SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA – REGRAS GERAIS

(atualizado até 31/07/2012)

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1. 2.

INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................... 5 DO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ................................................................................ 7

3. INAPLICABILIDADE DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ..................................................................... 11 4. CÁLCULO DO IMPOSTO RELATIVO ÀS OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES ANTECEDENTES OU CONCOMITANTES................................................................................................................................... 13 4.1 4.2 4.3 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 BASE DE CÁLCULO........................................................................................................................................13 CÁLCULO DO IMPOSTO..................................................................................................................................13 EXEMPLOS.....................................................................................................................................................14 CÁLCULO DO IMPOSTO RELATIVO ÀS OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES SUBSEQUENTES......... 15 ALÍQUOTA.....................................................................................................................................................16 CRÉDITO FISCAL...........................................................................................................................................16 BASE DE CÁLCULO........................................................................................................................................16 CÁLCULO DO IMPOSTO..................................................................................................................................17 FRETE NÃO INCLUSO NA BASE DE CÁLCULO.................................................................................................17 OPERAÇÃO DE IMPORTAÇÃO.........................................................................................................................17 EXEMPLOS.....................................................................................................................................................18

6 CÁLCULO DO IMPOSTO RELATIVO ÀS MERCADORIAS DESTINADAS A USO, CONSUMO OU ATIVO FIXO – DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS....................................................................................... 21 6.1 6.2 6.3 7 7.1 7.2 7.3 7.4 7.5 8 9 9.1 9.2 BASE DE CÁLCULO........................................................................................................................................21 CÁLCULO DO IMPOSTO..................................................................................................................................21 EXEMPLO......................................................................................................................................................21 RESSARCIMENTO............................................................................................................................ 21 VALOR DO RESSARCIMENTO..........................................................................................................................22 CONDIÇÕES PARA O RESSARCIMENTO...........................................................................................................23 NOTA FISCAL DE RESSARCIMENTO................................................................................................................23 ESCRITURAÇÃO DA NOTA FISCAL DE RESSARCIMENTO.................................................................................25 EXEMPLOS.....................................................................................................................................................25 RESTITUIÇÃO ................................................................................................................................... 26 DEVOLUÇÃO E DESFAZIMENTO DO NEGÓCIO ........................................................................... 27 DEVOLUÇÃO..................................................................................................................................................27 DESFAZIMENTO DO NEGÓCIO........................................................................................................................28

10 PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO ESTOQUE ............................................................................. 28 10.1 CÁLCULO DO ICMS SOBRE O ESTOQUE............................................................................................................29 10.2 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE INVENTÁRIO.....................................................................................30 10.3 EXEMPLO..........................................................................................................................................................30 11 EMISSÃO DA NOTA FISCAL ............................................................................................................ 30 11.1 11.2 EMISSÃO DE NOTA FISCAL PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUTO.....................................................................30 EMISSÃO DE NOTA FISCAL PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUÍDO ...................................................................31

12 ESCRITURAÇÃO FISCAL ................................................................................................................. 31 13. PRAZOS DE RECOLHIMENTO ....................................................................................................... 32 14. CREDENCIAMENTOS .......................................................................................................................... 34
14.1 DETENTOR DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO.......................................................................34 14.2 RECOLHIMENTO DO ICMS ANTECIPADO EM MOMENTO POSTERIOR À PASSAGEM PELA UNIDADE FISCAL OU AO DESEMBARAÇO ADUANEIRO .....................................................................................................36 14.2.1 PORTARIA SF N° 089/209.............................................................................................................................36

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14.2.2 DECRETO N° 14.876/1991, ARTIGO 600, §7°, II,"C"................................................................................................37 14.2.3 PORTARIA SF N° 065/2009...........................................................................................................................38

15. CONTRIBUINTE-SUBSTITUTO DE OUTRA UNIDADE DA FEDERAÇÃO..................................... 38 15.1 INSCRIÇÃO ESTADUAL ...................................................................................................................................38
15.2 GUIA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS - SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA -GIA-ST......39 15.3 ARQUIVO MAGNÉTICO COM REGISTRO FISCAL DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS-SINTEGRA.........39

LEGISLAÇÃO CONSULTADA..................................................................................................................41

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317/2001 e alterações e 33.sorvete.032/2004 e alterações . INTRODUÇÃO A substituição tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo recolhimento do ICMS devido em determinadas operações ou prestações a um sujeito passivo que não pratica o fato gerador determinante da obrigação tributária. reator e starter. colas. chope.626/2009 . Decretos nº 22.528/1996. Sugerimos. massas alimentícias.cerveja.AEHC e álcool etílico anidro combustível – AEAC e álcool para fins não combustíveis. Em outras palavras. 24. e respectivas alterações.023/2002 e 31.tintas. É objetivo deste Informativo Fiscal apresentar as regras gerais concernentes ao regime de substituição tributária. bolachas. piche.aparelho de barbear.031/2004 e alterações . que dispõem sobre as normas gerais da substituição tributária.755/1999.1.203/2009 e alterações .247/2005 e alterações . pão.987/2005 e alterações . Decreto nº 28. isqueiro.997/2002.876/1991 . refrigerante. a título de complementação do estudo. “wafer”. bolos. pilha e bateria elétricas. porém cabe ao contribuinte “B”.trigo em grão.353/2008. massas para acabamento. fita virgem ou gravada e outros suportes para reprodução ou gravação de som ou imagem. Decreto nº 32. 58/2009.629/2009 e alterações .876/1991. ceras. As principais fontes deste trabalho são a Lei nº 11. Decreto nº 23. xarope ou extrato concentrados. lâmina de barbear.veículos automotores novos. na substituição tributária o contribuinte “A”.bebidas quentes. 54/2002 e Protocolo ICMS n° 197/2010 combustíveis e lubrificantes derivados ou não de petróleo. cigarro e outros produtos derivados do tabaco. Decreto nº 32.ração para animais domésticos tipo “PET”. GLP e biodiesel.958/2009 .114/1996. denominado contribuinte-substituto.205/2009 e alterações . a consulta no site da SEFAZ/PE das seguintes normas específicas: Decreto n° 14.318/2000 e 33. Decreto nº 21. Decretos nº 19. navalha.cimento. pintura e vedação.disco fonográfico. solventes. 21.959/2009 .revendedor autônomo. Decreto nº 28. lâmpada elétrica e eletrônica. Decreto nº 27.408/1996 e o Decreto nº 19. farinha de trigo. bebidas eletrolíticas (isotônicas) e energéticas e gelo. Convênios ICMS n° 110/2007. - - - - - 5 . acumuladores elétricos. Decreto nº 33.produtos farmacêuticos. impermeabilizantes.217/2001 e alterações e artigos 522 a 565 do Decreto n° 14. filme fotográfico ou cinematográfico e slide. artigos 638 a 650 . mistura de farinha de trigo. Decreto nº 27. Decreto nº 33.álcool etílico hidratado combustível .755/1999 e alterações . efetuar o respectivo recolhimento.323/2005 e alterações . 23. vernizes. panetone. de forma a permitir ao leitor a correta aplicação da norma aos casos concretos. Decreto nº 27. macarrão instantâneo e outros produtos similares derivadas da farinha de trigo ou de suas misturas. denominado contribuinte-substituído. realiza uma operação ou prestação que configura fato gerador do imposto.tabaco. biscoitos. água mineral ou potável. adesivos. Decretos nº 23.

656/2010 e alterações . Decreto n° 35.bicicletas.aguardente.678/2010 e alterações . O conteúdo desta publicação é periodicamente atualizado na internet.pneumáticos. Portaria SF n° 175/2010 e alterações . Decreto n° 35.gov.520/2010 . 6 .colchões. bricolagem ou adorno. aditivos. câmaras de ar e protetores de borracha. no endereço www.655/2010 e alterações .sefaz.Detentor de Regime Especial de Tributação.657/2010 e alterações .material elétrico. Decreto n° 34.brinquedos.autopeças. aglutinantes e outros produtos da indústria química.680/2010 e alterações .pe.701/2010 eletrodomésticos. travesseiros e suportes elásticos para cama. Decreto n° 35.material de construção.cosméticos. no site da SEFAZ/PE. corantes.758/2012 . e alterações eletrônicos.677/2010 e 28. Decreto n° 35. Decreto n° 35. higiene pessoal e toucador.preparações catalíticas.816/2006 alterações . Decreto n° 35.679/2010 e alterações . artigos de perfumaria. Decreto n° 35. acabamento. Decretos n° 35. eletroeletrônicos e Decreto nº 37.br.

12. ocorre quando o imposto a ser recolhido é relativo a fato gerador passado. art. mas que mantém com o substituído uma relação que lhe permita a compensação da substituição. lhe é imputado a responsabilidade de reter e recolher o imposto relativo ao fato gerador praticado por terceiros. O contribuinte-substituto é aquele que. à operação. ou seja. para um sujeito que não pratica o fato gerador do imposto. arts.2. 6°. A substituição tributária pode ser relativa às operações ou às prestações: a) antecedentes – também chamada de substituição “para trás” ou “regressiva”. art. 58. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. Isso ocorre na substituição tributária sem liberação ou quando o contribuinte-substituído realiza operações interestaduais. art. relativo a determinadas operações ou prestações. §§ 2º e 3º) O Instituto da Substituição Tributária foi incorporado à atual Constituição Federal em seu art. XXXIV e 628.13. onde a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido pelo remetente se transfere para o adquirente da mercadoria e. II.876/1991. 1º. de dentro ou de fora do Estado. É o que ocorre no “diferimento”.528/1996. O ICMS Substituição Tributária (ICMS-ST) será cobrado “por fora” por permissão de Convênios e Protocolos específicos. art. §7º. adia-se o termo inicial do prazo de recolhimento do imposto devido. 7 . §3º. que tenha sido feita a retenção a menor ou sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. DO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (Decreto n° 19. Exemplo: castanha de caju “in natura” Venda estabelecimento industrial Diferimento O estabelecimento industrial recolherá o ICMS diferido até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a sua entrada na indústria (Decreto nº 14. O contribuinte-substituído é aquele cuja lei designa como realizador da hipótese de incidência (fato gerador). art.876/1991. cumulativamente. O contribuinte-substituído que receber. I). Existe ainda a figura do contribunte-substituto eventual ou contribuinte-substituído intermediário. ou à prestação. A substituição tributária é caracterizada pelo deslocamento da responsabilidade pelo pagamento do ICMS. mas a responsabilidade pelo recolhimento do tributo é atribuída a outro. diretamente por lei. §1º. que já ocorreu. 7º e art. Decreto nº 14. Na responsabilidade por substituição o dever de recolher é imputado. 2º. mercadoria sujeita à substituição tributária. ao contrário do ICMS Normal que se encontra incluído no preço da mercadoria. que se refere ao contribuinte anteriormente substituído e que assume a condição de contribuinte-substituto relativamente ao ICMS antecipado da operação posterior. por força de lei. e a Lei Complementar nº 87/96 veio legitimá-la. a uma pessoa não envolvida diretamente com o fato gerador. 150.

