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ROBERT

DILTS

Poder
de la

el

Palabra
Con cinco títulos ya publicados por Urano (Aprendizaje dinámico con PNL, Creación de modelos con PNL, Herramientas del espíritu, Identificación y cambio de creencias, Liderazgo creativo), Robert Dilts es uno de los autores más respetados de la PNL. La originalidad de su pensamiento lo sitúa en la vanguardia de este campo. Robert Dilts es investigador en el campo de la Programación Neurolingüística (PNL) desde el año 1975. Además de ser pionero en la aplicación de la PNL al desarrollo organizacional, al aprendizaje, a la creatividad y a la salud, sus contribuciones personales al campo de la PNL incluyen gran parte del trabajo seminal sobre las técnicas de Estrategias y Sistemas de Creencias en PNL, así como el desarrollo de lo que se conoce como «PNL sistémica».

Robert Dilts

El poder de la palabra
La magia del cambio de creencias a través d e la conversación

URANO
Argentina - Chile - Colombia - España Estados U n i d o s - México - U r u g u a y - Venezuela

142. Capitola. incluidos la reprografía y el tratamiento informático.969 . The Magic of Conversacional Belief Change Editor original: Meta Publications. la reproducción parcial o total de esta obra por cualquier medio o procedimiento. bajo las sanciones establecidas en las leyes.A.Dedicatoria Este libro está dedicado con afecto y respeto a Richard Bandler John Grinder Millón Erickson Gregory Bateson quienes me enseñaron la magia del lenguaje y el lenguaje de la «magia». S. Aribau. pral.08786 Capellades (Barcelona) Impreso en España .Prinled in Spain .A. California Traducción y actualización del glosario: David Scmpau Reservados todos los derechos. © 1999 by Meta Publications © 2003 by Ediciones Urano. . 1 . S. . Titulo original: Sfeighí ofbtouth.A. sin la autorización escrita de los titulares del copyright.com ISBN: 978-84-7953-519-3 Depósito legal: B. Impreso por Romanyá Valls.. 19.2008 Fotocomposición: Ediciones Urano.08036 Barcelona wwwmundourano. Queda rigurosamente prohibida.Vcrdagucr. S. asi como la distribución de ejemplares mediante alquiler o préstamo públicos.

M a r c o s y r e e n c u a d r e s Marcos Cambio de objetivos Reencuadre Cambiar el t a m a ñ o del marco Reencuadrar el contexto Reencuadrar el c o n t e n i d o Reencuadrar a los críticos y las críticas Los patrones de «Intención» y «Redefinición» d e El poder de la palabra Ejercicio d e reencuadre de u n a palabra Percibir u n a situación desde otro m o d e l o de m u n d o situándose en «segunda posición» 7 13 15 21 23 28 31 34 38 40 43 45 49 53 56 60 61 64 69 72 74 . Lenguaje y e x p e r i e n c i a La magia del lenguaje Lenguaje y Programación Neurolingüística Mapa y territorio Experiencia C ó m o el lenguaje e n c u a d r a la experiencia Reencuadrar c o n «aunque» Capítulo 2.índice Dedicatoria Agradecimientos Prefacio Capítulo 1.

E s t a d o s i n t e r n o s y c a m b i o n a t u r a l d e creencias El proceso n a t u r a l de cambio de creencias El ciclo de c a m b i o de creencias Cambio de creencias y estados i n t e r n o s Reconocer estados internos e influir sobre ellos Ejercicio: Acceder a u n estado y anclarlo Tutoría y m e n t o r e s internos Procedimiento del ciclo d e creencias Implementar el ciclo d e cambio d e creencias Encadenado d e creencias La influencia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal Capítulo 8.10 E L PODER DE LA PALABRA índice C a p í t u l 6. La e s t r u c t u r a básica d e las creencias 0 11 157 Capítulo 3. C r e e n c i a s y e x p e c t a t i v a s Creencias y sistemas de creencias El poder de las creencias Creencias limitadoras Transformar las creencias limitadoras Expectativas Las expectativas y el patrón d e consecuencias d e El poder de la palabra Cartografiar creencias y expectativas clave Evaluar la motivación para el cambio Hoja de evaluación de creencias C o n s t r u y e seguridad y refuerza las creencias Utilizar el m a r c o «como si» para reforzar creencias y expectativas Ejercicio « C o m o si» 79 81 83 86 87 89 91 95 97 100 102 104 106 108 111 116 121 127 129 131 134 135 137 144 148 151 153 154 154 155 Estructura lingüística de las creencias 159 Equivalencia compleja 160 Causa y efecto 162 Tipos de causas 165 La influencia d e las causas formales 167 El poder de la palabra y la estructura d e las creencias . 170 Auditoría d e valores 173 Hoja de auditoría d e valores 178 Auditoría d e creencias 179 Procedimiento de «Auditoría de creencias» 179 Utilizar contra ejemplos para reevaluar las creencias limitadoras 182 Algunos marcos verbales para desvelar afirmaciones de creencias limitadoras 185 Generar contra ejemplos 186 Capítulo 7. Virus m e n t a l e s y la m e t a e s t r u c t u r a d e creencias Metaestructura d e creencias Virus mentales Presuposiciones Autorreferencia 191 193 195 201 203 205 206 208 210 212 217 221 223 227 236 242 . . Fragmentación F o r m a s d e fragmentación Fragmentar hacia abajo Fragmentar hacia arriba F r a g m e n t a r lateralmente (descubrir analogías) Ejercicio: Busca isomorfismos Puntuación y repuntuación C a p í t u l o 4 . Valores y c r i t e r i o s La e s t r u c t u r a d e l significado Valores y motivación Criterios y juicios Recle finir valores y criterios para e n c a d e n a r l o s Fragmentar hacia abajo para definir «equivalencias de criterio» Estrategias de realidad Ejercicio de estrategia de realidad F r a g m e n t a r hacia arriba para identificar y utilizar jerarquías d e valores y criterios Técnica d e jerarquía de criterios C a p í t u l o 5.

m e a y u d ó c o n la lectura d e p r u e b a s y la e d i c i ó n d e este libro. Mis hijos. d e m o d o q u e p u e d a n ser c o m p r e n d i d a s c o n m a y o r claridad. así c o m o d e las sugestivas i m á g e n e s q u e a b r e n cada u n o d e s u s capítulos. C o n c l u s i ó n Epílogo Bibliografía Glosario 327 333 335 339 . al igual q u e ha h e c h o c o n tantos o t r o s d e m i s libros y p r o y e c t o s . Aplicar los p a t r o n e s c o m o u n s i s t e m a 246 248 253 256 262 265 D e s e o e x p r e s a r m i g r a t i t u d a: J u d i t h DeLozier. Agradecimientos Definición y ejemplos d e patrones d e E¡ poder de la palabra 267 Los patrones de El poder de la palabra c o m o sistema de intervenciones verbales 282 Utilizar El poder de la palabra c o m o u n sistema de patrones 283 Crear y m a n t e n e r u n «virus mental» utilizando El poder de la palabra 302 El poder de la palabra y la Ley d e variedad requerida .B a n d l e r p o r su c o n t r i b u c i ó n y su a p o y o c u a n d o e m p e c é a desarrollar las ideas q u e c o n s t i t u y e n la base d e El poder de la palabra. A n d r e w y J u l i a . J o h n es el c r e a d o r d e la c u b i e r t a d e este libro. J o h n W u n d e s . 3 1 0 Reencuadrar y «sacar del marco» a u n virus mental utilizando El poder de la palabra 312 Practicar El poder de la palabra 319 C a p í t u l o 10. . A m i Sattinger q u i e n . Todd E p s t e i n . David G o r d o n y Leslie C a m e r o n .12 EL PODER DH LA PALABRA La teoría d e los tipos lógicos Aplicación a sí m i s m a de u n a creencia o una generalización Metamarcos Niveles lógicos C a m b i o de niveles lógicos C a p í t u l o 9. que ha transformado en imágenes a l g u n a s d e las e s t r u c t u r a s más p r o f u n d a s s u b y a c e n t e s en El poder de la palabra. c u y a s e x p e r i e n c i a s y explicaciones m e a y u d a r o n a c o m p r e n d e r el p r o c e s o n a t u r a l d e c a m b i o d e creencias y la « m e t a e s t r u c t u r a » d e las creencias.

La clase estaba a cargo d e J o h n Grinder. mi p r i m e r « p r o y e c t o d e m o d e l a d o » versó s o b r e la aplicación d e los filtros lingüísticos . sin n i n g u n a experiencia p r o p i a e n terapia d e clase a l g u n a . En esta o b r a . J u n to con Richard Bandler. m u c h o m á s allá d e la p s i c o t e r a p i a . Barcelona. etc. ciencia. 1 9 9 9 ) . C o m o e s t u d i a n t e d e filosofía política. gestión e m p r e s a r i a l . c o f u n d a d o r d e la PNL. Este c o n j u n t o d e p a t r o n e s ( c o n o c i d o c o m o Metamodelo) hacía p o s i b l e q u e c u a l q u i e r p e r s o n a . (ver Creación de modelos con PNL. Virginia Satir y M i l t o n Erickson).Prefacio Me he e s t a d o p r e p a r a n d o d u r a n t e m u c h o s a ñ o s p a r a escribir este libro. p u d i e r a f o r m u lar las p r e g u n t a s q u e u n t e r a p e u t a e x p e r i m e n t a d o plantearía. estos a u t o r e s m o d e l a b a n los p a t r o n e s del lenguaje y las c a p a c i d a d e s intuitivas d e tres d e los m á s eficaces psicoterapeutas del m u n d o (Fritz Perls. Se m e o c u rrió q u e . M e pareció q u e el m o d e l a d o p o d í a tener i m p l i c a c i o n e s i m p o r t a n tes en t o d a s las áreas d e la actividad h u m a n a : arte. Dilts. Q u e d é a s o m b r a d o a n t e las p o s i b i l i d a d e s q u e t a n t o el m e tamodelo c o m o el p r o p i o p r o c e s o de m o d e l a d o ofrecían. G r i n d e r a c a b a b a d e c o m p l e t a r el primer v o l u m e n d e su o b r a p i o n e r a The Structure oj Magíc ( 1 9 7 5 ) . c o m o y o m i s m o ( e s t u d i a n t e d e tercer c u r s o d e ciencias políticas). U r a n o . E n t r é e n c o n t a c t o p o r p r i m e r a vez c o n la P N L hace ya casi v e i n t i c i n c o a ñ o s . e n s e ñ a n z a . política. Trata d e la magia del lenguaje y se basa e n los p r i n cipios y las clarificaciones d e la P r o g r a m a c i ó n N e u r o l i n g ü í s t i ca o PNL. c o m o a l u m n o en u n a clase d e lingüística en la U n i v e r s i d a d d e California en Santa C r u z . la m e t o d o l o g í a del modelado podía conducir a amplias innovaciones en m u c h a s otras áreas e n las q u e interviniera la c o m u n i c a c i ó n h u m a n a .

«sentir». aquellos pat r o n e s q u e s u s p a l a b r a s codificaban. e n t r e otros. «oír». A b r a h a m L i n c o l n . e n Aplications ofNLP. m e p e r c a t é d e que se trataba e x a c t a m e n t e d e las m i s m a s e s t r u c t u r a s q u e h a b í a n utilizado p e r s o n a j e s c o m o Lincoln. P u e d e n s e r definidas c o m o « r e e n c u a d r e s v e r b a les» q u e influyen t a n t o s o b r e las creencias c o m o s o b r e los m a pas m e n t a l e s a partir d e los q u e éstas h a n s i d o c o n s t r u i d a s . F u e u n a experiencia c o n R i c h a r d Bandler. p a r a influir s o b r e las creencias d e q u i e n e s les e s c u c h a b a n . c a m b i a r o t r a n s f o r m a r creencias a través del lenguaje. I n c l u s o a pesar d e q u e aplicaba p a t r o n e s «negativos» p a r a defender s u p o s i c i ó n . Albert Einstein. h a b i d a c u e n t a d e q u e t r a t a n d e p a l a b r a s y éstas s o n f u n d a m e n t a l m e n t e abstractas. a q u e l l a s clarificaciones c o n t r i b u í a n a la c o m p r e n s i ó n . « s o n a r » . p a r a p r o m o v e r c a m b i o s sociales p o d e r o s o s y positivos. E n los casi v e i n t e a ñ o s t r a n s c u r r i d o s d e s d e su formalización inicial. a pesar d e q u e q u i e n e s las p r o n u n c i a r o n h u b i e r a n d e s a p a r e c i d o físicamente m u c h o s a ñ o s atrás. así c o m o p a r a influir s o b r e creencias sociales y s i s t e m a s d e creencias. Es m á s . G a n d h i y J e s ú s . q u e p e r m i t e n a s u vez establecer. Dilts. Tal vez m á s que n i n g ú n o t r o c o n c e p t o d e P N L . Así p u e s . C o m o la p r o p i a P N L señala. N o o b s t a n t e . Bandler. la q u e m e c o n d u j o a r e c o n o c e r y formular c o n s c i e n t e m e n t e esos p a t r o n e s en el a ñ o 1980. d e a l g ú n m o d o sentía q u e . es i m p o r t a n t e q u e al a p r e n d e r y practicar El poder de la palabra s e p a m o s d i s t i n g u i r la magia g e n u i n a d e los t r u c o s «tri- . tales c o m o los predicados sistémicos representacionales (palabras descriptivas q u e i n d i c a n d e t e r m i n a d a m o d a l i d a d sensorial: «ver». Si b i e n a q u e l e s t u d i o r e s u l t ó ser a la vez fascinante y revelador. m e fui c o n v e n c i e n d o d e q u e . Para aclarar u n p u n t o d e s u s e n s e ñ a n z a s d u r a n t e u n s e m i n a r i o .16 EL PODCR DE LA PALABRA Prefacio 17 q u e G r i n d e r y B a n d l e r h a b í a n e m p l e a d o p a r a analizar a a q u e llos t e r a p e u t a s . Sin d u d a . tenía q u e h a b e r algo m á s q u e las d i s t i n c i o n e s q u e el m e t a m o d e l o podía explicar. p e r o n o a c a b a n d e c a p t a r la t o t a l i d a d d e las d i m e n s i o n e s d e los p o d e r e s persuasivos d e Sócrates. 1 9 8 3 ) . e n t r e o t r o s — . c o m u n e s y fundamentales. desafiando a los p a r t i c i p a n t e s a q u e le c o n v e n c i e r a n p a r a cambiarlo (ver Capítulo 9 ) . r e p u t a d o p o r s u d o m i n i o del lenguaje. A m e d i d a q u e a v a n z a b a en el e s t u d i o d e l o s escritos y los d i s c u r s o s d e p e r s o n a s q u e h a b í a n influido o i n c i d i d o e n el curs o d e la historia d e la h u m a n i d a d — c o m o J e s ú s d e Nazaret. p u d e r e c o n o c e r a l g u n a s d e las e s t r u c t u r a s q u e e m p l e a b a . Para c o m p r e n der r e a l m e n t e y aplicar c o n creatividad d e t e r m i n a d o p a t r ó n d e lenguaje. a q u e l l a s p e r s o n a s e m p l e a b a n d e t e r m i n a d a s series de patrones. d e b e m o s interiorizar su « e s t r u c t u r a m á s p r o f u n d a » . estos p a t r o n e s p r o p o r c i o n a n u n a h e r r a m i e n t a p a r a el c a m b i o d e creencias a través d e la conversación. «tocar». M o h a n d a s G a n d h i y Martin L u t h e r King. c o f u n d a d o r d e la P N L . A pesar de p o ner en ello t o d o s u e m p e ñ o .). etc. en la capacidad d e p e r s u a s i ó n d e Sócrates. n o s e s t a r e m o s l i m i t a n d o a i m i t a r o a r e p e t i r « c o m o u n loro» los e j e m p l o s q u e s e n o s h a y a n p r o p u e s t o . los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n d e m o s t r a d o s e r u n o d e los g r u p o s d e clarificaciones p r o p o r c i o n a d o s p o r la P N L c o n m á s p o d e r p a r a la p e r s u a s i ó n efectiva. 1 9 7 5 . e n s e ñ a r estos p a t r o n e s d e forma eficaz presenta s u s dificultades. Al e s c u c h a r los d i s t i n t o s « r e e n c u a d r e s » verbales q u e Bandler creaba e s p o n t á n e a m e n t e . Lo m i s m o s u c e d í a c o n otras d i ferenciaciones verbales p r o p o r c i o n a d a s p o r la PNL. E n esencia. Karl M a r x . p a r a tratar d e d e s c u b r i r q u é p a t r o n e s s u r g i r í a n del e s t u d i o d e los Diálogos Socráticos de Platón (Platos Use of the Dialectic in The Republic: A Linguistic Analysis. estableció u n sistema d e creencias j o c o s o p e r o « p a r a n o i d e » . las p a l a b r a s s o n estructuras superficiales q u e t r a t a n d e representar o d e e x p r e s a r estructuras profundas. s e g u í a n i n f l u y e n d o y m o d e l a n d o la historia. estos p a t r o n e s d e El poder de la palabra e s t á n formados p o r categorías y d i s t i n c i o n e s v e r b a l e s . d e lo c o n t r a r i o . « m i rar». Los p a t r o n e s d e El poder de la palabra c o n s t i t u y e n m i i n t e n t o p o r c o dificar a l g u n o s d e los m e c a n i s m o s lingüísticos clave q u e esas p e r s o n a s e m p l e a r o n para p e r s u a d i r a o t r a s . n a d i e entre los p r e s e n t e s tuvo el m e n o r éxito en influir sobre el a p a r e n t e m e n t e i m p e n e t r a b l e sistema d e creencias q u e Bandler acababa de establecer ( u n sistema b a s a d o en lo q u e y o d e n o m i n a r í a m á s tarde «virus m e n tales»).

Dilts. 1990). Confío en q u e disfrutes d e este viaje a la m a g i a del lenguaje y del c a m b i o d e creencias a través d e la c o n v e r s a c i ó n . tales c o m o la Reimpronta.18 E L PODER DE LA PALABRA Prefacio 19 viales». los p a t r o n e s s o n a m e n u d o p r e s e n t a d o s y utilizados en u n m a r c o a d v e r s o . y Beliefs: Pathwcrys to Health and Well-Being. Desde q u e identifiqué los patrones d e Eí poder de la palabra. El poder de la palabra es u n t e m a a p a s i o n a n t e . C o n o c e r l o me p e r m i t e a y u d a r t e a p r o n u n c i a r las p a l a b r a s a d e c u a d a s e n el m o m e n t o o p o r t u n o . P o r e j e m p l o . e n t r e o t r o s . así c o m o su relación con otros niveles de c a m b i o y aprendizaje. con mayúscula. c o m o p u e d a n ser l o s t í p i c a m e n t e relacionados c o n la terapia o el d e b a t e . el Proceso d e Instalación d e Creencias. Dilts. Hasta a h o r a . p a r a establecer. La magia del c a m b i o p r o v i e n e d e la c a p a c i d a d para acceder a algo q u e está m á s allá d e las p r o p i a s palabras. Los identifiqué y formulé antes d e tener la o p o r t u n i d a d d e explorar con d e t e n i m i e n t o la estructura m á s profunda d e las creencias y del c a m b i o d e creencias. 1990. California M a y o d e 1999 * Practitioners. b á s i c a m e n t e c o m o h e r r a m i e n t a p a r a la d i s c u s i ó n y el d e b a t e . que m e permitieran presentar con claridad y concisión suficientes las estructuras m á s profundas subyacentes en El poder de la palabra. sin n e c e s i d a d d e técnicas formales o d e contextos específicos. el Metaespejo y la Integración d e Creencias Enfrentadas (ver Cíianging Belief Systems wiih NLP. l o c u a l les ha c o n f e r i d o c o n el t i e m p o cierta r e p u t a c i ó n d e p o m p o s o s . a u n q u e al m i s m o t i e m p o les r e s u l t a n a veces c o m p l e j o s y algo confusos. J e s ú s . h a y p e r s o n a s ( p a r t i c u l a r m e n t e las n o a n g l ó fonas p o r o r i g e n ) a las q u e los p a t r o n e s d e El poder de la palabra les p a r e c e n útiles y p o d e r o s o s . H a y i n c l u s o p r a c ticantes" d e P N L ( a l g u n o s c o n m u c h o s a ñ o s d e e x p e r i e n c i a ) q u e n o s i e m p r e tienen claro c ó m o encajan estos p a t r o n e s c o n otros c o n c e p t o s d e la P N L . (N. n o es m e n o s cierto q u e tiene s u s limitaciones. A u n q u e . hasta hace pocos a ñ o s n o h e c o n s e g u i d o la profundización y la c o m p r e n s i ó n necesarias acerca de c ó m o se forman las creencias y d e c ó m o se m a n t i e n e n . s u p o n i e n d o q u e el discíp u l o a d i v i n a r á i n t u i t i v a m e n t e p o r s u c u e n t a la e s t r u c t u r a p r o funda necesaria p a r a g e n e r a r los p a t r o n e s a d e c u a d o s . el Patrón d e Transformación del Fracaso en E n s e ñ a n z a . influir y t r a n s f o r m a r creencias que r e s u l t a r o n cruciales e n la f u n d a c i ó n d e n u e s t r o m u n d o moderno. Tengo p r e v i s t o u n s e g u n d o v o l u m e n . L i n c o n y G a n dhi. t i t u l a d o en p r i n c i p i o Eí Lenguaje del Liderazgoy del Cambio Social.). e n cierta m e d i d a . H a l l b o m y Smith. h e ido desarrollando u n a serie d e técnicas para el cambio de creencias. E s m á s . este p l a n t e a m i e n t o refleje el m o d o e n q u e a p r e n d i m o s n u e s t r a l e n g u a m a t e r n a s i e n d o n i ñ o s . en el original. ROBERT DILTS Santa C r u z . Algunas d e estas dificultades reflejan s i m p l e m e n t e el p r o p i o desarrollo histórico d e estos patrones. tanto cognitiva c o m o n e u r o lógicamente. d e m o s t r a t i v o s d e las diferentes e s t r u c t u r a s verbales. . Sin e m - bargo. Se refiere a una de las categorías dentro de la formación reglada y certificada en PNL. del T. M a r x . e n el q u e e x p l o raré e ilustraré c ó m o fueron u t i l i z a d o s estos p a t r o n e s p o r personajes h i s t ó r i c o s c o m o Sócrates. los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n sido e n s e ñ a d o s p o r lo general p o r m e d i o d e la p r e s e n t a c i ó n al a l u m n a d o d e definiciones y e j e m p l o s verbales.

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La magia del lenguaje El poder de la palabra trata d e la magia de las palabras y del lenguaje. tienen poderes m u y especiales. Las palabras apelan a las emociones y constituyen. p o r ejemplo. El gran psiquiatra Sigmund Freud. opinaba que las palabras son el i n s t r u m e n t o básico de la conciencia h u m a n a y q u e . deforma universal. El lenguaje verbal constituye u n a característica exclusiva de la especie h u m a n a . Los p a t r o n e s de E¡ poder de la palabra proceden del estudio del m o d o en que el lenguaje ha sido y p u e d e ser utilizado para influir sobre la vida de las personas. y p u e d e ejercer u n a tremenda influencia sobre el modo en q u e percibimos la realidad y r e s p o n d e m o s ante ella. El lenguaje constituye u n o de los c o m p o n e n t e s fundamentales a partir de los cuales construimos nuestros modelos m e n t a les del m u n d o . C o n s i d e r e m o s . siendo considerado c o m o u n o de los principales factores que nos distinguen d e las d e m á s criaturas. determinando sus juicios y sus decisiones. C o m o él m i s m o expuso: Palabrasy magia fueron al principio una y la misma cosa. Con ellas podemos darnos unos a otros la mayor felicidad o la más grande de las desesperaciones. como tal. e incluso hoy las palabras siguen reteniendo gran parte de su poder mágico. con ellas arrastra el orador a quienes le escuchan. el medio a través del cual influimos sobre nuestros congéneres. los casos siguientes: . p o r ejemplo. con ellas imparte el maestro sus enseñanzas a sus discípulos.

Enfrentándose a s u s peores temores. deambula p o r la sala y predica a los d e m á s pacientes. sobre todo si se trata de personas violentas e irritadas. Tras observar discreta- m e n t e al paciente d u r a n t e u n tiempo. tras u n a intervención quirúrgica. el h o m b r e d e d e n t r o estalla en u n a s o n o r a carcajada y abre la puerta. . El cirujano va a verlo para informarle del resultado de la operación. Se implica en el proyecto y establece n u e v a s amistades con otros pacientes y con los obreros que trabajan en la construcción. Espoleado p o r el c o m e n t a r i o del médico. que lo ignoran sistemáticamente. . y r e s p o n d e : —Servicio de reparación de televisores. el paciente le pregunta al médico c ó m o h a ido la intervención. Un h o m bre está gritando fuertemente y se oye el r u i d o de objetos al ser arrojados contra la pared. . s í . U n joven se halla i n t e r n a d o en el ala de psiquiatría de u n hospital mental. que va a estrellarse contra el suelo para hacerse añicos ante los pies d e la agente. C o m o m á s tarde c o m e n t a r í a . s o r p r e n d i d o : — B u e n o .. Hace cambios en su dieta y comienza a hacer ejercicio c o n regularidad. Tras u n o s instantes d e silencio sepulcral. Un paciente despierta d e la anestesia en la sala de recuperación d e u n hospital. Éste le r e s p o n d e : — L a m e n t o traer malas noticias. llega un n u e v o psiquiatra. Al aproximarse a la vivienda en cuestión. El t u m o r q u e h e m o s extirpado es canceroso. dejar el hospital y conseguir u n e m p l e o estable. si es q u e eres d e la clase de persona que gusta de ayudar a los d e m á s . j u n t o c o n los chillidos de terror de u n a voz femenina. Incapaz de negarse. Del interior d e la vivienda surge u n a voz de t r u e n o que pregunta: — ¡ ¿ Q u i é n d e m o n i o s es?! La agente echa una mirada d e reojo a los restos del televisor. aquellas afortunadas palabras le sirvieron a la agente m u c h o m á s q u e meses d e preparación física para el c o m b a t e c u e r p o a cuerpo. la agente escucha voces y chillidos procedentes del interior de aquélla. u n b u e n día. el recién llegado se acerca al j o v e n y le dice: —Tengo entendido que tienes experiencia como carpintero. más o m e n o s . —Tu ayuda nos sería d e gran utilidad —prosigue el psiquiatra—. Sabe que es precisamente en esta clase d e situaciones en las que más peligra su integridad física.A PALABRA Lenguaje y experiencia 25 Una agente de policía de recibe orden de acudir urgentem e n t e a u n a vivienda para a t e n d e r u n incidente de violencia doméstica.. Ésta s e precipita hacia la p u e r t a y c o m i e n z a a golpearla c o n todas s u s fuerzas. A lo q u e el otro le responde. A la gente n o le gusta que la policía se m e t a en sus a s u n t o s familiares. El resto es ahora cosa suya. .EL PODER DE I. Finalmente consigue establecer relaciones sociales normales. en la m e d i d a de lo posible. el paciente comienza a reevaluar su estilo d e vida y las posibles alternativas. Bueno. las b u e n a s noticias son que h e m o s extirpado todo el tumor. d o n d e está siendo tratado de su creencia d e ser «Jesucristo». Reflexionando acerca de lo estresante y poco gratificante q u e ha sido su vida en los años preceden- . perm i t i e n d o q u e la a g e n t e haga s u trabajo sin m á s violencia n i enfrentamientos. n i los psiquiatras ni l o s cuidadores h a n tenido el m e n o r éxito en sus intentos p o r persuadirle de que a b a n d o n e su ofuscación hasta que. De r e p e n t e sale volando a través d e la puerta de entrada u n televisor. Medio aturdido a ú n p o r los efectos de la anestesia y en cierta m e d i d a ansioso. el paciente le pregunta: —¿Y ahora qué? A lo q u e el cirujano le responde: — B u e n o . Pasa s u s días sin hacer nada. Hasta el m o m e n t o . Entonces el psiquiatra le explica q u e están c o n s t r u y e n d o u n a nueva instalación en la sala d e recreo y q u e necesitan a alguien que sepa manejar la madera. esparcidos p o r el lugar d o n d e ella estaba tan sólo u n par d e s e g u n d o s antes. el paciente decide prestarse al j u e g o .

hasta q u e el chico recibe y lanza con seguridad a u n a distancia respetable. Luego da u n paso atrás y se la devuelve con suavidad al muchacho. Luego. n o tenga la m e n o r o p o r t u n i d a d d e ser aceptada. Su tío va a visitarle y. se embarca en u n proceso de crecim i e n t o p e r s o n a l . Mientras rellena los formularios. Cambia p o r completo s u s hábitos. estudia psicología y se convierte en consejero de víctimas d e c o n d u c t o r e s ebrios y en terapeuta para personas que h a n sido arrestadas p o r c o n d u c i r bajo los efectos del alcohol. colocando su m a n o sobre el h o m b r o del s o b r i n o . Siente q u e el accidente es p o r completo culpa suya. coge su coche para volver a casa en m e d i o d e la helada n o c h e invernal. Al t o m a r u n a curva. El h o m b r e le responde: — N o hay malos jugadores. clarificando sus creencias. t e m e que. sabe que ha acabado con u n a vida y q u e ha destrozado una familia de forma irreparable. Una m u c h a c h a se está p r e p a r a n d o para acceder a la universidad. se siente cada vez m á s d e s a n i m a d o . es aceptada y acaba convirtiéndose en u n a prestigiosa consultora. años más tarde. Sintiéndose cada vez más d e p r i m i d o . se sienta a su lado y p e r m a n e c e en silencio u n o s m i n u t o s . el chaval vuelve a entrenar hasta convertirse en u n m i e m b r o valioso para su equipo.EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 27 tes a la intervención. A m e dida q u e el curso y los e n t r e n a m i e n t o s avanzan. Sin embargo. s u s valores y su propósito vital. Poniéndose d e pie frente al chaval. considera incluso la idea d e suicidarse. Todos estos ejemplos c o m p a r t e n u n a característica c o m ú n : unas pocas palabras cambian para mejor el curso d e la vida de alguien. tan sólo hay personas que n o confían en su capacidad para aprender. Un m u c h a c h o trata desesperadamente d e a p r e n d e r a jugar a béisbol. Para su sorpresa y deleite. al ver el lamentable estado del m u c h a c h o . decide presentar solicitudes ú n i c a m e n t e para otras opciones más modestas. diciéndole: —Seguro que esa universidad estará i n u n d a d a de solicitudes. golpea al peatón y éste m u e r e . se e n c u e n t r a delante d e él con una persona q u e cruza la calle. le explica su raz o n a m i e n t o a su m a d r e . Paso a paso va a u m e n tando la distancia entre a m b o s . se siente feliz. Ha barajado diversas opciones. A lo que su m a d r e le responde: — S i e m p r e hay sitio para alguien b u e n o . libre de su cáncer y m á s sano d e lo que n u n c a antes había estado. Un joven q u e ha estado en u n a cena con s u s amigos y se h a l o m a d o varios vasos de vino. Tratando de ser m á s «realista» y d e evitar el desengaño. que permite m á s opciones. le dice a su entrenad o r q u e piensa dejarlo p o r q u e se considera u n «mal jugador». le p o n e la pelota en su guante y le pide q u e se la lance. convierten alguna creencia limitadora en u n a perspectiva más rica. y lo que más le gustaría sería entrar en la facultad de ciencias empresariales d e una d e las universidades m á s prestigiosas de su e n t o r n o . D u r a n t e semanas el joven se siente paralizado p o r el desasosiego y la confusión. Quiere estar en el equipo con s u s amigos. Pisa el freno a fondo. De repente. probablemente habría visto antes a aquel peatón y habría p o d i d o responder con mayor rapidez y precisión. Finalmente. pero parece incapaz d e atrapar bien la pelota y ésta le asusta. el h o m b r e le dice c o n sinceridad y sencillez: — S e a m o s o n o conscientes d e ello. Esta sencilla verdad anima a la j o v e n a m a n d a r también su solicitud a esa universidad de s u s s u e ñ o s . el joven siente c o m o si una nueva luz c o m e n zara a iluminar su vida. De este m o d o consigue transformarse en u n a fuerza positiva d e cambio y sanación para la vida d e m u c h a s personas. I m b u i d o d e la sensación d e q u e sí p u e d e aprender. habida cuenta de la cantidad d e solicitudes. pero el coche patina. Si n o hubiera bebido tanto. todos c o r r e m o s peligro c o n s t a n t e m e n t e . Su vida cambia espectacularmente para mej o r y. Ilustran hasta qué p u n t o las .

mientras q u e logos (koyoo) se refería a las palabras relacionadas con la «manifestación d e la razón». tanto en lo positivo como en lo negativo. En realidad. empleamos el lenguaje de dos formas. estamos creando un modelo de nuestra experiencia. mientras que las palabras escritas lo son de las pa- Lenguaje y Programación Neurolingüística El presente estudio se basa en los patrones y las precisiones de la Programación Neurolingüística o PNL.28 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 29 palabras adecuadas en el m o m e n t o o p o r t u n o tienen p o d e r para generar efectos poderosos y positivos. que hemos creado por medio del uso representativo del lenguaje. así c o m o d e los patrones de lenguaje a través de los cuales p o d e m o s transformar afirmaciones perjudiciales en declaraciones positivas. mer libro. a su vez. Empleaban los t é r m i n o rhema para referirse a las palabras utilizadas c o m o medio de c o m u n i c a ción. Esta clase de magia se caracteriza p o r la experiencia «ahora lo ves. u n espectador coloca el as de espadas sobre la baraja pero. y éstas están. se basa en nuestras percepciones del mundo. fantasear o ensayar. nos servimos del lenguaje para comunicarnos unos a otros nuestro modelo o representación del mundo. p u e s t o que consiguen a m e n u d o provocar cambios espectaculares. también las palabras p u e d e n confundirnos y limitarnos. ésta se ha «transformado» en la reina d e corazones. A esta actividad consistente en la utilización del lenguaje como medio de comunicación la denominamos hablar. Rhema ( p r | u a ) equivalía a u n a expresión. los griegos antiguos tenían n o m b r e s distintos p a r a cada u n a de estas dos utilizaciones del lenguaje. La prestidigitación consiste en el arte d e practicar la «magia» a corta distancia. En su pri- . discutir. c u a n d o vuelve a mirar la carta.. En primer lugar para representar nuestra experiencia. Los patrones verbales de Eí poder de la palabra tienen u n a cualidad «mágica» en cierto m o d o parecida. Por desgracia. como para c o m u n i c a r n o s acerca de los mismos. La esencia de la Programación Neurolingüística estriba en que el funcionamiento de nuestro sistema nervioso ( « n e u r o » ) está í n t i m a m e n t e vinculado a nuestra capacidad para el lenguaje («lingüística»).. cofundadores de la PNL. La PNL trata asimismo del m o d o en q u e nuestra programación mental y nuestro sistema nervioso se reflejan tanto en nuestro lenguaje c o m o en los patrones lingüísticos que e m p l e a m o s . a la vista de todos. p u g n a b a n p o r definir algunos de los principios ocultos tras la aparente «magia» del lenguaje a la que se refiere Freud: Todos los logros de la especie humana. Las palabras inadecuadas en el m o m e n t o i n o p o r t u n o p u e d e n resultar dañinas y destructivas. Este libro trata del poder benéfico o perjudicial d e las palabras y de las distinciones que d e t e r m i n a n el tipo de impacto que esas palabras van a tener. y logos para d e n o t a r las palabras relacionadas c o n el pensamiento y la c o m p r e n s i ó n . Las estrategias («programas») a través d e las que nos organizamos y c o n d u c i m o s n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o están construidas sobre patrones neurológicos y verbales. Richard Bandler y J o h n Grinder. escribir. en una actividad que denominamos razonar. determinadas en parte por nuestro modelo de representación. Por ejemplo. conferenciar o cantar. The Structure of Magic ( 1 9 7 5 ) . el lenguaje n o s sirve c o m o m e d i o tanto para representar o crear modelos d e nuestra experiencia. Como humanos. Ésta se o c u p a de la influencia q u e el lenguaje tiene sobre nuestra programación mental y d e m á s funciones de n u e s t r o sistema nervioso. ahora n o lo ves». tanto e n la percepción c o m o en las presuposiciones sobre las que se basa cada percepción en particular. Este modelo del mundo. Según Bandler y Grinder. En segundo lugar. El gran filósofo griego Aristóteles describía c o m o sigue la relación entre palabras y experiencia mental: Las palabras habladas son los símbolos de la experiencia mental. han implicado la utilización del lenguaje. Cuando utilizamos el lenguaje como sistema de representación. pensar. a «palabras c o m o cosas».

La c o m b i n a c i ó n de su trabajo en el área d e la semántica c o n la teoría sintáctica d e gramática trasformacional de Noam C h o m s k y constituye el núcleo de gran parte del aspecto «lingüístico» de la Programación Neurolingüística. responsable del sistema representacional del lenguaje. el lenguaje n o es tan sólo u n «epifen ó m e n o » o u n conjunto d e signos arbitrarios p o r medio de los cuales nos c o m u n i c a m o s acerca d e nuestra experiencia mental. En cada uno de ambos sistemas actúan los mismos principios estructurales. fundador de la Semántica General. F o r m u l a d o inicialmente por Alfred Korzybski (1879-1950). s o n «estructuras superficiales». Según Philo —filósofo j u d í o griegoparlante. Korzybski afirma que el progreso del ser h u m a n o es. al nivel más profundo. C o m o señalaran Bandler y Grinder: El sistema nervioso. cinestésico. tanto d e El poder de la palabra c o m o del enfoque al lenguaje de la PNL. las experiencias mentales que ambas expresiones directamente simbolizan son las mismas para todos. «logos» tía el principio regidor y generador. etc. es el mismo sistema nervioso por medio del cual los humanos producimos todos y cada uno de los diferentes modelos del mundo (visual. p o d r e m o s identificar e influir. del mismo modo que lo son todas las cosas de las cuales nuestras experiencias son imágenes. En Science and Sanity (1933). su obra capital. Ello implica u n papel especial y particularmente profundo para el lenguaje en el proceso de cambio y sanación.) definía el «logos» como el «principio universal a través del cual todas las cosas estaban interrelacionadas y sucedían todos los acontecimientos naturales». las operaciones mentales que los patrones d e lenguaje de esa persona reflejan. o d e . La afirmación aristotélica d e q u e las «palabras» simbolizan nuestra «experiencia mental» nos recuerda el concepto de PNL consistente en que las palabras. Del mismo modo que no todos los hombres tienen la misma escritura. Desde esta perspectiva. transformaciones a su vez de otras «estructuras profundas». tanto para reflejar c o m o para moldear las expresiones mentales.C. En la filosofía de la Grecia antigua. se consideraba que el «íogos» constituía el principio controlador y unificador del universo. U n a i m p o r t a n t e implicación consiste en q u e «hablar de algo» p u e d e hacer m u c h o más que reflejar simplemente nuestras percepciones: p u e d e en realidad crear o modificar esas percepciones. p o r ejemplo. Heráclito (540-480 a. una consecuencia de la superior flexibilidad de s u s sistemas nerviosos. las palabras tienen poder. «logos» era el p u n t o intermedio entre la realidad última y el m u n d o perceptible. Sin embargo. La filosofía del lenguaje de Korzybski ha significado u n a de las influencias más poderosas en el desarrollo de la PNL. reconoce la distinción fundamental entre n u e s t r o s m a p a s del m u n do y el propio m u n d o . capaces de formar y utilizar representaciones simbólicas o mapas. Ello las convierte en h e r r a m i e n t a s poderosas para el p e n s a m i e n t o . tanto conscientes c o m o inconscientes. consiste e n el principio de que «el mapa n o es el territorio». el lenguaje p u e d e ser paralelo e incluso substituir a las experiencias y las actividades. El lenguaje. c o n t e m p o r á n e o d e J e s ú s — . p o r ejemplo. en n u e s t r o s sistemas de representación interna. así c o m o para otros procesos mentales.). C o m o resultado d e todo ello. ahorrándoles así la necesidad de tener que cometer de nuevo los m i s m o s errores. en gran medida. Para los estoicos. tanto habladas c o m o escritas.30 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 31 labras habladas. tampoco tienen los mismos sonidos hablados. sino que constituye también una parte crucial de esta m i s m a experiencia mental. Accediendo a esas estructuras profundas subyacentes a las palabras específicas utilizadas p o r cualquier persona. Mapa y territorio La piedra angular. constituye u n tipo de mapa o modelo del m u n d o que nos permite resumir o generalizar nuestras experiencias y transmitirlas a otros h u m a n o s . Por consiguiente. i n m a n e n t e y activo en toda realidad y omnipresente en todo c u a n t o existe.

a ilustraciones y fotografías. I ( 1 9 7 5 ) . . C o m o señala el Hamlet de Shakespeare: «No hay más bien ni mal que el que el pensamiento construye». son las que poseen una representación o un modelo ricos de su situación..32 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 33 reinventar lo que ya ha sido previamente descubierto. Así p u e s . su primer libro. más q u e la propia realidad. Trató d e desarrollar h e r r a m i e n t a s que a y u d a r a n a la gente a evaluar s u s experiencias. en 1941. C o m o ha q u e d a d o dicho. en función de su m o d e l o interno del m u n d o : Las personas que responden creativamente y se las arreglan con eficacia. Son estos «mapas lingüísticos» los que determinarán. cómo interpretaremos el m u n d o que nos rodea. a u n a palabra de cuatro letras. El objetivo de Korzybski consistía en estimular a las personas a p o s p o n e r s u s reacciones inmediatas y a buscar las características únicas d e la situación j u n t o con interpretaciones alternativas. m á s q u e la propia realidad. para que p u d i e r a n así comunicarse m á s eficazmente y apreciar mejor las características únicas d e s u s experiencias cotidianas. el propio Korzybski señaló. al m i s m o tiempo que su mal uso y s u mala comprensión constituyen también la explicación de nuestros problemas. En palabras del gran científico Albert Einstein: «Nuestra forma d e p e n s a r genera problemas que la m i s m a clase d e pensamiento n u n c a logrará resolver». Por consiguiente. fenómeno que se conoce en PNL c o m o «generalización» o «ambigüedad». d o s situaciones o d o s etapas d e u n proceso que sean iguales en detalle». las ideas y los métodos d e Korzybski constituyen una de las bases de la PNL. los cofundadores d e la PNL Richard Bandler y J o h n Grinder señalaron que la diferencia entre q u i e n e s r e s p o n d e n eficazmente al m u n d o que les rodea y q u i e n e s lo hacen deficientemente está. La ley de individualidad d e Korzybski. declara q u e «no hay dos personas. c o m o resultado de nuestras experiencias vitales individuales. n o está siempre claro si se está refiriendo a un animal d e cuatro patas. m e n o s p o r las implicaciones d e su lenguaje cotidiano y más p o r las realidades irrepetibles de su situación particular. o incluso metafóricamente (ojos de gata) a las personas. Korzybski señala que disp o n e m o s d e un n u m e r o d e conceptos y palabras m u y inferior al de experiencias únicas. e n gran medida. es importante que e x p a n d a m o s sin cesar n u e s t r o s m a p a s del m u n do.. el m o d o en que actuaremos. ninguna de las cuales les resulta atractiva. a u n a palabra d e cuatro letras. debido a que éstas no encajan en sus modelos del mundo. P o r ejemplo.. qué significado extraeremos de nuestras experiencias y cuál d a r e m o s a n u e s t r o s c o m p o r t a m i e n t o s . Korzybski sugiere que los h u m a n o s necesitan ser adec u a d a m e n t e entrenados en la utilización del lenguaje con el fin de evitar las confusiones y los conflictos innecesarios que surgen d e la confusión entre el «mapa» y el «territorio». De hecho. La distinción de Korzybski entre mapa y territorio implica que nuestros m o d e l o s mentales de la realidad d e t e r m i n a n . c ó m o reaccionaremos ante él. Korzybski consideraba i m p o r t a n t e enseñar a las personas el m o d o de reconocer y trascender s u s hábitos lingüísticos. a n u e s t r a s imágenes mentales.. o a u n h o m í n i d o d e dos piernas. al «mismo» animal en diferentes etapas de su vida. a la «neurolingüística» c o m o área de estudio importante en relación con su semántica general. La PNL postula que todos t e n e m o s nuestra propia visión del m u n d o . Hemos descubierto que no es que el mundo sea demasiado limitado para ellas. la palabra «gato» es c o m ú n m e n t e aplicada a millones de animales individualmente distintos. E n The Structure of Magic. lo cual tiende a c o n d u c i r a la identificación o «confusión» entre dos o más situaciones. en la que perciben un amplio abanico de posibilidades donde elegir su acción. c u a n d o alguien utiliza el t é r m i n o «gato». Esta clase de capacidad lingüística generalizadora de los h u m a n o s —señala Korzybski— explica la diferencia abismal entre nuestro progreso y el de los animales. o que no dispongan de opciones. así c o m o q u e esta visión se basa en los m a p a s i n t e r n o s que h e m o s ido c o n s t r u y e n d o a través de n u e s t r o lenguaje y de nuestros sistemas sensoriales de representación. p o r ejemplo. Las otras creen tener pocas opciones. sino que se bloquean y no pueden ver las opciones y las posibilidades que se abren ante ellas. Vol.

Su forma d e percibir el m u n d o . A m o d o d e primera interfaz con el m u n d o que nos rodea. las fantasías. dada u n a m i s m a realidad. nariz y b o c a ) . sentir y percibir tanto el m u n d o que nos rodea c o m o n u e s t r a s reacciones ante él. este m o d o . Según la PNL. los h u m a n o s t e n e m o s también u n a red interna d e información y c o nocimiento. ondas sonoras. d e u n a discusión o d e u n a s vacaciones está direct a m e n t e relacionada con nuestra percepción personal d e estos acontecimientos. Toda la información d e la que d i s p o n e m o s acerca d e nuestra existencia física procede de estas ventanas sensoriales. contacto físico. cuanto más extenso y rico sea tu m a p a del m u n d o . La experiencia sensorial p u e d e ser contrastada c o n otras clases de experiencias. generadas desde el cerebro del individuo en lugar d e percibidas p o r los sentidos. piel. l o s «valores» y el sentido d e «sí m i s m o » . Toda la información que nos llega p o r m e d i o d e los s e n t i d o s es constantemente codificada o envuelta en c o n o c i m i e n t o precedente. organizarse y responder ante él es m u c h o más rica.). j u n t o con los recuerdos. el conocimiento previo existente actúa a m o d o d e filtro para e Experiencia Nuestros m a p a s del m u n d o p u e d e n ser contrastados c o n nuestra experiencia del m i s m o . y c o n l l a enriquecemos n u e s t r o particular m a p a del m u n d o . A m e n u do. Por esta razón la PNL valora en extremo la experiencia sensorial y la considera como la fuente primordial de todo nuestro conocimiento acerca del medio externo. las sensaciones y las emociones asociadas q u e emergen d e n u e s t r o propio interior. así c o m o la materia prima fundamental para la c o n s trucción de n u e s t r o s m o d e l o s del m u n d o . así como al conocimiento del m u n d o e x t e r n o derivado de esta información. nuestra experiencia constituye la materia prima a partir de la cual creamos n u e s t r o s propios m a p a s o modelos del mundo. Además de la experiencia procedente de los sentidos. Utilizamos también el t é r m i n o «experiencia» para referirnos al conocimiento a c u m u l a d o a lo largo de nuestra vida. oídos. los sentidos constituyen n u e s t r a s «ventanas al m u n d o » . construida a partir d e experiencias generadas internamente. El aprendizaje. si enriqueces o e x p a n d e s tu m a p a del m u n d o p o d r á s percibir más opciones disponibles. las «creencias». así c o m o c o n nuestra participación en los mism o s . Cada canal sensorial actúa c o m o u n filtro q u e responde a u n rango d e t e r m i n a d o de estímulos (ondas l u m i n o s a s . la comunicación y el m o d e l a d o eficaces h u n d e n p o r igual s u s raíces en la experiencia sensorial. Experiencia sensorial se refiere a la información recibida a través de los órganos sensoriales (ojos. Esta red interna de c o n o cimiento genera otra serie de filtros «internos» q u e enfocan y d i rigen nuestros sentidos y q u e actúan asimismo para eliminar. n o hay ningún mapa del m u n d o «verdadero» o «correcto». más posibilidades tendrás para manejar los retos que la realidad te plantee. etc. Desde la perspectiva de la PNL. que variará según la especie d e que se trate. C o m o resultado de ello. c o m o la fantasía o la alucinación. «Experiencia» se refiere aquí al proceso d e experimentar. distorsionar y generalizar los datos recibidos a través d e ellos. tales c o m o los «pensamientos». Cada cual tiene el suyo y ning u n o es m á s «bueno» o «real» que otro. Nuestra «experiencia» d e u n a puesta d e sol. Los órganos sensoriales constituyen las facultades por las que los h u m a n o s y otros animales perciben el m u n d o que les rodea. nuestras experiencias se construyen a partir de la información sobre el medio externo que recibimos a través d e los órganos sensoriales. Según la PNL. U n a d e las misiones prioritarias d e la PNL consiste en crear h e r r a m i e n t a s ( c o m o los patrones d e El poder de la palabra) q u e ayuden a las personas a ampliar y enriquecer s u s m a p a s i n t e r n o s d e la realidad. actuarás c o n m á s eficacia y m a y o r sabiduría.34 EL PODER DE l-A PALABRA Lenguaje y experiencia 35 U n a d e las creencias fundamentales en la PNL consiste en que. La experiencia sensorial constituye el medio principal p o r el c¡ue o b t e n e m o s información nueva acerca d e la realidad. Lo que sucede es que las personas más eficaces s o n aquellas cuyo mapa del m u n d o les permite percibir el mayor n ú m e r o posible d e posibilidades y perspectivas. De . sea lo q u e sea lo q u e estés haciendo.

c o m o las experiencias «espirituales» o d e «vidas pasadas». y es prioritaria ante cualquier teoría o interpretación c o n ella relacionada. nuestra «experiencia» de algo p u e d e ser contrastada c o n los «mapas». sin la c o n t a m i n a c i ó n de juicios y . y n o se limitan a diluirlo en los filtros de lo que «deberían» experimentar o esperan experimentar. La experiencia «primaria» consiste en la información que recibimos y percibimos realmente a través d e los sentidos. Richard Bandler y J o h n Grinder n o se cansaban de encarecer a s u s a l u m n o s q u e «utilizaran la experiencia sensorial» en lugar d e proyectar o alucinar. n o ten e m o s conciencia ni p e n s a m i e n t o s disociativos acerca de lo q u e sentimos y experimentamos. en el «aquí y a h o r a » . la mayoría d e técnicas d e PNL se basan e n habilidades d e observación enfocadas a tratar d e maximizar nuestra experiencia sensorial directa de cada situación. La experiencia primaria es u n a función de nuestras percepciones directas del territorio circundante. El estado d e alerta.36 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia Teorías Descripciones Interpretaciones 37 la experiencia sensorial nueva. Según el modelo d e la PNL. Desde la perspectiva d e la PNL. necesitamos a p r e n d e r antes a dejar caer n u e s t r o s filtros i n t e r n o s y o b t e n e r u n a experiencia sensorial directa del m u n d o que nos rodea. creatividad y sensación d e singularidad a nuestra vida. e n s a n c h a n d o lo que Aldous Huxley d e n o m i n ó «válvula reductora» de la conciencia. d e las descripciones e interpretaciones d e estas percepciones. distorsión y generalización significativas. Así p u e s . De h e c h o . Las teorías y las interpretaciones relacionadas con las causas o las implicaciones sociales de las experiencias podrán ser discutidas y cuestionadas. mientras q u e la experiencia «secundaria» trata d e los m a p a s verbales y simbólicos que creamos para representar y organizar nuestras experiencias primarias. U n a d e las misiones d e la P N L consiste precisamente en ayudar a las personas a enriquecer la cantidad de experiencia sensorial q u e s o n capaces d e recibir. C u a n d o experimentamos algo directamente. n u e s t r a experiencia subjetiva es nuestra «realidad». las «teorías» o las «descripciones» acerca d e esa experiencia. La PNL distingue entre experiencia primaria y secundaría. valiosa en potencia. el c a m b i o eficaz proviene d e la capacidad para «recuperar el sentido». y está sujeta p o r lo tanto a eliminación. De h e c h o . pero la experiencia en sí misma forma i n d u d a b l e m e n t e parte d e los datos esenciales de nuestra vida. La experiencia secundaria deriva de n u e s t r o s m a p a s mentales. Las personas con éxito y que disfrutan d e la vida tienen la capacidad de experimentar directamente más del m u n d o . Nuestra experiencia primaria es p o r fuerza m u c h o m á s rica y completa que cualquier mapa o descripción que consigamos hacer de ella. La P N L n o cuestiona la validez subjetiva d e las vivencias «fuera de lo corriente» q u e las personas p u e d a n tener. Se trata. Una vez en condiciones de experimentar algo directamente. Los procesos y los ejercicios d e la P N L p o n e n el énfasis s o bre la experiencia. n o s a y u d a n a percibir y disfrutar con m a y o r plenitud la vida y las a b u n d a n tes o p o r t u n i d a d e s d e aprendizaje que nos rodean. Las actividades basadas en la Programación Neurolingüística (sobre todo las de d e s c u b r i m i e n t o ) tienden a «conducir con la experiencia». Causas Experiencia Significado 1 Estímulo sensorial Nuestra experiencia es la materia prima a partir de la cual creamos nuestros modelos del mundo Es nuestra experiencia primaria la q u e aporta vibración.de u n estado en el q u e la conciencia sensorial del individuo está concentrada en el m e d i o externo. Para lograrlo. u n a d e las habilidades básicas más i m p o r t a n t e s de la P N L consiste en alcanzar el estado de «alerta». j u n t o c o n el a u m e n t o de experiencia sensorial q u e le a c o m p a ñ a .

C o n s i d e r e m o s . atención sobre la primera parte de la manifestación —el b u e n día que hace h o y — . enfocamos la atención sobre distintos aspectos de ellas. a m e n u d o .38 E L PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 39 evaluaciones. colocando en primer plano ciertos aspectos de las mismas Esta clase d e encuadre y «reencuadre» verbal o c u r r e en t o dos los casos. p o r ejemplo. el efecto resultante consiste en centrar nuestra . El poder de la palabra n o s ayuda a cobrar conciencia d e los filtros y los mapas. «Deseo alcanzar m i objetivo y tengo u n problema» y «Deseo alcanzar mi objetivo. Por ejemplo. la d e n o m i n a m o s patrón. pero tengo u n problema». C o m o cualquier otro concepto o m o d e l o de PNL.' Se trata d e u n a creencia s u m a mente afirmadora y potenciadora. F i n a l m e n t e . en cambio. p o r ejemplo. a ampliar sus mapas del m u n d o y a restablecer la conexión con su experiencia. aunque tengo u n problema». los patrones de El poder de la palabra p u e d e n ser considerados c o m o «reencuadres verbales». p o r e n d e . aunque sé q u e n o d u r a r á » . la « e n c u a d r a n » . Veamos la siguiente afirmación: Puedes lograr lo que te propongas si estás dispuesto a trabajar duro. susceptibles d e bloquear o distorsionar nuestra experiencia del m u n d o y su potencial. palabras conectivas c o m o «pero». con i n d e p e n d e n c i a d e cuál sea el contenido que se expresa. que influyen tanto sobre las creencias c o m o sobre los m a p a s mentales a partir d e las q u e éstas se h a n formado. Algunas personas. C u a n d o u n a persona nos dice q u e «Hoy es u n día soleado. pero sé que n o d u r a r á » . generan cambios de énfasis similares a los de las declaraciones anteriores. conecta a m b a s frases c o n la palabra «y» — « H o y luce el sol y mañ a n a lloverá»—. C u a n d o c o n e c t a m o s ideas o experiencias con esta clase d e palabras. Y lo h a c e n m o s t r a n d o en primer plano ciertos aspectos d e la experiencia y d e j a n d o otros e n la sombra. que conecta dos partes significativas de la experiencia e n una relación de causa y efecto: «loMi agradecimiento a Teresa Epstein por este ejemplo. El propósito d e los patrones de El poder de la palabra es el d e ayudar a la gente a enriquecer s u s perspectivas. Lo m i s m o s u c e d e c o n las expresiones «Deseo alcanzar mi objetivo. Los p a t r o n e s d e El poder de la palabra operan sobre la base de llevar a la persona a e n c u a d r a r o reencuadrar s u s percepciones en relación con d e t e r m i n a d a situación o experiencia. «y» o « a u n q u e » . Hoy hace sol pero mañana lloverá Hoy hace sol y mañana lloverá Hoy hace sol aunque mañana lloverá Algunas palabras «enmarcan» nuestras experiencias. invitándola a « p u n t u a r » s u s experiencias de form a diferente y a a d o p t a r distintas perspectivas. «Hoy m e siento feliz y sé q u e n o durará» y «Hoy m e siento feliz. sino q u e . Cómo el lenguaje encuadra la experiencia Las palabras n o tan sólo representan nuestra experiencia. Cuando alguna estructura se ajusta d e este m o d o a diferentes contenidos. n u e s t r a s reflexiones sobre esa experiencia p u e d e n ser m u c h o m á s ricas y significativas. si la palabra conectiva es «aunque» — « H o y luce el sol. aunque mañ a n a lloverá»—. el resultado queda equilibrado. las afirmaciones «Hoy m e siento feliz. funcionan con u n patrón habitual que minimiza constantemente el lado positivo de su experiencia con la palabra «pero». Si alguien. p o d e m o s también c o m e n z a r a librarnos d e ellas. Desde esta nueva conciencia ampliada de estas limitaciones. E n general. Esta clase de marco verbal p u e d e influir en gran medida sobre el m o d o en q u e interpretamos afirmaciones y situaciones concretas y. nos m u e v e a centrar más nuestra atención sobre la p r e o c u p a c i ó n de la lluvia de mañ a n a q u e sobre el b u e n día q u e hace hoy. dejando la otra en s e g u n d o término. en el m o d o en que r e s p o n d e m o s ante ellas. pero m a ñ a n a lloverá». referentes a la climatología.

«lograr lo que se p r o p o n g a » parece más bien u n a eventual recompensa p o r haber «trabajado d u r o » . He descubierto que esta técnica resulta particularmente poderosa e n el caso d e personas adictas a la clase d e p a t r ó n «Sí. el conjunto genera u n fuerte s e n t i d o de motivación. Observa hacia d ó n d e se desplaza tu atención. a u n q u e sutil. al m i s m o tiempo que satisface la necesidad de m a n t e n e r una perspectiva equilibrada. Sin embargo. pero grar lo que te propongas» y «estar dispuesto a trabajar d u r o » . Esta diferencia. que vuelva a surgir de nuevo».El PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema. . Identifica alguna afirmación en la que u n a experiencia positiva quede perjudicada por la palabra «pero». Se trata d e u n patrón que se aplica s i m p l e m e n t e substituyendo la palabra «pero» p o r « a u n q u e » . aun- Esta estructura permite mantener u n centro d e atención p o sitivo. Observa ahora lo q u e s u c e d e si le das la vuelta a la expresión y dices: «Si estás dispuesto a trabajar d u r o . que conecta u n s u e ñ o o u n deseo con los recursos necesarios para convertirlo en realidad. No obstante. Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema. al ir u n i d o s a m b o s conceptos c o n «lograr lo que te propongas» en primer lugar. . eso de «trabajar duro» ya n o es tan apetecible. Reencuadrar con «aunque» 2. necesario para «lograr lo que te p r o p o n g a s » . seguro que volverá a surgir de nuevo». p e r o . . su impacto queda de algún m o d o d i s m i n u i d o debido a q u e la disposición a «trabajar duro» ha sido colocada e n p r i m e r términ o de la secuencia. Cambia la palabra «pero» p o r « a u n q u e » . p u e d e ejercer u n p o d e r o s o i m p a c to sobre el m o d o en q u e el mensaje es recibido y e n t e n d i d o . El reencuadre con «aunque» constituye u n b u e n ejemplo. A u n q u e las palabras utilizadas sean las m i s m a s . » Identificar los patrones verbales nos p u e d e p e r m i t i r crear herram i e n t a s lingüísticas que n o s ayuden a moldear e influir en el significado q u e percibimos c o m o resultado de u n a experiencia. «trabajar d u r o » quedaba enmarcado c o m o u n recurso i n t e r n o . que a u n a afirmación de que podrá «lograr lo q u e se p r o p o n g a » . En la p r i m e r a afirmación. «Lograr lo que te p r o p o n g a s » constituye sin d u d a algo s u m a m e n t e motivador. p o d r á s lograr lo que te p r o p o n g a s » . En esta segunda versión. El resultado final se parece m á s a un intento para convencer a alguien de que trabaje d u r o . Prueba con los siguientes pasos: 1. en cambio. en cualquier frase en la q u e «pero» disminuya o minusvalore algún aspecto positivo de la experiencia.

Marcos y reencuadres .

p r e d e t e r m i n a r u n marco temporal de diez minutos para u n a r e u n i ó n o u n ejercicio influirá en gran m a n e r a sobre lo q u e estos acontecimientos p u e d a n dar d e sí.Marcos Por «Marco» o encuadre psicológico se entiende el foco de atención general o la dirección q u e proporciona u n a línea maestra para los p e n s a m i e n t o s y las acciones d u r a n t e u n a interacción. Un marco temporal de u n a o de tres horas para el m i s m o acontecimiento generará dinámicas c o m p l e t a m e n t e distintas. C o m o el propio término indica. U n recuerdo doloroso. El «marco temporal» constituye u n ejemplo c o m ú n d e e n cuadre. c o m o sobre la forma en que respondemos a ellos. por ejemplo. p u e d e aplastarnos y absorber toda nuestra atención en el marco temporal breve d e los cinco m i n u t o s siguientes al acontecimiento. esta misma experiencia dolorosa tal vez se n o s antoje incluso trivial al contemplarla desde la perspectiva de toda u n a vida. En este sentido. Los marcos suelen influir tanto sobre el m o d o en que percibimos experiencias y acontecimientos concretos. Los marcos contribuyen asimismo a la eficacia de las interacciones. Sin e m b a r g o . qué temas y qué cuestiones considerarán apropiado incluir en la interacción y qué cantidad d e esfuerzo aplicarán en ella. los marcos se refieren al contexto cognitivo que envuelve d e t e r m i n a d o suceso o experiencia. Por ejemplo. en la medida e n que sirven para « p u n t u a r » esas experiencias y dirigir nuestra atención. e n la medida en que d e t e r m i n a n qué información y cuáles cuestiones q u e d a n d e n t r o o fuera del propósito d e la interacción. Los marcos t e m p o - . el «marco» establece el perímetro y los límites a los que se circunscribe determinada interacción. Determinará d ó n d e p o n d r á n su atención las personas implicadas.

más que de u n a sesión abierta y exploratoria dedicada a u n «bombardeo» de ideas. mientras q u e otros más dilatados abren la posibilidad d e prestar también atención a las relaciones interpersonales. t o d o «problema» comporta objetivos apetecibles. PODER DE 1A PALABRA Marcos _ reencuadres y Marco-objetivo ¿Qué es lo q u e quieres? ¿Cómo p u e d e s conseguirlo? ¿Cuáles son los recursos disponibles? Marco-problema 47 rales breves tienden a centrar la atención de los implicados en la tarea. Aunque sea importante examinar los síntomas y s u s causas como p a n e de la resolución eficaz d e p r o b l e m a s . un marco de «objetivo» Los marcos dirigen la atención e influyen sobre el modo en que los acontecimientos son interpretados Un marco-objetivo puede ser provechosamente contrasta c o n u n marco-problema. así c o m o en los recursos cesarios para alcanzarlos. p o d e m o s d e d u c i r q u e el objetivo correspondiente es el d e « a u m e n t a r los beneficios». Es m u y frecuente q u e las personas formulen s u s objetivos de forma negativa: «Deseo evitar las situaciones embarazosas». De forma parecida. p o r ejemplo. «A ver si me libro de esta interferencia». si el p r o b l e m a es q u e «caen los beneficios». asimismo es a p o r t a n t e hacerlo d e n t r o d e u n c o n t e x t o orientado hacia la o b - . ¿qué es lo que sentirías entonces?» v r e s 0 Temas que están «dentro» del marco Temas que están «fuera» del marco Marco por ejemplo. Si alguien nos dice: «Mi problema es que m e da m i e d o fracasar». ¿Qué es lo que está mal? ¿Por q u é es eso u n problema? ¿Qué lo causó? ¿Quién es responsable de ello? Comparación entre marco-objetivo y marco-problema La aplicación del marco-objetivo implica tácticas c o m o transformar las afirmaciones de problemas en afirmaciones d e objetivos. t o d o s los p r o b l e m a s p u e d e n ser percibidos de n u e v o c o m o desafíos u «oportunidades» de cambio. mientras q u e el marco-objetivo n o s invita a pensar los objetivos y los efectos deseados. lo más probable es que las personas convocadas entiendan que se trata de u n encuentro orientado a la tarea. o reencuadrar descripciones formuladas negativamente en otras expresadas en términos positivos. paradójicamente. El marco-problema conduce a centrar la atenci sobre los síntomas indeseables y la búsqueda de las causas que 1 provocan. Por consiguiente. Visto d e este m o d o . el marco-objetivo n mueve a m a n t e n e r n o s con la atención puesta en las solucio orientados hacia las posibilidades positivas del futuro. p o r ejemplo. p o d e m o s a s u m i r q u e hay ahí un objetivo implícito que consiste en «tener la seguridad de que voy a triunfar». Pensar «No quiero sentirme tan asustado» c o m p o r t a realmente la sugestión d e «estar asustado» como parte del propio p e n s a m i e n t o . crecimiento o aprendizaje. Establecer esta clase de marco implica evaluar cualquier actividad o información con referencia a su importancia para el logro de d e t e r m i n a d o objetivo o estado. consiste en centrar y m a n t e n e r la atención en el objetivo o en el estado desea dos. etc. generar sugerencias implícitas en relación con el estado-problema. lo que se consigue es centrar la atención en el problema y. en oposición a «lo deseado» o « q u e q u e r e m o s » . el « c o m o si» y el d e «enseñanza frente a fracaso». Entre los «marcos» más habituales en PNL se c u e n t a n el del «objetivo». Desde la perspectiva de la PNL.E l . M a n t e n e r u n marco-objeti° implicaría formular p r e g u n t a s c o m o : «¿Qué es lo que quie' * «Si n o estuvieras tan asustado. El segundo p o n e el énfasis sobre «lo q está mal» o «lo n o deseado». «Quiero dejar d e fumar». El énfasis básico del marco-objetivo. Si se fija para u n a reunión u n marco temporal d e quince m i n u t o s . Con ello.

2) d e u n marco-fracaso a u n marco-reali m e n t a c i ó n . más q u e c o m o u n fracaso. del psiquiatra. el tío. que la r e u n i ó n se haya estancado e n u n estado q u e requiera p a r a s u superación u n poco de b o m b a r d e o de ideas. abriendo nuevas p o bilidades. formular preguntas a p a r e n t e m e n t e tontas y c o m p o r t a r s e de u n modo u n tanto «extraño» s o n actividades relevantes y positivas en ese contexto concreto. el objetivo consistirá p r o b a b l e m e n t e en «establecer y alcanzar u n consenso sobre las prioridades para la culminación y entrega d e determinado p r o d u c t o o servicio». q u e «el propósito dirige la actividad». al p o n e r el énfasis en «reparar». Utilizar analogías p o c o habituales. la madre o el e n t r e n a d o r a y u d a r o n a cambiar l percepción de u n a situación que estaba siendo e x p e r i m e n t a d c o m o u n «problema» o u n «fracaso». contar chistes atrevidos. Los ejemplos de la agente d e policía. (Incluso al identificarse c o m o m i e m b r o del «servici de reparación d e televisores». etc. De este m o d o . a r a e s e ac . ubicándola d e n t r o de u marco de objetivo o d e enseñanza. C o n respecto a ese objetivo. q u e h e m o s visto al principio d e este li bro s o n casos ilustrativos d e cambio del marco desde el q u e e percibida cada u n a d e las situaciones descritas. contar chistes atrevidos. d e lo contrario. del entrenador. El foco del marco « c o m o si» consiste en actuar « c o m o si» ya se hubiera alcanzado el objetivo o el estado deseados. del ciru j a n o . exitoso y situado «dentro del m a r c o » . en lugar d e u n b o m b a r d e o de ideas se trata de la fase final de las negociaciones con u n cliente clave. En u n a sesión de bombardeo d e ideas. C u a n d o el objetivo o el estado deseado constituyen el foco d e la recogida d e información a m e n u d o surgen las soluciones. Otros «marcos» de la PNL o p e r a n d e forma parecida. u n a brainstorming. incluso sin haber llegado a c o m p r e n d e r p l e n a m e n t e el estado-problema. De forma parecida. el objetivo consiste en conseguir q u e afloren ideas «nuevas y singulares». y 3) de u n marco-imposibilidad a u n marco «com si». p o r s u p u e s t o . algo preferible a «libra de» lo que n o se quiere. la agente de policía nos ofrecía u forma metafórica d e c a m b i o a u n marco-objetivo y d e enseñan za. cambiar el objetivo que constituye el foco de la atención con relación a e r m i n a d a situación o interacción alterará n u e s t r o s juicios y nuestras percepciones acerca de lo que resulta o n o relevante y sigcativo P contexto concreto. En consecuencia.48 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 49 tención del estado deseado. en cambio. Señalar soluciones y políticas ya existentes c o m o «la respuesta correcta». El m a r c o d e «enseñanza frente a fracaso» centra la atención sobre el m o d o en que lo q u e aparece c o m o problemas. o evaluar si algo de lo que se dice es o n o «realista» resultaría. y lo que se considera irrelevante. parece m e n o s probable que utilizar analogías poco habituales. La atención p u d o e n t o n e " desplazarse del «problema» al «objetivo». a mi e n t e n d e r acertadamente. inútil y «fuera del marco». El psiquiatra. formular preguntas a p a r e n t e m e n t e tontas y comportarse de u n m o d o u n tanto «extraño». inadecuado y estéril en ese m i s m o contexto. el análisis de los síntomas y s u s causas n o c o n d u c i r á a n i n g u n a solución. c o m p o r t a m i e n t o s diferentes serán percibidos como más relevantes y útiles para « c o n o c e r n o s mejor» q u e para «cumplir con u n plazo i n m i n e n t e » .) Cambio de objetivos Se ha señalado. a m e n o s . sea percibido como relevante y útil. c o m o información acerca d e las correcciones necesarias para alcanzar ese objetivo deseado. Por otro lado si. sea inter pretado c o m o enseñanzas. u n objetivo concreto crea un tipo de marco q u e . d e t e r m i n a lo que se percibe c o m o relevante. cirujano. Tal vez el objetivo más fundamental de la aplicación de 1 patrones verbales de El poder de la palabra consista en ayudar las personas a cambiar su perspectiva 1) de u n marco-proble a u n marco-objetivo. El patrón de El poder de la palabra d e n o m i n a d o Otro objetivo P 'ca formular u n a afirmación q u e traslade la atención de los t o r e s a u n objetivo distinto del p r o p u e s t o en principio o i m c.. síntomas o errores. a su vez. p o r ejemplo.

