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Variáveis de processo:

Conceitos básicos para o aprendiz de instrumentação.

Variáveis de processo: Conceitos básicos para o aprendiz de instrumentação.

Conhecimento básico para instrumentação

Variáveis de processo:

1.

Introdução O objetivo primeiro deste curso é relembrar que dentro dos processos industriais, ocorrem diversos fenômenos químicos e físicos que precisam ser entendidos se quisermos quantifica-los adequadamente.

1.1

Grande parte destes fenômenos são inter-dependentes, e se co-relacionam dentro de uma função característica do processo em questão. Por exemplo: A temperatura do vapor d’água saturado, é uma função da pressão absoluta do vapor.

saturado, é uma função da pressão absoluta do vapor. Como geralmente nos interessa um processo estável,

Como geralmente nos interessa um processo estável, em que os fenômenos ocorram de maneira fixa, previsível e no ponto teórico de maior eficiência, ao monitorarmos o processo, verificamos que se variarmos, intencionalmente ou não, a ocorrência de um dos fenômenos envolvidos, vários outros também variarão, e modificarão totalmente a nossa expectativa daquele processo.

A estes fenômenos interdependentes do processo, chamamos então de: variáveis de processo. As principais variáveis de processo que aqui serão abordadas, são:

.

Nível

. Fluxo

.

Pressão

. Viscosidade

.

Densidade

. Massa

.

Temperatura

. Peso

.

Calor

. Tempo

. Pressão . Viscosidade . Densidade . Massa . Temperatura . Peso . Calor . Tempo

1.2 Todas estas variáveis de processo têem suas características físicas. Isto é, podem ser fisicamente identificadas e diferenciadas das outras. Normalmente caracterizam uma “dimensão física” que as define. Este ponto veremos em cada uma das variáveis de processo quando as estudarmos.

1.3 Dimensões físicas, são as variáveis físicas mensuráveis em um fenômeno, quando da sua ocorrência. Por exemplo: a velocidade média de um carro ocorre em uma dimensão “extensão linear percorrida” [L], dividida pela dimensão “tempo gasto para percorre-la” [t] ou seja: [Vel=L/t] e pode ser medida pelas unidades “metro” e “segundo”: Vel=m/s.

medida pelas unidades “metro” e “segundo”: Vel=m/s. 1.4 Unidades dimensionais coerentes: Quando o homem começou
medida pelas unidades “metro” e “segundo”: Vel=m/s. 1.4 Unidades dimensionais coerentes: Quando o homem começou

1.4 Unidades dimensionais coerentes:

Quando o homem começou a comparar objetos ou situações, ele inventou o que hoje se denomina unidades dimensionais.

Alguns nomes de unidades antigas são bem sugestivos, exemplos:

dedos (polegadas), pé, braça, etc

.

Mas logo, ele se deu conta de que as suas "unidades" valiam apenas para um indivíduo. (Seu pé não tem o mesmo tamanho que o meu) e as informações recebidas não tinham muito significado, a menos que se conhecesse o indivíduo que fez as medições. Portanto, fez-se necessário outra invenção humana: A padronização das unidades.

1.4.1.

Padronização:

as medições. Portanto, fez-se necessário outra invenção humana: A padronização das unidades. 1.4.1. Padronização:

A padronização começou regionalmente,

por tribo, cidade, nação, etc

falava em "Pé", falava-se da dimensão do "Pé" de alguém conhecido, por exemplo um rei ou um chefe.

e quando se

conhecido, por exemplo um rei ou um chefe. e quando se Mas, como a "pessoa padrão"
conhecido, por exemplo um rei ou um chefe. e quando se Mas, como a "pessoa padrão"

Mas, como a "pessoa padrão" geralmente tinha outras coisas mais interessantes a fazer e não podia estar presente a todas as "medições", o "gênio inventivo" foi forçado a uma terceira solução:

O padrão secundário.

forçado a uma terceira solução: O padrão secundário. 1.4.2. Padrão secundário: Consiste em tirar

1.4.2. Padrão secundário:

Consiste em tirar "moldes", o mais real possível, do "padrão" e distribuí-los aos interessados.

Mas para que o padrão secundário funcione, ele precisa ter quatro qualidades básicas: Exatidão, precisão, durabilidade e fácil reprodução.

1.4.3. Exatidão

Quando digo que meu padrão é exato, estou dizendo que ele é cópia fiel do padrão original. Isto é: Reproduz o "padrão primário" em todos os seus detalhes que interessem à medição em curso.

original. Isto é: Reproduz o "padrão primário" em todos os seus detalhes que interessem à medição
original. Isto é: Reproduz o "padrão primário" em todos os seus detalhes que interessem à medição

1.4.4.

Precisão:

Por precisão, quero dizer que meu padrão repete a mesma leitura para a mesma dimensão, em qualquer situação de medição.

Obs.: Um padrão pode ser exato e não ser preciso. Por exemplo: Se o padrão do metro fosse de borracha, outra cópia sua, também de borracha, seria exata, mas nenhum dos dois seria preciso, pois conforme a força usada para extendê-los, em uma medição, teríamos diversos resultados para a mesma dimensão.

Por outro lado, um padrão pode ser preciso e não ser exato. Imagine que eu tenha um "padrão" de metro, feito de material indeformável, mas que tenha apenas 80 cm. Ele será preciso, pois as leituras de suas medições, para a mesma dimensão, se repetirão sempre, em qualquer situação, mas ele jamais será exato.

sempre, em qualquer situação, mas ele jamais será exato. 1.4.5. Durabilidade: Um padrão deve ser durável,

1.4.5.

Durabilidade:

Um padrão deve ser durável, resistente e indeformável para que seja prático, algo que possa ser utilizado e manuseado várias vezes e continuar exato e preciso.

1.4.6. A fácil reprodução:

É um ítem muito importante para um padrão, pois no caso de perda do padrão em uso, posso substituí-lo rapidamente, mantendo precisão e exatidão, recorrendo apenas a recursos próprios.

padrão em uso, posso substituí-lo rapidamente, mantendo precisão e exatidão, recorrendo apenas a recursos próprios.

1.4.7.

Unidades fundamentais:

Em qualquer sistema de unidades, existem sete "dimensões" que são básicas, e portanto, exigem padrões.

Todas as outras unidades do sistema são derivadas delas.

Estas dimensões são:

Comprimento, [L]

Ângulo plano, []

Massa, [M]

Temperatura, [T]

Intensidade de corrente elétrica, [I]

Intensidade luminosa, [i]

Tempo. [t]

1.4.8. Sistema de unidades coerentes:

A partir destas sete dimensões, padronizando-as, pode-

se criar um sistema de unidades, que assim será

denominado coerente.

Inúmeros sistemas de unidades foram e podem ser criados desta forma, mas com a globalização, a tendência é a unificação dos sistemas.

No momento existem dois sistemas de unidades coerentes importantes:

O sistema inglês, que foi criado empiricamente, não

adequado com a base de nosso sistema numérico, mas, devido à importância das obras científicas e técnicas, desenvolvidas pelos paises de língua inglesa, se mantém recalcitrantemente de uso global.

científicas e técnicas, desenvolvidas pelos paises de língua inglesa, se mantém recalcitrantemente de uso global.

O sistema métrico internacional (SI), legalmente

adotado em todos os países (inclusive nos de língua inglesa), muito mais racional, adequado com nosso

sistema de numeração de base dez e com padrões de fácil reprodução, porém algumas vezes completamente ignorado pelos autores de língua inglesa.

Daqui para frente, trabalharemos sempre com o SI e quando se fizer necessário indicaremos como converter as unidades inglesas em unidades do SI.

1.4.9. sistema métrico internacional (SI):

Como dissemos, o sistema internacional de unidades é adequado à base de nosso sistema de numeração, isto

é: possui múltiplos e submúltiplos decimais, conforme

pode ser visto abaixo.

