INFORMÁTICA

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Teoria completa de acordo com o edital + 212 questões da Cespe/Unb com gabarito para você praticar!
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Prof. Roberto Andrade

ROBERTO ANDRADE

Informática para concursos

Olá, Seja bem vindo(a)! Se você não simpatiza com esta matéria ou já se deu mal em prova, façolhe um convite para assistir minhas aulas e estudar com esta apostila! Você aprenderá de modo divertido e com muitas dicas!
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ÍNDICE DE ACORDO COM O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO EDITAL
TEMA 2: MONITORAMENTO, REGULAÇÃO, CONTROLE, FISCALIZAÇÃO E AUDITORIA AMBIENTAL INFORMÁTICA: PÁGINA 1 - 1 Conceitos fundamentais de informática. 1.1 Organização, arquitetura e componentes funcionais (hardware e software) de computadores. PÁGINA 42 - 2 Sistema operacional: ambientes Linux e Windows. PÁGINA 72 - 3 Redes de computadores: princípios e fundamentos de comunicação de dados. 3.1 Conceitos de Internet e Intranet. 3.2 Utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados a Internet e Intranet. 4 Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico, de busca e pesquisa. PÁGINA 144 - 5 Aplicativos para edição de textos e planilhas, geração de material escrito e multimídia (BrOffice e Microsoft Office). PÁGINA 286 - 6 Conceitos básicos de segurança da informação. 6.1 Procedimentos de cópias de segurança. PÁGINA 323 - 7 Conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas. PÁGINA 345 - 8 Software livre. 8.1 Software livre nos governos. 8.2 Software Público Brasileiro. PÁGINA 355 – ANEXO: CADERNO CONTENDO 212 QUESTÕES DA CESPE COM GABARITO

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Informática para concursos

CHIPSET É um conjunto de chips que controlam o tráfego de dados dos barramentos na placa mãe. Os dois chips principais são: Ponte Norte (Northbridge) Controla o “tráfego nobre” da placa mãe: CPU, memória RAM, placa de vídeo e os barramentos PCI Express X1 e X16. Ponte Sul (Southbridge) Controla os barramentos menos rápidos, tais como: IDE, SATA, PCI, USB, PS/2, Serial, Paralelo.

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Conforme ilustra figura acima: os ícones Captura de Telas e Documentos são diretórios (pastas); figura.jpg é um arquivo de dados (mais precisamente, uma foto); o arquivo bzip2 é um arquivo executável (binário); texto e velox.sh são arquivos ASCII (texto puro), a diferença é que o segundo é um Shell Script, ou seja, é composto de vários comandos que serão interpretados pelo shell do Linux; e, finalmente, o arquivo teste1 é um link (atalho). O que vai acontecer quando cada um for aberto (duplo clique no ícone)? Depende do tipo do arquivo: um arquivo de dados (seja ele ASCII ou não) normalmente, quando recebe o duplo clique que solicita sua abertura, faz o Linux chamar o programa que é capaz de abri-lo. É fácil de entender: no Windows, quando nós damos um clique duplo num arquivo do Word, ele é aberto para poder mostrar o arquivo que o usuário executou! Quando o arquivo for um binário, o Linux jogará seu conteúdo na memória principal e começará a executar os comandos existentes nele (afinal, um binário é um programa compilado – um executável em linguagem de máquina). Se o arquivo for um Shell Script, ou outro script qualquer (existem vários), o Linux se encarregará de “ler” e interpretar seu conteúdo (lembre-se: scripts são roteiros cheios de comandos). Finalmente, ao se aplicar duplo clique em um link, ele vai apontar para o arquivo original e é o tipo desse arquivo original que definirá o comportamento do Linux após a execução. Observação: se o clique duplo for dado numa pasta, ela será aberta diretamente pelo programa gerenciador de arquivos (nesta imagem acima, o konqueror. Tipo o Windows Explorer). Regras para nomenclatura no Linux No Linux, realmente não há necessidade obrigatória de extensão para os arquivos (binários, dados, links, diretórios) existirem e serem identificados como tal. Um arquivo é normalmente identificado pelo seu conteúdo, ou seja, mesmo que um arquivo se chame somente texto (como o arquivo mostrado na figura anterior), ele será identificado como um arquivo de texto puro (ASCII): note o ícone que foi dado a ele! Não significa em absoluto que no Linux não são usadas extensões, porque elas são usadas sim. Estou apenas ressaltando que, para diferenciar os tipos de arquivos entre si, o Linux, na maioria das vezes, não precisa da extensão porque analisa o conteúdo do arquivo para definir seu tipo.

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