El propósito de este patrón consiste en cuestionar (o reforzar) la relevancia d e ese j u i c i o o generalización. podras enfrentarte a ello. tal vez d e s c u b r a m o s que h e m o s tenido u n éxito s o r p r e n d e n t e . Manejar la situación Reaccionar a n t e lo b u e n o y lo m a l o y m a n e j a r a m b a s cosas a d e c u a d a m e n t e Cambiar el objetivo modifica el marco de lo que se considera relevante y exitoso . Si evaluamos nuestra respuesta ante u n a situación complicada con relación al objetivo d e «sentirnos c ó m o dos y seguros». Aplicar e n este caso el p a t r ó n Otro objetivo implicaría decirle al participante: «El resultado del ejercicio n o consiste e n demostrar que ya sabes hacerlo a la perfección. Veamos la siguiente afirmación. Lo que sería un fracaso en relación con «hacerlo todo perfecto». si cambiam o s el objetivo d e ese ejercicio d e «hacerlo todo bien» a «explorar»... Reaccionar ante lo bueno y lo malo y manejar ambas cosas adecuadamente: ahí es donde reside el verdadero gozo de vivir."»0 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres que venga. Te permitió medir tus fuerzas. muchas formas distintas. sino en a p r e n d e r algo nuevo. sin embargo. que n o es otro que el que solucionó el p r o b l e m a del j o v e n que creía ser Jesucristo en n u e s t r o ejemplo del Capítulo 1: Es importante tener un sentido de seguridad. Sin embargo. ¿qué nuevas enseñanzas has descubierto?» U n principio parecido opera con relación a todas nuestras experiencias vitales. darte cuenta de que esa enseñanza te resultó útil en muchas. sacar más de tu potencial interior. formulada p o r el famoso psiquiatra e h i p n o t e r a p e u t a Milton H. En este caso. es m u y probable que nos parezca que h e m o s fracasado estrepitosamente. Erickson. venga lo La declaración d e Erickson constituye u n ejemplo d e aplicación del patrón Otro objetivo d e El poder de la palabra. «aprender» o «descubrir algo n u e v o » . al reflexionar sobre ello más tarde. También es una buena enseñanza encontrarte frente a una situación que no puedes manejar y. c o n s e g u i r e m o s alterar en lo fundamental el m o d o d e plantearse e interpretar las experiencias q u e vayan surgiendo a lo largo de la realización del ejercicio.. se convierte en u n éxito c u a n d o de lo que se trata es de «descubrir algo n u e v o » . e incluso disfrutar haciéndolo. S u p o n g a m o s . Suele suceder que las personas se sientan asi por haberse fijado c o n anterioridad el objetivo de «hacerlo lodo perfecto». Al reflexionar sobre la experiencia. 51 plícitamenie a s u m i d o por d e t e r m i n a d o juicio o generalización. Su comentario transforma lo que podría haber sido considerado c o m o un «fracaso» en relación con d e t e r m i n a d o objetivo (manejar la situación) en u n a enseñanza en relación con otro objetivo diferente («reaccionar ante lo b u e n o y lo malo y manejar a m b a s c o sas a d e c u a d a m e n t e » ) . p o r ejemplo. También te permitió descubrir las áreas en las que necesitabas emplear más afondo la seguridad en ti mismo. si percibimos esa misma situación bajo el prisma del objetivo d e «hacernos más fuertes». el conocimiento pleno de que.. manejarlo. resulta adecuada u n a generalización del tipo « n o lograr los resultados apetecidos significa q u e has h e c h o algo mal o que a ú n n o eres lo suficientemente c o m p e t e n t e » . q u e u n participante en u n seminario o en u n taller ha realizado u n ejercicio y se siente frustrad o p o r q u e «no ha obtenido los resultados esperados». la sensación de estar preparado.

lo que pienso. Desde la perspectiva de la PNL. Por ejemplo: No decir abiertamente soy un cobarde. Objetivo(s):. por medio de la substitución del marco en el que esos problemas son percibidos.52 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 53 Ensaya en ti mismo este patrón: 1. con lo que nuestra percepción del significado de esa imagen también será distinta. por ejemplo. La información que podamos tener de la imagen variará según la parte de ella que quede dentro del marco. También constituye el mecanismo primario de El poder de la palabra. si cambiaras el objetivo a «tratarme a mí mismo y a los demás con respeto» o «tratar a los demás c o m o me gustaría ser tratado». autodescubrimiento. ¿Cuál e s la generalización o el juicio negativo que has hecho (sobre ti mismo o sobre los demás) con respecto a esa situación? ¿Qué objetivo u objetivos están implícitos en ese juicio o en esa generalización? Juicio:. seguridad. Reencuadrar significa literalmente poner un marco nuevo alrededor de una imagen o experiencia. El «reencuadre» se considera en PNL c o m o uno de los procesos cruciales para el cambio. Por ejemplo. El marco alrededor de una imagen constituye una buena metáfora para ayudar a comprender el concepto y el proceso de reencuadre. Desde el punto de vista de la psicología. respeto por ti mismo y por los demás. cambiar a otro objetivo sirve para «reencuadrar» nuestra percepción de la experiencia. exploración. 2. Situación:. frustrado o fracasado. Ser lo que siento significa que Reencuadre Reencuadrar implica ayudar a las personas a reinterpretar problemas y a encontrar soluciones. que hiciera parecer menos relevante la generalización o el juicio negativo. 3. considerarte un «cobarde» por n o hablar abiertamente ya n o te parecería una generalización tan relevante o apropiada. etc. Piensa e n una situación en la que te sientas atascado. Por ejemplo. «reencuadrar» algo significa transformar su significado colocándolo dentro de un marco o contexto distinto de aquel en el que ha sido percibido inicialmente. Explora el impacto que tendría sobre tu percepción de esa situación si pensaras también en ella en relación con otros objetivos posibles. 4. ¿Qué otro objetivo podrías añadir a — o cambiar por— tu objetivo actual. sanación. un fotógrafo o un pintor que estén reproduciendo un paisaje pueden enmarcar tan sólo un árbol o. . crecimiento. o te ayudara a ver las consecuencias de la situación presente c o m o una enseñanza en lugar de un fracaso? Objetivo(s) alternativo(s): Por ejemplo: Pienso que esa persona se está aprovechando mi. sabiduría y compasión. pero no me creo capaz de decírselo abiertamente. Por ejemplo: Conseguir decir abiertamente fuerte y valiente. actuar con integridad. aprendizaje. de Por ejemplo: Aprender a actuar conmigo mismo y con los demás con congruencia.

o del m e d i a n o . al a m - . La situación aquí descrita. los marcos psicológicos influyen sobre el m o d o en que las exper i m e n t a m o s e interpretamos. De forma parecida. C o n demasiada frecuencia. sus animales y tal vez un riachuelo o u n estanque. En su lucha p o r la supervivencia. Observa ahora lo que s u c e d e c u a n d o «reencuadramos» d e nuevo la situación a m p l i a n d o a ú n más nuestra perspectiva. de la que nosotros sí p o d e m o s percatarnos gracias a nuestra perspectiva de «marco más grande». en la medida en q u e d e t e r m i n a n lo q u e «vemos» y percibimos d e d e t e r m i n a d a experiencia o situación. A m o d o d e ejemplo. Observa que tu experiencia y tu c o m p r e n s i ó n de la situación se e n s a n c h a n para dar cabida a u n a nueva perspectiva. constituyen u n a buena metáfora tanto para el proceso como el propósito del reencuadre psicológico. Marco pequeño Mira lo q u e sucede ahora al ampliar el marco. nos percatamos de i n m e d i a t o de que n o s hallamos ante u n a situación distinta. nos d a m o s cuenta de q u e el pez p e q u e ñ o n o es el único que corre peligro. El p r i m e r pez n o es ya simplemente «un p e z » . El pez g r a n d e también va a ser comido por otro a ú n mayor. i n o r a n t e s d e alguna amenaza i n m i n e n t e . sino que se ha convertido e n «un pez p e q u e ñ o q u e va a ser c o m i d o p o r otro mayor». También p u e d e suceder q u e el c o m p r a d o r del c u a d r o o d e la fotografía decida cambiar el marco p o r otro q u e se adapte m e j o r a la decoración d e la habitación concreta d o n d e lo va a colgar. Marco aún más grande He aquí que n o s e n c o n t r a m o s d e n u e v o ante otra perspectiva y otro significado c o m p l e t a m e n t e diferentes. el pez grande se ha c o n c e n t r a d o tanto en comerse al p e q u e ñ o q u e n o se da cuenta d e la amenaza del otro pez m u c h o mayor. Sin embargo. j u n t o con los n u e v o s niveles de conciencia que derivan de reencuadrar nuestra perspectiva d e la situación. Parece que el pez p e q u e ñ o n o se da cuenta de la situación. Se trata s i m p l e m e n t e de algún pez. las p e r s o n a s acaban en la posición del pez p e q u e ñ o . observa la siguiente imagen: pliar el marco y producir c o n ello la segunda imagen. tan Marco más grande La primera imagen n o tiene demasiado significado p o r sí misma. Ello d e t e r m i n a r á m á s tarde lo que el espectador verá del paisaje original. P o d e m o s sentirnos alarmados e inquietos p o r el pez p e q u e ñ o . Al cambiar el tamaño del marco.54 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 55 p o r el contrario. incluir d e n t r o del marco todo u n p r a d o con s u s árboles. o aceptar en c a m b i o que el pez grande se tiene que c o m e r al p e q u e ñ o para sobrevivir.

aquel mismo suceso les parecerá del todo insignificante. Este patrón supone reevaluar (o reforzar) la implicación de determinada acción. lo que podría parecer algo «seguro» a corto plazo. por ejemplo. c a Con el uso del lenguaje podemos lograr cambios parecidos. Una acción que resulte aceptable si la hace una sola persona. De forma parecida. La imagen parece dulce y completa. Observa que el proceso de cambio del tamaño del marco es distinto del de cambio de objetivo. Expresiones tales c o m o «viendo el asunto desde una perspectiva mayor». «seguridad». El significado y el sentimiento transmitidos por la imagen cambian radicalmente. puede resultar destructiva y dañina si la hace un grupo de personas. Dar a luz suele ser una experiencia intensa y sobrecogedora para quien la vive por primera vez. puede situar a quien lo hace en grave peligro en un plazo más amplio. o si tal o cual jugador lo hace excepcionalmente bien o m u y mal. si se le recuer- da a esa persona que se trata de un proceso que lleva evolucionando millones de años a través de millones de mujeres.) y cambiar al mismo tiempo el tamaño del marco dentro del que evalúa su progreso hacia ese objetivo. Los espectadores de un acontecimiento deportivo pueden volverse locos si su equipo gana o pierde determinado partido. luego vemos que lleva un brazalete con la esvástica. reencuadrar implica colocar un nuevo marco mental e n torno al contenido de una experiencia o situación. En PNL. Sin embargo. de modo que podamos implementar opciones y acciones más apropiadas. etc. En una escena del film la cámara nos muestra un primer plano del rostro angelical de un adolescente que canta con su hermosa voz. un acontecimiento que nos parezca insoportablemente doloroso considerado a la luz de nuestros propios deseos y expectativas. según las informaciones que acompañan d a cambio de tamaño del marco. pueden ser considerados c o m o «no saludables» en el marco de sus consecuencias inmediatas. tal vez la ayude a sentir más confianza y menos miedo por lo que está ocurriendo dentro de su cuerpo. En la película Cabaret podemos ver un buen ejemplo de este cambio de tamaño del marco. Cuando el tamaño del marco se hace lo suficientemente grande. El campo de la homeopatía. por ejemplo. de un número de participantes mayor (o desde el punto de vista individual) o de una perspectiva mayor o menor. expandiendo nuestra percepción de la misma de modo que pueda ser manejada con más recursos y sabiduría.56 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 57 concentradas en conseguir tal o cual objetivo que no se percatan de la crisis que se les viene encima. En el caso del pez mediano. vemos primero que el muchacho viste un uniforme militar. generalización o juicio en el contexto de un marco temporal más largo (o más corto). se basa en la premisa de que pequeñas cantidades de una substancia tóxica producen inmunidad ante la misma a largo plazo. pero también como un proceso de «limpieza» o de inmunización en relación con sus consecuencias a largo plazo. «considerando las implicaciones a largo plazo» o «por . Reencuadrar nos permite ver la «imagen mayor». puede de repente parecemos trivial si lo comparamos con los sufrimientos de otras personas. al considerar años más tarde el acontecimiento con respecto al contexto mayor de sus vidas personales. nos damos cuenta de que el cantor está en medio de una gigantesca marcha nazi. Sin embargo. Los síntomas específicos de una enfermedad. e n relación con el objetivo concreto que estamos considerando dentro de ese marco. Cambiar el tamaño del marco El patrón de Cambio de tamaño del marco de El poder de la palabra aplica directamente este principio a nuestras percepciones de alguna situación o experiencia. Sin embargo. Por ejemplo. la paradoja consiste en que está tan absorto en un comportamiento específico relacionado con s u supervivencia que la pone en peligro de otro modo. El cambio del tamaño del marco está relacionado con la amplitud o la extensión de la perspectiva que tomamos. Una persona puede mantener el mismo objetivo («sanación». a medida que la cámara retrocede.

¿Cuál sería el marco temporal (más largo o m á s corlo). consecuencias a largo plazo. . individuo. p o r lo que p u e d e ser u n a cuestión d e s u m a importancia e n relación con la resolución eficaz de problemas. para q u e fueran algo m á s positivo? N u e v o marco: Los p a t r o n e s de Cambio de tamaño del marco y d e Otro objetivo de El poder de la palabra s o n ejemplos de lo q u e en P N L se conoce c o m o reencuadre de contexto y d e contenido. .58 El. p u e d e n influir directamente sobre el tam a ñ o del marco que aplicamos para percibir la situación. Los t é r m i n o s «florece». darte cuenta d e q u e t u s esfuerzos s o n algo por lo q u e m u c h a s personas tienen q u e pasar alguna vez. . resultados inmediatos.) Marco actual: 3. c o m u n i d a d . etc. El t a m a ñ o del marco p u e d e también ser modificado m e d i a n t e la inclusión de palabras q u e pres u p o n g a n u n m a r c o mayor. d e m o d o natural. • 2. n o llora La solución a las dos primeras estrofas requiere q u e ampliem o s nuestro marco d e percepción a los ciclos vitales de la cereza y la gallina. Decir algo así c o m o «hace u n o s diez años» o «en los p r ó x i m o s siglos» invita. n o tiene cuesco C u a n d o la gallina es u n h u e v o . futuro. «huevo» y « d u e r m e » nos c o n d u c e n d e forma n a t u r a l a este cambio e n la percepción. etc. (Por ejemplo. sistema global. o la m a y o r o m e n o r perspectiva q u e cambiarían tu juicio o tu generalización acerca d e esa situación. pasado. Piensa en alguna situación q u e j u z g u e s difícil. El t a m a ñ o del marco que estamos c o n s i d e r a n d o d e t e r m i n a en gran medida el significado y la importancia que seremos capaces d e percibir. q u e estrechemos nuestra percepción a períodos concretos del ciclo cotidiano el bebé. n o tiene h u e s o s C u a n d o el bebé d u e r m e . Algo q u e parece u n fracaso a corto plazo se ve a m e n u d o c o m o u n paso necesario para el éxito a largo plazo. ¿Cuál es el marco actual desde el q u e estás viendo esta situación? (Por ejemplo. en u n lapso d e tiempo limitado. La solución a la tercera estrofa requiere q u e vayamos e n la dirección opuesta. n i ñ o . . . Considera los cambios d e t a m a ñ o del marco en las siguientes estrofas d e u n a canción d e c u n a tradicional escocesa: Le di a mi amor u n a cereza sin cuesco Le di a m i a m o r u n a gallina sin h u e s o s Le di a mi amor u n bebé sin llanto ¿Cómo p u e d e haber u n a cereza sin cuesco? ¿Cómo p u e d e haber u n a gallina sin huesos? ¿Cómo p u e d e haber u n bebé sin llanto? . etc. PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres Situación: 59 m u c h a s generaciones». . el acontecimiento o el objetivo. el n ú m e r o d e personas (mayor o m e n o r ) . g r u p o . p u e d e ayudarte a que se te hagan m e n o s pesados. acontecimiento específico. Observa c ó m o cambia todo esto tus percepciones y t u s evaluaciones c o n respecto a esa situación. Cambia el t a m a ñ o del marco e n s a n c h á n d o l o para abarcar c o n él más t i e m p o . C u a n d o la cereza florece. a p e n sar en términos d e d e t e r m i n a d o marco temporal.) 4. más personas. en u n solo a c o n t e c i m i e n t o . adulto. desagradable o d e algún m o d o dolorosa. Luego estréchalo hasta que se centre en u n individuo específico. u n sistema mayor. Prueba tú mismo este patrón practicando los pasos siguientes: 1. .

Para un agricultor. tal vez pueda apreciar el comportamiento de su hijo como útil en determinado contexto. estando así en condiciones de poder responder de forma más constructiva. el reencuadre contextual en PNL «acepta que todo comportamiento es útil en algún contexto». aprender a crear sistemas de drenaje más eficaces. un campo de hierba vacío. por ejemplo. permite asimismo al hijo percibir ese comportamiento desde una perspectiva distinta. Como paso siguiente. ayudará a la madre del ejemplo anterior a situarse en una mejor «metaposición» con relación a ese comportamiento. Un mismo contexto (el «campo») es percibido de formas diferentes según la perspectiva y la «intención» del observador. en realidad. la madre y el hijo pueden trabajar conjuntamente para tratar de establecer la intención positiva y los beneficios relacionados con la conducta del chaval en la escuela. los comporta- mientos problemáticos. por ejemplo. en lugar de tener que estar constantemente a la defensiva. Ése es claramente el mecanismo subyacente en el patrón de reencuadre de contenido El poder de la palabra. El propósito del reencuadre contextual consiste en cambiar la respuesta interna negativa de la persona ante determinado comportamiento. El sentimiento de culpa produce a menudo una especie de «respuesta de polaridad» que. la lluvia no es ni «buena» ni «mala». sirve más para estimular que para inhibir el comportamiento no deseado.0>O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 61 Reencuadrar el contexto Reencuadrar el contexto tiene que ver con el hecho de que determinada experiencia. El juicio que cada cual se haga de ella estará relacionado con las consecuencias que provoque en un contexto determinado. un espacio en el que construir una casa de ensueño. una oportunidad Para aterrizar con garantías. En sí misma. C o m o ejemplo. 131). el reencuadre de contenido comporta alterar nuestra perspectiva o nuestro nivel de percepción respecto a determinado comportamiento o situación. puede ser percibida como un acontecimiento extremadamente positivo por un grupo de personas que hayan estado padeciendo una sequía severa. Para un piloto de avioneta al que se le está acabando el combustible. Reencuadrar el contexto implicaría preguntar algo así como: «¿No es agradable saber que su hijo podría proteger a su¡ hermana pequeña. Ver que su comportamiento es validado como útil en determinado contexto. Imaginemos. ese campo es una oportunidad para cultivar. Para un arquitecto. del comportamiento de su hijo. un lugar ideal para un picnic. . En lugar de acabar con ellos. con lo cual podemos centrar nuestra atención en las cuestiones relacionadas con el contexto mayor. resaltando la utilidad de éste en algunos contextos. por ejemplo. e incluso aumentar. y así comenzará a comunicarse de forma más útil con él acerca de ese comportamiento dentro del contexto en el que se está produciendo. en un contexto determinado. La lluvia. conducta o acontecimiento pueden tener distintas implicaciones. Según Leslie Cameron-Bandler (1978. si alguien la molestara en su camino de vueK ta a casa desde la escuela?» Eso puede ayudar a la madre a cambiar su percepción del comportamiento del hijo y verlo desde una perspectiva más amplia. Percibir los efectos positivos. Ello nos permite ver el comportamiento simplemente como lo que es. «un comportamiento» (como la lluvia). En lugar de sentirse irritada y avergonzada. Reencuadrar el contenido d e En lugar de cambiar de contexto. p. en lugar de sentirse sólo atacado y criticado. pero como algo muy negativo para otro grupo que se encuentre en medio de unas inundaciones. Y así sucesivamente. en lugar de maldecir la lluvia cuando nos inunda. Cambiar el tamaño del marco desde el que estamos percibiendo algún acontecimiento constituye claramente un medio para percibirlo dentro de un contexto diferente. buscando juntos alternativas más apropiadas. imaginemos que una madre está preocupada porque su hijo adolescente se mete constantemente en peleas en la escuela. Para una pareja joven. según el contexto en el que se produzcan. las respuestas negativas consiguen a menudo mantener. o que tuviera prevista una boda al aire libre.

62 EL PODER DE LA PAIABRA Marcos y reencuadres 65 Utilizando c o m o ejemplo u n a imagen física. n u n c a se le había ocurrido que pudiera haber u n propósito positivo tras las críticas d e su padre. El practicante le dijo al chaval: «¿No te parece fantástico tener u n padre que trata d e protegerte p o r todos los medios de q u e te hagas d a ñ o o te decepciones? Apuesto a q u e n o conoces a m u c h o s padres que se p r e o c u p e n tanto p o r s u s hijos». el «propósito positivo» o el «metaobjetivo» relacionado con d e t e r m i n a d o s í n t o m a o c o m p o r t a m i e n t o problemático. El segundo es el efecto beneficioso con el q u e contribuye el c o m p o r t a m i e n t o en el contexto o sistema mayor en el q u e se está p r o d u c i e n d o ( p o r ejemplo. cambio d e foco de atención. reconocimiento..) Una d e las principales aplicaciones del reencuadre de contenido en P N L es el Reencuadre en seis fases. el reencuadre de contenido implica en PNL explorar la intención que se oculta tras el c o m p o r t a m i e n t o externo de u n a persona. es decir. ante u n c o m p o r t a m i e n t o problemático resulta más respetuoso. sólo lo había visto c o m o u n a t a q u e contra él. . «realista» y «crítico». p o r consiguiente. etc. lo q u e se suele conseguir en PNL trat a n d o de averiguar la «intención positiva». reencuadrar el c o n t e n i d o implica d e t e r m i n a r la posible intención positiva que podría subyacer en u n comportamiento problemático. U n o d e los principios básicos d e la PNL consiste e n la importancia de separar c o m p o r t a m i e n t o y persona. De acuerdo con este principio.). etc. E n este proceso. Al permitir que la parte causante del c o m p o r t a m i e n t o pasado a s u m a la responsabilidad de implementar comportamientos alternativos q u e satisfagan la m i s m a intención positiva. amor. se consigue establecer alternativas d e c o n d u c t a viables. la creencia. respeto. q u e lo m o t i v a n . Este comentario pilló al m u c h a c h o p o r sorpresa. explicándole las diferencias entre «soñad o r » . u n m o d o de mirar u n cuadro o u n a fotografía de forma diferente consiste e n «reencuadrarlo» t o m a n d o en consideración la intención del artista o del fotógrafo al crear la imagen. Este nuevo encuadre del c o m p o r t a m i e n t o de su progenitor también le permitió considerar a su padre c o m o u n recurso potencial para ayudarle a a p r e n d e r a planificar su futuro. Los comentarios del experto bastaron para que cambiara la respuesta del chico a las objeciones de su padre. ¿Qué respuesta trataba de suscitar en el espectador? ¿Qué emociones trataba d e c o m u n i car? Considerar algo dentro del marco de esa intención altera nuestra percepción al respecto. Hasta entonces. La intención tiene dos aspectos distintos. la función. además del papel de crítico. También le explicó los problemas que p u e d e n presentarse entre u n s o ñ a d o r y u n crítico si no media entre a m b o s u n realista. De forma parecida. también podía asumir el de realista o entrenador. Percibir u n s í n t o m a o u n c o m p o r t a m i e n t o problemático dentro del marco más a m p l i o del propósito positivo que trata de satisfacer modifica las respuestas ante ese c o m p o r t a m i e n t o . El primero consiste en la motivación positiva interna que hay detrás del c o m p o r t a m i e n t o ( p o r ejemplo. Se percató d e que. U n practicante d e PNL aconsejaba a la familia de u n adolescente q u e se quejaba de que su padre siempre se oponía a los planes de futuro que él proponía. desde la rabia al aprecio sincero. Veamos u n ejemplo. así c o m o la importancia que cada u n o de estos papeles tiene para u n a planificación eficaz. así c o m o q u e quedaba claro que su padre estaba en la posición d e «crítico» en relación c o n los s u e ñ o s de su hijo. ecológico y productivo r e s p o n d e r a su «estructura profunda» que a su manifestación superficial. atención. más que c o m o u n incordio o u n a piedra en el camino. Señaló que la función d e u n b u e n crítico consiste en detectar lo que le falta a u n a idea o u n plan para evitar problemas. Así p u e s . su método d e participación) en la vida d e su hijo. protección. d e diferenciar el c o m p o r t a m i e n t o e n sí de la intención positiva. el deseo de seguridad. etc. La nueva validación de la intención del padre también le permitió a éste cambiar la percepción de su propio papel (y. abriendo la puerta a la posibilidad de tratarlo con más recursos y de forma más creativa. El practicante prosiguió. Pero que n o tengan consecuencias negativas. el comportamiento problemático es separado de la intención positiva del p r o g r a m a i n t e r n o o «parte» responsable d e ese comportamiento.

el ú n i c o m o d o de responder directamente consiste en decir «Creo q u e tienes razón» o bien.64 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 65 Reencuadrar a los críticos y las críticas C o m o h e m o s visto en el ejemplo del padre crítico y su hijo adolescente. Un crítico eficaz realiza u n análisis del plan o c a m i n o p r o p u e s t o para tratar de detectar qué es lo que podría salir mal y c ó m o p o dría ser evitado. describe lo que sí deseamos. el reencuadre p u e d e constituir u n m é t o d o eficaz para tratar con los críticos y las críticas. Los problemas más difíciles se presentan c u a n d o el crítico n o se limita a criticar la idea o el plan. (Los soñadores o p e r a n desde el «marco-como-si». es i m p o r t a n t e n o perder de vista que el c o m p o r t a m i e n t o crítico. «Esa idea n u n c a funcionará». Sin embargo. probablemente. debido a q u e ha sido formulada en t é r m i n o s d e lo que se quiere evitar. c o m o cualquier otro. «Te equivocas. La segunda. si u n o n o se muestra d e acuerdo c o n la crítica. sino también un «asesino». El problema con esta clase de generalizaciones verbales consiste en q u e . «Este proyecto requiere d e m a s i a d o esfuerzo». dada la forma en que s o n formuladas. en lugar de lo que sí se quiere. Los b u e n o s críticos suelen a d o p t a r el p u n t o de vista d e personas no involucradas directamente en el a s u n t o . P o r consiguiente. De este m o d o . la capacidad para reconocer y extraer afirmaciones de intención positiva a partir d e críticas formuladas negativamente constituye una habilidad lingüística crucial para tratar con las críticas y transformar los marcos-probleen marcos-objetivo. m a Esto p u e d e resultar a veces complicado. Los críticos descubren lagunas. Por ejemplo. suelen formularse en términos lingüísticamente negativos. se expresan en forma de negaciones verbales. es decir. El propósito del «crítico» consiste en evaluar los resultados del «soñador» y del «realista». mientras que los realistas lo hacen desde u n «marco-objetivo» o «marco-realimentación»). Los «críticos» son considerad o s a m e n u d o c o m o las personas m á s difíciles d e tratar d e n t r o d e una interacción. P o r ejemplo. en el deseo de «utilizar los recursos disponibles d e forma juiciosa y eficiente». De forma parecida. n o q u e d a n m á s opciones que estar de a c u e r d o con ellas o n o estarlo. Por . esta intención n o resulta fácil d e discernir a partir de la «estructura superficial» d e la crítica expresada. Obtener afirmaciones positivas a partir de intenciones positivas Uno de los problemas con gran parte de las críticas es q u e . Si alguien dice que «Esa idea n u n c a funcionará» o que «Esta propuesta es d e m a s i a d o costosa». E n este caso. c o m o «Esta p r o p u e s t a es demasiado costosa». u n o de los problemas principales con las críticas consiste en que suelen ser expresadas en forma d e juicios generalizados. además de ser juicios «negativos». A pesar de todo ello. a u n q u e para ello se utilicen palabras distintas. a la pérdida d e sintonía y finalmente al conflicto. habida cuenta d e ^ f e los críticos suelen operar desde u n marco-problema. está motivado por su correspondiente intención positiva. Se les suele considerar «aguafiestas» p o r q u e gustan d e operar desde u n «marco-problema» o «marco-fracaso». m u c h a s críticas vienen enmarcadas en términos de lo que n o se quiere. etc. la crítica s u e l e c o n d u c i r a la polarización. n o es demasiado costosa». n o solamente esun «aguafiestas». La primera de las expresiones («evitar el estrés») describe lo que no q u e r e m o s . p o r el contrario. la i n t e n c i ó n (o criterio) positiva subyacente en la crítica «esto es u n a pérdida de tiempo» reside. «No es u n plan realista». c u a n d o el crítico ataca a la persona al nivel d e su identidad. Estamos hablando d e la diferencia entre decir «Es u n a idea estúpida» o decir «Eres u n e s t ú p i d o p o r p r o p o n e r esta idea». En el nivel lingüístico. sino q u e enjuicia también al «soñador» o al «realista» a nivel personal. «evitar el estrés» y «sentirse más cómodo y relajado» s o n dos formas d e expresar verbalmente un estado interno parecido. pero que p o d r í a n o bien verse afectadas p o r s u s consecuencias o bien influir positiva o negativamente en la implementación del plan o actividad propuestos. consideran desde la lógica «lo q u e podría pasar si» se presentaran problemas. en c a m b i o («sentirse más cómodo y relajado»). p o r causa de su aparente negatividad y de su tendencia a e n c o n t r a r problemas en las ideas y las sugerencias d e otros.

por ejemplo. si bien se trata de una intención positiva. Observa que se trata de preguntas principalmente sobre el «cómo». para ayudar a alguien a ser un crítico «constructivo». por ejemplo. resulta útil: 1) descubrir el propósito que se °culta tras la crítica. «¿Por qué tiene que ser tan cara esa propuesta?». Observa que. y 3) convertir esa crítica una pregunta. Cuando una crítica es transformada en pregunta. el crítico preguntara: «¿Cómo vamos a costearlo?» Con esta pregunta. e n . puede reformularse así: «¿Cómo podrías conseguir que fuera más fácil y sencillo ponerlo en práctica?» Por lo general. pero resulta mucho más productiva. la crítica puede ser transformada e n una pregunta. Supongamos. ¿qué es lo que sí quieres?» o «En caso de que lograses evitar eso que no quieres. ¿qué es lo que conseguirías con ello (cual sería tu beneficio)?» Veamos a continuación algunos ejemplos de reformulación positiva de declaraciones negativas: Declaración negativa demasiado caro pérdida de tiempo temor al fracaso irreal demasiado esfuerzo estúpido Reformulación positiva asequible utilización juiciosa de los recursos disponibles deseo de triunfar concreto y alcanzable fácil y cómodo juicioso e inteligente ¿o caro». Lo dicho es de aplicación para la práctica totalidad de las críticas. Las que se hacen con «por qué». las opciones de respuesta son completamente diferentes de cuando se formula como juicio o generalización. o «¿Por qué no puedes ser un poco más realista?» sigue presuponiendo un marco-problema. aún está lingüísticamente formulada o enmarcada en términos negativos.] Cómo ayudar a los críticos a convertirse en consejeros Convierte las críticas en preguntas Una vez que la intención positiva tras la crítica haya sido desvelada y reformulada en términos positivos. preferiblemente sobre el «cómo». deberemos plantear preguntas como: «Si lo que no quieres es estrés/gasto/fracaso/desperdicio. si le preguntas a un critico por la intención positiva tras un comentario como «Esta propuesta es demasiado costosa». Esta clase de preguntas tienden a ser las más útiles. esta clase de pregunta sirve al mismo propósito que la crítica. en lugar de lo que se desea conseguir. por ejemplo. 2) asegurarse de que la intención positiva se exprese (encuadrada) positivamente. lo que puede conducir de nuevo al desacuerdo y al conflicto. se le brinda al interlocutor la posibilidad de entrar en los detalles del plan. en lugar de limitarlo a mostrarse en desacuerdo o discutir con el crítico. lo más probable es que consigas una respuesta parecida a «La intención consiste en evitar gastos». Para extraer formulaciones positivas a partir de intenciones y criterios. La formulación positiva de esa misma intención posiüva seria algo así como «Asegurarnos de que el coste sea asequible» o «Estar seguros de que respetamos el presupuesto». [Nota: Al nivel de sus estructuras profundas. presuponen a menudo otros juicios.66 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 67 ejemplo. las preguntas sobre el «cómo» suelen ser más eficaces para centrar la atención sobre el marco-objetivo o el marco-realimentación. es decir. Preguntar. Las preguntas sobre «cómo» conducen a exploraciones epistemológicas. las críticas son declaraciones ontológicas. afirmaciones sobre lo que algo «es» o «no es». El comentario «Esa idea nunca funcionará» puede ser transformado en la pregunta «¿Cómo pondrías esa idea en práctica?» «Este plan no es realista» puede convertirse en «¿Cómo podrías hacer más tangibles y concretas las etapas de este plan?» La queja «Eso requiere demasiado esfuerzo». que en vez de decir «Eso es demasia- En resumen. Lo mismo sucede con preguntas como «¿Qué es lo que hace que tu propuesta sea tan cara?» o «¿Quién va a pagarlo?» En líneas generales. señala lo que se trata de «evitar». a examinar «cómo sabes» que eso «es» o «no es». o un consejero.

(Nota: También resulta útil conducir primero al crítico a reconocer qué criterios han sido satisfechos. el objetivo de la fase crítica de un proyecto es asegurarse de que un proyecto o un plan sea ecológicamente sólido y que preserve cualquier beneficio o subproducto positivo de la forma presente de tratar de alcanzar el objetivo. Cuando un crítico formula preguntas sobre el «cómo». en el que utilizamos El poder de la palabra para trasladar la atención de un marco-problema o un marco-fracaso a un marco-objetivo y un marco-realimentación. Como ejemplo. recorre los pasos antes descritos y convierte tus críticas en preguntas. El patrón de Intención de El poder de la palabra se basa en la presuposición básica de la PNL que afirma que: En algún nivel. C 1 0 m á superficial». Una vez que hayas transformado tus críticas en preguntas. Aplicar el patrón de Intención implicaría responder a la(s) >ntención(es) positiva(s) tras determinada generalización o jui' s que directamente a la propia expresión. así como convertir la crítica e n una pregunta sobre el «cómo». 3. Reemplazar una frase formulada en negativo por otra expresada en positivo constituye un ejemplo de «redefinición». Piensa en algún aspecto de tu vida en el que trates de manifestar nuevos valores a creencias y colócate en posición de «critico» respecto a ti mismo. podrás llevarlas ante el «soñador» y el «realista» que hay en ti. ¿Cuál es tu crítica u objeción? Por ejemplo: «Lo que propones es los patrones de «Intención» y «Redefinición» de El p o d e r d e la p a l a b r a Identificar y reconocer la intención positiva del critico. Asumido que ésta es la intención de la que se trata.68 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 69 Todo eso se puede conseguir empleando la siguiente secuencia de preguntas: 1. tengan implicaciones distintas. protección. En última instancia. etc. pasa de ser un «aguafiestas» o un «asesino» a convertirse en un «consejero». Es (o fue) percibido como apropiado dado el contexto en el que fue establecido. El patrón de Intención comporta dirigir la atención de la persona hacia el propósito o la intención (por ejemplo. ¿cuál es la pregunta «cómo» que tiene que ser formulada? Por ejemplo: «¿Cómo puedes estar seguro de que la propuesta presentada satisfará los aspectos cruciales para conseguir un cambio profundo y duradero?» Practica este proceso contigo mismo. ¿Qué objeciones o problemas encuentras a lo que estás haciendo? Cuando hayas identificado algunos problemas u objeciones. constituye un ejemplo de una modalidad de «truco mágico verbal». todo comportamiento tiene (o e n algún momento tuvo) una «intención positiva». para poder o bien reencuadrarla o bien reforzarla. Descubre la intención positiva y las preguntas «cómo» relacionadas con tu autocrítica (a veces resulta útil hacerlo con ayuda de otra persona). sin alterar el significado de ésta. Es más fácil y más productivo responder a esa intención positiva que a la expresión de u n comportamiento problemático. 2.) subyacente tras alguna generalización o afirmación. llamar la atención. El patrón de Redefinición comporta la substitución de una o más palabras o frases de la generalización o afirmación por otras nuevas que. para obtener las correspondientes respuestas. establecer límites.) . antes de pasar a coi mentar lo que falta o se necesita. desde el punto de vista de la persona a la que ese comportamiento pertenece. Este proceso se basa en dos formas fundamentales de reencuadre que forman parte del núcleo mismo de los patrones de El poder de la palabra: el patrón de Intención y el de Redefinición. ¿Cuál es el criterio o la intención positiva que hay tras esa crítica u objeción? ¿Qué es lo que tratas de conseguir o de preservar con tu crítica? Por ejemplo: «Un cambio profundo y duradero».

la intención de «obtener valor»). diferentes a «temer». decidir ofrecerle un descuento (si el cliente considera que el precio es «excesivo») o una financiación (si lo que le preocupa es que «no se lo pueda permitir»). Esta frase sirve para dirigir la atención del cliente a la intención subyacente tras el juicio de que algo es «demasiado caro» (en este caso. Ambas reformulaciones sig-? nifican algo parecido a la objeción original. la vendedora diría algo así como: «Entiendo que para usted es importante obtener valor por su dinero». que sirven para reubicar el juicio del cliente en< un marco-realimentación. por consiguiente. por ejemplo. en Las palabras pueden tener significados superpuestos.70 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 71 supongamos que un cliente entra en unos almacenes y muestra interés por determinado artículo. pero implicaciones distintas La redefinición que el cliente elija proporcionará información importante para la vendedora. Por consiguiente. la afirmación «Me temo que es demasiado caro para mí» ha sido redefinida por la vendedora en dos líneas distintas. pero tienen implicaciones distintas. Volver a etiquetar «dolor» c o m o «incomodidad» constituye otro buen ejemplo del impacto del patrón de Redefinición de El poder fe 'a palabra. Por ejemplo. Más que una reacción. redefinir constituye un modo simple pero eficaz de abrir nuevos canales de pensamiento e interacción. muchos aspectos. Intención Marco Objetivo / Excesivo / No se l o \ / \ pueda \ 4 . el impacto e s distinto si le preguntamos a alguien: «¿Cuánto dolor soporta usted?» o «¿Cuánta incomodidad siente usted?» A menudo. «Creer» y «no se lo pueda permitir» son expresiones. Según cuál sea su respuesta. La primera redefinición cambia «teme» por «cree» y «demasiado caro» por «excesivo». pero dice: «Me gusta. «Excesivo» como redefinición de «demasiado caro» implica que la objeción del cliente está en función de su expectativa sobre el precio que el establecimiento debería cobrar por ese artículo. Eso contribuirá a que el cliente responda desde un marco-objetivo en lugar de hacerlo desde un marco-problema. Redefinir «demasiado caro» como «no se lo pueda permitir» coloca la fuente de la objeción en la preocupación del cliente en relación con sus propios recursos financieros y su capacidad de pagar el precio del artículo. pero m e temo que es demasiado caro para mí». la vendedora podrá. permitir 1 Objeción «Demasiado caro» Marco Problema Caro Centrarse en la intención de un juicio o afirmación limitadores ayuda a cambiar de un marco-problema a un marco-objetivo Redefinir implicaría decir algo parecido a: «¿Es porque usted cree que el precio es excesivo o porque le preocupa que no se lo pueda permitir?» En este caso. implican procesos cognitivos y. esta clase de reencuadre erbal cambia automáticamente la percepción de dolor en la per- v . más probabilidades de que algo sea percibido como enseñanza. con el propósito de obtener más información específica sobre la objeción del cliente. La segunda substituye «temo» por «preocupa» y «demasiado caro» por «no se lo pueda permitir». Si aplicara el patrón de Intención.

él es un calzonazos. por ejemplo. lo «reencuadra» con distintas palabras. «inocente» o «distraído». Por ejemplo. Yo soy compasivo. Un término c o m o «incomodidad» contiene implícita la sugerencia de «comodidad». él se ha echado atrás. Como señalara jocosamente el filósofo Bertrand Russell: «Yo soy firme. También puedes considerar la utilización de reencuadres de una sola palabra para reformular comentarios tuyos acerca de otras personas. «corrupción». «Irresponsable» podría ser reemplazado por «espíritu libre». «responsabilidad». tal vez te maldigas a veces por ser tan «estúpido» o «irresponsable». tanto en ti mismo c o m o en los demás. desagradable) Respetuoso (considerado. El propósito de esta modalidad de reverbalización consiste en reducir los juicios negativos y los estigmas que acompañan. él está haciendo una montaña de u n grano de arena. Consideremos. «instrumento». Yo lo he reconsiderado. En lugar de acusar a un niño de «mentir». son palabras o expresiones que colocan marcos distintos en torno al concepto de «dinero» y que afloran perspectivas diferentes.. Las redefiniciones suelen conseguir «transmitir el mensaje» y evitan. Cada una de estas afirmaciones toma determinado concepto de la experiencia y lo coloca en diferentes perspectivas. Ejercicio de reencuadre de una palabra Un buen m o d o de explorar el patrón de Redefinición de £1 poder de la palabra consiste en formular «reencuadres de una sola palabra». a tus compañeros de trabajo o a tus amigos. tú eres blando. a tus hijos. etc. no permite matiz positivo alguno. en lugar de llamar «hiperactivo» a un chaval que rebosa de energía y tiene dificultades en hacer lo que le mdican. la palabra «dinero». a menudo. Por ejemplo: Responsable (estable. poco sincero) Frugal (sabio. Hazte una lista de palabras y practica formando con ellas tus propios reencuadres de una sola palabra. transigente) Global (expansivo. podemos decir que tieu . «flexible». podemos decir que es «fogoso». tú tergiversas los hechos. por ejemplo. tú has cambiado de idea. por ejemplo. tú eres obstinado. en cambio. rígido) Cuando ya te sientas cómodo con los reencuadres de una sola palabra. como: Yo estoy justamente indignado. Toma prestada la fórmula de Russell y trata de construir algunos ejemplos. Yo me he equivocado de buena fe.72 EL PODER DE LA PALABRA Meneos y reencuadres Estable (cómodo. «energía verde». tacaño) Amistoso (agradable. a las etiquetas que utilizamos para describir a personas de algún m o d o distintas de nosotros. él es un tonto de cabeza dura». En lugar de decir que n a persona que no oye bien es «sorda». Por ejemplo. tú estás enojado. Prueba a ver si encuentras para estas palabras algunas redefiniciones que impliquen aspectos positivos. al mismo tiempo. ingenuo) Asertivo (confiado. acusaciones o implicaciones negativas. innecesarias y a menudo perniciosas. Eso se hace tomando una palabra que exprese determinado concepto o idea y buscando otra que la reemplace y que aporte un matiz más positivo (o negativo) que la anterior. aburrido) Juguetón (flexible. Tal vez así suavizarías tus críticas redefiniendo algunas de las palabras que utilizas cuando hablas a tu pareja. como «ingenuo». podrás tratar de aplicarlos a afirmaciones limitadoras con las que te encuentres. o «despreocupado». «Dolor». «Estúpido» podría ser redelinido. Esta clase de redefinición constituye el proceso básico de la «corrección política» en el lenguaje. él es un condenado mentiroso. «éxito». «Riqueza». podrías decir que «tiene mucha imaginación» o que «explica cuentos de hadas». pesado) 75 sona preguntada. etc.

Tomas en tus manos el barro del comportamiento de esa persona y lo embelleces.. en lo que se conoce c o m o «segunda posición». Implica ser capaz de reencuadrar una situación o generalización por medio de la percepción y la expresión de un mapa mental distinto de esa situación. Ésa es la creatividad del abogado defensor. y expresarlo acto seguido en palabras para ampliar la perspectiva de los demás. te conviertes en él. Toda persona elige la mejor opción disponible. sientes. En una entrevista del año 1998 para la revista Speak. como componentes relevantes de su comportamiento. En lugar de «lisiado» podemos decir «disminuido físico». llamaríamos «ponerse en su piel». En segunda posición ves. oyes. eso se consigue con facilidad y naturalidad poniéndose en la piel del otro. [C]uando representas al acusado. por consiguiente. en su «posición perceptiva». Así pues. que afirma que: El mapa n o es el territorio. No hay ningún mapa del m u n d o que sea el único correcto. aunque también habrá quien lo considere paternalista y poco sincero. Toda persona tiene su propio mapa del m u n d o . Necesitas conocerlo por completo para comprender la naturaleza de su comportamiento. Serra comentaba: e Percibir una situación desde otro modelo de mundo situándose en «segunda posición» Una forma sencilla pero poderosa de reencuadrar consiste en considerar la situación. Los mapas más «sabios» y «compasivos» son aquellos que convierten e n accesibles el mayor y más a m p l i o número de opciones. El patrón de El poder de la palabra conocido c o m o Modelo ¿ ¡ mundo s e basa e n este proceso. La segunda posición es una de las tres posiciones básicas definidas por la PNL. a menudo ganamos con ello nuevas y numerosas ideas y comprensiones. en jerga legal.74 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 7i nc «dificultades auditivas». Sólo «la palabra» es tuya. lo conviertes en una obra de arte. «andar con sus zapatos» o estar «al otro lado de la mesa». e n oposición a los más «realistas» o «precisos». su sentido y su intelecto. ves con sus ojos y oyes con sus oídos. Cuando resultan eficaces. El abogado criminalista Tony Serra nos ofrece un buen ejemplo del proceso de situarse en segunda posición para conseguir un modelo del mundo diferente. o en metáforas persuasivas. en la o hayas logrado actuar con toda la maestría que hubieras ( l U e n . Colocarse en segunda posición implica situarse en el punto de vista del otro. Desde el punto de vista de la PNL. en el lenguaje de la ley. dadas las posibilidades y las capacidades que perciba c o m o accesibles a ella d e s d e s u propio m o d e l o del m u n d o . hueles y gustas esa interacción desde la perspectiva del otro. te metes en su piel. El patrón de Modelo del mundo de El poder de la palabra se basa en otra de las presuposiciones de la PNL. Implica cambiar de perspectiva y ver lo que está pasando c o m o si fueses la otra persona. desde un modelo del mundo diferente. Es lo que. sientes como él. en lenguaje popular. Es decir. la experiencia o el juicio. debes traducir sus sensaciones. La intención de este cambio de etiquetas consiste en ayudar a las personas a ver a los demás desde una perspectiva más amplia y menos enjuiciadora.. Identifica una situación que implique a otra persona. las creencias y las presunciones del otro. las ideas y los acontecimientos desde el modelo del mundo de esa otra persona. así como percibir. Cuando conseguimos ver una situación desde el modelo del mundo de la otra persona. El «conserje» pasa a ser el «técnico de mantenimiento» y la «recogida de basuras» se convierte e n «gestión de los residuos». estos cambios de denominación ayudan también a cambiar la visión y la definición de papeles de un marco-problema a un marco-objetivo. dentro de determinada situación o interacción. la segunda posición implica estar asociado con el punto de vista.

así que. usted me dobla en tamaño. Evidentemente b u s c a b a n alguien con quien meterse. En primer lugar p o r q u e y o n o q u i e r o pelear. a estas alturas. con toda probabilidad. nosotros estamos borrachos. A p r o v e c h a n d o la o p o r t u n i d a d . Me volví p a r a mirarle directamente a los ojos y le contesté: — ¿ N o le parece que eso sería algo así c o m o el padre que Ue8 a casa borracho. pero a Richard le gustaba y lo había elegido para e n c o n t r a r n o s . n o funcionó. ¿que clase d e pelea iba a ser ésa? En ese m o m e n t o . p u e d e ser u n a experiencia m u y poderosa. No pasó m u c h o tiempo antes d e que u n o de ellos empezara a d a r m e golpes en efl Estaba seguro de q u e . pero francamente. de m o d o que tuve u n a idea brillante: ¿Por qué n o usar la PNL? Decidí tratar de descubrir y atender su intención positiva. en lugar del monólogo anterior. Habíamos c o m e n z a d o a hablar c u a n d o aparecieron por la puerta u n par de tipos e n o r m e s . p o r q u e n o tardaron m u c h o en gritarnos obscenidades. ¿qué es lo que te llamaría la atención en esa interacción? ¿Cómo la percibiría un antropólogo/artista/sacerdote/periodista? Elegir para esa segunda posición a alguien que haya sido un profesor o u n m e n t o r importante para ti. a llamarnos «mariquitas» y a invitarnos a que nos fuéramos d e allí. Sup o n g o q u e les parecería que yo n o era la clase d e fulano más adec u a d o para estar allí. tanto de ti m i s m o c o m o de la otra persona? Enriquece tu percepción d e la situación y d e tu generalización considerándola desde al men o s tres p u n t o s d e vista o «mapas del m u n d o » . me di cuenta a tiempo de q u e seguir el patrón habitual d e respuesta sólo serviría para e m p e o r a r la situación. ¿Cuál es la generalización o el juicio que hiciste. sí que habíamos progresado algo. te estarás diciendo algo así como: «Vaya R o b e n . sacude a su hijo d e catorce años y le dice que ps «justo» p o r q u e él está bebido? a A m o d o de ejemplo práctico sobre c ó m o he aplicado personalm e n t e algunos d e los principios q u e h e m o s c o m e n t a d o hasta aquí. le dije al q u e tenía mas cerca: —¿Sabe? No m e p u e d o creer q u e piense q u e s o m o s h o m o sexuales. Colócate en la piel de ¡a otra persona. el otro tipo (que parecía ser el «cerebro» del dúo) intervino: —No. ¡queremos pelea! Me imagino q u e . pero. Pero. C o m o p u e d e ver. en realidad. Estaban ebrios y con ganas de pelea. llevo anillo de boda. Respiré h o n d o y me puse en su piel por u n instante. p u e s t o que habíamos conseguido iniciar u n a conversación. ¿Cómo esa situación si jueras ella? percibirías Imagina ahora que eres un observador neutral. Mi primera estrategia consistió en tratar de ignorarles cortésmente. A lo que el tipo me espetó: —Sí. así que lo miré y sonreí. es u n a pelea justa. O p i n o que su intención es otra. Entonces el otro m e espetó: —¡Mírame cuando te hablo! La cosa se iba p o n i e n d o cada vez más fea y. respondí: —Ya e n t i e n d o . m e estaba c o m e n z a n d o a enfadar. recuerdo u n a ocasión en la que m e encontraba con Richard Bandler en un bar. d o n d e h a b í a m o s q u e d a d o para vernos. Q u i s e m o s t r a r m e amistoso. Desde esta nueva perspectiva. y observar la situación desde su p u n t o d e vista. Afortunadamente. U n o de ellos dijo: ¿Qué d e m o n i o s estás mirando? — d e m o d o q u e bajé la vista. . q u é gran cosa eso d e El poder de la palabra». No es la clase de lugar que pretiero.7O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 77 p o d i d o . en el sentido de que estaba lleno d e esa clase d e personajes r u d o s y malcarados. que contempla esa situación. Era la clase de bar que p o d r í a m o s llamar «de m o t e r o s » . Un ejemplo de palabras adecuadas en el momento oportuno brazo y a hacerme d e r r a m a r la bebida. Por otro lado. para sorpresa mía. eso era precís e n t e lo que le había pasado a el una v otra vez c u a n d o tenia ^ edad. así q u e n o sacaría gran cosa de mí. no seria una gran pelea. Con voz pausada y firme. p o r s u p u e s t o .

(Según él. j u n t o c o n su estrategia de decisión para elegirnos. p a s a n d o acto seguido a hacer terapia con ellos. Tal c o m o Richard interpreta la anécdota. lo q u e hice fue dilucidar las s u b m o d a l i d a d e s d e los dos h o m b r e s .) A u n q u e yo n o lo recuerde exactamente así. d e m o d o q u e se fueron a molestar a otro cliente q u e . PODER DE LA PALABRA Enfrentados a la verdad.78 EL. Fragmentación . resultó ser u n karateka experto y les dio en la calle u n a buena lección. iba a sugerirles q u e . lo cierto es que el caso confirma mi fe absoluta e n el p o d e r del lenguaje y d e la Programación Neurolingüística. p u e s t o q u e lo q u e querían era pelear. salieran a la calle a sacudirse entre ellos. aquellos h o m b r e s ya n o podían c o n t i n u a r c o n s u s abusos. p o r cierto.

Barcos A A A A proa quilla timón silbido ruedas focos Trenes Aviones ruedas motor frenos pedales manillar horquilla cola patas cascos alas hélices tren de aterrizaje Fragmentar hacia abajo «Fragmentar » implica la capacidad de desplazar la atención entre las generalidades y los detalles . p o r ejemplo. «Fragmentar hacia abajo» significa desplazarse a u n nivel de información m á s específico y concreto. «Fragmentar hacia arriba» significa desplazarse hacia u n nivel d e información mayor. «conducir u n coche» p u e d e asimilarse a « m o n t a r a caballo». «ir en bicicleta» o «o navegar a vela».Formas de fragmentación Los procesos de reencuadre alteran a m e n u d o el significado de una experiencia o u n juicio al «re-fragmentarlo». etc. c o m o p o r ejemplo incluir coches. «Fragmentar lateralmente» c o m p o r t a encontrar otros ejemplos en el m i s m o nivel de información. trenes. « m o t o r » . En PNL. Fragmentar hacia arriba Formas de transporte Fragmentar lateralmente Coches H Bicicletas Caballos .» . barcos y aviones en u n a m i s m a categoría de «medios d e transporte». el «coche» p u e d e ser fraccionado e n «ruedas». «frenos». «transmisión». el término «fragmentar» significa reorganizar o fraccionar alguna experiencia en porciones mayores o menores. más general o abstracto. p o r ejemplo.

que implica reducir una situación o experiencia a sus com nentes básicos. c o m o «desarrollar el producto». pero con asociaciones e implicaciones distintas. Uno puede fijar su atención en los pequeños detalles. Fragmentar hacia abajo es un proceso fundamental en PNL. «protección». creando una percepción distinta y más rica de la generalización expresada por el juicio o la afirmación. «Nunca acabas lo que comienzas» o «Siempre sales con ideas demasiado arriesgadas». Por ejemplo. «reconocimiento». Esta clase de lenguaje resulta de «fragmentar hacia arriba» hasta un punto que no resulta ya adecuado o útil. Fragmentar hacia abajo Los procesos de fragmentar hacia arriba y hacia abajo pueden también ser aplicados directamente a una afirmación. Un objetivo sobrecogedor. a un juicio o a una creencia. etc. «jamás» o «sólo» se conocen en PNL con el término genérico de universales o cuantifica dores universa/es. para identificar la categoría más amplia de la que el juicio o el comportamiento son la expresión (por ejemplo. c o m o por ejemplo el deletreo de las palabras de un párrafo. por ejemplo. «buscar inversores». por el contrario. el tema centra' del que trata el libro. así c o m o a si el juicio o la generalización es aplicable a toda la categoría o tan sólo a algunos de sus componentes. para poder así identificar conceptos y experiencias similares a los expresados en la afirmación inicial. u n problema que tal vez parezca primera vista insuperable. «identificar clientes potenciales». El «tamaño del fragmento» se refiere al nivel de detalle o generalización desde el que la persona o el grupo analizan o juzgan determinado problema o experiencia. es considerado en PNL como el resultado de la capacidad para fragmentar hacia arriba. etc. Si. puede ser fragmentado en sub-objetivos. puede ser fraccionado en proble más pequeños. conviene pensar en fragmentos más bien pequeños. prestar atención a los pequeños frag m e m o s puede conducir a que «los árboles no permitan ver e bosque». ¿significa eso que la idea expresada por esa palabra también es errónea?) Ante determinada situación. Transformar estas críticas en una pregunta sobre el «cómo» (como ya hemos visto) sirve frecuentemente para ayudar a «fragmentar hacia abajo» estas generalizaciones excesivas. o relacionados con ellos. Un viejo refrán dice: «¿Cómo se come una sandía?» La respuesta constituye un ejemplo de fragmentación hacia abajo: «Trozo a trozo». Descubrir la intención subyacente en determinado comportamiento o creencia.82 El. es importante mantener la flexibilidad para desplazar libremente la atención entre fragmentos pequeños y grandes. o en grandes detalles. Supongamos que alguien ha sido catalogado como «discapacitado para aprender» (obviamente. el modo en que la persona fragmenta su experiencia puede ser útil o problemático. Las situaciones pueden ser percibidas en términos de grados de detalle variables (microfragmentos de información) y de generalización (macrofragmentos de información). PODER DE LA PALABRA Fragmentación 83 Así pues. una etiqueta propia de «marco-proble- . por ejemplo. que resulten manejables. como por ejemplo «abrir un nuevo negocio». es decir. El patrón de fragmentar hacia abajo de El poder de la palabra. Palabras c o m o «siempre». Como dirían los indios nativos americanos: «Ver con los ojos del ratón y del águila». Las críticas no constructivas suelen estar expresadas en términos de «fragmentos» o generalizaciones más bien grandes. «crear un plan de negocio». por ejemplo. se trata de un bombardeo de ideas. Cuando la persona traía de pensar de forma «realista». «nunca». como: «Eso no funcionará nunca». También hay que considerar la cuestión de la relación entre fragmentos grandes y pequeños. fragmentar está relacionado con el m o d o en que la persona utiliza su atención. Esta metáfora es aplicable a cualquier clase de situación o experiencia. Para desarrollar competencia con El poder de la palabra. para modificar así el modo en que son percibidos y para «reencuadrarlos». (Si una palabra está mal deletreada. implica reducir l o s elementos de un juicio o de una afirmación a fragmentos más Pequeños. «respeto».) Redefinir requiere las capacidades adicionales de «fragmentar hacia abajo» y «fragmentar lateralmente».

en realidad. etc. los dedos pequeños de tus pies. el color de tu pelo. Incluso ante una afirmación c o m o «No soy atractiva» es posible fragmentar el «yo» implícito: «¿Son asimismo tu barbilla. Discapacidad para «aprender» los componentes que los constituyen. que estén implícitos en la afirmación. poco atractivos?» Una vez más. etc. Procura encontrar reformulaciones que tengan implicaciones más ricas o más positivas que las que contiene la etiqueta. cinestésica. Los substantivos y los objetos pueden ser fragmentados en «Fragmentos» más pequeños Toma una etiqueta como «déficit de atención» y explora con ella diferentes clases de atención (por ejemplo: visual. el parabrisas. por ejemplo. al contexto. el proceso sitúa el juicio o la evaluación en un marco completamente distinto. tales como fP jarse (o no) un objetivo. en lugar de en las categorías. Busca alguna etiqueta. «almacenar» y «retirar» información. el tubo de escape. Por ejemplo. tus sueños. la gasolina y el aceite son igual de caros que en cualquier otro coche. o que estimulen una perspectiva completamente diferente en relación con la etiqueta. atender ( o n o ) a la realimentación. las ruedas. «almacenar» o «retirar» información? Tales preguntas y consideraciones son susceptibles de estimularnos a repensar nuestras presuposiciones acerca del significado de esa clase de etiquetas. el tono de tu voz. Con ello conseguiremos volver a centrar nuestra atención e n las personas y e n los procesos. auditiva. emprender ( o n o ) la acción. ¿consiste el problema en que la persona es incapaz de recibir información?» De forma parecida: ¿Significa ser discapacitada para aprender que esa persona no está capacitada para «representar». etc. el juicio o la generalización. responder con flexibilidad (o rigidez). tu antebrazo. Entonces ya podemos preguntar: «¿Discapacitado para aprender quiere decir discapacitad o para asimilar? Es decir. si alguien dice que «Este coche es demasiado caro». Un término como «fracaso». porque se ha querido garantizar el rendimiento y la seguridad».) . algún juicio o alguna generalización negativa y anota las palabras clave. tus codos. a uno mismo. el juicio o la generalización de que se trate. se puede «fragmentar hacia abajo» con el argumento: «Bueno. tu nariz. podría ser fragmentado en una serie de pasos que constituyen la experiencia de «fracasar». «Fragmenta hacia abajo» lingüísticamente alguna de esas palabras clave buscando elementos o fragmentos más pequeños.. Son el motor y los frenos los que cuestan un poco más. ayudándonos así a ubicar de nuevo la situación en un «marco-realimentación». o bien atención a los objetivos. establecer (o no) un plan. al estado interno. Practica tú m i s m o este proceso. al pasado.84 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 85 ma»). como «asimilar». «representar». ¿Discapacidad para asimilar representar almacenar retirar? Palabra clave Fragmentar una generalización hacia abajo puede cambiar musirás percepciones y presuposiciones sobre ella Los verbos y las palabras de proceso pueden ser «fragmentados» en la secuencia de subprocesos que las constituyen (como en el ejemplo anterior con «aprender»). Podemos coger la palabra «aprender» y fragmentarla en otras que reflejen diversos componentes del proceso al que el término «aprender» se refiere.

el «instinto». «incapaz para el instinto» o «incapaz d e evolucionar»? P u e d e q u e a l g u n o s de estos términos s u e n e n casi cómicos. así c o m o a sacarlo d e su «marco-problema». . p o r ejemplo. pero que tenga implicaciones más ricas Fragmentar lateralmente consiste p o r lo general en la b ú s q u e d a de metáforas o analogías. Ser «poco atractivo» lo podría ser a «diferir de la n o r m a » . al m i s m o ftempo q u e n o s a y u d a n a cambiar d e u n marco-problema a u n marco-objetivo o a u n marco-realimentación. Eso n o s conduciría a u t o m á t i c a m e n t e a formular preguntas como: «¿Dónde está el fallo?». Y así sucesivamente. juicio o generalización. El p a t r ó n d e analogía de El poder de la palabra implica descubrir u n a relación análoga a la definida p o r la generalización o el j u i c i o . j u i cio o generalización negativos que utilizaste en el ejercicio anterior. así como a desvelar y evaluar n u e s t r a s presuposiciones. pero a pesar d e ello n o dejan de ser extensiones lógicas posibles d e estas etiquetas. que la «discapacidad para aprender» es como el «mal funcionamiento d e u n p r o g r a m a informático». p o r ejemplo. forma parte d e u n a categoría más amplia de procesos. Coge la misma etiqueta. reconsiderar el juicio en relación con esta clase de «reencuadre» nos lleva a c o m p r e n d e r n u e s t r o significado y nuestras presuposiciones desde u n a perspectiva nueva. a los que p o d e m o s referirnos c o m o formas diversas de «adaptación». por ejemplo.86 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 87 Fragmentar hacia arriba El patrón de El poder de la palabra para fragmentar hacia arriba c o m p o r t a generalizar hacia u n a clasificación m a y o r algún elem e n t o de u n a afirmación o d e u n j u i c i o . «¿Viene el problema de alguna línea concreta de programación? ¿Del m e d i o físico del o r d e n a d o r ? ¿O tal vez el problema está en el programador? » Analogías c o m o ésta n o s estimulan a enriquecer nuestra perspectiva sobre u n a generalización o u n juicio en concreto. que n o s aporte u n a nueva perspectiva sobre las implicaciones de esa generalización o ese juicio. C u a n d o se le cuelga a alguien la etiqueta d e «discapacitada para aprend e r » . podría ser «fragmentado hacia arriba» a la categoría de «consecuencias conductuales». «¿Cuál es la causa y c ó m o p u e d e ser corregida?». De nuevo. o bien que estimule u n a perspectiva c o m p l e t a m e n t e diferente respecto a ellas. creando de este m o d o u n a percepción nueva o enriquecida da la generalización expresada. Fragmenta lingüísticamente «hacia arriba» alguna de s u s palabras clave. etc. Fragmentar lateralmente (descubrir analogías) Condicionar Aprender Instinto Evolución Fragmentar hacia arriba nos lleva a reconsiderar las implicaciones de una generalización o de un juicio Practica tú m i s m o este proceso. «Gasto» pasaría a ser «consideraciones sobre el m o v i m i e n t o d e capital». ¿significa eso que también está de algún m o d o «discapacitada para adaptarse»? ¿Es t a m b i é n «incapaz de c o n d i c i o n a r » . entre los que se incluyen también el «condicionamiento». Clasificación superior Palabra clave Otros procesos u objetos en la misma categoría «Fracaso». «Adaptarse» ¿Discapacidad o más positivas que las que c o m p o r t a la expresión actual d e esa etiqueta. identificando alguna clasificación superior en la que dicha palabra encaje. la «evolución». «Aprender». Podemos decir.

Podría establecerse otra analogía parecida entre «gasto» y la «energía» requerida para el ejercicio físico o el crecimiento. El razonamiento deductivo c o m p o r t a formular predicciones acerca d e d e t e r m i n a d o objeto o f e n ó m e n o b a s á n d o n o s en su clasificación. El r a z o n a m i e n t o inductivo implica la clasificación d e objet o s o fenómenos particulares de a c u e r d o con s u s características c o m u n e s . Los h o m b r e s s o n h i e r b a . o b i e n que estimule u n a perspectiva c o m p l e t a m e n t e diferente respecto a ellas.88 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 89 U n a «discapacidad p a r a aprender» es análoga a \j defecto e n u n p r o g r a m a informático n ¿Dónde está el problema y cuál es su causa? «Fragmentar lateralmente» implica descubrir analogías susceptibles de estimular ideas y perspectivas nuevas Según el antropólogo y teórico de la comunicación Gregory Bateson. Bateson argumenta q u e razonar exclusivamente a través d e estas d o s m o d a l i d a d e s d e p e n s a m i e n t o p u e d e causar rigidez en el m o d o d e pensar. Esta modalidad d e p e n s a m i e n t o es esencial para «fragm e n t a r hacia arriba». Palabra clave n Otros procesos o . El p e n s a m i e n t o abductivo o metafórico c o n d u c e a u n a mayor creatividad y p u e d e . análogo al definido p o r la etiqueta. c o m o en el caso de la lógica del tipo «si-entonces». juicio o generalización negativos que utilizaste en el ejercicio anterior. La cría de cisne (o «palito feo») constituye u n ejemplo clásico de analogía p a r a u n a p e r s o n a « p o c o atractiva». percatarse de que todos los pájaros tienen p l u m a s . Éstas implican el establecimiento d e iso- . q u e sea u n a metáfora para ellos). Sócrates es u n h o m b r e . . modalidad del p e n s a m i e n t o distinta d e la «inductiva» y la «deductiva». Ejercicio: Busca isomorfismos Comparación entre procesos de pensamiento deductivo y abductivo La capacidad para «fragmentar lateralmente» y crear analogías constituye una habilidad fundamental para la construcción de metáforas terapéuticas. Jenomenos r Deductivo Los h o m b r e s m u e r e n . que lo condujo a las costas de América del Norte. La h i e r b a m u e r e . es decir. p o r ejemplo. Por ejemplo. u n a analogía a «fracaso» podría ser la incapacidad de Cristóbal Colón para establecer u n a ruta comercial a Oriente. El r a z o n a m i e n t o abductivo implica buscar las similitudes entre objetos y fenómenos. Sócrates m o r i r á . «Fragmenta lateralmente» e n busca d e algún otro proceso o fenómeno. Gregory Bateson esclareció la diferencia entre la lógica deductiva y el p e n s a m i e n t o abductivo c o n t r a s t a n d o los siguientes razonamientos: Según Bateson. Vuelve a tomar la misma etiqueta. las modalidades inductiva y deductiva se centran más en los objetos y las categorías q u e en la estructura y la relación. Practica tú m i s m o este proceso. juicio o generalización. Abductivo Los h o m b r e s m u e r e n . Y así sucesivamente. en realidad. La d e d u c c i ó n implica «fragmentar hacia abajo». llevarnos a descubrir verdades m á s profundas acerca d e la realidad. pero que tenga implicaciones m á s ricas o más positivas que las que comporta la expresión actual de esa etiqueta. «fragmentar lateralmente» para descubrir analogías constituye u n a de las funciones del pensamiento ábduclivo. «fragmentar lateralmente». es análoga a . el juicio o la evaluación (es decir. .

B y C están atentos a los elementos significativos de la situación o el problema de A. Distintas «puntuaciones» de nuestra percepción del mundo nos permiten crear diferentes significados de una misma experiencia. hacia abajo y lateralmente) proporcionan un poderoso conjunto de herramientas lingüísticas con las que enriquecer. estaciones. como afirmaciones o c o m o exclamaciones. El ejercicio siguiente te ayudará a desarrollar y aplicar tus habilidades de pensamiento lateral: En grupos de tres personas. A. B y C: 1. Me dijo que podía conducir con seguridad mirando s ó l o al retrovisor siempre que la carretera delante de mí fuera exactamente la misma que la que dejaba atrás». pe duda debido a los problemas experimentados e n relaci nes anteriores. 2. por ejemplo. puntuamos las palabras de varias formas diferentes: como preguntas. relaciones y procesos contextualmente significativos en la situación o el problema de A B los expresa verbalmente a A para comprobar su exactitud. reencuadrar y «re-puntuar» nuestros mapas del mundo. Cambiar de papeles hasta que todos hayan estado en el de A. En PNL. 5. el término «puntuación» se utiliza para referirse al m o d o en que el individuo fragmente una experiencia en unidades de percepción significativas.90 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación Por ejemplo: «Mi abuelo me enseñó a conducir. El diccionario define puntuar como «poner en la escritura los signos ortográficos necesarios para distinguir el valor prosódico de las palabras y el sentido de las oraciones y de cada uno de sus miembros».) Cuentos populares Ciencia ficción Deportes Puntuación y repuntuación Las diversas formas de fragmentar (hacia arriba. En el lenguaje hablado. Las comas. Pero observa lo que sucede cuando se puntúan c o m o sigue: . los signos de exclamación o interrogación nos permiten comprender el significado implícito. plantas. morfismos o paralelismos entre l o s personajes y los sucesos del relato y la situación personal de quien lo escucha. para los que le gustaría obtener algún consejo Por ejemplo. B y C pueden utilizar las siguientes fuentes de inspiración Fantasía Temas universales Experiencias de la vida en general Experiencias de la vida personal Naturaleza (animales. A desearía tener una nueva relación. personajes. a Tomemos como ejemplo las siguientes palabras: lo que es es lo que no es no es no es así así es A primera vista no parecen más que un parloteo carente de mido. etc. B y C hablan entre sí para ponerse de acuerdo sobre los elementos. con el objetivo de ayudarlo a encontrar nuevas perspectivas y activar recursos. Esta clase de puntuación cognitiva funciona de forma análoga al modo en que I puntuación lingüistica opera en el lenguaje hablado y escrito. A habla a B y C de un problema o de una situación p sentes. por ejemplo: «La atención de A sobre el pasado le impide avanzar e n su vida». B y C trabajan juntos para presentar una metáfora a A. En la organización de nuestra experiencia ocurre algo parecido. 3. geología. 4. geo grafía.

u n realista y u n crítico. El poder de la palabra trata. creencias y expectativas: Crítico: Los beneficios h a n caído el trimestre pasado. no es. d ó n d e c e n t r a m o s la atención. deprimirse. d e t e r m i n a n d ó n d e colocar los interrogantes. La p u n t u a c i ó n . considerar u n acontecimiento e n términos de s u s implicaciones «a largo plazo». No es así. sobre la base de sus respectivos valores. Lo que no es. lo que no es. la percepción del tiempo y los canales representacionales. u n a información c o m o : «Los beneficios h a n caído el trimestre pasado». las organiza y las «enmarca» de m o d o q u e nuestra percepción de ellas cambia. ¡Eso es terrible! ¡Estamos a r r u i n a d o s (signo d e exclamación)! Realista: Los beneficios h a n caído el trimestre p a s a d o . etc. Estas palabras podrían ser puntuadas también de m o d o distinto. es lo que no es. o matarse unas a otras p o r el c o n t e n i d o d e su experiencia ni p o r s u s respectivos mapas del m u n d o . W W W. Lo que. es. Tomemos. El contenido d e nuestra experiencia es c o m o la primera de estas series de palabras. Así. Nuestra p u n t u a c i ó n mental influye sobre qué percepciones a g r u p a m o s . en gran medida. q u é tipo de relaciones v a m o s a percibir. Así es. I N T E R C A M B I O S V I R T U A L E S . ¿No es así? ¡Así es! Parece q u e de repente cobran cierto sentido. Por ejemplo. no es.02 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 93 Lo que es. Procesos cognitivos c o m o la fragmentación. He aquí c ó m o puntuarían esos m i s m o s datos u n soñador. del m o d o en que el lenguaje nos lleva a p u n t u a r y r e p u n t u a r n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . ¿qué p o d r í a m o s hacer para esforzarnos más (interrogante)? Soñador: Los beneficios han caído el trimestre pasado. le conferirá u n significado c o m p l e t a m e n t e distinto a considerarlo en relación con el «pasado inmediato». Es. Las personas n o suelen discutir. p u e s confieren distintos significados a ese c o n t e n i d o . N o es más que un tropezón en el c a m i n o ( p u n t o y coma). situada a u n nivel distinto al d e las propias palabras. No es. p o r ejemplo. así es. lo p e o r ya ha pasado. sino más bien p o r el lugar d o n d e colocan los signos de exclamación y los interrogantes. Ver u n detalle en relación con la «gran imagen» es m u y diferente a verlo en relación con otros delalles. así c o m o del m o d o en que estas p u n t u a c i o n e s le dan sentido a nuestra experiencia. Es relativamente neutral e incluso está vacío de cualquier significado real. las c o m a s y los p u n t o s mentales y emocionales. es. los signos de admiración. Ya h e m o s atravesado m o m e n t o s difíciles e n otras ocasiones ( c o m a ) . A partir d e a q u í las cosas mejorarán. O R G . no es. Compara la puntuación anterior con los siguientes ejemplos: Lo que es.