Prefixos para múltiplos e submúltiplos de unidades:

Prefixo Símbolo Hexa E

Prefixo

Símbolo

Hexa

E

Prefixo Símbolo Hexa E valor 1 8 10 Prefixo deci Símbolo valor d - 1 10

valor

18
10

Prefixo

deci

Símbolo valor

d

-1
10

Prefixo Símbolo Hexa E valor 1 8 10 Prefixo deci Símbolo valor d - 1 10
Prefixo Símbolo Hexa E valor 1 8 10 Prefixo deci Símbolo valor d - 1 10
Prefixo Símbolo Hexa E valor 1 8 10 Prefixo deci Símbolo valor d - 1 10
8 10 Prefixo deci Símbolo valor d - 1 10 1 5 10 1 2 10

15
10

12
10

10

9

10

6

10

3

10

2

10 1

centi

c

10

-2

mili

micro

nano

pico

femto

atto

m

10

-3

n

p

f

a

10

-6

10

10

-9

12

-15
10

-18
10

Peta

P

Tera

T

Giga

G

Mega

M

Kilo

k

Hecto

h

Deca

da

1 2 -15 10 -18 10 Peta P Tera T Giga G Mega M Kilo k
1 2 -15 10 -18 10 Peta P Tera T Giga G Mega M Kilo k
1 2 -15 10 -18 10 Peta P Tera T Giga G Mega M Kilo k
P Tera T Giga G Mega M Kilo k Hecto h Deca da 1.4.10. Unidades fundamentais:

Comprimento: Unidade [metro], símbolo [m]:

 Comprimento: Unidade [metro], símbolo [m]: Kr 86  1.650.763,73 l = 1 m Criado inicialmente

Kr 86

 1.650.763,73 l = 1 m
1.650.763,73 l = 1 m

Criado inicialmente para ser 1/10.000.000 de um quarto do meridiano terrestre.

Devido a impossibilidade de sua reprodução exata, teve sua definição modificada para:

Metro [m] : Comprimento igual a 1.650.763,73 comprimentos de onda, no vácuo, da radiação correspondente à transição entre os níveis 2P10 e 5d5 do átomo de criptônio 86.

Unidades inglêsas:

Inch (polegada) = 25,4 mm (milésimos de metro) Foot (pé) = 12 inchs = 30,48 cm (centésimos de metro) Mile (milha) = 5.280 feets = 1609 m (metros)

(milésimos de metro) Foot (pé) = 12 inchs = 30,48 cm (centésimos de metro) Mile (milha)

Ângulo plano: Unidade [radiano], símbolo [rad]:

B r r  r O A
B
r
r
r
O
A

Ângulo central que subentende um

arco de círculo cujo comprimento é igual ao do respectivo raio. Portanto, o

valor do radiano é: rad = 1/(2 x ) da

circunferência.

Unidade inglêsa:

Grau = 1/360 da circunferência.

Massa: Unidade [quilograma], símbolo [kg]:

Massa de um decímetro cúbico de água destilada, à temperatura de 294,16 kelvin (21ºC) e pressão de 100 quilopascais.

Nas primeiras versões do sistema métrico, a unidade de massa adotada era o "grama", mas com o tempo, seu múltiplo, o "quilograma", mostrou-e mais prático e hoje é a unidade padrão.

0,1 m 0,1 m 0,1 m
0,1 m
0,1 m
0,1 m

Unidade inglêsa:

Pound (lb) = 453,5924 g (gramas).

mais prático e hoje é a unidade padrão. 0,1 m 0,1 m 0,1 m Unidade inglêsa:

Temperatura termodinâmica: Unidade [kelvin], símbolo [K]:

Fração de 1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água.

da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água. No passado, a unidade de temperatura do sistema

No passado, a unidade de temperatura

do sistema métrico era o grau celsius, que é igual a 1/100 do diferencial de temperatura entre o ponto de fusão e

o ponto de ebulição da água destilada,

à pressão de 100 quilopascais [ºC].

Portanto, kelvin [K] = ºC + 273,16 .

Unidades inglêsas:

Rankine [ºR] = 0,556 K Rankine [ºR] = ºF + 459,67 Farenheit [ºF] = (ºC . 9/5) + 32

Intensidade de corrente elétrica: Unidade ampere, símbolo [A]:

Intensidade de corrente elética, contínua, que, mantida em dois condutores retilíneos, paralelos, de comprimento transcendente em relação à área de experimentos e seção transversal

insignificante, situados no vácuo a um metro de distância um do outro, produz entre estes condutores uma força igual a 2x10-7 newtons, por metro de comprimento destes condutores.

1 m I I 1 m DESLIGAR
1 m
I
I
1 m
DESLIGAR

Unidade inglêsa:

Ampere[A] = Ampere[A]

newtons, por metro de comprimento destes condutores. 1 m I I 1 m DESLIGAR Unidade inglêsa:

Intensidade luminosa: Unidade candela, símbolo [cd]:

S = 1/600.000 m 2 T = solidif. Pt P =101,325 kPa
S = 1/600.000 m 2
T = solidif. Pt
P =101,325 kPa

Intensidade luminosa, na direção perpendicular de uma superfície plana de área igual a 1/600.000 metros quadrados, de um corpo negro à

temperatura de solidificação da platina, sob a pressão de 101,325 quilopascais

DESLIGAR

Tempo: Unidade segundo, símbolo [s]:

Inicialmente postulado como sendo 1/86.400 do dia solar médio, hoje é definido como duração de 9.192.631.770 períodos da radiação correspondente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de césio 137.

hiperfinos do estado fundamental do átomo de césio 137. Cs 137 p 9.192.631.770 ps Todas as

Cs 137

do estado fundamental do átomo de césio 137. Cs 137 p 9.192.631.770 ps Todas as outras
p 9.192.631.770 ps
p
9.192.631.770 ps

Todas as outras unidades do SI são derivadas destas sete unidades fundamentais e não precisam de padrões.

Na medida que nossos estudos abordarem algum fenômeno ou situação que necessitar ser analisado através de dimensões, definiremos e derivaremos as unidades, dando também suas equivalentes no sistema inglês e suas conversões.

dimensões, definiremos e derivaremos as unidades, dando também suas equivalentes no sistema inglês e suas conversões.

2.

Nivel.

É a interface entre duas substâncias ou materiais de densidades diferentes, provocada pela ação do campo gravitacional local.

Sabendo-se que o nível representa uma interface entre duas substâncias, e como conhecemos os “continentes” do processo, vemos que ele pode representar uma área [L²], e seu deslocamento um volume [L³].

Porém, para defini-lo basta-nos a direção “gradiente do campo gravitacional local” [direção dada pelo prumo], um ponto de referência e a dimensão “comprimento linear [L]”.

H
H

Como unidade de medição, usamos a de comprimento, ou seja: no SI, o metro (m), seus múltiplos e submúltiplos.

Obs.: Para conversão de unidades em qualquer outro sistema coerente, veja o programa “conver.xls” fornecido juntamente com esta apostila.

As principais variáveis de processo corelacionadas com o nível e que também apresentam variação em sua função, são:

Deslocamento linear da interface

Pressão em um ponto de referência

Densidade do meio

Turbidez do meio

Condutividade elétrica do meio

Condutividade térmica do meio

 Densidade do meio  Turbidez do meio  Condutividade elétrica do meio  Condutividade térmica

Capacitância elétrica do meio

Viscosidade do meio

 Capacitância elétrica do meio  Viscosidade do meio
 Capacitância elétrica do meio  Viscosidade do meio

3.

Pressão.

É o resultado da aplicação de uma força uniformemente distribuída em uma área.

Ar

Válvula de segurança Manômetro Porta de visita Dreno
Válvula de
segurança
Manômetro
Porta de visita
Dreno

Ar

A teoria do caos, define pressão, da

seguinte forma:

Como dois corpos não podem ocupar

o mesmo lugar no espaço, o acúmulo

de partículas (matéria) em um “ambiente confinado”, gera um campo repulsivo entre estas partículas (moléculas), campo este, cujo efeito sobre as paredes do continente que

as mantém confinadas, normalmente denominamos de pressão ou tensão média resultante.

O campo gravitacional local, “confina” sobre a superfície do planeta uma camada de gases que denominamos “atmosfera”.

Com relação a um ponto qualquer, dentro da atmosfera, a força exercida pela resultante da atuação do campo gravitacional sobre a coluna de gases acima deste ponto, distribuída homogeneamente em uma área esférica em torno deste ponto, chamamos pressão atmosférica no ponto.

Portanto, em qualquer ponto do planeta existe uma pressão atmosférica local, também chamada pressão barométrica.

Portanto, em qualquer ponto do planeta existe uma pressão atmosférica local, também chamada pressão barométrica .

