You are on page 1of 461

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL SECRETARIA-ADJUNTA PARA ASSUNTOS FISCAIS

EMENTÁRIO DE CLASSIFICAÇÃO DAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS DA UNIÃO

Brasília 2012

1

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO - MP
SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL - SOF SECRETARIA ADJUNTA PARA ASSUNTOS FISCAIS - SEAFI COORDENAÇÃO-GERAL DE AVALIAÇÃO DA RECEITA PÚBLICA - CGARP

SECRETÁRIA DE ORÇAMENTO FEDERAL SECRETÁRIO-ADJUNTO DE ASSUNTOS FISCAIS COORDENADOR-GERAL DE AVALIAÇÃO DA RECEITA PÚBLICA COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA RECEITA PÚBLICA EQUIPE TÉCNICA DA CGARP / SEAFI / SOF / MP

Célia Corrêa George Alberto de Aguiar Soares Cláudio Xavier Pereira Ugo Carneiro Curado André Santiago Henriques Glauber Pimentel de Queiroz Marco Antônio de Oliveira Maurício Breda Rafael Rocha Parente

2

BRASIL. Secretaria de Orçamento Federal. Ementário de Classificação das Receitas Orçamentárias (2012) - Brasília. Secretaria de Orçamento Federal - SOF. Ementário de Classificação das Receitas Orçamentárias (2012) - Brasília. Secretaria de Orçamento Federal - SOF. 1. Finanças Públicas 2. Orçamento Federal 3. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Brasil. Secretaria de Orçamento Federal.

Permitida a reprodução, parcial ou total, desde que seja citada a fonte e o sítio da Internet onde pode ser encontrado o original (www.planejamento.gov.br; Orçamento; Portal SOF; Biblioteca Virtual; Receitas Públicas; Ementários; Ementário 2012). Sugestões para o aperfeiçoamento deste trabalho podem ser encaminhadas à SOF/SEAFI, pelo endereço: seafi@planejamento.gov.br

3

APRESENTAÇÃO

A exigência de transparência no recolhimento e na aplicação dos recursos públicos é, antes de tudo, um direito da sociedade e um dever indelegável do Estado. Por muito tempo o orçamento público foi um instrumento de compreensão apenas para um pequeno grupo de especialistas, deixando de cumprir uma das suas principais funções, qual seja, a de informar a toda sociedade, com clareza, a programação da despesa pública e o seu financiamento. No entanto, esse cenário vem mudando rapidamente para melhor. A sociedade está cada vez mais consciente da relevância da peça orçamentária para o pleno exercício da cidadania. O Estado, por seu turno, vem envidando esforços para o aperfeiçoamento do instrumental de programação orçamentária, buscando implementar mecanismos mais eficientes de controle das contas públicas. Esse processo conta com a participação efetiva não apenas do Poder Executivo, mas também do Poder Legislativo e da sociedade. Nos últimos anos, vários foram os debates realizados em torno desse tema. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, por intermédio da Secretaria de Orçamento Federal, em parceria com o Ministério da Fazenda, vem cumprindo um importante papel para a consolidação das contas públicas. A edição da Portaria Interministerial no 163, de 4 de maio de 2001, da Secretaria de Orçamento Federal e da Secretaria do Tesouro Nacional, é, atualmente, o marco para a padronização da classificação de receitas, utilizada por todos os entes da Federação. O Ementário de Classificação das Receitas Orçamentárias é uma iniciativa da SOF e busca consolidar a classificação orçamentária das receitas arrecadadas pela União. Este Manual, além de relacionar as fontes de financiamento do gasto público, procura apresentar a descrição das mesmas, seu fato gerador, sua destinação e seu amparo legal. Assim, pretende-se contribuir para a melhor compreensão das receitas da União, tendo nessa publicação um instrumento de trabalho conjunto da SOF e das Unidades Orçamentárias, responsáveis pela arrecadação, as quais poderão enviar suas contribuições, no sentido de mantê- lo atualizado, fundamentalmente no que tange aos normativos legais. Por fim, registro o meu agradecimento aos técnicos responsáveis pela elaboração deste Manual e a todos aqueles que vêm atuando de maneira decisiva nas várias iniciativas relacionadas à melhoria da transparência e qualidade do gasto público.

CÉLIA CORRÊA
Secretária de Orçamento Federal

4

ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO .....................................................................................................................39 2. DIREITO FINANCEIRO E DIREITO TRIBUTÁRIO .....................................................40 3. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS ....................................................................................41 3.1 UNIDADE OU TOTALIDADE .....................................................................................................41 3.2 UNIVERSALIDADE ..................................................................................................................41 3.3 ANUALIDADE OU PERIODICIDADE...........................................................................................41 3.4 EXCLUSIVIDADE.....................................................................................................................42 3.5 ORÇAMENTO BRUTO ..............................................................................................................42 3.6 PUBLICIDADE .........................................................................................................................42 3.7 NÃO VINCULAÇÃO DA RECEITA DE IMPOSTOS........................................................................42 4. CLASSIFICAÇÕES DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA .................................................44 4.1 RECEITAS EXTRA -ORÇAMENTÁRIAS.......................................................................................44 4.2 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS...................................................................................................44 4.2.1 Classificação da Receita Orçamentária por NATUREZA...................................................46 4.2.1.1 Categoria Econômica.......................................................................................................47 4.2.1.2 Origem.............................................................................................................................48 4.2.1.3 Espécie ............................................................................................................................49 4.2.1.4 Rubrica ............................................................................................................................49 4.2.1.5 Alínea ..............................................................................................................................49 4.2.1.6 Subalínea .........................................................................................................................50 4.2.2 Classificação da Receita Orçamentária por FONTE DE RECURSOS ...............................51 4.2.3 Classificação da Receita Orçamentária por GRUPOS ........................................................52 4.2.3.1 Grupo das Receitas Próprias ............................................................................................52 4.2.3.2 Grupo das Receitas Administradas ..................................................................................53 4.2.3.3 Grupo das Receitas de Operações de Crédito ..................................................................53 4.2.3.4 Grupo das Receitas Vinculadas .......................................................................................53 4.2.3.5 Grupo das Demais Receitas .............................................................................................54 4.2.4 Classificação da Receita por Indicador de Resultado Primário ...........................................54 4.2.5 Classificação das Receitas do Orçamento da Seguridade Social.........................................54 4.2.5.1 Contribuições Sociais ......................................................................................................54 4.2.5.2 Demais Receitas da Seguridade .......................................................................................55 5. ESTÁGIOS DE EXECUÇÃO DA R ECEITA ORÇAMENTÁRIA .......................................................56 6. ORIGENS E ESPÉCIES DE R ECEITA ORÇAMENTÁRIA ..............................................................57 6.1 RECEITAS CORRENTES TRIBUTÁRIAS......................................................................................57 6.1.1 Impostos .............................................................................................................................57 6.1.2 Taxas ..................................................................................................................................58 6.1.3 Contribuição de Melhoria ...................................................................................................59 6.2 RECEITAS CORRENTES DE CONTRIBUIÇÕES ............................................................................60 6.2.1 Contribuições Sociais .........................................................................................................60 6.2.2 Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico:......................................................60 6.2.3 Contribuição de Interesse das Categorias Profissionais ou Econômicas: ............................61 6.2.4 Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública:.........................................61 6.3 RECEITAS CORRENTES PATRIMONIAIS....................................................................................62 6.4 RECEITAS CORRENTES AGROPECUÁRIAS................................................................................62 6.5 RECEITAS CORRENTES INDUSTRIAIS .......................................................................................63 6.6 RECEITAS CORRENTES DE S ERVIÇOS ......................................................................................63 6.7 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES ...............................................................................................64 6.8 OUTRAS RECEITAS CORRENTES..............................................................................................64

5

6.9 RECEITAS DE CAPITAL - OPERAÇÕES DE CRÉDITO ..................................................................65 6.10 RECEITAS DE CAPITAL - ALIENAÇÃO DE BENS ......................................................................65 6.11 RECEITAS DE CAPITAL - AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS ...................................................66 6.12 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL..............................................................................................66 6.13 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL............................................................................................66 7. NATUREZAS DE RECEITA (D ISCRIMINAÇÃO E AMPARO LEGAL).........................................67 1000.00.00 - RECEITAS CORRENTES ........................................................................................67 1100.00.00 - RECEITA TRIBUTÁRIA.........................................................................................67 1110.00.00 - IMPOSTOS...............................................................................................................67 1111.00.00 - Impostos sobre o Comércio Exterior .........................................................................67 1111.01.00 - Imposto sobre a Importação.......................................................................................68 1111.01.01 - Receita do Principal do Imposto sobre a Importação .................................................68 1111.01.02 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre a Importação ...........................................69 1111.02.00 - Imposto sobre a Exportação.......................................................................................69 1111.02.01 - Receita do Principal do Imposto sobre a Exportação .................................................70 1111.02.02 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre a Exportação ...........................................70 1112.00.00 - Impostos sobre o Patrimônio e a Renda .....................................................................70 1112.01.00 - Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural...........................................................70 1112.01.01 - Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural - Municípios Conveniados ................70 1112.01.02 - Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural - Municípios Não-Conveniados ........71 1112.04.00 - Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza ........................................71 1112.04.10 - Pessoas Físicas ..........................................................................................................72 1112.04.11 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre a Renda - Pessoas Físicas........................73 1112.04.21 - Pessoa Jurídica - Líquida de Incentivos.....................................................................73 1112.04.22 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre a Renda - Pessoas Jurídicas ....................73 1112.04.23 - Imposto de Renda Pessoa Jurídica - Simples Federal e Nacional ..............................74 1112.04.31 - Retido nas Fontes - Trabalho .....................................................................................74 1112.04.32 - Retido nas Fontes - Capital........................................................................................75 1112.04.33 - Retido nas Fontes - Remessa ao Exterior...................................................................75 1112.04.34 - Retido nas Fontes - Outros Rendimentos...................................................................75 1112.04.35 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre a Renda - Retido na Fonte.......................76 1113.00.00 - Impostos sobre a Produção e a Circulação.................................................................76 1113.01.00 - Imposto sobre Produtos Industrializados ...................................................................76 1113.01.01 - Produtos do Fumo .....................................................................................................77 1113.01.02 - Bebidas......................................................................................................................77 1113.01.03 - Automóveis ...............................................................................................................77 1113.01.04 - Vinculado à Importação.............................................................................................78 1113.01.09 - Outros Produtos .........................................................................................................78 1113.01.10 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre Produtos Industrializados........................78 1113.01.11 -Imposto sobre Produtos Industrializados - Simples Federal e Nacional......................78 1113.03.00 - Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários ........................................................................................................................78 1113.03.01 - Comercialização do Ouro ..........................................................................................79 1113.03.02 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - Comercialização do Ouro ....................................79 1113.03.09 - Demais Operações.....................................................................................................79 1113.03.10 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários................................................................................80 1115.00.00 - Impostos Extraordinários...........................................................................................80 1120.00.00 - TAXAS .....................................................................................................................80 1121.00.00 - Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia ..................................................................80

6

1121.01.00 - Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação e Operação da Adução de Água ......81 1121.02.00 - Taxas de Fiscalização das Telecomunicações............................................................81 1121.02.01 - Taxa de Fiscalização de Instalação ............................................................................81 1121.02.02 - Taxa de Fiscalização de Funcionamento ...................................................................82 1121.03.00 - Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos ............................................82 1121.04.00 - Taxas do Departamento de Polícia Federal................................................................82 1121.04.01 - Taxa do Departamento de Polícia Federal - Segurança Privada.................................83 1121.04.02 - Taxa do Departamento de Polícia Federal Sistema Nacional de Armas.....................83 1121.05.00 - Taxas Decorrentes de Serviços de Migração .............................................................84 1121.10.00 - Taxa de Licenciamento, Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas Instalações - TLC .............................................................................................84 1121.11.00 - Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC .................85 1121.13.00 - Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército ............85 1121.14.00 - Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários .......................86 1121.15.00 - Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro, de Capitalização e da Previdência Privada Aberta................................................................................................................................86 1121.16.00 - Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica ...............................................86 1121.17.00 - Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária.............................................................86 1121.20.00 - Taxa de Saúde Suplementar.......................................................................................87 1121.20.01 - Taxa por Plano de Assistência à Saúde......................................................................87 1121.20.02 - Taxa por Registro de Produto ....................................................................................88 1121.20.03 - Taxa por Alteração de Dados de Produto ..................................................................88 1121.20.04 - Taxa por Registro de Operadora................................................................................88 1121.20.05 - Taxa por Alteração de Dados de Operadora ..............................................................89 1121.20.06 - Taxa por Pedido de Reajuste de Contraprestação Pecuniária.....................................89 1121.21.00 - Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental...............................................................89 1121.22.00 - Taxa de Serviços Administrativos .............................................................................90 1121.23.00 - Taxa de Serviços Metrológicos..................................................................................90 1121.24.00 - Taxa de Fiscalização sobre a Distribuição Gratuita de Prêmios e Sorteios ................91 1122.00.00 - Taxas pela Prestação de Serviços ..............................................................................91 1122.01.00 - Emolumentos Consulares ..........................................................................................91 1122.02.00 - Taxa de Pedido de Visto em Contrato de Trabalho de Estrangeiro ............................92 1122.03.00 - Taxa de Utilização do Sistema de Controle de Arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante - MERCANTE................................................................92 1122.04.00 - Taxa de Avaliação do Ensino Superior ......................................................................92 1122.06.00 - Taxa Judiciária da Justiça do Distrito Federal............................................................92 1122.07.00 - Emolumentos e Custas da Justiça do Distrito Federal................................................93 1122.08.00 - Emolumentos e Custas Judiciais ................................................................................93 1122.11.00 - Taxa de Utilização do Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX ........93 1122.12.00 - Emolumentos e Custas Processuais Administrativas .................................................94 1122.12.01 - Emolumentos e Custas de Apreciação de Atos e Contratos .......................................94 1122.12.02 - Emolumentos e Custas decorrentes de Consultas ......................................................94 1122.15.00 - Taxa Militar...............................................................................................................95 1122.19.00 - Taxa de Classificação de Produtos Vegetais..............................................................95 1122.21.00 - Taxas de Serviços Cadastrais .....................................................................................95 1122.22.00 - Taxa de Serviços de Pesca e Aquicultura ..................................................................96 1122.99.00 - Outras Taxas pela Prestação de Serviços ...................................................................96 1130.00.00 - CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA.........................................................................96 1200.00.00 - RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES ...........................................................................97 1210.00.00 - CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS...................................................................................97 1210.01.00 - Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS...........................97

7

1210.01.01 - Receita do Principal da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ...98 1210.01.02 - Receita de Parcelamentos - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .......................................................................................................................................................98 1210.02.00 - Contribuição para o Salário-Educação.......................................................................98 1210.04.00 - Cota-Parte da Contribuição Sindical..........................................................................99 1210.05.00 - Contribuição para o Ensino Aeroviário ...................................................................100 1210.06.00 - Contribuição para o Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo ................100 1210.07.00 - Contribuição para o Fundo de Saúde das Forças Armadas ......................................100 1210.09.00 - Contribuição sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais............100 1210.13.00 - Contribuição sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ...................................................................................................101 1210.13.01 - Receita do Principal da Contribuição sobre Movimentação Financeira ...................102 1210.13.02 - Receita de Parcelamentos - Contribuição sobre Movimentação Financeira .............102 1210.15.00 - Contribuição para o Custeio das Pensões Militares .................................................102 1210.17.00 - Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas ..102 1210.18.00 - Contribuição sobre a Receita de Concursos de Prognósticos ...................................103 1210.18.01 - Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal .....................................................104 1210.18.02 - Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas ...............................................105 1210.18.03 - Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas .........106 1210.18.04 - Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números ............................................106 1210.18.05 - Contribuição sobre a Receita de Loterias Instantânea..............................................107 1210.18.06 - Prêmios - Prescritos de Loterias Federais ................................................................107 1210.18.07 - Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos .......................108 1210.18.08 - Contribuição Sobre a Receita de Concurso de Prognóstico Específico Destinado ao Desenvolvimento da Prática Desportiva - Modalidade Futebol (Timemania) ..............................108 1210.18.09 - Outros Prêmios Prescritos........................................................................................109 1210.29.00 - Contribuição para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público ...............109 1210.29.01 - Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio ...................110 1210.29.07 - Contribuição do Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio .................................110 1210.29.09 - Contribuição do Servidor Inativo Civil para o Regime Próprio ...............................111 1210.29.11 - Contribuição de Pensionista Civil para o Regime Próprio .......................................111 1210.29.13 - Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial.........................111 1210.29.15 - Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos - RPPS........112 1210.29.16 - Receita de Recolhimento da Contribuição Patronal, oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais .......................................................................................................................112 1210.29.17 - Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Ativo Civil, oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais ................................................................................................113 1210.29.18 - Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Inativo Civil, oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais ................................................................................................113 1210.29.19 - Receita de Recolhimento de Pensionista Civil, oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais........................................................................................................................................113 1210.30.00 - Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social.............114 1210.30.01 - Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório - Contribuinte Individual ....114 1210.30.02 - Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado ............................................114 1210.30.03 - Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado ....................115 1210.30.04 - Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES ...........................115 1210.30.05 - Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo ......................................116 1210.30.06 - Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural...............................................116 1210.30.07 - Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos - RGPS .......116 1210.30.08 - Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho ......................117 1210.30.09 - Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista ..................................117

8

1210.30.10 - Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débito dos Municípios .....................................................................................................................................................117 1210.30.11 - Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório - Empresário .......................118 1210.30.12 - Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo .............................................118 1210.30.13 - Contribuição Previdenciária do Segurado Especial .................................................118 1210.30.14 - Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório - Empregado Doméstico .....119 1210.30.15 - Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público......................................119 1210.30.16 - Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas ........................................119 1210.30.17 - Contribuição Previdenciária - Retenção sobre Nota Fiscal - Sub-Rogação..............120 1210.30.18 - Arrecadação FIES - Certificados Financeiros do Tesouro Nacional........................120 1210.30.19 - Arrecadação FNS - Certificados Financeiros do Tesouro Nacional.........................121 1210.30.20 - Certificados da Dívida Pública - CDP .....................................................................121 1210.30.21 - Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial, Recursal e Custas Judiciais........................................................................................................................................121 1210.30.22 - Contribuição Previdenciária das Cooperativas de Trabalho Descontada do Cooperado .....................................................................................................................................................122 1210.30.23 - Receita de Parcelamentos - Contribuição dos Empregadores e Trabalhadores para a Seguridade Social.........................................................................................................................122 1210.30.24 - Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado Incidente sobre a Receita Bruta....................................................................................................................122 1210.30.99 - Outras Contribuições Previdenciárias ......................................................................122 1210.31.00 - Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares e Bombeiros do Distrito Federal..........................................................................................................................................123 1210.31.01 - Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares do Distrito Federal.....123 1210.31.02 - Contribuição para o Fundo de Saúde dos Bombeiros Militares do Distrito Federal.123 1210.32.00 - Contribuições Rurais ...............................................................................................123 1210.32.01 - Contribuição Industrial Rural ..................................................................................123 1210.32.03 - Adicional à Contribuição Previdenciária .................................................................124 1210.33.00 - Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC ........................................................................................................................................124 1210.33.01 - Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC .......124 1210.33.02 - Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC ........................................................................................................................................125 1210.34.00 - Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI..........................................................................................................................................125 1210.34.01 - Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI..........125 1210.34.02 - Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI..........................................................................................................................................126 1210.35.00 - Contribuição e Adicional para o Serviço Social do Comércio - SESC ....................126 1210.35.01 - Contribuição para o Serviço Social do Comércio - SESC........................................126 1210.35.02 - Adicional à Contribuição para o Serviço Social do Comércio - SESC ....................126 1210.36.00 - Contribuição e Adicional para o Serviço Social da Indústria - SESI........................127 1210.36.01 - Contribuição para o Serviço Social da Indústria - SESI...........................................127 1210.36.02 - Adicional à Contribuição para o Serviço Social da Indústria - SESI........................127 1210.37.00 - Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/PASEP ................................................................................................127 1210.37.01 - Receitas dos Principais das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .........................................................................128 1210.37.02 - Receita de Parcelamentos - Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .........................................................................128 1210.38.00 - Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas ........................................129

9

.........48........00 ............145 1220....................................38......01 ........26...........Receita de Veiculação de Obras Cinematográficas e Videofonográficas com Fins Comerciais .144 1220.............................133 1210.........Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte ............139 1220.............00 ...............136 1220......................129 1210............26.........16........................02.......00 .................................Contribuição sobre a Receita Bruta das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações ...................................134 1220...........................01 ......................SENAT.......................06.......Receita do Principal da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas..........................................Outras Contribuições Sociais...........................137 1220...SEST .....................99....................................Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural ..........................28........00 ....Adicional sobre as Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas ......Contribuição para o Programa de Redistribuição de Terras e de Estímulo à Agroindústria do Norte e do Nordeste .....00 ......SENAR..........................01......02 ..26..................00 ....38..........145 10 .........................129 1210......00 ....................................44..........135 1220..................143 1220.......47..........00 ........................00 ......01 ........25..137 1220........39.....................131 1210..........142 1220.....Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados....Contribuição Relativa às Atividades de Importação de Petróleo e seus Derivados.........141 1220...............................................................Receita de Parcelamentos .........Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP ............................................... Gás Natural e Álcool Carburante..30.......................................138 1220............................136 1220..130 1210.....28..............145 1220........................Receita de Parcelamentos ...................................137 1220..06.............................18......24...00 .............139 1220..06.133 1220..................Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa .......................Contribuição sobre Jogos de Bingo ........................................................Contribuição pela Licença de Uso...........1210......02 ....Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante............PIN ...........................132 1210.................................................................................................................................... decorrente de Prestação de Serviços de Telecomunicações .Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática ........40..............00 .Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia Elétrica ......Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional CONDECINE...01 .....01 ........Contribuição sobre a Receita Operacional Bruta......03.........................131 1210......................00 .................28....142 1220...............Contribuição Relativa às Atividades de Comercia lização de Petróleo e seus Derivados......00 .........................................................................00 .........143 1220..............................................Contribuição para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE .........03 .........................................Contribuição para o Programa de Integração Nacional .................140 1220.......00..........................................03 ..133 1220..................................................................CONTRIBUIÇÕES ECONÔMICAS.......00 ................................03.........Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas ............................ Gás Natural e Álcool Carburante .......06..........Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador .........00 ...... Entrepostos Aduaneiros e Depósitos Alfandegados ......Receita de Distribuição de Conteúdos Audiovisuais por Prestadores de Serviço de Acesso Condicionado ..................Contribuição sobre Apostas em Competições Hípicas................................135 1220.Receita de Remessa de Rendimentos da Exploração de Obras Cinematográficas e Videofonográficas .........05...........28.............................................143 1220...00 ..........134 1220.....00 .....00 ...................00 ........132 1210..43.Lojas Francas..............................................................................................130 1210...........02 . Gás Natural e Álcool Carburante..... Gás Natural e Álcool Carburante ..........................02 .............. Aquisição ou Transferência de Tecnologia ...41..Contribuições para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização ....00 ...........Contribuição Relativa às Atividades de Importação e Comercialização de Petróleo e seus Derivados......00 ........Selo Especial de Controle ...................................129 1210.......................42...................02 ..............PROTERRA ...........00 ....03..Contribuição sobre a Receita das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações ..................Contribuição para o Serviço Socia l do Transporte ...................45.......Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública .................................

..Juros de Títulos de Renda..00 .....157 1329...00 ..................Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões .152 1312.........................................152 1311..........Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões ..........................................................................Outras Contribuições Econômicas.................00..147 1220............PNRs .................00....Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Fixa .....156 1327...............................................................................................RECEITA DE CONCESSÕES E PERMISSÕES .........................154 1320.........................00 ............Taxa de Ocupação de Terrenos da União ...03 ..........................03 .....................................................41................................................00..Residual...................................00 ....................155 1326.................................Excedente .....Excedente.................Aluguéis .........151 1300.........................Laudêmios..................................00...Principal....154 1315.............02 .00..................Parcelamento de Débitos..........157 1330...00............Outras Contribuições Econômicas ............99..........................00...........................................00 .............10...42......42...00.......00 ............RECEITAS DE VALORES MOBILIÁRIOS ........................................................Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor ........................Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia .................155 1325.....................Dividendos ........................Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões ............................41.............Parcelamentos .Participações...................00.........155 1323.......Taxa de Ocupação de Imóveis ...04 ...............................................Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia ..................153 1315.................................00 ..............00 ....01 ....151 1310............01 .....................................................149 1220..................Arrendamentos ........154 1322......Taxa de Ocupação de Imóveis Funcionais e Próprios Nacionais Residenciais .........................30....20.......99..............RECEITAS IMOBILIÁRIAS ...................Outras Receitas de Valores Mobiliários...................00.20..............149 1220.........151 1220.............................................99.....00 ..152 1314..00......................00 ...148 1220..........Remuneração de Saldos de Recursos Não-Desembolsados ..........................................................................Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia ...............Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões .........................Residual ..Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia .......................................01 ......................................00 ......150 1220....00......................00.....................................................................................................Foros...........................Principal .....................146 1220..................157 1328....................Taxa de Ocupação de Outros Imóveis ...................................................00..........................................00 ............................00 .........................154 1319..........Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia .............................................................00 ....................00........................................00 .00 ........151 1220..148 1220.....02 ................150 1220...00 ............................10...............00 ....................................41................00 ........................................41.00 .............42............................................................................00 .............00 ...........154 1321...................................147 1220......00 ............................151 1220............................42........................................................................Remuneração de Depósitos Especiais......153 1315...................................................00.....................................................RECEITA PATRIMONIAL...........................................................................................00 ...............04 ...........................Parcelamento de Débitos .........156 1328.....00 ..........................................................Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Variável..................................Outras Contribuições Econômicas ........41................00 ........................00 .................00........152 1313..................42...157 11 ................................................30.00...........................................................................................157 1328.....................156 1328.......................................................Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões.................................................153 1315........................1220........................02 .................Principal ..............Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Fundos Imobiliários.......................Remuneração de Depósitos Bancários .........................Outras Receitas Imobiliárias .....

..............02.....169 1333..............02 ....................00..Receita de Concessões e Permissões ............................171 1340..................01...01........172 1340.....Receita de Transferência de Concessão......00 .......05 .Outras Receitas de Concessões e Permissões .......03.......00 .........................Outras Receitas de Concessões e Permissões ..Receita de Outorga dos Serviços de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural.......171 1333.... ....Receita de Concessão de Florestas Nacionais .00 .........166 1332............................Recursos Naturais ....01.....02........01................01 .Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Metroviário de Passageiros .............................04........................Receita de Outorga dos Serviços de Telecomunicações ..................00...........02..161 1331...........161 1331..158 1331.Receita de Outorga do Direito de Uso de Radiofrequência .Direitos de Uso de Bens Públicos......1331.........Serviços de Comunicação ..........99.Receita de Outorga dos Serviços de Infraestrutura Aeroportuária .................Serviços de Comunicação .............168 1332...02......00 .....06 ..02 ...............Receita de Outras Concessões Florestais .Outras Receitas de Concessões e Permissões ....Itaipu .03........Valor Mínimo .................00 .Outras Receitas de Concessões e Permissões ..............164 1332.......Bônus de Assinatura de Contrato de Concessão ..........04...00 ........Serviços...........Outras Receitas de Concessões e Permissões .....04....166 1332.................170 1333.......164 1332........00 ......03 .............01..............Receita de Outorga para a Utilização de Posições Orbitais....01 .Receita de Transferência de Concessão....03 ......171 1340........Receita de Concessões e Permissões ................00 .............06 ..........Receita de Concessão de Uso do Potencial de Energia Hidráulica ...03 ........99......................160 1331....00.......Receita de Outorga de Direito de Uso ou de Exploração de Criação Protegida Instituição Científica e Tecnológica ..Receita de Custos de Edital de Concessão Florestal .....02.....158 1331.........................01........04................................165 1332.............158 1331.................99 ............01.................................165 1332.............................159 1331...01... de Permissão ou de Autorização de Rodovias ou de Obras Rodoviárias Federais ..02....................01..Demais Valores................................................159 1331......................02 ..Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral........................01 ..162 1331..........................Utilização de Recursos Hídricos ..00 ............171 1340.........159 1331....Demais Valores .04 ....................Receita de Outorga para Exploração dos Serviços de Energia Elétrica................................Exploração de Recursos Minerais .........Receita da Permissão de Uso de Área da União de Curta Duração.................04....159 1331......00.....157 1331.............................03......158 1331....169 1333..171 1339.....Direitos de Uso de Bens Públicos....Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Ferroviário ............00 ..Demais Empresas ....04 .......05 ....01.162 1331..............99.160 1331.............................172 12 ..................................................................162 1331.00 .Serviços de Transporte ........................................02..........00 ..............................00 ........Receita de Concessões e Permissões ...Receita de Outorga de Licenças e Autorizações da Agência Espacial Brasileira .00 ...99 ..02..............Receita de Concessões e Permissões .....................Receita de Concessão de Florestas Nacionais ..................Valor Mínimo ..02......00 .........................00...........167 1332.02.....................00 ....168 1332..............163 1332.....03 .........170 1333...04..........00 ..........00 .03.Serviços.Bônus de Assinatura de Contrato de Partilha de Produção ..............02..01..............Receita da Cessão de Uso de Bens da União ..00 .....Exploração de Recursos Naturais ..... de Permissão ou de Autorização de Telecomunicações ou de Uso de Radiofrequência .Receita de Concessão de Direito Real de Uso de Área Pública .Receita de Concessão Florestal.Receita de Outorga dos Serviços de Radiodifusão Sonora e de Sons e Imagens ........04 ....................163 1332..........04......Pagamento pela Retenção de Área para Exploração ou Produção .....01......Serviços de Transporte ...168 1333....................................163 1332...............04.......................................02 ..........Outras Receitas de Concessões e Permissões .......Receita de Outorga dos Serviços de Transportes Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros..01 .....159 1331...................167 1332.............Receita de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos ...00 ........00 ...........163 1331.......169 1333....01..................00 .....Utilização de Recursos Hídricos ......02......00 .........168 1332.....Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Marítimo de Passageiros ...Receita de Outras Concessões Florestais ....................164 1332.............05............06 ...................................Receita de Concessões e Permissões .............07 .....Compensações Financeiras ...........Receita de Contratos de Transição de Concessão Florestal.............................

..Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma ..........Royalties pela Exploração do Patrimônio Genético no Mar Territorial............................................................08...........................Partilha de Produção...................................................Royalties pela Exploração do Patrimônio Genético em Área de Domínio Público ...................177 1340.......Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009 ................193 13 .......................174 1340.................................09...........01 .....Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma .......05....Concessão em Áreas do Pré-Sal e Estratégicas ................07......Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão em Áreas do Pré-Sal e Estratégicas .....179 1340...........................04...Concessão em Áreas do Pré-Sal e Estratégicas ........ Zona Econômica Exclusiva ou Plataforma Continental...Receita Decorrente do Direito de Exploração de Bens Públicos em Áreas de Domínio Público ......................Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma ..............................................00 .............................07................................................00 ........................Concessão ..03 .....03 ..............01 ...................................Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão em Áreas do Pré-Sal e Estratégicas ............00 ..............186 1340................02 ..............................174 1340.............Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural .......03 ...............................Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão...................08................Receita pela Produção de Petróleo ou Gás Natural .........................00 ...............................................Partilha de Produção...00 ............00 ...........Concessão em Outras Áreas ...................173 1340..189 1350.175 1340.188 1340.........191 1351....185 1340................10............00.................00...........................192 1351........Partilha de Produção ............Partilha de Produção..180 1340....07............................Campos que Iniciaram a Produção até 31/12/2009 .................07...............................Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Terra .02......................00 ..................01 ...............................................................181 1340.....178 1340..........................00 .................Concessão em Áreas do Pré-Sal e Estratégicas ...........02 .00 ......08.........Concessão em Áreas do Pré-Sal e Estratégicas ..................................Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural ........ Zona Econômica Exclusiva ou Plataforma Continental.................................191 1351....03 ................10..................................................................Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Terra ......................183 1340.............................................00 -Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais ..01...................................................................................05....187 1340...........184 1340.............................193 1352......................05.........................Campos que Iniciaram a Produção até 31/12/2009 ..Royalties pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural em Terra .........................Participação Especia l pela Produção de Petróleo ou Gás Natural .......Concessão ..............................Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma .....Concessão.......Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Terra Concessão...............191 1351........00 ...182 1340.................Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Partilha de Produção.............................................05.....................00................................178 1340....04 .10........08.....................................Partilha de Produção ........................10...............................06..1340..........................Receita de Outorga a Título Oneroso das Atividades de Pesquisa e Lavra de Petróleo e Gás Natural..............................Participações pela Exploração do Patrimônio Genético em Áreas de Domínio da União...................Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural ..................................10..................02 ........01.........Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão em Outras Áreas .............192 1351....185 1340......................................00 ................................Campos que Iniciaram a Produção até 31/12/2009 ....176 1340.........Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural ...................00 ..............................Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009.....Receita de Royalties e Participações pela Exploração do Patrimônio Genético .....Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009.............Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma .........Participações pela Exploração do Patrimônio Genético no Mar Territorial......03.............00 .......................Concessão em Outras Áreas ............04.........05 .............185 1340..........02 ............10.....

...................08 ..Receita da Indústria Extrativa Mineral ............................203 14 .........................................................00 .......................................................00 ....Outras Receitas Patrimoniais ............................12...............................00..................200 1600...194 1361..........................................................198 1520..Outras Receitas Agropecuárias .........00 ..............................................00 .......Receita de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamento a Fornecedores 195 1390..............................................................................Serviços Financeiros...........99.....00 .....................................................Receita de Comercialização dos Dados e Imagens oriundos da Utilização de Posições Orbitais.22..............................................195 1400......................200 1600.........00 ................................................198 1520..199 1520...................RECEITA DE SERVIÇOS.............................00 ................................Remuneração sobre Repasse para Programas de Desenvolvimento Econômico..........Serviços Financeiros de Compensação de Variações Salariais .......................RECEITA INDUSTRIAL ...........00 ........................................................................197 1520.00 ..02............00...........................Receita da Indústria de Transformação..... a partir do Território Brasileiro .................Receita da Produção Vegetal....199 1600..00 .....................02.............00...1360..01.........Receita da Indústria de Produtos Veterinários ..........02.198 1520.................................01 ..............200 1600...............Outras Receitas da Indústria de Transformação.............Receita da Indústria de Bebidas e Destilados..196 1490...................................Receita da Indústria Editorial e Gráfica ................00 .............................................Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos Agropecuários .........10 .......202 1600...................................................................................................200 1600...........193 1361...................................00............................................................................................................01............................Receita da Indústria Química.........201 1600........................26........99 .....................00 ..............................................................................203 1600..........................05 ............03..................................198 1520...........................Receita de Comercialização de Fardamentos....00 .............................Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos e Veterinários........................................Receita de Produção Animal e Derivados....Receita de Cessão do Direito de Operacionalização da Folha de Pagamento de Pessoal..........197 1520........................00..............................00 ..........01................197 1520...................Outros Serviços Comerciais ..............................00 ............Receita da Indústria de Construção.............Receita de Cessão de Direitos.................................198 1520......00 ..Operações de Crédito Internas ..Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos............................199 1590......................................197 1500................197 1510.......................................01 ....02..................................27..196 1420...00 ...............29...Receita de Cessão do Direito de Operacionalização da Folha de Pagamento de Benefícios..........00.............. Material Escolar e de Publicidade ....00......01............00 .....Receita da Indústria Eletrônica ........01..................................Receita de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos ...........01.................Serviços de Comercialização de Medicamentos .02.............00 ......................................00.........................11 .......................02.....194 1361......06 .21................00...................................00 .........................200 1600.........01....Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia .......196 1410..................21...................12 .....................03 ..................Receita Proveniente de Lançamentos de Satélites e Foguetes de Sondagem.........................................00 ....200 1600........................Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia ................02... Dados e Materiais de Informática ..Serviços de Comercialização de Livros..Receita da Indústria de Produtos Farmoquímicos ............194 1361..........00 .....................................09 ........99 .01.......00 .........198 1520...............Operações de Autoridade Monetária .....................................................03 ................................20...................200 1600.....02.....01 ..............................Receita da Indústria de Produtos Alimentares .....00......00.........01...199 1530..............................201 1600...............Outros Serviços Financeiros ..202 1600...02.........00 ..............................................Serviços Comerciais ..........06 ..................201 1600......00.02 ..........00 ......Serviços de Comercialização de Produtos......RECEITA AGROPECUÁRIA ..202 1600.....................................202 1600.....................02 ....................................... Periódicos.....................00.......................Outras Receitas Industriais .Juros de Empréstimos ..........................199 1520.............197 1520..Receita da Indústria Mecânica ..................202 1600....................30............Operações de Crédito Externas.......00 ................21.........00 ...........203 1600..........................01....................................................

......00 .......208 1600........Serviços Recreativos e Culturais ..16...............00 .............................01 .............................................18................210 1600.00 ..................05 .......00 ..................Serviços de Socorro Marítimo ..............05......................................Outros Serviços de Transporte......................00 .............................04 . Assistência Técnica e Análise de Projetos...........................................206 1600.............04 .......05 ...........................................04 ...01 ..........................Serviços de Hospedagem e Alimentação ..Serviços de Transportes Especiais ................................................................00 ..06.........05.......209 1600..............................209 1600.......................209 1600..................14.............................................203 1600..03 ..207 1600.............................05........Serviços de Publicidade Legal......................Metrologia Científica e Industrial.Outros Serviços de Saúde ......................................................08......03 .......99 ............................03..........03...........................Outros Serviços de Comunicação ..........................214 15 ..........................................03....Serviços de Reparação.........01 .....................................03 ....Serviços de Patentes .........205 1600..........................................................00 ..................... Manutenção e Instalação...........208 1600......................00 ............203 1600..............208 1600................23...................................1600.........Serviços de Metrologia e Certificação ...210 1600..............................................Serviços de Inspeção e Fiscalização ............................Serviços de Assistência à Saúde Suplementar do Servidor Civil .......Metrologia Legal............................................................11..05........20..........................205 1600...Serviços de Transporte Rodoviário ..........23..................05 ..................................02 ......................212 1600................12......................23..........................209 1600.04...........213 1600......03.......................................02 .23.....................15......208 1600.........................11.07..........00 ......................23....00 ..Serviços de Registro de Marcas.................208 1600.......210 1600..............................................................................02 ......................Serviços de Processamento de Dados ......Serviços de Registro de Indicações Geográficas................................................................................ Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Livres ............................Serviços Hospitalares ......................05.02 ..................204 1600..........................205 1600............Serviços Portuários .........................09...........................................................................Serviços de Registro de Desenho Industrial........Serviços de Transferência de Tecnologia .............23..207 1600..........213 1600.213 1600.213 1600.........206 1600...04.....................Certificação de Produtos e Serviços........Serviços de Consultoria..........................................210 1600.............................05 .......205 1600......20.....211 1600.......................Serviços de Transporte ..Serviços de Meteorologia ....Serviços de Informações Estatísticas .......................205 1600......Serviços Radiológicos e Laboratoriais....Serviços de Registro de Análise e de Controle de Produtos sujeitos a Normas de Vigilância Sanitária .Serviços de Transporte Ferroviário .....................................................21..Serviços de Registro de Marcas.............00 ........04............................................................................................................06 .................................00 ......................................Serviços de Transporte Hidroviário ...........................................................23...03 .................20.............................11..........................Serviços de Estudos e Pesquisas .....Serviços Educacionais ............05.......Serviços de Consultoria...............................00 ...........00 ..Serviços de Registro de Programas de Computador ..............206 1600..............13................................Serviços de Transporte Aéreo.............204 1600............................................................................209 1600.............11..................02 ............................................................................03....................Serviços de Consultoria.......00 ....Serviços de Radiodifusão .................03...............................................................................................03 .............01 ......11.........Serviços Agropecuários ............Metrologia Legal e Certificatória Delegada........00 ..00 ..........11.........................204 1600.................................Informação Tecnológica .....................00 ................213 1600............................213 1600....206 1600...............Serviços de Armazenagem ............................03................Serviços Administrativos...........211 1600....................................211 1600............211 1600.....................Serviços de Comunicação.00 .....................213 1600......211 1600.....10..204 1600..............................00 ..........01 ........................04.............................................02 .........................00 ......17.....207 1600................213 1600........................ Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Vinculadas......... de Patentes e de Transferências de Tecnologia ..............................22............................................................................99 .........................19..........205 1600..........................Serviços de Saúde........01 ...........................................Serviços Tecnológicos .................

.......Receitas de Emissão de Licença de Exportação..Tarifa pelo Uso do Sistema de Transferência de Reserva do Banco Central....40....................Serviços Decorrentes de Parcerias com Outras Instituições Públicas e Privadas ............................................Receita de Seguro de Crédito à Exportação ...........................Tarifas e Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota .....................................01 ..03 ..60................Serviços de Cadastramento de Fornecedores .....................Serviços de Informações Científicas e Tecnológicas ..........................26.............51..215 1600....34..02 ..............................................00 ......1600.00 ........215 1600................223 1600...................219 1600.................00 ....................215 1600............214 1600....00 ..Instituição Científica e Tecnológica ........221 1600..........................Tarifa de Utilização de Faróis ..........37............Compartilhamento de Laboratórios e Afins com Microempresas e Empresas de Pequeno Porte em Atividades de Inovação....................222 1600...................................................Garantias e Avais ..216 1600........Serviços de Compensações de Variações Salariais .....................00 .....................219 1600.....Outros Serviços de Registro de Marcas.......37..............................222 1600............Adicional sobre Tarifa Aeroportuária ..................37.........................................224 1600.....Parcela da Tarifa de Embarque Internacional .....00 ..............................Concessão de Aval do Tesouro Nacional .....225 1600.............Receitas de Emissão de Certificados de Origem.........30...................31.......................Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota.....216 1600......................................................220 1600...................Serviços de Regulame ntação da Exploração dos Serviços de Telecomunicações.....................................................02 ............................................Serviços de Remessa de Depósitos Oficiais ............................................................................222 1600...........31.......... Regime Privado ......Certificação e Homologação da Atividade Mineral................70..................220 1600....99 ...........08 .220 1600...........................51......36...................................................................................24..........214 1600.......................................................214 1600...............02 ..............................01 .....02 ...37................220 1600.............00 ................................33..........221 1600........................00 ............37....................215 1600.......00 ......27...............36........00 ....00 ...........................33..........02 ....38..........................220 1600........Serviços Veterinários............00 .............23................Serviços Prestados Diretamente por Instituição Científica e Tecnológica ..............................218 1600......217 1600....................Serviços de Perfuração e Instalação de Poços.....................25.....................221 1600...00 ..........Serviços de Registro do Comércio ....................32..............................................................00 .......Tarifa e Adicional sobre Tarifa Aeroportuária.......................................60....51...........01 ............220 1600..Comissões pela Prestação de Garantia .........Serviços de Proteção das Topografias de Circuitos Integrados ............02 ..............Tarifa de Compartilhamento e Utilização em Atividades de Pesquisa e Inovação Instituição Científica e Tecnológica ...............223 1600......29...................................214 1600.03 ...................70.................222 1600.................................................00 ..........05 ............225 1600....01 .......Serviços de Geoprocessamento ............... de Patentes e de Transferência Tecnológica ...........218 1600...............01 ..............................35..........Garantia dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível...................23.00 ...........Tarifa Aeroportuária ..............................215 1600.........Concessão de Garantia da Atividade Agropecuária ........00 .....01 .Serviços de Fornecimento de Água ................Prestação de Serviços pelo Banco Central do Brasil......................226 16 ..................07 ........................00 .....................Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações ...................Tarifas de Inscrição em Concursos e Processos Seletivos....60.31...28...Tarifa pelo Uso do Sistema de Informações do Banco Central..............23...............................................................................36..00 .......33......215 1600..................Receitas de Emissão de Certificados de Origem e de Emissão de Licença de Exportação .......01 ...39................Adicional Sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota ....00 .....................................Serviços de Cadastro da Atividade Mineral.........56..............00 .....................50....................222 1600...31......00 ...04 ..............217 1600.........................Receita de Credenciamento de Empresas Prestadoras de Serviços de Vistoria ..............Serviços Voltados à Inovação e à Pesquisa no Ambiente Produtivo ......37......221 1600......225 1600............224 1600....................................................220 1600.............

.................Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados ........................00 ..........230 1911............00.....231 1911...00 ..........228 1772.........02................................Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito...................................00.........................Provenientes de Pessoas Físicas ....00......02......00 ..227 1761.........Utilização de Laboratórios e Afins por Empresas Nacionais e Organizações de Direito Privado Sem Fins Lucrativos em Atividades de Pesquisa .................................Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas.00 ....228 1911..........................00....228 1771......05 ........Provenientes do Exterior ......................70..................232 1911.................................................................................................... ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários..............................232 1911..................................226 1600..........Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes ..................................00.........................227 1760....Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito................231 1911..01 .....................01 .......................231 1911..................... Câmbio e Seguro...............................................00 ..........................02.....................Transferências de Convênios de Instituições Privadas.........................Outras Transferências dos Municípios.....................00..............00 ..03......... Câmbio e Seguro..........OUTRAS RECEITAS CORRENTES ......231 1911.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas...Transferências dos Estados.............................Transferências do Exterior................................00 ...00...................00 .......02............229 1911.....................03.........................00............Transferências Intergovernamentais .Transferências de Convênios da União e de suas Entidades ..........................Transferências de Pessoas.......226 1730.............04.........................................................................229 1911..........04.............00 .....Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades .......00.228 1774....................228 1900.Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Pessoas Jurídicas ........00 ....00 .......................................04 ......................02.........226 1723...............00.............Receita de Parcelamentos ..........Receita de Parcelamentos ...........................................00..............00 ..................Provenientes de Depósitos Não Identificados ............Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Pessoas Físicas ................226 1722........01 ........02............227 1770..................................................226 1700..00 .00 ...03 .............Receita de Parcelamentos ...........00 ........................................00..02....227 1750...........228 1910.................232 17 ............. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários........................................Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional ............Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação229 1911...................229 1911..............................................Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação..07 .......Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados .............................................................................Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte ..........02 ...............00 ...226 1740..................Multas e Juros de Mora dos Tributos.............00 ................228 1773........99........00 ...Outros Serviços ...00........01..................................01.....227 1763..00..............Transferências de Instituições Privadas ...03....................IRPJ................228 1911....226 1722........................................228 1911..Receita de Parcelamentos ...00..............Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação .........02.....00.....03.....MULTAS E JUROS DE MORA.......................Provenientes de Pessoas Jurídicas .....Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades ............................................TRANSFERÊNCIAS CORRENTES .................................................Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza .....................00 ......226 1723..................00.............230 1911.......Transferências dos Municípios ...............00 ........226 1720................................06 .....Transferências de Convênios .........................................00 ............02 ................................00 ..............227 1762.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados...................................................231 1911...............................................00.03 ........99.............Transferências para o Combate à Fome ....00 ...........00 .....00.IPI..00 ................00 ...........................................227 1764.........02 .............................Outras Transferência dos Estados .................................................230 1911........00 ..........01 ......Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional ......99........................Receita de Parcelamentos .....02 .............................1600..................................01..........................................................232 1911.........................00.............

...Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social..........................233 1911...................00...............01 .......30........................00 ......Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Prestação dos Serviços de Telecomunicações ....Multas e Juros de Mora de Outros Tributos.......................99..................34.................................................................239 1912..........................................................................................240 1912............... Gás Natural e Álcool Carburante......235 1911......233 1911...07................................... da Capitalização e da Previdência Complementar Aberta e Fechada ....239 1912...Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.............................238 1912......00 ..........................02 ......02 ......................08.....Receita de Parcelamentos ..........................................236 1911....01...........Multas e Juros de Mora da Contribuição do Servidor para o Regime Próprio de Previdência ..236 1911.00 .......10.......................04.........02 ...........................37.............238 1912..........233 1911........Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação .....................................Parcelamentos .............................. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários ...238 1912........241 1912....239 1912.........235 1911............................32........................................00 .............................Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro.....................................................................................237 1911.............................................00 ......Municípios Não-Conveniados ........07...........00 .........................07................29....29..............................03.......02 .......31..............................Multa e Juros de Mora das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social.........01........................Multa e Juros de Mora da Contribuição do Salário-Educação .....................................................00 .......................Receita de Parcelamentos ........07.Principal ...................Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Exportação ..234 1911..........234 1911...................Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira .............08..........Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército .......................35..Multas e Juros de Mora das Contribuições ...00 ..................................Multas e Juros de Mora da Contribuição Patronal para o Regime Próprio de Previdência ......02 ...01 ..Multa e Juros de Mora da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.....02 ......36.........................Multas e Juros de Mora de Outros Tributos ..............00 ...............00 ......................Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural .......02.......01 ....................................................................99...233 1911................Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito...........Multas e Juros de Mora de Outros Tributos ...............................Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Exportação .................................02 .......................237 1912............236 1911........Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira ..................29..........233 1911............01 ......00 .................. Câmbio e Seguro....Receita de Parcelamentos .......241 18 .03..........08................03...............................................Multa e Juros de Mora da Taxa de Saúde Suplementar ........00 ...00 ...........................Receita de Parcelamentos ................02 ..07.........Multa e Juros de Mora da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.01 ...............................Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária ........ Gás Natural e Álcool Carburante ............237 1911....Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural .............Receita de Parcelamentos .................................239 1912.................................Municípios Conveniados ..........................01 .........Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira....Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ..237 1912................Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários .........99........... Gás Natural e Álcool Carburante............00 ....00 ......240 1912..238 1912........................00 ...................Receita de Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados...........01 .........Multas e Juros de Mora das Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor ...........240 1912.....1911........................237 1912...............01...Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.....07.240 1912........Multa e Juros de Mora das Taxas de Fiscalização das Telecomunicações ..234 1911................00 ...............................................

.....00 ..........................244 1912......................................................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado ...............30....30...30....250 1912.............01 .................................Retenção sobre Nota Fiscal ...249 1912.......................................................................................12 ..........250 19 ..............247 1912....................................21 .........................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório Empresário .....................................................03 .....................02 ......................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos .30........30..................245 1912...........241 1912...............................246 1912.....24 .243 1912............Multa e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado Incidente sobre a Receita Bruta...............06 .......32..................00 ..........Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público ..242 1912...................244 1912..................................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo ..........Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária ..............................30...01 ........................................................99 ....18 ..................Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas ..........246 1912.............................................................................Multas e Juros de Mora da Arrecadação FIES ........................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES .............................01 .......................31.........245 1912................................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo ...Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório Contribuinte Individual ..............249 1912..............Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial..Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas ...........Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Previdenciárias ..................................................................................Multas e Juros de Mora da Contrib uição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado .248 1912.....30.........................246 1912..............30.................................30..16 ..............30.............245 1912.Receita de Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .................30..............30......................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público ..........Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Produção Rural.....30....................................................................30.244 1912...02 ..Multas e Juros de Mora da Arrecadação FNS ....................30................................................19 ...................................15 ......Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista.17 .Receita de Parcelamentos ..13 ............................................CDP....Certificados Financeiros do Tesouro Nacional ..........10 .............30............................................................................Certificados Financeiros do Tesouro Nacional ......................................................................................................................................................07 ................................................................14 ......Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios .......................................31.............................................1912.........242 1912.........................20 .................249 1912.....................................243 1912...............................................Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho ..............248 1912..30................11 ........................................04 ............Multa e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.................................30...........................241 1912..................................................08 .....Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público ..............Sub-Rogação....09 ...............30..............................................248 1912............................247 1912................................................................................. Recursal e Custas Judiciais....................PIS/PASEP .................30......................Multas e Juros de Mora de Certificados da Dívida Pública .............................05 ....Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas .........................31....30................242 1912..............................................................................................243 1912...247 1912.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório Empregado Doméstico ............................30.............30....32..................

............08 ...................33...........33......................................252 1912..Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal.....Receita da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas .................32.......................Multas e Juros de Mora de Prêmios Prescritos de Loterias Federais ...Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia Elétrica .................Juros de Mora do FUNDAF ......55.....................................06 .Juros de Mora do FUNDAF ..........05 ...............256 20 ......55.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas .253 1912..................00 ...........................00 ..........Receita de Parcelamentos das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público ...................Receita de Parcelamentos da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas .............................255 1912..........05 ...................................03 ............255 1912...........................256 1912.....Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas ..1912.................55........................................................Juros de Mora do FUNDAF ......09 .......55....................253 1912.................53.34.........................................................52.......................................Juros de Mora do FUNDAF ........55....252 1912......Receita de Parcelamentos da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.............251 1912...........................................03 ...35.....................................Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números ........00 ........Receita de Parcelamentos da Contribuição sobre Movimentação Financeira .................................02 ............Juros de Mora do FUNDAF ....55.11 ...............................................Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa .....Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea 256 1912................................55.....12 ...54.............13 ........01 ........254 1912..................................................................00 .....................51.......255 1912................33........250 1912...... ...........................254 1912................33..............................04 ...........33.................256 1912.........................Juros de Mora do FUNDAF ..........00 ................06 .......250 1912............251 1912.......00 ...Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas256 1912........Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea..................................................................55...................Receita das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público ................................55..........Juros de Mora do FUNDAF ..Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador .........Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas ......................253 1912............................55.............55.07 .252 1912............33...............01 .00 ...............................................................Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas....................................256 1912....252 1912............07 .......Juros de Mora do FUNDAF .....55....Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números .....................255 1912..............14 .Receita da Contribuição sobre Movimentação Financeira .............Multas e Juros de Mora da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante ......Receita de Parcelamentos ....10 ........Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas .......255 1912...................................................................................33...........Multas e Juros de Mora sobre a Receita da Contribuição de Outros Concursos de Prognósticos ...........04 .Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal......55.........Receita das Contribuições ....................Juros de Mora do FUNDAF ...................................................55..33....................................................02 ......................Multas e Juros de Mora da Cota-Parte da Contribuição Sindical............Juros de Mora do FUNDAF ....02 ...............................................00 ................................................250 1912....251 1912..............255 1912..Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas............00 ....................................Receita de Prêmios Prescritos de Loterias Federais .......253 1912............................Juros de Mora do FUNDAF ...........255 1912.......................254 1912...Multa e Juros de Mora das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos .........Juros de Mora do FUNDAF ...55............Juros de Mora do FUNDAF ...255 1912....................................................Receita da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social..................Juros de Mora do FUNDAF ........Juros de Mora do FUNDAF .........36..................

