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Construção do Projeto Tema: T I Verde: uma abordagem na área da Tecnologia da Informação para contribuir com a melhoria da qualidade do meio

ambiente.

Problematização:

O desenvolvimento tecnológico que teve início com a Revolução Industrial, vem despontando nas últimas décadas como uma verdadeira explosão de serviços e produtos oferecidos nas mais diversas áreas. Concomitantemente, este avanço trouxe consigo um grave problema de agressão ao meio ambiente, quer seja na utilização de matéria prima considerada nociva na fabricação das peças necessárias à montagem dos equipamentos, quer seja na utilização inadequada de energia (tanto durante a fabricação dos produtos e peças, quanto no uso dos mesmos pelo usuário final), no aumento crescente de emissão de CO², ou nas formas errôneas de descarte do material em desuso considerado nocivo a à natureza. No início dos debates sobre esse tema, nutria-se o entendimento de que as propostas consistentes em preservar a qualidade do meio ambiente eram inimigas do sistema capitalista e que, portanto, pugnavam pela estagnação do processo de desenvolvimento econômico. Hoje o discurso muda de contexto. O desenvolvimento econômico e a sustentabilidade ambiental do planeta compõem um binômio que tem sido objeto de preocupação dos governos mundiais, dos empresários e da sociedade em geral, conforme Milagre & Cusin (2009 p. 12): “Como se verifica, não existe dicotomia entre “ser responsável e faturar”, ademais, a equação meio ambiente-tecnologia é possível, graças ao surgimento de uma reflexão global sobre a impossibilidade da cessação do desenvolvimento tecnológico, com efeito, sobre a necessidade do desenvolvimento de tecnologias e adoção de posturas corporativas menos impactantes ao meio-ambiente”. Surge portanto o conceito de responsabilidade social. A necessidade vital do planeta em preservar o meio ambiente leva os governos a adotarem práticas de “economia verde” conduzindo principalmente as empresas se tornarem “verdes”.
Neste cenário, a Tecnologia da Informação se preocupa em deixar de ser a vilã do meio ambiente para ser a principal aliada, somando esforços com tecnologias, metodologias e governança, surgindo então o conceito de TI Verde.

No caso brasileiro, o poder constituinte originário conferiu status constitucional à questão do meio ambiente. Assim, o meio ambiente ecologicamente equilibrado é um direito de todos, sendo imposto ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.1 Em igual medida, a Constituição Federal deixou assente que o desenvolvimento econômico, dentre outros princípios, deve observar a defesa do meio ambiente, com tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de dos processos de elaboração e prestação.2 Com isso, a sociedade brasileira, por meio de seus representantes, no âmbito do Poder Legislativo responsável pela promulgação da atual Constituição Federal, manifesta a esperança possível da convivência harmônica entre o desenvolvimento econômico e o meio ambiente ecologicamente equilibrado. É nesse contexto que se insere o desenvolvimento científico e tecnológico, na condição de área do saber humano capaz de dar concretude a esperança da sociedade brasileira materializada em nosso texto constitucional. Em busca desse equilíbrio entre capital e meio ambiente, é que tem lugar o presente trabalho,ao propor práticas de TI Verde aplicáveis à: desmaterialização de documentos. Na verdade, as áreas de contribuição científica e tecnológica oferecidas pela TI Verde para a qualidade ambiental do planeta são várias, tais como: a virtualização de sistemas de informação, o descarte sustentável dos ativos de TI,uso de matéria prima menos poluente na de produção de PCs e dispositivos móveis, fabricação de produtos que consumam menos energia e que diminuam a emissão de CO² , expansão do nível de vida dos produtos, reutilização e a desmaterialização de documentos. De sua vez, a desmaterialização de documentos está diretamente relacionada com o desmatamento, visto que o papel é produto direto da celulose, que é extraída das árvores. Nesse contexto, então, o componente desmatamento está vinculado à temática do equilíbrio ecológico do planeta. Ocorre que há várias ferramentas capazes de diminuir o desmatamento e, por consequência, contribuir para um meio ambiente de qualidade. São exemplos dessas ferramentas: recuperação de papéis recicláveis, utilização do bagaço de cana-de-açúcar para produção de papel ecológico, florestas cultivadas e desmaterialização de documentos.
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Art. 225 da CF. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. 2 Art. 170, inciso VI, CF. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: (...); VI – defesa do meio ambiente, inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação.

