Eficiência Energética Iluminação Interior

Jornadas Técnicas OET

Norgrupo Comercial, Lda Ordem dos Engenheiros Técnicos – SR Centro 23-Nov-2012

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Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias


Retrofit
Eco-balastros

Simulação e cálculo do ROI

23-11-2012

2

    

Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias


Retrofit
Eco-balastros

Simulação e cálculo do ROI

23-11-2012

3

16% 5%

Aquecimento Arrefecimento AQS
52%

14% 9% 4%

Iluminação
Cozinha Outros

Consumo de energia no sector terciário da União Europeia
23-11-2012 4

30% 14% 15%

35%

39%

Residencial

Indústria

Escritórios

Comércio

Ensino

Impacto da iluminação na factura global de electricidade
23-11-2012 5

3% 11% 24% 10% Iluminação Ventilação Climatização Informática Outros 6% 23% 50% 21% Iluminação Ventilação Informática Outros 52% Edifício de serviços com climatização Edifício de serviços sem climatização 23-11-2012 6 .

6% 7% 32% Iluminação Ventilação Climatização 28% Refrigeração 9% 18% Cozinhas Outros Consumo de energia na Grande Distribuição (supermercados – hipermercados) 23-11-2012 7 .

     Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias   Retrofit Eco-balastros  Simulação e cálculo do ROI 23-11-2012 8 .

Incandescência Filamento Halogénio Alta Pressão Vapor de Mercúrio Descarga Baixa Pressão Indução LED Normais 230V Fluorescentes tubulares Fluorescentes Compactas Vapor Sódio Vidro Soprado Tensão Reduzida Vapor Sódio T12 (38mm) Integradas Vidro Prensado Sódio Luz Branca Vapor Mercúrio Iodetos T10 (33mm) Não Integradas T8 (26mm) T5 (16mm) 23-11-2012 9 .

50€ 23-11-2012 10 .Incandescente de filamento num gás inerte Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar Variação do fluxo luminoso 1000 a 1200 horas 100 2700K Instantâneo Não necessita Permite (tensão) Rendimento Preço Utilizações: decoração 10 a 20 lm/W 0.75 – 5.

montras (elevado IRC.50€ Utilizações: estab. luz intensa e direccionada) 23-11-2012 11 . comerciais.Lâmpada de Halogéneo Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar 1500 a 4000 horas 100 3000K Instantâneo Apenas as lâmpadas de tensão reduzida Permite (tensão) Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço 15 a 25 lm/W 0. lojas de roupa.75 – 6.

Lâmpada Fluorescente Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço 7500 a 50000 horas 65 a 95 2700-6500K Lento (até 15 min. Electrónicos com regulação de fluxo 60 a 105 lm/W 8 – 30€ (com aparelhagem aux) Utilizações: Edifícios de serviços. publicidade: a mais utilizada. indústria.) Necessita balastro e arrancador (fm) B. 23-11-2012 12 . transporte.

estacionamentos 23-11-2012 13 .Lâmpada vapor de mercúrio alta pressão Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço 10000 a 12000 horas 40 a 60 3000-6000K Lento (até 6 minutos) Necessita balastro e condensador Não 35 a 60 lm/W 30 – 40€ (com aparelhagem aux) Utilizações: Iluminação pública e industrial de baixa altura.

Vapor de sódio alta pressão Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço 10000 a 12000 horas 15 a 65 1900-2100K Lento (até 5 minutos) Necessita balastro. ignitor e condensador Não Até 120 lm/W 70 – 120€ (com aparelhagem aux) Utilizações: iluminação pública e industrial 23-11-2012 14 .

desportivos. ignitor e condensador Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço Não Até 80 lm/W 70 – 500€ (com aparelhagem aux) Utilizações: iluminação industrial quando necessário valores de IRC elevados. parques de estacionamento. centros comerciais 23-11-2012 15 .Iodetos metálicos Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar 9000 a 20000 horas 85 a 95 3000-7000K Lento (até 4 minutos) Necessita balastro. centros decorativos exteriores.

pública e de vigilância (baixo IRC) 23-11-2012 16 .Vapor de sódio baixa pressão Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar 10000 a 22000 horas Perto de 0 1700K Lento (até 10 min.) Necessita balastro. ignitor e condensador Não Até 200 lm/W 70 – 120€ (com aparelhagem aux) Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço Utilizações: ilum.

Lâmpadas de indução Duração IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço 60.000h 80 2700 a 4000K Rápido Gerador de alta frequência Não 60 a 90 lm/W 200 – 500€ (com aparelhagem aux) Utilizações: iluminação de túneis e locais de difícil acesso/manutenção 23-11-2012 17 .000 até 100.