.......................02........03............07.........Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação........................00 ...........03 ...............03.................258 1913.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação257 1913.....Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.............................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados .264 1913.......................257 1913...........Receita de Parcelamentos ..............Pessoas Físicas ...........................................01 .........01 ................................02 .....03 – Multa da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional ..........01...05 .............03...........................257 1913............................................02 ..................................................Receita de Parcelamentos .............258 1913......................02...................260 1913..................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte........ Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários .................................................04................................................07...........258 1913.........02...................................03.........02 ....................08..99.......Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação............................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação..................................... Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários ..........................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda ...........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes .....Multas e Juros de Mora das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores.04 – Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional ......................01..........................Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito...................Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições .02...........................04..............01 ........264 1913.....Receita de Parcelamentos .............259 1913..............................................Pessoas Jurídicas ................................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas ...................02............Multas da Dívida Ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional 259 1913............263 1913........256 1912...................261 1913... Câmb io e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários..........................00....................................04 ...............................261 1913.................1912............04..Principal........................00 ..............99.....................................02.Municípios Conveniados .....................00 ............256 1912.........259 1913....................................264 21 ............................03......................99.......................................261 1913...........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza ..............01 ..........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas ......................................................................Receita de Parcelamentos ..................................07..........................................08 – Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional .....................................................................Receita de Parcelamentos .02.......................261 1913.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação264 1913......................................263 1913..263 1913...........08...................256 1912........02 .00 .......257 1913....07 ..................................00 .........01 ...........Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito........................01.......257 1913........................Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições ....01 ....................02.......Receita de Parcelamentos ......................................................Parcelamentos .....Receita de Parcelamentos .........................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda ........................................................02 ...Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural .............................263 1913.......Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação...........56.................06 ................00 .Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições .Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.........................259 1913..................................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados ........262 1913......Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados ....................................................02...............00 ................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa dos Tributos..................................................00 .........................00 ....................02 .................01 ...257 1913............

........02.........269 1914.................................................................00 .......................00 .272 1914.......................................................00 ...............04.....04.....270 1914...........02 ........................................................................................Empresário........270 1914..........01.........................04............Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Produção Rural...Municípios Não-Conveniados ................................................04........04 ...................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ........................00 ..Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira ..Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira ......................04........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições ..............Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho ..........04.......................09 .........................................................08...01.......................................................269 1914..10 ..........268 1914.................02 ....................................04......04..........................................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista ...........................265 1913................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos .............................01 ..04...........................04.........07 ..............267 1914.................................00 ........................................273 1914...........03 .Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição do Salário-Educação ..........................04.................00 ....................................................................................273 22 ............03.............................04............Empregado Doméstico...Contribuinte Individual.................267 1914....................Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.....265 1913....266 1914.................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado .....Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército ..........04.............................................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.........................................08 ..................................................................01 .Receita de Parcelamentos .................................269 1914..........................Receita de Parcelamentos ......10.............................01......................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .......Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .............................................................................................268 1914...............02 .........................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial............................04.........01 ...270 1914..Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado.............04...................................................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Seguridade Social ..03........................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo ...11 .267 1914....................13 ....................00.................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES .................................267 1914...........00 ..02 ....................271 1914....................................05 ........................................03..............................................266 1913..............................1913....................................99................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo.......272 1914.....................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ...................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios ..Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outros Tributos ...................................................272 1914......................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações .....09....268 1914...................271 1914..............06 ............12 ..266 1914.......................................268 1914...............Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório ............................14 ........................00 .................................................................................................271 1914.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira ..........

.........................................................19 ......Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas...........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa sobre a Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa .......................................16 ...........278 1914.............05...............................................279 1914...........06.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais .............08.20 ....................................................................................277 1914..............................................................279 1914....................06 .................04 ...................................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa sobre a Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador .281 1914........21 ...04......................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público....................01 ............274 1914...........05....................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária Parcelamentos .............02 ...........................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal...............................Retenção sobre Nota Fiscal ............00 ..................................................276 1914..Sub-Rogação.............07..............................05..............06........................04...................................277 1914...........................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária ......................04...................280 1914.......01 ..............274 1914........................................07.................275 1914....277 1914.........04.......07.........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas .Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público.............Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial................07..04.....................Receita de Parcelamentos ..................................................06....18 ......273 1914......................................................274 1914..........CDP.......................280 1914................................04......................................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Incidente sobre a Receita Bruta .....................04...........................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias .....275 1914......1914....276 1914..10................................................03 .........00 .......99 ..........281 23 ................Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas..............................275 1914.......................04...................................................02 ...Receita de Parcelamentos ..............................279 1914............278 1914...........................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FNS ..................................................02 ............00 .............01 ...........................................Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .................... Recursal e Custas Judiciais ....................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público ....Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas ...Certificados Financeiros do Tesouro Nacional..........Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas ...............................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números ..............Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública ....................04..............Certificados Financeiros do Tesouro Nacional......05 .Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuição sobre a Receita de Concursos de Prognósticos .......................................00 ..........................07...24 ......PIS/PASEP ......................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante ..........17 .......04..22 .........................................................................................................................................07...................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea......................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Arrecadação FIES .........15 .................................00 .............280 1914........................09..........................278 1914..................................281 1914.........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas...........278 1914............................................................................07....00 ..........................277 1914.........

284 1914............Juros de Mora do FUNDAF .....282 1914..............................04 .......Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.....................00 .........................05.......284 1914......................Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal ......08 .....00..................................03........................12..............................Receita de Parcelamentos .............12........................................Dívida Ativa das Contribuições...........................285 1915.........01 .........................00 ...............................................................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa de outras Receitas ...........................00 ........1914.............282 1914................285 1915.........Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea .................283 1914........................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista................12.. Gás Natural e Álcool Carburante ...............00 .............................................Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas .....................99.........283 1914.........02 .....286 1915...283 1914........06 .......... Gás Natural e Álcool Carburante ....12.....................................284 1914............Juros de Mora do FUNDAF ........................................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Exploração de Recursos Minerais ................07 ................................Juros de Mora do FUNDAF ....Juros de Mora do FUNDAF ......................283 1914.......................12......................284 1914.......283 1914....Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira .............Juros de Mora do FUNDAF ...........Juros de Mora do FUNDAF ................283 1914..Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral .................................................................Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Mineraria ...12..............................................................10 ...........................................................................00 .......12.....Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais .......................Juros de Mora do FUNDAF ..........12.........01 .....................Juros de Mora do FUNDAF ....................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita da Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral..........Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números ...........12........ Gás Natural e Álcool Carburante...05 .............................02 ....................................Juros de Mora do FUNDAF ...........................Principal.............99.................Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições ...........................Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas.........................00 .................12......................283 1914...284 1914......................14 .........12...............................Juros de Mora do FUNDAF ..04..................................284 1914.....................................Juros de Mora do FUNDAF ......11.....Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições 285 1915.Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público ...........283 1914....01................................02............00 ........12...............12 ...Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.........12...............................Juros de Mora do FUNDAF ...................................................Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas ....Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira ..99.................................................13 .............284 1914...Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social...284 1914.........00 ......284 1914..Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições .......................00 ...................02 ....12...........................................03 .Juros de Mora do FUNDAF .....283 1914.....................................................................................11 .........Parcelamentos ......................285 1915.......................Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados................................................Juros de Mora do FUNDAF ................................................286 24 ...Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .12..............................286 1915.....Juros de Mora do FUNDAF .........01 .......11.......Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas....09 ........11.......

..09.........99..Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica ...........Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos ...........................................................07..........................291 1918.......11............00 .................................00 ............00 ......99.................................................................287 1915.............................................10.............00 ........00 ......................................07..00 ...........................................................................288 1915.....................03.................04............Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização ......295 25 ................00 ..Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica ..........287 1915.......08...Multas e Juros de Mora de outras Receitas ....................................................00 ........20.......Multas e Juros de Mora de Aluguéis ............292 1918.........Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional.........Multas e Juros de Mora de Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União.00 .............................Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União ...........291 1918............Multas e Juros de Mora de Dividendos......20...............00 ......................................................................................290 1915.......00 ............00 .........01..Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalizações TAFIC .00 .. útil e Direto...........05.....00 ..............Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas............. ...........288 1915............290 1915................................291 1918.288 1915.....16.....................................00 ...............289 1915.........................Multas e Juros de Mora de Taxas de Ocupação .......................09................06........01 .....287 191915....293 1918........Multas e Juros de Mora de Foros...............00 .........................................................................290 1915........00 ............Demais Empresas ....293 1918...14......................00 . Útil e Direto.......................................289 1915..........................295 1918.......288 1915..........................................................294 1918.......294 1918.............02 .........288 1915..Multas e Juros de Mora da Receita de Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização ..............................................17.................................287 1915..12...............................................06.........................................................................................01 ........Principal ......................02 .....................................Multas e Juros de Mora de Laudêmios ..............Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas .........Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica...............................289 1915...........................................................00 ...............293 1918..Domínio Pleno...............................................20........04...04....................................................................00.......................Multas e Juros de Mora de Arrendamentos.......1915.......02 Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa do Auto de Infração no Âmbito do Regime de Previdência Complementar Fechada...................18............................................................................00 .................Multas de Mora de Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União ...............Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos ....................Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis ...291 1918...288 1915............................................19.......Parcelamentos ..........Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica.........................................................292 1918.......02....................................289 1915......Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores .............00 .287 1915................................................Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas ....Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões Serviços de Comunicação....................00 ...............00 ....................................00 ..........................Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica ................13..00 .....00 .........................99....................Multas e Juros de Mora de Parcelamentos ........................................Multas e Juros de Mora de Alienação de Outros Bens Imóveis ...............Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas .Domínio Pleno..15........................................01 ............................289 1915.......Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações ...................................08.....

..........................................302 1919..............307 1919.00 ...........305 1919.......306 1919..26......306 1919..Juros de Mora de indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União.....00 – Multas sobre a Fiscalização da Rede de Produção Orgânica ..00 ....................04.........................297 1918......00 ....14..300 1918..............00 ..07................00 ...............Multas Previstas na Legislação Sanitária .....................304 1919.......................................Multa de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União..00 ...00 ........00 .....Multas Previstas na Lei do Serviço Militar ...................................00 ......................14.........15............................00 ..............296 1918....00 ...............00 ..................................00 ................................18....11.....Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis .......308 1919..302 1919..20...............19.Outras Multas e Juros de Mora .....00 .........02.......13.........00 ....13.....Outros .Multas e Juros de Mora da Receita de Exploração de Recursos Minerais .........18.Multas e Juros de Mora de Participações ..................................................................308 1919........Multas e Juros de Mora da Receita de Concessão Florestal..12.....Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União...Multas Previstas em Acordos Internacionais sobre a Pesca ..........303 1919...................01 .......................26....................................................17.........................299 1918...........................99........301 1919.......17.................00 ..00 ..........................Multas e Juros de Mora do Auto de Infração no Âmbito do Regime de Previdência Complementar Fechada ................00 .........................12.....................296 1918..............298 1918................Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações ...........Multas Previstas na Legislação de Metrologia...............00.....Multas e Juros Previstos em Contratos ...........08.....00 .Multas Decorrentes da Operação do Transporte Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros e Cargas ..00 ............Multas por Infração à Legislação Trabalhista ...............17.......Multas de outras Origens ...Multas Previstas na Legislação de Trânsito .....299 1918...................................28........16....Multas Previstas no Regulamento do Estrangeiro..........00 ....................................01....00 .........15..............Multa de Poluição de Águas..06.Multas Decorrentes de Apreensão de Embarcações de Pesca ...........1918......................................................Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos .......Multas e Juros de Mora da Receita de Alienação de Bens Apreendidos ...........03...00 .................................................308 1919..........................Multa e Juros de Mora de Indenização Por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União......01 ...........................................................299 1918.....................................Multa e Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União..........................18...00 .00 ..............29.........Multas do Regulamento para o Tráfego Marítimo ............295 1918.02 ...................23................................................21..02 .Multa e Juros de Mora Decorrentes da Restituição de Recursos de Fomento .............................20............00 .Multas Previstas na Lei Delegada no 4/62......................Multas e Juros de Mora dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível ..............301 1919..00 ...............00 .............301 1919.........00 ......................09.............00 ....16..Multas e Juros de Mora da Receita Decorrente de Medidas de Suspensão de Concessões dos Direitos de Propriedade Intelectual..........302 1919.....................10...........................298 1918.309 26 .......Multas Previstas por infrações à Legislação sobre Transportes Ferroviários ....................Multa de Mora de indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União............304 1919......................305 1919......301 1919..297 1918...297 1918.....00 ...............Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos ..............Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Trabalhistas ..........304 1919....02 ..............00 .....................................................................18...Multa Prevista na Lei de Prevenção ao Uso de Drogas........................................27...................................Multas Previstas na Legislação de Registro do Comércio ......................Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas..........296 1918............307 1919......10..............................17.......00 .....................298 1918.........05.........................303 1919.................297 1918..296 1918.....Multas e Juros de Mora da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral............................................................01 ....................................306 1919...00 .....Multas e Juros de Mora da Receita dos Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios ..... ..........303 1919........................300 1918.......Multas Previstas na Legislação do Seguro-Desemprego e Abono Salarial .......... ......................................26..00 ........................................301 1919.....Multas e Juros de Mora do Ressarcimento Decorrente de Ações Regressivas Oriundas da Relação de Trabalho .307 1919...................00 .......

..........................Restituições de Benefícios Não-Desembolsados ....................309 1919....................49.................03.................................Principal ............00 ...................................................00.................................35......00 .................Ressarcimento de Despesas do Porte de Remessa e Retorno dos Autos ..Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores ................00 .......318 1919..............00 .00 .............................70....38.......Multas Judiciais por Danos Ambientais ..............Restituição de Parcelas do Seguro Desemprego Recebidas Indevidamente ...................................315 1919.......10................................................Outras Multas ...................................35....Multas e Indenizações pela Exploração do Patrimônio Genético no Mar Territorial....................Multa pelo Descumprimento de Obrigação Acessória Previdenciária .......20 ..00 .................................Indenizações previstas na Legislação sobre Defesa de Direitos Difusos..................................................Restituições Não-Reclamadas das Condenações Judiciais..............Multa de Segurança Privada .....................Multas por Auto de Infração ............310 1919........322 1922.............01 ..........Restituição de Contribuições Previdenciárias Complementares.......51..........48...00 ....00 .........Ressarcimento do Custo de Disponibilização de Medicamentos .............00..........................................Multas Administrativas por Danos Ambientais ..................320 1921.Restituições de Convênios ...................................33......31...........311 1919...........00 .319 1921.................312 1919....70....................323 1922..............05..Multas Previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica........................06.........Multa por Ato Atentatório ao Exercício da Jurisdição ..........00 .................99..............................Multa de Tarifa de Pedágio ......Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica ..................320 1922..................................314 1919.......Indenização por Posse Ou Ocupação Ilícita de Bens da União ..................................319 1919..........321 1922..Multas Decorrentes de Sentenças Judiciais ....319 1920.310 1919.06...............32....................................00 .............317 1919...........32.07.............................................................00 ..............00 ..00 .......................................Multas e Indenizações pela Exploração do Patrimônio Genético.........................00 ........................................313 1919........Parcelamentos...........323 1922............Ressarcimento por Operadoras de Seguros Privados de Assistência a Saúde ..................00 ..........Multas por Danos Ambientais ...................309 1919.....................................................................00 ...............................02 .....00 .............324 1922.313 1919............50..........00 ............Restituições ...............INDENIZAÇÕES E RESTITUIÇÕES..............321 1922.........................................Multa por Infração à Legislação de Licitação ..........00 ...........34......318 1919.......Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica....322 1922..... .............Indenizações ..09.....312 1919........Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores......00 .00 ....53......314 1919. ...Multas Decorrentes de Serviços de Migração......................01 ....70..............00 .................................02.............................313 1919...................00 ............................10.......60...............311 1919................................00 .....................00 ..........................................Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores .318 1919...........................315 1919........Multas e Juros das Operações Oficiais de Crédito ................................01.00 ...00.02 ................315 1919.............Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar.....................Outras Indenizações.............00 .....00 ...Indenizações por Danos Causados ao Patrimônio Público........320 1921.............10 ...322 1922......................11.......324 1922.........................Ressarcimento de Pagamentos de Honorários Técnico-Periciais ..............................................323 1922.....322 1922.................................37.......99.............314 1919......................................Multas e Indenizações pela Exploração do Patrimônio Genético em áreas de Domínio da União..Multas Previstas na Legislação Minerária ....................Multas Aplicadas no Âmbito de Processo Judicial ...00 ...........08.309 1919...................................00 .............321 1922.......36....319 1921...52........Multas Aplicadas pelo Tribunal de Contas da União .........................1919..........................10.....................20 ...320 1922............324 27 .... Zona Econômica Exclusiva ou Plataforma Continental..32................................07.........Multas Decorrentes de Sentenças Penais Condenatórias ................00 .......00 .................00 ..................................................05.....Receita de Quebra de Fiança ..... ....................00 ..........41.................................................................319 1921......30..............35.00 ....................Recuperação de Despesas de Exercícios Anteriores .311 1919...........04................00 .10 ..........

..................................Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados.......01.........................02 ......Receita de Parcelamentos .....336 1931.............Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda ......01.............Receita de Parcelamentos ...........Receita de Parcelamentos .................06.................Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação -Principal ..................330 1931.............325 1922...................336 1931........Devoluções de Recursos decorrentes de Restituições ou Incentivos do Imposto de Renda .TAFIC ..00 ..................01.02...................00..........Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados ........01.........331 1931............................01 ..........................................................00 .......332 1931.......326 1923..09..Receita da Dívida Ativa da Taxa de Saúde Suplementar ......00 .332 1931.................333 1931..........................03...Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação .................... Câmbio e Seguro...........332 1931..02 ..08...........00 ...............Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos .....................335 1931.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza .......Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados ......... Câmbio e Seguro....00 ........................RECEITA DA DÍVIDA ATIVA .....334 1931................................99...Principal..........Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.................................Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação ........................................Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional ............................................01..00 ..............Principal.....................02......................................................Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural..............327 1931...00 ...................................328 1931.......325 1922................329 1931........334 1931........00 ...... ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários .............Receita da Dívida Ativa Tributária ....00 .......04 .......326 1922.........................................Receita de Parcelamentos ................................330 1931........................325 1922........21.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas .............03 ................Recuperação de Sinistros .02 ............335 1931........335 1931...06 ....1922...............Receita de Parcelamentos .............................Ressarcimento de Despesas Decorrentes de Deportação ..............................05............01...............................327 1931.Retido na Fonte ........05......329 1931..........02..................00 ................................................01 .....01 ........Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes...335 1931.....Pessoas Jurídicas .......................................Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito..............................01...............335 1931................................Retorno de Investimentos Mediante Participação em Empresas e Projetos .........Receita da Dívida Ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional330 1931.........00....30.......Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação -Principal ..Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas ...337 28 ...........06.....03 ......................................Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Municípios Conveniados ..Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação....Outras Restituições .01......................................331 1931...... Câmbio e Seguro...00 .........00 ......................Receita de Parcelamentos ......................................23.........36............................................................................................Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda .......................................... ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários .........................Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação.........02 .........Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito......Ressarcimento Decorrente de Ações Regressivas Oriundas da Relação de Trabalho .......................05...........................333 1931.......................00 ..03...............Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Telecomunicações ................99.......04........................02...............................................22...... ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários.................................................00 ..........................04.....01 ............328 1931.....330 1931............00 ......20..............04.............336 1931......Receita de Parcelamentos ....07 ............Receita da Dívida Ativa de Custas Judiciais .........02 .....................02 .00 .................06..........................................326 1922........07.......Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Municípios Não-Conveniados ...............Pessoas Físicas .......Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda ...............05 ......00 ..........331 1931...00 ................334 1931...................03.............................................................01 .........................327 1930.........00 .01..........................Restituição de Recursos de Fomento .....................00 ................01 ....331 1931....................Receita da Dívida Ativa Decorrente da Taxa de Fiscalização ..........

Receita da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública ...................01....348 1932......22 ...........................................01 ..337 1931...........................00 ........................340 1932...............................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios ....................... Recursal e Custas Judiciais......................347 1932...........01.339 1932.........................................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado ........07 ........02..................................................................................................11 .................................Principal..343 1932................Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias ......08 ..................................20 .......................................01........................01..........................344 1932..............................................341 1932.....15 ......01 .........................................................................................02 ......................................................339 1932.345 1932...................................................01.........347 1932..................................................01..............................340 1932...348 29 ....Principal.............02 ...........1931.........Certificados Financeiros do Tesouro Nacional ...18 .......19 ...Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FIES ........Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ....12 ..............Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ......................................342 1932.........Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público .....340 1932................13 ....................338 1932.............Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.....338 1932..338 1932................01......................00 .......Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos........00.............342 1932................................................00 .....................................................................................................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos ........345 1932.................Retenção sobre Nota Fiscal ............................01......................................................348 1932..................................................................99 ....................Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FNS ..Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório Contribuinte Individual ..............................................................Receita da Dívida Ativa Não-Tributária .....346 1932...342 1932.04 ...................................Receita da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral da Previdência Social.............................02 ..................................01.....................01..................................99.346 1932...................................24 .......................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária ........................01..............09 .........................14 .....................................01.........Parcelamentos .....343 1932......01.01.Receita de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista........06 .....01..................Parcelamentos .................................................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária ..............................................................................01........................Receita da Dívida Ativa da Contrib uição Previdenciária do Segurado Obrigatório Empregado Doméstico .........................01.............Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo ........Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial.......................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES ..................................05 .....................Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos ................................01.............................341 1932......344 1932.........Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório Empresário ..99...................348 1932..........Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.........01............................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado..Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas ...........01............Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenc iária para o Seguro de Acidente do Trabalho .......01...............344 1932...Receita da Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo ...............01.............................Sub-Rogação...............01.................01......................346 1932.03 ......................................338 1932........02.....................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Incidente sobre a Receita Bruta ............................................................01 ...............Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural .....................Certificados Financeiros do Tesouro Nacional ......................................................17 .......................................01...................CDP ...16 ..10 ......21 ............................................Receita de Parcelamentos .............................02............

.......00 .....................................12.........................................................................00 .....................................357 1932.................349 1932....00 .......Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas ................................357 1932......358 1932...........350 1932................08...................20......................................Receita da Dívida Ativa de Laudêmios..02 ...Receita da Dívida Ativa de Taxa de Ocupação.10....................................................Receita de Parcelamentos .351 1932..........00 ...Receita da Dívida Ativa de Foros ........20................02 ......07...16...... Gás Natural e Álcool Carburante ........Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Principal ............352 1932...15.. Gás Natural e Álcool Carburante..........................355 1932.........353 1932..355 1932.........00 .....353 1932..............................................356 1932..............................................PIS/PASEP ......Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições..............18......03.............00 ..Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados........................355 1932..........Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira -Principal ..............06.....................00 ......00 ......06.......................Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea ..............................Receita da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos ...........................01 ..02 ..............05.............Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .................00 ...................................07...............Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas............................356 1932.......05.Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições ........358 1932.09..07.....06 ...........................Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador ....Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados...Receita de Parcelamentos ............1932.....351 1932.............350 1932...356 1932.......351 1932.......................Receita da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante .02 ......00 ...................16............................Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas...........01 ................Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números ..................................07.........355 1932....................04 ...01 .............349 1932............ Gás Natural e Álcool Carburante ..Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.................17..............................................21..............357 1932...00 .......00 ........356 1932....19.........................................00 ....Receita da Dívida Ativa de Aluguéis ........04..01 .........................349 1932............07......................Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas ............02 ..02 .......................................Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .................................Principal...............Principal.....................................348 1932.....13..350 1932............00 .....................................................Dívida Ativa de Outras Contribuições ..................Receita da Dívida Ativa da Atividade Mineral.............Receita de Parcelamentos ..........Receita de Parcelamentos ..............................06.Receita da Dívida Ativa das Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas......Receita da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista ...........................................................Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira ...........Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas ...............352 1932.........14.........................................354 1932...........11.Receita de Parcelamentos ..................07........354 1932....................353 1932..........Principal .............352 1932..................Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais ....Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa ......................04......Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira .........00 ......Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .....................................03 .....00 .....350 1932..20......05 .....Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal...............................00 .......01 .............................00 ...............................04....00 ..359 30 .........05...........354 1932.............................................16..............Receita da Dívida Ativa do Salário-Educação .......07......................01 ...............................358 1932..Receita da Dívida Ativa de Arrendamento ............................................

21.369 1940......368 1932....................................99......00 ..................29..........................Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis .00 ........................43.............Receita da Dívida Ativa de Reposição ou Indenização de Servidor.00...............00 .01 ..............................Serviços de Comunicação ......369 1950......367 1932.........Receita da Dívida Ativa da Receita decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica .364 1932............00 .Receitas de Ônus de Sucumbência ......30.........00 ................99..............Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração ..00 ..........04 ........................362 1932..............36......00 .....................02.............37.Receita da Dívida Ativa de Multa por Infração a Lei Complementar nº 109/01 Previdência Privada ..361 1932.........02 ............1932...47..........................00 ...........10 ...................................28........................................................21........31..........Receita da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores....00 ..00 ....20 .....00 – Receitas Decorrentes de Aportes Periódicos para Compensações ao RGPS .........................................Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos ...........Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica ..Receitas de Ônus de Sucumbência de Ações Judiciais ..00 ...39........................................00 .....00 ......361 1932..46.................Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos ....00 .........................360 1932......................................Receita de Honorários de Advogados .....................00...Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Mineraria .....00 ............00 .....Receita da Dívida Ativa Não-Tributária de Outras Receitas ..363 1932...27......... ..Receita de Parcelamentos ..........364 1932..................359 1932..................Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões ......359 1932....47..........................00 .................Principal .............Receita da Dívida Ativa Não-Tributária de Outras Receitas ......................Receita da Dívida Ativa de Multas Decorrentes de Sentenças Penais Condenatórias ...............Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações 360 1932........21.........Receita da Dívida Ativa por Multa de Trânsito .00 ...................................Receita da Dívida Ativa de Outros Serviços .............26........Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar.........................................................33.42.......21.....Contrato Administrativo ..........Receita da Dívida Ativa Não-Tributária de Outras Receitas..........47......360 1932.........................371 31 ........................369 1990..369 1932..361 1932..........Demais Empresas ..........................................Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral.............................................................................00 ..........363 1932.....................Outras Receitas .05 .....Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas.......................365 1932..RECEITAS DIVERSAS .02.....362 1932.............363 1932...01 ....367 1932.....25............00 ................Receita da Dívida Ativa por Infração Administrativa ......00 ...366 1932..........................Parcelamentos .......Receita da Dívida Ativa da Exploração de Recursos Minerais .......362 1932..........Receita da Dívida Ativa de Multas Decorrentes de Sentenças Judiciais ...00 .00 ....360 1932........................................00 .................370 1990.........35...........................................................366 1932...24.................Receita da Dívida Ativa do Ressarcimento ao erário Decorrente de Decisão do Tribunal de Contas da União...366 1932..370 1990..............23.......Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica .................01 ............02 .40................45.................359 1932..............................Receita da Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica .......................00 .....00 ....................00 ......................................02........361 1932.....22.......99......Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Sistema único de Saúde..Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral359 1932.....Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .....365 1932...........Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional...............02 .................................................Receita da Dívida Ativa de Multas Aplicadas no Âmbito de Processo Judicial.....................32...........Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização .............. ............370 1990............359 1932...............44.....362 1932.....................Receitas Decorrentes de Aportes Periódicos para Amortização de Déficit Atuarial do RPPS ........................................369 1990.......00................01....00 ....34......00 ......364 1932.......

......386 2113.........Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional ......................Receita de Variação Cambial...............Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral ..24...............Receita de Alienação de Bens Apreendidos..........10...382 1990....377 1990.......26......00.......................00 ......05....01 ..........................................RECEITAS DE CAPITAL.....376 1990...............Contratuais ......384 2110....03................00 ....26.00 ...Outras Operações de Crédito Internas ..02.....376 1990.Sistema Nacional de Trânsito................Refinanciamento da Dívida Pública Federal................374 1990...............Receita de Seguros decorrente da Indenização por Sinistro .....Produto de Depósitos Abandonados (Dinheiro e/ou Objetos de Valor) .......................................Receita de Bens e Valores Alienados em Favor da União ....................04.....................................................................Outras Receitas Eventuais ...........388 2122........................................................................Receita de Valores Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins .................00 ....................00........380 1990....................................................375 1990.Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional..................Reserva Global de Reversão .................00.........................Outras Receitas...................................388 32 .............378 1990.....Empréstimos Compulsórios.......DPVAT .00.......99......01 ..........................20...............................................21............00 .........Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral ...............96.............Operações de Crédito Internas ............Outras Aplicações .............383 2000..........Fontes Vedadas............00 ..00 .........00 .......00.....................................07....................05....Sobras de Campanha Plebiscitária .....................................372 1990...............................................00 ....................00 ..00 .....................................00 .00....1990..............................378 1990....................................................................Operações de Crédito Externas ....00 ....................03 .04 .....Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral..........379 1990...00 .....TDA.................Receita de Leilão de Cotas de Importação .......00....................Disponibilidades de Recursos do Fundo Social...................00 ......380 1990......................03.................Receita Decorrente de Medidas de Suspensão de Concessões dos Direitos de Propriedade Intelectual...................00 .........02 ................Fontes Não Identificadas .....................00 ...............................................Receita de Reversão de Garantias em Favor da União...383 1990.382 1990...................00 ...................00.......................00 .................................00 ...............00 .............................02 .........10 ...............00 ..................................00...........Montepio Civil ......384 2111........382 1990................................................00 ...................373 1990...............................03.....................00 ....26................................Recolhimento e Transferência de Depósitos Judiciais e Extrajudiciais..........................................03.Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional.375 1990....Títulos da Dívida Agrária ..............00 .Receita Decorrente de Alienação de Bens Apreendidos ......................Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento .................................383 2100......................................16...............00 ...........................OPERAÇÕES DE CRÉDITO ........386 2112.................................03...................05.......05 ............................Receita de Alienação de Bens Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins ......Receita de Alienação de Bens Caucionados .......00 .Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional ............00 .......380 1990....................379 1990.............376 1990..............00 ...............387 2119...00 ............................ ......................385 2111.....372 1990...........................08.01...............FND.......................................................384 2111...........27.................................................................03 ............25..................Receita dos Direitos “A ntidumping” e dos Direitos Compensatórios ................383 1990....................03...............................Receita Decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e pela Indústria Cinematográfica ..............................................Receita de Participação do Seguro .18..................................Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral .....................00 ......98..................................................20 .387 2114.......377 1990........378 1990.....00......26.06.....Operações de Créditos Internas .........03.........Recolhimento do Beneficiário ao Fundo de Saúde Militar ..388 2120...Receita de Leilões de Mercadorias Aprendidas ....Contribuição Voluntária ...................374 1990....Receita de Bens e Valores Perdidos em Favor da União .............................381 1990............................19...................385 2111....381 1990..............373 1990....00 ............Demais Receitas para o Desenvolvimento do Desporto...

..389 2129........................395 2222..01.....................09....01 .....Outras Aplicações ......Alienação de Estoques de Café .............................397 2225..00.................01 ............................392 2212.Alienação de outros Bens Móveis ..........03 .....Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União ...........................Alienação de outros Bens Imóveis ..........10...Alienação de Imóveis Rurais para Colonização e Reforma Agrária ...........Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazos ...00..................00.00 .00..........................................07.......00 ...01....................00........Alienação de Bens Móveis .00.....................................390 2212..00 .......................................................00.00 ...........03.........Alienação de Animais Reprodutores e Matrizes ...Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional ...........................390 2212....20......................02...Alienação de Estoques por Atacado .....00............ situados no Distrito Federal........................00 .............00 .............................................00 ......394 2217..............00 ..Amortização de Empréstimos ...........396 2223..........Estados e Municípios.Alienação de Bens Imóveis ...................................................................00 ........................03....................397 2229..02..................395 2221.........................00.........................389 2123..................................00 .................Outras Operações de Crédito Externas ...02 .00 ..........................00..400 33 .......03.........Amortização Proveniente da Execução de Garantia ......00 .....00 ..............ALIENAÇÃO DE BENS ....................Domínio Pleno ...........04................................Alienação de Estoques do Programa de Aquisição de Alimentos ......20..Alienação de Estoques Estratégicos ...........391 2212.00 ...................................394 2216.......................................Amortização de Empréstimos ...................................07....00 ...............397 2224..................390 2211...00 ........PAA...........................00 .00..........................................................................................PGPM......01 .......Comercialização .............00 .....02 ..00.......03.....00 .....Alienação de Móveis e Utensílios.............................Alienação de Imóveis Urbanos .............395 2219...399 2300..............................Receita da Alienação de Bens Imóveis Residenciais de Propriedade da União........................00......................391 2212..BEA/BIB....................................07.......................................Operações de Crédito Externas .........................Alienação de Estoques Destinados a Programas Sociais e Institucionais Comercialização .....Alienação de Estoques.........397 2300...................................2122............390 2212...................................................394 2215...Alienações de Bens Imóveis de Domínio da União ........PGPM...00...................................................................01............................................................Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional ......Amortização de Empréstimos ..............398 2300..........393 2212..01 .............Alienação de Embarcações ............................09.................399 2300....397 2300..........01........Alienação de Bens Imóveis da União Domínio Útil ..........................00....Amortização Proveniente da Execução de Garantia ....388 2122.............................00.....03 ..............393 2212....00....................00 ...........................................40.............................AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS .............................Alienação de Estoques da Política de Garantia de Preços Mínimos ......Operações de Crédito Externas ..Operações de Crédito ...................00 ............................................Amortização de Empréstimos .....FUNCAFÉ ......Alienação de Equipamentos .......Alienação de Estoques Adquiridos da Agricultura Familiar ..............00 ................398 2300.......00 .......00................... e dos Vinculados ou Incorporados ao FRHB.........396 2222...............00 ......392 2212.......................................00 ..........00 ..........Comercialização .Alienação de Estoques do Tesouro Afetos ao FUNCAFÉ.......Alienação de Imóveis Rurais ................Programa das Operações Oficiais de Crédito.....393 2212..................Alienação de Estoques Adquiridos para Combate à Fome e Segurança Alimentar....................00 .................................Alienação de Estoques Reguladores ......394 2212.PGPM .......................Alienação de Títulos Mobiliários..........00 ......................01.......Alienação de Estoques Comerciais e Sociais ....Amortização Proveniente da Execução de Garantia .......Alienação de Estoques Próprios do FUNCAFÉ..............390 2210...Alienação de Estoques Adquiridos em Consignação ..........00 ....................396 2222......395 2222.30...................399 2300.............Alienação de Veículos .......00 ..............395 2220..........................................................02 ...........00.............02 ..02 ......390 2200..............PGPM .Comercialização ..20..Refinanciamento da Dívida Pública Federal...............Contratuais ..390 2212..01...397 2300..................................00 .00 ...50................................09.....Alienação de Estoques Destinados a Vendas em Balcão .............393 2212.......391 2212..01 ........394 2214..........Operações de Crédito Internas ..............................392 2212..........00 .

..Amortização de Empréstimos .......00 ...........403 2460...........................Resultado do Banco Central do Brasil ...................................................00 .....................Provenientes de Depósitos Não-Identificados..............................................................................00..................405 2522..00 .....FIES............408 FONTE 02 .............................409 34 .00......................402 2422.402 2423.................400 2300.............401 2300......Integralização do Capital Social ...........................00..............Provenientes de Pessoas Jurídicas ...00..........................400 2300.......03 .........................99........Transferências de Convênios ....00 ..........Operações com Reservas e Derivativos Cambiais ...00 ................406 2550.......................80.................400 2300..............80..............00 ..........................OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL.................................................................................01 ......00 ..................Amortização de Financiamento do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior .........................00.........04 .................407 2560.....................................00 ..................400 2300..........................................404 2480......00 ........404 2483....Provenientes do Exterior ..............................................405 2530.......403 2471................................401 2300.................408 FONTE 01 ...................... ................00 .........Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades ..403 2450..00 .............................................80..408 FONTE 03 ...........404 2500....407 2570................00 ..............................................................00............................Demais Operações....................Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional .............00 .............404 2484........Receita da Dívida Ativa Proveniente da Amortização de Empréstimos e Financiamentos........407 8....Resultado do Banco Central ........00..................................00..........404 2482...............................Receita da Dívida Ativa da Alienação de Estoques de Café .....................Transferências dos Estados....................................Transferências para o Combate à Fome ...........................Em Contratos ..........Transferências do Exterior...Transferências de Convênios da União e de suas Entidades ........00 .......00 ...................408 FONTE 00 ..........................................................00............Integralização com Recursos de outras Fontes ..00 .........20......................................2300.....................................00 .....00....Transferências de Instituições Privadas ......80...........Transferências dos Municípios ........Resultado do Banco Central ............................00.402 2400..............................................10.......406 2530.....................403 2440....Receita Auferida por Detentores de Títulos do Tesouro Nacional Resgatados ...... FONTES DE RECURSOS (DISCRIMINAÇÃO E AMPARO LEGAL ) .......Outras Transferências dos Municípios.......................00..00.........................................00 ...Integralização com Recursos do Tesouro Nacional ...............Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades .404 2481................70........00................00................00 .................................................Provenientes de Pessoas Físicas ..........406 2540.......................................Funcafé............................409 FONTE 04 ....................................404 2473................................00.............Amortização de Financiamento de Projetos......................00 ..Transferência do Imposto Territorial Rural ...................00.00......00.Amortização de Empréstimos Diversos .403 2470..........................00.....................................401 2300.....00 ...............................00 ....402 2423........................402 2422....................00...02 .....Outras Receitas............................................................................................409 FONTE 06 -Contribuição ao Fundo de Saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal..............................................404 2520...407 2590.......Amortização de Financiamentos de Bens ....00 .............00 ..............405 2530...............................00 ...Transferência de outras Instituições Públicas ...............................................00 .............................00 ...........Amortização de Financiamentos...402 2420.........00....................................................Transferências de Convênios de Instituições Privadas...........................................................Transferências de Pessoas..............02 ................00 .........00 ..........00...........70....404 2474..............................................Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional..... ............00............................................................80.00 ......................Transferências Intergovernamentais .......................00 ..403 2430..........Outras Amortizações de Empréstimos ............Transferências do Imposto sobre a Renda e sobre Produtos Industrializados .....................403 2472..00...Outras Transferências dos Estados ....................00 .00 ................................Retorno do Fundo Social..................Recursos Ordinários .........99................00 ...........................00................00 .Amortização de Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível.....................99.................00..............405 2521.........................................00...........................TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL .

.............Juros de Mora da Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF ......................418 35 ..................................412 FONTE 27 ............................410 FONTE 18 ..............................................411 FONTE 23 .......Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira ............................................................Contribuição do Servidor para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público...................................................................................Operações de Crédito Externas .....Receita de Honorários de Advogados ....................................COFINS....................................Operações de Crédito Internas ................................Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural............................Operações de Crédito Externas ..........................................................412 FONTE 29 .415 FONTE 50 ..Em Bens e/ou Serviços .....417 FONTE 61 ..............................................................Privatizações .............418 FONTE 62 ................................................................................412 FONTE 32 .............................Retorno de Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazos ...................................................................413 FONTE 40 ...................Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ..............................410 FONTE 15 .Certificados de Privatização .................................417 FONTE 60 ......412 FONTE 31 .......Multas Incidentes sobre a Receita de Impostos e Contrib uições Administrados pela RFB/MF ........414 FONTE 44 ............Resultado do Banco Central ....................409 FONTE 12 .......417 FONTE 58 .416 FONTE 57 ....Contribuição para o Custeio das Pensões Militares ..........Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional......Recursos da Produção de Petróleo na Camada do Pré-Sal ou em Áreas Estratégicas Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009 .....................410 FONTE 13 ..............Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Hídricos ..........................................................................................410 FONTE 16 ..Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional ..............................................................FONTE 07 ....................Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante........................................413 FONTE 39 ................................Em Bens e/ou Serviços .414 FONTE 42 ..........Contribuições para os Programas Especiais (PIN e PROTERRA)..................Alienação de Bens Apreendidos ...........................Contribuições sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais ...........Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Minerais ...Reforma Patrimonial ............Outras Aplicações ..415 FONTE 52 .........418 FONTE 63 .....416 FONTE 54 ..Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico ....Educação............................Alienação de Bens ...........................410 FONTE 17 .........................Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Florestais.............................................................. ......................412 FONTE 33 ........Recursos do Programa de Administração Patrimonial Imobiliário ..................409 FONTE 08 ...Combustíveis .................................................Recursos de Concessões e Permissões ..................411 FONTE 20 ...................................Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social.Recursos das Operações Oficiais de Crédito .....Selos de Controle e Lojas Francas .............................................Ouro ......Recursos de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos ...Imposto sobre Operações Financeiras ............414 FONTE 41 .........413 FONTE 35 .418 FONTE 64 ...............................Recursos do Fundo Social ...Contribuição do Salário .................415 FONTE 51 ...............Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal ......................412 FONTE 30 ..................Contribuição sobre Concursos de Prognósticos .417 FONTE 59 .....................................Contribuição para o Montepio Civil ..............Reforma Patrimonial ............................Contribuições para os Programas PIS/PASEP ...................................................................413 FONTE 34 ....Recursos Próprios Não-Financeiros.......Títulos da Dívida Agrária ....................................................................................................................Em Moeda ........Operações de Crédito Internas .415 FONTE 47 ...........416 FONTE 56 ...............................................409 FONTE 11 .....Em Moeda ...414 FONTE 43 ..Recursos Destinados à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino ...................Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas ..........414 FONTE 45 .........415 FONTE 48 ...........................415 FONTE 49 ..........................................................................Recursos das Operações Oficiais de Crédito.........Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional .........................416 FONTE 55 .411 FONTE 19 .................................Custas Judiciais .....................................................................................................................415 FONTE 53 .............................................................................................415 FONTE 46 ..........

......Ouro .........................Recursos das Operações Oficiais de Crédito ...Recursos Destinados à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino .......................................Desvinculação de Recursos de Superávit Financeiro ..........................Recursos Próprios Financeiros.............421 FONTE 88 .................................418 FONTE 67 ..........Outras Contribuições Econômicas ...................Dividendos da União ...Contribuição ao Fundo de Saúde da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal..Doações de Pessoas Físicas e Instituições Públicas e Privadas Nacionais ......429 FONTE 102 ...............................................................................................................................................................................430 FONTE 107 ..............Recursos do Fundo Social ..Recursos Ordinários .......432 FONTE 119 ..............................419 FONTE 75 ....................................Recursos das Operações Oficiais de Crédito .........................................420 FONTE 80 .........422 FONTE 91 .................................................................432 FONTE 115 .............................Fundo de Fiscalização das Telecomunicações ...................432 FONTE 117 .................................................................................................................Notas do Tesouro Nacional .................423 9..........Educação...................................422 FONTE 94 .........................431 FONTE 113 ..Outras Receitas Vinculadas ............421 FONTE 83 ....Taxas e Multas pelo Exercício do Poder de Polícia e Multas Provenientes de Processos Judiciais .......Alienação de Títulos e Valo res Mobiliários..................................Série "P".....................418 FONTE 71 ................Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza ..............Restituição de Recursos de Convênios e Congêneres .............420 FONTE 82 ................................Retorno do Fundo Social ..424 FONTE 101 ...................................................................Pagamento pelo Uso de Recursos Hídricos .Recurso Correspondente à Reserva de Contingência Específica.........................................................................................432 FONTE 116 ...........430 FONTE 111 .............................................Outras Contribuições Sociais .......................422 FONTE 93 ..........................................423 FONTE 98 .......419 FONTE 72 .................................422 FONTE 97 ........................................................Contribuição do Salário ...............Doações de Entidades Internacionais...............................Combustíveis ......................................420 FONTE 78 .............Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico ......................433 36 ......................Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional .....420 FONTE 81 ........................Retorno de Operações de Crédito BEA/BIB .................................................................Produto da Aplicação dos Recursos à Conta do Salário-Educação ................................................Contribuição sobre Concursos de Prognósticos ................................Desvinculação Parcial de Recursos de Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural.............424 FONTE 100 .......Recursos das Operações Oficia is de Crédito ...........Recursos de Convênios..................Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador e Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa.....FONTE 65 ........421 FONTE 84 ..419 FONTE 76 ...........Contribuição Patronal para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público ..................................................................................421 FONTE 89 .................................Transferência do Imposto Territorial Rural ....................................................................Taxas por Serviços Públicos ......................... RELAÇÃO DE FONTES E RESPECTIVAS NATUREZAS*...........................................................418 FONTE 69 .421 FONTE 87 .............Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris ........419 FONTE 74 ..................Recursos Oriundos das Contribuições Voluntárias para o Montepio Civil ..................Alienação de Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento.............Doações para o Combate à Fome ...................................................................................................Transferências do Imposto sobre a Renda e sobre Produtos Industrializados ...................................................Retorno de Operações de Crédito Estados e Municípios......430 FONTE 108 ...................430 FONTE 106 ..................421 FONTE 86 .....................422 FONTE 95 ............................Recursos de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos ..419 FONTE 73 ............................Contribuições para os Programas Especiais (PIN e PROTERRA)..430 FONTE 112 ..................................Imposto sobre Operações Financeiras .................................................................................................................................421 FONTE 85 ..........................................................................................................................................................................432 FONTE 118 ................430 FONTE 104 ..............................................................422 FONTE 96 ................Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Florestais ................................................420 FONTE 79 .............

............Receita de Honorários de Advogados ............................................436 FONTE 135 .................Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira .......................Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Minerais ..Retorno de Operações de Crédito Estados e Municípios...............................................................................................Retorno de Refinanciamento de Dívidas de Médio e Longo Prazos ..........................................................433 FONTE 129 ........437 FONTE 145 ............................Recursos do Programa de Administração Patrimonial Imobiliário .................................................................................................433 FONTE 127 ..............................Privatizações .....................Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural...................445 FONTE 164 .................438 FONTE 151 .................................Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante ...Operações de Crédito Externas ..................446 FONTE 169 ....................................437 FONTE 142 ........Recursos das Operações Oficiais de Crédito..........................COFINS......................................................Reforma Patrimonial ............445 FONTE 163 ............Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas ...............................................................................................................................................Certificados de Privatização .........................Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ......................................446 FONTE 165 ............................................................Notas do Tesouro Nacional .........................Operações de Crédito Externas ......................Recursos de Concessões e Permissões ..................................Contribuições para os Programas PIS/PASEP ...........Retorno de Operações de Crédito BEA/BIB ...............................437 FONTE 147 ......Recursos da Produção de Petróleo na Camada do Pré-Sal ou em Áreas Estratégicas Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009 ..........Títulos da Dívida Agrária .................Recursos das Operações Oficiais de Crédito .Reforma Patrimonial .................447 37 ..................................Alienação de Bens Apreendidos ............FONTE 120 ...................437 FONTE 146 .............................436 FONTE 140 .......................................Em Moeda .434 FONTE 133 ............433 FONTE 130 ............Resultado do Banco Central ............Custas Judiciais .......................Contribuição para o Custeio das Pensões Militares ......................................438 FONTE 150 ...........................Compensações Financeiras pela Exploração de Recursos Hídricos ....................................................Em Moeda ...............................446 FONTE 172 .......................................Contribuição Patronal para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público ..............440 FONTE 152 ..........................................................................Em Bens e/ou Serviços ..Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional .......441 FONTE 154 .Recursos das Operações Oficiais de Crédito .........443 FONTE 159 ...443 FONTE 158 .......Selos de Controle e Lojas Francas .....Multas Incidentes sobre a Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF ......Recursos das Operações Oficiais de Crédito ..............445 FONTE 161 ...............................445 FONTE 162 .......................................Série "P".......446 FONTE 167 ..Recursos Próprios Não-Financeiros..........Outras Aplicações ..........436 FONTE 134 ....................................Contribuição do Servidor para o Plano de Seguridade Social do Servidor Público443 FONTE 157 ...............................................437 FONTE 143 ................................................................................Operações de Crédito Internas ................................Contribuições sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais ....441 FONTE 155 ...........................446 FONTE 173 .437 FONTE 144 ...........................................Operações de Crédito Internas .....................................................................................................................................................................Juros de Mora da Receita de Impostos e Contribuições Administrados pela RFB/MF ....Alienação de Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento....Em Bens e/ou Serviços .434 FONTE 131 ...........................................................438 FONTE 148 ....447 FONTE 174 ................433 FONTE 123 ..................Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social.................................436 FONTE 141 ....Outras Contribuições Econômicas ...446 FONTE 171 ......................445 FONTE 160 .........Alienação de Bens ...................................Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional....................440 FONTE 153 ...Títulos de Responsabilidade do Tesouro Nacional .........438 FONTE 149 .......................443 FONTE 156 .........................................................Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal .......................Taxas e Multas pelo Exercício do Poder de Polícia e Multas Provenientes de Processos Judiciais ........................................436 FONTE 139 .......434 FONTE 132 .........

....................................................452 FONTE 196 .........................449 FONTE 178 ............................450 FONTE 180 .................452 FONTE 197 ..............................................................Restituição de Recursos de Convênios e Congêneres .....................Desvinculação Parcial de Recursos de Compensações Financeiras pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural.....................Em Bens e/ou Serviços .....................453 FONTE 246 ........Dividendos da União ..................................FONTE 175 .......................RELAÇÃO DAS FONTES DE RECURSOS (ANEXO DA PORTARIA SOF Nº 1.................Taxas por Serviços Públicos ..........453 FONTE 247 ...........Fundo de Fiscalização das Telecomunicações ..............Em Moeda ........Pagamento pelo uso de Recursos Hídricos ..Outras Contribuições Sociais ..........457 FONTE 293 .456 FONTE 281 ....................................451 FONTE 187 .................................................................Recursos Próprios Não-Financeiros............................................................................. DE 19 DE FEVEREIRO DE 2001)............... DOS ESTADOS E DOS M UNICÍPIOS (PORTARIA CONJUNTA STN/SOF Nº 350.Em Moeda ............. ATUALIZADO PELA PORTARIA NO 18.........451 FONTE 188 ......DISCRIMINAÇÃO DAS NATUREZAS DE R ECEITA DA UNIÃO.......Operações de Crédito Externas ....................Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza .....................................452 FONTE 191 ...................452 FONTE 194 ....452 FONTE 198 ...............................................449 FONTE 176 .................Doações de Pessoas Físicas e Instituições Públicas e Privadas Nacionais .........457 ANEXO I ..............................Doações de Entidades Internacionais (incorporada à Fonte 195) ....457 FONTE 296 ......Recursos das Operações Oficiais de Crédito ..............................................................................................................450 FONTE 181 ...........................Operações de Crédito Externas ..................Recursos Próprios Financeiros.....................................................................Outras Receitas Vinculadas ......................450 FONTE 182 ................Recurso Correspondente à Reserva de Contingência Específica............................Produto da Aplicação dos Recursos à Conta do Salário-Educação ......457 FONTE 295 ........................................... DE 13 DE ABRIL DE 2010) ...........................450 FONTE 179 ....... COM INDICADOR DE R ESULTADO PRIMÁRIO E FONTES DE RECURSOS (ANEXO CONSOLIDADO DA PORTARIA SOF NO 9 DE 27 DE JUNHO DE 2001..................................................Recursos de Convênios....461 38 ......Recursos de Convênios............................................................................451 FONTE 184 .......Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional .......................................................................Doações de Pessoas Físicas e Instituições Públicas e Privadas Nacionais ..............................Desvinculação de Recursos de Superávit Financeiro ....................................460 ANEXO IV ............................Alienação de Títulos e Valores Mobiliários.........................Operações de Crédito Internas ............................Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador e Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa ..............................451 FONTE 186 ............453 FONTE 248 ......R ECEITAS DA SEGURIDADE SOCIAL ..................................452 FONTE 189 .......Doações para o Combate à Fome........................457 FONTE 282 ......................................................................................453 FONTE 249 ...............................458 ANEXO II ..................Restituição de Recursos de Convênios e Congêneres ........................................................Recursos Próprios Financeiros.......453 FONTE 280 .....453 FONTE 250 ........ DE 18 DE JUNHO DE 2010).....................................Operações de Crédito Internas ................451 FONTE 183 ................452 FONTE 195 ........Em Bens e/ou Serviços ...............................451 FONTE 185 ..........R ELAÇÃO DAS NATUREZAS DE R ECEITA....................................459 ANEXO III .......................................Retorno de Refinanciamento de Dívidas do Clube de Paris ...................................................................................Doações de Entidades Internacionais......................................