A presente pesquisa ocupa-se apenas com a ferramenta denominada desmaterialização de documentos. A hipótese está centrada no entendimento de que essa ferramenta, por promover o desuso de papel, contribuiria para o desmatamento e, de consequência, seria mais um componente capaz de promover o meio ambiente ecologicamente equilibrado. Na consecução desta pesquisa, não se pode perder de vista que, no Brasil, a celulose destinada à fabricação de papel de imprimir e escrever é 100% originada de florestas cultivadas. Essas florestas seguem rigorosamente os padrões ambientais estabelecidos no Código Florestal e, portanto, constituem os denominados corredores ecológicos, os quais, em muito, afetam positivamente a qualidade do meio ambiente. Posto, então, esse quadro, o problema da presente pesquisa consiste em perscrutar: o Brasil é auto suficiente na produção de papel por meio das florestas cultivadas? A balança comercial brasileira tem sido deficitária no item importação/exportação de papeis? Qual a influência das respostas a essas duas perguntas para a utilização da ferramenta denominada desmaterialização de documentos? Em que aspectos a desmaterialização de documentos poderia contribuir para a sustentabilidade ambiental?

Objetivo Geral: No próx. parágrafo a prof. circulou a palavra “demonstrar” e mandou substituir por “propor técnicas de TI Verde aplicáveis à Unidade de Saúde da Família, que contribuam para... Este trabalho tem como objetivo demonstrar de que forma a aplicação das melhores práticas em TI Verde podem contribuir para tornar o meio ambiente mais saudável, contribuindo portanto, para a melhoria da qualidade de vida no planeta.

Objetivo Específico:

Tendo como foco a área da Tecnologia da Informação, este trabalho visa demonstrar que mesmo estando em pleno crescimento tecnológico é possível minimizar os danos causados ao meio ambiente através de Práticas de TI Verde. Para tal pretendese abordar: Os itens abaixo não são objetivos específicos e sim metodologia; Citar como objetivo os produtos intermediários que desejamos alcançar. - pesquisas de literaturas atualizadas; - conceito de Governança em TI Verde; - apresentação de ferramentas e práticas de TI Verde que ajudam as empresas a incorporarem ações de sustentabilidade; - apresentação dos princípios Constitucionais de proteção ao meio ambiente

Justificativa:

Visto que os equipamentos tecnológicos já fazem parte do nosso cotidiano, e se tornam cada vez mais necessários ao bem estar humano, faz-se necessário encontrar um ponto de equilíbrio entre o progresso e o meio ambiente saudável. Num cenário de crescimento constante da tecnologia, em que ( este trecho foi acrescentado pela prof. “se observa em muitos casos “) nos deparamos (a expressão “nos deparamos” foi cortada ) com a degradação ambiental, torna-se tão importante quanto o desenvolvimento, diminuir as fontes de poluição e minimizar os danos causados ao meio ambiente pelos dejetos eletrônicos, consumo exagerado de energia ou emissão de CO² (principal agressor da camada de ozônio). Há algum tempo atrás, a preocupação com o meio ambiente não existia, pois países desenvolvidos almejavam somente o crescimento econômico. Porém, nas últimas décadas surge uma reflexão dos principais países, sobre a necessidade de adoção de medidas corporativas que tragam diminuição de impacto ao meio ambiente. É o início da conscientização global para tomada de postura que intentem o equilíbrio equacional entre meio ambiente e desenvolvimento tecnológico.