Exemplo: 2 depositante situado em outra UF Venda da mercadoria depositada. por produto.o fabricante. Neste tipo de substituição. Exemplo: Venda indústria comerciante Venda consumidor final A indústria recolherá o ICMS devido pelo comerciante referente à saída da mercadoria para o consumidor final. um percentual de agregação (Margem de valor agregado . remetente da mercadoria depositada. o imposto devido pelo depositante. Este será efetuado na Nota Fiscal emitida pelo armazém geral. 8 . que recolherá. até a saída destinada a consumidor ou usuário final.876/1991 art.b) concomitantes – quando duas operações ou prestações ocorrem simultaneamente.* 1 Remessa para armazenagem 2 armazém geral situado em PE Remessa da mercadoria vendida adquirente situado em PE *A substituição tributária relativa à saída (2) promovida pelo contribuinte de outra Unidade da Federação ocorre no mesmo momento em que o armazém geral promove a saída da mercadoria depositada. 58. na qualidade de contribuinte-substituto. Como é uma tributação antecipada não se tem o preço exato. XXIII). c) subsequentes – também conhecida como substituição “para frente” ou “progressiva”. e um dos sujeitos passivos substitui o outro relativamente à obrigação tributária principal.876/1991. o importador ou o arrematante . a legislação estabelece. A Nota Fiscal de venda emitida pelo depositante não contém destaque do ICMS. arts. “a” e 663) Um outro exemplo de substituição tributária concomitante ocorre nos serviços de transporte de cargas. O ICMS é devido ao Estado no qual estiver localizado o armazém geral.quem tem a atribuição de recolher o ICMS relativo às operações subsequentes. 58. quando o contribuinte deste Estado contrata um transportador autônomo cujo ICMS relativo ao frete será recolhido pelo contribuinte de Pernambuco na qualidade de responsável (Decreto n° 14. para o cálculo do valor do ICMS. normalmente é o primeiro da cadeia de comercialização . assim.MVA) à base de cálculo. refere-se às operações ou prestações futuras. (Decreto nº 14. II.

acumuladores elétricos. lâmpada elétrica ou eletrônica. 33.997/2002. bebidas quentes (Dec.323/2005 e alterações). cerveja. filme fotográfico ou cinematográfico e slide (Decreto nº 22. “wafer”. xarope ou extrato concentrados e bebidas eletrolíticas (isotônicas) e energéticas e gelo (Decreto nº 28. reator e starter (Decreto nº 23.626/2009 e alterações). álcool. 31. bolos. pode ser: parcial – a antecipação abrange apenas a saída seguinte àquela promovida pelo contribuinte-substituto. contribuintes-substituídos. fita virgem ou gravada e outros suportes para reprodução ou gravação de som ou imagem. ou seja. disco fonográfico.353/2008 e 24.318/2000 e 33. plena – a antecipação abrange todas as saídas posteriores àquela que o contribuintesubstituto promover. Convênios ICMS n° 110/2007 e alterações). da seguinte forma: QUANTO ÀS FASES DE CIRCULAÇÃO DA MERCADORIA QUANTO AO VALOR DO IMPOSTO ANTECIPADO PRODUTOS aguardente (Decreto n° 34. lâmina de barbear. pilha e bateria elétrica. sem liberação – o imposto deverá ser recolhido quando o valor da antecipação retido pelo contribuinte-substituto for inferior àquele cobrado pelo contribuinte-substituído intermediário na operação subsequente.114/1996. a substituição tributária.629/2009 e alterações). Considerando as classificações apresentadas.203/2009 e alterações).987/2005 e alterações). farinha de trigo. realizadas pelos sucessivos estabelecimentos adquirentes. mistura de farinha de trigo. navalha. panetone.758/2012). 21. câmaras de ar e protetores de borracha (Decreto nº 37. biscoitos. até a saída do produto para o consumidor final.520/2010). relativamente às operações subsequentes. pão. refrigerante. chope. é possível enquadrar os regimes de substituição tributária progressiva. combustíveis e lubrificantes derivados ou não de petróleo. isqueiro.317/2001 e 33. pneumáticos. macarrão instantâneo e outros produtos similares derivados da farinha de trigo ou de suas misturas (Decreto nº 27. as saídas subsequentes ficam dispensadas de qualquer outro pagamento do imposto. bolachas. 23.755/1999. ficam livres de cobrança. até a última fase da circulação interna. PLENA COM LIBERAÇÃO 9 . biodiesel (Decreto nº 19. Quanto ao valor do ICMS antecipado. adotados em Pernambuco.Quanto às fases de circulação da mercadoria. trigo em grão. aparelho de barbear. água mineral ou potável. GLP.023/2002. a substituição tributária progressiva plena pode ser: com liberação – antecipada a tributação.

produtos eletrônicos. bricolagem ou adorno (Decreto nº 35. ração para animais domésticos tipo “PET” (Decreto nº 27. e O contribuinte-substituto subroga-se em todas as obrigações do substituído. 10 . impermeabilizantes. vernizes.031/2004 e alterações). bicicletas (Decreto nº 35. quando o respectivo destaque for exigido pela legislação tributária. cimento de qualquer espécie (Decreto nº 32.678/2010).876/1991.701/2010).959/2009). tabaco (fumo). material elétrico (Decreto nº 35. acabamento.032/2004 e alterações). preparações catalíticas e corantes (Decreto nº 33.655/2010). arts 522 a 565). piche. tintas. sorvete (Decreto nº 27. revendedor autônomo (Decreto nº 14. eletroeletrônicos eletrodomésticos (Decreto nº 35. relativamente às operações/prestações internas. brinquedos (Decreto nº 35.656/2010).876/1991 e alterações).677/2010).247/2005 e alterações).657/2010). aglutinantes.958/2009). travesseiros e suportes elásticos para cama (Decreto nº 35. autopeças (Decreto nº 35. A substituição tributária não exclui a responsabilidade do contribuinte-substituído na hipótese do documento fiscal próprio não indicar o valor do imposto objeto da substituição.QUANTO ÀS FASES DE CIRCULAÇÃO DA MERCADORIA QUANTO AO VALOR DO IMPOSTO ANTECIPADO PRODUTOS produtos farmacêuticos (Decreto nº 28.217/2001 e alterações. massas para acabamento e pintura. colas. secantes. solventes. material de construção. artigos de perfumaria. adesivos. higiene pessoal ou toucador (Decreto nº 35. Decreto n° 14.680/2010). colchões. cigarro e outros produtos derivados do tabaco (Decreto nº 32.679/2010). ceras.205/2009). veículos automotores novos (Decreto 23.

35. Entretanto. ou por várias Unidades da Federação. entretanto.656.O regime de substituição tributária pode ser adotado apenas por um Estado. Entretanto. 3.677. art. o contribuinte deste Estado não pratica substituição para São Paulo.657. do art. Portanto. o regime de substituição tributária nas operações interestaduais aplica-se às operações que envolvam Estados signatários do mencionado acordo. ocorrendo a substituição tributária da mesma forma prevista nos decretos citados anteriormente. d) entrada em estabelecimento adquirente deste Estado e destinadas a uso. ressalvada a hipótese de eventualidade. consumo ou ativo fixo para estabelecimento adquirente localizados neste Estado. situação onde o contribuinte de São Paulo promove a substituição tributária para Pernambuco. Com relação ao Estado de São Paulo.678. como nas saídas de outra Unidade da Federação destinadas a este Estado ocorrerá a substituição tributária. quando a mercadoria for proveniente de contribuinte-substituto eventual. além de São Paulo e Pernambuco.680 e 35. INAPLICABILIDADE DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (Decreto n° 19. existem vários outros estados signatários do protocolo regulamentado por este decreto.655. 35. Destacamos que os Decretos 35. consumo ou ativo fixo Também poderá ser atribuída ao contribuinte-substituto localizado em outra Unidade da Federação a responsabilidade pelo recolhimento do imposto relativo à diferença de alíquota nas entradas destinadas a uso.679/2010 também datado de outubro deste ano.701. 3º) Em algumas hipóteses são inaplicáveis à substituição tributária. o protocolo é de “mão única”. mediante a celebração de um acordo (convênio ou protocolo). Exemplo: Fábrica de cerveja (contribuinte-substituto) Venda Fábrica de cerveja (contribuinte-substituto) Não há 11 . 35. do Decreto n° 19. tanto nas saídas de mercadorias deste Estado. com relação aos demais estados signatários do protocolo. neste caso abrangendo os contribuintes nele situados. 26. O Decreto 35. Ressaltamos ainda que devem ser observadas também as regras de inaplicabilidade previstas nas normas específicas relativas a cada regime de substituição tributária. todos datados de outubro de 2010 retratam protocolos denominados “de mão única” relativamente ao Estado de São Paulo. poderá ser concedida a condição de contribuinte-substituto ao remetente situado em Unidade da Federação não signatária de convênio ou protocolo de ICMS nos termos do parágrafo único. 35. 35.528/1996. ou seja. A substituição tributária não se aplica: a) quando o estabelecimento destinatário for contribuinte-substituto em relação à mesma mercadoria.528/1996.

Outra condição para que ocorra a inaplicabilidade da substituição tributária é que o destinatário deste Estado. que assume a condição de responsável na operação interestadual. ressalvada a hipótese de eventualidade. art. o prazo para retorno poderá ser prorrogado. 12 . A situação de transferência não está condicionada ao fato da mercadoria ter sido produzida pelo estabelecimento remetente. deverá realizar exclusivamente operações com mercadorias recebidas em transferência do contribuinte-substituto remetente. 11. Exemplo: Transferência Fábrica de pneumáticos Não há substituição Filial atacadista Transferência Filial varejista Há substituição Transferência Há substituição c) nas remessas em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente e no respectivo retorno.1. “b”. distribuidor ou atacadista.876/1991. nos termos do Decreto nº 14. IX. ou seja. A critério da autoridade fazendária competente.b) quando se tratar de transferência para outro estabelecimento. do mesmo contribuinte-substituto. não haverá substituição mesmo quando a mercadoria transferida pelo contribuinte-substituto houver sido adquirida de terceiros. Sendo assim. Exemplo: Fábrica de Veículos (contribuinte-substituto) Remessa* em 01/01/2005 Não há substituição tributária Exposição Retorno* em 28/02/2005 Não há substituição tributária Há suspensão do ICMS. exceto varejista. hipótese em que o adquirente assumirá a condição de contribuinte-substituto quando promover a saída da mercadoria para outro contribuinte não dispensado da substituição. quando a mercadoria for proveniente de contribuinte-substituto eventual. desde que a mercadoria retorne no prazo de 60 (sessenta) dias.

Exemplo: Fábrica de pneus (NBM/SH 3005) Venda Fábrica de veículos automotores Não há substituição tributária Nesta hipótese os pneus serão utilizados como produtos intermediários na fabricação de veículos automotores. do art. internas e de importação destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. I) 4. art. ressalvados os casos expressamente indicados na legislação.2 Cálculo do Imposto O valor do imposto será obtido pela aplicação da alíquota prevista para a operação interna 13 . e) nas operações interestaduais. 4. nos termos da Portaria SF n° 175/2010 ( ver item 14. 4º.d) quando a mercadoria destinar-se à industrialização.528/96) 4.1 deste informativo fiscal) Exemplo: Detentor de Regime Especial de Tributação (§ 3º.1 Base de Cálculo A base de cálculo do ICMS-ST relativo às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é o valor da operação praticada pelo contribuinte-substituído. 3º do Decreto nº 19.528/1996. CÁLCULO DO IMPOSTO RELATIVO ÀS OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES ANTECEDENTES OU CONCOMITANTES (Decreto n° 19.