Distrito Federal e Municípios. Estados. Contudo.SOF tem o objetivo de consolidar as informações relativas às classificações orçamentárias das receitas arrecadadas pelos entes da Federação . As informações ora divulgadas estão atualizadas de acordo com a Portaria SOF no 193 de 16 de dezembro de 2010. o enfoque está voltado para as receitas dos orçamentos fiscal e da seguridade social da União. INTRODUÇÃO Esta publicação da Secretaria de Orçamento Federal . para as fontes de recursos. e Portaria SOF no 65. Além disso. pretendem apenas auxiliar a consulta.União. sujeito a constantes alterações. A descrição resumida das naturezas e fontes. pois se trata de tema dinâmico. quanto pela superveniência de novos fatos. O trabalho é dividido em quatro partes além da introdução: conceitos básicos. não tendo a pretensão de substituir a legislação financeira e tributária vigente aplicável a cada uma das receitas.1. 39 . bem como os conceitos aqui apresentados. classificação das receitas por natureza. de 24 de junho de 2010. persistem lacunas na base de informação. tanto por meio de normativos legais. classificação das receitas por fonte de recursos e relação de todas as fontes com suas respectivas naturezas. principalmente no que tange às receitas advindas de contratos. para as naturezas de receitas. legislação esta sujeita a diferentes formas de interpretação. É importante ressaltar ainda que os conceitos aqui expressos não são exaustivos.

penitenciário.1721. abrange receitas. na Lei Complementar nº 101. 24 da Magna Carta brasileira. DIREITO FINANCEIRO E DIREITO TRIBUTÁRIO Enquanto o Direito Financeiro tem por objeto a disciplina jurídica de toda a atividade financeira do Estado e.3201 .intitulada “Código Tributário Nacional . o Direito Tributário tem objeto específico: a disciplina jurídica de uma das origens da receita pública . de 1964. e a no 4.872. de 25 de outubro de 1966 .320.172. de 04 de maio de 2000 . financeiro. Compete à União.” 1 A Lei no 5.2. na Lei nº 5. despesas e créditos públicos contidos na Lei Orçamentária. II . Os incisos I e II do art. estabelecem competência concorrente para legislar sobre o assunto: “Art. de 1966. As normas básicas referentes ao Direito Financeiro e ao Tributário encontram-se na Constituição Federal de 1988.LRF” e no Decreto nº 93.intitulada “Lei de Responsabilidade Fiscal . de 24 de dezembro de 1986. foram recepcionadas com status de Lei Complementar pela Constituição Federal de 1988. por isso.o Tributo. 40 . 24. citados abaixo. econômico e urbanístico. de 17 de março de 1964. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I .Orçamento.direito tributário. na Lei nº 4.CTB”.

de 1964. Estados. Legislativo e Judiciário de todos os entes federativos .União. quanto pela doutrina. de 1964. de forma literal. órgãos.2 Universalidade Estabelecido. Distrito Federal e Municípios . devem integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa: a Lei Orçamentária Anual . eficiência e transparência para os processos de elaboração. de forma expressa. 2 Cada Pessoa Política da federação elaborará a sua própria LOA. o exercício financeiro coincidirá com o ano civil e.LOA2 . 165 da Constituição Federal. Segundo o art. determina existência de orçamento único para cada um dos entes federados . 3. 3. a fim de conferir racionalidade. de 1964.são estabelecidos e disciplinados tanto por normas constitucionais e infraconstitucionais. de 1964.1 Unidade ou Totalidade o Previsto. 2o da Lei n 4.320.320. em cada exercício financeiro. fundos e fundações instituídas e mantidas pelo poder público.com a finalidade de se evitarem múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política.320. todas as receitas previstas e despesas fixadas. recepcionado e normatizado pelo § 5o do art. pelo caput do art. por isso. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Os Princípios Orçamentários visam a estabelecer regras norteadoras básicas. 3. delimita o exercício financeiro orçamentário: período de tempo ao qual a previsão das receitas e a fixação das despesas registradas na LOA irão se referir. Válidos para os Poderes Executivo. 41 .320. Distrito Federal e Municípios . 34 da Lei no 4. de forma expressa. 2 da Lei no 4. 2o da Lei no 4. Estados.3. pelo caput do art. será de 1o de janeiro até 31 de dezembro de cada ano. entidades. Dessa forma. pelo caput do art. determina que a Lei Orçamentária Anual de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes.3 Anualidade ou Periodicidade o Estipulado. execução e controle do Orçamento Público.União.

fundo ou despesa. § 8o. a e b.12. por exemplo: divulgar o orçamento público de forma ampla à sociedade. que determinam ao governo. respectivamente. São vedados: (. Aplica-se ao orçamento público.7 Não Vinculação da Receita de Impostos Estabelecido pelo inciso IV do art. “Art. 167 da CF/88. nos termos da lei.5 Orçamento Bruto Previsto pelo art. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de créditos adicionais e a contratação de operações de crédito. 165 da Constituição Federal. pelos arts.. 155 e 156. ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. 158 e 159.3.) § 4. publicar relatórios sobre a execução orçamentária e a gestão fiscal. para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária. 37 da Magna Carta de 1988.. 212 e 37. veda vinculação da receita de impostos a órgão. XXII. para qualquer pessoa. 3.2003). 48-A e 49 da Lei de Responsabilidade Fiscal . disponibilizar.) IV . de forma expressa. estabelece que a Lei Orçamentária Anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. 157. § 2 o .4 Exclusividade Previsto no § 8o do art. (. salvo exceções estabelecidas pela própria Constituição Federal. fundo ou despesa. obriga registrarem-se receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto. e dos recursos de que tratam os arts. 6o da Lei no 4. vedadas quaisquer deduções. de 19. é previsto pelo caput do art. 165. 3.a vinculação de receita de impostos a órgão. e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. informações sobre a arrecadação da receita e a execução da despesa.. 48.6 Publicidade Princípio básico da atividade da administração pública no regime democrático. de 1964.LRF. 198. 167. e 42 . (Redação dada pela Emenda Constitucional no 42. como determinado.o É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos impostos a que se referem os arts.. 158 e 159. 3. I. previstas no art. bem como o disposto no § 4o deste artigo.320. pelas disposições contidas nos arts. a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde.

e. estabelecidas pela constituição.II. 43 . para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta. para oferecer garantia às operações de crédito por antecipação de receitas.” Essas ressalvas. por fim. para as áreas de saúde e de educação. Nordeste e Centro-Oeste. (Incluído pela Emenda Constitu cional no 3. para os Fundos de Desenvolvimento das Regiões Norte. referem-se à repartição do produto da arrecadação dos impostos para os Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios. de 1993).

3 Este Ementário de Receitas da União adota a definição no sentido estrito. Exemplos: depósitos em caução.ARO 4. 44 . (Vide Nota de Rodapé no 5). Operações de Crédito por Antecipação de Receita Orçamentária . CLASSIFICAÇÕES DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA Em sentido amplo. implica referência às “Receitas Orçamentárias”.1 Receitas Extra-Orçamentárias São recursos financeiros de caráter temporário. Receitas Orçamentárias Ingressos de Valores nos Cofres Públicos (Receitas Públicas) 3 Receitas Extra-Orçamentárias 4.2 Receitas Orçamentárias São disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o exercício orçamentário e constituem elemento novo para o patrimônio público. dessa forma. Em sentido estrito. aos Ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominamse Receitas Públicas. que constituem passivos exigíveis e cujas restituições não se sujeitam à autorização legislativa. via de regra. ou Extra-Orçamentárias. Instrumento por meio do qual se viabiliza a execução das políticas públicas. fianças. a Receita Orçamentária é fonte de recursos utilizada pelo Estado em programas e ações cuja finalidade precípua é atender às necessidades públicas e demandas da sociedade. quando houver citação ao termo “Receita Pública”. O Estado é mero depositário desses recursos. emissão de moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros. classificam-se como Receita Orçamentária. intitulada ARO. 4 Cuidado: Operações de Crédito. catalogadas como Orçamentárias. quando não representam disponibilidades de recursos para o erário. quando representam disponibilidades de recursos financeiros para o erário público. não se incorporam ao patrimônio público e não integram a Lei Orçamentária Anual.4. chamam-se Públicas apenas às Receitas Orçamentárias3 . 4. Aqui se fala sobre uma exceção à regra dessas operações.

LOA. 2. As Receitas Orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios: 1. via de regra. 3. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada. é normatizado por meio do instrumento normativo “Portaria”. e. de 1964. haja vista o art. seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Receitas do Orçamento da Seguridade Social. órgão do Ministério do Plane jamento.SOF. no citado documento legal. estão previstas na Lei Orçamentária Anual . de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel). 5 Operações de Crédito por Antecipação de Receita Orçamentária – ARO são exceção às operações de crédito em geral. a mera ausência formal do registro dessa previsão. Fonte de Recursos. em originárias derivadas. 6 Preço público e tarifa são vocábulos sinônimos. no âmbito da União. embora haja obrigatoriedade de a LOA lhes registrar a previsão de arrecadação. elaborado pela Secretaria de Orçamento Federal . Nesse contexto.320. transitam pelo patrimônio do Poder Público. Receitas públicas derivadas.lhe o saldo financeiro. Receitas públicas originárias. as receitas tributárias e as de contribuições especiais. Indicador de Resultado Primário. determinar classificar-se como Receita Orçamentária toda receita arrecadada que porventura represente ingressos financeiros orçamentários. não lhes retiram o caráter de Orçamentárias. são auferidas de forma impositiva. aumentam. Grupos. Orçamento e Gestão. por isso. inclusive se provenientes de operações de crédito. por determinação do Parágrafo Único do art. 45 . Decorrem de imposição constitucional ou legal7 e. 57 da Lei no 4. emissões de papel moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros. exceto: Operações de Crédito por Antecipação de Receita . quanto à procedência. e 5. Natureza da Receita. como. de preços públicos6 decorrentes da prestação de serviços comerciais e da venda de produtos industriais ou agropecuários. Observaç ão 1: A doutrina classifica as receitas públicas. Classificam-se como “Receita Extra-Orçamentária” e não são item da “Receita Orçamentária”. por força do Princípio Orçamentário da Universalidade. principalmente. de 1964. por exemplo. não é utilizada como classificador oficial da receita pelo Poder Público. portanto. seria a receita obtida pelo poder público por meio da soberania estatal. segundo a doutrina.Essas receitas pertencem ao Estado. O detalhamento das classificações orçamentárias da receita. 4. 3o da Lei no 4. segundo a doutrina.ARO5 . Resultariam. 7 Princípio da Legalidade.320.

A fim de possibilitar identificação detalhada dos recursos que ingressam nos cofres públicos. Espécie. por exemplo. a Classificação por Natureza é a de nível mais analítico da receita. aloca-se a receita pública correspondente na Natureza de Receita código “1112. Rubrica. esta classificação é formada por um código numérico de 8 dígitos que a subdivide em seis níveis .4. Origem. o imposto de renda pessoa física é recolhido dos trabalhadores.Categoria Econômica.10”.2.04. Alínea e Subalínea: C Categoria Econômica O Origem E Espécie R Rubrica AA Alínea SS Subalínea Quando. segundo esquema abaixo: Categoria Econômica Origem Espécie Rubrica Alínea Subalínea C 1 O 1 E 1 R 2 AA SS 04 10 Pessoas Físicas Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Impostos Receita Tributária Receita Corrente Como se depreende do nível de detalhamento apresentado.1 Classificação da Receita Orçamentária por NATUREZA A classificação da receita por natureza visa a identificar a origem do recurso segundo o fato gerador. 46 . auxilia na elaboração de análises econômico-financeiras sobre a atuação estatal. por isso.

de Contribuições. da exploração do patrimônio estatal (Patrimonial). 11 da Lei nº 4. aumentam as disponibilidades financeiras do Estado com efeito positivo sobre o Patrimônio Líquido e constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações orçamentários. classificam-se como Correntes as receitas provenientes de Tributos. de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado. De acordo com o § 2º do art. em espécie. de 20 de maio de 1982.Receitas de Capital: Receitas Orçamentárias de Capital também aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e são instrumentos de financiamento dos programas e ações orçamentários. Porém. 11 da Lei nº 4. 47 . de forma diversa das Receitas Correntes. 11 da Lei nº 4. de 1964. demais receitas que não se enquadram nos itens anteriores (Outras Receitas Correntes). com vistas a satisfazer finalidades públicas.4. as Receitas de Capital não provocam efeito sobre o Patrimônio Líquido.Receitas Correntes: Receitas Orçamentárias Correntes são arrecadadas dentro do exercício financeiro. a fim de se atingirem as finalidades públicas.320.939.1. com redação dada pelo Decreto-Lei nº 1. Industrial e de Serviços). 2 .1 Categoria Econômica O § 1º e o § 2º do art. por fim. classificam as Receitas Orçamentárias em “Receitas Orçamentárias Correntes” e “Receitas Orçamentárias de Capital”. de 1964. de bens e direitos.2. quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes (Transferências Correntes). quanto de recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado e destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital. de 1964.320. Receitas de Capital são as provenientes tanto da realização de recursos financeiros oriundos da constituição de dívidas e da conversão.320. da exploração de atividades econômicas (Agropecuária. A codificação correspondente seria: CÓDIGO CATEGORIA ECONÔMICA 1 2 Receitas Correntes Receitas de Capital 1 . De acordo com o § 1º do art.

2. devidamente identificadas. Outras Receitas de Capital 2. Amortização de Empréstimos 4. mas apenas especificações das Categorias Econômicas “Receita Corrente” e “Receita de Capital”. 48 .320. “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”. Receita Industrial 6. incluiu as “Receitas Correntes Intra-Orçamentárias” e “Receitas de Capital Intra-Orçamentárias”.1. são: RECEITAS CORRENTES 1. a fim de se evitar a dupla contagem dos valores financeiros objeto de operações Intraorçamentárias na consolidação das contas públicas. 4. possibilitam anulação do efeito da dupla contagem na consolidação das contas governamentais. com vistas a identificar a natureza da procedência das receitas no momento em que ingressam no Orçamento Público. Dessa forma. Receita Tributária 8 RECEITAS DE CAPITAL 1. Receita de Contribuições 9 3. Transferências de Capital 5. segundo disposto pela Portaria que as criou. a Origem “Receita Tributária” engloba apenas as Espécies “Impostos”. de acordo com a Lei no 4.2 Origem A Origem é o detalhame nto das Categorias Econômicas “Receitas Correntes” e “Receitas de Capital”. por isso. a “Receita de Contribuições” é Origem à parte e diferenciada da Origem “Receita Tributária”. 9 Para efeitos de Classificação Orçamentária.Observação 2: Operações intra-orçamentárias são aquelas realizadas entre órgãos e demais entidades da Administração Pública integrantes do orçamento fiscal e do orçamento da seguridade social do mesmo ente federativo. Fundos e Entidades Integrantes do Orçamento Fiscal e do Orçamento da Seguridade Social” que. de 1964. mas apenas remanejamento de receitas entre eles. de 26 de abril de 2006. Receita Agropecuária 5. Receita de Serviços 7. Operações de Crédito 2. Alienação de Bens 3. As receitas intra-orçamentárias são contrapartida de despesas catalogadas na Modalidade de Aplicação “91 . não representam novas entradas de recursos nos cofres públicos.Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. a Portaria Interministerial STN/SOF no 338. não constituem novas categorias econômicas de receita. Os códigos da Origem para as receitas correntes e de capital. Receita Patrimonial 4. Essas classificações. Transferências Correntes 9. Outras Receitas Correntes 8 Para efeitos de classificação orçamentária.

Transferências de Capital. e 9.3 Espécie É o nível de classificação vinculado à Origem que permite qualificar com maior detalhe o fato gerador das receitas. RECEITAS de CAPITAL 1. 5. RECEITAS CORRENTES Ingressos de Valores nos Cofres Públicos 2. Tributária. Por exemplo. e 5. 2. Contribuições. Outras Receitas Correntes.1. Exemplo: A Rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda” é detalhamento da Espécie “Impostos”. 6. incorporando-se Categoria Econômica e Origem: 1. dessa forma. Outras Receitas de Capital Receitas Extra-Orçamentárias 4. por meio da especificação dos recursos financeiros que lhe são correlatos. 4.1. 4.2. 4. 3. Industrial. 49 . Operações de Crédito.1. dentro da Origem Receita Tributária. Receitas Orçamentárias (Receitas Públicas) 1.4 Rubrica Agrega determinadas espécies de receitas cujas características próprias sejam semelhantes entre si.Esquema da Classificação das Receitas Públicas. 4. identifica-se as espécies “Impostos”. Transferências Correntes. 2. Exemplo: A Alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza” é o detalhamento da Rubrica “Impostos sobre o Patrimônio e a Renda”. Alienação de Bens. Amortização de Empréstimos. detalha a espécie. 7.2.5 Alínea A alínea é o detalhamento da Rubrica e exterioriza o “nome” da receita que receberá o registro pela entrada de recursos financeiros. 3. Agropecuária. “Taxas” e “Contribuições de Melhoria”. Serviços. Patrimonial.2.

Outras 6 .00.00.RECEITA CORRENTE 1 .1.00.00 até 1519.2.De Pessoas 6 .99 De 1410.00.6 Subalínea A subalínea constitui o nível mais analítico da receita.OUTRAS CORRENTES 1 .00.00 até 1590.99.00.99 De 1530.99 De 1120.00.Cessão de Direitos 9 .00.99.Outras 4 .99 De 1510.99.00 até 1529.Do Exterior 5 .99 De 1760.Econômicas 3 .99 De 1130.99. utilizado quando há necessidade de se detalhar a Alínea com maior especificidade.00.TRIBUTÁRIA Naturezas de Receita De 1110.99.99.99 De 1770.99.99 De 1390.99.99 De 1220.Concessões/Permissões 4 .00.4.99.99.00 até 1429.00 até 1319.Multas e Juros de Mora 2 .99.00 até 1119.00 até 1539.Indústria Mineral 2 .00.00.99.99 De 1490.99.99 De 1310.00 até 1939.00.99 De 1750.99.99.00.00.Convênios 7 .99 De 1210.Intergovernamentais 3 .99.99 De 1730.99 De 1910.99 De 1590.00 até 1229.99 De 1720.00 até 1339.99 De 1930.Produção Vegetal 2 .Impostos 2 .00 até 1749.00.00 até 1499.00 até 1369.AGROPECUÁRIA 1 .99.Exploração de Bens Públicos 6 .TRANSFERÊNCIAS CORRENTES 2 .00 até 1129.Indústria De Transformação 3 .Valores Mobiliários 3 .Dívida Ativa 50 .Sociais 2 .00 até 1769.00 até 1139.00.00 até 1349.99 De 1420.PATRIMONIAL 1 .Contribuições De Melhoria 2 .00. Exemplo: A subalínea “Pessoas Físicas” é detalhamento da Alínea “Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza”.00.Instituições Privadas 4 .00.99 De 1340. 1 .99.99.00 até 1739.Combate à Fome 9 .00 até 1729.Indenizações e Restituições 3 .00 até 1919.99.99.99 De 1360.SERVIÇOS 0 .99.99 De 1600.99.00 até 1359.99.99 De 1740.00.Indústria De Construção 9 .99.99 1 .99.00.00.99 De 1320.00.00 até 1779.99.Outras 5.00 até 1219.Serviços 7 .CONTRIBUIÇÕES 1 .99 De 1330.00 até 1419.Taxas 3 .00 até 1759.00 até 1399.Produção Animal 9 .INDUSTRIA L 1 .00 até 1929.99.00.Imobiliárias 2 .00.99.00 até 1600.00.00.99 De 1920.00.00 até 1329.99 De 1520.99 De 1350.Compensações Financeiras 5 .

Instituições Privadas 4 .99.Combate à Fome 5 .00 até 2229.00.99 De 2220.00 até 2300.00.99 De 2430.00 até 2429.99 De 2540.Outras 4.99 De 2460.99.Convênios 8 .00 até 2479.99.00 até 2529.Do Exterior 5 .00 até 2129.TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL 2 .00.00 até 2539.99. pois exterioriza quais são as Receitas que financiam determinadas Despesas.99.99.99 1 .9 .99 De 2560.99 De 2480.00 até 2119.00 até 2459. são agrupadas em Fontes de Recursos obedecendo a uma regra previamente estabelecida.00 até 2460.00. Por meio do orçamento público.00.Integralização Do Capital 3 .00.De Outras Instituições Públicas 7 .99.00.99 De 2470.99 De 2420.99 2 .00. Frente ao exposto.Remuneração Disponibilidades do TN 5 .99.00 até 2439.OUTRAS DE CAPITAL 2 .2 Classificação da Receita Orçamentária por FONTE DE RECURSOS Essa classificação orçamentária busca identificar as origens dos ingressos financeiros que financiam os gastos públicos.Bens Móveis 2 .Internas 2 .99 De 2530.99. Determinadas Naturezas de Receita.00.99.00 até 2550.Intergovernamentais 3 .Resultado do BCB 4 .00 até 2560.99 De 2300.99.00 até 1999.99.99.99. é a classificação que permite demonstrar a correspondência entre as fontes de financiamento e os gastos públicos.99 De 2210.00 até 2449.00.99.DA da Alienação de Estoques de Café 9 .00.00.99.00 até 2219.00.99 De 2520.00.99. essas Fontes são alocadas em determinadas despesas de forma a evidenciar os meios para atingir os objetivos públicos. 51 .OPERAÇÕES DE CRÉDITO Naturezas de Receita De 2110.00.Bens Imóveis 3 .2.99 De 2590.RECEITA DE CAPITAL 1 .00 até 2549.00.99.ALIENAÇÃO DE BENS 1 . de Emp.Amortizações 4 .00 até 2489.Diversas De 1990.99 De 2550.DA da Amort.De Pessoas 6 .00.00 até 2599.00.99 De 2120.99 De 2440.99 De 2450.Externas 2 .00.AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS 0 .99. e Financiamentos 6 .

4º da Portaria SOF nº 10.Exercício Corrente (1).3 Classificação da Receita Orçamentária por GRUPOS A Classificação da Receita por Grupos identifica quais agentes públicos possuem competência legal para arrecadar. Recursos Ordinários (00). de 22 de agosto de 2002.Exercícios Anteriores (3).Exercício Corrente (2). “Receitas Administradas”. Recursos Próprios Não-Financeiros (50). e Recursos de Outras Fontes . segundo o art. é instrumento orçamentário-gerencial identificador de determinados segmentos arrecadadores do setor público. Recursos Próprios Não-Financeiros (50). Resultado do Banco Central (52). Fonte 300 Recursos do Tesouro . fiscalizar e administrar as Receitas Públicas.3. receitas cuja arrecadação tem origem no esforço próprio de órgãos e demais entidades nas atividades de fornecimento de bens ou serviços facultativos e na exploração econômica do próprio 52 .A classificação de fonte de recursos consiste de um código de três dígitos: 1º DÍGITO Grupo Fontes de Recursos 1 Recursos do Tesouro Exercício Corrente. e Recursos Ordinários (00). 2 Recursos de Outras Fontes Exercício Corrente.2.Exercício Corrente (1). 4. 9 Recursos Condicionados 4. 3 Recursos do Tesouro Exercícios Anteriores. Fonte 150 Recursos do Tesouro .2. Fonte 152 Recursos do Tesouro . Os Grupos são de: “Receitas Próprias”. dessa forma. “Receitas de Operações de Crédito”. Fonte 250 6 Recursos d e Outras Fontes Exercícios Anteriores. Exemplos: Fonte 100 2º e 3º DÍGITOS Especificação das Fontes de Recursos Recursos do Tesouro . Cada Grupo de Receita é formado pela associação entre tipos específicos de Unidades Orçamentárias e de Naturezas de Receita que atendam a certas particularidades sob a ótica orçamentária.1 Grupo das Receitas Próprias Classificam-se neste grupo.Exercício Corrente (1). “Receitas Vinculadas” e “Demais Receitas”.

Via de regra. São arrecadadas por meio de Guia de Recolhimento da União . §3 o: “As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central”. por Lei. 164. têm como fundamento a bilateralidade. por isso.2. o banco tem um dia útil (d+1) para repassar os recursos para a Conta Única do Tesouro no Banco Central*. por um lado. art. criam obrigações recíprocas para as partes contratantes. da data de arrecadação (d).2. Geralmente. não são vinculadas por lei à determinada despesa. cuja natureza é contratual. 4. 53 . são amparadas pelo Código Civil e legislação correlata. por isso.2 Grupo das Receitas Administradas São as receitas auferidas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. a determinada finalidade específica.3.GPS.2.3 Grupo das Receitas de Operações de Crédito Receitas financeiras provenientes da colocação de títulos públicos no mercado ou da contratação de empréstimos e financiamentos junto a entidades estatais ou privadas. Geralmente.DARF ou Guia da Previdência Social . bem como o produto da aplicação financeira desses recursos. são receitas cuja fiscalização. A partir da data em que o contribuinte efetua o pagamento do tributo.3. 4.SRFB. às quais resta a obrigação de efetuar o recolhimento para a Conta * CF/88. que detém a competência para fiscalizar.3. O dia considerado como “Data de Recolhimento” é aquele no qual o recurso ingressa efetivamente no Banco Central.GRU e depositadas na Conta Única do Tesouro no Banco Central*. exceto as classificadas como “Receitas Administradas”. administração e arrecadação ficam a cargo das próprias entidades arrecadadoras. pertencem à Unidade Orçamentária Arrecadadora. São recursos que. arrecadar e administrar esses recursos. utilizando-se dos bancos arrecadadores credenciados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil . 4. Recolhidas por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais . ou seja.4 Grupo das Rece itas Vinculadas Pertencem a esse grupo receitas que são vinculadas. com amparo legal no Código Tributário Nacional e leis afins.patrimônio e remunerada por preço público ou tarifas. e. por outro. não possuem destino específico e.

2. 4. por meio da seguinte metodologia : 4. encargos e devolução).Única do Tesouro. Receitas Financeiras são as provenientes de operações de crédito internas e externas.5 Grupo das Demais Receitas Grupo destinado às receitas previstas em Lei ou de natureza contratual.212.5 Classificação das Receitas do Orçamento da Seguridade Social As receitas que financiam a Seguridade Social são previstas pelo art. 4. de aquisição de títulos de capital. excluindo da conta as receitas: de operações de crédito e seus retornos (juros e amortizações). devem cumprir dois requisitos básicos: 54 . como ônus. de amortizações e do superávit financeiro. 4. de 1991. O cálculo da Receita Primária é efetuado somando-se as Receitas Correntes com as de Capital e. autorizações e permissões para uso de bens da União ou para exercício de atividades de competência da União. e a forma de composição delas. pelos arts.2. que não estejam enquadradas em nenhum dos grupos anteriores. Esse conceito surgiu quando o Brasil adotou metodologia de apuração do resultado primário oriunda de acordos com o Fundo Monetário Internacional . Receita primária é o somatório das receitas fiscais líquidas (aquelas que não geram obrigatoriedade de contraprestação financeira. de aplicações financeiras.5. como Primária (P) quando seu valor é incluído na apuração do Resultado Primário no conceito acima da linha.FMI. Essas receitas classificam-se como “Contribuições Sociais” e “Demais Receitas”. depois. 11 e 27 da Lei nº 8. e Não-Primária ou Financeira (F) quando não é incluído nesse cálculo. A receita é classificada. ainda.2. de juros. de empréstimos concedidos e do superávit financeiro. Exemplos: recursos de concessões.1 Contribuições Sociais Para integrarem o Orçamento da Seguridade Social. que “instituiu o Plano de Custeio da Seguridade Social”. 195 da Magna Carta brasileira. de aplicações financeiras.2.4 Classificação da Receita por Indicador de Resultado Primário Esta classificação orçamentária da receita tem por objetivo identificar quais são as receitas que compõem o resultado primário do Governo.3.

ou 2 . a norma constitucional ou infraconstitucional instituidora deve explicitar que a receita se destina ao financiamento da Seguridade Social. a receita criada deve ser destinada para as áreas de saúde.Quanto à origem.Vinculem-se à Seguridade Social por determinação le gal.5. independentemente das entidades às quais pertençam. da Assistência Social e do Fundo de Amparo ao Trabalhador. ou 3 .Quanto à finalidade. 4.2. consideram-se receitas do Orçamento da Seguridade Social aquelas que: 1 . e 2 . ou seja. 55 .1 . das unidades que compõem os Ministérios da Saúde.A classificação orçamentária caracterize como originárias da prestação de serviços de saúde. previdência ou assistência social.2 Demais Receitas da Seguridade No que tange às Demais Receitas. subordinado ao Ministério do Trabalho. da Previdência Social.Sejam próprias das unidades orçamentárias que integrem exclusivamente o Orçamento da Seguridade.

ESTÁGIOS DE EXECUÇÃO DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA O Orçamento Público adota o regime de caixa para os ingressos das receitas púbicas arrecadadas no exercício financeiro. Dessa forma. 22 do Decreto Legislativo no 4. a receita orçamentária percorre três estágios até que ocorra a efetiva entrada de recursos nos cofres públicos. em conformidade com o art. a projeção do que se espera arrecadar durante o exercício financeiro.536. por meio de estabelecimentos bancários oficiais ou privados. no Banco Central do Brasil. Ressalte-se que as receitas patrimoniais e as empresariais não se sujeitam ao lançamento. que organiza o Código de Contabilidade da União. o art.) pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas. na Conta Única do Tesouro Nacional: Previsão. 53 da Lei no 4. Arrecadação e Recolhimento. A partir das previsões da receita inicia-se o processo de discussão de alocação desses recursos. que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora. os estágios são: PREVISÃO (1 Estágio) o ARRECADAÇÃO (2 Estágio) o RECOLHIMENTO (3 Estágio) o Previsão: é a estimativa.320.” Segundo o art. Dessa forma. de 1964. 35 da Lei no 4. envolvendo todos os entes públicos alcançados pelo Orçamento. a fim de se liquidarem obrigações com o ente público. de 28 de janeiro de 1922. Recolhimento: estágio no qual os agentes arrecadadores entregam o produto da arrecadação para o Caixa Único: Conta Única do Tesouro Nacional. lançamento é procedimento administrativo realizado pelo Fisco . na ótica orçamentária. o preceitua como “ato da repartição competente.e não estágio.5. 56 . para posterior autorização junto ao Poder Legislativo. É apenas nesse estágio que ocorre a efetiva entrada dos recursos financeiros arrecadados nos cofres públicos. no caso da União. mas as tributárias e de contribuições necessitam do procedimento administrativo em epígrafe antes de ingressarem no estágio da “Arrecadação”. do ponto de vista orçamentário. haja vista ingressarem diretamente no estágio da Arrecadação.320.. OBSERVAÇÃO 3: Lançamento é Procedimento Administrativo do Fisco (não é “estágio” de execução da Receita!) Embora parte da doutrina considere o “Lançamento” estágio intermediário entre a “Previsão” e a “Arrecadação” da receita.. Arrecadação: consiste no recebimento da receita pelo agente devidamente autorizado. Serve de base para a fixação da despesa orçamentária. de 1964: “(. e inscreve o débito desta”. devidamente credenciados. agentes arrecadadores.

6. 6. salvo em algumas exceções. e da competência extraordinária. sendo irrelevante para caracterizá.CTN define tributo da seguinte forma: "Tributo é toda prestação pecuniária compulsória. Sujeitam-se aos princípios da reserva legal e da anterioridade da Lei. ressalvando-se unicamente a possibilidade de utilização. taxas e contribuições de melhoria. são espécies tributárias cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte.1 Receitas Correntes Tributárias Tributo é uma das origens da Receita Corrente na Classificação Orçamentária por Categoria Econômica. 16 do CTN.1 Impostos Os impostos.a destinação legal do produto de sua arrecadação. 154. da competência residual prevista no art. 4o do CTN preceitua que a natureza especifica do tributo. II e III do art. o qual não recebe contraprestação direta ou imediata pelo pagamento. Os impostos estão enumerados na Constituição Federal. é determinada pelo fato gerador. e II . ao contrário de outros tipos de receita. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir.lo: I . no caso dos impostos extraordinários de guerra prevista no inciso II do mesmo artigo. O art. segundo o art. pela União. 5o do CTN e os incisos I. a vinculação de receita de impostos a órgão. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada". O art. trata-se de receita derivada cuja finalidade é obter recursos financeiros para o Estado custear as atividades que lhe são correlatas. O art. que não constitua sanção de ato ilícito.1. O art.a sua denominação. ORIGENS E ESPÉCIES DE RECEITA ORÇAMENTÁRIA 6. 57 . Quanto à procedência. salvo exceções. I. 3o do Código Tributário Nacional . 167 da Constituição Federal proíbe. 145 da CF/88 tratam das espécies tributárias impostos. fundo ou despesa.

pelo Distrito Federal e pelos Municípios. A taxa está sujeita ao princípio constitucional da reserva legal e. pelos Estados. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. se a lei que instituiu o referido tributo assim determinou. 77: As taxas cobradas pela União.porém.6. por meio do qual o Estado intervém em determinadas atividades. Nesse contexto. o serviço é público quando estabelecido em lei e prestado pela Ad ministração Pública. à ordem. são. classificam-se em Taxas de Fiscalização10 e Taxas de Serviço. no âmbito de suas respectivas atribuições. limitando ou disciplinando direito. salvo. efetiva ou potencial. à disciplina da produção e do mercado. via de regra. à higiene. o exercício regular do poder de polícia administrativa. regula a prática de ato ou abstenção de fato. ou a utilização. aos costumes. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do poder público. 77 do CTN: “Art.” Nesse contexto. sob ponto de vista material e formal.1. espécie de tributo na classificação orçamentária da receita. 58 . 78 do CTN: “Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que. com a finalidade de garantir a ordem e a segurança. sob a ótica orçamentária.art. prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição . também. poder disciplinador. 10 “Taxas de Fiscalização” também são chamadas de “Taxas de Poder de Polícia”. de serviço público específico e divisível. têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. de serviço público específico e divisível. como fato gerador. em forma de contraprestação de serviços” . à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais e coletivos. são tributos de arrecadação não-vinculada. efetiva ou potencial. no âmbito das respectivas atribuições. em razão de interesse público concernente à segurança. ? ? Taxas de Fiscalização ou de Poder de Polícia: São definidas em lei e têm como fato gerador o exercício do poder de polícia. pelos Estados. sob regime de direito público. ou a utilização. taxas são tributos vinculados porque o aspecto material do fato gerador é prestação estatal específica "diretamente referida ao contribuinte. A definição de poder de polícia está disciplinada pelo art. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. de forma direta ou indireta. interesse ou liberdade.” ? ? Taxas de Serviço Público: São as que têm como fato gerador a utilização de determinados serviços públicos. tendo. pois as receitas auferidas por meio das taxas não se encontram afetas a determinada despesa.2 Taxas As taxas cobradas pela União.

77 do CTN: “Os serviços públicos têm que ser específicos e divisíveis. Impostos são “tributos não vinculados”. “Tributos de Arrecadação Vinculada” são aquelas cujo produto da arrecadação se destina.3 Contribuição de Melhoria É espécie de tributo na classificação da receita orçamentária e tem como fato gerador valorização imobiliária que decorra de obras públicas. prestados ao contribuinte. o Estado atua com supremacia sobre o particular. no âmbito de suas respectivas atribuições. Conforme o art. tampouco antônimos. “Tributos Vinculados” são aqueles cujo fato gerador está vinculado a alguma atividade estatal específica prestada ao contribuinte. somente os “Tributos de Arrecadação Vinculada” é que a possuem. 6.1. Segundo a vinculação das Receitas Tributárias. é de verticalidade. não há necessidade de o particular fazer uso do serviço. taxas (contribuições especiais.” OBSERVAÇÃO 4: “Tributos Vinculados” e “Tributos de Arrecadação Vinculada” Os vocábulos não são sinônimos. por força de lei. Já os empréstimos compulsórios são “tributos de arrecadação vinculada”. é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária.” Para que a taxa seja cobrada. 81 do CTN: “A contribuição de melhoria cobrada pela União. De acordo com o art. Frente ao exposto. Estados. ou colocados à sua disposição. pois seu fato gerador é totalmente desvinculado de qualquer atividade específica realizada pelo Estado. Neste sentido. pelo Distrito Federal e pelos Municípios. Observa-se que a vinculação não é do produto da arrecadação. 148 da CF/88 lhes vincula a arrecadação para finalidade específica: atender despesas referentes a calamidades públicas. tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. contanto que haja nexo causal entre a melhoria havida e a realização da obra pública. pois os incisos I e II do art. ou seja. basta que o Poder Público coloque tal serviço à disposição do contribuinte. É receita derivada e os serviços têm que ser específicos e divisíveis.A relação jurídica. a doutrina e a jurisprudência diferenciam “tributos vinculados” de “tributos de arrecadação vinculada”. nesse tipo de serviço. para determinada despesa. mas do fato gerador com a atividade estatal. ou seja: tributos vinculados não se vinculam a determinada despesa. Essa distinção se encontra associada à natureza jurídica do fato gerador dos tributos e à destinação legal do produto da arrecadação. de forma obrigatória. empréstimo compulsório) e contribuições de melhoria são “tributos vinculados”. e costumam gerar confusões de interpretação. 59 . a guerras ou a investimentos públicos de caráter urgente e de relevante interesse nacional. nota-se que “Tributos Vinculados” não possuem vinculação ou obrigação de serem destinados para determinada despesa.

Distrito Federal e Municípios poderão instituir contribuição. a Contribuição Social é tributo vinculado a uma atividade Estatal que visa atender aos direitos sociais previstos na Constituição Federal. o que significa dizer apenas poderão ser cobradas noventa dias após a publicação da Lei que as instituiu ou majorou.2 Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico: A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico . por força da Lei no 4. e o § 1o do artigo em comento estabelece que Estados.2 Receitas Correntes de Contribuições Segundo a classificação orçamentária. DF e Municípios. A competência para instituição das contribuições sociais é da União. O art 149 da Magna Carta estabelece competir exclusivamente à União instituir contribuições sociais. como por exemplo. Essa intervenção se dá pela fiscalização e atividades de fomento.intervenção no domínio econômico .2. previdência e assistência social) e outros direitos sociais como. cobrada de seus servidores. 6.CIDE é tributo classificado no orçamento público como uma espécie de contribuição que atinge um determinado setor da economia. que são voltadas à suplementação tarifária de linhas aéreas regionais de passageiros. como instrumento de atuação nas respectivas áreas.2.6. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. de regimes de previdência de caráter contributivo e solidário.320/64. de baixo e médio potencial de tráfego. As contribuições sociais estão sujeitas ao princípio da anterioridade nonagesimal.instituída mediante um motivo específico. 60 . com finalidade qualificada em sede constitucional . por exemplo: o salário educação.1 Contribuições Sociais Classificada como espécie de Contribuição. para o custeio. desenvolvimento de pesquisas para crescimento do setor e oferecimento de linhas de crédito para expansão da produção. Pode-se afirmar que as contribuições sociais atendem a duas finalidades básicas: seguridade social (saúde. em benefício destes. Exemplo de contribuição de intervenção no domínio econômico é o Adicional sobre Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas. exceto das contribuições dos servidores estatutários dos Estados. que são instituídas pelos mesmos. As contribuições classificam-se nas seguintes espécies: 6. a Receita de Contribuições é Origem da Categoria Econômica Receitas Correntes.

A competência para instituição é dos Municípios e do Distrito Federal. prevista em lei. É preciso esclarecer que existe uma diferença entre as contribuições sindicais aludidas acima e as contribuições confederativas.3 Contribuição de Interesse das Categorias Profissionais ou Econômicas: Espécie de contribuição que se caracteriza por atender a determinadas categorias profissionais ou econômicas. na fatura de consumo de energia elétrica. 150. na forma das respectivas leis. "Art. e uma outra contribuição. observado o seguinte: (. possuindo assim natureza de tributo. iniciaram a regulamentação por Lei Complementar. a partir dessa autorização constitucional. como SESI. em se tratando de categoria profissional. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. visando a dar eficácia plena ao citado artigo 149-A da Constituição da República Federativa do Brasil. independentemente da contribuição prevista em lei. que é a contribuição sindical. 8º da Constituição Federal: “Art. por exemplo: OAB." Municípios e DF. portanto compulsória. I e III. Estas contribuições são destinadas ao custeio das organizações de interesse de grupos profissionais. 149-A à Constituição Federal.a assembléia geral fixará a contribuição que. que acrescentou o art. vinculando sua arrecadação às entidades que as instituíram. 6.” Assim. possui a finalidade de custear o serviço de iluminação pública.. pois será instituída pela assembléia geral e não por lei. será descontada em folha.) IV . CREA. 149 da Constituição Federal. Não transitam pelo Orçamento da União. 149-A. CRM e assim por diante. A primeira não é tributo. observado o disposto no art. Visam também ao custeio dos serviços sociais autônomos prestados no interesse das categorias. fixada pela assembléia geral da categoria. É facultada a cobrança da contribuição a que se refere o caput.6. 8o É livre a associação profissional ou sindical. há a previsão constitucional de uma contribuição confederativa. 61 .. Conforme esclarece o art. de 19 de dezembro de 2002. como.4 Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública: Instituída pela Emenda Constitucional no 39. A segunda é instituída por lei. SESC e SENAI. Parágrafo único. e encontra sua regra matriz no art. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição.2.2. para o custeio do serviço de iluminação pública.

De acordo com o art. mar territorial ou zona econômica exclusiva.). concessões e permissões. assim como proporcionar meio de remunerar o Estado pelos ganhos obtidos por essa atividade. que é constituído por recursos minerais. como forma de participação no resultado dessa exploração. tratam-se de receitas originárias. uma origem de receita específica na classificação orçamentária. de participações societárias.3 Receitas Correntes Patrimoniais São receitas provenientes da fruição dos bens patrimoniais do ente público (bens mobiliários ou imobiliários). Elas têm como finalidade recompor financeiramente os prejuízos ou danos causados (externalidades negativas) pela atividade econômica na exploração desses bens. ao Distrito Federal e aos Municípios. Compensações Financeiras A receita de compensação financeira tem origem na exploração do patrimônio do Estado. matrizes etc. por parte do ente público. participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. 20. tratam-se de uma originária. Quanto à procedência. em pé de igualdade como o particular. 62 . nos termos da lei. tais como a venda de produtos: agrícolas (grãos. constituindo. aos Estados e aos Municípios. 6. de atividades agropecuárias. Tais compensações são devidas à União. § 1º da Constituição Federal: “É assegurada. ou compensação financeira por essa exploração”. de acordo com o disposto na legislação vigente.Sob a ótica da classificação orçamentária. 6. hídricos. São classificadas no orçamento como receita corrente e de natureza específica de origem como receita patrimonial. aos Estados. definidos no ordenamento jurídico.4 Receitas Correntes Agropecuárias São receitas correntes. Podemos citar como espécie de receita patrimonial as compensações financeiras. que integra a Categoria Econômica “Receitas Correntes”. tecnologias. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território. técnicas em inseminação. ou. para reflorestamentos e etc. a “Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública” é Espécie da Origem “Contribuições”. também. bem como a órgãos da administração direta da União. com o Estado atuando como empresário. insumos etc. plataforma continental. pecuários (semens. ainda. dentre outras. Quanto à procedência.). florestais e outros. Decorrem da exploração econômica.

a remuneração destes serviços é feita mediante taxa e sofrerá as limitações impostas pelos princípios gerais de tributação (legalidade. tais como: da indústria extrativa mineral. o serviço estatal oferecido pelo ente público. podemos citar o caso do fornecimento de energia elétrica. Em localidades onde estes serviços forem colocados à disposição do usuário. e outras receitas industriais de utilidade pública.). anterioridade. também chamado de tarifa. serviços hospitalares. comunicação. a lei não permite que se coloque um gerador de energia elétrica). Assim. Encontram-se subdivididas nessa classificação receitas provenientes de atividades econômicas. serviços recreativos. abrangendo as receitas decorrentes das atividades econômicas na prestação de serviços por parte do ente público. específicos e divisíveis. constituindo outra origem específica na classificação orçamentária da receita. em relação à lei que a instituiu”.. de forma direta ou por delegação para concessionária ou permissionária. seria facultativo e.6 Receitas Correntes de Serviços São receitas correntes. não teria natureza obrigatória. que poderá escolher se os contrata ou não. etc. São receitas originárias. provenientes das atividades industriais exercidas pelo ente público. se a lei permite o uso de gerador próprio para obtenção de energia elétrica. Exemplos de naturezas orçamentárias de receita dessa origem são os seguintes: Serviços Comerciais. OBSERVAÇÃO 5: Distinção entre Preço Público e Taxa A distinção entre Preço Público. Serviços de Transporte. tais como: comércio. Há casos em que não é simples estabelecer se um serviço é remunerado por taxa ou por preço público. portanto. essenciais à soberania do Estado (a lei não autoriza que outros prestem alternativamente esses serviços). pelo Estado. porque estas. da indústria de transformação. 6.. armazenagem. não compulsórios) que a Administração Pública. O tema é regido pelas normas de direito público. São serviços prestados em decorrência de uma relação contratual regida pelo direito privado. Como exemplo. culturais. são compulsórias e têm sua cobrança condicionada à prévia autorização orçamentária. conforme afirmado anteriormente. prestados ou colocados à disposição do contribuinte diretamente pelo Estado.. ou por seus delegados. mas cuja utilização seja de uso obrigatório. diferentemente daqueles. da indústria de construção. também chamado de tarifa. cuja classificação orçamentária constitui origem específica. os serviços públicos. coloca à disposição da população. seria remunerado mediante preço público. Tais serviços são remunerados mediante preço público. Serviços Portuários etc. Por outro lado. 63 . transporte. Preço Público (ou tarifa) decorre da utilização de serviços públicos facultativos (portanto. compulsório (por exemplo. naquilo que não forem cobertos pelos impostos.5 Receitas Correntes Industriais Tratam-se de receitas correntes. e Taxa está descrita na Súmula no 545 do Supremo Tribunal Federal: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. A Taxa decorre de lei e serve para custear.6.

64 . ou entre elas e organizações particulares. do Estado para os Municípios. dentre outras: Receitas de Multas As multas também são um tipo de receita pública. são recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado destinados a atender despesas de manutenção ou funcionamento relacionadas a uma finalidade pública específica. receitas da dívida ativa e as outras receitas não classificadas nas receitas correntes anteriores. Podemos citar como exemplos as seguintes espécies. de prévia cominação em lei ou contrato. 11 da Lei no 4. mas que não correspondam a uma contraprestação direta em bens e serviços a quem efetuou a transferência. de caráter não tributário. 6.7 Transferências Correntes Na ótica orçamentária. Conforme prescreve o § 4º do art. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes. inserem-se multas e juros de mora.8 Outras Receitas Correntes Neste título. com finalidade específica. Dependem. assim como recebidos de instituições privadas. ou de mora pelo não pagamento das obrigações principais ou acessórias nos prazos previstos. de 1964. Os recursos da transferência são vinculados à finalidade pública. Nas Transferências Correntes. Transferências de Pessoas: Compreendem as contribuições e doações que pessoas físicas realizem para a Administração Pública.6. da União para Estados. as multas classificam-se como “outras receitas correntes”.320. por exemplo). indenizações e restituições. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes e destinados a custear despesas correntes. cabendo sua imposição ao respectivo órgão competente (poder de polícia). podemos citar como exemplos as seguintes espécies: Transferências de Convênios: Recursos oriundos de convênios. constituindo-se em ato de penalidade de natureza pecuniária aplicado pela Administração Púbica aos administrados. e não a pessoa. sempre. firmados entre entidades públicas de qualquer espécie. Podem decorrer do descumprimento de preceitos específicos previstos na legislação pátria.

Operações de Crédito Origem de recursos da Categoria Econômica “Receitas de Capital”.Receitas de Dívida Ativa São os créditos da Fazenda Pública.9 Receitas de Capital . Isso confere à certidão da dívida ativo caráter líquido e certo. 6. para financiar despesas correntes. . encargos e multas tributárias. é vedada a aplicação da receita de capital decorrente da alienação de bens e direitos que integrem o patrimônio público.Retorno. 65 . com validade de título executivo.LRF. são recursos financeiros oriundos da colocação de títulos públicos ou da contratação de empréstimos obtidas junto a entidades públicas ou privadas. São espécies desse tipo de receita: . de natureza tributária ou não tributária. Nos termos do artigo 44 da Lei de Responsabilidade Fiscal .Operações Oficiais de Crédito . Dívida Ativa não Tributária são os demais créditos da Fazenda Pública.Operações de Crédito Externas.Operações de Crédito Internas. salvo as destinadas por lei aos regimes previdenciários geral e próprio dos servidores públicos. inscrita na forma da lei. internas ou externas.10 Receitas de Capital . embora se admita prova em contrário. Dívida Ativa Tributária é o crédito da Fazenda Pública proveniente da obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais. 6. Este crédito é cobrado por meio da emissão de certidão de dívida ativa da Fazenda Pública da União. exigíveis em virtude do transcurso do prazo para pagamento.Alienação de Bens Origem de recursos da Categoria Econômica “Receitas de Capital”. As receitas decorrentes de dívida ativa tributária ou não tributária devem ser classificadas como “outras receitas correntes”. são ingressos financeiros com origem específica na classificação orçamentária da receita proveniente da alienação de bens móveis ou imóve is de propriedade do ente público. . atualizações monetárias.

Amortização de Empréstimos São ingressos financeiros provenientes da amortização de financiamentos ou empréstimos concedidos pelo ente público em títulos e contratos. 6. Podem ocorrer a nível intragovernamental (dentro do âmbito de um mesmo governo) ou intergovernamental (governos diferentes. da União para Estados. do Estado para os Municípios. são recursos financeiros recebidos de outras pessoas de Direito público ou privado e destinados para atender despesas em investimentos ou inversões financeiras 11 . ou seja: na impossibilidade de serem classificadas nas origens anteriores. 66 . são classificados em “Receitas Correntes . entretanto. Na classificação orçamentária da receita são receitas de capital. 11 “Investimentos” e “Inversões Financeiras” são classificações da Despesa de Capital. os juros recebidos.12 Transferências de Capital Na ótica orçamentária. Os recursos da transferência ficam vinculados à finalidade pública e não a pessoa. Embora a amortização de empréstimos seja origem da categoria econômica “Receitas de Capital”. assim como recebidos de instituições privadas (do exterior e de pessoas).de Serviços .11 Receitas de Capital .13 Outras Receitas de Capital São classificadas nessa origem as receitas de capital que não atendem às especificações anteriores.6. associados a esses empréstimos.Serviços Financeiros”. a fim de satisfazer finalidade pública específica. a contraprestação direta ao ente transferidor. 6. sem corresponder. por exemplo). origem específica “amortização de empréstimos concedidos” e representam o retorno de recursos anteriormente emprestados pelo poder público.

Amparo legal: Lei no 4. previstas no art. entre outras hipóteses aquelas previstas na Constituição Federal. 153.00 . 158 e 159. § 8º. § 2º. § 1o do art. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Taxas e Contribuição de Melhoria. 11. Amparo legal: Lei no 4. atendidas as condições e os limites fixados em lei.Tributária e de Contribuições. como determinado. 167. da exploração de seu patrimônio . Regra geral é vedada a vinculação da receita de impostos a qualquer tipo de despesa. Industrial e de Serviços.Transferências Correntes.172.00. 1111.7. quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes . da CRFB/88. e Lei no 5. 198. com redação dada pelo Decreto-Lei no 1.00. ressalvada. Esses impostos têm a função de regular o comércio internacional. 212 e 37. a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde. art.RECEITA TRIBUTÁRIA Recursos oriundos da competência de tributar.00 . 165. 11. De acordo com o inciso IV.320.00.00 .939. NATUREZAS DE RECEITA (DISCRIMINAÇÃO E AMPARO LEGAL) 1000. art.Patrimonial. pelos arts. as alterações de suas alíquotas não estão sujeitas ao princípio da anterioridade tributária. e as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado. de 20 de maio de 1982.Impostos sobre o Comércio Exterior Compreendem os impostos sobre a importação e sobre a exportação. ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts.939. § 4o do art.320. Por isso. de 20 de maio de 1982. o 1100. respectivamente. Amparo legal: Constituição Federal. 67 . 16. XXII. 1110. para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária. Art. de 17 de março de 1964.00. com redação dada pelo Decreto-Lei n 1. bem como o disposto no § 4º deste artigo. conforme disposto na Constituição: Impostos. de 17 de março de 1964.00 .RECEITAS CORRENTES As receitas correntes são oriundas do poder impositivo do Estado .IMPOSTOS Modalidade de tributo cuja cobrança tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica. da exploração de atividades econômicas . fundo ou despesa. relativa ao contribuinte. e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita.Agropecuária. é vedada a vinculação de receita de impostos a órgão.

543/2002). do Código Tributário Nacional e não decorra de parcelamentos ou outros institutos que f cilitem o seu pagamento previstos em lei a específica. do art. pois. O imposto de importação possui função extrafiscal.Imposto sobre a Importação De competência da União. Decreto nº 4. art. 19.Receita do Principal do Imposto sobre a Importação Constitui a principal parcela da arrecadação proveniente da incidência do referido tributo quando da ocorrência do fato gerador previsto no art.00 . Consiste em um importante instrumento de regulação. art. Fato gerador: Entrada de produtos estrangeiros no território nacional. I e II e § 1o . 76.01. que vinculou parcela dessa arrecadação a manutenção e desenvolvimento do ensino de que trata o art. Amparo legal: Constituição Federal. 19 a 22. 76. de 25 de outubro de 1966 (CTN). e por esse motivo não sofre a incidência do Princípio da Legalidade. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da CFRB/88. A entrada de mercadoria estrangeira em território nacional e destinadas ao comércio do país é o fato gerador dessa incidência. nem da anterioridade. Destinação legal: Regra geral são recursos de livre destinação excetuando o disposto no parágrafo 3º. Tem como contribuinte o importador ou quem a lei a ele equiparar ou o arrematante de produtos apreendidos/abandonados. alterada pela Emenda 68 . do art. alterada pela Emenda Constitucional nº 59. 1111. É tributo de competência exclusiva da União. 73. Um dos principais motivos da extrafiscalidade do imposto de importação é proteger os produtos nacionais da concorrência dos produtos estrangeiros. 1111. sua principal característica não é a arrecadação e sim a regulação do mercado interno (controle da balança comercial) fundamentadas por razões provenientes da política econômica. I. de função econômica. 212 da Constituição.172. bagagem ou constatação de irregularidade na importação.01. Lei no 5. 153. No registro da declaração de importação. art.despacho aduaneiro (art. de 11 de novembro de 2009. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da CFRB/88. Destinação legal: Regra geral são recursos de livre destinação excetuando o disposto no parágrafo 3º. podendo suas alíquotas serem alteradas por Decreto presidencial. São contribuintes o importador e o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados.01 . Fato gerador: Caracteriza no momento em que ocorre a entrada da m ercadoria estrangeira no território aduaneiro . No lançamento do crédito tributário quando se tratar de bens contidos em remessa postal internacional. é um imposto de natureza regulatória e arrecadatória e incide sobre a importação mercadorias estrangeiras. 153.Amparo legal: Constituição Federal. quando a mercadoria é despachada para o consumo.

