do dia o professor deverá aplicar o que está previsto no item “20”. ações táticas especiais (GATE.Ações táticas. Serão elaboradas e treinadas pelos integrantes das Unidades que têm sob sua responsabilidade os serviços especiais retro mencionados. segurança de autoridade “VIP”. policiamento ambiental. equipamentos).. destinadas a preparar policiais para executar serviços policiais especiais ou em locais especiais. como última alternativa. atuação em estações (metrô. atuação em favelas. mas também professores e auxiliares. edifícios suspeitos e locais internos. calcado na “necessidade”. deste manual). e também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos (agressores) e. serviço reservado. “Pistas Policiais de Aplicação”. etc. protetor ocular e auricular. divertimentos públicos. a “preservação da vida”. “oportunidade”. escolas. forros. rodoviária). a começar pela do policial e das pessoas inocentes. policiamento rodoviário. As “Pistas Policiais Especiais” – “PPE”. serviço velado. etc. não só quem a está executando.). etc. palafitas. e. que são comuns a todos os policiais (“Curso Básico”. campos de futebol. ferroviária. com alvos “amigos”. “neutros” e “agressores”. como prioridade. (GIRALDI) .65 CAPÍTULO 16 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTAS POLICIAIS ESPECIAIS” – “PPE” ® “Pistas Policiais Especiais” – “PPE”. constam de publicação à parte. deverão estar com colete balístico. O policial somente será preparado nas “Pistas Policiais Especiais” após ter sido considerado “apto” em todas as etapas anteriores do “Método”. como:.. locais de grande aglomeração humana.

além da “Padrão”. não há outra forma”. não há outra forma”. será novamente ensinado. Será submetido. A forma de atuação do aluno na “PPA-Padrão” é idêntica à da “PPI-Padrão” e das outras pistas. pelo professor. até ficar em condições de usar. POR ALUNO (MÍNIMO) “Somente passando o policial por Pistas Policiais de Aplicação é que se saberá se ele tem condições de atuar armado em defesa da Sociedade. e. tiver dúvidas ou dificuldades. A estrutura física da “Pista Policial de Aplicação . protetor ocular e auricular. “Somente passando o policial por Pistas Policiais de Aplicação é que se saberá se ele tem condições de atuar armado em defesa da Sociedade. seu armamento. algumas características da “PPA-Padrão” que deverão ser fielmente obedecidas:- . com a finalidade de ser habilitado como usuário do revólver. Durante a instrução. com técnica. deverão estar com colete balístico. sem isso. com preenchimento da “Súmula para Habilitação de Usuários” (Capítulo 19. aqui tratada. 3. deste manual). deste manual).DESENVOLVIMENTO PREVISÃO:. insistir. “neutros” e “agressores”. Ver planta no Capítulo 10. “Método Giraldi”. com tática. sendo reprovado. a uma nova avaliação (após a passagem de todos os outros alunos pela “PPA-Padrão” e alterações nos alvos). A seguir. com perfeição. de “Pista Policial de Aplicação”. Também tem alvos “amigos”.Padrão” (“PPAPadrão”). Caso não apresente desempenho satisfatório nessa avaliação. em tudo aquilo que errou. (Giraldi) Na execução da “PPA-Padrão” (e de todas as outras) o aluno deverá cumprir todos os princípios estabelecidos pelo “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. O importante é o aluno aprender. possíveis assistentes. O professor não pode aceitar uma reprovação pura e simples do aluno. 2.Padrão” (“PPA-Padrão”) é idêntica à da “Pista Policial de Instrução – Padrão” (“PPI-Padrão”). para outras finalidades.66 CAPÍTULO 17 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTA POLICIAL DE APLICAÇÃO-PADRÃO” . em seguida. devidamente caracterizados como seres humanos a partir do alvo “PM-L-4” (ver Anexo 14. DESENVOLVIMENTO:1. o aprendizado e a aprovação do aluno serão suas grandes vitórias. alunos que estão observando. não só quem a está executando. retro. mas também professores e auxiliares. com psicologia e dentro dos limites das Leis. saber executar. poderão ser idealizadas pelos professores para outros tipos de estágios ou cursos.30 DISPAROS REAIS. Outros modelos. ela não será desenvolvida. em defesa da Sociedade. (Giraldi) ® O aluno será avaliado na “Pista Policial de Aplicação .

após alteração dos alvos.67 a. indefinidamente. sem ajuda. As próprias características da pista darão o ritmo da atuação do aluno (semelhante à uma ação verdadeira). ao aluno. k. Após ordem do professor alimentará e carregará o revólver com o carregador rápido que está nas mãos.Perigo!”. j.. antecipadamente. protetor ocular e auricular. como se fosse entrar em serviço. (Giraldi) o.“  Pode preparar o revólver para entrar de serviço. quais serão os alvos (ou “quadros”) sobre os quais irá atuar e onde estarão colocados (sempre surpresas). disparos semivisados ou intuitivos. f. ficando. entre os abrigos “B” e “C”. três carregadores rápidos. ou “--. progredindo e regredindo pelo centro. No abrigo “D” atue iniciando e terminando por onde julgar mais conveniente. Para ser submetido à “PPA-Padrão” o aluno apresentar-se-á com revólver descarregado no coldre. totalmente municiados. O aluno. significando que você foi surpreendido por um confronto armado. Alguma dúvida? Boa sorte! n. coldrea. a passagem pela “PPA-Padrão” será individual. é o aluno quem decide. Por convenção. a que for mais conveniente para você. Ao ouvir o sinal de partida o aluno saca o revólver. Partida-Execução:. uma explicação sucinta do que irá executar na pista. e. não só quem a está executando. Dependendo dos objetivos o professor poderá alterar essas quantidades. Coloque em prática tudo o que você aprendeu até agora. só após errá-lo. l. De volta ao abrigo “A”. e. inclusive a própria. posiciona-se e protege-se. mais ou menos nos seguintes termos:. O tipo de recarga (“tática” ou “emergencial”) fica a seu critério. Aguarde ordens. passando. Braços soltos ao longo do corpo. Antes de dar o sinal de partida o instrutor fará. de 2 em 2..Durante a instrução. os abrigos “B” e “C” prolongam-se para as laterais. Um mesmo alvo ou “quadro” não deve ocupar o mesmo lugar numa “PPI-Padrão” e depois numa “PPA-Padrão”. totalmente municiados (mesmo que sejam para sete cartuchos). ela não será desenvolvida. nos porta carregadores. novamente. Empunhadura dupla (sempre que possível).Aluno em pé. Não haverá tempo previamente estabelecido para o aluno executar a “PPA-Padrão”. c. assim. em proteção no abrigo “A”. Executará a pista com a mesma arma. no abrigo “A”. e determinará providências. Progrida até o abrigo “D”. Etc. com o revólver vazio no coldre. um tempo menor ou maior não dará mais ou menos pontos ao aluno. coldree o revólver sem mexer no tambor. já tendo preenchido o seu cabeçalho. quantos disparos irá efetuar (semelhante a uma ação real). . poderá transformá-lo num herói ou . h. individualmente. devendo estar com um nas mãos e dois nos porta carregadores rápidos. Na “PPA-Padrão”. e 1 (um) nas mãos. i. alunos que estão observando. Se ao executar a pista houver incidentes de tiro tente solucioná-los. o tempo será idêntico ao de uma ação real. protetor auricular e ocular. deverão estar com colete balístico. pelas laterais e em equipe. m. Não saberá. saque o revólver e posicione-se. pronto para executar a “PPA-Padrão”. será o primeiro a ser usado para alimentar e carregar o revólver. O aluno não saberá. para executar a “PPA”.“ Defenda!”. deverá apresentar-se com a súmula nas mãos (Capítulo 19. b. Em princípio. posteriormente. passando entre os abrigos “B” e “C” (use-os para se proteger). num defunto. Obrigatório o uso de colete balístico. possíveis assistentes. Não será auxiliado ou orientado pelo professor antes de executar o exercício a primeira vez. Ao sinal convencionado. é uma loteria. antecipadamente. Observação:. Terminada a atuação no abrigo “D” faça a regressão (retirada estratégica) até o abrigo “A”. tem que mudar de lugar. serão colocados 5 alvos atiráveis e. A recarga será “emergencial” ou “tática”. g. De iniciativa própria aplicará todos os conhecimentos anteriormente adquiridos. O professor dará a partida através de um disparo de festim ou real (ideais). ou alvos e “quadros” diferentes (no todo ou em parte). uniforme e equipamentos com os quais irá trabalhar. não há perigo vindo dessas direções. O aluno deverá evitar a “precipitação”. d. deste manual). no mínimo. 5 não atiráveis. com rapidez. próximo ao abrigo “A”. ela provoca mortes. Deverá evitar a “valentia perigosa”. rapidamente. munição. ou através da frase:. 2 (dois) carregadores rápidos. mas também professores e auxiliares. sem isso. Os alvos e “quadros” poderão ser iguais aos da “PPI-Padrão” (no todo ou em parte) mas colocados em lugares diferentes. rápidos. para avaliação do policial como usuário do revólver.

Passa entre eles e atua. até a próxima!” (GIRALDI) . Se estiverem previstos 25 procedimentos (letra “B” da súmula). no coldre. na maioria das vezes. O aluno acompanhará o levantamento dos impactos do seu alvo. O professor pedirá para o aluno entregar o revólver para ele (isso estará valendo pontos). serão mais 250 pontos. demonstrando educação. Quando o aluno executar procedimento de forma errada o professor o interromperá. Total 350 pontos (100 + 250). etc. imediatamente. deste manual):. por escrito (Capítulo 18 deste manual). 5. até regressar ao abrigo “A”. A nota ou conceito para aprovação do aluno deverá constar do “Currículo” ou determinação oficial. previamente estabelecido. Faz a regressão passando. O professor preencherá a “Súmula para Habilitação de Usuários”. acarretará sua eliminação e punição. os pontos que deixou de ganhar quando do primeiro erro que está assinalado na súmula. onde estará em segurança. em seguida. O professor preencherá uma nova súmula à qual será anexada à anterior. para o aluno. disciplina. for favorável a isso. mudará os alvos e “quadros” de lugar (ou colocará outros diferentes) e fará ele passar novamente pela “PPA-Padrão”. imediatamente. será anexada ao Registro Individual de Tiro (RIT) do aluno. Uma terceira avaliação somente será concedida ao aluno se a sua “Súmula de Análise Pessoal” (Capítulo 03. mas. junto com a “Súmula de Análise Pessoal” (Capítulo 03. A “Súmula para Habilitação de Usuários”. No mínimo. que. entre os abrigos “B” e “C”. significando que o aluno aprendeu e o executou corretamente. que serão obreados (se houver obréias) ou assinalados com uma caneta ou por outro meio. anotando o erro na súmula (o aluno deixará de ganhar os pontos desse procedimento) e. e a “Súmula para Habilitação de Usuários” (Capítulo 19) na qual será registrada toda a sua atuação. Em seguida. Repeti-lo-á quantas vezes forem necessárias até executá-lo corretamente e sem dificuldades. boa vontade e incentivando esse aluno. q. com cópias à EEF. elogiará a todos pela boa vontade. p. Dirá que o “erro é professor do acerto”. a respeito dela. Estimulará os alunos a fazerem perguntas. retro). Acertando-o prosseguirá na execução da “PPA-Padrão” e o professor anotará à frente do erro “OK”. permanecerão. retro). serão 100 pontos.Se estiverem previstos 10 disparos (letra “A” da súmula).Boa sorte a todos. Caso o aluno seja reprovado o professor. colaboração. e também do seu companheiro. no abrigo “D”. Feito isso. com o semblante alegre. Ao final da instrução do dia o professor.68 Faz a progressão usando os abrigos “B” e “C”. Qualquer observação será anotada no seu verso. capacidade para aprender. corretamente. 7. ato contínuo. Após executar a pista o aluno permanecerá no local (da pista) observando os próximos companheiros e auxiliando o professor. pelas suas anotações. 9. O aluno permanecerá com o revólver descarregado. desde que não cometa penalidade. conforme julgar mais conveniente. aprendemos mais quando erramos do que quando acertamos” (Giraldi). também a assinará. 30 (trinta) minutos antes de executar a “PPA-Padrão” o aluno receberá “orientações gerais”. o ensinará em tudo aquilo que tiver dúvidas. No abrigo “A” coldrea o revólver. após conferi-la. e desde que não contenha nenhum conceito “inferior” (ïnf”). esclarecerá pontos duvidosos e responderá essas perguntas. Aguarda ordens. assim também deverá ser na “PPA-Padrão”. 4. Caso isso ocorra. e ambas ao “RIT” do aluno. r. O aluno não passará para o procedimento seguinte sem ter executado. “---. o aluno repetirá. 6. cópia de ambas será encaminhada à Escola de Educação Física (EEF). Que alguns aprendem mais rápido que outros e que isso é normal em todos os setores da vida. reunirá os alunos. devolvendo-o. com os companheiros que ainda não a executaram. s. Num confronto armado real o policial nunca sabe o que irá encontrar pela frente. Estará proibido de comentar. o aluno. Fará comentários gerais sobre a mesma. o anterior. a fim de deixá-lo condicionado a essa circunstância. É prejudicial a ambos. e o aluno executar todos corretamente. Antes de liberálos solicitará uma salva de palmas para todos. Pontuação máxima possível prevista no cabeçalho da “Súmula para Habilitação de Usuários” (Capítulo 19. assinando-a. o procedimento que errou. sem mexer no tambor. após todos os outros alunos passarem pela “PPA_Padrão”. que o importante é insistir até aprender. Preencherá seu cabeçalho e a entregará ao professor no momento de sua participação. novamente. 8. ensiná-lo-á a fazê-lo corretamente. etc. t. e o aluno obtiver pontuação máxima em todos.