Lâmpadas LED Duração 20.000h IRC Temperatura de cor Tempo de arranque Aparelhagem auxiliar Variação do fluxo luminoso Rendimento Preço 50 a 100 2700 a 7000K Instantâneo Não necessita possível* 40 a 95 lm/W 10 – 500€ Utilizações: quase todo o tipo de aplicações 23-11-2012 18 .000 até 50.

onde a luz natural é captada e orientada através de um tubo revestido interiormente por material reflector.O tubo de luz solar é um sistema ecológico. minimizando a dispersão dos raios e permitindo o fornecimento de luz a distâncias consideráveis sem transmissão de calor ou frio. 23-11-2012 19 .

Potência absorvida pela lâmpada em Watt (W). A etiquetagem fornece a seguinte informação: ◦ ◦ ◦ ◦  Classe de eficiência energética. Tempo de vida da lâmpada (período depois do qual 50% das lâmpadas já não funcionam). 23-11-2012 20 .O Dec-Lei nº 18/2000 de 29 de Fevereiro transcreveu para o direito interno os requisitos da etiquetagem energética das lâmpadas eléctricas para o uso doméstico:  Proporcionando aos consumidores uma escolha mais racional deste tipo de equipamento. Fluxo luminoso em lúmens (lm).

     Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias   Retrofit Eco-balastros  Simulação e cálculo do ROI 23-11-2012 21 .

Analisar os custos de investimento sem esquecer os de exploração e manutenção (analisar o ROI de medidas de substituição). 23-11-2012 22 . Usar as lâmpadas mais eficazes de acordo com as exigências. Impor o objectivo de Luz Certa no Local Certo no Momento Certo. Evitar o consumo de energia reactiva. Usar acessórios com baixas perdas eléctricas.         As luminárias escolhidas devem optimizar o fluxo luminoso. A utilização racional de energia deve respeitar as exigências sem diminuição do conforto e segurança. Programar desde a concepção as necessidades da manutenção. Privilegiar a qualidade de iluminação à quantidade de luz.

Reduzir níveis excessivos em áreas não laborais e de armazenamento. Utilização de fontes de luz localizadas. Fazer manutenção (medições.           Utilizar ao máximo a luz natural. substituição). Usar balastros eficientes. Rever iluminação exterior. limpeza. Desligar quando desnecessário. 23-11-2012 23 . Substituir tecnologias de lâmpadas. Planear a substituição periódica. Fazer a limpeza periódica das lâmpadas e armaduras. Rever os níveis actuais de iluminação.

 Investimento Inicial Manutenção + de 70% dos custos ao longo da sua vida útil   Exploração 23-11-2012 24 .

     Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias   Retrofit Eco-balastros  Simulação e cálculo do ROI 23-11-2012 25 .

Classe A3: balastros electrónicos standards. Classe B1: balastros magnéticos com perdas muito reduzidas (até 20%). Classe D: balastros magnéticos com perdas altas (superiores a 30%). Classe A2: balastros electrónicos com baixas perdas. Classe B2: balastros magnéticos com perdas reduzidas (até 25%).A directiva europeia 2000/55/CE subdividiu o sistema de balastros em 7 classes energéticas:        Classe A1: balastros electrónicos reguláveis. 23-11-2012 26 . Classe C: balastros magnéticos com perdas moderadas (até 30%).

Novembro 2005: Balastros classe C. Lei nº 327/2001 que indicou o phase-out: Maio 2002: Balastros classe D.Na sequência da Convenção Quadro sobre Alterações Climáticas (protocolo de Quioto) foi criada a Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho nº 2000/55/CE transposta para o Dec.   23-11-2012 27 .

A2. 23-11-2012 28 .A Directiva Europeia 245/2009/CE impôs que todos os balastros magnéticos deixem de ser comercializados. mantendo-se apenas os balastros electrónicos:   Abril 2010: Permitidas só as classes A1. Abril 2012: Luminárias para fluorescência só podem ser colocadas no mercado com balastros electrónicos A1 e A2 (excepto luminárias estanques).  Abril 2017: Proibição de colocação no mercado de todos os balastros magnéticos para fluorescência assim como os balastros electrónicos classe A3. A3 e B1 (exigida marcação).

 Longa longevidade. Desvantagens:  Elevadas perdas.Vantagens:  Baratos (6-10€).  Fluxo inconstante.  Desequilibram o factor de potência.  Efeito de “flicker” e ruído.  Grande resistência a picos de tensão.  Elevado aquecimento. 23-11-2012 29 .

 Melhora a eficiência da lâmpada e do sistema  Melhoria da qualidade da iluminação (supressão do flicker e ruído) devido à alta frequência. Desvantagens:  Maior exposição a picos de tensão 23-11-2012 30 .Vantagens:  Aumento do rendimento com reduções de consumo na ordem dos 20 a 30%.95) e baixo DHT.  Alto factor de potência (>0.  Aumento da vida útil da lâmpada (+50%).  Possibilidade de regulação de fluxo luminoso.

