SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO

MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL

Goiânia, 2012

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Dilma Vana Rousseff Presidenta da República Marco Antonio de Oliveira Secretário da Educação Profissional e Tecnológica Vicente Pereira de Almeida Reitor Claudecir Gonçales Pró-Reitor de Administração e Planejamento Elias de Pádua Monteiro Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional Fabiano Guimarães Silva Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Sebastião Nunes da Rosa Filho Pró-Reitor de Extensão Virgílio José Tavira Erthal Pró-Reitor de Ensino

Comissão Organizadora: Juliana Luiza de Oliveira (Especialista em Comunicação e Multimídia) Luzia de Fatima Cabral Ximenes (Mestre em Letras e Linguística) Maria Marta Martins (Mestre em Letras e Linguística) Raimunda Vieira dos Santos Silva (Especialista em Auditoria e Gestão Governamental) Revisão Linguística: Luzia de Fatima Cabral Ximenes Maria Marta Martins Colaboradores: Edevaldo Gomes de Souza – Câmpus Rio Verde Elaine Alves Santana – Câmpus Ceres Maria Eugênia Sebba Ferreira – Câmpus Iporá Maria Divina Moreira dos Santos Silva – Câmpus Urutaí Gustavo Carvalho da Rocha Lima Martins – Câmpus Morrinhos 2

Ao professor José Donizete Borges, pelos 34 anos de dedicação à Educação Profissional e seu empenho na criação do Instituto Federal Goiano. 3

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO ................................................................................................................ 6 CAPÍTULO I ........................................................................................................................ 7 1. INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 8 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. Impessoalidade .............................................................................................. 9 Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais ............................................... 9 Formalidade e Padronização ........................................................................ 11 Concisão e Clareza........................................................................................ 11

CAPÍTULO II ..................................................................................................................... 13 1. INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 14 2. PRONOMES DE TRATAMENTO ............................................................................ 14 2.1. 2.2. 2.3. Breve História dos Pronomes de Tratamento.............................................. 14 Concordância com os Pronomes de Tratamento......................................... 14 Emprego dos Pronomes de Tratamento ...................................................... 15

3. FECHOS PARA COMUNICAÇÕES .......................................................................... 18 4. IDENTIFICAÇÃO DO SIGNATÁRIO......................................................................... 19 5. DOCUMENTOS OFICIAIS/INSTITUCIONAIS .......................................................... 19 5.1. 5.2. 5.3. 5.4. 5.5. 5.6. 5.6.1. 5.6.2. 5.7. 6.1. 6.2. 6.3. 6.4. 6.5. 6.6. 6.7. O Padrão Ofício ............................................................................................ 20 Partes do Documento Padrão Ofício............................................................ 20 Forma de Diagramação ................................................................................ 21 Ofício ............................................................................................................ 23 Ofício Circular ............................................................................................... 25 Memorando.................................................................................................. 27 Definição e Finalidade .............................................................................. 27 Forma e Estrutura ..................................................................................... 27 Memorando Circular .................................................................................... 29 Ata ................................................................................................................ 31 Decisão Administrativa................................................................................. 33 Declaração .................................................................................................... 35 Despacho ...................................................................................................... 37 Edital ............................................................................................................. 39 Ordem de Serviço ......................................................................................... 39 Parecer ......................................................................................................... 42 4

6. OUTROS DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS ........................................................... 31

6.8. 6.9. 6.10. 6.11.

Portaria ......................................................................................................... 44 Regimento .................................................................................................... 46 Regulamento ............................................................................................ 46 Resolução.................................................................................................. 47

GLOSSÁRIO ..................................................................................................................... 49 SIGLAS ............................................................................................................................. 52 REFERÊNCIAS .................................................................................................................. 54

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por um lado. A última parte consta de um glossário. O primeiro capítulo trata da apresentação de alguns princípios que se aplicam às comunicações oficiais. Este trabalho deverá contribuir para a consolidação de uma cultura administrativa de profissionalização dos servidores deste Instituto.APRESENTAÇÃO Este manual é uma adaptação do Manual de Redação da Presidência da República. Consta. cuja função é. descreve e apresenta modelos de documentos oficiais/institucionais mais utilizados neste Instituto. moralidade. boa aplicação. publicidade e eficiência. Boa leitura. no que se refere às modalidades de comunicação escrita mais utilizadas. com vista ao atendimento das necessidades específicas do Instituto Federal Goiano (IF Goiano). de um conjunto de siglas de uso corrente na Instituição. de forma a manter um mesmo padrão no âmbito de todo o IF Goiano. além de servir como parâmetro na elaboração de documentos pautados na legalidade. por outro. buscar a padronização de seu uso. impessoalidade. O segundo. ainda. com a consequente melhoria dos serviços prestados à sociedade. sanar dúvidas recorrentes acerca do emprego de determinados termos inerentes ao cotidiano do IF Goiano e. Vicente Pereira de Almeida Reitor do IF Goiano 6 . Objetiva-se fornecer subsídios para a elaboração de documentos oficiais.

CAPÍTULO I ASPECTOS GERAIS DA REDAÇÃO OFICIAL 7 .

1. A redação oficial não é. a fixação dos fechos para comunicações oficiais. por fim. 8 . É inaceitável que um texto legal não seja entendido pelos cidadãos. impessoalidade. Não se concebe que um ato normativo de qualquer natureza seja redigido de forma obscura. após mais de meio século de vigência. do texto jornalístico. que dificulte ou impossibilite sua compreensão. regulados pela Portaria no 1 do Ministro de Estado da Justiça. da correspondência particular etc. pois há sempre um único comunicador (o Serviço Público) e o receptor dessas comunicações ou é o próprio Serviço Público (no caso de expedientes dirigidos por um órgão a outro) – ou o conjunto dos cidadãos ou instituições tratados de forma homogênea (o público). Apresentadas essas características fundamentais da redação oficial. uma distorção do que deve ser a redação oficial. necessariamente árida nem se opõe à evolução da língua. Dessa forma. por exemplo. clareza. A transparência do sentido dos atos normativos. portanto. como a impessoalidade. Outros procedimentos rotineiros na redação de comunicações oficiais foram incorporados ao longo do tempo. Acrescente-se. antes. Mencione-se. E. o que coloquialmente e pejorativamente se chama burocratês. fica claro que as comunicações oficiais são necessariamente uniformes. INTRODUÇÃO A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade. foi revogado pelo Decreto que aprovou a primeira edição do Manual de Redação da Presidência da República. publicidade e eficiência. passemos à apresentação de cada uma delas. de maneira diversa daquele da literatura. Este é. A publicidade implica necessariamente certos princípios. a concisão e o uso de linguagem formal que se aplicam à comunicação oficial. formalidade e uniformidade. são requisitos do próprio Estado de Direito. o que exige o uso de certo nível de linguagem. de 8 de julho de 1937 que. a clareza. que a identificação que se buscou fazer das características específicas da forma oficial de redigir não deve ensejar o entendimento de que se proponha a criação – ou se aceite a existência – de uma forma específica de linguagem administrativa. uso da norma padrão da linguagem. ainda. e se caracteriza pelo abuso de expressões e clichês do jargão burocrático e de formas arcaicas de construção de frases. moralidade. a uniformidade. Essa modalidade de comunicação deve sempre permitir uma única interpretação e ser estritamente impessoal e uniforme. concisão. a estrutura dos expedientes etc. O que ocorre é que sua finalidade básica – comunicar com impessoalidade e máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua. bem como sua inteligibilidade. pela legalidade. como as formas de tratamento e de cortesia. que são princípios fundamentais de toda administração pública.