Utilize o revólver da forma a mais perfeita possível. Você receberá pontos positivos tanto pelos seus impactos nos alvos atiráveis como pelos seus procedimentos corretos (veja letras “A” e “B” da súmula que já está com você). tudo aquilo que você aprendeu relacionado à sua atuação armada em defesa da Sociedade.Ver letra “E” da súmula. 2. com seriedade. o anterior. Tome cuidado com as “penalidades fatais” previstas na letra “D” da súmula. Em seguida. Acertando-o prosseguirá na execução da “PPA-Padrão”. na “PPA-Padrão”. o erro será anotado na súmula.“ Aqui é a polícia!” Depois. imediatamente. Deixará de ganhar pontos se errar o procedimento. Se houver incidentes de tiro tente solucioná-los. A primeira frase da verbalização é:. as únicas diferenças serão os alvos e os “quadros” que poderão estar alterados ou mudados de lugar. e regredirá. novamente. com possibilidades de “mortes” de ambos os lados (sentido figurado). 10. até 30 minutos antes de ser submetido à “PPA-Padrão”) Prezado candidato ao uso do revólver 1. um menor ou maior tempo não lhe dará mais ou menos pontos. 3. “Método Giraldi”. nem sempre o é. corretamente. aplique. Evite a “precipitação”. 7. Fica seu critério a forma de recarga a ser utilizada (“emergencial” ou “tática”). Dentro de instantes você irá participar de um confronto armado com os “agressores da sociedade”. executará. Esteja atento a tudo. De acordo com o “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. Sairá do abrigo “A”. ao abrigo “A” novamente. 9. . 4. Atuará em toda a pista. progredirá pelo centro (entre os abrigos “B” e “C”) até o “D”. Verbalize quando for o caso. O tempo para executar a “PPA-Padrão” será idêntico ao de uma atuação verdadeira. Efetue 2 (dois) disparos rápidos contra eles. Pontuação final:. Você não poderá passar para o procedimento seguinte sem ter executado. 08. pelo centro. após ser corrigido. através do qual você foi instruído. a cada aluno. 5. Caso erre o procedimento será interrompido. Sua atuação e deslocamentos na “PPA-Padrão” serão idênticos aos que você aprendeu na “PPIPadrão”. todos os ensinamentos que lhe foram transmitidos. o procedimento que errou. com rapidez e sem ajuda. aplique. esclareça o que você deseja. se for o caso.69 CAPÍTULO 18 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “PISTA POLICIAL DE APLICAÇÃO – PADRÃO” ® ORIENTAÇÕES AO ALUNO ANTES DE SER SUBMETIDO À “PPA-PADRÃO” (Deverá ser distribuída uma cópia. Fica convencionado que os “agressores da sociedade” que estiverem apontando a arma para você é porque estão “atirando” contra você ou contra terceiros. 6. Desconfie de tudo.

cópia de ambas será enviada à Escola de Educação Física (EEF). Em seguida ele o devolverá para você. Após passar pela pista. equipado. no coldre. caso isso ocorra você e essa pessoa serão eliminados e punidos disciplinarmente (“cola”).70 11. não há outra forma”. faça-o de acordo com o que você aprendeu. Ao terminar a pista coloque o revólver no coldre sem mexer no tambor. Você não saberá. Apresente-se para executar a pista. do “Capítulo 02”. sempre surpresa (como na vida real). 12. inclusive a sua. Após passar pela pista não a comente com ninguém que ainda não a tenha executado. Lembre-se:. dois nos porta carregadores e um nas mãos (será o primeiro a ser utilizado). você deverá conferi-la e assiná-la. deste manual. Três carregadores rápidos municiados com carga máxima. poderão depender desse “teste”.trata-se de um “teste” de aptidão importantíssimo. Só saia do local com autorização do professor. quantos disparos irá efetuar (quando você entra num confronto armado verdadeiro também não sabe). Só alimente e carregue o revólver com ordem do professor. (Giraldi) Ao final da instrução do dia o professor deverá aplicar o que está previsto no item “20”. Mantenha-o vazio. Após o levantamento dos seus pontos nos alvos e o preenchimento total da sua “súmula”. Será anexada ao seu “RIT”. O professor irá pedir para você entregar o revólver para ele (isso valerá pontos). Também não saberá o que irá encontrar na pista. 14. com colete balístico. 15. assista pelo menos os três próximos companheiros fazê-lo. com a “súmula” nas mãos (cabeçalho preenchido). Aguarde ordens. “Somente passando o policial por “Pistas Policiais de Aplicação” é que se saberá se ele tem condições de atuar armado em defesa da Sociedade. 13. juntamente com a “Súmula de Análise Pessoal”. (GIRALDI) . vidas inocentes futuras. antecipadamente. Revólver descarregado no coldre. Você poderá acompanhar o levantamento dos seus pontos nos alvos. armado. sem tocar os alvos. protetor auricular e ocular. 16.

.............. Proteger-se e atuar corretamente no canto da esquerda.... UNIDADE ................. braço e mão que segura a arma.... “G”. 09.. O aluno não passará para o procedimento seguinte sem ter executado corretamente o anterior..... “H”: 05 (cinco) pontos “ B ” – PONTOS DOS PROCEDIMENTOS 10 (dez) pontos positivos para cada procedimento “certo”. RE ... com rapidez.............................. CONTINUA CERTO ERRADO ..... /..... “D”... PROCEDIMENTOS QUE SERÃO ANALISADOS 01.... PONTUAÇÃO MÁXIMA POSSÍVEL..... POST/GRAD .. com o cano e o olhar na direção do perigo..... 13. Conduzir o revólver corretamente....... com posição correta da arma... Deixar cair os cartuchos extraídos do tambor e o carregador rápido usado. “ A ” – PONTOS NOS ALVOS 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 TOTAL A VALORES DAS ZONAS DE PONTUAÇÃO: “A”... 02..... 08................ 10......................... semivisados ou intuitivos.. Recarregar o revólver corretamente.... 14............. com rapidez..............Deixa de ganhar esses 10 pontos.................... pronto para ser usado (carregado.................................... Sacar o revólver e colocar-se em proteção..... CONCEITO/NOTA ........ significando que o aluno aprendeu........ 17............... Procedimento “errado”:... e quando não for para atirar.………… NOME ................ 18............ com posição correta da arma.. imediatamente.... corrigindo-o e anotando o erro na súmula (o aluno deixará de ganhar os pontos desse procedimento).............. Quando o aluno executar procedimento de forma errada o professor o interromperá............ Proteger-se e atuar corretamente no abrigo da direita....71 CAPÍTULO 19 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI ® “REVÓLVER” – “PPA” “SÚMULA PARA HABILITAÇÃO DE USUÁRIOS” – “V E” DATA .. e sem perder o contato visual com a área de perigo.. “C”..... 15.. 16....... .... Terceira verbalização obrigatória...... com posição correta da arma............ / 2... Atuar como revólver sempre carregado. Efetuar os disparos com rapidez (dois de cada vez)............ Proteger-se e atuar corretamente no canto da direita............................. Segunda verbalização obrigatória............... Proteger-se e atuar corretamente na “janela baixa”.. “B”................................. Dedo fora do gatilho quando dos deslocamentos. 03.. imediatamente.......... Varredura e saída do primeiro abrigo.......... Primeira progressão. o procedimento que errou. 11... Proteger-se e atuar corretamente na “janela alta”.. 06.. preparar o revólver para entrar de serviço.. Acertando-o prosseguirá na execução da “PPA” (VE) e o professor anotará à frente do erro “OK”...................... REVÓLVER Nº . o aluno será corrigido e repetirá.... colocando-o no coldre.... acerto na arma do agressor: 10 (dez) pontos “E”... 05.............. Proteger-se e atuar corretamente no abrigo da esquerda....... Mediante ordem...... PONTUAÇÃO OBTIDA...00___ LOCAL . cão desarmado)............ Feito isso.. 04...... em condições de atuar e disparar. 07...... Primeira verbalização obrigatória... “F”..... 12...... ABAIXO...

com posição correta da arma. Apresentar descontrole emocional. Levar tombo (cair) sem manter o cano da arma para direção segura. Atentar contra as normas de segurança. 05. 02. entregando-o ao professor.ANOTAÇÕES NO VERSO _________________________________________ Nome completo e legível do instrutor/monitor.“Insuficiente” De 50% à 69% da pontuação máxima possível (de________ a________ pts:. Outras verbalizações. 24.“Regular” De 70% à 84% da pontuação máxima possível (de________ a________ pts:.72 CONTINUAÇÃO 19. 06.“Excepcional” E (PASSAR O CONCEITO OU A NOTA OBTIDA PELO ALUNO PARA O CABEÇALHO) Conceito ou nota mínima para aprovação. 23. Equipamentos mal ajustados ao corpo atrapalhando a execução dos exercícios. como se o estivesse entregando na reserva de armas. Demonstrar dificuldades no manejo do revólver. UMA CÓPIA PARA A “EEF” (GIR ALDI) . 07. Disparo em alvo não atirável. no mesmo alvo. Provocar acidente de tiro. 04. 04. Derrubar o revólver. 01. descarrega-lo com segurança. em segurança. ou a outro companheiro. Não completar a pista por falta de munição (para cada tiro que teria que efetuar. Derrubar o carregador rápido municiado. posto/grad. além do determinado (cada disparo uma penalidade).: . 10. 22. 08. assinatura ANEXAR ESTA SÚMULA AO “RIT”._______________ Caso seja reprovado o aluno repetirá a “PPA” CONCEITO OU NOTA FINAL F ___________________ Assinatura do Aluno OBS. “E” – PONTUAÇÃO FINAL – “A” mais “B” menos “C” “ F ” – CONCEITOS/NOTA De 00 % à 49 % da pontuação máxima possível (de ________ a ______ pts : . recolocar o revólver no coldre (sem descarregá-lo). 21. previamente estabelecida:. Equipamentos mal ajustados no corpo atrapalhando a execução dos exercícios. Mediante ordem. 06. 01.“Muito bom” De 96% à 100% da pontuação máxima possível (de________ a________ pts:. Disparos. cão desarmado. Manter constante contato visual com a área de perigo. 03. Caso ocorra uma ou mais dessas “penalidades fatais” o aluno repetirá toda a “PPA” (só a “PPA”) em outra oportunidade. Demonstrar dificuldades na atuação com o revólver. 07. Regressão. Terminada a regressão. 03. RE. retirar o revólver do coldre. Proteger-se corretamente nos demais procedimentos. CERTO ERRADO TOTAL DOS PONTOS POSITIVOS DOS PROCEDIMENTOS B “ C ” – PENALIDADES 10 (dez) pontos negativos para cada uma. Deixar de disparar contra alvo atirável (cada disparo uma penalidade). 20. 09. 25. 05. mesmo que não o acerte (cada disparo uma penalidade). 02. Provocar tiro acidental. uma penalidade) Precipitar-se TOTAL DOS PONTOS NEGATIVOS DAS PENALIDADES C “ D ” – REPROVAÇÃO Será reprovado o “aluno” que cometer qualquer uma das seguintes “penalidades fatais”. Acerto em alvo não atirável (cada acerto uma penalidade).“Bom” De 85% à 95% da pontuação máxima possível (de________ a________ pts:. Solução correta de incidentes de tiro.