00 1. 4°. art. Cálculo ICMS Substituição Valor ICMS Substituição Valor Total Produtos dos 1.000.000. por R$ 1. O contribuinte-substituto recolherá o ICMS devido pelo vendedor.000. 4. % Cálculo ICMS Creditado ICMS-Substituição Fonte Entrada Isentas/Ñ Tributadas Outras OBS.00* Valor do Frete Valor do Seguro Outras Despesas Acessórias Valor Total do IPI Valor Total da Nota 1.00 Base de Alíq. isto é.sobre a referida base de cálculo.§2°) • da entrada ou recebimento da mercadoria.000.000.00 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE REGISTRO DE ENTRADAS PELO CONTRIBUINTESUBSTITUTO REGISTRO DE ENTRADAS CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: ICMS – Valores Fiscais Valor Contábil 1.00 14 .000.000. • verificar-se qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. CNPJ/MF: 1.3 Exemplos EXEMPLO 1: Contribuinte inscrito neste Estado vende mercadoria sujeita a diferimento.00 170.00. ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE REGISTRO DE SAÍDAS PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUÍDO REGISTRO DE SAÍDAS Valor Contábil ICMS – Valores Fiscais Base Cálculo de Alíquota % ICMS Debitado ICMS-Substituição Estado Outra UF Isentas/Ñ Tributadas Outras CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: CNPJ/MF: 1. para contribuinte-substituto pelas entradas. IMPORTANTE: O imposto relativo às operações antecedentes será recolhido pelo contribuintesubstituto quando: (Decreto n° 14.00 EMISSÃO DA NOTA FISCAL PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUÍDO CÁLCULO DO IMPOSTO Base Cálculo do ICMS Valor do ICMS B.00).00 1.000. Cálculo do imposto devido por substituição tributária: (SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ANTECEDENTE) CÁLCULO DO ICMS DEVIDO POR SUBSTITUIÇÃO Base de cálculo (R$) (x) (=) Alíquota interna (17%) ICMS devido por substituição (R$) 170. sem o custo do ICMS. • da saída subsequente promovida pelo contribuinte-substituto.876/1991.00 *O contribuinte-substituído deverá cobrar do contribuinte-substituto o valor líquido da mercadoria (R$ 830.

art. II. Decreto nº 17. Lei nº 11.300. 18.000. 2º. III. A substituição tributária relativa às operações ou prestações subsequentes pode ocorrer com mercadoria procedente deste Estado. O cálculo do imposto a ser recolhido pelo armazém geral será: (SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONCOMITANTE) ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE REGISTRO DE ENTRADAS PELO ARMAZÉM GERAL REGISTRO DE ENTRADAS CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: ICMS – Valores Fiscais Valor Contábil 2.300. o imposto é cobrado antecipadamente com base em “fato gerador presumido” respaldado na suposição de que a operação subsequente seja interna e tributada. de outra Unidade da Federação ou do Exterior. na coluna “Contribuinte-Substituído – ICMS pela Entrada”. CNPJ/MF: ICMS DEVIDO NA VENDA DA MERCADORIA ARMAZENADA Base de cálculo (R$) (x) (=) Alíquota interna (17%) ICMS devido por substituição (R$) 391.559/1994. Cálculo % 2. 15 .528/1996.00.300. • Base de cálculo.00 de Alíquota % ICMS Debitado 17% 391.00.00 ICMS-Substituição Fonte Entrada Isentas/Ñ Tributadas Outras OBS.II) EXEMPLO 2: Contribuinte situado no Rio Grande no Norte remete mercadoria.00 ICMS-Substituição Estado Outra UF Isentas/Ñ Tributadas Outras CNPJ/MF: 2. “d”) Na substituição tributária “para frente”.00 12 ICMS Creditado 240.000. art. considerando que o fato gerador da operação tributada ainda não ocorreu. Em seguida vende a mercadoria armazenada para contribuinte situado neste Estado. arts. por R$ 2.00 Base de Alíq. 65. São elementos de composição do ICMS-ST: • Alíquota. com ICMS destacado no valor de R$ 240.300.00. (Portaria SF nº 393/1984.00 5 CÁLCULO DO IMPOSTO RELATIVO ÀS OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES SUBSEQUENTES (Decreto 19. • Margem de valor agregado – MVA. 3º. 4º. art.408/1996.O contribuinte-substituto deverá emitir Nota Fiscal de Entrada com o valor do ICMS diferido e efetuar o seu registro no Registro de Entradas.00 2.00 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE REGISTRO DE SAÍDAS PELO ARMAZÉM GERAL REGISTRO DE SAÍDAS CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: Valor Contábil ICMS – Valores Fiscais Base Cálculo 2. II. • Crédito fiscal. IV e §§ 1º.000. para armazém geral situado em Pernambuco. no valor de R$ 2. Na substituição tributária relativa às operações ou prestações subsequentes a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido pelo adquirente (contribuintesubstituído) é atribuída ao remetente (contribuinte-substituto).

Acabamento Bricolagem ou Adorno (Decreto n° 35. art. 28 e Decreto n° 19.528/1996. montante dos valores de seguro.MVA será estabelecida pelo Poder Público tomando-se por base os preços praticados usualmente no mercado da região considerada. sobre o valor da operação ou prestação. o valor obtido pelo somatório das seguintes parcelas.59% do crédito destacado na Nota Fiscal.18% do crédito destacado na Nota Fiscal. 16 . o preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. conforme a hipótese: valor da operação ou prestação própria realizada pelo contribuinte-substituto ou pelo contribuinte-substituído intermediário. art. adotando-se a média ponderada dos preços coletados (Decreto n° 19. • Regras Específicas: Produtos Eletrônicos. 5. Sua consulta é imprescindível. O percentual de agregação será fixado pela legislação em função de cada produto e de acordo com a operação (interna. 4º.678/2010): os produtos relacionados no anexo 2 (alíquota 7%): 41. conforme a hipótese. obtidos por levantamento.701/2010): relacionados no anexo 3 (alíquota de 12%): 70. fixado por órgão ou entidade competente da Administração Pública.3 Base de Cálculo A identificação da base de cálculo em relação às operações ou prestações subsequentes será esgotada. 5. • Em substituição a MVA. Remetente do Simples Nacional: (Resolução CGSN n° 94/2008. relacionados no anexo 4 (alíquota de 7%): 41.528/1996. a cada possibilidade: • • • o preço final a consumidor. Material de Construção. 3). visto que pode variar em cada Estado. c. ainda que por amostragem ou através de informações e outros elementos fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores. interestadual e importação). portanto a alíquota do Estado do contribuinte-substituído.5.18% do crédito destacado na Nota Fiscal.2 Crédito Fiscal • Regra Geral: O crédito fiscal será o valor correspondente ao ICMS de responsabilidade direta (ICMS normal) destacado no documento fiscal do contribuinte-substituto. 4°.§§9° e 10) O valor resultante da aplicação da alíquota interna ou interestadual. independente da responsabilidade do recolhimento ser do remetente ou do destinatário. sucessivamente. margem de valor agregado – MVA relativa às operações ou prestações subsequentes. art.1 Alíquota Será aplicada a alíquota interna do Estado de destino. único ou máximo. Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Decreto n° 35. II. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. A margem de valor agregado . o valor da Pauta Fiscal estabelecida pela Secretaria da Fazenda.

(Decreto n° 19. portanto. diferentes MVA’s. art.559/1994. independentemente de alteração da respectiva norma específica.528/1996. 4°. Interna . deduzido o crédito fiscal relativo ao frete. 5. acrescido do percentual de agregação previsto para o produto.A legislação não oferece percentual específico para todo produto. Nesta hipótese a base de cálculo será o valor do próprio frete. inclusive o percentual de agregação próprio. 14. o percentual geral para os que não estiverem especificados.CF Valor de Partida = Valor da Mercadoria + Frete(FOB) + IPI + despesas cobradas ao adquirente CF = ICMS normal destacado na NF + ICMS frete FOB 5. “b”. Quando as mercadorias forem provenientes de contribuinte do Simples Nacional de outra Unidade da Federação. ou seja. o importador deverá adotar a base de cálculo prevista no art. 2. Higiene Pessoal ou Toucador. se houver. art. quando por conta do destinatário. VII. indicando. do Decreto n° 14. prevalecendo o valor maior. (Decreto n° 17. independente da responsabilidade do recolhimento do ICMS-ST ser do remetente ou do destinatário. fixada a critério da Administração Tributária. prevalecerá o percentual que for inferior. Quando os protocolos ou convênios estabelecem. o destinatário deverá recolher o imposto complementar. Artigos de Perfumaria. 3. §§ 9º e 10°). 5.876/1991. 2°). IMPORTANTE: 1.6 Operação de Importação Na importação do exterior. §1.528/1996.VII). art. estiver sujeita ao regime de substituição tributária. a ele adicionando-se os acréscimos indicados na respectiva legislação específica.5 Frete não Incluso na Base de Cálculo Caso o valor do frete não tenha sido considerado na composição da base de cálculo. CÁLCULO DO ICMS SUBSTITUTO ICMS substituto = (VP + MVA) x Aliq. citamos o produto “fraldas” que se encontra elencada no Convênio de Produtos Farmacêuticos e também no Protocolo de Cosméticos. Para o cálculo do ICMS na substituição tributária relativa às operações ou prestações subsequentes não são considerados os descontos ou abatimentos ainda que líquidos e certos. 17 . para o mesmo produto. podendo ser adotada a base de cálculo prevista em Pauta Fiscal. deverá ser utilizada a MVA original. 4°. O valor do imposto corresponderá ao resultado da aplicação da alíquota interna da mercadoria sobre a base de cálculo. quando a mercadoria/operação. A título de exemplo. a MVA prevista para as operações internas (Decreto n° 19.4 Cálculo do Imposto Sobre a base de cálculo será aplicada a alíquota prevista para as operações/prestações internas e deste valor encontrado será deduzido o ICMS de responsabilidade direta do contribuinte-substituto e o ICMS relativo ao frete.

2. A alíquota incidente na operação interna é de 17%.00 250. além das parcelas mencionadas no item anterior.00 1.00 50.500. 9º. nos termos da lei aplicável à matéria.00 2. A mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária com liberação. § 1º. comporá a base de cálculo do ICMS o montante do próprio imposto.120. 14.876/1991.00. c/c Decreto nº 14. VII. c) quaisquer despesas aduaneiras.500.7 Exemplos EXEMPLO 3: Contribuinte industrial deste Estado vende mercadoria sujeita à substituição tributária para empresa situada em Pernambuco.00 3. assim consideradas as importâncias devidas às repartições alfandegárias.876/1991. com IPI no valor de R$ 250.00 e frete FOB no valor de R$ 50.Neste caso. substituirá o preço declarado.00 241.40 *Há isenção na prestação interna de serviço de transporte rodoviário de carga (Decreto nº 14. A MVA relativa às operações subsequentes é de 40%. (Lei nº 11. a base de cálculo do ICMS de responsabilidade direta na entrada de mercadoria importada do exterior corresponde ao somatório das seguintes parcelas: a) valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. § 1º.40 425.920.500.800. Decreto nº 14. “b”) 1. art. taxas e contribuições. se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento do efetivo preço. deverá também recolher o ICMS de sua responsabilidade direta. d) outros impostos. Instrução Normativa DAT nº 007/2002).00. sobre Produtos Industrializados e sobre Operações de Câmbio.00 x 17%) ICMS sobre o frete* ICMS SUBSTITUIÇÃO 666. V.00 0.408/1996. COMPOSIÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO ICMS DE RESPONSABILIDADE DIRETA RELATIVO À IMPORTAÇÃO (Lei nº 11. observando-se: o preço da mercadoria expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do Imposto de Importação. CXIX. 6º. o importador além de ser contribuinte-substituto relativamente às operações ou prestações subsequentes.00 Valor de partida Agregação de 40% BASE DE CÁLCULO DA SUBSTITUIÇÃO Alíquota (17%) ICMS total ICMS do remetente (2. “a”) 18 . 14. 5. O cálculo do ICMS-ST será: (SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA SUBSEQUENTE) CÁLCULO DO ICMS SUBSTITUTO Valor da mercadoria (+) (+) (=) (+) (=) (x) (=) (-) (-) (=) Valor do IPI Valor do frete 2. art. art.408/1996. por R$ 2. I. art. b) valor dos impostos de Importação. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior. art. 6º.876/1991. o valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do Imposto de Importação.