assim. de um expediente assinado por Chefe de determinada Seção. Desta forma. não há lugar na redação oficial para impressões pessoais. o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. uma desejável padronização. clareza. ainda. quer pela fala. ou a outro órgão público. Obtém-se. ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos. por exemplo. A redação oficial deve ser isenta da interferência da individualidade de quem a elabora. é sempre necessário manter um tratamento impessoal. No entanto. Esse tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos que constam das comunicações oficiais decorre de alguns fatores: a) da ausência de impressões individuais de quem comunica: embora se trate. aqui entendidos como atos de caráter normativo. ou de um artigo assinado de jornal. Impessoalidade A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre. sempre concebido como público. como as que. Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais . há que se evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: se o universo temático das comunicações oficiais se restringe às questões que dizem respeito ao interesse público. ou mesmo de um texto literário. Os atos oficiais.1. objetividade e formalidade de que nos valemos para elaborar os expedientes oficiais contribuem. Concisão. do próprio caráter público desses atos e comunicações. constam de uma carta a um amigo. para que seja alcançada a necessária impessoalidade. é natural que não cabe qualquer tom particular ou pessoal. por exemplo.2. 1. com duas possibilidades: ela pode ser dirigida a um cidadão. de sua finalidade. temos um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal.A finalidade da língua é comunicar. cuja finalidade precípua é a de informar com clareza e objetividade. que permite que comunicações elaboradas em diferentes setores da Administração guardem entre si certa uniformidade. quer pela escrita. Nos dois casos. O mesmo ocorre com os expedientes oficiais. sobretudo na redação de documentos oficiais. b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação. ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos. de um lado. Para atingir esse objetivo. de outro. Não há dúvida que um texto 9 1. As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. é sempre em nome do Serviço Público que é feita a comunicação.

que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. o uso da norma padrão implica o emprego de linguagem rebuscada. Tanto a língua escrita. então. os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico tenha sua compreensão dificultada. por exemplo. nem de construções sintáticas altamente complexas. tem maior vocação para a permanência e vale-se apenas de si mesma para comunicar.marcado por expressões de circulação restrita como a gíria. Recomenda-se. de acordo com os usos que delas se façam. que seja atingida a compreensão. quanto a falada compreendem diferentes níveis. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso da norma padrão na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais. o que há é o uso da norma padrão nos atos e comunicações oficiais. Aquela é extremamente dinâmica. A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam. morfológicas ou sintáticas regionais. dos modismos vocabulares. ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas. há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua. De nenhuma forma. eles requerem o uso da norma padrão da língua. reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes e pode. O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal. o cuidado de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos. Ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. tampouco figuras de linguagem própria da língua literária. eventualmente. Vale salientar que a norma padrão nada tem contra a simplicidade de expressão. devendose evitar seu uso indiscriminado. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões. por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão. em um parecer jurídico. podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais. incorpora mais lentamente as transformações. Já a língua escrita. Pode-se concluir. das variações linguísticas permitindo. 10 . Em uma carta a um amigo. para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. propriamente. desde que não seja confundida com pobreza de expressão.. Nos dois casos. Certos rebuscamentos acadêmicos e o vocabulário próprio de determinada área são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. um “padrão oficial de linguagem”. portanto. não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. necessariamente. por essa razão. contar com outros elementos que auxiliem sua compreensão como os gestos. que não existe. Há consenso de que a norma padrão é aquela em que: a) as regras da gramática formal são observadas e b) há o emprego de um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. mas isso não implica. a entoação etc.

entender a concisão como economia de pensamento. ser dispensadas. detalhá-las.4. antes. por isso. ela depende estritamente das demais características da redação oficial. d) a concisão. Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. c) a formalidade e a padronização. obedecendo a certas regras de forma: além das já mencionadas exigências de impessoalidade e uso da norma padrão da língua. avesso a vocábulos de circulação restrita. 1. é imperativo. Formalidade e Padronização Concisão é. ainda. à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação. isto é. mais do que isso. que evita a duplicidade de interpretações que poderia decorrer de um tratamento personalista dado ao texto. Conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. Estas últimas podem esclarecer o sentido daquelas. de forma alguma. que possibilitam a imprescindível uniformidade dos textos. que faz desaparecer do texto os excessos linguísticos que nada lhe acrescentam. Concisão e Clareza 11 . não se devem eliminar passagens substanciais do texto no afã de reduzi-lo em tamanho. como a gíria e o jargão. passagens que nada acrescentem ao que já foi dito. além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve.3. por definição. conforme já citado na introdução deste capítulo. 1. a formalidade diz respeito à polidez. No entanto. o necessário tempo para revisar o texto depois de pronto. uma qualidade do que uma característica do texto oficial.As comunicações oficiais devem ser sempre formais. nem têm maior relação com as fundamentais. é fundamental que se tenha. Não se trata somente da eterna dúvida quanto ao correto emprego deste ou daquele pronome de tratamento para uma autoridade de certo nível (ver a esse respeito no item 2. É recomendável observar certa hierarquia de ideias existente em todo texto de alguma complexidade: ideias fundamentais e ideias secundárias. mas existem também ideias secundárias que não acrescentam informação alguma ao texto. Trata-se exclusivamente de cortar palavras inúteis. Para que se redija com essa qualidade. A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. a clareza não é algo que se atinja por si só. certa formalidade de tratamento. podendo. exemplificá-las.3 Emprego dos Pronomes de Tratamento). b) o uso da norma padrão da língua de entendimento geral e. a saber: a) a impessoalidade. É nessa releitura que muitas vezes se percebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de ideias. Não se deve. redundâncias.

há assuntos atrasados”. A revisão atenta exige. pois. em textos oficiais. principalmente. A ocorrência. ainda. A pressa com que são elaboradas certas comunicações quase sempre compromete sua clareza. desenvolva. diz a máxima. de trechos obscuros e de desvios gramaticais provém. esclareça. O que nos parece óbvio pode ser desconhecido por terceiros. necessariamente. precise os termos técnicos. com sua indesejável repercussão no redigir (grifo nosso). Explicite. Evite-se. tempo. da falta da releitura. Na revisão de um expediente. “Não há assuntos urgentes. a releitura do texto redigido. o significado das siglas e abreviações e os conceitos específicos que não possam ser dispensados.É pela correta observação dessas características que se redige com clareza. Outro fator indispensável à clareza é. se ele será de fácil compreensão por seu destinatário. como já mencionado. 12 . deve-se avaliar. o atraso. Não se deve proceder à redação de um texto que não seja seguida por sua revisão. muitas vezes faz com que os tomemos como de conhecimento geral. O domínio que adquirimos sobre certos assuntos em decorrência de nossa experiência profissional. que torna possível sua correção. o que nem sempre corresponde à verdade.

CAPÍTULO II DOCUMENTOS OFICIAIS / INSTITUCIONAIS 13 .