Feito isso. Local:. Pontuação máxima possível:. O disparo que não atingir alvo atirável deverá ser assinalado com “zero”. b.Se a quantidade de disparos prevista for 10. 2. Procedimento “certo” será assinalado na coluna “CERTO” com um “x”. anotando o erro na súmula (na coluna “ERRADO”). CABEÇALHO:a. “D”. o aluno executará. Pontuação obtida:. c. e a “PPA-Padrão” é uma simulação deles). Ex. Procedimento “errado” será assinalado na coluna “ERRADO” com um “x”.Se for uma “PPA-Padrão” com 10 disparos obrigatórios e 25 procedimentos. (100 pts.Passar o resultado da letra “E”.73 CAPÍTULO 20 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” COMO PREENCHER A SÚMULA PARA HABILITAÇÃO DE USUÁRIOS ® 1. Procedimento “errado” deixa de ganhar esses 10 pts. “C”. 10 pts.Unidade onde se localiza o estande de tiro da “PPA-Padrão”. positivos.Para anotação do valor de cada impacto nos alvos atiráveis. negativos para cada uma . da súmula. mesmo assim. imediatamente. TOTAL DOS PONTOS POSITIVOS DOS PROCEDIMENTOS:. Em seguida o ensinará a executá-lo corretamente. já na primeira vez. o anterior. 1) Quando o aluno executar procedimento de forma errada o professor o interromperá. braço e mão que segura a arma. 4. c. para este campo. Quadrículas superiores:. é só somar. mais a dos procedimentos (“B”). o aluno deixará de ganhar os pontos desse procedimento. b. desprezando as demais. 2) Letras “E”. dos alvos mais 250 pts. “C” . O impacto que tangenciar zona superior de pontuação será nela considerado. 3. a pontuação máxima possível será de 350 pts.10 pts.É o resultado da soma da pontuação máxima possível dos alvos (“A”). O aluno não poderá passar para o procedimento seguinte sem ter executado.Para cada procedimento “certo”.:. vai só até a décima casa. corretamente.. “B” – PONTOS DOS PROCEDIMENTOS:a. “F”. O procedimento será considerado “certo” e terá 10 pts. b. “B”.Servem para “PPA-Padrão” com até 22 disparos. 10 pts. “A”.PONTOS NOS ALVOS:a.:. positivos quando o aluno o executar. Ex.05 pts. novamente e imediatamente. Quadrículas inferiores:. arma do agressor:. o procedimento que errou. Valores das zonas de pontuação:1) Letras “A”. “H”:. O policial não deverá saber quantos disparos efetuará na “PPA-Padrão” (em confrontos reais também não sabe. dos procedimentos). corretamente.PENALIDADES:a. c. Acertando-o prosseguirá na execução da “PPA-Padrão” e o professor anotará à frente do erro a expressão “OK” significando que o aluno aprendeu e o executou corretamente. “G”.

5. Caso a pontuação final do aluno (letra “E” da súmula) tenha que ser transformada em nota (de zero a dez.”. Para o aluno ser aprovado terá que obter a pontuação ou o conceito previamente estabelecido em “currículo” ou em outro documento oficial. mais os pontos dos procedimentos (“B”). b. São “penalidades fatais”. pelas suas anotações. 7. nome e assinatura do professor. 8. basta fazer a multiplicação simples e direta em relação ao total de pontos obtidos (letra “E”. para isso o professor fará alterações nos alvos e nos “quadros”. caso não o consiga repetirá toda a “PPAPadrão” (só a “PPA-Padrão”) em outra oportunidade (podendo ser no mesmo dia). b. “F” – CONCEITOS:a. retro) corresponderia à nota dez (se for de zero a dez) ou à nota cem (se for de zero a cem). A pontuação máxima possível (letra “b” do item “1. SÚMULA:a. Poderá haver mais de uma penalidade em um mesmo item (10 pts. retro). basta fazer uma regra de três simples e direta. c.74 b. “E” – PONTUAÇÃO FINAL:a. retro). negativos para cada uma). menos os pontos das penalidades (“C”). (GIRALDI) . para isso o professor fará alterações nos alvos e nos “quadros” 6. É o resultado da soma dos pontos obtidos nos alvos atiráveis (“A”). Deverá ser conferida e assinada pelo aluno. Deverá ter o posto/graduação. for favorável a isso e sem nenhum conceito “inferior” (ïnf”). “D” – REPROVAÇÃO :a. ou de zero a cem).De acordo com o que está previsto na súmula. Anotações serão feitas no verso. c. qualquer uma delas reprovará o aluno. O aluno enquadrado nesta reprovação executará novamente a “PPA-Padrão” (só a “PPAPadrão”) em outra oportunidade (podendo ser no mesmo dia). Transformação da pontuação final em conceitos:. Uma terceira avaliação somente lhe será concedida se a sua “’Súmula de Análise Pessoal” (Capítulo 03. Quaisquer que sejam os resultados do aluno suas súmulas deverão ser anexadas ao seu “RIT” e uma cópia delas encaminhada à EEF. b.

: . 2.75 CAPÍTULO 21 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” LIMPEZA E MANUTENÇÃO DE PRIMEIRO ESCALÃO (REVÓLVER. armeiro da Unidade ou. pelo próprio professor. MUNIÇÃO) 1. 4. OBS. Limpeza e manutenção de primeiro escalão. 3. Limpeza rápida durante o uso. Conservação. Armazenamento. Cuidados especiais. 5. na falta deles. (GIRALDI) .Aula a ser ministrada por técnicos do CSM/AM. EQUIPAMENTOS.

A autoconfiança e a auto-estima. Como preparar um filho para ter dignidade. quando realizá-los. principalmente da própria família. com a imprensa. adquiridos em treinamentos imitativos da realidade. “Método Giraldi” e seu respeito aos Direitos Humanos. como imaginá-los. principalmente após extenuantes trabalhos. Ideais. Como relaxar e se reequilibrar. suas conseqüências. Soluções. como “dominá-lo”. Etc. A dignidade do policial não tem preço. sua instrução de tiro e sua atuação armada em defesa da Sociedade. Como respirar corretamente. Como ficar condicionado para executar ações simples e complexas de forma correta. Estímulos. A influência dos reflexos condicionados positivos. Medidas Preventivas. Como esclarecer o público interno e externo sobre assuntos relacionados às armas de fogo e munições da Corporação. A importância de estar de bem e ter amor pela vida. A importância de amar e ser amado. que fazer para consegui-lo. A “Sexta Etapa” do “Método Giraldi”. como se relacionar com dependentes químicos. durante um confronto armado ou em situações difíceis. A esposa como fator preponderante na vida de um homem. selecioná-los. “policiá-lo” e direcioná-lo para o “bem”. imprescindíveis na vida de uma pessoa. relativa ao “Investimento e Valorização do Policial”. pais. o respeito e a colaboração da sociedade. possa se relacionar ou influir na sua atuação armada em defesa da Sociedade. programá-los e conquistá-los. Reflexos condicionados adquiridos e herdados. O “Treinamento Autógeno”. não ser violento nem cair nas garras da dependência química. tendo em vista a abrangência dos assuntos e a necessidade de especialização e padronização para isso. políticos e demais segmentos da Sociedade. Alimentação. que fazer e como colaborar para obtê-las. Os cuidados com a arma de fogo no lar. O inconsciente e sua influência positiva ou negativa quando da atuação armada do policial em defesa da Sociedade. rapidamente. Drogas. Os Direitos Humanos. como mantê-la. Como manter o peso dentro dos padrões normais. que fazer para consegui-lo. A importância de sentir-se útil. Como não entrar em depressão. preferencialmente ao seu final. como obtê-las. A educação. como consegui-lo. referente ao tiro. Como se ama. como obtê-las e praticá-las. como eliminar os negativos. O “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. Poderá ser ministrada em qualquer momento do curso. Os Direitos Humanos do Policial. autoridades. como exercitá-lo. o sorriso e a humildade como armas infalíveis para o policial conquistar.76 CAPÍTULO 22 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “INVESTIMENTO E VALORIZAÇÃO DO POLICIAL” (“SEXTA ETAPA” DO “MÉTODO GIRALDI”) ® Investimento e valorização do policial em tudo aquilo que. (GIRALDI) . O pensamento como fonte e início de todos os bens e de todos os males. A importância transcendental de possuir uma família bem constituída. com eliminação dos negativos. exercícios físicos e de relaxamento direcionados ao policial. como evitar as drogas ou deixar de usá-las. será ministrada sob forma de palestra ou curso pelo próprio autor do “Método” ou por professores por ele indicados. Exames médicos preventivos. Violência:. diferenças. como consegui-los e mantê-los. a simpatia. Poderá também ser ministrada fora do curso. Como dominar o estresse. para uma perfeita atuação armada do policial em defesa da Sociedade. Como deve ser o ambiente para um repouso reparador. fora da instrução prática de tiro. Os bens essenciais da vida. Como depor em Juízo por fatos oriundos da utilização da arma de fogo em defesa da Sociedade. Como dar entrevistas à imprensa em assuntos relacionados às ocorrências com uso de armas de fogo. A saúde física e mental. Como conseguir e manter um bom relacionamento com amigos.Causas. isoladamente. Relacionamento e esclarecimento. unida e bem administrada. como praticá-los. filhos e esposa. Instinto e intuição.

77

ANEXO 01 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”
“MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte

SINAIS POLICIAIS

(GIRALDI)

78

ANEXO 02 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”
“MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “VISADA – FOCALIZAÇÃO”

VISADA

MASSA

ALÇA

MASSA X ALÇA

MASSA X ALÇA X ALVO CORRETO

TIRO ALTO ERRADO

TIRO BAIXO ERRADO

TIRO Á ESQUERDA ERRADO

TIRO Á DIREITA ERRADO

FOCALIZAÇÃO

MASSA X ALÇA X ALVO, NÍTIDOS SITUAÇÃO IMPOSSÍVEL PARA OS OLHOS HUMANOS

ALVO NÍTIDO MASSA E ALÇA BORRADAS ERRADO

MASSA X ALÇA NÍTIDOS DIFÍCIL DE CONSEGUIR ALVO BORRADO CORRETO

MASSA NÍTIDA ALÇA QUASE NÍTIDA ALVO BORRADO “PERFEITO”

GIRALDI

79

ANEXO 03 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”
“MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte

“REVÓLVER”
PRINCIPAIS PERIGOS – CUIDADOS ESPECIAIS
1. Em princípio, qualquer arma de fogo é extremamente perigosa e esse perigo aumenta mais ainda quando quem a empunha diz:- “---- Não se preocupe, não há perigo!” Tudo pode acontecer com uma arma de fogo, inclusive com o revólver. 2. Permanência de cartucho na câmara do tambor, em condições de ser deflagrado, após o acionamento da vareta do extrator. 3. Dedo no gatilho quando não for para atirar. O dedo só vai para o gatilho no momento do disparo. “Da mesma forma que carro não guia mas é guiado arma não dispara mas é disparada, e para ser disparada o dedo tem que estar no gatilho. Evite tragédias mantendo o dedo em sua posição normal, que é fora do gatilho, estendido junto à armação da arma.” (Giraldi) 4. Ser apontado para “amigos ou “neutros, mesmo estando descarregado. 5. Ser entregue a alguém, ou recebido, sem observação das regras de segurança. Essas regras, para quem irá entregá-lo, incluem:a. Cano do revólver voltado para direção segura; dedo fora do gatilho; b. Abertura do tambor; acionamento da vareta do extrator para retirada dos cartuchos que estão nas câmaras do tambor; c. Inspeção física e visual rigorosa das câmaras do tambor com a finalidade de verificar se realmente estão vazias; d. Mantendo o tambor aberto e vazio, pegar o revólver pelo cano, com a “mão fraca”, cabo na direção de quem irá recebê-lo; entregá-lo. 6. Por parte de quem irá recebê-lo:a. Mesmo tendo visto o companheiro efetuar todos os procedimentos acima descritos, quem receber o revólver (que já estará com o tambor aberto) fará, novamente, vistoria física e visual das câmaras do tambor do mesmo, antes de lhe dar destino. 7. Falta de cuidado e inobservância dos princípios de segurança, quando das soluções dos incidentes de tiro. 8. Não observância dos outros princípios de segurança. 9. Exigência de constantes e intensivos treinamentos. 10. Em hipótese alguma deverá ser ministrada instrução, com o revólver, em salas de aula; apenas nos estandes de tiro. 11. Não sofrer manutenção de primeiro e segundo escalão de acordo com o estabelecido pela fábrica. 12. Saber atirar com o revólver não significa saber usá-lo: - “Não basta saber atirar; é preciso saber quando atirar, e saber executar procedimentos”; “Não basta saber o que tem que fazer, tem que estar condicionado a fazer.” (Giraldi) 13. “A única maneira de sabermos se o policial está em condições de usar seu revólver, em defesa da Sociedade, é avaliando sua atuação em “Pistas Policiais de Aplicação” (que é uma imitação da realidade); não há outra forma”. (Giraldi)