A partir de então, para ter reconhecimento no mercado as empresas precisam demonstrar responsabilidade social, se adequando às novas posturas de “empresa verde”. Assim sendo, este trabalho é voltado a demonstrar a relevância das práticas de TI Verde (direcionadas em sua grande maioria às empresas), que possibilitam ações conscientes para que se possa dar continuidade ao progresso sem agressão à natureza. Ela acrescentou: “Desta forma..... -dizer que a aplicação da TI Verde na USF mostra que todos podem contribuir mesmo com poucos recursos.

Metodologia: No primeiro parágrafo ela riscou até a palavra através, e mandou substituir pela frase: “A metodologia utilizada neste trabalho classifica-se como uma...” Este trabalho está sendo desenvolvido através de pesquisa aplicada objetivando a busca de conhecimento que possibilite aplicação prática para a solução do problema. Para tal seguem-se os seguintes passos: O próx. parágrafo foi todo riscado: “a pesquisa não é quantitativa e sim qualitativa.”. “Pesquisa qualitativa descritiva através de estudo de caso na USF, onde será realizado um projeto de implantação de um sistema de informatização adotando as técnicas de TI Verde. - pesquisa quantitativa quanto a abordagem do problema: busca-se demonstrar em números as informações, através da demonstração de gráficos, listas, figuras e outras ferramentas estatísticas; - a fim de que se possa proporcionar melhor compreensão do problema, os objetivos o projeto são de natureza exploratória envolvendo os seguintes procedimentos: levantamento bibliográfico, análises de exemplos e apresentação de um estudo de caso ao final.

Cronograma Diplomação I: Fases da Pesquisa (Atividades) 08 Escolha do Tema X Exposição do problema, objetivo e justificativa X Apresentação da metodologia e cronograma X Apresentação do ante-projeto X 09 10 11 12 Meses

Referencial Teórico

X

X

Cronograma Diplomação II: Fases da Pesquisa (Atividades) 08 Elaboração do Projeto X X 09 10 11 12 Meses

Apresentação: Pré-banca X Conclusão do Projeto X Revisão: Textual e Bibliográfica X Apresentação Final: Banca X

Os clorofuorcabonetos são substâncias que além de aquecer o planeta, também destroem a camada de ozônio e por isto estão sendo banidos da economia. As negociações mundiais para sua substituição por outros gases se dão em torno do problema da camada de ozônio objeto da Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio e do Protocolo de Montreal, e não do efeito estufa objeto da

Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Mudança do Clima e do Protocolo de Quioto (e futuros acordos que vierem a ser estabelecidos), O Protocolo de Quioto, que começou a vigorar em 2005, regulamentou a Convenção e estabeleceu metas de redução de emissões para os países industrializados que variam de acordo com cada país, mas que em média devem reduzir anualmente 5,2% das emissões havidas em 1990, no período entre 2008 e 2012. apesar de terem altíssimos GWP (de 4.750 a 16.400). A concentração atmosférica dos GEE tem aumentado ao longo dos últimos séculos devido às atividades humanas. De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC, sigla em inglês) antes da Revolução Industrial esta concentração era de 280 ppm (partes por milhão) medida em unidades de CO2 equivalente (CO2e). Em 2005 já estava em 379 ppm e atualmente é estimada em cerca de 455 ppm, embora o efeito dos aerossóis lançados por vulcões, poluentes do ar e outros fatores reduzam o efeito da presença desses gases porque contribuempara o esfriamento da atmosfera (Rogner et al., 2007).. A mudança do clima e a economia A mudança do clima é consequência das emissões geradas pela atividade econômica. Emitimos GEE quando produzimos e / ou usamos energia (eletricidade e combustíveis) quando produzimos grande parte de matérias primas e bens, quando removemos vegetação, quando usamos adubos, corretivos de solo e revolvemos o solo no plantio agrícola, quando criamos animais (principalmente gado bovino e ovelhas), quando produzimos resíduos (principalmente lixo e esgoto), quando usamos gases fabricados em equipamentos de refrigeração, entre outras situações. Ou seja, emitimos GEE em

praticamente tudo que fazemos e assim seguimos contribuindo para a mudança do clima. Para minimizar o problema, a economia global deverá reduzir suas emissões, investindo em ações de mitigação de GEE, como por exemplo, aumentando consideravelmente o uso de energias limpas (hidroeletricidade, energia eólica, energia solar, biocombustíveis, entre outras), aperfeiçoando processos industriais, tratando resíduos de forma adequada, reduzindo o desmatamento, entre outras inúmeras medidas que já vem sendo implementadas, porém insuficientemente.