Breve História dos Pronomes de Tratamento A partir do final do século XVI. Além disso. esse modo de tratamento indireto já estava em voga também para os ocupantes de certos cargos públicos. antes de tudo. Ibid.2. 2. ed. vossa paternidade. E o pronome vós. vossa senhoria (. nominal e pronominal. passou-se a empregar. Embora se refiram à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala. vejamos outros aspectos comuns à maioria das modalidades de comunicação oficial: o emprego dos pronomes de tratamento. Assim aproximavam-se os vassalos de seu rei com o tratamento de vossa mercê. p. caiu em desuso. De acordo com Said Ali. os pronomes latinos tu e vós. assim usou-se o tratamento ducal de vossa excelência e adotaram-se na hierarquia eclesiástica vossa reverência. 3. INTRODUÇÃO A redação das comunicações oficiais deve. seguir os preceitos explicitados no Capítulo I. “como tratamento direto da pessoa ou pessoas a quem se dirigia a palavra”. e não a ela própria..1. Concordância com os Pronomes de Tratamento Said Ali. 2 Id. levam a concordância para a terceira pessoa. 1 após serem incorporados ao português. Gramática secundária histórica da língua portuguesa. PRONOMES DE TRATAMENTO O uso de pronomes e locuções pronominais de tratamento tem larga tradição na língua portuguesa.1. É dessa tradição que provém o atual emprego de pronomes de tratamento indireto como forma de dirigirmo-nos às autoridades civis. 1 2. ou a quem se dirige a comunicação). Vossa mercê evoluiu para vosmecê. Universidade de Brasília. 14 . Brasília: Ed.). com o tempo.. 1964. há características específicas de cada tipo de expediente. vossa 2 santidade. a forma dos fechos e a identificação do signatário. Aspectos Gerais da Redação Oficial. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “Vossa Senhoria nomeará o substituto”. Os pronomes de tratamento (ou de segunda pessoa indireta) apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal. que serão tratadas neste capítulo. Manoel. Prossegue o autor: “Outro modo de tratamento indireto consistiu em fingir que se dirigia a palavra a um atributo ou qualidade eminente da pessoa de categoria superior.” 2. e depois para o coloquial você. a segunda pessoa do plural no tratamento de pessoas de hierarquia superior. 93-94. militares e eclesiásticas. Antes de passarmos à sua análise. como expediente linguístico de distinção e de respeito. vossa eminência. “Vossa Excelência conhece o assunto”.

se for mulher. Quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes.. são Ministros de Estado. b) do Poder Legislativo: Senadores. A seguir.. 28. Oficiais-Generais das Forças Armadas. Secretários de Estado dos Governos Estaduais..118. “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”. o Chefe do Gabinete de Segurança Institucional. Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais. Emprego dos Pronomes de Tratamento 3 Nos termos do Decreto no 4. o correto é “Vossa Excelência está atarefado”. art. Deputados Estaduais e Distritais. Vice-Presidente da República. “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”. de 7 de fevereiro de 2002. Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal.”). o Advogado-Geral da União e o Chefe da Corregedoria-Geral da União. Ministros do Tribunal de Contas da União.Da mesma forma. o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa (masculino ou feminino) a que se refere. Ministros de Estado 3. Embaixadores. vosso. Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial. parágrafo único.. para as seguintes autoridades: a) do Poder Executivo: Presidente da República. os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria nomeará seu substituto” (e não “Vossa . Prefeitos Municipais. 15 . se nosso interlocutor for homem. “Vossa Excelência está atarefada”. o emprego dos pronomes de tratamento de uso corrente: Vossa Excelência. e não com o substantivo que compõe a locução.3. além dos titulares dos Ministérios: o Chefe da Casa Civil da Presidência da República. o Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Assim. Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais. c) do Poder Judiciário: 2. Deputados Federais e Vereadores.

DF ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Juiz de Direito da 10a Vara Cível Rua ABC. Senhor Governador. seguido do cargo respectivo: Excelentíssimo Senhor Presidente da República. Senhor Juiz. Auditores da Justiça Militar. Juízes. SP ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ 16 . DF ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ A Sua Excelência o Senhor Senador Fulano de Tal Senado Federal 70165-900 – Brasília. Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional. terá a seguinte forma: ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70064-900 – Brasília. o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência. Membros de Tribunais. No envelope. As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor.Ministros dos Tribunais Superiores. Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal. seguido do cargo respectivo: Senhor Senador. no 123 01010-000 – São Paulo. Senhor Ministro. O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor.

empregada por força da tradição. Nos demais casos. Corresponde-lhe o vocativo: Eminentíssimo Senhor Cardeal. fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares.) Os pronomes de tratamento para religiosos.) No envelope. em comunicações dirigidas ao Papa. o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações. É costume designar por doutor os bacharéis. ainda. e sim. Corresponde-lhe o vocativo: Magnífico Reitor.. em comunicações aos Cardeais. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.. Como regra geral.. deve constar do endereçamento: Ao Senhor Fulano de Tal Rua ABC. O vocativo correspondente é: Santíssimo Padre. a forma Vossa Magnificência.. de acordo com a hierarquia eclesiástica. são: Vossa Santidade.. Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares.. sendo desnecessária sua repetida evocação. (. PR Como se depreende do exemplo acima. Mencionemos.Em comunicações oficiais.. Portanto.) 17 . é empregado apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento. (.. ou Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal. título acadêmico. às autoridades arroladas na lista anterior. especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. (.) Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima. no 123 12345-000 – Curitiba. O vocativo adequado é: Senhor Fulano de Tal. (. em comunicações dirigidas a reitores. não se deve usá-lo indiscriminadamente. está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD). A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público.

FECHOS PARA COMUNICAÇÕES O fecho das comunicações oficiais possui.htm Consulta em 20. V.as VV. Disponível em: http://www. inclusive o Presidente da República: Respeitosamente. SS. Cônegos e superiores religiosos. Ex. Em. M.a V. devidamente disciplinados no Manual de 18 .a Abreviatura plural VV. Os modelos para fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria no 1 do Ministério da Justiça. V.as Usado para se dirigir a Príncipes. Tabela de Abreviaturas Pronome de tratamento Vossa Alteza Vossa Eminência Vossa Excelência Vossa Magnificência Vossa Majestade Vossa Santidade Vossa Senhoria Abreviatura singular V. b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior: Atenciosamente.03. além da finalidade de arrematar o texto. 2010. duques Cardeais Altas autoridades e oficiais-generais Reitores de universidades Reis. clérigos e demais religiosos. que estabelecia quinze padrões. V.a V.a V. Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras. que atendem a rito e tradição próprios. A. (Adaptado) 3.com/gramatica/pronomes-tratamento. V.as V. Vossa Reverência é empregada para sacerdotes. Em.as V. Mag. Ex. Pasquale & Ulisses. de 1937.Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos. Com o fito de simplificá-los e uniformizá-los. imperadores Papa Tratamento cerimonioso Fontes: Gramática da Língua Portuguesa. S. AA. V. a de saudar o destinatário. S.12. Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para Monsenhores. foi estabelecido o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial: a) para autoridades superiores. Mag. MM. S. VV. Site Brasil Escola.brasilescola.