GIRALDI

357 milésimos de polegada. sem ter essa culpa. ou abrigar-se. Normalmente. ainda poderá ser morto por ele antes que o mesmo cesse sua ação de morte contra a vida de alguém. de imediato. Tem que saber que. O que interessa não é matar o “agressor da sociedade” mas paralisar. inclusive do policial. isto é. Mesmo dentro de suas deficiências. o desrespeito dos agressores para com os policiais que os porta. muitos policiais também não sabem. A munição do revólver calibre “.4 mm.38” não tem “poder de parada”. em virtude da extraordinária violência existente no meio da Sociedade. tem que paralisá-lo. poderá ser acusado de “excesso culposo” (disparos além do necessário). antes de cair. O projétil calibre “. várias vezes. sete e até mais câmaras. mesmo atingindo o agressor com vários disparos. . o revólver “.80 ANEXO 04 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” “ESCLARECIMENTOS AO PÚBLICO INTERNO E EXTERNO” ® O revólver é uma arma de porte.38” a estar muito atento se tiver que usá-lo em confrontos armados. Normalmente. não existe calibre “. O revólver calibre “. o melhor cartucho para o revólver “. a Corporação está adotando a “pistola semi-automática . Normalmente. o agressor poderá ser atingido. o correto é calibre “357”. Já cumpriu sua missão. o agressor nem sente os impactos do projétil “. nessas ocasiões.38” no seu corpo e continua sua ação de morte contra a sua vítima. 38 centésimos de polegada (divide-se o valor da polegada. isto é. Deverá estar sempre abrigado. tem que proteger a vida da vítima dele.38” não a possui.38”. os das polícias. sua agressão mortífera contra a vida de alguém. que corresponde a 25. Ao final. Essa paralisação imediata é o que se chama de “poder de parada”. mas existem tambores com cinco. o tambor do revólver tem seis câmaras. e sua falta de “poder de parada”.40 S&W”. mas.40 S&W”. Raras são as autoridades judiciais que conhecem esses fatos.38”. inclusive em parte vitais. na realidade. mais “p”. Face essas circunstâncias.38”. paralisa a ação do agressor quase que imediatamente e não necessariamente o mata. inclusive no coração. Isso obriga o policial que ainda porta o revólver “. são de calibre “. Conforme foi dito. O porte da “pistola semi-automática . o policial também não sabe que o atingiu e continua disparando contra ele.38” é com projétil de 125 “grains”. e ainda continuar sua ação criminosa contra a vida de alguém. por 100 e multiplicase o resultado por 38). não tem esta finalidade. principalmente o “EXPO” (expansivo ponta oca). poderá matar. está superado para a polícia. com um projétil “.38”.40 S&W” dá auto-estima ao policial e impõe mais respeito dos agressores para com ele. É interessante esclarecer que.

de manejo extraordinariamente simples. Raramente cartuchos e projéteis iguais. em pés. para o serviço policial. toda a sua energia é transferida para o corpo da pessoa. do mesmo calibre. Do “. (GIRALDI) . Do “9 mm” em torno de 130. o projétil “expansivo ponta oca” (EXPO) “. embora possa matá-la. por exemplo.. não há outra forma”. e. Quando dizemos que um cartucho é “. maior será o “choque”. É bom lembrar que o policial não treina para matar. Calcula-se o “fator” (a energia) de um projétil multiplicando a sua velocidade. ao ser transferida desse projétil para o corpo humano (no momento do impacto) provocar um “choque” suficiente para paralisar ou neutralizar a ação da pessoa atingida. etc.81 A melhor arma de porte individual. quando o impacto do projétil se dá na “zona do garrafão” dessa pessoa e não há transfixação do projétil (não atravessa o corpo. aumentando também a sua energia. etc. pelo seu formato e características. “380 mais p”. o aumento da energia será muito pouco.38” não serve. maior será sua energia e. isso ainda não é possível. mas para fazer cessar uma ação violenta contra a vida de alguém..000. para o corpo humano. em virtude do atrito com a atmosfera e a força da gravidade.40 S&W” tem essa vantagem. portanto. Após sua saída do cano. O calibre “. para as policiais. “Poder de parada”:.40 S&W” gira em torno de 180. seu ”poder de parada”. motivo pelo qual. é a “Pistola Glock. Seu preço. A transferência da energia do projétil para o corpo de uma pessoa dá-se. mesmo que ligeiramente. têm velocidades iguais logo após sua saída do cano. com 15 cartuchos no carregador. O bom seria a polícia não precisar usar armas. Do projétil “. e que usa menos munição para preparar e manter seu usuário em condições de usá-la. Foi desenvolvido especialmente para polícia. Moderna. com rapidez. o calibre “. por exemplo. através de um aparelho eletrônico chamado “cronógrafo”. isso faz com que a velocidade do projétil aumente. no entanto. ainda levará energia consigo e a energia transferida para o corpo não será suficiente para provocar um “choque” que paralise a pessoa de imediato. fica dentro dele). sim. modelo 22” (austríaca).40 S&W”. assim. é mais eficiente pois transfere a energia para o corpo humano mais rapidamente. O “fator” de energia de um projétil “. para isso. o calibre “. Etc. É de calibre “. eficiente. se transfixar o corpo. é idêntico e até menor que os da outras pistolas existentes no mercado. Foi desenvolvida especialmente para as polícias. por segundo (logo após sua saída do cano). assim.. mesmo assim. não passarão a ter “poder de parada”.40 S&W”.38 mais p”. A energia de um projétil pode ser medida em “fator” (existem outras medidas).38 SPL” em torno de 120. “Somente avaliando a atuação do policial em “Pistas Policiais de Aplicação” (que imitam a realidade) é que se saberá se ele tem condições de usar sua arma de fogo defesa da Sociedade.380” em torno de 90. insuficiente para isso. o projétil vai perdendo velocidade. Quanto mais rápida for a transferência dessa energia. de transferir essa energia. com cargas de pólvora iguais. para o corpo humano. Infelizmente. variando. (Giraldi). a energia existente em cada um deles. dividindo-se o resultado por 1. sem peças externas para acionamento anterior e posterior ao seu uso. sempre varia. no caso dos calibres retro citados. donde se conclui que quanto mais pesado e mais velocidade tiver um projétil.40S&W” embora contenha a mesma energia do projétil “ponta plana” (PP).43 “grains”). significa que tem mais pólvora (“p” de pólvora”). com perfeição.É a capacidade que a energia existente em um projétil tem de. pelo seu peso em “grains” (1 grama tem 15. terá que possuir capacidade. não basta um projétil possuir muita energia.

vale a pena investir nela”. sem essa experiência anterior. Método Giraldi.. evite tragédias mantendo o dedo fora do gatilho. procedimentos. “PPE” e “PPA”). e solucionam problemas”. etc. e para ser disparada o dedo tem que estar no gatilho. “Não basta saber atirar. nada é mais importante que a própria vida. a começar pela do policial. “Tiro Defensivo na Preservação da Vida. é que preservam vidas e solucionam problemas”. “O Método Giraldi tem como prioridade a preservação da vida e da integridade física. junto à armação da arma”. com eliminação dos negativos. são os reflexos condicionados positivos. só se aprende praticando”.o policial poderá provocar tragédias profundas e irreparáveis”. investir nele é investir na sociedade e no próprio Estado”. dentro da legalidade. “Na quase totalidade das vezes procedimentos. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. arma não dispara mas é disparada. isto porque. “Num confronto armado não basta o policial saber o que tem que fazer. tem que estar condicionado a fazer e esse condicionamento só é obtido através de intensivos treinamentos em pistas que simulem a realidade (“PPI”.) “Tudo aquilo que for possível solucionar sem disparos. “Na vida. calcado na . Método Giraldi. estendido. se a instrução de tiro lida com a vida e com a morte ela acaba sendo a mais importante. é como futebol. é preciso saber quando atirar e saber executar procedimentos. como última alternativa o disparo. a ser obtido pelo policial em treinamentos imitativos da realidade. EMITIDOS PELO AUTOR (Permitido usar citando o autor) ® “Os principais fundamentos do Tiro Defensivo na Preservação da Vida. assim o será”. “Da mesma forma que carro não guia mas é guiado.) “O Método Giraldi tem como principal fundamento o condicionamento anterior. “MÉTODO GIRALDI”.82 ANEXO 05 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte ALGUNS CONCEITOS DO “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”. a começar pela do policial e das pessoas inocentes. também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos e. “O policial fardado é o Estado materializado prestando serviço junto à sociedade. “As maiores crises de uma polícia ocorrem quando as suas armas destinadas a defender a sociedade se voltam contra a própria sociedade”. e. na quase totalidade das vezes. é que preservam vidas. e não tiros. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro”. e não tiros. e. adquiridos pelo policial em treinamentos imitativos da realidade. ciclismo. natação. de maior responsabilidade e conseqüências entre todas as instruções. diante da morte.

nada justifica a sua morte”. “O Método Giraldi baseia-se no princípio de que:. mal preparado verá nela a solução para todos os problemas”.. por isso. “Uma instituição policial fardada é julgada pelo que faz na ponta da linha e não pelo que tem ou executa na retaguarda”.. o relacionamento humano entre o professor e seus alunos terá prioridade”. Pistas Policiais Especiais e Pistas Policiais de Aplicação) a fim de obter a experiência necessária para um possível confronto armado verdadeiro. por parte do agressor. Sem essa experiência anterior. uma possível perda de vida é uma fatalidade não desejável”. “O homem é conseqüência de suas experiências. “Por mais grandiosa que seja uma instituição policial. num defunto. guias e sarjetas. Método Giraldi.) “Somente avaliando o policial em Pistas Policiais de Aplicação é que se saberá se ele tem condições de atuar armado em defesa da sociedade.postes. eu aprendo”. e outros abrigos naturais ou artificiais que possam proteger sua integridade física e facilitar sua atuação em defesa da sociedade”. contra a vida de alguém. . “A valentia perigosa é uma loteria. fora de oportunidade. “Durante um confronto armado os maiores amigos do policial são:. “Quase tudo dá para ser corrigido mas um projétil.“o que eu ouço. por parte de um de seus integrantes. Somente as Pistas Policiais de Instrução.. vidas futuras serão sacrificadas”. o que eu faço. “O policial nunca atira para matar mas para tentar paralisar uma ação violenta e covarde. cantos de paredes e de muros. “Professor de Tiro Defensivo na Preservação da Vida. é aquele que sabe ensinar a matéria. certamente. “De uma instrução de tiro bem ministrada. rodas e motores de carros. “Quanto mais bem preparado o policial estiver para usar sua arma menos necessidade sentirá em fazê-lo. ótimo é aquele que. “A arma está para o policial como o bisturi está para o cirurgião. “Não é a quantidade de tiros que prepara o policial mas. por parte do agressor. faz o aluno gostar dela”. é fatal para o policial. vidas futuras serão preservadas.83 necessidade. bom. nada justifica o seu uso incorreto”. com o propósito de tentar paralisar uma ação violenta e covarde. eu lembro. mal ministrada.”. a qualidade e as condições com que são efetuados”. o que eu vejo. além disso. caso seja por ele envolvido”. e diante da morte. depois que sai do cano. (Giraldi) “A simplicidade é a rainha da perfeição”.. os procedimentos. oportunidade. para evitar mal maior. inclusive a própria. poderá transformar o policial num herói ou. bastará um simples disparo. para colocar por terra o eficiente trabalho dos seus outros milhares de integrantes”. o policial tem que treinar dentro de situações imitativas da realidade (Pistas Policiais de Instrução. “Por mais técnica e difícil que possa ser uma instrução de tiro. motivos pelos quais a instrução é toda prática”. contra a vida de alguém. ambas são ferramentas de trabalho a serem utilizadas em casos extremos. troncos de árvores. saliências do terreno. fora de oportunidade. não há outra forma”. proporcionalidade e qualidade. inclusive a do policial”. eu esqueço. na quase totalidade das vezes. Pistas Policiais Especiais e Pistas Policiais de Aplicação o deixará condicionado a evitá-la”. entrará em pânico. “Num confronto armado a precipitação.

e. o Tiro Defensivo na Preservação da Vida. é o agressor que. vidas futuras serão sacrificadas”. “Professor de Tiro Defensivo na Preservação da Vida”:. “O policial que não sabe usar sua arma em defesa da Sociedade não tem condições de trabalhar na rua. de maior responsabilidade e conseqüências dentro do ensino de uma instituição policial. não há outra forma”. obriga o policial a disparar contra ele. ou na iminência de um confronto armado. e. “O maior desrespeito que se comete contra os “Direitos Humanos” ocorre quando as armas do policial destinadas a defender a Sociedade se voltam contra ela. o policial que não tem condições de trabalhar na rua porque não sabe usar sua arma em defesa da Sociedade não pode ser policial. e. uma possível morte é uma conseqüência não desejável”. O policial cumpre a “ordem”.“----. “A arma de fogo do policial deve ser vista como sinônimo de vida e não de morte”. esse disparo não tem como finalidade matá-lo mas paralisá-lo.Dispare contra mim”. dos seus ensinamentos incorretos. com sua atitude covarde contra a vida de alguém. é que se saberá se ele tem condições de usar seu armamento em defesa da Sociedade. “O policial não dispara contra o agressor porque quer mas porque é obrigado. O policial “cumpre” a ordem”. “Durante. dos seus ensinamentos corretos. evita que isso ocorra”.Não dispare contra mim”. somente avaliando o policial em “Pistas Policiais de Aplicação” (“PPA”). Quando o agressor está atentando contra a vida de alguém está também dando uma “ordem” ao policial:.função mais importante.84 “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”. “Durante um confronto armado não há tempo nem condições do policial escolher pontos de acerto no agressor”. vidas futuras serão preservadas. Método Giraldi. quando o agressor levanta os braços ou se entrega.“---. CEL PMESP GIRALDI . está dando uma “ordem” ao policial:. que são imitações da realidade. matando ou ferindo pessoas inocentes ou pessoas contra as quais não há necessidade de disparos.