00 17 425. TRIB.00 241. CNPJ/MF: 2.00 2.00 Outras Despesas Acessórias 241.00.00 Valor Total do IPI Valor Total da Nota 250.40 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE REGISTRO DE SAÍDAS PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUTO REGISTRO DE SAÍDAS CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: Valor Contábil ICMS – Valores Fiscais Base Cálculo de Alíquota % ICMS Debitado ICMS-Substituição Estado Outra UF Isentas/Ñ Tributadas Outras OBS. 2.10. Cálculo ICMS Substituição Valor ICMS Substituição Valor Total Produtos dos 2.00 Valor do Seguro 3. Cálculo % ICMS Creditado ICMS-Substituição Fonte Entrada Isentas/Ñ Tributadas Outras OBS.40 2. por R$ 7.40 EXEMPLO 4: Contribuinte deste Estado importa 14. Cálculo do imposto devido por substituição: (SUBST.40 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE REGISTRO DE ENTRADAS PELO CONTRIBUINTESUBSTITUÍDO REGISTRO DE ENTRADAS CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: CNPJ/MF: ICMS – Valores Fiscais Valor Contábil Base de Alíq.00 ICMS-fonte: 241.500.00 Valor do Frete 425.750.000 aparelhos de barbear.00. sujeito ao regime de substituição tributária subsequente com liberação.EMISSÃO DA NOTA FISCAL PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUTO CÁLCULO DO IMPOSTO Base Cálculo do ICMS Valor do ICMS B.500.20.991. SUBSEQUENTE) 19 .000.00 e despesas aduaneiras no valor de R$ 200.750. NBM/SH 8212.00 2.500. IPI no valor de R$ 700. A margem de valor agregado para o produto é de 30%.920.40 ICMSfonte: 241.00. Imposto de Importação no valor de R$ 400.

se não contidos no preço: 20 .00 Alíquotas ICMS 17 IPI 10 Valor do IPI 10.000.00 aparelho de barbear 700.000.83.10.000.000 Valor Unitário 0.000.700.00 700.00 510.00 10.17%.00 * Dividimos por 0.00 510.000.00 Valor do Frete 1.00 3.50 Valor Total 7.00 CÁLCULO DO IMPOSTO Base Cálculo do ICMS Valor do ICMS Base Cálculo ICMS Substituição Valor ICMS Substituição Valor Total dos Produtos 10. o Valor Total da Nota corresponde ao valor total dos produtos acrescido do montante relativo aos seguintes itens. para incluir o montante do ICMS na sua base de cálculo ICMS ANTECIPADO Valor de partida (+) (=) (x) (=) (-) ( =) Agregação de 30% BASE DE CÁLCULO Alíquota (17%) ICMS total ICMS relativo à importação ICMS antecipado EMISSÃO DA NOTA FISCAL DE ENTRADA DADOS DO PRODUTO Situação Código Descrição Produtos dos Cl Fiscal 8212.000.000.00 1.20 Tributária 010 Unidade un Quantidade 14.510.300. que corresponde a 100% .00 2.00 400.00 200.00 13.700.ICMS RELATIVO À IMPORTAÇÃO valor dos produtos (+) (+) (+) (=) (/) (=) (x) (=) valor do IPI Valor do Imposto de Importação despesas aduaneiras valor de partida 0.000.210.00 600. alterada pela Instrução Normativa DAT nº 019/2001.00 13.00 Valor Total do IPI 7.00 7.000.00 8. quando for o caso.00* * De acordo com a Instrução Normativa DAT nº 019/1996.00 Valor Total da Nota Valor do Seguro Outras Despesas Acessórias 700.83* Base de cálculo Alíquota de importação (17%) ICMS relativo à importação 1.00 10.700.

(Lei º n° 11.00. quando não for possível 21 . Cálculo do ICMS a ser retido por substituição: Valor da mercadoria (+) (=) (x) (=) Valor do IPI Valor da operação Diferença de alíquota (17% .1 Base de Cálculo A base de cálculo será o valor da operação na Unidade da Federação de origem da mercadoria. 4º.3 Exemplo EXEMPLO 5: Contribuinte transportador de cargas deste Estado adquire pneus na Paraíba. art. XII) Ocorre fato gerador do ICMS a entrada de mercadoria procedente de outra Unidade da Federação destinada a integrar o ativo fixo.2 Cálculo do Imposto O imposto a ser recolhido será o valor resultante da aplicação do percentual equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo.528/1996.528/1996. para uso. 17. • desfazimento do negócio antes da entrega da mercadoria.2010.00. 6. Decreto n° 19. 19. II. CÁLCULO DO IMPOSTO RELATIVO ÀS MERCADORIAS CONSUMO OU ATIVO FIXO – DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS DESTINADAS A USO.12% = 5%) ICMS SUBSTITUTO 130. 17.00 2.600.• • • • • • 6 frete seguro IPI ICMS devido por substituição tributária ICMS incidente sobre a importação demais despesas acessórias. na substituição tributária "progressiva”.11. neste caso. art. “c”. 21. .500. II. § 4º. 6. “b”.00 2. recuperar o ICMS que houver sido antecipado à maior. com IPI no valor de R$ 100.10.2010. com ou sem retenção do imposto por substituição tributária. com retenção do imposto por substituição tributária. 6. 18. 22 e 23) Ressarcimento é o mecanismo que permite ao contribuinte-substituído. 3º. arts. §3º. a partir de 01. O ressarcimento do imposto retido poderá ocorrer nas seguintes hipóteses: • saída da mercadoria para outra Unidade da Federação: até 31. sobre determinados produtos recai a cobrança do ICMS por meio da substituição tributária.500.408/1996. II. ou para uso ou consumo do adquirente e. por R$ 2.00 7 RESSARCIMENTO (Decreto 19. art. Decreto nº 14.876/1991.00 100.

observando o disposto na Portaria SF n° 001/2011. O contribuinte-substituto realiza nova venda para o contribuintesubstituído e deduz. O contribuinte-substituído realiza operação interestadual. quando não for possível a identificação da operação original.00 (dez mil reais). o contribuinte-substituído deverá emitir Nota Fiscal adotando os procedimentos a seguir descritos: • • identificar a quantidade da mercadoria que tenha saído para outra Unidade da Federação. sob condição resolutória de posterior homologação pela Secretaria da Fazenda. Adotando o sistema normal de tributação. poderá o contribuintesubstituído optar em utilizar como crédito fiscal para dedução do ICMS normal. considerando-se a mesma base de cálculo que tenha sido adotada na antecipação original quando da aquisição efetuada pelo contribuinte-substituído. que corresponderá àquele destacado na Nota Fiscal da saída de mercadoria para outro Estado. serão considerados os dados da aquisição mais recente do produto. em função de diferença de alíquota ou de base de cálculo. do resultado obtido será deduzido o valor do imposto de responsabilidade direta do contribuinte-substituído. resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações interestaduais sobre o valor da mencionada saída. Nesta hipótese o fornecedor da mercadoria deduzirá da próxima retenção a ser efetuada em favor da Unidade da Federação do contribuinte-substituído. O contribuinte-substituído emite Nota Fiscal de ressarcimento para o contribuinte-substituto. Entretanto. por período fiscal. Na saída para outra Unidade da Federação.adotar a restituição prevista no item 8 deste Informativo Fiscal. o valor da base de cálculo do imposto será proporcional à referida saída. Esquematicamente temos: O contribuintesubstituto vende a mercadoria e retém do contribuintesubstituído o ICMS-fonte. para obtenção do valor do ressarcimento. titular do ressarcimento. em substituição ao mecanismo do ressarcimento. para as demais mercadorias. haverá direito ao ressarcimento quando. em relação ao mesmo contribuinte. • • • 22 . valores de ressarcimento inferiores a R$ 10.1 Valor do Ressarcimento Na hipótese da saída tributada para outra Unidade da Federação. o imposto relativo à operação interestadual realizada pelo contribuinte-substituído for inferior à soma do ICMS normal e do ICMS antecipado destacado na respectiva Nota Fiscal de aquisição da mercadoria. do ICMSfonte a ser recolhido. a alíquota a ser adotada sobre a mencionada base de cálculo será a mesma que tenha sido utilizada na respectiva antecipação original. 7. verifica-se que o valor do ICMS devido na operação interestadual é inferior à carga tributária suportada quando da aquisição da mercadoria com Substituição Tributária. o valor do imposto a ser ressarcido. no caso de combustíveis e na Portaria SF n° 324/1998.000. o valor destacado na Nota Fiscal de ressarcimento.

observada a proporcionalidade entre a quantidade da mercadoria vendida e da mercadoria adquirida com antecipação do imposto. • valor do ressarcimento. da Unidade da Federação de destino. devendo conter. sem o pronunciamento da SEFAZ no correspondente processo. sob condição resolutória de posterior homologação pela SEFAZ. 7. o valor do imposto retido por substituição tributária a ser ressarcido não poderá ser superior ao valor retido originalmente pelo contribuinte-substituto. o contribuinte-substituto poderá efetuar o ressarcimento do imposto.528/1996. remetidos pelo contribuinte-substituído. 7. • IMPORTANTE: A partir de 1º de dezembro de 2011. responsável pela verificação do pedido de ressarcimento. efetuados nos termos do subitem 7. da quantidade e do valor da mercadoria. cópia da GNRE relativa ao imposto objeto do ressarcimento. • tenha decorrido o prazo de 90 (noventa) dias. • identificação da Nota Fiscal relativa à saída para outra Unidade da Federação. o contribuinte-substituto disponha dos documentos comprobatórios da situação.2 Condições para o Ressarcimento Para que o contribuinte-substituto faça a compensação do valor do ressarcimento.3 Nota Fiscal de Ressarcimento A Nota Fiscal de ressarcimento será emitida pelo contribuinte-substituído. à repartição fazendária do domicílio do contribuinte-substituído que tenha promovido a operação interestadual. com as seguintes informações: 23 . seja remetida. com a demonstração dos respectivos cálculos. em nome do respectivo fornecedor. deverão ser atendidas as seguintes condições: • • • o abatimento do imposto somente poderá ocorrer em relação à mesma Unidade da Federação e ao mesmo contribuinte. do valor do imposto de responsabilidade direta do remetente. com identificação do documento fiscal. em papel ou meio magnético. contendo a solicitação do visto. deverá fazer um demonstrativo contendo conta-corrente do valor do ressarcimento. • declaração: “Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento”.Nas hipóteses de desfazimento do negócio e de saída para outro Estado não tributada. contados da data do correspondente recolhimento do imposto. 23. • o contribuinte-substituto disponha de cópia do requerimento apresentado à SEFAZ. emitida pelo contribuinte-substituído. relação. no prazo de 10 (dez) dias. contado da data da protocolização do requerimento. ainda que a Nota Fiscal de ressarcimento. desde que: (Decreto nº 19.1. além das indicações regulamentares. bem como do valor do imposto retido pelo contribuinte-substituto quando da aquisição do produto. conforme segue: Nota Fiscal de ressarcimento contendo o visto da unidade fazendária do domicílio fiscal do contribuinte-substituído. o valor do ressarcimento será o total do ICMS antecipado pelo contribuinte-substituto da operação original. as seguintes: • natureza da operação: ressarcimento. art. § 3º). titular do ressarcimento. não contenha o visto da unidade fazendária. pelo contribuinte-substituído. das Notas Fiscais referentes às saídas para outro Estado. Na via fixa da Nota Fiscal o contribuinte-substituído deste Estado.