Existem 2 tipos de balastros reguláveis:   Regulação analógica (1-10V). 23-11-2012 31 . Regulação analógica:  O balastro cria uma tensão contínua nos terminais de controlo sendo ligado a um potenciómetro (10V máximo. Regulação digital. 1 volt mínimo)   Regulação digital: O sistema de controlo envia um sinal digital (bit) permitindo reduzir erros e endereçar individualmente cada componente.

por sensores de luminosidade.  É possível associar controlos por infravermelhos. regular e mesmo programar instalações. detectores de presença e até sistemas de gestão integrada. 23-11-2012 32 .Regulação digital:  Através de botões de pressão é possível comandar.

 Interruptor horário ◦ Reagem através de programação  Interruptor crepuscular ◦ Reagem através de fotocélula  Interruptor Astronómico ◦ Reagem em função da Longitude e Latitude 23-11-2012 33 .

•Balastro ferromagnético ou electrónico. •Lâmpadas HE e HO. •Gás tri-fósforo. •Balastro electrónico. •gás mono-fósforo.Lâmpada T8 Lâmpada T5 •26mm. 23-11-2012 34 . •16mm. •Gás tri-fósforo.

As lâmpadas T8 com balastro electrónico têm mais 50% de duração de vida média. 23-11-2012 35 . pelo menos. As lâmpadas fluorescentes necessitam sempre de aparelhagem auxiliar. A lâmpada fluorescente é a tecnologia mais usada nos sectores comercial. Larga gama de temperatura de cor.  Estima-se que cerca de 95% das organizações têm. 1 lâmpada fluorescente tubular (T8 ou T5) e cerca 80% usem esta tecnologia como iluminação principal.  Mais de 70% das empresas que possuem esta tecnologia ainda usam balastros ferromagnéticos. serviços e industria. electrónico.     Existem vários tipos de arranque: tradicional. rápido.

• As lâmpadas T5 apresentam pelo menos cerca de 20% de economia face às lâmpadas T8 principalmente porque: • • • • Utilizam obrigatoriamente balastro electrónico. Fluxo máximo aos 35⁰C em vez dos 25⁰C da T8. 23-11-2012 36 . Utilizam gás tri-fósforo. São mais finas e permitem menor sombreamento da lâmpada na luminária.

se possível. Alterar. Retrofit (-30 a -70% de investimento face a luminárias novas).Como melhorar o rendimento e a eficiência da iluminação fluorescente em determinado espaço? Alterar os balastros ferromagnéticos por electrónicos (normais. a tecnologia T8 para T5. reguláveis.  Soluções?   Luminárias novas adequadas/actualizadas.   Melhorar. 23-11-2012 37 . com sensor de luz e/ou movimento). o rendimento global da luminária (diminuir eventuais perdas de distribuição/reflexão). se possível.

     Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias   Retrofit Eco-balastros  Simulação e cálculo do ROI 23-11-2012 38 .

23-11-2012 39 .  As armaduras devem proporcionar a segurança necessária para a instalação bem como a correcta emissão de fluxo luminoso da lâmpada no ambiente sem causar ofuscamento com os correctos níveis de luminância necessários.  Uma luminária eficiente proporciona o melhor aproveitamento do fluxo luminoso direccionando-o para onde ele é necessário tornando o ambiente agradável e confortável. As qualidades de uma boa lâmpada devem ser acompanhadas com a escolha de uma armadura eficiente sem comprometer o seu desempenho.

 Economia ◦ Facilidade de manutenção e de aprovisionamento. ◦ Baixo consumo de energia eléctrica. deverá obedecer aos seguintes requisitos:  Desempenho visual ◦ Iluminância (lux) – Nível de iluminação adequado (DIN5035 e ISO8995 EN12464-1).  Conforto visual ◦ Limite de encandeamento – ofuscamento.  Iluminação adequada: quantidade e qualidade A quantidade e a qualidade da iluminação de uma área de trabalho interna. 23-11-2012 40 .

 As normas DIN5035. 23-11-2012 41 . ISO8995 e EN12464-1 estabelecem os padrões mínimos por actividade de carácter geral. Mínimo para as áreas de circulação interna: 15 lux (mínimo necessário para distinguir vagamente as feições da face humana)  Mínimo para áreas de trabalho internas: 200 lux (mínimo necessário para a percepção das feições da face humana).

tingimento de couro Iluminância 15 30 60 120 250 500 Nível 1 2 3 4 5 6 750 1000 1500 2000 3000 >5000 23-11-2012 7 8 9 10 11 12 42 Tarefas visuais exigentes com pequenos detalhes Desenho técnico. . leitura. electrónicos Tarefas visuais muito exigentes com detalhes muito pequenos. Relojoaria. Salas de operações. salas de espera Tarefas visuais normais com detalhes médios Escritórios. estaleiros.Norma DIN 5035 Mínimo Orientação. gravação. informática. só estadias temporárias Tarefas visuais ligeiras com contrastes elevados Armazéns. montagem de comp. Tarefas especiais.