Quando medimos pressão, tomando a pressão atmosférica local como referência 0 (zero), dizemos que estamos medindo a pressão manométrica.

Quando somamos a pressão atmosférica á pressão manométrica, dizemos que estamos medindo a pressão absoluta.

Quando a pressão medida é menor que a pressão atmosférica local, dizemos que estamos medindo vácuo.

Como: Pressão = força sobre área e Força = [M.L/t²] ; área = [L²] , temos: Pressão = [M/(L.t²)] Que é a dimensão física de ocorrência da variável de processo pressão.

As principais variáveis de processo corelacionadas com a pressão e que também apresentam variação em sua função, são:

Geração de um gradiente de campo

Tensão nas paredes de seus continentes

Variação do volume de substâncias compressíveis

Variação do dew point dos vapores

A pressão, por ser uma razão entre força e área, é um “transformador natural” de forças e deslocamentos, pois quando transmitida através de um meio contínuo (tal como um fluido hidráulico), as forças tanto atuante quanto resultante, serão diretamente proporcionais à área de atuação, para uma mesma pressão.

Se o fluido for incompressível, os deslocamentos, serão inversamente proporcionais à área de escoamento.

pressão. Se o fluido for incompressível, os deslocamentos, serão inversamente proporcionais à área de escoamento.

Conforme dito acima, a pressão em um ponto é distribuida homogeneamente em uma área esférica em torno deste ponto, e sua unidade no SI, é Newton por metro quadrado (P=N/m²).

Obs.: Para conversão de unidades em qualquer outro sistema coerente, veja o programa “conver.xls” fornecido juntamente com esta apostila.

de unidades em qualquer outro sistema coerente, veja o programa “conver.xls” fornecido juntamente com esta apostila.

4.

Densidade.

É a quantidade de matéria (massa) contida em um

volume unitário.

A dimensão de ocorrência desta variável de processo, é:

Densidade = [

ocorrência desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em
ocorrência desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em

kg/m³)

desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em qualquer
desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em qualquer
desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em qualquer
desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em qualquer
desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em qualquer
desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em qualquer
desta variável de processo, é: Densidade = [ kg/m³) Obs.: Para conversão de unidades em qualquer

Obs.: Para conversão de unidades em qualquer outro

sistema coerente, veja o programa “conver.xls” fornecido juntamente com esta apostila.

A densidade Pode ser absoluta, e neste caso, é medida

em unidades de massa por unidade de volume (quando então é chamada de massa específica). Mas é muito comum medi-la por comparação à água (para líquidos:

[H 2 O=1]) e ar (para gases: [Ar=1]). Principalmente nestes casos de comparação relativa é que a denominamos densidade.

As principais variáveis de processo corelacionadas com a densidade e que também apresentam variação em sua função, são:

Variação da permeabilidade às radiações

Variação do momento de inércia

Se exposto ao campo gravitacional, variação do peso

Variação da força de empuxo

Variação da condutividade térmica

Variação da condutividade elétrica

Variação da viscosidade

empuxo  Variação da condutividade térmica  Variação da condutividade elétrica  Variação da viscosidade

5.

Temperatura.

A variável temperatura é definida como a medida da energia

cinética média dos átomos ou moléculas de uma substância, dada em graus Centígrados, Kelvin ou Fahrenheit. Á medida que um

graus Centígrados, Kelvin ou Fahrenheit. Á medida que um corpo absorve energia, sua temperatura aumenta. Também

corpo absorve energia, sua temperatura aumenta.

Também definida como o potencial do

campo energético “calor”. Em outras palavras, um diferencial de temperatura, gera um gradiente de potencial que propicia o fluxo da energia calor.

O produto da massa de um corpo, pelo diferencial

temperatura entre este corpo e um ponto de referência, nos

diz o quanto de energia calorífica este corpo é capaz de receber ou ceder para o ponto de referência (depende do sinal do diferencial [gradiente]), através de uma “condutância térmica”, característica do corpo, por nós denominada calor específico. (Q=M.C p .t)

A temperatura ocorre na dimensão física Temperatura

termodinâmica [t]: Unidade [kelvin], símbolo [K]:

Fração de 1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água.

No passado, a unidade de temperatura do sistema métrico era o grau celsius, que é igual a 1/100 do diferencial de temperatura entre o ponto de fusão e o ponto de ebulição da água destilada, à pressão de 100 quilopascais [ºC].

de temperatura entre o ponto de fusão e o ponto de ebulição da água destilada, à

Portanto, kelvin [K] = ºC + 273,16 .

Unidades inglêsas:

Rankine [ºR] = 0,556 K Rankine [ºR] = ºF + 459,67 Farenheit [ºF] = (ºC . 9/5) + 32

As principais variáveis de processo corelacionadas com a temperatura e que também apresentam variação em sua função, são:

Variação da energia cinética das moléculas

Emissão de radiação não ionizante (I.V., luz, U.V)

Variação da resistência elétrica do meio.

Efeito gerador termoelétrico

Dilatação dos materiais

Variações do campo magnético

Variações do paramagnetismo dos materiais

 Dilatação dos materiais  Variações do campo magnético  Variações do paramagnetismo dos materiais

6.

Calor.

Calor é energia, trabalho. Tanto quanto: Eletricidade, “força vezes deslocamento” (trabalho mecânico), “pressão vezes volume” (trabalho hidráulico), etc

“pressão vezes volume” (trabalho hidr áulico), etc Como normalmente as perdas geradas por qualquer trabalho ou

Como normalmente as perdas geradas por qualquer trabalho ou na utilização de qualquer outra energia se transformam em “calor”, dizemos que calor é o mais baixo nível de energia disponível na natureza.

E portanto, também o tipo de energia mais facilmente acessado pelo homem. Daí, a importância da termodinâmica em todas as atividades.

Como calor é trabalho, ele ocorre na dimensão física [Q=M.L²/t²]

Sua unidade no SI é o Joule (J)

As principais variáveis de processo corelacionadas com o fluxo de calor e que também apresentam variação em sua função, são:

Variação da temperatura

Variação da energia cinética das moléculas

Emissão de radiação não ionizante (I.V., luz, U.V)

Variação da resistência elétrica do meio.

Efeito gerador termoelétrico

Dilatação dos materiais

U.V)  Variação da resistência elétrica do meio.  Efeito gerador termoelétrico  Dilatação dos materiais

Variações do campo magnético

Variações do paramagnetismo dos materiais

7.

Fluxo.

Para entendermos exatamente o que é fluxo, vejamos alguns velhos conceitos sob o novo enfoque dado pela “teoria do caos”.

Q
Q

Campo de forças:

Um campo de forças é uma região do espaço, modificada pela natureza física de um agente colocado em seu interior, cuja propriedade é exercer uma força sobre qualquer partícula, afetada por sua natureza física, colocada dentro de seu raio de ação.

Linhas de força:

A trajetória do deslocamento da partícula afetada pela natureza física do campo, sob a ação da força exercida por este mesmo campo, define o que chamamos linha de força.

A força que atua sobre a partícula tende a restabelecer o ponto de equilíbrio do sistema, ou seja: Seu ponto de menor energia.

As linhas de força, unem os pontos heteropotenciais contínuos (portanto fractais) do campo, definindo assim seu

As linhas de força, unem os pontos heteropotenciais contínuos (portanto fractais) do campo, definindo assim seu

gradiente ou caminho real das diferenças de potenciais, no sentido do ponto de maior energia, para o de menor energia.

As linhas de força não são necessáriamente lógicas ou retilíneas, pois suas trajetórias dependem da homogeneidade (ou da heterogeneidade) do meio onde se “propagam”.

Descrevem portanto “caminhos” que normalmente se desenvolvem em dimensões fractais.

Pressão ou tensão:

Como dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço, o acúmulo de partículas (matéria) em um ambiente confinado, gera um campo repulsivo entre estas partículas (moléculas), campo este, cujo efeito sobre as paredes do continente que as mantém confinadas, normalmente denominamos de pressão ou tensão média resultante.

Condutor: É um meio através do qual “existe facilidade” para a propagação das linhas de força do campo em questão.

Fluxo:

É o resultado obtido com o deslocamento das partículas afetadas e partículas não afetadas, arrastadas pelas afetadas (matéria), cada uma seguindo sua própria linha de força através do condutor, pela ação do gradiente de um ou vários campos, tomado em um intervalo de tempo.

linha de força através do condutor, pela ação do gradiente de um ou vários campos, tomado

Fluido:

É toda matéria ou energia que apresenta o fenômeno de

fluxo, sob a ação de um ou vários campos.