se o valor do ressarcimento disponível abranger mais de uma operação para compensação. o contribuinte-substituto poderá efetuar o ressarcimento do imposto. parágrafo único) • no quadro “Destinatário/Remetente”.. • no quadro “Emitente”. contado da data da protocolização do requerimento. ICMS antecipado destacado na NF. art.3 deste Informativo. 3... pelo contribuinte-substituído. com as seguintes informações: • • • • • valor contido na Nota Fiscal de ressarcimento nº. 2. art.quando houver. total do ressarcimento. identificação da Nota Fiscal emitida para acobertar a mercadoria objeto do negócio desfeito. modelo 1 ou 1-A ou Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) relativa ao valor do ressarcimento. • tenha decorrido o prazo de 90 (noventa) dias. A Nota Fiscal de ressarcimento permite ao fornecedor responsável pelo ressarcimento realizar a dedução do valor a ser ressarcido na próxima retenção a ser efetuada relativamente ao mesmo contribuinte sob o regime de substituição tributária. 24 . a indicação “Ressarcimento”. deverá ter emitido Nota Fiscal. saldo positivo de ressarcimento. Valor do ICMS antecipado pelo fornecedor: valor do ICMS relativo à operação posterior àquela do recebimento. contendo a solicitação do visto. Para isso. em nome da Secretaria da Fazenda. contendo: (Decreto n° 19.528/1996. no campo “Informações Complementares”. O contribuinte-substituto deverá elaborar demonstrativo da compensação do ressarcimento para controle de suas operações.Quando o contribuinte-substituto for importador. saldo devedor/credor. Total do ressarcimento: corresponde ao somatório do valor do ressarcimento relativo à Nota Fiscal que está sendo emitida com o valor do saldo positivo de ressarcimento anterior. deduzir o valor do ressarcimento. no campo “Natureza da Operação”. de Nota Fiscal de ressarcimento.528/1996. § 3º) • o contribuinte-substituto disponha de cópia do requerimento apresentado à SEFAZ.. conforme NF-nº . • visto da unidade fazendária responsável pela verificação do pedido de ressarcimento. Saldo positivo de ressarcimento: diferença entre o total do ressarcimento e o valor do ICMS antecipado pelo fornecedor na operação anterior. até o limite deste. sob condição resolutória de posterior homologação pela SEFAZ.Na Nota Fiscal relativa à importação deverá constar o demonstrativo previsto no subitem 7. ou no corpo do documento fiscal. sem o pronunciamento da SEFAZ no correspondente processo. Relativamente à hipótese de desfazimento do negócio. demonstrativo contendo conta corrente do valor do ressarcimento. IMPORTANTE: 1. além das exigências regulamentares: • • • natureza da operação: ressarcimento. A partir de 1º de dezembro de 2011. declaração: “Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento”. conforme subitem 7.• • • • • Valor do ressarcimento contido nesta Nota Fiscal: Saldo positivo de ressarcimento anterior. ainda que a Nota Fiscal de ressarcimento. poderá. desde que: (Decreto nº 19. emitida pelo contribuinte-substituído. os dados relativos à Secretaria da Fazenda... pelo fornecedor. conforme Nota Fiscal nº. a Nota Fiscal de Ressarcimento conterá. 23.3 deste Informativo Fiscal. • no quadro “Dados Adicionais”. 22. no momento do desembaraço aduaneiro. não contenha o visto da unidade fazendária. O saldo positivo do conta-corrente deverá ser transportado para o demonstrativoda Nota Fiscal de ressarcimento subsequente.

onde será elaborado demonstrativo na folha de encerramento de cada período fiscal. conforme a hipótese. nas colunas “Documento Fiscal” e “Observações”. Cálculo do valor do ressarcimento e elaboração do demonstrativo na respectiva Nota Fiscal: CÁLCULO DO ICMS TOTAL RELATIVO À ANTECIPAÇÃO QUANDO DA AQUISIÇÃO DA MERCADORIA PROPORCIONAL À QUANTIDADE REVENDIDA Base de Cálculo Proporcional à Quantidade Revendida QUANTIDADE DE MERCADORIA 300 150 x = 650. O valor da base de cálculo para obtenção do ICMS-ST foi R$ 1. na coluna “Documento Fiscal”. por R$ 750.00.5 Exemplos EXEMPLO 6: Contribuinte deste Estado adquire em São Paulo. Metade da mercadoria é revendida para contribuinte situado no Estado da Paraíba.50 CÁLCULO DO IMPOSTO DE RESPONSABILIDADE DIRETA DO CONTRIBUINTE-SUBSTITUÍDO Base de cálculo (x) (=) Alíquota interestadual (12%) ICMS de responsabilidade direta do contribuinte-substituído 90. 300 unidades do produto x.000.00 750.00 BASE DE CÁLCULO 1.00. indicando-se nesta: “ressarcimento do imposto retido”. indicando-se as Notas Fiscais de ressarcimento emitidas. contribuinte-substituto: no Livro Registro de Entradas.4 Escrituração da Nota Fiscal de Ressarcimento A Nota Fiscal de ressarcimento emitida pelo contribuinte-substituído deverá. ser escriturada da seguinte forma: • Sistema com Liberação contribuinte-substituído: no Livro Registro de Saídas.7.00 25 .00 x Base de cálculo adotada na antecipação original (x) (=) Alíquota interna (17%) ICMS TOTAL 650.00 e a alíquota de 17%. com retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária.00 110.300. por R$ 1. indicando-se o seu valor na coluna “Observações”. sujeito ao regime de substituição tributária.300. 7. os respectivos valores e o fornecedor destinatário.

CÁLCULO DO RESSARCIMENTO ICMS relativo à antecipação original proporcional à quantidade revendida (-) (=) ICMS de responsabilidade direta na saída para a Paraíba Valor do ressarcimento 110. art.50 130. conforme o caso.27) *O saldo devedor corresponde ao valor do ICMS-ST a ser recolhido a este Estado.00. É possível. emitido pelo contribuinte substituído. ao mesmo fornecedor.528/1996. referido no exemplo anterior.00 20.GIA – ST como informação ao Fisco do valor relativo ao ressarcimento do imposto retido EXEMPLO 7: O contribuinte deste Estado. faz nova aquisição. do imposto pago por substituição tributária “progressiva” nas seguintes hipóteses: • • o fato gerador presumido não se realizar. entretanto. por R$ 866.50 90.50 DEMONSTRATIVO A SER ELABORADO NA VIA FIXA* DA NF DE RESSARCIMENTO EMITIDA PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUÍDO (a) (b) (c) (d) (e) Valor do ressarcimento contido nesta Nota Fiscal Saldo positivo de ressarcimento anterior Total do ressarcimento (a+b) Valor do ICMS antecipado pelo fornecedor Saldo positivo de ressarcimento 20.50 0 20.77.50 IMPORTANTE: * Atualmente. 8 RESTITUIÇÃO (Decreto n° 19.50 0 20. DEMONSTRATIVO DA COMPENSAÇÂO DO RESSARCIMENTO (a) (b) (c) (d) (e) Valor contido na NF de ressarcimento emitida no exemplo anterior Saldo positivo de ressarcimento Total do ressarcimento ICMS destacado nesta NF Saldo devedor* 20. de 200 dúzias do produto x. lançar mão da Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS Substituição Tributária . no caso de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). com ICMS retido no valor de R$ 130.50 0 20. 20 e Portaria SF n° 324/1998) O contribuinte-substituído tem direito à restituição do valor total ou parcial. ainda não há previsão legal de dispositivo que venha a substituir o demonstrativo elaborado na via fixa da Nota Fiscal referente ao Ressarcimento.77 (110. a operação ou prestação promovida pelo contribuinte-substituído estiver contemplada 26 .

o contribuinte-substituído. II. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. considerando a ação direta de inconstitucionalidade impetrada por Pernambuco.528/1996. deve deduzir o mencionado valor na coluna Contribuinte substituído para outros Estados.com qualquer espécie de desoneração total do imposto. do valor objeto do pedido.322/2002 revogou todos os dispositivos de decretos que integram a legislação tributária estadual que disponham sobre a restituição do valor do ICMS-ST que houver sido pago a maior. com pagamento dos acréscimos legais cabíveis.1 Devolução (Decreto n° 19. 677 a 683) Devolução é a operação através da qual o destinatário da mercadoria faz o retorno da mesma. prevê ainda a seguinte hipótese de restituição: • quando houver retenção a maior em função da base de cálculo da substituição na operação anterior ser superior a base de cálculo decorrente da saída de mercadoria do contribuinte substituído Entretanto.876/1991. No SEF esta operação será feita através de Ajuste de Apuração . também devidamente atualizados. promover a devolução de mercadoria cujo imposto tenha sido retido por substituição tributária. relativamente à substituição tributária “progressiva”. Decreto nº 14. da Lei n° 11. no prazo de 15 (quinze) dias da respectiva ciência. procederá ao estorno dos créditos registrados. contendo a Nota Fiscal o valor do ICMS relativo à substituição tributária.404/2003 dispôs que ficam sobrestados a apreciação e a tramitação dos processos de restituição do ICMS-ST recolhido a maior. . II. 24. No SEF esta operação será feita através de Ajuste de Apuração .322/2002. o contribuinte-substituído poderá creditar-se. o contribuinte-substituto deste Estado: • quando se tratar de operação interna. manter o valor do imposto retido como crédito fiscal. até a decisão definitiva pelo Supremo Tribunal Federal da ADIN nº 2675.Estorno de Débito Substituição Tributária para outras UF. referente ao inciso II. IMPORTANTE: O Decreto n° 19. em sua escrita fiscal. Sobrevindo decisão administrativa contrária irrecorrível. do art. este dispositivo se encontra revogado pelo Decreto n° 24. arts. o Decreto n° 24. • 27 . escriturando o valor do ICMSST no SEF em Ajuste de Apuração – Outros créditos. após o seu recebimento. poderá adotar um dos procedimentos a seguir indicados: • • destacar na Nota Fiscal o ICMS normal e o valor do ICMS relativo à substituição. 9 DEVOLUÇÃO E DESFAZIMENTO DO NEGÓCIO 9. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de 90 (noventa) dias. ao remetente. art.408/1996.Estorno de Débito – Substituição Tributária para o Estado. inscrito como contribuinte-substituto na Unidade da Federação do contribuintesubstituído quando se tratar de operação interestadual.528/1996 art. Embora essa hipótese de restituição ainda conste da redação do Decreto n° 19. deve deduzir o mencionado valor na coluna Contribuinte-substituído para o Estado.528/1996. art. 20. Quando o contribuinte-substituído. Na hipótese de operação referente à devolução de mercadoria. 19. O Decreto n° 25. 20. nos órgãos da Secretaria da Fazenda.

