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INTRODUÇÃO

Com base neste trabalho pude ver em um dos xérox o relacionamento das crianças com os adultos, e o relacionamento entre as crianças. E como introduzir os jogos na sala de aula. E em outro xérox, os antigos sistemas de numeração. Vi também a pesquisa em educação matemática e um novo papel do professor, e um xérox de vários jogos para aplicar em sala de aula.

Os Números Também tem sua História

Uma das atividade mais importantes do nosso dia-a-dia é contar, usamos para contar nosso dinheiro, as horas, contamos os dias. Mas com as necessidades da sociedade primitiva fez com que o homem precisasse reconhecer e comparar as atividades, para poder ver quantos animais tinha o seu rebanho, quantas pessoas moravam na tribo. O homem primitivo desenvolveu o ato de contar para responder a essas e outras perguntas. Antigamente os números não era conhecidos como é hoje. O conceito de número é abstrato e seu desenvolvimento foi muito demorado e complexo. Se você fizer a seguinte pergunta para crianças e adultos: “O que é cinco”, no momento eles irão falar que a pergunta é muito fácil, mas ninguém vai conseguir encontrar uma forma de fazê-lo. E algumas pessoas mostrarão em sua própria mão. O homem histórico não conseguia perceber que havia algo em comum entre coleções com a mesma quantidade de elementos. E foram necessárias era para a descoberta de que um casal de faisões e um par de dias, ambos, instâncias do número dois. E coleções com mais de dois objetos era identificado como “muitos objetos” Antigamente para representar vários besouros eles colocavam apenas uma imagem e colocava três pequenos traços verticais a imagem correspondente.

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Com o passar do tempo as pessoas foram sentindo a necessidade de comparar as quantidades de elementos de dois ou mais coleções. Vamos supor que o homem primitivo não soubesse contar, como ele faria para saber se há mais ou menos, ou tantas carteiras para cada aluno. Uma forma bastante simples de explicar é você pedir para todos os alunos se sentarem, se sobrar carteiras, é que tem mais carteiras que alunos, se sobrar aluno e não carteiras é que esta faltando carteira, e se não sobrar nem carteiras nem alunos é que existe a mesma quantidade de alunos e carteiras. A correspondência de um – para – um foi um passo muito importante pois identificaria a quantidade de elementos de um conjunto. Antigamente essa correspondência de um - para - um, ajudava o homem a contar quantas ovelhas em seu rebanho, ou ele separava as pedrinhas, ou fazia marcas num pedaço de osso. Aos poucos ele percebeu que se fizesse alguns tipos de agrupamento facilitaria. Números e suas representações O número surgiu da necessidade de contagens. O número é a qualidade que as coleções tem, que depende das quantidades de seus elementos. Podemos representar os números, gráfica ou oralmente, por meio de símbolos. Esse símbolos podem ser figuras ou palavras. Os antigos sistemas de alfabetização Antigas civilizações, como dos egípcios, babilônios, gregos, chineses, romanos, maias, tinham formas bastantes organizadas de escrever os números. È importante conhecer para facilitar a compreensão do nosso sistema atual. O sistema de numeração egípcios Os numerais egípcios são conhecidos como hieróglifos. E esse sistema criado por eles tornou possível a escrita de números muito grande. Cada dez símbolos era trocado por um novo símbolo.

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O sistema de numeração da Babilônia Esse sistema foi criado pouco antes da época de rei Hamurabi. Com a argila ainda mole eles, faziam dois diferentes. Os símbolos na posição vertical, podia ser repetido até nove vezes. E na posição horizontal representava o dez e repetido apenas cinco vezes. O que distingue este sistema dos demais é o fato de que o valor dos símbolos era determinado pela posição que eles ocupam no numeral. O sistema de numeração romano Esses numerais romanos sofreram um longo processo de evolução. Os romanos utilizavam um princípio aditivo, agrupando ate quatro símbolos iguais para representar um novo número, passaram a utilizar um principio subtrativo, que consistia em escrever à esquerda de um símbolo maior, um valor menor que dele devia ser subtraído. Os métodos chinês de escrever números Este método de contar era utilizado apenas por varetas feitas de bambu. E dessa maneira os calculados era realizados com mais rapidez. O sistema decimal de numeração ou sistema de numeração indo-arábico Trata-se de um sistema decimal, usualmente nos referimos a ele chamado-o de sistema de numeração decimal. A denominação indo-arábico para o nosso sistema de numeração deve-se ao fato de seus símbolos e suas regras terem sido inventados pelo antigo povo indiano. Os símbolos do sistema indo-arábico nem sempre tiveram a forma que conhecemos hoje.