Receita de Parcelamentos .PAES.00 .02 . de 30 de maio de 2003. do Decreto-Lei nº 37.150. Decreto-Lei nº 37. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.263. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. 1111. I . §1º. A opção pelo PAES permite o pagamento dos débitos. deduzidos os recursos relativos à DRU. 2º. arts. de produtos nacionais ou nacionalizados. 20% dos recursos arrecadados são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União . à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e ao INSS. com vencimento até 29 de fevereiro de 2000. 2º.INSS. art.02. de 18 de novembro de 1966 . 1111. e 69 . e 153. no mínimo 18% da arrecadação. de 31 de dezembro de 2003. está vinculada à manutenção e ao desenvolvimento do ensino. de 25 de outubro de 1966 (CTN). destina-se a promover a regularização de créditos da União.para alíquota específica. 212 da CF. e 17 a 21 . 212 da Constituição. criado pela Lei no 10. decorrentes de débitos de pessoas jurídicas.684. Destinação legal o De acordo com a Emenda Constitucional n 42. que vinculou parcela dessa arrecadação a manutenção e desenvolvimento do ensino de que trata o art. de 18 de novembro de 1966.19 a 22. de 18 de novembro de 1966. Código Civil/2002. para o estrangeiro. Os pagamentos efetuados no âmbito do REFIS e do PAES serão alocados proporcionalmente. administrados pela Secretaria da Receita Federal .684.01. arts. e art. para fins de amortização do débito consolidado. conforme art. art. 153. Decreto-Lei nº 37. art. relativos a trib utos e contribuições. Medida Provisória no 2. observadas as destinações e vinculações legais.964.para produtos abandonados ou apreendidos. de 31 de dezembro de 2003.964.para alíquota ad valorem. de 11 de novembro de 2009. instituído pela Lei no 9. Amparo legal Constituição Federal. art. II. 2º. Fato gerador: Saída de produtos nacionais ou nacionalizados do território nacional.DRU).SRF e pelo Instituto Nacional do Seguro Social . incide sobre a exportação.158-35.Constitucional nº 59.REFIS. constitui-se em meio alternativo para o pagamento de débitos junto à SRF. de 24 de agosto de 2001. Lei nº 5.204 e 1. em até 180 parcelas mensais.Imposto sobre a Importação O Programa de Recuperação Fiscal . de 11 de abril de 2000. 1.Imposto sobre a Exportação De competência da União. I e § 1º.172. e Lei no 10. de 19 de dezembro de 2003. atrasados até 28 de fevereiro de 2003. Amparo Legal: Constituição Federal. de 30 de maio de 2003. de 10 de abril de 2000. O Programa Especial de Parcelamento de Débitos . Amparo legal: Lei no 9. II.

Amparo legal 70 . como definido na lei civil. São contribuintes o proprietário do imóvel. de 31 de dezembro de 2003.Imposto sobre a Importação. sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza e sobre Grandes Fortunas (não regulamentado). conforme convênio com a União para fiscalização do referido imposto. de 19 de dezembro de 1996. o domicílio útil ou a posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município. art.02 . e Lei no 11.393.02.02. Lei no 9. sobre a Propriedade de Veículos Automotores. Distrito Federal e Municípios.01.Receita de Parcelamentos . tem suas alíquotas fixadas de forma a desestimular a manutenção de propriedades improdutivas. de 31 de dezembro de 2003.Imposto sobre a Exportação Idêntico ao disposto na natureza 1111. Lei no 5.00. III.01 . 29 a 31. de competência da União. 153.02 . de competência dos Estados. VI e § 4o .250.Receita do Principal do Imposto sobre a Exportação * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 27 de dezembro de 2005.Lei no 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. art.Receita de Parcelamentos . sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação de Bens e Direitos e sobre Transmissão "Inter-Vivos" de Bens Imóveis e de Direitos Reais sobre Imóveis. de 19 de dezembro de 2003.172.172. e também os Impostos sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. art.01 . 1112. o titular de seu domínio útil. Destinação legal O Município ou o Distrito Federal optante fará jus à totalidade do produto da arrecadação do ITR referente aos imóveis rurais nele situados. ou o seu possuidor a qualquer título. 1111.01. Vale lembrar que parte do art. a partir do momento disciplinado no convênio. 23 a 28. o domicílio útil ou a posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município.01.Impostos sobre o Patrimônio e a Renda Este grupo compreende os Impostos sobre a Propriedade Territorial Rural. Amparo legal Constituição Federal.00 . Fato gerador: A propriedade.00 . de 25 de outubro de 1966 (CTN). 1111.Municípios Conveniados Fato gerador: A propriedade. Emenda Constitucional no 42. 1112. 1112.Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural De competência da União.Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural . 26 (alteração da base de cálculo) não foi recepcionada pela atual Constituição.

§ 2o. de proventos de qualquer natureza. Art. da CF. art. Nordeste e Centro-Oeste. “b”.5% serão entregues ao Fundo de Participação dos Municípios. conforme art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. e Lei no 11. 159. 158. 3% serão entregues para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte.250. conforme art.5% serão entregues ao Fundo de Participação dos Estados e do DF. 212 da CF. I. de 27 de dezembro de 2005. assim entendido o produto do capital. Emenda Constitucional no 42. estão vinculados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino. que será entregue no primeiro decêndio do mês de dezembro de cada ano. 159. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 18 de dezembro de 2008. “a”. Lei no 9.01. art. Destinação legal: Aplicável a todas as naturezas de receita do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza: 21. o domicílio útil ou a posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município Não-Conveniado. de 25 de outubro de 1966 (CTN). art. conforme art.04. conforme art. I. 22. VI e § 4o . da CF. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. de 19 de dezembro de 1996. III. Art. assim entendidos os acréscimos patrimoniais não compreendidos no item anterior. deduzidos os recursos relativos à DRU. do trabalho ou da combinação de ambos. III. Emenda Constitucional no 42. 1º. “c”. conforme art. na forma da lei”. da CF (de acordo com a Emenda Constitucional no 55. este imposto “será informado pelos critérios da generalidade. conforme art.393. 1º. I. Destinação legal 50% pertencem à União e 50% pertencem aos Municípios onde os imóveis estiverem o situados. 153. de 2003.250. de acordo com a Emenda Constitucional n 42. 159. art. de 19 de dezembro de 1996. de 27 de dezembro de 2005. Lei no 9. da CF. da universalidade e da progressividade.02 . Amparo legal Constituição Federal.Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural . 1112. 71 . de 18 de dezembro de 2008. Segundo o art. 153. Lei no 5. 1112. “d”. tem como fato gerador a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica: de renda.Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza De competência da União. de 19 de dezembro de 2003.172. da CF. 20% dos recursos destinados à União são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União DRU).00 . 29 a 31.393. 1% ao Fundo de Participação dos Municípios. Lei no 5. II.172. VI e § 4o . da CF. de 2007). 29 a 31.Municípios NãoConveniados Fato gerador: A propriedade. no mínimo 18% dos recursos destinados à União.Constituição Federal. de 19 de dezembro de 2003. 153. I. e Lei no 11. 159.

19 Acima de 3. O Imposto de Renda incidente sobre os rendimentos de pessoas físicas é calculado de acordo com as seguintes tabelas progressivas mensal e anual: Tabela Progressiva Mensal Base de Cálculo R$ Até 1.5 27.000.40 De 35.DRU).78 72 . Lei no 11. 212 da CF.Pessoas Físicas Fato gerador: Rendimentos e ganhos de capital percebidos pelas pessoas físicas residentes ou domiciliadas no Brasil. de 19 de dezembro de 2003. 1112.948.246. e Alíquota % 7. Os ganhos de capital quando recebidos de pessoa física e não tributados na fonte também integram a base de cálculo do imposto.19 Tabela Progressiva Anual Base de Cálculo R$ Até 17. art.62 692.28 Amparo legal: Decreto no 3.499. de 20 de setembro de 2007.43 280.119.743. 20% dos recursos arrecadados são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União .918.o De acordo com a Emenda Constitucional n 42. 43 a 45. Lei no 11. Amparo legal: Constituição Federal.36 Alíquota % 7.94 505.067. de 31 de maio de 2007.76 até 2.04. deduzidos os recursos relativos à DRU e as transferências a Estados e Municípios. III.313. Lei no 8.948.246. de 13 de junho de 2006.5 15 22.28 6.15 De 1.989.81 até 26. no mínimo 18% da arrecadação. conforme art.743. 153.5 27.482.44 8.5 Parcela a deduzir R$ 1.71 até 3. está vinculada à manutenção e ao desenvolvimento do ensino.311. de 25 de outubro de 1966 (CTN).01 até 35.5 Parcela a deduzir R$ 112. de 19 de dezembro de 2003.995.5 15 22.16 até 2.371.981.10 .28 Acima de 44. e Emenda Constitucional no 55. Lei no 5.172. art. de 20 de janeiro de 1995.499. de 26 de março de 1999. Emenda Constitucional no 42.995.918.00 De 26. Lei 11.75 De 2.989. de 25 de maio de 2005 .41 até 44.70 De 2.961.961.349.16 3. que não estejam sujeitas a tributação exclusiva na fonte.80 De 17.

de 3 de janeiro de 2006. para os contribuintes que recolhem sob o regime do lucro presumido.Imposto sobre a Importação. de 14 de dezembro de 2006. Amparo legal: Decreto no 3. A opção pelo pagamento com base no lucro presumido é exclusivo para as pessoas jurídicas que obtiveram receita total no ano anterior menor ou igual a R$ 48.Receita de Parcelamentos .04. e para os contribuintes que recolhem sob o regime do lucro arbitrado. aplica-se um percentual sobre a receita bruta auferida no período de apuração.Pessoas Físicas Idêntico ao disposto na natureza 1111. conforme Medida Provisória n. para os contribuintes que recolhem sob o regime do lucro real. 1112. com habitualidade.º 2.Receita de Parcelamentos . Lei Complementar no 123. acrescido de 20%.Medida Provisória nº 451.22 . 1112. 1112. é a soma algébrica do lucro operacional.Pessoa Jurídica . aplica-se o mesmo percentual do lucro presumido. de 24 de agosto de 2001.Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita de Parcelamentos .000. o lucro presumido ou o lucro arbitrado. dos resultados não operacionais. O lucro auferido.Receita de Parcelamentos .02 . de 26 de março de 1999. de 19 de fevereiro de 2009.Líquida de Incentivos Fato gerador: Lucro das pessoas jurídicas de direito privado em geral e das chamadas empresas individuais. Se não conhecida. e das participações. de 31 de dezembro de 2003. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. A base de cálculo do imposto é o lucro real. de 18 de março de 2009). está excluída a parcela do imposto de renda pago por pessoas jurídicas que fizeram opção pela aplicação em projetos considerados prioritários para o desenvolvimento das regiões Norte.11 . da Mesa do CN nº 5.199-14. qualquer atividade econômica objetivando o lucro.Imposto sobre a Importação. mais um adicional de 10% sobre a parcela que exceder o valor resultante da multiplicação de R$ 20 mil pelo número de meses do período de apuração. Este percentual é diferente conforme a atividade exercida pela pessoa jurídica. Em todos os casos aplica-se alíquota de 15% sobre a base de cálculo.Imposto sobre a Renda .02 .01. nas quais enquadram-se as firmas individuais e as pessoas físicas que exploram.01. Nordeste e do Estado do Espírito Santo. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.04.21 . de 15 de dezembro de 2008 * (*) Vigência Prorrogada pelo Ato do Pres. o lucro arbitrado é determinado mediante procedimento de ofício. 73 .0 milhões.04. se conhecida a receita bruta. Nesta natureza.Imposto sobre a Renda . * Natureza de Receita re-criada pela Portaria SOF nº 09.

80 De 17.28 Acima de 44. as decorrentes de fretes e carretos em geral e as pagas pelo órgão gestor de mão-de-obra do trabalho portuário aos trabalhadores portuários avulsos.75 De 2.16 até 2.23 .28 Alíquota % 7. Fato gerador: Salários.36 Alíquota % 7. de diretor e de administrador de pessoa jurídica. corretagens.948.15 De 1.5 Parcela a deduzir R$ 1. do Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e de Fundo de Aposentadoria Programada Individual (FAPI).70 De 2.04.71 até 3. comissão. subsídio.499.81 até 26. vencimento.246.Trabalho Incide sobre o rendimento bruto do trabalho.5 27.43 280. 1112. O Imposto de Renda incidente sobre os rendimentos do trabalho é calculado de acordo com as seguintes tabelas progressivas mensal e anual: Tabela Progressiva Mensal Base de Cálculo R$ Até 1. remuneração indireta.76 até 2.Imposto de Renda Pessoa Jurídica . pro labore.317. gratificação e participação dos dirigentes no lucro e demais remunerações decorrentes de vínculo empregatício.743. corretagem.62 692.19 Tabela Progressiva Anual Base de Cálculo R$ Até 17.371. a título de comissões. retirada.948.78 O imposto retido será considerado redução do devido na declaração de rendimentos da pessoa física.5 15 22.44 8.1112. sem vínculo empregatício.961. remuneração de conselheiro fiscal e de administração. 74 . inclusive as relativas a empreitadas de obras exclusivamente de trabalho.918. exceto o relativo ao décimo terceiro salário. reserva ou reforma. soldo.918. DOU de 14/04/10. vantagem.989. direitos autorais e remunerações por quaisquer outros serviços prestados.19 Acima de 3.961.5 Parcela a deduzir R$ 112. pensão civil ou militar. de 05 de dezembro de 1996.499. indenização sujeita à tributação.995. de 13 de abril de 2010. honorários.349. de titular de empresa individual.313. benefício (remuneração mensal ou prestação única) da previdência social.989. *Natureza de receita criada pela Portaria SOF nº 18.94 505.Simples Federal e Nacional Fato gerador: Receita proveniente do não cumprimento de obrigações acessórias do imposto de renda para pessoas jurídicas que aderiram ao sistema do Simples Nacional que instituiu tratamento tributário simplificado e diferenciado Amparo legal: Lei complementar nº 123.Retido nas Fontes .01 até 35.5 27.28 6.995.41 até 44.743. provento de aposentadoria. Este imposto incide também sobre importâncias pagas por pessoa jurídica à pessoa física. inclusive adiantamento de salário a qualquer título. gratificações.00 De 26.16 3.5 15 22. de 14 de dezembro de 2006 e Lei nº 9.04. ordenado.31 .067. privada.40 De 35. recebidos por pessoa física residente no Brasil.246.

e Medida Provisória nº 451.32 . fundos de investimento cultural e artístico. 06 de setembro de 2005. de 25 de maio de 2005. Decreto no 5. de 31 de maio de 2007.04.000. de 26 de março de 1999. Amparo legal: Decreto no 3. desde que as importâncias pagas não tenham natureza de rendimentos do trabalho. juros sobre o capital próprio. da Mesa do CN nº 5. Lei no 8.33 . inclusive isenta. juros e concessões em geral.311. conservação. empregadas ou remetidas ao exterior por fonte localizada no Brasil referentes a royalties e pagamentos de assistência técnica. Fato gerador: Juros pagos a título de remuneração do capital próprio. pessoa física ou jurídica. 1112. renda e proventos de qualquer natureza. fretes internacionais. Lei 11.Retido nas Fontes .000.04. de 20 de janeiro de 1995.981. aluguel e arrendamento. de 15 de dezembro de 2008 * (*) Vigência Prorrogada pelo Ato do Pres. 1112. Fato gerador: Importâncias pagas ou creditadas por pessoa jurídica a: pessoa jurídica. de 13 de junho de 2006. Lei no 11.Amparo legal: Decreto no 3.Retido nas Fontes . segurança e locação de mão-de-obra.Retido nas Fontes . creditadas. rendimento de aplicações financeiras.Capital Incide sobre o rendimento bruto do Capital.04. beneficiários não identificados. Amparo legal: Decreto no 3. de 18 de março de 2009.Remessa ao Exterior Incide sobre o rendimento bruto das Remessas ao Exterior. rendimentos de partes beneficiárias ou de fundador. aluguéis e royalties pagos a pessoa física. serviços de propaganda prestados.482. a título de comissões e corretagens. e ainda sobre aplicações em fundos de conversão de débitos externos e aplicações financeiras por entidades de investimento coletivo. correspondentes a multa ou qualquer outra vantagem.119.533. 75 . nos dois casos com participação exclusiva de residentes ou domiciliados no exterior. Lei no 11. de 26 de março de 1999. Fato gerador: Importâncias pagas. previdência privada e remuneração de direitos e obras audiovisuais. entregues. remuneração de serviços profissionais e serviços de limpeza. de 26 de março de 1999.Outros Rendimentos Incide sobre o rendimento bruto de outros proventos de qualquer natureza. operações de swap e operações de day trade.000. 1112.34 .

da CF. benefícios líquidos resultantes da amortização antecipada de títulos de capitalização mediante sorteio. Nordeste e Centro-Oeste. Amparo legal: Constituição Federal. Amparo legal Decreto no 3. 159. 1112. no caso de arrematação.ICMS. prêmios pagos a proprietários e criadores de cavalos de corrida. o IPI é um imposto seletivo em virtude da essencialidade do produto. 1% ao Fundo de Participação dos Municípios. de competência da União. de competência dos Municípios e do Distrito Federal. 22. e não incide sobre os produtos industrializados destinados ao exterior. de competência dos Estados e do Distrito Federal. “c”. ou na ocasião da apreensão e leilão.04.00 .IPI e sobre Operações de Crédito. I. que será entregue no primeiro decêndio do mês de dezembro de cada 76 . decorrentes de sentença judicial e importâncias pagas a título de cobertura por sobrevivência em seguro de vida.5% serão entregues ao Fundo de Participação dos Estados e do DF. 1113. de 26 de março de 1999. 155. prêmios distribuídos mediante concursos e sorteios de qualquer espécie.Imposto sobre Produtos Industrializados Nos termos do § 3o do art. 153. Este tributo é não cumulativo. III.00 .00.Receita de Parcelamentos . 159. Quando a industrialização se der no próprio local de consumo ou de utilização do produto. 3% serão entregues para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte. “b”. e Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS.5% serão entregues ao Fundo de Participação dos Municípios. Câmbio e Seguro. “a”. conforme art. art.35 .Receita de Parcelamentos . 159. I. da CF.Imposto sobre a Renda . 156. IV e V. por serviços prestados. 153 da Constituição Federal. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários IOF.000. compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores. II e art. conforme art.cooperativas de trabalho. o fato gerador considerar-se-á ocorrido no momento em que ficar concluída a operação industrial. prêmios distribuídos em decorrência de jogos de bingo. na saída do respectivo estabelecimento produtor. quando os produtos são de procedência estrangeira. considera-se que o fato gerador ocorreu no momento do desembaraço aduaneiro.Imposto sobre a Importação. conforme art.02 . Destinação legal Aplicável a todas as naturezas de receita do Imposto sobre Produtos Industrializados: 21. quando produzidos no país.Retido na Fonte Idêntico ao disposto na natureza 1111. entendida como a modificação de natureza ou fina lidade do produto. da CF. importâncias pagas a títulos de juros e indenizações por lucros cessantes.Impostos sobre a Produção e a Circulação Estão incluídos neste grupo os seguintes impostos: sobre Produtos Industrializados . decorrentes de sentença judicial.01. Quanto ao aspecto temporal. sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . 1113. de 31 de dezembro de 2003.01. ou ainda o seu aperfeiçoamento para consumo. I. importâncias pagas a título de indenização por danos morais. art. Fato gerador: Industrialização. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.

Lei no 5.01. de 13 de dezembro de 2005. de 2007).01.176. rum. de 28 de deze mbro de 2006. Lei no 8.01 . gim. da CF (de acordo com a Emenda Constitucional nº 55. vodca. suas partes e acessórios. 1113.172.542. de 30 de dezembro de 2004. “d”. de 19 de dezembro de 2003. vinhos.248. álcool etílico e aguardentes desnaturados. embarcações e estruturas flutuantes. gelo. Decreto no 5. art. de 27 de junho de 2001. de 11 de janeiro de 2001. cigarrilhas e cigarros).Bebidas Incidente sobre água mineral. e Emenda Constitucional no 55. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. álcool etílico não desnaturado.906.Automóveis Incide sobre veículos e material para vias férreas ou semelhantes. Amparo Legal: Constituição Federal. IV e § 3o . proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados. da CF. cervejas de malte. Decreto no 6.Produtos do Fumo Incidente sobre fumo (tabaco) manufaturado e não manufaturado. no mínimo 18% da arrecadação. Decreto no 5. Lei no 11. licores. entre outros. 159. veículos automóveis. 46 a 51. de 07 de fevereiro de 2006.006. conforme art. conforme art. e suas partes. aeronaves e aparelhos espaciais. assim como sobre seus sucedâneos manufaturados (charutos. 77 . art. Lei no 10. de 03 de abril de 2007. de 14 de dezembro de 2006.ano.618. de 26 de dezembro de 2002.077. obtidos a partir do ácido acético. refrigerantes. de 27 de junho de 2001. e suas partes. II. deduzidos os recursos relativos à DRU e às transferências a Estados e Municípios.DRU). 1113.03 .072. conforme art. de 19 de dezembro de 2003). vinagres e seus sucedâneos. 153.697. Emenda Constitucional no 42. 159. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Decreto no 5. 212 da CF. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. e Decreto no 4. ciclos e outros veículos terrestres. de 26 de setembro de 2006. 20% dos recursos arrecadados são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União . está vinculada à manutenção e ao desenvolvimento do ensino.01.02 . aparelhos mecânicos (incluídos os eletromecânicos) de sinalização para vias de comunicação. 1113. tratores. Decreto no 6. I. Lei Complementar no 123. para usos alimentares. de 23 de outubro de 1991. (de acordo com a Emenda Constitucional no 42. de 20 de setembro de 2007.10% serão entregues aos Estados e ao Distrito Federal.

Imposto sobre a Importação. mediante regime único de arrecadação. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. não está sujeito aos princípios da anterioridade e da legalidade.Outros Produtos Incide sobre as demais mercadorias relacionadas na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados . ou o recebimento do prêmio.10 . Nas demais operações. No caso de ouro oriundo do exterior.Vinculado à Importação Incidente sobre produtos industrializados de procedência estrangeira. 1113. é um imposto regulatório. pela entrega total ou parcial do montante ou do valor que constitua o objeto das obrigações. ou sua colocação à disposição do interessado.1113.02 . 1113. ou de documento que a represente. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial.00 . atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei.09 .01.TIPI. 1113. Câmbio e Seguro.03.Imposto sobre Operações de Crédito. de 31 de dezembro de 2003.04 . ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários De competência da União. ou sua colocação à disposição do interessado. efetuada por instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional. em montante equivalente à moeda estrangeira ou nacional entregue ou posta à disposição por este.317. conforme § 1o do art. a efetivação das operações de seguro.01. *Natureza de receita criada pela Portaria SOF nº 18.Simples Federal e Nacional Fato gerador: Receita proveniente do imposto de renda para pessoas jurídicas que aderiram ao sistema do Simples Nacional que instituiu tratamento tributário simplificado e diferenciado que favorece as microempresas ou as empresas de pequeno porte no âmbito da União.Receita de Parcelamentos . Alcança também as obrigações acessórias. podendo ter suas alíquotas alteradas pelo Poder Executivo. e a 78 . Fato gerador: Na comercialização do ouro. corresponde à primeira aquisição do ouro. o imposto tem como fato gerador a efetivação das operações de crédito. o fato gerador é o seu desembaraço aduaneiro. de 14 de dezembro de 2006 e Lei nº 9. na forma da lei aplicável.01. de 5 de dezembro de 1996.Receita de Parcelamentos . 153 da CF. O fato gerador é o desembaraço aduaneiro.01.Imposto sobre Produtos Industrializados Idêntico ao disposto na natureza 1111.11 -Imposto sobre Produtos Industrializados . 1113. de 27 de junho de 2001. do Distrito Federal e dos Municípios.01. dos Estados. Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. pela emissão da apólice ou do documento equivalente. Portanto. pela entrega de moeda nacional ou estrangeira. de 13 de abril de 2010. a efetivação das operações de câmbio. DOU de 14/04/2010. Amparo legal: Lei Complementar nº 123.

03. na forma da lei aplicável.03.01. Destinação legal: 30% para o Estado. Câmbio e Seguro.01 . em montante equivalente à moeda estrangeira ou nacional entregue ou posta à disposição por este. de 3 de janeiro de 2008.e 70% para o Município de origem. O Imposto sobre Operações de Crédito. ou sua colocação à disposição do interessado. art. sua efetivação pela entrega de moeda nacional ou estrangeira. V e §§ 1o e 5o . e Decreto no 6. Lei no 8. Amparo Legal: Constituição Federal. transmissão. o fato gerador é o seu desembaraço aduaneiro. pagamento ou resgate das operações relativas a títulos e valores mobiliários. Amparo Legal Constituição Federal. § 5o .Demais Operações Fato gerador: Quanto às operações de crédito. No caso de ouro oriundo do exterior. de 14 de dezembro de 2007. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. ou sua colocação à disposição do interessado.02 . 1113. ou de documento que a represente.Comercialização do Ouro Fato gerador: A primeira aquisição do ouro.03. sobre o valor das operações de crédito e relativos a títulos e valores mobiliários. Câmbio e Seguro. quanto às operações de câmbio. O Imposto sobre Operações de Crédito. Distrito Federal ou Território.894. art. efetuada por instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários . conforme a origem. Lei no 5. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. Decreto no 6. 63 a 66. de 25 de outubro de 1966 (CTN). sua efetivação pela entrega total ou parcial do montante ou do valor que constitua o objeto das obrigações. sua efetivação pela emissão da apólice ou do documento equivalente.Imposto sobre Operações de Crédito.Imposto sobre a Importação. 153.306.Receita de Parcelamentos . ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários será cobrado à alíquota máxima de 1. 1113.Receita de Parcelamentos .172. Câmbio e Seguro. Decreto no 6.Comercialização do Ouro Idêntico ao disposto na natureza 1111.339. de 4 de janeiro de 2008. de 21 de junho de 1994.emissão. 153.09 .02 .5% ao dia. art. ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários (IOF). ou o 79 . quanto às operações de seguro.345. incidente sobre operações de câmbio será cobrado à alíquota de 25% sobre o valor de liquidação da operação cambial. de 3 de janeiro de 2006. 1113.

podendo ser instituídas pela União. gradativamente. art. art. regula a prática de ato ou a abstenção de fato.TAXAS Taxas são tributos vinculados a uma atuação estatal específica diretamente dirigida ao contribuinte. 154. de serviços públicos específicos e divisíveis. e qua nto às operações relativas a títulos e valores mobiliários.00 .Imposto sobre a Importação. pelos Estados.recebimento do prêmio.00. V e § 1o .00 . 145. interesse ou liberdade. na forma da lei aplicável. 212 da CF. 1120.Imposto sobre Operações de Crédito. art. 78 da Lei no 5. Destinação legal: De acordo com a Emenda Constitucional no 42. deduzidos os recursos relativos à DRU. “considera-se poder de polícia atividade da administração pública que. está vinculada à manutenção e desenvolvimento do ensino. Elas derivam do exercício do poder de polícia ou da utilização. e Emenda Constitucional no 42.00. pagamento ou resgate destes. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do 80 . à higiene.02 . os quais serão suprimidos. de 19 de dezembro de 2003. de 25 de outubro de 1966 (CTN). 1115. de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional). Amparo Legal: Constituição Federal. 1113. 63 a 66. a emissão. II. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Idêntico ao disposto na natureza 1111.10 .00. de 31 de dezembro de 2003. de 19 de dezembro de 2003. limitando ou disciplinando direito. efetiva ou potencial.Receita de Parcelamentos . pelo Distrito Federal ou pelos Municípios no âmbito de suas respectivas atribuições. Câmbio e Seguro. conforme art. Lei no 5.00 . II e § 2o . 20% dos recursos arrecadados são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União . Amparo legal: Constituição Federal. aos costumes. na forma da lei aplicável. transmissão.172. 153.Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia Segundo art. art.Receita de Parcelamentos . 1121.03. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. a União poderá instituir impostos extraordinários. à ordem.172. Este tributo não se submete ao princípio da anterioridade. Amparo legal: Constituição Federal. no mínimo 18% da arrecadação.01. compreendidos ou não em sua competência tributária. sendo que o custo da atividade estatal que motivou a sua criação deve estar relacionado à sua base de cálculo.DRU). em razão de interesse público concernente à segurança. à disciplina da produção e do mercado. cessadas as causas de sua criação.Impostos Extraordinários Na iminência ou no caso de guerra externa.

00 . Tem seus valores fixados em lei. de 7 de abril de 2008. 1121. de 11 de agosto de 2008. de 04 de setembro de 2008. à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos”. se em regime de concessão ou autorização.ANA. Amparo legal: Lei no 5. e Lei no 11. São sujeitos passivos da taxa as concessionárias dos serviços públicos de irrigação. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. de 29 de julho de 2008.Taxa de Fiscalização de Instalação Taxa paga no momento da emissão do certificado de licença para o funcionamento das estações.984.02. Art. tratando-se de atividade que a lei tenha como discricionária. Amparo legal: Lei no 9. destinados ao custeio das despesas decorrentes das atividades de fiscalização e regulação referidas. de 7 de julho de 1966. de 17 de julho de 2000.ANA. Destinação legal: Fundo de Fiscalização das Telecomunicações. compreendido na fiscalização da prestação dos serviços públicos de irrigação e operação da adução de água bruta. entendendo-se como “regular” o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável.00 . com observância do processo legal e.02. 1121.Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação e Operação da Adução de Água Fato gerador: O exercício do poder de polícia pela Agência Nacional de Águas . 81 .652. A taxa pelo exercício do poder de polícia decorre do exercício regular de atividade administrativa fundada nesse poder. permissionárias e autorizadas de serviços de telecomunicações e de uso de radiofrequência: Taxa de Fiscalização de Instalação e Taxa de Fiscalização de Funcionamento. Destinação legal: Agência Nacional de Águas . sem abuso ou desvio de poder”.01 .Taxas de Fiscalização das Telecomunicações Fato gerador: Esta natureza compreende duas taxas devidas pelas concessionárias. e Medida Provisória no 437. durante a vigência dos respectivos contratos de concessão ou autorização. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 43.01.Poder Público.070. 33. 1121.

renovação de Licença de Funcionamento. aéreo e terrestre internacional. renovação de Certificado de Vistoria de veículos especiais de transporte de valores. reexportação.03. munições.Taxas do Departamento de Polícia Federal Fato gerador: Expedição de carteira de estrangeiro fronteiriço. e emissão de segunda via de Autorização Especial. renovação de Certificados de Segurança das instalações de empresa de segurança privada ou de empresa que mantenha segurança própria. Esta taxa é devida pela prática dos atos de controle e fiscalização: emissão de Certificado de Registro Cadastral. doação. autorização para mudança de modelo de uniforme. vistoria de estabelecimentos financeiros. de 27 de dezembro de 2001. exportação. armazenamento.00 .02 . reaproveitamento. posse. por agência ou posto.00 . remessa. vistoria de veículos especiais de transporte de valores. de emissão de Certificado de Licença de Funcionamento. permuta. Destinação legal: Os recursos constituem receita do Fundo Nacional Antidrogas . alteração de Atos Constitutivos das empresas particulares que explorem serviços de vigilância e de transporte de valores. transporte. expedição de certificado de cadastramento e vistoria de empresa de transporte marítimo. até o dia 31 de março. comercialização e transporte de armas. assim como de escola de formação de vigilantes. dos quais serão destinados 80% ao Departamento de Polícia Federal para o reaparelhamento e custeio das atividades de controle e fiscalização de produtos químicos e de repressão ao tráfico ilícito de drogas. posse. fiscalização de embarcações em viagem de cursos internacional. compra. cessão. alteração de Registro Cadastral. emissão de Autorização Especial. por parte do Departamento de Polícia Federal.Taxa de Fiscalização de Funcionamento Taxa paga anualmente. distribuição. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 43. explosivos e apetrechos de recarga. autorização para compra.04. 1121. empréstimo. psicotrópicas ou que determinem dependênc ia física ou psíquica. expedição de Carteira de Vigilante. produção. registro de Certificado de Formação de Vigilantes. Destinação legal: 82 . 1121. registro. de segunda via de Certificado de Registro Cadastral.FUNAD. importação. transferência e utilização de todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes. e recadastramento nacional de armas. vistoria das instalações de empresa de segurança privada ou de empresa que mantenha segurança própria. embalagem. venda. Seus valores correspondem a 45% dos fixados para a taxa de fiscalização de instalação. expedição de certificado de cadastramento de entidades nacionais e estrangeiras que atuam em adoções internacionais de crianças e adolescentes.1121.02. de segunda via de Certificado de Licença de Funcionamento. expedição de alvará de funcionamento de empresa de segurança privada ou de empresa que mantenha segurança própria.Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos Fato gerador: Controle e fiscalização. reciclagem. comercialização. pela fiscalização do funcionamento das estações. Amparo legal: Lei no 10. transformação.357. de 04 de setembro de 2008. das atividades de fabricação. aquisição.

102. de 18 de fevereiro de 1997. assim como de escola de formação de vigilantes. Lei nº 10.Segurança Privada Registra o valor da arrecadação de receita de taxa sobre a prestação de serviços relativos à fiscalização de empresas de segurança privada. fiscalização de embarcações em viagem de cursos internacional. expedição de certificado de cadastramento de entidades nacionais e estrangeiras que atuam em adoções internacionais de crianças e adolescentes. de 18 de fevereiro de 1997. munições. posse. de 20 de junho de1983. expedição de Carteira de Vigilante.826.FUNAPOL. expedição de certificado de cadastramento e vistoria de empresa de transporte marítimo. e recadastramento nacional de armas. art. Fato Gerador: Expedição de carteira de estrangeiro fronteiriço. segurança própria. Lei Complementar no 89. renovação de Certificado de Vistoria de veículos especiais de transporte de valores. vistoria de veículos especiais de transporte de valores. vistoria de estabelecimentos financeiros. alteração de Atos Constitutivos das empresas particulares que explorem serviços de vigilância e de transporte de valores. comercialização e transporte de armas. aéreo e terrestre internacional.017. posse e comercialização de armas de fogo permitidas e de munição Fato Gerador: 83 .017.FUNAPOL.04. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 45. de 30 de março de 1995. renovação de Certificados de Segurança das instalações de empresa de segurança privada ou de empresa que mantenha segurança própria. de 30 de março de 1995.Essas taxas devem ser recolhidas ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal . autorização para compra. à conta e ordem do Departamento de Polícia Federal. de 22 de dezembro de 2003. Lei Complementar no 89. 17 e Anexo. Amparo Legal: Lei nº 7. sob o título Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal . de transportes de valores de estabelecimentos financeiros e de estabelecimentos de formação de vigilantes. 1121.Taxa do Departamento de Polícia Federal . vistoria das instalações de empresa de segurança privada ou de empresa que mantenha segurança própria. de 22 de dezembro de 2003. 1121. Lei nº 10.01 . à conta e ordem do Departamento de Polícia Federal. registro de Certificado de Formação de Vigilantes. Destinação lega l: Essas taxas devem ser recolhidas por meio de GRU. autorização para mudança de modelo de uniforme. expedição de alvará de funcionamento de empresa de segurança privada ou de empresa que mantenha segurança própria.826.Taxa do Departamento de Polícia Federal Sistema Nacional de Armas Registra o valor da arrecadação de receita de taxa sobre a prestação de serviços relativos à fiscalização sobre registro.04. art. Lei no 9. Amparo legal: Lei no 9. registro. 17 e Anexo. explosivos e apetrechos de recarga.02 . de 27 de maio de 2010. por agência ou posto.

operação e descomissionamento de instalações nucleares. Fato gerador: Prestação dos serviços discriminados no inciso I do art. comercialização de armas de fogo permitidas e comercialização de munição. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 45. 3o da Lei Complementar no 89. O registro Federal é obrigatório e quem não entregar. Destinação legal: Essas taxas devem ser recolhidas por meio de GRU. de 1997. 131 da Lei no 6.815. 1121. Destinação legal: Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades. conforme especificado pela CNEN. 3o da Lei Complementar no 89. produção e comercialização de minérios e materiais nucleares.Registro de registro e posse de armas de fogo de uso permitido. Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas Instalações . de 30 de novembro de 1938. 1121. e de minerais contendo elementos de interesse para a energia nuclear. seleção de local. à conta e ordem do Departamento de Polícia Federal.Taxa de Licenciamento. concentrados. construção. de 1997. ou ambos associados. agrícolas e industriais e atividades análogas. construção ou operação de estabelecimento destinado à 84 . minérios que contenham urânio ou tório. de 19 de agosto de 1980. seleção de local.826. Art. de minerais contendo urânio ou tório.345. de 19 de junho de 2008.CNEN sobre pesquisa mineral de minerais nucleares. 49 do Decreto no 3.00 .TLC Fato gerador: Exercício do poder de polícia legalmente atribuído à Comissão Nacional de Energia Nuclear . produtos e subprodutos de elementos de interesse para a energia nuclear. Amparo legal: Lei nº 10.05. de 27 de maio de 2010. sob o título Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal . operação e descomissionamento de instalações destinadas à produção ou utilização de radioisótopos para pesquisa.10. Art. de 22 de dezembro de 2003. registrar ou renovar o registro de arma de fogo que esteja em seu poder terá sua arma apreendida e poderá ser preso em flagrante delito pela prática de crime previstos no Estatuto do Desarmamento. Amparo legal: Art.706.00 . de 18 de fevereiro de 1997. transporte de material radioativo ou nuclear.FUNAPOL. construção. Lei nº 11. e atualizações posteriores. 3o da Lei Complementar no 89. minérios. usos medicinais. O proprietário de arma de fogo deverá ter em seu poder o certificado de registro provisório obtido junto a Polícia Federal.Taxas Decorrentes de Serviços de Migração Registra as receitas provenientes da cobrança de taxas pelos serviços de migração prestados pelo Departamento de Polícia Federal. ou ambos associados e minerais.fim da Polícia Federal FUNAPOL. conforme o inciso I do art.

Destinação legal: Os recursos são destinados à Comissão Nacional de Energia Nuclear . de 31 de março de 2005. do regulamento aprovado pelo Decreto n 91. posse.575. recebimento. e armazenamento. São contribuintes os solicitantes e os beneficiários dos serviços de fiscalização dos produtos controlados. de 17 de dezembro de 1998. controle e fiscalização de materiais nucleares e radioativos e suas instalações. capacitadas técnica.CNEN.TAFIC Fato gerador: O exercício do poder de polícia legalmente atribuído à Superintendência Nacional de Previdência Complementar . exposição. moral e psicologicamente. de 29 de dezembro de 2003.11. Destinação legal: o Fundo do Exército. tratamento.834. para armeiros.Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Fato gerador: Fiscalização de produtos que têm por premissa básica a existência de poder de destruição ou outra propriedade de risco que indique a necessidade de que o uso seja restrito a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 5. para clubes de caça. conforme as normas e regulamentos da CNEN. para a fiscalização e a supervisão das atividades prestadas pelas entidades fechadas de previdência. transporte e deposição de rejeitos radioativos. observadas as disposições constitucionais e legais aplicáveis.CTN. licenciamento. de 23 de dezembro de 2009.Lei no 12. sua pesquisa e desenvolvimento. exportação de armas e munições. Destinação legal: A TAFIC será recolhida ao Tesouro Nacional. em conta vinculada à PREVIC. Amparo legal: . habilitação.765.00 . 1121.PREVIC. especificamente às atividades voltadas para segurança nuclear.Lei no 5. uso ou guarda de material radioativo ou nuclear. apoio técnico operacional e apoio ao desenvolvimento e aplicação de materiais didáticos e pedagógicos. de modo a garantir a segurança da sociedade e do País. Amparo legal: Lei no 9. de 25 de outubro de 1966 . 7o .00 .13. em valores expressos em reais. cadastramento de empresas de vigilância. segundo art. 1121. item 10. As taxas são cobradas sobre concessão para o comércio. utilização e exercício da supervisão de fontes de radiação ionizante.154. de 27 de agosto de 1985. A TAFIC será paga quadrimestralmente.produção de material radioativo ou nuclear ou à utilização de energia nuclear. revenda. 85 .Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar . Amparo legal: Lei no 10.172. manuseio. por intermédio de estabelecimento bancário integrante da rede credenciada.

de Capitalização e da Previdência Privada Aberta Fato gerador: Poder de polícia legalmente atribuído à Superintendência de Seguros Privados .CVM.16.00 . com base no benefício anual da exploração do serviço concedido. Amparo legal: Lei no 12. as companhias abertas. os auditores independentes. Esta taxa é devida trimestralmente.00 .940.Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Fato gerador: Fiscalização. 1121. dos produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública. de resseguro. alimentos.00 .SUSEP. como medicamentos de uso humano. Amparo legal: Lei no 7. de 11 de junho de 2010. 12 e 13.00 .SUSEP. os consultores e analistas de valores mobiliários e as sociedades beneficiárias de recursos oriundos de incentivos fiscais obrigadas a registro na CVM.249.427. recolhida em duodécimos. Destinação legal: Comissão de Valores Mobiliários. de 20 de novembro de 1989. de 26 de dezembro de 1996. 86 . bem como na ocasião do registro. de capitalização e de previdência privada aberta com ou sem fins lucrativos. Destinação legal: Agência Nacional de Energia Elétrica . São contribuintes os estabelecimentos de seguro.Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Fato gerador: Poder de polícia legalmente atribuído à Comissão de Valores Mobiliários .15.Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro. permitido ou autorizado. 1121. transmissão. diferenciada em função da modalidade e proporcional ao porte do serviço. art.14. os fundos e sociedades de investimentos. os administradores de carteira e depósitos de valores mobiliários. por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 48. Amparo legal: Lei no 9.17. Esta taxa é devida trimestralmente.1121.Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Fato gerador: Fiscalização da produção. Destinação legal: Superintendência de Seguros Privados . distribuição e comercialização de energia elétrica.ANEEL. art. 1121. São contribuintes as pessoas naturais e jurídicas que integram o sistema de distribuição de valores mobiliários. A taxa é anual.

Taxa de Saúde Suplementar Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. de 28 de janeiro de 2000. de 18 de maio de 2000. Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. saneantes destinados à higienização. imunobiológicos e suas substâncias ativas. 1121. desinfecção ou desinfestação em ambientes domiciliares.961. por outro procedimento ou ainda submetidos a fontes de radiação. de 26 de janeiro de 1999. relativos à prestação de serviços médicos e hospitalares no âmbito da saúde suplementar.00 (dois reais) pelo número médio de usuários de cada plano privado de assistência à saúde. equipamentos e materiais médico-hospitalares. Esta taxa é devida por pessoas jurídicas. odontológicos e hemoterápicos e de diagnóstico laboratorial e por imagem. Amparo legal: Lei no 9. produtos de higiene pessoal. art. obtidos por engenharia genética.656. condomínios ou consórcios constituídos sob a modalidade de sociedade civil ou comercial. fiscalização do cumprimento das disposições da Lei nº 9. hospitalar ou odontológica. hospitalares e coletivos. Destinação legal: 87 .20.20. conjuntos. devida por plano de assistência à saúde. cigarrilhas. radiofármacos e produtos radioativos utilizados em diagnóstico e terapia.ANS. de 3 de junho de 1998. órgãos.782. 1121.cosméticos. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar . 23 a 26. cigarros. que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde.00 . Amparo legal: Lei no 9. que operem produto. como: fiscalização das atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde. fiscalização dos aspectos concernentes às coberturas e ao cumprimento da legislação referente aos aspectos sanitários e epidemiológicos. deduzido o percentual total de descontos apurados em cada plano. 18 a 25. tecidos humanos e veterinários para uso em transplantes ou reconstituições. fiscalização da atuação das operadoras e prestadores de serviços de saúde com relação à abrangência das coberturas de patologias e procedimentos. com valor igual ao produto da multiplicação de R$ 2.Taxa por Plano de Assistência à Saúde Taxa originada do poder de polícia exercido pela ANS. art. cooperativa ou entidade de autogestão. radioisótopos para uso diagnóstico in vivo. Destinação legal: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. sangue e hemoderivados. charutos e quaisquer produtos que envolvam a possibilidade de risco à saúde.01 . reagentes e insumos destinados a diagnóstico. serviço ou contrato com a finalidade de garantir a assistência à saúde visando a assistência médica.

961.ANS. 1121. definido como prestação continuada de serviços ou cobertura de custos assistenciais a preço pré ou pós estabelecido. Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído.ANS. de 28 de janeiro de 2000.ANS. Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. ou entidade de autogestão.Taxa por Alteração de Dados de Produto Taxa originada do poder de polícia exercido pela ANS. definida como pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial. que opere plano privado de assistência à saúde.02 .961. Amparo legal: Lei no 9. de 22 de agosto de 2002. 18 a 25. de 22 de agosto de 2002. 18 a 25. a assistência à saúde.20. art. 1121. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. devida por registro de Plano Privado de Assistência à Saúde. devida por alteração de dados de plano privado de assistência à saúde. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 28 de janeiro de 2000. sem limite financeiro. art. 18 a 25.Taxa por Registro de Produto Taxa originada do poder de polícia exercido pela ANS. Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. devida por registro de operadora. As alterações de dados do produto que não produzam consequências para o consumidor ou para o mercado de saúde suplementar poderão fazer jus à isenção ou redução da taxa.961.Taxa por Registro de Operadora Taxa originada do poder de polícia exercido pela ANS.04 .Agência Nacional de Saúde Suplementar . com a finalidade de garantir. Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar . de 28 de janeiro de 2000. Amparo legal: Lei no 9.03 .20. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 1121.20. art. 88 . cooperativa. Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar . de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 9. por prazo indeterminado.

IBAMA. de 28 de janeiro de 2000. por parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis .20. das atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos naturais. Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. 1121.ANS.21. devida por alteração de dados de operadora de plano privado de assistência à saúde.06 . considerados efetiva e potencialmente poluidores ou capazes. Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar .Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental Fato gerador: Controle e fiscalização.Taxa por Alteração de Dados de Operadora Taxa originada do poder de polícia exercido pela ANS. As alterações de dados do produto que não produzam consequências para o consumidor ou para o mercado de saúde suplementar poderão fazer jus à isenção ou redução da taxa. art. de 22 de agosto de 2002. 1121. devida por pedido de reajuste de mensalidade dos planos privados de assistência à saúde. instalação. de 28 de janeiro de 2000.05 .961. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 18 a 25. Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. art.20.961. art.00 . 18 a 25. incluindo: a construção. ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais.ANS.Taxa por Pedido de Reajuste de Contraprestação Pecuniária Taxa originada do poder de polícia exercido pela ANS. Amparo legal: Lei no 9. sob qualquer forma. 1121. de 22 de agosto de 2002. a 89 . de 28 de janeiro de 2000. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de causar degradação ambiental. de 22 de agosto de 2002. Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar .Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar .ANS. 18 a 25. Amparo legal: Lei no 9. Amparo legal: Lei no 9.961.

960. 90 . de 28 de janeiro de 2000.Taxa de Serviços Administrativos Fato gerador: O exercício regular do poder de polícia. art.284.SUFRAMA. a movimentação interna de mercadorias.408. de 23 de dezembro de 2003. de 18 de maio de 2000.22. de 02 de março de 2006. ou a utilização. de 20 de dezembro de 1999. Art. entre outras.938.829.23. Amparo legal: Lei no 9. de serviço público específico e divisível. o cadastramento. 1121. a utilização de empilhadeira. 1121. Amparo legal: Lei no 9. o cancelamento de licenciamento de importação. Amparo legal: Lei no 6. montar. o internamento de mercadorias. Destinação legal: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis .00 . Normalização e Qualidade Industrial .00 . e Lei no 10. acondicionar ou comercializar bens. devida pelas pessoas físicas e jurídicas. e Lei no 11.Inmetro. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição pela Superintendência da Zona Franca de Manaus . Destinação legal: Superintendência da Zona Franca de Manaus .165. importar. de 27 de dezembro de 2000. efetiva ou potencial. Destinação legal: Instituto Nacional de Metrologia.extração. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. As hipóteses de incidência incluem. Os recursos terão utilização restrita em atividades de controle e fiscalização ambiental. o fornecimento de listagens etc. a armazenagem de mercadorias.SUFRAMA.Ibama. processar. transporte e comercialização de produtos potencialmente perigosos ao meio ambiente e de produtos e subprodutos da fauna e flora. de 10 de abril de 2000. 1o a 7o . Lei no 10.Taxa de Serviços Metrológicos Fato gerador: Exercício do poder de polícia administrativa na área de Metrologia Legal. produção. mercadorias e produtos e prestar serviços. Os valores são fixados em lei e tem como base de cálculo a apropriação dos custos diretos e indiretos inerentes às atividades de controle metrológico de instrumentos de medição.933. de 31 de agosto de 1981. 1º do Decreto nº 3. que atuem no mercado para fabricar.

de serviço público específico e divisível. As autorizações estão sujeitas. por parte do Ministério da Fazenda.172.24.Taxa de Fiscalização sobre a Distribuição Gratuita de Prêmios e Sorteios Fato gerador: Fiscalização e controle. e 91 . Medida Provisória no 2. devidamente formalizada. vale-brinde. sejam postos à sua disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento. exclusivamente com base nos resultados das extrações da Loteria Federal. ou potencialmente quando. Amparo legal: Lei no 5.649. de 24 de agosto de 2001. se concedidos a titulares de passaporte diplomático ou de serviço. 20 e 131 e Anexo. e divisíveis aqueles que são suscetíveis de utilização separadamente por parte de cada um dos seus usuários.00 . de 27 de maio de 1998. de 19 de agosto de 1980. 1122. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. Amparo legal: Lei no 6. da Lei no 9. 18-B.01. salvo quando esta ou qualquer outra instituição financeira seja parte interessada. 1122. de utilidade ou de necessidade pública. art. de 27 de maio de 1998. § 1º. oficial ou diplomático e os vistos de trânsito. a fiscalização dessas atividades ficam a cargo da Caixa Econômica Federal. O CTN também define serviços públicos específicos como aqueles que podem ser destacados em unidades autônomas de intervenção. e à realização de um único sorteio por ano. à prova de que a propriedade dos bens a sortear se tenha originado de doação de terceiros. 79 da Lei no 5.815.1121. das autorizações dadas em caráter excepcional para a distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda quando efetuada mediante sorteio. de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional CTN). " laissez-passer" e visto a estrangeiro.649.00. temporário ou de turista. de 20 de dezembro de 1971. sendo de utilização compulsória. 50. Destinação legal: Ministério da Fazenda. De acordo com o art. efetiva ou potencial. e Portaria MF no 15.Taxas pela Prestação de Serviços Neste título são classificadas as taxas pela utilização. Destinação legal: Ministério das Relações Exteriores. concurso ou operação assemelhada.00 . Lei no 9.00 . ressalvados os regulados por acordos que concedam gratuidade. os serviços públicos são utilizados pelo contribuinte efetivamente quando por ele usufruídos a qualquer título.Emolumentos Consulares Fato gerador: Concessão de passaporte. Segundo o art.158-35.768. de 12 de janeiro de 2001. art. os vistos de cortesia. dentre outros requisitos.

03. 1122. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.893. reconhecimento ou renovação de reconhecimento de cursos de graduação.870. Destinação legal: Ministério do Trabalho e Emprego. de 19 de agosto de 1980.MERCANTE foi instituída pela Lei n 10.04. 15 e 131 e Anexo. art. de 13 de julho de 2004. em ato do Ministro de Estado dos Transportes.815. anualmente.INEP. de 28 de maio de 2004. 1122. conforme a variação dos custos de operação e dos investimentos no MERCANTE.06. Esse valor poderá ser ajustado.Decreto no 1. de 29 de dezembro de 2004. quando formulada solicitação de credenciamento ou renovação de credenciamento de instituição de educação superior e solicitação de autorização. com vigência a partir de 1 de janeiro de 2005.02. arts. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 7. 1122.Taxa Judiciária da Justiça do Distrito Federal Taxa criada originalmente com a finalidade de contribuir para a construção do Palácio da Justiça. de 19 de maio de 2004.00 . A taxa MERCANTE será devida na emissão do número do conhecimento de embarque.324.MERCANTE Destinação legal: Fundo da Marinha Mercante Amparo legal: Lei no 10.00 .Taxa de Utilização do Sistema de Controle de Arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante . de 14 de agosto de 1996. em favor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira . e Decreto no 5. incidente sobre o valor da causa a uma alíquota de 2%.00 . 92 . 1122.MERCANTE A Taxa de Utilização do Sistema Eletrônico de Controle de Arrecadação do Adicional ao o Frete para a Renovação da Marinha Mercante .Taxa de Pedido de Visto em Contrato de Trabalho de Estrangeiro Fato gerador: Pedido de visto em contrato de trabalho de estrangeiro.00 .Taxa de Avaliação do Ensino Superior o Taxa instituída pela Lei n 10.893. Fato gerador: Utilização do Sistema Eletrônico de Controle de Arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante . pelas avaliações periódicas que realizar. de 20 de abril de 2007. de o 13 de julho de 2004.983. à razão de vinte reais por unidade. Amparo legal: Lei no 6. 30.

