Faculdade Cásper Líbero Projeto de Pesquisa apresentado ao Centro Interdisciplinar de Pesquisa – CIP

DOCUMENTÁRIO E TELEJORNALISMO
INTERAÇÕES E DIÁLOGOS POSSÍVEIS NAS NARRATIVAS
DAS GRANDES REPORTAGENS PARA

TV

Linha de Pesquisa 2 Comunica•‚o, meios e mensagens

Pedro Henrique Falco Ortiz Prof. de Telejornalismo I e II – Curso de Jornalismo

S‚o Paulo Dezembro de 2009

estes ainda com menor espaço nas emissoras abertas comerciais. nas sociedades contemporâneas locais e ao mesmo tempo globalizadas. novas possibilidades de interação entre plataformas de produção e distribuição de conteúdos surgem a cada instante. políticos. As narrativas audiovisuais ganham maior importância e trazem para dentro dos formatos tradicionais do jornalismo de TV novas linguagens. imagens em movimento. Das interações possíveis. poderão surgir outras formas narrativas jornalísticas e documentais.DOCUMENTÁRIO E T ELEJORNALISMO INTERAÇÕES E DIÁLOGOS POSSÍVEIS NAS NARRATIVAS DAS GRANDES REPORTAGENS PARA TV RESUMO A era das imagens e da convergência digital veio para ficar. culturais. universitárias. Documentário e Telejornalismo podem ser parceiros. fotos. . narrativas audiovisuais complexas e de grande importância para a tentativa de compreensão de contextos históricos. outras possibilidades de construção de discursos. Mais do que nunca. quando se trata especificamente do jornalismo. a partir da interação e do diálogo entre linguagens. produção e veiculação das informações. seja ela realizada como séries especiais inseridas nas edições diária dos telejornais. há uma interação entre a linguagem. propostas estéticas complementares. mas com presença marcante na TV a cabo e nas emissoras públicas. integrando textos. não apenas restritas à televisão. mas ampliadas em um contexto de convergência de mídias e cultura digital. por exemplo. sócio-culturais em que estamos inseridos. caminhar juntos e criar. as formas narrativas do documentário e aqueles programas jornalísticos da televisão que apostam na grande reportagem. educativas. permitindo interatividade em vários níveis e alterando formas de apuração. a linguagem multimídia se amplia. econômicos. a estética. programas especiais de reportagem ou mesmo os documentários jornalísticos.

ou “Documento Especial” na extinta TV Manchete e mais recentemente os programas de reportagens especiais que buscam inspira•‚o maior ou menor na linguagem do document…rio. . A partir da an…lise de experi‡ncias hist†ricas e discuss‚o das intera•ƒes e di…logos entre essas linguagens e formas narrativas complementares. com apoio em referenciais bibliogr…ficos e um debate polif•nico atravˆs de entrevistas com jornalistas. ou ainda sˆries de document…rios e programas de grande reportagem da brit‹nica BBC. documentaristas. universit…rias e na TV a cabo.OBJETIVOS Este projeto propƒe o desenvolvimento de uma pesquisa sobre as rela•ƒes e intera•ƒes poss„veis entre o document…rio e o telejornalismo. no Brasil e em alguns outros pa„ses onde programas de reportagens especiais e document…rios para televis‚o t‡m grande tradi•‚o. No Brasil. em sua origem na dˆcada de 1970 na TV Globo. a pesquisa buscar… compreender em sua complexidade as rela•ƒes poss„veis entre o document…rio e o telejornalismo. na TV Cultura e outros programas semelhantes em emissoras educativas. como “Frontline”. Tomaremos como exemplos iniciais e refer‡ncias alguns programas jornal„sticos das redes de TV norteamericanas. como a Web. na busca de novas linguagens e formatos para a produ•‚o de reportagens especiais na televis‚o ou em outras plataformas de distribui•‚o de conteŒdos audiovisuais. culturais. “Rep†rter Record”. a partir de um contexto hist†rico das experi‡ncias prˆ-existentes. como o pr†prio “Globo Rep†rter” em uma fase atual menos “documental” e seus equivalentes “SBT Rep†rter”. apontando caminhos alternativos para a reflex‚o e a pr†pria produ•‚o. estudiosos dos temas em quest‚o. da PBS ou “60 Minutes” da CBS. temos tambˆm exemplos de di…logo bastante frut„fero entre document…rio e jornalismo em programas como “Globo Rep†rter”. mas tambˆm discutir como document…rio e telejornalismo podem interagir. Pretende-se tambˆm ir alˆm do estudo retrospectivo de algumas experi‡ncias marcantes na TV ao longo de dˆcadas. alˆm de experi‡ncias em TVs n‚o comerciais. como “Caminhos e Parcerias” (hoje n‚o mais produzido).