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Características do sistema de numeração indo-arábico Um pastor precisava contar suas ovelhas e queria representar a quantidade de acordo com o sistema decimal. Primeiro ele formou vários grupos de dez. verificou que haviam sobrado seis ovelhas e então anotou. Com os vários grupos de dez ele organizou agrupamentos maiores, reunindo, em cada um, dez grupos de dez. sobraram três grupos de dez ovelhas. Ele anotou então a esquerda do primeiro algarismo já escrito, o algarismo 3, que correspondia à quantidade de grupos de dez ovelhas que haviam sobrado. Alem disso ele havia formado dois agrupamentos maiores, contendo dez grupos de dez ovelhas. Ele finalmente escreveu a esquerda do valor que havia anotado, o algarismo 2, que representava a quantidade desses agrupamentos maiores. Chegou assim a um numeral que representava a quantidade de ovelhas que possuía. Vamos ver as características do sistema indo-arábico, para saber porque, hoje, ele é usado praticamente no mundo todo: Símbolos- tem apenas dez símbolos: 1 , 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 0 Base- o sistema decimal é dez, porque os agrupamentos são feitos de dez em dez. É posicional- porque o mesmo símbolo representava valores diferentes. Zero- o zero é para indicar um “posição vazia”, ou uma “casa vazia”. É multiplicativo- porque um algarismo escrito à esquerda do outro vale dez vezes o valor posicional que teria se estivesse ocupando a posição do outro. É aditivo- o valor do número é obtido pela adição dos valores posicionais. Por exemplo:

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425 = 400 + 20 + 5 Princípios Pedagógicos A autonomia em relação à aprendizagem Principio que advogamos aqui é incentivas as crianças há pensarem com suas próprias cabeças e não das as respostas certas. Exemplo quando a criança fala que 8+5=12 tem que incentiva-la para que ela acha o erro. Sempre há alguma outra forma de ensinar, do que simplesmente socar as respostas certas na cabeça dos alunos. Dizer a eles como se escreve as palavras que eles querem escrever, e não uma lista enorme para que eles aprendem. Princípios relativos a situações diárias em sala de aula Aqui o professor devera observar, e tirar proveito de todas as situações. O professor tem que incentivar as crianças a pensarem. A distribuição de materiais, a chamada diária, e muitas outras propiciam a utilização da aritmética. Procuramos concentrar em dois pontos: votações e chamada. Com relação a chamada fizemos um painel com os nomes de todos os alunos. E na hora da chamada cada aluno pegava o cartão com seu nome e colocava sobre o painel. A coleta de dinheiro dentro da sala de aula também é uma ótima oportunidade para se trabalhar os números. Não tenha medo de problema difíceis Aqui mostra que alguns professores tem medo de trabalhar com números altos. Mas isso é em alguns casos. Mas na realidade é bom que as crianças trabalhem com problemas difíceis porque isso desenvolve a confiança de si mesmas.

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Não tenha medo de perder tempo Muitos professores que não tem tempo para dar atividades porque tem outros programas, mas muitas vezes os alunos perdem muito tempo fazendo o que elas já sabem. A criança faz exercícios sobre o que já conhece, não está pensando e nem aprendendo algo novo. Agora, se ela esta pensando como vencer um jogo, por outro lado está relacionando e construindo seu conhecimento lógico matemático. Incentive as crianças a pensarem outras matérias ou atividades Aqui vamos mostrar que é preciso incentivar as crianças a pensarem em todas as situações. Abaixo damos alguns exemplos mostrando como ensino matemático desenvolve a partir da capacidade da criança de por todas as coisas em todos os tipos de relações possíveis. O primeiro sugerimos que quatro ou cinco crianças, por vez, trariam de casa todas as sextas-feiras alguma coisas dentro de um saco de papel, a classe tem direito à dez perguntas para adivinhar. Este exemplo é rico porque ilustra o conhecimento de animais. O segundo exemplo é uma atividade de leitura. O professor utiliza um retro projetor e uma transparência com um texto onde algumas palavras estão encobertas. E para completar o texto as crianças procurarem todas as alternativas possíveis. Assim estimula o pensamento muito mais do que a simples leitura de um texto. Escolhendo jogos Escolha jogos que não sejam nem muito difíceis e nem muito fáceis. Introduzindo jogos na sala de aula Tentar jogar com poucas crianças em frente da classe para demonstração.

