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M´todos Estat´ e ısticos 2012/2013 Grupo de Exerc´ ıcios 3: Vari´veis Aleat´rias e Distribui¸oes de a o c˜ Probabilidade

34. Na lista que se segue, identifique o tipo de vari´vel aleat´ria (discreta ou cont´ a o ınua). No caso da vari´vel aleat´ria ser discreta diga quais os valores que pode tomar. a o (a) Um cientista tem um compartimento com 20 cobaias, das quais 15 s˜o machos e a 5 s˜o fˆmeas. Para proceder a sua experiˆncia, retira aleat´riamente 6 cobaias do a e ` e o compartimento. A vari´vel aleat´ria ´ X: n´mero das que s˜o fˆmeas. a o e u a e (b) Uma experiˆncia consiste em medir o tempo que leva uma equipa de socorro a e responder a uma chamada de emergˆncia. e (c) Uma pessoa em dieta est´ interessada na vari´vel aleat´ria representativa da a a o quantidade de peso perdido numa semana. (d) Um economista est´ interessado na vari´vel aleat´ria representativa do n´mero a a o u de pessoas que, por dia, pedem subs´ ıdio de desemprego no concelho do Porto. (e) Um farmacˆutico est´ interessado na quantidade de xarope a ministrar aos pae a cientes. (f) Uma experiˆncia consiste no lan¸amento de dois dados e na observa¸˜o da soma e c ca dos pontos obtidos. (g) Uma experiˆncia consiste em medir o tempo que um programa de computador e leva a correr. 35. Um estudo recente indica que o n´mero de crian¸as em fam´ u c ılias que recebem assistˆncia e social nos Estados Unidos segue a seguinte distribui¸ao de probabilidade: c˜ x f (x) (a) Determine P (X = 4). (b) Determine P (X ≤ 2) e P (X < 2). (c) Determine a probabilidade de que uma fam´ selecionada ao acaso na assistˆncia ılia e social tenha 1, 2 ou 3 crian¸as. c 36. O n´mero de batimentos de asas por segundo em voo de uma esp´cie de borboleta u e segue a seguinte fun¸˜o de probabilidade: ca x f (x) (a) Determine b. 8 6 7 8 9 10 0.05 0.1 0.6 0.15 b 0 1 2 3 4 0.1 0.15 0.27 0.30 a

(b) Determine P (X ≤ 8) e P (X < 8). (c) Determine a m´dia e variˆncia da vari´vel aleat´ria em causa. e a a o 37. Determine a fun¸ao de probabilidade para a seguinte vari´vel aleat´ria: “Diferen¸a c˜ a o c dos n´meros obtidos no lan¸amento de dois dados, um branco e outro vermelho” (a u c subtra¸ao deve ser feita na ordem vermelho menos branco). c˜ 38. Um empregador tem quatro vagas para preencher. Existem oito candidatos igualmente qualificados, quatro s˜o mulheres e quatro s˜o homens. Os seus nomes s˜o colocados a a a numa caixa, e s˜o escolhidos quatro aleatoriamente. Seja X a vari´vel aleat´ria reprea a o sentativa do n´mero de mulheres escolhidas. u (a) Determine a fun¸ao de probabilidade de X. c˜ (b) Qual a probabilidade de serem escolhidos exatamente dois homens e duas mulheres? (c) Qual a probabilidade de a maioria dos selecionados ser homem? (d) Ficaria surpreendido se fosse selecionada no m´ximo uma mulher? E se nenhuma a fosse selecionada? Explique com base nas probabilidades obtidas em (a). 39. Seja Y a percentagem do aumento de custo de vida num determinado ano. A fun¸ao c˜ densidade de probabilidade de Y est´ representada na figura seguinte: a

−5

I
0

II
5

III IV 10 15 20

25

(a) O que significa Y assumir valores negativos? (b) No caso do total das areas I, II, III e IV ter o valor 0.99, qual ´ probabilidade de ´ e que o custo de vida diminua? (c) Qual a probabilidade representada pela area da regi˜o II ? E pela das regi˜es III ´ a o e IV conjuntamente? (d) Determine P (Y = 15%). 40. De uma v.a. X sabe-se que • os valores poss´ ıveis s˜o 0, 2 e 4 a • P (X = 0 ∪ X = 2) = 0.8 3 • P (X = 0) = P (X = 4) 2 (a) Determine a fun¸ao de probabilidade de X. c˜ 9