ou a forma híbrida do documentário jornalístico.  Como se deu a interação de equipes compostas por cineastas e jornalistas ao longo de alguns programas marcantes nas redes de TV. no Brasil e em outros países.  Por que é importante para o jornalismo de televisão essa relação com a linguagem e a estética do documentário. convergência digital e plataforma multimídia da Web. permitindo o surgimento de um gênero misto como o documentário jornalístico e o que seria essa nova categoria. métodos de apuração das informações e influência no desenvolvimento da linguagem documental. de que maneira ela enriquece do ponto de vista das narrativas audiovisuais o telejornalismo . em um contexto de interatividade.  Que outras possibilidades de construção narrativa e realização são possíveis para o documentário e o telejornalismo. .Como indagações centrais inspiradoras da pesquisa e objetivos principais a serem discutidos.  Para o documentário. destacamos:  De que forma experiências históricas sedimentaram o caminho para a criação de programas jornalísticos em que reportagem e documentário se retroalimentam. como a interação com o jornalismo pode trazer outras abordagens.

nas aproxima•ƒes marcantes com a nascente linguagem do document…rio. Mais tarde. que resultaram em cinejornais como “kino-pravda” (cinema verdade) e “kino-nedelia” (cinejornal semanal). Alguns programas jornal„sticos convencionais passam por transforma•ƒes a partir de uma influ‡ncia positiva do document…rio. os cinejornais come•am a ter espa•o nos primeiros canais de televis‚o. As rela•ƒes entre o document…rio e o jornalismo remontam aos prim†rdios do pr†prio cinema. com o desenvolvimento crescente da televis‚o como o grande meio de comunica•‚o de massa. por retratarem aspectos da vida cotidiana. migrando para as formas precursoras dos primeiros telejornais. sobretudo na Inglaterra. E durante a II Guerra Mundial. Jornalistas passam a produzir document…rios com forte acento jornal„stico. Cineastas v‚o trabalhar em programas jornal„sticos de reportagem nas TVs. com linguagens e narrativas em constru•‚o. redes de TV como a brit‹nica BBC exibem document…rios jornal„sticos que . s‚o documentais e ao mesmo tempo jornal„sticas.JUSTIFICATIVA H… um hist†rico importante dessa rela•‚o antiga entre Document…rio e Jornalismo. Cinejornais nas primeiras dˆcadas do sˆculo XX j… anunciavam as conexƒes poss„veis entre cinema e jornalismo. mas tambˆm produtora ou coprodutora de document…rios. liderado por Dziga Vertov nos primeiros anos da revolu•‚o soviˆtica. o desenvolvimento tecnol†gico da televis‚o e sua utiliza•‚o como meio de comunica•‚o. mostrando cenas prosaicas como a sa„da dos oper…rios da f…brica ou a chegada do trem Ž esta•‚o. No p†s-guerra. tanto nos Estados Unidos quanto na Europa. se considerarmos que aquelas imagens inaugurais dos irm‚os Lumiˆre. Nessa ˆpoca. s‚o exemplos formadores. com as redes nacionais. no per„odo entre guerras nas primeiras dˆcadas do sˆculo XX. coincide com o per„odo de afirma•‚o do document…rio como express‚o cinematogr…fica. a TV passa a ser n‚o apenas janela de exibi•‚o. Com a chegada da televis‚o. Experi‡ncias avan•adas do grupo “Cine-Olho”. a rela•‚o se manteve e ganhou um alcance muito maior com a exibi•‚o de document…rios nas primeiras redes de “broadcasting”.