o tempo que você irá levar para consegui-la poderá custar a sua vida ou a vida de terceiros que você tem que defender. é a última alternativa”. Num possível confronto armado.85 ANEXO 06 RESERVADO “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte MENSAGEM DO IDEALIZADOR DO “MÉTODO” A TODOS OS POLICIAIS ® Prezado (a) Companheiro (a) Policial ® 1. Caso não o tenha aprendido corretamente. só irá para o gatilho se você tiver certeza da necessidade do disparo.“A arma não é solução para todos os problemas. Empunhadura dupla. atue sempre protegido.“Na vida nada é mais importante que a própria vida. Cuidado. ela poderá transformá-lo num herói ou . A posse de uma arma costuma deixar as pessoas muito “valentes”. tente contê-la e isolála. nas horas de folga. 8. junto à armação da arma. estendido. Use colete balístico 4. Não dispare contra agressor se na mesma direção houver pessoas inocentes. . oficializado para a Corporação através do “M-19-PM”. num defunto. Não interrompa o agressor enquanto ele estiver falando. procure aprendêlo. calcado na “necessidade”.“Na quase totalidade das vezes procedimentos. Mantenha sua arma em “posição sul”. sempre. mas é disparada e. Lembrese:. use o dedo indicador estendido como se arma fosse. Se não quiser usar a arma vazia para isso. Procure manter as partes calmas. para ser disparada. efetue 2 disparos rápidos de cada vez. “oportunidade”. Não dispare. mesmo que o agressor. 5. “Da mesma forma que carro não guia. “proporcionalidade” e “qualidade”. Sua vida e a vida de pessoas que você tem que preservar depende desse aprendizado. arma não dispara. inclusive. Nessa hora o agressor se torna um verdadeiro ator. coloque em prática tudo aquilo que você aprendeu na instrução de “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. audível. seja um bom ouvinte. A posição normal do dedo é fora do gatilho. e não tiros. peça apoio. Não pratique a valentia perigosa. faz todo tipo de ameaças. Tente convencer o agressor. que o pior pode acontecer. nesses casos. não dispare contra agressor que estiver no meio do povo. disparos semivisados ou intuitivos. a começar pela sua”. Se houver possibilidades de “verbalização”. faça-a com tom de voz moderado. 10. Se houver necessidade e oportunidade. “Método Giraldi”. Evite tragédias mantendo o dedo fora do gatilho” (Giraldi) 7. Num confronto armado não se precipite. 11. 6. mas é guiado. ”O disparo será justo quando estiver dentro da “legalidade”. a “moça” ou quem estiver servindo de escudo (não use o termo refém). coloque-se em proteção. “Nada justifica a sua morte”. para vencer a resistência do agressor. Peça apoio imediatamente. 3. continue protegido. cuidado! 9. com a emoção sobrepujando a razão. a liberar o “moço”. Acredite. para o próprio bem dele. Não tente disparar com “visada. em ambos os casos. Atue protegido. não faça ameaças. mantendo a vítima como escudo. . é que preservam vidas (a começar pela sua) e solucionam problemas” (Giraldi). Esse tipo de ocorrência não tem hora para terminar. Lembre-se:. 2. garanta-lhe a . Lembre-se:. Não se exponha. dispare contra você. claro. o dedo tem que estar no gatilho. Deparando com ocorrência de “refém tomado” ou “refém seqüestrado”. A paciência e a sabedoria serão duas das suas grandes virtudes. Treine procedimentos em qualquer lugar.

12. luminosidade interna e externa. É bom lembrar que em lares onde existe arma de fogo aumenta em 300% a possibilidade de um homicídio em família e em 500% a de um suicídio. pronta para ser usada mas em absoluta segurança e. funciona como um “terceiro olho”. use munição “Gold”. Como base. saliências do terreno. nem sempre isso é possível. “Alerta” e de “Tiro”. e ainda atingi-lo. Dependendo do local onde você se encontra. Não confie nesses calibres (o “. assim como. estará sozinho. Não fique constrangido se.“Seqüestro com Refém – Atirador de Elite: . Para maiores informações leia o artigo:. em virtude da inferioridade de sua arma. 13. talvez uma só não seja suficiente. e os agressores em quadrilhas e já com a iniciativa. etc. para o “. isso porque. etc).:. porte-se com inteligência:. de repente. O correto é usar munição com “poder de parada” (exemplo:. O agressor poderá receber vários impactos dessas munições. 21. para permanecer ou passar por elas. e como deverá ser sua reação e procedimentos. planta da casa ou apartamento. Cel Res PM. se é casa ou apartamento. Nas horas de folga. faça-o no “coldre de canela” (lado interno da canela fraca. apesar dos seus esforços. disposição dos móveis. somente a use para isso em último caso. publicado na revista “A FORÇA POLICIAL”. cantos de muros e paredes. encontrando alguma ocorrência policial grave. e outros obstáculos naturais ou artificiais que lhe possam servir de abrigo. parentes existentes. use projétil de 125 “grains”. faça-o da mesma forma. 22. 20.86 vida. o cano da arma. “Alerta”. Dependerá de muitas circunstâncias. maleta. para isso. em condições de ser sacada. Use sempre “posição sul” para verbalizar com pessoas inocentes. ou até. não se arrisque mais do que o necessário. inclusive em pontos vitais. As três posições da arma após o saque são:. o agressor que recebe impactos desses calibres nem sente que foi atingido. sistema de segurança. está com outros agressores. é como se ele fosse seu filho ou um ente querido.“. Não sendo possível. Nesses casos é conveniente não reagir. estando em trajes civis. Não tenha como “ponto de honra” a sua prisão a qualquer custo. troncos de árvores. A vida e a integridade física do refém precede tudo. Negociações mais profundas serão feitas pela equipe de gerenciamento de crises. Num confronto armado nunca perca o contato visual com a área de perigo.“Sul”. Cano da arma e olhar sempre nessa direção.Postes. vias de acesso e de fuga. Normalmente. EXPO+P e. se houver companheiros à sua frente. pg. estando em trajes civis. antes de ficar fora da ação. 47 a 69. não a porte. Nas horas de folga. porte sua “identidade funcional” em local onde não possa ser encontrada por um possível agressor. funcionários domésticos. principalmente roubo. Solicite apoio sempre que necessário. pode-se dizer que a arma deverá estar sempre ao alcance das mãos. 16. se tiver que portar sua arma particular. observe a evolução da ocorrência e forneça detalhes a ela quando chegar. você. entre elas. Dedo fora do gatilho.40 S&W-EXPO”). Se tiver que usá-la em serviço.Para o “.380” é pior). se há perigo mas não iminente. o “agressor da sociedade” escapar de sua ação. melhore-a da seguinte forma:. Sem dúvida. 19. “De “tiro” se o perigo é iminente. 14. Não há padronização de como manter arma de fogo no lar para uso imediato. n° 29. 15. se está ou não em condomínio fechado. e vice-versa. O uso de viatura como abrigo não é recomendável. não faça nada que possa aumentar o perigo ao qual ele já está sendo submetido. Cuidado em suas horas de folga e em trajes civis:. reação somente se for extremamente favorável.380”. 23. já apontando a arma para a sua vítima e com o dedo no gatilho. Sempre com o dedo fora do gatilho. para onde vai o olhar vai o cano. com rapidez. nessas ocasiões. . ele será pego. Nas horas de folga. como arma reserva. em caso de necessidade. num primeiro momento. EXPO+P. 17. posteriormente.Mesmo assim. imagine sempre que.Chame a polícia.38”. principalmente se estiver entrando ou para entrar num confronto armado. guias de sarjeta. Obs. ano 2001. mortalmente.O Mito e a Realidade” – Nilson Giraldi. possa ali ser surpreendido por um confronto armado. idade e tipo dos filhos. não se precipite ou pratique a valentia perigosa. bolsa. Num confronto armado seus “maiores amigos” são:. a melhora do “poder de parada” desses calibres é muito pouca. incluindo o coração. jamais na cintura. acesso de pessoas conhecidas e desconhecidas. 18.Num “assalto” o agressor tem sempre a iniciativa.

Use “gel lubrificante íntimo” nas relações sexuais. A morte poderá até ocorrer mas esse não é o objetivo. 29. Evite álcool. sem pele. Coma moderadamente.40 S&W EXPO”. no lugar dele. Que o policial não dispara porque quer mas porque é obrigado. até o “Treinamento Autógeno” (o mais indicado). Sorria sempre que possível. é o agressor que. Não dê guarida ao mau pensamento. o sorriso e a humildade. Nunca experimente drogas. Mastigue bem os alimentos. Pratique exercícios físicos. 31. 33. inclusive a sua. Todos os métodos são bons. amor. você é mais observado (e até filmado) do que imagina. azeite virgem.Pistola “Glock modelo 23 ou 27”. no mínimo 25 (um pouquinho de cada). deixe aflorar e atuar cada uma de suas personalidades (criança. Coma devagar. use “camisinha”. Coma a maior variedade possível de alimentos por dia. 40. principalmente à imprensa. Respeite a individualidade e a dignidade das pessoas. Sorria para eles. Tenha auto-estima e autoconfiança. retro citada. Na hora de um confronto armado tudo se movimenta. Sinta-se útil. as de frango. com sua atitude covarde contra a vida de alguém o obriga a isso. sempre. Não se omita para a imprensa. Paquerar é ótimo! Os (as) casados (as) com suas (seus) esposas (maridos). informe-a que “---. relaxe e pense nos bons momentos do seu tempo de criança. Informe a Sociedade e seus segmentos. Faça exames médicos preventivos regularmente.87 24. assim que tivermos certeza. respectivamente. No momento certo. informe-a sob o ponto de vista técnico. 38. com 15 cartuchos no carregador). Procure manter seu peso ideal. Açúcar e sal moderados. Para sexo seguro. 28. Tenha. 26. Jamais use de prepotência ou arrogância. Alimentos naturais coloridos são os melhores. desde o relaxamento através da respiração profunda e pausada. 32. não minta. Coma cereais integrais. Melhor arma de porte para o serviço policial:. Leia bons livros. O pensamento é a fonte de todos os bens e de todos os males. Paquere com sabedoria. Coma para viver. Pratique ações filantrópicas. Se não tiver certeza sobre o que ocorreu. que o policial não treina nem atira para matar mas para fazer cessar uma ação violenta do agressor contra a vida de alguém da sociedade. 35. carnes magras combinadas com legumes e verduras.sempre “. Substitua os refrigerantes por sucos naturais. Trate as mulheres com educação. idealize outro. o respeito e a colaboração da Sociedade são a educação. tranqüilo. Para o serviço velado ou como arma particular:. Suas armas infalíveis para conquistar a simpatia. Seja extremamente educado e cortês com os integrantes da Sociedade. Evite a gravidez indesejada. Primeiro a satisfação dela (e). Policie seus pensamentos. Alimente-se de modo correto. não viva para comer. Pratique o otimismo. Para o agressor. Colabore. 36. que é o melhor deles). informaremos”. ideais sadios a alcançar. não dá tempo de escolher pontos ou locais de acerto no agressor. ambos . Faça tudo para satisfazer a (o) companheira (o) na cama. a Lei! 30. Os melhores são os aeróbicos (exercícios suaves de longa duração. depois a sua. é através deles que a Sociedade julga a Corporação à qual você pertence. 25. Normalmente. Um mínimo de frituras e churrasco.Pistola “Glock modelo 22” (.40 S&W. por exemplo. Aprenda a relaxar. carinho e respeito. Você recebe para dar-lhes segurança e tranqüilidade. Sorria.40 S&W. no caso de dúvida. também a “Glock” modelo “22”. Munição:. Elogie-a (o) pelo seu “desempenho”. “Conhece-se o homem pelo modo como trata as mulheres”. 27. tudo é rápido. pai e adulto). Não fume. Pouco alimento industrializado. Cumprimente-os. verduras e legumes devem fazer parte constante de sua alimentação. alimentos com fibras. conquistado um. A alimentação é base de sua saúde. Converse.Ainda está sendo averiguado. . como a caminhada. Coma frutas. Divirta-se. Passeie. 37. com 13 e 9 cartuchos no carregador. 39. Cuidado com suas atitudes e seu trabalho na rua. Frutas. pense coisas boas. 34.