(b) Determine a fun¸ao de distribui¸ao. c˜ c˜ (c) Calcule a variˆncia de X. a (d) Calcule P (X ≤ 1), P (X < 4), P (X ≥ 1) e P (0 < X ≤ 2). 41. Uma vari´vel aleat´ria X segue uma lei de probabilidade com fun¸ao de distribui¸˜o a o c˜ ca F (·) dada por  x<0  0   2  x /3 0 ≤ x < 1 F (x) =  x/3 1 ≤ x < 3    1 x≥3 Determine a fun¸ao densidade de probabilidade f (·) de X e mostre que se trata realc˜ mente de uma densidade de probabilidade. 42. Suponha que a vari´vel aleat´ria X tem fun¸ao densidade de probabilidade a o c˜ f (x) = ax + b 0 ≤ x ≤ 12 0 restantes valores de x

(a) Que condi¸˜es devem satisfazer a e b para que f seja de facto uma densidade de co probabilidade? (b) Determine o valor esperado de X em fun¸ao de a e b. c˜ (c) Sabendo que E(X) = 8, calcule o valor das constantes a e b. (d) Determine a fun¸ao de distribui¸ao de X. c˜ c˜ (e) Calcule V (X). 43. Dez por cento de uma dada popula¸˜o tem sangue do tipo B. Numa amostra aleat´ria ca o de 20 pessoas, calcule a probabilidade de existirem no m´ximo duas com sangue do a tipo B. 44. Num armaz´m est˜o preparadas para distribui¸˜o 500 embalagens de um produto e a ca ´ efetuada uma inspe¸˜o sobre uma amostra de 10 das quais 50 est˜o deterioradas. E a ca embalagens escolhidas ao acaso com reposi¸˜o. ca (a) Qual a probabilidade de que a inspe¸ao rejeite a distribui¸ao do lote quando s´ c˜ c˜ o s˜o admitidas no m´ximo 3 embalagens deterioradas na amostra? a a (b) Numa amostra de 100 embalagens, quantas se esperariam que estivessem deterioradas? 45. O n´mero de carac´is em pequenos lotes de tamanho fixo, num dado terreno, tem a u o seguinte distribui¸ao: c˜ no de carac´is o probabilidades 0 1 2 3 4 5 8 15 0.69 0.18 0.07 0.02 0.01 0.01 0.01 0.01

(a) Determine a m´dia e a variˆncia do n´mero de carac´is por lote. e a u o 10

(b) Acha que a vari´vel em quest˜o poder´ seguir uma distribui¸ao de Poisson? a a a c˜ 46. Num surto de gripe, sup˜e-se que 15% das pessoas de uma certa cidade contrair˜o a o a doen¸a. c (a) Qual ´ a probabilidade de, em 15 pessoas escolhidas ao acaso, exatamente uma e contrair a gripe? (b) Calcule a probabilidade de, em 100 pessoas escolhidas ao acaso, pelo menos 95 n˜o serem afetadas pela gripe. Entre as 100 pessoas quantas espera que sejam a atingidas pela gripe? 47. Seja X uma vari´vel aleat´ria com distribui¸˜o normal com m´dia 5 e variˆncia 16. a o ca e a Use as tabelas para encontrar: (a) P (X > 6), P (X < 3.7), P (4 ≤ X < 7). (b) a, tal que P (X > a) = 0.25; b, tal que P (X < b) = 0.10.

