HPE - II RI (ou, história do pensamento econômico que interessa à compreensão das relações internacionais). Prof – Gláucia Campregher – Glaucia@campregher.

com (para assuntos importantes de quem está indo às aulas!!!) Espírito do curso – foco lógico-histórico. Na prática significa que as teorias seguem os objetos. Assim, os primeiros modelos teóricos - fisiocracia, mercantilistas e Smith – acompanham as emergências de: uma agricultura capitalista, da hegemonia mercantil e da maturação do capitalismo industrial. Na sequência os modelos da economia política clássica (Ricardo) e da sua crítica (Marx) acompanham a emergência das contradições centrais do sistema (crises econômicas e conflitos sociais). Indo adiante , os modelos equilibristas (Say e marginalistas) e os modelos críticos (demanda efetiva, Keynes, Kalecki) – acompanham a emergência da questão da administração ou não das contradições do sistema. Já mais perto de nós, no pós-guerra, as teorias do desenvolvimento (equilibrado com Lewis, Rosenstein Rodan, etc) e (desequilibrado com Hirshmam) emergem com a questão das dinâmicas diferenciadas do centro e da periferia do sistema, mesmo quando se intenciona que todos cresçam juntos. As teorias do imperialismo e do dependentismo vem para aprofundar a questão da gestão política do avanço e do atraso. Mais recente ainda, temos as teorias do sistema-mundo - dado o ciclo de ascencão e crise dos estados-nacionais e as teorias da globalização - dado o ciclo de ascensão e crise do neo-liberalismo. Tópicos atuais da economia que interessam às relações internacionais são os mais variados: - panorama do comércio, indústria e finanças globais na atualidade; acordos comerciais, e instituições de regulacão comerciais; globalização produtiva e financeira, empresas e capitais globais; constituição de blocos econômicos e instituições de poder transnacionais; estratégias de catch up e de desenvolvimento regional, nacional e em bloco dos países emergentes; grandes gargalos mundiais - desequilíbrios sociais (pobreza e desigualdade), naturais (energéticos, climáticos, etc) e de poder (guerras, ditaduras, tráfico), entre outros. Em termos das bases do pensamento econômico, seria importante recapitular os principais modelos interpretativos – da economia política e do marginalismo (minha Unidade I na UFSM). Mas se a turma tem um entendimento bom dessas bases podemos ir direito ao pensamento econômico que “bebe” aí (dando uma parada pra acrescentar Keynes, Kalecki e Schumpeter) e segue adiante tematizando o crescimento e o desenvolvimento econômico e suas disparidades. Assim, proponho irmos direto pro que interessa: 1 – List 2 – Lênin e Bukhárin 3 – Hilferding e Hobson 4 – Keynes e Schumpeter 5 – Lewis, Rosenstein-Rodan, Nurkse 6 – Myrdal, Hirshman, Gershenkron 7 –Prebisch, Gunder Frank, Marin, Furtado, Cardoso. 8- Wallerstein, Arrighi, Beluzzo.

