Batuques do Brasil

Rum (tambor de barril) – Instrumento originalmente usado em rituais da religião africana Yorubá, foi adaptado para vários ritmos brasileiros, tais quais o jongo, o caribó e o samba-deroda. Tem um timbre grave.

Rum pi (tambor de barril) – Também é originário do Yorubá africano e apresenta um timbre médio. Este da foto tem pele dos dois lados e pode ser usado como se fosse um ilú, instrumento do xangô pernambucano.

Lé (tambor de barril) – Este tambor tem um som agudo e a mesma origem do rum e do rum pi.

Xequerê – Instrumento de cabaça, envolto por contas. Sua marcação de efeito tem a função de puxar o ritmo. O xequerê é muito usado em sons afro-brasileiros do Nordeste.

Caixa do divino – É usada pelas caixeiras da Festa do Divino do Maranhão e também no cacuriá.

Tambor do mar – É feito com acrílico e pele sintética e tem o interior cheio de contas. O som simula o barulho do mar.

Apossi – Este tambor feito de bambu tem o som muito agudo e foi construído pelo nosso batuqueiro Naldo. É originário da nação africana Jeje.

Alfaia – Chamada também de bombo, é muito usada no maracatu. O som é muito grave, semelhante ao de um surdo, porém diferente do surdo é tocada com duas baquetas.

Caixa de congado – É uma caixa usada na congada, nas cheganças, nas marujadas e nos sambas de bumbo.