48. A dura¸ao de pequenos an´ncios (entre 5 a 12 segundos) numa cadeia de televis˜o c˜ u a pode ser considerada como vari´vel aleat´ria com distribui¸˜o uniforme. a o ca (a) Qual a probabilidade de um pequeno an´ncio ter dura¸˜o superior a 7 segundos? u ca (b) Calcule a m´dia e o desvio padr˜o da dura¸˜o dos an´ncios. e a ca u (c) Se num intervalo forem exibidos 15 an´ncios, qual a probabilidade da dura¸ao u c˜ total dos an´ncios ser superior a 2 minutos? u 49. Considere uma popula¸ao de estudantes na qual 4% dos indiv´ c˜ ıduos medem menos de 1.6 m e 12% medem mais de 1.8 m. Suponha que a altura desses indiv´ ıduos segue uma distribui¸ao normal. Determine os parˆmetros dessa distribui¸ao. c˜ a c˜ 50. Numa pequena aldeia todos os anos se realiza um concurso de trepar ao pau de sebo. Sabe-se por anos anteriores que a altura a que consegue trepar cada um dos concorrentes segue uma distribui¸˜o normal de m´dia 2.5m e desvio padr˜o 0.8m. ca e a (a) Determine a altura m´xima a que sobem os 10% piores concorrentes. a (b) Qual ´ a probabilidade de um concorrente trepar mais do que 3.18m? e (c) Sabendo que h´ 18 concorrentes inscritos para o concurso, determine a probabia lidade aproximada de pelo menos 4 concorrentes conseguirem trepar mais do que 3.18m. 51. Sabe-se que, durante o per´ ıodo das 9 `s 20h, em m´dia, 5 pessoas por hora recorrem a e a um determinado telefone p´blico. u (a) Qual ´ a probabilidade de 7 pessoas utilizarem este telefone entre as 10 e 11h num e dia qualquer? (b) Calcule a probabilidade de, pelo menos 20 pessoas recorrerem a este telefone num intervalo de 5 horas escolhido ao acaso no per´ ıodo das 9 as 20h. ` 11

(c) Qual ´ a probabilidade de que se passem, pelo menos, 15 minutos entre a chegada e de duas pessoas a esta cabine telef´nica? o (d) Qual a probabilidade de que no per´ ıodo das 9 `s 20h pelo menos 60 pessoas a recorram a esse telefone? 52. Uma garagem de pronto socorro est´ aberta de segunda a sexta-feira. Admite-se que a o n´mero de clientes que, por dia, recorre a esta garagem segue uma lei de Poisson de u parˆmetro 5. a (a) Qual ´ a probabilidade de, numa segunda-feira, o n´mero de clientes ser superior e u a 1? (b) Qual o n´mero esperado de clientes por semana? u 53. A altura dos indiv´ ıduos adultos de uma certa regi˜o segue uma distribui¸˜o normal de a ca m´dia 1.75 m e desvio padr˜o 4.55 cm. e a (a) Determine a probabilidade de um indiv´ ıduo dessa popula¸ao medir pelo menos c˜ 1.73 m. (b) Determine a probabilidade de 8 entre 20 adultos dessa regi˜o, medirem no m´ximo a a 1.73 m. (c) Determine a probabilidade de entre 100 indiv´ ıduos dessa popula¸ao, pelo menos c˜ 5 medirem mais do que 1.85 m. 54. O n´ total de colesterol (em mg/dL) em mulheres de uma determinada popula¸˜o ıvel ca segue uma distribui¸˜o normal com m´dia 227 e desvio padr˜o 40.8. ca e a (a) Qual a probabilidade de uma mulher dessa popula¸˜o ter n´ total de colesterol ca ıvel inferior a 240 mg/dL ? (b) Determine a probabilidade de que entre 15 mulheres dessa popula¸ao 8 tenham c˜ n´ total de colesterol superior a 240 mg/dL. ıvel (c) Em 200 mulheres selecionadas ao acaso dessa popula¸˜o; ca i. qual a probabilidade de que pelo menos 150 tenham o n´ total de colesterol ıvel inferior a 240 mg/dL ? ii. quantas espera terem n´ total de colesterol superior a a 210 mg/dL ? ıvel iii. qual a probabilidade de que 5 tenham colesterol superior a 240 mg/dL ? 55. Considere a seguinte experiˆncia envolvendo g´meos: Dez cartas em cima de uma mesa e e est˜o viradas para baixo. Cada carta pode ter uma de quatro cores. Um dos g´meos a e olha para uma carta, concentra-se na cor e tenta comunicar mentalmente essa cor ao seu irm˜o g´meo, que tenta adivinhar a cor. Seja X o n´mero de cartas corretamente a e u identificadas. (a) Qual ´ a probabilidade de uma carta ser corretamente identificada se o segundo e g´meo se limita a escolher uma cor aleatoriamente? e 12