4 Valores y criterios .

«significado». d e p e n diendo d e c ó m o sean s u s respectivos m a p a s internos.La estructura del significado El significado está relacionado con la intención o el sentido de u n mensaje o u n a experiencia. q u e significa «tener en m e n t e » . En otras culturas. es decir. Desde la perspectiva d e la PNL. Un m i s m o incidente o u n a misma experiencia en el m u n d o externo cobrarán significados distintos en i n d i v i d u o s diferentes o en culturas distintas. c o m o los q u e El poder de la palabra representa. p o r ejemplo. significamos o representamos los datos empíricos. c ó m o c o n s t r u i m o s a partir d e ellos u n «sentido». Así p u e s . el significado es u n a función de la relación entre «mapa y territorio». p u e d e ser visto c o m o u n «éxito» para algunos. equivalente a su vez del alemán antiguo meinen. p o r ejemplo. c ó m o interpretamos esos datos y les d a m o s u n significado i n t e r n o en n u e s t r o s m a p a s mentales del m u n d o . en cambio. n o tiene m o d a les o es grosera. Los modelos y procesos d e PNL. En u n a cultura árabe. fueron desarrollados con el objetivo d e explorar y descubrir «cómo» simbolizamos. El equivalente inglés para «significado» es meaning. pero también c o m o u n «riesgo» o u n a «carga» p o r otros. Tener mucho dinero. meaning. Diferentes m a p a s del m u n d o producirán significados i n t e r n o s distintos p a r a u n mismo territorio d e experiencia. eructar significa «gracias por la excelente comida». se refiere a las representaciones o experiencias internas asociadas c o n estímulos y acontecimientos externos. del inglés hablado entre los siglos xn y xiv menen (inglés antiguo maman). eso gnificaría q u e la persona se siente indispuesta. S1 Todos los animales tienen la capacidad d e crear códigos y .

la cantidad de movimiento. Ésta es la razón que hace que los procesos de PNL de enmarcar y reencuadrar sean herramientas con tanto poder para la transformación del significado de una situación o experiencia. decidieron mostrar determinación. con toda probabilidad. El significado es la consecuencia natural de nuestra interpretación de la experiencia. que también comenzaban a andar escasos de suministros. cierta clase de marco que influirá sobre el modo en que serán interpretadas. El medio o canal a través del que se recibe o se percibe un mensaje o una experiencia. (las cualidades de «submodalidad»). los mensajes transmitidos. Así pues. Percibir una situación desde un «marco-problema». que un contacto físico o que un olor. que nos indican c ó m o interpretarlos para darles el significado adecuado. Una palabra hablada suscitará distinta clase de significado que un símbolo visual. Las mismas palabras pronunciadas con entonación y énfasis distintos tendrán significados muy diferentes. Un mapa limitado de la experiencia producirá. el tono. tanto la percepción del contexto c o m o los indicios contextúales constituyen un aspecto importante de la capacidad de extraer sentido de un mensaje o un acontecimiento. asimismo. así como de dar significado a su experiencia a partir de esos mapas. alterar estas representaciones internas puede alterar también el significado que esa experiencia vaya a tener para nosotros. Una misma comunicación o conducta tendrá diferentes significados en contextos distintos. que si lo vemos tendido en medio del callejón que hay detrás de ese mismo teatro. A medida que el asedio se prolongaba. La PNL subraya la importancia de explorar diferentes perspectivas y niveles de experiencia.98 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 99 mapas del mundo. Los metamensajes no verbales son como guías y marcadores de. etc. acontecimientos. interpretaron que los del castillo tenían tanta comida que podían permitirse «uzar parte de ella a sus atacantes para desafiarles. sea cual fuere la intención del comunicador. Responderemos de forma diferente si vemos a alguien apuñalado o acribillado a balazos en la ficción de un escenario. Las representaciones sensoriales constituyen la «estructura profunda» de nuestro lenguaje. Colocaron en un cesto los pocos alimentos que les quedaban y los catapultaron sobre sus asaltantes. muy realista. la intensidad. vieron caer sobre ellos aquellos alimentos. un significado igualmente limitado. Los marcos mentales que colocamos en torno a nuestra percepción de una situación. Cambiar el color. Con él ánimo de no rendirse. el significado de toda comunicación consiste en la respuesta que suscita en él. Así pues. de las representaciones internas alterará también el significado y el impacto de determinada experiencia. centrará nuestra atención en determinados aspectos de esa situación y nos llevará a atribuir significados a los. la comida comenzaba a escasear entre los sitiados. de un suceso o de un mensaje sirven a m o d o de contexto generado en nuestro interior para nuestra experiencia. constituye otra fuente de influencia sobre el significado. Sentir el «éxito» es una experiencia distinta a visualizarlo o a hablar de él. el modo en que cada cual extraerá sentido de una comunicación está en gran medida determinado por los paramensajes y metttmenstíjes que acompañen a esa comunicación. Para sorpres u . Cuando éstos. por ejemplo. Por ejemplo. de un castillo medieval que estaba bajo el asedio de un ejército extranjero. Las presuposiciones acerca de la intención tras determinado comportamiento o determinada comunicación crean. Veamos un ejemplo. Habida cuenta de que el significado es una función de nuestras representaciones internas de la experiencia. para crear así la posibilidad de descubrir distintos significados potenciales en relación con determinada situación o experiencia. El teórico del medio Marshall McLuhan asegura que el medio por el que el mensaje es transmitido tiene más importancia sobre c ó m o s e recibe y se interpreta éste que el propio mensaje por sí mismo. es muy diferente decir «¿No?» que decir «No» o que decir «¡No!» Uno de los principios fundamentales de la PNL consiste en que para el receptor. Qué significado extraemos y cómo lo extraemos está en función de la riqueza y la flexibilidad de nuestras representaciones internas del mundo. En significado está asimismo muy influido por el contexto. distintos a si percibimos la misma situación desde un «marco-objetivo» o desde un «marco-realimentación- en-vez-de-fracaso».

crecimiento. Los valores d e la persona t a m b i é n moldearán el m o d o en el que «puntuará» o atribuirá significado a su propia percepción de h u a c i ó n concreta. el significado es p r o d u c t o de n u e s t r o s valores y n u e s t r a s creencias. a b a n d o n a r o n precipitadam e n t e el asedio. En su origen. Esta persona buscará objetivos distintos a los de otra cuyo valor sea. Está relacionado c o n la pregunta «¿Por qué?» Los mensajes. Quien se fije el objetivo de «aumentar los beneficios». Habida cuenta d e lo asociados que están a los conceptos de valía. d e t e r m i n a n en gran m e d i d a el significado q u e o t o r g a m o s a esos a c o n t e c i m i e n t o s . con u n salario garantizado y u n a s funciones bien definidas. el t é r m i n o «valor» se refería a «la valía de algo». Bajo la influencia de filósofos c o m o Friederich Nietzsche. C u a n d o nuestros valores se ven satisfechos o correspondidos. «¿qué te mueve a la acción. m . la «flexibilidad». ¿qué es lo que te motiva?». supervivencia. en efecto. la persona que se sienta motivada p o r la «estabilidad» c o m o valor. p o r ejemplo. sentimos satisfacción. a r m o n í a o sintonía. lo m á s probable es q u e la persona cuyo objetivo consista en «crear u n e q u i p o eficaz». Q u i e n valore la flexibilidad. Los patrones de El poder de la palabra o p e r a n c a m b i a n d o el significado de los acontecim i e n t o s y las experiencias.) Las creencias relacionadas con causa-y-efecto. sobre todo en términos del sentido e c o n ó m i c o de interc a m b i o comercial. cualidades o entidades que resultan intrínsecamente valiosos o deseables». Ello d e t e r m i n a qué clase de estrategias e n t a l e s seleccionará para a b o r d a r esa situación. Valores y motivación Según el diccionario Webster's. F u n d a m e n t a l m e n t e . en cambio. Alterar las creencias y los valores p u e d e c a m b i a r de i n m e d i a t o el significad o de n u e s t r a s experiencias vitales. Los objetivos que nos fijamos son. e n n a s sa d e los sitiados. Por ejemplo. considera por un m o m e n t o c ó m o responderías a las siguientes preguntas: «En líneas generales. «¿qué es lo más importante para ti?». Q u i e n valore la estabilidad se contentará c o n u n empleo de 9 a 5. descorazonadas p o r su propia interpretación del mensaje. qué te saca d e la cama por la mañana?» Entre las respuestas posibles podrían contarse: Éxito Elogio Reconocimiento Responsabilidad Placer Amor y aceptación Logro Creatividad Valores c o m o éstos influyen e n y dirigen fuertemente los o b jetivos que n o s fijamos y las opciones q u e elegimos. solemos sentirnos insatisfechos. sentido y deseo. De forma parecida. etc. se marcará objetivos relacionados con la satisfacción de este valor en su vida personal o profesional. el uso del t é r m i n o se amplió en el siglo xix hasta incluir u n a interpretación más filosófica. probablemente lo hará p o r q u e trata de satisfacer el valor d e «éxito financiero». a c o n t e c i m i e n t o s y experiencias que e n c o n t r a m o s m á s «significativos» s o n aquellos que están más c o n e c t a d o s con n u e s t r o s valores fundamentales (seguridad. los valores son «principios. i n c o n g r u e n t e s o violentados. j u n t o c o n la c o n e x i ó n entre los acontecimientos percibidos y n u e s t r o s valores. C u a n d o sucede lo contrario. la expresión tangible de nuestros valores. tratará d e encontrar un e m p l e o que implique variedad de funciones y de h o rario. así c o m o . la m u e v a el valor de «trabajar con otras personas». Estos filósofos acuñaron el t é r m i n o axíologia (del griego axios o «valioso») para referirse al estudio de los valores. las tropas asaltantes.100 EL PODIÍR DE LA PALABRA valores y criterios A m o d o d e exploración d e tus p r o p i o s valores. p o r m e d i o de la actualización o del c a m b i o de los valores y las creencias asociados a esos acontecimientos. los valores constituyen en la vida del ser h u m a n o u n a fuente primaria de motivación.

que significa «juez o arbitro». Los criterios. Valores y criterios básicos son a menudo expresados con palabras tales c o m o «éxito». «integridad». No es raro ver a dos personas proclamando los mismos valores y actuando de forma diferente e n situaciones similares. los valores son parecidos a lo que en PNL denominamos criterios fundamentales. Ello se debe a que. evaluará esa misma situación o actividad por las oportunidades de recreo o juego que pueda proporcionar. a menudo. Así pues. Aplicar en cambio el criterio de «capacidad de adaptación» llevará a otra clase de juicios y conclusiones sobre ese mismo producto. a pesar de que las personas compartan valores parecidos (como «éxito». etc. etc. Nuestros criterios definen y moldean la clase de estados deseados que buscaremos. al mismo tiempo que criterios ba- . Desde esta perspectiva.102 El. Podemos tener criterios medioambientales. una organización o una familia. cuestiones relacionadas con las diferencias entre criterios y valores. los valores son a menudo equiparados con lo que se conoce como «criterios». lo están con los estándares y las pruebas que aplicaremos para tomar decisiones y formular juicios. por el contrario. «casa». pueden diferir substancialmente. Los valores están relacionados con lo que queremos o deseamos. e Criterios y juicios En PNL. El contacto entre culturas. aplicar el criterio de «estabilidad» a un producto. Esta realidad suele ser causa tanto de conflicto c o m o de diversidad creativa. Los valores y los criterios fundamentales constituyen ejemplos clásicos de experiencia «subjetiva». las fusiones entre organizaciones y las transiciones n la vida de las personas plantean. también suele ocurrir que las personas actúen desde valores distintos. Esta clase de palabras. esa misma organización o esa misma familia. en contraste con los «datos» y las acciones observables. Quien valore en cambio la «diversión». Por supuesto. supresión y distorsión. que representan la «objetividad». Ello hace que sean mucho más susceptibles de sufrir los procesos de generalización. «correr». «amor». los valores constituyen la base de la motivación y de la persuasión. Los criterios pueden ser aplicados a cualquier clase de niveles de experiencia. suele ser notablemente «resbaladiza». actuar de forma m u y diferente e n situaciones parecidas. Reconocer que las personas tienen diferentes valores y criterios es fundamental para la resolución de conflictos y el manejo de la diversidad. El término proviene de la palabra griega krites. en cambio. Uno de los retos en la definición. mientras que otras aspiran a «crecimiento» y «autodesarrollo». y determinan las pruebas que utilizaremos para evaluar nuestro éxito y nuestro progreso en relación con estos estados deseados. «seguridad». Quien valore la «seguridad». esos objetivos se vuelven m u c h o más incitadores. Por ejemplo. conductuales e intelectuales. debate. las acciones que realizará en ella. conducirá a determinados juicios y conclusiones. Dos personas pueden afirmar que poseen los mismos valores y. o incluso conversación sobre valores y criterios. sin embargo. y ello debido a la enorme diferencia entre sus respectivas definiciones subjetivas de esos mismos valores. Cuando conseguimos conectar nuestros planes y objetivos futuros con nuestros valores y criterios fundamentales. sus respectivas evidencias requeridas para determinar si esos criterios están siendo satisfechos o. Todos los patrones de El poder de la palabra giran en torno a una utilización del lenguaje destinada a vincular diversos aspectos de nuestra experiencia y nuestros mapas del mundo c o n nuestros valores fundamentales. aunque ambos conceptos no sean del todo sinónimos. «armonía» o «respeto»). conocidas en PNL c o m o nominalizaciones. sados en emociones. PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 103 última instancia. estará constantemente evaluando la situación o la actividad para detectar cualquier «peligro» potencial. consiste en que el lenguaje utilizado para expresarlos sea a menudo muy general y muy poco «basado-en-los-sentidos». enseñanza. Como etiquetas. Puede que una persona o un grupo busquen «estabilidad» y «seguridad». «sentarse». actuando a m o d o de poderoso filtro de percepción. vulnerados. tienden a estar mucho más alejadas de cualquier experiencia sensorial específica que otras como «silla». por ejemplo.

3. 2. De este m o d o . . Criterio 1-»> Reencuadre 1 Reencuadre 2 Criterio 2 Criterio 1 Reencuadre l Reencuadre 2 Criterio 2 Encadenar criterios es u n a m o d a l i d a d d e «fragmentación lateral» orientada a la u n i ó n d e valores a p a r e n t e m e n t e contradictorios. en «la confianza de formar parte de un g r u p o » . « E n c a d e n a n d o » criterios y valores por m e d i o d e su redefinición. F r a g m e n t a n d o hacia arriba para identificar y utilizar «jerarquías» d e valores y criterios. el t é r m i n o «globalización» p u e d e ser fácilmente r e e n c u a d r a d o c o m o «trabajar j u n t o con personas diversas». consiste en «fragmentar hacia abajo» los valores y las afirmaciones para convertirlos en expresiones m á s específicas o. Anota dos criterios a p a r e n t e m e n t e opuestos en los espacios titulados Criterio 1 y Criterio 2. tal vez el valor fundamental sea la «seguridad». sin embargo. U n m o d o de tratar con los conflictos percibidos entre valores consiste en utilizar el p a t r ó n d e redefinición de El poder de la palabra para crear u n vínculo o «cadena» que u n a estos criterios divergentes. O t r a posibilidad p a r a evitar o resolver las limitaciones y los conflictos p o t e n c i a l e s . «trabajar j u n t o con personas diversas» y «formar parte de un grupo» s o n conceptos parecidos. susceptibles d e surgir del lenguaje utilizado para expresar valores. Para algunas d e las personas de esa empresa. l o q u e es lo m i s m o . trar recncuadres q u e «encadenen» los d o s criterios iniciales d e forma que éstos p u e d a n ya ser compatibles. Reencuádralos luego utilizando palabras o frases compatibles c o n esos criterios. «Seguridad». Si n o son atendidas d e la forma adecuada. p o r ejemplo. e n equivalencias de criterio. pero q u e p r o p o r c i o n e n u n a perspectiva distinta. PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 105 Los principios y patrones de El poder de la palabra p u e d e n ser utilizados d e varios m o d o s para ayudar a resolver cuestiones y problemas relacionados con los valores y los criterios: 1. p u e d e tener la «globalización» c o m o valor fundamental. Prueba a hacerlo tú m i s m o utilizando los espacios habilitados más abajo. En m u c h o s aspectos.104 El. Por ejemplo: Profesionalidad > integridad personal Criterio 1 Reencuadre 1 Autoexpresión Reencuadre 2 < Libertad Criterio2 Procura ahora e n c o n t r a r reencuadres que a y u d e n a encadenar los dos criterios siguientes: Atención al cliente Criterio 1 ~*— A u m e n t o d e beneficios Criterio 2 Redefinir valores y criterios para encadenarlos Se presentan a m e n u d o situaciones en las que parece que haya diferencias entre los valores o criterios fundamentales d e personas o grupos. Trata de encon- Reencuadre l Reencuadre 2 Escribe ahora t u s p r o p i o s ejemplos de Criterio 1 y Criterio 2 en los espacios habilitados y busca reencuadres simples q u e ayuden a establecer el vínculo entre a m b o s . U n a empresa. F r a g m e n t a n d o hacia abajo para definir «equivalencias de criterio». Por ejemplo. esta clase d e diferencias a p a r e n t e m e n t e fundamentales p u e d e n generar conflictos y disensiones. estos sencillos reencuadres verbales consiguen superar el abismo entre dos criterios que parecían incompatibles.

¿Qué fue lo que te estimuló a desear adquirir ese producto? ¿El color. p r u e b a lo siguiente: 1. y j u e g a n a m e n u d o u n papel significativo en las estrategias d e motivación d e las personas. m a n tenemos o nos representamos la «estructura más profunda» de n u e s t r o s valores de forma n o lingüística bajo el aspecto d e imá- . La persuasión eficaz. Considera el m o d o en q u e tus percepciones sensoriales influyen sobre tu grado d e motivación. Las equivalencias de criterio s o n el resultado de los procedimientos de prueba. las palabras. p o r ejemplo. algún anuncio en la televisión q u e te haya hecho apetecer la posesión del p r o d u c t o a n u n c i a d o . Definir equivalencias d e criterio implica preguntar: « ¿ C ó m o p o d e m o s saber si d e t e r m i n a d a c o n d u c t a o consecuencia cumple c o n d e t e r m i n a d o criterio o valor?» E n el ámbito personal. Piensa en algún valor o criterio que sea i m p o r t a n t e para ti satisfacer (calidad. más palabras. singularidad. exitosos. o necesitarás p o r el contrario verificación externa ( p o r ejemplo. Establecer criterios y equivalencias d e criterio constituye asimismo u n aspecto i m p o r t a n t e para la construcción de equipos. Las personas suelen diferir en c u a n t o a s u s canales sensoriales. deseables. ¿Sucede eso c u a n d o añades m á s color.106 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 107 Fragmentar hacia ahajo para «equivalencias de criterio» definir genes. el tono d e la voz. Explóralo tú m i s m o c o n el ejercicio siguiente: 1. Imagina que ya has alcanzado u n objetivo o u n resultado q u e se c o r r e s p o n d e con los criterios que acabas d e definir. 2.) 2. q u e sentirás? ¿Sabes si se basa exclusivamente en tu propia evaluación. p o r ejemplo. palabras y sensaciones internas. y q u e ya los estás disfrutando. Las «equivalencias de criterio» están relacionadas con las experiencias y las n o r m a s que las personas utilizan para evaluar su éxito en la satisfacción de d e t e r m i n a d o s criterios. m á s sonido. que oirás. su nivel d e detalle y las perspectivas que utilizan para evaluar su éxito en la satisfacción de s u s criterios. para la creación y el m a n t e n i m i e n t o d e u n a cultura organizacional y para la planificación estratégica. Los valores y los criterios suelen ser de carácter m u y general. más brillo. U n procedimiento de prueba une el porqué (los criterios y los valores) con el cómo (las observaciones y las estrategias utilizadas para tratar de satisfacer los criterios). abstracto y ambiguo. implica la capacidad para identificar y satisfacer los criterios fundamentales d e la otra persona. salud. ¿Cómo p o d r á s saber. El tipo d e evidencia sensorial. etc. igualando para ello su equivalencia de criterio. etc. la música. Las equivalencias de criterio son las d e m o s t r a c i o n e s u observaciones sensoriales o conductuales específicas utilizadas para saber si u n criterio está o n o siendo satisfecho. la luz. d e forma específica. que has conseguido satisfacer ese valor o criterio? ¿Es algo q u e verás. Ajusta las cualidades sensoriales d e tu experiencia interna de m o d o que se haga más motivadora y atractiva. de otra persona o d e u n a m e d i c i ó n objetiva)? Las percepciones sensoriales q u e conforman nuestras equivalencias de criterio influyen en gran medida en el m o d o en que pensamos y sentimos acerca d e algo. Recuerda. Los «criterios» están relacionados con objetivos y valores. el movimiento? Estas características particulares se c o n o c e n en P N L con el n o m bre de «submodalidades». más movimiento? ¿Qué pasa c u a n d o alejas o acercas la imagen? ¿Qué sucede si subes o bajas el volum e n de los sonidos y las palabras? ¿Qué experimentas c u a n d o aceleras o retardas el movimiento? Identifica qué cualidades te hacen sentir mejor esa experiencia. sonidos. u n p r o d u c t o o u n a situación determinará en gran m e d i d a si éstos serán juzgados c o m o interesantes. que u n a persona utiliza para evaluar u n a idea. creatividad. o d e equivalencia d e criterio. «Equivalencia d e criterio» es el t é r m i n o que utiliza la PNL para describir las evidencias específicas y observables q u e las personas utilizan para decidir si d e t e r m i n a d o criterio ha sido o n o satisfecho. Pueden presentar formas y aspectos m u y diversos. Para explorar algunas de tus equivalencias d e criterio.

de cómo se desestabiliza y q u é es lo q u e hace q u e un mapa sea o n o eficaz. Se trata esencialmente d e la estrategia por la que distinguimos la «fantasía» de la «realidad». d e qué es lo que mantiene esa realidad o ese m a p a de forma estable. tus submodalidades. sensaciones y sonidos internos. n o fue más que un s u e ñ o o u n a fantasía. para quienes utilicen una voz interior que les diga «¡Tú puedes!». En m u c h o s aspectos. Dispones de una «estrategia de realidad» que te permite distinguir entre las dos experiencias. Tengo que conseguir que sea consistente con las cualidades requeridas para tus imágenes. Por ejemplo. en realidad. Identificando tu propia estrategia de realidad podrás determinar con precisión cómo necesitas representarte u n cambio d e c o m p o r t a m i e n t o para que te convenzas d e q u e se trata d e algo q u e p u e d e s conseguir. Desde la perspectiva de la PNL. porque nuestro cerebro nunca conoce realmente la diferencia entre la experiencia vivida y la imaginada. Considera el siguiente ejemplo de averiguación d e la estrategia de realidad de una persona a partir de su n o m b r e : u . necesitamos disponer d e alguna estrategia que nos confirme que la información recibida p o r los sentidos supera determinadas verificaciones que la imaginada n o puede superar. codificada con mayor precisión si la experiencia es real q u e si es imaginada. en efecto. Contrasta tu experiencia imaginada c o n tu experiencia real y c o m p r u e b a tus representaciones internas. o hacer que u n a cosa parezca real para ti. los s o n i d o s y las sensaciones cinestésicas de a m b a s experiencias diferirán p r o b a b l e m e n t e de algún m o d o . lo planteam o s en nuestra m e n t e pero n u n c a lo llegamos a expresar. Contrasta a m b a s experiencias en tu mente. Luego piensa en algo q u e sí hiciste. Así pues. Lo cierto es q u e . esa misma estrategia n o funcionará. deberé a s e g u r a r m e d e que el resultado encaje contigo c o m o persona. ir d e c o m p r a s . Las estrategias de realidad son el adhesivo q u e m a n t i e n e u n i d o s nuestros m a p a s del mundo. tendré que hacerlo d e tal m o d o que encaje con tu propia estrategia de realidad. Tanto el sistema o las estrategias de la realidad q u e creamos. Incluso muchos n o están del todo seguros de si alguna experiencia fuerte de su infancia fue real o imaginada. No existen partes específicas del cerebro que hayan sido diseñadas para la «fantasía» o para la «realidad». ¿Están situadas en el m i s m o lugar dej tu campo de visión? ¿Es u n a más clara q u e la otra? ¿Es u n a de ellas u n a película y la otra u n a i m a g e n fija? ¿ Q u é h a y d e las cualidades o sensaciones asociadas con cada u n a de ellas? La calidad d e la información percibida por los sentidos está. expresadas en n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . Otra experiencia corriente del m i s m o fenómeno sucede c u a n d o estamos absolutamente seguros de haberle dicho algo a alguien. A quienes usen esta estrategia de forma natural les funcionará de maravilla. pero las cualidades de tus imágenes internas. Debido a ello. ¿ C ó m o d e t e r m i n a s q u e n o hiciste lo u n o e hiciste lo otro? Puede q u e la diferencia sea sutil. Si deseo convencerte de algo. para representar ambas experiencias. es decir. Muchas personas tratan de cambiar o «reprogramarse» visualizándose a sí mismas en posesión del éxito. constituyen el m o d o en q u e «sabemos» q u e algo es lo M e es. las mismas células del cerebro. Prueba u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o . si quiero ayudarte de algún modo a cambiar tu c o m p o r t a m i e n t o . h a n sido objeto d e la atención de la Programación Neurolingüística desde sus inicios. pero que en realidad n o hiciste. utilizamos. c o m o p o r ejemplo ir a trabajar o verte con u n amigo. pero esa persona lo niega en red o n d o y más tarde nos d a m o s cuenta de que. E s propio d e la infancia pretender que ha sucedido algo q u e . En cambio. Ahí reside la diferencia. la PNL consiste en el estudio del m o d o en que creamos nuestros propios m a p a s d e la realidad. como el m o d o en que ese sistema interactúa para formar nuestros mapas de la realidad.108 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 109 Estrategias de realidad Las equivalencias d e criterio están estrechamente relacionadas c o n la estrategia de realidad de la persona. de algún m o d o . a u n q u e d e s p u é s d e t o d o n o fuiste. nunca podemos estar seguros de dónde está la realidad. La PNL p r e s u p o n e la existencia de tres realidades distintas. Las estrategias de realidad involucran la secuencia de p r u e b a s mentales y los criterios i n t e r n o s q u e la p e r s o n a aplica p a r a evaluar si u n a experiencia o u n acontecimiento particulares son o n o «reales» o « h a n sucedid o en realidad». Piensa en algo que pudieras haber h e c h o ayer.

Al preguntarle si había algo más que pudiera hacer para desprenderse sin problemas de sus voces internas respondió: «Necesito algo a lo que agarrarme». resultaría interesante ver c ó m o se las arreglaba para seguir sabiendo su n o m b r e . Se le instruyó a tener agarrada u n a cuchara y m a n t e n e r d e este m o d o el contacto con la realidad de forma cinestésica. La persona «sabe» que Lucy es realm e n t e su n o m b r e p o r q u e dispone de múltiples sistemas de representación «cruzados». «Lucy» tiene u n s e n t i m i e n t o asociado c o n su n o m b r e . oigo u n a voz que m e dice: «Me llamo Lucy». q u e así es c o m o te h a n llamado «toda tu vida»? ¿Acaso oyes voces? L: Sí. Primero averiguó que tenía u n diálogo interior constante consigo m i s m o . Por ejemplo. un psicoanalista que estudiaba PNL se mostró m u y interesado por descubrir su estrategia d e realidad. Este ejemplo ilustra algunas características c o m u n e s c o m o «estrategia d e realidad». te cepillaste los dientes. . C o m o ejemplo. Asegúrate de q u e lo que podrías haber h e c h o pero n o hiciste sea algo que esté por completo d e n t r o de tu ámbito d e c o m p o r t a m i e n t o . e incluso asustado. pero n o te tomaste u n a taza de té (a pesar d e que te la podrías haber t o m a d o perfectamente). « u n sofá». Pero también está abriendo la puerta a nuevos descubrimientos y enseñanzas. estando ahí sentada. al entrar en u n a habitación comenzaba a decirse: «un cuadro». ¿ c ó m o sabrías q u e ése es tu n o m b r e ? L: Veo u n cartel ante mis ojos con la palabra «Lucy» escrita en él. ¿ c ó m o sabrías q u e el que lleva escrito «Lucy» es el tuyo? L: Es u n sentimiento. p o r q u e n u n c a lo hubieras h e c h o . ¿cómo p o d r í a s saber que te llamas Lucy? L: No podría saberlo. precisamente. P: ¿Y c ó m o sabes. a e Explora tu estrategia de realidad contrastando un recuerdo de algo sucedió ayer con algo que podría haber sucedido pero no sucedió. Mejor elige c o m o ejemplo algo q u e ya hayas h e c h o antes. se mostró reticente a hacerlo porque temía que iba a perder el contacto con la realidad. La única diferencia es que ayer. P: ¿Y c ó m o sabes que te llamas asi? L: Bueno. Por ejemplo. P: Y si vieras m u c h o s carteles c o n n o m b r e s distintos. P: Si n o tuvieras ésa voz q u e te dice que te llamas Lucy. p u d o expandir su estrategia de realidad y abrirse literalmente a una nueva forma «no verbal» de experimentar la realidad. Ejercicio de estrategia Parte I: de realidad a) Elige algo trivial que hayas h e c h o ayer. Al hacerlo. C u a n d o alguien comienza a llegar realmente a la raíz d e su estrategia de realidad p u e d e sentirse algo desorientado. c o m o cepillarte los dientes o tomarte u n a taza de té. Si este m i s m o ejercicio se lleva lo suficientemente lejos. hiciste «realmente» u n a de las dos cosas. j u n t o c o n algo que podrías haber h e c h o pero n o hiciste. En última instancia. «una chimenea». Si p u d i e r a hacer algo para librarse de ese sentimiento. tal como él la conocía. etc. P: Si n o pudieras ver ese cartel. la persona p u e d e llegar incluso a d u d a r d e algo tan básico c o m o su propio n o m b r e . Luego se percató de que etiquetaba verbalmente para sí m i s m o todas sus experiencias. así m e h a n llamado toda mi vida. o si estuviera tan borroso que n o pudieses leer el n o m b r e . Al preguntarle si podía silenciar aquella voz. No pienses en p o n e r manteca d e cacahuete a tu helado c u a n d o n o te gusta el helado con m a n t e c a de cacahuete.] 10 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 111 Pregunta: ¿ C ó m o te llamas? Lucy: Lucy.

debido a q u e n o se consideran i m portantes. etc. ¿ C ó m o sigues sabiendo que u n o sucedió y el otro n o ? C o n t i n ú a haciendo q u e el recuerdo d e lo q u e «no sucedió» realm e n t e se parezca cada vez m á s al d e lo q u e «sí sucedió». cuantos m á s sentidos estén involucrados en u n recuerdo. 9) Claves de acceso . Es m e n o s probable que percibamos c o m o «real» el recuerdo d e alguna posible acción que p u diéramos haber realizado si ésta n o es congruente con nuestras creencias sobre nosotros mismos. las experiencias manufacturadas eliminan detalles del contexto circundante. 8) «Meta» recuerdo — La persona tendrá a m e n u d o el recuerdo d e haber creado o m a n i p u l a d o la experiencia imaginaria. tal vez observes otras cosas..) 6) Contexto . p o r ejemplo. C u a n d o u n a imagen mental está asociada. colocando u n m a r c o a su alrededor. Quizás u n a sea u n a película y la otra u n a foto fija. (Eso comienza a s u p e r p o n e r s e con nuestra creencia de estrategias convincentes.En otras palabras. sobre la base d e que d i s p o n e m o s de c o m p o r t a m i e n t o s anteriores. habida cuenta del resto d e la información d e la que ya disponemos. 5) Probabilidad .U n a parte crucial de m u c h a s estrate- .El grado d e detalle en relación con el e n t o r n o o los antecedentes d e algún recuerdo constituyen otros indicadores de lo «real» que p u e d e o n o ser. 3) Submodalidades . nos parecerá m e n o s «real». las diferencias d e s u b m o d a l i d a d .La cualidad sensorial d e u n a experiencia interna constituye u n a d e las estrategias de realidad más c o m u n e s .112 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 113 b) Determina c ó m o conoces la diferencia entre lo que hiciste y lo que n o hiciste pero podrías haber h e c h o . haz que las cualidades sensoriales del h e c h o q u e n o sucedió se parezcan cada vez m á s a las del q u e sí sucedió. parece m á s «real». U n a vez que hayas c o n s t r u i d o esa imagen. La siguiente relación incluye algunos de los m e d i o s p o r los q u e las personas «saben» q u e algo ha sucedido «realmente»: 1) Tiempo — ¿ Q u é a c u d e a tu m e n t e en p r i m e r lugar? A men u d o d e t e r m i n a m o s que u n a experiencia es «real» porq u e se trata d e la primera asociación que h a c e m o s cuand o se n o s pide que p e n s e m o s e n ello.La probabilidad es u n a evaluación d e la posibilidad de q u e algo ocurra. toma cada u n a de las distinciones que descubras y aplícala al rec u e r d o de lo q u e «no sucedió» realmente. es intensa. 2) Implicación de múltiples sistemas de representación . sonidos. Tal vez u n a tenga m á s brillo y más color que la otra. 7) Congruencia — El grado en el q u e alguna experiencia encaja con nuestras creencias en relación con nuestros propios hábitos y valores influye también en nuestra percepción d e su «realidad». Estos procesos d e «meta» recuerdo p u e d e n ser e x p a n d i d o s e n s e ñ a n d o a la p e r s o n a implicada c ó m o «marcar» las experiencias internas que hayan sido fabricadas o m a n i p u l a d a s . Lo que se te ocurra primero será p o r lo general tu verificación más obvia de la realidad. Es decir. E n ocasiones percibimos algo c o m o n o «real» p o r q u e nos parece «improbable» o poco viable q u e haya o c u r r i d o . gustos y olores asociados con la experiencia. de t a m a ñ o real. P u e d e q u e tengas u n a imagen de lo u n o pero n o de lo otro. sensaciones. 4) Continuidad — La correspondencia d e u n recuerdo concreto (su «flujo lógico») c o n el recuerdo d e otros sucesos i n m e d i a t a m e n t e anteriores y posteriores al que estamos p r e s t a n d o nuestra atención. hay vistas. Si algo n o «encaja» con n u e s t r o s d e m á s recuerdos. Por lo general. hasta q u e n o encuentres ya diferencia alguna. más «real» nos parecerá. Para explorar capas cada vez m á s profundas de tu estrategia d e realidad. C o m p r u e b a . clara. A m e n u d o . p o r ejemplo.

generalización o creencia. El valor de conocer tu propia estrategia d e realidad reside en que podrás utilizarla para a c o m p a ñ a r en el futuro nuevas experiencias. ten cuidado c u a n d o comiences a cambiar las cualidades d e la experiencia q u e n o tuviste para re- presentarla c o m o la q u e sí tuviste. la incapacidad para distinguir lo imaginado de la «realidad» está considerada como u n o d e los síntomas d e la psicosis y de otros desórdenes mentales severos. enriquecer y reforzar la propia estrategia de realidad es u n a fuente importante para incrementar la propia salud mental. Crea u n a representación interna d e este acontecimiento. d e h a b e r sucedido. lo m á s adecuado y ecológico es detenerse u n rato. p u e d e n aprender a utilizarlos para distinguir la realidad d e la fantasía. trata de llegar a u n p u n t o en el q u e realmente d u d e s d e cuál d e las experiencias fue real. De h e c h o . «¿Es ésa r e a l m e n t e la única generalización a . h u b i e r a ejercido u n i m p a c to p o d e r o s a m e n t e positivo sobre tu vida. consiste en la fisiología asociada al recuerdo. quizás oigas u n a especie d e z u m b i d o o tal vez te sientas u n poco mareado. de m o d o q u e te parezcan ya «reales». p o r q u e t u s imágenes n o serán tan claras y probablemente estarán distorsionadas. La confusión acerca de la propia estrategia d e realidad puede conducir a u n a profunda incertidumbre. Descubrirás que resulta u n poco difícil determinar q u é es lo que sucedió por aquel entonces. C u a n d o s e aplica a las generalizaciones y creencias c o m o uno de los p a t r o n e s de El poder de la palabra. d ) Piensa ahora en algo que n o haya sucedido en tu infancia pero que. «creencias». Luego haz que las s u b m o d a l i d a d e s y d e m á s cualidades de esta fantasía encajen con las que utilizas en tu estrategia d e realidad. Ayuda a la p e r s o n a a r e c o n o c e r q u e s u s creencias s o n . La p e r s o n a queda e n t o n c e s liberada p a r a p r e g u n t a r : «¿Es eso r e a l m e n t e lo que quiero creer?». q u e queda n o r m a l m e n t e fuera del á m b i to de la conciencia d e las personas. De hecho. C u a n d o consideras algo q u e s u c e d i ó hace más d e 2 4 años. ¿Cómo cambia eso tu experiencia del pasado? Tanto en la Parte I c o m o en la II d e este ejercicio. sino en averiguar cuáles son tus verificadores para la realidad. el proceso d e decisión se vuelve a ú n más interesante. comprender. con los recuerdos lejanos s u c e d e a veces q u e las personas distinguen lo que ocurrió en realidad p o r q u e aparece más borroso q u e lo fabulado. También podrás servirte de ella para desarrollar u n sentido más fuerte d e tu propio p u n t o d e vista y a u m e n t a r la claridad d e tus propios pensamientos y experiencias. Personas c o m o Leonardo da Vinci. la e x p l o r a c i ó n de las estrategias d e realidad sirve para a y u d a r a fragmentar hacia abajo y d e s c u b r i r las r e p r e s e n t a c i o n e s y p r e s u p o s i c i o n e s (a m e n u d o i n c o n s c i e n t e s ) s o b r e las q u e h e m o s c o n s t r u i d o d e t e r m i nada creencia o generalización. E n estos casos. Recuerda que tu o b jetivo es averiguar cuál es tu estrategia de realidad. haciéndolas encajar con s u s respectivas estrategias de realidad. A u n q u e las personas n o sean normalm e n t e conscientes de estos indicadores sutiles. mientras que las fantasías lo están d e u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y hacia la derecha. las convertían en realidades. El objeto del ejercicio n o consiste en confundir t u s estrategias d e realidad. Sin embargo. lo cual puede a u m e n t a r de i n m e d i a t o las opciones d i s p o n i b l e s y servir m o d o d e «meta marco» e n t o r n o a la creencia. e n o p o s i c i ó n a «realidades». en efecto.114 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 115 gias de realidad. Si el proceso empieza a sobrecogerte (lo que a veces p u e d e suceder). y cambiaste tu percepción d e la realidad sobre ello. Ello p u e d e a y u d a r a reafirmar o bien a c u e s t i o n a r la validez d e ese j u i c i o . Los recuerdos van a c o m p a ñ a d o s por lo general de u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y hacia la izquierda (para diestros). En la Parte 1 tomaste algo ocurrido m e n o s de 2 4 horas antes. Parte II: c) Elige dos cosas que hayan sucedido d u r a n t e tu infancia y d e t e r m i n a c ó m o sabes q u e fueron reales. Por consiguiente. Nicolás Tesla o Wolfgang Mozart creaban fantasías en s u s m e n t e s y. n o desbaratarla.

Sin embargo. a pesar de todo? (Contraejemplo) Por ejemplo: «Entraría si realmente no hubiera otra opción y lo necesitara con urgencia». en esencia. «emocionante» o «divertido». La jerarquía de criterios de una persona o de un grup o es. ¿Qué te haría volver a dejar de hacerlo? (Contraejemplo C). Criterio superior = «Solucionar una crisis». observa qué criterios van surgiendo. 4. excitante o divertido si con ello comprendieras que estabas siendo irresponsable con tu familia (Contraejemplo A). ¿Qué podría ocurrir para que lo hicieras. Para hacerte una idea de tu propia jerarquía de criterios mediante la búsqueda de contraejemplos. Como este ejemplo ilustra. porque va contra las normas». Las jerarquías de valores y criterios están relacionadas con el grado de importancia o significado que cada cual atribuye a diferentes acciones y experiencias. la negociación y la comunicación. «emoción» o «diversión». 2. Estará dispuesta a sacrificar la salud y el bienestar físico con tal de «salir adelante» financieramente. Criterio = «Seguir las normas». Esta persona tenderá a poner su salud «delante». fundamentalmente. el orden de prioridades que aplicarán a la hora de decidir c ó m o actuar frente a determinada situación. que son. también podría suceder que volvieras Fragmentar hacia arriba para identificar y jerarquías de valores y criterios utilizar También es posible fragmentar valores y criterios hacia arriba con el objetivo de identificar sus niveles más profundos. ¿Qué te haría reanudar de nuevo esa acción. Clarificar las jerarquías de valores de las personas es importante para el éxito en la mediación. Uno de las formas más útiles para dilucidar la jerarquía de valores de una persona consiste en descubrir lo que se conoce como «contraejemplos». responde a las preguntas siguientes: 1. ¿Qué te haría dejar de hacer algo. aunque eso que estuvieras haciendo satisficiera tu respuesta a la pregunta 1? (Contraejemplo A). el criterio «responsabilidad» Pasaría por delante de los criterios «creatividad». Un ejemplo de «jerarquía de criterios» sería el de la persona que valora más la «salud» que el «éxito económico». la identificación de contraejemplos puede ayudar a desvelar criterios de «nivel superior». Dime algo que podrías hacer pero no haces. así c o m o en qué orden y en qué prioridad. A medida que avanzas e n las respuestas. en cambio. a pesar de haberla dejado por las razones que has identificado en la pregunta 2? (Contraejemplo B). 3. y estructurará probablemente su vida en torno a actividades físicas más que sobre oportunidades profesionales. Tal vez desees hacer algo que sea «creativo». «excepciones a la regla». tendrá un estilo de vida diferente. es decir. ¿Qué es lo que te motivaría a probar algo nuevo? 2. Las jerarquías de valores juegan asimismo un papel importante en la persuasión y la motivación. cuya jerarquía de criterios sitúe el «éxito económico» por encima de la «salud». «¿Estoy en realidad tan seguro de las experiencias a partir de las cuales nace esta creencia c o m o para aferrarme a ella con tanta fuerza?» 1. que prevalecen sobre los demás.116 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 117 que puedo extraer de estas representaciones y experiencias?». s u jerarquía. Otra persona. En este caso. ¿Por qué? Por ejemplo: «Nunca entraría en un aseo para el otro sexo. La siguiente serie de preguntas utiliza el proceso de descubrir contraejemplos para desvelar la jerarquía de criterios de una persona: . Ése sería tu primer nivel de criterios. Pero quizá dejaras de hacer algo creativo.

¿Qué es lo q u e te motivaría a probar algo n u e v o .) Estaba de oferta. Vale la p e n a demostrarles nuestro aprecio. «creatividad». m á s cara. el entrevistador h a logrado descubrir una jerarquía de criu . s u p o n g o q u e habrá s i t u a c i o n e s e n las q u e la clase d e cerveza q u e u n o c o m p r a habla de las p r i o r i d a d e s que u n o tiene.) R: Sí. la «seguridad» ocuparía el lugar más alto en tu «escala» de criterios. ¿habrá c o m p r a d o en alguna ocasión alguna otra marca que n o conociera. claro. para agradecer a u n o s amigos su ayuda c u a n d o me m u d é d e casa. Por cierto. 2. Supongo q u e estoy acost u m b r a d o a ella. Las jerarquías de criterios constituyen u n a d e las fuentes principales de diferencias entre personas.) Claro. Pero s i e n t o m u c h a c u r i o s i d a d p o r saber si h a y algo q u e le hiciera c o m p r a r u n a cerveza d e s c o n o cida. en cambio. Considera. tal vez descubrirías que p o d r í a s dejar de hacer eso tan «necesario para tu crecimiento c o m o persona» si c o n ello «comprometías tu seguridad y la de tu familia». Así p u e s .) Sí. son la base d e la compatibilidad entre grupos e individuos. Las jerarquías de criterios constituyen u n aspecto clave para la motivación y el marketing. P: ¿Por q u é XYZ? R: Es la q u e siempre h e c o m p r a d o . n o r m a l m e n t e compro XYZ.) P: Cierto. ¿verdad? ¿Ha c o m p r a d o alguna otra marca alguna vez? (Búsqueda de contraejemplo. ¿Qué fue lo que le decidió a c o m p r a r esa otra marca. otra forma d e identificar contraejemplos (y por consiguiente. jerarquías de criterios) consiste en preguntar: R: P: R: P: R: 1. si quisiera r e c o m p e n s a r m e realm e n t e a mí m i s m o por haber h e c h o algo difícil (Criterio 5 = Autoaprecio. con u n descuento i m p o r t a n t e sobre su precio habitual. a u n q u e n o estuviese de oferta o n o tuviese que agradecer u n favor? (Búsqueda del siguiente contraejemplo. ahorrar p u e d e venir m u y bien a veces. (Criterio 1 = Familiaridad. el siguiente caso hipotético de utilización del proceso de averiguación de contraejemplos para desvelar la jerarquía de criterios d e u n cliente a la hora de elegir su cerveza: Pregunta: ¿Qué marca de cerveza suele comprar? Respuesta: Bueno. (Contraej e m p l o B). (Criterio 3 = Demostrar agradecimiento a los demás. h e c o m p r a d o cervezas caras c u a n d o h e salido c o n los c o m p a ñ e r o s d e trabajo. Jerarquías d e criterios parecidas. E n tu jerarquía d e valores.) Claro. (Criterio 2 = Ahorro.) R: Supongo que lo haría. sin q u e h u b i e r a n a d a q u e agradecer n i q u e d e m o s t r a r c o n ello. Descendiendo a u n nivel a ú n m á s profundo.) P: Claro. ¿Hay alguna otra razón q u e le m o t i vara a c o m p r a r u n a cerveza desconocida. Me estaba p r e g u n t a n d o . grupos y culturas. (Contraejemplo C). (Búsqueda del siguiente contraejemplo. por ejemplo. el «crecimiento c o m o persona» estaría p o r encima d e los criterios de «responsabilidad». q u e no fuera n i seguro ni fácil. algunas veces.) D a n d o p o r sentado que esta p e r s o n a sea representativa de n a población más extensa d e potenciales compradores d e cerveza. motivaría a probar algo nuevo? Por ejemplo: « Q u e fuera seguro y fácil».118 E L PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 119 a hacer eso tan «irresponsable» si llegaras a la conclusión de que era necesario para tu «crecimiento como persona». a u n q u e n o estuviera de oferta? (Búsqueda del siguiente contraejemplo. ¿Qué es lo q u e te. es i m p o r t a n t e conocer d e a n t e m a n o lo que uno P: compra. en relación con el contraejemplo. aunque no satisficiera la respuesta a la pregunta anterior? (Es decir.) Los b u e n o s amigos n o a b u n d a n . ¡No soy u n r o ñ o s o ! (Criterio 4 = Impresionar a los demás. a pesar d e n o estar familiarizado con ella? (Identificación de criterio de nivel superior. «emoción» y «diversión».) Por ejemplo: « Q u e hacerlo me permitiera a p r e n d e r mucho».

criterios al nivel de comportamiento (por ejemplo. o también consideraría la posibilidad de salir con otra clase de hombre? M: Sí. no que recuerde ahora. resulta asimismo de ayuda para la persuasión eficaz. gracioso ni que la deslumhrara con su inteligencia? M: Hubo uno que me gustaba mucho. Se les instruyó para ir en busca de mujeres e interrogarlas. H: ¿Sale sólo con ricos y guapos o graciosos. con el objetivo de identificar e n ellas valores que les pudieran ayudar a darse cuenta del mayor número de opciones sociales disponibles. Pero parecía que sabía lo q u quería de la vida y tenía la determinación necesaria para conseguirlo. Técnica de jerarquía de criterios Los criterios situados en niveles distintos de la propia «jerarquía de criterios» suelen oscilar entre «uno mismo» y «los demás». aunque no tenía ninguna de esas cualidades. Al invitar a la persona a responder esta clase de preguntas. había uno que era realmente gracioso. H: ¿Alguna otra cosa? M: Que yo le importara realmente y me ayudara a entrar en contacto conmigo misma c o m o persona. Este proceso para desvelar jerarquías de criterios por medio de la identificación de contraejemplos. Veamos a continuación una técnica que aplica este patrón para identificar y superar conflictos relacionados con distintos niveles de criterio. E palabras. «hacer o conseguir algo para los demás») son a n o t r a s . o supiera encontrar algo especial e n mí. Me hacía reír casi con todo. bueno. aproximándose cada vez más a los valores fundamentales a medida que descienden hacia niveles de experiencia más «profundos». que implica reevaluar (o reforzar) una generalización. gracioso. H: ¿Y qué la animaría a salir con alguien que n o fuera rico y guapo. H: ¿Y cómo podría saber que le importaba realmente? Este diálogo demuestra de qué modo podemos utilizar unas preguntas sencillas para ir desde las creencias superficiales hasta las creencias y valores más profundos. La secuencia siguiente es uni ejemplo de esta clase de entrevista: Hombre: ¿Con qué clase de hombre le gustaría salir? Mujer: Con uno rico y guapo. La información así obtenida puede entonces ser utilizada para superar límites que a menudo se daban por sentados. susceptibles de expandir la flexibilidad y el abanico de opciones de una persona. no la comprarían. e H: ¿Se le ocurre algo que pudiera motivarla? M: Bueno. H: ¿Y ha salido alguna vez con alguien que no fuera apuesto. La jerarquía de criterios constituye un patrón clave en El poder de la palabra. se les enseñó este método a un grupo de hombres que n o se atrevían a dirigirse a las mujeres porque creían que no tenían nada que ofrecerles. también salí con otro que era muy inteligente. Otros. en cambio. Parecía saber de todo. la puedes ayudar a romper con su forma habitual de pensar y aprender algo acerca del modo en que ordena sus valores. Reconocer que cada cual tiene sus propios criterios (y su propia jerarquía de criterios) es esencial para la resolución de conflictos y el manejo de la diversidad. por supuesto. tal vez si hiciera algo o estuviera involucrado en alguna actividad única o excitante podría sentirme interesada.120 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criíerios 121 terios a la que apelar para vender una cerveza desconocida y cara a quienes. adinerado. Algunos individuos y culturas valoran más el «cumplimiento de tareas» que la «preservación de relaciones». H: ¿Ha salido alguna vez con alguien que no fuera ni rico ni guapo? M: Sí. Como ejemplo. tienen unas prioridades del todo opuestas. en condiciones normales. inteligente o determinado? M: N o . de acuerdo con un criterio que sea más importante que los que dicha generalización está atendiendo.

Colócate en la localización 2 e identifica el criterio que te motiva para desear este comportamiento. El procedimiento siguiente utiliza la ubicación espacial y el proceso de contraejemplos para identificar diferentes niveles de criterios.) Por ejemplo: No me ejercito de forma constante porque «no tengo tiempo» y «duele». «aprender algo para mí mismo»). Identifica la representación sensorial de la «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. prepárate cuatro localizaciones distintas. para ayudar a superar la resistencia interna al establecimiento de un nuevo patrón de comportamiento. 4. Sin embargo. Conocer estos distintos aspectos de los criterios te puede ayudar a «acompañar y conducir» o «igualar» diferentes niveles de criterios. Por ejemplo: Practicar ejercicio deforma constante. las creencias y los valores son también superados por los criterios correspondientes al nivel de identidad (por ejemplo. Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada con no disponer de tiempo y sentir dolor. 3. Pasa a la localización 3 y averigua los criterios que te impiden llevar a cabo ese comportamiento. Por ejemplo: lina imagen de mí mismo en el futuro con salud y buen aspecto. Identifica la representación sensorial de la «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. «ser responsable ante los demás» o «seguir las normas»). una al lado de otra. así c o m o sus correspondientes características representacionales. relacionados con sus «equivalencias de criterio». (NOTA: Ésos serán los criterios de nivel superior porque. por definición. Disposición espacial para la técnica de jerarquía de criterios 1. Por ejemplo: Quiero practicar ejercicio para «estar sano» y «tener buen aspecto». superan a los de motivación. Antes de comenzar. Los criterios al nivel de las capacidades son a su vez superados por otros. 2. Pasa a la localización 4 y encuentra un criterio de nivel superior que sea más importante que los criterios limitadores del paso 3.122 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 123 menudo superados por otros relacionados con las capacidades (por ejemplo. situados al nivel de las creencias y los valores (por ejemplo. como muestra el diagrama siguiente. En la localización 1 identifica un comportamiento que desees realizar. con el objetivo de superar conflictos y alcanzar los objetivos deseados con mayor eficacia. . pero que te abstienes de llevar a cabo. Los diferentes niveles de criterios son asociados con frecuencia a sistemas de representación o cualidades de submodalidad concretos. Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada con no disponer de tiempo y sentir dolor. «ser cierta clase de persona» o «mantener la integridad personal»). Identifica la representación sensorial o «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. Localización 3 Localización 2 Localización 1 Por ejemplo: «¿Qué sería suficientemente importante como para que encontrara siempre tiempo para practicar ejercicio y lo practicara aunque doliera? ¿Qué valor lo satisfaría para que fuera más importante que el tiempo y las molestias?» Por ejemplo: «Responsabilidad para con mi familia».

Secuencia de pasos de la técnica de jerarquía de criterios 5. que igualarán los criterios de los tres niveles sin violar los criterios limitadores.Colócate en la localización 2 y ajusta las cualidades de la representación interna de los criterios asociados con el c o m p o r t a m i e n t o deseado. Por ejemplo: «¿Existe alguna clase de programa de ejercicio continuado que no requiera demasiado tiempo. contempla a tu familia segura y feliz. Ahora ya estás listo para utilizar la siguiente secuencia de técnicas: a. A p a l a n c a m i e n t o . .Manten en m e n t e tu criterio de más alto nivel y regresa a la localización 1. Utilización d e la «equivalencia de criterio» del criterio s u p e r i o r .Pasa de la localización 2 a la localización 3 y explora las opciones que te permitirán alcanzar el comportamiento deseado. que no provoque molestias dolorosos y en el que pueda involucrar a mi familia?». siéntete bien con todo ello y repítete a ti mismo lo importante que es todo eso para ti. Localización 2 Capacidad Criterios motivadores para el comportamiento Localización 1 • Comportamiento! Comportamiento que deseas pero que no realizas Nivel superior de criterio que supera a los criterios limitadores A c o m p a ñ a m i e n t o d e los c r i t e r i o s l i m i t a d o r e s .124 EL PODER DE LA PALABRA Localización 4 Identidad Localización 3 Creencia ¿Qué te detiene? Por ejemplo: Visualízate a ti mismo rebosante de salud y con excelente aspecto. pasando por alto las localizaciones 2 y 3 . Aplica este criterio de más alto nivel al c o m p o r t a m i e n t o deseado para superar con él las objeciones limitadoras. d e m o d o que igualen la «equivalencia d e criterio» que utilizas para determinar tu criterio de m á s alto nivel. ¿no demostraría más responsabilidad hacia ella encontrando tiempo para mantener la salud y el buen aspecto?» b. Por ejemplo: «Puesto que mi comportamiento es un modelo para mi familia.

5 Creencias y expectativas .

«No es ético ocultar información». palabras y acciones y les dan forma. Las creencias y los valores están relacionados con la pregunta. por ejemplo. En PNL. En gran medida.Creencias y sistemas de creencias Además de ios valores y los criterios. Nuestras creencias y nuestros valores proporcionan el refuerzo (motivación y permiso) que apoya o inhibe determinados comportamientos y capacidades. reflejan creencias distintas acerca del m u n d o que nos rodea. las creencias se consideran c o m o generalizaciones firmemente aferradas acerca d e 1) causalidad. b) nuestro comportamiento. Las creencias funcionan a un nivel distinto q u e el comportamiento y la percepción. Determinan cómo conferimos significado a los acontecimientos y constituyen el núcleo d e la motivación y la cultura. Afirmaciones c o m o «El polen causa alergia». c) nuestras capacidades y d ) nuestra identidad. u n a d e las formas más fundamentales en las que enmarcamos nuestra experiencia y le otorgamos significado es a través de nuestras creencias. Las creencias constituyen otro d e los componentes clave de nuestra «estructura profunda». 2) significado y 3) límites en a) el m u n d o que nos rodea. crean las «estructuras superficiales» de nuestros pensamientos. Las afirmaciones «El m o v i m i e n t o d e las placas continentales provoca los terremotos» y «La ira divina provoca los terremotos». e influyen sobre nuestra experiencia e . «Nunca tendré éxito p o r q u e aprendo despacio» o «Detrás de todo c o m p o r t a m i e n t o hay u n a mtención positiva». sobre los d e m á s y sobre el m u n d o q u e nos rodea. representan creencias de u n a u otra índole. «¿Por qué?» Las creencias son básicamente juicios y evaluaciones sobre nosotros mismos. «Un h u m a n o n o p u e d e correr u n a milla en menos de cuatro m i n u t o s » .

a m e n u d o de forma inconsciente. los valores deben ser conectados a las experiencias p o r m e d i o d e las creencias. sirve para integrar la información procedente del córtex. narrada p o r el psicólogo humanista A b r a h a m Maslow. u n a actividad o u n a idea encaje (o n o ) con las creencias y los sistemas d e valores d e u n individuo o g r u p o d e individuos. De hecho. las creencias están asociadas con el sistem a límbico y el h i p o tálamo del cerebro m e d i o . c o m o se demuestra c o n el efecto placebo. etc. Ésa es la razón p o r la que el polígrafo p u e d e detectar q u e u n a persona «miente». p r o d u c i r á n también efectos fisiológicos espectaculares. la dilatación de las pupilas. convencida d e q u e las «madres» tenían que a m a m a n t a r a s u s hijos. Otra persona. Las creencias definen la relación entre los valores y s u s causas. que controla a su vez funciones corporales básicas c o m o el r i t m o cardíaco. las creencias provocan cambios en las funciones fisiológicas fundamentales del c u e r p o . cada cual adoptará u n planteamiento distinto ai tratar d e conseguir el éxito. ¡comenzó a p r o d u cir realmente leche en cantidad suficiente para alimentar al bebé adoptado! n El poder de las creencias Las creencias ejercen u n a p o d e r o s a influencia sobre nuestra vida. así c o m o para regular el sistema nervioso autónomo. u n a e s t r u c t u r a más «primitiva» que el córtex del cerebro.130 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 131 interpretación de la realidad. c o n e c t a n d o esta experiencia con nuestros sistemas d e valores o criterios. U n a persona que d e verdad crea que tiene u n a enfermedad incurable comenzará a organizar su vida y s u s actos en t o r n o a dicha creencia. p o r ejemplo. t o m a n d o m u c h a s decisiones sutiles. Las creencias tienden a tener u n efecto autoorganizador o «autocumplidor» sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o a múltiples niveles. determinará c ó m o serán éstas recibidas e incorporadas. desviando la atención hacia d e t e r m i n a d a área en d e t r i m e n t o d e otras. relaciona el valor «éxito» con. Neurológicamente. siendo responsables de m u c h a s d e n u e s t r a s respuestas inconscientes. U n a afirmación d e creencia típica liga d e t e r m i n a d o valor a determinada parte d e nuestra experiencia. p o r ejemplo. resultan n o t a b l e m e n t e difíciles de cambiar p o r medio de las n o r m a s tradicionales de p e n s a m i e n t o lógico o racional. También es esa íntima relación entre creencias y funciones psicológicas profundas lo q u e hace posible que u n a s y otras influyan de manera tan poderosa en el c a m p o d e la salud y la sanación. acerca d e u n paciente q u e estaba siendo tratado p o r u n psiquiatra. La afirmación de creencia «El éxito requiere trabajo d u r o » . Para a u m e n t a r el significado práctico. a d u c i e n d o q u e era u n cadáver. para intentar convencerlo d e q u e n o era u n cadáver. Según sean s u s creencias. Las personas tienen reaccio- e s distintas c u a n d o creen en lo que dicen que c u a n d o «simplemente» p r o n u n c i a n las palabras c o m o u n a forma m á s d e comportamiento ( c o m o el actor q u e recita su p a p e l ) . s u s «equivalencias d e criterio» y s u s consecuencias ( c o m o veremos en m á s detalle en el Capítulo 6). m i e n t e n o s o n incongruentes. con los c o m p o r t a m i e n t o s . en m u c h o s aspectos. el m o d o en que u n a situación. que reflejarán esa creencia. efectos todos ellos q u e n o p o d r í a m o s provocar c o n s c i e n t e m e n t e . Aquella persona rehusaba tomar bocado o cuidar de sí misma. Asimismo. Es el caso de la mujer que a d o p t ó a u n bebé y. Si b i e n el sistema límbico es. Debido a que s o n prod u c i d a s por las estructuras m á s profundas del cerebro. El psiquiatra pasó largas horas a r g u m e n t a n d o con aquel paciente. la t e m p e r a t u r a corporal. que nos «hierva la sangre» o que s i n t a m o s u n «escalofrío». Y p u e s t o q u e las expectativas generadas por nuestras creencias afectan a nuestra neurología más profunda. El sistema límbico ha sido relacionado con las e m o c i o n e s y con la m e m o r i a a largo plazo. que crea firmemente que se curará d e su enfermedad. Es m á s . en cambio. Las creencias relacionan los valores c o n el medio. tomará decisiones m u y distintas. c o n los pensamientos y las representaciones. a lo q u e el enfermo respon- . Por fin le preguntó si los cadáveres sangraban. Existe sobre esto u n a vieja anécdota. u n o d e los m e d i o s p o r los q u e sabemos que creemos realmente en algo es p o r q u e activa en nosotros reacciones fisiológicas: hace q u e nuestro corazón «lata acaloradamente». o con otros valores y creencias. cierta clase de actividad («trabajo d u r o » ) .

Las entrevistas d e m o s t r a r o n que n i n g ú n tratamiento sobresalía como más eficaz que los d e m á s . Es lamentable que m u c h a s personas enfermas. se tenía la absoluta certeza de q u e los cuatro m i n u t o s eran u n a barrera infranqueable.. c o m e n z ó a sangrar. el paciente exclamó: «¡Que me aspen. El otro g r u p o fue puesto al cargo d e otro maestro. cien «supervivientes» de cáncer (pacientes cuyos síntomas habían desaparecido d u r a n t e más de diez años) fueron entrevistados acerca de lo q u e habían hecho para lograr- lo. limitan a m e n u d o la plenitud de recursos del paciente. al que se le dijo que se trataba de alumnos «lentos». desaprender o cambiar esas viejas creencias. nuestras relaciones. q u e otrora pareciera insuperable. nadie había conseguido ni siquiera aproximarse a ese tiempo. el corredor australiano J o h n Lundy situó el récord u n s e g u n d o más abajo. otros se habían c o n c e n t r a d o en los aspectos psicológicos e incluso algunos n o habían h e c h o n a d a en absoluto. Así pues. N u e s t r a s creencias sobre nosotros m i s m o s . En otro estudio. «De todos modos no hay nada que yo pueda hacer» o «Soy una víctima. En los nueve años anteriores a l día histórico en q u e Roger Bannister r o m p i ó la marca de los cuatro minutos. e incorporar otras nueras. C o m o era d e esperar. susceptibles de expandir nuestro potencial m u c h o más allá 'o que hoy p o d r í a m o s imaginar? Y si lo es. insistan ante sus médicos y sus amistades c o n la m i s m a creencia d e la anécdota. la m a y o r parte d e los alumnos «superdotados» p u n t u a r o n mejor que al c o m e n z a r el curso. si es cierto que las creencias tienen tanto poder sobre nuestra vida. p o r supuesto. otros habían a d o p t a d o u n enfoque nutricional. N u e v e a ñ o s después. nuevas y poderosas. A final de curso se sometió a los dos g r u p o s a test de inteligencia.. todas sus funciones corporales se h a n d e t e n i d o » .. . otros habían seguido un c a m i n o espiritual. lo h a c e . Cada u n o d e nosotros tiene creencias que actúan c o m o recursos. Creencias c o m o «Ya es demasiado tarde». Seis semanas d e s p u é s d e la proeza de Bannister. Me ha tocado a mí». El de «la milla en cuatro m i n u t o s » constituye otro b u e n ejemplo del p o d e r d e las creencias. maestros. j u n t o c o n otras que nos limitan. afectar e incluso determinar nuestro grado de inteligencia. C o n u n a mirada d e e n o r m e sorpresa y a s o m b r o .. así c o m o sobre lo que es posible en el m u n d o a n u e s t r o alrededor. influyen con fuerza en nuestra eficacia cotidiana. que tal vez nos estén limitando. era u n cadáver. parece que todos estos ejemplos demuestran que nuestras creencias pueden moldear. e n t o r n o social y medios de comunicación.. nuestra creatividad. ¿Es posible reestructurar. nuestra salud. para que no nos controlen ellas a nosotros? Muchas de estas creencias nos fueron implantadas en la infancia p o r padres. n i n g u n a cantidad de esfuerzo lo convencerá d e lo contrario. ¿cómo p o d e m o s controlarlas. p o r ejemplo de cáncer o afecciones cardíacas. Algunos pacientes habían seguido el tratamiento tradicional de quimioterapia y/o radiación. con las q u e ernodelar y transformar creencias potencialmente limitadoras. El paciente se m o s t r ó d e acuerd o . e incluso n u e s t r o nivel d e felicidad y éxito personal.132 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 133 dio: «Por s u p u e s t o q u e no. El psiquiatra procedió a pincharle en el brazo con u n a aguja hipodérmica y. que era el t i e m p o m í n i m o que u n h u m a n o p o día tardar en recorrer u n a milla. Efectivamente. mientras que los «lentos» lo hacían p o r debajo de sus registros anteriores: las creencias d e s u s respectivos maestros habían afectado la capacidad d e aprendizaje de los a l u m n o s . mientras q u e si está convencido d e que n o es posible.. E n t o n c e s el psiquiatra le convenció para realizar j u n tos u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o : le pincharla levemente con una aguja y verían si sangraba o n o . en el q u e u n g r u p o de n i ñ o s de inteligencia media fueron divididos aleatoriamente en d o s g r u p o s d e igual número. tanto para limitarnos c o m o para potenciarnos. Con anterioridad al 6 de mayo d e 1954. los cadáveres SANGRAN!» La sabiduría p o p u l a r tiene claro q u e . casi doscientas personas habían roto aquella barrera. c u a n d o alguien cree q u e p u e d e hacer algo. ¿cómo hacerlo? e e r La Programación Neurolingüística y El poder de la palabra ecen algunas herramientas. U n o d e los g r u p o s fue asignado a u n maestro al que se le dijo que sus a l u m n o s eran «superdotados». m u c h o antes de q u e fuéramos conscientes de su impacto o d e que pudiésemos decidir sobre üas. Después de t o d o . La única característica c o m ú n a todos ellos consistía en que estaban convencidos q u e su opción funcionaría. El poder de las creencias q u e d ó d e m o s t r a d o p o r un estudio esclarccedor.

Las creencias limitadoras o p e r a n a veces c o m o «virus m e n tales». En estas situaciones la persona sentirá: «Lo he intentado todo para cambiar y nada funciona». Hay algo fundamentalmente malo en mí como persona. Las creencias limitadoras. u n . pero no de mí. lo q u e las hace a ú n más difíciles de identificar y combatir. a u n q u e la pers o n a crea que el objetivo deseado es alcanzable y q u e d i s p o n e de la capacidad p a r a lograrlo. A u s e n c i a d e m é r i t o : Creencia d e q u e n o m e r e c e m o s el objetivo deseado d e b i d o a algo q u e s o m o s o h e m o s (o n o hemos) hecho. La d e s e s p e r a n z a se da c u a n d o alguien n o cree q u e determin a d o objetivo apetecido sea ni siquiera alcanzable. c o m o el d e protegerse. Para tener éxito. No soy lo bastante bueno o capaz para conseguirlo». Se caracteriza p o r el s e n t i m i e n t o d e q u e «Soy un fraude. dotarse de p o d e r personal. Lo que deseo es inalcanzable. Transformar las creencias limitadoras En última instancia. las creencias m á s influyentes están fuera del alcance d e nuestra conciencia. La a u s e n c i a d e m é r i t o está p r e s e n t e c u a n d o . en apariencia insuperables. pero n o s o m o s capaces d e lograrlo. las creencias más p e n e t r a n t e s son aquellas q u e ge relacionan c o n nuestra identidad. No pertenezco aquí. Merezco el dolor y el sufrimiento que estoy experimentando». Reconociendo estas intenciones profundas y actualizando nuestros mapas m e n t a l e s para incluir otras formas. 3. 2. «5Í consigo lo que deseo perderé alguna otra cosa». las creencias p u e d e n ser a m e n u d o cambiadas c o n mínimo d e esfuerzo y sufrimiento. La i m p o t e n c i a se da c u a n d o . No merezco ser feliz o estar sano. 1. Se caracteriza p o r el s e n t i m i e n t o d e q u e «Haga lo que haga nada cambiará. las personas necesitan c a m b i a r esta clase de creencias limitadoras p o r otras q u e i m p l i q u e n e s p e r a n z a e n e | futuro. d e c u m plimentarlas. con u n a capacidad de destrucción parecida a la de u n virus biológico o informático. sean cuales sean n u e s t r a s capacidades. establecer límites. y a interferir con n u e s t r o s esfuerzos y con la capacidad p a r a sanar o mejorar (la estructura y la influencia d e los virus m e n t a l e s se analizan c o n m á s detalle en el Capítulo 8 ) . la p e r s o n a n o se siente capaz d e lograrlo. e n el proceso de c a m b i o . O b v i a m e n t e . Estas tres g r a n d e s áreas de creencias p u e d e n ejercer u n a e n o r m e influencia respecto a la salud m e n t a l y física d e las personas. Está fuera de mi alcance. D e s e s p e r a n z a : Creencia d e q u e el objetivo deseado n o es alcanzable. He aquí algunos ejemplos ¿e creencias limitadoras relacionadas con la identidad: «Soy un ¡nútil/no valgo nada/soy una víctima». s e n s a c i ó n d e c a p a c i d a d y r e s p o n s a b i l i d a d y s e n t i d o d e valía y p e r t e n e n c i a . Los virus m e n t a l e s contienen suposiciones y presuposiciones n o verbalizadas. y percibimos c o n mayor claridad nuestra identidad y n u e s t r a s misiones. U n «virus mental» es u n a creencia limitadora q u e llega a convertirse e n u n a «profecía que se c u m ple por sí m i s m a » . p o r ejemplo. F r e c u e n t e m e n t e . a u n c r e y e n d o q u e el objetivo existe y es alcanzable. I m p o t e n c i a : Creencia d e que el objetivo deseado es alcanzable. s o n a m e n u d o desarrolladas con el objetivo de c u m p l i m e n t a r algún propósito positivo. P r o d u c e el s e n t i m i e n t o d e q u e «Eso está al alcance de otros. transformamos las creencias limitadoras y nos « i n m u n i z a m o s » a los «virus mentales» c u a n d o e x p a n d i m o s y enriquecemos n u e s t r o m o d e l o del m u n d o . Las creencias limitadoras y los virus mentales suelen presentarse c o m o «obstáculos». «No merezco tener éxito». la impotencia y la ausencia de mérito. Tratar c o n eficacia con estos obstáculos implica descubrir la creencia limitadora que está en su n ú c l e o y tratarla d e la manera adecuada. m á s eficaces. etc.134 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 135 Creencias limitadoras Las tres áreas m á s c o m u n e s d e creencias l i m i t a d o r a s se centran e n t o r n o a las cuestiones relacionadas c o n la desesperanza. Soy una víctima» . «No tengo permiso para tener éxito». r e n u n c i a a él p o r q u e cree q u e n o m e r e c e conseguir aquello q u e t a n t o desea.

• Expansión d e la percepción d e las cadenas d e causa y efecto o d e las «equivalencias de criterio» relacionadas con la creencia limitadora. así c o m o los mensajes recibidos en el contexto de esas relaciones. • Clarificación o actualización d e las relaciones clave que d a n forma al propio sentido de misión y propósito. deberem o s responder a la pregunta: «¿Cómo p u e d o m o s t r a r mis e m o ciones y m a n t e n e r al m i s m o tiempo la seguridad?» Intención positiva Debido a q u e la identidad y la misión forman el marco mayor que circunda n u e s t r a s creencias y nuestros valores. (Éste es precisamente u n o de los principios básicos d e la técnica de cambio d e creencias denominada r e i m p r o n t a . s o n a m e n u d o construidas m e d i a n t e la realimentación y el refuerzo procedentes d e otras personas significativas para n o s o tros. d e la Programación Neurolingüística. Por consiguiente. Por ejemplo. para tratar con u n a creencia c o m o «Es peligroso m o s t r a r mis emociones».) En r e s u m e n . Creencia • limitadora Nuevas respuestas acerca de preguntas sobre «cómo» Creencia actualizada Suposiciones y presuposiciones Las creencias limitadoras pueden ser transformadas o actualizadas mediante la identificación de la intención positiva y de las presuposiciones subyacentes en la creencia y proporcionando alternativas y nuevas respuestas a preguntas sobre el «cómo» Las creencias. también resulta a m e n u d o i m p o r t a n t e p r o p o r c i o n a r las respuestas a u n a serie d e preguntas sobre el «cómo» para ayudar a la persona a transformar s u s creencias. • Identificación de cualquier presuposición o suposición n o verbalizada o inconsciente. Expectativa significa «anhelo o deseo» d e q u e se p r o d u z c a u n resultado o u n aconte- . que sirva de base para la creencia limitadora. Expectativas Las creencias. j u n t o con la c o r r e s p o n d i e n t e recepción d e apoyo al nivel d e identidad. Si u n a persona n o sabe c ó m o c u m p l i r determinada tarea o función. clarificar o alterar relaciones clave. establecer o cambiar relaciones significativas p u e d e ejercer u n a fuerte influencia sobre las creencias. Así p u e s . Es decir. o «mentores». sobre todo c u a n d o se trata de relaciones q u e p r o p o r c i o n a n soporte positivo al nivel de identidad. vien e n a m e n u d o definidos p o r otras personas i m p o r t a n t e s . suele facilitar d e forma espontánea cambios en las creencias. tanto las potenciadoras c o m o las limitadoras. es fácil que elabore la creencia d e q u e «Este c o m p o r t a m i e n t o no p u e d e cambiarse». las creencias limitadoras p u e d e n ser actualizadas y transformadas mediante: • Identificación y reconocimiento de la intención positiva subyacente. Nuestros sentidos de identidad y misión. c u a n d o una¡ persona n o sabe cómo cambiar su c o m p o r t a m i e n t o . • Aportación de información sobre «cómo» en relación c o n las alternativas para el c u m p l i m i e n t o de la intención positiva o el propósito d e la creencia limitadora. están relacionadas con n u e s t r a s expectativas. p o r ejemplo.136 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 137 M u c h a s creencias limitadoras surgen c o m o consecuencia de preguntas sin responder sobre el « c ó m o » . Establecer n u e v a s relaciones es a m e n u d o parte importante en la p r o m o c i ó n d e u n cambio d e creencias perdurable. q u e n o s sirven c o m o p u n t o s d e referencia para los sistemas mayores de los que n o s percibimos c o m o m i e m b r o s . tanto las limitadoras c o m o las potenciadoras. lo m á s probable es q u e desarrolle la creencia de que «Soy incapaz d e completar esta tarea con éxito».

contribuye a reforzar la conriza de u n o m i s m o en las capacidades q u e ya tiene. e ideas sobre que me suceda tal o cual cosa. la expectativa de resultado está relacionada c o n el grado en q u e la persona espera que las capacidades y los c o m p o r t a m i e n t o s que está aprendiendo o en los que se está implicando lleguen realmente a p r o d u c i r los beneficios deseados. Ello se . del grado de importancia que el resultado tenga para mí. Persona — ¡ — C o m p o r t a m i e n t o — A Estas creencias y expectativas d e t e r m i n a n a m e n u d o la cantidad de esfuerzo q u e la persona está dispuesta a invertir. En estos casos. En las actividades autogestionadas. La expectativa d e eficacia propia se relaciona con el grado de confianza que u n o m i s m o tiene e n su propia eficacia o capacidad para a p r e n d e r las nuevas habilidades. Por lo general. De h e c h o . las personas que se sienten escépticas acerca d e la posibilidad d e que se p r o d u z c a el resultado. El sentimiento a ellas unido depende de dos factores: en primer lugar. se le suministra al paciente u n «falso» fármaco. o bien Para incorporar los c o m p o r t a m i e n t o s necesarios para alcanzar el s u l t a d o deseado. así como la d u r a c i ó n d e su esfuerzo c u a n d o se e n c u e n t r e c o n situaciones difíciles o estresantes. E n este caso. El f e n ó m e n o conocido c o m o «efecto placebo» constituye u n b u e n ejemplo d e expectativas consistentes. sin ningún ingrediente t e r a p é u t i c a m e n t e activo. la falta d e expectativa d e resultado c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e «desesperanza» que hace que la p e r s o n a se a b a n d o n e a la apatía. en psicología cognitiva m o d e r n a (Bandura 1 9 8 2 ) . o d e s u s capacidades para lograrlo. Las expectativas fuertemente positivas. p o r su parte. que denominamos intenciones. p u e d e n llevar a la persona a invertir u n esfuerzo extra y a liberar capacidades dormidas. algunos estudios sobre el efecto placebo hablan de resultados francamente espectaculares. La ausencia de expectativa de eficacia propia. Las expectativas influyen sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o de diferentes m o d o s . la expectativa de la persona activa capacidades d e c o m p o r t a m i e n t o latentes. si esa persona cree que el fármaco es «real» y espera mejorar con él. implica « u n alto grado d e certeza. Las creencias y las expectativas de las personas sobre los resultados. en segundo lugar. así c o m o sobre s u s propias capacidades personales. a menudo comienza a evidenciar mejoría física real. Con respecto al cambio y el aprendizaje. que denominamos expectativas. c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e inadecuación que hace que la persona se sienta «impotente». La distinción d e Freud entre «intenciones» y «expectativas» se refiere a lo q u e . depend i e n d o d e hacia d o n d e se dirijan. d e n t r o del e n t o r n o sistémico q u e constituye su realidad. Según el diccionario Webster. se conoce c o m o expectativa d e «eficacia propia» y expectativa d e «resultado». tienden a m i n a r s u s p r o p i o s esfuerzos c u a n d o se aproximan a s u s límites. acciones o sentimientos». en cambio. hasta el p u n t o de realizar preparativos o anticipar ciertas cosas. La expectativa de resultado es fruto d e la estimación personal de que d e t e r m i n a d o comportam i e n t o c o n d u c i r á a d e t e r m i n a d o resultado. j u e g a n u n p a p e l i m p o r t a n t e en s u capacidad para alcanzar estados deseados.138 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 139 cimiento. Sin embargo. re > Resultado Expectativa de eficacia propia Expectativa de resultado Relación entre expectativa de eficacia propia y expectativa de resultado Conseguir los resultados codiciados en situaciones difíciles P°r medio de u n a actuación eficaz. del grado de íncertidumbre inherente en la expectativa sobre ese resultado. por ejemplo. pero n u n c a antes utilizadas. La expectativa de eficacia propia está relacionada con la convicción d e q u e es posible desarrollar con éxito el c o m p o r t a m i e n t o necesario para que se p r o d u z c a el resultado esperado. Sigmund Freud (1893) señaló que: Algunas ideas comportan un sentimiento de expectativa. Tales ideas son de dos clases: ideas sobre mí haciendo esto o aquello.

el efecto desaparece y las masas nunca podrán digerir ni recordar el material que se les ha ofrecido. Al presentar a los alemanes ante pueblo como bárbaros y hunos. hasta que el último de los hombres sea capaz de entender lo que se quiere decir con cada una de esas pocas palabras. por ejemplo. Por ejemplo (durante la Primera Guerra Mundial). El conocimiento del impacto d e las expectativas ha sido utilizado d u r a n t e siglos p influir sobre las percepciones de la gente. lo q u e hace la persona y el m o d o en que siente d e p e n d e r á n del valor que otorguen y de las causas que atribuyan a las consecuencias anticipadas. las consecuencias esperadas y percibidas c o m o «negativas» conducirán a la abstención y a la apatía. cofundador de la PNL. los resultados de nuestro c o m p o r t a m i e n t o o acontecimientos que nos pueden suceder. se sintió engañado por quienes hasta aquel momento habían tenido la responsabilidad de informarle. El hombre se desesperó. Como consecuencia de ello. p o r ejemplo. en lugar de ver reforzada su combatividad e incluso su firmeza. toda propaganda eficaz tiene que limitarse a unos pocos puntos repetidos como eslóganes hasta la saciedad. Desde la perspectiva de la Programación Neurolingüística.EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 141 debe a que. La capacidad receptiva de las grandes masas es tan sólo muy limitada. que influyen o d e t e r m i n a n d e m u c h a s formas las creencias y los juicios q u e extraemos de esas mismas experiencias. son capaces de influir sobre nosotros con más fuerza q u e la propia realidad que nos rodea. en cambio. a u n p o s e y e n d o las capacidades necesarias. Las expectativas relacionadas con los resultados esperados del propio c o m p o r t a m i e n t o constituyen la fuente primordial de motivación. más minuciosamente deberán ser diseñadas las tácticas desde el punto de vista psicológico. a l g u n o s c o m e n t a r i o s d e Adolf Hitler en su Mein Kampf. Unas expectativas d e resultado fuertes y «positivas». preparó al soldado indis u . Fue una estrategia fundamentalmente errónea porque. cuando el combatiente se enfrentaba al adversario real. la «expectativa» es u n mapa mental que relaciona acciones y consecuencias futuras. la base para lo que se conoce c o m o «profecías q u e se c u m p l e n » . el resultado quedará debilitado y finalmente eliminado. Según la PNL. Tan pronto como uno sacrifica este principio fundamental y trata de ser versátil. lo cual pasó su terrible factura puesto que el soldado alemán. recibía una impresión completamente distinta. ante la impresión directa de la resistencia del enemigo. C u a n d o estos mapas son m u y fuertes. Su capacidad de comprensión es corta. Cuanto más complejo sea el argumento de su representación. grande. así c o m o para condia r a cionar sus evaluaciones de d e t e r m i n a d o s sucesos y situaciones. Por consiguiente. En cambio. Ese mapa reflejaría nuestro c o m p o r t a m i e n t o . «los contratiempos requieren u n a planificación adecuada». las expectaüvas constituyen u n ejemplo clásico de la relación entre mapa y territorio. así c o m o d e la influencia d e los m a p a s sobre el c o m p o r t a m i e n t o . fue un grave error ridiculizar al enemigo. tal como hacía la propaganda austríaca y alemana en publicaciones cómicas. Vemos p u e s que las expectativas actúan c o m o otro tipo mas de poderoso «marco» e n t o r n o a nuestras experiencias. p o r lo general n o desarrollamos n u e s t r o pleno potencial. la propaganda de los británicos y los norteamericanos fue acertada. Todos creamos expectativas y esperamos que el m u n d o se adapte a ellas. asimismo. motivarán a la persona a desarrollar u n esfuerzo adicional con la esperanza d e alcanzar algún estado deseado. Sólo bajo condiciones q u e p o n g a n a prueba n u e s t r o s límites descubriremos lo que s o m o s capaces de hacer. C o m o señala Richard Bandler. Las diferencias entre el m u n d o en general y las expectativas q u e c o n s t r u i m o s c o n respecto a él s o n la base d e muchos d e los q u e b r a n t o s d e nuestra vida. Veamos. con lo que. Anticiparse a u n a perspectiva de éxito o fracaso constituye. Por otro l a d o . Desde este p u n t o d e vista. ocurrió todo lo contrario. Su capacidad para el olvido es.

c o m p r e n s i ó n y aplicación de los principios subyacentes en El poder de la palabra. P o r fortuna. Y es que el efecto cruel del arma de su enemigo. p u e s . La fuerza de u n a expectativa está en función de la solidez d e la representación de la consecuencia anticipada. sin percatarse en cambio. Como demuestra el e x p e r i m e n t o c o n los estudiantes antes mencionado. esperaremos d e ella que saque b u e n a s notas. lo cual sí sucedió por desgracia entre los combatientes alemanes. ha pasado a la historia c o m o u n ejemplo arquetípico del mal uso de estos principios. Si creemos q u e «Fulanita es buena estudiante». tanto si al final la recibían c o m o si n o . engañados y d e s c o r a z o n a d o s a l d e s c u b r i r q u e s u s adversarios n o eran los est ú p i d o s bufones que se les había i n d u c i d o a esperar. oír y sentir en su imaginación alguna consecuencia futura. Desde la perspectiva de la PNL. El arma más terrible que se pudiera emplear contra él. ni por un instante. c u a n t o más p u e d e u n a persona ver. ejercen u n a influencia sobre el c o m p o r t a m i e n t o m a y o r que el propio apoyo. E n este sentido. Así p u e s . Si los estudiantes creen que «el e x p e r i m e n t o ha t e r m i n a d o » . Freud lo describió c o m o sigue: . Las declaraciones q u e acabamos de leer ilustran el i m p a c t o d e las expectativas c o m o «marcos». No cabe duda de que b u e n a parte d e la influencia de Hitler c o m o líder procede d e su visión. U n a Las creencias subyacentes p u e d e n asimismo generar resistencias o «contraexpectativas». no seria ya más que la prueba de la información que previamente había recibido. la impresión de que su país le había engañado. asociados con una posible acción o consecuencia futura. las expectativas se debilitarían si disminuyera la calidad o la intensidad de las representaciones internas asociadas c o n las posibles consecuencias futuras. q u e influyen sobre las conclusiones q u e las personas extraen de s u s experiencias. tanto sobre nuestra motivación c o m o sobre las conclusiones que derivamos d e nuestra experiencia. Las expectativas sobre el apoyo. que tuvo que conocer por propia experiencia. De este modo el soldado británico nunca a llegó a tener. las imágenes y los sonidos internos. Si creemos que «el trabajo d u r o c o m p e n s a » esperaremos ver recompensados n u e s t r o s esfuerzos. 1° cual «reforzó su furia y su odio» hacia el enemigo. Por consiguiente.142 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 143 vidual para los horrores de la guerra y lo preservó del desengaño. Nuestras expectativas ejercen. lo cual venía a reafirmar su creencia en la veracidad de las afirmaciones de su gobierno. confirmaba s u s expectativas d e que se iban a enfrentar a h u n o s brutales. la intensidad de u n a expectativa está también condicionada por las creencias subyacentes sobre causa y efecto. las creencias y las expectativas acerca del a p o y o futuro influyen m á s sobre el c o m p o r t a m i e n t o q u e el hecho objetivo d e q u e ese m i s m o c o m p o r t a m i e n t o haya recibido apoyo en el p a s a d o . sus propias armas tuvieran un efecto aún más terrible. demostraron q u e el esfuerzo aplicado a dicha realización disminuía notablemente c u a n d o supieron q u e n o iban a recibir recompensa alguna p o r hacer lo m i s m o en el futuro. le iba apareciendo gradualmente como la evidencia de laya proclamada brutalidad de los hunos del bárbaro enemigo. reforzando por otro lado su furia y su odio hacia el enemigo atroz. que se hacen patentes en forma de rePresentaciones de interferencia. las expectativas s o n a m e n u d o reflejo de las creencias subyacentes. p o r ejemplo. de que tal vez. en cambio. u n fuerte impacto. hasta el extremo de que acabaron por rechazar todo lo que viniera de su propio bando como «engaños» y «palabrería» (Krampf). ya n o esperarán recibir la recompensa por realizar las mismas tareas por las que fueron previamente reforzados. las expectativas p u e d e n ser intensificadas mediante el enriquecimiento d e las sensaciones. Los soldados alemanes se sintieron contrariados. De forma parecida. ni por un instante. La experiencia directa de los soldados británicos. Experimentos realizados c o n estudiantes que habían sido recompensados p o r realizar d e t e r m i n a d o s c o m p o r t a m i e n t o s . más fuerte será la expectativa correspondiente. o incluso probablemente.

