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Tema: Parábola da festa de núpcias. Cap. XVIII, 1 e 2. O tema do Evangelho de hoje é o cap.

XVIII, itens 1 e 2 do Evangelho segundo e o Espiritismo de Allan Kardec. Eu vou ler um pequeno trecho para dar uma ideia do que se trata. (leitura) Num primeiro momento, podemos achar muito estranha essa estória contada por Jesus, nessa parábola, porque é difícil de imaginar tantas dificuldades para receber convidados em uma festa de casamento. E também é difícil de conceber que convidados se comportem dessa maneira: ao receber um convite se recusem claramente a ir, ou mesmo matem as pessoas que lhe trouxeram o convite. Ocorre que, os ensinamentos de Jesus, possuem um sentido muito mais profundo do que essa primeira impressão que nos vem à mente. Jesus se inspirava nas coisas simples do dia-a-dia, e adaptava as suas parábolas aos costumes e ao caráter do povo a que se dirigia. Ele visava colocar na mente das massas populares a ideia da vida espiritual, sendo necessário a nós então, nos colocarmos nesse ponto de vista, para maior compreensão de Jesus e de suas palavras. Nesta parábola, Jesus compara o reino dos céus, onde tudo é felicidade e harmonia, a uma festa nupcial. Os primeiros convidados são os judeus, que Deus havia chamado em primeiro lugar para o conhecimento de sua lei. O povo judeu foi o primeiro a acreditar em um único Deus, já que os outros povos daquela época acreditavam na existência de vários deuses. Deus do sol, Deus da lua, da chuva etc. Eles já tinham assim, maior condição de compreender a nova visão que Jesus trazia. Ocorre que, quando Jesus começa sua missão, ele encontra o povo judeu em péssimas condições morais. Com o passar dos anos eles haviam negligenciado a sua modificação interior, passando a se dedicar a parte mais fácil da religião, a do culto exterior. O próprio povo se encontrava dividido em facções, em seitas dentro do Judaismo e a maldade chegava a altos graus. Muito semelhante ao estado em que nos encontramos hoje. E naquela época os judeus fizeram exatamente como Jesus descreveu nessa parábola. Ele veio para convidá-los à harmonia com as leis de Deus e o alcance da paz e felicidade, e os Judeus o sacrificaram, dando mais valor aos seus interesses materiais. Ocorre que Jesus sabia que isso seria possível, então não pregou só aos judeus, mas a todos os povos da Terra. Bons ou maus, pagãos ou não, justos ou injustos, porque a sua mensagem é universal. Ela serve para todos aqueles que queiram se modificar, cansados de sofrer. Para aqueles que se mostram cansados de tanto mal, e de tanta dor que existe hoje em nosso mundo.

mais limpo. Como podemos habitar esse novo planeta Terra? Como poderemos ter paz dessa forma? E mais. independentemente da nossa religião. onde predomina mais o mau do que o bem e passaremos a um planeta de regeneração. Mas nós já podemos pelo menos tentar aplicar o evangelho de Jesus. Atualmente. É difícil? É. Será que aquela situação difícil pode se pacificar se aplicarmos a mensagem de Jesus correspondente a ela? Tentemos. Teremos uma veste nupcial. Essa é a veste nupcial que ele se refere na parábola. passamos por um período de transição planetária. mas é o único caminho para a relativa harmonia que já nos é possível. Só há um jeito de saber. ou seja. nem só ouvir seus ensinamentos. enfim. A veste do amor ao próximo e a si mesmo. sem condições morais para habitar um plano mais harmônico. do perdão. Todavia. O planeta está prestes a subir um degrau na escala evolutiva dos planetas. ainda praticamos a vingança. É preciso que apliquemos suas lições no nosso dia-a-dia. de harmonia e de felicidade relativa sobre a Terra mesmo. onde haverá um pouco mais de bem do que temos hoje. mais equilibrado. para isso não basta dizer-se cristão. Habitamos um planeta de provas e expiações. Ele sabe o quão imperfeitos e infantis somos. na nossa história e na história da humanidade. Uma coisa é certa. Jesus já passou por aqui há mais de dois mil anos. . de todo seu evangelho. nada adiantou até agora. quase sempre a material apenas. teremos um espírito. não só no plano espiritual. temos pouca fé. que Deus não espera a perfeição de nós. não buscamos trabalhar o perdão. E para isso é preciso que modifiquemos nossa forma de agir perante o próximo e a nós mesmos.A mensagem de Jesus é um roteiro de paz. como chegaremos ao plano espiritual. que tem seu valor. não amamos o próximo. e em muitos casos. consequentemente. mas que não é suficiente como meio de amor ao próximo. porque nossa condição vibracional não permite habitar um plano espiritual mais harmônico? Acredito. Praticamos pouca caridade. da caridade moral e material. que apenas passado um breve refazimento está preparado para novas lições? Ou chegaremos lá esfarrapados espiritualmente. Não nos amamos. após o desencarne. e nós espíritos reencarnantes que somos continuamos a proceder da mesma forma. Não é fácil dar o testemunho que a vida nos pede seguindo as palavras de Jesus. do jeito que estamos fazendo. Vejam.

Essa resposta virá por algum meio. Com o passar do tempo essa será nossa veste. Nós estamos completamente carentes de amor e compreensão e tentando resolver essa dor com os bens materiais. uma luz. A Terra os deu até hoje. na nossa dor. Procuremos nos recolher. uma palavra. como fizemos aqui na abertura. Seus recursos escassearão e chegará o momento que teremos que olhar para essa falta de amor entre nós. nossa dificuldade. E o evangelho de Jesus é o caminho para nossas dores. que nos protegerá sem que percebamos de muitas coisas. . mas não é mais possível. um sinal ou um sonho. Então. porque estaremos mais próximos a Jesus e quem esteve do seu lado relatou profundos estados de paz e harmonia. pedir a nosso mentor espiritual sustentação. e falemos com ele.. nossa dúvida. E assim vamos aplicar o evangelho de alguma forma. observada no plano espiritual. É preciso mais. porém a situação urge. e nos franqueará a estadia em um plano espiritual mais pacificado e harmônico. vamos conversar com Jesus. já alcançamos vários progressos. qual nosso medo.. Uma intuição. Vamos dizer a ele onde dói.Em falando de humanidade. E pedir a ele uma palavra.

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