(b) Calcule o valor esperado de cartas corretamente identificadas no caso de o segundo g´meo estar a fazer as suas escolhas de modo aleat´rio. e o (c) No fim da experiˆncia s˜o obtidas 6 respostas corretas. Determine a probabilie a dade de obter um resultado pelo menos t˜o bom como este no caso de respostas a aleat´rias. o (d) Com base na al´ ınea anterior, qual a sua opini˜o acerca da possibilidade dos g´meos a e terem capacidade para comunicar mentalmente? 56. Um dos objetivos de uma disciplina de m´sica ´ o de um estudante ser capaz de u e distinguir a m´sica de Bach, Beethoven, Mozart e Brahms. Numa das partes do exame u final, o professor toca cinco segmentos musicais curtos e pede ao aluno que identifique o compositor de cada um deles. Um dos alunos resolve responder aleatoriamente. Seja X o n´mero de segmentos identificados corretamente. u (a) Determine a fun¸ao de probabilidade de X. c˜ (b) Determine o valor esperado, a variˆncia e o desvio padr˜o de X. a a (c) Calcule P (X = 0) e P (X > 4). (d) Com este teste o professor assume, que se o aluno identifica 4 ou 5 segmentos corretamente ent˜o ele aprendeu a distinguir os compositores. O que pensa acerca a deste m´todo de avalia¸ao? Justifique com as probabilidades envolvidas. e c˜ 57. Entre os diab´ticos o n´ de glucose no sangue em jejum X tem aproximadamente e ıvel distribui¸ao normal com m´dia 106 mg/100 ml e desvio padr˜o 8 mg/ 100 ml. c˜ e a (a) Determine P (X ≤ 120mg/100ml). (b) Qual a percentagem de diab´ticos que tˆm n´ e e ıveis entre 90 e 120 mg/ 100 ml ? (c) Determine x tal que 25% dos diab´ticos tem o n´ e ıvel de glucose no sangue em jejum menor do que x. 58. Em condi¸oes normais, um certo f´rmaco tem um pH normalmente distribu´ com c˜ a ıdo m´dia 9 e variˆncia 0.25. Caso o pH seja ou muito alto ou muito baixo, o f´rmaco n˜o e a a a ´ aceit´vel pois pode causar efeitos secund´rios graves ou ser ineficaz. Assim, se uma e a a amostra do f´rmaco estiver abaixo ou acima dos 15% da distribui¸ao, ele ´ considerado a c˜ e inaceit´vel. a (a) Determine em que intervalo deve estar o pH de uma amostra para que o f´rmaco a seja aceit´vel. a (b) Numa embalagem contendo 50 f´rmacos, qual a probabilidade do pH m´dio dessa a e embalagem se encontrar no intervalo ]8.95, 9.05[ ?

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Nos exerc´ ıcios seguintes deve usar o software R (www.r-project.org) 59. Determine (a) P (X > 20) onde X ∼ B(40, 06). (b) P (X = 15) onde X ∼ B(20, 0.45). (c) P (X ≤ 12) onde X ∼ P (15). (d) P (X ≥ 5.45) onde X ∼ N (4.3, (1.6)2 ). (e) a: P (X ≤ a) = 0.72 onde X ∼ N (4.3, (1.6)2 ). 60. Obtenha amostras aleat´rias de dimens˜o 100 das seguintes popula¸˜es o a co (a) Binomial com parˆmetros n = 20 e p = 0.6; a (b) Poisson com parˆmetro λ = 4. a Para cada uma dessas amostras calcule a m´dia, variˆncia, desvio padr˜o e mediana. e a a Repita o exerc´ com amostras de dimens˜o 100000. O que observa? ıcio a 61. Obtenha amostras aleat´rias de dimens˜o 100 das seguintes popula¸˜es o a co (a) Normal com parˆmetros µ = 0 e σ = 1; a (b) Normal com parˆmetros µ = 7 e σ = 0.5; a (c) Exponencial parˆmetro 5. a Represente no mesmo gr´fico a fun¸˜o densidade de probabilidade e o histograma da a ca amostra obtida. Repita o exerc´ com amostras de dimens˜o 100000. O que observa? ıcio a 62. Na folha com a designa¸ao Propriedades fornecida juntamente com as tabelas pode c˜ ler-se o texto seguinte referente a uma vari´vel aleat´ria X, tal que X ∼ B(n, p) : a o Se n > 25, 0.1 ≤ p ≤ 0.5 e np > 5 ou n > 25, 0.5 ≤ p ≤ 0.9 e n(1 − p) > 5 pode utilizar-se a aproxima¸ao c˜ Y = com corre¸ao de continuidade. c˜ Para perceber melhor esta aproxima¸ao, num mesmo gr´fico represente o gr´fico de c˜ a a barras correspondente a distribui¸˜o binomial com parˆmetros n e p = 0.3 e a fun¸˜o ` ca a ca densidade da distribui¸ao normal adequada, para os seguintes valores de n: 5,10,25,50. c˜ X − np np(1 − p) ∼ N (0, 1)