Por consiguiente. La Programación Neurolingüística proporciona una serie de h e r r a m i e n t a s y estrategias para ayudar a desarrollar expectativas positivas y manejar las expectativas negativas. Así pues. para el establecimiento o el cambio de expectativas implica una de estas dos estrategias: a ) Trabajar directamente sobre las representaciones sensoriales internas asociadas con la expectativa. sorprendido.. se m u e s t r a n estériles cuando el paciente exclama. p o d e m o s ver una buena muestra d e la aplicación de este p a t r ó n . El p l a n t e a m i e n t o fundamental de la PNI. a excepción de la que deseo que me suceda. a u n q u e el juicio sea en sí m i s m o negativo o limitador (una aplicación del principio d e que «el fin justifica los m e dios» )• ¿Cuántas veces h a b r á s oído decir: «Sólo lo digo (o lo bago) por tu bien»? Por s u p u e s t o . Si ese psiquiatra hubiera estado familiarizado c o n el p a t r ó n de consecuencia de El poder de la palabra. «¡Que me a s p e n . en lugar ^ quedarse atascado con su paciente. Pinchando el brazo del paciente para q u e sangre. El otro caso. está representada por un conjunto de ideas a las que daré el nombre de «ideas antitéticas perturbadoras». podría haber sacado parti° de los comentarios d e éste.I pectativa. las consecuencias anticipadas operan a modo de marco respecto a otras experiencias. p u e d e n apoyar los resultados deseados o bien oponerse a ellos. el psiquiatra trata de utilizar la lógica para convencer al paciente de q u e n o es u n cadáver. los cadáveres SANGRAN!. no precisa de comentarios: la idea antitética consiste en enumerar todas las cosas que podrían pasarme. estas ideas antitéticas se despliegan del modo siguiente: «No triunfaré en llevar a cabo mis intenciones porque esto o aquello es demasiado difícil para mí y no estoy preparado para ello. reír. sin embargo. Las consecuencias positivas anticipadas fortificaran y reforzaran las creencias y . las expectativas p u e d e n ser «positivas» o «negativas». bien para cuestionar las generalizaciones y las creencias. experiencia o c o m p o r t a m i e n t o tienen s e n t i d o fuera del c o n t e x t o en el q u e fueron establecidos. la contraexpectativa. podría haberle di«Bueno. así c o m o c o n los principios que hemos analizado hasta este p u n t o del t e x t o . bailar. s e g ú n cómo encajen con el r e s t o del s i s t e m a . Tal vez puedan cantar. Los esfuerzos del psiquiatra. PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 145 La incerüdumbre subjetiva. Todo c o m p o r t a m i e n t o . digerir comiuicluso aprender. Probemos también algunas de esas cosas. que h e m o s visto en este m i s m o capítulo.144 El. En el ejemplo del psiquiatra y el paciente que aseguraba ser un «cadáver».. b) Trabajar sobre las creencias subyacentes que constituyen la fuente de la expectativa. En el caso de una intención. me p r e g u n t o q u é ^ Podran hacer. El patrón de consecuencia d e El poder de la palabra está relacionado c o n la presuposición d e P N L q u e dice q u e : Ninguna r e s p u e s t a .. el de la ex. . . Identificar u n a consecuencia positiva constituye o t r o m o d o d e restablecer u n marco-objetivo con respecto a los juicios o generalizaciones negativos y limitadores.. . Las expectativas contradictorias suelen crear confusión o conflicto interno. o d e la r e s p u e s t a siguiente q u e s u s c i t e n . es decir. También sé que otros han fracasado en una situación parecida». Por ejemplo. los juicios. las consecuencias negativas cuestionaran las generalizaciones y las p o n d r á en tela d e juicio. si los cadáveres p u e d e n sangrar. Este patrón c o m p o r t a dirigir la atención hacia u n efecto potencial (positivo o negativo) resultante de un creencia o d e la generalización definida p o r ella. experiencia o r e s p u e s t a p u e den actuar c o m o r e c u r s o o c o m o limitación. e c e Las expectativas y el patrón de consecuencias de El p o d e r d e la p a l a b r a El p a t r ó n d e consecuencia d e El poder de la palabra utiliza las expectativas bien para reforzar.

n o p u d o presentar objeción alguna a m i lógica y se mostró d e acuerdo en tomar las pildoras. del receptor c o m e n z a b a n a salir moscas a m o n t o n e s . le dije- «¿Sabe? Ha intentado d u r a n t e toda su vida librarse d e esas moscas. ¿Ha sido usted tratada alguna vez para su alergia "real imaginaria" a las moscas "reales imaginarias"?». Me t o m é tiempo para entrar en sintonía con ella» así c o m o para averiguar s u s «equivalencias de criterio» y sus estrategias de realidad. p o r ejemplo. P o r ejemplo. Entonces saqué u n frasco que contenía u n placebo y le dije: «Esto son pildoras "reales imaginarias". q u e n u n c a había llegado desarrollar. C o m o ya he señalado antes. Le expliqué cuidadosamente el poder del «efecto placebo» y le cité u n a serie de estudios en los que los placebos habían sido utilizados c o n éxito para tratar reacciones alérgicas. Curiosamente. Habida cuenta de q u e esta explicación encajaba a la perfección c o m o consecuencia d e su p r o p i o sistema de creencias. p o r q u e para ella lo e r a n m u c h o . n e a S U l 1 3 5 . en particular s u s p a d r e s . n o s e p u e de solucionar u n problema con la m i s m a forma de pensar q u e lo creó. sin éxito. Ha tratado d e sacárselas de encima y a h u y e n t a r l a s . de lavarse c o n t i n u a m e n t e . Se lavaba y se frotaba c o n s t a n t e m e n t e para sacarse de encima las moscas. Acto seguido le expliqué que su situación presentaba todos los síntomas de u n a alergia. de convencerla de lo absurdo d e su creencia. todo el m u n d o las tenía. para cocinar. muchas personas habían tratado. Tenía setenta y dos pares de guantes diferentes: para conducir. estas personas toman m e d i c a m e n t o s para q u e su sistema inmunológico reduzca los síntomas d e alergia.) Yo m i s m o he aplicado con éxito este p a t r ó n a una mujer con u n diagnóstico d e «obsesiva compulsiva». ( C o m o Einstein señaló. en d e t e r m i n a d o m o m e n t o . le describí c ó m o actuarían los placebos y d e qué modo la iban a hacer sentir diferente. Luego. Compraba siempre vestidos d e talla superior a la suya. Algunas personas. pero s o n "reales" p o r q u e curarán su alergia y cambiarán lo q u e siente». Estaba convencida de que tenía insectos p o r todo el cuerpo. Son "imaginarias" porque no contienen n i n g ú n fármaco. de m o d o que cada vez que s u s padres la telefoneaban. las creencias limitadoson con frecuencia el resultado de preguntas sobre el «cómo» contestar. «reales». c u a n d o volvió a mi consulta la s e m a n a siguiente estaba m u y asustada. p o r q u e nadie aceptaba que fueran reales. p o r q u e aquellas «pildoras reales imaginarias» habían funcionado. N o p o día ignorarlas. para que le c u b r i e r a n t o d o el c u e r p o y n o le q u e d a r a expuesta n i n g u n a zona d e piel. lo cual la obligaba a colgar. pero u n a s personas m á s q u e otras.146 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 147 A lo mejor descubre que p u e d e llevar u n a vida bastante buena c o m o cadáver (algunos lo h a c e n ) . sin dejar d e m a n t e n e r los beneficios que obtiene siendo u n cadáver». hasta el p u n t o de q u e su piel estaba todo el t i e m p o enrojecida y erosionada. No lo p u e d e n ver. Aquella mujer estaba en la treintena y llevaba mas de quince a ñ o s batallando c o n su c o m p u l s i ó n . Ella les llamaba «moscas reales imaginarias»: «imaginarias». para vestirse. p e r o c o n los q u e pasaba m u y poco tiempo p o r q u e estaban llenos d e ellas. lo que en realidad estaba diciendo era q u e su creencia había reemplazado a u n a sede estrategias d e toma d e decisiones. El h e c h o d e q u e las moscas fueran «imaginarias» le proporcionaba algunas opciones interesantes. pero se les mete p o r la nariz al respirar y las enferma. o tratar d e alejarlo. ésta pueda ser reencuadrada desd e u n p r o b l e m a a u n a ventaja. Aquella mujer dedicaba u n a gran parte d e su t i e m p o a protegerse de las «moscas». P o r s u p u e s t o . las moscas podían llegar incluso a través del teléfono. En lugar d e tenerse q u e ocultar del polen. Tal vez ese n o sea el m o d o adecuado de tratar c o n ellas. a l o s q u e a m a b a m u c h o . Puesto que eran imaginarias. etc. En lugar de tratar de atacar y cuestionar la creencia. Utilizando lo q u e había averiguado acerca de sus equivalencias d e criterio y s u s estrategias de realidad. Se sentó delante mí y c o m e n z ó a preguntarme: « ¿ C ó m o sabré q u é r o p a c o m p r a r ? ¿ C ó m o sabré cómo relacionarme con mis padres? ¿Cómo sabré a quién debo dejar que me toque? ¿ C ó m o sabré qué hacer o a d o n d e ir en el "uando que me rodea?» C o n aquellas palabras. le provocaban una terrible sensación de ser «invadida». tienen alergia al polen.

a alguien q u e trata d e curarse. tu miedo hará de ti u n a persona m á s sabia y determinada. un m i s m o comportamiento n o siempre produce resultados idénticos. habida cuenta que hace q u e las personas sean más p r u d e n t e s y actúen de forma m á s ecológica. Enriquece tu percepción d e esta situación o experiencia planteándote: «¿Cuál es el efecto positivo de la creencia o de la generalización definida por ella?» (Un m o d o de hacerlo consiste e n considerar el problema o la dificultad desde m á s de u n marco temporal. las herramientas y el a p o y o d e las relaciones necesarios para establecer la clase más adecuada d e presuposiciones y expectativas respecto a determinado objetivo. lo cual le permite actuar de forma m a s ecológica. 3. de u n a semana. Nuestras expectativas. Lo deseable q u e sea el resultado. relacionadas a su vez con u n a serie d e c o m p o n e n t e s del cambio fundamentales: 1. 2. tarea o situación. Sin embargo. Manejar el c a m b i o y lograr resultados requiere d i s p o n e r d e los mapas cognitivos. imaginar la situación d e n t r o de u n a hora. d e u n a ñ o y de m u c h o s años. de u n día. p o r ejemplo. c o m o el «itinerario» hasta el resultado. La creencia d e poder p r o d u c i r los c o m p o r t a m i e n t o s n e cesarios para completar el plan q u e c o n d u c e al objetivo. Consecuencia positiva: El m i e d o evita q u e la gente se precipite. C o n ayuda. valía propia y permiso q u e uno tenga e n relación con los c o m p o r t a m i e n t o s necesarios y con el resultado final. Determinados factores. creencia limitadora: M e siento c o m o un cobarde c u a n d o tengo miedo ante situaciones difíciles. Una «expectativa de resultado» nueva la obligaba a reevaluar su «expectativa de eficacia propia». Cartografiar creencias y expectativas clave Merecedor teponsablc Apropiado C a En líneas generales. miento produzca d e t e r m i n a d o resultado. influyen en gran medida en el grado d e confianza q u e t e n d r e m o s acerca de la obtención de un resultado. el miedo n o es tan m a l o . 4. p o r ejemplo.148 EL PODER DE LA PAI. 5. las experiencias d e referencia. La evaluación sobre lo apropiado y lo difícil de ese comportamiento ( c o n i n d e p e n d e n c i a d e q u e se crea o n o q u e vaya a p r o d u c i r el resultado deseado).) Por ejemplo. aquella mujer aprendería u n a serie de estrategias de toma de decisión eficaces y se libraría definitivamente de su obsesión. A largo plazo. d e n t r o de d e t e r m i n a d o sistema. Las cuestiones d e creencias básicas q u e surgen en relación con el logro de objetivos provienen de expectativas. de un mes. el grado de variabilidad del sistema y las h e r r a m i e n t a s de q u e u n o disponga d e t e r m i n a r á n la probabilidad d e q u e d e t e r m i n a d o comport*' l | P a z Ecológico I P 0 S < W e I I D " e a b ' f Plan Comportamiento Resultado Itinerario Cuestiones de creencias relacionadas con el cambio ¿ ° n s i d e r e m o s .ABRA Creencias y expectativas 149 U n a vez q u e la mujer c o m e n z ó a creer q u e podía librarse realmente d e las «moscas». El sentido de responsabilidad. P o r ejemplo. La confianza e n q u e las acciones especificadas producirán el resultado apetecido. idenüñca u n a creencia o generalización limitadora q u e te impida actuar c o n la eficacia q u e sabes q u e podrías. las personas cambian su c o m p o r t a m i e n t o al adquirir nuevas experiencias de referencia y nuevos mapas que les permitan formar u n «plan». Por consiguiente. Para explorar t ú m i s m o el patrón d e consecuencia. aprender algo n u e v o o d e triunfar e n u n proyecto empresarial. C e . el grado de apoyo p o r parte d e las relaciones q u e u n o reciba. ya n o podía evitar tener q u e enfrentarse con s u s creencias sobre s u s propias capacidades.

c o m o e n l o s siguien^ ejemplos: c a r n . Pero raramente las condiciones son las mismas. y lo cierto es que estar sano. Cuando alguien cree que no merece alcanzar el objetivo deseado. aprender o triunfar en los negocios no siempre está en cabeza de la jerarquía de criterios de la persona. la salud no es prioritaria para mí». Alguien podría decir: «En es-i tos momentos. «Un perro viejo no aprende trucos nuevos» o «Mejor que no me haga ilusiones de triunfar.» Otra quizá piense que determinado camino sea el adecuado. inteligencia o éxito. Un modo de determinar la motivación de la persona o del P u p o consiste en lormular una afirmación de las cinco creencias clave que hemos identificado como significativas para el proceso * b i o . aprender o alcanzar el éxito. Puede que se diga: «No es responsabilidad mía estar más sano/aprender/tener éxito. u «Otros m e necesitan. que aprender algo nuevo no me resulta tan importante». Evaluar la motivación para el cambio Para poder ayudar a otros o a nosotros mismos a alcanzar los objetivos deseados es importante que consigamos evaluar todo este sistema de creencias. e incluso crea que es posible alcanzarlo. Eso es trabajo de los expertos.150 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 151 Las cuestiones de creencias pueden presentarse con cada uno de los elementos del cambio arriba mencionados. piense que es posible. pero dude de sus capacidades para llevar^ cabo las acciones necesarias. Otra persona tal vez desee intensamente un resultado. aunque esté convencida de que hacer ejercicio y mejorar su dicta la ayudaría a estar más sana. tal vez alguien cica que un nuevo trabajo lo conduciría al éxito. Por otro lado. las creencias y las presuposiciones potenciadoras pueden liberar capacidades y «competencias subconscientes». Tal vez se diga: «Haga lo que haga. Los planes y las acciones n o puede ser llevados a cabo con eficacia si hay conflicto o duda en exceso. da igual que tenga las capacidades necesarias. y como demuestra el efecto placebo. O tal vez dude de merecer estar sano. o no se considera responsable de hacer lo necesario para lograrlo. crea que el camino propuesto es el adecuado para lograrlo y n o dude de sus capacidades para llevar a cabo las acciones necesarias. Incluso si la persona desea con todas sus fuerzas tener salud. inherentes en la persona o el p u p o . pero no sabe encontrar el tiempo necesario. no está dispuesta a hacer el esfuerzo de cambiar dfl estilo de vida. pero dude que determinado comportamiento sea el más adecuado para ello Es probable que se diga: «Creo que es posible alcanzar mi objetivo. De forma parecida. ¿Hasta qué punto esta persona quiere realmente estar sana. pero duda porque le preocupa el impacto que este cambio pudiera ejercer sobre su familia. o bien le preocupen las consecuencias para otras áreas de su vida. ocurre que la persona se siente indigna de tener salud. Tal vez piense: «No soy lo suficiente hábil/perseverante/inteligente/centrado/etc. Aquí topamos con una cuestión de autoestima. aprender o triunfar? En las mismas condiciones. Quiero delegar en otros». para hacer lo que hace falta para alcanzar mi resultado deseado». «Tengo tantas cosas que atender. pero no esté dispuesta a asumir los esfuerzos y sacrificios que ese camino exige. aprender o tener éxito. Nada de lo que yo haga cambiará las cosas». en el caso de que la persona desee el resultado. Otra quizá crea que determinado curso la puede ayudar a aprender algo importante. no me pondré bien». E incluso. En ocasiones. Por ejemplo. puede suceder que se pregunte si lograrlos es posible. seria egoísta por mi parte concentrarme únicamente en mi éxito». también e s posible que se cuestione si es o no responsabilidad suya realizar las acciones que conduzcan a la consecución del objetivo. pero que no habían sido movilizadas con anterioridad. Las creencias pueden ser evaluadas formulando una aclaración espci ilica de cada una de ellas. que conozca cuál es el camino adecuado y que lo desee. También suele ocurrir que la persona desee el resultad* piense que es posible y crea que el camino propuesto es el adejj cuado para lograrlo. pero no con este plan/técnica/programa/etc. no hay duda de que todos deseamos las tres cosas. Una primera cuestión tiene que ver con lo deseable que sea el resultado.

La hoja de evaluación de creencias de la página siguiente proporciona u n a h e r r a m i e n t a sencilla pero eficaz para evaluar con rapidez las áreas de creencia relevantes en relación con det e r m i n a d o objetivo o plan. indicando c o n el 1 el grado más bajo y con el 5 el m á s alto.» m . Sentido de la propia valía o permiso para realizar los c o m p o r t a m i e n t o s requeridos y alcanzar el resultado deseado. Creer e n la propia capacidad para p r o d u c i r los comportam i e n t o s requeridos. Evaluación de lo apropiado o lo difícil de los comportamientos necesarios para alcanzar el resultado deseado (con independencia de que se crea o n o que lo producirán). Lo deseable del resultado. «Es posible alcanzar ese objetivo. «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzar el objetivo deseado. Declaración: «Tengo/tenemos la responsabilidad de alcanzar ese objetivo y m e / n o s lo merezco/merecemos». Declaración: «Es posible alcanzar ese objetivo».» • •• • X | U n a vez establecidas estas creencias el interesado puede calibrar su grado d e conformidad c o n cada u n a de ellas en una escala del 1 al 5. Declaración: «El objetivo es deseable y vale la p e n a » . «Tengo/tenemos la responsabilidad de alcanzar ese objee / n o s lo merezco/merecemos. q u e requerirán ser de algún m o d o atendidas. «Lo que hay que hacer para alcanzar el objetivo es apropiado y ecológico. lo cual producirá de inmediato u n interesante perfil d e áreas potenciales de problemas de motivación y seguridad. «El objetivo e s deseable y vale la pena.» V ° v e. Declaración: «Lo q u e hay que hacer para alcanzar el objetivo es apropiado y ecológico».)» m • • • LI c. Puntúa en las siguientes casillas tu grado de creencia e n relación con el objetivo o el resultado a lograr. 2. Declaración: «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzar el objetivo deseado».» "T"| |~2~| [~3~~| |~4~| I^T i b. Seguridad en que el resultado es alcanzable. a. 5. Las p u n t u a c i o n e s bajas indicarán posibles áreas de resistencia o interferencia. 4. 3.152 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 153 1. d. Hoja de evaluación de creencias Describe en u n a frase el objetivo o el resultado a lograr: Objetivo/resultado: .

. p o r ejemplo. Utilizar el marco «como si» para reforzar expectativas creencias y El marco «como si» es u n proceso p o r m e d i o del cual u n individ u o o u n g r u p o a c t ú a n «como si» el objetivo o el resultado deseados h u b i e r a n sido ya alcanzados. El marco « c o m o si» se utiliza a m e n u d o para cuestionar creencias limitadoras p o r m e d i o d e la creación d e contraejemplos y alternativas. ¿Quién es el mejor m e n t o r para esa creencia? 3. «No soy capaz d e . si el ejecutivo d e u n a compañía n o fuera capaz de describir cuál sería su estado deseado en relación c o n d e t e r m i n a d o proyecto. de n u e s t r o s sistemas de creencias y d e n u e s t r o «ego». ..154 Construye EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 155 seguridad y refuerza las creencias U n a vez que hayas evaluado el grado de seguridad y congruencia en relación con esas áreas clave de creencias. En realidad. Constituye también u n m e d i o útil para ayudarlas a superar las resistencias y limitaciones propias d e su m a p a actual del m u n d o . un m e n t o r le podría preguntar: Imagina que h a n pasado cinco años. aplicaríamos el marc o « c o m o si» y le p r e g u n t a r í a m o s : « ¿ Q u é pasaría si pudieras hacer X?». «Actúa c o m o si pudieras hacer X. Por ejemplo. » . resultados y s u e ñ o s . El m a r c o « c o m o si» constituye u n m e d i o p o d e r o s o para ayudar a las personas a identificar y enriquecer su percepción del m u n d o . P o r ejemplo: «No es posible para m í . ¿qué estarías haciendo?» Por ejemplo. . El ejercicio siguiente aplica el marco «como si» considerándolio u n m e d i o para ayudar a la superación de creencias limitadoras. Muchos d e los procesos y técnicas d e la Programación Neurolingüística aplican el marco « c o m o si». ¿Qué ha cambiado? Actuar « c o m o si» nos permite d e s p r e n d e r n o s de la percep- Ejercicio «Como si» 1. si u n a persona nos dice: «No p u e d o hacer X» o «Es imposible hacer X». El explorador pensará en algún objetivo o situación acerca de los cuales tenga alguna d u d a . «No me merezco.El m e n t o r animará respetuosamente al explorador a decir cosas tales c o m o : . o p o r m e d i o del cual un individuo o u n g r u p o a c t ú a n «como si» fueran otra persona o entidad. El marco « c o m o si» constituye u n a h e r r a m i e n t a clave para mentores y consejeros. podrás reforzar las creencias en áreas de duda considerando las preguntas siguientes: 1. En el proceso d e creación de objetivos. d a n d o a esas imágenes las cualidades q u e deseamos q u e tengan. » . ¿ C ó m o sería?» o «Si (ya) pudieras hacer X. así c o m o sus estados futuros deseados. Creamos imágenes d e ellos y las visualizamos con los ojos d e la m e n t e . . ¿Qué mensaje o consejo daría ese m e n t o r ? ción presente d e los c o n s t r e ñ i m i e n t o s d e la realidad y utilizar la imaginación c o n m a y o r plenitud. Luego c o menzamos a darles vida « c o m o si» ya estuviéramos experimentando y practicando los c o m p o r t a m i e n t o s específicos q u e se corresponden con esos s u e ñ o s y objetivos. También n o s ayuda a liberarnos d e las limitaciones de nuestra historia personal.» 2 . El marco « c o m o si» es d e gran importancia para la creación de un espacio en el q u e sea posible comenzar a estimular la n e u rología que p u e d e apoyar la consecución de n u e s t r o s deseos. Milton Erickson solía repetir que «Puedes imaginar y d o m i n a r lo que quieras». Expresará verbalm e n t e la creencia limitadora a s u mentor. Activa nuestra capacidad innata para imaginar y suponer. ¿Qué más hace falta saber o añadir al objetivo o creer para ser más c o n g r u e n t e y seguro? 2. a c t u a m o s primero «como si» fueran posibilidades.. n o s ayuda a identificar y utilizar la noción d e «Yo» c o m o función en lugar d e como rígida nominalización.

¿Cómo responderías defonna diferente?» . Si surgen otras objeciones o interferencias p o r parte del explorador. el m e n t o r seguirá p r e g u n t a n d o : «Actúa "como si" y a hubieras tratado con esa objeción/interferencia. ¿Qué pensarías.156 EL PODER DE LA PALABRA «¿Qué sucedería si eso fuera posible/fueras cerlo/lo merecieras?» «Actúa "como si" eso fuera posible/fueras lo/lo merecieras. harías o creerías deforma diferente?» 2. ¿Cómo sería?» capaz de ha- capaz de hacer- i 6 La estructura básica de las creencias «Imagina que ya has tratado con todas las cuestiones relacionadas con tu creencia de que eso no es posible/no eres capaz de hacerlo/no lo mereces.

Las equivalencias complejas son afirmaciones lingüísticas que implican «equivalencias» entre distintos aspectos de nuestra experiencia.Estructura lingüística de las creencias El propósito principal de n u e s t r a s creencias y de n u e s t r o s sistemas de creencias es vincular valores fundamentales con otras partes de nuestra experiencia y con n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . C o m o demuestran ambas afirmaciones. la declaración d e la creencia en que «El éxito requiere trabajar duro» vincula el valor «éxito» con una clase concreta d e actividad («trabajar d u r o » ) . Corn bra '~ ^ ^ de causa-efecto (caracterizadas p o r palaen> ° ° u s a » . («A=B» o «A significa B»). «Un corazón que late en reposo a 0 Pulsaciones p o r m i n u t o es u n corazón sano». Lingüísticamente h a b l a n d o .) vinculan causalmente valores con otros aspectos de aS a r m a c o n e s C m < < c a e . «resulta ' tc. las creencias s o n básicamente declaraciones sobre las relaciones entre diversos elementos de nuestra experiencia. «Tener m u c h o "ero significa que has alcanzado el éxito» o «Amar significa n o tener que decir n u n c a "lo s i e n t o ' » son ejemplos d e equivalencias p l e j a s que reflejan creencias. las creencias se expresan p o r lo general en forma de patrones verbales conocidos c o m o «equivalencias complejas» y «causas-efectos». así c o m o para establecer evidencias destinadas a d e t e r m i n a r si los valores h a n sido satisfechos o violentados. Como ya h e señalado a n t e r i o r m e n t e . la afirmación de que «El éxito requiere buena suerte» vincula el m i s m o valor con otra causa («buena suerte»). «conduce a». «hace». «obliga». Esta clase de patrón d e lenguaje es n o r m a l m e n t e utilizado para formular definiciones de valores. En cambio.

es decir. el peligro d e estas declaraciones consiste en q u e . En su m a p a del mundo. p o r ejemplo. ambas experiencias s o n en cierta m e d i d a «lo m i s m o » (a pesar de que p r o b a b l e m e n t e n o tengan relación alguna en realidad). las conexiones establecidas p o r a l g u n a s interpretaciones a y u d a n a simplificar o explicar relaciones complejas. eso tiene que significar que tienes poco que decir». Las equivalencias d e criterio se establecen en forma d e evidencias basadas en los sentidos para d e t e r m i n a d o valor o criterio. Implican «fragmentar hacia abajo». Equivalencia compleja La equivalencia compleja implica hablar d e dos o m á s experiencias c o m o si se trataran d e lo m i s m o . Las siguientes afirmaciones serían otros ejemplos d e «equivalencias complejas»: «Pensar o actuar fuera de las n o r m a s sociales significa que eres m e n t a l m e n t e inestable». a u n q u e son distintas d e ellas. Debe odiarse realmente a sí m i s m o » . las equivalencias complejas distorsionan o sobresimplifican relaciones sistémicas. Nuestras «interpretaciones» de acontecimientos y experiencias proceden del establecimiento y de la aplicación d e paquetes de equivalencias completas. u n a relación compleja. Como sentenció Einstein: «Todo debe simplificarse tanto c o m o s e a posible. Las equivalencias complejas están lejanamente e m p a r e n t a d a s con las equivalencias d e criterio. causas O Medios Éxito Valor o criterio Trabajo d u r o M u c h o dinero Causa o evidencia terio. En la afirmación «Está mal de salud. U n a equivalencia compleja es más u n a «definición» q u e u n «procedimiento de evidencia». d e estructura p r o funda. hacia indicadores específicos d e algún valor o criterio. p o d r á revestir la forma d e alguna otra generalización o nominalización. Desde la perspectiva d e El poder de la palabra. Definidos tal vez m á s acertadamente c o m o «equivalencias simplistas». por ejemplo. E n el lado positivo. s i n ó n i m o de «odiarse a sí m i s m o » . u n nuevo mapa del m u n d o o Lina nueva forma d e p e n s a r que difiera de la que ha creado y m a n t i e n e el problema de q u e se trate. «Seguridad significa tener p o d e r para luchar contra fuerzas hostiles». pero u n p o c o m e n o s » . Las equivalencias complejas y las generalizaciones acerca de causa y efecto constituyen estructuras fundamentales a partir d e las cuales c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . El proceso se asemeja más a u n a fragmentación lateral q u e hacia abajo. «Pronto a la cama y p r o n t o en pie hacen al hombre s a n o . o d e un m o d o q u e contribuye al m a n t e n i m i e n t o del síntoma. Las creencias vienen por lo general expresadas en forma de equivalencias complejas o causas-efectos. rico y sabio». Los pacientes (así c o m o s u s familias). la frase clásica d e Benjamín Franklin constituye u n a afirmación de factores causales que c o n d u c e n al logro de d e t e r m i n a d o s valores. c o m o si fueran «equivalentes».160 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 161 nuestra experiencia. q u i e n la formula implica que «mala salud» es. d e algún m o d o . sino en si u n o consigue o n o e n c o n t r a r interpretaciones susceptibles d e ofrecer u n a nueva perspectiva. se sobresimplifica hasta el nivel d e estructura superficial. o «Si hablas poco. la cuestión n o estriba tanto en si u n o ha e n c o n t r a d o o n o la equivalencia compleja «correcta». En el lado problemático. Una equivalencia compleja para d e t e r m i n a d o valor o en- . tienden a interpretar s u s s í n t o m a s de forma m u y negativa. Toda declaración establece u n a especie d e «equivalencia» entre dos términos. Los d i c h o s d e q u e «el p o d e r corrompe» o «el a m o r sana» constituyen afirmaciones relacionadas con las consecuencias d e la expresión de d e t e r m i n a d o s va-j lores. Estas estructuras lingüísticas se utilizan para definir las causas y las consecuencias del logro de determin a d o s valores. en ellas.

más q u e d e una sola. Esta clase de afirmación deja sin especificar m u c h o s e s l a b o n e s i m p o r t a n t e s e n potencia. cada u n o d e los elementos implicados en una cadena d e causa-efecto p u e d e tener su propia «energía colateral». p o r e j e m p l o . Y así s u c e s i v a m e n t e . en gran medida. l a s d e c l a r a c i o n e s d e causa y efecto son modalidades v e r b a l e s s i n especificar. Habida cuenta de que los siste m a s c o m p l e j o s e s t á n f o r m a d o s p o r n u m e r o s o s vínculos m u t m e n t e c a u s a l e s ( p o r e j e m p l o . Si c r e e s q u e la c a u s a d e esa alergia es el «estrés». «energía». en la afirmación «Criticarle le h a r á r e s p e t a r l a s r e g l a s » n o está n a d a claro d e q u e m o d o . de la fuerza del m i s m o . t r a t a r á s d e evitarlo. es decir. Tal a c c i ó n p o d r í a t a m b i é n tener c o m o resultado el efecto e x a c t a m e n t e c o n t r a r i o . pero inc o m p l e t a s . resultará m u c h o m á s difícil p r e d e t e r m i n a r cuál será el resultado. como el de usalidad. c o n ello n o q u i e r o decir q u e n i n g u n a declarac i ó n d e c a u s a y efecto sea valida. d a d o q u e la energía n o fluye a través d e ellos d e forma d e t e r m i n a d a y mecánica. elaboraciones arbitrarias que fgieron de nuestra imaginación (y no del m u n d o exterior) para •^egorizai. Además d e t o d o ello. los cambios en la tecnología.y poner orden a nuestra propia experiencia sensorial. El a n á l i s i s . El principal peligro con ellas consiste en la i m p l i c a c i ó n d e q u e la relación q u e esta siendo definida sea f r a n c a m e n t e s i m p l e y m e c á n i c a . c o m o tampoco percibimos directamente las fuerzas «gravitacional» o «electro"wg'iética». la i n v e s t i g a c i ó n y el m o d e l a d o eficaz d e cualq u i e r t i p o r e q u i e r e n la i d e n t i f i c a c i ó n d e las causas q u e subyacen e n los f e n ó m e n o s o b s e r v a b l e s . en función del ángulo de i m p a c t o . C o n c e p t o s tales c o m o «gravedad». De h e c h o . Un descenso en los beneficios o en la p r o d u c t i v i d a d . N o p o d e m o s ver. en conc r e t o . oír o sentir las partículas atómicas interactuando entre sí. C o m o s u c e d e c o n las equivalencias complejas. Si. la organización. los cambios en el mercado. q u e cada u n o d e ellos tiene su propia fuente de energía y n o r e s p o n d e de forma p r e d e t e r m i n a d a . etc. sobre el m i s m o terreno. N u e s t r a s c r e e n c i a s s o b r e causa y efecto están reflejadas en el p a t r ó n l i n g ü í s t i c o d e «causa-efecto». «causa y efecto». t o m a r á s «antihist a m í n i c o s » . p e r o solo en ciertas condiciones. los canales de c o m u n i c a c i ó n o c u a l q u i e r otra cosa. el sistema nervioso h u m a n o ) . el liderazgo. y es q u e el perro tiene su propia «energía colateral». e n el cual está implícita o explícita la r e l a c i ó n c a u s a l e n t r e d o s experiencias o fenómenos con d e s c r i p c i ó n v e r b a l . O t r a s t i e n e n v a l i d e z . «átomos». tales r e l a c i o n e s p u e d e n o n o ser acertadas o válidas al nivel de est r u c t u r a p r o f u n d a . de la fricción del suelo y del aire. P o r s u p u e s t o . Eso hace que los sistemas sean m u c h o m á s complejos. p o r el contrario. p o d r á s calcular con bastante exactitud d o n d e irá a caer. P o r e j e m p l o . Si crees q u e la alergia s e d e b e a la d e s c a r g a d e « h i s t a m i n a s » . u a 11111 chos fenómenos s o n el resultado d e causas múltiples.162 E L PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 163 Causa y efecto La p e r c e p c i ó n d e c a u s a y efecto es la base d e n u e s t r o m o d e l o del m u n d o . etc. La r e s o l u c i ó n exitosa de conflictos. no pueden ser deducidos de la experiencia maU m e v .. Algunas son válidas. 'bert Einstein escribió: A Ca ^ '° claramente que ciertos conceptos. la a c c i ó n d e criticarle hará que el criticado desarrolle respet o p o r l a s reglas. «electromagnetiso». Gregory Bateson señaló q u e si le das u n p u n t a p i é a u n a pelota. Las causas s o n a m e n u d o m e n o s evidentes y a m p l i a s y m á s sistémicas en su naturaleza q u e el s í n t o m a o el f e n ó m e n o particular que es e x p l o r a d o o estudiado. trat a r á s d e r e d u c i r l o . Tan solo p o d e m o s percibir y medir s u s resultados. Lo q u e identificam o s c o m o c a u s a d e u n e s t a d o d e s e a d o o d e u n e s t a d o problema d e t e r m i n a d ó n d e a p l i c a r e m o s n u e s t r o s esfuerzos. Las c a u s a s s o n los e l e m e n t o s suby a c e n t e s r e s p o n s a b l e s d e la c r e a c i ó n y el m a n t e n i m i e n t o d e det e r m i n a d o f e n ó m e n o o s i t u a c i ó n . P o r e j e m p l o . le das u n p u n t a p i é a u n perro con el m i s m o á n g u l o . p o r ejemplo. si c r e e s q u e d e t e r m i n a d a alergia está causada p o r u n « a l é r g e n o » e x t e r n o . s e b a s a e n e n c o n t r a r y tratar la(s) causa(s) de d e t e r m i n a d o s í n t o m a o c o n j u n t o d e s í n t o m a s . p u e d e ser el resultado d e algo relacionado con la competencia. ostulamos el c o n c e p t o imaginario «gravitación» para explicar °s efectos. la m i s m a fuerza. I Ocurre lo m i s m o en el caso de m u c h a s de nuestras creencias relacionadas con la realidad física. e incluso «tiempo» «espacio» son.

Presente Condiciones circundantes I Presuposiciones Estado Causas constrictivas V Presente Relaciones Causas constrictivas . C o m o él m i s m o señaló. 2 ) c a u s a s «constrictivas» o «eficientes». C u a n t o más nos aproximamos a las relaciones y n o r m a s primarias que determinan y rigen nuestra experiencia. presuposiciones y condiciones circ u n d a n t e s q u e m a n t i e n e n el estado presente del sistema ( i n d e p e n d i e n t e m e n t e d e c ó m o haya llegado allí). Por ejemplo. a la neurología y probablemente a cualquier otra área de actividad humana. «necesarias» o « p r e c i p i t a n t e s » . C a u s a s c o n s t r i c t i v a s Relaciones p r e s e n t e s . sino tan sólo sus efectos. o «Hay un eclipse d e Sol» y luego « u n terremoto el día siguiente». incluso los más próximos a la experiencia. «Una teoría p u e d e ser c o m p r o b a d a p o r la experiencia. 3) causas «finales» y 4) causas «formales».. Este mismo dilema es de aplicación con igual rigor a la psicología. d e p e n d i e n d o d e qué marco d e referencia decidamos elegir. Según el filósofo g r i e g o Aristóteles (Últimos analiticos) hay cuatro tipos básicos d e c a u s a s a ser t o m a d a s en consideración en cualquier i n v e s t i g a c i ó n y análisis: 1) causas «antecedentes». Lo que Einstein n o s dice es que nuestros sentidos n o percib e n realmente las cosas c o m o «causas». p u e s t o q u e lo único que p u e d e n percibir es que primero sucede u n acontecimiento e inm e d i a t a m e n t e s u c e d e otro. q u e «La mujer hizo llorar al n i ñ o » . Por ejemplo. mas lejos estamos d e cualquier cosa que sea directamente perceptible' No podemos experimentar físicamente los principios y las normas q u e generan nuestro comportamiento y nuestras experiencias.. así c o m o las reglas seg ú n las cuales el p r o p i o m u n d o opera. La «causa» es u n a elaboración interna librem e n t e elegida q u e aplicamos a la relación que h e m o s percibido. si el cerebro trata de percibirse sí mismo. proceden del punto de vista de convenciones lógicas libremente elegidas. «Las expectativas n o c u m p l i d a s del niño le hicieron llorar» o «Las fuerzas i n t e r n a s d e la Tierra causaron el terremoto».164 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias Tipos de causas 165 terial por medio de métodos lógicos. habrá inevitablemente algunos p u n t o s ciegos.r e a c c i ó n . p o d e m o s percibir una secuencia de acontecimientos c o m o : «Un h o m b r e corta u n árbol c o n u n hacha» y luego «el árbol cae». Todos los conceptos. Por ejemplo. El a r g u m e n t o de Einstein consiste en que las reglas básicas q u e utilizamos para operar en el m u n d o . o q u e «El eclipse causó el ter r e m o t o » . C a u s a s p r e c i p i t a n t e s Sucesos p a s a d o s . pero n o hay m o d o de formular u n a teoría a partir de la experiencia». o «Una mujer le dice algo a u n niño» y luego «el niño comienza a llorar». pero lo q u e es percibido es tan sólo la s e c u e n c i a de los acontecimientos. Según Einstein. Pasado C a d e n a lineal de a c o n t e c i m i e n t o s que c o n d u c e al presente Presente Causa precipitante Causa precipitante 2. acciones o decisiones que influyen en el estado p r e s e n t e del sistema a través de u n a cadena lineal de a c c i ó n . n o son observables en el c o n t e n i d o d e nuestra experiencia. t a m b i é n p o d r í a m o s decir: «La gravedad causa que los árboles caigan». p o d e m o s decir que «el h o m b r e hizo que el árbol cayera». 1.

lo m á s probable es que tomar cualquiera de estas causas c o m o la explicación única y completa del producto final c o n d u z c a a u n a imagen incompleta. ¿cómo es que m u chas de las personas infectadas p o r el virus del SIDA n o m a n i fiestan ningún síntoma? Si el universo se ha estado e x p a n d i e n d o después del Big Bang.166 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 167 3 . resultados o visiones que guían o influyen en el estado presente del sistema y confieren sentido. t e n d e m o s a buscar la cadena lineal d e causa y efecto que lo produjo.d e ^ afluencia de ¡as causas formales n varios aspectos. Buscar causas constrictivas nos c o n d u c e a percibir el problema o el resultado c o m o algo fruto d e las condiciones en curso. C a u s a s formales Definiciones y percepciones d e algo. Se trata d e esclarecimientos sin d u d a útiles e i m p o r t a n t e s . de una «organización exitosa» o del «SIDA» implicaría examinar muestras presuposiciones e intuiciones básicas sobre el fenómeno en cuestión. p o r ejemplo. con i n d e p e n d e n c i a de lo que lo haya llevado hasta ahí. presuposiciones básicas y m a p a s mentales. nuestras creencias y nuestros °s del m u n d o funcionan c o m o «causas formales» de núese . C a u s a s finales Objetivos futuros. ¿qué es lo q u e d e t e r m i n a e l r i t m o al q u e se está expandiendo en la actualidad?. con i n d e p e n d e n c i a de su historia? Buscar causas finales implica explorar l o s objetivos o fines potenciales de esos fenómenos con respecto al resto d e la Naturaleza.) e v cl Estado \ presente j Influencia n o lineal q u e c o n d u c e al estado presente Causa final 4. Por ejemplo. Identificar causas constrictivas implica e x a m i n a r q u é m a n tiene la estructura presente del f e n ó m e n o . ¿qué es lo que le impedirá seguir expandiéndose? ¿Cuáles s o n las restricciones (o la ausencia de ellas) que p o d r í a n provocar la caída o el despegue d e u n a organización. u n a lección o un proceso evolutivo? ¿Juega Dios a los dados c o n el universo. «organización» o «SIDA»? ¿ Q u é estamos p r e s u p o n i e n d o acerca d e su estructura y su «naturaleza»? (Ésta fue la clase d e preguntas que ó a Albert Einstein a reformular p o r completo nuestra percepo n del tiempo. dentro de las cuales ocurre la situación actual. P o r ejemplo. Considerar causas finales nos lleva a percibir el problema o el resultado como consecuencia de los motivos y las intenciones de los implicados. nuestro lenguaje. pero q u e n o necesariamente nos c u e n t a n toda la historia d e los fenómenos a los que se refieren. o se dirige éste hacia alguna parte? ¿Cuáles s o n las visiones y los objetivos que hacen q u e u n a organización tenga éxito? Identificar las causas formales del «universo». Buscar causas precipitantes nos c o n d u c e a ver el problema o el resultado c o m o consecuencia d e acontecimientos y experiencias del pasado. Tratar d e descubrir las causas formales d e u n problema o resultad o nos conduce a verlo c o m o u n a función de las definiciones y presuposiciones que estamos aplicando a la situación. del espacio y d e la estructura del universo. Cuando est u d i a m o s científicamente u n fenómeno. relevancia y propósito a las acciones en curso. Claramente. En la ciencia de nuestros días t e n d e m o s a buscar causas mecánicas. q u e «el SIDA está causado por un virus que penetra en el c u e r p o y actúa sobre el sistema inmunitario». Presente Futuro cimos que «nuestro universo fue causado p o r el Big Bang. q u e ocurrió hace miles de millones de años». ¿A qué nos referimos exactamente al hablar d e «universo». o q u e «esta organización tiene éxito p o r q u e dio los pasos concretos en los m o m e n t o s precisos». a las que Aristóteles se refería c o m o causas «antecedentes» o precipitantes. ¿es el SIDA simplemente u n azote. Por ejemplo.

pero q u e n o habían m u e r t o . En cons e c u e n c i a . P o r ejemplo. de «organización exitosa». Debido a que estas personas n o tenían «causa formal». Sin embargo. Lo que sucedía era q u e el ordenador n o tenía u n a categoría para «remisiones». C u a n d o u n artista c o m o Picasso coloca el manillar d e una bicicleta j u n t o al sillín p a r a c o n s t r u i r la cabeza d e u n «toro». s o n las relaciones d e estructura profunda codificadas e n el ADN. Tras eliminar a quienes habían cambiado de domicilio o habían m u e r t o p o r otras causas.168 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 169 tra realidad. El investigador le aseguró que disponía de la autorización pertinente. para descubrir patrones en su proceso de sanación. La comparación d e ambas listas p u s o en evidencia que había varios centenares de personas a las que se había diagnosticado u n cáncer terminal. constituye u n b u e n ejemplo de la influencia de las causas formales. p o r q u e exhibe la forma o las características «formales» que hemos asociado con la p a l a b r a y el c o n c e p t o d e «caballo». Identificar causas formales implica desvelar n u e s t r a s presuposiciones y n u e s t r o s m a p a s m e n t a l e s básicos acerca del tema de que se trate. la «alineación» o el «liderazgo». El m i s m o concepto d e «causa» es u n a modalidad d e «causa formal». a lo q u e ella le respondió que ése no era el problema. ésta le dijo que n o le podía facilitar aquella información. interesados en estudiar el fenómeno d e la remisión. a lo que la operadora le respondió que sí. deber e m o s tener clara la idea de que ese fenómeno tal vez n o exista. Algo parecido s u c e d i ó con otro g r u p o d e investigadores. pero que habían escapado a los filtros del centro de registro de dalos simplemente p o r q u e n o se había estaecido una categoría para ellas. en realidad. r a m a s y hojas de d e t e r m i n a d a forma. La «causa formal» d e u n f e n ó m e n o es la q u e da la definición d e su c a r á c t e r esencial. Las causas formales están también í n t i m a m e n t e relacionadas con el lenguaje y c o n los m a p a s mentales e n los q u e c r e a m o s n u e s t r a s realidades y que conceptualiz a n y e t i q u e t a n n u e s t r a experiencia. implica e x a m i n a r n u e s t r a s definiciones. las «causas formales» est á n a s o c i a d a s m á s b i e n c o n la «forma» q u e c o n el c o n t e n i d o . el investigador acabó con u n a relación de más de doscientas personas en «remisión». •Qué es lo que q u e r e m o s decir. cascos y cola la l l a m a m o s «caballo». Las causas formales están relacionadas con nuestras definiciones fundamentales de un fenómeno o u n a experiencia. P o d r í a m o s decir q u e la «causa formal» de u n ser h u m a n o . Consiguió permiso d e las autoridades locales para recopilar datos del centro regional de registro de datos médicos. Decimos que «la bellota se ha c o n v e r t i d o en u n r o b l e » . Sin e m b a r g o . c u a t r o patas. presuposicioo r nes e intuiciones acerca d e ese problema o resultado. p o r q u e definimos c o m o «roble» a algo q u e tiene tronco. médicos insistían en que n o tenían pacientes así. c u a n d o se presentó ante la operadora del o r d e n a d o r para obtener los nombres de las personas en remisión. presuposiciones e intuiciones acerca d e esos fenómenos. identificar «líderes eficaces» q u e m o d e l a r implica t e n e r la intuición d e q u e tales individuos son. Identificar jas causas formales d e l «liderazgo». i n d a g a r e n las c a u s a s formales constituye u n o d e los m e c a n i s m o s p r i m a r i o s d e El poder de la palabra. C o m o el p r o p i o t é r m i n o implica. ejemp l o s para lo q u e estamos b u s c a n d o . recur r e a las «causas formales» d e b i d o a q u e está t r a t a n d o con los e l e m e n t o s esenciales d e la forma de algo. exactamente.' c o s para averiguar n o m b r e s e historiales d e p e r s o n a s q u e j n remitido d e a l g u n a enfermedad terminal. Al princie l e r a . Esta clase d e causa está relacionada c o n lo que Aristóteles den o m i n ó «intuición». o d e «alineación»? ¿ Q u é estamos p r e s u p o n i e n d o acerca de su estructura y de su «naturaleza»? El investigador q u e quería entrevistar a personas que habían experimentado «remisiones» de cánceres terminales. p ejemplo. Las causas formales d i c e n en realidad m á s acerca de quien p e r c i b e q u e sobre el f e n ó m e n o q u e está s i e n d o percibido. Entrevistaron j ^ ° . E n t o n c e s él le preguntó si le podía facilitar la relación de todas las p e r s o n a s a las que se hubiera diagnosticado u n cáncer terminal d u r a n t e los diez o doce años anteriores. n o existían para el ordenador del centro. al hablar d e «liderazgo». Antes d e q u e p o d a m o s comenzar a investig a r algo c o m o el «éxito». P o r e j e m p l o . p o r e j e m p l o . Luego le pidió si le podía facilitar la relación de personas fallecidas de cáncer d u r a n t e el m i s m o periodo. d e u n a «organización exitosa» o de la «alineación» implicaría examinar nuestras definiciones. Buscar las causas formales d e u n problema o resultado. a la estatua de b r o n c e d e u n animal con crines.

De acuerdo a los principios de El poder de la palabra. las creencias s o n respuestas a preguntas como: 1. sabes q u e determinado comportamiento o experiencia encaja con u n criterio o valor particular?» «¿Qué valores y experiencias específicos acompañan a ese criterio o valor?» (Causas constrictivas. deben estar vinculadas a través d e las creencias a procesos y capacidades cognitivos específicos. debe ser atendida cada u n a de las causas aristotélicas. «¿Qué consecuencias o resultados producirá ese valor?» «¿Adonde conduce?» ( C a u s a s finales. criterios y ' lores está relacionada esta cualidad o entidad?» (Causas formales. En algún nivel. c o m o el agua en la q u e n a d a el pez. 3. sí. en última instancia. Son la base a partir de la cual decidimos n u e s t r a s acciones. en concreto. a lo q u e respondieron de i n m e d i a t o : «¡Oh. La persona tal vez crea q u e el «éxito» proviene de «dar lo mejor de s í » . t e n e m o s m u c h o s de ésos!» Las causas formales son en ocasiones las m á s difíciles de identificar.) . Afirmaciones c o m o «si X = Y. «Seguridad» «Reconocimiento p o r parte d e otros» (Causas constrictivas) Las creencias conectan valores a diversos aspectos de nuestra experiencia 2. «¿Qué es lo q u e causa o crea esta cualidad?» (Causas precipitantes. «Autosatisfacción» El p o d e r d e la p a l a b r a y la estructura de las creencias En resumen. haz Z» implican iniciar u n a acción causal.) Por ejemplo. u n a persona p u e d e definir el «éxito» c o m o «logro» y «autosatisfacción». « L o g r o » . para que «estructuras profundas» c o m o los valores (más abstractos y subjetivos) lleguen a alcanzar el entorno tangible en forma de comportamientos concretos. defines la cualidad o la entidad que valoras?» «¿Con q u é otras cualidades. La persona sabrá que ha alcanzado el éxito c u a n d o «note cierta sensación» en su «pecho y estómago». « ¿ C ó m o . «¿De q u é m o d o . (Causas formales) Por e j e m p l o . d e t e r m i n a de q u é modo aplicamos d e forma concreta lo q u e sabemos. p o r q u e pasan a formar parte de las presuposiciones y premisas subconscientes desde las q u e o p e r a m o s . Así p u e s . los investigadores se resignaron a creer q u e tal vez la remisión fuera u n incidente de m u c h o m e n o r cuantía d e la q u e ellos creían. las equivalencias complejas y las declaraciones de causa-efecto constituyen los elementos básicos d e construcción de n u e s t r a s creencias y d e n u e s t r o s sistemas de creencias. e n concreto.170 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 171 pió.) v a Definición Qué es ¿Con qué mas se relaciona? (Causas precipitantes) Valores o criterios Por e j e m p l o . basada en la percepción d e u n a equivalencia. hasta q u e a u n o de ellos se le ocurrió p r e g u n t a r a los médicos si tenían pacientes que h u b i e r a n e x p e r i m e n t a d o «recuperaciones notables» en vez de «remisiones». Éxito (Causas finales) |Definidón^> ¿Adonde conduce? ¿Qué lo causa? Por e j e m p l o . «Dar lo m e j o r d e s í » Evidencias ¿Cómo sabes que has llegado? Por e j e m p l o . Es esta clase de estructuras la q u e . «Una sensación en el c o r a z ó n y en el e s t ó m a g o » Por ejemplo.) 4. y q u e c o n d u c e a la «seguridad» y al «reconocimiento p o r parte d e otros».

que dan forma a las creencias y a I declaraciones de creencias. Para poder enseñar o establecer v a l o r e s a d e c u a d a m e n t e . qué l o causa y adonde conduce. La otra. aunque n o estemos seguros de ello. etc. la cuestión n o es tanto que u n o haya dado o n o c o n la creencia de causa-efecto «correcta». Todos los patrones de El poder de I V labra giran en torno a una utilización del lenguaje encaminada^ relacionar y vincular diversos aspectos de nuestra experiencia y nuestros mapas del m u n d o c o n los valores fundamentales. sin embargo. una verbalización c o m o «No les importo a los demás» n o c o n s tituye una plena «declaración de creencia». tratará de satisfacer el m i s m o valor a través de la comunicación. La primera buscará la seguridad por m e d i o de la acum u l a c i ó n de poder. para que un valor c o m o la «profesionalidad» se materialice e n u n c o m p o r t a m i e n t o . «siempre q u e » . Por e j e m p l o . d o s personas p u e d e n compartir el valor «seguridad». por consiguiente. Por ejemplo. Una de ellas. deberán compartir en cierta medida determinadas creencias y valores. mientras que la otra p i e n s e q u e este valor e s consecuencia de «comprender y resp o n d e r a las i n t e n c i o n e s positivas de quienes n o s amenazan».. «por consiguiente». «¿Cuáles son las consecuencias de que n o les importes a l o s demás?». estas creencias s o n tan significativas c o m o el propio valor.. tal vez crea que la seguridad proviene de «ser más fuerte que tus enemigos». c o n el m o d o e n que esa p e r s o n a tratará de manifestarlos. por consiguiente. Ésta es la razón por la cual las creencias ejercen una influencia tan profunda en nuestras Percepciones y en nuestras visiones de futuro. El proceso de «auditoría» de valores utisugerencias verbales y palabras clave para garantizar que se c j V o s a v c r e a c V a 0 U n c a m e n t a . una afirmación de equivalencia completa o de causa-efecto. Es una generalización relacionada c o n el valor de «importar». «No les importo a los demás. c o m o «porque». c o m o qué clase de resultados prácticos es u n o capaz de alcanzar actuando « c o m o si» esa equivalencia o esa relación causal existieran realmente. Los patrones de Eí poder de la palabra pueden ser considerad o s c o m o operaciones verbales que cambian o reencuadran los diversos elementos y vínculos que c o n s t r i ñ e n las equivalencias complejas y las causas-efectos... de la recopilación de información y de la búsqueda de opciones. una «declaración de creencia» completa debe contener. Auditoría de valores El propósito de nuestras creencias consiste e n guiarnos e n áreas en las que n o c o n o c e m o s la realidad. Para averiguar las creencias relacionadas c o n esta generalización d e b e r e m o s preguntar: «¿Cómo sabes que a los demás no les importas?». «después de que». todo el sistema de creencias debe ser especificado en un grado u otro.. I n c l u s o e s probable q u e s u s planteamientos parezcan contradictorios.» Una vez más y desde la perspectiva de la Programación N e u rolingüística.. « N o les importo a los d e m á s si. Por ejemplo: « N o les importo a los demás porque. A m b a s personas buscarán la seguridad por caminos m u y distint o s .». es necesario construir creencias acerca de l o que es la profesionalidad (los «criterios» para la profesion a l i d a d ) . «¿Qué hace que te ignoren?». «si». En la d e t e r m i n a c i ó n del m o d o e n que actuará la persona.». c o m o m í n i m o . de c ó m o sabes q u e está s i e n d o materializado (las «equivalencias de criterio»). para que las personas actúen dentro de u n sistema de forma coherente con los valores fundamentales d e é s t e . Para alcanzar resultados y manifestar nuestros valores. pero n o llega a revelar las creencias asociadas con ella. Por ejemp l o . d e b e m o s creer que algo Puede suceder. «¿Qué significa q u e n o l e s importes a los demás?» Tales creencias son a menudo desveladas por medio de expresiones «conectivas». La Auditoría de valores es una herramienta que aplica co' lingüísticos para ayudar a definir y establecer creencias ^ l i o n a d a s con el establecimiento y la manifestación de liza ^ ^ * l e s .E L PODER DE LA PALABRA Líi estructura básica de las creencias 173 Para que u n valor s e convierta en operativo. Está claro q u e las creencias del individuo e n relación con sus valores fundamentales determinarán su «mapa mental» con resp e c t o a e s o s valores y. a5 a a En el modelo de El poder de la palabra. e n cambio. tratando de tener un «palo más grande» que el d e q u i e n e s percibe c o m o s u s e n e m i g o s .

En este caso sería i m p o r t a n t e c o m e n z a r cada nueva frase sugerida por el conectivo con el p r o n o m b r e «Yo». palabras o frases que u n e n una idea con otra. r e s p o n d e r a esta clase d e preguntas implica descubrir las «causas» subyacentes relacionadas con diversas cuestiones. así c o m o valores con experiencias. Todo ello constituye las «razones» por las q u e creemos de entrada en algo. si tuviésemos que formular u n a declaración de valor como «aprender es i m p o r t a n t e » . la persona pasaría en°nces por cada u n o d e los conectivos p a r a explorar d e este modo todas las r a z o n e s d e apoyo. Es posible utilizar distintas palabras conectivas para explorar o «auditar» las distintas «causas» relacionadas c o n d e t e r m i n a d o valor o criterio. s e h a establecido u n v í n c u l o importante entre u n a consecuencia (o «causa final») relacionada con el aprendizaje. Un m é t o d o sencillo consiste en elegir cualquier valor y recorrer sistemáticamente con él todos los conectivos. después de de modo que a pesar de . es decir. Tanto para reforzar n u e s t r a s propias creencias con respecto a n u e s t r o s valores y objetivos. apoyo relacional y d e m á s herramientas disponibles. Por ejemplo. Por ejemplo. c o m o para influir sobre las creencias d e otras p e r s o n a s . lo cual contria garantizar q u e esa p e r s o n a p e r m a n e z c a asociada c o n la " 'encia. C u a n t a s más razones tengamos para creer en algo. se trata d e descubrir: a) b) c) d) e) Qué Qué Qué Qué Qué causa q u e sea deseable. m á s probable será que cream o s en ello.174 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias Lingüísticamente h a b l a n d o . d e b e r í a m o s ir más allá y averiguar alguna «causa» q u e nos Heve a esa conclusión. causa q u e sea posible. Podríamos decir. m e ( n o s ) hace capaz (capaces). causa q u e ese c a m i n o sea el a d e c u a d o . experiencias referentes. relacionamos unas ideas con otras. tales c o m o : porque mientras en el lo mismo que antes de siempre que sí por consiguiente Conectivos A través d e esta clase de palabras «conectivas». En otras palabras. los distintos tipos de causas aristotélicas están reflejados en algunas expresiones clave c o n o cidas c o m o «conectivos». En este caso. C o n s t r u i m o s y reforzamos nuestras creencias y nuestros valores b a s á n d o n o s en m a p a s cognitivos. Esto implica descubrir y facilitar las respuestas a varias preguntas i m p o r t a n t e s sobre el « c ó m o » : a) ¿Es eso deseable? ¿Por q u é es deseable? b ) ¿Es posible conseguirlo? ¿Por q u é es posible? c) ¿Cuál es el c a m i n o que debe seguirse para conseguirlo? ¿Por qué es ése el c a m i n o adecuado? d ) ¿Soy ( s o m o s ) capaz (capaces) de completar ese camino? ¿Por qué soy (somos) capaz (capaces) de completarlo? e) ¿Merezco (merecemos) completar ese c a m i n o y conseguir lo q u e d e s e o (deseamos)? ¿Por que lo merezco (merecemos)? Según Aristóteles. necesitaremos identificar esas «buenas razones» para creer en esos valores y objetivos. Manteniendo constante esa afirmación. con el fin de descubrir cualquier otra asociación o presuposición de apoyo. así c o m o a evitar que se limite a formular «raciona3 r haya explorado p o r c o m p l e t o el sistema sustentador de las creencias necesarias para p o n e r los valores en acción. si u n a persona quisiera reforzar su creencia y su compromiso con el valor «salud». por ejemplo: «Aprender es i m p o r t a n t e p o r q u e te ayuda a crecer y a sobrevivir». el proceso comenzaría con la afirmación de ese valor: «La salud es i m p o r t a n t e y deseable». m e (nos) hace merecedor (merecedores).

yo voy a dar los pasos a d e c u a d o s para cuidar de ella. Debido a que el conjunto de afirmaciones identifica múltiples razones (o causas) y las expresa en palabras. de modo que y o La salud es i m p o r t a n t e y deseable. siempre que yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. de modo que yo pueda disfrutar d e mí m i s m o y ser u n b u e n ejemplo para los demás. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Comenzaré a dar los pasos adecuados para cuidar de ella. (Es i m p o r t a n t e prestar atención a ese «aunque» o a cualquier otra respuesta q u e parezca negativa. _ . El párrafo anterior define elementos d e u n c a m i n o q u e expresa el valor. se convierte en u n a fuente p o derosa de afirmaciones positivas. Necesito fuerza y energía para crear y sobrevivir. s o r p r e n d e n t e m e n t e coherente y valiosa. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. si yo quiero ser feliz y productivo. Prueba este proceso con alguno d e tus valores c o m p l e t a n d o °s pasos siguientes y remitiéndote a la Hoja d e auditoría d e valores. Puedo disfrutar de mí mismo y ser un buen modelo para los demás. yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. aunque yo tengo otros o b jetivos y otras responsabilidades que atender. por consiguiente. * aunque yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Tras haber c o m p l e t a d o las nuevas afirmaciones. al m i s m o tiempo que ofrece u n a rica fuente d e ideas para tratar c o n las d u d a s . si y o La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Como p u e d e s comprobar. Así pues. a excepción de « a u n q u e » . La salud es i m p o r t a n t e y deseable.176 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 177 lizaciones». Aunque tengo otros objetivos y otras responsabilidades que atender. La salud es importante y deseable. Proporciona u n a explicación general que justifica el c o m p r o m i s o con el valor. del mismo modo que yo necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzar mis s u e ñ o s . del mismo modo que y o Veamos u n ejemplo d e c ó m o podría alguien completar estas frases: La salud es i m p o r t a n t e y deseable porque yo necesito fuerza y energía p a r a crear y sobrevivir. necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzar mis sueños. se crea u n conjunto coherente de ideas y afirmaciones que ayuda a la persona a reforzar su compromiso y su creencia con el valor d e la salud. proporciona motivación e incluso maneja posibles objeciones. porque yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Quiero ser feliz y productivo.) Las series d e respuestas formarán entonces u n a afirmación completa. de las razones para c o m p r o m e t e r s e con el valor fundamental seleccionado: La salud es importante y deseable. las series d e nuevas afirmaciones podrían ser creadas c o m o sigue: La salud es i m p o r t a n t e y deseable. por consiguiente. resulta interesante leer cada u n a d e ellas s u p r i m i e n d o las palabras de sugerencia. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Quiero estar preparado para el futuro. siempre que yo quiera estar preparado para el futuro.

lee cada una de ellas s u p r i m i e n d o las palabras d e sugerencia (a excepción de la palabra « a u n q u e » . pero sobre la q u e tengas d u d a s (refiérete a la Hoja d e evaluación de creencias del Capítulo 5). lee tus respuestas j u n t a s y o b serva qué es lo que ha cambiado y ha q u e d a d o reforzado. En cada palabra «sugerente». lee primero tu declaración d e valor. 3. lee tus respuestas j u n t a s y observa q u é es lo q u e ha c a m b i a d o y ha q u e d a d o reforzado. 3. las cuales servirán c o m o justificaciones adicionales y apoyo para m a n t e n e r la confianza en determinada creencia. que conviene retener para q u e esa respuesta concreta n o q u e d e formulada en negativo) y c o m e n z a n d o con la palabra «Yo». Identifica u n a creencia q u e necesites p a r a lograr u n o b jetivo d e s e a d o .C u a n d o hayas t e r m i n a d o . repite primero la frase que expresa la creencia. Escribe la creencia en el espacio reservado al efecto más abajo. C u a n d o hayas c o m p l e t a d o todas las afirmaciones. Pruébalo tú m i s m o utilizando el procedimiento siguiente. añade luego la palabra y completa la frase c o n lo p r i m e r o q u e a c u d a «espontáneamente» a t u pensamiento. 2. Como ejemplo. ¿Cudl es el valor que es importante para ti establecer o reforzar? porque yo ¿Por qué es deseable y apropiado tener esto como valor? por consiguiente. Llenar los huecos creados c o n la adición d e conectivos sirve para establecer vínculos entre esa creencia y otras creencias y expectativas. Procedimiento de «Auditoría de creencias» 1. añadiendo diferentes conectivos al final de cada afirmación. yo . 2. En cada palabra «sugerente». s u p o n g a m o s que u n a persona duda acerca de si se merece ser saludable y atractiva.178 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 179 1. o resultados se relacionan con este valor? del mismo modo que yo ¿Qué otro valor parecido ya tienes? . El proceso de «auditoria» m e d i a n t e conectivos lingüísticos p u e de ser asimismo aplicado al refuerzo d e creencias estableciendo «creencias sobre creencias». añade luego la palabra y completa la frase con lo primero que acuda «espontáneamente» a tu pensamiento. ¿Cudl es la consecuencia conductual de tener este valor? siempre que yo —___ — ¿Cuál es la situación o condición clave para tener este valor? de modo que yo ¿Cuál es el propósito positivo de este valor? aunque yo ¿Qué alternativas si yo __ ¿Qué limitaciones — ~ o restricciones existen en relación con este valor. Identifica u n valor fundamental que sea i m p o r t a n t e para ti establecer o reforzar. Auditoría de creencias Hoja de auditoría de valores Valor: es i m p o r t a n t e y deseable. así como para «reencuadrar» posibles interferencias. Aplicar el proceso d e Auditoría d e creencias implicaría repetir esta creencia. Escribe el valor en el espacio res e r v a d o al efecto c o m p l e t a n d o así la declaración d e valor. C u a n d o hayas t e r m i n a d o .