25) O desfazimento do negócio far-se-á antes da entrega da mercadoria. Caso a mercadoria tenha saído do estabelecimento. o valor do ICMS-substituto deverá ser deduzido da coluna “ContribuinteSubstituído” do mesmo.528/1996. o seguinte: natureza da operação: ressarcimento. identificação da Nota Fiscal emitida para acobertar a mercadoria objeto do negócio desfeito. escriturar a Nota Fiscal sem lançar o ICMSST.876/1991. Os contribuintes obrigados a entregar o SEF deverão efetuar o referido registro no quadro “Ajustes da Apuração .Salientamos que. desde que a mercadoria não tenha saído do estabelecimento. o contribuinte-substituído que dela tiver estoque deve fazer o seu levantamento e recolher o imposto antecipado. a Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento conterá. I. Neste caso. com a dispensa da apresentação da relação das Notas Fiscais referentes às saídas para outro Estado. em razão de apenas operar com mercadorias sujeitas ao regime de antecipação com liberação. • se o imposto retido não houver sido recolhido: se a Nota Fiscal não houver sido escriturada no Registro de Saídas. 29) Quando for estabelecido o regime de substituição tributária “progressiva” para determinada mercadoria.528/1996.2 Desfazimento do Negócio ( Decreto n° 19. do Decreto n° 14. nos termos dos artigos 677 a 683. declaração:”Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento”. 10 PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO ESTOQUE (Decreto n° 19. O recolhimento do imposto deverá ser efetuado no prazo e condições fixados no decreto específico que instituir o regime de substituição tributária para o produto. Caso o contribuinte-substituído não tenha como utilizar o valor restituído a título de crédito. ou utilizado como crédito pelo contribuinte-substituído quando o ônus recair sobre ele. devendo ser adotado um dos procedimentos a seguir: • se o imposto antecipado houver sido recolhido – o contribuinte-substituído deverá requerer a restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. art. o pedido de restituição deverá ser solicitado ao Estado destinatário da mercadoria. lembrando que. deverá adotar o mecanismo de ressarcimento. nos termos do art.Estorno de Débitos”.876/1991 cabe a restituição do imposto sobre quem recair o ônus do desembolso. ocorrendo devolução de mercadoria pelo contribuinte-substituído. 9. do Decreto nº 19. conforme previsto no item 7 deste informativo. art. nos termos do art. 94 do Decreto nº 14.528/1996. esta deverá ser cancelada. se a Nota Fiscal houver sido escriturada no Livro de Registro de Saídas. O levantamento deve ser feito relativamente às mercadorias em estoque na data imediatamente anterior à vigência do regime de substituição tributária. 20. relativamente ao ICMS-ST. além das exigências regulamentares. 28 .

mediante DAE específico. tratado da seguinte forma: • sobre o valor do estoque. não assuma esta condição. para contribuinte inscrito no CACEPE como optante do SIMPLES NACIONAL. durante determinado período e passe posteriormente a exercê-la. do Decreto 19. para determinação da base de cálculo do imposto antecipado em relação à mercadoria (MVA interna). deverá ser obtido da seguinte forma: • calcular o valor total do estoque do produto considerando o custo de aquisição mais recente ou. no prazo e condições fixados em decreto específico. IMPORTANTE: O valor do ICMS relativo ao estoque. à hipótese de perda da condição de detentor do regime especial de que trata o art. • 10. Eles previram um desconto sobre as perdas. ficando assegurado as mesmas condições previstas no decreto específico quanto ao parcelamento do imposto e às reduções do valor a recolher.1 Cálculo do ICMS sobre o Estoque O valor do ICMS relativo ao estoque. deduzindo-se do resultado o valor do crédito fiscal disponível. sob o código de receita 043-4. • recolher o valor encontrado. sob o código de receita 0434. Neste caso. Os contribuintes que usarem o referido desconto sobre o estoque de autopeças (10% ou 15%). abater 5% para os demais produtos. se houver. • adicionar ao valor do estoque o resultado da aplicação do percentual estabelecido no decreto específico que instituiu a substituição para o produto. para contribuinte inscrito no CACEPE no regime normal de apuração.528/1996. • sobre o valor obtido. Os decretos específicos que entraram em vigor em 01/11/2010. o recolhimento do imposto deverá ser efetuado até o último dia útil do mês subsequente àquele em que tenha ocorrido o levantamento do estoque. V. mediante DAE específico. dispensaram o contribuinte do SIMPLES NACIONAL do recolhimento do ICMS relativo ao estoque. no prazo e condições fixados em decreto específico. • sobre o valor obtido. a partir de 1º de outubro de 2010. • recolher o valor encontrado. sem qualquer dedução. • sobre valor do estoque. 29 . aplicar a alíquota prevista para as operações internas da mercadoria.O disposto acima também se aplica às seguintes situações: • no que couber. abater 10% (comércio atacadista) ou 15 % (comércio varejista). O estorno não será necessário relativamente aos demais produtos. o custo médio ponderado • aplicar o percentual estabelecido no decreto específico que instituiu a substituição para o produto. Os decretos relativos a mercadorias sujeitas à substituição tributária e que entraram em vigor em 01 de novembro de 2010 trouxeram um diferencial quanto à apuração do ICMS relativamente ao estoque. deverá ser efetuado da seguinte forma: • calcular o valor total do estoque do produto considerando o custo de aquisição mais recente ou. por medida judicial. quando se tratar de autopeças. 3º. a partir de 1º de outubro de 2010. o custo médio ponderado. ao contribuinte substituído que. aplicar a alíquota prevista para as operações internas da mercadoria. devem estornar o crédito de 7% do valor do desconto sobre o estoque. para determinação da base de cálculo do imposto antecipado em relação à mercadoria (MVA interna).

. as seguintes: • o valor que tenha servido de base de cálculo para a retenção.00. 11 EMISSÃO DA NOTA FISCAL (Decreto n° 19.528/1996... 30 .. para efeito do disposto no Decreto nº. 1.. relativo ao produto... O estorno será efetuado mediante registro do respectivo valor no RAICMS..00 798.66 O contribuinte deverá estornar o crédito fiscal escritural.00 17% 135.000 unidades de brinquedos.00...10.00 665.00...... no mês de outubro de 2010. com a informação do montante do crédito fiscal que tenha sido utilizado para cálculo do imposto. art.00 35...”.. Neste exemplo. No mês seguinte a cobrança do ICMS. no valor de R$ 60.1 ser observados os seguintes Emissão de Nota Fiscal pelo Contribuinte-Substituto O contribuinte-substituto deverá emitir Nota Fiscal que conterá. quando localizado em outra Unidade da Federação..... com liberação das operações subseqüentes. As cópias das folhas do Registro de Inventário deverão ser entregues à repartição fazendária do respectivo domicílio fiscal. Esta regra não se impõe relativamente aos decretos publicados em outubro de 2010. O contribuinte possui um crédito fiscal disponível no valor de R$ 60. considerando o tipo de mercadoria. contendo o levantamento do estoque. com valor de aquisição (custo médio ponderado) de R$ 700.00) Valor do estoque Margem de valor agregado (MVA de 20%) sobre o estoque Base de cálculo da antecipação Alíquota interna ICMS total Crédito fiscal disponível ICMS sobre o estoque 700... não é necessário fazer o estorno correspondente ao desconto sobre o estoque. 10.. pois os mesmos dispensaram o contribuinte da referida entrega.3 Exemplo EXEMPLO 8: Comerciante deste Estado possui. • o valor do imposto retido..00 75. • o número de inscrição do remetente no CACEPE.. 12) Na substituição tributária “progressiva” deverão procedimentos relativamente à emissão da Nota Fiscal: 11.00 133... de ... utilizado no cálculo da antecipação.. no quadro “Ajuste de Apuração – Estorno de Crédito”. além das indicações regulamentares. Segue abaixo o cálculo do ICMS relativo ao estoque: CÁLCULO DO ICMS SOBRE O ESTOQUE Valor do estoque (-) (=) (+) (=) (x) (=) (-) (=) Desconto sobre o estoque – quebra (5% x 700..66 60.. passa a ser efetuada através do regime de substituição tributária progressiva.. A margem de valor agregado prevista para o produto é de 20% (fictícia) e a alíquota é de 17%.2 Escrituração do Livro Registro de Inventário Os produtos sujeitos ao regime de substituição tributária em estoque devem ser escriturados no Livro Registro de Inventário com a observação: “Levantamento do estoque existente em .

.A emissão da Nota Fiscal sem as indicações específicas supra mencionadas implica em exigência do imposto que deveria ter sido retido. O ICMS destacado na Nota Fiscal nos termos aqui mencionados. conterá: destaque do ICMS antecipado.. de forma meramente indicativa.. • Relativamente ao contribuinte-substituto: Livro Registro de Entradas A Nota Fiscal de ressarcimento. quando o contribuintesubstituído destinatário situar-se em outro Estado. situar-se neste Estado. nas operações com outro contribuinte. 12 ESCRITURAÇÃO FISCAL (Decreto n° 19. 31 . além das normas gerais de escrituração referente aos Livros Registro de Entradas e Registro de Saídas. recebida do contribuinte-substituído. nas operações com outro contribuinte. ✓ não sendo sujeito à antecipação tributária.. será escriturada nas colunas sob o título “Documento Fiscal” e “Observações”... de forma meramente indicativa.. quando o adquirente: ✓ for sujeito a antecipação tributária.”.. art.”. o • OBSERVAÇÃO: Até 28 de fevereiro de 2011. salvo quanto ao antecipado.. destaque do ICMS normal..2 Emissão de Nota Fiscal pelo Contribuinte-Substituído A Nota Fiscal emitida pelo contribuinte-substituído. deverá conter: • destaque do ICMS normal e do antecipado.528/1996 e alterações. a escrituração será efetuada com observância das normas abaixo relacionadas.. será meramente indicativo. • destaque apenas do ICMS normal.. • declaração “Livre de cobrança do ICMS – Decreto nº .. elaborando-se o correspondente demonstrativo na coluna “Observações”.Decreto nº . ✓ conterá a expressão “imposto retido por substituição . nas operações interestaduais: ✓ quando o adquirente estiver sujeito à antecipação tributária.. relativamente à mercadoria recebida com imposto retido: • nas operações internas: ✓ não terá destaque do imposto.. nos demais casos. 13 a 19) Na hipótese de antecipação do imposto com liberação do imposto nas operações subsequentes.. Livro Registro de Saídas O valor da referida Nota Fiscal de ressarcimento será deduzido do próximo recolhimento ao Estado de domicílio do emitente. ✓ quando o adquirente não estiver sujeito à antecipação tributária conterá destaque do ICMS normal. para efeito de ressarcimento do emitente. indicando-se nesta: “ressarcimento de imposto retido”./.528/1996. 11. A efetivação do ressarcimento dar-se-á segundo o disposto nos artigos 21 a 23 do Decreto n° 19.. além das exigências acima previstas. a nota fiscal emitida pelo contribuinte substituído...

devendo ainda o contribuinte. os respectivos valores e o fornecedor destinatário. I e II. serão escrituradas as colunas “Valor Contábil” e “Contribuinte-Substituído para outro Estado”. art. PRAZOS DE RECOLHIMENTO (Decreto n° 19. o imposto destacado no documento fiscal será meramente indicativo. "c" e 10) O recolhimento do ICMS antecipado dos produtos sujeitos à substituição tributária nos termos do Decreto n° 19. e Decreto n° 14.528/1996. vedada a utilização do crédito. indicando-se o seu valor na coluna “Observações”. recolher o imposto apurado. art. 3. art. conforme o caso. inclusive se o destinatário for consumidor final. 2. a Nota Fiscal de ressarcimento será escriturada nas colunas sob a denominação “Documento Fiscal”. as colunas “Valor Contábil” e “Observações”. 9°. conforme o caso. na entrada de mercadoria sem o recolhimento antecipado ou antecipado a menor e sem emissão de Aviso de Retenção ou Extrato de Notas Fiscais. onde será elaborado demonstrativo na folha de encerramento de cada período fiscal. Livro Registro de Saídas serão escrituradas as colunas sob o título “Documento Fiscal” e “Codificação”. I. quando a mercadoria proceder de outro Estado: 1. parágrafo único. escriturando-se o valor da operação na coluna “Valor Contábil”.876/1991. 13. a coluna “Valor Contábil”. escriturar o total devido na coluna “Contribuinte-Substituto – ICMS pela Entrada”. informando-se nesta tal circunstância. 6°. art.528/1996 ocorrerá nos seguintes prazos: 32 .528/1996. calcular o imposto antecipado. na saída para outro Estado. na entrada de mercadoria com imposto recolhido antecipadamente. com recolhimento antecipado do imposto. de acordo com o art. informando-se nesta o correspondente número do Aviso de Retenção ou do Extrato de Notas Fiscais. se o imposto antecipado for exigido através de Aviso de Retenção ou Extrato de Notas Fiscais. II. II e III do Decreto n° 19. art. as colunas “Valor Contábil” e “Observações”. 600. na saída não sujeita à antecipação tributária. 5°. II. II. 6º.• Relativamente ao contribuinte-substituído: Livro Registro de Entradas serão escrituradas as colunas sob título “Documento Fiscal” . identificando-se as Notas Ficais de ressarcimento emitidas.§§ 7°. 10.