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Métodos Estatísticos 2012/2013 Grupo de Exercícios 4: Análise inicial dos dados: Estatística Descritiva e Análise Exploratória dos Dados
63. Em Applied Life Data Analysis (Wiley, 1982), Wayne Nelson apresenta o tempo em minutos de quebra de um fluído isolante entre eléctrodos a 34kV.
0.19 0.78 0.96 1.31 2.78 3.16 4.15 4.67 4.85 6.50 7.35 8.01 8.27 12.06 31.75 32.52 33.91 36.71 72.89

Resolva as seguintes questões à mão e no R:
a) Construir o histograma. b) Determinar a média, variância,desvio-padrão e mediana da amostra. c) Desenhe o diagrama caixa-dos-bigodes para esta amostra.

64. Considere a seguinte tabela de frequências xi fi
115 4 116 6 117 9 118 13 119 15 120 19 121 20 122 18 123 15 124 10

Resolva as seguintes questões à mão e no R:
a) Determinar a média, variância e desvio-padrão da amostra. b) Determinar a mediana e a moda. c) Calcule o coeficiente de variação.

65. Um artigo em Technometrics (Vol. 19 1977, p. 425) apresenta os seguintes dados para a taxa de octanas presente em vários tipos de gasolina (fazer download dos dados da página web da disciplina).
88.5 87.7 83.4 94.7 91.1 91.0 88.2 90.8 88.3 88.5 90.1 89.2 93.3 91.8 92.3 87.4 88.4 88.9 91.1 92.6 89.8 90.5 93.7 92.7

1

86.7 87.5 91.5 88.6 100.3 95.6 93.3

94.2 87.8 89.9 88.3 87.6 84.3 86.7

98.8 94.2 92.7 93.2 91.0 90.3 93.4

88.3 85.3 87.9 88.6 90.9 89.0 96.1

90.4 90.1 93.0 88.7 89.9 89.8 89.6

91.2 89.3 94.4 92.7 91.8 91.6 90.4

90.6 91.1 90.4 89.3 89.7 90.3 91.6

92.2 92.2 91.2 91.0 92.2 90.0 90.7

a) Construir um gráfico de caule-e-folhas. b) Construir a tabela de frequências e o histograma. c) Calcular a média, variância e desvio-padrão da amostra (no R e à mão).

66. O aumento de peso, em gramas, em dois conjuntos de animais submetidos a diferentes dietas foram: Grupo A Grupo B 56 67 42 48 55 61 52 39 47 58 50 40 59 62 44 57 78 34 37 72 58 68 27 55 65 40 75 33 66

Utilize os diagramas de caixa (à mão e no R) no estudo da diferença entre os dois tipos de dieta.

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R – Exemplos simples de utilização (versão 2.2.0) (R disponível em www.r-project.org) Operações sobre matrizes e vectores x=c(1,2,3,4,5) x%*%x x*x A=matrix(c(1,3,2,4),2,2) A B= matrix(c(5,7,6,8),2,2) B A+B A%*%B A*B t(A) c=A[,1] c d=matrix(A[,1],2,1) d dim(A) length(c) dim(d) (definição de um vector linha) (produto escalar de x) (produto elemento a elemento)

(produto matricial) (produto elemento a elemento) (matriz transposta de A)

(a instrução “dim(c)” dá erro)