Tipos de fluidos:

Quando um fluido está sob a ação de um ou vários campos, dependendo das propriedades físicas de suas moléculas e das intensidades dos campos, os seguintes fenômenos podem ocorrer em maior ou menor grau:

A- O fluido apresenta variação apreciável de volume.

B- O fluido apresenta variação apreciável de estado físico.

C- O fluido sofre interferência inercial apreciável.

D- O fluido está sob a ação apreciável de mais de um campo.

(P/exemplo: Pressão e campo gravitacional).

A combinação dos fenômenos acima descritos, incluindo

suas negativas, representam todos os tipos de famílias de

fluidos, possíveis conforme seu fluxo, inclusive sólidos, plasmas e partículas sub atômicas.

Por exemplo:

Um bombeamento normal de água é: Não A, nãoB, sim C, sim D.

plasmas e partículas sub atômicas. Por exemplo: Um bombeamento normal de água é: Não A, nãoB,

A corrente elétrica é considerada:

C, não D.

Não A, não B, não

Conforme visto, o fluxo pode ser de qualquer substância, matéria ou energia, tomado em relação ao tempo de “escoamento”.

Por exemplo:

Veículos por hora

kWh por segundo

Metros cúbicos por dia, etc

Portanto sua dimensão de ocorrência varia conforme a unidade em “escoamento” [Q=U/t] onde U = unidade em “escoamento”.

Suas ocorrencias mais comuns são:

Fluxo mássico:

Fluxo volumétrico:

dim = [M/t];

dim = [L³/t];

Unid = (kg/h)

Unid = (m³/h)

Fluxo volum. Referencial: dim = [L³ ref /s];

Unid = (Nm³/h)

As principais variáveis de processo corelacionadas com o fluxo e que também apresentam variação em sua função, são:

Variação da temperatura

Dissipação gradativa da energia potencial

Interferência inercial sobre as partículas em fluxo

Interferência inercial sobre as partículas em não fluxo

Variação da potência de dissipação de energia

Variação acústica do meio

as partículas em não fluxo  Variação da potência de dissipação de energia  Variação acústica

8.

Viscosidade.

Para sabermos o que é viscosidade, temos que saber o que é resistência ao fluxo.

Vejamos o que o “caos” nos diz sobre isto:

ao fluxo. Vejamos o que o “caos” nos diz sobre isto: Resistência ao fluxo: A quantidade,
ao fluxo. Vejamos o que o “caos” nos diz sobre isto: Resistência ao fluxo: A quantidade,

Resistência ao fluxo: A quantidade, propriedades físicas (“qualidade”) e grau de rigidez das partículas não afetadas existentes em um fluxo, oferecem maior ou menor dificuldade à sua passagem. A esta propriedade de dificultar o fluxo, chamamos resistência do condutor ao fluxo de um fluido.

Quanto maior for a resistência, “menos condutor” se torna o meio de propagação das linhas de força, portanto maior o gradiente do campo, maior a dissipação energética através da resistência e maior o diferencial de pressão ou tensão necessário para se “manter” o fluxo .

De que depende a resistência ao fluxo?

- De diversos fatores, conforme enumerados abaixo:

a. Rugosidade e acidentes do condutor: Quanto mais rugoso (áspero) for o condutor ou sinuoso, maior será a resistência oferecida ao fluxo (quantidade maior de partículas não afetadas).

for o condutor ou sinuoso, maior será a resistência oferecida ao fluxo (quantidade maior de partículas

A ação da rugosidade de um condutor é uma função da interação das características físicas do condutor com as características físicas da família do fluido em fluxo.

b. Dimensões físicas do condutor: Quanto mais comprido o condutor, maior a resistência e quanto maior o diâmetro, menor a resistência, ou seja, a resistência é diretamente proporcional ao comprimento e inversamente proporcional ao diâmetro do condutor.

c. Força de ligação entre as partículas do fluido (viscosidade ou coesão): A viscosidade é o resultado de um campo molecular interferente que gera forças atrativas entre as partículas do fluido, portanto, quanto maior a viscosidade, maior a resistência ao fluxo do fluido.

Se teoricamente considerarmos que todos os fluidos de uma mesma família, possuem a mesma viscosidade (a

da água para líquidos, a do ar para gases e a do vapor

d’água para vapores, etc

ideal, quando um fluxo de um fluido real (com

viscosidade diferente da “ideal”) flui através de um condutor, o efeito da viscosidade simula como se apenas

o diâmetro do condutor fosse diferente do diâmetro real, mantendo todas as outras características de fluxo para

o nosso fluido ideal.

),

criando assim um fluido

Se a viscosidade aumenta, o “diâmetro virtual” diminui, se a viscosidade diminui, o “diâmetro virtual” aumenta.

Portanto é possivel de se encontrar uma função da viscosidade que multiplicada pelo valor do diâmetro

aumenta. Portanto é possivel de se encontrar uma função da viscosidade que multiplicada pelo valor do

real do condutor, nos dê um “diâmetro virtual” tal que funcione como fator total proporcional inverso da resistência.

Para tubulações industriais e todas as famílias de fluidos, esta função se traduz pela seguinte fórmula:

f ( ) = 1,0046716 - 0,31173 x L n ();

= cp

d. Dimensão fractal do escoamento do fluxo, na seção ortogonal do condutor (grau de liberdade do escoamento da família do fluido): Considerando que os campos interferentes modificarão as trajetórias das linhas de força do campo principal (propelente), através da seção plana ortogonal do condutor, podemos dizer que o fator total proporcional inverso da resistência acontece na dimensão fractal da família do fluido em questão.

A unidade de viscosidade dinâmica no SI, é:

Newton-segundo por metro quadrado Simbolo: N.s/m² Descrição: Viscosidade dinâmica de um fluído tal que, sob uma tensão tangencial constante e igual a 1 newton por metro quadrado, a velocidade adquirida pelo fluido diminui a razão de 1 metro por segundo, por metro de afastamento na direção perpendicular ao plano de deslizamento.

Sua ocorrência dimensional é: [=M/(L.t)]

A unidade de viscosidade cinemática no SI é:

ao plano de deslizamento. Sua ocorrência dimensional é: [  =M/(L.t)] A unidade de viscosidade cinemática

metro quadrado por segundo Simbolo: m²/s Descrição: Viscosidade cinemática de um fluído, cuja viscosidade dinâmica é igual a 1 newton-segundo por metro quadrado, e cuja massa específica é igual a 1 quilograma por metro cúbico

Sua ocorrência dimensional é: [=L²/t]

Também é muito comum “medir” a viscosidade como comparação de tempo para escoamento de um volume fixo de fluido, através de um orifício “padronizado”.

Este é o caso do segundo saybolt universal: (SSU)

e do segundo saybolt furol: (SSF)

As principais variáveis de processo corelacionadas com a viscosidade e que também apresentam variação em sua função, são:

Variação do diâmetro virtual do condutor

Razão de fluxo para uma determinada pressão diferencial

Razão de pressão diferencial para um determinado fluxo

Variação de dissipação de energia ao longo do gradiente de campo

Variação do tempo de escoamento

fluxo  Variação de dissipação de energia ao longo do gradiente de campo  Variação do

9.

Massa.

Massa é a quantidade de matéria existente em um corpo. É uma das unidades fundamentais dos sistemas coerentes e independe de quaisquer outras unidades ou campos de força.

Ocorre na dimensão física massa [M]; Unidade: quilograma; Símbolo:[kg]

0,1 m 0,1 m 0,1 m
0,1 m
0,1 m
0,1 m

Definida como: Massa de um decímetro cúbico de água destilada, à temperatura de

294,16 kelvin (21ºC) e pressão de 100 quilopascais.

Nas primeiras versões do sistema métrico, a unidade de massa adotada era o "grama", mas com o tempo, seu múltiplo, o "quilograma", mostrou-e mais prático e hoje é a unidade padrão.

Unidade inglêsa:

Pound (lb) = 453,5924 g (gramas).

As principais variáveis de processo corelacionadas com a massa e que também apresentam variação em sua função, são:

Geração de campo gravitacional

Variação da quantidade de energia

Variação do momento de inércia

Variação da quantidade de calor

Variação da capacidade elétrica

 Variação do momento de inércia  Variação da quantidade de calor  Variação da capacidade

10.