subsequente ao da entrada da Lagoa Grande. contados a partir da data de saída da mercadoria do estabelecimento remetente ou. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal 33 . mercadoria no Estado Santa Maria da Boa Vista e Terra Nova Localizado nos demais Municípios Até o último dia útil do mês subsequente ao da respectiva entrada da mercadoria neste Estado 058-2 Contribuinte descredenciado Portaria SF n° 089/2009 Mercadoria que Tenha Passado por Unidade Fiscal deste Estado Por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado Mercadoria que Não Tenha Passado Por Unidade Fiscal Deste Estado No prazo de 08 dias. Cabrobó. Petrolina. Dormentes. Orocó. HIPÓTESES PRAZO DE RECOLHIMENTO DOCUMENTO CÓDIGO DE RECEITA Normal Deste Estado Até o 9° dia do mês subsequente aquele em que ocorrer a saída da mercadoria DAE 10 011-6 Simples Nacional Até o 9° dia do segundo mês subsequente aquele em que ocorrer a saída das mercadoria Com Inscrição Até o 9° dia do mês subsequente aquele de substituto em que ocorrer a saída da mercadoria tributário De Outra Unidade da Federação Todos GNRE 10004-8 Sem Inscrição A GNRE paga deve vir acompanhando a de Substituto Nota fiscal relativa a mercadoria Tributário 10009-9 • Nas aquisições em outra Unidade da Federação quando a responsabilidade do recolhimento do ICMS-ST for do adquirente localizado neste Estado: HIPÓTESES PRAZOS DE RECOLHIMENTO CÓDIGO DE RECEITA Contribuinte credenciado Portaria SF n° 089/2009 Mercadoria que Tenha Passado ou Não por Unidade Fiscal Deste Estado Localizado nos municípios de Até o último dia do segundo mês Afrânio. na falta desta.• nas operações efetuadas por contribuinte-substituto Os prazos para recolhimento do ICMS substituto são os citados abaixo. salvo se norma específica dispuser de forma diversa.

O interessado em adquirir a condição de detentor de regime especial deverá encaminhar requerimento à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC. 9°. "c". armazém geral. §7°.876/1991) DAE 10 008-6 Regime Normal Credenciado pela Portaria 065/2009 Até o 9° dia do mês subsequente aquele em que ocorrer a saída da mercadoria (art. do Decreto n° 19. 2.323/2005. 122/2011. 138/2011 e 145/2012 estabelece os requisitos necessários para que o interessado adquira à condição de detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 600.876/1991 Até o 9° dia do mês subsequente aquele em que tenha ocorrido a operação de importação da mercadoria (art. que dispõe sobre o regime de substituição tributária do ICMS nas operações com bebidas. central de distribuição. 600. do Decreto n° 14. alterada pelas portarias 106/2011. 34 . do Decreto n° 14. preenchendo os seguintes requisitos: • Ser inscrito no CACEPE no regime normal de apuração como: distribuidor. 3 . ainda que o pagamento das respectivas quotas vencidas esteja em dia. 129/2011. §10 °. • Estar regular com a obrigação tributária principal. • Estar regular quanto ao envio dos dados relativos ao Sistema de Escrituração Fiscal – SEF. §10 °.1 Detentor de Regime Especial de Tributação (Portaria SF n° 175/2010) A Portaria SF n° 175/2010. "c". I. I. indicando o produto e o número do Decreto que tenha instituído o regime da substituição. para este fim. sendo considerado irregular. ou tenha participado. CREDENCIAMENTOS 14. II. quando o mencionado parcelamento for decorrente de operação cujo fato gerador tenha ocorrido: a partir da data em que for atribuída ao contribuinte a condição de detentor de regime especial de tributação. relativamente às operações subsequentes com as mercadorias referidas no Decreto nº 28. • Não ter sócio que participe. "c". Decreto n° 14. • Estar regular perante o cadastro na SEFAZ.528/1996) DAE 10 011-6 14. de empresa com irregularidade junto à SEFAZ. 600.876/1991) Do exterior Contribuinte Credenciado pelo art.• Nas operações de importação HIPÓTESES PRAZO DE RECOLHIMENTO DOCUMENTO CÓDIGO DE RECEITA Regra geral No momento do desembaraço aduaneiro (art. atacadista. parágrafo único. o contribuinte que tiver parcelamento de débito do ICMS normal.

Esta regra não se aplica. desde que a mencionada empresa possua estabelecimento industrial neste Estado. O descredenciamento será publicado em Diário Oficial Estadual e somente produzirá 35 .2011. era exigido que o contribuinte tivesse auferido receita bruta igual ou superior a R$ 12. A partir de 01. nos 12 (doze) meses anteriores àquele em que ocorrer a solicitação de credenciamento. A condição de credenciado será publicada em Diário Oficial Estadual e somente terá validade a partir do primeiro dia do mês subsequente ao da referida publicação. Apresentar desempenho compatível com o respectivo segmento econômico. até 31/07/2012. A nota fiscal que acompanha a mercadoria destinada a detentor de regime especial deverá conter a condição de credenciado do destinatário e o número do edital de credenciamento. autuação em decorrência de embaraço á ação fiscal. artigos de escritório e de papelaria) foi revogada. utilização irregular de qualquer beneficio fiscal.2011 a 31.00 (cento e vinte milhões de reais) correspondente à totalidade das operações promovidas pela pessoa jurídica. O contribuinte será descredenciado pela DPC quando ocorrer quaisquer das seguintes situações: • • • deixar de atender quaisquer das exigências estabelecidas para o pedido de credenciamento.323/2005: ter auferido receita bruta igual ou superior a R$ 120. promover exclusivamente operações com mercadoria produzida por uma única empresa industrial de cerveja. para efeito de atribuição da condição de detentor de regime especial em relação a bebidas. A partir de 01/08/2012.2011 utilizar a Nota Fiscal Eletrônica – NF-e em todas as operações que promover. A sistemática de que trata o Decreto nº 24. para obtenção do credenciamento. especialmente aquelas relativas aos itens de documentos. chope e refrigerante). ao contribuinte credenciado para utilização da sistemática que trata o Decreto nº 24. bebidas.000.• • • a partir de 01/11/2010. ressalvadas as hipóteses de emissão obrigatória da NF-e prevista na legislação. ser inscrito no CACEPE com a atividade econômica principal sob o código da CNAE 4635-4/02 ( comércio atacadista de cerveja. Adquirir mercadoria preponderantemente de estabelecimento industrial. limpeza.08. • OBSERVAÇÃO: 1. higiene pessoal.422/2002 (comércio atacadista de alimentos. ao Livro Registro de Inventário e aos documentos fiscais emitidos por ECF nos casos de contribuintes credenciados na sistemática do Decreto n° 24.245/2002.00 (doze milhões de reais) nos 12 (doze) meses anteriores aquele em que ocorrer a solicitação de credenciamento.000. nos demais casos. pelo Decreto n° 38.455/2012.09. nos termos do Decreto n° 28. relativamente aos estabelecimentos situados neste Estado. chope ou refrigerante.000. 2. a partir de 01/08/2012.422/2002. vedado o uso de ECF.000. não se considera regular o envio do arquivo digital sem as informações obrigatórias. Com relação ao SEF.07.No período de 01.

as seguintes condições (Portaria SF nº 89/2009.000. 3. III): a) o descumprimento de qualquer das condições previstas para o credenciamento. cumulativamente.07. desde que esteja em dia com o pagamento das correspondentes quotas. parágrafo único. desde que a mencionada empresa possua estabelecimento industrial neste Estado. promover exclusivamente operações com mercadoria produzida por uma única empresa industrial de cerveja. ou.323/2005 cujo credenciamento tenha sido concedido até 31. a partir da data de publicação de edital que assim determinar. relativamente aos estabelecimentos situados neste Estado. d) esteja regular quanto à transmissão ou entrega do arquivo digital do SEF. 14. Portaria SF n° 089/2009) 14. artigo 9°. o contribuinte que preencha. dispostas no inciso II da Portaria SF nº 89/2009. O contribuinte será descredenciado pela Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal DPC. IMPORTANTE: O contribuinte que promova operações com as mercadorias referidas no Decreto nº 28.00 (cento e vinte milhões de reais) correspondente à totalidade das operações promovidas pela pessoa jurídica. ser inscrito no CACEPE com a atividade econômica principal sob o código da CNAE 46354/02 ( comércio atacadista de cerveja. b) tenha efetuado o recolhimento do imposto antecipado constante do Extrato de Notas Fiscais emitido pelo Sistema Fronteiras. para efeito de descredenciamento."c". quando comprovados (Portaria SF nº 89/2009. possuindo: • • tenha promovido a respectiva regularização. receita bruta igual ou superior a R$ 120. II. II): a) esteja com a situação cadastral regular junto ao CACEPE. não se aplica os seguintes requisitos: ter auferido. chope e refrigerante). inclusive mediante parcelamento. Portaria SF n° 065/2009.876/1991. apuradas mediante processo administrativotributário: 36 .2012. e) não possua indícios de infração constantes do Extrato de Irregularidades no Sistema de Gestão do Malha Fina. I.2 Recolhimento do ICMS Antecipado em Momento Posterior à Passagem pela Unidade Fiscal ou ao Desembaraço Aduaneiro (Decreto n° 14. o mencionado débito seja relativo a Notificação de Débito ou Notificação de Débito sem Penalidade que tenha sido objeto da revisão de lançamento prevista no §4º do artigo 28 da Lei nº 10. b) a prática de qualquer das seguintes infrações. nos 12 (doze) meses anteriores àquele em que ocorrer a solicitação de credenciamento.654/1991.2. O contribuinte que tenha sido descredenciado somente será recredenciado quando for comprovado o saneamento das situações que tenham motivado o descredenciamento. §7°. artigo 600. c) não possua débito perante o sistema de débitos fiscais da SEFAZ. Decreto n° 19.000. "c" e §10. chope ou refrigerante.1 Portaria n° 089/2009 Considera-se credenciado para recolhimento do imposto antecipado em momento posterior ao da passagem da mercadoria em Unidade Fiscal.528/1996.efeitos a partir do primeiro dia do mês subsequente ao da referida publicação.