07. dos atos notariais. dos atos notariais. judiciais e extrajudiciais cobrados de acordo com o Regimento estabelecido pelo Decreto-Lei no 115. 1122. de 25 de janeiro de 1967. e Lei no 6. de 30 de dezembro de 2004 1122.811. adjudicação. Fato gerador: Expedição.A partir do exercício de 1980. 1122. ações criminais. no caso de ações cíveis com causas de valor inestimável e cumprimento de carta rogatória.Seção do Distrito Federal. paga no ato do registro da Declaração de Importação. Destinação legal: 93 . Destinação legal: Ações do Poder Judiciário Amparo legal: Lei no 9. e Emenda Constitucional no 45. Nas ações cíveis em geral. preparo e execução de todos os feitos judiciais. de 4 de julho de 1996. 20. Aplicam-se à cobrança desta taxa as normas referentes ao Imposto de Importação. e alterações posteriores. de 25 de janeiro de 1967.Emolumentos e Custas Judiciais Fato gerador: Custas devidas à União em razão da atividade jurisdicional do Estado.00 . Amparo legal: Decreto-Lei no 115. o produto desta taxa passou a ser destinado à construção do edifício-sede da Ordem dos Advogados do Brasil . judiciais e extrajudiciais.00 . o valor das custas é calculado como percentual sobre o valor da causa.Taxa de Utilização do Sistema Integrado de Comércio Exterior SISCOMEX Fato gerador: Cobrança de taxa junto aos importadores pela utilização dos serviços do Sistema Integrado de Comércio Exterior . na Justiça Federal de primeiro e segundo graus. art.Emolumentos e Custas da Justiça do Distrito Federal Custas e emolumentos devidos pela expedição.11. de 25 de janeiro de 1967.00 .SISCOMEX. e Emenda Constitucional no 45. Destinação legal: Ações do Poder Judiciário no Distrito Federal Amparo legal: Decreto-Lei no 115. certidões e cartas de sentenças. remição. de 8 de julho de 1980. preparo e execução de todos os feitos judiciais. arrematação.289. o valor é fixo. de 30 de dezembro de 2004.08.

781.CADE.978.781.12.Emolumentos e Custas de Apreciação de Atos e Contratos Fato gerador: Receita decorrente da apreciação de atos e contratos.149. de 21 de dezembro de 2000 (art 3º). de 21 de dezembro de 2000. 3o da Lei no 10.12. 1122.Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização FUNDAF. Lei no 9. Já a receita decorrente de consultas é integralmente destinada ao CADE. 3o . de 26 de novembro de 1998. de 19 de janeiro de1999 (art 5º. Inciso I). Destinação legal: Em partes iguais ao CADE.01 . 1122. ou resultar na dominação de mercados relevantes de bens ou serviços. o produto da arrecadação da receita decorrente da apreciação de atos e contratos é destinado em partes iguais ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica .Emolumentos e Custas Processuais Administrativas Fato gerador: Taxa incidente sobre os processos de competência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica . Destinação legal: Conforme art.884. Lei no 10. de 2 de março de 1999. 94 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 30. à Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda. Decreto no 2. Secretaria de Direito Econômico . 1122. Amparo legal: Lei no 9. e Lei no 10. Destinação legal: Integralmente destinada ao CADE.SDE do Ministério da Justiça e Secretaria de Acompanhamento Econômico . e de consultas ao CADE. de 19 de janeiro de 1999.00 . de 21 de dezembro de 2000. Amparo legal: Lei no 9.CADE. de 02 de julho de 2007.02 .716. art.Emolumentos e Custas decorrentes de Consultas Fato gerador: Receita decorrente de consultas ao CADE. como atos e contratos que possam limitar ou de qualquer forma prejudicar a livre concorrência.SEAE do Ministério da Fazenda.12.149.149. Amparo legal: Lei no 8. de 11 de junho de 1994.

Destinação legal: Fundo do Serviço Militar.19.Amparo legal: Lei no 9. 1122.972. de 19 de janeiro de 1999 (art.Taxa de Classificação de Produtos Vegetais Fato gerador: Classificação obrigatória para os produtos vegetais. Os proprietários.00 . nos prazos e segundo normas fixadas em Lei. e as bolsas de mercadorias. Pecuária e Abastecimento.664.21.Taxas de Serviços Cadastrais Fato gerador: Fornecimento do Certificado de Cadastro dos imóveis rurais. nas operações de compra e venda do Poder Público. quando da importação. as universidades e institutos de pesquisa. de 21 de dezembro de 1981. Amparo legal: Decreto-Lei no 1.15. de 02 de julho de 2007. de 25 de maio de 2000.Taxa Militar Fato gerador: Taxa cobrada dos brasileiros que obtiverem adiamento de incorporação ou Certificado de Dispensa de Incorporação na Marinha. aeroportos e postos de fronteiras. Destinação legal: 95 . com base em padrões oficiais. e Decreto no 3. 1122.375. de 17 de agosto de 1964. de 20 de janeiro de 1966. mediante credenciamento daquele Ministério e conforme procedimentos e exigências contidos em regulamento: os Estados e o Distrito Federal. de 17 de novembro de 2000. à supervisão técnica. titulares do domínio útil ou possuidores.00 . Destinação legal: Ministério da Agricultura. no Exército ou na Aeronáutica.654. e Decreto no 57. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 30. A classificação fica sujeita à organização normativa.781. são obrigados a prestar declaração para cadastro. de imóveis rurais. estando autorizadas a exercê-la.899.00 . Lei no 9. as cooperativas agrícolas e as empresas ou entidades especializadas na atividade. Entende-se por classificação o ato de determinar as qualidades intrínsecas e extrínsecas de um produto vegetal. e nos portos. físicos ou descritos. a qualquer título. seus subprodutos e resíduos de valor econômico: quando destinados diretamente à alimentação humana. à fiscalização e ao controle do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Amparo legal: Lei no 4. inciso II). 5o . 1122. diretamente ou por intermédio de órgãos ou empresas especializadas.

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA. Amparo legal: Decreto no 55.891, de 31 de março de 1965, art. 51; Decreto-Lei no 57, de 18 de novembro de 1966; Lei no 6.746 de 10 de dezembro de 1979, art. 2o ; Decreto-Lei no 1.989, de 28 de dezembro de 1982, art. 2o ; e Lei no 8.847, de 28 de janeiro de 1994, art. 23. 1122.22.00 - Taxa de Serviços de Pesca e Aquicultura Fato gerador: Pagamento de taxa anual para: manutenção da inscrição das embarcações nacionais ou estrangeiras que se dediquem à pesca; manutenção da inscrição no Registro Geral da Pesca das indústrias pesqueiras que exerçam suas atividades no território nacional; concessão de licença para o exercício da pesca a amadores, nacionais ou estrangeiros; manutenção de um registro especial para clubes ou associações de amadores de pesca; manutenção do registro de aquicultores amadores e profissionais; e comércio de animais aquáticos. Destinação legal: Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (50%); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA (50%), para custeio das atividades de fiscalização da pesca e da aquicultura. Amparo legal: Decreto-Lei no 221, de 28 de fevereiro de 1967, e suas alterações; e Lei 10.683, de 28 de maio de 2003, Art. 27, inciso XXIV, § 13. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8, de 15 de agosto de 2003. 1122.99.00 - Outras Taxas pela Prestação de Serviços Neste título são classificadas as demais taxas pela utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição, que não estejam referenciadas nas naturezas anteriores. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21 de 28 de julho de 2006. 1130.00.00 - CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA Tributo vinculado que tem como fato gerador a valorização imobiliária em face à existência de melhoria em imóvel determinado e o nexo causal entre a melhoria havida e a realização da obra pública. Amparo legal: Constituição Federal, art. 145, III; e Arts. 81 e 82 do CTN. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39, de 11 de agosto de 2008.

96

1200.00.00 - RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES Segundo art. 149 da CF, “compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de intervenção nas respectivas áreas”. O seu § 1o estabelece ainda que “os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social”. As contribuições sociais e de i tervenção no domínio econômico poderão ter alíquotas n específicas ou ad valorem, e não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação. A natureza jurídica das contribuições é determinada pelo fato do produto da sua arrecadação estar vinculado a fins específicos - custeio da seguridade social, intervenção no domínio econômico ou exercício das atividades de fiscalização de profissões regulamentadas pelos respectivos conselhos.

1210.00.00 - CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Este grupo compreende as contribuições s ociais previstas no art. 149 da Constituição Federal, inclusive aquelas destinadas ao financiamento da seguridade social, conforme art. 195. Amparo legal: Constituição Federal, art. 149 e 195. 1210.01.00 - Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS Fato gerador: Receitas auferidas por pessoa jurídica de direito privado, independentemente da atividade exercida e da classificação contábil adotada para sua escrituração. A apuração e o pagamento são efetuados de forma centralizada pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica de direito privado. Segundo a Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, a partir de 1o de janeiro de 2004, esta contribuição terá incidência não-cumulativa e alíquota de 7,6% para as empresas tributadas com base no lucro real, podendo atingir a alíquota de até 10,8%, no caso da COFINS - Importação, o instituída pela Lei n 10.865, de 30 de abril de 2004. Registre-se, no entanto, que a legislação permite, no caso de algumas atividades, a manutenção do regime cumulativo de apuração da contribuição. Destinação legal: Financiamento da seguridade social, descontados os 20% referentes à Desvinculação de Receitas da União, conforme art. 76 do ADCT. Amparo legal: Constituição Federal, art. 195, I, b; Lei Complementar no 70, de 30 de dezembro de 1991; Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003; e Lei no 10.865, de 30 de abril de 2004; Lei no 10.925, de 23 de julho de 2004;

97

Lei no 11.196, de 21 de novembro de 2005; Decreto no 5.530, de 22 de dezembro de 2005; Decreto no 5.881, de 31 de agosto de 2006; Lei Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006; Decreto no 6.127, de 18 de junho de 2007. 1210.01.01 - Receita do Principal da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17, de 31 de dezembro de 2003. 1210.01.02 - Receita de Parcelamentos - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Idêntico ao disposto na natureza 1111.01.02 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre a Importação. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17, de 31 de dezembro de 2003. 1210.02.00 - Contribuição para o Salário-Educação Esta contribuição social destina-se a financiar parcialmente as despesas com a Educação Básica. O Salário-Educação obedece aos mesmos prazos e condições relativos às contribuições sociais devidas à Seguridade Social. É recolhido pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS ou pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE. Quando recolhido pelo INSS, este reterá a importância equivalente a 1%, a título de taxa de administração. A fiscalização de sua arrecadação é realizada pelo INSS, ressalvada a competência do FNDE sobre a matéria. Não se aplica a esta contribuição a Desvinculação de Recursos da União, conforme § 2o do art. 76 do ADCT. Fato gerador: O total de remunerações pagas ou creditadas, a qualquer título, aos segurados empregados, aplicando-se a alíquota de 2,5%. Destinação legal: A quota federal, correspondente a 1/3 do montante de recursos: destinada ao FNDE e aplicada no financiamento de programas e projetos voltados para a universalização do ensino básico, de forma a propiciar a redução dos desníveis sócio-educacionais existentes entre Municípios, Estados, Distrito Federal e regiões brasileiras; a quota estadual, correspondente a 2/3 do montante de recursos: creditada mensal e automaticamente em favor das Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal para financiamento de programas, projetos e ações do ensino básico. Amparo legal: Constituição Federal, art. 212, § 5o ; Lei no 9.424, de 24 de dezembro de 1996, art. 15; Lei no 9.766, de 18 de dezembro de 1998; Lei no 10.832, de 29 de dezembro de 2003 e Emenda Constitucional no 53 de 19 de dezembro de 2006, Art.212.

98

Decreto nº 6.003, de 28 de dezembro de 2006.

1210.04.00 - Cota-Parte da Contribuição Sindical Segundo art. 589 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, esta contribuição “é devida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da mesma categoria ou profissão e da respectiva central sindical” ou, inexistindo estes, em favor da federação correspondente à mesma categoria econômica ou profissional. É descontada pelos empregadores e trabalhadores, devida aos respectivos sindicatos e centrais sindicais, ou no caso de trabalhadores avulsos, recolhida por meio de guias. A contribuição sindical tem fundamento no art. 8o , IV (in fine) da CF, não se confundindo com a contribuição confederativa prevista na primeira parte deste inciso, de natureza não tributária e que só pode ser cobrada de sindicalizados. A Caixa Econômica Federal repassa esses recursos diretamente para as entidades, não transitando pela conta única do Tesouro Nacional, com exceção da parcela objeto do art. 4º da Lei 9.322/96, que se refere aos 20% da Contribuição Sindical paga por empregadores e aos 10% da parcela paga por trabalhadores (os outros 10% vão para as Centrais Sindicais, por força da Lei nº 11.648, de 31 de março de 2008), que é depositada na respectiva natureza de receita, transitando pelo orçamento da União. Sobre o montante dessa natureza há incidência de 20% da DRU. Fato gerador: Participação em uma determinada categoria econômica ou profissional, ou em uma profissão liberal. Destinação legal: Os recursos são vinculados ao FAT, que a CEF distribui diretamente: Da contribuição dos empregadores: 5% para a confederação correspondente; 15% para a federação; 60% para o sindicato respectivo e 20% a que se refere a Lei 9.322/96, que a CEF deposita no Tesouro Nacional, nessa natureza de receita, e se destina à “Conta Especial Emprego e Salário”, utilizados na realização de despesas com o re-aparelhamento das Delegacias Regionais do Trabalho e com programas inseridos no âmbito da competência do Ministério do Trabalho. Da contribuição dos trabalhadores: 5% para a confederação correspondente; 10% para a central sindical; 15% para a federação; 60% para o sindicato respectivo e 10% a que se refere a Lei 9.322/96, no seu art. 4º, que a CEF deposita no Tesouro Nacional, nessa natureza de receita, e se destina à “Conta Especial Emprego e Salário”. Amparo legal: Constituição Federal, art. 8o , IV; Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943 (CLT), art. 578 a 593; Lei no 9.322, de 5 de dezembro de 1996, art. 4o ; e Lei nº 11.648, de 31 de março de 2008.

99

1210.05.00 - Contribuição para o Ensino Aeroviário Contribuição arrecadada das empresas de transporte aéreo regular, não regular, de táxi aéreo, de serviços aéreos especializados; de telecomunicações aeronáuticas, de implantação, administração, operação e exploração da infra-estrutura aeroportuária e de serviços auxiliares; de fabricação, reparos e manutenção, ou de representação, de aeronaves, suas peças, acessórios e de equipamentos aeronáuticos. Esta contribuição, arrecadada pelo INSS e repassada ao Fundo Aeroviário, substitui aquelas devidas ao SENAI, SENAC, SESI e SESC. Destinação legal: Aplicação nas atividades ligadas ao ensino profissional aeronáutico de tripulantes, técnicos e especialistas civis, para os serviços de apoio e proteção à Aviação Civil em geral. Amparo legal: Decreto-Lei no 6.246, de 5 de fevereiro de 1944, art. 1o ; e Decreto-Lei no 1.305, de 8 de janeiro de 1974. 1210.06.00 - Contribuição para o Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo Contribuição arrecadada das empresas de navegação marítima, fluvial ou lacustre; de serviços portuários; de dragagem e de administração e exploração de portos. Esta contribuição, arrecadada pelo INSS e repassada ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissio nal Marítimo substitui aquelas devidas ao SENAI, SENAC, SESI e SESC. Destinação legal: Aplicação nas atividades ligadas ao ensino profissional marítimo. Amparo legal: Decreto-Lei no 6.246, de 5 de fevereiro de 1944, art. 1o ; e Decreto-Lei no 828, de 5 de setembro de 1969. 1210.07.00 - Contribuição para o Fundo de Saúde das Forças Armadas Contribuição mensal obrigatória incidente sobre a remuneração dos militares da ativa, inativos e pensionistas. A alíquota é de até 3,5% ao mês, e será estabelecida pelo Comandante de cada Força Armada. Destinação legal: Despesas com a assistência médico-hospitalar dos beneficiários do Fundo (militares e seus dependentes). Amparo legal: Lei no 6.880, de 9 de dezembro de 1980 (Estatuto dos Militares), art. 50, IV, “e”; Lei no 5.787, de 27 de junho de 1972 (Lei de Remuneração dos Militares), art. 81 e 82; e Decreto no 92.512, de 2 de abril de 1986. 1210.09.00 - Contribuição sobre a Arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais Receita oriunda da parcela de 1% da arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais, formados pela aplicação facultativa de parte do Imposto sobre a Renda - Pessoa Jurídica em

100

depósitos para reinvestimento em projetos relevantes nas áreas de atuação das extintas SUDAM e SUDENE. Destinação legal: Fundo Nacional de Cultura, obedecida na aplicação a origem geográfica dos recursos. Amparo legal: Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991, art. 5o , VII; e Lei no 8.167, de 16 de janeiro de 1991. 1210.13.00 - Contribuição sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira Contribuição incidente sobre movimentação financeira, à alíquota de 0,38%. A Emenda Constitucional no 42, de 19 de dezembro de 2003, prorrogou o prazo de vigência dessa contribuição até 31 de dezembro de 2007. A Lei no 10.892, de 13 de julho de 2004, criou a conta corrente de depósito para investimento, utilizada exclusivamente para a realização de aplicações financeiras de renda fixa ou variável e que terá os lançamentos tributados à alíquota zero. Fato gerador: O lançamento a débito, por instituição financeira, em contas correntes de depósito, de empréstimo, de poupança, de depósito judicial e de depósitos em consignação de pagamento (...), junto a ela mantidas; o lançamento a crédito, em contas correntes que apresentem saldo negativo, até o limite de valor da redução do saldo devedor; a liquidação ou pagamento de quaisquer créditos, direitos ou valores, por conta e ordem de terceiros, que não tenham sido creditados, em nome do beneficiário, nas contas acima referidas; o lançamento, e qualquer outra forma de movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira, não relacionados anteriormente, efetuados pelos bancos comerciais, bancos múltiplos com carteira comercial e caixas econômicas; a liquidação de operação contratada nos mercados organizados de liquidação futura; qualquer outra movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira que, por sua finalidade, reunindo características que permitam presumir a existência de sistema organizado para efetivá-la, produza os mesmos efeitos previstos, independentemente da pessoa que a efetue, da denominação que possa ter e da forma jurídica ou dos instrumentos utilizados para realizá- la. A alíquota é de 0,38%, cabendo 0,20% ao Fundo Nacional de Saúde, para financiamento das ações e serviços de saúde, 0,10% ao custeio da seguridade social e 0,08% ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. A Emenda Constitucional no 42, de 19 de dezembro de 2003, prorrogou o prazo de vigência dessa contribuição até 31 de dezembro de 2007. Destinação legal: A alíquota é de 0,38%, cabendo 0,20% ao Fundo Nacional de Saúde, para financiamento das ações e serviços de saúde, 0,10% ao custeio da seguridade social e 0,08% ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. Amparo legal: ADCT, art. 74; 75; 80, I; 84 e 85; Lei no 9.311, de 24 de outubro de 1996; Emenda Constitucional no 42, de 19 de dezembro de 2003;
101

Lei no 11.312, de 27 de junho de 2006; e Lei no 11.482, de 31 de maio de 2007.

1210.13.01 - Receita do Principal da Contribuição sobre Movimentação Financeira * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17, de 31 de dezembro de 2003. 1210.13.02 - Receita de Parcelamentos - Contribuição sobre Movimentação Financeira Idêntico ao disposto na natureza 1111.01.02 - Receita de Parcelamentos - Imposto sobre a Importação. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17, de 31 de dezembro de 2003. 1210.15.00 - Contribuição para o Custeio das Pensões Militares Desconto m ensal obrigatório em folha de pagamento dos militares das Forças Armadas, observadas as exclusões previstas em lei. A contribuição tem alíquota de 7,5%, e incide inclusive sobre as parcelas que compõem os proventos na inatividade. Destinação legal: Pagamento das pensões para os dependentes dos militares, equivalente ao valor da remuneração ou dos proventos do militar. Amparo legal: Lei no 3.765, de 4 de maio de 1960; Medida Provisória no 2.215, de 31 de agosto de 2001; Lei no 10.486, de 4 de julho de 2002; e Decreto no 4.307, de 18 de julho de 2002. 1210.17.00 - Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas Corresponde a 8% da receita bruta auferida nos sorteios realizados por entidades filantrópicas a serem rateados: 3% da receita bruta auferida no sorteio será destinada para o Fundo Penitenciário Nacional - FUNPEN; 3% da receita bruta auferida no sorteio será destinada para o Fundo Nacional de Cultura - FNC; 1% da receita bruta auferida no sorteio para o Fundo Nacional da Criança e do Adolescente; 1% da receita bruta para o Fundo de Defesa dos Diretos Difusos FDD. Amparo legal: Lei no 5.768, de 20 de dezembro de 1971; Lei no 5.864, de 12 de dezembro de 1972; Portaria no 413/MJ, de 19 de maio de 1997; Portaria no 1.285/MJ, de 19 de dezembro de 1997; e Portaria no 88, de 28 de setembro de 2000.

102

1210.18.00 - Contribuição sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Segundo o art. 195 da Constituição Federal, a seguridade social deve ser financiada pela contribuição sobre a receita de concursos de prognósticos. Entretanto, este dispositivo não obsta o financiamento, por parte dessas receitas, de despesas não vinculadas à seguridade. A Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre a organização da Seguridade Social, com redação dada pela Lei no 8.436, de 25 de junho de 1992, especifica que “constitui receita da Seguridade Social a renda líquida dos concursos de prognósticos, excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo”. Segundo esta lei, concursos de prognósticos são “todos e quaisquer concursos de sorteios de números, loterias, apostas, inclusive as realizadas em reuniões hípicas, nos âmbitos federal, estadual, do Distrito Federal e municipal”. Outras leis, entretanto, vinculam a arrecadação da contribuição sobre a receita de concursos de prognósticos ao FIES, ao Ministério do Esporte, ao FUNPEN, ao FNC e ao FNS.
o A Portaria do Ministério da Fazenda n 30, de 8 de fevereiro de 2008, regulamentou a metodologia de cálculo e a apuração dos valores a distribuir para as modalidades de loterias federais em vigor. Dessa maneira, a Caixa Econômica Federal deverá repassar os percentuais previstos nos anexos da Portaria referida diretamente ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), ao Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs), à Cruz Vermelha Brasileira (CVB) e às Entidades de Práticas Desportivas (Clubes Participantes). Ao Tesouro Nacional devem ser recolhidos mediante quitação de Documentos de Arrecadação de Receitas Federais - DARF a arrecadação total, descontadas as despesas de custeio e manutenção, o prêmio sem dedução do IR e os repasses diretos.

Do total dos recursos arrecadados com a realização do concurso de prognósticos 90% não transitam pelo Orçamento da União, sendo assim distribuídos: a) 46% (quarenta e seis por cento), para o valor do prêmio; b) 22% (vinte e dois por cento), para remuneração das entidades desportivas da modalidade futebol que cederem os direitos de uso de suas denominações, marcas, emblemas, hinos ou símbolos para divulgação e execução do concurso de prognóstico; c) 20% (vinte por cento), para o custeio e manutenção do serviço. É destinada a Caixa Econômica Federal; d) 2% (dois por cento), para atender aos fins previstos no § 1o do art. 56 da Lei no 9.615, de 24 de março de 1998, que desse total destinam-se: a. 85% para o Comitê Olímpico Brasileiro - COB; b. 15% para o Comitê Paraolímpico Brasileiro; Os 10 % restantes do total dos recursos arrecadados são classificados como Contribuições Sociais e assim transitam pelo Orçamento da União: a) i) 3% (três por cento), para o Ministério do Esporte, para distribuição de: 2/3 (dois terços), em parcelas iguais, para os órgãos gestores de esportes dos Estados e do Distrito Federal para aplicação exclusiva e integral em projetos de desporto educacional desenvolvido no âmbito da educação básica e superior;

103

ii) b)

1/3 (um terço), para as ações dos clubes sociais, de acordo com os projetos aprovados pela Confederação Brasileira de Clubes;

3% (três por cento), para o Fundo Penitenciário Nacional - FUNPEN;

c) 3% (três por cento) para o Fundo Nacional de Saúde, que destinará os recursos, exclusivamente, para ações das Santas Casas de Misericórdia, de entidades hospitalares sem fins econômicos e de entidades de saúde de reabilitação física de portadores de deficiência; d) 1% (um por cento), para o orçamento da seguridade social.

Sobre o total dos recursos destinados ao prêmio incidirá o imposto sobre a renda. O direito a resgate desse prêmio prescreve em 90 (noventa) dias contados da data de realização do sorteio. Os recursos de premiação não procurados dentro do prazo de prescrição serão destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES. As Santas Casas de Misericórdia, as entidades hospitalares e as de reabilitação física deverão ter convênio com o Sistema Único de Saúde há pelo menos 10 (dez) anos para fazer jus a participação dos 3% destinados ao SUS, acima citado. Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos, deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios, de impostos e de despesas com a administração. Amparo legal: Constituição Federal, art. 195, III; Lei Complementar no 79, de 7 de janeiro de 1994, art. 2o , VIII; Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, art. 11 e 26; Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991, art. 5o , VIII; Lei no 8.436, de 25 de junho de 1992, art. 5o , III; Lei no 9.615, de 24 de março de 1998, art. 6o , 8o , 9o e 56; Lei no 10.260, de 12 de julho de 2001, art. 2o , II; Lei no 11.345, de 14 de setembro de 2006, art. 2 o , Decreto no 2.290, de 4 de agosto de 1997, art. 1o ; Portaria do Ministério da Fazenda no 223, de 9 de julho de 2002; e Portaria do Ministério da Fazenda no 30, de 8 de fevereiro de 2008. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11, de 22 de agosto de 2002. 1210.18.01 - Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos, deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios, de impostos e de despesas com a administração. Destinação legal: Dos recursos recolhidos ao Tesouro Nacional, descontada a Desvinculação de Receitas da União, destina-se: 9,86% ao Fundo Penitenciário Nacional; 8,58% ao Fundo Nacional da Cultura;

104

de 24 de março de 1998. III. art.58% à Seguridade Social. Lei no 10. 11 e 26. art. de 23 de dezembro de 1991. II. Lei no 8. de 22 de agosto de 2002. Lei no 10. 8. 195. 5o .18.Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos. Lei no 8. 2o . VIII. Decreto no 2. deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios. de impostos e de despesas com a administração. 1o . 9o e 56. de 12 de julho de 2001. 1o . de 24 de março de 1998. Amparo legal: Constituição Federal. 105 . III. art. Lei no 9. Amparo legal: Constituição Federal. art.86%.313. art. 8o . 11.98% à Seguridade Social. de 12 de julho de 2001.290. Lei no 8. e 55. de 8 de fevereiro de 2008. 2o . III. 2o . III. de 24 de julho de 1991.260. art. Decreto no 2. de 4 de agosto de 1997. VIII. paga pelo apostador sob forma de adicional embutido no preço do bilhete. art.260. 7. Portaria do Ministério da Fazenda no 223. art. destina-se: 7. VIII. de 7 de janeiro de 1994. 8o . 5o . 5o . art.72% ao Fundo Penitenciário Nacional. art.212.38% ao Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior. Lei no 8. incluindo cota específica de previdência de 42. Lei Complementar no 79.58% ao Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior. de 8 de fevereiro de 2008. de 4 de agosto de 1997. Lei no 8. II. de 23 de dezembro de 1991. 2o . 195.615.09% ao Adicional para a Secretaria Nacional de Esportes. 9o e 56. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30.5. de 9 de julho de 2002. 25. 6o . de 25 de junho de 1992. 11 e 26. 5o .02 .85% à Secretaria Nacional de Esportes. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Lei Complementar no 79.212. de 9 de julho de 2002. Lei no 8. 19. Destinação legal: Dos recursos recolhidos ao Tesouro Nacional. art. descontada a Desvinculação de Receitas da União.38% ao Fundo Nacional da Cultura. 6o .290. de 7 de janeiro de 1994. de 24 de julho de 1991. art. art.436. art.436. pago pelo apostador sob forma de adicional. de 25 de junho de 1992.615. VIII. Lei no 9. Portaria do Ministério da Fazenda no 223. art. 1210. art.313.

05% ao Adicional para a Secretaria Nacional de Esportes. III. Decreto no 2.18. art. de 24 de julho de 1991. 195. art. deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.212. 2o . art. de 23 de dezembro de 1991. de 12 de julho de 2001. Destinação legal: Dos recursos recolhidos ao Tesouro Nacional.66% à Seguridade Social.615.35% ao Fundo Nacional da Cultura. Portaria do Ministério da Fazenda no 223.290. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 24 de março de 1998.04 .Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos. Lei no 10. VIII. 106 . Lei no 8. 1o . Amparo legal: Constituição Federal. III. 17. de 4 de agosto de 1997.86% ao Fundo Penitenciário Nacional. 11. descontada a Desvinculação de Receitas da União. destina-se: 11. 2o . art. de 7 de janeiro de 1994. 9o e 56. Lei no 8. i cluindo cota específica de previdência de 10. 39. 17. pago pelo apostador sob forma de adicional. 1210.87% ao Fundo Penitenciário Nacional. 6.18.58% ao Fundo Nacional da Cultura. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Constituição Federal. de impostos e de despesas com a administração.436. Lei Complementar no 79. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30. art. Lei no 9. VIII. 195. 5o .74% à Secretaria Nacional de Esportes. de 8 de fevereiro de 2008. art. paga pelo apostador sob forma de n adicional embutido no preço do bilhete. Destinação legal: Dos recursos recolhidos ao Tesouro Nacional. destina-se: 6. Lei no 8. de 7 de janeiro de 1994. 8o . 39.96%. art. II. de 22 de agosto de 2002. 5o . 2o . 11 e 26. pago pelo apostador sob forma de adicional.Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos.260. 6o . de 25 de junho de 1992. art. 9. Lei Complementar no 79. deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios. 1210. art.03 .02% ao Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior.313. VIII.87% ao Adicional para a Secretaria Nacional de Esportes. III. descontada a Desvinculação de Receitas da União. de impostos e de despesas com a administração. de 9 de julho de 2002. art.

05 .Contribuição sobre a Receita de Loterias Instantânea Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30. III. de 9 de julho de 2002. deduzidos os valores de impostos e despesas com a administração. de 25 de junho de 1992. VIII.Prescritos de Loterias Federais Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. art.Prêmios . de 4 de agosto de 1997. 5o .436. art. de 12 de julho de 2001. de 7 de janeiro de 1994.615. de 23 de dezembro de 1991. art. 18. III. Lei no 9. 1210.615. de 24 de julho de 1991. 11 e 26. descontada a Desvinculação de Receitas da União. Lei no 8. de 9 de julho de 2002. 5o . 1o . de 8 de fevereiro de 2008. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30. art. 6o .290. 2o . 195.00% à Seguridade Social Amparo legal: Constituição Federal. Decreto no 2. de 22 de agosto de 2002. Lei no 8. Lei no 10. 1o . VIII. art. II. Lei Complementar no 79. 44. art. de 4 de agosto de 1997. 2o . destina-se: 8. art. 6o . Portaria do Ministério da Fazenda no 223. deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios. 8o .57% ao Fundo Penitenciário Nacional. Lei no 8. art.313.18. art.57% ao Fundo Nacional da Cultura.86% ao Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior. art.260. Destinação legal: Dos recursos recolhidos ao Tesouro Nacional.313. Decreto no 2.06 .212. 9o e 56. 11 e 26.212.260. Lei no 10.436. art. III. Lei no 9. Lei no 8. 5o . de 24 de março de 1998. 2o . decorrente de prêmios sorteados em loterias federais e não reclamados nos prazos previstos. de 22 de agosto de 2002. 5o . de 8 de fevereiro de 2008. de 23 de dezembro de 1991. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 107 . Lei no 8.290. de 12 de julho de 2001.Lei no 8. 1210. art. VIII. de 24 de julho de 1991. Portaria do Ministério da Fazenda no 223.18. II. de impostos e de despesas com a administração. 8. 8o . de 25 de junho de 1992. 9o e 56. art. art. de 24 de março de 1998.

art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. 6o . Portaria do Ministério da Fazenda no 223. III.260.187. descontada a Desvinculação de Receitas da União. Lei no 8. 3% para o Fundo Nacional de Saúde .07 . 22% para as entidades de prática desportiva da modalidade futebol profissional. de 22 de agosto de 2002.615.Contribuição sobre a Receita de Outros Concursos de Prognósticos Fato gerador: A arrecadação de outros concursos de prognósticos. modalidade futebol. de 23 de dezembro de 1991. 195. VIII. de 25 de junho de 1992. 9o e 56. Lei Complementar no 79. deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios. 20% para o custeio e manutenção do serviço. Lei no 10.Destinação legal: Os recursos recolhidos ao Tesouro Nacional. 5o . de 8 de fevereiro de 2008. art. os recursos arrecadados são distribuídos da seguinte forma: 46% para o valor dos prêmios. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30. que regulamenta a Lei nº 11.290.FUNPEN. art. 3º do Decreto nº 6.Contribuição Sobre a Receita de Concurso de Prognóstico Específico Destinado ao Desenvolvimento da Prática Desportiva . 1210. Destinação legal: De acordo com o Art. II. de 9 de julho de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.313.18. 1o . de 12 de julho de 2001.FNS 108 . deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios.345.Modalidade Futebol (Timemania) Fato gerador: A arrecadação do concurso de prognóstico destinado ao desenvolvimento da prática desportiva. 11 e 26. VIII. de 24 de março de 1998. Lei no 8. 5o . Lei no 8. de 7 de janeiro de 1994. de 4 de agosto de 1997. 8o . destinam-se ao Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior. III. Lei no 9. art. Decreto no 2.212. 2o . art. art. 3% para o Ministério do Esporte. 3% para o Fundo Penitenciário Nacional . de 14 de agosto de 2007. de impostos e de despesas com a administração. de impostos e de despesas com a administração. de 24 de julho de 1991. art. art. 1210.08 . 2o .436. Amparo legal: Constituição Federal.18. de 13 de setembro de 2006.

260. art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49.DRU. de 14 de setembro de 2006. ou ganhos em concurso. de 23 de dezembro de 1991. art. 40 da Constituição Federal.00 . 6º. de 20 de dezembro de 1971. de 8 de fevereiro de 2008. art. 195.FUNPEN.29. decorrente de prêmios sorteados.345. de 24 de julho de 1991. de 9 de julho de 2002. VIII. não decorrentes de loterias federais.187. Portaria do Ministério da Fazenda no 223. art.768. art. de 14 de agosto de 2007. III.313.2% para o Comitê Olímpico. de livre aplicação. Lei no 9. de 24 de março de 1998. e não reclamados nos prazos previstos. 9o e 56. Destinação legal: Os recursos recolhidos ao Tesouro Nacional. descontada a Desvinculação de Receitas da União. 24% para o Fundo Nacional de Saúde. Lei nº 5. 8% para o Orçamento da Seguridade Social e 20% referente à Desvinculação de Receitas da União .18. 11 e 26. art. Lei no 8. de 15 de dezembro de 2006. 1% para o Orçamento da Seguridade Social. art. Lei no 8. de 15 de dezembro de 2006. III. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. conforme disposto no art. de 12 de julho de 2001. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30. Decreto no 2. Os recursos recolhidos ao Tesouro Nacional têm a seguinte destinação: 24% para o Ministério do Esporte. Lei no 10. 1o . destinam-se ao Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior.Outros Prêmios Prescritos Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos. de 7 de janeiro de 1994. 6o . 2o . destinadas ao custeio do seu regime de previdência. 1210.436. Lei no 8. Amparo legal: Lei nº 11. de 4 de agosto de 1997. Decreto nº 6.212. art. e Portaria do Ministério da Fazenda no 30. VIII. 5o . Amparo legal: Constituição Federal. 8o . 2o .615. II. 24% para o Fundo Penitenciário Nacional . 1210.Contribuição para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Público Grupo de naturezas de receitas previstas para abrigar as contribuições patronal e do servidor público. Lei Complementar no 79. de 25 de junho de 1992. art. deduzidos os valo res de impostos e despesas com a administração.290.09 . de 8 de fevereiro de 2008. 5o . 109 .

01 . art. mantido pela União. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9.833. de 22 de agosto de 2002.887.Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Receita oriunda da participação da União. inclusive as em regime especial. de 18 de junho de 2004. e Lei no 10. de 19 de dezembro de 2003. de 27 de junho de 2001 . Destinação legal: Recolhida integralmente ao Tesouro Nacional. Fato gerador: Folha de salários dos servidores. Art.07 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 18 de junho de 2004. inclusive as em regime especial e das fundações públicas federais. Lei no 10. e suas alterações. de 11 de dezembro de 1990. e das fundações públicas federais. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor.112. das autarquias. Amparo legal: Constituição Federal. 39. Destinação legal: É recolhida integralmente ao Tesouro Nacional com a fina lidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor.Incluída por outra Portaria. Fato gerador: Folha de salários. 39.Contribuição do Servidor Ativo Civil para o Regime Próprio Recursos provenientes da contribuição dos servidores públicos civis ativos da União. conforme dispõe a Lei no 8. e suas alterações. de 27 de junho de 2001 . de 11 de dezembro de 1990. das autarquias. de 18 de junho de 2004.887. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. 110 . de 29 de dezembro de 2003. de 19 de dezembro de 2003.29.887. de 29 de dezembro de 2003. de 22 de agosto de 2002. art.833. Lei no 10. Amparo legal: Constituição Federal. Art. mantido pela União.Incluída por outra Portaria. A alíquota é de 11% sobre a remuneração mensal.112. Emenda Constitucional no 41.1210.29. e Lei no 10. Lei no 8. 40. à alíquota de 22% sobre a remuneração mensal dos servidores públicos ativos civis da União. autarquias e fundações públicas federais para o custeio do Plano de Seguridade Social do Servidor. Emenda Constitucional no 41. 1210. conforme disposto na Lei no 10. 40.

Emenda Constitucional no 41. de 28 de maio de 2004.Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial Receita decorrente da aplicação. Amparo legal: Constituição Federal.Contribuição de Pensionista Civil para o Regime Próprio Recursos provenientes da contribuição dos pensionistas da União.833. e Lei no 10. 39.112.09 . Emenda Constitucional no 41. de 18 de junho de 2004. a partir de determinada faixa de isenção. Destinação legal: Recolhida integralmente ao Tesouro Nacional. 39. de 28 de maio de 2004. de 29 de dezembro de 2003. com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor. Amparo legal: Constituição Federal. 1210.11 . Fato gerador: 111 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 7. para a amortização do déficit atuarial do Regime Próprio de Previdência do Servidor . de alíquota suplementar prevista em Lei. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 7. art.833. inclusive as em regime especial e das fundações públicas federais.29. de 19 de dezembro de 2003. Lei no 10.Contribuição do Servidor Inativo Civil para o Regime Próprio Recursos provenientes da contribuição dos servidores públicos civis inativos da União. Lei no 10. Art. mantido pela União.29. com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor.112. A alíquota é de 11% sobre a remuneração mensal.13 . Lei no 8. durante determinado período. Lei no 8. 1210. Fato gerador: Folha de salários dos servidores. de 18 de junho de 2004. a fim de equilibrar o plano de previdência.29. Destinação legal: Recolhida integralmente ao Tesouro Nacional. e Lei no 10.887.RPPS. das autarquias.887. mantido pela União. Art. das autarquias. de 19 de dezembro de 2003. de 29 de dezembro de 2003. e suas alterações. a partir de determinada faixa de isenção. 40. Fato gerador: Folha de salários/pensões. de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações. inclusive as em regime especial e das fundações públicas federais. de 11 de dezembro de 1990. 40. art.1210. A alíquota é de 11% sobre a remuneração mensal.

16 . art. mantido pela União.Existência de déficit ou desequilíbrio atuarial no RPPS.717. Amparo legal: Constituição Federal. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita oriunda do pagamento de sentenças judiciais decorrentes do recolhimento da contribuição patronal de servidor ativo civil para o regime próprio. de 19 de dezembro de 2003. Destinação legal: Recolhida integralmente ao Tesouro Nacional. 112 . 40. Destinação legal: É recolhida integralmente ao Tesouro Nacional com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor. art.15 . e Lei no 10. de 27 de novembro de 1998.887.29. 40. Fato gerador: Parcelamento de débitos junto ao RPPS. com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. de 18 de junho de 2004. e suas alterações.887. Lei no 8.717. Emenda Constitucional no 41. Emenda Constitucional no 41. 1210. e Lei no 10. de 15 de dezembro de 2006. de 15 de dezembro de 2006. mantido pela União.29. com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor.Receita de Recolhimento da Contribuição Patronal. Fato gerador: O pagamento de sentenças judiciais. de 11 de dezembro de 1990. Lei nº 9. de 11 de dezembro de 1990. e suas alterações. de 19 de dezembro de 2003.112. de 18 de junho de 2004. 1210. mantido pela União.Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos RPPS Receita decorrente da arrecadação de receitas de contribuições originárias de parcelamento administrativo dos créditos previdenciários não recolhidos aos cofres do RPPS no seu vencimento. Lei nº 9.112. Amparo legal: Constituição Federal. Lei no 8. Destinação legal: Recolhida integralmente ao Tesouro Nacional. de 27 de novembro de 1998.

1210. Amparo legal: Lei no 10. de 18 de junho de 2004 (Art.Amparo legal: Lei no 10. Lei no 11.Receita de Recolhimento de Pensionista Civil.19 .18 . de 18 de junho de 2004 (Art.941.887.887. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita oriunda do pagamento de sentenças judiciais decorrentes do recolhimento da contribuição de servidor ativo civil para o regime próprio. Fato gerador: O pagamento de sentenças judiciais. de 10 de setembro de 2009.941. Fato gerador: 113 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. 16-A e Parágrafo Único). 1210. de 18 de junho de 2004 (Art. Destinação legal: É recolhida integralmente ao Tesouro Nacional com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor. 1210.941. de 10 de setembro de 2009. 16-A e Parágrafo Único). de 27 de maio de 2009. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48.29. Lei no 11. mantido pela União. de 10 de setembro de 2009. 16-A e Parágrafo Único). Fato gerador: O pagamento de sentenças judiciais. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita oriunda do pagamento de sentenças judiciais decorrentes do recolhimento de pensionista civil para o regime próprio.887.29.Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Ativo Civil. Lei no 11. oriunda do Pagamento de Sentenças Judiciais Receita oriunda do pagamento de sentenças judiciais decorrentes do recolhimento da contribuição de servidor Ina tivo civil para o regime próprio. mantido pela União. de 27 de maio de 2009.17 . Destinação legal: É recolhida integralmente ao Tesouro Nacional com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48.29. Amparo legal: Lei no 10.Receita de Recolhimento da Contribuição do Servidor Inativo Civil. de 27 de maio de 2009.

887. de 27 de maio de 2009.30.30.00 . Destinação legal: É recolhida integralmente ao Tesouro Nacional com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor. de 18 de junho de 2004 (Art. por pessoas físicas. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. Fato gerador: Exercício de atividade econômica de natureza urbana ou rural a empresa. 1210.02 . de 10 de setembro de 2009. sem vínculo empregatício. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Decreto no 3. de 24 de julho de 1991.30.Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . em caráter não eventual.01 . 1210. Está vinculada ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 27 de junho de 2001. sob sua subordinação e mediante remuneração. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15.586. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Receita proveniente de contribuições do segurado empregado e do trabalhador avulso sobre o seu salário-de-contribuição. de 24 de julho de 1991.048. Amparo legal: Lei no 10. em percentuais diferenciados. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. autônomos e empregadores. empregados domésticos. mantido pela União.212.O pagamento de sentenças judiciais. de 17 de agosto de 2001. Lei no 11.Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Contribuições efetuadas à Previdência Social por segurados em geral. Incide sobre o salário de contribuição.212.941. Amparo legal: Lei no 8.Contribuinte Individual Receita proveniente de contribuições do segurado contribuinte individual sobre o seu salário-de-contribuição. de 19 de novembro de 2005. 16-A e Parágrafo Único). 06 de maio de 1999. exercício de atividade como servidor 114 . Fato gerador: Exercício de atividade econômica. Decreto no 5. 1210. Amparo legal: Lei no 8.

incidente sobre o total das remunerações pagas. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. e Lei no 9.03 . de 27 de junho de 2001.30.212. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. A sistemática de pagamento de tributos e contribuições por meio do regime tributário SIMPLES substitui.30. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 27 de junho de 2001.Contribuição Previdenciária da Empresa sobre Segurado Assalariado Receita proveniente de contribuições a cargo do empregador. Fato gerador: Prestação de serviços por trabalhadores . que lhe prestem serviços. devidas ou creditadas no decorrer do mês ao segurado empregado. 1210.Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Receita proveniente de aplicação de percentuais favorecidos e progressivos incidentes sobre a receita bruta das empresas de pequeno porte e das microempresas. sem vínculo empregatício.pessoa física à empresa. e Fundações Públicas Federais. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. mesmo sem vínculo empregatício. entre outros. a remuneração de trabalhadores avulsos e contribuintes individuais. as contribuições previdenciárias patronais incidentes sobre a remuneração de empregado. a receita bruta da comercialização da produção rural auferida pelo produtor rural pessoa jurídica. 115 . de 27 de junho de 2001. prestação de serviços de natureza urbana ou rural definidos no regulamento a diversas empresas. Amparo legal: Lei no 8.público ocupante de cargo em comissão. inclusive em regime especial. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. de 5 de dezembro de 1996. Autarquias.04 . Amparo legal: Lei no 8.212. de 24 de julho de 1991. 1210. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. Fato gerador: Prestação de serviços por trabalhadores .pessoa física à empresa. sem vínculo efetivo com a União.317. de 24 de julho de 1991. Amparo legal: Lei no 9. de 26 de novembro de 1999.876. ao trabalhador avulso e ao contribuinte individual.

tais parcelas serão corrigidas pela taxa de juros SELIC. e de qualquer forma de patrocínio.07 . 1210.1210.30.Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos RGPS O parcelamento do pagamento das contribuições sociais em atraso dar-se-á mediante adicional de 20% que incidirá sobre as multas de mora relativas às contribuições atrasadas. de 27 de junho de 2001. Amparo legal: Lei no 8. 1210. publicidade. de 6 de maio de 1999. como sendo o produtor rural pessoa jurídica cuja atividade econômica seja a industrialização de produção própria ou de produção própria e adquirida de terceiros. de 24 de julho de 1991. definida. e Lei no 10. e daqueles concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade para o trabalho decorrente dos riscos ambientais da atividade.06 . Fato gerador: Receita bruta proveniente da comercialização da produção. A alíquota fixada é de 2. Fato gerador: Realização de espetáculo desportivo de que participe em todo território nacional em qualquer modalidade desportiva.1% para o financiamento do benefício previsto nos arts. 205.048. Corresponde a 5% da receita bruta decorrente dos eventos desportivos que participe. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.212.30.256.213. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. para os efeitos da Lei. art.05 . licenciamento de uso de marcas e símbolos. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. incidente sobre o valor da receita bruta proveniente da comercialização da produção. 116 . de 9 de julho de 2001. 57 e 58 da Lei no 8.Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Contribuições devidas pelas associações desportivas que mantêm equipe de futebol profissional. Além disso. inclusive jogos internacionais. acrescidos de 0.Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural Contribuição devida pela agroindústria.5% destinados à Seguridade Social.30. de 27 de junho de 2001. Fato gerador: Parcelamento ou pagamento das contribuições sociais em atraso. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. propaganda e transmissão de espetáculos desportivos. Amparo legal: Decreto no 3. de 24 de julho de 1991.

nos percentuais de: 1% para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve.08 . Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Probabilidade baixa. média ou alta de ocorrência de acidentes de trabalho.10 . 38. Amparo legal: Lei no 8. de 24 de julho de 1991. no decorrer do mês.212. art. 1210. 22.30.30. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. de 27 de junho de 2001. sob pena de responsabilidade. aos segurados empregados e trabalhadores avulsos. § 6 o.Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Nas ações trabalhistas de que resultar o pagamento de direitos sujeitos à incidência de contribuição previdenciária. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. 1210. levando-se em conta a atividade preponderante da empresa. o juiz. inciso II. Fato gerador: Pagamento de dívidas para com o INSS mediante desconto no repasse do FPM. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. de 27 de junho de 2001.30. art. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. sobre o total das remunerações pagas ou creditadas.Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Recursos provenientes de contribuição para o custeio dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho. § 1o e art. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.09 . 35. de 24 de julho de 1991. determinará o imediato recolhimento das importâncias devidas à Seguridade Social. Fato gerador: Decisões judiciais que resultam em pagamento de direitos sujeitos à incidência de contribuição previdenciária.Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débito dos Municípios Os municípios podem optar por quitar suas dívidas com o INSS descontando parcela dos recursos a serem recebidos a título de Fundo de Participação dos Municípios FPM.212. 43. de 27 de junho de 2001. Destinação legal: 117 . e 3% para aquelas considerado risco grave. art. Os municípios também podem assumir as dívidas de suas Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.212. 2% para aquelas cujo risco seja considerado médio. de 24 de julho de 1991.Amparo legal: Lei no 8. 1210.

desde que não incluído nas disposições do art. É segurado facultativo o maior de 14 anos de idade que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social. desde que recebam remuneração.Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Receita proveniente de contribuições do segurado especial. Amparo legal: Lei no 8. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. Amparo legal: Lei no 9. Amparo legal: Lei no 9.212.30.Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . o sócio gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho em empresa urbana ou rural. de 1991. e Medida Provisória no 2. o sócio de indústria. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Salário-de-contribuição. 1210. de 22 de agosto de 2002. de 26 de novembro de 1999. Fato gerador: Recebimento de remuneração decorrente do exercício de qualquer das atividades listadas acima. parceiro.13 . e o associado eleito para cargo de direção em cooperativa.Empresário O titular de firma individual urbana ou rural.212.Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 24 de agosto de 2001.Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Receita proveniente de contrib uições do segurado facultativo. 21. 14 o da Lei n 8.30. com o grupo familiar respectivo sobre valor bruto proveniente da comercialização da sua produção. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. conforme disposto no art. de 25 de maio de 1998.639.187. definido na lei como sendo: o produtor.876. e suas alterações. bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial. comprovadamente. 118 . na forma do art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.12 . o sócio solidário. sobre o seu salário-de-contribuição. 1210. bem como seus respectivos cônjuges ou companheiros e filhos maiores de quatorze anos ou a eles equiparados. 1210. desde que trabalhem. pescador artesanal e assemelhado. 12. que exerçam essas atividades individualmente ou em regime de economia familiar. associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade. ainda que com auxílio eventual de terceiros. mediante contribuição. de 24 de julho de 1991. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.11 .30. o diretor não empregado e o membro de conselho de administração de sociedade anônima. meeiro e arrendatário rurais.

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.30. de 24 de julho de 1991.30.212. Fato gerador: Prestação de serviço de natureza contínua a pessoa ou família. isentas de contribuições para a seguridade social. 1210. Fato gerador: Emprego de trabalhadores por parte de órgão ou entidade da administração federal. e suas alterações.16 .Empregado Doméstico Receita proveniente de contribuições do segurado empregado doméstico sobre o seu salário-de-contribuição. de 24 de julho de 1991.212.Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público O dirigente de órgão ou entidade da administração federal. 1210.15 . para financiamento das prestações por acidente do trabalho . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 22 de agosto de 2002. no âmbito residencial desta.30. exceto as entidades beneficentes de assistência social. do Distrito Federal ou municipal é obrigado a efetuar os descontos em folha de pagamento referentes às contribuições previdenciárias.A alíquota é de 2% da receita bruta proveniente da comercialização da produção acrescidos de 0. estadual. do Distrito Federal ou municipal. de 22 de agosto de 2002. de 24 de julho de 1991. de 22 de agosto de 2002. art. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. 1210.212.1% sobre a mesma base. Amparo legal: Lei no 8. Amparo legal: Lei no 8. estadual. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Receita proveniente de contribuições previdenciárias de entidades filantrópicas. Amparo legal: Lei no 8.14 .Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . em atividades sem fins lucrativos. Fato gerador: Receita bruta proveniente da comercialização da produção. 119 . 42.

Sub-Rogação A empresa contratante de serviços executados mediante cessão de mão-de-obra. deverá reter 11% do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços. Fato gerador: Pagamento das obrigações previdenciárias com certificados de emissão do Tesouro Nacional.18 .212. de 22 de agosto de 2002.Retenção sobre Nota Fiscal . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.30. Amparo legal: Lei no 8.212.Arrecadação FIES . inclusive em regime de trabalho temporário. 195. art.17 . §7o . 1210.260. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional A União é autorizada a emitir títulos da dívida pública em favor do FIES. de 24 de julho de 1991.Contribuição Previdenciária . inclusive em regime de trabalho temporário. art. de 22 de agosto de 2002.30. 31. art. com características definidas em ato do Poder Executivo.Fato gerador: Prestação de serviços por trabalhadores . de 24 de julho de 1991.pessoa física à entidade. 1210. Fato gerador: Serviços executados mediante cessão de mão de obra. de 12 de julho de 2001. ficando este autorizado a recebê-los. Esses títulos serão representados por certificados de emissão do Tesouro Nacional. 120 . Esses certificados recebidos pelas instituições de ensino superior serão utilizados para pagamento de obrigações previdenciárias junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. 55. Tais certificados serão destinados pelo FIES exclusivamente ao pagamento às instituições de ensino superior dos encargos educacionais relativos às operações de financiamento realizadas com recursos do FIES. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 8. e Constituição Federal. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Amparo legal: Lei no 10.