Seja seu melhor amigo. Sempre que possível lhe dirija a seguinte frase:. “sem cores”. passeie com seu filho. Em caso de atrito o mais inteligente fica quieto e. exemplo e ídolo. 48.: Tudo aquilo que contrariar estes princípios destruirá o amor. favelas.Palavra calma. 47. sorria. faça um esforço e chegue em sua casa sorrindo. A sua esposa é o maior bem de sua vida. 50. Ame-a intensamente através da “palavra”. brinque. de reconhecimento e agradecimento.88 41. Ame-o através da “palavra”. 46. você também os tem. Por mais amargurado. “Método Giraldi” e estão registrados. alegre. educada. Sua dignidade. Não permita que os problemas do serviço interfiram no seu lar e na sua família. tem confiança em si. etc. Converse com eles. e. etc. pelos pais.Olhar calmo. beije e dê um sorriso para sua esposa. é feliz. tem melhores condições para atuar armado em defesa da Sociedade. Ame-os através da “palavra”. amor com paixão. toque. A frase mais bonita que um filho pode endereçar aos seus pais é:. Sua complexa responsabilidade como “dona de casa” já merece um elogio todos os dias. Procure descobrir pelo menos três qualidades em sua esposa por dia e elogie-a por isso (um simples café bem feito. fácil e gostosa. Procure qualidades. “triste” e “enfadonho”. A prática do amor é simples. pela (o) esposa (marido). Olhar:. O lar é o ambiente sagrado da família. Não confunda amor com caridade. abrace. como aqueles que moram sob viadutos. Amor é vida! Quem não ama e não é amado. elogiosa. reprodução oral ou por escrito autorizada desde que citado o autor.Todos os conceitos e princípios aqui enunciados são do idealizador do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. b. orientadora. 44. CEL PMESP GIRALDI . Quem ama e é amado pelos amigos. matéria ou sacrifícios . sorri e é educado (itens 30 a 47 retros). harmônico. paciente. Seja carinhoso com eles. tanto aqueles que moram em ricos palacetes. brinque. A vida é simples. beijo. que se sente útil. pelos filhos. Ache tempo. faz as pazes com beijos e abraços. mãos e braços desocupados para abraçar e beijar a esposa e os filhos. Palavra:.:. Ache tempo para eles. Só use palavras positivas com ele. positiva. não a complique. respeite sua individualidade. Ore com ele. encorajadora. Com a esposa (marido) vai até as “últimas conseqüências em cima de uma cama” (ou em outro lugar). Ouça com atenção suas “estórias”. uma boa atitude. converse e passeie com sua esposa. tem auto-estima. A prática do amor não exige dinheiro. respeitosa. do “tato” e do “olhar”. paquere. ideais sadios. cheiro. todos podem amar em igualdade de condições. Passe por cima de seus possíveis defeitos. bela e gostosa. confiante. Procure amar e ser amado. dignidade e opiniões. afago. sorridente. de paz. compreensiva.“---. olhe-a com carinho. do “tato” e do “olhar”. 49. honestidade e honra não têm preço. Faça o mesmo ao sair de sua casa. pratica ações filantrópicas. já serão motivos para elogios). um penteado bonito.“ Eu te amo. 43. Nós amamos através da:a. saúde física e mental razoável. triste ou chateado que esteja. Obs. c. carinho. converse. etc. Ao sair e chegar em casa. Ache tempo. etc. dê-lhe um beijo. esperançosa.. Tato:. etc. do “tato” e do “olhar”. abraço. sorria. 45. após alguns minutos. 42. Mantenha constante contato com seus pais. Obs. você é o maior bem da minha vida”. Quem está bem com sua esposa facilita sua própria vida e também a dela. Invista em sua esposa. um abraço e deixe “rolar o clima”. etc. portanto.Muito obrigado por tudo que fizeram por mim”.Aperto de mão. é um ser que caminha num mundo “cinzento”.

quando necessário. o professor deverá buscar. apenas pequenas adaptações. para isso. essas características e dados.89 ANEXO 07 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” CARACTERÍSTICAS E DADOS TÉCNICOS Como este manual serve para qualquer marca ou modelo de revólver. O que interessa ao aluno é saber usá-lo. se necessário. bastando. funcionamento detalhado do revólver. que acompanham cada um deles. a fim de transmiti-los aos alunos. nas especificações. por escrito. O professor não deverá encher a cabeça do aluno com nomes de peças. GIRALDI . e outros detalhes que só interessam aos armeiros.

Todos os alvos deverão estar o mais próximo possível do barranco de contenção de projéteis. deste manual. empunhando sua arma. ou qualquer outra situação em que o “agressor da sociedade” está usando a vítima como escudo:a. declarando.“---. “Refém tomado”. jogue a arma fora!” A partir daí. O início da atuação do policial. dedo fora do gatilho será:. com o olhar e o cano dela na direção do perigo. ou interligadas. seu “nome de guerra” e procurando saber o que está ocorrendo. ao aluno.“---. mas sem ameaçar a vida de terceiros”. o qual será caracterizado como seres humanos (alvos “amigos”.Aqui é o policial (fornecer o nome de guerra). ao aluno. está de costas. motivo pelo qual os alvos deverão ser montados com os mais diversos tipos de caras. Obs. Uma pista poderá ter apenas um “quadro” ou vários deles. mantendo ainda a arma na mão. A primeira parte do corpo de uma pessoa suspeita ou em atitude suspeita. “neutros” e “agressores”). obrigatoriamente de papelão.Dependendo da resposta. Exemplo:. ou o chamado “seqüestro relâmpago”. principalmente os alvos “agressores”. nas mais diferentes montagens. inclusive. pare. até o disparo. continuidade da fuga. após cometer um rime. ou “refém seqüestrado”. desde o cumprimento da ordem.:.“Um agressor. Assim. todas as possíveis variantes de um “alvo” ou quadro”. deste manual) e “quadros”. serão utilizados para montar os mais diferentes tipos de “quadros”.90 ANEXO 08 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “PISTAS” EXEMPLOS DE “ALVOS” E “QUADROS” ® ATUAÇÃO BÁSICA DO POLICIAL Nas “Pistas” (“PPI” – “PPE” – “PPA”) será utilizado o alvo “PM-L-4” (contorno de silhueta humana. O professor terá que ensinar. é nas mãos que está o perigo. Não se analisa as pessoas pela cara mas pelas intenções. fugindo. como:- . Ver “Anexo 14”. são as mãos. contra o policial ou terceiros. Poderão representar situações totalmente separadas umas das outras. “neutros” e “agressores” – ver “Anexo 14”. Os procedimentos iniciais do policial são os que se seguem:1.:. sem pontuação pré-definida). devidamente caracterizados. O conjunto de “quadros” constituirá a pista. etc. Entre outros. que está acontecendo aí?” Obs. muitas serão as alternativas. situações e posições.Aqui é a polícia. se possível. Por exemplo:. Esses “alvos”. deverão estar nas pistas os seguintes “alvos” (devidamente caracterizados como seres humanos “amigos”.. seguidamente. ou agressor. por parte do agressor. estará protegido ou semiprotegido. como atuar em todas essas alternativas. que. o professor terá que ensinar. na cor cinza. o policial dará prosseguimento aos seus procedimentos. Identificar-se para as partes envolvidas. que o policial deve olhar. por palavras ou atitudes. Cara feia não significa ser “agressor”.

nessas ocasiões. não é certeza de um final feliz. normalmente. tiver que ficar. t. O agressor poderá entregar-se:. aguarda-se melhor oportunidade. O agressor solta a vítima e sai correndo pelo meio do povo:. q.O policial. h.. tentar dar início a uma “negociação”.Para o seu próprio bem. Procurar acalmar e transmitir calma às partes envolvidas com palavras tranqüilizadoras. do policial que está atuando na ocorrência. não ficar exposto ou se.Procedimentos policiais normais. clara e audível. levará o tempo que for necessário. solte a moça”. Saber que o agressor se torna um verdadeiro “ator” nesses momentos.Ao invés de “---. A paciência e a sabedoria são duas das suas grandes virtudes e “armas infalíveis” para obter sucesso nesses tipos de ocorrências. O agressor poderá arrastar a vítima para outro local:. Não tomar nenhuma atitude que possa aumentar o perigo a que a vítima já está sendo submetida. g. mostrar-lhe apenas a gravidade das conseqüências caso insista nos seus intentos. Jamais perder o contato visual com a ocorrência (caso seja possível). Atuar sempre protegido. mesmo que o agressor continue com as ameaças. só que a vítima é seu “salvo conduto”. sempre abrigado. ao passar pelo meio das pessoas. irmã. n. Esse tipo de ocorrência não tem hora para terminar. estimulá-lo a falar. Arma em “posição sul”. O uso da força. constantemente. p. constantemente. Verbalizar com voz calma. e as atenuantes que terá se desistir dela. imediatamente. e tentar ser o único a ser visto pelo agressor. j. estar atento. s. pelas circunstâncias.O policial não dispara. Não prometer nada que não possa ser cumprido ou que não seja de sua competência. acompanha e orienta o apoio para o cerco. u. não interromper o agressor enquanto ele estiver falando. Não se exaltar. filha. O policial. f.O policial tenta paralisar sua ação efetuando dois disparos rápidos na direção de sua massa. solte a refém”. Ser um bom ouvinte. e. a desistir do seu intento. não fazer ameaças ao agressor. sempre. manterá sua arma em “posição sul”. todos os esforços deverão ser feitos nesse sentido. que. Tentar “conter” e “isolar” a ocorrência.91 b. eliminá-la não lhe traria nenhuma vantagem. entra ou se mantém em proteção.. . a vida e a integridade física caso desista do seu intento e se entregue. Garantir-lhe. k. e ele também sabe disso). estaria sendo apontada para a vítima que está servindo de escudo). etc. sua ameaça à vida e à integridade física da vítima faz parte desse seu “teatro” (nem poderia ser diferente. A vida e a integridade física da vítima precede tudo. não dispara. Continuar tentando. jamais apontada para o agressor (na realidade. é tentado o cerco. o uso da inteligência sim. d. sem perder o contato visual com a ocorrência. Não se dispara em agressor que esteja no meio do povo ou na mesma linha de tiro de pessoas inocentes. embora num primeiro momento o agressor esteja muito ativo e “decidido a dar seqüência às suas ameaças”. insistir. r. Exemplo:. se houver. o. ao contrário . A vítima escapa e o agressor dispara contra o policial:. desde que não existam pessoas inocentes na mesma “linha de tiro”. faz-se o cerco. chama-se apoio. não gritar. Pedir apoio. c. passar a chamá-lo pelo nome. v. nessa colocação. . A vítima não deve ser vista como uma pessoa qualquer mas como se fosse o próprio filho. tendo tomado conhecimento do nome do agressor. Não usar a palavra “refém”.Para o seu próprio bem. usar “---. m. sem qualquer agressão ou violência contra o mesmo. convencer o agressor. Manter a calma. i. o policial terá que levar o agressor à exaustão e “vencê-lo” pela inteligência. usando de muita perspicácia para conseguir seus intentos. e ele sabe disso. l. os pedidos do agressor deverão ser transmitidos para o escalão superior. e. para o próprio bem dele.