C o n ello p o d e m o s abrir u n n u e v o «espacio perceptivo» que nos ayudará a eliminar obstáculos inconscientes a n u e s ua creatividad. No obstante. real o hipotética. A m e n u d o ayuda que otra persona te lea primero las respuestas. Para c o m p r o b a r la influencia de esta otra perspectiva sobre tu propio nivel d e confianza. repetirás la misma frase en primera persona. p u e d e ponerse en la piel de esa otra p e r s o na e «interpretar su papel» r e s p o n d i e n d o a cada una d e las palabras sugerentes. descubrirás que las respuestas que parecen más difíciles suelen c o n d u c i r a algunos de los resultados más s o r p r e n d e n t e s y penetrantes. Otra forma de utilizar el proceso d e Auditoría de creencias consiste en hacerlo desde el p u n t o d e vista d e otra persona o «mentor». de m o d o q u e p u e d a s hacerte u n a idea d e la afirmación desde ambos p u n t o s de vista. Para facilitar la interpretación del rol. o resultados se relacionan con esta creencia? o restricciones existen en relación con esta creen- .180 Creencia:. o un c o m p a ñ e r o . En ocasiones resulta difícil o infructuoso auditar una creencia desde nuestra propia perspectiva. Auditar una creencia desde una perspectiva diferente mientras que yo/tú. — ¡Cuál es la condición clave en relación con esta creencia? de modo que yol tú ¿Cuál es la intención de esta creencia? si yo/tú. p u e d e s hacerlo en el orden q u e a ti o al g r u p o o s resulte m á s natural y cómodo. De h e c h o . ¿Qué mas sucede al mismo tiempo que esta creencia? siempre que yol tú . yo/tú ¿Cuál es el efecto o la exigencia de esta creencia? después que yo/tú ¿Qué tiene que suceder para apoyar esta creencia? — (capaz/merecedor Tampoco pasa nada si dejas alguna respuesta en blanco. Por s u p u e s t o . También p u e d e a y u d a r n o s a descubrir presuposiciones subconscientes o innecesarias. si la declaración generada desde la otra perspectiva es: «Tú te mereces estar sano y ser atractivo p o r q u e tú eres un producto precioso de la Naturaleza». es decir: «Yo merezco estar sano y ser atractivo p o r q u e yo soy u n p r o d u c t o precioso de la Naturaleza». hay q u e substituir «Yo» p o r «Tú» al r e s p o n d e r a las sugerencias. p u e d e s repetir luego las respuestas generadas p o r el otro p u n t o d e vista s u b s t i t u y e n d o «Tú» p o r «Yo». Esta modalidad d e Auditoria d e creencias p u e d e hacerse identificando u n a persona. También es posible que te resulte más fácil o más apropiado responder en otro orden distinto del propuesto. Por ejemplo. EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 181 porque yo/tú ¿Porquées (soy/eres) deseable/posible/apropiado de/responsable de) tener esto como valor? por consiguiente. ¿Qué limitaciones *aunque yo/tú ¿Qué alternativas cia? del mismo modo que yo/tú ¿Qué otra creencia parecida ya tienes? A m e d i d a q u e a v a n c e s e n este p r o c e s o c o n alguna d e tus creencias. surgen a m e n u d o dudas p o r q u e nos q u e d a m o s atascados en nuestro p u n t o de vista y no percibimos n i n g u n a opción. te darás cuenta d e q u e algunas de las palabras sugerentes son m á s fáciles de responder que otras. que tenga plena confianza en la creencia d e la q u e d u d a m o s . Entonces u n o mismo.

fragmentar hacia abajo. p o d r í a m o s buscar ejemplos q u e n o encajaran en ella. En s e mejantes situaciones. Para cuestionar esta representación. para u n a afirmación que fuera realmente universal seria necesario que no p u d i é r a m o s encontrar contraejemplos para ella. Las creencias formuladas en términos universales tienen a m e n u d o u n mayor impacto sobre nuestras expectativas y nuestra motivación. que trabaja con la estructura de las creencias. fragmentar hacia arriba o identificar criterios de nivel superior nos ofrecen diversos métodos para suavizar y reencuadrar las creencias limitadoras. etc. tal vez alguna ocasión en q u e u n masai le hubiera devuelto a alguien u n a res extraviada. las 1 . d e evaluar y cuestionar creencias potencialmente limitadoras. Se trata d e procesos simples. buscaremos ejemplos de empleados que confíen en s u s jefes. Con relación a El poder de la palabra. Por lo general quiere decir que el sistema 0 el fenómeno que es explorado o estudiado es más complejo de lo que se había percibido o que s u s elementos más fundamentales no han sido a ú n descubiertos. pero p o d e r o s o . «nadie». Quizá también descubramos que hay jefes d e quienes desconfían otras personas distintas a s u s empleados. No es lo mismo decir que «No tengo éxito p o r q u e me falta la experiencia necesaria». establecer u n contraejemplo implica dar con u n ejemplo que n o encaje con las declaraciones d e causa-efecto o de equivalencia compleja que construyen la creencia o el sistema de creencias y que modifique y enriquezca nuestra percepción d e la generalización o del juicio que se expresa. consiste en descubrir «contraejemplos» p a r a las creencias. en n u e s t r o s valores. De forma parecida. Por ejemplo. C o m o ya ha q u e d a d o d i c h o . así c o m o de profundizar en la comprensión de las d e m á s creencias. «ninguno». J creencias y las críticas se t o m a n limitadoras c u a n d o se formulan en términos de «universalidad». en el Capítulo 4 utilizamos contraejemplos para identificar jerarquías de criterios. Los contraejemplos son. Los contraejemplos n o necesariamente desacreditan una afirmación de creencia. e x cepciones a la regla. Descubrir contraejemplos constituye u n m o d o sencillo. Descubrir un contraejemplo n o significa que la afirmación de creencia sea «errónea». Procesos como la búsqueda de la intención. hay m o m e n t o s en los que tal vez nos enfrentem o s a interferencias procedentes d e creencias limitadoras. pero cuestionan su «universalidad» y con frecuencia la sitúan en u n a perspectiva m á s amplia. o C causa D (causa-efecto): Por ejemplo: Los alérgenos causan alergias. Así. ( P o r ejemplo. en nuestras capacidades y en nosotros mismos. básicamente. «nunca». también es importante disponer d e herramientas que nos ayuden a estar más abiertos a dudar de esos juicios y generalizaciones que nos limitan. U n contraejemplo es u n ejemplo. u n a experiencia o un fragm e n t o d e información que n o encaja en determinada generalización sobre el m u n d o . caracterizadas por expresiones como «todos».182 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 183 Utilizar contraejemplos limitadoras para reevaluar las creencias Las auditorías d e valores y de creencias aplican principios de Programación Neurolingüística y de El poder de la palabra para a y u d a r n o s a estar más abiertos a creer en n u e s t r o s objetivos. pero p o d e r o s o s . a decir que «Nunca tendré éxito p o r q u e me falta la experiencia necesaria». u n a persona p u e d e decir: «Todos los masai son ladrones de ganado» y expresar una generalización acerca de u n g r u p o de personas. las implicaciones y las expectativas relacionadas con «Estoy enfermo porque tengo cáncer» n o son las mismas q u e las q u e asociaríamos con «Siempre estaré enfermo p o r q u e tengo cáncer». que nos ayudan a establecer nuevas y consistentes creencias. «cada». Sin embargo. Otro patrón m u y poderoso. la estructura d e las declaraciones de creencias adopta p o r lo general alguna d e las siguientes formas: A significa B (equivalencia compleja): Por ejemplo: Fruncir el entrecejo significa que no estás contento.) C o m o ya he m e n c i o n a d o con anterioridad. lo cual abre el potencial para otras perspectivas y posibilidades. si alguien n o s dice: «Todos los empleados desconfían d e s u s jefes». Por s u p u e s t o .

o que algo es evidencia o significado d e algo más. E n c o n t r a r contraejemplos constituye. cualquier cambio en ellas por medio del hallazgo de u n contraejemplo podrá a m e n u d o producir efect o s i n m e d i a t o s y espectaculares. p o r ejemplo. la cual implica e n c o n t r a r algo tan parecido c o m o sea posible al alérgeno. para ti o para otros. Si consigo lo que quiero. impotencia. pero no cause D? Por ejemplo: ¿Puede estar la gente junto a un alérgeno y no sufrir alergia? También es posible invertir o «convertir» los términos. o ausencia de mérito. Algunos marcos verbales para desvelar de creencias limitadoras afirmaciones para practicar la b ú s q u e d a d e contraejemplos para las creencias limitadoras necesitarás d i s p o n e r de a l g u n o s ejemplos d e éstas. preguntando: ¿Ocurre alguna vez B sin A? Por ejemplo: ¿Puede alguien estar enfadado. c o n las que p o d r á s luego tratar con la ayuda de los distintos patrones de E¡ poder de la palabra que hemos estado estudiando a lo largo de este libro. pero q u e n o p r o d u z c a la reacción alérgica. pero los procesos a los que se refieren son. en realidad.184 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 185 Para buscar c o n t r a e j e m p l o s . C o m p l e t a n d o los espacios en blanco en relación con determinada situación o área d e tu vida. ¿Qué es lo que impide que las cosas cambien? Conseguir lo q u e quiero hará que ¿Qué problemas podrían surgir si lograras lo que deseas? . o qué podrías perder. m u c h o más complejos. Para generar afirmaciones de creencias limitadoras. que creemos q u e u n a cosa es resultado o consecuencia d e otra. aunque no frunza el entrecejo? o ¿Existe algún D que n o esté causado por E? Por ejemplo: ¿Puede alguien tener una reacción alérgica. el núcleo de la Técnica para la alergia de la PNL. p r e g u n t a r í a m o s primero: ¿Ocurre alguna vez A sin B? Por ejemplo: ¿Frunce alguna vez el entrecejo alguien cuando está contento? o ¿Hay algún m o m e n t o en que C esté presente. N o olvides q u e . Las siguientes sugerencias utilizan estas formas verbales como medio para explorar y desvelar g r u p o s de creencias limitadoras relacionadas c o n el sentido de desesperanza. A men u d o hay cierta validez superficial en algunas generalizaciones ( c o m o en el caso d e la relación entre fruncir el entrecejo y el enfado o entre la alergia y el alérgeno). lograr lo que deseas? ~ hace q u e las cosas sigan c o m o están. p o d r á s descubrir importantes creencias limitadoras. Es decir. aunque no esté presente ningún alérgeno? Descubrir contraejemplos c o n d u c e a m e n u d o a u n a comprensión más profunda del fenómeno que estamos considerando y n o s ayuda a enriquecer n u e s t r o «mapa» del territorio. si lograras lo que deseas? Conseguir lo que quiero significaría ¿Qué significado negativo tendría. utilizaremos sugerencias verbales parecidas a las aplicadas en las auditorías de valores y de creencias. las creencias limitadoras a d o p t a n p o r lo general la forma d e declaraciones de «causa-efecto» o d e «equivalencia compleja». Como sucede c o n cualquier creencia y con su correspondiente verbalización. p u e s t o q u e las creencias están ligadas al nivel neurológico profundo. entonces ¿Qué podría salir mal. en las q u e te sientas atascado o en u n «callejón sin salida».

¿Existen ejemplos de personas que n o triunfaran académicamente. He aquí u n par d e ejemplos más: Nunca triunfaré para aprender. p o r q u e (B).186 E l . ¿Se te o c u r r e algún individuo que n o haya h e c h o n i n g ú n esfuerzo ( c o m o u n bebé recién nacido) y q u e . académicamente porque tengo dificultades realmente? Siempre tendré este problema p o r q u e ¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas y que nunca podrá ser cambiado? Querer ser diferente está mal p o r q u e ¿Qué es lo que hace que querer cambiar sea malo o 1. o no has hecho. casos en los que personas sin formación técnica hayan a p r e n d i d o a utilizar u n ordenador. a pesar de haber realizado m u c h o s esfuerzos para conseguirlo? (Por ejemplo. 1. merezca lograr lo q u e desea? Puedes buscar contra ejemplos tanto entre las experiencias propia vida c o m o en los logros y éxitos d e otros. a pesar d e ello. PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 187 La situación n u n c a cambiará p o r q u e ¿Qué impedimentos u obstáculos hacen que las cosas sigan como están? N o p u e d o conseguir l o q u e deseo p o r q u e ¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas? No m e es posible conseguir lo que deseo p o r q u e ¿Qué es lo que hace que lograr lo que deseas te resulte N o soy capaz d e conseguir lo que deseo p o r q u e ¿Qué deficiencia personal te impide lograr lo que deseas? Las cosas n u n c a mejorarán p o r q u e ¿Qué es lo que siempre te impedirá triunfar imposible? __ Por ejemplo: (A) No soy capaz de aprender porque (B) no soy una persona orientada a la técnica. a pesar d e ello. ¿Existen ejemplos de personas c o n dificultades para aprender ( c o m o Albert Einstein) q u e . x . p e r s o n a s que n o sacaran provecho d e las o p o r t u n i d a d e s q u e se les ofrecían). Las accio- inapropiado? No me merezco lo q u e deseo p o r q u e • ¿Qué es lo que has hecho. ladrones o asesinos que p o n e n m u c h o e m p e ñ o en preparar y realizar s u s crímenes. situaciones en las q u e personas con alguna formación técnica n o hayan logrado a p r e n d e r a utilizar u n ordenador. p o r ejemplo. para que no seas merecedor de conseguir lo que deseas? Generar contraejemplos Elige u n a creencia (equivalencia compleja o causa-efecto) con b que trabajar y escríbela en los espacios en blanco. p o r ejemplo. triunfaran académicamente? No me merezco conseguir lo que quiero porque no me he esforzado lo suficiente. ¿Se te o c u r r e algún ejemplo d e personas que n o se merezcan lograr lo que desean. a pesar d e n o tener n i n g u n a dificultad para aprender? ( p o r ejemplo. (A).) 2. Descubrir contraejemplos implicaría 1) buscar caso de A pero n o de B. También p u e d e s identificar contraejemplos 2) b u s c a n d o casos de B p e r o n o d e A. 2.

Los contraejemplos extraídos de n u e s t r a s propias experiencias nos convencen de que tenemos las capacidades para lograr lo que deseamos y de q u e n o s lo merecemos. fortalece nuestra expectativa de autoeficacia. Siempre me caigo»— en u n marco de realimentación en lugar d e u n marco de fracaso. . Una vez e n c o n t r a d o u n contraejemplo p o d e r o s o . es decir. Este contraejemplo procede de «fragmentar hacia abajo» la experiencia del chaval.188 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 189 nes y los logros de otras personas suelen convencernos de que algo es posible o deseable. lo más probable es que le ayude a reforzar su creencia en el desarrollo d e sus propias capacidades. o su «expectativa d e r e s u l t a d o » . Recuerda que el propósito d e descubrir contraejemplos. e n q u e . si u n niño dice: « N u n c a aprenderé a montar en esta bicicleta. construye n u e s t r o s e n t i m i e n t o de esperanza y d e «expectativa de res u l t a d o » . n o sólo en que eso es posible. así como a cambiar u n marco-problema o u n marco-fracaso p o r u n marcoobjetivo o u n marco-realimentación. E n c o n t r a r ejemplos en nuestra propia vida va u n paso más allá. verás que cada vez te aguantas m á s tiempo». puede ser presentado ante la p e r s o n a que se debate con la creencia limitadora. G e n e r a l m e n t e . así que n o siempre te caes. Por ejemplo. s u s padres p u e d e n responderle: «Has a g u a n t a d o el equilibrio casi tres metros ahora mismo. Si sigues practicando. así como d e reducir el t a m a ñ o del marco para concentrarlo en los mom e n t o s d e éxito. Eso lo ayudara a abrirse a la creencia d e que realmente p u e d e a p r e n d e r a manten e r el equilibrio. a m p l i a n d o el marco y s e ñ a l a n d o los éxitos d e otros. n o consiste en atacar o humillar a alguien p o r tener u n a creencia limitadora. sino también en q u e ya s o m o s capaces en cierta medida de lograrlo. e n c o n t r a r a u n q u e sea u n a sola persona que haya logrado realizar algo que se consideraba imposible. puesto que intensifica nuestra confianza. a u n q u e al principio te caigas muchas veces. Eso servirá para construir la confianza del chico. Me caigo siempre». Ambos contraejemplos a y u d a n a reubicar la generalización limitadora — « N u n c a aprenderé a m o n t a r en esta bicicleta. En este caso. Puesto q u e está extraído d e la propia experiencia del n i ñ o . sino ayudarlo a e n s a n c h a r y enriquecer su mapa del m u n d o . reforzando nuestra confianza en que eso q u e deseamos es posible. Caerse es sólo parte del aprendiz 3 |je». a p r e n d e r a m o n t a r en bici es posible. Los padres también p o d r í a n decir: «¿Recuerdas que tu herm a n a se caía siempre c u a n d o aprendía a m o n t a r en bicicletaAhora m o n t a perfectamente. Ello lo ayudará a d u d a r de que caer signifique que u n o n o aprenderá. así c o m o de Eí poder de la palabra en general. el contraejemplo se establece «fragmentando hacia arriba».

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Sin embargo.El proceso natural de cambio de creencias El propósito de la totalidad d e los patrones de El poder de la palabra que h e m o s visto hasta aquí es a y u d a r n o s a estar más abiertos a nuestros objetivos. He dedicado m u c h o t i e m p o a estudiar y m o d e l a r el proceso m b i o natural de creencias. También p u e d e n a y u d a r n o s a «reencuadrar» generalizaciones negativas. en s u m a . Sin embargo. A m e n u d o las personas piensan q u e los procesos de cambio de creencias tienen q u e ser difíciles y requieren esfuerzo. de creencias. Tratamos d e cambiarlas «reprimiéndolas». desaprobándolas o atacándolas. así c o m o al cambio de creencias limitadoras. suele ser m u y fácil cambiar d e creencias si respetamos y acompañamos este proceso natural. simples pero eficaces. a nuestras capacidades y a nosotros mismos. Los patrones de El poder de la palabra son estructuras verbales. Constituyen. todos descartamos d e m a n e r a automática cientos. estimulándonos a estar más abiertos a dudar de las evaluaciones y los juicios que nos limitan. herramientas poderosas para el cambio de creencias a través de la conversación. y h e sido testigo de las consee c a . Tal vez la dificultad surge c u a n d o tratamos de hacerlo de manera consciente. tanto individual c o m o ectivamente en seminarios. A lo largo de los últimos veinte arios he trabajado con m u c h a s p e r s o n a s . así como que forzosamente tienen que ir a c o m p a ñ a d o s d e luchas y conflictos. miles. a nuestros valores. a lo largo d e nuestra vida. c u a n d o lo h a c e m o s de u n m o d o q u e n o respeta el ciclo natural de c a m b i o de creencias. q u e contribuyen al establecimiento de creencias nuevas y potenciadoras. lo cierto es q u e .

la persona aband o n a . c) c o n f i a m o s en n u e s t r a «creencia» d e alcanzar los recursos y el éxito. Aprender a tocar el piano (o esta canción) es difícil y aburrido. lo hicieron sin necesidad de psicoterapia o medicación (si bien es cierto que algo d e tutoría y de Eí poder de la palabra resultó de a y u d a ) . N o soportaré este dolor. A medida que n o s percatamos d e que n o s adentraS a r i a s . Para salir adelante. al establecer límites y prioridades percibidas c o m o necePara la seguridad o la supervivencia en aquel m o m e n t o d e nuestra vida. estas creencias o interferencias son generalizaciones q u e snvieron para a p o y a r n o s o p r o t e g e r n o s en algún m o m e n t o del pasado. Durante su proceso de crecimiento. 1995). los «frutos» de la creencia (las intenciones y los propósitos positivos que hay tras ella) son preservados o «recolectados» y separados de las parles q u e ya n o resultan imprescindibles. Sin embargo. Estas creencias limitadoras abarcaron diversos temas y actividades. v a m o s r e p i t i e n d o el m i s m o ciclo m u c h a s veces: a) c o m e n z a m o s «queriendo creer» q u e seremos capaces d e m a n e j a r cada n u e v o reto c o n r e c u r s o s y c o n éxito. v o l u m e n III. No logro aprender a batear yo solo. A m e nudo. He visto también a m i s d o s hijos (de diez y o c h o a ñ o s de edad al escribir estas líneas) cambiar m u c h a s . que resultan c u a n d o las personas logran liberarse d e viejas creencias limitadoras y las c a m b i a n por otras nuevas y potenciadoras. Eí ciclo de cambio de creencias El ciclo natural de cambio de creencias p u e d e compararse con el cambio de estaciones. las creencias sirven su p r o p ó sito. en el que se fueron sintiendo cada vez más abiertos a dudar d e sus creencias limitadoras. N o soy u n b u e n j u g a d o r d e béisbol. m i s hijos h a n expresado afirmaciones c o m o éstas. A veces s u c e d e q u e u n a n u e v a convicción e n t r a e n conflicto con creencias que interfieren y contradicen la nueva generalización o el nuevo juicio que estamos tratando d e establecer. E n algún m o m e n t o d e s u vida. a veces milagrosas. C u a n d o n u e s t r a s capacidades se confirman. Me cuesta d e m a s i a d o a p r e n d e r a esquiar. en invierno las partes de la creencia que ya n o se necesitan s o n abandonadas a la descomposición. El proceso a través del cual mis hijos cambiaron sus creencias ocurrió según u n ciclo natural. la nueva semilla necesitará la ayuda del agricultor. m u c h a s creencias limitadoras a lo largo de s u s cortas vidas y establecer en su lugar otras m u c h o más enriquecedoras. U n a nueva creencia es c o m o la semilla que plantamos en primavera. Crece d u r a n t e el verano y c u a n d o madura se hace fuerte y echa raíces. así c o m o de q u e e s t a m o s h a c i e n d o lo q u e nos conviene. Todo ello m e ha m o v i d o a formular lo que he d e n o m i n a d o Ciclo de cambio de creencias (ver Estrategias del Genio. Quizá m á s i m p o r t a n t e a ú n . c o m o : N u n c a a p r e n d e r é a m o n t a r en bici. b) nos «abrimos a creer» q u e podemos. tener las c a p a c i d a d e s necesarias para lograr los r e c u r s o s y el éxito. Cuando tales creencias llegan a d e t e r m i n a d o e x t r e m o . C o m o las cosechas e n o t o ñ o . Al entrar en esta etapa d e la vida y a p r e n d e r las lecciones que precisamos para ese m a n e j o . El grado en que creían s u s propias palabras amenazaba su motivación para seguir a p r e n d i e n d o . No soy b u e n o en matemáticas. la semilla debe a veces c o m p e t i r p o r la supervivencia con otras plantas o c o n la maleza q u e crece en el m i s m o huerto. Finalmente. r e a l m e n t e . e incluso p u e d e ocurrir que deje de disfrutar c o n estas actividades o que deje de intentar realizarlas para el resto de su vida. A m e d i d a q u e nos p r e p a r a m o s para las dislintas etapas d e nuestra vida o d e n u e s t r a carrera. p e r m i t i e n d o así q u e el ciclo vuelva a comenzar. Esta transición p u e d e ser a menudo tanto rápida c o m o suave.194 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 195 cuencias. que la fertilizará y la protegerá de la maleza. y cada vez más abiertos a creer q u e podían lograr sus objetivos. comienzan a pasarse y se marchitan.

C u a n d o creemos p l e n a m e n t e en algo. nuestras prioridades y nuestras creencias ya n o s o n las m i s m a s . pero que abandon a m o s c u a n d o d e n u e v o transitamos hacia u n a nueva etapa del c a m i n o d e nuestra vida. pero sin dejar d e d a r n o s cuenta d e que nuestros valores. R e c o n o c e m o s q u e e) «solíamos creer» que é r a m o s de d e t e r m i n a d a m a n e r a y q u e ciertas cosas eran importantes. hasta tus diversas etapas d e m a d u r e z . «Querer creer» algo implica asimismo el reconocim i e n t o de que a ú n n o «lo creemos». Creyendo ya Las generalizaciones q u e «ya creemos» construyen n u e s t r o sistema de creencias en vigor.. pasando p o r tu adolescencia. se debe h a b i t u a l m e n t e a que pensam o s que la nueva creencia producirá efectos positivos sobre nuestra vida. Ocurre c o n frecuencia q u e . asociaciones. de q u e la nueva creencia a ú n n o supera nuestra «estrategia d e realidad» o las «equivalencias de criterio» necesarias para que s e p a m o s que la h e m o s inc o r p o r a d o p l e n a m e n t e a nuestro presente m o d e l o del m u n d o . «Podría s e r » . en el m a r c o realimentación y en el marco « c o m o si». Los pasos fundamentales de este ciclo s o n los siguientes: 1.196 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 197 m o s en u n a nueva etapa de nuestra vida o de nuestra actividad c o m e n z a m o s a d) estar más «abiertos a dudar» d e que las limitaciones y las decisiones asociadas a aquella etapa anterior sigan siendo realmente lo que más importa. tanto si es potenciador c o m o si es limitador). e m p l e o s . desarrollamos creencias y valores q u e n o s sirven. De forma parecida. u n niño que quiera creer que "cruzar la calle solo es seguro» deberá antes tratar adecuadamente y a b a n d o n a r la creencia. nos c o m p r o m e t e m o s p l e n a m e n t e con esa creencia. 0 S l l s . lo más «cierto». derivadas de la experiencia d e caerse n u m e r o s a s veces en s u s intentos anteriores. « ¿ Q u é tendría yo q u e ver. amistades. Querer creer «Querer creer» está relacionado c o n n u e s t r a s expectativas y motivaciones para el establecimiento de u n a nueva creencia. Abiertos a creer «Abrirse a creer» constituye u n a experiencia e s t i m u l a n t e y generadora q u e viene a c o m p a ñ a d a a m e n u d o p o r u n a s e n s a c i ó n de libertad y exploración. ésta entra en conflicto c o n otra ya existente. Ello n o n o s i m p i d e retener las creencias y las capacidades q u e nos ayudan en la etapa actual. C u a n d o p o r fin logramos pasar a la siguiente etapa d e nuestra vida o de nuestra profesión. oír o sentir para c o n v e n c e r m e de que esa n u e v a creencia es válida y útil?» 3. Sabemos que a ú n n o lo c r e e m o s . al tratar de incorporar u n a n u e va creencia. en nuestra m e n t e n o hay preguntas ni d u d a s . y la consideramos nuestra «realidad» presente. Para e n c o n t r a r a b u n d a n t e s ejemplos d e este ciclo. pero pensamos: «Tal vez sea posible». Cuando creemos en algo (tanto si es p o sitivo c o m o si es negativo. p o d e m o s echar la vista atrás y c o m p r o b a r que aquello que para nosotros fue i m p o r t a n t e y verd a d e r o ya n o lo es. A medida q u e e n t r a m o s y pasamos por distintas relaciones. « ¿ C ó m o sería mi vida si adoptara esta creencia?». Actuamos c o n congruencia «como si» esa creencia fuera cierta para nosotros. 2. de que «no p u e d e s cruzar la calle sin la ayuda d e u n adulto». sino q u e r e c o p i l a m o s y s o p e s a m o s p r u e bas que la validen. sólo tienes que reflexionar sobre los procesos d e cambio que has atravesado desde tu infancia. Es en este m o m e n t o d o n d e la creencia c o m i e n z a a adquirir las propiedades de « a u t o c u m p l i m i e n t o » asociadas a la fe en algo ( c o m o con el «efecto placebo»). lo prioritario. establecida con anterioridad p o r padres. Estar abierto a creer implica estar p l e n a m e n te inmersos e n el marco resultado. C u a n d o estamos «abiertos a creer» todavía n o e s t a m o s c o n v e n c i d o s de q u e la nueva creencia sea completamente válida. U n n i ñ o una niña que quiere creer q u e « p u e d o m o n t a r en bicicleta» debe a m e n u d o luchar c o n s u s generalizaciones previas. Cuand o « q u e r e m o s creer» algo. etc.

De forma parecida. n i olvidamos d e m a n e r a automática que solíamos creer.198 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 199 N o es infrecuente que se p r e s e n t e n tales conflictos entre creencias c u a n d o c o m e n z a m o s a considerar con seriedad la posibilidad de creer en algo n u e v o o diferente. Tan sólo ya n o encaja c o n nuestros criterios para la «realidad». así es c o m o r e c o r d a m o s las viejas creencias de las que nos h e m o s d e s p r e n d i d o . establecer u n p a t r ó n d e c o m p o r t a m i e n t o saludable o merecer el U o . C u a n d o alguien deja de creer en Papá Noel. c u a n d o estamos «abiertos a d u d a r » lo estamos a considerar q u e . es i m p o r t a n t e recordar los errores y las creencias limitadoras de n u e s t r o s antepasados. Sabemos que «solíamos creerlas». Pensamos: «Quizá n o sea válida. pero ya n o las creemos. y recordar la intención positiva de aquella creencia. el intento de a d o p t a r u n a creencia nueva d e s e n c a d e n a a m e n u d o conflictos y resistencias con respecto a otras creencias. 4. siendo n i ñ o s . creíamos que este personaje vivía en el Polo Norte y q u e . en N o chebuena. quizás esa creencia que h e m o s m a n t e n i d o tanto tiempo. Recordamos y decimos: *Solía creer q u e n o podía m o n t a r e n bici o cruzar la calle solo. Ahora tengo otras formas de satisfacer la intención Positiva y el propósito de aquella vieja creencia». volaba p o r los cielos e n su trineo m á g i c o a l r e d e d o r del m u n d o para llevar regalos a los niños. para tratar de n o repetirlos. Recordamos lo que «solíamos» creer. d e b e r e m o s «abrirnos a la duda» sobre la creencia existente. la mayoría de a d u l t o s r e c o r d a m o s cómo. ya establecidas como parte d e n u e s t r o sistema d e creencias existente. n o sea cierta. sino que m á s bien cambia espectacularmente el efecto emocional y psicológico q u e esa creencia tenía en n o sotros. a m e n u d o n o g e n e r a m o s a. así c o m o a reencuadrarlas. «Tal vez n o sea tan i m p o r t a n t e o necesario creer eso». etc. La creencia en Papá Noel es u n ejemplo paradigmático d e esta clase de experiencia. de m o d o que q u e d e n d e n u e v o en u n m a r c o resultado o en un m a r c o realimentación. pero a sabiendas d e que ya n o ejerce n i n g u n a influencia significativa sobre n u e s t r o s pensamientos o n u e s t r a conducta. Así p u e s . «Ya h e cambiado de creencias otras veces». pero ahora e s t a m o s m u y lejos d e t o d o ello. En lugar d e pensar que alguna nueva creencia tal vez sea cierta. consistente en crear u n sentimiento de magia y excitación. enfado o disgusto. «¿De q u é contraejemplos dispongo para cuestionar esa creencia?». C u a n d o c a m b i a m o s realmente u n a creencia. Recordar lo que «solíamos» creer C u a n d o dejamos de creer en algo. Nuestra relación con ella se asemeja a la experiencia de visitar un m u s e o de historia. Eí «Museo de historia personal». pero ciertamente n o e x p e r i m e n t a r e m o s m i e d o . o haya dejado d e serlo». En relación con nuestras creencias descartadas s u c e d e algo parecido. nesia p o r esa creencia. en otros tiempos. Sabemos que otras p e r s o n a s .. C u a n d o v e m o s a r m a s medievales e i n s t r u m e n t o s d e tortura en la vitrina de u n m u s e o tal vez nos sintamos curiosos y reflexivos. Esa creencia ya n o forma parte de realidad. ex 1 . n o necesita negar airada y vehementemente la existencia d e este personaje imaginario. La experiencia de estar abierto a la d u d a es el c o m p l e m e n t o d e estar abierto a creer. 5. utilizaron todo aquello. Abiertos a dudar Para reevaluar y descartar viejas creencias que interfieran con el establecimiento d e otra nueva. pero ya n o lo creo. En las culturas que celebran la Navidad. «Si me lo miro d e s d e u n a perspectiva más amplia. sino que le basta con mirar en retrospectiva con nostalgia. ¿qué otras posibilidades percibo?» o «¿Cuál es el propósito positivo al que esta creencia ha servido? ¿Existen otros medios para lograr ese m i s m o propósito de forma m e n o s limitadora y más enriquecedora?» Abrirnos a la d u d a implica por lo general reencuadrar creencias formuladas en función de marco problema o marco fracaso. De hecho. Los patrones d e Eí poder de la palabra p r o p o r c i o n a n h e r r a m i e n t a s verbales poderosas p a r a ayudarnos a a b r i r n o s a la duda sobre creencias existentes interferentes. n o necesitamos realizar n i n g ú n esfuerzo para negarla o eliminarla.

identidad o incluso d e la experiencia espiritual. Confiamos. Es decir. p u e d e ayudar a q u e el proceso d e c a m b i o de creencias sea más suave. los p a t r o n e s d e El p°' der de la palabra sirven c o m o h e r r a m i e n t a s verbales q u e nos ayud a n a apoyar este ciclo n a t u r a l de c a m b i o d e creencias y u ° c o n d u c e n a u n a m a y o r apertura a la d u d a sobre las creencias y generalizaciones que nos están limitando. De h e c h o . el sentimiento d e confianza suele ser más fuerte que el de esperanza.200 6. Confianza El. en que u n a p e r s o n a «será fiel a su palabra» o en q u e «las cosas mejorarán».Considera. De forma parecida. Las creencias y valores activan su «poder» sólo c u a n d o se conectan a nuestra fisiología y a nuestros estados i n t e r n o s . Si uno se encuentra en u n estado positivo y optimista. Así p u e s . Ésta es u n a función de nuestra creencia en que algo es posible. capacidad. o d e confiar en u n sistema m a y o r que uno m i s m o . PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 201 Cambio de creencias y estados internos En m u c h o s aspectos. Por el contrario. la confianza está relacionada con la esperanza. la confianza se extiende m á s allá d e la creencia. La persona que tiene esperanzas d e recuperarse d e u n a enfermedad grave debe creer que tal recuperación es posible. Funcionan. hasta que no hayamos incorporado s o m á t i c a m e n t e d e t e r m i n a d o valor o creencia. U n a creencia (positiva o negativa) n o es m á s q u e un «rumor» hasta q u e está «en el m ú s c u l o » . El estado interno d e la persona está relacionado c o n la experiencia fisiológica y emocional que tiene en u n m o m e n t o determinado del t i e m p o . la «confianza» se tipifica p o r u n estado qLie n o s permite acceder. Nuestros estados internos son. Más q u e c o n la s i m p l e creencia de que algo sea posible. capacidades y creencias. en m u c h o s aspectos. El diccionario Merriam-Webster define la confianza c o m o la «fiabilidad asegurada acerca del carácter. p o r ejemplo. Sin embargo. el psicológico y el e m o cional en el q u e nos e n c o n t r e m o s ejercerán u n a gran influencia sobre los tipos de creencias q u e estaremos inclinados a incorpo[ . p o r ejemplo. s Como p o n e n de relieve los pasos del ciclo natural de cambio de creencias. y sintamos y e x p e r i m e n t e m o s e m o c i o n a l m e n t e s u s implicaciones. Un viejo. el estado i n t e r n o d e u n a persona ejerce u n a e n o r m e influencia sobre su «visión del m u n d o » presente. disgusto o temor. la influencia sobre tu experiencia de 'as siguientes listas d e estados: ar . m á s allá d e n u e s t r a s creencias. le resultará m u c h o más difícil aferrarse a creencias negativas y limitadoras. a u n q u e m u y relevante. la confianza constituye a m e n u d o algo en lo que a p o y a r n o s c u a n d o n o t e n e m o s pruebas. nuestro estado interno representa u n a influencia importante para el cambio d e creencias. a la vez. Así p u e s . al estado en q u e éstas se forman. el estado físico. Los estados i n t e r n o s d e t e r m i n a n en gran medida nuestra elección d e c o m p o r t a m i e n t o y d e respuesta. c o m o u n a especie de filtro de n u e s t r a s percepciones y c o m o puerta d e acceso a d e t e r m i n a d o s recuerdos. más c ó m o d o y m á s ecológico. En este s e n t i d o . proverbio de Nueva Guinea asegura: «El conocimiento es tan sólo un rumor. hasta que está en el músculo». fuerza o autenticidad d e algo o alguien». seguirá siendo tan sólo u n conjunto disociado d e conceptos. E n el ciclo natural d e cambio de creencias. los contenedores de nuestras creencias. está relacionado c o n la expectativa de que suceda realmente. Emocionalmente h a b l a n d o . hasta el nivel de la. la confianza constituye la piedra angular del proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias. C u a n d o se utilizan d e forma selectiva. La experiencia d e «confiar» en algo q u e está m á s allá de n u e s t r a s creencias. la confianza se caracteriza p o r u n a fe o creencia e n «algo futuro y probable». n o resulta fácil m a n t e n e r la congruencia con creencias positivas y potenciadoras c u a n d o nuestro estado interno es de frustración. palabras o ideas.

Reconocer estados internos e influir sobre ellos A medida q u e a v a n z a m o s en los diferentes contextos y experiencias de nuestra vida. etc. El estado de nuestra fisiología y de nuestra neurología actúa a m o d o de filtro para establecer d ó n d e c e n t r a m o s la atención y. Así p u e s . p o r el e s t a d o psicológico del i n d i v i d u o . Sin embargo. en gran medida. si u n o r d e n a d o r tiene u n chip defectuoso o la corriente que lo alimenta n o es estable. la postura corporal. en gran m e d i d a . n o p o d r á ejecutar los programas con eficacia. Nuestros estados internos están relacionados c o n la parte «neurológica» de la Programación Neurolingüística. c o m p u e s t a s de secuencias o r d e n a d a s de inst r u c c i o n e s o representaciones i n t e r n a s . es posible aprender c ó m o elegir n u e s t r o propio estado. el ritm° respiratorio. así c o m o d e alcanzar los resultados apetecidos. la presión sanguínea. c o m o el ritmo cardíaco. En PNL. a c o m p a ñ a n a los cambios en el estado i n t e r n o de la persona e influyen en g r a n medida en su capacidad p a r a p e n s a r y para actuar. es decir.. Para la mayoría de nosotros. Respondemos a estímulos (anclas) que s o n a la vez internos y externos a nosotros. La eficacia y la facilidad con que u n p r o g r a m a m e n t a l se ejecuta viene d e t e r m i n a d a .. del individuo determinará la eficacia con la que podrá ejecutar sus propios programas mentalesProcesos fisiológicos profundos. p o r consiguiente. Reconocer los estados i n t e r n o s de la persona. cambiamos d e estados i n t e r n o s y accedemos a diversidad de ellos. constituye u n a d e las habilidades importantes para utilizar eficazmente El poder de la palabra. la tensión . U n o los objetivos d e la Programación Neurolingüística es ayudare C o m o p u e d e s d e d u c i r fácilmente d e tu propia experiencia. y crea una probabilidad m a y o r d e m a n t e n e r creencias y expectativas positivas. El grado de atención. Evidentemente. la respuesta galvánica d e la epidermis. Ciertas estrategias o p r o g r a m a s s o n más a d e c u a d o s que otros para resolver determin a d a s tareas y son. los términos «selección de estado» y «manej o de estados» se refieren a esta capacidad para elegir el estado ™as apropiado para cada situación o desafío y acceder a él. la estrategia que el individ u o utilice la q u e d e t e r m i n a r á . nos proporciona más opciones sobre c ó m o experimentarlas y reaccionar ante ellas. responder a ellos e influir en los m i s m o s . U n a de las premisas básicas d e la Programación Neurolingüística consiste en q u e el cerebro h u m a n o funciona de forma parecida a u n o r d e n a d o r . C o n el cerebro h u m a n o sucede lo m i s m o . c o m o si funcionáramos p o r m e d i o d e u n «piloto automático». el estado i n t e r n o del individuo ejerce influencias i m p o r t a n t e s sobre su capacidad de actuación en cualquier situación. La capacidad para reconocer estados útiles. ejecutando «programas» o estrategias m e n t a l e s . estos cambios h a n q u e d a d o en g r a n m e d i d a fuera d e n u e s t r a elección. estrés. qué oímos (y dejamos d e oír) y c ó m o interpretamos lo que oímos. receptividad. p o r consiguiente.202 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 203 Estados i n t e r n o s «positivos» Tranquilo Relajado Flexible Fluido Centrado Confiado Optimista Atento Receptivo Seguro Estados i n t e r n o s «negativos» Enfadado Tenso Rígido Atascado Ansioso Frustrado Dubitativo Distraído Cerrado Temeroso muscular. así c o m o d e acceder intencionalmente a ellos en determinadas situaciones. el t i e m p o d e reacción. etc. es m u c h o más fácil estar «abierto a creer» y asociarse a creencias positivas y potenciadoras c u a n d o el estado i n t e r n o es positivo q u e c u a n d o n o lo es. la mediocridad o la excelencia d e su d e s e m p e ñ o . Poder influir y dirigir n u e s t r o s estados internos incrementa en gran medida nuestra flexibilidad individual.

el t o n o . Los ejercicios siguientes ilustran a l g u n a s formas d e u s a r las herramientas básicas d e la PNL para a y u d a r n o s a seleccionar y manejar mejor nuestros estados internos. El anclaje constituye u n a de las herramientas más sencillas y P°derosas para la selección y el acceso a estados i n t e r n o s . U n inventario de emociones implica prestar atención a la constelación d e c o m p o n e n t e s que constituyen n u e s t r o s estados emocionales. a los gestos. Ejercicio: Acceder a un estado y anclarlo Los peculiaridades y los estímulos cognitivos y físicos identificados por la P N L p u e d e n ser utilizados para acceder de m a n e r a sistemática y movilizar diferentes partes de n u e s t r o sistema n e r v i o so. Al ser más conscientes d e los patrones y d e los estímulos que influyen sobre los estados internos. U n estado fisiológico típico del estrés. ahora m i s m o . Estos tres tipos d e inventario están relacionados con nuestras equivalencias de criterio y n u e s t r a s estrategias de realidad. los e s t í m u l o s n o verbales constituyen a m e n u d o u n o de los aspectos m á s relevantes e influyentes en el control y el manejo d e estados i n t e r n o s . Mientras lees este párrafo. Para reconocer y c o m p r e n d e r mejor nuestros estados internos. levanta los hombros hasta las orejas. Ello nos permitirá realizar los ajustes necesarios c u a n d o el estado en el q u e estamos interfiera con nuestra capacidad para alcanzar los objetivos d e s e a d o s . Un ejemplo. p o d e m o s incrementar el n ú mero d e opciones disponibles para responder a d e t e r m i n a d a situación. Recorre tu c u e r p o y elimina cualquier exceso d e tensión. Respira profunda y tranquilamente. Anclar miplica establecer indicadores o desencadenantes para cada estado mterno. Por ejemplo. Busca una postura c ó m o d a y equilibrada.204 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 205 nos a crear u n a «biblioteca» de estados útiles y llenos d e recursos. el timbre y el volumen d e voces y sonidos. p u e d e s levantarte y volver a sentarte. a c o m p a ñ a d a del agradable beneficio colateral d e a u m e n t a r n u e s t r o d o m i n i o sobre los estados psicológicos en que o p e r a m o s . i n c l u s o de los más sutiles aspectos de la fisiología. sonidos. leccionarlos y «anclarlos» para que nos resulte más fácil recurrir a ellos. ¿ D ó n d e está tu a t e n c i ó n en ese estado? ¿Qué creencias acerca del aprendizaje c o n e c t a s c o n él? ¿Cuál de los dos estados c o n d u c e mejor al aprendizaje? C o m o este sencillo ejercicio d e m u e s t r a .. Desarrollar la capacidad para inventariar en los tres ámbitos nos lleva a u n a mayor flexibilidad.) y los estímulos no verbales. ¿Cómo respiras? ¿Estas c ó m o d o e n ese estado? ¿Te p a r e c e indicado para aprender? ¿Dónde está tu atención? ¿ Q u é creencias acerca del aprendizaje mantienes en ese estado? Ahora cambia de posición. c o m o el brillo. La Programación Neurolingüística ofrece tres m é t o d o s para ello: inventario d e fisiología. Un inveníarío de submodalidades implica percatarse de las submodalidades sensoriales más notorias en nuestro estado interno. siéntate desequilibrado. la textura. el color. Es importante reconocer la influencia del c o m p o r t a m i e n t o . la temperatura. p o n tus h o m b r o s en tensión. Muévete u n p o c o . la superficie. a la posición de los ojos. inventario d e s u b m o d a l i d a d e s e inventario de emociones. las s u b m o d a l i d a d e s (colores. a la respiración y a los patrones de m o v i m i e n t o . sobre los e s t a d o s internos de las personas. etc. Entre los m é t o d o s utilizados en P N L para seleccionar y anclar estados i n t e r n o s cabe citar la localización espacial. así c o m o para ayudar a desarrollar nuestra capacidad de «selección» y «manejo» de los m i s m o s . p o d e m o s se-. etc. el t a m a ñ o y la posición de las imágenes mentales. brillo. Un inventario de fisiología implica prestar atención a la postura corporal. Diferentes estados o actitudes se e x p r e s a n por medio de patrones d e lenguaje y c o m p o r t a m i e n t o s d i s t i n t o s . los pasos siguientes c o n d u c e n al establecimiento de dos tipos d e «anclas» importantes y útiles: . U n a vez conocidos los factores q u e definen e influyen en las características de n u e s t r o s estados internos. de las sensaciones cines tésicas. es necesario a p r e n d e r á hacer inventario d e n u e s t r o s procesos neurológicos.

oye p o r t u s oídos y experimenta las m i s m a s sensaciones. el t é r m i n o mentor se utiliza para referirse al personaje que nos ayuda a moldear o influir en nuestra vida d e forma positiva haciendo q u e «resuene» algo muy profundo e n n o s o t r o s .). Es posible utilizar el recuerdo de mentores importantes en nuestra vida para que nos ayuden a acceder de nuevo al conocimiento. El m e n t o r tiene semejanzas con el maestro o el formador. Selecciona u n espacio en el suelo ante ti. Ve a través de tus ojos. fenómenos naturales ( c o m o el océano. para ayudar a la persona a a p r e n d e r o crecer. la diosa Atenea se erigió en guardiana y maestra de Telémaco. símbolo o cualquier otro indicad o r visual. ayudándola a establecer creencias potenciadoras. en cambio. Ahora c o m p r u e b a que tus anclas funcion e n e n t r a n d o de n u e v o en el espacio y utilizando tu ancla interna p a r a recuperar el estado deseado. aunque n o es exactamente lo m i s m o . Haz inventario d e los indicadores físicos. a los recursos o a capacidades inconscientes. a m e n u d o mediante su propio ejemplo. patrones de respiración. «estar abierto a creer») y colócate en ese espacio. a . o alguna sensación interna que te sirvan c o m o recordatorio (es decir. la tutoría incluye también la posibilidad de aconsejar y guiar a u n nivel superior. 6. Selecciona algún color. Representando estas cualidades. sonido y sensaciones) y de las sensaciones emocionales asociadas con ese estado. 5. q u e en aquella ocasión. Recupera p l e n a m e n t e ese estado. d e m o d o que la presencia e x t e m a del m e n t o r deja de ser necesaria.206 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 207 1. para designarlo c o m o ancla «espacial» para el estado interno al que deseas acceder. Como sugiere el ejemplo mitológico d e Mentor. Entre los mentores p u e d e n haber niños. algún s o n i d o y/o palabra. Recuerda alguna ocasión en la que experimentaras el estado q u e deseas anclar. como ancla «interna») para ese estado. P o d e m o s llevar dentro de nosotros « m e n t o r e s internos» q u e n o s aconsejen y nos guíen en m u c h a s situaciones d e nuestra vida. Esta clase d e tutoría acaba a m e n u d o siendo interiorizada por el individuo c o m o parte d e sí m i s m o . maestros. es decir. e incluso partes d e u n o m i s m o . así c o m o a reencuadrar las creencias limitadoras. etc. El maestro instruye. mascotas. En la mitología griega. 4. Corn° consecuencia de ello. Encarnada como Mentor. nos c o n d u c e al d e s c u b r i m i e n t o de nuestras competencias inconscientes. En Programación Neurolingüística. o maestro. enfatiza el aspecto relacional informal del aprendizaje y de la actuación tanto c o m o el d o m i n i o de la tarea. las m o n t a ñ a s . en su perspectiva o en «su piel». hijo d e Ulises. etc. La tutoría. El mentor. La tutoría p u e d e asimismo incluir el proceso de patrocinio y apoyo a otra persona. c u a n d o éste estaba a u s e n t e en s u s viajes. personas a las que jamás h e m o s conocido personalmente. liberándolo o desvelándolo. d e las submodalidades (cualidades d e las imágenes. La forma básica de utilizar u n «mentor interno» consiste en imaginar la presencia de esa persona o entidad y colocarse acto seguido en «segunda posición». ahora o en el futuro (por ejemplo. Sal del espacio elegido y d e s p r é n d e t e del estado que acabas d e anclar. 3 . Repite los pasos del 1 al 4 hasta que tengas u n acceso fácil y claro a ese estado. Eso permite acceder a las cualidades presentes e n nosotros. pero sobre las q u e hemos leído. el concepto de «mentor» ha acabado significando el proceso de a) avisar y aconsejar y b) servir como g u . el formador proporciona realimentación específica en c u a n t o al comportamiento. la acción del m e n t o r (sobre todo en u n rnarco ocupacional). pero ° ° n o c i d a s o incluidas como parte d e nuestro mapa d e la situación (o de nosotros mismos). mentor interno n o s ayuda a darles vida en nuestro comportan o s n r e c Tutoría y mentores internos El proceso n a t u r a l de cambio de creencias es también a menudo facilitado p o r «mentores». Mentor es el sabio y fiel consejero del héroe Ulises. 2.

etc. fisiológicamente asociado con cada uno de estos aspectos del ciclo de cambio de creencias. Las creencias que «crees ahora». 4. Luego crea un espacio físico para el mentor. (Identifícate de nuevo con algún otro «mentor» que te haya ayudado a estar más abierto a dudar de algo que te estaba limitando. Comporta la utilización del anclaje y de mentores internos para acompañar a la persona a través de la secuencia de estados que completan el ciclo: 1) querer creer. Los mentores pueden ser niños. Sitúa los estados del ciclo de acuerdo con el siguiente patrón: / \ 5 . El procedimiento implica establecer localizaciones separadas para cada estado. maestros. [Nota: Puedes identificar a algún «mentor» que te haya ayudado a estar más «abierto a creer» «resonando» contigo.] 3. próximo a la localización correspondiente a «abierto a creer». 4 ) abrirse a la duda. pero confiabas plenamente e n ti o en algún otro poder. «Quiero creer» en algo nuevo. más allá de nuestras creencias. (Éste es el espacio que he denominado «museo de historia personal».) 5. 3 ) creer. 2. personas a las que jamás has conocido personalmente. Para «anclar» los estados. tal vez alguna ocasión e n la que ya n o sabías qué creer. se sitúa en el centro del círculo para servir c o m o «metaposición» y «verificador ecológico» para el resto del proceso. y anclar luego el correspondiente estado a cada localización.208 til POI5I-. Solía creer i / Quiero creer creencias Patrón d e localizaciones para el ciclo d e c a m b i o d e . Una experiencia de «confianza» profunda. mascotas.). aplica el proceso que seguiste en el ejercicio de «anclaje». La experiencia de estar «abierto a creer» algo nuevo. pero sobre las que has leído.) 6. El procedimiento siguiente es una técnica que desarrollé con el propósito de ayudar a guiar a la persona a través del ciclo natural de cambio de creencias. incluyendo cualquier creencia limitadora que entre e n conflicto con la nueva que quisieras sentir con más fuerza. colocándote tanto como te sea posible en la experiencia. Una vez que hemos experimentado estas cualidades desde la posición del mentor. La experiencia de estar «abierto a dudar» de algo que creíste largo tiempo.R DI LA PALABRA Estados infernos y cambio natural de creencias 209 miento en curso (cuando nos asociamos a la perspectiva del mentor). Las creencias que «solías creer» pero que ya no crees. liberando o desvelando algo oculto en tu interior. 2) abrirse a creer. fenómenos naturales (como el océano. «andándolas» a su correspondiente localización espacial: 1. las montañas. e incluso tú mismo. Procedimiento del ciclo de creencias La experiencia de «confiar» en algo. podemos incorporarlas a nuestra propia posición perceptiva dentro de una situación concreta y aplicarlas. 5) la experiencia de recordar algo que solíamos creer y 6) confianza.

Si mientras estás en ese espacio se presenta alguna creencia confhctiva o limitadora. m a n t e n í a en tu m e n t e y desplázate c o n ella al espacio correspondiente a «Abierto a d u d a r » . p o n t e ahora «en su piel». Obsérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu mentor. y c o n c é n t r a t e en esa nueva creencia q u e deseas tener. Siente c ó m o es eso d e estar más abierto a creer esa nueva creencia. Colócate en el espacio correspondiente a «Quiero creer» y piensa en la «nueva creencia» en la que desearías confiar más. ) 4. C u a n d o i n t u i t i v a m e n t e creas q u e es el m o m e n to o p o r t u n o .) e Estos estados y estos m e n t o r e s n o tienen p o r q u é tener ning u n a relación con la cuestión d e creencias q u e tratas de resolver. 1. (De n u e v o . Tal vez p u e d a s darle algún consejo o apoyo útil a ese otro tú. 3. U n a de las más c o m u n e s consiste en que la pef" s o n a piense en la nueva creencia que desearía reforzar y s i m p l e m e n t e la haga «circular» a través d e los pasos del ciclo natural- . que está «abierto a creer». (Si has elegido algún «mentor» para ese estado. Considera si hay algún cambio o revisión q u e desees incorporar a la n u e v a creencia.210 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias El procedimiento es el siguiente: 211 ( P u e d e resultarte d e g r a n ayuda incorporar mentores q u te hayan ayudado antes a generar esta experiencia de confianza.Enriquecido p o r tus d e s c u b r i m i e n t o s en el espacio correspondiente a «Confío». 5. Tal vez p u e d a s darle algún consejo o apoyo útil a ese otro tú q u e se está «abriendo a d u d a r » . Considera también si hay alguna parte d e las viejas creencias q u e valdría la p e n a retener o incorporar a la nueva. si has elegido algún m e n t o r para este espacio. p u e d e ser utilizado de muchas formas distintas. regresa a las viejas creencias conflictivas o limitadoras q u e dejaste aparcadas en la localización c o r r e s p o n d i e n t e a «Abierto a d u d a r » y llévate- «Paisaje» de estados asociado con el ciclo de cambio de creencias Implementar el ciclo de cambio de creencias U n a vez dispuesto este paisaje. C o m p r u e b a la ecología: desplázate a la localización cor r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre las intenciones positivas y el propósito tanto d e la nueva creencia como d e cualquier otra confhctiva o limitadora. p o n t e «en su piel» en este m o m e n t o .) 2. Mantenía en m e n t e y pasa al espacio correspondiente a «Abierto a creer». desplázate a la localización correspondiente a «Creo a h o r a » . Obsérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu m e n t o r .

q u e u n a persona se e n c u e n tra atascada en un estado de frustración y quiere sentirse motivada para aprender algo nuevo. el t é r m i n o «encadenado» se refiere a u n a modalidad de anclaje en el q u e las experiencias se unen en determinada secuencia que c o n d u c e del estado de partida al estado deseado. El proceso puede realizarse tan sólo estableciendo la localización de las anclas para cada u n o d e los estados i n t e r n o s y recorriéndolas e n la secuencia apropiada. Cambiar de frustración a motivación así como así n o es tarea fácil. siempre p o d r á s realizar los ajustes que precises para que se adapte a lo que para ti sea más apropiado y ecológico. el p r o c e s o p u e d e seguir e v o l u c i o n a n d o . Además de la fisiología. A menudo resulta difícil cubrir el h u e c o entre el estado actual y el deseado.] labras bien colocadas. el mero h e c h o de recorrer estas localizaciones (o incluso de hacerlo m e n t a l m e n t e ) y d e reexperim e n l a r l o s estados e s suficiente p a r a c o m e n z a r a cambiar con suavidad d e creencias. Hay. en el futuro. como curiosidad por lo q u e está p o r venir. el lenguaje ejerce una influencia poderosa sobre n u e s t r o s estados i n t e r n o s . es decir. C o m o técnica. 6. p o r ejemplo. Estos estados de transición funcionan c o m o «peldaños» q u e a y u d a n a la persona a desplazarse con mayor facilidad hacia el estado deseado. sin embargo. Por su1 1 1 3 5 Encadenado de creencias El propósito ú l t i m o d e los diferentes patrones de bl poder de la palabra consiste en ayudar lingüísticamente a c o n d u c i r a la persona a través d e los estados incluidos en el ciclo de cambio de creencias. orgánico e incesante. de las respuestas emocionales y d e las representaciones y s u b m o d a l i d a d e s internas. el ciclo d e cambio d e creencias no requiere necesariamente del uso del lenguaje. E n c a d e n a r implicaría establecer dos o m á s pasos o estados intermedios entre la frustración y la motivación. Si el estado problema es negativo y el estado deseado es positivo. Entonces resulta ya m u c h o fácil pasar de ese estado al de motivación deseado. 2) posible. c o m o p o r ejemplo confusión. En Programación Neurolingüística. Vuelve a «Creo ahora» y concéntrate en la nueva creencia que deseas reforzar. «en el m ú s c u l o » ) tal vez sea necesario repetir el ciclo con cada u n a d e las cinco creencias fundamentales que hemos visto e n el Capítulo 5. creer q u e algo es 1) deseable. pasar p o r ejemplo d e «quiero creer» a «abierto a creer».212 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 213 las al espacio c o r r e s p o n d i e n t e a «Solía creer» (Tu «museo d e historia personal»). E x p e r i m e n t a esa nueva sensación de seguridad y verbaliza cualquier inspiración o lección que hayas descubierto en el proceso. en el m o m e n t o o p o r t u n o . Supongamos. Tratar de forzar el salto de un estado a otro crearía sin d u d a tensión o conflicto. Desde ese estado algo m e n o s negativo p o d e m o s dar u n paso pequeño pero significativo hacia otro estado algo más positivo. es decir. 3) a p r o p i a d o . [Nota: Para que u n a creencia q u e d e p l e n a m e n t e instalada (es decir. La técnica del E n c a d e n a d o de creencias demuestra c ó m o se utilizan algunos patrones simples de Eí poder de la palabra (Intención y Definición) para estimular y apoyar d e t e r m i n a d o s estados internos. 4) que estás en condiciones de lograrlo y 5) q u e lo mereces. así c o m o q u e . 7. No olvides q u e . El elemento clave para el establecimiento de una «cadena» eficaz consiste en la selección de los estados intermedios elegidos para u n i r a m b o s estados extremos. gracias a este ciclo natural. C o m p r u e b a la ecología: vuelve a colocarte en el espacio c o r r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre los cambios que acabas d e realizar. será necesario desplazarse progresivamente desde el primero hasta otro algo m e n o s negativo. Las cadenas más eficaces son las que acompañan y c o n d u c e n de forma progresiva desde el estado problema hasta el estado deseado. así c o m o para fortalecer la experiencia d e estar «abierto a creer» o «abierto a d u d a r » . Para m u c h a s personas. ocasiones en las que u n a s pocas pa* . q u e facilitan e n gran medida el logro de a l g u n o de esos estados o el m o v i m i e n t o ente ellos.

C o n d u c i r Encadenado de estados. b. c o m o los patrones de Eí poder de la palabra. lo más aconsejable es q u e los estados contiguos se solapen e n cierto grado fisiológica.214 EL PODLR Dli LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 215 puesto. serán necesarios más o m e n o s pasos intermedios. Abierto a la duda — Abierto a creer — Localización Localización Localización Localización 1 2 3 4 Estados transitorios Algo un ». Localización 3 : U n a redefinición d e a l g ú n aspecto d e la declaración d e la creencia limitadora. c o m p a r t e n algunas características. De forma parecida la confusión y la curiosidad se s u p e r p o n e n en ciertos aspectos.poco menos negativo ejemplo: Confusión Estado deseado Algo positivo ejemplo: Motivación para aprender Algo un poco positivo ejemplo: Curiosidad Acompañar ^. a la secuencia de anclas cinestésicas. según sea la distancia fisiológica y emocional entre los estados extremos. Históricamente. que la haga en cierta medida positiva. para tratar con u n a creencia limitadora p u e d e s designar cuatro espacios para formar c o n ellos u n a cadena q u e vaya desde el estado p r o b l e m a (la creencia limitadora) al estado deseado (creencia potenciadora) con dos pasos intermedios: a. ambas implican i n c e r ú d u m b r e acerca del resultado. p o r ejemplo. También la curiosidad y la motivación se asemejan en q u e a m b a s implican v o l u n t a d d e ir e n u n a misma dirección. Los estados contiguos de una misma cadena deberían superponerse en algún grado Estado p r o b l e m a Estado deseado Localizaciones para crear una cadena de creencias básicas . p o r ejemplo. cognitiva o emocionalmente. Un m o d o de crear una cadena d e creencias consiste en añadir distinciones lingüísticas. La frustración y la confusión. Localización 4: U n a creencia potenciadora que sea consecuencia tanto de la intención positiva c o m o d e la redefinición (estado deseado). Localización 2: La intención positiva de la creencia limitadora. De frustración a motivación Al seleccionar los estados para u n a cadena. mediante el proceso d e anclaje. c. así c o m o vincular u n estado y o t r o . d. Por ejemplo. Estado problema Al 20 negativo ejemplo: Frustración procedimiento básico de encadenado de creencias Es más fácil establecer la secuencia d e estados de u n a misma cadena. Localización 1: La creencia limitadora (estado problema). la técnica de PNL de «Encadenar anclas» ha venido utilizando anclas cinestésicas.

7. pero redefiniendo las palabras clave d e la misma de m o d o que reflejen lo q u e has descubierto acerca de su intención positiva. y formula u n a declaración d e creencia positiva que incorpore la intención positiva d e la creencia limitadora. Explora el propósito positivo d e tu creencia limitadora. Explora c ó m o los diferentes reencuadres verbales te p u e d e n ayudar a a d o p t a r perspectivas distintas sobre la creencia. porque tan sólo presto atención a las palabras y no a mis sentimientos y relaciones con otras personas»). Según Gregory Bateson. Presta atención al estado interno asociado c o n esta creencia limitadora. Avanza d e n u e v o . para e x p e r i m e n t a r así el movimiento desde el estado presente al estado deseado. esta vez hasta la localización del estado deseado. Asegúrate de n u e v o de que las palabras estimulen realmente sentimientos positivos c u a n d o las p r o n u n c i e s ( p o r ejemplo: « C u a n d o estoy asociado y conectado a mis sentim i e n t o s y relaciones c o n otras personas m i e n t r a s escucho las palabras. hasta que des con alguna que cambie significativa- m e n t e tus sensaciones c o n respecto a la creencia ( p o r ejemplo: «Me cuesta prestar atención a los idiomas cuando me confundo y me aburro. 5. Existen m u c h a s otras formas n o verbales en que las personas interactúan y se envían mensajes. asentir con la cabeza. Recorre la cadena varias veces. Colocado en la localización del estado problema. No es necesario de mom e n t o conocer la creencia p o t e n c i a d o r a que acompañará a la creencia. Regresa a la localización c o r r e s p o n d i e n t e al «estado problema» y desplázate físicamente a través d e los demás pas o s d e la cadena. hasta q u e sientas q u e h a y u n flujo fácil y s u a v e d e s d e el e s t a d o presente al d e s e a d o . q u e la c o m u n i c a c i ó n verbal. 4. elig u n a creencia limitadora con la que quieras trabajar (por ejemplo: «Me resulta difícil a p r e n d e r idiomas p o r q u e me confundo y m e a b u r r o con las palabras»). c o m o establecer contacto visual. Colócate ahora en la localización correspondiente al estado deseado y entra en u n estado i n t e r n o en el que te sientas «alineado» y «sabio». 6. p r o b a n d o distintas palabras hasta d a r c o n u n a expresión q u e cambie realmente tu sensación y tu estado interno a algo más positivo (por ejemplo: «Sentirme asociado y con e c t a d o c o n lo que estoy a p r e n d i e n d o » ) . llorar. así c o m o de la utilización del anclaje espacial en el c a m b i o d e creencias. Expresa de. Recuerda que se trata tan sólo de q u e te hagas u n a idea d e los cambios en el estado i n t e r n o . Avanza de n u e v o . señalar c o n el d e d o o subrayar con el t o n o d e voz. prueba diferentes palabras. La influencia de la comunicación no verbal El impacto del c a m b i o de estados internos. repitiendo las afirmaciones c o r r e s p o n d i e n t e s a cada localización. p u e d o disfrutar realmente a p r e n d i e n d o idiomas»). basta con e x p e r i m e n t a r el estado interno positivo q u e estará asociado con ella. 2. Luego sal de la localización y «sacúdete» el efecto asociado con la creencia limitadora. p o n e también de relieve la importancia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal. a p r o x i m a d a m e n t e tan sólo u n 8 p o r ciento de la información c o m u n i c a d a en u n a interacción está a . Todavía n o hace falta que te fijes en los cambios en la propia creencia. 3 . U n a vez más. pero q u e sea enriquecedora y potenciadora. si n o m á s . Regresa al espacio correspondiente a la creencia limitadora y pásate a c o n t i n u a c i ó n a la de «intención positiva».216 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias e 217 1. La c o m u n i c a c i ó n n o verbal e s t a n importante. Los mensajes verbales o palabras s o n t a n s ó l o u n a d e l a s m o d a l i d a d e s a través de las cuales las personas se c o m u n i c a n e influyen u n a s en otras. ahora hasta el espacio correspondiente a la «redefinición». tanto lingüística c o m o a n e s t é s i c a mente. n u e v o la creencia limitadora.

De h e c h o . c o m o la expresión de la cara y el tono de voz. y el m o v i m i e n t o ocular.218 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 219 cargo de las palabras. tienen u n impacto más bien emocional. los gestos. de forma n o verbal está enviando u n mensaje c o m p l e t a m e n t e contrario a lo que significan s u s palabras. es decir. el mensaje será radicalmente diferente a si p r o n u n c i a las mismas palabras señalando a s u s oídos. los cambios en el tono y el t e m p o de la voz. — es a m e n u d o tanto o más i m p o r t a n t e que las propias palabras para q u e el chiste sea más o m e n o s «gracioso». c o m p o n e n t e «digital» de esta interacción El 9 2 por ciento restante es c o m u n i c a d o de forma n o verbal. y determin a n los «sentimientos» que suscitará lo que la persona dice. a través del sistema «analógico». el tono d e voz que utilizamos al hablar con otras personas ejerce un g r a n impacto sobre c ó m o va a ser «oído» y «recibido» el mensaje. mientras que los mensajes verbales están m á s asociados con el proceso cognitivo. t e m p o y v o l u m e n . C o n frecuencia d e t e r m i n a n el m o d o en que la c o m u n i c a c i ó n verbal será recibida e interpretada. Si alguien dice «Fantástico» con u n tono d e sarcasmo. los mensajes n o verbales tienden a reflejar e influir en n u e s t r o estado i n t e r n o . n o hay duda de q u e la respuesta primaria del can atenderá m á s al tono que al c o n t e n i d o d e nuestras palabras. al m i s m o t i e m p o que señala a s u s propios ojos. e t c . Si p r o n u n c i a m o s las palabras «¡Perrito bueno!» en u n tono d e voz irritado y amenazador. La comunicación no verbal es más «primitiva» y constituye la modalidad primordial que utilizan los d e m á s animales para comunicarse entre sí (y nosotros con ellos). Mensaje enviado Idea cognitiva: «No p u e d o hacerlo» Mensaje verbal: «Sigue intentándolo» Tono vocal de frustración «Metamensaje» no verbal Estado interno de duda: «Debo estar i haciendo algo mal» Mensa/e recibido Los metamensajes no verbales influyen en gran e n los e s t a d o s i n t e r n o s y la interpretación del del mensaje verbal medida receptor . mensajes acerca del c o n t e n i d o verbal que u n o está expresando. el modo en que se cuenta u n chiste — l a e n t o n a c i ó n . Si u n a persona dice: «Ahora presta mucha a t e n c i ó n » . Las señales n o verbales. Los aspectos no verbales de nuestra >1 Tono de voz comunicación medida tienden a reflejar n u e s t r o e s t a d o i n t e r n o e n m a y o r q u e la c o m u n i c a c i ó n verbal De este m o d o . Decirle a alguien «Tú n o p u e d e s hacer eso» c o n t o n o d e irritación o con tono d e frustración puede hacer tanto p o r estimular la duda c o m o p o r inspirar confianza o creencia. Entre estos aspectos analógicos d e la c o m u n i c a c i ó n cabe citar el lenguaje corporal. las expresiones faciales las pausas. la postura. Los indicadores no verbales son a m e n u d o «metamensajes». así como el c o m p o n e n t e tonal correspondiente a la parte audible de la interacción: tono d e voz. Por ejemplo. La c o m u n i c a c i ó n n o verbal incluye indicios y señales como la expresión facial.

de la congruencia entre el «mensaje» y el «mensajero».220 EL PODER DE LA PALABRA En general. es decir. Por consiguiente. y nos pasa inadvertida la parte n o verbal de ésta. p r o n u n c i a d a s con el tono de voz inapropiado. p u e d e a y u d a r n o s a incrementar en g r a n medida nuestra eficacia al utilizar El poder de ¡a palabra para influir positivamente e n otras personas. así c o m o a prestar más atención a n u e s t r o propio estado interno. o con la expresión facial inadecuada. Las palabras correctas. 8 Virus mentales y la metaestructura de creencias . suelen p r o d u c i r el efecto contrario del deseado. solemos fijarnos preferentemente en los aspectos verbales d e la comunicación. de nuestra propia congruencia con lo q u e estemos diciendo. en primera instancia. El grado d e congruencia entre n u e s t r o s mensajes n o verbales y nuestras palabras procede. Aprender a observar los indicadores n o verbales. Al trabajar con El poder de la palabra es fundamental prestar atención al metamensaje n o verbal que acompaña a las palabras. el estado i n t e r n o en el que estemos c u a n d o hablamos es tan importante c o m o el d e quien nos escucha.