Peso.

É a força resultante da exposição de uma massa ao campo gravitacional de outra massa cujas dimensões sejam muitíssimo maiores que a primeira.

cujas dimensões sejam muitíssimo maiores que a primeira. Normalmente, quando falamos peso de um corpo, estamos

Normalmente, quando falamos peso de um corpo, estamos nos referindo à força necessária para contrabalançar a aceleração gravitacional local, exercida pela massa de nosso planeta sobre a massa do corpo em questão.

Sabemos que a força resultante do campo gravitacional é diretamente proporcional às massas (que no caso vamos manter invariavel) e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas.

Sabemos também que na prática as distribuições de massa não são homogêneas e portanto rarissimamente o centro de massa coincide com o centro geométrico dos corpos (que é o caso da terra e outros planetas).

Sabendo ainda que P = M.g (peso é igual à massa vezes aceleração gravitacional), podemos ver que o peso não é o mesmo em todas as partes do planeta.

Como a aceleração gravitacional média do planeta é g = 9,807 m/s², e F= M.a convencionou-se que a unidade

do planeta. Como a aceleração gravitacional média do planeta é g = 9,807 m/s², e F=

para peso, seria a força exercida pela massa de 1 kg sob a ação da aceleração média da gravidade terrestre (9,807 m/s²) que é igual à 9,807 N.

Como peso é força, sua dimensão física de ocorrência é [P=M.L/t²]

As principais variáveis de processo co-relacionadas com o peso e que também apresentam variação em sua função, são:

Variação da latitude

Variação da longitude

Variação da altitude

Variação da massa

são:  Variação da latitude  Variação da longitude  Variação da altitude  Variação da
são:  Variação da latitude  Variação da longitude  Variação da altitude  Variação da

11.

Tempo.

É outra unidade fundamental dos sistemas coerentes de unidades. Ocorre na dimensão [t]; tem como unidade o segundo, símbolo [s]:

na dimensão [t]; tem como unidade o segundo, símbolo [s]: Inicialmente postulado como sendo 1/86.400 do

Inicialmente postulado como sendo 1/86.400 do dia solar médio, hoje é definido como duração de 9.192.631.770 períodos da radiação correspondente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de césio 137.

Até recentemente era postulado como uma sequência contínua de acontecimentos (similar à um fluxo), porém através do enfoque da teoria do caos, tudo indica que passará a ser encarado como medida do “potencial do campo de forças chronico” (similar à tensão do campo elétrico).

Mas por enquanto, vamos manter esta visão de fluxo, sem todavia perder a oportunidade de ver como evolui o enfoque do pensamento humano, considerando a leitura dos tópicos a seguir, apenas como um exercício do novo raciocínio.

Divirtam-se e preparem-se, pois a teoria do “caos” promete muitas mudanças conceituais, num futuro bem próximo.

Divirtam-se e preparem-se, pois a teoria do “caos” promete muitas mudanças conceituais, num futuro bem próximo.

Anexo 1.

Noções modernas sobre o tempo

Nossa intuição sempre nos disse que o tempo é um fluxo.

Tanto é verdade que expressões como “o fluir das horas” ou “o escoar dos minutos” são metáforas comuns entre nós.

O universo que nos legou Newton no qual todos os fenômenos físicos aconteciam, era o espaço tri-dimensional clássico euclidiano, absoluto, vazio, independente dos fenômenos que nele ocorriam.

Como dito por ele mesmo: "O espaço absoluto em sua própria natureza, sem levar em conta qualquer coisa que lhe seja externa, permanece sempre inalterado e imóvel".

Todas as mudanças no mundo físico eram descritas em função de uma dimensão à parte, O TEMPO, também absoluto, sem qualquer ligação com o mundo material e que fluía de maneira uniforme do passado para o futuro através do presente.

Em suas palavras: "Tempo absoluto, verdadeiro e matemático, de si mesmo e por sua própria natureza, flui uniformemente sem depender de qualquer coisa externa".

No século passado, Einstein com sua teoria da relatividade, balançou o edifício newtoniano, demonstrando que o

No século passado, Einstein com sua teoria da relatividade, balançou o edifício newtoniano, demonstrando que o

tempo não fluía uniformemente pelo universo mas que era uma função da velocidade e da massa.

Considerando-se que por definição velocidade é espaço sobre tempo e o tempo não poderia ser função dele mesmo, vamos traduzir a descoberta de Einsten como: O tempo é uma função da massa e do deslocamento.

Se nossa intuição estiver certa e se o tempo realmente é um fluxo, então ele deve fluir de um ponto, para outro ponto qualquer de menor potencial energético, dentro do mesmo Campo De Força Chrônico”.

Ele deve também obedecer às leis dos fluxos de fluidos guardando, certamente, as propriedades do tipo de fluido, de seus condutores, do campo de forças inerente e das dimensões envolvidas.

À luz da teoria dos fluxos fractais, isto implica em dissipação de energia, e neste caso, em escala tal que necessariamente tem que ser notada em nosso universo.

Por incrível que pareça, nossa “física tradicional” só admite na “natureza” um fluxo unidirecional para o tempo e também, contrariando a lógica dos campos de força, um único campo de força unipolar: “o campo gravitacional”.

O que conhecemos sobre o campo gravitacional?

força, um único campo de força unipolar: “ o campo gravitacional” . O que conhecemos sobre

Sabemos apenas que a força por ele gerada é diretamente proporcional às massas e inversamente proporcional ao quadrado da distancia entre elas e pode ser escrita:

F = k.

g

M

1

. M

2

2

L

ou dimensionalmente:

F

g

= k .

M

2

2

L

, onde

k = cte grav. = 6,67 E -11 N . m 2 / kg 2

Por outro lado F g = M * a Ou:

escrever:

F =

g

M.L

k.M

2

=

s

2

2

L

F =

g

M.L

s

2

. Então podemos

Para se conhecer a variação da força, variando-se o espaço, derivamos ambos os termos em função do espaço (L):

U . V'- U'. V

W . X'- W'. X

=

V

2

X

2

; Onde:

U = M * L

=>

U’= M

V = s 2

=>

V’= 0

W= k * M 2

=>

W’= 0

X

= L 2

=>

X’= 2 * L

U’= M V = s 2 => V’= 0 W= k * M 2 => W’=

f

(0-s s .M)

4

2

(2.k.M L .L-0)

4

2

l

=

=

 

M

2.k.M

2

-

=

 

s

2

L

3

1

2.k.M

 

= -

s

2

3

L

 

s

2

3

L

= - (2.k.M)

L 1,5

s = i. (2.k.M)

0,5

Por analogia com a eletricidade, onde : V = R * I e P = R*I 2 , vamos dizer:

s = 1 . ( L) . i 3 2.k.M onde :
s =
1 . (
L) . i
3
2.k.M
onde :
2 , vamos dizer: s = 1 . ( L) . i 3 2.k.M onde :

2 . k = 1,55 E -5 [N 0,5 m/kg]

s = Diferença de potencial chrônica

86580,9.

1

M = Resistência chrônica local = (R),

86580,9. 1 M = Resistência chrônica local = (R), ( L) 3 . i = Corrente
( L) 3
(
L)
3

. i = Corrente chrônica = (Y) (Y 2 ) = - L 3

1 M = Resistência chrônica local = (R), ( L) 3 . i = Corrente chrônica
8 6 5 8 0 , 9 . M = Condutância chrônica local P Ch

86580,9. M = Condutância chrônica local

P Ch

= R . Y

2

= - 86580,9 .

3

L

M = Potência liberada pelo fluxo da

2 = - 86580,9 . 3 L M = Potência liberada pelo fluxo da corrente chrônica

corrente chrônica

Note que:

Quanto maior a massa, maior a condutividade chrônica.

A corrente chrônica é um volume fractal complexo (imaginário).

A diferença de potencial chrônica é um “intervalo de

tempo”.

A potência chrônica liberada pela corrente de tempo que atravessa um corpo é diretamente proporcional ao seu volume e inversamente proporcional à raiz quadrada de sua massa.

PORTANTO: Se à variação de um campo magnético em um intervalo de tempo, corresponde um fluxo elétrico, também à variação de um campo gravitacional em um intervalo de espaço, corresponderá um fluxo temporal.