Definição de vectores e representação gráfica de funções x=seq(1,5,0.2) x y=seq(0,2*pi,pi/8) y z=seq(10,0,-2) z plot(y,sin(y),”n”) lines(y,sin(y))

(com o argumento “n” o gráfico surge vazio, mas esta instrução é necessária para de seguida indicar o comando “lines”)

Operações aritméticas simples 3+7 x=4*5 x sqrt(x) x=c(-1/3,sqrt(3),(1+2+3)*4/5,(-1)^3) x x[4]=log10(1005) x x[5]=abs(x[1]) x Utilização de “strings” de texto s=”Ola” s

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s=paste(s,”, boa tarde”,sep=””) Exemplo com função polinomial polyroot(c(-1,0,1)) Definição de um procedimento Na janela principal do R (“R Console”), seleccionar “File-New script”. Carregar no botão para maximizar a janela para que apareçam as barras de ferramentas. Escrever as seguintes linhas de comando: a=2 b=3 y=a+b print(paste(a,”+”,b,”=”,y)) Guardar o ficheiro (“File-Save as” ou clicar no botão respectivo) e dar um nome ao ficheiro seguido da extensão “.R”. Na janela principal do R, seleccionar “File-Change dir” e seleccionar o caminho onde foi guardado o ficheiro, e de seguida “File-Source R code” e seleccionar o ficheiro guardado. O procedimento é executado. Definição de uma função Na janela principal do R (“R Console”), seleccionar “File-New script”. Carregar no botão para maximizar a janela para que apareçam as barras de ferramentas. Escrever as seguintes linhas de comando: soma=function(a,b){ resultado=a+b print(paste(a,”+”,b,”=”,resultado)) } Guardar o ficheiro (“File-Save as” ou clicar no botão respectivo) e dar um nome ao ficheiro seguido da extensão “.R”, neste caso o mais indicado seria “soma.R”. Na janela principal do R, seleccionar “File-Change dir” e seleccionar o caminho onde foi guardado o ficheiro, e de seguida “File-Source R code” e seleccionar o ficheiro guardado. A função passa a ser reconhecida pelo R. Na janela principal do R, executar “soma(2,3)”. Surge de seguida [1] "2 + 3 = 5" Comandos de ajuda Através da janela principal do R (“R Console”): help.search(“palavras-chave separadas por espaço”) help(“nomedafunção”) ou ?nomedafunção Ou através do menu “Help” da janela principal do R (pesquisa por palavras-chave) (ajuda específica de uma função) (raízes do polinómio -1+0*x+1*x2)

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M´todos Estat´ e ısticos 2012/2013 Grupo de Exerc´ ıcios 5: Intervalos de Confian¸a e Testes de Hip´teses c o
67. Suponha que X ∼ N (µ, σ 2 ) com σ 2 = 4. Com base na amostra 27.1 29.3 31.5 33.0 30.1 30.9 28.4 32.4 31.6 28.9 27.3 29.1 (a) construa um intervalo de confian¸a a 95% para µ; c (b) teste a hip´tese H0 : µ = 30 contra H1 : µ = 30, com n´ de significˆncia de 1%. o ıvel a 68. Suponha que a precipita¸ao anual num dado local tem distribui¸˜o normal com m´dia c˜ ca e 75mm e variˆncia desconhecida. Nos ultimos 8 anos, registaram-se os seguintes valores a ´ de precipita¸ao: c˜ 85.3 84.3 68.5 77.8 77.3 88.0 71.0 80.3 (a) Construa um IC a 95% para µ. (b) Teste a hip´tese de que a precipita¸˜o anual se tenha alterado, isto ´, pretende-se o ca e testar H0 : µ = 75 contra H1 : µ = 75. 69. Pretende-se saber se os dados recolhidos por investigadores evidenciam uma diferen¸a c de m´dias dos n´ e ıveis de acido urico entre indiv´ ´ ´ ıduos normais e indiv´ ıduos com s´ ındrome de Down. O conjunto de dados consiste em medidas de acido urico em 12 indiv´ ´ ´ ıduos com s´ ındrome de Down e 15 indiv´ ıduos normais. Os valores (em mg/100ml) das m´dias e correspondentes s˜o de 4.5 e 3.4 e dos desvios-padr˜o s˜o 1 e 1.225, respetivamente. a a a 70. Foram medidos os n´ ıveis de destrui¸˜o dos pulm˜es numa amostra de 9 indiv´ ca o ıduos n˜o a fumadores e 16 indiv´ ıduos fumadores. Pretende-se saber se se pode concluir, com base nestes dados, que os n´ ıveis de destrui¸ao nos dois grupos s˜o diferentes. c˜ a N˜o fumadores 5.3 a Fumadores 16.6 12.0 13.8 9.8 21.2 11.1 12.4 10.9 14.8 9.5 13.9 11.3 26.5 17.4 15.3 15.8 12.3 18.6 24.1 16.5 21.8 16.3 23.4 18.8