1983. SCHUMPETER. Barcelona: Ariel. In GERSCHENKRON.Bibliografia LIST. 1985. GERSCHENKRON (1973 [1952]). Partes II e III ) HILFERDING. R. 23 e 24.) (1969). p. Caio. The University of Michigan Press. In AGARWALA. S. John Maynard. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.unesp. Problemas de industrialização da Europa oriental e suboriental. 229-259. Michigan. Teoria econômica e regiões subdesenvolvidas. Cap. (Part I) (adicional . 1 a 7. São Paulo: Abril Cultural. 69-136. São Paulo: Abril Cultural. 1. p. 15-34.BUGIATTO. John A. (1961) Estratégia do desenvolvimento econômico.) (1969). Col. caps. S. Parte 2. Vladimir. In: Ricardo Bielschowsky. 1. N. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura caps. BUKHARIN. Parte III cap 11. SINGH. N. 1982. HIRSCHMAN. . N.A evolução do capitalismo moderno. O imperialismo: fase superior do capitalismo. O desenvolvimento econômico da América Latina e alguns de seus problemas principais. Eu . El atraso económico en su perspectiva histórica. 1 a 3. Sistema nacional de economia política. p.7. 1983). Cinquenta anos de pensamento na CEPAL. Abril Cultural. G. In AGARWALA. Argumentos políticos a favor do capitalismo antes do seu triunfo. 1968. Caps. 2000. O Capital Financeiro. Rio de Janeiro: Forense. LEWIS (1969 [1954]). As paixões e os interesses. P. A economia do subdesenvolvimento. 5 e 8. O desenvolvimento econômico com oferta ilimitada de mão-de-obra. Capitalismo. cap. A. (Coord. Alexander (1973). Caps. Socialismo e Democracia. 77-204. 1961. Teoria do imperialismo de Joh Hobson. (Coord.. vol. LENIN.br/revistas/index. Abril Cultural. 10 a 17. 1. Ragnar (1957). ROSENSTEIN-RODAN (1969 [1943]). PREBISCH. Imperialism: a study. P. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura. Rio de Janeiro: Record. p. Georg Friedrich. 29 e 33. HOBSON. A. Raúl. Ann Harbor Paperbacks. 1979. Problemas da formação de capital em países subdesenvolvidos. Caps.marilia. especialmente caps. São Paulo. SCHUMPETER.php/ric/article/viewFile/171/157 KEYNES. Joseph A. p. A teoria geral do emprego. 1 a 4 MYRDAL. Joseph A. Atraso econômico e industrializacion. 1983. A economia mundial e o imperialismo. SINGH. 29-133. do juro e do dinheiro. p. 2002. 1905/1965. (Parte II. São Paulo. 16-97. 43-86. Rio de Janeiro: Record. A. II e III. Os Economistas. Teoria do desenvolvimento econômico. HIRSCHMAN.(1915/1984). Partes I e II. NURKSE. São Paulo: Editora Parma. Rio de Janeiro: Saga. São Paulo. pp. In http://www2. São Paulo: Abril Cultural. 2. e Caps 22 e 25).. Nova Cultural. Albert O.

Revista do BNDES. F. In http://www. ed. 2. Financiamento e crescimento econômico: uma visão geral da literatura e posicionamento no debate. 1. pp.scielo.(org) Estados e moedas no desenvolvimento das nações.. 29.br/scielo. (1982) A violência da Moeda. pp.pdf HAYEK. (1945) The use of knowledge in society. 1990. 119-147 (1948). pp. F. 172. R. pp. v. HAYEK. (1988) Market socialism or socialization of the market.cedeplar.uleth. pp. caps.4. p. Nov.FURTADO.. Petrópolis: Vozes. In : http://classes. Immanuel. n. Cardoso.php? script=sci_arttext&pid=S0103-40141999000300013 WALLERSTEIN. Introdução e cap. (1992) Organization and markets. H. 2. 1. v. L G. Eduardo. 1999 In http://www. VELASCO e CRUZ. Sugestões para aprofundamento de temas específicos Para debate Estado x Mercado ALBUQUERQUE. . jun. São Paulo: Loyola. O caminho da servidão. 2007.bndes. n. p. 148-180 (1948). 6. 2005.Dec. FURTADO. 5. In: Individualism and economic order. 77-91. H. 387-415. Chicago: The University of Chicago Press. HAYEK.H. Plano x mercado na história do pensamento econômico: diferentes contextos e lições de quatro rodadas de um grande.ufmg. 1999. HAYEK.br/pesquisas/td/TD%20302. 