Os corpos no espaço newtoniano fluem para um corpo de maior densidade material, devido à força gravitacional resultante.

Porém, ao cortarem as linhas de força do campo gravitacional predominante, determinam a direção e sentido de tempo a ser fluída através deles.

O tempo é uma corrente, e pode fluir em qualquer direção ou sentido, dentro de um espaço temporal tri dimensional complexo (pelo menos).

e pode fluir em qualquer direção ou sentido, dentro de um espaço temporal tri dimensional complexo

Podemos dizer que:

1. Quando uma densidade material corta as linhas de força de um campo gravitacional, que não o seu, gera uma corrente de tempo, onde o volume formado pela direção do gradiente gravitacional local e o plano relativo da órbita da densidade material, juntamente com o ângulo de interseção deste plano com o sentido de movimento do sistema principal (similar à regra da mão direita de Faraday), determinam a direção e sentido da corrente de tempo

2. Quando uma corrente de tempo flui através de uma densidade material, cria em torno dela um campo gravitacional, (similar à regra do saca rolhas) . Este campo é de tal forma que tende a contrariar o fluxo de tempo local, e gera forças antigravitacionais, por indução. (Quando dois corpos se aproximam no espaço, eles não o fazem em linha reta, mas em arcos de espiral, devido à ação deste campo induzido).

3. Portanto, podemos dizer que a matéria é um condutor temporal, e por analogia com a corrente elétrica, talvez, possamos dizer que o tempo flui diferentemente através dos diversos tipos de corpos.

4. Quando a corrente de tempo flui do que convencionamos chamar, passado para o futuro, o campo gravitacional é atrativo.

5. Quando a corrente de tempo flui do que convencionamos chamar, futuro para o passado, o campo gravitacional é repulsivo.

6. Quando um campo gravitacional é atrativo, ele atrai matéria e repele radiação. (Naturalmente predominante nesta parte conhecida do universo).

é atrativo, ele atrai matéria e repele radiação. (Naturalmente predominante nesta parte conhecida do universo).

7.

Quando um campo gravitacional é repulsivo, ele atrai radiação e repele matéria.

8. Matéria (densidade material) e radiação, são pólos opostos da energia.

Uma pergunta aparentemente idiota, mas que faz sentido, é:

Porque as radiações são emitidas em todas as direções, a partir de um centro?

Uma vez que o fóton possui também caráter de massa, não deveria ser emitido preferencialmente em direção do centro gravitacional predominante, ou seja, ao baricentro do próprio corpo emissor?

Se nossa especulação fizer sentido, podemos notar que os corpos de maior densidade possuem um campo gravitacional mais forte, portanto, devem conduzir uma corrente de tempo mais intensa.

Quando um corpo está se movendo tão distante de outros corpos, não importa qual a sua velocidade, pois pelo seu referencial, a intensidade e a variação das linhas de força dos campos gravitacionais, que não o seu, tendem para zero.

E por conseguinte os corpos distantes cujo fluxo de tempo tende para zero, também têem massas e campos gravitacionais tendendo à zero: Possuem apenas densidades materiais, com potencial a se tornarem massas ou anti-massas. É a chamada massa perdida do universo.

apenas densidades materiais, com potencial a se tornarem massas ou anti-massas. É a chamada massa perdida

Portanto o tempo não flui e nem existe massa no espaço profundo.

Ora, num sistema onde o fluxo de tempo e a massa tendem a se manter constantes, há uma dificuldade razoável em alterar sua quantidade de movimento, pois isto implicaria em alterar sua corrente temporal e também o seu campo gravitacional.

A esta situação, convencionamos chamar: Inércia, coisa que nunca, até hoje, tinha sido explicado decentemente.

Um buraco negro, é uma região do espaço físico onde uma intensa corrente de tempo, flui em direção diversa da nossa, portanto a luz, quanto radiação, é atraída e os fótons, quanto densidades materiais, repelidos e enviados em outra direção temporal .

Deste drama, só podemos detectar o esmagamento dos fótons em sua dualidade.

Um quasar, ou buraco branco, é uma região do espaço onde uma corrente de tempo intensa converge para o nosso próprio fluxo de tempo.

Portanto, a intensidade das radiações por ele repelidas e enviadas em nossa direção temporal, pode ser facilmente detectável.

a intensidade das radiações por ele repelidas e enviadas em nossa direção temporal, pode ser facilmente

Podem e devem existir corpos cujo fluxo de tempo possui componente de direção oposta ao nosso fluxo de tempo, isto é:

Para nós, viajam no que convencionamos chamar, Do futuro para o passado, com intensidades que variam conforme a intensidade da componente acima citada.

Quanto menos densa for a matéria, menor será o fluxo de tempo gerado pelo gradiente do campo gravitacional que ele corta.

Talvez isto explique a abundância de hidrogênio e hélio em nosso universo.

Isto explica também a chamada velocidade das radiações, tais como a da luz. (Viajam em uma mesma gaveta de tempo).

Uma corrente de tempo pode ser alternada, ou seja: Uma massa que possui movimentos oscilatórios dentro de um campo gravitacional, provoca uma corrente alternada de tempo, daí talvez, a explicação para a natureza do elétron, que é massa quando viaja em um sentido do fluxo de tempo e onda (radiação), quando viaja no sentido inverso.

Sob este ponto de vista, todas as partículas atômicas e sub atômicas podem ser explicadas segundo suas diferentes componentes de fluxo temporal.

Isto explicaria também os campos de interação atômicos fracos e fortes.

suas diferentes componentes de fluxo temporal. Isto explicaria também os campos de interação atômicos fracos e

Um neutrino, por exemplo, pode ser uma densidade que viaja do futuro para o passado no campo temporal. Portanto, saindo fisicamente do sol, ele atinge a terra antes de ser gerado na sua fonte solar.

Parece loucura, mas se for válido, isto nos abre o caminho para o espaço e para as distâncias galáticas.

Também é o caminho para o domínio do campo gravitacional e do espaço temporal.

Podemos dizer que tudo que conhecemos como onda ou radiação, tem uma fraca componente de tempo na direção de nosso próprio fluxo de tempo, ou chrônico.

Por sua vez, tudo que conhecemos como massa tem uma forte componente de tempo na direção de nosso próprio fluxo chrônico.

Portanto a palavra massa, não tem mais sentido como uma grandeza física, e usaremos para definir o que pensamos como corpo, ou massa a palavra baro.

Um baro qualquer pode ser radiação, massa ou enigma, conforme seu fluxo chrônico resultante possuir componente de sentido coincidente, oposto ou ortogonal ao nosso próprio fluxo chrônico; E com gradações, caso esta componente for fraca, forte ou nula em relação ao nosso tempo referencial.

Com relação ao que foi dito anteriormente, a inércia só pode existir em um local:

ao nosso tempo referencial. Com relação ao que foi dito anteriormente, a inércia só pode existir

Próximo a uma massa apreciável.

Portanto, quantum só é massa em relação a outro quantum e no espaço profundo, não há inércia, o que quer dizer: Em condições propícias, naturais ou artificiais, uma nave pode ter a maneabilidade que se quiser ou puder imaginar.

Basta variar o seu campo gravitacional, isto induzirá uma corrente de tempo diferente da corrente local, e em conseqüência, a gradativa eliminação da inércia.

O que caracteriza o campo gravitacional é a força exercida sobre um baro que corta suas linhas de força, o sentido deste corte e a velocidade do baro.

é a força exercida sobre um baro que corta suas linhas de força, o sentido deste

Anexo 2.