Medições de fluxo luminoso. metais. difusores. componentes).    23-11-2012 43 . Medição dos níveis de tensão/corrente/consumo no quadro eléctrico e na luminária. Substituição das lâmpadas em grupo. Substituição das luminárias ou componentes em mau estado de conservação (plásticos.   Limpeza das luminárias e lâmpadas. Estado das paredes e tectos (coeficientes de reflexão).

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Como efectuar retrofit nas luminárias fluorescentes?  Alterar os balastros ferromagnéticos para electrónicos (reduções médias na ordem dos 25%).O que é o retrofit (-30 a -70% de investimento face a luminárias novas)?  Retrofit é um termo para designar o processo de modernização de algum equipamento já considerado ultrapassado ou fora de norma. Ou  Alterar a lâmpada T8 para T5 (com respectivo balastro electrónico incluído) através do uso dos eco-balastros (reduções médias até 50%). 23-11-2012 45 .

     Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias   Retrofit Eco-balastros  Simulação e cálculo do ROI 23-11-2012 46 .

modernizar a luminária T8 em T5 com reduções nos consumos entre os 25% (comparado com balastros electrónicos) e 50% (comparado com balastros ferromagnéticos). de uma forma prática e simples.  O eco-balastro é constituído por uma base com um balastro electrónico de baixas perdas (A2) e uma lâmpadas fluorescente T5. 23-11-2012 47 . Os eco-balastros são equipamentos de retrofit que permitem.

Eco-balastro simples Eco-balastro com reflector Eco-balastro com reflector e protecção em policarbonato 23-11-2012 48 .

T8 + balastro convencional ALTO FLUXO .inclui lâmpada T5 20.840 .99 0.99 0.27W 34 .865 830 .840 .99 0.000h HE GT0214HO GT0221HO GT0228HO GT0235HO 60cm / 14W 90cm / 21W 120cm / 28W 150cm / 35W 15W 30W 38W 0.95 0.Modelo Tamanho /Potência Consumo Factor Potência Cores da lâmpada disponíveis Potência Lâmpada T8 convencional Consumo Lâmp.865 830 .865 830 .840 .840 .865 18W 30W 36W 58W 22 .95 0.865 830 .38W 40 .73W GT0249HO GT0254HO 150cm / 49W 120cm / 54W - 0.99 830 .840 .865 18W 30W 36W 58W 22 .95 830 .inclui lâmpada T5 20.95 0.865 830 .840 .48W 64 .840 .865 - - 23-11-2012 49 .840 .38W 40 .000h HE GT0214SS GT0221SS GT0228SS GT0235SS GT0249SS 60cm / 14W 90cm / 21W 120cm / 28W 150cm / 35W 150cm / 49W 13W 26W 32W 0.840 .840 .73W - GT0254SS 120cm / 54W - 0.840 .99 830 .865 - - SUPER POUPANÇA .865 830 .95 830 .27W 34 .840 .865 830 .99 0.865 830 .95 0.48W 64 .

este deve ser retirado.Instalação em armaduras com 1 balastro ferromagnético para 1 lâmpada T8:  Desligar a alimentação eléctrica do circuito de iluminação. Retirar o arrancador. Verificar se existe algum condensador no interior da luminária. Colocar o eco-balastro já com a lâmpada T5 colocada. Em caso afirmativo. Ligar a alimentação eléctrica. Verificar se o eco-balastro foi correctamente encaixado nos terminais. Usar spray de contacto nos terminais.        23-11-2012 50 . Retirar a lâmpada T8 antiga.

Efectuar a ligação fase/neutro nos terminais do suporte da lâmpada.       23-11-2012 51 . Usar spray de contacto nos terminais. Verificar se existe algum condensador no interior da luminária. este deve ser retirado. Retirar a lâmpada T8 antiga. Em caso afirmativo. Desactivar o balastro existente. Colocar o eco-balastro já com a lâmpada T5 colocada. Retirar o arrancador. Verificar se o eco-balastro foi correctamente encaixado nos terminais. Ligar a alimentação eléctrica.Instalação em armaduras com 1 balastro ferromagnético para 2 lâmpadas ou balastro electrónico:     Desligar a alimentação eléctrica do circuito de iluminação.

     Factura energética na iluminação Tipo de lâmpadas Regras para uma maior eficiência Lâmpadas fluorescentes e acessórios Luminárias   Retrofit Eco-balastros  Simulação e cálculo do ROI 23-11-2012 52 .

norgrupogreentubes.Download de:    Fichas de Produto. Tabela de Preços. Instruções de Instalação:  www.com 23-11-2012 53 .

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