2000. Chicago: The University of Chicago Press. Estud. In: Individualism and economic order. CASTRO. 2008.pdf SIMON. 31-47. In: Ricardo Bielschowsky. São Paulo: Editora Brasiliense.16. In: Individualism and economic order. p. Outros temas AGLIETTA. Desenvolvimento e subdesenvolvimento. New Left Review. In: Individualism and economic order. set/1974. (1935a) Socialist calculation I: the nature and history of the problem. Chicago: The University of Chicago Press. vol. In http://www. Finança global e ciclo de expansão In FIORI. Cinquenta anos de pensamento na CEPAL.: UFMG/Cedeplar. HARVEY. pp. David. P. Chicago: The University of Chicago Press. 277-308. André. Comparative Studies in Society and History. Cap. p. J.37 São Paulo Sept. 14 e 15 e conclusão. (1948).13 no. Journal of Economic Perspectives. 239262. e ORLÉAN. (1940) Socialist calculation: the competitive solution. Michel. Cultura e desenvolvimento em época de crise.gov. 25-44 ELSON. Celso. 14. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Rio de Janeiro: Record. S. n.pdf BELUZZO. F. 185-214 HAYEK. Rio de Janeiro: Instituto Liberal. Friedrich A. 181-208 (1948)./Dec. Idéias do poder: dependência e globalização em F.J. 1990.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhecimen to/revista/rev2909. v.L. D.ca/200501/anth2010a/Wallersteing. av. (1935b) Socialist calculation II: the state of the debate. F. Lavinia B. The Rise and Future Demise of the World Capitalist System. vol. C. 1984. B. O Novo Imperialismo. n. 3-44.

Nova Fronteira. Historia financiera de Europa. Boitempo Editorial. 1996 “A sociological persective on Universal Banking”. WRIGHT. cap. 104. David. pp. London: George Allen & Unwin. Charles P. Michael. Capítulos 3 a 6. Barcelona. 51-88. 244-286. A. n. Sept/Oct.HARVEY.pp. KINDLEBERGER. 1980. México. Cap 1 (Introducción).1-44) e cap. Los límites del capitalismo y la teoría marxista. In: SAUNDERS. . 1 (Crises financeiras: uma questão persistente). v. OHMAE. (1983) The economics of feasible socialism. Para além do capital. ("La evolución del dinero en Europa Occidental"). 93-124 (http://newleftreview. MÉSZÁROS. 2002. crédito y finanzas). Third Edition. 41. pp. Um histórico das crises financeiras. 1985. IX (Dinero. pp. cap. Editora da UNICAMP. 2000. Charles P.126) e conclusões (pp. Oxford University Press. cap. 84-97. v. Fondo de Cultura Económica. István. pp 716-722. especialmente cap. 15-27.org/?getpdf=NLR27506). Ingo. 1994. (1981) New light on Trostii’s Economic Views. A. p. 265-275. 3 (Manias especulativas). KINDLEBERGER. 29-61. 12 (Conclusão: as lições da história). 25 ( A crise atual). 1-14. 2. cap. pânico e crasches. pp. Rio de Janeiro. ROGERS. Karl. XVIII-XXI. Manias. NOVE. 249-254. 2 (Anatomia de uma crise típica). p. Introdução. São Paulo. (1992) An economic history of the USSR – 1917-1991. 5 (pp. New Left Review. E. Universal Banking in the United States. Editorial Crítica. 3050. David. 13-23. cap. 1988. Campinas. 40. 1079-1093. cap. Beth e SCHWARTZ. pp. A grande transformação. Ed. POLANYI. O. NOVE. The Power structure of American Business. Chicago: University of Chicago Press. pp. pp. 1990. A ascensão das economias regionais. Slavic Review. p.1. Kenichi. 1-14. O fim do Estado Nação. As origens de nossa época. NOVE. pp. 1. cap. capítulos 1 a 5. Revista e atualizada. London: Penguin. Rio de Janeiro: Campus: 1996. What could we gain? What coul we lose? New York. especialmente capítulos 1e 2 (pp. MINTZ. Anthony e WALTER. A. (2006) Compass points: towards a socialist alternative. Rio de Janeiro: Campus.