Constituyen las «intenciones positivas» d e m á x i m o nivel para cuyo apoyo o reflejo h a n sido establecidas las creencias. d e t e r m i n a n d o la energía emocional ruda en el m a n t e n i m i e n t o de la creencia. en su calidad de m o delo para nuestra experiencia. Los valores d a n sentido a nuestras creencias y a nuestra experiencia. Nuestra e x p e r i e n c i a sensorial es la q u e nos proporciona las materias primas c o n las que c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s del mundo. Necesariamente. Las consecuencias concretas q u e u n a creencia o generalización produce determinan su utilidad. Las creencias conectan los valores c o n la experiencia a través de declaraciones d e «causa-efecto» y de «equivalencia compleja». tanto para la experiencomo para el ímpetu de nuestras acciones. p o r lo general actualizadas y corregidas por la propia experiencia. Las creencias s o n generalizaciones extraídas de los datos de nuestra experiencia. Nuestros estados p e r n o s son a m e n u d o la base sobre la que se apoya determinacreencia o generalización. las creencias s u p r i m e n y distorsionan los aspectos d e la experiencia para cuya representación han sido desarrolladas. Ello les confiere el potencial tanto para limitarnos c o m o para p o t e n c i a r n o s . y que a su vez están implicadas en la formación y el mantenimiento de creencias. Las expectativas p r o p o r c i o n a n la motivación necesaria para el mantenimiento de d e t e r m i n a d a generalización o creencia. El estado i n t e r n o actúa c o m o filtro. .Metaestructura de creencias A lo largo d e este libro h e m o s explorado u n a serie d e d i m e n s i o nes de nuestra experiencia sobre las q u e nuestras creencias influyen.

a l i m e n t a n d o de este m o d o u n a profecía que se refuerza a sí misma. la expectativa d e mejora y los valores d e diversión y mejora de sí m i s m o . de equilibrio I antes de caerse w Experiencia (Estímulo sensorial) Nuestras creencias son generalizaciones que u n e n experiencias. ese estado i n t e r n o negativo afectará al rendimiento del m u c h a c h o . Si b i e n ese ejemplo p u e d e constituir para él u n a fuerte motivación. tal vez el chico pase a u n marco problema o a u n marco fracaso. p o r ejemplo. Una vez establecidas. Las creencias saludables m a n t i e n e n su conexión c o n todas estas dimensiones. Una creencia potenciadora c o m o . Todo ello proporciona al n i ñ o la motivación y el í m p e t u necesarios para seguir p r o b a n d o . así c o m o a m e d i d a q u e vivimos nuevas experiencias. f o r m a n d o a s í n u e s t r o tej" d e la realidad . para evitar las reiteradas incomodidades y frustraciones. las creencias limitadoras ejercen su influencia sobre otro c o m p o nente o sobre todos ellos. también p u d e s u c e d e r q u e le m u e v a a desarrollar expectativas exageradas. las expectativas. v a l o r e s . es probable que establezca la creencia de q u e « n u n c a p o d r é m o n t a r en bici» y deje de hacerlo para siempre. haciendo que se caiga más a m e n u d o . a u n q u e al principio se caiga a m e n u d o . Puede que entonces el chaval comience a construir la expectativa de que «me volveré a caer».224 EL PODER DE LA PAIAISRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 225 Las interconexiones entre estos diversos c o m p o n e n t e s constituyen lo q u e Richard Bandler d e n o m i n a el «tejido de la realidad» . Nuestras creencias c a m b i a n y se actualizan a sí mismas a medida q u e e x p e r i m e n t a m o s cambios en los valores. se refuerza en él la generalización d e que « p u e d o a p r e n d e r » . La función de n u e s t r a s creencias consiste en proporcionar los vínculos fundamentales entre estos distintos elementos que conforman n u e s t r o mapa del m u n d o . Las creencias limitadoras p u e d e n surgir como resultado del cambio d e u n o cualquiera d e estos c o m p o n e n t e s a u n a formulación negativa o «marco-problema». C o n s i d e r e m o s el caso del niño que aprende a m o n t a r en bicicleta. P o r fin. los estados internos. e s t a d o s i n t e r n o s y e x p e c t a t i v a s . q u e lo conducirán a u n estado interno d e frustración. Habida cuenta d e que su actuación no se corresponderá c o n estas expectativas. Por ejemplo. Además de p r o d u c i r sentimientos i n c ó m o d o s . s u p o n g a m o s que el chaval que está a p r e n d i e n d o a m o n t a r en bici tiene u n a h e r m a n a que ya sabe. «Puedo aprender» sirve para u n i r valores clave asociados c o n el aprendizaje — c o m o «diversión» y «mejora de. A m e d i d a que experimenta períodos cada vez m á s largos d e m a n t e n i m i e n t o del equilibrio antes de caerse. junto con el estado d e confianza. sí m i m o » — con u n estad o i n t e r n o de «confianza» y c o n la expectativa d e q u e «cada vez lo h a r é mejor».

las personas tienen distintas creencias de las capacidades sanadoras del c u e r p o . u n «marco-fracaso» o u n «marco-imposibilidad». las supresiones y las correcciones se actualizan y corrigen c o m o resultado de n u e v a s experiencias. Ello c o n d u c e a la p e r s o n a a c o m e n z a r a ver la creencia c o m o «el territorio».226 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 227 Deseo de evitar mas frustración e incomodidad f Valores \ ( (Intenciones ) \ ^ positivas) y éxito continúa. l o Por ejemplo. acabará invirtiendo su anterior creencia negativa. reencuadrándola d e forma natural. Tales creencias se t o r n a n a ú n m á s limitadoras y difíciles d e cambiar cuando estamos separados de las experiencias. Esta situación se vuelve a ú n más exagerada c u a n d o la creencia limitadora n o la h e m o s construido nosotros a partir d e nuestra experiencia. Los n u e v o s d a t o s o «contraejemplos» q u e n o encajen con la generalización conducirán a la persona a reconsiderar la validez de su creencia Imitadora. sino q u e n o s ha sido impuesta p o r otros. su sociedad. así c o m o m á s «abierto a d u d a r » de las limitaciones percibidas con anterioridad. así c o m o sobre «debería hacer» y q u é « n o se debería hacer» en relación l u d de u n o m i s m o y d e los d e m á s . llegará en su m o m e n t o a m a n t e n e r el equiü" brío y c o m e n z a r á a tener algunos éxitos. la PNL se ocupa de cómo tratar el h e c h o de q u e . Tienen s u s p r o p i o s S a acerca q u é se c o n la mapas . de los estados internos y de las expectativas d e las q u e en origen dichas creencias derivaron. C u a n d o eso sucede. Virus Creencias (Generalizaciones) «Nunca podré montar bici» Supresión Distorsión Experiencia (Estímulo sensorial) Caerse y hacerse daño Las creencias limitadoras crean un «marco-problema» C u a n d o las creencias y las generalizaciones limitadoras perm a n e c e n conectadas a las intenciones y las experiencias a partir de las cuales fueron establecidas. en lugar d e c o m o u n mapa más cuyo propósito consiste en a y u d a r n o s a transitar p o r u n a parte de nuestro c a m p o d e experiencias. eso le hará pensar: «Bueno. su formación profesional y su historia personal. según sean sus antecedentes. Una presuposición fundamental en Programación Neurolingüística consiste en q u e cada cual tiene su p r o p i o mapa del m u n do. U n o d e los retos m á s i m p o r t a n t e s d e nuestra vida consiste en coordinar n u e s t r o mapa del m u n d o con s de los d e m á s . la creencia llega a ser percibida c o m o u n a especie d e «verdad» disociada acerca de la realidad. S i u e 2 e mentales ExpectativasS (Consecuencias') anticipadas) «Me volveré a caer» Las creencias limitadoras surgen de las generalizaciones. d e cambios en el estado i n t e r n o y de la revisión de expectativas. su cultura. Por lo general. las supresiones y las distorsiones q u e h a n sido colocadas en u n «marco-problema». efectivamente. d e los valores. tal vez d e s p u é s de todo sí aprenderé». Si u n chaval q u e ha consolidado la generalización de q «nunca p o d r é m o n t a r en bici» es estimulado y apoyado par c o n t i n u a r p r o b á n d o l o (y logra percibir su «fracaso» como una «realimentación»). Cada vez estará m á s «abierto a creer» q u e p u e d e a p r e n d e r a m o n t a r en bici. En g r a n medida. cada cual tiene su propio mapa del m u n d o . Los m a p a s de las personas s o n m u y distintos entre sí.

hay q u e recurrir a identificar y transformar las d e m á s creencias y presuposiciones en las que se basa el virus (y q u e lo m a n t i e n e n en su sitio). y c o n d u c e n a confrontaciones y conflictos entre creencias. S u p o n g a m o s que la paciente d e n u e s t r o ejemplo trabajara como enfermera de u n m é d i c o generalista y q u e éste. p r o c e d e n t e s d e las experiencias. lo cual probablemente p r o d u c i r á consecuencias negativas en s u s esfuerzos o en los de otras personas para que su salud mejore. En lugar de ello. que n o es sino u n a clase particular de creencias limitadoras. Su m é d i c o le ha dicho: «Todas esas historias sobre la sanación c u e r p o . p o r lo general. y q u e . que p u e d e ser actualizada o corregida c o m o resultado d e la experiencia. n o es fácil corregir o actualizar los virus mentales mediante datos o contraejemplos n u e v o s . C u a n d o eso sucede. En esencia. en lugar d e . En ocasiones estos mapas resultan m u y limitadores.m e n t e n o s o n m á s que palabrerías». comienza a averiguar qué p u e d e hacer para ayudar m e n t a l m e n t e a su propia curación. los virus mentales se basan en presuposiciones n o explicitadas q u e . la creencia limitadora) o bien se enfrenta a él. p o r consiguiente. p o r ejemplo. C o n s i d e r e m o s . n o resulta fácil examinar la validez o la utilidad de esa creencia. dato sensorial. Observa que la creencia expresada p o r el m é d i c o está expresada en u n marco problema y n o está conectada c o n n i n g u n a intención positiva. probablemente. n i consecuencia esperada o deseada en relación c o n la aceptación de la misma. se tendrá que c o n t e n t a r c o n la creencia del m é d i c o c o m o factor d e su p r o p i o sistema d e creencias. A diferencia de la creencia limitadora típica. / Valores \ ( (Intenciones ) \>positivas) J (Estímulo sensorial) Un «virus del pensamiento» es una creencia que ha quedado desconectada de los demás procesos cognitivos y empíricos a partir de los cuales fue construida Así p u e s . el virus mental se convierte en su propia y única «realidad» de validación. Por consiguiente. Esta clase de creencia. las creencias de éste ejercen u n a gran influencia sobre las decisiones que ella t o m e en relación con su propia salud. estado i n t e r n o . sobre todo c u a n d o se presenta como el «mapa correcto del m u n d o » . Sin embargo. que proporciona el contexto y el propósito a la creencia y d e t e r m i n a su «ecología». evidentemente. en lugar d e servir a u n a realidad mayor. u n virus mental ha p e r d i d o toda c o n e x i ó n con la «metaestructura» circundante. Tanto si le gusta c o m o si n o . acabarán p o r «volverla loca». N o se trata. pero tratándose de su m é d i c o . acaba convirtiéndose en lo que den o m i n a m o s u n «virus mental». a u n a mujer q u e . La mujer queda en u n a posición en la q u e o b i e n se m u e s t r a d e a c u e r d o c o n su m é d i c o (aceptando. del m i s m o m o d o q u e cualquiera tendría q u e asumir estar expuesto a los gérmenes si estuviera j u n t o a u n a persona afectada p o r alguna enfermedad infecciosa. susceptibles d e interferir seriamente c o n los esfuerzos p r o p i o s o ajenos para sanar o mejorar. estas otras creencias y presuposiciones n o s o n a m e n u d o evidentes e n la estructura superficial de la creencia.228 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 229 acerca d e lo q u e es posible en relación con la sanación física y v S ven su vida de a c u e r d o con esos m a p a s . suelen ser otras creencias limitadoras. tras descubrir q u e tiene u n cáncer d e m a m a metastásico. de una creencia a la q u e la paciente haya llegado p o r su propia experiencia. Está tan sólo presentada c o m o «así s o n las cosas».

pero gran parte d e ellas son beneficiosas y d e h e c h o necesarias para el c u e r p o . b o r r á n d o l o s y reemplazándolos por sí m i s m o . Algunas de ellas s o n parasitarias y llegan a ser perjudiciales si su n ú mero rebasa ciertas proporciones. a n o s Por ejemplo. en gran . Implica que tratar de recuperar la salud cuando la propia m u e r t e es tan i n m i n e n t e significa. pues. le ofrece sin saberlo u n «hogar» e incluso lo ayuda a reproducirse y a generar más virus. Habida cuenta d e q u e las bacterias son células q u e se autolimitan. Puesto que n i reconoce ni respeta los límites de los programas y datos del ordenador. Tales «virus mentales» p u e d e n «infectar» la m e n t e y el sist e m a nervioso. Su ú n i c o propósito consiste tan sólo en reproducirse sin parar y hacerse cada vez mayor. n o la pienso dejar sin prepararla». en esencia. A u n q u e en principio esta amonestación parezca m e n o s violenta q u e decirle que todo eso «no son más que palabrerías». Tal vez la mujer piense: «Sí. C u a n d o u n a persona decide actuar según una determinada creencia. resulta a ú n más difícil de reconocer q u e «no es m á s que su opinión». Penetra en las células del «anfitrión» q u i e n . Si de veras le importa su familia. Del m i s m o m o d o q u e la programación de un o r d e n a d o r o d e u n c o n j u n t o d e ordenadores p u e d e ser dañado p o r u n «virus informático». y n o . lo que n o está explícitamente expresado. (Todo ello contrasta con el caso de las «bacterias». que sí son células vivas que p u e d e n ser destruidas. para poder digerir n u e s t r o s alimentos. p o r ejemplo. Pero lo que n o está en la superficie. Lo que convierte esto d e tal m o d o en un virus mental potencial es que implica q u e el m o d o «correcto» y único de ser una m a d r e y esposa b u e n a y amorosa consiste en aceptar q u e te vas a m o r i r y en prepararte a ti m i s m a y a tu familia para esa realidad inevitable. la mujer del caso real antes citado vivió doce más de lo q u e s u s médicos habían pronosticado. si n o está inmunizado contra él. n u e s t r o s sistemas nerviosos son perfectamente susceptibles d e ser «infectados» y dañados por los «virus mentales». o dirigir sus acciones según u n determinado pensamiento. o de lo contrario todavía se lo p o n d r í a más difícil a su familia. e n realidad refleja m u c h o más u n potencial virus mental. q u e está h a c i e n d o el t o n t o . U n virus es u n a porción i n c o m p l e d e «programa». n o tiene ni idea de la «ecología» del o r d e n a d o r q u e invade n i n i n g u n a percepción de su identidad con respecto al resto de la p r o g r a m a c i ó n del equipo. p o r eso n o hay f ° ' 13 r ma de matarlo. Nuestro código genético constituye n u e s t r o programa «físico».230 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 231 decirle. Los pensamientos y las creencias individuales n o tienen «poder» p o r sí mismos. escribe sobre ellos i n d i s c r i m i n a d a m e n t e . podría malgastar recursos financieros y acabaría provoc a n d o frustración y tristeza. u n «virus» es en realidad u n fragm e n t o de material genético. le dice en privado: «¿Sabe? Si d e veras le i m p o r t a su familia n o debería dejarla sin prepararla». En términos biológicos. No es realmente u n ser vivo. esa persona les infunde «vida». El «virus mental» es. Debido a que u n a b u e n a parte del significado del mensaje es implícito y n o expresado. p o r ejemplo. me importa mi familia. La implicación d e la frase consiste en que «debería dejarse d e tonterías y prepararse para morir». N o tiene «conocimiento» acerca d e d ó n d e pertenece en el o r d e n a d o r o d e qué partes de la m e m o r i a están libres y accesibles para él. N o se le p u e d e e n v e n e n a r o destruir p o r q u e n o está vivo. ser egoísta y n o preocuparse p o r la familia. Es entonces c u a n d o se «autorrealizan». Hacerlo generaría falsas esperanzas.) Un «virus informático» se parece a u n virus biológico en que n o es u n p r o g r a m a completo en sí m i s m o . es q u e ese «dejarla» significa en realid a d «usted va a morir». c o m o el especialista. exactamente igual que los virus en el cuerpo o en u n sistema informático los infectan y provocan confusión y mal funcionamiento. n o vaya p o r ahí tratando de ponerse bien. Sin embargo éstos resultan inútiles contra los virus. parecido a los otros tipos de virus. No es una idea completa y coherente que encaje con el sistema mayor de ideas y creencias d e la persona y los apoye orgánicamente de forma saludable. no «invaden» n i asaltan las células de nuestro c u e r p o . p o r q u e eso la dejaría sin preparar. c o n antibióticos. Es u n a creencia o u n pensamiento concreto susceptible de generar confusión o conflicto. Eso causa q u e el o r d e n a d o r funcione mal y provoque graves errores. Sólo cobran «vida» cuando alguien actúa sobre ellos.

matar a la persona que ha actuado en función de una idea o de una creencia tampoco las destruye. Desde la perspectiva de la Programación Neurolingüística. parece que encaja con los valores positi- . Es incluso posible que la forma de malar del virus del SIDA sea a través de los virus mentales que lo acompañan. todo eso se asemeja a la afirmación del médico de que «Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla». en cuyo caso el sistema inmunitario no percibe entonces nada alarmante. los humanos y los chimpancés son las únicas criaturas cuya estructura genética se asemeja lo suficientemente a la del virus del SIDA c o m o para poder ser infectada («acompañada») por el virus. Otra forma que el virus tiene de engañar al sistema inmunitario consiste en revestirse de una envoltura de proteínas uiocuas. así c o m o todo lo que entra en él para garantizar su salubridad y su pertenencia al conjunto. Puede matar a su «anfitrión» y contaminar a quienes éste pueda «infectar». por ejemplo. Piensa si no e n cuántas personas han sido asesinadas en tantas «limpiezas étnicas» y «guerras santas». El médico para el que trabajaba le anunció que. Por otro lado. que parece en ciertas partes similar al del individuo. pero ni sana el cuerpo ni lo protege contra el virus. no las personas. su «virus». Lo relatado no implica que aquel médico fuera bajo ningún concepto una mala persona. aunque se lo dijo en términos de meses e incluso semanas. el hecho de que se quitara la vida puede entenderse c o m o un acto final de integridad para alguien con aquella creencia. Por ejemplo. Lo cierto es que un virus mental puede conducir a la muerte con tanta certeza c o m o el del SIDA. algo así c o m o el caballo de Troya. el agente extraño es «expulsado» o reciclado. ¿Por qué? Porque estaba convencido de que su muerte era inminente e inevitable y no la quería «dejar sin prepararla». Una de las funciones del sistema inmunitario consiste e n verificar los códigos de diversas partes de nuestro cuerpo. «Si algo tiene la estructura "AAABACADAEAF". de hecho. Por si fuera poco. supongamos que el código genético de una persona tiene el patrón «AAABACADAEAF» y el de un virus es «AAABAOAPEAF». inmunizándose ante ellos y no dejándoles espacio en el sistema. el código parece idéntico y al organismo se le permite la entrada en el cuerpo. podría vivir unos dos años. Los virus no sólo afectan a las personas y a los ordenadores «débiles». De hecho. tan solo ser reconocido y neutralizado o filtrado fuera del sistema. o el ordenador con los informáticos: reconociéndolos. Como ejemplo. El «anfitrión» es en principio «engañado» por el virus porque éste aparenta encajar en el sistema o bien ser inofensivo. En cierta medida. Sin embargo. con suerte. entonces pertenece a esta localización». No puedes matar una «idea» o una «creencia» porque no están vivas. Si se verifican únicamente las primeras letras. o tal vez lo hizo él con sus propias manos (el caso nunca llegó a aclararse del todo). Lo que hay que enjuiciar críticamente son las creencias. éste enfermó gravemente. Además. La respuesta de aquel médico consistió en quitarse la vida.) Las creencias limitadoras y los virus mentales deben ser tratados de forma parecida a la que el cuerpo emplea con los virus físicos. En caso contrario. Si el cuerpo y su sistema inmunitario son «engañados» por un virus c o m o el del SIDA. En apariencia no hay nada obviamente perjudicial en ella. el problema no era él. es porque la estructura de éste se asemeja e n m u c h o s aspectos al código de nuestras propias células (una modalidad de «acompañamiento y conducción» a nivel celular). inflige un numero relativamente considerable de «bajas civiles» entre las células sanas del cuerpo. aunque el estado de su enfermedad no era tan avanzado como el de su antigua enfermera. convenció a su mujer para que hiciera lo propio. haz C» o. Un virus mental no puede ser destruido. Siglos de guerra y de persecución religiosa lo demuestran. nuestro «código» genético es una especie de programa que funciona algo más o menos así: «Cuando haya A y B.232 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 233 medida gracias a que decidió no interiorizar las creencias limitadoras de los facultativos. En realidad. sino su creencia. unos años después de que hubiera abandonado a su anterior jefe. Destruye células infectadas. (La quimioterapia funciona en cierto m o d o c o m o la guerra. «estúpidos» o «malos». La mujer dejó de trabajar para él y vivió muchos años más libre de síntomas de cáncer.

la ética y la ecología n o derivan de estar en posesión del mapa del m u n d o «exacto» o «correcto». La vac u n a c i ó n contra u n v i r u s específico consiste. Verifica el programa del via r a rus con m a y o r extensión y profundidad. En una inm u n i z a c i ó n completa. Reconocer y distinguir u n «virus» requiere a m e n u d o una buena dosis de sabiduría. Tan sólo le h e m o s enseñado a n u e s t r o sistema i n m u n i t a r i o sistemas para reconocer a ese virus. A medida q u e nuestro m o d e l o del m u n d o se e x p a n d e y enriquece. Obviamente. Sanar u n «virus mental» implica profundizar y enriquecer nuestros m a p a s m e n t a l e s para conseguir de este m o d o más o p ciones y perspectivas. Por ejemplo. los estados internos. el contexto en el que se p r o n u n c i a y lo q u e n o se dice. lo que hacen estos programas es expulsar el disco c o n t a m i n a d o al detectar algún virus. De forma parecida. pero n o lo h e m o s logrado d e s t r u y e n d o al virus causante d e esa enfermedad. lo hace tamn la percepción q u e t e n e m o s de nuestra identidad y d e n u e s ra misión. ) Por ejemplo. Sin embargo. Es algo q u e h a c e m o s n o tan sólo para proteger n u e s t r o s equipos. sino que a y u d a n al organismo a r e c o n o cer con mayor claridad lo que es tuyo y lo q u e n o lo es. tanto d e nosotros mismos c o m o d e l m u n d o en el q u e vivimos. sino también para actualizar y reemplazar c o n n u e v a s versiones los p r o g r a m a s que se van quedando anticuados. de manera q u e el o r d e n a d o r n o sufra ningún riesgo. De forma parecida. Repito que las vacunas no m a t a n virus. Éste sigue presente en el m e d i o . qué es lo que pertenece al c u e r p o y qué es lo que n o le pertenece. la convierten en letal. e n esencia. A m e n u d o . su acción atiende más al síntoma que a su causa. Iodos hem o s pasado s e g u r a m e n t e p o r experiencias en las que hemos estado «expuestos» a los virus de la gripe o del resfriado. u n programa informático «antivirus» n o destruye partes del ordenador. ese virus n o m e pertenece». lo dicho n o constituye u n a invitación a salir por ahí a «borrar» t o d o s los p e n s a m i e n t o s limitadores. Del m i s m o m o d o q u e una niña o u n niño q u e a p r e n d e n a leer s o n cada vez más capaces d e discriminar patrones de letras. p e r o . sencillamente p o r q u e ningún h u m a n o p u e d e aspirar a eso. sin infectarnos p o r q u e n u e s t r a s defensas estaban «en guardia». las expectativas y las experiencias que relacionamos con estas palabras. Te p o n e s la vacuna y de r e p e n t e tu c u e r p o dice: «Mira. h e m o s conseguido eliminar virtualmente la viruela de la faz del planeta. y experimentan en ello grandes dificultades tan sólo p o r q u e n o hacen ningún esfuerzo p o r prestar atención a su situación y comprenderla. Una declaración d e creencia. c o m o e n el caso d e la quimioterapia. pero n o tan violenta c o m o «luchar» con el virus y «matarlo». Es i m p o r t a n t e recordar que u n virus (biológico. Muchas personas tratan simplemente de librarse de sus síntomas. seleccionar u n archivo en el disco duro del ordenador y m a n d a r l o «a la papelera» para ser eliminado constituye u n a solución final. el énfasis prioritario estriba en tomarse el tiempo necesario para explorar la c o m u n i c a c i ó n o la intención positiva del síntoma. u n virus biológico sólo resulta perjudicial cuand o el c u e r p o le permite la entrada y lo confunde consigo mismo. el sistema i n m u n i t a r i o mejora su capacidad de reconocimiento y selección de los distintos patrones en los códigos genéticos de los virus. y eso es todo. informático o m e n t a l ) n o tiene ni inteligencia ni i n t e n c i ó n respecto al sistema en el que penetra. La infección vírica n o es ni automática ni inevitable. p o r ejemplo. al i n m u n i z a r s e ante d e t e r m i n a d o virus. n o es más q u e u n conjunto d e palabras hasta que le damos «vida» a través de los valores. sino que reconoce el programa vírico y lo b o r r a de la m e m o r i a del disco d u r o . que respete la naturaleza sistémica y la ecología. las células s i m p l e m e n t e n o llegan a infectarse n u n c a . El sistema i n m u n i t a r i o n o aprende a matar el virus p o r q u e éste n o es u n ser vivo. De forma parecida. el sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o mejora su «educación» p reconocer y seleccionar ese virus.234 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 235 vos de «importar» y «estar preparado». (Es cierto que las d e n o m i n a d a s «células T asesinas» del sistema i n m u n i t a r i o hum a n o s o n capaces de destruir células y tejidos de n u e s t r o cuerpo infectados p o r u n virus. en enseñar al sistema i n m u n i t a r i o a reconocer el virus y a reciclarlo o a expulsarlo del cuerpo. El sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o es su m e c a n i s m o l e . La sabiduría. De hecho. pero se presupone o se a s u m e .El objetivo consiste en crear u n mapa lo más rico posible.

La afirmación p r e s u p o n e también que se está intentando alguna clase de esfuerzo terapéutico. para c o m p r e n d e r la afirmación: «Tan p r o n t o como dejes d e sabotear n u e s t r o s esfuerzos terapéuticos. situándolos d e nuevo en el contexto d e m o d o que pueden ser actualizados de forma natural. estaremos en condiciones de lograr algo más d e progreso». embebidas en la estructura d e un p r o n u n c i a m i e n t o . en efecto. presup o n e r significa «suponer de a n t e m a n o » . en la pregunta: «¿Has dejado d e practicar ejercicio con regularidad?». pero que n o están implícitas en ella misma. Una presuposición lingüística es algo q u e está abiertamente expresado e n el propio cuerpo d e la declaración y que debe ser «supuesto» o aceptado para que la frase o el p r o n u n c i a m i e n t o tengan sentido. procede del latín y significa literalmente «poner debajo». los estados internos y las experiencias. El p r o c e s o d e i n m u n i z a c i ó n implica sobre todo q u e este sistema aprenda más acerca d e lo q u e forma parte de nuestro ser físico y lo que no. d e u n a acción o de otra creencia. procedentes d e nuestra experiencia. h a y que asumir que la persona a la que se dirige esta afirmación ha estado. en cambio: «¿Practicas ejercicio c o n regularidad?». Para q u e el virus mental sea actualizado o corregido. Según el diccionario. tanto en el aspecto fisiológico c o m o en el «espiritual». Las verdaderas presuposiciones lingüísticas deben ser contrastadas con las suposiciones y las inferencias. es que partes significativas d e la creencia se p r e s u p o n e n y n o son explíc i t a m e n t e expresadas en la creencia. C o m o conclusión. así c o m o que s o n «ellos» quienes determinan q u e la h a y a o n o . en relación c o n nuestra identidad y nuestra misión. será necesario identificar. De forma parecida. El t e r m i n o «suponer» marcha- . y son necesarias para q u e éstas tengan sentido. n o contiene esa presuposición. Por ejemplo. Las presuposiciones lingüísticas se p r o d u c e n c u a n d o . tratando de sabotear los esfuerzos terapéuticos d e quienes la atienden. Las presuposiciones están relacionadas con las u c e n c i a s inconscientes o suposiciones. hacer que afloren a la superficie y examinar las d e m á s creencias y presuposiciones en las q u e el virus se basa. Conclusiones c o m o «El q u e habla cree que el ejercicio es unportantc» o «El que habla n o está familiarizado con los hábitos de ejercicio del p r e g u n t a d o » n o están p r e s u p u e s t a s p o r las preguntas. la utilización de la palabra dejado implica que el preguntado ya practicaba ejercicio regularmente antes. para que una afirmación concreta tenga sentido. tendremos q u e recurrir a la violencia». Muchos d e los principios y técnicas d e Programación Neurolingüística — c o m o los que incluyen los patrones de El poder de la palabra— pueden considerarse como una modalidad de «vacuna» que ayuda a las personas a inmunizar sus «sistemas de creencias» frente a determinados «virus mentales». las técnicas d e El poder de la palabra nos permiten tratar con las creencias limitadoras y los virus mentales d e u n m o d o que se asemeja más a la vacunación que a la quimioterapia. ra Presuposiciones Uno de los principales factores que i m p i d e n que u n virus mental sea actualizado o corregido de forma natural por datos y contraejemplos nuevos. Considera las siguientes afirmaciones: Los autoridades impidieron que los manifestantes " porque temían la violencia. Son suposiciones e inferencias que p o d r í a m o s extraer e la pregunta. la congruencia y la alineación del sistema d e creencias de cada cual. de sub («debajo») y poneré ( « p o n e r » ) . la afirmación: «Puesto que n o nos dejan otra alternativa. Diluyen las creencias limitadoras y los virus mentales restableciendo su conexión con los valores. la i n m u n i z a c i ó n ante un virus mental implica la clarificación. las expectativas. Por ejemplo. así c o m o que se ha logrado al m e n o s algún grado de progreso. cierta información o determinadas relaciones tienen que ser aceptadas c o m o verdaderas. La pregunta. De forma parecida.236 EL PODER DE LA PAI-ABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 237 para clarificar y m a n t e n e r la integridad de su propia identidad física. p r e s u p o n e que realmente n o existe otra alternativa.

por lo q u e n o p u e d e n ser negadas o refutadas directamente. d e todos modos. probablemente. F o r m u l a d a en positivo. pero eso n o está en absoluto p r e s u p u e s t o p o r la propia afirmación. Eso es todo. lo cual sonaría bastante raro y. En el caso d e los dos médicos. También se percató de q u e . Lo ú n i c o que ambas frases p r e s u p o n e n es que u n o s manifestantes querían desfilar. Tan sólo cuando éstas hayan sido cuestionadas y se hayan e x a m i n a d o s u s intenciones positivas. Para hacerlo habría q u e decir algo así: «No m e importa mi familia y no la voy a p r e p a r a r » . que te vas a m o r i r y que lo mejor q u e p u e d e s hacer es prepararte para ello y acabar c u a n t o antes para n o molestar a los d e m á s ) . A m b a s frases tienen exactamente la m i s m a estructura. p o drán ser exploradas. la generalización y el juicio fundamentales n o aparecen en la estructura superficial d e la frase. Para tratar d e u n a m a n e r a eficaz con esta s e g u n d a afirmación. y no m e v a n a volver loca». asumiremos q u e el sujeto que «teme» o «predica» son las «autoridades» o los «manifestantes». sino que lo más probable es que lo hiciera a través de s u s filtros mentales c o m o licenciado en medicina. a u n c u a n d o la intención. inteligentemente y s a l u d a b l e m e n t e » . De m o d o que concluyó que explorar los m é t o d o s de sanación c u e r p o . La inferencia está relacionada c o n las conclusiones lógicas realizadas sobre la base de la información proporcionada p o r la afirmación. probablemente. sobre todo si hacerlo n o interfería con los d e m á s tratamientos. » En la primera d e ellas.238 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias marcha- 239 Las autoridades impidieron que los manifestantes ran porque predicaban la violencia. lo primero que hay que hacer es sacar a la superficie s u s presuposiciones. las s u p o s i c i o n e s y las inferencias n o aparecen e n la e s t r u c t u r a superficial d e determinada afirmación o creencia. su m é d i c o se sentía completamente p e r d i d o c o n esos m é t o d o s . Habida cuenta de que las presuposiciones. evaluadas y «reencuadradas». Sin embargo. el facultativo n o hablaba p o r su propia experiencia. las experiencias.m e n t e » . la paciente fue aconsejada p o r una practicante d e PNL. que trató de dilucidar las intenciones positivas de ambas afirmaciones. p o r haber probado y rechazado él m i s m o los métodos « c u e r p o . n i inteligente n i saludable.m e n t e con sabidu- «Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla. En la s e g u n d a afirmación. La paciente r a z o n ó que no tomar todos los c a m i n o s posibles d e sanación q u e se le presentaran n o sería ni sabio. n o trataría c o n las suposiciones e inferencias q u e realmente hacen d e la afirmación u n a creencia limitadora (a saber. en realidad. probablemente. Las declaraciones de «equivalencia compleja» y d e «causa-efecto» p u e d e n ser negadas o rechazadas di- . acabarán por volverla loca») consistía en «no ser t o n t a » . acabarán volverla loca. la misma intención se convertía en «actuar sabiamente. s u s expectativas. las expectativas y el estado i n t e r n o d e los q u e derivan la generalización y los juicios h a n sido s u p r i m i d o s . los juicios y las generalizaciones esenciales se e n c u e n t r a n en la estructura superficial de la frase. según cuál d e las dos utilicemos. se hace más difícil identificarlas y tratarlas directamente. La inferencia relacionada con a m b a s frases podría ser que «los manifestantes y las autoridades eran g r u p o s diferentes de personas». Es más probable q u e p e n s e m o s que sean las autoridades las que teman la violencia y los manifestantes quienes la prediquen. s u s suposiciones y s u s inferencias.» no por rectamente. la interlocutora podría responder: «No son palabrerías. s u s estados interiores y las experiencias a partir d e las cuales la creencia se formó. a excepción de las palabras «temían» y «predicaban». Es decir. sino q u e es a s u m i d o p o r q u i e n e s la oímos. en lugar d e centrarse en ellas mismas. Consideremos las creencias de los dos médicos mencionados en el ejemplo de la paciente de cáncer: «Todas esas historias sobre la sanación cuerpo-mente son más que palabrerías que. Llegó a la conclusión de que la intención positiva d e la primera afirmación («Todas esas historias sobre la sanación cuerpo-mente no son más que palabrerías que. Se dio cuenta d e que.

la tendré q u e creer p o r q u e sé que nosotros n o h e m o s hecho nada». Aquella mujer (que no era otra que mi m a d r e ) contó q u e . p o r consiguiente. Solía formular a m e n u d o afirmaciones o sugerencias q u e p r e s u p o n í a n d e t e r m i n a d o s comportamientos o respuestas en s u s pacientes. El ejemplo incluido en el Capítulo 1. sin dejarse vencer p o r la desesperación o p o r la apatía. (1975) los cofundadores d e la Programación Neurolingüística. la ingeniería genética m o d e r n a utiliza incluso virus especiales para «empalmar» genes. c u a n t a s más presuposiciones contenga la frase.240 El. De forma parecida. sin embargo. A lo que el facultativo respondió: «Bueno. c o m o : «¿Quiere hablarme ahora mismo de lo que le molesta. afirmación que t a m b i é n implica presuposiciones e inferencias. Después d e practicarle u n c h e q L t e o realmente exhaustivo. Sin embargo. describen c ó m o empleaba este legendario h i p n o t e r a p e u t a las presuposiciones lingüísticas para inducir estados d e trance en s u s pacientes y ayudarlos a manejar más eficazmente s u s síntomas.m e n t e . las presuposiciones y las inferencias también p u e d e n transmitir mensajes positivos. n o podía conocer su destino. la paciente acabó p o r tener u n a espectacular recuperación. el m i s m o médico atendió a la misma paciente para u n a cuestión de cirugía menor. Lo que sucede es q u e las presuposiciones lingüísticas reducen s i m p l e m e n t e el potencial para el análisis directo. sobrepasando c o n mucho las expectativas d e cualquiera de los implicados. También reconoció que su destino estaba en m a n o s d e Dios y de ella m i s m a y q u e (a pesar d e lo que él pudiera p e n s a r de sí m i s m o ) el m é d i c o n o era Dios y q u e . En este caso. c u a n d o le dice a su paciente que «El resto es cosa suya». víctima d e s u s propio virus m e n t a l y d e s u s presuposiciones. el otro facultativo acabó suicidándose al verse enfrentado a u n a enfermedad grave pocos a ñ o s después d e haber p r o n u n c i a d o su famosa frase. C o m o ya h e señalado con anterioridad. es i m p o r t a n t e recordar que n o todos los virus s o n perjudiciales. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 241 ría. Dados los comentarios anteriores sobre virus mentales y presuposiciones. Esta presuposición ejercerá una influencia positiva sobre las acciones del paciente. p o r q u e su estado se había considerado demasiado avanzado para eso. Erickson M. En Patterns of the Hypnotic Techniques of Milton H. La mujer le respondió: «Ya sé que usted dijo que n o creía en la sanación c u e r p o .) . oculta tras la creencia en apariencia negativa de éste. el médico reaccionó c o m o si se encontrara ante u n a aparición. más potencial tiene para convertirse en u n «virus». podría realmente dar respuesta a la intención positiva n o explicitada del facultativo. resulta interesante observar que el médico que formuló la primera d e las dos afirmaciones volvió a ver a la paciente varios meses después. al verla. Nueve años más tarde. D e t e r m i n ó q u e su i n t e n c i ó n positiva de su creencia («Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla») consistía en última instancia en aceptar su destino y actuar ecológicamente con respecto a su familia. Richard Bandler y J o h n Grinder. constituye u n ejemplo del m o d o en que Erickson se servía de las presuposiciones lingüísticas. la presuposición es: «Puede hacerse algo más para promover su recuperación. E n r e s u m e n . en el que el psiquiatra le dice al paciente que creía ser Jesús «Tengo e n t e n d i d o q u e tienes experiencia c o m o carpintero». le puso la m a n o en el h o m b r o y le dijo: «Manténgase lejos d e los médicos». De hecho. y usted tiene la capacidad y la responsabilidad de hacerlo». La paciente respondió d e forma parecida a la afirmación del otro médico. la única cuestión es cuándo. Recordemos el comentario del m é d i c o citado en el Capítulo 1. Q u e d ó francamente s o r p r e n d i d o p o r su estado de salud y le dijo: «¡Válgame el Cielo. pero decidí probar d e todos m o d o s y h e pasado m u c h o tiempo m i r a n d o en mi interior y visualizando cómo me curaba». La mujer concluyó q u e u n a d e las mejores maneras en q u e podía «preparar» a s u s hijos para tratar con u n a enfermedad grave consistía en ser ella misma u n b u e n m o d e l o de c ó m o abordar la salud con congruencia y o p t i m i s m o . o prefiere esperar un poco?» (Se da por sentado que la persona dirá qué es lo que le molesta. parece usted más sana q u e yo! ¿Qué ha hecho?» Sabía que n o podía ser n a d a médico.D. C o m o ya h e m e n c i o n a d o .

Por ejemplo. y sabemos que lo q u e la Biblia dice tiene q u e ser verdad p o r q u e es la palabra revelada de Dios» se refiere a su misma afirmación c o m o evidencia d e su validez. Otro ejemplo sería la historia de aquel ladrón q u e repartía siete perlas robadas. del mismo modo que se da por hecho que mantener los cambios que ha hecho en su estilo de vida es fácil. — P o r q u e soy el que más perlas tiene.» (Se da por sentado que los síntomas desaparecerán. las personas que sólo son autorreferenciales. los sistemas saludables mantienen u n equilibrio entre «autorreferencia» y «referencia externa» (u «otra» referencia). parecen centradas en sí mismas y arrogantes. el comentario d e q u e «Dios existe p o r q u e la Biblia nos dice que así es. Argumentos circulares Las afirmaciones autorreferenciales p r o d u c e n a m e n u d o u n a especie de lógica circular. también podrías (comenzar/terminar) generados internamente.» (Se da por sentado que ya se está relajando. Autorreferencia Un segundo factor clave que p u e d e hacer que u n a creencia se convierta en u n virus mental se presenta c u a n d o la creencia se vuelve circular o autorreferencial. ya puede anticipar el placer ahora mismo. El cáncer constituye u n ejemplo biológico de u n sistema (o d e u n a parte del sistema) que se ha vuelto autorreferencial en exceso. C u a n d o u n sistema o proceso es en exclusiva autorreferencial. la única cuestión es el ritmo al que lo hace. Los procesos autorreferenciales p u e d e n contrastarse con aquellos que disponen d e referencias externas. C u a n d o hayas t e r m i n a d o d e te darás cuenta d e lo fácil que es Puesto que . El de la derecha le preguntó: —¿Y eso p o r qué? — P o r q u e soy el líder — r e s p o n d i ó el ladrón.» (Se da por sentado que se lo va a pasar bien y que va a aprender. Crece y se extiende hasta un p u n t o e n el que resulta destructivo para el resto del sistema. Por lo general. llenando los espacios en blanco c o n algún c o m p o r t a m i e n t o o respuesta que desees: ¿Quieres ahora o u n poco más tarde? N o es necesario demasiado deprisa.242 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 243 «Ahora no se relaje demasiado deprisa.) Practica tú m i s m o la elaboración d e declaraciones de presuposiciones c o n las siguientes fórmulas. o que son ajenas al propio proceso o sistema.) «Cuando sus síntomas hayan desaparecido. —Yo —dijo e n t o n c e s — m e quedaré c o n tres.) «Puesto que se lo va a pasar tan bien aprendiendo un nuevo nivel. Decimos que u n proceso es autorreferencial c u a n d o se refiere a sí m i s m o u opera sobre sí mismo. Por ejemplo. U n ejemplo de percepción «autorreferenciada» consistiría en colocarse entre dos espejos y ver nuestra imagen en u n espejo que la refleja sobre el otro. Los procesos d e referencia externa operan en respuesta a reglas y realimentaciones procedentes sobre todo del exterior. así como que tiene ganas de que llegue el momento. p u e d e provocar patologías y paradojas. La única cuestión es cuándo comenzar. Le dio dos al ladrón d e su derecha y otras dos al d e su izquierda. —¿Y c ó m o es que eres el líder? —insistió el otro. creando así la experiencia d e «verse a u n o m i s m o viéndose a sí mismo». observará lo fácil que le resultará mantener los cambios que ha hecho en su estilo de vida. creando d e este m o d o u n a r g u m e n t o circular. La única cuestión estriba en darse cuenta de ello. Los sistemas sociales o psicológicos autorreferenciales o autoorganizadores construyen su propia realidad aplicando principios y reglas .

p o r q u e restringir la libertad de expresión es b u e n o para la sociedad». película. las afirmaciones autorreferenciales p u e d e n estar disfrazadas al redefinir ligeramente en ellas alguna palabra clave. U n tercer ejemplo de paradoja autorreferencial sería la pregunta «Puesto q u e Dios es t o d o p o d e r o s o . la mitad del a r g u m e n t o utiliza la otra mitad para validarse a sí m i s m o . ¿ p u e d e crear u n a roca tan grande q u e n i él m i s m o p u e d a mover?» U n «doble lazo» es u n a clase especial d e paradoja q u e crea una situación d e «nadie gana». Parece tener cierta validez p o r q u e . 1970). pero ¿nos tiene en realidad bajo su control? ¿Quién es ese «yo» q u e n o s está controlando? Ciertamente. En este sentido. ser afeitado por el barbero. y así hasta el infinito. es decir.244 El. Otro b u e n ejemplo es el del barbero del p u e b l o q u e afeita a todos los q u e n o se afeitan. por ejemplo. Según el antropólogo Gregory Bateson. mantener tu integridad.» Eso es lo q u e los psicolingüistas d e n o m i n a n «frase vírica» (emparentada. tu integridad. p o r sí m i s m o . N u m e r o s o s dobles lazos implican procesos a distintos niveles. la frase n o es u n ser con i d e n t i d a d propia. etc. Esta clase de afirmaciones autorreferenciales está desconectada de la «metaest r u c t u r a » . por el contrario. u n a situación en la q u e «maldito si lo haces. pasa a pertenecer a la categoría de los que n o se afeitan y tiene q u e ser afeitado p o r el barbero. al «virus m e n t a l » ) . pero n o idéntica. que fue quien definió inicialmente el doble lazo.) a m e n a z a tu supervivencia (tu seguridad. ¿Se afeita él también? Si lo hace. q u e podrían d e t e r m i n a r su ecología o s u utilidad. de m o d o que aquello que tienes q u e hacer en u n nivel para sobrevivir (estar seguro. U n a d e las características de estas «frases víricas» consiste en q u e s o n autorreferenciales y autoconfirmadoras. quedarse atrapado e n él. es falsa. paradojas y dobles lazos Las declaraciones autorreferenciales t a m b i é n p u e d e n invalidarse a sí mismas. etc. sino tan sólo u n conjunto de palabras. tenemos que leer el final d e la frase. ¿Es esa persona quien n o s «contro- la»? ¿Tiene e n realidad algo que ver con el control? ¿Y q u é hay de la curiosidad.) en otro nivel. En ocasiones. para c o m p r e n d e r la afirmación d e causa-efecto q u e prop o n e . los dobles lazos están relacionados con lo que ha acabado p o r conocerse c o m o «Catch-22». consecuencias y estados internos. El a r g u m e n t o d e esta n o - . P u e d e incluso q u e quien la haya escrito esté m u e r t o . el hecho de q u e la frase n o esté conectada a n i n g ú n tipo d e metaestructura la convierte en autovalidante. luego es cierta. La paradoja lógica clásica «Esta afirmación es falsa». la mezcla resultante p u e d e dar pie al nacimiento de u n n u e v o virus verbal. Si la afirmación es cierta. Pero si n o se afeita. d e la c o s t u m b r e o d e la estrategia? Una vez m á s . porq u e conviene a los intereses de ésta que la expresión tenga ciertos límites». N o hay n i n g u n a otra información c o n la q u e verificarla. es decir. Veamos la frase siguiente: «Te tengo bajo mi control porque tienes que leer mi final. m a l d i t o si n o lo haces». c u a n d o p r o d u c e n paradoja a d e m á s de circularidad. n o pertenece a la categoría d e los que n o se afeitan y por consiguiente. valores. C u a n d o la autorreferencia se c o m b i n a c o n las creencias. del resto de las experiencias. es decir. Observa que contiene u n a serie d e presuposiciones y suposiciones interesantes. Sin embargo. s e g ú n u n o sea capaz de trascender el doble lazo o. Lo que la declaración realmente dice es que «Restringir la libertad d e expresión es b u e n o para la sociedad. c o m o en el caso de la afirmación d e q u e «Restringir la libertad d e expresión tiene que ser b u e n o para la sociedad. El t é r m i n o proviene de la novela d e m i s m o n o m b r e [Trampa 22] escrita p o r Joseph Heller ( 1 9 6 1 . tales conflictos están en la raíz tanto d e la creatividad c o m o de la psicosis. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 245 De n u e v o . n o puede. constituye u n caso claro d e afirmación autorrefencial que produce una conclusión paradójica. El ú n i c o territorio referido p o r la frase es el d e sí misma. n o resulta así de evidente p o r q u e «restringir la libertad de expresión» ha sido redefinido c o m o «ciertos límites a la libertad d e expresión» y « b u e n o para la sociedad» ha pasado a ser «conveniente para los intereses de la sociedad».

convertir la clase en un miembro de sí misma produce paradoja . Puede producir tanto patología como confusión. C o n su misma voluntad d e n o volar. la autorreferencia constituye una fuente tanto d e creatividad c o m o d e confusión. p e n s a d o con la intención d e ser u n a sátira negra pero h morística sobre la burocracia militar. 202) (Una u n i d a d sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología d e la m e n t e ) . pág. C o n s i d e r e m o s . los juicios d e Salem. a u n q u e de poco le servía p o r q u e de todos modos ya estaba muerta. Si. Sin embargo. según c o m o sea su equilibrio c o n los d e m á s procesos del sistema. La trampa estriba en que si alguien pide ser d a d o d e baja. u n a misteriosa regulación que es. sitúa la acción en u n a base de las fuerzas aéreas estadounidenses d u r a n t e la segunda guerra m u n d i a l . Así p u e s . La Luna está hecha de queso azul. La Luna está hecha de queso azul. blema q u e surgen de la paradoja autorreferencial y d e la circularidad. Incluir una afirmación sobre la clase como un todo como si uno de sus miembros produjera una paradoja 2 + 2 = 5 Los osos polares son animales tropicales.246 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 247 vela. p o r lo que se la llevaba al patíbulo. La clase n o p u e d e ser u n m i e m b r o d e sí m i s m a ni p u e d e ser u n o de los m i e m b r o s d e la clase. las reglas y las características q u e son de aplicación a los m i e m b r o s de determinada clase n o tienen p o r q u é serlo a la propia clase: p u e des pelar o chafar u n a patata. se consideraba q u e aquello era u n a prueba evidente d e brujería. en los que en u n a de las pruebas para d e t e r m i n a r si u n a persona era o n o bruja se la ataba y se la echaba al agua. se h u n d í a y se ahogaba. es señal de que está c u e r d o . Todas las afirmaciones de este recuadro son falsas. Por ejemplo. la clase de las patatas n o es e n sí misma u n a patata. para q u e le d e n de baja del servicio militar p o r locura. queda atrapado en la «Catch-22». p o r ejemplo. Según Gregory Bateson (Sieps to an Ecology of Mind. p o r q u e nadie en su sano juicio desearía seguir jugándose la vida. La trama a r g u m e n t a l narra las vicisitudes del aviador Yossarian en sus intentos p o r escapar a los h o r r o r e s d e la guerra. Resumiendo. En su e m p e ñ o por lograrlo. en esencia. u n a r g u m e n t o circular. por el contrario. pero n o p u e d e s hacer lo m i s m o con «la clase patatas». puesto que el t é r m i n o utilizado para clase pertenece a otro nivel de abstracción — a u n tipo lógico distinto— del t é r m i n o e m p l e a d o para miembros». sino q u e c o n d u c e n a la misma sensación d e confusión e impotencia. Yossarian descubre q u e p u e d e conseguir que dictaminen q u e no es apto para volar con la c o n d i c i ó n de que demuestre que está loco. dependiendo de cómo se estructure y se utilice. primero tiene q u e pedir ser d a d o de baja. «La tesis central [de la teoría d e tipos] consiste en q u e existe u n a d i s c o n t i n u i d a d entre u n a clase y s u s m i e m b r o s . Yossarian d e m u e s t r a estar perfectamente cuerdo. Las ratas son una clase de pájaros. En caso d e que flotara y sobreviviera. Los dobles lazos n o sólo exhiben a m e n u d o la doble cualid a d de paradoja y circularidad q u e ilustra el ejemplo d e «Catch22». Las ratas son una clase de pájaros. quedaba liberada d e la acusación d e brujería. Todas las afirmaciones de este recuadro son falsas. La teoría de los tipos lógicos Se El filósofo y matemático Bertrand Russell desarrolló u n a «teoría d e tipos lógicos» para tratar de ayudar a resolver la clase de pr°" g u n la teoría de tipos únicos de Russell. 2+2 =5 Los osos polares son animales tropicales.

«observar al observador». Es u n a forma d e aplicarle el viejo adagio d e que a veces hay que combatir «el fuego c o n fuego». le p o d e m o s preguntar: «¿Estás seguro de que está bien que hagas esta generalización?» El propósito de aplicar u n a creencia o u n a generalización a sí m i s m a consiste en descubrir si la creencia es o n o u n ejemplo c o n g r u e n t e d e su propia generalización. en el que la operación o el procedimiento s o n autorreferenciales. aluden a sí mismos c o m o parte del procedimiento.PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 249 El principio d e los tipos lógicos d e Russell constituye u ejemplo del establecimiento de u n m e c a n i s m o de regulación autorreferencial a u n «nivel» operativo distinto. Llegados a este p u n t o . A lo que p a ñ e r o respondió: «Pero ¿no es ridículo q u e sea apropiado P o n d e r de este m o d o a u n a pregunta tan ridicula?» Pero el otro S u C o r n res . «Comunicar acerca d e la comunicación». tan p r o n t o como comenzó a tratar de realizar el ejercicio. n o sólo por sí m i s m o . Por ejemplo. es decir. volviéndola contra sí misma. pero seguía e n c o n t r á n d o s e con u n a e n o r m e resistencia interna. Aquella pregunta cogió desprevenido al alumno y se q u e d ó sin contestar. Estaba interesado e n desarrollar la flexibilidad d e su tono vocal.248 El. constituyen ejemplos de procesos autorreferenciales recurrentes. Otro ejemplo. Mi pregunta es si lo que quiere es ser apropiadamente ridículo o ridiculamente apropiado». c u a n d o alguien dice: «El mapa n o es el territorio. supongo que n o te p u e d e s fiar de lo que acabas de decir». s u p o n g a m o s q u e alguien n o s dice: «No está b i e n generalizar». «proporcionar realimentación sobre la realimentación». Esta clase de mecanismo se ha convertido en el objeto d e estudio de lo que se conoce c o m o «cibernética de s e g u n d o o r d e n » . que sirve para sacar a la luz aquellas áreas en las q u e la creencia n o es útil. comenzaron también a manifestarse la resistencia y el conflicto. n Aplicación a sí misma de una o una generalización creencia El p a t r ó n d e El poder de la palabra conocido c o m o «Aplicar a sí mismo» constituye u n ejemplo de aplicación verbal del proceso de autorreferencia para a y u d a r a alguien a reflexionar sobre afirmaciones d e creencias.. Sus dificultades con los ejercicios hacían que se sintiera cada vez m á s frustrado. C o m o de costumbre. c o m o los implicados en los sistemas autopoiésicos y autoorganizadores. Sacaron al h o m b r e c o m o sujeto para la demostración de u n ejercicio d e flexibilidad vocal. pero que le preocupa hacer el ridículo intentándolo. es el d e aquel hombre que se debatía c o m o participante en u n seminario d e PNL. d e m o d o q u e no caigáis en la t r a m p a d e creer q u e es la "realidad"». Un b u e n ejemplo de utilización del p a t r ó n d e «Aplicar a sí mismo» para tratar con u n potencial virus m e n t a l . Por ejemplo. Ese conflicto i n t e r n o hacía que estuviera c o n s t a n t e m e n t e p e n d i e n t e de sí m i s m o y q u e se atascara cada vez que trataba d e realizar u n ejercicio. que decidieron utilizar u n a clase de técnica de confusión para i n t e r r u m p i r aquel patrón de resistencia. q u e trata a menudo c o n bucles y procesos «recurrentes». así c o m o para evaluarlas. sino también p o r los otros participantes q u e trataban de realizar los ejercicios c o n él. La recursión o repetición es u n a modalidad concreta de bucle de realimentación.. si alguien expresa u n a creencia c o m o : «No puedes fiarte d e las palabras». ocasión que el otro formador aprovechó para añadir: «Es apropiado que se sienta confundido Por esta pregunta. qLie n o es m á s q u e otro m a p a . Una parte d e sí m i s m o sabía que era «apropiado» ser más flexible con su voz. la creencia p u e d e ser aplicada a sí misma diciendo: «Puesto que n o te puedes fiar d e las palabras. Aplicar una creencia a sí misma implica evaluar la afirmación d e la creencia s e g ú n la generalización o l o s criterios definidos p o r ella misma. A m e n u d o . e n u n a especie d e «regla d e oro» que diría: «Una generalización es válida para los demás e n la m e d i d a q u e lo pueda ser para sí m i s m a » . pero p o r otro lado se sentía «ridículo» al tratar de hacer algo distinto. el proceso d e aplicar a sí m i s m a u n a creencia limitadora crea u n a paradoja. Los problemas de aquel h o m b r e llegaron a conocimiento d e los dos formadores de PNL que dirigían el seminario. etc. habida cuenta d e lo ridicula que es». incluyendo esta misma creencia. u n o d e los formadores le dijo: «Tengo entendido que considera apropiado desarrollar flexibilidad en su voz.

sería ridículo actuar de forma apropiada». Luego soltó u n a carcajada. respondió ella y Jesús le dijo: «Tampoco yo te condeno. la técnica d e confusión sirvió para desensibilizarle con respecto a la interpretación problemática de determinadas palabras. para actuar d e forma apropiada. Se le pidió entonces q u e se visualizara a sí m i s m o no haciend o aquello que podía visualizarse h a c i e n d o . convictos por sus propias conciencias. c o m e n z a b a inmediatamente a construirse u n a imagen mental de sí m i s m o h a c i e n d o lo que se le pedía. ante lo que los formadores dijeron: «Pues v a m o s a hacer el ejercicio». los dos formadores le p r e g u n t a r o n entonces: «¿Usted qué opina?» e Veamos a c o n t i n u a c i ó n otro ejemplo. finalmente se levantó y les dijo: «Que aquel de entre vosotros que esté libre de pecado tire la primera piedra». Y aquellos que lo escucharon. La frase de J e s ú s «Que aquel de entre vosotros que esté libre de pecado tire la primera piedra» constituye u n ejemplo clásico de aplicación d e los valores expresados p o r u n a declaración de creencia a la m i s m a creencia. Al averiguar su estrategia d e motivación. De h e c h o . esta mujer ha sido sorprendida en el mismo acto de adulterio. pareció q u e el joven entraba en trance. . Otro ejemplo es el del h o m b r e que tenía dificultades con su negocio. el segundo formador insistió: «Ya sé q u e lo que estoy diciendo es ridículo pero creo q u e . se q u e d ó en blanco u n o s instantes. a u n q u e aquello interfiriera con los d e m á s a s u n t o s en los que estuviera implicado. con la mujer frente a él. Moisés en su ley ordena que una mujer así debe ser lapidada. se reía p o r q u e ya se sentía en condiciones d e tomar s u s decisiones sobre la base de u n a estrategia distinta y m á s eficaz. pero es apropiado hacer u n a pregunta ridicula cuando la situación es tan ridicula c o m o parece que es ésta». Para hacerlo. ve en paz y no vuelvas a pecar». comenzando por el más viejo y hasta el último y allí quedó jesús solo. Tras lo cual se sentó a escribir de nuevo sobre el polvo. Creo que es apropiado que estemos en u n a situación tan ridicula. Sin saber m u y bien c ó m o . Lejos de amilanarse. y m e parece necesario q u respondamos a ella de la forma apropiada». en el que el p a t r ó n d e «Aplicar a sí mismo» de El poder de la palabra fue utilizado para salvarle la vida a una mujer: y los escribas y los fariseos llevaron a su presencia a una mujer sorprendida en adulterio. J e s ú s p r i m e r o «fragmentó hacia arriba» «adulterio» en «pecado». Así que. entonces se decía que tenía que hacerlo y se ponía m a n o s a la obra. Si podía verse haciéndolo. En cierta medida. cuando siguieron inquiriéndole. t o m a d o del Evangelio según San J u a n (8:3-11). lo cual le dejó libre para elegir su reacción sobre la base de criterios diferentes.250 El. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 251 n o cejó: «Sí. a lo que el otro siguió: «Es ridículo decir eso. tratando de tentarle para tener de qué acusarle luego. Aquel joven p u d o ya completar el ejercicio sin n i n g u n a clase de interferencia interna. Señor». cada vez que salía a la luz cualquier cuestión relacionada c o n lo «apropiado» o lo «ridículo» d e su c o m p o r t a m i e n t o . c o m p l e t a m e n t e a n o n a d a d o . tengo que ser ridículo. pero ¿tú qué dices?» Así dijeron. Pero Jesús se inclinó hacia delante y escribió con su dedo en el polvo. El h o m b r e . y cuando la tuvieron ante sí le dijeron: «Maestro. se fueron yendo uno tras otro. y dada la situación. se descubrió que si u n cliente o u n amigo le pedía alguna tarea o algún favor. dijo: «Mujer. A medida que «giraba sobre sí mismo» m e n t a l m e n t e . Tras levantarse y ver que nadie había más que la mujer. ¿dónde están quienes te acusaban? ¿Te ha condenado alguien?» «Nadie. estado q u e el practicante d e PNL que le atendía aprovechó para ayudarle a desarrollar algunos tests y operaciones más eficaces en relación con su estrategia d e motivación. En lo sucesivo. siempre acababa desbordado p o r el n ú m e r o d e a s u n t o s q u e atender. Volviéndose hacia el a l u m n o . como si no les oyera. invitando acto seguido a los presentes a aplicar el m i s m o criterio y las mismas consecuencias a su propio c o m p o r t a m i e n t o .

252 El. esa afirmación podría ser aplicada a sí m i s m a contestando: «Esa creencia se ha estado extendiendo c o m o u n cáncer d u r a n t e años. Eso se podría hacer diciendo: «¿Está seguro de que p u e d e permitirse m a n t e n e r c o n tanta fuerza esta creencia? Podría impedirle sacar partido de oportunidades importantes» De forma parecida. Ha pecado (ha cometido adulterio) Por Merece ser castigada (lapidada hasta morir) consiguiente Aplicación por Jesús del patrón «Aplicar a sí mismo» para salvarle la vida a una mujer Observa que Jesús n o cuestiona la creencia. En ocasiones es necesario pensar d e forma n o lineal y n o literal para p o d e r aplicar la creencia a sí m i s m a . sino que la «des e n c u a d r a » . Prueba este patrón con alguna de tus propias creencias. p o r q u e me toma tiempo ¿Cómo p u e d e s evaluar la propia declaración de creencia se g ú n la generalización o los criterios definidos p o r la misma . el concepto de «metaposición» es u n m e d i o de aplicación de u n p r o ceso autorreferencial para facilitar el cambio psicológico y el crecimiento personal. Tal vez le haya llegado ya la hora d e extinguirse». Por ejemplo. si alguien dice: «No p u e d o p e r m i t i r m e ese p r o d u c t o p o r q u e es demasiado c a r o » . si alguien nos dice: «Un diagnóstico de cáncer es c o m o recibir u n a sentencia d e m u e r t e » . Para comenzar. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 253 creencia? ¿De qué m o d o podría ser u n ejemplo (o n o serlo) d e su propia afirmación? 'Que aquel de e n í n r vosotros que esté libre de pecado tire i piedra la pr Por ejemplo: ¿ C u á n t o t i e m p o te costó a p r e n d e r la idea de que eso significa que eres lento a p r e n d i e n d o ? Tal vez si te t o m a r a s el tiempo necesario para c o m p r e n d e r realmente hasta q u é p u n t o esta creencia te limita innecesariamente. En metaposición. obligando al g r u p o a cambiar de posición perceptiva y a ampliar su mapa d e la situación. asegúrate de formularla en u n a afirmación de causaefecto o de equivalencia compleja: Creencia: soy/es/son . estarías más abierto a interiorizar algunas nuevas ideas sobre c ó m o aprender. y luego res o n a m o s sobre todo ello para obtener n u e v a s ideas y comprensiones que nos a y u d a r á n a actuar d e forma más eficaz. tal vez t e n g a m o s q u e h a c e r la «aplicación a s í mismo» de forma más bien metafórica. para incluir en él el comp o r t a m i e n t o d e los d e m á s . nos disociamos p r i m e r o de nuestros p e n s a m i e n t o s . acciones e interacciones. en efecto. En Programación Neurolingüística. porque Metamarcos Aplicar a sí misma u n a generalización c o n d u c e a m e n u d o a la persona a u n a metaposición en relación con s u s propios pensamientos y creencias. u n a «creencia» y n o n s n Por ejemplo: Soy lento aprendiendo comprender las nuevas ideas. Eso ° a c e ver que la creencia es.

Metaencuadrar constituye u n a estrategia c o m ú n en psicoterapia y asesoría para trabajar con las creencias. cuya aplicación consiste en evaluar la creencia desde el m a r c o d e u n contexto fluyente y orientado hacia lo personal. los valores y las generalizaciones que la creencia expresa) es utilizado para evaluar la propia creencia. consideremos la generalización siguiente: «Tienes q u e ser fuerte para sobrevivir». es decir. que alguna otra creencia es errónea o estúpida. lógicamente. s u p o n g a m o s que alguien desee establecer la creencia de q u e «Mi inteligencia y mi capacidad d e c o m u n i c a c i ó n hacen d e m í un superviviente». c u a n d o u n a creencia es aplicada a sí misma. ¿Qué creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer tu percepción d e la misma? Creencia: Tengo esta creencia porque: C o m o los d e m á s patrones de El poder de la palabra.254 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentalesy la metaestructura de creencias Le hice ver que. e n cambio. c a m b i a n d o la perspectiva de la persona p o r la de un observador de sus procesos mentales. U n metamarco d e apoyo podría ser: «Tienes esta creencia p o r q u e reconoces que la era d e la información ha c a m b i a d o para siempre '°s factores necesarios para la supervivencia». U n a de las formas m á s directas d e alcanzar u n a metaposición c o n respecto a la creencia consiste en utilizar lo que se conoce c o m o « m e t a m a r c o » . P o d e m o s creer. p o r ejemplo. . Aplicar la creencia a sí misma implicaría decir algo así c o m o : «Me pregunto si esta creencia será lo suficientemente fuerte c o m o para sobrevivir hasta el próximo milenio». q u e deja sin reconocer la importancia d e la cooperación y la flexibilidad con respecto a la supervivencia». C o m o ejemplo. creencia o generalización q u e te esté limitando. no debía considerarse a sí mismo como responsable de aquellos rasgos de su carácter. la creencia sobre la otra creencia p u e d e tener u n contenido c o m p l e t a m e n t e diferente al d e la creencia a la que se refiere. en la que el cliente es a c o m p a ñ a d o al metamarco d e su historia personal o de otras influencias sociales. Metaencuadrar difunde a m e n u d o el i m p a c t o d e u n a creencia limitadora. Explora este patrón con t u s propias creencias. P o r ejemplo. Para metaencuadrar la creencia. el de metaencuadrar p u e d e ser también utilizado para apoyar o reforzar alguna creencia potenciadora. porque todos aquellos impulsos reprensibles tenían su origen en la infancia y no eran más que derivaciones de su carácter infantil que sobrevivían en su subconsciente. extraída d e su informe sobre el trabajo con u n paciente obsesionado c o n fantasías sobre ratas (el caso llamado «Raiman»): a r Freud reencuadra los p e n s a m i e n t o s y los «impulsos reprensibles» del h o m b r e c o m o derivados del «carácter infantil que sobrevive en el subconsciente». La técnica d e psicoanálisis d e Sigmund Freud constituye u n ejemplo clásico de aplicación de m e t a m ' co. F r e u d explicaba y «enmarcaba» c o n s t a n t e m e n t e las quejas de SLIS pacientes colocándolas d e n t r o del marco de s u s teorías. Vea m o s la siguiente cita. su contenido (es decir. En el metaencuadre. en cambio. p o r l o q u e el paciente n o debe culpabilizarse a sí m i s m o de s u s compulsiones. establecer una creencia sobre la creencia. Luego implica que «la responsabilidad moral n o es d e aplicación a los niños». así como que debía saber que la responsabilidad moral no es de aplicación a los niños. Piensa en algún juicio. La frase: «Lo dices sólo para hacerme sentir bien» constituye u n ejemplo c o m ú n del m o d o en que se p u e d e usar un metamarco para descartar una a f i r m a c i ó n o evaluación positiva hecha p o r otra persona. La diferencia entre aplicar la creencia a sí m i s m o y metaencuadrar consiste en q u e . 255 necesariamente la única interpretación posible d e la realidad. podríamos decir: «Esta creencia parece más bien u n a reflexión desde un p u n t o d e vista relativamente estrecho y masculino.

Bateson asegura que la confusión entre tipos lógicos es en gran medida responsable de lo q u e h e m o s estado denominando «creencias limitadoras» y «virus mentales». tanto los unos c o m o los otros saben distinguir. dar u n suave codazo. que él denomina «metamensajes» — m e n s a j e s acerca de los mensajes—. pero el paciente no conseguía discernir si esa p r e g u n t a se trataba d e u n a a m e n a za. que el comp o r t a m i e n t o exhibido e n el j u e g o es de otra clase que el «de verd a d » . que se p e r s o n ó en la farmacia del hospital. d e forma muy parecida a c o m o lo hacen los animales. Las consecuencias serían q u e . a n u n c i a n d o que «Es sólo u n j u e g o » . C o m o ejemplo. etc. En opinión de Bateson. P u e d e n «metacomunicarse» v e r b a l m e n i e . Bateson asegura que m u c h o s p r o b l e m a s y conflictos tienen como causa la confusión o la mala interpretación de esos m e n s a jes. Bateson compara esta situación con la d e u n sistema telefónico que n o consiguiera discriminar entre el código de país. c u a n d o los animales y los h u m a n o s se implican e n el «juego». Según Bateson. el de ciudad y el n ú m e r o local. Bateson mantiene que la explicación de m u c h o s c o m p o r t a m i e n t o s aparentemente psicóticos o «locos» residía en la incapacidad para reconocer e interpretar correctamente metamensajes. d e u n a bronca p o r estar d o n d e n o debía. o reír. así c o m o para distinguir entre diferentes clases o tipos lógicos de comportamiento. d e u n a p r e g u n t a sincera. los animales avisan que «voy a jugar» meneand o la cola. Los estudios realizados con h u m a n o s reflejan asimismo la utilización de mensajes específicos para avisar a los d e m á s de q u e están j u g a n d o . así c o m o del h e c h o de que n o p o d e m o s tratar a la clase y a s u s m i e m b r o s c o m o si perteneciesen a u n mism o nivel. el que marcara se encontraría con la respuesta de «se ha equivocado d e n ú m e r o » al °tro lado del teléfono. La enfermera encargada le preguntó: «¿En q u é p u e d o ayudarlo?». e x h i b e n a m e n u d o los m i s m o s comportam i e n t o s asociados con la agresión. Según él. la sexualidad y otros aspectos más «serios» de la vida ( c o m o c u a n d o los animales j u e g a n a «pelearse» o los n i ñ o s a «médicos»).256 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 257 Niveles lógicos Los patrones d e El poder de la palabra d e «Aplicación a sí mism o » y de «Metamarco» estimulan por lo general u n cambio de nuestra atención hacia u n nivel distinto de p e n s a m i e n t o . Cabe citar c o m o ejemplo de ello las dificultades q u e tienen las personas de c u l t u r a s diferentes para interpretar las sutilezas no verbales d e la otra parte. acabará probablemente actuando de forma mapropiada para la situación. el concepto d e tipos lógicos distintos es fundamental para la c o m p r e n s i ó n del j u e g o . Según Bateson. o viceversa. o hacer algo extraño para demostrar sus intenciones. s n a En The Logical Categories of Learning and Communication . estos mensajes «de nivel superior» (habitualmente comunicados d e forma n o verbal) s o n cruciales para q u e tanto animales c o m o h u m a n o s se c o m u n i q u e n e interactúen c o n eficacia. Hacen q u e s e a m o s m á s conscientes d e lo que Bertrand Russell denomin ó «tipos lógicos». Incluso a pesar d e que todos los n ú m e r o s (el contenido) fueran correctos. Bateson señalaba q u e el «juego» implica distinguir entre diferentes tipos lógicos de c o m p o r t a m i e n t o y de mensajes. el aprendizaje y la com u n i c a c i ó n . Bateson cita el ejemplo de u n paciente mental joven. El a n t r o p ó l o g o y teórico d e la comunicación Gregory Bateson aplicó la teoría d e tipos lógicos d e Russell c o m o medio para contribuir a la explicación y a la resolución d e u n a serie de cuestiones relacionadas c o n la c o n d u c t a . en Epidemiology of a Schizofrenia ( 1 9 5 5 ) . d a n d o saltos o h a c i e n d o alguna otra cosa para indicar que n o hay que tomarse en serio lo que van a hacer. del aprendizaje d e alto nivel y d e los p a t r o n e s de p e n s a m i e n t o patológicos. c u a n d o alguien n o está en condiciones de realizar estas distinciones. P o r ejemplo. en su m a y o r p a r t e . de u n a proposición sexual. Según Bateson. De h e c h o . Sus mordiscos son mordiscos j u g u e t o n e s . con demasiada frecuencia. El resultado sería que interpretaría los n ú m e r o s d e código d e país c o m o i fueran parte del n ú m e r o del teléfono. distinguir entre clases d e comportamiento requiere t a m b i é n diferentes tipos d e mensajes. señaland o q u e también ellos pertenecen a u n «tipo lógico» distinto del contenido d e la c o m u n i c a c i ó n d e q u e se trate. su clasificación (el contexto) seconfusa y provocaría problemas. Sin embargo. n o reales.

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Virus mentales y la metaestructura de creencias «... se puede estimular a una rata (positiva o negativamente) cuando investiga algún objeto extraño, con lo que aprenderá a acercarse o a alejarse de él. Pero el propósito mismo de la exploración consiste en reunir información para determinar a qué objetos hay que acercarse y a cuáles no. El descubrimiento de que determinado objeto es peligroso es, por consiguiente, un éxito del esfuerzo por reunir información. Este éxito no desanimará a la rata de ulteriores exploraciones de otros objetos extraños»

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(1964), Bateson utiliza la noción de tipos lógicos para explicar distintas clases y f e n ó m e n o s de aprendizaje y comunicación. Define dos tipos o niveles fundamentales d e aprendizaje, a considerar en cualquier proceso d e cambio: «Aprendizaje I» (tipo de c o n d i c i o n a m i e n t o estímulo-respuesta) y «Aprendizaje II» o deuteroaprendizaje (aprender a reconocer el contexto mayor en que el estímulo ocurre, d e m o d o q u e su significado p u e d a ser entendido correctamente). El ejemplo más elemental de fenómeno de aprendizaje II es el del p r e d e t e r m i n a d o , c u a n d o u n animal aprende a resolver pruebas, es decir, c u a n d o u n animal d e laboratorio aprende cada vez m á s deprisa n u e v a s tareas q u e corresp o n d e n a la m i s m a clase d e actividad, lo cual está relacionado c o n a p r e n d e r clases d e c o m p o r t a m i e n t o s , más que comportam i e n t o s aislados. Por ejemplo, u n animal condicionado para evitar aprenderá distintos tipos de c o m p o r t a m i e n t o i n h i b i d o r cada vez más aprisa. Sin embargo, será m á s lento en a p r e n d e r c o m p o r t a m i e n t o s de respuesta ( p o r ejemplo, salivar al oír u n timbre) q u e otro que haya sido c o n d i c i o n a d o a n t e r i o r m e n t e para esta clase de comp o r t a m i e n t o s . E n otras palabras, a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a identificar y rechazar objetos que p r o v o q u e n descargas eléctricas, pero le costará m á s a p r e n d e r a salivar al oír el timbre q u e anuncia la llegada de la comida. Por otro lado, u n animal entrenado en el c o n d i c i o n a m i e n t o de Pavlov a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a salivar ante otros estímulos (colores, s o n i d o s , etc.), pero será más lento e n a p r e n d e r a evitar objetos electrificados. Bateson señala que esta capacidad para a p r e n d e r patrones o reglas d e u n a m i s m a categoría de procedimientos d e condicionam i e n t o c o r r e s p o n d e a u n «tipo lógico» d e aprendizaje distinto y n o funciona según las secuencias del simple refuerzo d e estímulo-respuesta utilizado para enseñar c o m p o r t a m i e n t o s específicos aislados. Bateson observa, p o r ejemplo, que el estímulo a la «exploración» (un medio de aprender a aprender) en las ratas es de naturaleza distinta al de «probar» u n objeto (el contenido d e aprendizaje d e la exploración). En Steps to an Ecology ofMind (pág. 282) [Una unidad sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología de I mente] escribe:
a

La capacidad de explorar, a p r e n d e r u n a tarea discriminatoria o ser creativo constituye u n nivel d e aprendizaje s u p e r i o r al de las tareas específicas que c o m p o n e n estas capacidades. Asimismo, las dinámicas y las reglas del c a m b i o correspondientes a este nivel superior son distintas. Debido al p a p e l y a la influencia d e Bateson e n el alumbramiento de la Programación Neurolingüística, el concepto d e tipo lógico es i m p o r t a n t e en PNL. E n la década de 1980 adapté las ideas de Russell y Bateson para formular los conceptos de «niveles lógicos» y «niveles neuro-lógicos» en el c o m p o r t a m i e n t o y el cambio h u m a n o s . Inspirándose en Bateson, el m o d e l o de niveles propone q u e d e n t r o d e u n i n d i v i d u o o g r u p o existe u n a j e r a r q u í a natural de niveles, que funcionan c o m o diferentes tipos lógicos de procesos. Cada nivel sintetiza, organiza y dirige una clase concreta de actividad en el nivel i n m e d i a t o inferior. C a m b i a r algo en u n nivel s u p e r i o r «irradiará» necesariamente hacia abajo, precipitando el c a m b i o en los niveles inferiores. Sin embargo, habida cuenta de q u e cada nivel sucesivo pertenece a u n tipo lógico de proceso diferente, cambiar algo en u n nivel inferior n o afectará p o r fuerza a los niveles p o r encima del m i s m o . Las creencias, p o r ejemplo, se forman y se c a m b i a n según n o r m a s distintas a las q u e rigen los c o m p o r t a m i e n t o s reflejos. Recompensar o castigar d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o n o cambiará p o r fuerza las creencias que lo provocan p o r q u e , tanto a escala m e n tal como neurológica, los sistemas de creencias pertenecen a u n upo de proceso distinto al d e las creencias. Según el modelo de niveles neuro-lógicos, las influencias del

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medio determinan las condiciones externas en las que tiene lugar el comportamiento. Sin embargo, en ausencia de u n mapa interno de u n plan o de u n a estrategia que los guíe, los comportamientos s o n c o m o reflejos en la rodilla, hábitos o rituales. En el nivel de capacidad p o d e m o s seleccionar, alterar y adaptar u n a clase de comportamiento a u n conjunto más amplio de situaciones externas. En el nivel de creencias y valores p o d e m o s estimular, inhibir o generalizar determinada estrategia, plan o forma de pensar. La identidad, p o r supuesto, consolida sistemas completos de creencias y valores en u n sentido del propio ser. La experiencia al nivel espiritual está relacionada con el sentir que nuestra identidad es parte de algo más grande que nosotros mismos, y con nuestra visión de los sistemas mayores a los que pertenecemos. A medida que cada nivel se abstrae cada vez más d e las especificidades del comportamiento y d e la experiencia sensorial, crece la amplitud de su efecto sobre nuestro comportamiento y nuestra experiencia. * Los factores del medio determinan las oportunidades o restricciones externas a las que el sujeto debe reaccionar. Atienden a las preguntas relacionadas con d ó n d e y cuándo. * El comportamiento se construye c o n acciones y reacciones específicas tomadas del m e d i o . Atiende a las preguntas relacionadas c o n q u é . * Las capacidades c o n d u c e n y orientan las acciones del c o m p o r t a m i e n t o a través d e u n m a p a m e n t a l , p l a n o estrategia. Atienden a las preguntas relacionadas c o n cómo. * Las creencias y los valores p r o p o r c i o n a n el apoyo (motivación y permiso) q u e afirma o niega las capacidades. Atiend e n a las p r e g u n t a s relacionadas con p o r q u é . * Los factores d e identidad d e t e r m i n a n el propósito general (la m i s i ó n ) y m o l d e a n las creencias y los valores a través d e n u e s t r o s e n t i d o del ser. Atienden a las preguntas relacionadas con q u i é n . * Las cuestiones d e nivel espiritual se relacionan con el hecho d e que s o m o s parte de u n sistema mayor, que va mas allá d e u n o m i s m o c o m o individuo, para abarcar a la fa-

milia, a la c o m u n i d a d y a los sistemas globales. Responde a las p r e g u n t a s relacionadas c o n p a r a q u i é n y p a r a q u é . Desde la perspectiva d e la Programación Neurolingüística, cada u n o de estos procesos implica u n nivel d e organización distinto y activa la movilización y la entrega de «circuitos» n e u r o lógicos cada vez más profundos. Resulta interesante señalar q u e a l g u n o s d e los estímulos de este modelo surgieron m i e n t r a s se enseñaban los patrones de El poder de la palabra. C o m e n c é a d a r m e cuenta d e que algunas clases de afirmaciones les resultaban a las personas más difíciles d e manejar q u e otras, a pesar de q u e la clase d e juicio que se afirmaba fuera esencialmente la misma. C o m p a r e m o s , p o r ejemplo, las siguientes afirmaciones: Ese objeto e n tu m e d i o es peligroso. Tus acciones en ese contexto concreto fueron peligrosas. Tu incapacidad para j u z g a r a d e c u a d a m e n t e es peligrosa. Lo que tu crees i m p o r t a n t e y valoras c o m o tal es peligroso. Eres u n tipo peligroso. En cada caso, el juicio expresado es d e q u e algo es «peligroso». De forma intuitiva, sin embargo, la mayoría d e personas sienten que el «espacio» o el «territorio» implicado en cada u n a de las frases se vuelve cada vez m á s amplio, e x p e r i m e n t a n d o u n efecto emocional creciente con cada u n a d e ellas. Que alguien te diga que d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o fue peligroso es m u y distinto a que te diga que tú eres « u n tipo peligroso». Observé q u e si m a n t e n í a constante u n juicio y simplemente substituía u n t é r m i n o para medio, c o m p o r t a m i e n t o , capacidades, creencias y valores e identidad, m i interlocutor se sentía cada vez más ofendido o halagado, s e g ú n la naturaleza del juicio mera negativa o positiva. Pruébalo tú m i s m o . Imagina q u e alguien te dice cada u n a de las frases siguientes: Tu medio es estúpido/feo/excepcional/hermoso.