Evitem-se. pareceu-nos coerente que este manual abrangesse o maior número possível de gêneros utilizados no cotidiano da instituição e não apenas os documentos oficiais propriamente ditos (os ofícios e os memorandos.... para o atendimento das singularidades do IF Goiano.Redação do Ministério das Relações Exteriores. Daí adotarmos a terminologia “documentos oficiais/institucionais” e não apenas “documentos oficiais”. O assunto em epígrafe.. concisão e clareza do texto e em nada contribuem para os sentidos que se deseja transmitir ou que caíram em desuso. DOCUMENTOS OFICIAIS/INSTITUCIONAIS Até o momento. Cumpre-me informar que. Tenho a honra de. tratamos dos documentos oficiais. de modo geral. 4. Entretanto. Venho.. Reporto-me ao seu ofício em referência. Antes de passarmos aos documentos oficiais/institucionais.. … mui respeitosamente.. em consonância com o Manual de Redação da Presidência. por meio deste. A forma da identificação deve ser a seguinte: (espaço para assinatura) Nome Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República (espaço para assinatura) Nome Ministro de Estado da Justiça Para evitar equívocos.. Transfira para essa página ao menos a última frase anterior ao fecho..... Tenho o prazer de. 5.. todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede. portanto: Para os devidos fins. recomenda-se não deixar a assinatura em página isolada do expediente.. Chamo a atenção de V. que pode ser consultado oportunamente.. por exemplo). Sª. IDENTIFICAÇÃO DO SIGNATÁRIO Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República. 19 . consideremos alguns exemplos de formas que podem comprometer a objetividade.. abaixo do local de sua assinatura. De ordem superior.....

Exemplo: Ao Senhor José da Silva Secretário da Agricultura do Estado de Goiás Av. antes pela finalidade do que pela forma: o ofício. consideraremos o ofício e o memorando. Exemplos: Memorando nº 123/2011/Proen/Reitoria/IF Goiano Ofício nº 123/2011/GAB/Reitoria/IF Goiano b) Local e data em que foi assinado. o expediente deve conter a seguinte estrutura: introdução: apresenta o assunto que motiva a comunicação. 30 de setembro de 2011. Centro – Goiânia – GO e) Texto: nos casos em que não for de mero encaminhamento de documentos. No entanto. Exemplo: Goiânia. 20 5. com alinhamento à direita. Goiás n° 350. No caso do ofício deve ser incluído também o endereço. c) Assunto: resumo do teor do documento. Com o objetivo de uniformizá-los. apresentamos apenas as suas semelhanças.1. Partes do Documento Padrão Ofício . seguido da sigla do órgão que o expede. o aviso e o memorando. optamos por adotar uma diagramação única: a do padrão ofício. Exemplos: Assunto: Redistribuição de servidor Assunto: Necessidade de aquisição de novos computadores d) Destinatário: o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. As peculiaridades de cada um serão tratadas adiante. em negrito. 5. em si. O Padrão Ofício O ofício e o memorando devem conter as seguintes partes: a) Tipo e número do expediente.Há três tipos de expedientes que se diferenciam. pela especificidade dos documentos utilizados no âmbito do IF Goiano. Por ora. por extenso. A palavra “Assunto” fica com fonte regular e o assunto.2.

de 1º de fevereiro de 2009. não há parágrafos de desenvolvimento em ofício de mero encaminhamento.. 3. Identificação do Signatário).. o que confere maior clareza à exposição. conforme o exemplo: “Em resposta ao Ofício nº 12. conclusão: reafirma ou simplesmente reapresenta a posição recomendada sobre o assunto. Os documentos oficiais/institucionais devem obedecer à seguinte forma de apresentação: a) Cabeçalho: é composto pelo Brasão da República. h) Identificação do signatário (v. em caixa-alta (maiúsculas). 4.. elas devem ser tratadas em parágrafos distintos. g) Assinatura do autor da comunicação. f) Fecho (v. de 1º de fevereiro de 2008. para exame e pronunciamento..” desenvolvimento: se o autor da comunicação desejar fazer algum comentário a respeito do documento que encaminha. encaminhamos a cópia do Ofício nº 34. corpo 9. que é encaminhar. data e origem ou signatário) e a razão pela qual está sendo encaminhado. fonte do tipo Times New Roman. em caso contrário. do Presidente da Confederação Nacional de Agricultura.3. em caixa-baixa. de 3 de abril de 2009. poderá acrescentar parágrafos de desenvolvimento. deve iniciar com a informação do motivo da comunicação. Forma de Diagramação 21 . a cópia do telegrama nº 12. Quando se tratar de mero encaminhamento de documentos.desenvolvimento: detalha o assunto em questão. centralizado na página. Fechos para Comunicações). Se o texto contiver mais de uma ideia sobre o assunto. nesta ordem: 5. a estrutura é a seguinte: introdução: deve iniciar com referência ao expediente que solicitou o encaminhamento. do Departamento Geral de Administração. indicando a seguir os dados completos do documento encaminhado (tipo.” ou “Encaminhamos. juntamente com os seguintes dizeres. seguida do cargo do autor. Se a remessa do documento não tiver sido solicitada. só com a inicial maiúscula.

CEP. a partir da segunda página.br c) Texto: deve-se utilizar fonte do tipo Times New Roman de corpo 12. regulamentos. espaçamento simples entre as linhas.0 cm de largura. dependendo das especificidades do texto. Exemplo: INSTITUTO FEDERAL GOIANO REITORIA Caixa Postal 50 74.5 cm de distância da margem esquerda. 10 nas citações e 10 nas notas de rodapé. corpo 7. Cidade/Estado. Caixa Postal. 22 . d) Para símbolos não existentes na fonte Times New Roman poderão ser utilizadas as fontes Symbol e Wingdings. no mínimo. fonte do tipo Times New Roman.edu. nesta ordem. O rodapé será alinhado à direita da página.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. 3. é obrigatório constar o número da página. o espaçamento pode ser alterado para fins estéticos. sendo suprimidos em outros documentos institucionais (regimentos. atas etc.5 cm. h) O campo destinado à margem lateral esquerda terá. i) O campo destinado à margem lateral direita terá 1. preferencialmente. No entanto.001-970 – Goiânia – GO 55-62-3506-3600 – gabinete@ifgoiano. telefone e e-mail do setor emitente. g) O início de cada parágrafo do texto deve ter 2. composto pelo nome da Instituição (em caixa-alta e negrito). unidade. e) Em documentos institucionais. Neste caso. memorandos e anexos destes poderão ser impressos em ambas as faces do papel. as margens esquerda e direita terão as distâncias invertidas nas páginas pares (“margem espelho”). j) Deve ser utilizado. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO b) Rodapé: deve constar apenas nas correspondências oficiais (ofícios e memorandos). f) Os ofícios.

entre outros). Senhor Chefe de Gabinete.3 Pronomes de Tratamento). a colorida. deve ser usada apenas para gráficos e ilustrações. O ofício deve ser impresso em papel timbrado.0 cm. bordas ou qualquer outro tipo de formatação que afete a elegância e a sobriedade do documento.4. que invoca o destinatário (v. relevo. com acréscimo do vocativo. Exemplos: Excelentíssimo Senhor Presidente da República. sombreado. m) Todos os tipos de documentos oficiais/institucionais devem ser impressos em papel de formato A4. ou seja. 5. 2.4. 23 .3b.k) Não deve haver abuso no uso de negrito. letras maiúsculas. Ofício O ofício é uma modalidade de comunicação oficial que tem como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e também com particulares.2. 5. seguido de vírgula. sublinhado.1. Definição e Finalidade Quanto à sua forma.7 x 21. Forma e Estrutura 5. o ofício segue o modelo do padrão ofício. tamanho 29. sombra.4. Deve constar no cabeçalho do ofício o disposto no item 5. segundo padrão definido por meio de instrumento específico (Instrução Normativa.3a e no rodapé do ofício o disposto no item 5. Ordem de Serviço. Senhora Ministra. itálico. l) A impressão dos textos deve ser feita na cor preta.