11.4.4. Algumas unidades derivadas das fundamentais do SI:

Grandeza: Ângulo sólido Unidade: Esterorradiano Simbolo: sr Descrição: Ângulo sólido com vértice no centro de uma esfera, que subentende na superfície desta esfera, uma área medida pelo quadrado do raio desta esfera

Grandeza: Área Unidade: metro quadrado Simbolo: m Descrição: Àrea de um quadrado cujo lado tem comprimento igual a 1 metro

Grandeza: Volume Unidade: metro cúbico Simbolo: m Descrição: Volume de um cubo cuja aresta tem comprimento igual a 1 metro

Grandeza: Número de ondas Unidade: um por metro Simbolo: 1/m Descrição: Número de ondas de um fenômeno periódico cujo comprimento de onda é igual a 1 metro

Grandeza: Massa específica Unidade: quilograma por metro cúbico Simbolo: Kg/m³ Descrição: Massa específica de um corpo homogêneo, do qual um volume igual a 1 metro cúbico tem massa igual a 1 quilograma

Grandeza: Frequência Unidade: hertz Simbolo: Hz

um volume igual a 1 metro cúbico tem massa igual a 1 quilograma  Grandeza: Frequência

Descrição: Frequência de um fenômeno periódico cujo período tem a duração de 1 segundo

Grandeza: Intervalo de frequência Unidade: Oitava Simbolo:

Descrição: Intervalo de duas frequências cuja relação é igual a 2

Grandeza: Velocidade Unidade: metro por segundo Simbolo: m/s Descrição: Velocidade de um móvel que animado de um movimento retilíneo uniforme, percorre uma distância igual a 1 metro, em cada segundo

Grandeza: Velocidade angular Unidade: radiano por segundo Simbolo: rad/s Descrição: Velocidade de um móvel que animado de um movimento uniforme, gira de um ângulo igual a 1 radiano, em cada segundo

Grandeza: Aceleração Unidade: metro por segundo por segundo Simbolo: m/s² Descrição: Velocidade de um móvel que animado de um movimento retilíneo uniformemente variado, cuja velocidade varia à razão de 1 metro por segundo, em cada segundo

Grandeza: Aceleração angular Unidade: radiano por segundo por segundo Simbolo: rad/s² Descrição: Aceleração angular de um móvel animado de um movimento de rotação uniformemente variado, cuja velocidade angular varia à razão 1 radiano por segundo ,em cada segundo

de rotação uniformemente variado, cuja velocidade angular varia à razão 1 radiano por segundo ,em cada

Grandeza: Vazão Unidade: metro cúbico por segundo Simbolo: m³/s

Descrição: Vazão de fluidos que se escôa em regime permanente através de uma seção transversal do conduto,

à razão de 1 metro cúbico em cada segundo

Grandeza: Fluxo (de massa) Unidade: quilograma por segundo Simbolo: Kg/s Descrição:Fluxo de massa de um fluido que se escoa em regime permanente, através de uma seção transversal do conduto, a razão deum quilograma em cada segundo

Grandeza: Momento de inércia Unidade: quilograma-metro Simbolo: Kg.m Descrição: Momento de inércia, em relação a um eixo, de

um ponto material de massa igual a 1 quilograma, situado

a 1 metro da distância do referido eixo

Grandeza: Momento cinético Unidade: quilograma-metro por segundo Simbolo: Kg.m/s Descrição: Momento cinético, em relação a um eixo, de um corpo que gira em tôrno dêsse eixo com velocidade angular uniforme e igual a 1 radiano por segundo e cujo momento de inércia, é igual a 1 quilograma-metro

Grandeza: Força Unidade: newton Simbolo: N Descrição: Força que imprime a um corpo de massa igual

a 1 quilograma, uma aceleração igual a 1 metro por

segundo, no sentido da aplicação da força

Grandeza: Momento-de fôrças Unidade: metro-newton Simbolo: m.N

por segundo, no sentido da aplicação da força  Grandeza: Momento-de fôrças Unidade: metro-newton Simbolo: m.N

Descrição: Momento de força constante e igual a 1 newton, em relação a um ponto situado a 1 metro de distância de sua linha de ação

Grandeza: Impulsão Unidade: newton-segundo Simbolo: Ns Descrição: Impulsão produzida por uma força constante e igual a 1 newton, atuando sôbre um corpo durante 1 segundo

Grandeza: Pressão Unidade: newton por metro quadrado Simbolo: N/m² Descrição:Pressão exercida por uma força constante e igual a 1 newton, uniformemente distribuída sobre uma superfície plana de área igual a 1 metro quadrado, perpendicular à direção da força

Grandeza: Tensão superficial Unidade: newton por metro Simbolo: N/m Descrição: Tensão superficial de um líquido, em cuja superfície livre atua, perpendicular à uma direção qualquer, uma força uniforme distribuída e igual a 1 newton, por metro de comprimento medido nessa direção

Grandeza: Viscosidade dinâmica Unidade: newton-segundo por metro quadrado Simbolo: N.s/m² Descrição: Viscosidade dinâmica de um fluído tal que, sob uma tensão tangencial constante e igual a 1 newton por metro quadrado, a velocidade adquirida pelo fluido diminui a razão de 1 metro por segundo, por metro de afastamento na direção perpendicular ao plano de deslizamento

Grandeza: Viscosidade cinemática Unidade: metro quadrado por segundo

perpendicular ao plano de deslizamento  Grandeza: Viscosidade cinemática Unidade: metro quadrado por segundo

Simbolo: m²/s Descrição: Viscosidade cinemática de um fluído, cuja viscosidade dinâmica é igual a 1 newton-segundo por metro quadrado, e cuja massa específica é igual a 1 quilograma por metro cúbico

Grandeza: Energia Unidade: joule Simbolo: J Descrição: Energia necessária para deslocar o ponto de aplicação de uma força constante e igual a 1 newton, numa distância igual a 1 metro, na sua direção

Grandeza: Potência Unidade: watt Simbolo: W Descrição: Potência desenvolvida quando se realiza, contínua e uniformemente, um trabalho igual a 1 joule, em cada segundo

Grandeza: Densidade de fluxo de energia Unidade: watt por metro quadrado Simbolo: W/m² Descrição: Densidade de um fluxo de energia uniforme e igual a 1 watt, através de uma superfície de área igual a 1 metro quadrado, perpendicular á direção de propagação

Grandeza: Nível de potência Unidade: bel Simbolo: B Descrição: Unidade de uma escala numérica, cujos valores são dados pelo logarítmo decimal da relação entre o valor considerado de uma potência e um valor de potência tomando como referência

Grandeza: Quantidade de eletricidade Unidade: coulomb Simbolo: C Descrição: Quantidade de eletricidade que atravessa,

Grandeza: Quantidade de eletricidade Unidade: coulomb Simbolo: C Descrição: Quantidade de eletricidade que atravessa,

durante 1 segundo, uma seção transversal qualquer de um condutor percorrido por uma corrente de intensidade invariável e igual a 1 ampere

Grandeza: Tensão elétrica Unidade: volts Simbolo: V Descrição: Tensão elétrica existente entre duas seções transversais de um condutor percorrido por uma intensidade invariável e igual a 1 ampere, quando a potência dissipada entre essas duas seções é igual a 1 watt

Grandeza: Intensidade de campo elétrico Unidade: volt por metro Simbolo: V/m Descrição: Intensidade de um campo elétrico uniforme e invariável, no qual se verifica uma diferença de potencial igual a 1 volt entre dois pontos situados à distância de 1 metro um do outro, na direção do campo

Grandeza: Capacitância Unidade: farad Simbolo: F Descrição: Capacitância de um elemento passivo de circuito, entre cujos terminais se manifesta uma tensão constante e igual a 1 volt quando carregado com uma quantidade de eletricidade invariável e igual a 1 coulomb

Grandeza: Indutância Unidade: henry Simbolo: H Descrição: Indutância de um elemento passivo de circuito, entre cujos terminais se induz uma tensão elétrica constante e igual a 1 volt, quando percorrido por uma corrente cuja intensidade varia uniformemente à razão de 1 ampere em cada segundo

a 1 volt, quando percorrido por uma corrente cuja intensidade varia uniformemente à razão de 1

Grandeza: Resistência elétrica Unidade: ohm Simbolo:

 Grandeza: Resistência elétrica Unidade: ohm Simbolo: Descrição: Resistência elétrica de um elemento passivo de

Descrição: Resistência elétrica de um elemento passivo de circuito tal que uma diferença de potencial constante e igual a igual a 1 volt, aplicada aos seus terminais, faz circular nesse elemento uma corrente de intensidade invariável e igual a 1 ampere

Grandeza: Resistividade Unidade: ohm-metro

a 1 ampere  Grandeza: Resistividade Unidade: ohm-metro Descrição: Resistividade de um material homogêneo e

Descrição: Resistividade de um material homogêneo e isótropo, do qual um cubo cuja aresta mede 1 metro de comprimento, apresenta uma resistência elétrica igual a 1 ohm, entre taces opostas

