O atrito e a variação da energia mecânica

Escola
Secundária
C/3º
Ciclo
De
Marco
De
Canaveses
 Ciências
Físico‐Químicas
–
Ano
1
 ACTIVIDADE
PRÁTICO‐LABORATORIAL
–
AL
2.3
O
atrito
e
a
variação
da
energia
mecânica


 Nome
do
Aluno
____________________________________________________________________
 Grupo
de
Trabalho:____________________________________________________________________
 
 Assinatura
da
Professora



____________________________

Classificação:_________________________

Questões
–
Problema:

 Pretende‐se
projectar:
 ‐
 Uma
 rampa
 para
 fazer
 deslizar
 materiais
 de
 construção
 de
 uma
 certa
 altura
 para
 o
 interior
de
um
camião.
 ‐
 Um
 “escorrega”
 que
 permita
 a
 uma
 criança
 deslizar
 com
 facilidade,
 mas
 que
 a
 force
 a
 parar
na
parte
final,
antes
de
sair.
 Que
materiais
poderão
ser
utilizados
na
superfície
de
cada
rampa?


Introdução
teórica:
 
 Considera
 um
 bloco,
 inicialmente
 em
 repouso.
 Faz‐se
 deslizar
 este
 bloco
 ao
 longo
 de
 uma
 calha
 com
 uma
 determinada
 inclinação
 O
 centro
 de
 massa
 (CM)
 do
 bloco
 está
 sujeito
à
acção
de
forças:
 •
peso
do
bloco;
 •
reacção
normal
do
plano;
 •
força
de
atrito. 
 O
 trabalho
 realizado
 pela
 resultante
 das
 forças
 que
 actuam
 no
 centro
 de
 massa
 do
 bloco
 pode
ser
avaliado
através
da
variação
da
energia
cinética
do
centro
de
massa
do
sistema:


No
 entanto,
 este
 sistema
 está
 sujeito
 à
 acção
 de
 forças
 conservativas
 (peso
 do
 bloco)
 e
 forças
não
conservativas
(força
de
atrito).
Logo:


Como
 o
 trabalho
 realizado
 pelas
 forças
 conservativas
 é
 simétrico
 da
 variação
 da
 energia
 potencial
gravítica:


Então
pode‐se
escrever:


 Assim,
 a
 força
 não
 conservativa
 (força
 de
 atrito)
 é
 a
 força
 responsável
 pela
 variação
 da
 energia
mecânica
do
bloco.
Isto
é,
há
dissipação
de
energia
por
efeito
das
forças
de
atrito.


1


Coloca
o
bloco
na
extremidade
superior
da
calha.
Liga
os
sensores
ao
digitímetro.
Lê
no
digitímetro
o
tempo
que
o
bloco
demorou
a
passar
em
cada
um
dos
sensores.
 Coloca
 os
 sensores
 de
 passagem
 convenientemente
distanciados
(cerca
de
50
cm
a
60
cm
um
do
outro).
 o
 coeficiente
 de
 atrito
cinético
é
tanto
maior
quanto
maior
for
a
intensidade
da
força
de
atrito.
 •
a
variação
da
energia
cinética
do
centro
de
massa
(ΔEc(CM)).
 Adapta
 a
 calha
 ao
 respectivo
 suporte.
 5.
Repete
o
procedimento
experimental
utilizando
o
mesmo
bloco
e
a
mesma
inclinação
da
 calha.
 os
 valores
 que
 obtiveste.
 4.
 7.
 2.
 •
a
variação
da
energia
potencial
gravítica
do
centro
de
massa
(ΔEpgrav.
 