Ao Senhor José da Silva Secretário da Educação Profissional e Tecnológica Ministério da Educação Esplanada dos Ministérios.edu. de oferecer o suporte necessário aos Docentes e Discentes dos Cursos Técnicos e Tecnológicos. Bl. Respeitosamente. encaminhamos a V.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.001-970 – Goiânia – GO 55-62-3506-3600 – gabinete@ifgoiano. Diante das necessidades deste Instituto Federal Goiano. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Ofício n° 1000/20XX/GAB/Reitoria/IF Goiano Goiânia. Ed. 400-A 70047-900 – Brasília – Distrito Federal Assunto: Encaminhamento de Termo de Cooperação Senhor Secretário. L. 02 de dezembro de 20XX. 2. Certos de contarmos com o apoio e colaboração de V. Termo de Cooperação que pleiteia a descentralização de recursos para a construção de: 01 pavilhão com Salas de Aula e Laboratório de Ciências Ambientais e 01 pavilhão com Salas de Aula e Laboratório de Química em cada um dos campi do IF Goiano.. 4º Andar.br 24 . João de Souza Reitor INSTITUTO FEDERAL GOIANO REITORIA Caixa Postal 50 74. Sª. Sede. Sª.. 1. agradecemos. Sl.

Ofício Circular 25 . é utilizado para tratar de um mesmo assunto com destinatários de diferentes setores/unidades.5. 5. Entretanto.O ofício circular segue os mesmos padrões de forma e estrutura do ofício.

Iporá. encaminhamos cartazes promocionais e pedimos para que eles sejam afixados na escola gerida por V.edu. Sª. cujas inscrições encontramse abertas até o dia 17 de novembro. a Instituição tem um grande desafio: tornar-se conhecida e reconhecida pela população goiana. João de Souza Reitor INSTITUTO FEDERAL GOIANO REITORIA Caixa Postal 50 74. Aos Senhores Diretores(as) das Escolas da Rede Estadual Região Metropolitana de Goiânia Assunto: Divulgação de Processo Seletivo 20XX/1 Senhor(a) diretor(a). Morrinhos. 5.br 26 . CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Ofício Circular nº 100/20XX/GAB/Reitoria/IF Goiano Goiânia. Oferece gratuitamente educação superior. do Ministério da Educação (Setec/MEC). 4. 3. Contamos com o apoio de V. gratuita e em franca expansão.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. 1. O Instituto Federal Goiano (IF Goiano) é uma autarquia federal vinculada à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Atenciosamente. datada de 2008. Atende atualmente mais de seis mil alunos em seus cinco polos de ensino: Ceres. 2. Rio Verde e Urutaí. Para mais informações acesse o site. pluricurricular e multicampi e é especializada em educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino. Como a institucionalização do IF Goiano é recente. Oportunamente manifestamos votos de estima e apreço. Dada a abertura do nosso próximo Processo Seletivo. a fim de que seus alunos tenham a oportunidade de conhecer e estudar em uma Instituição pública. Sª.. 28 de outubro de 20XX. básica e profissional.001-970 – Goiânia – GO 55-62-3506-3600 – gabinete@ifgoiano. e estamos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas.

Sua característica principal é a agilidade. no caso de falta de espaço.2. Chefe do Departamento de Administração Ao Sr. Memorando O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão. Trata-se. em folha de continuação. de uma forma de comunicação eminentemente interna.5.6. assegurando maior transparência à tomada de decisões e permitindo que se historie o andamento da matéria tratada no memorando. Subchefe para Assuntos Jurídicos 5. Para evitar desnecessário aumento do número de comunicações. Esse procedimento permite formar uma espécie de processo simplificado.6. Definição e Finalidade Quanto à sua forma. portanto.6. A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautar-se pela rapidez e pela simplicidade de procedimentos burocráticos. 5. Forma e Estrutura 27 . que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes.1. com a diferença de que o seu destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa. Exemplos: Ao Sr. o memorando segue o modelo do padrão ofício. os despachos ao memorando devem ser dados no próprio documento e.

br 28 . 11 de agosto de 20XX. João de Souza Reitor INSTITUTO FEDERAL GOIANO REITORIA Caixa Postal 50 74. na sexta-feira próxima. lamentamos o ocorrido e desejamos sucesso na realização do evento. 2. 1.edu. Atenciosamente. Sem mais. Ciência e Tecnologia Goiano Assunto: Colação de Grau Senhor Diretor. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Memorando nº 014/20XX/GAB/IF Goiano Goiânia.001-970 – Goiânia – GO 55-62-3506-3600 – gabinete@ifgoiano. não será possível a presença do Reitor e de seu Substituto Legal na cerimônia de Colação de Grau dos cursos de Zootecnia e Tecnologia em Saneamento Ambiental. Em virtude de compromissos assumidos anteriormente.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Ao Senhor Diretor-Geral do Campus Rio Verde Instituto Federal de Educação.

Memorando Circular 29 . é utilizado para tratar de um mesmo assunto com destinatários de diferentes setores/unidades.O memorando circular segue os mesmos padrões de forma e estrutura do memorando. 5. Entretanto.7.

que as demandas sejam encaminhadas a este Gabinete até 30 de outubro de 20XX. Sem mais. 3. Solicitamos que esse câmpus faça levantamento das necessidades de equipamentos a serem adquiridos para atender os setores de Tecnologia da Informação.edu. Atenciosamente.001-970 – Goiânia – GO 55-62-3506-3600 – gabinete@ifgoiano. Aos Senhores Diretores-Gerais dos câmpus IF Goiano Assunto: Levantamento das necessidades de TI Senhor Diretor.br 30 . Pedimos. João de Souza Reitor INSTITUTO FEDERAL GOIANO REITORIA Caixa Postal 50 74.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. 25 de outubro de 20XX. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Memorando Circular nº 100/20XX/GAB/Reitoria/IF Goiano Goiânia. 1. também. 2. renovamos votos de estima e apreço.

por extenso. rua. são elementos constitutivos da ata: a) localizadores temporais: dia. mês. conforme modelos dispostos nos itens 5.1.6. sociedade. número.1. com fim determinado. f) fecho.3a e b. do presidente. g) assinaturas. cidade). 31 . c) nome e sobrenome das pessoas presentes. b) espaço da reunião: local (sede da instituição. corporação.2. e) assuntos tratados (ordem do dia). É o registro claro e resumido das ocorrências de uma reunião de pessoas. Forma e Estrutura A ata é um relatório escrito do que se fez ou disse em sessão de assembleia. júri. ano e hora da reunião (sempre por extenso).1. Definição e Finalidade 6.1. Ata 6. d) declarações do presidente e secretário. OUTROS DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS 6. secretário e participantes da reunião. com respectivas qualificações. Além do cabeçalho e rodapé.