em revistas como “Esquire”. de Robert Drew.A. A televis‚o brasileira tambˆm vai ser o lugar de experi‡ncias muito importantes e precursoras que relacionam o document…rio com o jornalismo. s†cio-cultural e econ•mico do conflito que afeta todo o continente e grande parte do mundo. sobretudo na cria•‚o de programas em que equipes multidisciplinares. culturais. educativas. de Jean Rouch e Edgar Morin (Chronique D’un •tˆ. ser‚o os precursores e desenvolvedores de uma outra vertente do cinema documental que ficar… conhecida como o “Cinema Direto” norte-americano e que vai render obras fundamentais. sobretudo nas TVs n‚o comerciais. Fran•a. h… um crescimento do document…rio cinematogr…fico e o desenvolvimento de movimentos ou “escolas” que v‚o marcar uma ˆpoca e mais tarde ser‚o inspiradoras do desenvolvimento do document…rio na televis‚o ou de sua intera•‚o com o jornalismo televisivo em programas de reportagens especiais. ao lado de cineastas que flertavam com mˆtodos jornal„sticos de trabalho em seus filmes. jornalismo investigativo. “Life”. “Time”. que mesclam a linguagem do document…rio e a narrativa jornal„stica foram exibidos em canais de televis‚o. 1960) s‚o de grande valia para irrigar discussƒes sobre objetividade/subjetividade. como Albert e David Maysles (“Salesman”. este ainda em atividade com mais de 90 anos. “The New Yorker”. fic•‚o/realidade. antropol†gicas e a subjetividade que encontramos em narrativas jornal„sticas complexas e autorais. Richard Leacock. 1968). Frederick Wiseman e George Stoney. alguns jornalistas que vinham de experi‡ncias na grande reportagem impressa. Nos Estados Unidos. sˆries de reportagem nos telejornais. O “Cinema Verdade” franc‡s vai influenciar muitos realizadores que posteriormente levar‚o para a televis‚o abordagens culturais. como “Crisis”. V…rios filmes produzidos nessa ˆpoca. recortes e pontos de vista narrativos. com . identific…veis em v…rios programas de reportagens especiais. D. alˆm de outros realizadores da mesma “escola”. Pennebaker. pol„tico. Experi‡ncias como a do filme “Cr•nicas de um Ver‚o”. seja no document…rio ou nos programas jornal„sticos de televis‚o (1). etnol†gicas. em 1963 na rede ABC (2). Entre os anos 1950 e 1960. entre elas “Primary”(1960) e “Crisis”(1963).retratam o contexto hist†rico.

Maurice Capovilla. Na Brit‹nica BBC. O “Globo Rep†rter”. fotojornalismo e cinema). Walter Lima Junior. da CBS. em seus canais abertos ou na BBC International. Greg†rio Bacic e que produziu alguns dos momentos mais brilhantes da intera•‚o entre document…rio e jornalismo na TV do pa„s (3). Renato Tapaj†s e Leon Hirszman. alguns †timos exemplos de reportagem jornal„stica inspirada pela linguagem documental. abordagens estˆticas do universo documental presentes nas reportagens especiais dos programas jornal„sticos de TV e tambˆm para a proposi•‚o de intera•ƒes poss„veis entre document…rio e telejornalismo. revista. ou ainda reportagens especiais nos telejornais. a equipe de jornalismo liderada por Vladimir Herzog. h… dezenas de exemplos de excelentes programas especiais de reportagem e document…rios televisivos. do jornalista/documentarista e correspondente de guerra Sean Langan. vai reunir durante pelo menos cinco anos (1974-1979). como o paradigm…tico “60 Minutes”. vai produzir nas edi•ƒes semanais do “Not„cia em Foco” e depois no telejornal di…rio “Hora da Not„cia”. ir‚o produzir excelentes document…rios para TV. um time de cineastas/documentaristas que contava com Eduardo Coutinho. programas de grande reportagem. Nos Estados Unidos. Jo‚o Batista de Andrade. que em 2008 passou tr‡s meses como prisioneiro da mil„cia Talib‚ no Afeganist‚o. ele tambˆm documentarista alˆm de jornalista “multim„dia” (com experi‡ncia em jornal. que por um curto mas prol„fico per„odo. jornalismo interpretativo e document…rio jornal„stico s‚o uma tradi•‚o h… dˆcadas em algumas das grandes redes de “broadcasting”. programas de reportagem investigativa. em que algumas . S‚o experi‡ncias que podem ser analisadas como refer‡ncias para a discuss‚o dos aspectos de linguagem. Vladimir Carvalho. internacional e brasileira. conta com nomes como Jo‚o Batista de Andrade. “BBC Four Documentaries” e “Behind the Lines”. Auxiliam na compreens‚o do momento que vive a televis‚o. Na TV Cultura. da PBS e na TV a cabo os programas especiais de reportagem da rede CNN. No sistema de TV PŒblica o instigante “Frontline”. r…dio.cineastas. escritores e jornalistas. constru•‚o de narrativas. como “Panorama”. que inicia na TV Globo em 1972 como “Globo Shell Especial” e dois anos depois ˆ rebatizado. atˆ o assassinato de Vlado pelo regime militar. “Inside Out “.