Fato gerador: Recolhimento de créditos por ocasião de entrada com ação na justiça contra a previdência. até a competência março de 1997.30. 1210. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.30. de Serviços Administrativos etc.SUS. Recursal e Custas Judiciais Recolhimento em guia da previdência social de parcela de créditos previdenciários das pessoas físicas e jurídicas que ingressam com ações contra a previdência.CDP. integrantes desse Sistema. 121 .Arrecadação FNS . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 25 de maio de 1998. do Ensino Aeroviário. dentre as quais cita-se: do Salário Educação.21 .Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional As dívidas oriundas de contribuições sociais da parte patronal e de obrigações acessórias devidas ao INSS.639. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. na forma do disposto nos arts. bem como pelas entidades ou hospitais da Administração Pública direta e indireta.065 a 1. de 22 de agosto de 2002. poderão ser parceladas em até noventa e seis meses.1210. Amparo legal: Lei no 9. do INCRA. mediante cessão de créditos que tenham junto ao SUS. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Fato gerador: Pagamento de obrigações previdenciárias com Certificados da Dívida Pública . Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. da Contribuição Rural. Fato gerador: Pagamento das obrigações previdenciárias por parte de hospitais ou entidades que prestem serviço ao Sistema Único de Saúde com Certificados do Tesouro Nacional.20 . de 20 de novembro de 1998.19 .30.Certificados da Dívida Pública . Amparo legal: Lei no 9. 1210.CDP A União poderá promover leilões de certificados da dívida pública mobiliária federal a serem emitidos com a finalidade exclusiva de amortização ou quitação de dívidas previdenciárias.077 do Código Civil.711. de 22 de agosto de 2002. Englobam todas as receitas de contribuições com origem previdenciária decorrente de ação judicial. 1. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. pelas entidades ou hospitais contratados ou conveniados com o Sistema Único de Saúde .

conforme especificados na MP no 540. para fins de amortização do débito consolidado. de 2008. de 2011.REFIS.1210. de 13 de dezembro de 2011.Contribuição Previdenciária das Cooperativas de Trabalho Descontada do Cooperado * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. instituído pela Lei no 9.TIC.99 . no que tange aos produtos relacionados a essa tabela TIPI.Outras Contribuições Previdenciárias Outras Contribuições Previdenciárias que não se enquadrem nos itens anteriores. decorrentes de débitos de pessoas jurídicas. nas demais atividades. Os pagamentos efetuados no âmbito do REFIS serão alocados proporcionalmente. destina-se a promover a regularização de créditos da União. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 179. 1210.24 . 14 da Lei no 11.23 . 1210. 7o e 8o da Medida Provisória no 540. bem como empresas que fabriquem os produtos classificados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados . de 24 de julho de 1991. Fato Gerador: Prestação dos serviços por trabalhadores da empresa ou avulsos.22 . 22. administrados pela Secretaria da Receita Federal . bem como dos trabalhadores avulsos ou contribuintes individuais que lhe prestem serviços. a contribuição será sobre a remuneração paga aos empregados das empresas.30. observadas as destinações e vinculações legais. 1210. *Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.TI e tecnologia da informação e comunicação . Destinação Legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. bem como contribuintes individuais que lhe prestem serviços. e Incisos I e III. de 15 de agosto de 2003. de 31 de dezembro de 2003. da Lei no 8.Contribuição dos Empregadores e Trabalhadores para a Seguridade Social O Programa de Recuperação Fiscal .TIPI.INSS.Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado Incidente sobre a Receita Bruta Registra as contribuições incidentes sobre a receita bruta das empresas que prestam exclusivamente os serviços de tecnologia da informação .30. Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. a contribuição incidirá sobre a receita bruta. No caso de empresas que se dediquem a outras atividades. 122 .SRF e pelo Instituto Nacional do Seguro Social . referidos no § 4o do art. relativos a tributos e contribuições. descontados os 20% destinados à DRU. de 02 de agosto de 2011. do art. Amparo Legal: Arts. com vencimento até 29 de fevereiro de 2000.964.30.30. de 27 de junho de 2001.Receita de Parcelamentos .774. de 10 de abril de 2000.212.

quotas de soldo ou a quota-tronco da pensão militar. conforme regulamentação do Comandante-Geral de cada Corporação. para cada dependente participante do Fundo de Saúde. m. 1210. Destina-se ao atendimento médico-hospitalar. conforme regulamentação do Comandante-Geral de cada Corporação. de maio de 2010.32. de 18 de dezembro de 1984. Amparo legal: Lei nº 7. de acordo com a Lei nº 7. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 39.613.Contribuição Industrial Rural Contribuição de 2. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 39. para cada dependente participante do Fundo de Saúde.00 . psicológica e social é de 2% a.1210. Que poderá ser acrescida de até 100% (cem por cento) de seu valor. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 39.01 .psicológica e social ao militar. de 18/12/84 e Lei nº 10486.5% incidente sobre a folha de salários de contribuição paga aos seus empregados pelas pessoas naturais e jurídicas.01 .00 . odontológica. psicológica e social é de 2% a. Que poderá ser acrescida de até 100% (cem por cento) de seu valor.Contribuições Rurais Contribuições derivadas da Lei no 2.Contribuição para o Fundo de Saúde dos Bombeiros Militares do Distrito Federal Fato gerador: A contribuição para a assistência médico-hospitalar. Fato gerador: A contribuição para a assistência médico-hospitalar.31.Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares e Bombeiros do Distrito Federal Recursos que integram o Fundo de Saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar ambos do Distrito Federal. de 18/12/84 e Lei nº 10486. Contribuição sobre a Propriedade Rural e Adicional à Contribuição Previdenciária. de 07 de maio de 2010. m. 1210. de 04/07/2002. Natureza criada pela Portaria SOF nº 39. de 04/07/2002.289.32. inclusive cooperativas.31. (dois por cento ao mês) e incidirá sobre o soldo.Contribuição para o Fundo de Saúde dos Policiais Militares do Distrito Federal. de 07. Amparo legal: Lei nº 7. 1210. de 07 de maio de 2010.289. (dois por cento ao mês) e incidirá sobre o soldo. de 23 de setembro de 1955: Contribuição Industrial Rural.02 . seus dependentes e pensionistas.31. que exerçam as atividades 123 . médico-domiciliar.289. 1210. de 07 de maio de 2010. quotas de soldo ou a quota-tronco da pensão militar.

É arrecadada pelo Instituto Nacional de Seguridade Social . 1210.INSS. com a revogação do Decreto n 90.INSS.industriais enumeradas na Lei no 2. Fato gerador: Folha de salários. de 1984. e Decreto no 90.4% sobre a folha de salários de contribuição previdenciária dos empregados das empresas em geral.146. Fato gerador: Adicional incidente sobre a folha salarial das empresas. de 23 de setembro de 1955.00 .146. Lei no 7.03 .01 .5% incidente sobre o total de remuneração paga pelas empresas do setor comercial aos empregados e avulsos que prestem o serviço.613. É arrecadada pelo Instituto Nacional de Seguridade Social . Decreto-Lei no 1.33.SENAC 1210. Destinação legal: O INSS arrecada e repassa 50% ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária INCRA. Lei no 7. Amparo Legal: Lei no 2. o (Observe-se que.INCRA e 15% ao Ministério da Agricultura. de 23 de outubro de 1984.231.32.613. essa repartição dos recursos permanece sem regulamentação). essa repartição dos recursos permanece sem regulamentação). de 23 de setembro de 1955. Decreto-Lei no 1. Destina-se à aplicação pelo SENAC no desenvolvimento da aprendizagem comercial. de 23 de outubro de 1984.393.393. Pecuária e Abastecimento .MAPA. Fato gerador: Pagamento da folha salarial de empresas que exerçam alguma atividade comercial. Amparo legal Lei no 2.393. Pecuária e Abastecimento . de 31 de dezembro de 1970. 1210.393.Adicional à Contribuição Previdenciária Adicional de 0. de 23 de setembro de 1955. Destinação legal: 85% são destinados ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária . com a revogação do Decreto no 90. de 31 de dezembro de 1970.Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial .231.Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC Obrigação patronal correspondente à alíquota de 1. (Observe-se que. de 30 de outubro de 1984 (revogado).MAPA. o qual repassa 15% ao Ministério da Agricultura. 124 .33. de 1984. e suas alterações. e Decreto no 90. de 30 de outubro de 1984 (revogado).613.

Decreto-Lei no 2. incidente sobre o pagamento da folha salarial de empresas que exerçam atividade comercial. 1210. de 1991.Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial . de 1946.34. e 125 . o qual repassa ao SENAI. Fato gerador: Adicional a alíquota de 0.861.34.SENAI 1210. Destinação legal: Arrecadado pelo INSS.33. Decreto-Lei no 1. de 28 de dezembro de 1990.318. Decreto no 60. de 1967.SENAC Adicional criado para atender à execução da política de apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas .318.621.212. Destina-se à aplicação pelo SENAI no desenvolvimento da aprendizagem industrial. das comunicações e da pesca.00 .1º. de 1986.0% sobre a folha de salários de contribuição das empresas das categorias econômicas da indústria.861.01 . de 1967. e Lei no 8. e Lei no 8. o qual repassa ao SEBRAE.466. de comunicações e de pesca.154.048. de 12 de abril de 1990. de 1981.3%. Amparo legal: Decreto-Lei no 4.029. Decreto-Lei no 1. art.Contribuição e Adicional para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial . Fato gerador: Pagamento da folha salarial por parte de empresas que exerçam atividade industrial. art. Amparo legal: Decreto-Lei no 8.SENAI Obrigação patronal incidente com alíquota básica de 1.Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial .466. Decreto-Lei no 2. Destinação legal: Arrecadado pelo INSS. 1210. de 1986. de 1981. de 1946.Destinação legal: Arrecadado pelo INSS.SEBRAE. o qual repassa ao SENAC.02 .1º. Amparo legal: Lei no 8. Decreto no 60.

Contribuição e Adicional para o Serviço Social do Comércio .SENAI Adicional criado para atender à execução da política de apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas . o qual repassa ao SESC.Adicional à Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial .Adicional à Contribuição para o Serviço Social do Comércio .212. Fato gerador: Pagamento de folha salarial de empresas comerciais e assemelhadas. 1210. Destina-se à aplicação no estudo. art. 1210.35.SESC 1210. incidente sobre o pagamento de folha salarial de empresas comerciais e assemelhadas. de 1990.SESC Obrigação patronal.212. Decreto no 60. e Lei no 8.34. com alíquota de 0. o qual repassa ao SEBRAE.318. de 1946.35. de 1981. Fato gerador: Adicional. de 1990. com alíquota básica de 0. Decreto-Lei no 1. Destinação legal: Arrecadado pelo INSS. de 1991.154. Destinação legal: 126 .3%.SESC Adicional criado para atender à execução da política de apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas .00 . incidente sobre o pagamento da folha salarial por parte de empresas que exerçam atividade industrial. planejamento e execução de medidas que contribuam para o bem-estar social e para a melhoria do padrão de vida dos comerciários.0%. com alíquota básica de 1. Destinação legal: Arrecadado pelo INSS.35.6%.SEBRAE. e Lei no 8. Decreto-Lei no 2.02 .1º.861.466.02 .Contribuição para o Serviço Social do Comércio . Amparo legal: Decreto-Lei no 9.01 . incidente sobre o total da remuneração paga pelas empresas comerciais aos empregados e avulsos que lhe prestem serviços.853.SEBRAE. de comunicações e de pesca. 1210. de 1967.Lei no 8. Amparo legal: Lei no 8. de 1986.029. Fato gerador: Adicional.. de 1991.

o qual repassa ao SESI. Destinação legal: Arrecadado pelo INSS. o qual repassa ao SEBRAE.02 . art. de 1967. de 1991. do preço dos serviços prestados e do resultado auferido nas operações de conta alheia. Fato gerador: Adicional incidente com alíquota básica de 0.318. provenientes: da venda de bens nas operações de conta própria. e Lei no 8. o qual repassa ao SEBRAE. 1210. base de cálculo considerada pela legislação do imposto de renda. de 1990. 1º. Amparo legal: Decreto Lei no 9403.36.36.00 .Arrecadado pelo INSS.029. e Lei no 8. Fato gerador: Pagamento da folha salarial de estabelecimentos industriais e assemelhados. de 1990. Decreto no 60. Decreto-Lei no 2.01 . Amparo legal: Lei no 8. ou sobre o faturamento das empresas.SEBRAE. Destinação legal: Arrecadado pelo INSS. 1210.861.Contribuição e Adicional para o Serviço Social da Indústria .029. planejamento e execução de medidas que contribuam diretamente para o bem-estar social de seus trabalhadores.37.466.36.154.6% sobre o pagamento da folha salarial de estabelecimentos industriais e assemelhados.00 .5% sobre a folha de salários de contribuição de estabelecimentos industriais e assemelhados. de 1990.212.Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . de 1986.154. Amparo legal: Lei no 8. Decreto Lei no 1. de 1946.Adicional à Contribuição para o Serviço Social da Indústria .Contribuição para o Serviço Social da Indústria .SESI 1210.PIS/PASEP Incide sobre a receita bruta.SESI Adicional criado para atender à execução da política de apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas . Destina-se à aplicação no estudo. 127 .SESI Obrigação patronal incidente à alíquota de 1. 1210. de 1990. e Lei no 8. de 1981.

Amparo legal: Lei Complementar no 7. de 31 de dezembro de 2003. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica.65% sobre o faturamento.Receita de Parcelamentos . 1% sobre o valor das receitas correntes arrecadadas e das transferências correntes e de capital recebidas. de 22 de dezembro de 2005. eliminou a incidência em cascata dessa contribuição. de 14 de dezembro de 2006.637).Imposto sobre a Importação. 128 . de 2002. 1210.127.Receitas dos Principais das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. Decreto no 5. de 30 de abril de 2004.02 . Lei no 10. de 21 de novembro de 2005.637. porém. Lei Comple mentar no 8.530.65%.637. Entre essas encontram-se as pessoas jurídicas tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro presumido e as optantes pelo Simples. convertida na Lei no 10.998.865. de 25 de novembro de 1998. aumentou sua alíquota de 0. de 11 de janeiro de 1990. para o custeio do Programa de Seguro Desemprego e concessão de abonos salariais.01.Receita de Parcelamentos . de 3 de dezembro de 1970. 11. Alíquotas incidentes sobre o faturamento final (não cumulativo): 1. quando se tratar de pessoas jurídicas de direito público.196. de 23 de julho de 2004. e Decreto no 6. de 31 de agosto de 2006. Decreto no 5. Lei no 11.715.FAT.01 .37. art. Lei Complementar no 123. Destinação legal: Destina-se ao Fundo de Amparo ao Trabalhador . Algumas pessoas jurídicas são excepcionadas desse novo regime. I. independentemente de sua denominação ou classificação contábil. de 30 de dezembro de 2002. Lei no 10. de 31 de dezembro de 2003. de 18 de junho de 2007. Lei nº 7.A Medida Provisória no 66. de 7 de setembro de 1970.02 .881.Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Idêntico ao disposto na natureza 1111. continuando sob o efeito da legislação anterior (art. Pelo menos 40% serão repassados ao BNDES para aplicação em programas de desenvolvimento econômico.65% para 1.925. Lei no 9. 8o da Lei no 10. de 29 de agosto de 2002. Lei no 10. Fato gerador: Faturamento mensal. 1210.37. 1% sobre a folha de salários.

de 26 de dezembro de 1995. no caso das pessoas jurídicas de seguros privados.00 .Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . que exerçam atividades agroindustriais. de 30 de dezembro de 2002.02 . antes da provisão do imposto sobre a renda. 17).1210.39. de 3 de janeiro de 2008. de 2. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Receita de Parcelamentos .158-35.Imposto sobre a Importação.02 . agropecuárias. de 15 de dezembro de 1988.5% sobre o montante da remuneração paga a todos os emp regados pelas pessoas jurídicas de direito privado.689. Medida Provisória no 2. extrativistas vegetais e animais. de 31 de dezembro de 2003. Lei no 9. alterada pela Medida Provisória nº 413. de 24 de agosto de 2001. 1210. Fato gerador: Lucro das pessoas jurídicas. no caso das demais pessoas jurídicas. de 10 de janeiro de 2001. Amparo legal: Lei no 7.00 . de 31 de dezembro de 2003.Receita do Principal da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. Destinação legal: 129 . ou a elas equiparadas. 1210. a ser recolhida à Previdência Social.689. as de capitalização e as referidas nos incisos I a XII do § 1º do art.01 . 1º da Lei Complementar nº 105. 1210.CSLL. calculada mediante aplicação da alíquota de: 15%. e Medida Provisória nº 413. Lei Complementar no 123. tendo como base de cálculo o valor do resultado do exercício.01.Receita de Parcelamentos . Destinação legal: Destina-se a financiar a Seguridade Social. 195 da Constituição Federal.Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural . conforme disposto na Lei nº 7. de 14 de dezembro de 2006. de 15 de dezembro de 1988. incidente sobre o lucro líquido ajustado das pessoas jurídicas. e 9%. de 3 de janeiro de 2008 (Art. sindicais patronais rurais.637. do empregador rural pessoa física e do empregador rural pessoa jurídica para aplicação na formação profissional rural e na promoção social do trabalhador rural.38.Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.249.38. Lei no 10. de acordo com o art.38. Fato gerador: Contribuição mensal compulsória.SENAR Recursos oriundos da contribuição da agroindústria. cooperativistas rurais.

00 . A arrecadação e fiscalização das contribuições previstas nos incisos I e II deste artigo serão feitas pela Previdência Social. de 10 de dezembro de 1997.SENAI. ser recolhidas diretamente ao SEST e ao SENAT.42. de 23 de dezembro de 1991. respectivamente. em favor do Serviço 130 . destina-se a apoiar programas voltados à promoção social do trabalhador em transporte rodoviário e do transportador autônomo.SEST As rendas para manutenção do SEST e do SENAT. Amparo Legal: Lei no 8. a partir de 1o de janeiro de 1994.5% do salário de contribuição previdenciária. a partir de 1o de janeiro de 1994.212.540 de 22 de dezembro de 1992.393. e Lei no 10. respectivamente. serão compostas: pelas atuais contribuições compulsórias das empresas de transporte rodoviário. e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial .256. nacionais ou internacionais. e 1.5% (um inteiro e cinco décimos por cento). podendo.00 . saúde. de 24 de julho de 1991. Lei no 8. Lei no 9. serão compostas: pelas atuais contribuições compulsórias das empresas de transporte rodoviário. 1210. por outras contribuições. formação profissional. Destinação legal: Recolhida a partir de janeiro de 1994.SESI. 1210.0% (um inteiro por cento).528. Lei no 9. Lei no 8. lazer e segurança no trabalho. aperfeiçoamento. de 14 de setembro de 1993.SENAT. pelas receitas operacionais. regulamentos e regimentos oriundos desta lei. notadamente nos campos de preparação. na razão de 1. calculadas sobre o montante da remuneração paga pelos estabelecimentos contribuintes a todos os seus empregados e recolhidas pelo Instituto Nacional de Seguridade Social. cultura. calculadas sobre o montante da remuneração paga pelos estabelecimentos contribuintes a todos os seus empregados e recolhidas pelo Instituto Nacional de Seguridade Social.SEST e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte .315. mediante convênios.706. doações e legados. verbas ou subvenções decorrentes de convênios celebrados com entidades públicas ou privadas. Amparo legal: Lei no 8. pela contribuição mensal compulsória dos transportadores autônomos equivalente a 1.É arrecadado pelo INSS e repassado ao SENAR para aplicação na formação profissional rural e na promoção social do trabalhador rural. de 9 de julho de 2001. de 19 de dezembro de 1996.41. alimentação. do salário de contribuição previdenciária. que passarão a ser recolhidas em favor do Serviço Social do Transporte . pelas multas arrecadadas por infração de dispositivos. ainda. Fato gerador: Obrigação patronal incidente sobre a folha de salários das empresas de transporte rodoviário e dos transportadores autônomos.Contribuição para o Serviço Social do Transporte .Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte SENAT As rendas para manutenção do SEST e do SENAT. treinamento. em favor do Serviço Social da Indústria .

respectivamente.SENAI.SESI.43. treinamento. pelas multas arrecadadas por infração de dispositivos.00 .706. de 14 de setembro de 1993. por outras contribuições. pelas receitas operacionais. instituído pela Medida Provisória no 2. Amparo legal: Lei no 8.INSS. na razão de 1.Contribuição para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo . Destinação legal: Recolhida a partir de janeiro de 1994.0% (um inteiro por cento). sem prejuízo da fiscalização da aplicação de seus recursos pelo Tribunal de Contas da União. desenvolvimento e promoção social do trabalhador em cooperativa e dos cooperados. por meio de Guia de Recolhimento da Previdência Social. e 1.601.0% do salário de contribuição previdenciária. doações e legados.Social da Indústria . respectivamente.SEBRAE Fato gerador: Receita proveniente de contribuições mensais de empresas ao Instituto Nacional de Seguridade Social . administrar e executar em todo o território nacional o ensino de formação profissional.44. de 21 de janeiro de 1998. Destinação legal: Os recursos arrecadados terão como objetivo primordial apoiar o desenvolvimento das micro e pequenas empresas mediante projetos que visem ao seu aperfeiçoamento técnico. racionalização e capacitação gerencial.SESCOOP Recursos para custear os programas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo .00 . do salário de contribuição previdenciária. 1210. É arrecadada pelo INSS. com o objetivo de organizar. composto por entidades vinculadas ao sistema sindical. que se encarrega do repasse ao SENAT. notadamente nos campos de preparação. nacionais ou internacionais. Fato gerador: 131 . destina-se a apoiar programas voltados à aprendizagem do trabalhador em transporte rodoviário e do transportador autônomo. Amparo legal: Lei no 9.SESCOOP. que passarão a ser recolhidas em favor do Serviço Social do Transporte . e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial . e repassado ao SEBRAE no prazo de 30 dias após sua arrecadação. aperfeiçoamento e formação profissional. Fato gerador: Obrigação patronal incidente sobre a folha de salários das empresas de transporte rodoviário e dos transportadores autônomos. regulamentos e regimentos oriundos desta lei. com personalidade jurídica de direito privado.168.SENAT. de 24 de agosto de 2001.SEST e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte . 1210.Contribuição para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas .5% (um inteiro e cinco décimos por cento). pela contribuição mensal compulsória dos transportadores autônomos equivalente a 1. verbas ou subvenções decorrentes de convênios celebrados com entidades públicas ou privadas.

de 18 de maio de 2000.981.SESCOOP. inclusive com o apoio de sistema de circuito fechado de televisão e difusão de som. Amparo legal: Lei Complementar no 110.168. recolhida na rede bancária e repassada à Caixa Econômica. de 24 de março de 1998.659. com utilização de processo de extração isento de contato humano. de 24 de agosto de 2001. Decreto no 3. Amparo legal: Medida Provisória no 2.Contribuição sobre Jogos de Bingo Os jogos de bingo são permitidos em todo o território nacional nos termos da Lei no 9. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Será incorporada ao FGTS.Contribuição mensal compulsória de 2. e Medida Provisória no 2216-37. de 14 de novembro de 2000. podendo as entidades de administração e de prática desportiva credenciarem-se junto à União para sua explorar o jogo de bingo permanente ou eventual.45. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. oferecendo prêmios exclusivamente em dinheiro. de 20 de junho de 2001. Fato gerador: Receita proveniente de 4. 1210.615. referentes ao FGTS.00 .615. Amparo legal: Lei no 9.5% dos recursos arrecadados em cada sorteio dos jogos de bingos permanente ou eventual. Destinação legal: Para fazer face às despesas com a reposição da correção monetária dos saldos nas contas do FGTS.Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Contribuição devida pelos empregadores em caso de despedida de empregado sem justa causa. de 24 de março de 1998.00 . de 14 de julho de 2000. Destinação legal: Os recursos serão destinados ao fomento do desporto. que assegure integral lisura dos resultados. de 31 de agosto de 2001. Lei no 9.47. Destinação legal: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo . 1210. recolhida pela Previdência Social e repassada ao SESCOOP. Considera-se bingo permanente aquele realizado em salas próprias. Fato gerador: Despedida de empregado sem justa causa com alíquota de 10% (dez por cento) sobre o montante de todos os depósitos devidos.5% (dois vírgula cinco por cento) sobre o montante da remuneração paga a todos os empregados pelas cooperativas. 132 . durante a vigência do contrato de trabalho. de 27 de junho de 2001.

00 . vestuário. referente ao mês anterior. de 20 de janeiro de 1994.5% sobre a base de cálculo especificada nos §§ 2o e 3o do Decreto no 3. abonos.844. da Lei no 8. de 17 de agosto de 2001. 1210. Fato gerador: Contribuição incidente sobre a remuneração paga ou devida a cada trabalhador. alimentação etc. determinada pela aplicação da alíquota de 0.CONTRIBUIÇÕES ECONÔMICAS Neste grupo são classificadas as Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico CIDE. e Decreto no 3. A contribuição será recolhida na rede bancária e repassada à Caixa Econômica.5%. O art.contribuições destinadas à CNA/CONTAG).Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador É um adicional da contribuição social de 8%. estabelece que é vedada a instituição de contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico sobre as receitas decorrentes de exportação.914. de 11 de setembro de 2001 (total da remuneração mensal).).00 . (Exemplo . 149 da Constituição dispõe que compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. de 20 de janeiro de 1994. 1210. de 11 de maio de 1990.844. Amparo legal: Lei Complementar no 110. Destinação legal: Para fazer face às despesas com a reposição da correção monetária dos saldos nas contas do FGTS. gorjetas. 149. de 20 de junho de 2001. de 11 de maio de 1990 (gratificações ajustadas.036.00 . Lei no 8. computadas as parcelas de que trata o art.036. 1220. § 2o da Constituição.48.914. e Decreto no 3. Lei no 8. de 11 de setembro de 2001. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas.00. 133 . de 11 de setembro de 2001. 15.Outras Contribuições Sociais Englobam quaisquer outras contribuições sociais que não se enquadrem nos itens anteriores. como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. perfazendo uma alíquota total de 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. Lei no 8. Os fatos geradores que podem ser utilizados para a instituição de uma CIDE são estabelecidos em normativos infraconstitucionais. comissões.Lei no 8. O art. de 11 de maio de 1990.99.914. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15.036. de 17 de agosto de 2001. diárias para viagens e salário contratual como habitação. devida pelo empregador.

24% serão destinados ao PIN e 16% ao PROTERRA. ambas de 24 de agosto de 2001. As Medidas Provisórias nos 2.02. Art.FINOR. 13 da Le i no 10. 60% corresponderão à aplicação nos Fundos de Investimento da Amazônia . a Agência de Desenvolvimento da Amazônia . 1220.PROTERRA O PROTERRA foi instituído em 1971 com o objetivo de promover o mais fácil acesso do homem à terra. a Agência de Desenvolvimento da Amazônia . Fato gerador: Da parcela do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Art. ambas de 24 de agosto de 2001. os percentuais a seguir indicados no grupo FINOR/FINAM/PIN/PROTERRA: 30% relativamente aos períodos de apuração encerrados a partir de 1o de janeiro de 1998 até 31 de dezembro de 2003. respectivamente. em cada período de apuração. Fato gerador: Da parcela do Imposto de Renda Pessoa Jurídica.FDNE e da Amazônia . Da parcela deduzida.FDNE e da Amazônia .FINAM e do Nordeste . 20% relativamente aos períodos de apuração encerrados a partir de 1o de janeiro de 2004 até 31 de 134 .FDA. o conjunto das aplicações não poderá exceder.177.156 e 2.SUDAM e criam a Agência de Desenvolvimento do Nordeste .157. em cada período de apuração.ADA e os Fundos de Desenvolvimento do Nordeste . que servir de base de cálculo para aplicação em incentivos fiscais.167. as Superintendências de Desenvolvimento do Nordeste .Contribuição para o Programa de Integração Nacional . de 16 de junho de 1970. Destinação legal: Para aplicação em projetos relevantes para o desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste. e Arts. de 15 de janeiro de 2001.00 .ADENE. o conjunto das aplicações não poderá exceder.01. 10% relativamente aos períodos de apuração encerrados a partir de 1o de janeiro de 2009 até 31 de dezembro de 2013.1220.ADENE. as Superintendências de Desenvolvimento do Nordeste .Contribuição para o Programa de Redistribuição de Terras e de Estímulo à Agroindústria do Norte e do Nordeste .ADA e os Fundos de Desenvolvimento do Nordeste . de 26 de março de 1999.157.PIN O PIN foi criado em 1970 com o objetivo de promover a maior integração à economia nacional das regiões compreendidas nas áreas de atuação da SUDAM e da SUDENE.SUDENE e da Amazônia SUDAM e criam a Agência de Desenvolvimento do Nordeste . que servir de base de cálculo para aplicação em incentivos fiscais.000. 599 e 602 do Decreto no 3. 5o do Decreto-Lei no 1. 20% relativamente aos períodos de apuração encerrados a partir de 1o de janeiro de 2004 até 31 de dezembro de 2008. extinguem.FDA.156 e 2.106. 2o da Lei no 8. As Medidas Provisórias nos 2.SUDENE e da Amazônia . extinguem. criar melhores condições de emprego de mão-de-obra e fomentar a agroindústria nas regiões compreendidas nas áreas de atuação da SUDAM e da SUDENE. sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional. Amparo legal: Art. respectivamente. os percentuais a seguir indicados no grupo FINOR/FINAM/PIN/ PROTERRA: 30% relativamente aos períodos de apuração encerrados a partir de 1o de janeiro de 1998 até 31 de dezembro de 2003.00 . de 16 de janeiro de 1991.

13 da Lei no 10. Contribuição devida pelo ressarcimento de custos e demais encargos para o fornecimento de selos de controle sobre a produção e importação de diversos produtos. 6o do Decreto-Lei no 1.502. 3o do Decreto-Lei no 1. Fato gerador: Fornecimento de selos de controle sobre a produção e importação de diversos produtos.532.SRF.502. de 6 de julho de 1971.IPI foram instituídos pela Lei no 4. de 17 de dezembro de 1975.03. de 30 de novembro de 1964. de 10 de dezembro de 1997. 24% serão destinados ao PIN e 16% ao PROTERRA. e a atender aos demais encargos específicos i erentes ao n desenvolvimento e aperfeiçoamento das atividades de fiscalização dos tributos federais.Contribuições para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização Destinam-se a fornecer recursos para financiar o reaparelhamento e o reequipamento da Secretaria da Receita Federal . Da parcela deduzida.FINAM e do Nordeste . 46 da Lei no 4.01 . prevendo a distribuição gratuita. Art.179. de 15 de janeiro de 2001. São vinculadas ao Fundo de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização FUNDAF. O Decreto-Lei no 1.FINOR. de 26 de março de 1999.437. que estabelece o ressarcimento dos valores de fornecimento. de 26 de dezembro de 2002. autorizou o ressarcimento de custos e demais encargos para o fornecimento dos selos.177. de 16 de janeiro de 1991. 599 e 602 do Decreto no 3.03.544. Destinação legal: Os recursos provenientes do fornecimento dos selos de controle constituirão receita do FUNDAF. Atualmente.167.Selo Especial de Controle Os selos para controle do Imposto sobre Produtos Industrializados . de 17 de dezembro de 1975. de 30 de novembro de 1964.437. entre outros. Art. 10% relativamente aos períodos de apuração encerrados a partir de 1o de janeiro de 2009 até 31 de dezembro de 2013. 135 . necessitando para isso a autorização do Ministro da Fazenda.544.00 .000. Art. sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional. 1220.dezembro de 2008. 60% corresponderão à aplicação nos Fundos de Investimento da Amazônia . 1220. Lei no 9.437. e Arts. instituído pelo Decreto-Lei no 1. Amparo legal: Art. e Decreto no 4. a questão está regulamentada pelo Decreto no 4. de 17 de dezembro de 1975. Amparo legal: Art. como cigarros e bebidas alcoólicas. Destinação legal: Para aplicação em projetos relevantes para o desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste. de 26 de dezembro de 2002. 2o da Lei no 8.

far-seá mediante plano anual. Amparo legal: Decreto-Lei no 1.02 . de 1976. 1220. 136 . Os quantitativos destinados à CCCCN corresponderão ao total das contribuições.Contribuição sobre Apostas em Competições Hípicas Contribuição mensal devida pelas entidades turfísticas à Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional . concessionários de lojas francas. beneficiários de depósito especial alfandegado. e Instrução Normativa/SRF no 180.05. destinada à sua administração. Decreto no 4.1220.455.543. recolhidos no mês anterior sob o Título “Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional . A aplicação dos recursos recebidos pela Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional .03. aprovado pelo Ministério da Agricultura. de 17 de dezembro de 1975. Pecuária e Abastecimento.437. de 24 de julho de 2002. Fato gerador: Apostas em competições hípicas.CCCCN.Lojas Francas. Portaria do Ministério da Fazenda no 204.FUNDAF. art. 9o e 22o. A contribuição será recolhida em conta do Fundo Federal Agropecuário do Ministério da Agricultura. até o dia 10 (dez) de cada mês seguinte ao vencido. permissionários de local alfandegado de uso público. para o desenvolvimento das atividades ligadas à equideocultura no País. Destinação legal: Os recursos são destinados à Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional CCCCN. de 17 de outubro de1988.993. de 26 de dezembro de 2002. calculada sobre o valor total do movimento geral de apostas do mês anterior.CCCCN. de 17 de dezembro de 1975. instituído pelo Decreto-Lei no 1.437. de 22 de agosto de 1996. e Decreto no 96.00 . e pela realização de análises e laudos laboratoriais na importação de produtos das indústrias químicas e paraquímicas e alimentícias. de 19 de dezembro de 1984.291.CCCCN”. Entrepostos Aduaneiros e Depósitos Alfandegados Contribuição devida pelo ressarcimento das despesas administrativas decorrentes das atividades extraordinárias de fiscalização realizadas pela Secretaria da Receita Federal junto a permissionários de regime de entreposto aduaneiro na importação de uso púb lico. Destinação legal: Receitas vinculadas ao Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização . Decreto-Lei no 1. Pecuária e Abastecimento. Amparo legal: Lei no 7. Fato gerador: Atividades extraordinárias de fiscalização realizadas pela Secretaria da Receita Federal. ao desenvolvimento das atividades ligadas à equideocultura no País e ao auxílio às sociedades e às entidades turfísticas.

38. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.00 . em categoria de programação específica no âmbito do Fundo Setorial do Audiovisual. aos produtores. 32 da Medida Provisória . Arts. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. de 2001.MP no 2. Fato gerador: Pagamento. de 6 de setembro de 2001. 38. bem 137 .228-1. de importâncias relativas a rendimento decorrente da exploração de obras cinematográficas e videofonográficas ou por sua aquisição ou importação. 32 da Medida Provisória .Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional . licenciamento e distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas com fins comerciais. a remessa ou a entrega.06. 36. nos termos dos incisos I e III do art. 33. de 6 de setembro de 2001. da Lei no 11. 35. bem como sobre a veiculação ou distribuição de obra audiovisual publicitária incluída em programação internacional. Arts. de importâncias relativas a rendimento decorrente da exploração de obras cinematográficas e videofonográficas ou por sua aquisição ou importação. 1220. de 6 de setembro de 2001. e Art. da Lei no 11.228-1. produção.Receita de Veiculação de Obras Cinematográficas e Videofonográficas com Fins Comerciais Registra as contribuições incidentes sobre a veiculação.437. e Art. a preço fixo.228-1. distribuidores ou intermediários no exterior. 1220. de 6 de junho de 2002. emprego.01 . distribuidores ou intermediários no exterior. crédito. 33. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.06. nos termos do parágrafo único do art. além dos arts. a produção. o licenciamento e a distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas com fins comerciais. 47 e 48. 2o a 4o. 36. aos produtores. Fato gerador: Veiculação.CONDECINE Registra as contribuições incidentes sobre as diversas atividades ligadas à Indústria Cinematográfica e Videofonográfica. 32 da Medida Provisória . o crédito.1220. Amparo legal: Parágrafo único do art. 32. de 28 de dezembro de 2006. a preço fixo.MP no 2. Destinação legal: Fundo Nacional de Cultura. remessa ou entrega. relacionadas no art.228-1. de 6 de setembro de 2001. e do Anexo I da referida MP. o emprego.437. 32 da Medida Provisória .228. por segmento de mercado a que forem destinadas.02 . 2o a 4o. por segmento de mercado a que forem destinadas.MP no 2. e Anexo I da MP no 2. Amparo legal: Arts.MP no 2. de 28 de dezembro de 2006. 35.06.Receita de Remessa de Rendimentos da Exploração de Obras Cinematográficas e Videofonográficas Registra as contribuições incidentes sobre o pagamento. descontados os 20% destinados à Desviculação de Recursos à União DRU. 47 e 48.

listados no Anexo I da referida Medida Provisória. 2o a 4o. 36.228-1.06. 30% (trinta por cento) deverão ser destinadas a produtoras brasileiras estabelecidas nas regiões Norte. 36. 32 da MP no 2. Destinação legal: Fundo Nacional de Cultura. além dos arts. II . 138 .Ancine. Nordeste e Centro-Oeste. de 2001. 35. De forma específica. 27 e 40 da Lei no 12.437. Arts. 32 da MP no 2.no mínimo. efetiva ou potencialmente. Amparo legal: Inciso II do art.437. 38. Amparo legal: Incisos I e III do art. na região. 33. em categoria de programação específica no âmbito do Fundo Setorial do Audiovisual.como sobre a veiculação ou distribuição de obra audiovisual publicitária incluída em programação internacional. e do Anexo I da referida MP. o local da produção da obra audiovisual. de 6 de junho de 2002. nos critérios e condições estabelecidos pela Agência Nacional do Cinema .no mínimo. além dos arts.485 de 12 de setembro de 2011. estabelecem que a partir de 2012 o § 3o do art. a residência de artistas e técnicos envolvidos na produção e a contratação. listados no Anexo I da Medida Provisória . de 28 de dezembro de 2006.03 . e Art. de serviços técnicos a ela vinculados. descontados os 20% destinados à Desviculação de Recursos à União DRU. em categoria de programação específica no âmbito do Fundo Setorial do Audiovisual.MP no 2. de 28 de dezembro de 2006. entrará em vigor e destinará parte destes recursos conforme abaixo: I . distribuir conteúdos audiovisuais nos termos da lei que dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado. que deverão incluir. Fato gerador: A prestação de serviços que se utilizem de meios que possam.228-1. Arts. 1220. 10% (dez por cento) deverão ser destinadas ao fomento da produção de conteúdo audiovisual independente veiculado primeiramente nos canais comunitários. 47 e 48. 2o a 4o da Lei no 11. 4o da Lei no 11. distribuir conteúdos audiovisuais nos termos da lei que dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 3. efetiva ou potencialmente. de 28 de dezembro de 2006. de 6 de setembro de 2001. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 38. 35.228-1. universitários e de programadoras brasileiras independentes de que trata a lei que dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado. entre outros.Receita de Distribuição de Conteúdos Audiovisuais por Prestadores de Serviço de Acesso Condicionado Registra as contribuições incidentes sobre a prestação de serviços que se utilizem de meios que possam. os arts. 47 e 48. da Lei no 11. descontados os 20% destinados à Desviculação de Recursos à União DRU.437. 33. e do Anexo I da referida MP. de 6 de setembro de 2001. Destinação legal: Fundo Nacional de Cultura.

na navegação de cabotagem. operadas pelas empresas de transporte aéreo regular.Adicional sobre as Tarifas de Passagens Aéreas Domésticas Registra o valor da arrecadação do adicional de até 3% sobre as tarifas de passagens aéreas das linhas domésticas. realizadas no âmbito das regiões Norte e Nordeste. Decreto no 98. de 11 de novembro de 1975. que atenderem aos requisitos previstos no art. e Art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 179.00 . de 22 de fevereiro de 2000. Destinação legal: Os recursos destinam-se. art. Esta contribuição incide sobre o frete. segundo percentuais estabelecidos na Lei 10. 25% e 40%. 27 e 40 da Lei no 12. 1220. e 40%. de baixo e médio potencial de tráfego.18. instituído pelo Decreto-Lei no 2. pelo transporte de carga de qualquer natureza. de 22 de fevereiro de 2000. no transporte de cargas de granéis líquidos. e constitui fonte básica do Fundo da Marinha Mercante FMM. 42. Portaria no 101/GC-5. 1220. 12 da Portaria no 101/GC-5.996 de 02 de março de 1990. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. à razão de: 25%. exclusivamente. O AFRMM será calculado sobre o frete. e Lei no 11. Fato gerador: Transporte aéreo de passageiros em linhas domésticas.ANAC e deverá ser aplicado. de 23 de dezembro de 1987. 10%. ao Fundo da Marinha Mercante .Arts. de acordo com o conhecimento de embarque e o manifesto de carga. de 13 de dezembro de 2011. inclusive as de transporte aéreo regional e os trechos de cabotagem. na navegação fluvial e lacustre. destina-se a atender aos encargos da intervenção da União no apoio ao desenvolvimento da marinha mercante e da indústria de construção e reparação naval brasileiras. que é a remuneração do transporte aquaviário da carga de qualquer natureza.590. na suplementação tarifária de linhas aéreas regionais de passageiros. de 27 de setembro de 2005. com alíquotas de 10%. Fato gerador: O fato gerador do AFRMM é o início efetivo da operação de descarregamento da embarcação em porto brasileiro e incide sobre o frete cobrado pelas empresas brasileiras e estrangeiras de navegação que operem em porto brasileiro.485 de 12 de setembro de 2011. Amparo legal: Decreto no 76. de 13 de julho de 2004.404. descarregada em porto brasileiro.Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante O Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante . na navegação de longo curso.AFRMM. executadas dentro da Amazônia Legal e de baixo potencial de tráfego da região Nordeste.893.16.FMM. Destinação legal: O recurso é vinculado à Agência Nacional da Aviação Civil . operando embarcação própria ou afretada de registro brasileiro e a uma conta especial que é rateada entre as empresas brasileiras de navegação autorizadas a operar na cabotagem e na navegação fluvial e 139 . à empresa brasileira de navegação. segundo o tipo de transporte.182.00 .

40% ao Fundo Naval. para aplicação em atividades do setor elétrico na forma do art. de 23 de dezembro de 1987.FDEPM e 0. os recursos que transitam pelo Orçamento da União.5% destina-se ao Fundo do Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo e 0.404. da seguinte forma: a) Concessionárias e Permissionárias de DISTRIBUIÇÃO de energia elétrica: . 140 .432.FNDCT. de 8 de janeiro de 1997. de 2000.Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia Elétrica As concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição. entre portos brasileiros. anualmente parcela de sua receita operacional líquida em pesquisa e desenvolvimento do setor elétrico e em programas de eficiência energética no uso final.0.0. proporcionalmente ao total de fretes por elas gerado no transporte. ficam distribuídos da seguinte forma: 76. Descontados os 20% referentes à Desvinculação de Receitas da União .32 % ao Fundo Naval.0. Lei no 9.991.0% da ROL em pesquisa e desenvolvimento no setor elétrico. segundo o parágrafo único do art. Da parcela do produto da arrecadação do AFRMM que cabe ao FMM 3% destina-se ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .991.00 . transmissão.893. 2.5% da ROL em pesquisa e desenvolvimento no setor elétrico. Lei no 10.1. b) Concessionárias de GERAÇÃO e empresas autorizadas à PRODUÇÃO independente de energia elétrica: .40% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .1. 1220.lacustre. 1 a 3 da Lei no 9. 1o da Lei no 9.FNDCT. c) Concessionárias de TRANSMISSÃO de energia elétrica: .FMM e Ministério dos Transportes. e .DRU. de 13 de julho de 2004. 4o -A. geração e as autorizadas à produção independente de energia elétrica são obrigadas.0% da ROL em pesquisa e desenvolvimento no setor elétrico.24.3% da ROL12 (adicional) recolhidos ao Tesouro. a aplicar.08% ao Fundo da Marinha Mercante .5% da ROL em programas de eficiência energética. para transferência a Estados e Municípios. pelos arts. Amparo legal: Decreto-Lei no 2. 1. de cargas de importação e de exportação do comércio exterior do País.20% ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo . . de 24 de julho de 2000. 1. 12 A obrigatoriedade do recolhimento do adicional cessa em 31 de dezembro de 2012.

/Mun. transmissão ou distribuição de energia elétrica por concessionárias. de 24 de julho de 2000. de 29 de dezembro de 2000.991. 1220.00 . a cada mês.204.0% ROL * Recolhimento até 31 de dezembro de 2012. de 2004. creditados. Lei no 10. de 8 de junho de 2010. bem como aquelas signatárias de contratos que impliquem transferência de tecnologia.Fato gerador: Geração. e Decreto no 7.Contribuição pela Licença de Uso. diretamente pelas empresas prestadoras dos serviços. 141 . e outra parcela. contratos de transferência de tecnologia os relativos à exploração de patentes ou de uso de marcas e os de fornecimento de tecnologia e prestação de assistência técnica. para fins da Lei n 10. Decreto no 3. Eficiência Energética Atividades do setor elétrico P&D no setor elétrico P&D no setor elétrico P&D no setor elétrico Destino Aplicação direta pelo prestador do serviço 100% Tesouro Nacional (Transferências a Est.867. entregues.0% ROL orçamentária extraorçamentária orçamentária Transmissão 1. devida pelas empresas detentoras de licença de uso ou adquirente de conhecimentos tecnológicos. de 16 de julho de 2001.) 40% FNDCT 40% serão aplicados "segundo regulamento da ANEEL" 20% MME Modalidade extraorçamentária orçamentária* Distribuição Geração 0. de forma orçamentária. firmados com residentes ou domiciliados no exterior. o Consideram-se.168.5% ROL 1. de 9 de dezembro de 2009. Aquisição ou Transferência de Tecnologia Contribuição de intervenção no domínio econômico. incidente à alíquota de 10% sobre os valores pagos. Lei no 12.25.848.111. permissionárias ou autorizadas à prestação de serviços públicos de energia elétrica.5% ROL 0.3% ROL Prog. Amparo legal: Lei no 9. Destinação legal: Uma parcela dos recursos são aplicados de forma extra-orçamentária. a residentes ou domiciliados no exterior. As tabelas abaixo ilustram a divisão dos recursos: Tipo de Serviço Alíquota de Aplicação Público Prestado Contribuição (vinculação legal) Distribuição Distribuição 0. empregados ou remetidos.

empregados ou remetidos. a cada mês. e Decreto no 4.472. de 29 de dezembro de 2000. firmados com residentes ou domiciliados no exterior.998 de 17 de agosto de 2000. bem como por aquela signatária de contratos que impliquem transferência de tecnologia. 1220.Contribuição sobre a Receita Operacional Bruta.0% sobre a receita operacional bruta para o FUST e de 0.624. a alíquota de 1% sobre o valor da receita operacional bruta excluindo-se para determinação da base de cálculo. 142 .Contribuição sobre a Receita das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Contribuição sobre a receita das empresas prestadoras de serviços de telecomunicações. a residentes ou domiciliados no exterior. Destinação legal: A contribuição será recolhida ao Tesouro Nacional e destinada ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .00 . entregues. Amparo legal: Lei no 10. de 16 de julho de 1997. Amparo legal: Lei no 9.PIS e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . creditados. decorrente de prestação de serviços de telecomunicações. de 11 de abril de 2002. a título de remuneração decorrente das obrigações contraídas pela pessoa jurídica detentora de licença de uso ou adquirente de conhecimentos tecnológicos. decorrente da prestação dos serviços de telecomunicações.26. o PIS e o COFINS. de 05 de dezembro de 2000. o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transportes Interestaduais.Fato gerador: A contribuição incidirá sobre os valores pagos.01 . 1220. as vendas canceladas. os descontos concedidos.26.168.5% sobre a receita bruta para o FUNTTEL. excluindo-se o ICMS.FNDCT. a Contribuição ao Programa de Integração Social .COFINS. incidente à aliquota de 1. Os recursos serão alocados em categoria de programação específica e administrados conforme o disposto no regulamento. Destinação legal: Os recursos são destinados ao FUST com a finalidade de cobrir a parcela de custo exclusivamente atribuível ao cumprimento das obrigações de universalização de serviços de telecomunicações que não possa ser recuperada com a exploração eficiente do serviço nos termos do disposto na Lei no 9. Fato gerador: Prestação de serviços de telecomunicações no regime público e privado pelas empresas prestadoras de serviços de telecomunicações. decorrente de Prestação de Serviços de Telecomunicações Contribuição devida pelas empresas prestadoras de serviços de telecomunicações. Intermunicipal e de Comunicações ICMS.195. e Decreto no 3.

00 . de 19 de dezembro de 2001. São contribuintes da CIDE o produtor. 3o da Lei no 10.052. Intermunicipal e de Comunicações .336.Combustíveis tem como fato gerador operações realizadas com os combustíveis elencados no art.1220.FUNTTEL. 1220.737.5% sobre a receita bruta. Destinação legal: Os recursos são destinados ao Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações .28.01 . as vendas canceladas. incentivar a capacitação de recursos humanos. Esse fundo. de natureza contábil. o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transportes Interestaduais.PIS e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .26. de 19 de dezembro de 2001. nos termos da Emenda Constitucional nº 33.Contribuição Relativa às Atividades de Importação e Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Essa contribuição passou a ser arrecadada em 1o de janeiro de 2002. de 28 de novembro de 2000. pessoa física ou jurídica. Gás Natural e Álcool Carburante A CIDE . dos combustíveis líquidos relacionados no art. o formulador e o importador. para aplicação no interesse do setor de telecomunicações.Combustíveis foi instituída pela Lei no 10.ICMS. 3o da Lei no 10. à alíquota de 0. A contribuição não incide sobre receitas de exportação dos produtos mencionados acima.336. e Decreto no 3.Contribuição Relativa às Atividades de Importação de Petróleo e seus Derivados.COFINS. excluindo-se para determinação da base de cálculo. de modo a ampliar a competitividade da indústria brasileira de telecomunicações. a Contribuição ao Programa de Integração Social . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. São isentas as operações de comercialização de combustíveis e derivados junto a empresas exportadoras desses produtos. gás natural e álcool carburante. Gás Natural e Álcool Carburante A CIDE . Fato gerador: Prestação de serviços de telecomunicações no regime público e privado pelas empresas prestadoras de serviços de telecomunicações.Contribuição sobre a Receita Bruta das Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Contribuição devida pelas empresas prestadoras de serviços de telecomunicações. fomentar a geração de empregos e promover o acesso de pequenas e médias empresas a recursos de capital.336. Amparo legal: Lei no 10. os descontos concedidos. Fato gerador: 143 . de 30 de janeiro de 2001. de 19 de dezembro de 2001. tem como objetivo estimular o processo de inovação tecnológica. decorrente de prestação de serviços de telecomunicações no regime público e privado. 1220. de dezembro de 2001. envolvendo a comercialização no mercado interno e a importação.02 .28. Essa contribuição tem como fato gerador as atividades de importação e comercialização de petróleo e seus derivados. de 27 de junho de 2001.