Participação dos Países Emissores de GEE, em 2005.

Fonte: World Resources Institute (2012).

É importante observar que cada cidadão de cada país emite em média um valor distinto dos cidadãos dos demais países. Considerando apenas os países mais emissores, o canadense é aquele que mais emite GEE. Em segundo lugar, temos o

americano e em terceiro o brasileiro. Se considerarmos todos os países, o brasileiro é o 19º emissor sendo o cidadão do Qatar o campeão mundial. Apesar da China ser o país mais emissor, um chinês emite apenas 5,5 tCO2e/ano enquanto um americano 22,5. Emissões per Capita dos Dez Maiores Emissores Mundiais de GEE, em 2005

As negociações em âmbito da Convenção continuam. Como a implementação do Protocolo de Quioto é baseada em períodos de compromisso e o primeiro, iniciado em 2008, termina agora em

No final de 2011, reunidos em Durban ( África do Sul), na XVII Conferência das Partes, as nações concordaram em fazer parte de um novo tratado juridicamente vinculante (com a força do Protocolo de Quioto) para combater o aquecimento global que limite o aumento da temperatura a 2º Celsius. Os termos do futuro tratado a entrar em vigor em 2020 devem ser definidos até 2015. O acordo, conhecido como a plataforma de Durban, é notável porque pela primeira vez inclui tanto os países em desenvolvimento como também os Estados Unidos. Para fazer frente ao compromisso internacional assumido, o Brasil publicou a Política Nacional sobre Mudança do Clima (lei nº 12.187, de 29 de dezembro de 2009) e sua regulamentação decreto nº 7.390, de 9 de dezembro de 2010).

Fonte: World Resources Institute (2012)

Empresas que praticam sustentabilidade são bem vistas pela sociedade: Sustentabilidade: Olimpíadas de Londres falham em alguns pontos Escrito em 9.8.2012 por Equipe

Os ingleses devem entrar para história como os primeiros a buscar a sustentabilidade em toda a trajetória dos Jogos Olímpicos. Muitas medidas adotadas pela comissão organizadora de Londres na construção da sede dos jogos são consideradas "verdes" e servem de inspiração para sedes futuras, como o Brasil. Porém, nem tudo são flores nas Olimpíadas de Londres. A poluição deixou de ser gerenciada, e, apesar dos esforços dos governantes, houve falhas sobre a redução dos impactos ambientais. Veja o que faltou: Patrocinadores insustentáveis - A parceria com a empresa do setor químico Dow Chemical para o Estádio Olímpico foi criticada . A corporação, dona da Union Carbide,

empresa responsável pelo acidente de Bophal, na Índia, é acusada de associar sua marca aos jogos para fazer “greenwashing”, marketing verde, de fachada. Outras empresas patrocinadoras, como a BP, Coca-Cola, Mc Donald’s, Dow Chemical e a Rio Tinto também geraram polêmicas. Medalhas poluentes - Desenvolvida pela empresa Rio Tinto, as medalhas foram alvo de criticas por alguns ativistas ambientais. Eles afirmam que a mineradora polui o ar e água com suas atividades, colocando vidas em risco. A empresa forneceu oito toneladas de ouro, prata e bronze para fazer cerca de 4,7 mil medalhas utilizadas nos jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Energia limpa - Um relatório da WWF mostrou que uma das falhas das “Olimpíadas Verdes” foi o baixo investimento em energia renovável. Segundo a organização, o evento não cumpriu a promessa feita quando a cidade foi eleita sede das Olimpíadas, em 2005, de garantir que ao menos 20% da energia que supriria o parque olímpico viria de fontes de energia limpa instaladas em regiões próximas. Somente 9% da energia produzida localmente será renovável. Para minimizar a situação, uma semana após o início dos jogos, o Parque Olímpico de Londres recebeu sete turbinas eólicas. O sistema fornece 40% da energia necessária para iluminação das instalações olímpicas.