(1) DA-RIN. Introdução ao documentário brasileiro. Introdução ao documentário. . 2005. (2) NICHOLS. 2004. Bill.iniciativas híbridas que transitam entre os dois campos e linguagens trazem novos ares às já desgastadas formas de se fazer jornalismo de TV. Papirus. Azougue Editorial. Sílvio. Espelho partido. (3) LABAKI. Francis. ao passo que alguns programas continuam a insistir em velhas fórmulas que chegam a ser dogmáticas. de tão cristalizadas. Amir. 2006.

um sobre o percurso hist†rico das rela•ƒes entre document…rio e jornalismo. com base nas experi‡ncias recentes. an…lises e compara•ƒes resultariam posteriormente nos dois cap„tulos iniciais do relat†rio final do projeto. documentaristas. um terceiro momento/cap„tulo do projeto discutir… as possibilidades de intera•‚o entre document…rio e telejornalismo e o momento atual na TV brasileira. opiniƒes e considera•ƒes de alguns especialistas que ser‚o entrevistados (estudiosos/pesquisadores do tema. realizadores e dirigentes de TV). alˆm de exemplos brasileiros. e de uma contextualiza•‚o hist†rica e cultural sobre as rela•ƒes entre document…rio e jornalismo. Um quarto cap„tulo analisar… as transforma•ƒes em curso no campo das narrativas audiovisuais jornal„sticas. com base nos referenciais bibliogr…ficos/te†ricos. outro sobre a an…lise dos programas tomados como refer‡ncias para discuss‚o do tema. tendo como referenciais alguns programas de redes norteamericanas e europˆias de televis‚o. particularmente sobre os programas jornal„sticos de TV que guardam alguma intera•‚o com a linguagem e estˆtica audiovisual do document…rio. na TV ou nas plataformas multim„dia como a Web. Tais estudos. nas experi‡ncias dos entrevistados e nas produ•ƒes que est‚o em curso. buscando compreender e apontar caminhos alternativos para o g‡nero h„brido do document…rio jornal„stico.METODOLOGIA Este projeto de pesquisa pretende partir de uma revis‚o bibliogr…fica. jornalistas. mencionados nos “Objetivos” e na “Justificativa”. . e em di…logo com as an…lises. Ainda com base na bibliografia especializada.

Em agosto. DEZEMBRO  Relat†rio parcial da pesquisa. JULHO A SETEMBRO  Reda•‚o do terceiro “cap„tulo” do trabalho. cursos etc). transcri•ƒes. com os cap„tulos redigidos e relato da participa•‚o em atividades acad‡micas e de pesquisa durante o ano (congressos. JULHO A SETEMBRO  Entrevistas. an…lises das experi‡ncias hist†ricas selecionadas.CRONOGRAMA (proposta inicial) 2010 ABRIL A JUNHO  Revis‚o bibliogr…fica. relat†rio semestral do projeto. transcri•ƒes. com o primeiro “cap„tulo” do trabalho. OUTUBRO / NOVEMBRO  Entrevistas e reda•‚o do segundo “cap„tulo”. entrega de relat†rio parcial da pesquisa. semin…rios. Reda•‚o do primeiro “cap„tulo” do relat†rio do projeto. an…lises a partir da revis‚o bibliogr…fica e di…logo com as opiniƒes dos entrevistados. entrega de relat†rio de atividades da pesquisa e produ•‚o cient„fica. 2011 MAR‘O A JUNHO  Entrevistas finais. OUTUBRO / NOVEMBRO  Reda•‚o do quarto “cap„tulo” do trabalho e de artigo para publica•‚o. Em setembro. .

DEZEMBRO  Relatório final da pesquisa. . cursos etc). com todos os capítulos redigidos e relato da participação em atividades acadêmicas e de pesquisa durante o ano (congressos. seminários. Entrega de artigo para publicação.

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