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El m o d o en q u e te comportaste en esa situación fue estúpido/feo/ excepcional/hermoso. Realmente tienes la capacidad d e ser estúpido/feo/excepcional/hermoso. Eso q u e crees y valoras es estúpido/feo/excepcional/hermoso. Eres estúpido/feo/excepcional/hermoso. Observa u n a vez m á s q u e las evaluaciones expresadas en cada afirmación s o n idénticas. Lo q u e cambia en cada frase es el aspecto particular de la persona al q u e se refiere.

gado a d o m i n a r todos los elementos necesarios para el éxito». D e nuevo, eso resitúa el juicio d e identidad limitador en el á m b i t o de u n marco m á s productivo y resoluble. Los reencuadres de estas características p u e d e n diseñarse realizando los pasos siguientes: a) Identifica el juicio de i d e n t i d a d negativo: Soy «Soy una carga para los demás»). (Por ejemplo:

Cambio

de n i v e l e s

lógicos

b) Identifica u n a capacidad o u n c o m p o r t a m i e n t o específico q u e esté relacionado con el estado presente o bien con el estado deseado, implicado en el juicio de i d e n t i d a d negativo: Capacidad para (Por ejemplo: «Capacidad para resolver los problemas por mí mismo»). c) Reemplaza el juicio de identidad negativo p o r la capacidad o el c o m p o r t a m i e n t o : Tal vez no es que tú seas (Identidad negativa, por ejemplo: «una carga para los dem á s » ) , sino simplemente que todavía no has desarrollado la capacidad de (capacidad o c o m p o r t a m i e n t o específico, p o r ejemplo: «resolver los p r o b l e m a s p o r ti m i s m o » ) . Por s u p u e s t o , ese proceso también p u e d e ser invertido para promover creencias potenciadoras. Se p u e d e elevar un c o m p o r tamiento o u n a capacidad al nivel de manifestación de identidad. Por ejemplo, p o d r í a m o s decir: «Tu capacidad para mostrarte creativo en esta situación demuestra q u e eres u n a persona creatrva». Otros ejemplos d e lo m i s m o serían: sobrevivir superviviente, sanar p e r s o n a sana, tener éxito - » * triunfador/a, c Esta clase de reformulación sirve para profundizar o reforzar k percepción d e u n a persona hacia s u s p r o p i o s recursos.
e t

Una d e las tácticas de El poder de la palabra m á s c o m u n e s y eficaces consiste en volver a categorizar u n a característica o experiencia desde un nivel lógico a otro, p o r ejemplo, separar la identidad d e u n a persona de sus capacidades o de su comportamiento. Los juicios de identidad negativos son a m e n u d o el resultado de interpretar comportamientos específicos, o bien la incapacidad para producir determinados resultados del comportamiento entendida c o m o una manifestación d e la identidad d e la persona. Devolver u n juicio de identidad negativo a su lugar de manifestación de comportamiento o capacidad reduce en gran medida el impacto de ese juicio sobre la persona, tanto mental c o m o emocionalmente. P o r ejemplo, tal vez u n a persona se sienta deprimida por ten e r cáncer y se refiera a sí misma c o m o u n a «víctima del cáncer». Sin embargo, eso podría ser «reencuadrado» con la respuesta: « N o eres u n a víctima del cáncer, sino u n a persona normal y corriente q u e todavía n o ha desarrollado su capacidad de sacarle todo el partido a la conexión entre cuerpo y mente». Esto ayudará a esa persona a cambiar su relación con la enfermedad, a abrirse a otras posibilidades y a verse a sí m i s m a c o m o partícipe de su propio proceso d e sanación. El m i s m o tipo de reencuadre podría hacerse con u n a creencia c o m o , p o r ejemplo: «Soy u n fracaso». Se podría observar q u e : « N o es q u e tú seas u n "fracaso", sino q u e todavía n o has H
e

.

j u n t o con los principios y los métodos que proporcionan la capacidad para generarlos y utilizarlos. También resulta particularmente peligrosa p o r tratarse d e u n a creencia n o tan sólo sobre otras creencias.Definición y ejemplos de patrones de El poder de la palabra A lo largo de este libro hemos examinado u n a serie de patrones específicos d e Eí poder de la palabra. cada uno de los cuales ayuda a cambiar el foco de la atención o a ampliar el mapa d e la persona en diferentes direcciones. Aplicar los distintos patrones de Eí poder de la palabra contribuirá a añadir nuevas perspectivas. Esta calidad «autorreferencial» incrementa la posibilidad d e que se t o r n e circular. con la que se tienen q u e debatir m u chas personas c u a n d o tratan d e hacer algún cambio en su vida. en la consulta o en el debate para ayudar a las personas a ser más «abiertas a dudar» d e sus creencias limitadoras. p u e d e resultar ser una creencia m u y limitadora si se toma en sentido literal y se interpreta de forma rígida o estrecha. El propósito del presente capítulo consiste en resumirlos a modo de sistema de conceptos que puedan ser empleados por igual en la conversación. así c o m o d e q u e acabe p o r convertirse en u n «virus mental». Se trata de u n a creencia realmente c o m ú n . a s i . sino también sobre el proceso m i s m o d e cambio de creencias. Existen catorce patrones distintos d e El poder de la palabra. como a «ampliar el mapa» asociado con esta creencia. Consideremos la creencia de q u e «Tengo esta creencia desde hace tanto tiempo. que me será difícil cambiar». Si bien es reflejo de u n a perspectiva válida. así como más «abiertas a creer» en otras más potenciadoras y útiles.

de m o d o que la intención positiva que subyace e n su creencia sea satisfecha p o r m e d i o de otras opciones. págs. págs. Miremos deforma realista esta creencia y lo que haría falta para cambiarla. Intención positiva = «honestidad» «Es muy importante ser realista en relación con el cambio de las propias creencias. puede resultar difícil prenderse de algo a lo que has estado tan apegado». puede parecer extraño traspasar los límites conocidos» «creencia» = > «límite conocido» «difícil de cambiar» = > «inicíalmente extraño de traspasar» Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar \ creencia = límite conocido Redefinir Redefinir difícil de cambiar sentirse inicialmeníe extraño Redefinir y Honestidad Ser realista Intención Tengo esta creencia desde hace tiempo Intención Me será difícil cambiar . Recordemos u n a vez más que el propósito de El poder de la palabra n o consiste en atacar a la persona o a su creencia. 70-74.) Por ejemplo: «Efectivamente.] Por ejemplo: «Admiro m u c h o y a p o y o tu deseo de ser h o n e s t o contigo m i s m o » . (Ver Capítulo 2. 1. sino en reencuadrar la creencia y ampliar el mapa del m u n d o de esa persona. 6270. Redefinición: Substituir u n a d e las palabras utilizadas en la declaración de creencia p o r otra nueva que signifique algo parecido. I n t e n c i ó n : Dirigir la a t e n c i ó n al propósito o a la intenc i ó n s u b y a c e n t e e n la creencia. pero q u e tenga implicaciones distintas.» Intención positiva = «ser realista» «Estoy de acuerdo en que. «tener desde hace tiempo» = > «tan apegado» «difícil d e cambiar» = > «poco fácil» des- Estructura de la afirmación de una creencia limitadora acerca del cambio Veamos a c o n t i n u a c i ó n algunos ejemplos y definiciones sobre c ó m o aplicar los catorce patrones d e El poder de la palabra a esta creencia en concreto. inicíalmente.268 EL PODER DE LA PAIAÜRA Aplicar los patrones como un sistema 269 Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar 2. (Ver Capitulo 2.

te resultaría más fácil e incluso divertido. tal vez puedas recordar cuándo la formulaste e imaginar que la cambiaste entonces».» «cambiar la creencia» = > «modificarla p o r partes» Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Reconocer las inquietudes facilita centrarse en los objetivos Consecuencia Consecuencia Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar . (Ver Capítulo 3. 83-85. págs. (Ver Capítulo 5. 144-148.) Por ejemplo: «Anticipar que algo va a ser difícil hace que parezca a menudo mucho más fácil cuando lo haces realmente». F r a g m e n t a r h a c i a abajo: Reducir los elementos d e la creencia en porciones más p e q u e ñ a s .270 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 271 3. d e m o d o q u e cambie (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia. « m u c h o tiempo» = > «poco tiempo» «laf vez si en lugar de tratar de cambiar toda la creencia de una vez la modificaras por partes. C o n s e c u e n c i a : Dirigir la atención hacia u n efecto (positivo o negativo) d e la creencia o de la generalización definida p o r la creencia que la cambia o refuerza. «Admitir de verdad nuestras inquietudes nos permite apartarlas para centrar la atención en lo que queremos» 4. págs.) Por ejemplo: «Puesto que tener la creencia tan sólo un breve período de tiempo haría que cambiarla fuera más fácil.

El conocimiento evoluciona con rapidez cuando se reconecta con los procesos naturales que lo actualizan». págs. «Una creencia es como un programa informático.» «Los dinosaurios quedaron probablemente muy sorprendidos de lo rápido que cambiaba su mundo. a pesar de todo el tiempo que llevaban existiendo. La pregunta es: ¿Cuánto dura el ciclo vital natural de tu particular creencia?» «difícil de cambiar» = > «no se p u e d e precipitar el ciclo natural» «tienes la creencia mucho tiempo» = > «duración del ciclo vital de la creencia» Analogía: E n c o n t r a r u n a relación análoga a la definida p o r la creencia que cuestione (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia. mentar hacia amt \ Analogía F r a g m e n t a r hacia a r r i b a . 86-87.272 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 273 5. Analogía fcam-y bio de creencia = forma de conocimiento y ciclo de cambio ' Fragmentar haría arriba di' flcü de cambiar • desconectado naturi del 'Fra. «Todos los procesos de cambio tienen un ciclo natural que no puede precipitarse. incluso leyes muy antiguas pueden ser cambiadas con rapidez si un número suficiente de personas vota por otra nueva». sino si conocemos o no el lenguaje de programación.» Tengo esta creencia desde hace tiempo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Causas Me será difícil cambiar 7 Una creencia es como una ley.) Por ejemplo: «El pasado no siempre predice con exactitud el futuro. (Ver Capítulo 3 . Una creencia es como un programa informático. La cuestión no es si es viejo o nuevo. págs. F r a g m e n t a r hacia arriba: Generalizar u n elemento de la creencia hasta u n a clasificación superior que cambie (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia.) Por ejemplo: «Una creencia es como una ley. (Ver Capítulo 3 . i «difícil de cambiar» = > «futuro» «cambio» = > reconectado c o n los procesos naturales que lo actualizan». 8 7 91.

» 8. y ser congruente con quien tú eres ahora. Otro objetivo Tus hijos se sentirán Otros han tenido y cambiado creencias parecidas Cambio de tamaño del marco felices de que hayas realizado el esfuerzo necesario para cambiarla Cambio de tamaño del marco Otro objetivo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me sera difícil cambiar Cambio del tamaño del marco . para cuestionar (o reforzar) la relevancia d e ésta. págs. Objetivo real: actualizar las creencias. «Dentro de unos años. Tal vez cuantas más personas consigan cambiarla. d e u n m a y o r n ú m e r o de personas (o de u n a sola p e r s o n a ) o d e una perspectiva más o m e n o s amplia. sino «La cuestión no es tanto cambiar las creencias. C a m b i o del t a m a ñ o del marco: Reevaluar (o reforzar) |g implicación de la creencia en el contexto de u n marco temporal m a y o r (o m e n o r ) . (Ver Capítulo 2.» «Estoy seguro de que tus hijos se sentirán felices de que hayas realizado el esfuerzo necesario para cambiar esa creencia.) Por ejemplo: «No es necesario cambiar de creencia. 49-53. págs.» Tengo esta | creencia desde | hace tiempo Causas Me será difícil ^cambiar. (Ver Capítulo 2. 56-59. probablemente te resultará difícil recordar siquiera que tuviste esa creencia. más fácil será para las demás cambiar esta clase de creencia en el futuro».274 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 275 7. O t r o r e s u l t a d o : C a m b i a r a otro objetivo distinto al que atiende o implica la creencia.) Por ejemplo: «Probablemente no eres ni el primero ni el único en tener esta creencia. como construir un mapa del mundo que sea congruente con quien tú eres ahora. en lugar de traspasársela a ellos. más que cambiarlas. tan sólo actualizarla».

muchas personas ni siquiera se dan cuenta de que sus limitaciones son función de creencias que pueden ser cambiadas por completo.) Por ejemplo: «¿Cómo.Estrategia d e realidad: Reevaluar (o reforzar) la creencia. págs. Me pregunto qué clase de creatividad hará surgir en ti tus esfuerzos por cambiar esa creencia. 110-117. 74-78. «Los artistas suelen usar sus luchas internas como fuente de inspiración para la creatividad.276 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 277 9. Les llevas mucha delantera». págs. sabes que tienes creencia "desde hace tiempo"?» esta «¿Qué cualidades concretas de lo que ves o escuchas cuando piensas en cambiar esa creencia hacen que eso te parezca "difícil"?» f personas ni \ siquiera se dan cuenta de que sus limitaciones proceden de creencias \ \ I L \ » ¿Qué recuerdos o representaciones internas te hacen | pensar que cambiar esa | creencia va a ser difícil? f > Estrategia de realidad \ Modelo del mundo / Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar ^ J Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar \ / Modelo del mundo Estrategia de realidad .) P o r ejemplo: «Estás de suerte. (Ver Capítulo 2. en concreto. M o d e l o del m u n d o : Reevaluar (o reforzar) la creencia desde el marco d e u n m o d e l o diferente del m u n d o . (Ver Capítulo 4. teniendo en cuenta que las personas o p e r a n desde percepciones cognitivas del m u n d o para construir s u s creencias.» lO.

«La congruencia y la integridad personales compensan cualquier esfuerzo que uno haga por alcanzarlas. ¿Qué hace a las creencias tan diferentes?» «He visto muchas creencias establecidas cambiar de forma instantánea cuando la persona tiene acceso a las experiencias y el apoyo necesarios. págs.278 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 279 1 1 . 182187. C o n t r a e j e m p l o : Encontrar u n ejemplo o u n a «excepción de la regla» q u e cuestione (o enriquezca) la generalización definida p o r la creencia. págs. (Ver Capítulo 6. 118-124. (Ver Capítulo 4 . en vez de volverse\ más fuertes Contraejemplo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Tengo esta creencia desde hace tiempo Congruencia integridad personales e Causas Jerarquía de criterios Contraejemplo Jerarquía de criterios Esfuerzo para cambiar .) Por ejemplo: «El grado en el que la creencia encaja con nuestra visión y nuestra misión y las apoya es más importante que el tiempo durante el que hemos estado manteniendo la creencia». J e r a r q u í a d e criterios: Reevaluar (o reforzar) la creencia de a c u e r d o c o n u n criterio que sea m á s i m p o r t a n t e que cualquier otro atendido p o r la creencia. en lugar de hacerse más fuertes.» La mayor parte de los ~\demás procesos | mentales se dijuminan con | el tiempo.) Por ejemplo: «Parece que la mayoría de los procesos mentales (como los viejos recuerdos) se vuelven menos intensos y más sujetos a la distorsión y al cambio cuanto más tiempo hace que los tenemos.» 1 2 .

es decir. (Ver Capítulo 8. del modo en que ahora eres. 248-253. debido a que te han faltado ¡as herramientas y la comprensión necesarias para cambiarlas con facilidad».Metamarco: Evaluar la creencia desde el marco d e u n contexto presente. METAMARCO Aplicar a sii mismo ^Aplicar a sí . (Ver Capítulo 8. 253-258.» ¿Cuánto tiempo has mantenido esta creencia? ¿Cuan ai). y de algún modo no se encuentran disponibles en el camino en el que ahora mismo te encuentras.Aplicar a sí m i s m o : Evaluar la propia afirmación de creencia. d e orientación personal. págs. d e acuerdo c o n la relación o los criterios definidos p o r ella.) P o r ejemplo: «Tal vez tienes la creencia de que las creencias son difíciles de cambiar. o que le guste a alguna parte de ti. seria cambiar esa creencia? Tal vez tengas esa creencia porque te han faltado las herramientas adecuadas para el cambio. págs.280 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 281 13. «¿Se te ha ocurrido que tal vez tu creencia de que esta creencia concreta será difícil de cambiar constituye una buena justificación para quedarte como estás? Tal vez haya algo que te guste. establecer una creencia sobre la creencia. mismo ~~~ Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas es Me será difícil cambial- Tengo esta creencia desde hace tiempo Me será i y Causas difícil cambiar Aplicar a sí mismo Metamarco .) Por ejemplo: «¿Cuánto hace que tienes la opinión de que la dificultad para cambiar de creencias es. fundamentalmente una cuestión de tiempo?» «¿Cuan difícil crees que sería cambiar tu creencia de que las generalizaciones mantenidas largo tiempo son difíciles de cambiar?» 14.

Ello es cierto sobre todo c u a n d o n o s e n c o n t r a m o s ante u n «virus mental». habida cuenta de lo «inusual» d e su situación. m i p r i m e r r e c o n o c i m i e n t o consciente de la ^ t r u c t u r a de a l g u n o s d e los patrones d e El poder de la palabra ^Hgió en el a ñ o 1980.282 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 283 Los patrones como sistema de El p o d e r d e la p a l a b r a de intervenciones verbales Utilizar E ' p o d e r d e la p a l a b r a n sistema de patrones u como C o m o ilustra el diagrama siguiente. llegando a recuperar p l e n a m e n t e la salud. Patrones de El poder de la palabra El sistema de patrones de El poder de la palabra al compleí C o m o ejemplo. Consultó a u n practicante d e PNL quien. U e . Consideremos el ejemplo de la mujer a la q u e le acababan d e c o m u n i c a r q u e tenía u n a variante «inusual» de cáncer y q u e . Este simple comentario la a y u d ó a cambiar de perspectiva. A m e n u d o . así c o m o a estar m á s «abierto a creer» en las potenciadoras. Temiendo lo peor. Sin embargo. las i n t e r v e n c i o n e s d e El poder de la palabra requieren a m e n u d o la aplicación de m á s de u n solo p a t r ó n para atender diversos aspectos d e u n a m i s m a creencia. hasta el p u n t o de percibir la incertidumbre n o ya por fuerza c o m o u n p r o b l e m a . se sentía ansiosa y desconcertada por la situación. observó: «Ante circunstancias inusuales. «aplicando a sí mismo» la generalización.A estas alturas del libro h e m o s e x a m i n a d o de q u é m o d o p u e d e ser aplicado cada u n o de los patrones de El poder de la palabra para ayudar a estar m á s «abierto a d u d a r » de las creencias y generalizaciones limitadoras. con el objetivo de volverse m á s «abierto a dudar» o «abierto a creer» esa generalización concreta. La mujer c o m e n z ó a mejorar a ojos vista (algo asimismo «inusual») con u n a m í n i m a intervención de s u s m é d i c o s . cofundador d e la Pro- . los médicos no estaban m u y seguros de c ó m o tratarlo. u n a sola afirmación de El poder de la palabra contribuye en gran medida al cambio de la actitud y las respuestas de la persona. De «echo. Comenzó a implicarse m á s p e r s o n a l m e n t e en la acción. sino c o m o u n a posible ventaja. m i e n t r a s participaba en u n seminario en ashington a cargo d e Richard Bandler. p u e d e n suceder cosas inusuales». los p r o p i o s virus mentales se m a n t i e n e n en su lugar p o r k aplicación i n c o n s c i e n t e de p a t r o n e s de El poder de la palabra que actúan a m o d o d e e s c u d o ante c u a l q u i e r i n t e n t o d e cambiarlos. lo q u e a su vez motivó q u e sus médicos le ofrecieran m á s opciones. p o r consiguiente. los catorce patrones de El po_ der de la palabra c o m p o n e n u n sistema d e intervenciones q p u e d e n ser aplicadas a la afirmación d e causa-efecto o de equivalencias complejas q u e se e n c u e n t r a e n la base d e la creencia de que se trate.

Ben estaba convencido de que su m a p a mental d e la situación era c o rrecto. r o m p e d e r e p e n t e esa relación c o n el otro individuo d e t e r m i n a d a a no volver a saber m á s de él. con el objetivo de crear la posibilidad d e u n a nueva relación. Richard comenzó a crear u n a especie d e escenario «paranoide». c o m p u e s t o p o r varias tarimas elevadas más pequeñas puestas j u n t a s para formar u n a superficie mayor. Ben hizo gala d e u n a gran creatividad a la hora d e rebatir las opcio- nes. Para t e r m i n a r «definitivamente» de forma c o n g r u e n t e c o n la relación. Ben trataba de echarle la culpa a su novia d e todos los problemas de la relación. la plataforma volvió a balancearse. el que decide romperla necesita d e algún m o d o s u p r i m i r o reencuadrar las n u m e r o s a s experiencias positivas c o m p a r t i d a s con la otra persona. Bandler ( q u e p o r aquel entonces tenía problemas en su m a t r i m o n i o ) estaba interesado en a y u d a r a Ben a resolver s u s dificultades salvando así. saltó en ayuda de Richard y trató de arreglar la pata suelta. antes relegados a u n seg u n d o p l a n o . entre otros. al que llamaremos «Vic». p a r a ver si d e ese m o d o resolvían el problema. Eso suele ocurrir c o m o resultado d e cruzar u n a especie de línea. el fen ó m e n o conocido c o m o cruzar el umbral. U n o d e los participantes. C o m o suele suceder en estos casos. a ser posible. se prestó voluntario para el experimento. y d e n u e v o se tambaleó. m á s sana. Por desgracia. d e m o d o que cuando Bandler pisó allí p o r primera vez. Bandler analizaba. Todos los recuerdos. Richard decidió «dar la v u e l ta a la tortilla» y colocar metafóricamente a Ben y al resto de los participantes en la posición d e la novia. que tiene u n instinto n a t u r a l para lo grotesco. Richard y Ben estaban sobre u n entarimado temporal. que podríamos d e n o m i n a r la «última barrera» c o n respecto a la relación. percibió u n a o p o r t u n i d a d para crear u n a situación ridicula. la relación comprometida. La persona implicada dedicará g r a n cantidad d e esfuerzos para m a n t e n e r s u s recuerdos d e la relación d e n t r o de u n «marco p r o b l e m a » . a la que llamaremos «Ben». Richard. En u n p r o c e s o q u e Bandler d e n o m i n a «cambio de imágenes».284 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 285 gramación Neurolingüística. la pata seguía d a n d o p r o b l e m a s y cuando Bandler volvió a pisar sobre ella mientras interactuaba con Ben. C u a n d o vio q u e Vic volvía a tratar d e arreglar la dichosa pata. posibilidades o r a z o n a m i e n t o s que Bandler le p r o p o n í a para que cambiara d e o p i n i ó n acerca d e la chica y de la relación. orientados al «marco p r o blema». La realidad d e m o s t r ó q u e n o era tan fácil convencer a Ben para q u e diera a su novia y a la relación otra o p o r t u n i d a d . atributos y hábitos negativos d e la otra persona. al m i s m o tiempo que todo lo positivo se difuminará en el trasfondo. La relación con su novia n o iba por b u e n c a m i n o y se planteaba romperla. y parecía d e t e r m i n a d o a dejarla. y aseguraba q u e lo había c o m p r o b a d o u n a y mil veces. en el q u e aparentaba sentirse deliberadamente agredido por Vic. Bandler comenzó a explorar la posibilidad d e «invertir» ese proceso u n a vez ya manifestado. Este fenómeno se prod u c e c u a n d o u n a persona. e n el sentido de que n o resulta fácil que la experiencia o el r a z o n a m i e n t o consigan darle la vuelta. paralela a la que Ben estaba viviendo en relación c o n su novia. q u e ha estado implicada en u n a relación intensa y significativa c o n otra d u r a n t e u n período dilatado de tiempo. realizará u n a especie d e reencuadre negativo con respecto a sus recuerdos del pasado. En lugar de sentirse frustrado. El seminario se desarrollaba en la sala d e u n hotel. pasarán ahora a p r i m e r a línea. la plataforma se inclinó e hizo que se tambaleara. La pata de u n a d e esas tarimas estaba algo suelta. Este proceso tiene u n a estructura parecida a la del «virus m e n t a l » . Para mantener su «virus mental» paranoide. La obra de teatro improvisada fue más o m e n o s c o m o sigue: . U n a persona. A pesar d e querer colaborar activamente en la demostración. Bandler p u s o en funcionamiento varios d e los principios y técnicas verbales de reencuadre que h e m o s analizado en este libro.

RB: ¿Y si n o lo está? ¿Qué pasa si m e r o m p o una pierna? 287 Transcripción Richard Bandler: La persona q u e arregló esta pata q u e salga i n m e d i a t a m e n t e d e la sala. n o ? ¿Entonces para qué lo hiciste? Vic: M m m . Bandler establece la creencia limitadora en forma de causaefecto y afirmaciones de equivalencia compleja.. Otra vez p o r el suelo. Quiero decir.. v Bandler amplía el «tamaño del marco» para mantener el «marco-problema» y restablecer la posibilidad de un contraejemplo. ¿qué es entonces? ¿Por q u é querrá h a c e r m e eso a mí? (Dirigiéndose a Vic. y ahora p u e d e s c o m p r o b a r q u e está firme c o m o u n a roca. ¿qué otra explicación le p o d e m o s d a r a q u e arregle la pata y cuand o vuelvo a pasar p o r ahí. Bandler se centra en un contraejemplo para la explicación de Vic. E n cualquiera d e los dos casos n o quiero tener nada que ver c o n ese tipo. Es la única explicación que p u e d o darle a lo sucedido. Vic intenta de manera intuitiva vincular la generalización con una consecuencia positiva. Bandler «fragmenta hacia arriba». ¿Te das cuenta? No le importa mi futuro. Vic: Arriesgaré y o mi vida prim e r o . RB: De m o d o que lo q u e quieres es que pise ahí. firme c o m o u n a roca.) ¿Por q u é quieres lastimarme? ¿Eh? Vic: Eso n o es cierto. ¿de acuerdo? RB: ¿Tienes alguna idea d e cuántas veces más tengo que pasar p o r ese p u n t o más que tú? Ya sabes que lo p r o b é la última vez y aguantó. p o r p o c o m e lastimo? 0 es u n tonto i n c o m p e t e n t e o lo ha h e c h o a d r e d e . otra vez. ' c : Pisaste sobre el lado dere- Tratando de «sacar del marco» .286 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema RB: ¿Ah. Eso quiere decir que trata de lastimarme y que no me puedo fiar de él». Vic: N o . Si no es eso. N u n c a m á s podría confiar en ella. q u e ponga mi vida en peligro. creando así un «marco-fracaso» y un «marcoproblema»: «Vic ha hecho algo que podía lastimarme varias veees. ¿verdad? Pues n o le voy a dar otra o p o r t u nidad de h a c e r m e d a ñ o . convirtiendo la consecuencia de «lastimarme» o «romperme la pierna» en «poner mi vida en peligro». está bien. y lo haría de nuevo.) Tuvo su o p o r t u n i d a d y n o lo hizo bien. Acabaría lastimándome. Le i m p o r t a u n c o m i n o que m e r o m p a la p i e r n a . p e r o c u a n d o volví a pasar p o r ahí ¡Boom!. Tratando de «seguir el juego». (A Bcn. la. la arreglé. Vic ensaya una versión de «aplicar a sí mismo». exagerando el peligro potencial. N u n c a más nte fiaré d e él.

¿no es así? Ése. RB: Sí q u e lo está. así como de sus afirmaciones de que la tarima está «firme como una roca». E . Bandler fragmenta hasta la totalidad de la secuencia de la interacción. ñas. Vic. H o m b r e 1: A condición de que evites pasar p o r ahí en el futuro. Parecía otra cosa. señalando que el comportamiento de Vic es un contraejemplo de sus protestas de buenas intenciones. Ue (Dirigiéndose a Ben. pero el patrón de «buenas intenciones» sus intenciones s o n b u e . Para mí n o tiene n i n g ú n sentido. todavía no estoy m u y seguro. No se me ha. trasladándola me haga daño. centrándose en la «intención» de Vic. tal vez me aconseje Bandler continúa centrándose en ir demasiado lejos. ¿Qué te pa. m e dice d ó n d e tengo q u e vigilar. N o tenía ni idea d e lo que realmente tratabas d e h a c e r m e .. que d e verdad trataba de a y u d a r m e .al nivel de «identidad». y o también m e he Bandler utiliza la confirmación dado cuenta. Esa parte poco mal. amabilidad y todo eso. y amplía el «tamaño del marco» para incluir a otros que también tengan «mala intención».288 cho.. todo irá bien. RB: ¿Veis? Él sí que trata d e a y u d a r m e . en c a m b i o (señalando a H o m b r e 1).de Ben de la creencia limitadora bía o c u r r i d o a n t e s sacar la para «fragmentar hacia arriba» maldita plataforma. ¿no le has escuchado? Pretende q u e vaya ahí a p r o b a r d e nuevo. rece? Viene a mi seminario a tratar d e asesinarme. p u e d e q u e haya otros peligros. Lo ú n i c o q u e me aconseja es que «pruebe de n u e v o » . trata d e q u e vaya ahí a lastimarme. No me cabe en la cabeza que alguien quiera hacerme u n a cosa así. me s o r p r e n d e u n poco que n o haya ido ya a probar él m i s m o . BemBueno. Vic «fragmenta hacia abajo». Ben acompaña también el marco problema de Bandler. asegurando q el problema se circunscribe sólo a una parte del entarimado. lo cual tiene como efecto cambiar el «resultado» sobre el que se centraba el argumento. EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 289 está un el contraejemplo. RB: Bueno. Pero seg u r a m e n t e eso n o es d e lo ú n i c o q u e m e tengo que preocupar.frente a «malas intenciones». Simplemente. en cambio. Al principio creí que eras alguien sincero. Hombre 1 acompaña el «marcoproblema» de Bandler y su fragmentación general. El tipo ése. De ese otro (señalando a Vic) n o me p u e d o fiar. Ahora aún más la intención negativa de sí q u e veo bastante claro Vic de «hacerme daño» a «tratar que lo q u e quiere es q u e de asesinarme». n o lo c o m p r e n d o . RB: Exacto.) ¿Ves? Él (señalando a Hombre 1) sí que está d e mi parte ¿Mmm? Ben:(captando la metáfora): Tal vez. Bandler toma el comentario de Hombre 1 como confirmación de su marco problema y de su creencia limitadora.

RB: Ya lo creo que sí.porta». tampoco lo hará la p r ó x i m a vez y me meterá en alguna situación d e la que saldré realmente escaldado. con una consecuencia negativa. ampliando las causas posibles del comportamiento de Vic desde su «¡mención negativa». n o quiero estar cerca de nadie con esas intenciones.cia arriba —asegurando haberle nes sobre c ó m o hacer algo ofrecido a Vic «un montón de oppara d e m o s t r a r m e q u e n o ciones»— y «redefine» la falta estaba t r a t a n d o d e lasti.de respuesta de Vic como una m a r m e . Tal vez n o sabe qué más hacer en el futuro para hacerme daño. «fragmentando hacia arriba» el «contraejemplo" para cuestionar la afirmación de Vic de que no tiene malas intenciones. En todo caso. pero ¿lo ha h e c h o ? N o . de Ben:Ya le has dado m u c h a s oportunidades de demostrar q u e n o va a p o r ti. en vez de sacarlo? RB: No sé por qué lo ha hecho.290 EL PODER DE LA PAIABRA Aplicar los patrones como un sistema 291 intenta c o n v e n c e r m e que no es u n a trampa. Ofreció pisar y demostración de que «no le im«arriesgar su vida» p r i m e . M u J e r 1: ¿Por qué n o le dais la vuelta a esa plataforma entre los dos y os aseguráis Mujer 1 trata de establecer un «marco-realimentación» cooperativo y cambiar de resultado: . de encontrar «fragmentan- H o m b r e 2: ¿Por q u é crees que p e n s ó que tenía que volver a colocar ese trozo. Quizá n o le gusto. Hombre 2: Pero sólo tienes un ejemplo. sentado y sin hacer nada. Hombre 2 trata un contraejemplo do hacia abajo». n o lo ha h e c h o . O quizá nunca se le ocurrió pensar el daño que me podía hacer. Ahí lo va a dejar ciones. ha- El contraejemplo es leencuadrado como «consecuencia». para incluir también su «modelo del mundo limitado». para tratar de indicar una posible presuposición. tal vez n o lo haya h e c h o deliberadamente. Bandler cambia el foco de la atención de la «intención» a las «consecuencias». así que n o lo p u e des saber con seguridad. Mujer 1 trata de utilizar la respuesta de Bandler como un posible contraejemplo de su creencia acerca de la intención negativa de Vic. Ben: Y ahí lo tienes. Hombre 2 trata de «metaencuadrar» parte de la creencia limitadora de Bandler. Bandler mantiene el marco problema. Mujer 1: Sí. Es pisar primero la tarima no era que n o le i m p o r t o . Le doy «prueba» suficiente de sus intenigual. Para mantener el marco problema. Le sugerí (Bandler obvia el hecho de que le que sacara ese trozo y ha dicho a Vic que su oferta de t a m p o c o lo ha h e c h o . RB: Si n o ha pensado antes en mi futuro. Bandler sigue fragmentando cia arriba. Bcn continúa «acompañando» la declaración de i neiu ia de Bandler. RB: ¡Lo ha h e c h o d o s veces! Y Bandler vuelve a fragmentar hale di u n m o n t ó n d e o p c i o .) hasta q u e consiga que m e caiga. pero si n o piensa en lo que p u e d e ocurrir en el futuro. u n a oport u n i d a d tras otra d e tratar de hacer algo positivo. conectándola de nuevo ro. que confirma la creencia negativa de Bandler. Quizá quiere lastimarme.

utilizando el hecho de que se sienten en el mismo lado de la sala como consecuencia confirmadora. Lo q u e n o . Mujer 2: ¿No le vas a d a r otra oportunidad? blema. RB: De m o d o que lo que pretendes es que m e ponga a trabajar con él. y luego q u e sea yo el que se pasee sobre ella los dos o tres días siguientes. Bandler vuelve a «fragmentar hacia arriba». RB: Vaya. Hombre 1: Creo q u e es mejor que te vayas tú. q u e le dem o s la vuelta a la tarima. N o sé qué más va a tratar d e hacerme. cambiando pasado. para descalificar de este modo la solución potencial. ahora tratas de h a c e r m e parecer paranoico ¿Eh? (Vic) Te ha preparad o para eso ¿no? Hombre 1 acompaña el marco problema de Bandler (junto con su afirmación acerca de la intención negativa de Vic). . ¿No te das cuenta? ¡Si hasta te has s e n t a d o en el m i s m o lado de la sala que él! «comprobar» la plataforma para asegurarse de que «está bien». sino q u e le di u n m o n t ó n d e ellas y no aprovechó n i n g u n a . Bandler amplia de nuevo el tamaño del marco (más allá del presente hasta «los dos o tres días siguientes»). Lo sabía desde el principio. Acto seguido «metaencuadra» el intento de la mujer por encontrar una solución y lo convierte en una prueba de que conspira con Vic. Mujer 1 se da cuenta de que una de las consecuencias del «metamarco» de Bandler consiste en que descarta potcncialmente cualquier intento que ella pueda hacer para cuestionar su creencia. podría esconderse y esperarte afueta. . ¡Ah.292 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 293 el marco al que está bien? Q u e trabaje contigo para comprobarlo. Simplemenie n o le importa. Mujer 2: Entonces ¿qué es lo que quieres ahora mismo? Mujer 2 hace un intento directo por establecer un marco resultado. Sacadlo d e la sala ahora m i s m o . extendiendo las consecuencias de su creencia paranoica. n o ! No te fías de mí p o r q u e piensas que s o m o s cómplices. Bandler profundiza el marco problema. señalando una consecuencia negativa de la afimación de Mujer l. ombre 3: (Señalando a H o m bre 1) ¿Y qué te hace pensar que p u e d e s fiarte de él? Hombre 3 cambia a «otro objetivo». Mujer 2 hace otro intento directo. ampliándolo para incluir también el comportamiento futuro del sospechoso. Tú estás de su lado. en esta ocasión para establecer un marco realimentación. cuestionando la autenticidad de Hombre 1. Mujer 1: Bueno. Y no sólo una. centrándose en el futuro inmediato Bandler reafirma el marco RB: Tal vez debería ocultarme. RB: N o quiero nada. C ó m o podía yo imaginar q u e (Vic) iba a venir antes que nosotros a torcer esa pata. ¿Qué otra explicación p o dría haber si no? C ó m o podía yo imaginar q u e iba a caerme. Ahora ya es demasiado tarde. quería es que se volviera a instalar esa tarima. RB: Ya tuvo su o p o r t u n i d a d . pues lo p u e d o hacer y o con é l .

¡qué casualidad! Mujer 2: Es u n a acción en masa. H o m b r e 3: Quizá (Vic) sea u n s e ñ u e l o . Hombre 4 trata de es- . que Bandler amplia de nuevo el marco. ampliando el marco problema para incluir a otras personas. Hombre 4: ¿Crees q u e p o d e mos ser m á s listos q u e él? Mujer 2 trata de «fragmentar hacia arriba» y ampliar el tamaño del marco.) Ya os dije que ése quería que la gente se hiciera d a ñ o entre sí. Hombre 4 trata de tención negativa» «genio diabólico». RB: No me vengas con esas. para exagerar la crcenciay llamar la atención sobre la generalización. grarlo c o n t a n t o s r o d e o s . (A Vic. tal vez p u e d a s utilizar su genio diabólico. 295 RB: Bueno. Mujer 2 trata de redefinir en positivo su intención. vida está llena d e cosas b u e n a s aparte d e esa clase d e porquería.Hombre 4 sugiere un cambio de d e n a d a m e n t e listo para lo. él haría lo m i s m o que yo. Y m e volvió a pillar. Mujer 2: N o . RB: ¿Por qué le buscas excusas? ( M i r a n d o a las personas con las q u e n o está d e acuerdo. y continua expandiendo el marco-problema paranoide.294 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema dos personas se enfrenten y que las d e m á s tengan que tomar partido. s RB: No vale la p e n a . RB: No l o sé. RB: ¡Vaya! Otra que trata d e hacerme parecer paranoico. Para satisfacer el objetivo «seguridad». Hombre 4: Tiene q u e ser con. él marco resultado redefinir la «inde Vic como colocándola en de «utilizarlo». Bandler pasa a «otro obsentirme u n p o c o más se.5 c o m o una «excusa» para el comportamiento de Vic. (A Vic) ¿Te das cuenta del lío que has armado? (A la sala. afirmando que tiene una intención negativa. Bandler coloca un «metamarco» en torno al comemaño de Mujer 2. a d e m a s de sí m i s m o . Tan sólo Para restablecer un marco-proaspiro a estar c o n gente y a blema. centrando de n u e v o la atención sobre Vic. Bandler cambia el marco temporal al pasado. Hombre 4 trata de desplazar la atención hacia el futuro y hacia un marco objetivo.jetivo» en relación con su propia guro acerca de lo que pasa «seguridad» en lugar de con el a mi alrededor. ¿Sabes? La «genio» de Vic.foco de atención. Bandler «redefine» el metam co de Hombre .) Todos s e n t a d o s en p r i m e r a fila. reafirmando l<¡ intención negativa de éste \ '" consecuencias negativas de SU comportamiento. RB: No te q u e p a d u d a d e q u e L lo es. Hombre 3 propone una metamarco más «positivo» para el comportamiento de Vic. Ya m e pilló u n a vez. ¿ Q u é p u e d o hacer? Hombre 4: Bueno. Hombre 4: Si vas c o n precaución. E s u n a posibilidad. La c h u s m a ataca. sólo me p r e o c u p a q u e pienses que toda esta gente está contra ti. Sólo Dios sabe a c u á n t o s más habrá pillado.) ¿Qué clase de ser h u m a n o eres? Mira lo que has conseguido. m i e n t r a s esté aquí lo p u e d e s vigilar.

Vic: Voy a sacar esa tarima. Mujer 3: Pero n o has tenido la adecuada interacción con él para fiarte. más que en la intención negativa de Vic. Hombre 1: No te critico por ello.) RB: Quiero decir. Además. Bandler metaencuadra la acción de Vic como un intento de desacreditarle a él y de aparentar que no corre ningún peligro. La cuestión es que n o sólo dejó que me sucediera a mí.Bandler vuelve a cambiar el tavarais u n a tarima nueva. Bandler utiliza este marco como confirmación de la intención negativa de Vic. argumen- RB: Bueno. ¿eh? Podría tratar d e h a c e r m e lo m i s m o de n u e v o . a u n q u e lle. Bandler cambia de inmediato a «otro objetivo». RB. lo . (Y comienza a retirar la tarim a estropeada.. ¿Debería cortar p o r lo sano y n o volver a c o m u n i c a r m e n u n c a más con él? Tal vez sea lo mejor. p r e g u n t o c u á n d o acabará todo esto. ¿Veis? Ahora trata de hacer ver que n o ha p a s a d o nada. Pero n o quiero tener ninguna clase d e interacción con él.. lución en el presente. y que todo está bien. RB: Ahora intenta hacerme parecer estúpido. Vic trata de crear un contraejemplo a la generalización de Bandler.R DI= LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 297 trechar el tamaño del marco temporal hasta la situación en curso. centrándose en las consecuencias negativas del comportamiento de Vic sobre su estado interno (de Bandler). lo cual implica que volverá a sentirse amenazado más adelante. En lugar de atender a la pregunta. Mujer 3 trata de establecer otro metamarco alrededor de la generalización de Bandler. Incluso a u n q u e n o lo hiciera adrede. sino que lo volvió a disponer todo para que m e sucediera lo m i s m o de nuevo. así podrá hacerlo otra vez c u a n d o se le antoje. RB: Ya lo vigilo. verle. y crea así una especie de «argumento circular». ¿quién sabe? Mujer 3: ¿ C ó m o sabes que lo preparó d e a n t e m a n o ? Mujer 3 trata de determinar con qué «estrategia de realidad» ha formado Bandler su generalización acerca de la intención negativa de Vic. Me. n o sé. Dirá a los d e m á s que la arregló y la volvió a colocar. ¿Qué p u e d o hacer? No me fío de él. Bandler «colapsa» el metamarco aplicando su conclusión a los términos de éste. cumpliendo con su requisito de retirar la tarima estro peada. no quiero tener ninguna clase de interacción con él porque no me fío». pero ésa no es la cuestión. así como a modo de justificación para la falta de confianza respecto a Vic y a las potenciales consecuencias futuras. maño del marco para incluir en tan sólo estaría seguro u n él consecuencias negativas en el tiempo.296 EL PODP. tando que la conclusión de éste se basa en una experiencia limitada. a saber: «No me fío porque no he tenido con él la adecuada interacción. Bandler expande el marco más allá del presente. descartando cualquier sopata del otro e x t r e m o . N o hay más que. sigue sentado en el m i s m o sitio. Tal vez corte u n a futuro.

el foco de la generalización consecuencias su estado in- Bandler fragmenta hacia arriba y amplía el tamaño del marco. Lo que importa es que eso es lo q u e siento. ¿Veis? ¡Estoy aterrado! Mujer 3: ¿De qué m o d o te hace sentir así? Mujer 3 trata de nuevo de «fragmentar hacia abajo» la «estructura» de la generalización de causa-efecto. N o voy a p o d e r dar seminarios hoy. Traté d e darle u n a o p o r t u nidad para hacer algo al respecto. (Dirigiéndose a la sala. m a ñ a n a n i n u n c a .cionados con su estado interno y guste. Quiero ser c o m o era antes.asi como a las consecuencias netir lo que siento ahora. Si él n o h u biera h e c h o todas esas cosas. pero me decepcionó. RB: La cuestión no es ésa. claro. eso gativas que es de esperar que disería imposible. . Ni siquiera quiero volver a tener participantes en mis seminarios.(cambia del nivel de comportasona con él nunca más.) ¿Qué vais a hacer?. n o quiero q u e sea así. orientado hacia un futuro más positivo. Él es quien me hace sentir mal. Bandler cambia el marco a su espero n o podría ser lo mis.Mujer 4 trata de conducir a sas que hayas disfrutado Bandler a identificar contraejemh a c i e n d o c o n él? Q u i e r o plos positivos del pasado. Mujer 3: ¿Y c ó m o eras? C u é n tamelo. en lugar de tratar de las acciones de Vic. ¿Veis lo que me ha hecho? (Señalando a Vic. N o p o d r é cho estado tenga para su futuro volver a ser la misma per. todo eso está ahí. redefiniendo la situación como relacionada con «ayudarme». Mujer 3 trata de utilizar el pasado como recurso para establecer un marco objetivo. a u n q u e ahora te dis. reladecir. Al n o sen. ¿Santo cielo! ¡No m e dejéis así! Mujer 3: ¿Así es c o m o quieres que sea? 299 cierto es que sucedió.tado interno negativo presente. E n miento al de identidad). Bandler vuelve a un marco proMema y traslada el marco al pasado. RB: Solía ser confiado y feliz.) ¿Veis lo que m e estáis haciendo? (A la sala. A h o r a n o p u e d o dejar d e sentirme de este m o d o . Bandler desplaza atención de la causa-efecto a las relacionadas con terno. Bandler pasa del pasado al presente. estableciendo las «equivalencias» o estrategias internas que Bandler aplica para construir su generalización. Es capaz de volver d e n u e v o c o n otro n o m bre. ¿dejarme de este m o d o ? P o r q u e si n o sois capaces d e a y u d a r m e m e t e n d r é q u e marchar.) Pero n o P a r a mantener el marco problema. Me gustaba la gente y confiaba en ella. m o en el futuro. y o n o m e sentiría así.298 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema los seis meses últimos he cambiado m u c h o . Ahora ya n o soy así. RB: Sí. sus interacciones con Vic. Mujer 4: ¿Puedes recordar co. RB: No. Mujer 3 realiza otro intento de establecer directamente un marco objetivo.

Me he lastimado más d e lo que nunca h u biera pensado. Mujer 3: ¿Quieres decir q u e n o p u e d e s hacer nada m á s o que n o quieres hacer n a d a más ? Mujer 3 trata de redefinir «no puedo» como «no quiero». pero la gente te puede p o n e r trampas como ésa. H o m b r e 4: Lo q u e quería es p o n e r t e en el estado e n q u e te e n c u e n t r a s . Solía ser la clase de persona que piensa que todos tienen buenas intenciones. Quiere sentirse superior a mí. Ahora me h e dado cuenta de que hay personas que harían cualquier cosa para herirme. estoy. Puedo cuidar de mí mism o y defenderme. Solía pensar bien de todo el m u n d o . Hay m u c h o s asesinos de líderes c o m o él. ¿Puede alguien ayudarme? RB: ¿Qué m á s da? No sé q u e hacer. [Bandler vuelve a colocar el problema en el nivel de identidad (Vic es un asesino de líderes) y lo utiliza como medio para restablecer y expandir firmemente. Hombre 4 trata de redefinir (o «encadenar») el «problema» de Bandler. Mira c ó m o . implicando que Bandler tiene más opciones de las que admite al nivel de capacidad. desde el nivel de identidad («no soy como era») al de respuesta de comportamiento («él estado en que te encuentras»). pero ahora ya he aprendido la lección. asegurando que no importa las opciones que uno taiga si «no sabe qué hacer». Bandler utiliza una modalidad de «jerarquía de criterios». PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un s i s t e m a 301 p u e d o hacer nada más porque n o queréis ayudarme.300 El. Realmente n o vale la pena. RB: Ya lo sé. o «fragmentar hacia airiba». su marco problema.

. en su intento de establecer «sintonía» c o n él.. de q u e Bandler cambiaba sistem á t i c a m e n t e el marco y el t a m a ñ o del marco. Esta nueva comprensión me llevó al umbral de lo que se conoce como fase de «disparadero inconsciente» del modelado en Programación Neurolingüística. El siguiente paso consistió en tratar de formalizar los patrones que había c o m e n z a d o a intuir. para otros frust r a n t e . Conseguía « d e s e n c u a d r a r » cada u n a de las intervenciones q u e se le planteaban c o m o i n t e n t o de ayudarle a e n c o n t r a r alguna solución. ¿no? ¿Me va a a y u d a r alguien? Dentro de poco estará aquí de n u e v o . para ver si lograba emular en cierta m e d i d a la actuación de Bandler. M e d i cuenta. es necesario interiorizar la capacidad q u e se esté m o d e l a n d o . si bien el c o n t e n i d o de la int e r a c c i ó n era distinto. podría seguir d e t e r m i n a n d o el resultado d e la interacción. e n u n m a r c o realimentación. También m e percaté de que Bandler utilizaba sistemáticamente ( a u n q u e d e m a n e r a intuitiva) los patrones lingüísticos que yo había estado percibiendo c o m o resultado de mi estudio sobre personajes históricos importantes. malo t a m b i é n » . antes de formalizarla en conceptos relevantes. Es obvio. Sus respuestas n o vers a b a n r e a l m e n t e sobre el c o n t e n i d o de la creencia que había eleg i d o . a pesar d e t o d o . (Establece creencia limitadora: «Jim ha . t r a m a n d o algo contra mí. a n t e la reiterada súplica d e Bandler d e «¿Pued e alguien a y u d a r m e ? » . Bandler lo metía e n u n lío más gordo. q u e pierda mi credibilidad c o m o profesor y que os riáis d e mí. En el tercer día del programa. No hay d u d a d e q u e va a p o r mí. entre otros. y t o d o s habéis visto ya q u e tropiezo a cada m o m e n t o con eso. sin n i n g u n a clase d e progreso. Estaba claro que la i n t e n c i ó n p r i m o r d i a l d e la d e m o s t r a c i ó n d e Bandler consistía en m a n t e n e r a toda costa el m a r c o problema. en un programa avanzado d e PNL en Chicago.302 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 303 Crear y mantener un «virus mental» El p o d e r de la p a l a b r a utilizando Esta clase d e diálogo e n t r e Bandler y los participantes d u r ó aú u n b u e n rato. La o p o r t u n i d a d se me presentó u n mes más tarde. c o m o Sócrates. Me ha p u e s t o esta cosa. Estaba claro para mí que estos patrones podían ser empleados tanto para defender c o m o para cuestionar creencias y generalizaciones. o e n u n m a r c o « c o m o si». También era obvio que. me percaté d e q u e lo q u e Richard hacía tenía u n a estructura que yo p o d í a repetir. Consiguió colocara los p a r t i c i p a n t e s e n u n lazo doble m á s o m e n o s c o m o éste: «Si tratáis d e a y u d a r m e . para cebarse en c u a l q u i e r cosa que el participante que planteara una opción dejara al m a r g e n d e ella. decidí informar al g r u p o de que les iba a mostrar un nuevo conjunto revolucionario de patrones. m a l o . m e d i a n t e el reencuadre negativo o el « d e s e n c u a d r e » d e c u a l q u i e r i n t e n t o d e resituar la creencia lim i t a d o r a en u n m a r c o objetivo. Para a l g u n o s resultaba a t o r m e n t a d o r . tenía q u e probar a propósito los patrones yo mismo. cada vez que alguien trataba d e « a c o m p a ñ a r » el m a r c o problema. que reflejaría la «estructura superficial» del proceso en lugar d e construir u n m o d e l o d e las nociones m á s profundas necesario para generar la capacidad de que se trate. J e s ú s . Seguro que quiere que me caiga y me lastime. Karl Marx. Se trataba de u n m o d o de establecei y m a n t e n e r u n «virus m e n t a l » . que serán presentados e n el Volumen II d e la presente obra. Pero antes de hacerlo. Pero si n o tratáis de ayudarme. Una condición clave del m o d e l a d o eficaz en P N L consiste en q u e . De otro m o d o nos limitaríamos a formular t a n sólo u n a descripción. modelada sobre la de Bandler: Robert: ¿Quién m e ha puesto ese micrófono? ¿Jim? ¿Dónde está Jim? Va a p o r mí. al nivel de «estructura profunda» se trataba d e u n diálogo c o n el q u e m e había e n c o n t r a d o ya numerosas v e c e s en m u c h a s p e r s o n a s . ¿Está en el baño? Seguro que estará allí. u n a d e las mujeres presentes respondió f i n a l m e n t e : «¿Quieres q u e t e traiga u n p o c o d e caldo d e gallina?») C o m o . las interacciones continuaban. M i e n t r a s consiguiera m a n t e n e r el «marco». Hitler y G a n d h i . A b r a h a m Lincoln. (De h e c h o . o la formulación negativa d e la intención tras la creencia. p o r ejemplo. Veamos a continuación una transcripción c o m e n t a d a de mi propia versión del drama «irónico». Me di c u e n t a d e q u e .

Trata de lastimarme y estoy en peligro». dirigiendo la consecuencia de la declaración de creencia a quien la manifiesta. volverá a suceder de nuevo. (Versión sutil de aplicación de la creencia a sí misma.) P2: ¿Cuál crees que es su propósito? (Sigue fragmentando hacia arriba en busca de la intención positiva. ¿Acaso estás de su parte? Me estoy comenzando a poner nervioso con todas esas preguntas que me hace.) . Lo más probable es que esté tratando de ponerte en ridículo ante todas estas personas.) R: ¿Por qué haces tantas preguntas? (Al resto de participantes. (Fragmenta hacia arriba la intención negativa hasta una consecuencia al nivel de identidad: «Hacerme quedar como un tonto». ¡Haz algo ahora mismo! (Consecuencia: «Puesto que estás de acuerdo conmigo. la conspiración está creciendo.) Pl: Así que si no te hubieras dejado poner el micro te habría hecho aparecer c o m o un tonto. Está claro que está loco.) ¿Sabéis qué? Lleva camisa azul y vaqueros del mismo color. ¿no? (Fragmenta hacia arriba y redefine «tropezar con el cable y perder credibilidad» en «aparecer como un tonto». Tal vez su mapa del mundo consista en perjudicar a los demás para elevarse a sí mismo.) R: ¡Ya te he dicho lo que quiere hacer! ¡Va a por mí! (Se centra de nuevo sobre la intención negativa. Necesito ayuda urgentemente..) R: Ya te lo he dicho. entonces quizá deberíamos avisar al hospital. Trata de estimular una reevaluación de la creencia manifestando una consecuencia de la declaración de creencia redefinida: «Puesto que colocarte el micrófono es lo que te hace aparecer como un tonto. si sabias que iba a por ti? (Contraejemplo: Inconsistencia entre las consecuencias lógicas de la creencia manifestada de R y su comportamiento.) R: ¡Lo hace! Y puesto que eres lo suficientemente listo como para darte cuenta de lo peligroso de la situación. Consecuencia: «Pensaríais que soy un paranoico».) P2: ¿Qué crees que Jim trata de hacer? (Intento de descubrir la intención positiva.304 EL PODER DE LA PALABRA Aphcar los patrones como un sistema 305 hecho algo que ha provocado que me haga daño y me sienta humillado.) P2: Llamemos los dos. También sirve para desviar el marco objetivo de vuelta a quien habla. (Acompaña el marco problema. Puesto que ya ha sucedido antes. igual que Jim. (Metamarco: «Parecería raro que tratara de detenerle». de modo que R puede mantener el marco problema.) P2: ¿Y que gana él con eso? (Búsqueda de la intención positiva cambiando a otro objetivo. quiere lastimarme. Vamos.) R: Bueno.) • Participante 1: ¿Por qué dejaste que te lo pusiera. tenéis que ayudarme. deberías hacer algo al respecto ahora mismo». no te quedes ahí dándome consejos. (Metamarco: Pones todas esas preguntas y tratas de cuestionar mi creencia porque conspiras con Jim.) R: No sé lo que gana con ello. y si trato de impedirle que me coloque el micrófono. (Utiliza el marco de un modelo del mundo diferente para encadenar una intención positiva.) P2: Estoy de acuerdo contigo. ayúda- me. (Se centra e n la consecuencia del juicio «loco» para tratar de establecer un marco objetivo. si no te lo pones no parecerás un tonto». (Trata de ampliar el marco para incluir en él a R. todos pensaréis eme soy un paranoico y él habrá conseguido desacreditarme ante vosotros. hazme el favor de llamar al hospital para que se lo lleven. Quiere que quede c o m o un tonto.) R: Porque sabe que estáis todos aquí..) P2: Bueno.

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R: N o , tendrás q u e hacerlo tú p o r mí. Si aviso yo al hospital pensarán q u e estoy loco. Tú m e c o m p r e n d e s , estoy seguro de que me ayudarás llamándoles en mi lugar. (Metamarco: U n a tercera parte tiene m á s credibilidad. Creerán q u e soy paranoico c u a n d o les cuente lo que m e pasa.) P2: ¿Por qué tendrían q u e pensar q u e estás loco? (Pasa al m o d e l o del m u n d o de «ellos» y fragmenta hacia abajo, t r a t a n d o d e e n c o n t r a r opciones posibles o contraejemplos.) R: N o m e fastidies, ¡sabes perfectamente p o r q u é lo pensarán! (Reafirma el metamarco en forma de presuposición: « T ú ya sabes p o r q u é » . ) P2: Yo n o creo que estés loco. (Tratando d e proporcionar un contraejemplo en curso.) R: Esto está fuera d e lugar. ¡Yo necesito ayuda ahora! (Pasa a otro objetivo: «Necesito ayuda ahora».) P3: ¿Y qué pasaría si dejaras de j u g u e t e a r c o n el cable del micrófono? (Utiliza la generalización d e causa-efecto afirmada p o r la creencia para atraer la atención a la influencia del c o m p o r t a m i e n t o del p r o p i o R.) R: ( C o n suspicacia.) ¿Y p o r q u é m e p r e g u n t a s eso ahora? (Metamarco: «Tu implicación d e q u e debería cambiar mi c o m p o r t a m i e n t o significa que estás contra mí».) P4: (Riéndose.) Está loca, yo en tu lugar también la vigilaría a ella. R: S í . . . J i m lleva gafas y ella también. ¿Qué voy a hacer? ¿Nadie va a ayudarme? (Amplía el marco.) P5: ¿Qué tendría que hacer J i m para que n o pensaras que va a p o r ti? (Busca u n a base para contraejemplos de la creencia limitadora acerca d e J i m . ) R: No quiero cambiar mi forma de sentir hacia él. Sólo q u ' ' ro librarme d e él. Sé que va a p o r mí. ¡Mira! ¡Aquí está la
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prueba! (R m u e s t r a el cable del micro a la sala.). ¿Lo ves? No me negarás q u e es u n a p r u e b a a b r u m a d o r a , ¿verdad? Aquí está. Ayudadme. (Afirmando la presuposición d e q u e J i m va a p o r él, R fragmenta hacia abajo para centrarse en el cable del micrófono c o m o prueba.) P6: Bueno, primero sácate ese micro y luego ve a hablar c o n J i m del a s u n t o . Necesitas alivio i n m e d i a t o , ¿no es así? (Trata de establecer un marco objetivo en relación con el cable del micrófono y c o n la i n t e n c i ó n d e J i m . ) R: Si m e saco el micro hará alguna otra cosa. Eso sería tratar s i m p l e m e n t e el s í n t o m a . M e h a p u e s t o u n a y otra vez esa cosa cada día. ¿ Q u é te hace pensar que sacarme el micro le detendría? (Cambia el t a m a ñ o del marco e x p a n d i e n d o el marco t e m p o r a l para centrar d e n u e v o la atención sobre el marco problema y las consecuencias de la «intención negativa» d e J i m . ) P5: ¿Qué necesitas para saber que n o va a p o r ti? (Trata d e fragmentar hacia abajo, para definir la estrategia d e realid a d de la creencia acerca d e la intención d e J i m y buscar posibles contraejemplos.) R: ¿Por q u é sigues tratando de convencerme de que n o va a por mí? Ya h e demostrado que va a por mí. No quiero que nadie me convenza de q u e n o es así. Eso me metería en problemas. (Metamarco: «Tratar de cambiar m i creencia de que va a por mí me acarrearía consecuencias negativas».) P7: ¿Qué quieres q u e te a y u d e m o s a conseguir? (Intenta establecer d e forma directa u n marco objetivo.) R: Sólo quiero s e n t i r m e p r o t e g i d o . . . saberme a salvo d e él. Y eso n o lo p u e d o hacer por mí m i s m o . Necesito ayuda. (Utiliza u n a formulación ligeramente distinta al objetivo para m a n t e n e r intacto el marco problema.) P8: ( C o n vehemencia.) Sí, pero todo el tiempo has sabido que ese cable estaba ahí. ¡Lo p r i m e r o q u e p u e d e s hacer

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p o r tu seguridad es quitártelo! (Utiliza u n a consecuencia de la creencia d e R para tratar de establecer u n marco realimentación — a p l i c a n d o indirectamente la creencia a sí m i s m a — y colocar a R en u n a posición de «víctima».) R: Me p o n e realmente nervioso que alguien m e grite. (Metamarco del c o m e n t a r i o para llamar la atención sobre la consecuencia sobre su estado i n t e r n o de la parte no verbal d e la declaración.) P7: ¿Cómo sabrías q u e ya estás a salvo de Jim? (Tratando de establecer u n marco objetivo y u n marco realimentación, fragmentando hacia abajo y estableciendo el criterio de equivalencia para «seguridad».) R: No p u e d o sentirme seguro mientras él ande por ahí. Lib r a d m e d e él ahora m i s m o . (Fragmenta d e nuevo hacia arriba, reafirmando el marco problema y s u s consecuencias.) P9: ¿Para qué te sirve q u e sigas con el cable p u e s t o , a pesar d e q u e crees que es u n peligro? (Fragmenta de nuevo hacia abajo y cambia el foco de atención, d e Jim al «cable», y trata d e averiguar la intención de R para establecer u n m a r c o objetivo. «No seguro» es asimismo redefinido c o m o «peligroso».) R: El micrófono sólo es peligroso c u a n d o m e muevo. La cuestión es que ése es tan sólo u n m o d o más de J i m para pillarme. (Metaencuadra y cambia el t a m a ñ o del marco para desviar la atención desde el cable del micrófono hasta la intención negativa d e J i m . ) P9: ¿De m o d o que es el cable lo que te indica que Jim va a p o r ti? (Fragmenta hacia abajo para verificar la estrategia d e realidad que relaciona el cable del micrófono con la mala intención de Jim.) R: Ese cable n o me indica nada. Ya sé q u e va a p o r mí. ¿Acaso tratas de confundirme? (A la sala.) Creo que está loca.

(A P9.) Me s o r p r e n d e que estés loca... Venga, se s u p o n e q u e sois practicantes de PNL. ¿Por q u é n o me ayudáis? (Sitúa de lleno la atención sobre la intención negativa d e J i m c o m o causa del «peligro». Establece u n a «equivalencia compleja» entre el estado i n t e r n o de R — « E s t o y conf u n d i d o » — y u n juicio sobre la otra persona — « D e b e s d e estar loca»—. Asimismo, R descarga sobre los particip a n t e s la responsabilidad de su estado problema.) P6: (Riéndose.) E s e j i m comienza a asustarme a mí también. R: Y con razón. (A la sala.) Ése es el ú n i c o entre lodos vosotros q u e tiene algo de cerebro. M e va a librar d e J i m . (Afirma u n a consecuencia p r o b l e m a d e la aceptación d e su marco problema.) PÍO: Si te ata c o n eso e s q u e va a p o r ti, p o r c o n s i g u i e n t e . . . (Redefine el p r o b l e m a con el micrófono c o m o «estar atado».) R: N o , n o te das cuenta de lo que pasa. N o me «ata». Sabe perfectamente q u e , a lo largo del programa, acabaré trop e z a n d o con el cable. (Cuestiona la redefinición.) PÍO: ¿Y el ú n i c o m o d o en que p u e d e s detener eso es librándote d e él? (Busca contraejemplos.) R: ¡Exacto! PÍO: Siendo así, tal vez n o sea mala idea q u e le ates c o n ese cable d e m o d o que n o enloquezcas y le mates. (Redefine «librarte de él» c o m o «matarle» y trata de establecer u n a consecuencia positiva con respecto al cable.) R: ¡Yo n o quiero matarle! Sólo quiero sentirme protegido d e él. ¿Qué tratas de hacer? ¿Convertirme en u n asesino? ¿Veis? Lo q u e J i m ha estado haciendo para desacreditarm e está d a n d o frutos. Ha conseguido que penséis que soy yo quien va a p o r ÉL. (Metamarco: «Tu redefinición d e "librarte de él" c o m o "matarle" refuerza mi creencia limitadora y mi m a r c o problema».)

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C o m o la transcripción ilustra, conseguí recapitular en cierta m e d i d a lo que Bandler había h e c h o en aquel seminario d e Washington D. C. Fue a la vuelta de mi seminario d e Chicago cuando formulé explícitamente los catorce patrones de £/ poder de la palabra, b a s á n d o m e en lo q u e ya había conseguido interiorizar intuitivamente de la d e m o s t r a c i ó n de Bandler.

El p o d e r d e la p a l a b r a y la Ley de variedad

requerida

Estas experiencias iniciales con El poder de ¡a palabra me confirmaron q u e la capacidad para m a n t e n e r o desencuadrar determin a d a creencia constituye, e n esencia, u n a aplicación d e la Ley de variedad requerida de los sistemas d e creencias. Según esta ley, si deseas firmemente alcanzar u n objetivo, debes incrementar el n ú m e r o de opciones disponibles para lograrlo, en proporción al grado d e variabilidad potencial (incluyendo posibles resistencias) del sistema. Es decir, q u e es i m p o r t a n t e d i s p o n e r d e variantes para las operaciones utilizadas para alcanzar objetivos —aunque dichas operaciones hayan tenido éxito en el pasado—, habida cuenta de la tendencia de los sistemas al cambio y a la variación. Se dice a m e n u d o que «si haces lo que siempre has hecho, conseguirás lo q u e siempre h a s conseguido». Pero ni siquiera es necesariamente cierto que consigas «lo que siempre has conseguido». Hacer lo m i s m o n o siempre produce el mismo resultado, si el sistema circundante cambia. Es evidente que, si en la carretera que tomas cada día para acudir al trabajo hay un atasco de circulación o u n a s obras, n o conseguirás llegar a tiempo «haciend o lo que siempre has h e c h o » . Para lograrlo tendrás que buscar rutas alternativas. Los taxistas de las grandes ciudades disponen de varias posibilidades para llegar al aeropuerto o a determinada calle, para el caso d e que la ruta habitual esté bloqueada. Probablemente sea e n la biología básica de nuestro cuerp d o n d e m á s evidente resulta la necesidad de la «variedad r e q u e da». Los asesinos biológicos que nos asolan hoy no son p e l i g sos p o r su fuerza, sino por su «variedad requerida» y p o r nuestra falta de ella para regularlos. Lo q u e hace peligroso al cáncer es
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grado de variación y adaptabilidad. Las células cancerígenas cambian con rapidez y son capaces de adaptarse rápidamente a entornos diferentes. El cáncer se convierte en u n a amenaza mortal cuando nuestro sistema i n m u n e n o consigue producir la variedad reguladora necesaria para identificar y «absorber» las células cancerosas q u e proliferan. El c a m p o d e la oncología se h a visto atascado en sus esfuerzos p o r tratar el cáncer debido a que las células cancerígenas tienen u n a variedad requerida mayor q u e la d e los poderosos venenos químicos y la de los tratamientos de radiación que se u s a n p a r a tratar d e destruirlas. Al principio del tratamiento, estos métodos consiguen e n efecto destruir n u m e r o s a s células cancerígenas, por desgracia j u n t o a otras m u c h a s sanas. Sin embargo, las variaciones en las células d a ñ i n a s llegan a hacerlas resistentes a esos tratamientos, lo cual desemboca en la recurrencia de los síntomas. Se p o n e n en juego entonces tratamientos cada vez más fuertes, hasta el p u n t o de que éstos amenazan la propia vida del paciente, y a h í se acaba lo m é d i c a m e n t e posible. El virus del SIDA p r o d u c e problemas parecidos. C o m o en el caso del cáncer, el virus del SIDA es e x t r e m a d a m e n t e flexible y adaptable, lo cual dificulta su tratamiento p o r m e d i o s químicos. El propio virus afecta al sistema i n m u n e r e d u c i e n d o su flexibilidad. Es necesario señalar q u e el virus del SIDA n o destruye p o r completo el sistema i n m u n i t a r i o de su víctima, sino que se limita a influir sobre parte de él. Las víctimas de SIDA siguen rechazando m u c h a s infecciones y enfermedades cada día. Ese virus en realidad afecta a la adaptabilidad del sistema inmunitario d e la persona. Estudios recientes d e m u e s t r a n q u e en el cuerpo de una persona sana a p r o x i m a d a m e n t e la m i t a d d e las células del sistema inmunitario están «preprogramadas» para actuar frente a enfermedades específicas. La mitad restante n o lo está, q u e d a n d o disponible para responder a nuevos desafíos. En el c u e r p o de las Personas afectadas p o r SIDA, esta proporción cambia hasta aproximadamente u n 8 0 p o r ciento de células preprogramadas, y tan Sólo el 20 p o r ciento restante está libre para a p r e n d e r y adaptarse a situaciones nuevas. Las células afectadas p o r el virus del SIDA son las únicas q u e le confieren al sistema i n m u n i t a r i o su v a r i e d a d requerida».

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U n a de las implicaciones d e la Ley d e variedad requerida consiste en que estas dos enfermedades p o d r í a n ser tratadas con mayor eficacia si se a u m e n t a r a la variedad del sistema inmunitario. Un sistema i n m u n e sano es, en esencia, u n a organización capaz d e a p r e n d e r con eficacia. De hecho, parece que las personas con i n m u n i d a d natural ante el virus del SIDA poseen u n sistema inmunitario que ya dispone de la «variedad requerida» necesaria para tratar con el virus. Por consiguiente, la cuestión n o estriba tanto en la «fuerza» del sistema, sino en su grado de flexibilidad para la respuesta. E x t e n d i e n d o la analogía al c o n c e p t o d e «virus mental», com e n z a m o s a d a m o s c u e n t a d e q u e la persona con la mayor flexibilidad será la que dirija la interacción. Así p u e s , los patrones de El poder de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar la «variedad requerida» de q u i e n e s deseen ayudar a transformar o sanar creencias limitadoras y virus mentales, asi c o m o a reforzar y p r o m o v e r creencias potenciadoras. Los patrones de El poder de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar la flexibilidad d e n u e s t r o «sistema inmunitario» psicológico. Nos a y u d a n a c o m p r e n d e r mejor la e s t r u c t u r a del sistema d e creencias que m a n t i e n e en su lugar al «virus d e p e n s a m i e n t o » , así c o m o a g e n e r a r de forma más creativa las respuestas y los reencuadres q u e nos a y u d e n a «absorber» y t r a n s l o r m a r esas creencias limitadoras.

zación d e El poder de la palabra c o m o m e d i o para tratar más eficazmente c o n el «virus mental» paranoide q u e h e m o s utilizado como ejemplo en el presente capítulo. La esencia d e la creencia limitadora, base de ese virus mental, es la siguiente: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. U n o de los mejores m o d o s tanto d e a p r e n d e r c o m o d e aplicar El poder de la palabra consiste en considerar las preguntas clave relacionadas con cada uno d e s u s patrones. En cierto modo, cada u n o d e los patrones de El poder de la palabra p u e d e ser considerado c o m o una respuesta a preguntas clave, c o n d u centes a distintas perspectivas y posiciones perceptivas. Los ejemplos siguientes ilustran de qué m o d o explorar esas respuestas puede ser de utilidad para identificar y construir reencuadres de El poder de la palabra. El objetivo d e esos n u e v o s encuadres consiste en e n c o n t r a r un m o d o de reafirmar al p o s e e d o r de la creencia limitadora al nivel de su identidad y de su intención p o sitiva, reformulando al m i s m o tiempo la creencia para convertirla en u n marco objetivo y en u n m a r c o resultado. Creencia l i m i t a d o r a :

Reencuadrar y «sacar del marco» un virus utilizando El poder de la palabra

mental

Una vez familiarizados c o n el sistema d e creencias que mantiene en su lugar, por ejemplo, a un «virus mental» potencial, estamos en mejores c o n d i c i o n e s d e e n c o n t r a r reencuadres eficaces que nos a y u d e n a situar de n u e v o la creencia limitadora en u n marco objetivo y e n u n marco realimentación. Los diversos patrones de El poder de la palabra n o s p e r m i t e n enfocar el sistema de creencias limitadoras d e forma m e n o s reaccionaria y m á s estratégica. C o n s i d e r e m o s el m o d o en que p o d e m o s utilizar la formali-

La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 1. Intención: ¿Cuáles son la intención o el p r o p ó s i t o positivos de esta creencia? Hay muchas formas de comenzar a desarrollar un sentido de poder y control cuando te preocupa tu seguridad. ( I n t e n c i ó n = «comenzar a desarrollar u n s e n t i d o d e p o der y control».)

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Es muy importante dar todos los pasos posibles para asegurarte que la gente actúe éticamente y haga ¡o adecuado ( I n t e n c i ó n = «dar t o d o s los pasos q u e p u e d a s para asegurarte q u e la gente actúe éticamente y haga lo adecuado» ) 2. Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia p u e d e substituirla, pero con implicaciones más positivas? Creo que deberías hacer todo lo que estuviera a tu alcance para evitar ser una víctima. («La persona X trata d e d a ñ a r m e y estoy en peligro» => «Soy u n a víctima».) Es la clase de reto que hay que enfrentar con valor, apoyoy sabiduría. («Estar en peligro» => « u n reto».)

Para tratar eficazmente con la situación, es importante determinar si el grado de peligro aumenta con cada tentativa de agresión o si, por el contrario, estás en el mismo nivel de peligro ahora que la primera vez que saliste lastimado. Cuando dices que la persona X «trata» de lastimarte, ¿significa eso que esta persona se forma una imagen mental de hacerte daño? Si es así, ¿qué parte de esa imagen es más peligrosa? ¿Cómo actúa esta persona en esa imagen? ¿Qué crees que fue lo que colocó esa imagen en la mente de X? 5. F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos de mayor tamaño están implicados en la creencia, pero tienen u n a relación más rica o positiva que los que contiene la declaración d e creencia? Las sensaciones intensas son siempre la base de nuestra motivación para el cambio. Como dijera Cari G.Jung, «No hay conciencia sin dolor». («daño» => «sensaciones intensas», «dolor».) Tratar con la incomodidad que experimentamos al enfrentarnos con los riesgos de la vida es uno de los caminos para convertirnos en seres humanos más fuertes y competentes. («daño» => « i n c o m o d i d a d » ; «peligro» => «riesgos d e la vida») 6 . Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la definida por la creencia (una metáfora para ella), pero que tenga implicaciones distintas? Aprender a dominar las relaciones interpersonales es como saber levantarse cuando aprendemos a montar en bicicleta, dejando atrás el hecho de habernos pelado las rodillas y manteniendo la determinación de seguir probando hasta lograr mantener el equilibrio. Enfadarse con la bicicleta por habernos lastimado no nos llevará muy lejos. Tratar con las intenciones de otros se parece un poco a torear. Para mantener la seguridad, debemos saber qué es lo

C r e e n c i a limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 3. C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo d e la creencia o d e la relación p o r ella definida? Ahora que ya sabes reconocer las situaciones de peligro y pedir ayuda, en el futuro será mucho mas difícil que te lastimen. Ése es el primer paso para transfonnarte de victima en héroe. Sabiendo lo que ahora ya sabes resultara más difícil que alguien vuelva a sacar ventaja de ti. 4. F r a g m e n t a r hacia abajo: ¿Que elementos o fragmentos más pequeños están implicados en la creencia, pero " u n a relación más rica o positiva que los que contiene declaración de creencia?
t i e n e

EL PODER DE LA PALABRA

Aplicar los patrones como un sistema

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que atrae la atención del toro hacia nosotros, dirigir su atención y apartarse de su camino cuando comienza a cargar.

Los sociobiólogos sugerirían que la fuente de tu peligro no es lo que tú o esa persona creéis que es su intención consciente, sino el desarrollo evolutivo de sus hormonas. Imagina todas esas personas que, en todo el mundo, tienen que soportar constantemente la realidad de la opresión social en forma de racismo o de persecución religiosa. Probablemente estarían encantadas de encontrarse en una situación en la que únicamente tuvieran que enfrentarse a las intenciones negativas de una persona única e identificable. lO.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del m u n d o h a n sido necesarias para la construcción d e esa creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para q u e esa creencia tuviera fundamento? Cuando piensas en las ocasiones en que te has lastimado, ¿las ves por separado o todas juntas? ¿Las recuerdas desde una perspectiva asociada o más bien las ves como si estuvieran editadas, como en una especie de documental de tu vida? ¿Qué es lo que más te hace sentir en peligro, tus recuerdos de acontecimientos pasados o lo que imaginas sobre los que pueden o no suceder en el futuro?

Creencia limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 7. C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal mayor (o m e n o r ) , que cantidad de personas mayor (o m e n o r ) o q u é perspectiva mayor (o m e n o r ) podría hacer m á s positivas las implicaciones de la creencia? Cómo tratar con el sufrimiento a manos de otros sigue siendo una de las cuestiones más complicadas, sin resolver aún por nuestra especie. A menos que lo logremos hacer con sabiduría y compasión, continuará habiendo violencia, guerra y genocidio, tanto a nivel global como individual. Todos tenemos que aprender a tratar con el lado oscuro de nuestros semejantes. Estoy seguro de que cuando recuerdes este incidente al final de tu vida lo verás como un pequeño bache en el camino. 8. O t r o objetivo: ¿ Q u é otro objetivo o resultado podría ser m á s relevante q u e el que expresa o implica la creencia? El objetivo no es tanto evitar ser lastimado por determinada persona, como desarrollar las capacidades necesarias para estar seguro, hagan lo que hagan los demás. Para mí, la cuestión no es tanto cuál ha sido la intención de la persona, sino qué hace falta para que cambie esa intención. 9. M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre es& creencia?

Creencia limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 1 1 . C o n t r a e j e m p l o : ¿Qué ejemplo o experiencia constituyen u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? Si tan sólo fuese cierto que no tuviéramos que preocuparnos de que algo suceda sólo porque no ha ocurrido antes... El mayor peligro proviene seguramente de lo que aún no ha su-

Cuando utilizamos nuestras creencias sobre ¡as intenciones negativas de otra persona como justificación para tratarla del mis" modo que ella nos trata a nosotros. Man ner creencias que nos hagan revivir una y otra vez ocasión 10 e Practicar El p o d e r d e la p a l a b r a Practica tú m i s m o estas preguntas de El poder de la palabra. en forma de u n a equivalencia compleja o de una afirmación de causa-efecto. trabajar en las que hemos salido lastimados puede generar tanto dolor como una persona ajena con intenciones negativas. La hoja de trabajo siguiente te ofrece ejemplos de preguntas susceptibles de ser uülizadas para identificar y formar los reencuadres d e El poder de la palabra.318 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema para prepararnos 319 cedido. Mientras sigas centrado en permanecer en un «marco problema» acerca del comportamiento y de las intenciones de la persona X. por lo que deberíamos para cualquier posibilidad. Piensa si no en la cantidad de gente que mata a otra persona sin querer en accidente de tráfico. 14. es muy importante que seamos extremadamente claros en cuanto al modo en que entendemos nuestras propias intenciones y actuamos según ellas. corremos el mismo peligro en relación con las personas bien intencionadas y que no nos han dañado nunca antes. hasta que desarrollan suficientemente su autoestima y la confianza en sus propias capacidades. Como dice el refrán: «El camino hacia el infierno está pavimentado con buenas intenciones». Para estar del todo seguros es importante reconocer que probablemente. 12. seguirás condenado a sufrir las consecuencias. Asegúrate de que sea una declaración «completa». J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía c o n s i d e r a d o y es p o t e n c i a l m e n t e m á s i m p o r t a n t e que los q u e atiende la creencia? Siempre he creído que pensar qué recursos necesito para completar con éxito el camino que he elegido y con el que me he comprometido es más importante que preocuparme por los efectos temporalmente dañinos de las intenciones de otras personas. al m i s m o t i e m p o q u e se reformula la creencia hamarco objetivo o u n marco realimentación. u n . Veamos una estructura típica: Referente (soy/es/son) j u i c i o p o r q u e Yo malo Tú incapaz Ellos despreciables Ello imposible razón equivalencia compleja causa-efecto n e C l a Recuerda q u e el propósito d e t u s respuestas consiste en reairrnar la identidad y la intención positiva de la persona que tiela creencia. Cuando estés dispuesto a pasar a un «marco objetivo» comenzarás a descubrir numerosas soluciones posibles. M e t a m a r c o : ¿ Q u é creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer nuestra percepción de la creencia? Las investigaciones demuestran que lo natural es que las personas sientan temor de los demás y de sus intenciones. nos volvemos como ellePuede ser igual de peligroso pensar que solo corremos pd* gro por quienes nos han perjudicado anteriormente. Comienza escribiendo una declaración de creencia limitadora sobre la que quieras trabajar. Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia declaración de creencia de acuerdo con la relación de criterios definidos p o r ella? Puesto que las intenciones negativas pueden ser tan dañinas y peligrosas. ¿No crees que es más importante evitar ser esclavo de nuestros propios miedos que eludir la realidad inevitable de que alguna vez saldremos lastimados? 13.