3o da Lei n 10.636. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. de 4 de dezembro de 2002. envolvendo a comercialização no mercado interno e a importação. realizadas com os o combustíveis elencados no art.336. Lei no 10. de 11 de dezembro de 2001.636. de 30 de dezembro de 2002.336. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15.336. de 30 de dezembro de 2002.Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. de 30 de junho de 2004. Lei no 10. e ao financiamento de programas de infra-estrutura de o transportes. e Lei no 10.Combustíveis são destinados.02 . de 30 de junho de 2004. de 2001. e ao financiamento de programas de infra-estrutura de o transportes. Lei no 10. Amparo legal: Emenda Constitucional no 33 de 11 de dezembro de 2001.Combustíveis tem como fato gerador operações. Emenda constitucional no 44. de 30 de junho de 2004. A Lei no 10. de 4 de dezembro de 2002.As atividades de importação de petróleo e seus derivados. Lei no 10. Destinação legal: Os recursos arrecadados com a CIDE . de 30 de junho de 2004. que instituiu a CIDE . Emenda constitucional no 44. Com a promulgação da Emenda constitucional n 44. de 19 de dezembro de 2001. ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás. ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás. gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. gás natural e álcool carburante. adotou a sistemática de alíquotas específicas. A Le i no 10. de 19 de dezembro de 2001.Combustíveis são destinados. de 2001. na forma da lei orçamentária: ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível.Combustíveis. que instituiu a CIDE .866.28.336. Com a promulgação da Emenda constitucional n 44. 1220. na forma da lei orçamentária: ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível. de 19 de dezembro de 2001. gás natural e álcool carburante. Gás Natural e Álcool Carburante A CIDE .866. de 4 de maio de 2004. 29% desses recursos destinam-se aos Estados e ao Distrito Federal.336. 29% desses recursos destinam-se aos Estados e ao Distrito Federal. de 4 de maio de 2004. Lei no 10.Combustíveis. Fato gerador: As atividades de comercialização de petróleo e seus derivados. Amparo legal: Emenda Constitucional no 33. 144 . Destinação legal: Os recursos arrecadados com a CIDE . adotou a sistemática de alíquotas específicas.

de 7 de abril de 2008.Imposto sobre a Importação. 1220.EBC. com o objetivo de propiciar meios para a melhoria dos serviços de radiodifusão pública e para a ampliação de sua penetração mediante a utilização de serviços de telecomunicações. Destinação legal: 97.5% dos recursos arrecadados destinados à Empresa Brasil de Comunicação S/A . A Lei nº 8. 32 da Lei nº 11. conforme §§ 7º e 8º do art.387. de 3 de janeiro de 2006.Receita de Parcelamentos .00. para fazer jus à isenção ou redução do IPI.03 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública Fato gerador: Prestação de serviços de radiodifusão pública.40. explorados diretamente pelo Poder Executivo ou outorgados por este a entidades de sua administração ind ireta.248/1991 relaciona-se às empresas de informática que investem em pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação a serem realizadas no País. de 26 de setembro de 2006 regulamenta as mesmas.5% destinados à ANATEL como retribuição aos serviços de execução. de 23 de outubro de 1991 e a Lei nº 8.Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. e aplicam seus recursos em atividades de pesquisa e desenvolvimento a serem realizadas na Amazônia. Existem duas legislações que tratam do tema.906. Tais recursos são os descritos a seguir: 145 . acompanhamento e avaliação das atividades relativas à tributação da contribuição e demais atividades necessárias à sua administração. Uma parte dos recursos é destinada ao FNDCT. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 13.02 . 6º. Por fim.30. vinculada à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.30. 2. Gás Natural e Álcool Carburante Idêntico ao disposto na natureza 1111. A Lei nº 8. 32 da mesma Lei. as empresas devem investir naquelas atividades no mínimo 5% (cinco por cento) do seu faturamento bruto no mercado interno. deduzidos os tributos correspondentes a tais comercializações.00 .Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática As empresas que investem em atividades de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias da informação podem pleitear isenção ou redução do Imposto sobre Produtos Industrializados .248.28. o Decreto nº 5.01.00 . A Lei nº 8. de 30 de dezembro de 1991. de 30 de março de 2009.IPI para bens de informática e automação. de 19 de maio de 2009 e retificada por essa mesma Portaria para o código 1220.652. 1220. Assim. conforme § 10º do art.Receita de Parcelamentos . decorrente da comercialização dos produtos contemplados com a isenção ou redução do imposto. de 7 de abril de 2008. Amparo legal: Lei no 11.652.1220. Medida Provisória nº 460. Os recursos que são destinados ao FNDCT estão regulamentados no Decreto nº 5.387/1991 está relacionada às empresas de bens de informática que industrializam os mesmos na Zona Franca de Manaus.906/2006. Art.

inclusive em segurança da informação. 35 do referido Decreto. de 30 de dezembro de 1991. do art. 2) Além daqueles 2. à promoção de projetos estratégicos de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias da informação. na eventualidade de os investimentos em atividades de pesquisa e desenvolvimento não atingirem aquele mínimo fixado (5% do faturamento bruto.906. 8º. Lei nº 8. de acordo com o art. de 23 de outubro de 1991. total ou parcial. até dois terços dos 2. os débitos decorrentes da não realização. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento. 4) Por fim. atualizados e acrescidos de doze por cento. A origem dos recursos é o mesmo descrito nos parágrafos precedentes para essas empresas (instaladas na Amazônia).FNDCT.1)Dos 5% investidos (no mínimo). deverão ser aplicados no Programa supracitado. poderão ser objeto de parcelamento (débitos de investimento. Amparo Legal: Lei nº 8. sob a forma de recursos financeiros.3% mínimos obrigatórios. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento.5% (cinco décimos por cento) deverão ser destinados. do Decreto nº 5. A legislação que se refere ao tema é a Lei nº 8.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia Empresas de bens de informática que industrializam os mesmos na Zona Franca de Manaus. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06.906/2006 regulamenta a referida lei.10º. ao FNDCT. não menos que 2.3% (dois inteiros e três décimos por cento) deverão ser aplicados em diversas áreas (como institutos e centros de pesquisa. Destinação Legal: 146 . exclusivamente. de 30 de dezembro de 1991.906/2006). previstos no art. § 1º. de 26 de setembro de 2006.41. 1220.PADSTI (§ 3º. e aplicam seus recursos em atividades de pesquisa e desenvolvimento a serem realizadas na Amazônia.387. Esses recursos do FNDCT destinam-se. do art. 3) Ademais. sendo que pelo me nos 0. de 24 de fevereiro de 2010. Os depósitos a esse último deverão ser trimestrais (Inciso III.248. do Decreto 5.906/2006). os recursos financeiros residuais. faculdades. Decreto nº 5. de aplicações relativas ao investimento compulsório anual em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. O Decreto nº 5.7% (dois inteiros e sete décimos porcento) restantes do faturamento das empresas poderão também ser aplicados sob a forma de recursos financeiros ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor de Tecnologias da Informação . dentre outros). FNDCT. 37 do Decreto nº 5. até o período encerrado em 31 de dezembro de 2003. a qualquer título.906/2006) e serão destinadas ao FNDCT. descontado tributos).00 . Universidades.387.

de 26 de setembro de 2006. à promoção de projetos estratégicos de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias da informação.248. 8º. de 24 de fevereiro de 2010. de 23 de outubro de 1991.3% (dois inteiros e três décimos por cento) deverão ser aplicados em diversas áreas (como institutos e centros de pesquisa. sob a forma de recursos financeiros.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia . Decreto nº 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06.906.906/2006.02 . do art.387. ao FNDCT.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia . do Decreto 5.FNDCT. além daqueles 2.5% (cinco décimos por cento) deverão ser destinados. dos 5% investidos (no mínimo). Amparo Legal: Lei nº 8.10º. do art. de 26 de setembro de 2006. até dois terços dos 2. De acordo com o mesmo.Principal A origem dos recursos obedece ao Inciso III. 1220. do art. 8º. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06.3% mínimos obrigatórios.387. dentre outros).906/2006). Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .FNDCT. Amparo Legal: Lei nº 8. Esses recursos do FNDCT destinam-se.906/2006. não menos que 2.PADSTI (§ 3º.41. exclusivamente. de 24 de fevereiro de 2010. 1220. Inciso III. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento.906.7% (dois inteiros e sete décimos porcento) restantes do faturamento das empresas poderão também ser aplicados sob a forma de recursos financeiros ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor de Tecnologias da Informação . do Decreto 5. sendo que pelo menos 0. Lei nº 8. 147 . do Decreto nº 5.41. faculdades.Excedente De acordo com o § 3º. inclusive em segurança da informação. de 30 de dezembro de 1991. de 23 de outubro de 1991. Lei nº 8. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento. do art. § 1º.01 . de 30 de dezembro de 1991. FNDCT. Universidades.10º. § 1º. do Decreto nº 5.Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Cie ntífico e Tecnológico .248.FNDCT.

de 26 de setembro de 2006.906. 35º. Amparo Legal: Lei nº 8. de aplicações relativas ao investimento compulsório anual em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Lei nº 8.387. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento. deverão ser aplicados no Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor de Tecnologias da Informação .10º. de 23 de outubro de 1991. § 3º.FNDCT. poderão ser objeto de parcelamento (débitos de investimento) e serão destinadas ao FNDCT. total ou parcial.906/2006. do art. descontado tributos). 37 do Decreto nº 5. de 23 de outubro de 1991. de 24 de fevereiro de 2010.Parcelamento de Débitos Tais recursos estão previstos no art.248.41. até o período encerrado em 31 de dezembro de 2003.PADSTI Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento. os recursos financeiros residuais. 35 do Decreto 5.248. os débitos decorrentes da não realização.906.03 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06.FNDCT.41.387. na eventualidade de os investimentos em atividades de pesquisa e desenvolvimento não atingirem aquele mínimo fixado (5% do faturamento bruto. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .Amparo Legal: Lei nº 8. de 30 de dezembro de 1991. de 23 de outubro de 1991.248. de 24 de fevereiro de 2010. Amparo Legal: Lei nº 8.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia .04 . de 30 de dezembro de 1991 Art. a qualquer título. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . atualizados e acrescidos de doze por cento.Residual Conforme o art. de 26 de setembro de 2006. Segundo o referido artigo. 148 .906/2006. Lei nº 8.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas na Amazônia . do Decreto nº 5. do Decreto nº 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06. 1220. 1220.

de 23 de outubro de 1991. sendo que pelo menos 0.906/2006 regulamenta a referida lei. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento. dentre outros). exclusivamente. De acordo com o mesmo. de 23 de outubro de 1991. de 24 de fevereiro de 2010.387. A legislação a que se refere o tema é a Lei nº 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06.Principal A origem dos recursos obedece ao Inciso III. § 1º.248. FNDCT.FNDCT.906. ao FNDCT. dos 5% investidos (no mínimo). 37º. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . do Decreto nº 5. de 24 de fevereiro de 2010. faculdades. de 23 de outubro de 1991. do art.5% (cinco décimos por cento) deverão ser destinados. de 30 de dezembro de 1991. Amparo Legal: Lei nº 8.42. Lei nº 8.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões Empresas de bens de informática que industrializam os mesmos nas demais regiões do País (com exceção da Zona Franca de Manaus). do Decreto nº 5. A origem dos recursos é o mesmo descrito nos parágrafos precedentes para essas empresas (instaladas nas demais regiões). 149 . Universidades.00 . 1220.3% (dois inteiros e três décimos por cento) deverão ser aplicados em diversas áreas (como institutos e centros de pesquisa. de 26 de setembro de 2006. à promoção de projetos estratégicos de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias da informação. Esses recursos do FNDCT destinam-se.906. de 26 de setembro de 2006.01 . e aplicam seus recursos em atividades de pesquisa e desenvolvimento a serem realizadas em diversas regiões. de 30 de dezembro de 1991.248. 1220. Art.387. inclusive em segurança da informação. Decreto nº 5. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento.906/2006. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões .Lei nº 8. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .FNDCT. não menos que 2. Amparo Legal: Lei nº 8.42. sob a forma de recursos financeiros.248. 8º. O Decreto nº 5.

03 . Lei nº 8.Residual Conforme o art. atualizados e acrescidos de doze por cento. 1220.Excedente De acordo com o § 3º.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões .3% mínimos obrigatórios. na eventualidade de os investimentos em atividades de pesquisa e desenvolvimento não atingirem aquele mínimo fixado (5% do faturamento bruto. de 26 de setembro de 2006. 150 . de 24 de fevereiro de 2010.906. de 30 de dezembro de 1991. 1220. do Decreto 5.PADSTI Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento. 35 do Decreto 5.02 . de 26 de setembro de 2006. os recursos financeiros residuais. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06. de 26 de setembro de 2006. 8º. do Decreto nº 5. de 30 de dezembro de 1991. Inciso III. deverão ser aplicados no Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor de Tecnologias da Informação .FNDCT.7% (dois inteiros e sete décimos porcento) restantes do faturamento das empresas poderão também ser aplicados sob a forma de recursos financeiros ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor de Tecnologias da Informação . de 23 de outubro de 1991. do Decreto nº 5.906/2006.906/2006.387.42.387. Amparo Legal: Lei nº 8.42.10º. descontado tributos). do art.906/2006). de 23 de outubro de 1991.248. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .10º. de 30 de dezembro de 1991. Art. Amparo Legal: Lei nº 8. até dois terços dos 2. § 1º.FNDCT. do art.10º.248.906. do Decreto nº 5.387.Lei nº 8. 35º.906.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões . além daqueles 2. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento.PADSTI (§ 3º. Lei nº 8. § 3º. do art. do art. de 24 de fevereiro de 2010. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06. do Decreto 5.

01 .02 .Principal Esta natureza engloba qualquer contribuição econômica que não se enquadra nos itens anteriores.02 . Segundo o referido artigo. Amparo Legal: Lei nº 8.FNDCT. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06. Destinação Legal: Ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . 1300. total ou parcial.01.00 . 37º. exceto as receitas decorrentes de Parcelamentos .00 .Imposto sobre a Importação. de aplicações relativas ao investimento compulsório anual em pesquisa e desenvolvimento tecnológico.RECEITA PATRIMONIAL São receitas decorrentes da fruição do patrimônio imobiliário e mobiliário do Ente Público 151 . 1220.Outras Contribuições Econômicas Esta natureza engloba qualquer contribuição econômica que não se enquadra nos itens anteriores. 1220.Outras Contribuições Econômicas .906/2006. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. de 26 de setembro de 2006. poderão ser objeto de parcelamento (débitos de investimento) e serão destinadas ao FNDCT.Outras Contribuições Econômicas. de 3 de janeiro de 2006.99.906.42. até o período encerrado em 31 de dezembro de 2003. de 24 de fevereiro de 2010. 1220. Fato Gerador: O fato gerador é a venda de bens e serviços de informática pelas empresas que optarem por investir em pesquisa e desenvolvimento. de 3 de janeiro de 2006. os débitos decorrentes da não realização. Art. do Decreto nº 5. a qualquer título.Receita de Parcelamentos . Lei nº 8.Contribuição sobre o Faturamento das Empresas de Informática Instaladas nas Demais Regiões .99. de 23 de outubro de 1991. 1220.00.248.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06.99. 37 do Decreto nº 5.Parcelamentos .Outras Contribuições Econômicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.387.Parcelamento de Débitos Tais recursos estão previstos no art. de 24 de fevereiro de 2010. de 30 de dezembro de 1991. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.04 .

RECEITAS IMOBILIÁRIAS As receitas imobiliárias são provenientes da utilização do patrimônio imobiliário do Ente Público. Fato gerador: A exploração dos imóveis próprios da União sob a forma de aluguel. de 5 de setembro de 1946.725.Arrendamentos São receitas provenientes da locação de imóvel.Foros São receitas provenientes da utilização de imóvel público no regime de aforamento. Decreto no 3. de 10 de janeiro de 2001. Decreto-Lei no 2.00 . na forma de locação. 1311. Decreto no 3. de 5 de setembro de 1946.760.1310. de 21 de dezembro de 1987.481. de 31 de maio de 2007. que resulta da atuação do Estado sob o regime de direito privado na exploração de atividade econômica. Trata-se de receita originária. na forma de aluguel. e Lei no 11.760. Fato gerador: A exploração dos imóveis próprios da União sob a forma de arrendamento. essas receitas obedecem o disposto no Decreto-Lei no 9.00. a União. Trata-se de receita originária. de 10 de janeiro de 2001. No caso da União.00 . aforamento ou cessão de uso. conservando porém. e ocorrem quando coexistem a conveniência de radicar-se o indivíduo ao solo e a de manter-se o vínculo da propriedade pública. na forma de arrendamento. Decreto-Lei no 2. 1312. de 5 de setembro de 1946.760.398. sua plena propriedade.00 . Fato gerador: 152 .00. Amparo legal: Decreto-Lei no 9.00. Lei no 9. e alterações posteriores. de 31 de maio de 2007. A locação se fará quando houver conveniência em tornar o imóvel produtivo. conservando porém. e Lei no 11.725.636. que resulta da atuação do Estado sob o regime de direito privado na exploração de atividade econômica. de 15 de maio de 1998.00.398. Lei no 9. Amparo legal: Decreto-Lei no 9. a União. A locação se fará quando houver conveniência em tornar o imóvel produtivo. 1313. sua plena propriedade.481.636.00 . de 15 de maio de 1998. obedecendo condições especiais e objetivando a exploração de frutos ou prestação de serviços. de 21 de dezembro de 1987.Aluguéis São receitas provenientes da locação de imóvel.

636. de 11 de novembro de 1993. Decreto no 980.398. e Lei no 11. e Lei no 11. Amparo legal: Decreto-Lei no 9.481. de 21 de dezembro de 1987.00 . de 5 de setembro de 1946. de 10 de janeiro de 2001.Taxa de Ocupação de Terrenos da União Recursos provenientes da taxa de ocupação.10. de 10 de janeiro de 2001. 1314. e alterações posteriores.00. de 15 de maio de 1998.00. Decreto-Lei no 2. Decreto no 3.725.00 .398. Amparo legal: Decreto-Lei no 9. 1315. 1315. de 15 de maio de 1998. Fato gerador: 153 .760. Decreto no 3.636. de 21 de dezembro de 1987.636.760.Taxa de Ocupação de Imóveis Recursos provenientes da taxa de ocupação. Lei no 9. de 5 de setembro de 1946. Fato gerador: A transferência do domínio útil de imóvel da União. de 31 de maio de 2007.725. de 10 de janeiro de 2001. Lei no 9. Amparo legal: Decreto-Lei no 9. agentes políticos e servidores públicos federais.481.760.00 . de 31 de maio de 2007. Lei no 9. devida pelos ocupantes de imóveis da União. devida pelos ocupantes de terrenos de marinha e demais terrenos de propriedade da União. Decreto no 3. de 15 de maio de 1998.398. Não se aplicam nos casos de sucessão hereditária. de 21 de dezembro de 1987. de 5 de setembro de 1946. de 31 de maio de 2007.O domínio útil de terreno da União. Decreto-Lei no 2. Fato gerador: A ocupação de imóveis da União. e Lei no 11.Laudêmios Os laudêmios são receitas decorrentes da transferência do domínio útil de imóvel da União de um foreiro a outro.725.481. Decreto-Lei no 2.

00. devida pelos ocupantes de outros bens imóveis de propriedade da União. de 13 de setembro de 2006. 154 .Outras Receitas Imobiliárias Esta natureza engloba qualquer receita imobiliária da União que não se enquadra nos itens anteriores.00 .00 . devida pelos ocupantes de imóveis funcionais e próprios nacionais residenciais da União.20. Fato gerador: A ocupação de outros bens imóveis da União. 164.00. Amparo Legal: Art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. 1315. agentes políticos e servidores públicos federais.00 .00 .Juros de Títulos de Renda Receitas provenientes de aplicações por parte da União (Conta Única do Tesouro) no mercado financeiro. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. 1319. Esses títulos de créditos representam parte do capital de empresas e rendem juros ou dividendos.00 . de receitas no mercado financeiro.30. Fato gerador: Aplicações por parte da União e demais órgãos e entidades da Administração Pública. Fato gerador: A ocupação de imóveis funcionais e próprios nacionais residenciais da União.00. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. Dividendos e Participações.A ocupação de terrenos pertencentes à União. 1321. 1320.Taxa de Ocupação de Imóveis Funcionais e Próprios Nacionais Residenciais . Inclui o resultado das aplicações em títulos públicos. tais como Juros de Títulos de Renda. bem como a participação da União no capital de determinada empresa.Taxa de Ocupação de Outros Imóveis Recursos provenientes da taxa de ocupação. 1315. Fato gerador: A aplicação por parte da União.RECEITAS DE VALORES MOBILIÁRIOS São receitas da União decorrentes dos rendimentos de valores mobiliários. § 3º da Constituição Federal e Normativos da CVM e Banco Central.PNRs Recursos provenientes da taxa de ocupação. de 13 de setembro de 2006. de 13 de setembro de 2006.

Participações São receitas atribuíveis à União.00 .00. Amparo legal: Lei no 6.00 . de 15 de dezembro de 1976. regidas pela regulamentação observada pelas sociedades anônimas. 1323.1322. provenientes da participação societária nos resultados de empresas de capital limitado. de 10 de dezembro de 1997. e alterações posteriores.404. públicas ou não.00. para os mesmos objetivos previstos na lei. conforme determinação legal. ou aos órgãos da administração indireta. autorizadas por lei. ou de órgãos da administração indireta. 155 . ou recurso próprio da administração indireta. Normativos específicos para cada caso. 164. Fato gerador: A aplicação por parte de órgãos e entidades da Administração Pública.FGE Amparo legal: Lei no 6.404. por exemplo. provenientes de resultados nas empresas. Destinação legal: Amortização da dívida pública federal. e Lei no 9. em instituições oficiais. de recursos no mercado financeiro. e Lei no 9. de 15 de dezembro de 1976. no capital de determinadas empresas. quando a receita for da União. 1325. § 3º da Constituição Federal.Remuneração de Depósitos Bancários Receitas provenientes da aplicação das disponibilidades financeiras dos recursos gerenciados pelos diversos órgãos e entidades da Administração Pública. Destinação legal: O rendimento é revertido ao próprio órgão aplicador. de 10 de dezembro de 1997. Destinação legal: Amortização da dívida pública federal.Dividendos Receitas atribuídas à União.00. Fato gerador: A participação no resultado de determinadas empresas de capital limitado.530. o Fundo Garantidor das Exportações . Fato gerador: A aplicação de receita por parte da União. Amparo legal: Art.530.00 . e alterações posteriores.

Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor Receitas auferidas pelo Regime Próprio de Previdência do Servidor . mantido pela União. 1327. também. 1328. Amparo legal: Lei no 9.244. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49.00.Remuneração de Depósitos Especiais Receita decorrente da aplicação. preferencialmente. 156 .717. Destinação legal: Esses recursos são destinados. em instituições oficiais federais. de 5 de dezembro de 1996. Fato gerador: A aplicação de recursos depositados. de 5 de dezembro de 1996.322.322.00. podendo. preferencialmente. prestados em regime de atendimento ambulatorial e de internações hospitalares. conforme determinação legal. ser destinados a outras ações do Ministério da Saúde.00 . em Depósitos Especiais. de 27 de novembro de 1998. Destinação legal: Esses recursos serão destinados. Destinação legal: Recolhidas integralmente ao Tesouro Nacional.00 . Fato gerador: A aplicação dos saldos dos recursos disponibilizados para pagamento de benefícios. de 28 de outubro de 2004. de disponibilidades financeiras. efetuada sobre os saldos dos recursos disponibilizados para paga mento de benefícios.00. Fato gerador: A aplicação de recursos do RPPS no mercado financeiro. com a finalidade de custear o Plano de Seguridade Social do Servidor. de 15 de dezembro de 2006. Amparo legal: Lei no 9. ao pagamento de serviços assistenciais.1326. de acordo com a legislação vigente. Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 3. ao pagamento de serviços assistenciais do Sistema Único de Saúde já executados.RPPS em sua carteira de investimentos.00 .Remuneração de Saldos de Recursos Não-Desembolsados Receita decorrente da remuneração. Amparo legal: Lei nº 9.

10.RECEITA DE CONCESSÕES E PERMISSÕES Receitas decorrentes da concessão ou permissão ao particular do direito de exploração de serviços públicos.Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Fundos Imobiliários Fato gerador: A aplicação de recursos do RPPS no mercado financeiro. Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: A exploração de determinado serviço público mediante concessão ou permissão do Poder Público.00 . que estão sujeitos ao controle. 1328.Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Fixa Fato gerador: A aplicação de recursos do RPPS no mercado financeiro.Remuneração dos Investimentos do Regime Próprio de Previdência do Servidor em Renda Variável Fato gerador: A aplicação de recursos do RPPS no mercado financeiro.00.20.987. Amparo legal: Lei no 8. 1331. que estão sujeitos ao controle.1328.00 . 1328. fiscalização e regulação do Poder Público.00 . fiscalização e regulação do Poder Público.Outras Receitas de Valores Mobiliários * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 7. de 15 de dezembro de 2006.00 . 1329. de 15 de dezembro de 2006.074. de 13 de fevereiro de 1995.30.Receita de Concessões e Permissões .00 .00. em fundos imobiliários. 157 . de 7 de julho de 1995.Serviços Receitas decorrentes da concessão ou permissão ao particular do direito de exploração de serviços públicos. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49.00. em fundos de renda variável. de 15 de dezembro de 2006. Fato gerador: A exploração de determinado serviço público mediante concessão ou permissão do Poder Público. de 13 de fevereiro de 1995.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. 1330. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. de 28 de maio de 2004. Lei no 9.987. em fundos de renda fixa.

normatização e controle dos serviços concedidos.Serviços de Transporte Essas receitas estão associadas a outorga dos serviços públicos de transporte à iniciativa privada. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.01. Fato gerador: A concessão estabelecida pelo Poder Público ao particular do direito de exploração dos serviços de transportes rodoviário interestadual e internacional de passageiros. de 20 de março de 1998.217. normatização e controle dos serviços concedidos.02 .00 . de 5 de junho de 2001. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.233. 1331. 1331. que por intermédio do Departamento de Transportes Ferroviários.521.01. Fato gerador: 158 .01. de 4 de setembro de 2001.217. Fato gerador: A exploração de serviços públicos de transporte ferroviário por parte da iniciativa privada. atuará na fiscalização. e Medida Provisória no 2.Receita de Concessões e Permissões .03 . 1331. Lei no 10.Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Metroviário de Passageiros Receitas decorrentes da concessão pelo Poder Público ao particular do direito de exploração dos serviços de transporte Metroviário de passageiros.01 .01.233. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. de 4 de setembro de 2001. destinada ao Ministério dos Transportes.Receita de Outorga dos Serviços de Transportes Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros Receitas decorrentes da concessão pelo Poder Público ao particular do direito de exploração dos serviços de transportes rodoviário interestadual e internacional de passageiros.Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Ferroviário Essas receitas estão associadas a outorga dos serviços públicos de transporte ferroviário à iniciativa privada. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1331. de 7 de julho de 1995. Fato gerador: A exploração de serviços públicos de transporte por parte da iniciativa privada. Amparo legal: Lei no 10.074. atuará na fiscalização. de 5 de junho de 2001. Medida Provisória no 2. que por intermédio do Departamento de Transportes. destinada ao Ministério dos Transportes.Lei no 9. em suas 6 (seis) malhas regionais. Amparo legal: Decreto no 2.

1331.Serviços de Transporte * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1331.462. 1331.99 .01.Lei no 9.Outras Receitas de Concessões e Permissões . 63 da Lei no 12. Destinação legal: Desenvolvimento e fomento do setor de aviação civil e das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil.825. de 1999.Serviços de Comunicação Essas receitas decorrem da outorga pelo Poder Público do direito de exploração de serviços públicos de comunicação.02. de 2011. Fato gerador: Outorga de uso de bens e da prestação de serviços públicos relacionados à infraestrutura e às atividades aeroportuárias.Receita de Concessões e Permissões . Fato gerador: A concessão estabelecida pelo Poder Público ao particular do direito de exploração dos serviços de transporte marítimo de passageiros.00 . Fato gerador: A exploração de serviços públicos de comunicação outorgados pelo Poder Público. 2o da Lei no 9. Amparo legal: . de 23 de agosto de 1999. 63 da Lei no 12.825. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. e . . de 22 de novembro de 2011. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.02.Art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. e no § 2o do art.01 .01. de 19 de janeiro de 2012. incluindo o Serviço Móvel Celular e o Serviço de Transporte de Sinais de Telecomunicações por Satélite.01.A concessão estabelecida pelo Poder Público ao particular do direito de exploração dos serviços de transporte metroviário de passageiros. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 2. 1331.462.Receita de Outorga dos Serviços de Transporte Marítimo de Passageiros Receitas decorrentes da concessão pelo Poder Público ao particular do direito de exploração dos serviços de transporte Marítimo de passageiros.Medida Provisória no 551. de 5 de agosto de 2011.Receita de Outorga dos Serviços de Telecomunicações Essas receitas decorrem da outorga pelo Poder Público do direito de exploração de serviços públicos de telecomunicações. 159 .04 . conforme disposto no art.Receita de Outorga dos Serviços de Infraestrutura Aeroportuária Registra os valores arrecadados em razão das outorgas de infraestrutura aeroportuária.06 . 1331.

de 28 de dezembro de 2006.437.998. e 45% para a Agência Nacional de Telecomunicações .437.Fato gerador: A exploração de serviços públicos outorgados pelo Poder Público. de 7 de julho de 1966. Amparo legal: Lei no 5.02.Receita de Outorga dos Serviços de Radiodifusão Sonora e de Sons e Imagens Essas receitas decorrem da outorga pelo Poder Público do direito de exploração de serviços públicos de radiodifusão sonora e de sons e imagens. e 20% para o 160 .FUST.FNDCT (PDCT do Setor Espacial). Destinação legal: Dos recursos arrecadados. 1331. de 17 de agosto de 2000. de 7 de julho de 1966. Lei no 9.02. Destinação legal: Dos recursos arrecadados. 50% para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações . até 5% são destinados ao Fundo Nacional de Cultura.070. de 28 de dezembro de 2006.Receita de Outorga do Direito de Uso de Radiofrequência Receitas decorrentes de concessão estabelecida pelo Poder Público ao particular do direito de uso de radiofrequência para qualquer fim. incluindo o uso de radiofrequências. Lei no 9.ANATEL. de 16 de julho de 1997. 1331. Fato gerador: A exploração de serviços públicos de radiodifusão sonora e de sons e imagens pelo Poder Público. 50% para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações . Amparo legal: Lei no 5. 25% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .472. e 45% para a Agência Nacional de Telecomunicações .FUST.FUST. e Lei 11.02 . de 17 de agosto de 2000. Lei no 9. até 5% são destinados ao Fundo Nacional de Cultura.998. até 5% são destinados ao Fundo Nacional de Cultura. e Lei 11. 50% para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. Fato gerador: A concessão estabelecida pelo Poder Público ao particular do direito de uso de radiofrequência. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. Destinação legal: Dos recursos arrecadados.ANATEL.070.03 .

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. em função de convênios firmados entre a União e os respectivos Estados.998. a ser pago pela cessionária. de 17 de agosto de 2000 (Art. com o Ministério dos Transportes . Amparo legal: Lei no 5. cuja exploração. Fato gerador: A transferência de concessão. 161 . de 7 de julho de 1966.437. de 7 de julho de 1966 (caput do Art.472. de permissão ou de autorização de serviço de telecomunicações estabelecida pelo Poder Público. Lei nº 9. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1331. 51). e Lei 11.04 . foi entregue pela União aos Estados para administração e exploração. pelas concessionárias.Receita de Transferência de Concessão. de 28 de dezembro de 2006.MT. inciso VII).Receita de Transferência de Concessão.437.070. cuja exploração.472. mediante contratos de concessão. de 17 de agosto de 2000. inciso I).ANATEL).Fundo de Fiscalização das Telecomunicações . alínea “e”). de permissão ou de autorização de serviço de telecomunicações ou de uso de radiofrequência.070. Amparo legal: Lei no 5.FISTEL (a serem aplicados pela Agência Nacional de Telecomunicações . na proporção de 5% sobre o valor pago mensalmente. de Permissão ou de Autorização de Telecomunicações ou de Uso de Radiofrequência Receita decorrente de preço público cobrado pela Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL. Lei no 9. de 24 de julho de 2000 (Art. e Lei 11. inciso II). de Permissão ou de Autorização de Rodovias ou de Obras Rodoviárias Federais Receita decorrente do rateio da verba de fiscalização a ser cobrada pelos Estados e Distrito Federal (ou consórcio entre eles). 2o . de 16 de julho de 1997 (Art.994. Lei no 9. 6o . Fato gerador: A delegação de trechos de rodovias federais (ou de obras rodoviárias federais). Destinação legal: Os recursos do FUST são aplicados em programas.05 .02. para delegação de trechos de rodovias federais (ou obras rodoviárias federais).998. de 16 de julho de 1997. foi entregue pela União aos Estados para administração e exploração.02. projetos e atividades que estejam em consonância com o plano geral de metas para universalização de serviço de telecomunicações ou suas ampliações. mediante contratos de concessão. 2o . 1331. Lei no 9. 1o . Lei no 9. como condição para transferência de concessão. de 28 de dezembro de 2006 (Art.

Destinação legal: Os recursos são destinados ao Ministério dos Transportes . decorrentes da concessão de licenças e autorizações. em função de convênios firmados com a União. Fato gerador: A outorga de licenças e autorizações da Agência Espacial Brasileira . a ser destinada ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .994. Fato gerador: A outorga estabelecida pelo Poder Público para a utilização de posições orbitais. 2º da Lei nº 5. Amparo legal: Lei no 5.Serviços de Comunicação * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.FNDCT. arts.FNDCT. 162 . de 15 de junho de 2009.07 . 1331.Outras Receitas de Concessões e Permissões .994. de 2000. 1o . pelas concessionárias.06 . inciso I e art. Amparo legal: Lei no 5.AEB. de 2000. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. de 7 de julho de 1966. é integralmente destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .070.AEB. 2o .Receita de Outorga para a Utilização de Posições Orbitais Receitas provenientes da outorga para a utilização de posições orbitais.Receita de Outorga de Licenças e Autorizações da Agência Espacial Brasileira Receitas provenientes da outorga de licenças e autorizações da Agência Espacial Brasileira . 2o .MT. de 10 de setembro de 2009.02. 1331. de 7 de julho de 1966. inciso IV e art. a ser depositado até o décimo dia útil de cada mês.02. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48.AEB. em conta a ser especificada pelo MT. Destinação legal: 25% das receitas a que se refere o art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.277. e Lei no 9. 1331. art. Amparo legal: Lei no 9. 1º e 3º. na proporção de 5% sobre o valor pago mensalmente. de 10 de setembro de 2009.070. provenientes da utilização de posições orbitais. 1o . Destinação legal: O total da receita auferida pela Agência Espacial Brasileira . de 10 de maio de 1996. de 7 de julho de 1966. e Lei no 9. art.070.02.99 .

1331.03.00 - Receita de Outorga para Exploração dos Serviços de Energia Elétrica É uma receita proveniente de outorga de concessão de uso do bem público, para exploração de aproveitamento energético dos cursos de água. Fato gerador: A concessão de uso do bem público, para exploração de aproveitamento energético dos cursos de água. Destinação legal: 2% da receita será destinada à ANEEL. Amparo legal: Lei no 9.074, de 7 de julho de 1995; Decreto no 2.003, de 10 de setembro de 1996; Lei no 9.648, de 27 de maio de 1998, art 7o ; Lei no 10.438, de 26 de abril de 2002, art. 13, § 1o ; e Lei no 10.848, de 15 de março de 2004. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1331.99.00 - Outras Receitas de Concessões e Permissões - Serviços * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1332.00.00 - Receita de Concessões e Permissões - Exploração de Recursos Naturais Receita decorrente de atividades de exploração de recursos naturais, exercidas mediante contratos de concessão e/ou permissão. Fato gerador: A exploração de atividades que utilizem recursos naturais renováveis e/ou não renováveis. Amparo legal: Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997. Lei no 9.984 de 17 de julho de 2000; § 6o , inciso IX, art. 4o ; Lei no 9.433, de 8 de janeiro de 1997; e Lei no 9,984, de 17 de julho de 2000. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1332.01.00 - Receita de Outorga dos Serviços de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural. Receita decorrente de atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural, exercidas mediante contratos de concessão. Fato gerador: Atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural. Amparo legal:

163

Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1332.01.01 - Bônus de Assinatura de Contrato de Concessão São receitas decorrentes do pagamento oferecido na proposta para obtenção da concessão. Esse bônus de assinatura terá va lor mínimo estabelecido em edital, devendo ser pago no ato da assinatura do contrato. Fato gerador: Pagamento oferecido na proposta para obtenção da concessão. Amparo legal: Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1332.01.02 - Pagamento pela Retenção de Área para Exploração ou Produção Receita auferida em função do pagamento anual pela retenção de área para exploração, desenvolvimento ou produção de petróleo e gás natural. Fato gerador: Pagamento anual pela retenção de área para exploração, desenvolvimento ou produção de petróleo e gás natural. Destinação legal: Os recursos provenientes do pagamento pela ocupação ou retenção destinam-se ao financiamento das despesas da ANP. Amparo legal: Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1332.01.03 - Bônus de Assinatura de Contrato de Partilha de Produção Registra os recursos decorrentes do pagamento de bônus de assinatura dos contratos relativos às áreas do pré-sal e estratégicas. Segundo o inciso XII do art. 2o da Lei no 12.351, de 22 de dezembro de 2010, o bônus de assinatura corresponde a um valor fixo que o contratado pagará à União no ato da celebração e nos termos do respectivo contrato de partilha de produção. O valor a ser pago como bônus de assinatura é parâmetro técnico constante do contrato de partilha de produção, estabelecido por meio de proposta do Ministério de Minas e Energia - MME ao Conselho Nacional de Política Energética - CNPE, conforme determina alínea “f” do inciso III do art. 10 da Lei no 12.351, de 22 de dezembro de 2010. Fato gerador: Assinatura do contrato de concessão ou de partilha de produção, conforme inciso XII do art. 2o da Lei no 12.351, de 2010. Destinação legal:

164

Será estabelecido de acordo com a parcela a ser destinada à empresa pública a ser criada com o propósito de gerir os contratos de partilha de produção, conforme determina a alínea “f” do inciso III do art. 10 da Lei no 12.351, de 2010. Nesse contexto, a repartição será a seguinte: ?? X% - à empresa pública responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção (esse percentual será estabelecido mediante proposta do MME ao CNPE e será registrado no contrato de partilha de produção, conforme alínea “f” do inciso III do art. 10 c/c § 2o do art. 42 da Lei no 12.351, de 2010); e ?? [100% - X%] - ao Fundo Social (inciso I do art. 49 da Lei no 12.351, de 2010). Amparo legal: Constituição Federal, arts. 20, § 1o, e 177, incisos I a IV; Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997, art. 46; Lei no 12.351, de 22 de dezembro de 2010, arts. 2o , inciso XII, 10, inciso III, alínea “f”, 15, inciso IX, 29, inciso XX, 42, inciso II e § 2o , e 49, inciso I. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 77, de 24 de agosto de 2011. 1332.02.00 - Receita de Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita decorrente de outorga a particulares de direitos de uso da água. Fato gerador: A outorga a particular do direito de utilização da água. Destinação legal: Essa receita é distribuída de acordo com o disposto no artigo 22 da Lei no 9.433, de 8 de janeiro de 1997. Os recursos são vinculados ao financiamento de estudos, programas, projetos e obras, incluídos nos Planos de Recursos Hídricos e ao pagamento de despesas de implantação e custeio administrativo dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Amparo legal: Lei no 9.984 de 17 de julho de 2000; § 6o , inciso IX, art. 4o ; Lei no 9.433, de 8 de janeiro de 1997; e Lei no 9,984, de 17 de julho de 2000. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1332.03.00 - Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral A compensação financeira pela exploração de recursos minerais - CFEM, é um preço público devido por todas as empresas que realizam o aproveitamento de uma jazida mineral garantida a essas a propriedade do produto da lavra. Fato gerador: A saída por venda de mineral das áreas de jazidas, minas, salinas ou outros depósitos minerais, bem como a transformação industrial dos produtos mineral ou seu consumo por parte do minerador. Destinação legal:

165

Dos recursos arrecadados da compensação financeira pela exploração dos recursos minerais: 23% são destinados aos Estados produtores de bens minerais; 65% aos Municípios produtores de bens minerais; 2% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, para o desenvolvimento científico e tecnológico do setor mineral; e 10% ao Departamento nacional de Produção Mineral - DNPM, que destinará 2% dessa cota-parte à proteção ambiental em regiões mineradas, por intermédio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA. Amparo legal: Lei no 7.990, de 28 de dezembro de 1989; Lei nº. 8.001, de 13 de março de 1990 (Art. 6º); Lei no 8.876, de 2 de maio de 1994. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21 de 28 de julho de 2006. 1332.04.00 - Receita de Concessão Florestal Receita decorrente de atividades de exploração e gestão de direitos de uso de florestas públicas, recursos florestais, produtos e serviços delas decorrentes, para produção sustentável, exercidas mediante contratos de concessão, a particulares que estejam em condições de atender às exigências do respectivo edital de licitação e que demonstrem capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e prazo determinado. Fato gerador: Atividades de exploração e gestão de florestas públicas e recursos florestais para produção sustentável, bem como os produtos e serviços delas decorrentes. Amparo legal: Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000 (Art. 17); Lei no 11.284, de 02 de março de 2006; Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007 (Arts. 6o e 7o ). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006. 1332.04.01 - Receita de Concessão de Florestas Nacionais - Valor Mínimo Fato gerador: O pagamento de preço mínimo definido no edital de licitação, calculado em função da quantidade de produto ou serviço auferido do objeto da concessão ou do faturamento líquido ou bruto, de unidades localizadas em florestas nacionais criadas pela União nos termos do art. 17 da Lei 9.985, de 18 de julho de 2000. Destinação legal: O valor mínimo a ser exigido anualmente do concessionário, será destinado integralmente ao órgão gestor para a execução de suas atividades; Amparo legal: Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000 (Art. 17); Lei no 11.284, de 02 de março de 2006; Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007 (Arts. 6o e 7o ).

166

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006. 1332.04.02 - Receita de Concessão de Florestas Nacionais - Demais Valores Fato gerador: O pagamento de preço superior ao mínimo definido no edital de licitação, calculado em função da quantidade de produto ou serviço auferido do objeto da concessão ou do faturamento líquido ou bruto, de unidades localizadas em florestas nacionais criadas pela União nos termos do art. 17 da Lei 9.985, de 18 de julho de 2000. Destinação legal: 40% ao Instituto Chico Mendes, para utilização restrita na gestão das unidades de conservação de uso sustentável; 20% aos Estados, proporcionalmente à distribuição da floresta pública outorgada em suas respectivas jurisdições; 20% aos Municípios, proporcionalmente à distribuição da floresta pública outorgada em suas respectivas jurisdições; 20% ao Sistema Florestal Brasileiro (SFB) - Gestor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal - FNDF Amparo legal: Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000 (Art. 17); Lei no 11.284, de 02 de março de 2006 (Art. 68); Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007 (Arts. 6o e 7o ). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006. 1332.04.03 - Receita de Outras Concessões Florestais - Valor Mínimo Fato gerador: O pagamento de preço mínimo definido no edital de licitação, calculado em função da quantidade de produto ou serviço auferido do objeto da concessão florestal ou do faturamento líquido ou bruto, de unidades localizadas em áreas de domínio da União. Destinação legal: O valor mínimo a ser exigido anualmente do concessionário, independentemente da produção ou dos valores por ele auferidos com a exploração do objeto da concessão, será distribuído da seguinte forma: 70% ao órgão gestor para a execução de suas atividades; 30% ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA, para utilização restrita em atividades de controle e fiscalização ambiental de atividades florestais, de unidades de conservação e do desmatamento; Amparo legal: Lei no 11.284, de 02 de março de 2006; Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007 (Arts. 6o e 7o ). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006.

167

1332.04.04 - Receita de Outras Concessões Florestais - Demais Valores Fato gerador: O pagamento de preço superior ao mínimo definido no edital de licitação, calculado em função da quantidade de produto ou serviço auferido do objeto da concessão florestal ou do faturamento líquido ou bruto, de unidades localizadas em áreas de domínio da União. Destinação legal: 30% destinado aos Estados, proporcionalmente à distribuição da floresta pública outorgada em suas respectivas jurisdições; 30% destinado aos Municípios, proporcionalmente à distribuição da floresta pública outorgada em suas respectivas jurisdições; 40% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal - FNDF Amparo legal: Lei no 11.284, de 02 de março de 2006; Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007 (Arts. 6o e 7o ). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006. 1332.04.05 - Receita de Custos de Edital de Concessão Florestal Fato gerador: O pagamento de preço calculado sobre os custos de realização do edital de licitação da concessão florestal da unidade de manejo. Amparo legal: Lei no 11.284, de 02 de março de 2006; Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007 (Arts. 6o e 7o ). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006. 1332.04.06 - Receita de Contratos de Transição de Concessão Florestal Fato gerador: O pagamento de preço decorrente de contratos de transição de concessão florestal para exploração e gestão de florestas públicas e recursos florestais. Amparo legal: Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000; Lei no 11.284, de 02 de março de 2006; Lei no 11.516, de 28 de agosto de 2007 (Arts. 6o e 7o ). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006. 1332.99.00 - Outras Receitas de Concessões e Permissões - Recursos Naturais * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.

168

1333.00.00 - Receita de Concessões e Permissões - Direitos de Uso de Bens Públicos Receita decorrente do pagamento efetuado por terceiro pela utilização e exploração de bens públicos. Fato gerador: A concessão estabelecida pelo Poder Público a terceiro, para utilização e exploração de bens públicos. Destinação legal: Os recursos arrecadados são destinados ao financiamento das despesas do órgão concedente. Amparo legal: Código Civil, art. 1370; Decreto-Lei no 271, de 28 de fevereiro de 1967; e Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1333.01.00 - Receita de Concessão de Direito Real de Uso de Área Pública Receita decorrente do pagamento efetuado por terceiro pela utilização e exploração de área pública. Fato gerador: A concessão estabelecida pelo Poder Público a terceiro, para utilização e exploração de área pública. Destinação legal: Os recursos arrecadados são destinados ao financiamento das despesas do órgão concedente. Amparo legal: Código Civil, art. 1370; Decreto-Lei no 271, de 28 de fevereiro de 1967; e Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.

1333.02.00 - Receita de Outorga de Direito de Uso ou de Exploração de Criação Protegida - Instituição Científica e Tecnológica Receita decorrente da celebração de contratos de transferência de tecnologia e de licenciamento para outorga de direito de uso de exploração de criação protegida. Fato gerador: A concessão estabelecida pelo Poder Público a terceiro, decorrente da celebração de contratos de transferência de tecnologia e de licenciamento para outorga de direito de uso de exploração de criação protegida.

169

Destinação legal: Os recursos arrecadados são destinados ao financiamento das despesas do órgão concedente, devendo ser aplicados exclusivamente em objetivos institucionais de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Amparo legal: Lei no 10.973, de 2 de dezembro de 2004; Decreto no 5.563, de 11 de outubro de 2005. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28, de 13 de setembro de 2006. 1333.03.00 - Receita de Concessão de Uso do Potencial de Energia Hidráulica Fato gerador: Autorização ou concessão, por parte da União, da exploração e aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica. Destinação legal: Ministério de Minas e Energia. Amparo legal: Constituição Federal, Art. 20, VIII e 176, §1o ; Lei no 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; Lei no 9.074, de 7 de julho de 1995; Lei no 9.427, de 26 de dezembro de 1996; Lei no 10.438, de 26 de abril de 2002; Lei no 10.762, de 11 de novembro de 2003; Lei no 10.848, de 15 de março de 2004; e Lei no 11.488, de 15 de junho de 2007. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39, de 11 de agosto de 2008.

1333.04.00 - Receita da Permissão de Uso de Área da União de Curta Duração Receita decorrente do pagamento de utilização de área da União para eventos de curta duração. Fato gerador: A remuneração pela utilização, a título precário, de áreas de domínio da União para realização de eventos de curta duração, de natureza recreativa, espoetiva, cultural, religiosa ou educacional, sendo autorizada, na d=forma do regulamento, sob regime de permissão de uso. Amparo legal: Lei nº 9.636/98, art. 18 § 5º. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18, de 13 de abril de 2010, DOU de 14/04/2010.

170

1333.05.00 - Receita da Cessão de Uso de Bens da União Receita proveniente da utilização de áreas de domínio da União, a critério do Poder Executivo poderá ser cedida, gratuitamente ou em condições especiais, sob qualquer regimes previsto em Lei. Fato gerador: A cessão quando destina à execução de empreendimento de fim lucrativo, será onerosa e, sempre que houver condições de competitividade, deverão ser observados os procedimento licitatórios previstos em lei. O espaço aéreo sobre bens públicos, o espaço físico em águas públicas, as áreas de álveo de lagos, rios e quaisquer correntes d’água, de vazantes, da plataforma continental e de outros bens de domínio da União, insusceptíveis de transferência de direitos reais a terceiros, poderão ser objeto de cessão de uso, observadas as prescrições legais vigentes. Amparo legal: Lei nº 9.636/98, art. 18§ 5º . *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18, de 13 de abril de 2010. 1333.99.00 - Outras Receitas de Concessões e Permissões - Direitos de Uso de Bens Públicos * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1339.00.00 - Outras Receitas de Concessões e Permissões * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1340.00.00 - Compensações Financeiras Grupo reservado à classificação dos recursos decorrentes do art. 20, § 1o da Constituição Federal, o qual dispõe: “É assegurada, nos termos da lei, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, bem como a órgãos da administração direta da União, participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território, plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva, ou compensação financeira por essa exploração.” ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9, de 28 de abril de 2005. 1340.01.00 - Utilização de Recursos Hídricos - Itaipu Contribuição derivada da compensação financeira devida por Itaipu Binacional pela utilização de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica. Fato gerador: Utilização de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica por Itaipu Binacional. Destinação legal: A Usina de Itaipu distribuirá os royalties, mensalme nte, respeitados os percentuais definidos no caput do art.1o da Lei no 8.001, de 1990, da seguinte forma: 10% para os órgãos da administração direta da União e 90% para os Estados e Municípios. Desta última parcela, cabe aos Estados e Municípios por ela diretamente afetados, 85% dos royalties devidos por Itaipu Binacional ao Brasil e os 15% restantes serão destinados aos Estados e Municípios afetados por

171

Demais Empresas A compensação financeira pela utilização de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica é de 6. a soma das despesas diretas e indiretas ocorridas até o momento da utilização do produto mineral. por quaisquer dos regimes previstos em lei.77% ao Ministério do Meio Ambiente.56% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . para efeito do cálculo da CFEM. Lei no 9.001. de 2000.984.02.Exploração de Recursos Minerais A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais . para fins de geração de energia elétrica. deduzidos os tributos que incidam na comercialização. Lei no 9. Fato gerador: Aproveitamento de recursos hídricos. de 31 de julho de 1969. 2.03. 40% aos Municípios. Amparo legal: Lei nº 7. de 27 de maio de 1998. conjugados com o art. Lei no 8.001. 2o da Lei no 9. porque o produto mineral foi consumido. de 17 de julho de 2000. e Lei no 9.67% ao Ministério de Minas e Energia. 13.reservatórios a montante da Usina de Itaipu.648. de 13 de março de 1990.984.172. obtido após a última etapa do processo de beneficiamento adotado e antes de sua transformação industrial. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. Quando não ocorrer a venda. Amparo legal: Lei no 7.75% sobre o valor da energia produzida por usinas hidroelétricas. de 18 de janeiro de 1991. de 28 de abril de 2005.648.990.993. 1340. que contribuem para o incremento de energia nela produzida.CFEM será de até 3% (três por cento) sobre o valor do faturamento líquido resultante da venda do produto mineral.00 . e Lei no 9. Para efeito do cálculo da CFEM. e restabelecido pela Lei no 8. de 8 de janeiro de 1997. de 28 de abril de 2005. e 3. de 8 de janeiro de 1997. criado pelo Decreto-Lei no 719. Fato gerador: 172 .433. 28 e 29 da Lei no 9. como também as despesas com transporte e seguro.984.00 . de 28 de dezembro de 1989. Lei no 9.433. de 27 de maio de 1998. da forma que segue: 40% aos Estados. de 28 de dezembro de 1989. Lei no 9. de 13 de março de 1990. então considera-se como valor.990. determinam a distribuição dos recursos da compensação financeira sobre o valor da energia produzida. Lei no 8. de 2000.FNDCT. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. de 17 de julho de 2000. Destinação legal: Os art. transformado ou utilizado pelo próprio minerador. 1340.Utilização de Recursos Hídricos . considera-se faturamento líquido o valor da venda do produto mineral.

mina. 48.097.478.Royalties pela Exploração de Petróleo ou Gás Natural em Terra . 1. Destinação legal: Dos recursos da compensação financeira 23% são destinados aos Estados. 173 . Lei no 9. bem como à capitalização de fundos de previdência. da Lei n 7.0% aos Municípios produtores. Amparo legal: Lei no 7. 2o . a partir da data de início da produção comercial de cada campo. 1340.Constitui fato gerador da CFEM a saída por venda do produto mineral das áreas da jazida. no edital de licitação correspondente. Constitui.IBAMA. a Agência Nacional do Petróleo poderá prever. em montante correspondente a dez por cento da produção de petróleo ou gás natural. art. Destinação legal: Do produto da arrecadação da compensação financeira devida pela exploração de petróleo.00 . Tendo em conta os riscos geológicos. no mínimo.990. que destinará 2% dessa cota-parte à proteção mineral em regiões mineradas. 5% é destinado aos Estados produtores. 7o . 8o . de 28 de abril de 2005. art.04. xisto e gás 3.993. de 28 de dezembro de 1989. 65% aos Municípios. de 6 de agosto de 1997. de 24 de julho de 2000. o o O art. de 28 de dezembro de 1989.705. de 14 de fevereiro de 2001. §§ 1o e 2o . Fato gerador: Produção de petróleo ou gás natural em terra. também. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. de 28 de dezembro de 1989. art. por intermédio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis .195.Concessão Os royalties serão pagos mensalmente.FNDCT.5% aos Municípios onde se localizarem instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque de óleo ou gás. cinco por cento da produção. de 13 de janeiro de 2005. e 10% ao Departamento Nacional de Produção Mineral . Amparo legal: Lei no 7. de 28 de abril de 2005. de 13 de março de 1990.990. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. fato gerador da CFEM a transformação industrial do produto mineral ou mesmo o seu consumo por parte do minerador. salina ou outros depósitos minerais. a redução do valor dos royalties para um montante correspondente a. Decreto no 2. Essa vedação não se aplica ao pagamento de dívidas com a União e suas entidades. Lei no 8. dispõe que o produto da arrecadação das compensações financeiras não poderá ser utilizado em pagamento de dívida e de pessoal. as expectativas de produção e outros fatores pertinentes. e Lei no 11.990. de 3 de agosto de 1998.DNPM. e 0. para o desenvolvimento científico e tecnológico do setor mineral. e Lei no 9. incluídos pela Lei n 10.001. 2% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . em moeda nacional.

657.Lei no 9. de acordo com a evolução do conhecimento geológico”.403. . se a parcela de royalties devidos pelo contratado representar até 5% (cinco por cento) do valor da produção. 2o do Decreto no 7. Fato gerador: Produção de petróleo. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. e b) Em campos que iniciaram a produção até 31 de dezembro de 2009 (inciso I do art. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada. Destinação legal: 174 . de 2010. conforme determina o art. de 28 de dezembro de 1989.657.657.Lei no 11. com redação dada pelo Decreto no 7. de 13 de janeiro de 2005. e 7. * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art. de 6 de agosto de 1997.00 .097. de 2011). de 22 de dezembro de 2010. 48 da Lei n 9.990.Decreto no 2. 7o . 2o do Decreto no 7. de 23 de dezembro de 2011. 2o . . quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. 48 da Lei n 9. conforme determina o art.Campos que Iniciaram a Produção até 31/12/2009 Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do valor do royalty previsto no contrato de concessão. inciso I. que representar até 5% do valor da produção de o petróleo. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo.Lei no 7. Fato gerador: Produção de petróleo. que representar até 5% do valor da produção de o petróleo.351. de 2011).478. arts. em áreas do pré-sal e estratégicas nos campos que iniciaram a produção até 31/12/2009. quando as seguintes características ocorrerem simultaneamente: a) Extração a partir de 1o de janeiro de 2012 (art. de 23 de dezembro de 2010. Amparo legal: . de 23 de dezembro de 2010. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental.01 . com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei. com redação dada pelo Decreto no 7.351.1340. art.657.Lei no 12. 48.478. de 6 de agosto de 1997. de 6 de agosto de 1997. de 3 de agosto de 1998.403.403. 1340. de 23 de dezembro de 2011. . quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental.Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão em Áreas do Pré -Sal e Estratégicas .05. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. ainda. .478. art. e.05. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. de 22 de dezembro de 2010. e . alínea “a”. respeitadas as condições estabelecidas pelos Decretos nos 7.Decreto no 7.Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do valor do royalty previsto no contrato de concessão. se a parcela de royalties devidos pelo contratado representar até 5% (cinco por cento) do valor da produção.705. 2o da Lei no 12. em áreas do pré-sal* e estratégicas.