jogue essa arma fora. Estas normas não esgotam o assunto. dedo fora do gatilho. etc. Etc. tentando cobrir. Ao chegar o apoio ou o “grupo de gerenciamento de crises” fornecer ao comandante todos os detalhes da ocorrência e colocar-se à sua disposição. permanece ou procura se abrigar. dois disparos rápidos.Policial conduz a arma para “posição sul” e verbaliza:. Etc. olhar e cano da arma na direção do perigo. Caso o agressor dispare contra o policial. jogue essa arma fora. coloque as mãos sobre a cabeça onde eu possa vê-las!”. como:.Não se dispara contra agressor no meio de pessoas ou que esteja na mesma linha de tiro de pessoas inocentes.“---. 8. caso tente. por favor se coloquem em local mais seguro!” O policial poderá indicar qual o local mais seguro. Etc.Aqui é a polícia. semivisados ou intuitivos.Policial protegido (caso exista a possibilidade de um segundo agressor surgir.Policial protegido.:.“---.“---. identifique-se!”. jogue a arma fora.O policial precisa estar atento. O policial poderá indicar qual o local seguro. 9. dedo fora do gatilho. Representante da imprensa. caminhe em minha direção!”. 11. ainda. dedo fora do gatilho. uma arma de fogo:Policial protegido.“---. dedo fora do gatilho. com uma das mãos.Policial protegido. a arma na mão):. 7. devidamente caracterizado (por exemplo.Aqui é a polícia. 10. olhar e cano na direção do perigo. para seu próprio bem. olhar e cano da arma na direção do perigo. aguardando apoio e melhor oportunidade. verbalização:. olhar e cano da arma na direção do perigo. saia daí de trás. verbalização:.Aqui é a polícia. saia do local que está perigoso!”. com microfone nas mãos):.92 w.“---Aqui é a polícia. Etc.Verbalizar apenas se for necessário. atacando).Policial protegido.Policial protegido. O disparo e o calibre dele são fracos mas matam. y.Caso esteja correndo risco de vida. Etc. dedo fora do gatilho.Não há necessidade de verbalização. 6. Vários alvos “neutros”:.Aqui é a polícia. fugindo. Obs. Etc. faz o cerco. mostre suas mãos!”. na direção da “massa” do agressor. Agressor se entregando (com as mãos vazias):. segurando. 5. exemplo:.“---. procurará manter-se abrigado. olhar e cano da arma na direção do perigo. poderá ser feita. no entanto. “Alvo agressor” disparando contra o policial e.Aqui é a polícia. chama apoio. coloque as mãos sobre a cabeça onde eu possa vê-las!”. Pessoa em atitude suspeita onde as suas mãos não aparecem:. verbalização:. dedo fora do gatilho.Policial não dispara. olhar e cano da arma na direção do perigo. Policial coloca a arma em “posição .Aqui é a polícia. 12.“---. Etc. Agressor armado com arma branca:. verbalização:. “Alvo agressor” de costas. mas sem estar atentando contra a vida de alguém:. 13. coloque as mãos sobre a cabeça. dedo fora do gatilho. verbalização:. já existem armas de fogo sob a forma de celular . Pessoa em atitude suspeita. sua demora em fazê-lo poderá custar a vida de alguém da Sociedade (incluindo a própria). etc. 2. quem é você.Aqui é a polícia. verbalização:. pare. olhar e cano da arma na direção do perigo.Aqui é a polícia. mas continue mantendo a vítima como escudo.Policial protegido.Policial coloca a arma em “posição sul” e verbaliza:. a “antena” é seu cano. caminhe em minha direção”. x. coloque as mãos na cabeça onde eu possa vê-las. vários “alvos neutros”:. Agressor se entregando (mãos para cima. Obs.“---. jogue a faca fora. Etc. 4. segurando arma de fogo. a área está perigosa. na mesma linha de tiro. Agressor isolado disparando contra o policial ou contra alguém da Sociedade (nas mais diversas situações):.“---. coloque as mãos sobre a cabeça”.Policial abrigado. 3. “Alvo neutro” segurando um celular:. verbalização:. Pessoa em atitude suspeita. por favor. espreitando o policial. haverá verbalização. o policial não deverá disparar contra o agressor. aparecendo só a sua cara:.:. Não dá tempo do policial fazer “visada” para escolher pontos de acerto no agressor.

recolha todos os alvos (ou mande recolhê-los). principalmente se forem obreados. uniforme e equipamentos colocados de forma errada. Ver “Anexo 13”.Qual sua subunidade? “Qual o nome do seu comandante? “---. para uso futuro. Os alunos poderão. Enquanto a dúvida persistir as perguntas irão sendo feitas. do cotidiano de todos os policiais. passíveis de tiros. terá que fazê-lo através de perguntas e não através da “funcional”. Alvo de uma criança. também poderão durar muito tempo. por favor. condecorações e brevês colocados do lado errado. presença de um brinquinho na orelha. É importante que o professor. nas pistas.Qual seu R E?” “---. atiráveis. na frente da qual surge um agressor disparando contra o policial:Policial não dispara (poderá matar a criança). As perguntas deverão ser as mais profissionais. efetuar dois disparos rápidos conta o mesmo e proteger-se. uniforme e equipamentos não regulamentares. como:. atitude suspeita. Mantém-se afastado do possível policial falso.“---. ou procure desenvolver seu trabalho de um local mais seguro!” (o policial poderá indicar qual esse local). O professor poderá contar com a colaboração dos alunos para confeccionar alvos. dar-lhe voz de prisão. chama apoio.Cante a “Canção da Polícia Militar!” Etc. colaborar com esse trabalho. (GIRALDI) . empunhando a arma. possíveis. cobertura (boné) diferente do posto ou graduação. Etc.93 sul” e verbaliza:.“---. Confirmado que é policial falso. desde que dentro da lógica da realidade do que se passa nas ruas. ao final da instrução. 17. empacotando-os.Onde estão os outros integrantes de sua guarnição?” “---. inclusive.O tratamento com integrantes da imprensa também deverá ser o mais respeitoso e cordial possível. Alvo de um policial fardado falso. c.:. como:. Procedimentos básicos:a. Para caracterizar o alvo de um policial fardado falso basta alterar-lhe coisas simples.O que você faz aqui?” “---. duram vários anos. Outros.Qual sua Unidade?” “---. Lembrar que os alvos “amigos” e “neutros” não levam tiros e. permanece ou procura se abrigar. dedo fora do gatilho.Para um policial verdadeiro saber se um outro é falso ou não. Etc. deste manual. normalmente um deles para cada três não atiráveis.Aqui é a polícia. faz o cerco. e do conhecimento dos policiais. 14. 15. dentro de suas possibilidades.Esta área pertence a qual companhia?” “---. o policial deverá. é muito reduzido.:. O uso de alvos. portanto. b. etc. idealizar novas caracterizações de alvos a partir do “PM-L-4”. se bem cuidados. Se o policial falso atentar contra a vida do policial verdadeiro ou de terceiros. saia do local que está perigoso. Obs. têm o direito de exercer sua profissão. caso já não esteja.Nome de guerra colocado do lado errado do uniforme. “agressores”. eles também estão trabalhando. cuidadosamente. cano da arma e olhar na direção do perigo (possível policial falso). Obs. Alvos “agressores”.

colados em alturas diferenciadas). Lata (galão) velha (18 cm. Possíveis posições da barricada horizontal. o centro do quarto e último “T” está a 1.94 ANEXO 09 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “BARRICADA DE TREINAMENTO” ® E D D F D D D B A “A”. apenas encaixada.45 m. “B”. com altura total de 1. Posição atual da barricada horizontal. solto. um tubo de PVC (B) de 1 polegada e 28 cm. Tubo de PVC de 1 polegada. o centro do terceiro “T” está a 1. Na base. invertendo o suporte da barricada (“C”). “E”. do piso.8 alturas diferentes. chumbado com concreto na lata velha. 17 cm. com 65 cm de comprimento. de altura. Ver letra “C”. Ela entra e sai em todos os “T”. São 4 alturas. “T” de PVC de ¾. retro. Não é colada no “T”. Tubo do PVC de ¾. com 28 cm de altura a partir do piso.06 m. (GIRALDI) ANEXO 10 B . “D”. que é um tubo de PVC de ½.85 m. e gira. com saída de ½ (são 4 “T”. do piso. Total :. do piso. de diâmetro) onde foi chumbado. O centro do primeiro “T” está a 28 cm do piso. por dentro do tubo de 1 polegada que está chumbado na lata. pois os “T” passam a ficar em outras alturas. “F”. o centro do segundo “T” está a 67 cm. ganha-se mais 4 alturas. com concreto. apoiado no fundo da lata. “C”. de altura. esse tubo entra. secionado em varas alturas para colagem dos “T”.

do professor verdadeiro. de acordo com o que está previsto na “Súmula para Habilitação de Instrutor/Monitor” (Anexo 11. o “candidato a instrutor/monitor” decide. progredindo e regredindo pelo centro da pista. todas as observações e ensinamentos necessários. Nada impede que seja pelas laterais. a “Súmula para Habilitação de Instrutor/Monitor de Usuários da Pistola Semi-Automática . inclusive.Padrão”. corretamente. 3. O “aluno” do “candidato a instrutor/monitor” atuará individualmente. inclusive. Esse “aluno” deverá receber ordens. 4. como se esse “aluno” estivesse aprendendo ou sendo avaliado. O “candidato a instrutor/monitor” não poderá avançar na instrução e avaliação do seu “aluno” sem que isso ocorra.Padrão” com 04 alvos atiráveis e 04 não atiráveis. ao seu “aluno”. 1. Sob observação e análise do professor verdadeiro. numa “PPI/PPA . Nada impede que sejam mais alvos (atiráveis e não atiráveis). a fim de verificar se o “candidato a instrutor/monitor” está atento e sabe como corrigi-lo. corrigindo-o e fazendo-o repetir o exercício que errou. ao professor. Distribuir ao “candidato a instrutor/monitor”. para executar alguns exercícios de forma errada. até que o execute corretamente e sem dificuldades. O professor verdadeiro acompanhará o “candidato a instrutor/monitor” de perto. Lembrar-se que não é o “aluno” do “candidato a ins/mon” que está sendo avaliado. retro). . Entregará a súmula. Os impactos serão obreados. na hora em que for ser avaliado. lançando-os no cabeçalho da “Súmula de Usuários” (Capítulo 19. pelo “candidato a instrutor/monitor”.95 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” COMO AVALIAR O CANDIDATO A “INSTRUTOR/MONITOR DE USUÁRIOS” ® Orientações ao professor que irá avaliar o candidato a “Instrutor/Monitor de Usuários da Pistola Semi-Automática . antecipadamente. De posse da “Súmula de Usuários” do seu “aluno” (Cap 19. fixos ou móveis. quando dos seus erros. O “candidato a inst/mon” preencherá a “Súmula de Usuário” do seu “aluno” (Cap 19. parará. o “candidato a instrutor/monitor”. fazendo. dará a ele todos os ensinamentos e comandos para passar na pista. é. que está analisando o “candidato a instrutor/monitor”. 5. anotando-os nessa súmula. significando que ele aprendeu a lição. sigilosas. o “candidato a instrutor/monitor” atuará como se “professor” fosse. com o cabeçalho preenchido. retro). retro). o professor verdadeiro colocará um “OK” à frente do erro assinalado na súmula do “candidato a instrutor/monitor”. deste manual). Ver “Anexo 14”.40 S&W” Preparar uma “PPI/PPA .40 S&W” (Anexo 11. Executando o exercício que errou. o próprio “candidato a inst/mon” quem o está. deste manual). única e exclusivamente. Quando desses erros. Transformará a pontuação final obtida pelo seu “aluno” em conceito e nota. fazendo. o levantamento dos seus impactos nos alvos. 2. observando e anotando seus erros. através do professor verdadeiro. imediatamente. O professor escalará um integrante do grupo para atuar na pista como “aluno” do “candidato a instrutor/monitor”. corrigindo-o e fazendo-o repetir o exercício que errou. parando-o. O “candidato a instrutor/monitor” preencherá o cabeçalho dessa súmula e tomará conhecimento daquilo em que será avaliado (está na súmula).

O professor verdadeiro tomará. outras providências que julgar necessárias. ainda. GIRALDI .96 6.

. 13. 11. Acertando-o prosseguirá na avaliação e o professor anotará na frente do erro “OK”... positivos.. :.. equipado.. etc.. Vai perdendo pontos de acordo com os erros cometidos (10 pts.. e corrigido. rapidez e clareza nos ensinamentos Aplicação das “técnicas de ensino” direcionadas ao “Tiro Def. 10. O “candidato a Instrutor/Monitor” inicia a sua avaliação com 200 pts. nesse local não se manuseia munição. ERRADO 1. Orientação rápida. 20.... na Preserv. 2.. 9. 3. armado...... : . 6. Montagem e caracterização de alvos Montagem de pista..... Explicação geral e sucinta do “Método Giraldi”... O “candidato a Inst/Mon” não passará para o exercício seguinte sem ter executado.... ao aluno. negativos para cada erro).____________ B. Pontuação obtida ________________________ pts Conceito final ______________ Nota final ________ Nota mínima para aprovação ________ 1...... O erro será lançado na Súmula. 3... quando dos seus erros Corrigir corretamente o aluno quando dos seus erros Praticidade. etc.97 ANEXO 11 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte “REVÓLVER” SÚMULA PARA HABILITAÇÃO DE INSTRUTOR/MONITOR DE USUÁRIOS (Obrigado já ter sido habilitado como usuário do revólver) ® Nome ______________________________________ Posto/Grad______________ RE_____________ Instituição Policial __________________________ Unidade_________________________________ Data_________________ Local _________________________ Nº da Arma ____________________ Pontuação máxima possível:... o anterior. Estabelecer local seguro para manuseio de arma.. Em seguida repetirá o exercício que errou. 16..____________ C. objetivos... Capacidade para fazer o aluno aprender e gostar da matéria Apoio e orientações finais ao aluno quando este terminar de executar a pista Levantamento dos impactos nos alvos e comentários cabíveis Preenchimento da súmula destinada ao aluno Preocupação com a segurança geral. em relação ao aluno Verbalização pelos alvos Capacidade para observar os erros do aluno Interromper corretamente o aluno.... da Vida”. assinatura ..200 pts..... 8. Anotar só os erros... 5.. fundamentos..... protetor auricular e ocular. 2. antes do mesmo dar início à execução da pista Voz de comando Posição na pista.. protetor auricular e ocular) A. equipado. : . significando que o “candidato a Instrutor/Monitor” aprendeu.. 18..De 000 a 099 pts – “INSUFICIENTE” De 100 a 138 pts – “REGULAR” De 139 a 168 pts – “BOM” Anotações no verso De 169 a 190 pts – “MUITO BOM” De 191 a 200 pts – “EXCEPCIONAL” Conceito final _____________ Nota final ________________ ______________________________ As... protetor auricular e ocular.. posto/grad.. com colocação de alvos Apresentar-se para dar início à instrução devidamente uniformizado.. 7..... imediatamente..... corretamente. 12.. inclusive dos assistentes (estarão com colete. “Método Giraldi” Educação no trato com o aluno. Verificar se o aluno está corretamente uniformizado.. armado..____________ CONCEITOS:. 14. TOTAL FINAL DE PONTOS (200 menos B). TOTAL DOS ERROS. O “candidato a Instrutor/Monitor” será avaliado passando um (ou mais) aluno na “PPI/PPA-Padrão”.... RE.. Ao cometer erros será interrompido...... 4.. TOTAL DOS PONTOS NEGATIVOS (nº de erros vezes 10)... com colete balístico. 15.... Itens que serão avaliados (em um mesmo item poderá haver mais de 1 erro).. do “Candidato a Instrutor/Monitor” ____________________________________________________ Nome completo e legível do professor. 19....... 17.. com colete balístico.