mercadoria desacompanhada de documento fiscal próprio. I. b) descumprir qualquer das condições previstas para credenciamento. desde que solicite à DPC o respectivo recredenciamento.876/1991. 3. VII): a) pelo descumprimento de qualquer das condições para credenciamento previstas no inciso II da Portaria SF nº 89/2009 por qualquer estabelecimento de uma mesma empresa – após comprovação do preenchimento dos requisitos para credenciamento por todos os estabelecimentos do contribuinte. IV): a) adquirir mercadoria em volume incompatível. inclusive o referente a operações de importação e a parcelamento de débitos fiscais.876/1991. 14. dispostas no inciso II da Portaria SF nº 89/2009. §7°. o fato de o contribuinte: não emitir regularmente a Nota Fiscal eletrônica – NF-e quando credenciado para sua emissão. conforme previsto na alínea “c” do inciso III da Portaria SF nº 89/2009 – após a comprovação da regularidade de emissão do referido documento fiscal. por qualquer estabelecimento de uma mesma empresa. II. em relação ao recolhimento de qualquer débito do imposto. artigo 600. inciso III da Portaria SF nº 89/2009 apuradas mediante processo administrativo-tributário – após seis meses contados da prática das infrações. em momento posterior ao desembaraço. desvio de destino da mercadoria.2. não-apresentação de documentos fiscais quando da passagem da mercadoria pela unidade fiscal. "c".• • • • • • desvio da mercadoria de passagem por unidade fiscal. no mínimo. o contribuinte que (Portaria SF nº 89/2009. as seguintes condições: regularidade do requerente perante a SEFAZ. c) a partir de 01/07/2010. com o seu nível de recolhimento do ICMS ou com o porte do estabelecimento. isolada ou conjuntamente com seu histórico de aquisições ou de saídas. c) pela aquisição de mercadoria em volume incompatível com seu histórico de aquisições ou de saídas. do artigo 600 do Decreto n° 14. d) pela existência de irregularidade relativa à utilização NF-e. inciso V da Portaria SF nº 89/2009.2 Decreto n° 14. junto à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. a partir da data de publicação de edital. "c" do artigo 600 do Decreto n° 14. "c" O contribuinte poderá requerer. 37 . realização pelo contribuinte de. inciso IV da Portaria SF nº 89/2009 – após compatibilização da aquisição de mercadoria nos termos da alínea “d”. com o seu nível de recolhimento do ICMS ou com o porte do estabelecimento como previsto na alínea “a”. b) pela prática de infrações previstas na alínea “b”.876/1991. credenciamento previsto no §7°. não ser credenciado para emissão da NF-e quando obrigado a sua utilização. Devem ser obedecidas. para recolher o ICMS relativo à importação de mercadorias sujeitas à substituição tributária. cumulativamente. na hipótese de o descredenciamento ter ocorrido (Portaria SF nº 89/2009. conforme dispõe o §10. de sua responsabilidade direta e indireta. 05 operações de importação com o correspondente recolhimento do imposto no momento do desembaraço aduaneiro. II. após prévia avaliação da DPC e mediante despacho do respectivo Diretor Geral. O contribuinte somente voltará a ser recredenciado. Também será descredenciado.

186.959/1999. disponível na internet no endereço eletrônico www. n° 1.528/1996 e disciplinado pela Portaria SF n° 065/2009 impõe ao contribuinte a retenção e o recolhimento do ICMS relativo à substituição tributária na importação quando da saída subsequente da mercadoria promovida pelo estabelecimento importador. mistura de farinha de trigo ou combustível. O referido credenciamento é automático e será concedido ao contribuinte que atenda as seguintes condições: • • esteja relacionado em decreto do Poder Executivo e sujeito ao diferimento do ICMS relativo à importação nos termos do Decreto n° 21. 15. 14. Dantas Barreto. 15. San Rafael. quando se tratar de sociedade por ações. 19° andar. RecifePE. Para isso.1 Inscrição Estadual (Decreto nº 19.2. devidamente atualizado e.pe. esteja regular com a obrigação tributária principal no momento do desembaraço aduaneiro. relativo a importação ou a antecipação por substituição tributária. CONTRIBUINTE-SUBSTITUTO DE OUTRA UNIDADE DA FEDERAÇÃO O contribuinte-substituto de outra Unidade da Federação e inscrito no CACEPE estará sujeita ao cumprimento de determinadas obrigações tributárias acessórias. localizado em Unidade da Federação signatária do respectivo acordo. art. deverá adotar o seguinte procedimento: 38 . O contribuinte será descredenciado quando deixar de atender quaisquer dos requisitos previstos para o credenciamento. inclusive quando tenha sido objeto de parcelamento. São exemplos de obrigação acessória a emissão de documentos fiscais.020-904. poderá também ser atribuída a condição de contribuinte-substituto ao remetente situado em Unidade da Federação não-signatária de protocolo ou convênio. positiva ou negativa. São José. Para isso.Para efeito do credenciamento.br. deverá efetuar sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE. por meio do serviço de atendimento ao contribuinte denominado ARE Virtual. na área administrativa ou judicial. esteja o débito do imposto constituído ou não.3 Portaria SF n° 065/2009 O credenciamento previsto no parágrafo único do artigo 9°. do Decreto n° 19.528/1996. deverá: • remeter à Secretaria da Fazenda cópia autenticada do instrumento constitutivo da empresa. da Ata da última assembléia de designação ou eleição da diretoria para o seguinte endereço: Av. 26. a escrituração de livros fiscais. a inscrição no cadastro de contribuintes e a prestação de informações. O referido credenciamento não se aplica quando o produto importado for farinha de trigo. CEP 50. no interesse da arrecadação e da fiscalização. Portaria SF nº 185/2002) O contribuinte-substituto definido em protocolos ou convênios específicos. que não seja o pagamento do tributo. que promover saída de mercadoria para este Estado. A obrigação tributária acessória corresponde a qualquer prestação. esteja com processo pendente de julgamento decorrente de imposto lançado e não recolhido.gov. Edf. prevista na legislação tributária. não se considera regular o contribuinte que. Entretanto.sefaz. O referido credenciamento não se aplica quando o produto importado for trigo em grão e farinha de trigo e suas misturas.

situada à Av. n° 1. o arquivo e as duas vias do recibo poderão ser enviados pelos Correios para a Diretoria de Processos e Sistemas Tributários da DPC.gov. exclusivamente por transmissão via Internet. ainda que no respectivo período fiscal não tenham ocorrido operações sujeitas à substituição tributária em favor do Estado de Pernambuco. §§ 3º e 4º.Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . mensalmente. conforme modelo previsto no Anexo 2 do Decreto n° 19. Dantas Barreto. Na hipótese de não haver expediente na repartição fazendária na data limite para entrega da GIA-ST. ✓ autorização da Unidade da Federação em que se localizar. Até a data prevista para entrega da GIA-ST poderá ocorrer a sua retificação sem aplicação de qualquer penalidade. para efeito de fiscalização pela Secretaria da Fazenda deste Estado.gov. 27.Substituição Tributária . principal e acessórias. até o 10° dia do mês subsequente ao referido período fiscal. validação.pe. Recife-PE. San Rafael.sefaz. arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior. nº 1.br. gera um relatório. Dantas Barreto.sefaz.186.528/1996. solicitar autorização à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal . hipótese em que deverá ser assinalada. atendendo às seguintes condições: ✓ regularidade quanto às obrigações tributárias. disponível para download no site da SEFAZ/PE. art. §§2º.• • efetuar a inscrição no CACEPE na condição de contribuinte-substituto. verificando se os mesmos estão de acordo com as disposições do Convênio ICMS n° 57/1995. XXII.186. transmissão e recepção. Edf. O arquivo magnético deverá ser previamente submetido ao programa validador SINTEGRA. Não sendo possível a transmissão. através da opção “Transmitir Remessa” no menu ”Operações” do programa validador.br. de forma a possibilitar a correção das informações. alterado pelo Dec . Portaria SF nº 142/2002) O contribuinte-substituto de outra Unidade da Federação deverá apresentar a GIA–ST. 15. San Rafael. utilizando programa específico destinado à digitação. O arquivo deve ser entregue preferencialmente via Internet. devidamente atualizado e.528/1996. no endereço www. são gerados o recibo e uma cópia criptografada. São José. “s”) O contribuinte-substituto deverá. em campo específico do documento. Validado o arquivo. disponível no site da SEFAZ/PE. Portaria SF n° 185/2002. CEP 50. 15. enviar até o dia 15(quinze) do mês subsequente àquele a que se referirem às operações. A GIA-ST deve ser apresentada mensalmente. disponível na internet no endereço eletrônico www. da Ata da última assembléia de designação ou eleição da diretoria para o seguinte endereço: Av. 19° andar. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária.3 Arquivo Magnético com Registro Fiscal das Operações Interestaduais . 35.2. A GIA-ST deverá ser apresentada.020-904. a opção "GIA-ST sem movimento".DPC. ✓ apresentação de termo de compromisso relativo à assunção da obrigação pelo recolhimento do imposto devido na condição de contribuintesubstituto.528/1996.787/2010. O SINTEGRA realiza críticas nos registros. 39 . obtida por meio do serviço de atendimento ao contribuinte denominado ARE Virtual.GIA-ST (Decreto nº 19. Em seguida. remetendo à Secretaria da Fazenda cópia autenticada do instrumento constitutivo da empresa.pe. esta poderá ser transmitida no primeiro dia útil subsequente.SINTEGRA (Decreto nº 19. inclusive de arrecadação. quando se tratar de sociedade por ações. art. Edf. 27. A inscrição estadual do contribuinte-substituto de outra Unidade da Federação deve ser aposta na Nota Fiscal e nos demais documentos.

40 .020-904. exceto para os veículos automotores. CEP 50. • relativas a mercadoria informada em arquivo e que não tenha sido entregue ao destinatário por qualquer motivo. No caso de não terem sido efetuadas operações no período. Recife/PE. em relação aos quais utilizará o código do produto estabelecido pelo industrial ou importador. o contribuinte-substituto deverá apresentar o arquivo magnético com seus registros totalizadores zerados.São José. A falta de apresentação do mencionado arquivo magnético por 3(três) períodos consecutivos ou 5 (cinco) alternados poderá ocasionar o cancelamento da inscrição do contribuinte-substituto. O contribuinte-substituto não poderá utilizar no arquivo magnético sistema de codificação diverso da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias/Sistema Harmonizado – NBM/SH. Poderão ser objeto de arquivo magnético em separado as operações: • em que tenha ocorrido o desfazimento do negócio.

353/2008 Decreto nº 32.217/2001 Decreto nº 23.629/2009 Decreto nº 32.114/1996 Decreto nº 19.031/2004 Decreto nº 27.876/1991 Decreto nº 16.997/2002 Decreto nº 23.552/1993 Decreto nº 17.247/2005 Decreto nº 28.987/2005 Decreto nº 28.408/1996 Decreto nº 14.023/2002 Decreto nº 24.559/1994 Decreto nº 19.467/2008 Decreto nº 33.958/2009 Decreto nº 32.317/2001 Decreto nº 24.404/2003 Decreto nº 27.205/2009 Decreto nº 33.403/2007 Decreto nº 31.626/2009 41 .528/1996 Decreto nº 21.322/2002 Decreto nº 25.203/2009 Decreto nº 33.318/2000 Decreto nº 23.032/2004 Decreto nº 27.755/1999 Decreto nº 22.482/2006 Decreto nº 30.323/2005 Decreto nº 28.816/2006 Decreto nº 29.LEGISLAÇÂO CONSULTADA • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Lei nº 11.959/2009 Decreto nº 33.

520/2010 Decreto nº 35.ESAFAZ e ministrado por Luiz Lustosa Roriz Caribé.680/2010 Decreto nº 35.657/2010 Decreto nº 35.677/2010 Decreto nº 35. promovido em agosto de 1999. 42 .758/2012 Portaria SF nº 324/1998 Portaria SF nº 114/2001 Portaria SF nº 142/2002 Portaria SF nº 185/2002 Portaria SF nº 012/2003 Portaria SF nº 065/2009 Portaria SF nº 089/2009 Portaria SF nº 175/2010 Portaria SF nº 001/2011 Apostila do curso Substituição Tributária.678/2010 Decreto nº 35.701/2010 Decreto nº 37.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Decreto nº 34. pela Escola de Administração Fazendária .679/2010 Decreto nº 35.656/2010 Decreto nº 35.655/2010 Decreto nº 35.