71. Para comparar dois m´todos para determinar a percentagem de ferro num composto, e 10 compostos foram analisados pelos dois m´todos com os seguintes resultados: e Composto 1 2 3 4 5 M´todo A e 13.3 17.6 4.1 17.2 10.1 M´todo B Composto e 13.4 6 17.9 7 4.1 8 17.1 9 10.1 10 20 M´todo A e 3.7 5.1 7.9 8.7 11.9 M´todo B e 4.0 5.1 8.0 8.8 12.0

Construa um IC para a diferen¸a m´dia entre os dois m´todos. Poder-se-´ dizer, com c e e a 90% de confian¸a, que existe uma diferen¸a significativa entre os dois m´todos? E com c c e 95% de confian¸a? c 72. Injetaram-se organismos Toxoplasma gondii em 21 ratinhos saud´veis e 21 ratinhos a com toxoplasmose cr´nica. Vinte e quatro horas mais tarde mediu-se o diˆmetro da o a rea¸ao com os seguintes resultados: c˜ s2 Grupo saud´vel 3mm2 a Grupo doente 10mm2 (a) Construa intervalos de confian¸a a 90% para as variˆncias das popula¸oes. c a c˜ (b) Poder-se-´ concluir que a variˆncia da rea¸ao do grupo infetado ´ diferente da do a a c˜ e grupo saud´vel? a 73. Num processo qu´ ımico podem ser usados dois tipos diferentes de catalisador. Para testar se a variˆncia ´ a mesma independentemente do catalisador usado, obteve-se a e uma amostra de tamanho 10 com o catalisador 1 e uma amostra de tamanho 12 com o catalisador 2. As variˆncias amostrais foram 0.14 para o primeiro catalisador e 0.28 a para o segundo. Diga se, a um n´ de significˆncia de 5%, a hip´tese de igualdade de ıvel a o variˆncias pode ser aceite. a 74. Em determinadas elei¸oes foram entrevistadas 1000 pessoas e destas 480 disseram que c˜ escolheram o candidato A. Encontre um IC a 95% para a percentagem de votantes no candidato A. 75. Num controle de qualidade, ao analisar 200 ovos escolhidos ao acaso da produ¸ao total c˜ de um avi´rio, encontraram-se 22 com salmonela. a (a) Que valor tomaria para estimar a propor¸ao de ovos com salmonela no avi´rio? c˜ a (b) Construa um intervalo de confian¸a a 95% para p. c (c) Qual deveria ser o tamanho da amostra para obter uma estima¸˜o com uma ca precis˜o dupla? a (d) Para um n´ de significˆncia de 0.05, a percentagem de ovos com salmonela no ıvel a avi´rio ´ significativamente diferente de 15%? a e 76. Num estudo de nutri¸ao verificou-se que de 55 pacientes com hipertens˜o, 24 faziam c˜ a uma dieta restrita em s´dio. De 149 pacientes sem hipertens˜o, 36 faziam uma dieta o a restrita em s´dio. Encontre um intervalo de confian¸a a 95% para a diferen¸a entre o c c a propor¸ao de pacientes com dieta restrita a s´dio na situa¸ao de hipertens˜o e a c˜ o c˜ a propor¸ao de pacientes com dieta restrita a s´dio na situa¸ao de n˜o-hipertens˜o. c˜ o c˜ a a 77. Considere novamente os dados do exerc´ 65 do Grupo 4. Encontre um IC a 95% ıcio para a m´dia da taxa de octanas presente nos tipos de gasolina considerados. e

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