(GIRALDI) .98 Anexar esta súmula ao “RIT” do “candidato a Instrutor/Monitor”. Enviar uma cópia à “DEI”.

Um treinamento que se preze exige um “quadro” só. etc. a olhada rápida. 06. 02. etc. também imprescindível num confronto armado.. Mesmo que o policial se desloque. também daquela contra as quais não há necessidade de disparos (agressores). quase inerte. A realidade já demonstrou que ao treinar com esse tipo de arma e munição e atuar contra os “agressores da sociedade” com outras.. O “quadro” lá. os materiais e os equipamentos com os quais irá trabalhar. há pessoas e “agressores” à sua frente. Ele tem que estar totalmente ativo. A tela onde aparecem as cenas é plana. ele não participa do “quadro”. Nesse tipo de treinamento o policial não usa arma nem munição verdadeiras mas. ultrapassar obstáculos. por trás de portas. Não terá condições de atuar pelas laterais. Não permite atuação noturna com uso de lanternas. A seguir. à sua retaguarda. ao seu lado. efetuar um cerco. é que preservam vidas e solucionam problemas”. etc. sótãos. . O ritmo do confronto é dado pela projeção. em cima (forros. Numa ação verdadeira o policial tem que olhar por baixo de móveis. adentrar em edifícios suspeitos. buracos. O policial que não conhecer a técnica. onde o policial tem que se deslocar não só para frente. O correto é treinar com a arma.). 05. de onde ele estiver. olhar por janelas. imprescindíveis numa ação real. as imagens é que vão passando. efetuar “varreduras” em todas as circunstâncias. entrar por portas. o policial fica só olhando uma tela. uma progressão. Praticamente. A preservação da vida do policial e das pessoas inocentes tem prioridade. é “desastre” na certa. examinar interiores de veículos. procurando um melhor ângulo para a sua atuação. não tem profundidade. fixo. “Na quase totalidade das vezes procedimentos. Não possui a mínima possibilidade para se aplicar a técnica e a tática de uma progressão e atuação. com cobertura dos companheiros. para as laterais.). frontalmente. etc. 04. mais de 50% dos confrontos armados são noturnos. o policial atua parado. etc. a tática e a psicologia de atuação. frontalmente. a “verbalização” é a coisa mais fantástica que existe hoje para o policial.. No sistema de de treinamento com simuladores ele é totalmente passivo. em baixo (porões. verá sempre a mesma coisa.. 07. alguns dos motivos: 01. correr. certamente. Não há ultrapassagem de obstáculos. 03. artificiais. Precisamos lembrar que. tudo está confinado num ambiente totalmente irreal para o policial. 08. assim como. e não tiros. deslocamentos protegidos. Isso contraria. assim. a imagem não muda. Não há possibilidade de “verbalização” por parte do policial. a vida real. na quase totalidade de suas ações. dentro do qual estão os problemas e o policial.99 ANEXO 12 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte TREINAMENTO VIRTUAL DO TIRO POLICIAL É CONTRA INDICADO. a munição. Numa ação verdadeira o policial tem que estar atento a tudo o que ocorre à sua volta. como para trás. O policial é um mero espectador. a aplicação da psicologia. e ele aqui. progressão e regressão. Na tela. Contraria também. rastejar. o policial não tem como interferir. e o resto à sua volta? Muitos policiais têm sido assassinados pelos agressores pela retaguarda e pelas laterais. Isso é um absurdo. saber dobrar uma esquina. e. a vida real. fica sempre fora do “quadro”. Uma polícia moderna utiliza “verbalização” e “procedimentos”. janelas. etc. o disparo dele é totalmente irreal. túneis. terá grandes chances de perder a vida ao participar de um confronto armado verdadeiro. fazer a tomada de ângulo. totalmente separados um do outro.

o ciclismo. 15. O preço exorbitante dos apetrechos para esse tipo de “instrução”. a dominar o estresse momentâneo. grande parte dos disparos reais dos policiais são feitos nessas circunstâncias. pois a tela é plana. mas. é aquele que se aproxima o máximo possível da realidade. com psicologia. apoio e auxiliando outros. Outro absurdo. do “Choque”. e. e em muitas outras. pois. jamais fazendo parte do mundo real que se encontra à sua frente. que. do pedreiro. com possibilidades de ser aplicado. 10. para qualquer policial. com eliminação dos negativos. e. Mesmo que o alvo esteja “lá no fundo”. inclusive da retaguarda (isso é impossível de ser treinado com o uso de simuladores). inclusive. o policial só atira. “regressão”. A parte prática de certas atividades (como a do tiro) não tem como ser treinada com uso de simuladores. etc. aplica todo o aprendizado anteriormente adquirido. A repetição enfadonha dos “quadros”. a serem adquiridos pelo policial em treinamentos imitativos da realidade. uns dando cobertura aos outros pois o perigo pode vir de qualquer direção. da mesma forma que o fez quando dos treinamentos. na quase totalidade das vezes. Esportes como o futebol. 13. aí. do Tiro. Tem como base o “condicionamento anterior. onde está a tela. as armas são reais. São as “Pistas Policiais de Instrução” (PPI). Ele estará sempre numa “dimensão”. FINALIZANDO:. munição. 14. armadas da polícia. que pode até dar “status” a quem os adquiri. Não permite o uso de barricadas de proteção. provocando totais alterações físicas e psíquicas nele. e dentro dos limites das Leis. E isso nós temos aqui no Brasil. com o policial necessitando atirar em várias distâncias. uma simples fita de vídeo seria suficiente. com tática. são feitas nessas circunstâncias.. Não tem como ser aplicado para grupos de policiais atuando em conjunto.. e. os “quadros” são materializados. Nessas atividades. mas. Faz “progressão”. Nela. também orientado pelo professor. a natação. quando dessa realidade. aprende. do Resgate. na realidade. procedimentos. sem orientação do professor. (GIRALDI) . da mesma forma. Não tem como treinar o “tiro intuitivo rápido a curta distância”. a ter a vida como prioridade e o disparo como última alternativa. por menores recursos que possua. Profissões como a do dentista. mera observação e análise.A atuação do Bombeiro. inclusive socorro às vítimas. São outros absurdos. “viciando” os policiais. em defesa da Sociedade. quando em equipe. Ex. que são poucos e. do pintor.. condicionando-o a agir. e não tiros.100 09. conforme já foi dito. “varreduras” e tudo aquilo que pode necessitar fazer num confronto armado verdadeiro. etc. não tem profundidade. ele está “aqui na frente”. as corridas. Isso contraria totalmente a realidade onde os alvos estão a profundidades diferenciadas. a atuação do policial é real.. ou não atira. antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro. a começar pela sua. da Ordem e da Política Policial Brasileira. é que preservam vidas. uns dando cobertura.. Em todas essas pistas. como os “vídeos instrução das instituições policiais”.O verdadeiro treinamento de tiro. estamos sendo copiados. a projeção. o policial aprende a usar seu armamento com técnica. Nessas pistas. o ambiente é real. na quase totalidade das vezes preservam vidas e solucionam problemas? 11. onde o policial. a projeção em telas serviria apenas como parte teórica. O policial atua individualmente e em equipe. quase de graça. tudo. por isso. 12. da mesma forma que um confronto armado verdadeiro. dentro da Lei. e solucionam problemas. em qualquer cidade. a atuar com a razão. e o resto? E os procedimentos que. etc. e fazendo com que a “instrução” perca a motivação. e. a ser obtido pelo policial em treinamentos imitativos da realidade. os disparos são reais. São os reflexos condicionados positivos. em outra “dimensão”. aprende a atuar em confrontos armados especiais. onde o policial.. do GATE. do cirurgião.: . a munição é real. são as “Pistas Policiais Especiais” (PPE). virando brincadeira. e são as “Pistas Policiais de Aplicação” (PPA). antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro”. com uma arma de brinquedo. ambiente e circunstâncias reais. orientado pelo professor. a verbalizar. O policial jamais terá contato físico com os “agressores da sociedade”. aprende a atuar em confrontos armados comuns.. Os alvos estão sempre à mesma distância. ou com qualquer parte material que apareça na tela. com arma. A quase totalidade das ações reais. onde o policial. repetitivos.

x 32 cm.Obrigatoriamente de papelão. x 54 cm. de largura.0”. e “anexo C”).80 cm. Está registrado.101 ANEXO 13 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte ALVO “PM-L-74” ® O alvo utilizado em todo o “Curso Básico” é o “PM-L-74”. na falta. nas cores cinza e branco. “zona alta à esquerda”. “B”:. Essas “zonas” possuem “subzonas”. riscando-se suas áreas com pincel atômico. “zona alta à direita”.Parte horizontal 6 cm. e “zona baixa à direita” (sempre de quem olha).“zona central”. ZONA CENTRAL:. “C”:. x 27 cm. x 32 cm. Está à disposição nas instituições policiais e. ZONAS PERIFÉRICAS:. Está oficializado para toda a Corporação através do “M-19-PM” (“Capítulo IV”. poderá ser confeccionado pelo professor e alunos em papelão comum. “item 5. (área cinza sobreposta) SUBZONA “A”:.50 cm. de largura.42 cm. Cada “subzona” possui uma letra que será valorizada. ÁREA TOTAL ÚTIL DO ALVO (sem as sobras externas):.14 cm. “D”:. SUBZONA “E”:. (GIRALDI) . sem pontuações pré-definidas (serão estabelecidas de acordo com os objetivos da instrução). no comércio especializado. parte vertical 4 cm.40 cm. pelo professor (de zero a dez). Em situações especiais de não existência. isso é muito simples de ser feito. X 19 cm.30 cm. “zona baixa à esquerda”. de papelão. x 27 cm. X 8 cm.50 cm. ALVO “PM-L-74” PARA O “CURSO BÁSICO” ® ALVO “PM-L-74”:. retangular. Possui 5 “zonas” de acerto (uma central na cor cinza e 4 periféricas na cor branca) cujos nomes técnicos são:. de acordo com os objetivos da instrução.

na falta. gravatas. em seguida. paredes. Cópias de caras. objetos contundentes. pastas. “neutros” e “agressores”). de papelão. (GIRALDI) . armas brancas. e. celulares.“PPE” – “PPA”.. Largura total (de cotovelo a cotovelo):.. no comércio especializado. a partir do qual são montados alvos “amigos”.82 cm. mãos. Está à disposição nas instituições policiais e. recortadas e coladas no alvo “PM-L-4”. coberturas. Abaixo.102 ANEXO 14 “TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA” “MÉTODO GIRALDI” ® (Registrado) Permitido utilizar citando a fonte ALVO “PM-L-4” ® O alvo utilizado em todas as pistas é o “PM-L-4”. em papelão comum. de acordo com os objetivos da instrução. todos caracterizados como seres humanos. “neutros” e “agressores”. contorno de silhueta humana na cor cinza. etc. da mesma forma que o de fábrica. muros. coletes balísticos. alguns modelos de alvos para “PPI” . Em situações especiais de não existência. Está registrado. microfones. “item 12. poderá ser confeccionado pelo professor e alunos.56 cm. sem pontuações pré-definidas (serão estabelecidas de acordo com os objetivos da instrução). Está oficializado para toda a Corporação através do “M-19-PM” (“Capítulo V”. isso é muito simples de ser feito.0”. serão tiradas em copiadoras. sua caracterização como seres humanos (“amigos”. riscando-se o contorno da silhueta com pincel atômico. e “anexo F”). caracterizados a partir do alvo “PM-L-4” ALVO “PM-L-4” ORIGINAL “NEUTRO” “NEUTRO” “AGRESSOR” “AGRESSOR” “AMIGO” “AMIGO” “SUSPEITO” “AGRESSOR” “AGRESSOR” “AGRESSOR” “AMIGO” Altura total da silhueta humana do alvo “PM-L-4”:. armas de fogo.

103 giraldibaurusp@aol.com .