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Jogar com varias crianças e dizer ao restante que poderiam aprender com ela. Jogar em grupos pequenos até que todas as crianças chagassem a jogar com o professor. Participando dos jogos Jogar com as crianças é uma experiência inesquecível. É muito bom ver o entusiasmo das crianças. O principio a serem seguidos são: • • • • Concorde com as idéias da crianças e sua forma de pensar De as crianças muito tempo para pensar Interfira sempre de forma indireta, nunca corrigindo respostas erradas Incentive a interação

Encerrando o jogo Desestimule a competências e pergunte o que elas querem fazer em seguida. Perguntar quem ganhou de forma não enfática, é importante porque estimula o pensamento matemático da criança. A pesquisa em Educação matemática e um novo papel para o professor Teoria e pratica tem que caminhar juntas, teoria para ser seguida e a pratica um aplicação da teoria proposta, assim se chaga a resultados desejados. A pratica é muito importante, pois através dela que conhecemos a teoria e através da pesquisa que visualizamos a face da teoria aplicada pela pratica. O professor tem um papel fundamental na educação incapaz de ser indispensável. Mas o professor que acha, que somente tem obrigação de só transmitir e não interagir com os alunos, fica para trás. O professor tem que focar em seus alunos torna-los cidadãos independente da matéria que esta aplicando, o aluno tem que entender o que esta aprendendo e ter uma opinião critica capaz de observar, analisar tudo o que é passado.

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Na era da “sociedade do conhecimento”, pois a ciência e tecnologia faz parte desse contexto e tem que ser aplicado na escola, pois tudo hoje esta em volta da informática, sendo através de informações acadêmicas ou divisão. A educação tem que por em pratica o que ira servir amanha, e por meio da aplicação e o retorno dos resultados se analisa se vai dar certo ou não, o que pode ser aperfeiçoado ou radicado. Temos que estar sempre aprimorando a pratica através de pesquisas, assim ele evolui se tornando algo indispensável para ajudar na educação. Ela nunca para sempre se aprimora, pois ninguém consegue ficar parado no tempo, estamos sempre acompanhando as tendências, mídia, costumes, e diversas opiniões e a educação tem o papel de acompanhar tudo isso, pois vivemos em um mundo capitalista facilmente, influenciável, que é natural do homem. A pesquisa qualitativa vem sendo muito usada para uma investigação da complexidade do individuo com seu contexto cultural, natural e sociedade, assim se aprende mais sobre o individual e pode- se elaborar uma teoria de educação especifica a ele posto em pratica através do que foi pesquisado focando, centralizando melhor essa educação. Mas não é tão simples assim é deficiente a formação do professor em particular o de matemática, onde não se conhece o aluno e não passa o que se aprende nas licenciaturas. O professor tem que adotar uma postura onde ele passe pro aluno a matéria a ser aplicada mas que visualize essa matéria com o contexto do aluno fazendo ele a pensar, analisar e expor seu ponto de vista, estar disposto a responder as duvidas e entender que também pode se aprender com o aluno. Dedicação é a palavra chave para o professor, uma tarefa ar doa de um mesmo patamar de um medico, sem erros, pois estamos ajudando a formar boa parte do caráter desses alunos. O professor tem que conhecer seu aluno, educar é amar e também política para se tornar um cidadão, que é o resultado da educação. Quanto mais aprimoramos nosso conhecimento mas nos tornamos cidadãos projetando o futuro. Englobar todas as disciplinas é muito importante a interdisciplinaridade é fundamental na educação. Mas ainda já muito a ser aprimorado e pensando também em empregar a ciência e tecnologia, pois esta em evidencia na sociedade.

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Voltando os professores de matemática é criar um ambiente para ser passado o conceito que os alunos se sintam dispostos e motivados a aprender, quebrando os “tabus” que matemática é para os “inteligentes”. Professor e aluno tem que caminhar juntos ambos em crescimento buscando conhecimento e domínio da matéria dada e também o conhecimento cultural tornando mais rica sua educação.

Jogo Memória Nome do Jogo: Memória Como se Joga: Os jogadores arrumam as cartas em filas ordenadas viradas para baixo. Eles vão de um em um virando duas cartas, tentando formar pares. Quando os alunos conseguem virar duas cartas que formam par, pode continuar tentando, mas quando não, ele desvira as cartas que tentou e da a vez para o próximo jogador. O vencedor é aquele que consegue fazer mais pares. Objetivo: Este jogo serve para que a criança exercite o raciocínio rápido, e tenha habilidade para memorizar as figuras. Regras: Eles vão de um em um virando duas cartas, tentando formar pares. Se acertar pode continuar tentando, e se ele errar passa a vez para o outro. O vencedor é aquele que consegue fazer mais pares. Cartas do jogo

Cachorro

Cachorro

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Flor

Flor

Palhaço

Palhaço

Menino

Menino

Menina

Menina

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Coração

Coração

CONCLUSÃO

Ao longo deste trabalho pude aprender os antigos sistemas de numeração com mais detalhe. Como lidar com as crianças, e como são os relacionamentos das crianças entre si. E o jeito mais adequado de aplicar o jogo na sala de aula.