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AUDITORIA DO BALANÇO CONTÁBIL

mento do Balanço, o Auditor deverá realizar uma profunda análise nos saldos contábeis, pois poderá encontrar contas contábeis que e conciliadas que interferem na apuração direta do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. cabe ressaltar, já que estamos na era da informática: o Auditor pode solicitar ao setor Contábil ou Administrativo, um TER DOR que tenha acesso ao sistema contábil da empresa, com isso poderá visualizar o razão contábil das contas e emitir somente as c essário. A navegação pelo razão contábil, além de facilitar o trabalho, pode ser feita uma análise virtual mais abrangente das contas mais específicas. e a Receita Federal e o INSS auditam por meio de arquivos magnéticos obrigatórios, por que não o Auditor contratado pela empresa al sistemática? Até mesmo é uma justificativa para ter acesso ao sistema contábil e de patrimônio. elacionamos, dentre outros, alguns itens obrigatórios a serem observados. ÇO DE ABERTURA

DE ABERTURA NA TRANSIÇÃO DO LUCRO PRESUMIDO PARA O LUCRO REAL

a mudança de regime tributário, de lucro presumido para lucro real, a pessoa jurídica que não manteve escrituração contábil fica o vantamento patrimonial no dia 1o de janeiro seguinte ao do último período-base em que foi tributada pelo lucro presumido, a fim de de abertura e iniciar a escrituração contábil (parágrafo único do artigo 19 da Lei 8541/92).

mento patrimonial deverá incluir todos os bens do ativo, o patrimônio líquido e as obrigações. No ativo deverão ser inventariados e em bancos, as mercadorias, os produtos, as matérias primas, as duplicatas a receber, os bens do ativo permanente, etc. No passiv das todas as obrigações e no patrimônio líquido o capital registrado e a diferença (devedora ou credora) do ativo menos o passivo cial.

o, o Auditor deverá verificar se os valores consignados no balanço de abertura estão suportados por documentos consistentes, t e caixa, extratos bancários, relatório discriminado das duplicatas a receber, relatório discriminado dos bens do ativo imobilizado do dos fornecedores, levantamento de tributos a pagar, bem como outras contas a pagar e outros créditos, enfim os saldos consi devem ser comprovados.

feridos no Lalur

jurídica que, até o ano-calendário anterior, houver sido tributada com base no lucro real, deverá adicionar à base de cálculo do dente ao primeiro período de apuração no qual houver optado pela tributação com base no lucro presumido, os saldos dos va havia diferido, controlados na parte "B" do Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR, corrigidos monetariamente até 31.12 6, art. 54). Exemplo:

esa tem R$ 45.000,00 de saldo na Parte B do seu LALUR, ainda não tributados, em 31.12.2000. Sabe-se que apurou o IRPJ pelo Lucr 00. Optando pelo Lucro Presumido em 2.001, deverá proceder a adição deste valor em 31.03.2001: Descrição Base de cálculo apurada sobre as receitas normais Saldo da Parte B do LALUR Total da Base de Cálculo Valor R$ 50.000,00 45.000,00 95.000,00

e, ainda, que a depreciação acelerada incentivada não deve ser adicionada de imediato na apuração do lucro presumido, mas sim m reciação normal for adicionada ao lucro líquido, conforme dispõe a solução de consulta nº 71, da 10ª Região Fiscal, de 09.05.2001:

e BANCOS

ir se os boletins de caixa “batem” com os saldos contábeis;

s da análise de um determinado mês, nos movimentos de boletins de caixa, verificar a consistência dos documentos. Exemplo: ana entos constantes dos boletins de caixa referente ao mês de dezembro ou de alguns dias do mês, conforme o Auditor julgar necessário

na conta de Impostos a Recuperar. ase na conciliação bancária. ao Dólar. de modo que a empresa observe o regime de competência. última semana do mês e debitada no mês seguinte. neste item. mas devem ser contabilizadas pelo período de Competência. verificar se os cheques e depósitos constantes na conciliação bancária realmente constam no extrato ba bseqüente.) devem ser registrados na data do r or serem aplicações de risco. bem como despesas bancárias. ar se nos meses seguintes. ar em um determinado mês ou alguns dias. to de despesas de dezembro com cheques compensados apenas no mês seguinte. houver o extrato atualizado. telefone. os documentos de suporte dos registros constantes na conta ban o. etc. despesas referentes aos meses de novembro e dezembro. apropriando os rendimentos proporcionalmente até a ramento do balanço. IMPORTANTE: verificar comentários. o qual será Como se trata de imposto de renda retido que será deduzido do IRPJ. bem como se não há pendência de longa data nas conciliações bancárias. RDB. com o documento da efetiva aplicação. z. car se está sendo contabilizado o IRRF sobre rendimentos das aplicações financeiras. Esse procedimento fará com que a empresa pague menos IRP ÇÕES FINANCEIRAS ir os saldos contábeis de aplicações financeiras: ratos de aplicações financeiras. pois seus rendimentos são con certos. ar o ajuste. Encargos financeiros da conta corrente e conta garantida. Variável entos de aplicações financeiras de renda variável (atreladas à Bolsa. pagas somente no ano seguinte. ao Ouro. tais como: cais de despesas. sendo que seu rendimento não é garantido e nem considerado nem líquido ou certo na data do encerra pois a qualquer momento pode ocorrer desvalorização da aplicação em função da indexação a um título de rendimento variável o rendimento apenas por ocasião do resgate. sobre renda fixa e variável. as quais deve ser contabilizadas no m cia. Exemplo: CDB.R que deve ser emitido anualmente pela Instituição até 28 de fevereiro do ano s Fixa entos das aplicações financeiras de Renda Fixa devem ser apropriados até 31/12. por amostragem.ir se os saldos dos bancos constantes no balancete contábil estão em conformidade com os extratos bancários e/ou conciliações apr esa. nos casos de renda fixa . ado sobre empréstimos e financiamentos. o Auditor deverá conferir valor por valor contabilizado com o financeira ou com o Comprovante de Retenção de I. ao do encerramento do balancete e balanço existem despesas pagas de meses ou ano anteriores e que es adas pelo pagamento. acertos de viagens funcionários e sócios. “pro-rata tempore”. .

o qual é retido por ocasião do resgate. na qual a empresa corre risco.es em Fundos de Investimentos indexados à variação da Bolsa de Valores. Outro efeito tributário negativo é o de que a empresa apropriaria o suposto re do sem o aproveitamento do IRRF. Dólar e Ouro. contábil de um rendimento incerto fere o Princípio Contábil do Conservadorismo. o cliente participa 100% basta ler o termo de compromisso de adesão da Aplicação Financeira. o em Fundos de Investimentos administrados pelos Bancos. dia. . pois a empresa registrando tal valor estará av s ativos sem que se tenha certeza da sua realização. praticamente todas as aplicações em fundos de investimentos não têm garantido os seus rendimentos.