Argumenta que ao ser computado o custo de cada aluno para a Instituição. (Nome) aproveita a oportunidade para informar sobre o Geap. o Cargo/Função. Nome completo. (Nome completo). reuniram-se na sala de Reuniões da Reitoria do Instituto Federal Goiano. cujo tema envolve Políticas de Gestão de Pessoa. plano de saúde que pode ser contratado pelos servidores que se interessarem. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO ATA 003/20XX REUNIÃO . (Nome) opina que o servidor tem como obrigação dar a contrapartida adequada ao salário que recebe. Cargo/Função.. Discutem-se informações gerais sobre esse plano.. Cargo/Função.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.. (Nome) exemplifica essa situação partindo de uma reunião que realizou com servidores dos câmpus. Nada mais havendo a tratar.PRÓ-REITORES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Aos quatro dias do mês de março de dois mil e . Nome completo.. (Nome) sugere que cada pró-reitoria faça um plano de compensação e envie ao Departamento XXX.. Nome Completo. um evento do Conif. o Presidente informa que o assunto principal da reunião de hoje diz respeito ao feriado de carnaval. Cargo/Função. Cargo/Nome completo. 32 . O Presidente comunica que de 16 a 18 de março acontecerá em Natal. lavrei esta ata que será assinada por mim e pelos demais presentes. mais especificamente ao período vespertino da quarta feira de cinzas. o Presidente encerra a reunião agradecendo a presença de todos e eu.. Depois de fazer comentários gerais sobre a programação e os palestrantes do Conif.. às oito horas e trinta. O Presidente dá boas vindas a todos e inicia a reunião revelando sua preocupação com a questão do orçamento. devemos ter em conta que as despesas com pessoal estão incluídas.

Definição e Finalidade Além do cabeçalho e rodapé. de ..1. de 20XX. recessos etc.2.6. 33 . e) assinatura.. d) texto.3a e b. alinhada à direita.2. Forma e Estrutura A decisão administrativa é utilizada para formalizar informações pertinentes a dispensas. Decisão Administrativa 6.. centralizado e negrito. são elementos constitutivos da Decisão Administrativa: a) título: Decisão Administrativa nº .. feriados. conforme modelos dispostos nos itens 5.. c) atribuições da pessoa que está expedindo o documento. 6.2.2. em caixa-alta. b) data.

publicada no DOU de 26. Publique-se e cumpra-se. O DIRETOR-GERAL DO CAMPUS RIO VERDE DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.20XX. que determina Ponto Facultativo e por não haver atividades acadêmicas previstas para estas datas. R E S O L V E: Determinar recesso nesta Instituição Federal de Ensino.2011. 14 de fevereiro de 20XX. nos dias 20. expediente normal. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO.02.12.12. em conformidade com a Portaria/MP nº 595.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. 21 e 22 de fevereiro de 2012.2011. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO DECISÃO ADMINISTRATIVA Nº 001/20XX Rio Verde. de 22. Informar que no dia 23. João de Souza Diretor-Geral 34 . no uso de suas atribuições e tendo em vista a legislação vigente.

Definição e Finalidade Cabeçalho e Rodapé. que.........1...3.. para os devidos fins.... 6. Declaração A declaração é utilizada para afirmar a existência de um fato. que ….3a e b. Pode-se iniciar uma declaração assim: Declaro para fins de prova junto ao órgão tal..6. a pedido verbal de….. Forma e Estrutura 6. conforme modelos dispostos nos itens 5.. Declaro. Declaro.....3.......3. 35 ...2. a existência ou não de um direito.....

firmo a presente declaração para que surta seus efeitos legais. 45.000-00. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO DECLARAÇÃO Eu.000 e CPF nº 000. Por ser a expressão da verdade. CEP 34. na cidade de Nova Lima.000-000. João de Souza Reitor 36 . encanador.000. Nova Lima. JORGE DA SILVA. declaro para os devidos fins que sou residente e domiciliado na Rua dos Anzóis. brasileiro. portador do RG nº MG-0. abaixo assinado.000. 28 de outubro de 20XX. casado.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. bairro Prudente. Goiás.

incluindo-se o nome do interessado e o número do processo e suprimindo-se o vocativo e o fecho. deverá seguir o padrão ofício. o despacho. de acordo ou ser redigido de forma mais complexa. Formas e Estrutura 6. Pode conter apenas: aprovo.4. É muito empregado na tramitação de processos.4. 6. defiro. 37 .1.6. Despacho O despacho é um encaminhamento com decisão proferida por autoridade administrativa em matéria que lhe é submetida à apreciação. Definição e Finalidade Quanto à sua forma. em termos.4. Pode estar no corpo do texto ou em folha separada. no âmbito do IF Goiano.2.

Encaminhamos o presente processo para análise e parecer. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Despacho n° 1000/20XX/GAB/IF Goiano Goiânia.01000579/20XX-45 1. João de Souza Reitor 38 . À Senhora Maria do Carmo Silva Procuradora Federal Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano Assunto: Aquisição de Cortinas Nº do Processo: 28316. 28 de abril de 20XX.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Atenciosamente.

exceto o primeiro que não se numera. d) texto: desenvolvimento do assunto tratado.6. Coloca-se a palavra visto. cumpre salientar os editais de abertura de concurso para provimento de cargos públicos. sem direito a qualquer remuneração extra.6.. Quando o administrador deseja que alguém substitua outrem tão somente nos encargos. Encerra orientações a serem tomadas pela chefia para execução de serviços ou desempenho de encargos. ou em lugares públicos. de inscrição.. conforme modelos dispostos nos itens 5. de intimação. Edital O edital indica o ato pelo qual se publica pela imprensa. 6. certa notícia. de 20XX. recomenda-se numerá-los com algarismos arábicos. Definição e Finalidade . o ato pelo qual se determinam providências a serem cumpridas por órgãos subordinados. f) assinatura: nome da autoridade competente.1. em que é necessário o visto de um funcionário hierarquicamente superior. Havendo muitos parágrafos. e) local e data: se a data não for colocada junto ao título. Ordem de Serviço A ordem de serviço é uma instrução dada a servidor ou órgão administrativo. enquanto que a Portaria assegura direitos de remuneração. faz uso da ordem de serviço.. por exigência interna do órgão expedidor. Definição e Finalidade Cabeçalho e Rodapé. de proclamas. deve aparecer após o texto. com indicação do cargo que ocupa.1.2. g) visto: há casos. São partes de um edital: a) timbre do órgão que o expede.6. Forma e Estrutura 6. de . b) título: denominação do ato: Edital nº .3a e b.. Dentre os vários tipos de edital. de convocação. em seguida o nome do assinante e o cargo que ocupa.5. fato ou ordenança que deve ser divulgada para conhecimento das pessoas nele mencionadas e de outras tantas que possam ter interesse pelo assunto. É o documento. c) ementa: facultativa.5. de concorrência. 6.5. etc. 39 6.