Projeto promove reciclagem dos cartões de crédito inutilizados Escrito em 17.8.2012 por Equipe GreenNation Já pensou o que fazer com cartões de créditos unutilizáveis? Pensando nessa questão, a RS de Paula, indústria que confecciona cartões de PVC, criou um programa inédito no Brasil recolhe esse tipo de produto, incentiva a reciclagem da principal matéria prima dos cartões (o PVC) e o reaproveita para outros materiais. Desenvolvido em 2011, o Programa RC Reciclagem já contabiliza o recolhimento de cerca de 120 mil cartões, o que equivale aproximadamente a 600 kg de resíduos que provavelmente seriam descartados na natureza

Jovem cria computador feito de garrafa PET Escrito em 1.8.2012 por Equipe GreenNation Ajudar o meio ambiente através da tecnologia. Essa foi a ideia do mineiro Adriano Reis de Carvalho, que após uma enchente em São Lourenço (MG) viu nas garrafas PET um novo conceito de computador sustentável

Partindo da premissa que cada garrafa demora cerca de 400 anos para se decompor, ele pensou que esse material poderia ser útil na sua criação. Através de uma parceria com catadores de lixo da cidade, que já vendiam garrafas prensadas, ele desenvolveu o projeto do EcoPC. "Demorei um ano para conseguir alcançar o resultado final. Com 20 garrafas, criei o primeiro EcoPC" - afirmou.

A Sun Microsystems anuncia a conclusão de seu novo data center, em Broomfield, Colorado, nos Estados Unidos. O projeto é a maior consolidação de hardware da história da companhia e permitirá uma economia de até 11 mil toneladas métricas de CO² por ano. As instalações de Broomfield incorporam os mais recentes sistemas de eficiência energética, incluindo design e tecnologias inovadores de alimentação de energia e de resfriamento. De acordo com Dave Douglas, vice-presidente sênior de cloud computing e de sustentabilidade, os primeiros 20% de redução no consumo de eletricidade foram alcançados em 2002. Com o data center de Broomfield, a companhia espera atingir a meta de outros 20% na redução do consumo energético. Além da economia de 11 mil toneladas métricas de CO² por ano – redução de 6% das emissões da empresa nos Estados Unidos - a Sun Microsystems estima economizar mais de 1 milhão de dólares em custos de eletricidade. Segundo a empresa, o date center verde permitiu a diminuição de 1 milhão de kWh por mês do consumo de eletricidade, energia suficiente para alimentar mil casas em Colorado. O novo data center foi construído nos moldes de projetos similares da empresa concluídos em Blackwater (Reino Unido), Santa Clara (Califórnia) e Bangalore (Índia), em agosto de 2007.

Entre as novidades, o centro conta com uma infraestrutura focada na economia de água, na redução de uso de produtos químicos e no resfriamento de ar e alimentação de energia ininter-ruptos. O projeto baseia-se na Arquitetura Pod da companhia, que reduziu drasticamente o espaço físico, do antigo campus da StorageTek, em Louisville,reduzindo de 46 Km, Colorado, para 11 Km. Broomfield é composto por servidores Sun SPARC Enterprise T5440 e M5000, sistema de biblioteca modular SunStorageTek SL8500, servidor de storage Sun Fire X4500 e os sistemas de storage unificado Sun Storage 7000. Para se ter uma ideia da redução de espaço, em um exemplo, a companhia consolidou 63 servidores e 30 dispositivos de storage ligados diretamente, em dois de seus servidores. Todos eles são parte de um importante programa da Sun Microsystems para substituição de hardware, o qual levou a uma redução de espaço físico de 66%. Em um exemplo, a companhia consolidou 63 servidores e 30 dispositivos de storage ligados diretamente, em dois de seus servidores. (Bruno Ferrari, de INFO Online 10 de fevereiro de 2009 http://info.abril.com.br/ti-verde/o-data-center-verde-da-sun.shtm).