Grandeza: Resistividade de massa Unidade: ohm- quilo-grama por metro quadrado

de massa Unidade: ohm- quilo-grama por metro quadrado Descrição: Resistividade de massa de um material

Descrição: Resistividade de massa de um material homogênio e isótropo, do qual um corpo de seção transversal uniforme, tendo comprimento igual a 1 metro e massa igual a 1 quilograma, apresenta entre suas extremidades uma resistência igual a 1 ohm

Grandeza: Condutância Unidade: siemens Simbolo: S Descrição: Condutância de um elemento passivo de circuito, tal que circulando uma corrente de intensidade invariável igual à 1 ampere, a diferença de potência entre os terminais desse elemento é igual a 1 volt

Grandeza: Condutividade Unidade: siemens por metro Simbolo: S/m Descrição: Condutividade de um material homogêneo isótropo, do qual um cubo cuja aresta mede 1 metro de

Simbolo: S/m Descrição: Condutividade de um material homogêneo isótropo, do qual um cubo cuja aresta mede

comprimento, apresenta uma condutância igual a 1 siemens entre faces opostas

Grandeza: Indução magnética Unidade: tesla Simbolo: T Descrição: Indução magnética de um campo magnético uniforme e invariável que, sobre um condutor retilíneo perpendicular a direção do campo e conduzindo uma corrente de intensidade invariável e igual a 1 ampere exerce uma força igual a 1 newton, por metro de comprimento desse condutor

Grandeza: Fluxo magnético Unidade: weber Simbolo: Wb Descrição: Fluxo magnético através de uma superfície plana de área igual a 1 metro quadrado, é perpendicular à direção de um campo magnético uniforme e invariável, cuja indução magnética é igual a 1 tesla

Grandeza: Intensidade de campo magnético Unidade: ampere por metro Simbolo: A/m Descrição: Intensidade de campo magnético uniforme e invariável, no qual se verifica uma força magnemotriz invariável e igual a 1 ampere, entre dois pontos situados à distância de 1 metro um do outro, na direção do campo

Grandeza: Relutância Unidade: ampere por weber Simbolo: A/Wb Descrição: Relutância de um meio homogêneo e isótropo, tal que uma força magnetomotriz invariável e igual a 1ampere, produz um fluxo magnético uniforme e igual a 1 weber

Grandeza: Gradiente de temperatura Unidade: kelvin por metro

produz um fluxo magnético uniforme e igual a 1 weber  Grandeza: Gradiente de temperatura Unidade:

Simbolo: K/m Descrição: Gradiente de temperatura uniforme, que se verifica em um meio homogêneo e isótropo quando a diferença de temperaturas entre dois pontos situados à distância de 1 metro um do outro, é igual a 1 kelvin

Grandeza: Entropia Unidade: joule por kelvin Simbolo: J/K

Descrição: Etropia de um sistema homogêneo e isótopo, cuja temperatura aumenta de 1 kelvin quando se lhe adiciona uma quantidade de calor igual a 1 joule

Grandeza: Calor de massa Unidade: joule por quilograma e por kelvin Simbolo: J/Kg K Descrição: Calor de massa de um sistema homôgeneo e isótropo, cuja temperatura aumenta de 1 kelvin quando se lhe adiciona calor à razão de 1 joule, para cada quilograma de sua massa

Grandeza: Condutividade térmica Unidade: watt por metro e por kelvin Simbolo: W/m K Descrição: Condutividade térmica de um sistema homogêneo e isótropo no qual se qual se verifica um gradiente de temperatura igual a 1 kelvin por metro, quando a densidade de fluxo de calor é igual a 1 watt por metro quadrado

Grandeza: Fluxo luminoso Unidade: lúmen Simbolo: lm Descrição:Fluxo luminosos emitido no interior de um ângulo sólido igual e 1 esterorradiano, por uma fonte puntiforme de intensidade invariável e igual a 1 candela e de mesmo valor em todas as direções

por uma fonte puntiforme de intensidade invariável e igual a 1 candela e de mesmo valor

Grandeza: Iluminamento Unidade: lux Símbolo: lx Descrição: iluminamento de uma superfície plana, de área igual a 1 metro quadrado, que recebe na direção perpendicular um fluxo luminoso igual a 1 lúmen, uniformemente distribuído

Grandeza: Luminância Unidade: candela por metro quadrado Símbolo: cd/m² Descrição: Luminância, em uma direção determinada, de uma fonte com área emissiva igual a 1 metro quadrado, cuja intensidade luminosa, na mesma direção, é igual a 1 candela

Grandeza: Quantidade de luz Unidade: lúmen segundo Símbolo: lm.s Descrição: Quantidade de luz, durante 1 segundo, de um fluxo luminoso uniforme e igual a 1 lúmen

Grandeza: Emitância luminosa Unidade: lúmen por metro quadrado Simbolo: lm/m² Descrição:Emitância luminosa de uma fonte superficial, que emite uniformemente um fluxo de luminoso igual a 1 lúmen, por metro quadrado de sua área

Grandeza: Convergência Unidade: dioptria Simbolo: di Descrição: Convergência de um sistema ótico, cuja distância focal é igual a 1 metro, no meio considerado

Grandeza: Excitação luminosa Unidade: lux-segundo

cuja distância focal é igual a 1 metro, no meio considerado  Grandeza: Excitação luminosa Unidade:

Simbolo: lx.s Descrição: Excitação luminosa durante 1 segundo, de uma superfície cujo iluminamento é igual a 1 lux

Grandeza: Eficiência luminosa Unidade: lumen por watt Simbolo: lm/W Descrição: Eficiência luminosa de uma fonte, que dissipa 1 watt de potência, para cada lúmen de fluxo emitido

Grandeza: Intensidade energética Unidade: watt por esterorradiano e por metro quadrado Simbolo: W/sr m² Descrição: Luminância energêtica, em uma direção determinada, de uma fonte superficial de intensidade energética igual a 1 watt por esterorradiano, por metro quadrado de sua área projetada sobre um plano perpendicular à direção considerada

Grandeza: Atividade Unidade: um por segundo Simbolo: 1/s Descrição: Atividade de um material radioativo, no qual produz uma desintegração em cada segundo

Grandeza: Exposição Unidade: colomb por qilograma Simbolo: C/Kg Descrição: Exposição a uma radiação eletromagnética tal, que a emissão corpuscular que lhe é associada, produz no ar em condições determinadas, íons portadores de uma quantidade de eletricidade igual a 1 colomb, para cada quilograma da massa de ar considerada

Grandeza: Dose absorvida Unidade: joule por quilograma Simbolo: J/Kg Descrição: Energia absorvida de uma radiação

Grandeza: Dose absorvida Unidade: joule por quilograma Simbolo: J/Kg Descrição: Energia absorvida de uma radiação

eletromagnética ou corpuscular, por quilograma da massa do material sobre o qual incide

11.5. A ocorrência de um fenômeno, acarreta modificações físicas no meio onde ele ocorre.

A estas modificações, chamamos de efeitos físicos do fenômeno. Por exemplo, o aumento da temperatura, normalmente causa a dilatação física dos materiais (corpos).

11.6. A ocorrência das variaveis de processo, podem ser detetadas diretamente, por exemplo: O deslocamento de um corpo pode ser detetado comparando sua posição no espaço, em diferentes pontos de uma sequência ordenada de tempo.

Porém, muitas vezes é mais fácil e preciso detetar sua ocorrência, indiretamente, através de um efeito físico provocado pelo fenômeno. Por exemplo: Detetar o aumento de temperatura, através da dilatação de uma coluna de mercúrio, dentro de um “termômetro”.

11.7. Portanto, é muito importante que se conheça a variavel de processo, suas características, suas dimensões de ocorrência e seus efeitos físicos no processo, para definir qual o melhor, mais preciso e mais econômico método para sua deteção.

E isto exige conhecimentos de física e criatividade.

Lembre-se, métodos tradicionais podem não ser os mais práticos ou baratos, e nem sempre são solução para seu processo em particular.

tradicionais podem não ser os mais práticos ou baratos, e nem sempre são solução para seu

11.8. Voltamos a frisar, para a efetiva interpretação dos resultados da medição de uma variavel de processo, são necessários os conhecimentos: Físico da variavel, e principalmente, do processo e suas co-relações com as outras variaveis nele envolvidas.

Físico da variavel, e principalmente, do processo e suas co-relações com as outras variaveis nele envolvidas.