. 6..... texto. de 20XX (Em caixa-alta e centralizado).. Forma e Estrutura Cabeçalho e Rodapé.. assinatura e indicação do cargo de quem a expede... 40 ....3a e b. São partes de uma ordem de serviço: a) título: Ordem de Serviço nº …... b) texto... de …..6.. c) nome e cargo do chefe...2...A ordem de serviço é ato interno de um órgão. Constam de uma ordem de serviço: título. de …. cuja finalidade é regular procedimentos em geral. conforme modelos dispostos nos itens 5......

a conduzir o Veículo Oficial desse Instituto. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO ORDEM DE SERVIÇO Nº 12. Lei nº 11. Matricula SIAPE n° 118365.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. publicada no DOU de XX de março de 2010. R E S O L V E: Autorizar Pedro Jorge Fernando. no dia xx de novembro de 20XX. João de Souza Reitor Substituto 41 .892. de XX de março de 2010. conferida pela Portaria nº XX. DE 16 DE NOVEMBRO DE 20XX O REITOR SUBSTITUTO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. de 29 de dezembro de 2008. Categoria AB. Carteira de Habilitação nº 0037494000 – GO. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO. Zafira . Pró-Reitor de Extensão e Relações Empresariais e Comunitárias. no uso de suas atribuições legais. no perímetro urbano de Goiânia.Placa NWF4834. publicada no DOU de 30 de dezembro de 2008.

Parecer O parecer é a opinião escrita ou verbal.7. 42 . emitida e fundamentada por autoridade competente. Forma e Estrutura 6.1. deverá seguir o padrão ofício.6.7.7. acerca de determinado assunto. no âmbito do IF Goiano. o parecer. 6.2. o vocativo e o fecho e incluindo-se o nome do interessado e o número do processo. Definição e Finalidade Quanto à sua forma. suprimindo-se o destinatário.

52 a 68.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. 2. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Parecer n° 000/20XX/Reitoria/IF Goiano Goiânia. xx/2011. Encaminhamos o presente processo ao Diretor-Geral do Campus Iporá. João de Souza Reitor 43 . Assunto: Aquisição de Combustível Interessado: Campus XXX Nº do Processo: 24040. autorizo o prosseguimento do pleito.000026/20XX-20 1. Após atendidas as recomendações contidas no Parecer AGU/PGF-PF/IF Goiano n. 13 de abril de 20XX. com análise concluída pela Procuradoria Federal. posto às fls.

. Forma e Estrutura 6. c) Fundamentação: citação da legislação básica..2.. Definição e Finalidade Cabeçalho e Rodapé.. em geral já impresso no modelo próprio: O Reitor do Instituto Federal. de 20XX. de . com indicação do cargo que ocupa.6.. d) Texto. conforme modelos dispostos nos itens 5.1. Portaria A portaria é empregada para formalizar nomeações.. é ato do Reitor. e) Assinatura: nome da autoridade competente. seguida da palavra RESOLVE.3a e b. no âmbito de IF Goiano. 6.. São partes da portaria: a) Numeração: número e data de expedição: Portaria nº . de .. b) Título: denominação da autoridade que expede o ato..8. suspensões e reintegrações de funcionários e.8. 44 .8. demissões.

892. Assistente em Administração. de 29 de dezembro de 2008. 2º – A comissão terá o prazo de 90 (noventa) dias para conclusão dos trabalhos. Matricula 0094910. 2º – Esta Portaria entra em vigor a partir desta data. Art. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO PORTARIA 220. Matrícula 0057575 e CÉLIA GOMES ALVES. publicada no DOU de 30 de dezembro de 2008. publicada no DOU de 08 de janeiro de 2009 e Lei nº 11.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. comporem a Comissão responsável pela elaboração do Manual de Redação do Instituto Federal Goiano. para. Art. LÚCIA DE CAMPOS MONTES. DE 21 DE SETEMBRO DE 20XX O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. de 07 de janeiro de 2009. RESOLVE: Designar MARIA ROSA DE SOUZA. sob a presidência da primeira. Professora de Ensino Básico. João de Souza Reitor 45 . Matricula 236712. Secretária Executivo. Matricula 1824623. Jornalista. no uso de suas atribuições legais. ELIZABETH MOREIRA. conferida pela Portaria nº 29. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO. Técnico e Tecnológico.

. 6.. Desse modo. é o ato emanado do executivo com o objetivo de estabelecer as providências necessárias ao cumprimento da lei. Forma e Estrutura 6. a numeração é cardinal. b) texto: artigos numerados como na lei. 6. c) local e data. do 1º ao 9º a numeração é ordinal.9. conforme modelos dispostos nos itens 5..6.1. apresenta normas de conduta ou formas de ação e direção. c) local e data. Definição e Finalidade Regimento Cabeçalho e Rodapé. do 10 em diante. conforme modelos dispostos nos itens 5.3a e b.1.9. São as regras em que se determinam o modo de direção e o funcionamento de uma associação ou entidade. do 10 em diante.10. isto é. é o ato que regula o funcionamento de um órgão e indica sua competência e atribuições. Na administração pública.9. Nesse sentido. b) texto: artigos numerados como na lei.. Forma e Estrutura 6. Muitas vezes. decreto.2. isto é. a numeração é cardinal. Juridicamente.3a e b. decreto. o regimento é composto de: a) título: Regimento Interno do. 46 .10.2.10... do 1º ao 9º a numeração é ordinal. Regulamento é o conjunto de regras que se estabelece com a finalidade de executar a lei. dispõe sobre a aplicação da lei. O regulamento compõe-se de: a) nome: Regulamento dos. Definição e Finalidade Regulamento Cabeçalho e Rodapé. Além destes. 6. o regimento é uma ordenação ou conjunto de regras destinado a estabelecer as condições ou o desempenho de cargos ou funções.

As resoluções.2. por meio do qual a autoridade determina... d) assinatura e cargo de quem expede a resolução. em geral. de .1. 6. as assembleias legislativas. delibera. Podem expedi-las os conselhos administrativos ou deliberativos. decide. ordena ou baixa uma medida. dizem respeito a assuntos de ordem administrativa e estabelecem normas regulamentares.6.. em caixa alta/maiúsculas e negrito). conforme modelos dispostos nos itens 5. A resolução é composta de: a) título: Resolução nº .11. b) ementa (em negrito.11. A resolução é um ato emanado de autarquias ou de grupos representativos.. 47 . c) texto (alinhado à esquerda). de 20XX (centralizada. Forma e Estrutura 6..3a e b.11. alinhada a esquerda no documento). os institutos de previdência e assistência social. Definição e Finalidade Resolução Cabeçalho e Rodapé.

Câmara Deliberativa de Ensino (Caden): Pedro Paulo Rangel. considerando: I . de 29 de dezembro de 2008. Pós-graduação e Inovação (Cadpegi): Carlos Adalberto Nunes.Câmara Deliberativa de Pesquisa. IV . CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO – IF Goiano. II . III – O Regimento Interno do Conselho Superior. 1º Eleger os coordenadores das Câmaras Deliberativas do Conselho Superior do Instituto Federal Goiano. segundo os incisos abaixo: I . II . RESOLVE: Art. no uso de suas atribuições legais e.Câmara Deliberativa de Desenvolvimento Institucional (Cadei): Fernanda Vasconcelos de Jesus.SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.892. CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO RESOLUÇÃO Nº 011/20XX DE 29 DE MARÇO DE 20XX Elege os coordenadores das Câmaras Deliberativas do Conselho Superior do IF Goiano O CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Art. 2° Esta Resolução entra em vigor nesta data.Câmara Deliberativa de Extensão (Cadex): Maira Pia Silva.O Estatuto do IF Goiano. III .A Lei nº 11. V .Câmara Deliberativa de Administração e Planejamento (Cadap): João Alberto Rogério. João de Souza Presidente do Conselho Superior do IF Goiano 48 .