Ranking do Greenpeace A cada ano o Greenpeace divulga uma lista classificando o nível de sustentabilidade das empresas fabricantes de eletrônicos. Veja abaixo o quão verde são as gigantes do mundo da tecnologia:

6,9 Nokia – Ganhou a maior nota do ranking, graças ao programa de coleta de celulares inativos. 5,9 Sony Ericsson – Possui um programa de garantia ambiental, que encarna o princípio da responsabilização dos produtores individuais. 5,9 Toshiba – Ganha pontos devido ao uso de energias renováveis e apóia cortes globais nas emissões de gases de efeito estufa. 5,9 Samsung – Acumula pontos com a eliminação de materiais como o PVC das telas de LCD, mas deixa a desejar no quesito reciclagem. 5,7

Fujitsu Siemens – Utiliza fontes renováveis de energia, mas precisa melhorar os critérios para o descarte responsável. 5,7 LGE – Tem boa pontuação na avaliação da eficiência energética de ser produtos, mas perde posições por não informar a fonte e os cálculos de dados sobre reciclagem. 5,3 Motorola – da 15ª para a 7ª posição graças à eliminação de produtos tóxicos de todos os seus produtos até 2010. 5,3 Sony – Precisa melhorar principalmente na área de energia, mas tem reduzido a inclusão de químicos poluidores em seus produtos. 5,1 Panasonic – Tem nota máxima em energia, mas vai mal em todas as avaliações de descarte sustentável. 4,9 Sharp – Apesar de ter melhorado no uso consciente de energia, ainda vai mal na eficiência energética de seus produtos. 4,7 Acer – Precisa melhorar em reciclagem e redução de produtos químicos tóxicos. 4,7 Dell – A cada ranking a Dell vem perdendo posições por não se comprometer com a eliminação de produtos tóxicos dos produtos até o final de 2009. 4,5 HP – Ainda precisa diminuir o nível de desperdício em sua produção. 4,3 Apple – Melhorou sua avaliação quando decidiu eliminar os produtos tóxicos de seus iPods, mas está mal no que diz respeito a desperdício de materiais. 4,1 Philips – Tem boa avaliação na utilização de energia e produtos tóxicos, mas leva nota zero em desperdício. 3,7 Lenovo – Leva a pior em reciclagem e utilização de energia. 2,9 Microsoft – Assim como a Lenovo, precisa melhorar nos quesitos reciclagem e energia. 0,8 Nintendo – Zero na maioria dos critérios de avaliação.

Justificativa O desenvolvimento tecnológico já provou que é um grande aliado na melhoria de qualidade de vida dos cidadãos em várias áreas. A automação das atividades repetitivas, a economia de tempo na execução das mais diversas atividades, economia de espaço (com a diminuição do volume de papeis, documentos, fichários, armários, etc.), a otimização das tarefas realizadas pelos funcionários, tudo isso se reverterá em benefício, melhorando a qualidade do trabalho desenvolvido pela Unidade de Saúde, e consequentemente, melhorando o atendimento aos pacientes. Metodologia

Sendo conhecedores de que muitos projetos tendem a não se concretizarem por falta de planejamento adequado conforme apontado em questionário aplicado pelo Gartner Group à alta direção de 20 (vinte) empresas de médio e grande porte, sobre as principais falhas e dificuldades encontradas no desenvolvimento de projetos de informática, onde foram obtidos resultados negativos tais como: descumprimento dos prazos (26%); custos elevados (25,4%); prioridade desenvolvimento x manutenção (25,4%); não recrutar profissionais qualificados (18,4%) Gartner Group [fev. 2005], a fim de obtermos um resultado satisfatório, este projeto será desenvolvido seguindo as melhores práticas em Gerenciamento de Projetos apresentadas pelo PMBOK Guide, edição 2000.