 Registo
das
observações:

 
 
 Quadro
I
–
Bloco
A
 Bloco
A:


Massa
do
bloco
=
 














Comprimento
do
bloco
=

 Distância
entre
 os
dois
 sensores
 
 
 Inclinação
do
 plano
 
 
 Tempo
 que
 o
 bloco
 interrompe
 o
 Diferença
de
 sensor
 alturas
entre
os
 Face
 deslizante
 Face
 deslizante
 sensores
 em
flanela
 em
madeira
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 2 .
 Regista.
Mede
as
alturas
da
calha
nas
posições
correspondentes
aos
dois
sensores.
 Para
 o
 mesmo
 corpo
 e
 diferentes
 superfícies.
 Procedimento:
 
 1.
 É
 uma
 grandeza
 física
 característica
 de
 dois
 materiais
 em
 contacto
 e
 em
 movimento
 relativo.
Abandona‐o
de
modo
que
a
superfície
 revestida
a
acetato
deslize
ao
longo
da
calha.
mas
variando
o
tipo
de
superfície
de
contacto.).
é
necessário
saber:
 •
o
valor
do
deslocamento
do
centro
de
massa
do
bloco
ao
longo
da
calha
(Δx).
 9.
 6.
 3.
 8.
 a
 sua
 massa
 com
 uma
 balança.
 com
 a
 mesma
 inclinação.
 Começa
 por
 medir
 o
 comprimento
 do
 bloco
 e.
Mede
o
valor
do
deslocamento
do
bloco
na
calha
entre
os
dois
sensores.O atrito e a variação da energia mecânica As
forças
de
atrito
resultam
da
interacção
entre
as
superfícies
em
contacto.
 Pode
determinar‐se
a
intensidade
da
força
de
atrito
através
da
expressão
matemática:
 
 Para
isso.
 Estas
 forças
 estão
 relacionadas
 com
 uma
 grandeza
 que
 se
 designa
 por
 coeficiente
 de
 atrito
cinético.
 tendo
 em
 conta
 os
 valores
 das
 grandezas
 que
 não
 variaram.
 em
 seguida.

1
útil
 2.1
das
rampas
para
fazer
deslizar
materiais
de
construção.
na
parte
 final.
Identifica
três
situações
do
dia‐a‐dia
em
que
o
atrito
seja:
 2.
 •
Repete
a
exploração
para
outro
bloco
de
massas
diferentes
e
compara
os
resultados.
consigam
parar
facilmente.
mas.
Indique
que
materiais
se
devem
utilizar
nas
superfícies:
 1.
 •
 a
 variação
 da
 energia
 potencial
 gravítica
 do
 bloco.
 relacionando
 a
 variação
 da
 energia
 mecânica
 com
 o
 trabalho
realizado
por
essa
força:
 
 
 •
Compara
os
valores
da
força
de
atrito
para
as
duas
superfícies
escolhidas.O atrito e a variação da energia mecânica 
 
 
 
 
 
 
 Quadro
II
–
Bloco
B
 
 Bloco
B:


Massa
do
bloco
=
 














Comprimento
do
bloco
=

 Distância
entre
 os
dois
 sensores
 
 
 
 
 
 
 Inclinação
do
 plano
 
 
 Tempo
 que
 o
 bloco
 interrompe
 o
 Diferença
de
 sensor
 alturas
entre
os
 Face
 deslizante
 Face
 deslizante
 sensores
 em
flanela
 em
madeira
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Tratamento
de
dados:
 
 Com
 os
 valores
 registados
 nos
 quadros
 calcula
 para
 duas
 superfícies
 de
 contacto
 diferentes:
 •
a
variação
da
energia
cinética
do
bloco
entre
as
posições
dos
dois
sensores.
 1.
 
 Questões
pós­laboratoriais:
 
 1.
 •
 a
 intensidade
 da
 força
 de
 atrito.
 
 2.
 •
a
correspondente
variação
da
energia
mecânica
do
bloco.2
prejudicial
 
 3 .2
dos
escorregas
das
crianças
de
modo
a
que
deslizem
com
facilidade.
 entre
 as
 posições
 dos
 dois
 sensores.

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