: Viajou através de todo país. goianiense. Pró-Reitor de Ensino. que é inerente à língua portuguesa. Ex. Não confundir gerundismo com o uso corrente do gerúndio. Gentílicos ceresino. Através Exige a preposição de no seu sentido correto (por dentro de. Ver “IF Goiano”. Ex. a palavra “campus” passa a ser grafada na forma aportuguesada (com acento circunflexo) no âmbito do IF Goiano. como no plural. Docente Professor. Por isso. em quaisquer circunstâncias.: Pró-Reitor. morrinhense. urutaíno. Não deve ser utilizada. os cargos deverão ser utilizados com iniciais maiúsculas.: Fulano de tal. Com exceção de textos jornalísticos. rio-verdense. possense. são: 49 . Ela deve ser utilizada tanto no singular.: IF Goiano – Câmpus XXX. redundante e mal formada. Discente Aluno. de um lado a outro). (gerundismo) Ela está escrevendo um memorando. camposbelense. Cargos (hífen/como usar) Use hífen na designação dos cargos que fazem parte da hierarquia normal da Instituição.GLOSSÁRIO A nível de Locução desnecessária. Não é necessário ser utilizada em itálico. Ex. não use através como “por meio de”. Câmpus Por meio da Resolução do Conselho Superior no 008/2012. (gerúndio) IF Goiano As formas corretas de se escrever o nome da Instituição. redundante e mal formada. Diretor-Geral. e também quando se referir ao nome das unidades.:Vou estar fazendo um memorando. Ex. Gerundismo / Gerúndio Locução desnecessária. trindadense. iporaense. Ex.

Ex. espaço). Pós-Graduação Com hífen. Seção de Esportes. setor. etc. Palavras estrangeiras Devem ser evitadas.: Moramos na região Centro-Oeste. sem acento. corroboração. maiúscula. segmento. Pró-Reitor Com hífen e acento agudo. hífen. Ver “Câmpus”. Lato sensu Palavra de origem latina que indica pós-graduação (especialização). Seção Equivale a divisão. Região Centro-Oeste A palavra região é utilizada com inicial minúscula e o nome da região em si.Instituto Federal de Educação. Deve ser utilizada em itálico. Sessão Tempo que dura uma reunião.: Sessão plenária.: Seção Eleitoral. Lato sempre será escrito com inicial maiúscula e sensu. espetáculo ou trabalho. quando necessárias. cavalheiro e não gentleman. Ciência e Tecnologia Goiano Instituto Federal Goiano IF Goiano (com espaço) IF Goiano – Câmpus XXX (Espaço. Ex. Se houver equivalentes em português. minúscula. Retificação/Ratificação Retificação significa correção Ratificação significa confirmação. Porém. repartição. Ex. deve ser usada em itálico.: cardápio e não menu. privilegie-as. 50 . Pro tempore Sem hífen. precisam ser utilizadas em itálico. Ex.

Stricto sempre será escrito com inicial maiúscula e sensu. Ex.: SRP (Sistema de Registro de Preços).: 0.: Tecnologia em Sistemas para a Internet Tecnólogo é o título que se confere ao profissional que faz um curso de tecnologia. Metros: m Ex. Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica) Mais de três letras que não formam palavras: todas as letras maiúsculas. Técnico-Administrativo Como substantivo: as duas palavras flexionam e não há hífen.8 l ou 80 L Stricto sensu Palavra de origem latina que indica pós-graduação (mestrado/doutorado).: 0. minúscula. ou 18 h 30 min.: 1 m ou 10 m Quilômetros: km Ex.: 18 h e 30 min.Siglas Até três letras: todas maiúsculas. Ex. Ex. Como adjetivo: só a segunda palavra flexiona. Ex. Símbolos Horas: h Ex.: CPPD (Comissão Permanente de Avaliação Docente).: Napne (Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas). MEC (Ministério da Educação e Cultura) Mais de três letras que formam palavras: só a inicial maiúscula.: 18 h Minutos: min.5 km ou 50 km Litros: l ou L Ex. Tecnologia/Tecnólogo Tecnologia é uma modalidade de curso superior.: Tecnólogo em Sistemas para Internet 51 . Deve ser utilizada em itálico. Ex. Ex. Ex.: Os servidores técnico-administrativos estão em greve. sem exceção. Ex.: Os técnicos administrativos estão em greve.

estudantes. bem como o aperfeiçoamento e atualização dos profissionais da educação e estudantes na área de ensino. executar e difundir as atividades de pesquisa e extensão. Além de gerir a política de Inovação do Instituto. do Conselho Superior do IF Goiano. Foi constituída pelo Decreto nº 94664/87 e regulamentada pela Portaria nº 475/87. O CEP está regulamentado por meio da Resolução no 10/2010. O CEP deve defender os interesses de todos os envolvidos na pesquisa e contribuir com o desenvolvimento dos experimentos dentro dos padrões éticos. orientar. Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (Siass) 52 . ao tempo em que retrata o compromisso com a qualidade dos serviços públicos prestados à sociedade.em prol da sociedade. organizar. do Conselho Superior do IF Goiano. desenvolvidas no IF Goiano. É regulamentado pela Resolução no 32/2011. aperfeiçoamento e modificação da política de pessoal docente dos Institutos Federais.SIGLAS Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) Trata-se de um grupo de servidores criado para avaliar pesquisas que envolvem seres humanos ou animais. com a finalidade de acompanhar. fiscalizar e avaliar a sua implementação no âmbito do Instituto e propor à Comissão Nacional de Supervisão as alterações necessárias para o seu aprimoramento. dentre outras atribuições. Comissão Interna de Supervisão (CIS) A CIS é composta por servidores integrantes do Plano de Carreira dos Cargos TécnicoAdministrativos. a de supervisionar todos os convênios. Pesquisa e Extensão (Nepex) Tem por finalidade agregar profissionais.ou em parcerias . do Ministério da Educação. Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) O NIT do IF Goiano tem a finalidade de assegurar a adequada utilização do conhecimento desenvolvido na Instituição . requerimento de proteção e concessão de propriedade intelectual ou de transferência de tecnologia. Núcleo de Ensino. contratos ou ajustes para licenciamento. Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) A CPPD tem a função de assessorar os órgãos deliberativos centrais na formulação. Comissão Própria de Avaliação (CPA) A CPA tem o propósito de promover uma cultura de auto-avaliação na Instituição. professores e técnicos administrativos que se interessem e/ou tenham atividades de estudo. pesquisa e extensão relacionadas com a formação de professores de Ciências e áreas afins. Compete a este núcleo elaborar. o NIT tem.

promoção e acompanhamento da saúde dos servidores.O Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (Siass) do IF Goiano faz parte de uma unidade que conta com duas outras instituições. a UFG e o IFG. 53 . perícia oficial e assistência para garantir a implementação da Política de Atenção à Saúde e Segurança do Servidor Público Federal. Este órgão destina-se à execução de ações e atividades de prevenção aos agravos.

org/wiki/Litro 54 .wikipedia.wikipedia.org/wiki/Sistema_Internacional_de_Unidades http://pt.REFERÊNCIAS http://pt.