C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal y o r (o m e n o r ) . Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia d e claración d e creencia. Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia p u e d e substituirla. qué cantidad de p e r s o n a s mayor (o • M e t a m a r c o : ¿Qué creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer nuestra percepción d e la creencia? . pero c o n implicaciones más positivas? 9.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del m u n d o h a n sido necesarias para la construcción de esa creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para que esa creencia tuviera fundamento? 4. O t r o objetivo: ¿Qué otro objetivo o resultado podría ser más relevante que el que expresa o implica la creencia? 2 . pero tienen u n a relación m á s rica o positiva que los que contiene la declaración d e creencia? 1 2 .ABRA Aplicar los patrones como un sistema 321 Hoja de trabajo de El poder de la C r e e n c i a limitadora: _ palabra — significa/causa ñ o r ) o q u é perspectiva m a y o r (o m e n o r ) podría hacer más positivas las implicaciones de la creencia? 1 . PODER DE LA PAI. F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos d e m a y o r t a m a ñ o están implicados en la creencia. Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la definida p o r la creencia ( u n a metáfora para ella). C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo de la creencia o de la relación p o r ella definida? lO. C o n t r a e j e m p l o : ¿ Q u é ejemplo o experiencia constituyen u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? 5. de a c u e r d o c o n la relación d e criterios definidos p o r ella? r 0 7. pero tien e n u n a relación m á s rica o positiva que los que contiene la declaración de creencia? 1 1 . J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía considerado y es potencialmente más importante que los que atiende la creencia? 6. F r a g m e n t a r h a c i a abajo: ¿Qué elementos o fragmentos más p e q u e ñ o s están implicados en la creencia. I n t e n c i ó n : ¿Cuáles son la intención o el propósito positivos d e esta creencia? 8. M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre esta creencia? 3.320 El. p e q u e tenga implicaciones distintas? 1 3 .

PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 323 T o m e m o s u n a creencia limitadora c o m ú n : «El cáncer causa la m u e r t e » . Redefinición . susceptibles d e ofrecernos otras perspectivas. esta creencia? ¿Te imaginas al cáncer c o m o u n invasor con inteligencia propia? ¿ Q u é represeniaciones internas tienes del m o d o en q u e el c u e r p o responde? ¿Ves al c u e r p o y al sistema i n m u n i t a r i o c o m o más inteligentes que el cáncer? 11. Si el estrés. las creencias como ésta tienden a convertirse en profecías a u t o c u m p l i d o r a s porque la persona afectada deja d e buscar otras opciones y posibilidades. C a m b i o del t a m a ñ o del m a r c o . red u c e n la cantidad de ovejas.A m e n u d o me he preguntado cuánta «muerte» contiene cada célula cancerosa.P o r desgracia. Recuerda q u e el efecto final d e u n a afirmación determinada d e El poder de la palabra dependerá fuertemente del tono de voz en que se pron u n c i e . ¿Es ésa u n a creencia que quisieras que tus hijos tuvieran? 8. la falta de ejercicio.¿ C ó m o te representas.Cada vez a u m e n t a el n ú m e r o de casos d e p e r s o n a s que tenían cáncer y que sobrevivieron con b u e n a salud d u r a n t e m u c h o s años. sino el colapso del sistema inmunitario. lo que hará que la vida sea más difícil. en concreto. pero de este m o d o tal vez estés excluy e n d o toda razón d e esperanza.Si todos tuvieran esa creencia nadie se curaría n u n c a . n o es el cáncer el que causa la m u e r t e . Las células blancas de W sistema i n m u n i t a r i o s o n c o m o u n rebaño de ovejas. F r a g m e n t a r h a c i a a r r i b a .En última instancia. Los ejemplos siguientes ilustran el m o d o en que estas preguntas p r o d u c e n distintas intervenciones d e El poder de la palabra. — que d e t e r m i n a n la duración de la vida. F r a g m e n t a r hacia abajo . Creencia: «El cáncer causa la muerte». C o n t r a e j e m p l o .322 Un ejemplo El. Analogía . Nuestras percepciones en relación con el cáncer pueden ciertamente causar t e m o r y pérdida de esperanza. 10. J e r a r q u í a d e c r i t e r i o s . 5. 2.M u c h o s profesionales d e la medicin a creen q u e todos tenemos células m u t a n t e s todo el tiempo. 9. ¿ C ó m o explica esa creencia estos casos? 12. 3. así c o m o del grado de sintonía existente entre quien habla y quien escucha. el estrés. M o d e l o del m u n d o . 1. p o d r á n m a n t e n e r d e n u e v o el c a m p o en u n equilibrio ecológico. O t r o objetivo . la mala alimentación. la actitud personal.El cáncer es c o m o u n c a m p o d e hierba que comienza a caer bajo la influencia de la maleza porque no se ha atendido a d e c u a d a m e n i e . C o n s e c u e n c i a . así c o m o q u e sólo c u a n d o n u e s t r o sistema i n m u nitario se debilita comienzan los problemas. e t c .La verdadera cuestión n o es tanto q u é es lo q u e causa la m u e r t e . 4. el tratamiento apropiado. la hierba crece en exceso y da paso a la maleza.¿Me estás diciendo que cualquier cambio o m u t a c i ó n d e u n a p e q u e ñ a parte del sistem a causará siempre la destrucción de lodo el sistema? 6. Si logras incrementar el n ú m e r o de ovejas.Sé que tu intención consiste en prevenir las falsas expectativas. .Estrategia d e r e a l i d a d . etc. sino qué es lo que hace q u e la vida merezca la pena d e ser vivida. B u s q u e m o s el m o d o d e mejorar el sistema inmunitario. 7.Tal vez sea más i m p o r t a n t e centrarse en el propósito y la misión d e nuestra vida que en lo larga que ésta vaya a ser.. Aseguran q u e la presencia d e u n desarrollo maligno es tan sólo u n o d e entre m u c h o s factores — i n c l u y e n d o la alimentación. I n t e n c i ó n .

Esta creencia se ha extendido como u n cáncer en los años pasados. pero es u n a creencia ciertamente mortífera d e mantener.324 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 325 13. Sería interesante ver qué pasaría si esa creencia muriera.U n a creencia simplificada en exceso como ésta surge c u a n d o carecemos de u n m o d e l o que nos permita explorar y c o m p r o b a r todas las variables complejas q u e contribuyen a los procesos de la vida y d e la muerte. 1 4 . M e t a m a r c o . . Aplicar a s í m i s m o .

10 Conclusión .

C u a n d o tales creencias se convierten en el marco principal sobre el que construimos n u e s t r o s modelos del m u n d o . de u n marco «fracaso» a u n marco «realimentación». Partiendo del principio d e q u e el mapa no es el territorio. . de u n marco «imposibilidad» a u n marco «como si». h e m o s explorado el impacto que el lenguaje tiene sobre nuestra experiencia. En este aspecto. así c o m o sobre las generalizaciones y las creencias (tanto limitadoras c o m o potenciadoras) que derivan de nuestra experiencia. el objetivo de la aplicación de los patrones d e El poder de la palabra consiste en ayudar a las personas a desplazar su atención: 1. p u e d e n acarrear u n sentimiento de impotencia y ausencia d e mérito con respecto a nuestra vida y a nuestras acciones.Conclusión Este primer v o l u m e n de El poder de la palabra se centra en la «magia del lenguaje». 3. e x p a n d i e n d o o limitando las opciones q u e percibimos c o m o accesibles. y h e m o s establecido que p o r creencias limitadoras e n t e n d e m o s aquellas q u e e n m a r c a n nuestra experiencia en c u a n t o a problemas. de un marco «problema» a u n marco «objetivo». así c o m o en el p o d e r d e las palabras para moldear n u e s t r a s percepciones y nuestra actitud acerca de nuestro propio c o m p o r t a m i e n t o y del m u n d o que nos rodea. 2. fracaso e imposibilidad. Hemos e x a m i n a d o las formas en que d e t e r m i n a d o s tipos de patrones d e palabras p u e d e n enmarcar y «reencuadrar» n u e s t r a s percepciones. También h e m o s analizado con profundidad la estructura lingüística de las creencias.

y a través de las cuales formamos y actualizamos n u e s t r a s creencias. • A c o m p a ñ a r el proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias • C o m p r e n d e r mejor el impacto del lenguaje y de las creencias sobre diferentes niveles de nuestra experiencia. para buscar acto seguido formas m á s a p r o p i a d a s y útiles d e satisfacer estas i n t e n ciones positivas. por ejemplo. j u n t o con los valores q u e las motivan. expectativas y valores. examinará el m o d o en que figuras históricas ( c o m o Valores (Intenciones positivas) Marco objetivo Rcencuadre Jerarquía de Creencias (Generalizaciones) ¿Supresión? ¿Distorsión? Marco realimentación Fragmentar hacia arriba y hacia abajo Contraejemplos Marco «Como si» -* Expectativas (Consecuencias) anticipadas) Experiencia (Estímulo sensorial) Los patrones de El poder de la palabra nos ayudan a actualizar nuestras creencias conectándolas a las experiencias. El libro proporciona definiciones y ejemplos específicos d e cada patrón. así c o m o para evolucionar n u e s t r o s modelos colectivos del m u n d o . En m u c h o s aspectos. La estrategia fundamental q u e h e m o s seguido para utilizar los patrones d e El poder de la palabra implica. • Descubrir las estrategias i n t e r n a s p o r medio de las cuales evaluamos la «realidad». det e r m i n a m o s causas y conferimos sentido a nuestra experiencia y al m u n d o q u e nos rodea. • Explorar las formas en que c o n s t r u i m o s nuestros m a p a s mentales a través d e los que formamos expectativas. reforzar las creencias potenciadoras a c t u a n d o «como si» y facilitar la «apertura a d u d a r » de las creencias limitadoras descubriendo nuevas perspectivas más enriquecedoras. lo q u e este libro presenta n o es más que el principio de las potenciales aplicaciones de los patrones de El poder de la palabra. en p r i m e r lugar. • Reconocer la influencia de n u e s t r o s estados i n t e r n o s sobre nuestras creencias y n u e s t r a s actitudes. Los diversos patrones d e El poder de la palabra nos a y u d a n a hacerlo i n c i t á n d o n o s a: • «Repuntuar» y «refragmentar» nuestras percepciones. Los patrones p u e d e n ser aplicados para c u m p l i r objetivos tales c o m o reencuadrar la crítica. las expectativas y los estados internos . El p r ó x i m o v o l u m e n d e El poder de la palabra. así c o m o de n u e s t r a s suposiciones y p r e s u p o siciones.330 E L PODER DE LA PALABRA Conclusión 331 Los patrones de El poder de la palabra están incluidos en catorce patrones verbales d e «reencuadre» distintos. El propósito d e estos patrones es reconectar nuestras generalizaciones y nuestros m o d e l o s mentales del m u n d o con nuestra experiencia y con los d e m á s aspectos que conforman la «metaestructura» de nuestras creencias: estados internos. identificar las intenciones positivas tras las creencias limitadoras. así c o m o del m o d o en que todos ellos p u e d e n ser utilizados en conjunto c o m o u n sistema. los valores. Estos modelos constituyen u n poderoso sistema de patrones de lenguaje q u e p u e d e n ser aplicados para producir cambios profundos y d e largo alcance. Estos patrones h a n v e n i d o s i e n d o utilizados a lo largo d e la historia d e la H u manidad c o m o m e d i o primordial para estimular y dirigir el cambio social. • Identificar y apreciar diferentes perspectivas y modelos del m u n d o alternativos. • A u m e n t a r nuestra conciencia de los potenciales «virus mentales». nivelar jerarquías d e criterios para generar motivación.

La NLP University es u n a organización dedicada a proporcionar formación d e m á x i m a calidad en habilidades de PNL básicas y avanzadas.com Además de mis programas en la NLP University. Box 1112 Ben L o m o n d . viajo p o r todo el m u n d o p r e s e n t a n d o seminarios y p r o g r a m a s específicos sobre u n a variedad de temas relacionados con la PNL y El poder . entre otros) han aplicado los p a t r o n e s de El poder de la palabra para moldear los sistemas religiosos.3 4 5 7 Fax: (831) 336-5854 Correo electrónico: Teresanlp@aol.nlpu. políticos y filosóficos que dan forma a n u e s t r o m u n d o m o d e r n o . así c o m o para explorar la estructura de las estrategias d e creencias o d e «convicción» por m e d i o de las que f o r m a m o s y e v a l u a m o s sistemas d e creencias. la opresión económica y política. existen otros recursos disponibles para desarrollar y aplicar c o n m a y o r a m p l i tud los conceptos. Para más información. etc. c o m o los patrones de «injerencia plausible» de George Polya. Analizará c ó m o estos personajes trataron de atender y «sacar del marco» a los virus mentales q u e subyacen en el racismo. Lincoln. con cursos residenciales sobre las habilidades d e PNL q u e incluyen p a t r o n e s lingüísticos avanzados c o m o los de El poder de la palabra. También estudiará el m o d o en que los principios. G a n d h i y Einstein. contacta p o r favor con: NLP U n i v e r s i t y P.332 EL PODER DE LA PALABRA Sócrates.com Página web: www. la violencia. la creatividad y el lenguaje. así c o m o a promover el desarrollo de n u e v o s modelos y aplicaciones d e la P N L en los á m b i t o s d e la salud. c) tratar con lazos dobles. Si estás interesado en profundizar en estos patrones o e n otros aspectos de la Programación Neurolingüística. El Volumen 11 de El poder de la palabra definirá asimismo estrategias básicas para utilizar g r u p o s y secuencias d e patrones de El poder de la palabra. la NLP University ofrece s u s p r o g r a m a s en la Universidad de California en Santa Cruz. b ) manejar las expectativas y la «Curva d e B a n d u r a » . Epílogo Espero que hayas disfrutado con esta exploración a El poder de la palabra. las estrategias y las habilidades descritas en estas páginas. la organización. y m u c h o más. California 9 5 0 0 5 Teléfono: ( 8 3 1 ) 3 3 6 . los negocios. Cada verano. las creencias limitad o r a s y los virus mentales. J e s ú s . las distinciones y los patrones que h e m o s analizado en este libro p u e d e n a y u d a r n o s a: a) identificar y tratar a d e c u a d a m e n t e las falacias lógicas.O. científicos.

J. 1979. Imagineering Strategy y Journey to Genius Adventure. DeLozier & Associates. Box 6 7 4 4 8 Scotts Valley CA 9 5 0 6 7 . Neurologic Programming: The Study of the Structure of Subjective Experience. J.. J. basados e n los principios y los conceptos de la PNL. Real People Press. 1975-1977. Real People Press. . T .. Frogs into Princes. y LaValle. La Haya. 1996. Nueva York. Steps to an Ecology of Mind. Harcourt Brace Jovanovich. R Dutton. 1987. L. FuturePace.. sobre mi agenda de seminarios y sobre otros productos y recursos relacionados con la PNL. y DeLozier. Utah.com Página web: www. Ballantine Books. Dilts. Asimismo. Language and Mind. J. Chomsky N.. I. Meta Publications.. 1985. R. California. J. J.D. . Turtles All The Way Down.. 1982. 1979. y Epstein. Grinder... Meta Publications. vols. 1972. Cameron-Bandler. . Using Your Brain. Mind and Nature.8 3 1 4 Fax: ( 8 3 1 ) 4 3 8 . J. Moab. E. y Grinder. 1968. Bateson. Inc. R. 1 y 11. Meta Publications. Grinder.. Real People Press. contacta por favor con: Journey to Genius P. California. Nueva York. California. G. y Grinder.. 1957. Nueva York. Moab.. J. Capitola. y Grinder. The Encyclopedia of Systemic . Para más información sobre estos programas. Science and Behaviour Books. y Grinder.. Por ejemplo. Capitola. Palo Alto. Syntactic Structures. 1980. Persuasión Engineeering. vols. . 1975-1976.. Solutions (They Lived Happily Exer After). Capitola. recientemente he completado varias herramientas informáticas basadas e n mi modelado de estrategias del genio: Vision to action.. y Grinder. Erickson. Utah. The Structure ofMagic. M. Reframing. I y II. Moab.O. DeLozier.. J.334 EL PODER DE LA PALABRA de la palabra.com Bibliografía Bandler. San Rafael.7 4 4 8 Teléfono: ( 8 3 1 ) 4 3 8 .. DeLozier. 1978. California. Utah. California. ——. vol.journeytogenius. J. Santa Cruz. he escrito otros libros y he desarrollado programas informáticos y cintas de audio. California. Patterns of the Hypnotic Techniques ofMilton H.8 5 7 1 Correo electrónico: info@journeytogenius.. Mouton.

Nueva York.. Changing Belief Systems with NLP. vol. j u l i o d e 1995. 3. G. Lofland. M. H a r m o n y Books. 1978. . Ben L o m o n d .. y Dilts. 1981. Moine. D. ed. 1982. Ben Lom o n d . J. California. febrero de 1982. J. R. N u e v a York. 1980. . 1 9 9 1 . H. D. California. California. Introducing Neurolinguistic Programming. vols. O'Connor. Palo Alto.. Meta Publications. 1 9 8 1 . 1990. S. 1999. 1 9 8 3 . 1990. j u n i o de 1995. G r u ñ e & Stratton Inc.. A n c h o r Point A s s o c . California. . Capitola. D. G. Beliefs: Pathways lo Health and Well-Being. T. T. Erickson. 1987. 1 (4). A. Therapeutic Metaphor. Capitola. NLP University Press. 1994. e n Real State Today. «Let N L P W o r k for You». Capitola. California. n ú m . M. 1967. M e t a m o r p h o u s Press. Applications of NLP. . Meta Publications. Dynamic Learning. Oregon. Haley. Modeling With NLP. Meta Publications. N o r t o n & Co.. Precisión: A New Approach to Communication. California. DeLozier & Associates. Los Ángeles. 1973. California. Effective Presentation Skills. Nueva York. Selected Papers of Milton H. . Epstein.. «Patterns of Persuasión». Mahing the Message Clear: Communicatingfor Business. 1994-1995. W . California. . Korzybski. Lakeville. II y III. The Psychiatric Techniques of Milton H. . C N . Salt Lake City. Meta Publications. Meta Publications. California 1996. California. D.. Grinder. Gordon. y Grinder. Meta Publications. Erickson. con Bonissone. J. M. McMaster. 1998. A n c h o r Point. R. y Smith. T. California. Capitola. California.. y Epstein. 1990. W.336 EL PODER DE LA PALABRA Bibliografía 337 NLP. The Law ofRequisite Variety.. California. Salt Lake City. p . Skills for the Future: Managing Creativity and Innovation... Utah. Eicher. A n c h o r Point A s s o c . . B. en Personal Selling Journal.. Uncommon Therapy.. Portland. Influencing With Integrity: Management Skills for Communication and Negotiation. Syntony Inc. . Science and Sanity. California. Capitola. D. Aquarian Press.. Capitola. Thought Viruses. W.. Self-Organization and Strategies of Change Management. Toolsfor Dreamers: Strategies of Creativity and the Structure of Innovation.. Laborde.. 1997. 15. Haley. Hallbom.. Capitola. Capitola. Meta Publications. J. . 1 9 9 5 . 2. NLP University Press. Dilts. NLP and Self-Organization Theory. I. Cornualles. 1993. A n c h o r Point.. y Seymour. Advanced Techniques of Hypnosis and Therapy.. J. M.. . Straíegies qf Genius.. 1998. T h e International Non-Aristotelian Library Publishing Company. Santa Cruz. Meta Publications. Utah. . Inc.. Capitola. Visionary Leadership Skills: Creating a World to Which Peopie Want to Belong. Capitola. NLP. Meta Publications. . Erickson. California. Precisión. J. Meta Publications.

Proceso de utilizar y realimentar i n d i c a d o r e s clave de la otra p e r s o n a . q u e implica d i s p o n e r d e la flexibilidad necesaria para t o m a r el vocabulario y el c o m p o r t a m i e n t o d e otras Acceder a l o s recursos del público Acompañamiento. Igualar el c o m p o r t a m i e n t o . con el p a s a d o a la izquierda y el futuro a la derecha. a n t e s d e c o n d u c i r l e hacia algo distinto. tales c o m o el establecimiento de sintonía y confianza. t a n t o los verbales c o m o los n o verbales. lenguaje y p r e d i c a d o s de otra p e r s o n a . p o s t u r a . Se trata d e u n p r o c e s o i m p o r t a n t e para m u c h o s de los aspectos esenciales d e la c o m u n i c a c i ó n . Extraer y utilizar los recursos y estados d e aprendizaje de los a l u m n o s o del auditorio. n o r m a l m e n t e m e d i a n t e una linea q u e pasa p o r delante de nosotros.Glosario de PNL y de habilidades de formación A través del tiempo Through time Estar fuera del «ahora» d e n u e s t r a línea de t i e m p o . para igualar su m o d e l o o visión del m u n d o . Representación disociada del t i e m p o . para conseguir sintonía con ella. seguimiento Accessing audience resources Pacing .

Es parte importante en la interpretación Lenguaje corporal La capacidad aprendida de observar escuchar y percibir Cincstésicamente. Va a haber. sonido. como por ejemplo: Va a ver. Al «acompañar». en la que ambas partes salgan beneficiadas. Establecer determinada asociación entre un estímulo y una respuesta.340 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 341 personas. como un regulador de voltaje eléctrico. creencias e identidad. Es la base de los acuerdos y las negociaciones. palabra. Proceso de combinar distintos objetivos. de manera que las actividades no se prolonguen ni se abrevien innecesariamente. Administración TimeJrame del marco management temporal Utilización del tiempo de la forma más provechosa durante una formación. como por ejemplo: «El burro de Pedro». valores. «nuestra canción». Anclaje Anchoring . Ello nos permite comunicar con él en su propio lenguaje y a través de su propia forma de pensar. Parte de la tarea del formador consiste en ajustar los distintos objetivos de la formación- Alineamiento Alignment Emular o emparejar el comportamiento o la experiencia de otra persona. Las anclas pueden formarse tanto espontánea como deliberadamente. internamos ponernos en la piel del otro. Ambigüedad en la puntuación Ambigüedad fonética Punctuation ambtguity Phonological ambiguity Ambigüedad sintáctica Syntactic ambiguity Análogo Agudeza sensorial Sensory acuity Analogue Ancla Anchor Ajuste de objetivos Dovetailing outeomes Anclado de recursos Resource anchoring Anclado. Palabras que al oído suenan iguales pero que son diferentes. ¿Es Pedro un burro o tiene un burro? Algo que varía continuamente dentro de determinados límites. Un estimulo específico —visión. para experimentar su modelo del mundo. Frase ambigua. cada vez que sean necesarios. Por ejemplo. olor o sensación táctil— que evoca automáticamente un determinado recuerdo y un estado corporal y mental. Podemos acompañar comportamiento. con el fin de crear la mejor situación. colocándose en su mismo ángulo de visión y/o pensamiento. El estímulo extemo se conecta con el estado interno. las mismas claves o pistas que otra persona ofrece en su analogía. Ambigüedad creada uniendo dos proposiciones separadas en una sola persona. Proceso sencillo para traer estados de plenitud de recursos al momento presente. El desarrollo de una capacidad cada vez más refinada para detectar diferencias sutiles en lo que vemos oímos y sentimos. e incorporarlos a los nuestros propios.

342

EL PODER DE LA PAIABRA

Glosario de PNL y de habilidades

deformación

343

Proceso de crear asociaciones mediante anclas. Ver Ancla. Aprendizaje Leaming Proceso de adquisición de conocimientos, habilidades, experiencias o valores, por medio del estudio, la experiencia o la formación. Cambiar las percepciones, ascendiendo o descendiendo respecto a determinado nivel lógico. Ascender consiste en considerar un nivel que engloba a lo que se está tratando; por ejemplo, considerar la intención que motiva determinada pregunta, descender consiste en pasar a u n nivel inferior, desde el cual considerar un elemento o fragmento especifico de lo que se está tratando; por ejemplo, utilizar una forma de expresión positiva para formular un objetivo. Vinculado a la experiencia. Experimentarla con el propio cuerpo y verla con los propios ojos. Ver también Primera Posición. Contrastar con Disociado y Tercera Posición. Modalidad sensorial de escucha y habla, incluyendo sonidos y palabras. Ver Sistemas de Representación. Denominada habitualmente «búsqueda T-D». Proceso en el cual se ancla una sensación y, utilizan

el ancla, se lleva la sensación atrás en el tiempo, hasta anteriores ocasiones en que la persona haya experimentado esa misma sensación. Calibrar Calibrating Reconocer con precisión el estado de otra persona o de un grupo, mediante la interpretación consciente de señales no verbales. Por ejemplo, observas que cuando no está de acuerdo contigo, tu interlocutor tensa el lado derecho de su cara. La próxima vez que lo haga, sabrás que no está conforme con lo que le estás diciendo. El segundo canal de comunicación e influencia en las presentaciones, por orden de importancia. Segün los estudios realizados al respecto, representa el 39 por ciento del impacto total de la comunicación. Una cortina de humo. La persona se queda en blanco, se bloquea, o experimenta confusión. Proceso de Anclado de PNL, que añade recursos a situaciones pasadas en las que éstos faltaron. Encuadre unificador de la PNL. Matriz tridimensional formada por los niveles neurológicos, las posiciones perceptivas y el tiempo. Nuestros seis sentidos, en tanto que canales de comunicación con el mundo exterior: vista oído, olfato,

Ascender / descender

Stepping up/down

Calidad de la voz

Voice quality

Asociado

Associated

Callejón sin salida

Impasse

Cambiar la historia personal Campo unificado

Change personal history Unifiedfield

Auditiva

Auditory

Búsqueda Transderivati transderivacio- onal (T-D) nal search

Canales sensoriales

Sensory chunnels

344

El- PODER DE LA PAI.ABRA

Glosario de PNL y de habilidades de formación Claves de acceso ocular Eye-accessing cues

.345

gusto, tacto y cinestésico. Ver Sistemas de representación. Capacidad
Capabiliíy

Conjunto de estrategia y recursos adecuados para realizar determinada tarea. Es uno de los niveles tieurológicos. Etapas del aprendizaje en la adquisición de habilidades automáticas: incompetencia inconsciente, seguida de incompetencia consciente, seguida de competencia consciente y por último, competencia inconsciente. Relativo a la sensación del propio cuerpo. Sentido por el que se percibe el equilibrio, el movimiento muscular, la posición, el peso, etc., del propio cuerpo. Formas de utilizar nuestra fisiología como, por ejemplo, adoptar determinada postura, manera de respirar o movimiento ocular, que nos facilitan el acceso a determinada manera de pensar. Normalmente, no somos conscientes de nuestras claves de acceso. Comportamientos inconscientes —incluyendo respiración, gestos y movimientos de cabeza y ojos— que indican qué modalidades sensoriales específicas están siendo utilizadas para pensar, o para el procesado interno de información.

Ciclo de aprendizaje

Learning
cyck

Movimientos oculares inconscientes que denotan el procesado interno de información, y que nos permiten saber si una persona está viendo imágenes internas, escuchando sonidos internos, o experimentando emociones. Ver Claves de Acceso, Sistemas de Representación y Modalidades Sensoriales. «Modelo lingüístico en el cual expresamos nuestro mensaje como su fuera el de otra persona.» Ver Acompañamiento. La tercera etapa del ciclo de aprendizaje, en la que todavía se necesita la plena atención consciente para desempañar una actividad. La habilidad no está aún plenamente integrada, ni es automática. La cuarta etapa del ciclo de aprendizaje, en la que la habilidad ya ha sido plenamente integrada y es automática. Cualquier actividad que realizamos, incluidos los procesos mentales. Constituye uno de los niveles neurológicos. Cualquier activación muscular, incluyendo movimientos micromusculares tales como las Claves de Acceso

Comillas

Quotes

Compartir Cinestésico Kinesthetic Competencia consciente

Pacing Conscious competence

Claves de acceso

Accessing cues

Competencia inconsciente

l/nconscious competence

Comportamiento

Behaviour

346

EL PODER DE LA PALABRA

Glosario de PNL y de habilidades de formación Consciente Conscious Todo aquello de lo que se tiene consciencia en el momento presente.

347

ComportaExterna! miento externo Behavior Condiciones Well-Formed de un Objetivo Goal Bien Formado Conditions

El comportamiento aparente, visible a todos. Las cinco condiciones que deben darse para que un sueño o un deseo sea un objetivo alcanzable son: (1) formulado en positivo; (2) iniciado y mantenido por uno mismo; (3) basado en los sentidos; (4) especifico en cuanto a cómo, dónde y cuándo; (5) ecológico para el resto del individuo y del sistema (familia, trabajo, negocios, comunidad, etc.) en el que vive. Ver Comportamiento. Estado en el que objetivos, pensamientos y comportamientos están de acuerdo entre sí. Las palabras que se dicen, en contraposición con la manera en que se dicen. personal: Alineación de creencias, valores, habilidades y acciones en uno mismo. Estar en sintonía consigo mismo. mensajero-mensaje: Cuando el comunicador encarna y es modelo de las habilidades o valores que intenta transmitir. de alineación: Cuando las diversas partes de la comunicación (palabras, tono de voz y lenguaje corporal) transmiten el mismo mensaje. Conocimiento que el ser humano tiene de su propia existencia, de sus estados y de sus actos.

Contenido

Contení

El quién y el qué de una situación. Contrastar con Proceso. El cuándo y el dónde de una situación. El empleo sistemático de distintas disposiciones para la realización de determinadas actividades (formación, comunicación, interacción, etc.) Por ejemplo, ponerse de pie o sentarse en una posición distinta para dar intormación, organizar un ejercicio, aceptar y responder preguntas, narrar anécdotas, etc. De esta manera se establecen anclas. Ver también Psicogeografía. Nuestra posición ante los demás, el grado en el que se nos considera sinceros, competentes y congruentes. Establecer credibilidad ayuda a establecer un conjunto de expectativas positivas, que favorecen la comunicación y la interacción. A veces podrá ser necesario manifestar la autoridad sobre el tema de que se trate. Generalizaciones sobre uno mismo, sobre los demás y/o sobre el mundo. Las creencias actúan como profecías que se dan cumplimiento a sí mismas e influyen en todo

Contexto

Context

Coreografía

Choreografy

Conducta Congruencia

Behaviour Congruence

Credibilidad

Credibility

Cr encias
ei

Belicfs

Consciencia

Consciousnes

con el propósito de cambiar el rumbo de una reunión o conversación. 3 y 4" posición). lo cual constituye una interpretación. Criterios (Valores) Criteria (Valúes) Rasero o estándar según el que se evalúa algo. Es uno de los niveles neurológicos. dejando ver parcialmente los dientes» y decir: «Está feliz». Describir o interpretar un acontecimiento en términos de lo que se puede ver. imaginar una escena para escuchar luego sus sonidos. Ver Posición perceptiva. Visión mental del sistema. por lo que será necesario restablecerla en otros términos si se desea proseguir con la interacción. Stepping down Ver Ascender. Ver o experimentar un acontecimiento desde la perspectiva global de todo el sistema. Se averigua preguntando: «¿Qué es importante para ti?» Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los criterios. Posición de «nosotros». siendo uno de los factores que más influyen en la buena realización de la actividad. Utilizar un sistema representativo para acceder a otro. desemparejamiento. Demostración Demostration Proporcionar un modelo de la actividad a realizar. Término lingüístico para palabras como «cualquiera» y «todos» que no admiten excepciones. Criterios equivalentes Criterial equivalen ts Información directamente observable y verificable por los sentidos. Rompe de inmediato la sintonia. falta de correspondencia Mismatching Dar un salto Overlap Adoptar pautas de comportamiento distintas a las de la otra persona. Hablar consigo mismo sin pronunciar palabras audibles. por ejemplo.348 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Descripción basada en los sentidos SensoryBased Description 349 nuestro comportamiento. Programa mental que determina que una persona tienda a moverse «hacia» o «lejos de» determinada experiencia. como por ejemplo un interruptor eléctrico en «marcha» o en «paro». a a a CuantificadoUniversa/ res universales quaníi/ters Descripción múltiple Múltiple description Cuarta Posición Fourth Posiüon Desigualación. Adoptar distintos puntos de vista ( I . Lo que tiene que suceder para que los criterios sean satisfechos. Una buena demostración proporciona un modelo claro. oír y tocar. para reunir la máxima información posible acerca de una persona o situación. Diálogo interno Digital ¡ntemal dialogue Digital Descender Dirección de la Moíivation Motivación Directíon (MetaProgram) . en lugar de por lo que uno cree que está ocurriendo. Variación entre dos estados diferentes únicamente posibles. 2 . Una de las categorías del Metamodelo. Es la diferencia existente entre decir: «Tiene los labios estirados y las comisuras de la boca hacia arriba.

Cuando un cambio es ecológico. Proceso por el cual algo es representado inadecuadamente y/o en forma limitadora. PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación 351 Leading Design Ver Liderar. Desvinculado de la experiencia. conocimiento). Las etapas de un ejercicio son: diseño. Análisis de la globalidad de la persona u organización. Pérdida de parte de la experiencia al pensar o hablar. Preocupación por el Disociado Dissociated conjunto de relaciones entre la persona. se benefician de él en su totalidad la persona. Contrastar con Asociado. Estar asociado al «ahora» de nuestra linea de tiempo. organización o familia y su entorno. Disposición o psicogeografía Layout Eliminación Deletion En el tiempo Distorsión Distortion ln lime Encuadrar. También puede designar la ecología interna. La colocación transmite un metamensaje acerca de la comunicación. Ver también Observador y Tercera Posición. Del griego oifcos (casa. Situación en la que se puede formular cualquier pregunta o comentario que interese sobre el material presentado. Ver también Preencuadrar y Reencuadrar. Constituyen el núcleo de la formación por la experiencia. el proceso y el contenido de una formación. Por ejemplo: Verse a si mismo en una pantalla de cine o flotando por encima de un acontecimiento. Ejercicios Exerrices Actividades estructuradas con un objetivo. capacidades. a qué se debe prestar atención y qué no debe ser tenido en cuenta. De la ciencia de la biología. Dar instrucciones sobre cómo entender e interpretar el material que viene a continuación. conductas. Equilibrio dinámico de los elementos en cualquier sistema. la organización o la familia. enmarcar Framing Ecología Ecology Encuadre abierto Oven frame . Visión o experiencia de una situación desde fuera del propio cuerpo. valores y creencias. La estructura. establecidos para alcanzar los objetivos de dicha formación. para alcanzar los objetivos deseados. Los buenos ejercicios crean un contexto en el que resulta fácil aprender. adiestramiento y tratamiento. colocar los asientos en hilera o en circulo. demostración. como un sistema equilibrado e interactuante. o el conjunto de relaciones entre la persona y sus pensamientos. estrategias.350 Dirigir Diseño El. organización. La manera en que se estructura el entorno de la comunicación: por ejemplo. hogar)+ logos (comprensión.

luego no escucha lo que estoy diciendo». Afirmaciones a las que se atribuye el mismo significado.352 Encuadre de control Encubierto EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de. El estudio de cómo sabemos lo que sabemos. habilidades deformación 353 Control Jrame Límite impuesto al ámbito o a la duración de una actividad. Combinación de pensamientos. fuera de la percepción consciente. Las distintas maneras preferidas de aprender. Enmarcar Entorno Framing Environment Estado de recursos Epistemología Epistemology Equivalencia compleja Complex equiva/ence Resource staíe Típicamente una experiencia positiva. Un complejo formado por todos nuestros pensamientos y sensaciones. Llamado también simplemente «estado» o «estado interno». Breafe State Abrupta interrupción del estado corriente. Covert Sutil. Una habilidad clave en formación consiste en emplear todos los Estado de ruptura Equivalencias de criterio Criterio/ equivalents Estado emocional Emotional state Equivalencias de valor Valué equivalents Estado State . Ver Encuadrar. interacción o comunicación. por ejemplo: «No me está mirando. enfocada a la acción y llena de potencial en la vida de una persona. Lo que tiene que suceder para que los criterios sean satisfechos. Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los valores. Lo que tiene que suceder para que los valores sean satisfechos. que convierte a una tarea en más agradable y fructífera. probablemente. Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los criterios. que percibimos normalmente como emoción dominante. cuando se siente con recursos. sensaciones y fisiología. Utilizado nonnalmente para interrumpir los estados denominados negativos o sin salida. El contexto o marco psicofísico en que se desarrolla una actividad. Ver también Disposición o psicogeografía. El estado en que nos encontramos influye en nuestras capacidades. metaprogramas o secuencias concepto-estructuraaplicación. así como en nuestra interpretación de la experiencia. Estado de plenitud de recursos Resourceful state Experiencia total física y neurológica de una persona. si bien toda experiencia puede constituir un estado de recursos. Administrar el propio estado y el de Estilos de aprendizaje Learning styles los alumnos es. Existen muchos modelos diferentes. La suma total de los procesos físicos y neurológicos de una persona en un momento dado. la habilidad de formación más importante. tales como distintos sentidos.

añadiendo a continuación nuevos recursos a dicha situación. Ver Filtros perceptivos. palabras y sensaciones) que conducen a un objetivo. de la que se deriva la estructura superficial. se considera al educador como un facilitador del aprendizaje. para atender así a todas las estrategias. Estado en el que la atención y los sentimientos están volcados hacia afuera. Para ello puede (1) elegir un recurso al que ya haya tenido acceso en el pasado. Secuencia de pensamientos y conductas. Ejemplo: Responder Cómodamente ante la Crítica. (2) fingir que tiene el recurso (ver Marco «Como si») y (3) elegir a otra persona que disponga del recurso. oído y acción.354 El. En formación. el grupo puede tener una preferencia común. sonidos. Técnica para volver a sentirnos en plenitud de recursos y generar nuevas opciones. para utilizarla como modelo. es aconsejable proporcionar una combinación de vista. Estrategia Strategy Secuencia de representaciones internas (imágenes. empleada para la obtención de determinado objetivo o resultado. distorsión y generalización. diseñado para producir un resultado específico. en lugar ele enseñar según el propio estilo preferido e inconsciente. La persona que facilita determinado proceso. Estructura superficial Surface structure Exteriorización L7píime Estrategia de recuperación Recovering strategy Facilitador Facílitator Estrategias de aprendizaje Learning strategies Filtros Filters Estrategias ge. Por otra parte. que conforman nuestro modelo del mundo. PODER DE LA PA1.generator tamiento strategies Filtros perceptivos Perceptual filters Ideas. experiencias. Proceso mediante el cual la persona revisa una situación en la que no se comporta como desearía.ABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación 355 estilos. sonidos y sensaciones que conducen al aprendizaje. más que como un mero transmisor de conocimientos. Ver Habilidad de adiestramiento. . El mundo siempre es más rico que nuestra experiencia de él. La parte «visible» de la comunicación. En la visión de vanguardia de la educación. Secuencias de imágenes. Programa mental predispuesto. que se deriva de la estructura profunda mediante la eliminación.New neradoras de behaviour nuevo compor. creencias y lenguaje exclusivos. Estructura profunda Deep structure Forma lingüística completa de una afirmación. cuando nos encontramos atascados o presionados. Término lingüístico para la comunicación oral o escrita.

m á s q u e p r o b l e m a s . así c o m o para estudiar soluciones. A este r e s p e c t o P l a t ó n dijo l o siguiente: Futuro condicional Condiüonal cióse Cnunfeing down «El aprendizaje forzado no permanece en la mente. La mejor m a n e r a d e a p r e n d e r habilidades es p o r medio d e la acción. M o d a l i d a d S e n s o r i a l del g u s t o . puesto que ésta implica t a n t o a la m e n t e c o n s c i e n t e c o m o a la inconsciente. Se emplea para c o m p r o b a r el g r a d o de c o m p r o m i s o .Flexibiliíy to Formación por la e x p e r i e n c i a Experiencia! training Generador de nuevo comportamiento New behaviour generator Generalización Generalization Gustativa Habilidad Gustatory Skill .356 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 357 N u e s t r o s filtros perceptivos determinan qué percibimos y qué suprimimos.» C a m b i a r de p e r c e p c i ó n d e s p l a z á n d o s e arriba y abajo d e los niveles. C r e a c i ó n d e aprendizaje p o r m e d i o d e la experiencia directa. n o p o d e m o s percibir la l u z infrarroja ni l o s u l t r a s o n i d o s . a pesar d e q u e sean parte integrante del m u n d o q u e n o s rodea. Requiere u n m í n i m o d e tres alternativas posibles. con dos. o para i n t r o d u c i r c a m b i o s e n el c o m p o r t a m i e n t o existente. C o n u n a sola posibilidad eres u n robot. Ello os permitirá además desvelar sus predisposiciones naturales. Relativo a la p a r t e física d e la persona. División d e t e m a s u objetivos e n porciones que estemos e n c o n d i c i o n e s de a s u m i r y c u y a consecución podamos comprobar. La capacidad de modificar las propias a c c i o n e s para p r o v o c a r determinada reacción en otra p e r s o n a . «Si s u c e d i e r a tal cosa. Acción o pensamiento consistente y Fisiológico Physiologkal Flexibilidad Flexibility F l e x i b i l i d a d d e Behavioral c o m p o r t a m i e n . El c o n o c i m i e n t o c o g n i t i v o implica tan sólo a la m e n t e c o n s c i e n t e y a la m e m o r i a . . Fragmentar Fisiología Physiology Parte física d e la manifestación. . Dejad pues que el aprendizaje de vuestros hijos adquiera la forma de juego. Proceso m e d i a n t e el cual u n a experiencia específica es utilizada para r e p r e s e n t a r toda u n a clase d e experiencias. u n dilema. ¿harías e n t o n c e s tal o t r a . F r a g m e n t a c i ó n en e t a p a s realizables y reconocibles del c a m i n o q u e n o s c o n d u c e al objetivo. ? » Lleva u n p o c o m á s allá el m a r c o « c o m o si». Sencilla y eficaz técnica para e n s a y a r mentalmente nuevas habilidades y c o n d u c t a s . Por ejemplo. Disposición d e elección d e comportamiento e n determinada s i t u a c i ó n . es i n d i s p e n s a b l e a p r e n d e r a calibrar e i n t e r p r e t a r l o s c a m b i o s sutiles e n su fisiología. Para saber c ó m o i n t e r p r e t a n los d e m á s lo q u e está o c u r r i e n d o .

que seria copiar consciente y exactamente el comportamiento de la otra persona La primera etapa del ciclo de aprendizaje. Puede producirse tanto a nivel individual. Evocar un estado mediante la propia conducta. Ejemplo: Cuando una persona dice algo y hace lo contrario. Es imposible no influir. nuestra presencia y nuestro lenguaje corporal. El conflicto interno se refleja en el comportamiento de la persona. en la que no tenemos Incongruence consciencia alguna de determinada habilidad. de (al manera que el cambio de comportamiento deseado se produzca espontáneamente. Incongruencia Habilidad de Coaching adiestramiento sfeill Saber cuándo y cómo intervenir en un proceso. Ello puede hacerse verbalmente o no. En este sentido. Igualar no equivale a imitar. Cualquier cosa de la que no somos conscientes en el momento presente. para posibilitar el aprendizaje. Lo que uno cree ser. em. Constituye uno de los niveles lógicos. marcar con el pie el ritmo de su lenguaje. más que como un mero transmisor de conocimientos. La habilidad de conseguir que otra persona adopte determinado comportamiento. Identidad Identiíy Inconsciente Imconscious Inducción Igualación cruzada Cross over matching Induction Igualación. Estado en el que objetivos.Matching parejamiento.358 El. A menudo consiste en utilizar preguntas para desviar la atención de una persona. Constituye el propósito de cualquier encuentro o reunión. La totalidad de lo que uno es. de modo encubierto o descubierto. La incongruencia puede ser secuencia! (una acción seguida de otra que la contradice) o simultánea (una afirmación positiva expresada en un tono de voz dudoso o negativo). como de la organización. Afectar a otros mediante lo que decimos. por ejemplo. La influencia es universal y puede ser espontánea o premeditada. Adoptar parte del comportamiento otra persona. La propia imagen o la idea de sí mismo. que logra el objetivo y es respaldada/o por creencias capacitadoras. con la intención de establecer sintonía con ella o de incrementarla. correspondencia Influencia lnjluence Incompetencia consciente Conscious incompelence . PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 359 eficaz. en la visión de vanguardia de la educación se considera al educador como un facilitador del aprendizaje. Corresponder al lenguaje corporal de otra persona con movimientos de otro tipo. pensamientos y comportamientos están en conflicto entre sí.

s o n i m p r e s c i n d i b l e s la i n t e g r i d a d personal y la ética e n las acciones. «Cortar» t e m p o r a l m e n t e c o n el m u n d o exterior.360 Información útil Instrucción negativa EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 361 Feedback Negative Command Ver R e a l i m e n t a c i ó n . El deseo u objetivo s u b y a c e n t e e n u n comportamiento. Sin ellas. Para alcanzar u n e l e v a d o nivel de habilidad de formación y/o liderazgo. C o n g r u e n c i a y sinceridad. d e forma q u e p o d a m o s e n c a m i n a r n o s hacia otro p u n t o m á s útil. Descubrir la i n t e n c i ó n positiva p r o p o r c i o n a la clave p a r a responder eficazmente. Interrupción de pauta Pattern interruption Integración de polaridades Visual squash Intervención ¡ntervention Integridad Iníegrtty Lenguaje Language Intención Iníeníion Intención positiva Positive inlenúon Canal de c o m u n i c a c i ó n q u e . n u e s t r o p e i n a d o . . tiene u n a i m p o r t a n c i a critica. Lenguaje corporal Body language El m o d o e n q u e e m p l e a m o s n u e s t r o cuerpo —consciente o i n c o n s c i e n t e m e n t e — para c o m u n i c a r n o s . presumiblemente positivo. a pesar de n o r e p r e s e n t a r m á s q u e el 7 por c i e n t o d e l v o l u m e n de ésta. Cualquier intervención encaminada a d e t e n e r el c o m p o r t a m i e n t o p r e s e n t e . I n t e r r u m p i r u n a interacción para cambiar d e objetivo. «No te relajes del t o d o hasta q u e n o estés c ó m o d a m e n t e s e n t a d o » . que pueden ser muy específicas ( m e t a m o d e l o ) o i n g e n i o s a m e n t e vagas (ver M o d e l o de Milton). Interiorización Downüme Decir a alguien lo q u e n o d e b e hacer. e n los propios pensamientos y sentimientos. n u e s t r a p o s t u r a y n u e s t r o s gestos. c e n t r a r la a t e n c i ó n e n el interior. «No p i e n s e s e n lo q u e te estoy diciendo». Ejemplos: "No te p r e o c u p e s » . a q u e l l o q u e dicho c o m p o r t a m i e n t o c o n s i g u e para la p e r s o n a q u e lo m u e s t r a y q u e es i m p o r t a n t e para ella. consistente e n identificar la I n t e n c i ó n positiva de cada u n a de ellas y Negociar u n a c u e r d o entre las dos. las habilidades d e P N L d a r á n u n o s resultados d e s a g r a d a b l e m e n t e d i s t i n t o s de los esperados. lo q u e le c o n d u c e a p e n s a r e n ello. E n u n a p r e s e n t a c i ó n . resultado e s p e r a d o de determinada acción. Incluye n u e s t r a vestimenta. El p r o p ó s i t o q u e hay q u e m a n t e n e r e n m e n t e es la o b t e n c i ó n de la m á x i m a ganancia con la m í n i m a intervención. Proceso de negociación e n t r e d o s «partes» internas o polaridades. q u e resulte en u n a integración. E n u n e s t a d o d e t r a n c e ligero. P r o p ó s i t o . El p r o p ó s i t o q u e s u b y a c e e n cualquier c o m p o r t a m i e n t o . el lenguaje se c o m p o n e d e declaraciones y/o preguntas. Para q u e u n a i n t e r v e n c i ó n sea eficaz es n e c e s a r i o saber c u á n d o hacerla (agudeza sensorial) y c ó m o hacerla (flexibilidad d e c o m p o r t a m i e n t o ) .

Uso de la voz para destacar ciertas palabras como significativas. lenguaje corporal. que se construye cada persona a partir de sus propias percepciones y experiencias. Ver Coreografía y Disposición o psicogeografía. Típicamente vista como una hilera o «línea» de imágenes. muy utilizado en documentos académicos. sonidos y sentimientos de nuestro pasado. Cambiar lo que uno hace con la suficiente sintonía para ser seguido por la otra persona o el grupo. Lenguaje digital Digital language Lenguaje carente de predicados sensoriales. legales y corporativos. estimulando así la solución creativa a los posibles problemas y dirigiéndose mentalmente más allá de los obstáculos aparentes. cuando experimenta el «ahora» y su línea de tiempo como externos a él. como para cambiar el propio comportamiento e inspirar a otros a seguimos. hacia las metas deseadas. tanto durante como después de la interacción. en toda interacción. Secuencia en la que almacenamos escenas. El acto de liderar. para crear con ellos una comunidad a la que deseen pertenecer. Es fundamental que. utilicemos conscientemente nuestro lenguaje corporal y sepamos interpretar el de los demás. Uso coherente de distintas zonas del espacio para distintas acciones. Marcado análogo Liderazgo Leadersliip Marcado espacial Spatial marking Marcado tonal Tonal marking «As If» Frame Línea de tiempo Timeíine Marco «Como Si» . Ver también Metaespejo. la capacidad de transformar una visión en acción. con la finalidad de asociar ubicación con acción. Pensar desde la suposición de que determinado acontecimiento ocurriera realmente. a través de uno mismo y de otros. etc. Analogue marking Utilización de tono de voz.362 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 363 Constituye el principal canal de comunicación (55 por ciento). si se encuentra en el «ahora» y su línea de tiempo pasa a través de él. presente y futuro. A nivel organizacional.. Manipular Manipulating El sujeto puede estar situado «en el tiempo». Intento de producir un resultado que la otra persona perciba como a costa suya. Disponer de suficiente sintonía mediante el acompañamiento. la capacidad para inspirar y motivar a otros mediante sus propios valores. La disposición inconsciente de los recuerdos pasados y las expectativas futuras de una persona. gestos. para subrayar alguna pieza clave de la comunicación. o «a través del tiempo». Liderar Leading Mapa de la realidad Map of reality Representación única del mundo. A nivel individual.

«Si B no entendió. Sólo puede prestar atención a unas cuantas variables al mismo tiempo y no puede ver ni a largo plazo ni las consecuencias profundas. que consiste en «fingir» o comportarse «como si» algo fuera cierto. Al considerar el «mensaje» como elemento de comunicación. más allá de. ademas de. se impone una primera distinción entre mensaje «deseado» o intentado y mensaje realmente «recibido». la comunicación eficaz es un bucle de realimentación entre «emisor(es)» y «receptor(es)». o como decía el gran psicólogo humanista Cari Rogers. Consta de todo lo que hacemos con nuestra realidad interior. Los mensajes pueden ser verbales (tanto hablados como escritos) y no verbales (desde claves visuales hasta tonos de voz y gestos). A no comunicó». consistente en desplazarse uno mismo (o Mente inconsciente Unconscious mind Meta Meta Metacognición o metaconocimiento Metacognition Metacomentario Metacomment Metaespejo Metamirror . En otras palabras. cuya intención consiste en optimizar la congruencia entre los mensajes deseados y los recibidos. Técnica desarrollada en 1987 por Robert Dilts. Implica un punto de vista desapegado de las propias habilidades. Del griego meta. el «significado» de un mensaje es para el receptor lo que realmente «recibe» del mismo. por ejemplo. sino para poder explicar a otros cómo la hacemos bien. con independencia de la intención del «emisor». Esencialmente. Tener el conocimiento necesario de determinada habilidad no sólo para hacerla bien. «el significado de lu comunicación está en la respuesta que obtienes. Mensaje Message Elemento básico de comunicación. «Usted está leyendo esta explicación». sea lo que fuere lo que intentaste comunicar». Un aforismo de PNL reza. Un comentario sobre un proceso que está ocurriendo. Mensaje deseado o intentado Mensaje recibido Mente consciente Inlended message El contenido que intenta comunicar quien emite el mensaje. Lo que existe en un nivel distinto al de otra cosa.364 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 365 Método para generar recursos. En formación es conveniente marcar espacialmente los metacomeniarios (ver Marcado espacial). Received message Conscious mind El contenido que llega a percibir el receptor del mensaje. Una de las habilidades de comunicación más importantes consiste en asegurarse de que el mensaje intentado se corresponde realmente con el recibido. La parte de la mente que está en la percepción del momento presente. sin percibirlo en el momento presente. después de.

que obscurecen el sentido de una comunicación a través de los procesos de distorsión. Metamensaje Metamessage que se utilizan para recopilar información sumamente específica basada en la percepción sensorial. Conjunto de pautas de lenguaje y preguntas de PNL. la del observador neutral y desapegado. recabando información y recursos de cada una de ellas. así como cuestiones específicas para clarificar e impugnar el lenguaje impreciso. Por ejemplo. sistemáticos y típicamente inconscientes. la metáfora incluye símiles. Modelo que identifica pautas o patrones de lenguaje. a fin de volverlo a conectar con la experiencia sensata y la estructura profunda. Metáfora Metaphor Un relato o figura de expresión. es decir. . que condicionan nuestras experiencias. tanto sobre nosotros mismos como sobre nuestros mensajes. mientras que los metamensajes lo hacen con la parte no verbal de la misma. Los metamensajes son mensajes sobre otros mensajes. que vincula el lenguaje con la experiencia sensorial. que implica una comparación. el «contenido» se relaciona con el aspecto puramente verbal de la comunicación. En PNL. Conjunto de particularidades y cuestiones lingüísticas que denotan. El contenido de u n mensaje viene generalmente acompañado por «metamensajes» de nivel superior (frecuentemente no verbales). Mefciprogram Programa mental habitual que opera a través de múltiples contextos distintos de la vida de una persona. que impliquen una comparación. En muchos casos. el modelo del mundo de una persona. a partir del lenguaje. Metaposición Meta-Position La tercera posición perceptiva. Conjunto de filtros habituales. Diecisiete distinciones de lenguaje. tratar con los detalles más fácilmente que con el conjunto. tener mayor facilidad para fragmentar hacia abajo que hacia arriba. eliminación y generalización. Metaprograma Metamodelo Metamodel Metarresultado Meta-Outcome El máximo valor conseguido por determinado comportamiento (el valor por encima de todo valor). La obtención y el conocimiento del Metaprograma de una persona facilita enormemente la comunicación y la inducción. Desarrollado por Richard Bandler y John Grinder en 1975 y expuesto en su libro The Structure of Magic. Comunicación indirecta mediante un relato o una figura. Nuestro comportamiento está transmitiendo constantemente metamensajes.366 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 367 acompañar a la persona a la que se trata de ayudar) por las 4 posiciones perceptivas. parábolas y alegorías. que enfatizan el mensaje principal o proporcionan pistas sobre cómo debe ser interpretado.

oímos y sentimos el mundo. Suma total de los principios personales de operación de una persona. La descripción del mapa mental de la experiencia de una persona. Modelo del mundo Model of the world 1. global e incluso grandiosa. capacidad. Descripción de las características esenciales de una experiencia o capacidad. oído. olfato. creencias. tiendes a comportarle como Steven Spielberg. La habilidad para intercambiar diferencias y llegar a un acuerdo en que ambas parles salgan ganando. comportamiento. Como dijera Henry David Thoreau. toda misión es divertida. «Si uno avanza con seguridad en la dirección de sus sueños. Es una tela tejida con las distintas hebras de tus intereses. gusto y tacto.368 Misión EL PODER DE LA PAIABRA Glosario cíe PNL y de habilidades deformación 369 Mission El sentido de propósito que te atrae hacia el futuro.. deseos y objetivos. Término lingüístico que denota el proceso de convertir un verbo en un substantivo abstracto. En ocasiones es grande. valores. tus valores. quien dice. Lo que nos permite conferir significado a nuestras experiencias. así como Model Modelo de Milton Milton Model Nominalización Nominalization . Algo estará en un nivel lógico más alio. eliminada o distorsionada. Ver Mapa de la realidad. el significado preciso más útil para ella. emulación o imitación consciente Modelo ModeUing Niveles lógicos Logical levéis Los cinco niveles de percepción útiles para el individuo o la organización. Una combinación de creencias. tus acciones y tu sentido de quien eres. cuando incluya a algo que esté en un nivel lógico más bajo. Negociación Negociation Modalidades sensoriales Sensory Modalitles Nivel lógico Lógica! íeve! Modelado. «Me levanto tan entusiasmado. se encontrará con el éxito insospechado en el momento menos esperado». Constituye la base de la PNL y del aprendizaje acelerado. conducta. Ver Sistemas de. Cuando vives tu misión.. Los cinco sentidos a través de los cuales absorbemos las experiencias: vista. Estos niveles son: Entorno. Utiliza ingeniosamente patrones lingüísticos vagos para que cada persona capte. representación. Unifica tus creencias. que no puedo ni desayunar». Copia generalizada. Lo contrario del Metamodelo. pero antes que nada.a forma en que vemos. Proceso de PNL para el estudio de la secuencia de ideas y conductas que le permiten a alguien realizar excelentemente determinada tarea. capacidad. estados emocionales y sistemas de representación. creencias e identidad Niveles neurológicos Neurological levéis Conocidos también como los diferentes niveles lógicos de la experiencia: entorno. identidad y lo espiritual. según su propia experiencia.

El objetivo es ecológico. p o r ejemplo.) . «ir a p o r ello». e n la q u e la clave de la dificultad se transforma e n e l desencadenante de su superación. etc. s i n o tan sólo inconscientemente. c a m b i a n d o el t o n o d e voz o e l lenguaje c o r p o r a l . n o es imposible. organizados alrededor de valores específicos tales c o m o s e g u r i d a d . Partes Parts C o m p l e j o s de c o m p o r t a m i e n t o s o estrategias. Obtención Eíiciíaíion P a t r ó n d e cita Quotes patlern P a t r ó n lingüístico m e d i a n t e el q u e e x p r e s a m o s n u e s t r o mensaje c o m o s i p r o c e d i e r a d e otra p e r s o n a . P o r e j e m p l o : « U n a p a r t e d e m í q u i e r e adelgazar. R e l a ñ v a / o a la M o d a l i d a d S e n s o r i a l d e l olfato. tal v e z . f u n d a m e n t a d o en los s e n t i d o s y q u e r e ú n e los siguientes criterios para estar bien formado: El objetivo es positivo. d e m a n e r a q u e los d e s t i n a t a r i o s n o lo c a p t e n c o n s c i e n t e m e n t e . T é r m i n o q u e d e s c r i b e el s e n t i m i e n t o de que dentro de u n o mismo conviven distintos c o m p o r t a m i e n t o s . El objetivo es específico.» Subpersonalidades c o n intenciones a veces conflictivas. R e s u l t a d o específico d e s e a d o . es lo q u e h a y q u e h a c e r y n o lo q u e h a y q u e evitar. P u e d e s h a c e r l o . Patrón de Olfativa/o Swish Pattern Técnica generativa d e s u b m o d a l i d a d e s . Q u i e r e s h a c e r l o . p u e d e s prever s u s efectos y asegurarte d e q u e sean positivos para t o d o s los afectados p o r s u c o n s e c u c i ó n . etc. d i r e c c i ó n . motivación y educación. Objetivo Goal R e s u l t a d o final. Olfactory Substitución Operador modal de necesidad Modal operator of necessity T é r m i n o lingüístico para reglas (debe.) Órdenes incrustadas Embedded commands Destacar ciertas frases q u e p o d r í a n c o n s i d e r a r s e p o r sí solas c o m o ó r d e n e s . basada e n la percepción sensorial. Técnica de P N L para c o n s e g u i r i n f o r m a c i ó n .370 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación Operador modal de posibilidad Modal operator of possibility 371 a la p a l a b r a del s u b s t a n t i v o asi f o r m a d o . mientras que otra s i m p l e m e n t e q u i e r e ir a p o r ello». o p o r m e d i o p r e g u n t a s s e g ú n el M e t a m o d e l o . n o otra p e r s o n a . es un «quiero» y n o u n «debería». n o general. h a y q u e . etc. Muy útil para modificar h á b i t o s y respuestas e m o c i o n a l e s . c r e a t i v i d a d . objetivos e intenciones. Way Down. E j e m p l o : «Una p a r t e d e mí anhela seguridad. ya sea m e d i a n t e la observación directa de indicadores n o verbales. q u e p r e s e n t a u n a evidencia definida de é x i t o . Lo h a c e s t ú . Nuevo código New code D e s c r i p c i ó n d e la P N L p r o v e n i e n t e d e la obra de J o h n G r i n d e r y j u d i t h DeLozier en su libro Turtles All the T é r m i n o lingüístico para p a l a b r a s q u e d e n o t a n lo q u e se c o n s i d e r a posible ( p u e d e .

Perceptual position El p u n i ó de vista d e l q u e s o m o s conscientes en todo momento. el del otro ( 2 p o s i c i ó n ) . Haz c u a l q u i e r otra cosa. C a p a c i d a d p a r a tratar c o n c o m p l e j o s d e a c o n t e c i m i e n t o s . habilidades o a c t i t u d e s . Las p e r s o n a s están d o t a d a s de t o d o s los recursos q u e necesitan. « N o t a r o n q u e n o estaban en c o n t a c t o » . cualquier otra p u e d e a p r e n d e r a hacerlo. Future Pacing Representarse m e n t a l m e n t e u n objetivo. «Le pedí q u e m e e s c u c h a r a » . Si u n a p e r s o n a p u e d e hacer algo. se interpreta c o m o una orden. Bajo t o d o c o m p o r t a m i e n t o subyace u n a intención positiva. Primera posición First Position Visión o experiencia del m u n d o a través d e los p r o p i o s ojos y d e l p r o p i o c u e r p o . que i n d i c a n q u é sistema representacional está s i e n d o conscientemente empleado. Predicados Predícales Proceso Process Programación futura Preencuadrar Outjraming P r e s u p o s i c i o n e s Presuposítions Ideas o afirmaciones q u e h a y q u e dar p o r s u p u e s t a s para q u e u n a i n t e r a c c i ó n tenga s e n t i d o . o el d e t o d o el s i s t e m a o globalidad ( 4 p o s i c i ó n ) . El c ó m o de u n a acción o de u n a situación. a a a a Las p r e s u p o s i c i o n e s básicas e n P N L s o n las siguientes: El m a p a n o es el territorio. h a z otra cosa. Toda experiencia tiene u n a estructura. M e n t e y c u e r p o s o n partes del m i s m o sistema. Postulado de conversación Conversadonal postúlale F o r m a h i p n ó t i c a d e lenguaje. Percibir las i n t e r r e l a c i o n e s entre experiencias o acontecimientos aparentemente inconexos. U n a de las tres principales posiciones perceptivas. para asegurar q u e t e n d r á lugar la c o n d u c t a deseada. U n a vez el cerebro h a e n s a y a d o u n proceso de esta m a n e r a . Palabras basadas e n los s e n t i d o s .372 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 373 Pensamiento sistémico Systemic thinkmg P e n s a r e n t é r m i n o s de influencia m u t u a . relaciones y causa-efecto. el c o m p o r t a m i e n t o s e . El significado d e t u c o m u n i c a c i ó n es la respuesta q u e o b t i e n e s . No puedes N O comunicarte. Si lo q u e h a c e s n o funciona. e n lugar d e dacerlo c o n acciones individuales d e forma lineal. para u n futuro imaginario e n el q u e s e r á n necesarios. Establecer p r e v i a m e n t e u n e n c u a d r e q u e excluye posibles objeciones. Las p e r s o n a s t o m a n s i e m p r e la mejor opción disponible. U n a p r e g u n t a que. Pistas de acceso Posición perceptiva Accessing cues Ver C l a v e s d e a c c e s o . Ensayar m e n t a l m e n t e n u e v o s c o n o c i m i e n t o s . P u e d e ser el n u e s t r o ( I p o s i c i ó n ) . s e p a r a d o s e n el t i e m p o y e n el espacio. Por e j e m p l o : «Tal c o m o yo lo veo». Ver A s o c i a d o y Posición perceptiva. el de u n o b s e r v a d o r objetivo y n e u t r a l ( 3 p o s i c i ó n ) .

e x p e r i e n c i a s . Ver Linea d e l orientation in tiempo. e s t a d o s . C a m b i a r el m a r c o o el significado d e referencia d e u n a c o n t e c i m i e n t o . Habilidad m u y útil para resumir. La Realimentación Positiva a n i m a a c o n t i n u a r c o n los m i s m o s c o m p o r t a m i e n t o s . E s t u d i o de la e s t r u c t u r a d e la e x p e r i e n c i a subjetiva. R e e n c u a d r e d e l Contení contenido reframing Información visual. m a n t e n e r la s i n t o n í a y c o n s o l i d a r el compromiso. (NLP) Recursos Resources Cualquier medio q u e p o d a m o s utilizar para a l c a n z a r u n objetivo: fisiología. auditiva y cinestésica q u e vuelve a nosotros c o m o respuesta a n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o . U n r e s u m e n m u y preciso. Tomar u n a afirmación y d a r l e o t r o s e n t i d o . Evita q u e se d i s t o r s i o n e n las ideas originales y es útil p a r a r e p a s a r las p u n t o s clave. P r o c e s o q u e tiene c o m o objetivo conectar estados de recursos con claves específicas o anclas.374 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Recapitulación Baktracking 375 hallará a u t o m á t i c a m e n t e d i s p o n i b l e . Ver también A n c l a d o y Estados de Recursos. dirigiendo la a t e n c i ó n a otra parte d e s u contenido mediante la p r e g u n t a : «¿Qué otra cosa podría significar esto?» C a m b i a r el c o n t e x t o de u n a afirmación p a r a darle o t r o s e n t i d o . acontecimientos y posesiones. preguntando: «¿Dónde quedaría bien esta afirmación?» graphy R e a l i m e n t a c i ó n Peedback o retroalimentación R e e n c u a d r e d e l Context contexto reframing . proporcionando nuevas opciones. Programación NeuroN e u r o l i n g ü í s t i . e n el q u e la u t i l i d a d y n o la a u t e n t i c i d a d es el criterio m á s i m p o r t a n t e para el éxito. Cuestionar de qué manera una afirmación o u n c o m p o r t a m i e n t o específicos c o n t r i b u y e n a alcanzar d e t e r m i n a d o objetivo. de m o d o q u e tales r e c u r s o s e m e r j a n de forma a u t o m á t i c a e n presencia d e dichas claves. Dicho p r o c e s o c a m b i a la perspectiva d e la p e r s o n a . c a d a vez q u e se p r e s e n t e este c o n t e x t o futuro. PsychogeoVer D i s p o s i c i ó n . u n p r o c e s o de redefinición e n el q u e se valida el beneficio s e c u n d a r i o q u e c o r r e s p o n d e a la i n t e n c i ó n de u n c o m p o r t a m i e n t o d e t e r m i n a d o . u t i l i z a n d o las m i s m a s p a l a b r a s clave y el m i s m o t o n o d e voz q u e s e utilizaron o r i g i n a l m e n t e . los d e m á s . mientras q u e la R e a l i m e n t a c i ó n Negativa indica diferencia y a n i m a al cambio de comportamientos. C o n f i r m a r los p u n t o s clave del discurso d e otra persona. time. e m p l e a n d o p r i n c i p a l m e n t e para ello s u s p r o p i a s p a l a b r a s y expresiones. estrategias. a c e p t a d o p o r lodos. En PNL. Prueba de relevancia o de pertinencia Relevcirtcy challenge Reencuadre Reframing Pseudo orientación en el t i e m p o Psicogeografía Reorientar a u n a p e r s o n a e n el pasado Pseudoo en el futuro. p e n s a m i e n t o s .Linguistic ca ( P N L ) Programming Proceso de creación d e m o d e l o s de excelencia h u m a n a .

. evaluar qué es lo que realmente quiere el que la formula. Ver Posición perceptiva. sabores. Representaciones internas Interncü repre. Proceso espontáneo de comunicación. ante una pregunta. ¡antes de abrir la boca! Ver o experimentar un acontecimiento desde la perspectiva y la experiencia de la persona con la que estamos interactuando. Una de las cuatro principales posiciones perceptivas. Synesthesia Resultado Outcome Enlace automático entre un sentido y otro. La capacidad para atender a muchas variables a la vez.376 Reflejar EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Seguir la pista Tracking 377 Mirroring Colocarse en la posición de otra persona para sintonizar con ella. deseo o sueño.Todos nuestros pensamientos y sentations sensaciones. su lenguaje corporal. combinados con imágenes. Ver Sintonía. los niveles de interés de la misma para el resto del grupo. que cumple las Condiciones de Buena Formación del logro de objetivos. Ver también Objetivo. Resisíemce Cualquier obstáculo para la comprensión o la acción. Todo ello. Prestar atención a determinados aspectos de la interacción. igualando sus palabras. Reflejo cruzado Cross over mirroring Corresponder al lenguaje corporal de otra persona con movimientos de otro tipo. y lo que éste obtendría de cada respuesta posible. Patrones de información que creamos y almacenamos en nuestra mente. Toda resistencia existe únicamente en virtud de un empuje continuado en la dirección contraria. Ver Dar un salto. Ver Acompañamiento. Un objetivo. Seguir múltiples pistas Muititracfeing Relación Rapport Representación Representation Codificación o almacenamiento en la mente de la información basada en los sentidos. Puede hacerse de modo consciente o. marcar con el pie el ritmo de su lenguaje. su tono de voz y Sintonía Rapport Saltar Seguimiento Overlap Pacing . con la práctica. El estado correspondiente a encontrarse en la misma «longitud de onda» que otra persona.. olores y sensaciones. La consecuencia lógica del proceso de obtención de un objetivo. inconsciente. el tiempo disponible para responderla. a estar «sintonizado» con ella. Por ejemplo. por ejemplo. sonidos. La sintonía se presenta cuando se refleja o se comparte el comportamiento de otra persona en una diversidad de niveles. Segunda Posición Second Position Resistencia Signos / Señales de acceso / exploración Sinestesia Accessing cues Ver Claves de acceso.

378 El. Sistémico Systemic Relativo a los sistemas. Substantivos que no especifican a qué o a quién se refieren. Auditiva (oído). decirme X?». George Miller estableció que los seres humanos estaban capacitados para manejar simultáneamente 7 ± 2 fragmentos de información. Unconscious Submodalities Ver Inconsciente. brillo. por ser las formas en que el cerebro humano representa los recuerdos e ideas. en lugar de «Dígame X».La Modalidad Sensorial más desarrollada y utilizada por una sentacional pre. dentro de cada sistema representativo. Constituye la base de la influencia. Sistemas de Representador! Sentidos internos. antes que la relación lineal de causa y efecto. Las personas orientadas al detalle utilizan «pequeñas porciones». Sistema representacional que está recabando información para traspasarla a la consciencia. las Submodalidades incluirán movimiento. Cinestésica (sensaciones corporales). utilizando un tono de voz suave o una introducción como: Submodalidades críticas Critical Aquellas que. la forma en que representación al systems pensamos. Los componentes que forman una modalidad sensorial. al ser modificadas. Submodalities provocarán automáticamente cambios en las restantes submodalidades. que contempla las relaciones y las consecuencias en el tiempo y en el espacio. Submodalidades Sistema director Lead system Sistema repre. Subconsciente Sintonizar Rapport slablishing «¿Podría Vd. para pensar ferido System conscientemente y organizar su experiencia. En PNL existen cinco sistemas de representación principales: Visual (vista). lo hacen mediante «grandes porciones». Substantivos L7nespeci/ied inespecificados nouns Tamaño de la porción Chunfe Size Suavizadores Softeners . Capacidad para generar respuestas de otra persona. Ejemplo: En la modalidad visual. Olfativa (olfato) y Gustativa (gusto). Proceso natural de emular y alinearse con otra persona.. enfoque. Ver Patrón de Substitución. Distinciones y matices. ven la gran panorámica. color. Aquellas que en cambio piensan en términos generales. PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 379 acompañando sus valores y creencias.Preferred Re.presentational persona. Patrones lingüísticos destinados a amortiguar el impacto de una afirmación o de una pregunta directa. etc. Se denominan de representación. dimensión. Las unidades estructurales más pequeñas de nuestros pensamientos. Cualidades de nuestras representaciones internas. de ahí la extensión de los números de teléfono. Cantidad de información o nivel de especificidad considerado en cada momento.

Verbos cuyo adverbio ha sido eliminado y que no especifican cómo se realizó la acción. Constituyen uno de los niveles lógicos. Ver Criterios. Proceso por el que percibimos la experiencia a través de las posiciones I .Map of reality Ver Mapa de la realidad y Modelo del lidad mundo. Tratamiento de Exercices los ejercicios processing Verbos Unespecified inespecificados verbs Vincular Triple descripción Triple dcscription Linfeing Visión Vission Utilización Ufilisaíion La habilidad de aprovechar cualquier comportamiento o incidencia. Trance Estado alterado. Lo que es importante para nosotros. con el fin de dotar de continuidad a la misma. La película mental de cómo alcanzarás tu Misión.380 Tercera Posición EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación Variedad requerida Requisite Varíety 381 Third Position Ver o experimentar un acontecimiento como un observador externo al mismo. así como de los Resultados producidos por ella. Generador de nuevo comportamiento y Programación futura. Sesión de comentarios y preguntas después de realizar un ejercicio. La proyección mental del camino futuro que te conduce al cumplimiento de la Misión. será el elemento que controle el sistema. 2" y 3 . Valores equivalentes Valué equivalents Visualización Visuaiizaíion . Se averiguan preguntando: «¿Qué es importante para ti?» Las reglas de cumplimiento para qu se cumplan los valores. Considerar una experiencia desde las tres posiciones perceptivas básicas: Primera. mediante pocos estímulos. o visión del mundo Visual Visual Relativo a la Modalidad Sensorial de la vista. Lo que tiene que suceder para que i valores sean satisfechos. con el fin de poner de. Segunda y finalmente Tercera Posición. con un foco de atención dirigido al interior. a a Trance Capacidad de flexibilidad de pensamiento y conducta. Lo que impulsa nuestros actos. Ver Posición perceptiva. Proceso de ver imágenes en nuestra mente. Ver también Estrategia. Los estados o experiencias que nos importan. relieve los distintos aspectos del aprendizaje. Explicitar las conexiones entre las distintas parles de la comunicación al pasar de una a la siguiente. para favorecer los objetivos de la formación. La teoría de sistemas postula que el elemento de un sistema dotado de la mayor flexibilidad de comportamiento. El proceso no queda especificado. Valores Valúes Visión de la rea.