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Ed. Tradicional: Antigamente não podia falar. A Ed. Trad. iniciou seu declínio já no movimento renascentista, e sobrevive até hoje. A Ed.

Nova surge de forma + clara a partir da obra de Rosseau. Tanto a concepção tradicional de educação quanto a nova, amplamente consolidadas, terão um lugar garantindo na Ed. do futuro. A Ed. Trad. e a nova tem em comum a concepção da educação como processo de desenvolvimento individual. Ed. Internacionalizada: Patronizar o ensino a criança entra na escola ao 7 anos. Conceitos p/ que aprendizagem ocorra mais tranqüila. Ir para a faculdade depois q estiver preparado Ao terminar o ensino médio. Novas tecnologias: Contribui p/ ter um ensino mais prazeroso de + acesso: data show, retro-projetor. As conseqüências da evolução das novas tecnologias não fizeram sentir plenamente no ensino. Mas a aprendizagem distancia, parece ser uma grande novidade educacional. Paradigmas Holonômicos: Esses paradigmas sustentam um principio unificador do saber, do conhecimento, em torno do ser humano, valorizando o seu cotidiano, o seu vivido, o pessoal, o entorno, o acaso e outras categorias como: decisão, projeto, ruído, ambigüidade, finitude, escolha, síntese, vinculo e totalidade. Ed. popular: Todas as crianças entram Aos6 aos trabalha com um conceito de alfabetização tentando colocar todos no mesmo nível onde a oportunidade bate na porta a agente muda completamente. Universalização da Ed. Básica e novas Matrizes Teóricas: Escola cidadã é uma escola que busca fortalecer o seu projeto político pedagógico. Ela visa formar o cidadão para controlar o mercado e o estado, sendo ao mesmo tempo, publica quanto ao seu destino isto é, para todos. Para pensar a Ed. do futuro: Aprender a conhecer: prazer de compreender, descobrir construir e reconstruir o conhecimento. Aprender a fazer: vale mais a competência pessoal que torna a pessoas apta a enfrentar novas situações de emprego. Aprender a viver juntos: compreender o outro, descobrir o outro, participar em projetos comuns.

perspectivas p/ a analise de problemas locais, regionais e locais. Elaboração de fichas-roteiro: relacionar a palavra com o modelo. Elaboração de fichas: Relação com as palavras pede p/ Juntar as figuras CA DA ES, o mesmo principio que eu Escrevo CASA posso sair CAVALO. EJA Após a 2ª G.M surgiu o movimento p/ alfabetizar adultos. 1990 teve uma conferencia na Tailândia: descobriu-se q/ Ñ se pode alfabetizar adultos c/ crianças. Paulo Freire MOBRAL, SUPLETIVO, EJA. Ed. no Brasil de hoje Com a evolução dos tempos, muda-se a organização do sistema educacional, ou seja como o ser humano muda, o ambiente muda. Começaram o modo de pensar p/ diminuir a exclusão. Todos tinham os mesmo direitos. Buscando mudanças na ed. e garantir ed. p/todos. E conseguimos povo + critico + democrático. Pensando em melhorar a ed. começou a se unir prof. Pais, etc. um fator transformação social. E ed. envolvida c/ vários setores. Constituição garantia de ed. p/ todos. Na ed. vale + quem tem dinheiro também. Para as industrias queriam pessoas mais informatizadas. E começaram a subordinar formação tecnológica. Queria preservar o trab. oferecer diferentes formações p/ diferentes pessoas.

EJA Etapas do método: 1-Etapa de Investigação: aluno e professor buscam, no universo vocabular do aluno e da sociedade onde ele vive. Realidade (grávida enxoval) vocabulário (preso) e ai mano. 2-Etapa de Tematização: codificam e decodificam Esses temas buscando o seu significado. Relação/realidade: vou tomar o leite, vem na cabeça a vaca. 3-Etapa de Problematização: aluno e professor busca superar 1ª visão mágica por uma visão critica do mundo: contexto/critica: tudo que lemos pode transformar a vida, levar para o dia-a-dia. Fases do método: Levantamento: conhecer a linguagem do grupo Escolha da palavra: palavras importantes, das + Simples p/ as + difíceis. Criação de situação: situações locais, discutidas abrem

1800 Valores: Mulheres “servidores” sem educação Papel do Educador: Submisso, cuidador(pobres),(elite). Que aluno Formar? Elite mestres doutores. Pobres Serviçais. 1900 - 1950 Valores: Ed. rígida, mulheres final 1950, ñ era obrigatório, maioria(4ª serie) Papel do Educador: formação técnica, mto respeito, graduação elite. Que aluno forma? Sem critico, só aprendia o necessário. 1960 – 1970 Valores: civismo/política, mulher educação, críticos, Profissionalizantes. Papel do Educador: ensino Tradicional(passava conteúdo), universidades tentavam trabalhar o critico. Que aluno formar? Mais operacional Técnico. 1980 – 1990

Valores: Construção próprio conhecimento,adm tradicional. Papel do Educador: Criação/analise/ percepção do erro, impede apontar o erro. Que aluno formar? Critico/perceptivo/ criativo, espontâneo. Etapas do metodo 1-Etapa de Investigação: No universo vocabular do aluno e da sociedade onde ele vive. Realidade (grávida enxoval) vocabulário (preso) e ai mano. 2-Etapa de tematização: Codificam e decodificam, esses temas buscando o seu significado. Relação/realidade: vou tomar o leite, vem na cabeça a vaca. 3-Etapa de Problematização: aluno e professor busca superar uma 1ª visão mágica por uma visão critica do mundo: contexto/critica: tudo que lemos pode transformar a vida, levar para o dia-a-dia. Fases do método

1-Levantamento 2-Escolha das palavras 3-Criação de situações 4-Elaboração de fichas roteiro 5-Elaboração de fichas