657.097. 1340. ainda. arts. com redação dada pelo Decreto no 7. com redação dada pelo Decreto no 7.Decreto no 7. de 3 de agosto de 1998. Amparo legal: .Lei no 9. e. com redação dada pelo Decreto no 7.403. 2o do Decreto no 7. conforme determina o art.990. de 2010. de 2011). e . 2o do Decreto no 7. Fato gerador: Produção de petróleo.Lei no 12. de 1997.Lei no 11. de 28 de dezembro de 1989.657. da seguinte forma: a) 30% (trinta por cento) aos Estados e Distrito Federal. de 23 de dezembro de 2010. .05.Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão em Áreas do Pré -Sal e Estratégicas . . alínea “a”.478. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. de 23 de dezembro de 2010. Territórios e Municípios. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. e e) 10% (dez por cento) para constituir um fundo especial a ser distribuído entre os Estados. b) 10% (dez por cento) aos Municípios onde se localizarem instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque. 2o da Lei no 12. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art. de 23 de dezembro de 2011.705.990. e segundo os critérios estipulados pelo art.De acordo com a regra de transição definida pela alínea “a” do inciso I do art. inciso I.657.Lei no 7. respeitadas as condições estabelecidas pelos Decretos nos 7.403. art.403.657. que representar até 5% do valor da produção de o petróleo. 48 da Lei no 9.657. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. 48 da Lei n 9.02 . c) 30% (trinta por cento) aos Municípios produtores e suas respectivas áreas geoeconômicas.351. de 22 de dezembro de 2010. os royalties que representarem até 5% (cinco por cento) do valor da produção serão distribuídos conforme o que dispõe o art.351. e b) Em campos que iniciaram a produção após 31 de dezembro de 2009 (inciso I do art. de 22 de dezembro de 2010.Decreto no 2.Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009 Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do valor do royalty previsto no contrato de concessão. de 6 de agosto de 1997. em áreas do pré-sal e estratégicas nos campos que iniciaram a produção após 31/12/2009.478. com superfície poligonal definida 175 . d) 20% (vinte por cento) ao Ministério da Marinha. 2o do Decreto no 7. em áreas do pré-sal* e estratégicas. se a parcela de royalties devidos pelo contratado representar até 5% (cinco por cento) do valor da produção. 7o da Lei no 7.403. de 6 de agosto de 1997. 7o . quando as seguintes características ocorrerem simultaneamente: a) Extração a partir de 1o de janeiro de 2012 (art. . . para atender aos encargos de fiscalização e proteção das atividades econômicas das referidas áreas. de 23 de dezembro de 2011. 2o . 48. de 23 de dezembro de 2011. e 7. de 13 de janeiro de 2005. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. de 2011).478. art. de 29 de dezembro de 2011. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada. de 23 de dezembro de 2010. de 28 de dezembro de 1989.

478. para atender aos encargos de fiscalização e proteção das atividades econômicas das referidas áreas. com redação dada pelo Decreto no 7.478. de 23 de dezembro de 2011. de 28 de dezembro de 1989. com redação dada pelo Decreto no 7. da seguinte forma: a) 30% (trinta por cento) aos Estados e Distrito Federal.05.990. de acordo com a evolução do conhecimento geológico”. 7o da Lei no 7. de 28 de dezembro de 1989. e segundo os critérios estipulados pelo art.478. * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art. os royalties que representarem até 5% (cinco por cento) do valor da produção serão distribuídos conforme o que dispõe o art.657. de 23 de dezembro de 2010. 48.Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Concessão em Outras Áreas Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do valor do royalty previsto no contrato de concessão. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei. de 23 de dezembro de 2011. de 3 de agosto de 1998. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental.657. . Destinação legal: 176 . bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo. e . se a parcela de royalties devidos pelo contratado representar até 5% (cinco por cento) do valor da produção. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. 2o . .Lei no 9.Lei no 12. de 29 de dezembro de 2011.Decreto no 7. bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo. Destinação legal: De acordo com a regra de transição definida pela alínea “a” do inciso I do art. art. em áreas não classificáveis como pré-sal e estratégicas. de 13 de janeiro de 2005. arts.097. 2o da Lei no 12. alínea “a”.Decreto no 2. art. conforme determina o art.pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei. de 23 de dezembro de 2010. 48 da Lei n 9. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. que representar até 5% do valor da produção de o petróleo. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada.03 .403. 48 da Lei no 9. 1340. Territórios e Municípios. c) 30% (trinta por cento) aos Municípios produtores e suas respectivas áreas geoeconômicas.Lei no 7. b) 10% (dez por cento) aos Municípios onde se localizarem instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque. em áreas não classificáveis como pré-sal* e estratégicas. de 22 de dezembro de 2010. Amparo legal: . gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. .351. de acordo com a evolução do conhecimento geológico”. 7o .Lei no 11.403. d) 20% (vinte por cento) ao Ministério da Marinha. inciso I. e e) 10% (dez por cento) para constituir um fundo especial a ser distribuído entre os Estados.705. Fato gerador: Produção de petróleo. de 6 de agosto de 1997. de 22 de dezembro de 2010. .351.990. 2o do Decreto no 7. de 6 de agosto de 1997. de 1997.

Lei no 9.478. de 22 de dezembro de 2010. art. 49.Os royalties que representarem até 5% (cinco por cento) do valor da produção serão o distribuídos conforme o que dispõe o art.403. Territórios e Municípios.0% aos Municípios onde ocorrer a produção. c) 30% (trinta por cento) aos Municípios produtores e suas respectivas áreas geoeconômicas. inciso I.351. e e) 10% (dez por cento) para constituir um fundo especial a ser distribuído entre os Estados. Fato gerador: Produção de petróleo ou gás natural em terra. 15. de 28 de dezembro de 1989.Decreto no 7.Lei no 12. quando a lavra ocorrer em terra ou em lagos. Destinação legal: A parcela do valor do royalty que exceder a 5% da produção de petróleo ou gás natural. 48 da Lei n 9. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. 7. de 23 de dezembro de 2011. de 6 de agosto de 1997.Lei no 11. para atender aos encargos de fiscalização e proteção das atividades econômicas das referidas áreas. art. art. 2o . e . de 23 de dezembro de 2010. ilhas fluviais e lacustres. de 6 de agosto de 1997. d) 20% (vinte por cento) ao Ministério da Marinha. Amparo legal: .705. e 3o . 7 da Lei n 7.Decreto no 2. 49. e Decreto no 2. . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 9.5% aos Estados onde ocorrer a produção.Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Terra Concessão Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas dos royalties que excederem a 5% da produção de petróleo ou gás natural. 177 . rios. e segundo os critérios o o estipulados pelo art. de 3 de agosto de 1998. será destinada: 52. inciso IV e §§ 1o e 2o . 49. de 28 de abril de 2005. e 25% ao Ministério da Ciência e Tecnologia. na forma e critério estabelecidos pela ANP. inciso I. Amparo legal: Lei no 9. . quando a lavra ocorrer em terra ou em lagos. da seguinte forma: a) 30% (trinta por cento) aos Estados e Distrito Federal.478. 1340.06. e Lei no 11.990. ilhas fluviais e lacustres.097. de 1997. de 29 de dezembro de 2011. de 13 de janeiro de 2005. inciso II e § 3o . arts. de 3 de agosto de 1998.478. .5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural. rios. b) 10% (dez por cento) aos Municípios onde se localizarem instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque.097.00 . com redação dada pelo Decreto no 7.705. de 13 de janeiro de 2005.657.

de 2010. 49. Amparo legal: .403. inciso IV e §§ 1o e 2o .Decreto no 7. ainda. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. conforme determina o caput do art. de 2011). inciso II e § 3o . 2o . quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. Fato gerador: Produção de petróleo. de 23 de dezembro de 2010. de 22 de dezembro de 2010.00 . de 23 de dezembro de 2010. de 22 de dezembro de 2010. 2o da Lei no 12.Concessão Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do va lor do royalty que exceder a 5% da produção de petróleo.403. e 7.478. 2o do Decreto no 7. De acordo com os referidos Decretos. art. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada.657. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. se a parcela de royalties devidos pelo contratado exceder a 5% (cinco por cento) do valor da produção. 49 da Lei no 9.01 . de 6 de agosto de 1997.403. de 3 de agosto de 1998. de 6 de agosto de 1997.1340. 2o do Decreto no 7.657.Lei no 12. 2o do Decreto no 7. os royalties dos campos 178 . 49. com redação dada pelo Decreto no 7. e 3o .Lei no 11. 49 da Lei no 9. com redação dada pelo Decreto no 7. art.07. de 23 de dezembro de 2011. . Destinação legal: Até 31/12/2015 vigora a regra de transição definida pelo inciso I do art. . em áreas do pré-sal e estratégicas nos campos que iniciaram a produção até 31/12/2009. bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo. de acordo com a evolução do conhecimento geológico”. de 23 de dezembro de 2010. a partir de 1o /01/2012. se a parcela de royalties devidos pelo contratado exceder a 5% (cinco por cento) do valor da produção. * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art. e. inciso I. arts. respeitadas as condições estabelecidas pelos Decretos nos 7.Decreto no 2. de 23 de dezembro de 2011.Concessão em Áreas do Pré -Sal e Estratégicas . de 23 de dezembro de 2011. de 6 de agosto de 1997.478.Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma . de 13 de janeiro de 2005.705.Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma . e b) Em campos que iniciaram a produção até 31 de dezembro de 2009 (inciso I do art.351. com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei.657. com redação dada pelo Decreto no 7. de 2011). Fato gerador: Produção de petróleo. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. .657.351.Campos que Iniciaram a Produção até 31/12/2009 Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do valor do royalty que exceder a 5% da produção de petróleo. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos.07.Lei no 9. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na pla taforma continental. 1340.097.403. em áreas do pré-sal* e estratégicas. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. quando as seguintes características ocorrerem simultaneamente: a) Extração a partir de 1o de janeiro de 2012 (art.657.478. e . conforme determina o caput do art.

a ser distribuído entre todos os Estados. se a parcela de royalties devidos pelo contratado exceder a 5% (cinco por cento) do valor da produção. de 3 de agosto de 1998. na forma e critério estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo. conforme determina o caput do art. . art. c) 15. 49 da Lei no 9. em áreas do pré-sal e estratégicas nos campos que iniciaram a produção após 31/12/2009.Lei no 9. inciso I. de 23 de dezembro de 2010. e 3o . de 2010.351.07.Decreto no 2. de 22 de dezembro de 2010. .657.657. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. e) 7. de 13 de janeiro de 2005.478. em áreas do pré-sal e estratégicas. b) 22. e b) Em campos que iniciaram a produção após 31 de dezembro de 2009 (inciso I do art. de 2011).Decreto no 7. de 1997. de 23 de dezembro de 2011.403. com redação dada pelo Decreto no 7. ainda.situados nas áreas do pré-sal ou estratégicas que iniciaram sua produção até 31/12/2009 e que excederem ao mínimo de 5% (cinco por cento) do valor da produção serão distribuídos conforme o que dispõe o inciso II do art. 49 da Lei no 9. de 2011).5% para constituição de um Fundo Especial. respeitadas as condições estabelecidas pelos Decretos nos 7. 2o do Decreto no 7. 1340.705.Lei no 11.478. inciso II e § 3o .Lei no 12.097.657. 49. 2o do Decreto no 7. de 29 de dezembro de 2011.0% ao Comando da Marinha.Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009 Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do valor do royalty que exceder a 5% da produção de petróleo. Fato gerador: Produção de petróleo. de 23 de dezembro de 2010.5% aos Estados produtores confrontantes. inciso IV e §§ 1o e 2o . de 6 de agosto de 1997. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental.403. da seguinte forma: a) 22. para financiar programas de amparo à pesquisa científica e tecnológica e ao desenvolvimento aplicados à indústria do petróleo.478. de 23 de dezembro de 2011. e 7. e f) 25% ao Ministério da Ciência e Tecnologia. .02 . não se lhes aplicando o disposto no § 3o do artigo em comento.657. d) 7. e. Territórios e Municípios.Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma . gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. art. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental. Destinação legal: 179 .403.Concessão em Áreas do Pré -Sal e Estratégicas . de 6 de agosto de 1997.5% aos Municípios produtores confrontantes. com redação dada pelo Decreto no 7. e . 49. arts. 2o . Amparo legal: . quando as seguintes características ocorrerem simultaneamente: a) Extração a partir de 1o de janeiro de 2012 (art. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.

com redação dada pelo Decreto no 7. b) 22. art. de 22 de dezembro de 2010.351. de 1997.478.5% aos Municípios produtores confrontantes. de 6 de agosto de 1997. a ser distribuído entre todos os Estados. Amparo legal: . 49 da Lei no 9.Decreto no 7.5% aos Estados produtores confrontantes. . de acordo com a evolução do conhecimento geológico”. art. inciso I. c) 7. de 6 de agosto de 1997.478. a partir de 1o /01/2012.657. de 3 de agosto de 1998. conforme determina o caput do art. de 23 de dezembro de 2010.03 . gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos.478.Até 31/12/2015 vigora a regra de transição definida pelo inciso I do art. * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art. 2o da Lei no 12. de 23 de dezembro de 2010. com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei. Territórios e Municípios. e 3o . de 23 de dezembro de 2011. inciso II e § 3o . em áreas não classificáveis como pré-sal* e estratégicas. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão n plataforma continental. se a parcela de royalties devidos pelo contratado exceder a 5% (cinco por cento) do valor da produção. 49.5% para constituição de um Fundo Especial.Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma . Destinação legal: 180 .* * O § 3o do art. Fato gerador: Produção de petróleo. 2o do Decreto no 7. 49. inciso IV e §§ 1o e 2o . e e) 40% ao Fundo Social. com redação dada pelo Decreto no 7. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. d) 7. 1340. de 29 de dezembro de 2011. 49 da Lei no 9. arts.657.07. .403. 2o . gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. De acordo com os referidos Decretos. de 22 de dezembro de 2010.705.Lei no 9.Lei no 12. de 23 de dezembro de 2011. e . em áreas não classificáveis a como pré-sal e estratégicas.097.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.Lei no 11. de 1997. a parcela dos royalties que cabe à administração direta da União será destinada integralmente ao Fundo Social. da seguinte forma: a) 22. na forma e critério estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo. . determina que nas áreas localizadas no pré-sal contratadas sob o regime de concessão. os royalties dos campos situados nas áreas do pré-sal ou estratégicas que iniciaram sua produção após 31/12/2009 e que excederem ao mínimo de 5% (cinco por cento) do valor da produção serão distribuídos conforme o disposto no inciso II c/c § 3o do art. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada.Decreto no 2. 49 da Lei no 9. de 13 de janeiro de 2005. bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo. quando a lavra ocorrer sob o regime de concessão na plataforma continental.351.Concessão em Outras Áreas Registra o valor da arrecadação de receita de contribuições econômicas da parcela do valor do royalty que exceder a 5% da produção de petróleo.478.403.

e 3o . com redação dada pelo Decreto no 7. d) 7.5% aos Estados produtores confrontantes. os custos operacionais. e f) 25% ao Ministério da Ciência e Tecnologia. não se lhes aplicando o disposto no § 3o do artigo em comento. 44 e 49.5% para constituição de um Fundo Especial. Territórios e Municípios. b) 22. art.Decreto no 2.Lei no 12.08. de 6 de agosto de 1997. nos casos de grande volume de produção.Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural Concessão Registra o valor da arrecadação da receita auferida a título de participação especial pela produção de petróleo. determina que “o edital e o contrato estabelecerão que. de 22 de dezembro de 2010. de 3 de agosto de 1998. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos.Decreto no 2.. “a participação especial será aplicada sobre a receita bruta da produção. 1340. para financiar programas de amparo à pesquisa científica e tecnológica e ao desenvolvimento aplicados à indústria do petróleo.Decreto no 7. deduzidos os royalties. inciso II. . de 13 de janeiro de 2005. Amparo legal: . de 3 de agosto de 1998. 50 da Lei no 9. nos casos de grande volume ou de grande rentabilidade. 49. e .5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural. 181 .478.Lei no 11. . de 23 de dezembro de 2010. sob regime de concessão. art. de 22 de dezembro de 2010. os investimentos na exploração. de 23 de dezembro de 2011. de 6 de agosto de 1997. 50. 49.. de 13 de janeiro de 2005. arts. inciso II e § 3o . 49 da Lei no 9. inciso IV e §§ 1o e 2o . inciso IV e §§ 1o e 2o . na forma e critério estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo. de 6 de agosto de 1997. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos em campos explorados sob regime de concessão.” Fato gerador: Produção de petróleo. ou de grande rentabilidade.097.351. haverá o o pagamento de uma participação especial [. . a depreciação e os tributos previstos na legislação em vigor.00 .097. a ser distribuído entre todos os Estados. e .705.Lei no 9.Lei no 12. da seguinte forma: a) 22. e) 7.Lei no 11.657. Amparo legal: .0% ao Comando da Marinha.478. .5% aos Municípios produtores confrontantes. c) 15. 50.403. arts. 2o.478. O art.478.Os royalties dos campos não situados em áreas do pré-sal e estratégicas que excederem ao mínimo de 5% (cinco por cento) do valor da produção serão distribuídos conforme o que dispõe o inciso II do art. art. .Lei no 9.351. de 1997. Conforme dispõe o § 1 do referido art.705.]”.

quando as seguintes características ocorrerem simultaneamente: a) Extração a partir de 1o de janeiro de 2012 (art. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada. de 13 de janeiro de 2005. com redação dada pelo Decreto no 7. de 23 de dezembro de 2011.478. 44 e 49. e .08. . de 2010..657.403. Fato gerador: Produção de petróleo.705. O art.Lei no 9. a depreciação e os tributos previstos na legislação em vigor”.Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural . de 6 de agosto de 1997. com redação dada pelo Decreto no 7. sob regime de concessão em áreas do pré-sal* e estratégicas. “a participação especial será aplicada sobre a receita bruta da produção.Lei no 12. determina que “o edital e o contrato estabelecerão que. 2o da Lei no 12. Conforme dispõe o § 1 do referido art. a partir de 1o /01/2012. art. . gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos em campos explorados sob regime de concessão. com redação dada pelo Decreto no 7.Decreto no 7.351. Destinação legal: Até 31/12/2015 vigora a regra de transição definida pelo inciso II do art. inciso II. de 22 de dezembro de 2010.657. * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art.Concessão em Áreas do Pré -Sal e Estratégicas . 2o. de 6 de o agosto de 1997.403. c) 40% para o Estado onde ocorrer a produção em terra ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. 50 da Lei n 9. 50.657. da seguinte forma: a) 40% ao Ministério de Minas e Energia. os recursos da participação especial dos campos situados nas áreas do pré-sal ou estratégicas que iniciaram a produção até o 31/12/2009 serão distribuídos conforme o que dispõe o § 2o do art. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. inciso IV e §§ 1o e 2o . não se lhes aplicando o disposto no § 4 do artigo em comento.Lei no 11. De acordo com os referidos Decretos. de 6 de agosto de 1997. e 3o . nos casos de grande volume de produção. arts.Campos que Iniciaram a Produção até 31/12/2009 Receita auferida a título de participação especial pela produção de petróleo. 2o do Decreto no 7. de 3 de agosto de 1998. de 23 de dezembro de 2011. de 2011). de 23 de dezembro de 2010. 2o do Decreto no 7. de 23 de dezembro de 2011. 182 .403.. bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo. 50 da Lei no 9. deduzidos os royalties.657. haverá o o pagamento de uma participação especial [.Decreto no 2.01.478. ou de grande rentabilidade. b) 10% ao Ministério do Meio Ambiente. arts. e b) Em campos que iniciaram a produção até 31 de dezembro de 2009 (inciso I do art. os investimentos na exploração.1340.351. de acordo com a evolução do conhecimento geológico”. os custos operacionais. e 7. em áreas do présal e estratégicas nos campos que iniciaram a produção até 31/12/2009. . de 23 de dezembro de 2010.403. e d) 10% para o Município onde ocorrer a produção em terra ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção.478. nos casos de grande volume ou de grande rentabilidade. respeitadas as condições estabelecidas pelos Decretos nos 7. 50. 2o do Decreto no 7.]”.657. Amparo legal: . com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei. de 22 de dezembro de 2010. de 23 de dezembro de 2010.097. de 2011).

respeitadas as condições estabelecidas pelos Decretos nos 7. 2o do Decreto no 7. os custos operacionais. haverá o o pagamento de uma participação especial [. de 23 de dezembro de 2011. 50 da Lei no 9. a depreciação e os tributos previstos na legislação em vigor”. ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. nas seguintes proporções: a) 50% ao Fundo Social*.657.403. e c) 10% para o Município onde ocorrer a produção em terra. 2o do Decreto no 7. de 2010. nos casos de grande volume ou de grande rentabilidade. com redação dada pelo Decreto no 7.Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural Concessão em Áreas do Pré -Sal e Estratégicas . quando as seguintes características ocorrerem simultaneamente: a) Extração a partir de 1o de janeiro de 2012 (art. e b) Em campos que iniciaram a produção após 31 de dezembro de 2009 (inciso I do art.478. Fato gerador: Produção de petróleo. b) 40% para o Estado onde ocorrer a produção em terra.]”. determina que “o edital e o contrato estabelecerão que..657. de 2011). sob regime de concessão em áreas do pré-sal* e estratégicas. 50.657.478. Conforme dispõe o § 1 do referido art.478. 2o da Lei no 12.403. * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art. determina que nas áreas localizadas no pré-sal contratadas sob o regime de concessão. de 6 de agosto de 1997. bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo. 2o do Decreto no 7. deduzidos os royalties.478. de 2011). 50. de 29 de dezembro de 2011. nos casos de grande volume de produção. De acordo com os referidos Decretos.351. de 6 de agosto de 1997.705. 50 da Lei no 9.Decreto no 2. a parcela da participação especial que cabe à administração direta da União será destinada integralmente ao Fundo Social. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos em campos explorados sob regime de concessão.657.08. art. os investimentos na exploração.. de 22 de dezembro de 2010. de 23 de dezembro de 2010. de 23 de dezembro de 2011.Campos que Iniciaram a Produção após 31/12/2009 Receita auferida a título de participação especial pela produção de petróleo. em áreas do présal e estratégicas nos campos que iniciaram a produção após 31/12/2009.Lei no 9.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. 50 da Lei no 9. com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada. os recursos da participação especial dos campos situados nas áreas do pré-sal ou estratégicas que iniciaram a produção após 31/12/2009 serão distribuídos conforme o que dispõem o §§ 2o e 4o do art. Destinação legal: Até 31/12/2015 vigora a regra de transição definida pelo inciso II do art. de acordo com a evolução do conhecimento geológico”. . de 1997. de 23 de dezembro de 2010. ou de grande rentabilidade. 1340. e 7. de 6 de agosto de 1997. 183 . ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. * O § 4o do art. Amparo legal: . O art.02 . “a participação especial será aplicada sobre a receita bruta da produção.403. de 3 de agosto de 1998. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. a partir de 1o /01/2012. com redação dada pelo Decreto no 7.

Conforme dispõe o § 1 do referido art. e d) 10% para o Município onde ocorrer a produção em terra ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção.Decreto no 2.705. 1340.Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural Concessão em Outras Áreas Receita auferida a título de participação especial pela produção de petróleo. de 23 de dezembro de 2010.Lei no 12. bem como outras regiões que venham a ser delimitadas em ato do Poder Executivo.Lei no 11. O art.478.657. sob regime de concessão. c) 40% para o Estado onde ocorrer a produção em terra ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. inciso II. determina que “o edital e o contrato estabelecerão que. 44 e 49.351. 50. 50 da Lei n 9. de 3 de agosto de 1998. nos casos de grande volume de produção. ou de grande rentabilidade. e 3o . * A área do pré-sal é definida pelo inciso IV do art.. de acordo com a evolução do conhecimento geológico”.097. em áreas não classificáveis como pré-sal e estratégicas. de 23 de dezembro de 2011. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. Fato gerador: Produção de petróleo. 44 e 49. arts.Lei no 11. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos. de 6 de agosto de 1997. como a “região do subsolo formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada. b) 10% ao Ministério do Meio Ambiente. os custos operacionais. os investimentos na exploração. da seguinte forma: a) 40% ao Ministério de Minas e Energia. . “a participação especial será aplicada sobre a receita bruta da produção. gás natural ou outros hidrocarbonetos fluidos em campos explorados sob regime de concessão. de 6 de agosto de 1997. deduzidos os royalties. inciso IV e §§ 1o e 2o . 50. 2o. em áreas não classificáveis como pré-sal* e estratégicas. . inciso IV e §§ 1o e 2o . nos casos de grande volume ou de grande rentabilidade.Lei no 12. com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices estabelecidas no Anexo desta Lei. de 6 de agosto de 1997. Amparo legal: .08. 50 da Lei no 9.351.03 . arts. a depreciação e os tributos previstos na legislação em vigor”.Lei no 9.403. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 201. e .]”.. art.Decreto no 7. de 13 de janeiro de 2005.478.478. não se lhes aplicando o disposto no § 4o do artigo em comento. haverá o o pagamento de uma participação especial [. 2o da Lei no 12. de 22 de dezembro de 2010. 184 . arts. de 22 de dezembro de 2010. .351. de 22 de dezembro de 2010. Destinação legal: Os recursos da participação especial dos campos não situados em áreas do pré-sal e o estratégicas serão distribuídos conforme o disposto no § 2o do art.. . com redação dada pelo Decreto no 7. de 29 de dezembro de 2011. de 29 de dezembro de 2011.097. de 13 de janeiro de 2005.

e 177. gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos de que trata o § 1o do art. 2o . * Natureza criada pela Portaria SOF nº 90. 185 .985. 10. 6º da Lei nº 9. A expedição da autorização é condicionada ao pagamento do valor calculado da indenização em razão da floresta a ser suprimida.Partilha de Produção Registra os recursos decorrentes de compensação financeira pela produção de petróleo. e .IN.01 . de 23 de dezembro de 2010. inciso V. nas hipóteses admitidas pelo art.624/2000. arts. e Decreto no 7. e 49. 1340. de 28 de abril de 2010. 42.00 . bem como para uso alternativo do solo. 20 da Constituição Federal. incisos II. de 22 de dezembro de 2010. 15. § 1o. quando a produção ocorrer sob o regime de partilha de produção.Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Terra . planos.00 -Receita da Supressão Vegetal no Interior das Florestas Nacionais Registra a arrecadação da indenização pela supressão de vegetação. inciso XIII.09. 3º do Decreto nº 3. plano de manejo e regulamentos da unidade de conservação. * Natureza criada pela Portaria SOF no 77. Fato gerador: Expedição de autorização para supressão de vegetação em áreas situadas no interior de florestas nacionais emitidas de acordo com os objetivos. inciso I e § 1o . Fato gerador: Produção de petróleo.GRU. tomando-se como base o seu valor atual. para execução de obras. rios e ilhas fluviais ou lacustres.1340. de 18 de julho de 2000. Lei no 12. 36 da Lei nº 9. qua ndo a lavra ocorrer em terra ou em lagos. de 18 de julho de 2000. inciso III. sob o regime de partilha de produção. incisos I a IV. Destinação legal: Essas taxas devem ser recolhidas por meio de Guia de Recolhimento da União . inciso V. atividades ou projetos de utilidade pública ou interesse social. conforme inciso IV do art.Partilha de Produção Registra a receita decorrente do pagamento de compensação financeira (royalties) pela produção de petróleo. gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção. .478. de 30 de julho de 2010. IV e § 1o e 2o .985. 47 a 49.Lei nº 9. Lei no 9.351. no interior de florestas nacionais.Receita pela Produção de Petróleo ou Gás Natural .624/2000 e inciso IV do art. ICMBio nº 9. 403. de 24 de agosto de 2011.10. 20. arts. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos.Decreto nº 3. de 6 de agosto de 1997. 29. em nome do Instituto Chico Mendes. Amparo legal: Constituição Federal. alínea “d”.10. arts. 1340. Amparo legal: .998/2000.

dispõe que a parcela do valor do royalty que representar o 5% (cinco por cento) da produção será distribuída conforme os critérios estipulados pela Lei n o 7. de 23 de dezembro de 2010. e o art. Corresponde ao montante de 5% da produção de petróleo ou gás natural sob o regime de partilha de produção. e quando a parcela de royalties devidos pelo contratado for igual a 5% (cinco por cento) do valor da produção. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. e quando a parcela de royalties devidos pelo contratado for igual a 5% (cinco por cento) do valor da produção. se a lavra ocorrer em terra ou em lagos. de 6 de agosto de 1997.351. 48 da Lei no 9. quando a lavra ocorrer na plataforma continental. de 28 de dezembro de 1989. e o art. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção. 1340. de 22 de dezembro de 2010. Lei no 9. inciso XIII. IV e §§ 1o e 2o . 42. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção. incisos II. e 3o . 10. ?? 20% aos Municípios produtores.Corresponde ao montante de 5% da produção de petróleo ou gás natural sob o regime de partilha de produção.Royalties pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma Partilha de Produção Registra a receita decorrente do pagamento de compensação financeira (royalties) pela produção de petróleo. 47 e 48 da Lei no 9. inciso III. 49. 47 e 48 da Lei no 9. Lei no 12.990. 7 dessa última Lei estabelece a seguinte distribuição percentual: 186 . 7o .990. Destinação legal: O art. arts.403. correspondente ao montante mínimo a ser pago a título de participação governamental. art. de 1997. de 1997. valor mínimo que o contratado deverá pagar a título de participação governamental. de 28 de dezembro de 1989.478. conforme dispõem os arts.478.478. 15.478. 29. correspondente ao montante mínimo a ser pago a título de participação governamental. inciso V. dispõe que a parcela do valor do royalty que representar o 5% (cinco por cento) da produção será distribuída conforme os critérios estipulados pela Lei n o 7. se a lavra ocorrer na plataforma continental. de 1997. Fato gerador: Produção de petróleo. 2o . 47 e 48. arts. valor mínimo que o contratado deverá pagar a título de participação governamental. rios e ilhas fluviais ou lacustres. alínea “a”.990.478. inciso I. 2o . 48 da Lei no 9. e ?? 10% aos Municípios onde se localizarem instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque de óleo ou gás natural. inciso I e § 1o . Destinação legal: O art. conforme dispõem os arts. Fato gerador: Produção de petróleo. Amparo legal: Lei no 7. inciso V. de 1997. e Decreto no 7. de 28 de dezembro de 1989.10.02 . 7 dessa última Lei estabelece a seguinte distribuição percentual: ?? 70% do valor dos royalties serão destinados aos Estados produtores. de 24 de agosto de 2011. arts. * Natureza criada pela Portaria SOF no 77. sob o regime de partilha de produção.

7o . na forma e critério estabelecidos pela ANP. arts. Fato gerador: Produção de petróleo. Amparo legal: Lei no 7.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural. art. 29. * Natureza criada pela Portaria SOF no 77. e quando a parcela de royalties devidos pelo contratado exceder a 5% (cinco por cento) do valor da produção. incisos II.0% aos Municípios onde ocorrer a produção. sob o regime de partilha de produção. inciso I.990. rios e ilhas fluviais ou lacustres. 2o do Decreto no 7.478. de 23 de dezembro o de 2010. 47 e 48.0% aos Municípios onde ocorrer a produção. 15. 2o . 49 da Lei no 9. de 2010. inciso XIII. e 3o . Destinação legal: DESTINO até 31/12/2011: Regra de transição definida pelo inciso I do art. inciso III.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural. Lei no 12. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. conforme o inciso I do art. sob o regime de partilha de produção.5% aos Estados onde ocorrer a produção. 49 da Lei n 12. ?? 7. 2o . os royalties devidos pelo contratado que excederem ao mínimo de 5% (cinco por cento) do valor da produção serão distribuídos conforme o disposto no inciso I do art. de 22 de dezembro de 2010. de 6 de agosto de 1997. se a lavra ocorrer em terra ou em lagos. a repartição é estabelecida pelo inciso I do art. 42.478.Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Terra Partilha de Produção Registra a receita decorrente do pagamento de compensação financeira (royalties) pela produção de petróleo.10. DESTINO após 31/12/2011: Nas áreas do pré-sal contratadas pelo regime de partilha de produção da Lei no 12. IV e §§ 1o e 2o . Lei no 9. quando a lavra ocorrer em terra ou em lagos. de 23 de dezembro de 2010. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. na forma e critério estabelecidos pela ANP. e ?? 25% ao Ministério da Ciência e Tecnologia. De acordo com o Decreto. de 6 de agosto de 1997. e ?? 10% aos Municípios onde se localizarem instalações marítimas ou terrestres de embarque ou desembarque de óleo ou gás natural.351. ?? 7. arts.403. 1340. arts. 49.5% aos Estados onde ocorrer a produção. inciso V.748. da seguinte forma: ?? 52. sob o regime de partilha de produção. inciso V. e Decreto no 7. alínea “a”.?? 70% do valor dos royalties serão destinados aos Estados produtores. 49 da Lei no 9. de 6 de agosto de 1997. ?? 20% aos Municípios produtores. de 6 de agosto de 1997: ?? 52. rios e ilhas fluviais ou lacustres. ?? 15. 49 da Lei no 9. ?? 15. de 22 de dezembro de 2010.403.03 . que regulamenta o § 1o do art.351.351. e 187 . inciso I e § 1o . de 24 de agosto de 2011. 10. Esta natureza de receita registra a parcela dos royalties que excederem a 5% (cinco por cento) do valor da produção de petróleo. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. de 28 de dezembro de 1989.748.

351. 49 do referido diploma. 42. e § 3o . IV e §§ 1o e 2o . 188 .478. 49 da Lei no 9.?? 25% ao Ministério da Ciência e Tecnologia. 10. art.5% aos Estados onde ocorrer a produção. de 1997. Fato gerador: Produção de petróleo. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos.478.5% aos Estados produtores confrontantes. os royalties devidos pelo contratado que excederem ao mínimo de 5% (cinco por cento) do valor da produção serão distribuídos conforme o disposto no inciso II do art. 15. sob o regime de partilha de produção. de 22 de dezembro de 2010. sob o regime de partilha de produção. e quando a parcela de royalties devidos pelo contratado exceder a 5% (cinco por cento) do valor da produção. ?? 22. 29. inciso III. de 23 de dezembro de 2010. que regulamenta o § 1o do art. 2o .Partilha de Produção Registra a receita decorrente do pagamento de compensação financeira (royalties) pela produção de petróleo. inciso I. de 22 de dezembro de 2010.Royalties Excedentes pela Produção de Petróleo ou Gás Natural em Plataforma . inciso I e § 1o . de o acordo com o inciso I e o § 3 do art. se a lavra ocorrer na plataforma continental. 49 da Lei no 9.748. arts. o Nas áreas do pré-sal contratadas pelo regime de concessão da Lei n 9. 2o .0% aos Municípios onde ocorrer a produção.403. de 23 de dezembro o de 2010. com a finalidade de constituir fonte de recursos para o desenvolvimento social e regional.0% ao Ministério (Comando) da Marinha. inciso V. * Natureza criada pela Portaria SOF no 77. Lei no 12.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural. Amparo legal: Lei no 9. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. de 6 de agosto de 1997. da seguinte forma: ?? 22. inciso XIII. criado por lei específica. 2o do Decreto no 7.10. ?? 7. de 24 de agosto de 2011. de 6 de agosto de 1997. conforme o inciso II do art. 1340. alínea “b”. e § 3o .FS. na forma e critério estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção. Destinação legal: DESTINO até 31/12/2011: Regra de transição definida pelo inciso I do art. vedada sua destinação a órgãos específicos. inciso V. e ?? 25% ao Fundo Social . ?? 7. na forma e critério estabelecidos pela ANP. de 6 de agosto de 1997.04 . 49. ?? 15. incisos II. 49 da Lei n 12.351.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural. arts. quando a lavra ocorrer na plataforma continental. inciso I. De acordo com o Decreto. e 49. a destinação das parcelas de royalties excedentes nas áreas localizadas no pré-sal sob o regime de concessão ocorrerá da seguinte forma: ?? 52. e Decreto no 7.478.403. ?? 15.5% aos Municípios produtores confrontantes. alínea “d”. Esta natureza de receita registra a parcela dos royalties que excederem a 5% (cinco por cento) do valor da produção de petróleo.

a ser distribuído entre todos os Estados. inciso I e § 1o .?? 7. ?? 22. para financiar programas de amparo à pesquisa científica e tecnológica e ao desenvolvimento aplicados à indústria do setor. arts. inciso XIII.351. criado por lei específica. 29.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.351. com a finalidade de constituir fonte de recursos para o desenvolvimento social e regional.0% ao Ministério (Comando) da Marinha.5% aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural. inciso V. Amparo legal: Lei no 9. para financiar programas de amparo à pesquisa científica e tecnológica e ao desenvolvimento aplicados à indústria do setor. e § 3o . 49 do referido diploma. 1340.478. alínea “c”. 49 da Lei no 9. a destinação das parcelas de royalties excedentes nas áreas localizadas no pré-sal sob o regime de concessão ocorrerá da seguinte forma: ?? 22. DESTINO após 31/12/2011: Nas áreas do pré-sal contratadas pelo regime de partilha de produção da Lei no 12. a ser distribuído entre todos os Estados. e 49. Territórios e Municípios. ?? 22. 10. ?? 7. e ?? 40% ao Fundo Social .10.Partilha de Produção Registra a receita auferida em função do pagamento de participação especial relativa a contratos de concessão para a exploração e produção de petróleo ou gás natural sob o regime de partilha de produção. o Nas áreas do pré-sal contratadas pelo regime de concessão da Lei n 9. 42. na forma e critério estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo.748.403. de 6 de agosto de 1997. Territórios e Municípios. incisos II. de 6 de agosto de 1997. 49.5% aos Municípios produtores confrontantes. inciso V. a ser distribuído entre todos os Estados.05 .5% para constituição de um Fundo Especial. inciso II. ?? 15.5% para constituição de um Fundo Especial. IV e §§ 1o e 2o .FS. alínea “d”.478. e ?? 25% ao Ministério da Ciência e Tecnologia. em casos de grande volume de produção de petróleo ou de grande 189 . na forma e critério estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo. ?? 7. de 22 de dezembro de 2010. da seguinte forma: ?? 22. * Natureza criada pela Portaria SOF no 77. de 2010. de 24 de agosto de 2011. inciso I. e § 3o . art. Lei no 12. aplica-se a destinação constante do inciso II do art. Territórios e Municípios. de 1997. e ?? 25% ao Ministério da Ciência e Tecnologia.5% para constituição de um Fundo Especial. ?? 7. vedada sua destinação a órgãos específicos.Participação Especial pela Produção de Petróleo ou Gás Natural .5% aos Estados produtores confrontantes. 2o . 2o .5% aos Estados produtores confrontantes. 15. ?? 7. inciso III.5% aos Municípios produtores confrontantes. arts. de 23 de dezembro de 2010. de o acordo com o inciso II e o § 3 do art. e Decreto no 7.

a depreciação e os tributos previstos na legislação em vigor.478.351.351. da seguinte forma: ?? 40% ao Ministério de Minas e Energia. destinados ao desenvolvimento de atividades de gestão ambiental relacionadas à cadeia produtiva do petróleo. inciso IV e §§ 1o e 2o . De acordo com o Decreto. nas áreas localizadas no pré-sal contratadas sob o regime de concessão. de 22 de dezembro de 2010. a participação especial terá a seguinte destinação: ?? 50% ao Fundo Social . * Natureza criada pela Portaria SOF no 77. DESTINO após 31/12/2011: Nas áreas do pré-sal contratadas pelo regime de partilha de produção da Lei no 12. de 1997. arts. 50 da Lei no 9.351. que regulamenta o § 1o do art. não se aplicarão as disposições relativas à participação especial constantes do art. Fato gerador: A ocorrência de grande volume ou grande rentabilidade na produção de petróleo. Amparo legal: Lei no 9. de 2010. ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. de 6 de agosto de 1997. de acordo com o art. Lei no 12.478. para o financiamento de estudos e serviços de geologia e geofísica aplicados à prospecção de petróleo e gás natural. de 1997. com a finalidade de constituir fonte de recursos para o desenvolvimento social e regional.478.478. ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. A participação especial será aplicada sobre a receita bruta da produção. de 23 de o dezembro de 2010. 50 da Lei no 9.FS. os investimentos na exploração. os custos operacionais. ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção.403. e Decreto no 7. vedada sua destinação a órgãos específicos. de 22 de dezembro de 2010. de 23 de dezembro de 2010. a serem promovidos pela Agência Nacional do Petróleo. 190 . 2o . 50 da Lei no 9. uma vez que esse caso não configura concessão. de 24 de agosto de 2011.403. 49 da Lei n 12. ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. 44 e 49. de acordo com os §§ 2o e 4o do art. de 1997. ?? 40% para o Estado onde ocorrer a produção em terra. e ?? 10% para o Município onde ocorrer a produção em terra. inciso II. ?? 40% para o Estado onde ocorrer a produção em terra. arts. a participação especial será destinada conforme estabelecem os incisos I e II do § 2o do art. Nas áreas do pré-sal contratadas pelo regime de concessão da Lei no 9. Destinação legal: DESTINO até 31/12/2011: Regra de transição definida pelo inciso II do art. de 6 de agosto de 1997.748. art. 50. deduzidos os royalties.rentabilidade. 2o do Decreto no 7. e ?? 10% para o Município onde ocorrer a produção em terra. 44 do referido diploma. ?? 10% ao Ministério do Meio Ambiente. criado por lei específica. e 3o .

617. II e § 4º. Destinação legal: Fundo Nacional do Meio Ambiente. art.00. 1351. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. Amparo Legal: Constituição Federal de 1988. de 04 de janeiro de 1993.186-16. Fato gerador: O pagamento de royalties e participações em decorrência da exploração econômica do patrimônio genético. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. 33. Destinação Legal: Conforme previsto em legislação específica. Fato gerador: Direitos pela exploração de bens públicos em áreas de domínio da União. 33. art. ZEE ou Plataforma Continental.Receita de Royalties e Participações pela Exploração do Patrimônio Genético Registra os recursos decorrentes da exploração do patrimônio genético em áreas de domínio público da União.617. de 8 de outubro de 2010. art. Decreto nº 6.01. de 23 de agosto de 2001. de 04 de janeiro de 1993. II e § 4º.915.Receita Decorrente do Direito de Exploração de Bens Públicos em Áreas de Domínio Público Receita decorrente dos direitos da União pela exploração de bens localizados em áreas sob seu domínio. Lei nº 8. Fato gerador: O pagamento de royalties em decorrência da exploração econômica do patrimônio genético em áreas de domínio da União.915. 225§ 1º.186-16.Royalties pela Exploração do Patrimônio Genético em Área de Domínio Público Registra os recursos decorrentes da exploração do patrimônio genético em áreas de domínio da União.00 . art. de 23 de agosto de 2001. Fundo Naval e Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. de 29 de julho de 2009. no Mar Territorial. Medida Provisória nº 2. Amparo legal: Constituição Federal de 1988.00. 1351. de 29 de julho de 2009.1350. 225§ 1º. Decreto nº 6. Lei nº 8.00 . 191 . de 8 de outubro de 2010.00 . Medida Provisória nº 2.

art. e Decreto nº 6. art 225. e 50% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . Amparo legal: Constituição Federal de 1988. de 8 de outubro de 2010. Decreto nº 6. de 29 de julho de 2009. 225§ 1º.FNMA. Fato gerador: O pagamento de royalties em decorrência da exploração econômica do patrimônio genético no Mar Territorial. e 50% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . e 50% ao Fundo Naval. art.915. II e § 4º. § 1º.FNMA.915. de 8 de outubro de 2010. ZEE ou Plataforma Continental. 33.Royalties pela Exploração do Patrimônio Genético no Mar Territorial. Medida Provisória nº 2. art. Amparo Legal: Constituição Federal de 1988. Medida Provisória nº 2. Destinação Legal: 25% ao Fundo Nacional do Meio Ambiente . II e § 4º. art. II e § 4º. “b” e “c” *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. 33.186-16.186-16. Medida Provisória nº 2. 1º. 192 . ZEE ou Plataforma Continental.00 .FNDCT. alíneas “a” e “b” *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. de 23 de agosto de 2001. Destinação legal: 50% ao Fundo Nacional do Meio Ambiente . inciso II alíneas “a”. 225§ 1º. art. Fato gerador: O pagamento de participações em decorrência da exploração econômica do patrimônio genético em áreas de domínio da União. 1351.FNDCT.Destinação Legal: 50% ao Fundo Nacional do Meio Ambiente . de 23 de agosto de 2001. art. exceto Mar Territorial. de 29 de julho de 2009.00 .02. 33.FNMA. 1º. de 23 de agosto de 2001.FNDCT. 1351. inciso I. Zona Econômica Exclusiva ou Plataforma Continental Registra os recursos da exploração do patrimônio genético no Mar Territorial. 25% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . ZEE ou Plataforma Continental. Amparo legal: Constituição Federal de 1988.186-16.Participações pela Exploração do Patrimônio Genético em Áreas de Domínio da União Registra os recursos decorrentes da exploração do patrimônio genético em áreas de domínio público da União.03. art.

das atividades de pesquisa e lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. de 23 de agosto de 2001. Amparo legal: Constituição Federal de 1988. e Decreto nº 6. 1o.00 . 25% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . de 29 de julho de 2009. bem como o seu refino e transporte marítimo. 1351. inciso II alíneas “a”.00 . 193 . 33. art. 225§ 1º. 177. * Natureza criada pela Portaria SOF no 47. art.Receita de Outorga a Título Oneroso das Atividades de Pesquisa e Lavra de Petróleo e Gás Natural Registra os recursos decorrentes da cessão. II e § 4º.186-16. 1º. de 21 de junho de 2011. I a IV. art.00 . e 50% ao Fundo Naval.FNMA. inciso I alíneas “a” e “b” *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. de 8 de outubro de 2010. art.915.915. das atividades de pesquisa e lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos.276. de 29 de julho de 2009. de 27 de outubro de 2010. e Lei no 12.Receita de Cessão de Direitos Registra receitas decorrentes da cessão de direitos de natureza patrimonial relacionados à fruição de ativos intangíveis. Art. Zona Econômica Exclusiva ou Plataforma Continental Registra os recursos decorrentes da exploração do patrimônio genético no Mar Territorial. Amparo Legal: Constituição Federal.04. Medida Provisória nº 2.00. a título oneroso. ZEE ou Plataforma Continental.00. “b” e “c” *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. de 30 de junho de 2010. ZEE ou Plataforma Continental. Fato gerador: Direitos pela exploração. de 8 de outubro de 2010 1352.Participações pela Exploração do Patrimônio Genético no Mar Territorial. Fato gerador: O pagamento de participações em decorrência da exploração econômica do patrimônio genético no Mar Territorial. 1360.FNDCT. § 3o . Destinação Legal: 25% ao Fundo Nacional do Meio Ambiente . 1º. a título oneroso. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 144.Decreto nº 6. art.

406.00 . Art. Os agentes financeiros detentores desse direito recolherão. do direito de operacionalização de pagamentos da folha de ativos e inativos de determinada Entidade Pública. de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil.00 . o respectivo montante estipulado. e Lei no 10. de benefícios do Fundo do Regime Geral de Previdência Social . Amparo Legal: Constituição Federal de 1988. de 10 de janeiro de 2002 . de 21 de junho de 1993.Receita de Cessão do Direito de Operacionalização da Folha de Pagamento de Benefícios Registra a receita decorrente da cessão a agentes financeiros do direito de operacionalizar o pagamento relativo à folha de benefícios do Fundo do Regime Geral de Previdência Social FRGPS. Fato Gerador: Cessão. 194 . via GRU .Receita de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos Registra receitas decorrentes da cessão a instituições financeiras do direito de operacionalização do pagamento da folha de ativos e inativos de determinada entidade pública. 1361. junto à Conta Única do Tesouro Nacional. art.Código Civil.02. Fato Gerador: Cessão. e de obrigações a fornecedores. Destinação Legal: Entidade pública que celebrou o contrato. Amparo Legal: Constituição Federal de 1988. e Lei no 10. 37.1361.00. a agentes financeiros públicos ou privados. XXI.00 .406. de 21 de junho de 2011. 37.666. * Natureza criada pela Portaria SOF no 47.Guia de Recolhimento da União.FRGPS administrado pelo INSS.Receita de Cessão do Direito de Operacionalização da Folha de Pagamento de Pessoal Registra a receita decorrente da cessão a agentes financeiros do direito de operacionalizar o pagamento relativo à folha de pessoal.01. de acordo com as cláusulas previstas e pelo tempo determinado nos termos do respectivo contrato. ativo e inativo. Lei no 8. de determinada entidade pública. *Natureza criada pela Portaria SOF no 47. e de obrigações com fornecedores. XXI. 1361. a agentes financeiros públicos ou privados. do direito de operacionalização de pagamentos da folha de ativos e inativos de determinada Entidade Pública.666. Lei no 8. de 21 de junho de 2011. de 21 de junho de 1993. administrado pelo INSS. Destinação Legal: Entidade pública que celebrou o contrato ou FRGPS administrado pelo INSS. de benefícios do FRGPS administrado pelo INSS.

Os agentes financeiros detentores desse direito recolherão, junto à Conta Única do Tesouro Nacional, o respectivo montante estipulado, de acordo com as cláusulas previstas e pelo tempo determinado nos termos do respectivo contrato, via GRU - Guia de Recolhimento da União Fato Gerador: Cessão, a agentes financeiros públicos ou privados, do direito de operacionalização de pagamentos da folha de benefícios previdenciários. Destinação Legal: Entidade pública que celebrou o contrato. Amparo Legal: Constituição Federal de 1988, art. 37, XXI; Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993; e Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil. *Natureza criada pela Portaria SOF no 47, de 21 de junho de 2011. 1361.03.00 - Receita de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamento a Fornecedores Registra a receita decorrente da cessão a agentes financeiros do direito de operacionalizar o pagamento relativo a obrigações com fornecedores. Os agentes financeiros detentores desse direito recolherão, junto à Conta Única do Tesouro Nacional, o respectivo montante estipulado, de acordo com as cláusulas previstas e pelo tempo determinado nos termos do respectivo contrato, via GRU - Guia de Recolhimento da União Fato Gerador: Cessão, a agentes financeiros públicos ou privados, do direito de operacionalização de pagamentos a fornecedores. Destinação Legal: Entidade pública que celebrou o contrato. Amparo Legal: Constituição Federal de 1988, Art. 37, XXI; Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993; e Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil. *Natureza criada pela Portaria SOF no 47, de 21 de junho de 2011. 1390.00.00 - Outras Receitas Patrimoniais Receitas decorrentes do patrimônio da União que não estão enquadradas nos itens de receita anteriores. Podemos exemplificar nessa categoria receitas decorrentes de rendimentos de depósitos em instituições financeiras, aluguel de máquinas, equipamentos ou veículos, royalties, etc. Fato gerador: Qualquer transação envolvendo o patrimônio da União que não tenha sido classificada em algum item anterior.

195

Amparo legal: Código Civil. 1400.00.00 - RECEITA AGROPECUÁRIA Receita decorrente das seguintes atividades ou explorações agropecuárias: agricultura (cultivo de solo), inclusive hortaliças e flores; pecuária (criação, recriação ou engorda de gado e de animais de pequeno porte); atividades de beneficiamento ou transformação de produtos agropecuários em instalações existentes nos próprios estabelecimentos (excetuam-se as usinas de açúcar, fábricas de polpa de madeira, serrarias e unidades industriais com produção licenciada, que são classificadas como industriais). Fato gerador: Atividades de exploração agropecuária. Amparo legal: Lei no 4.320, de 17 de março de 1964, artigo 11 § 1o ; e Decreto-Lei no 1.939, de 20 de maio de 1982. 1410.00.00 - Receita da Produção Vegetal Receitas decorrentes de lavouras permanentes, temporárias e espontâneas (ou nativas), silvicultura e extração de produtos vegetais. Fato gerador: Atividades de exploração agropecuária. Amparo legal: Lei no 4.320, de 17 de março de 1964, art. 11 § 4 o ; e Decreto Lei no 1.939, de 20 de maio de 1982. 1420.00.00 - Receita de Produção Animal e Derivados Receitas decorrentes de atividades de exploração econômica de pecuária de grande porte bovinos, bubalinos, equinos e outros (inclusive leite, carne e couro); pecuária de médio porte ovinos, caprinos, suínos e outros (inclusive lã, carne e peles); aves e animais de pequeno porte (inclusive ovos, mel, cera e casulos do bicho da seda); caça e pesca. Estão incluídas nesses títulos apenas as receitas das atividades de beneficiamento ou transformação ocorridas em instalações nos próprios estabelecimentos. As receitas oriundas de atividades industriais dedicadas à produção de alimentos (matadouros, fábrica de laticínios, etc.) são classificadas em "Receita da Indústria de Transformação", bem como secagem, curtimento, outras preparações de couros e peles, etc. Fato gerador: Atividades de exploração de atividade econômica de pecuária, caça e pesca. Amparo legal: Lei no 4.320, de 17 de março de 1964, art. 11 § 4 o ; e Decreto Lei no 1.939, de 20 de maio de 1982.

196

1490.00.00 - Outras Receitas Agropecuárias Receitas decorrentes de atividades de exploração econômica de outros bens agropecuários, tais como venda de sementes, mudas, adubos ou assemelhados, desde que realizadas diretamente pelo produtor. Fato gerador: Atividades de exploração econômica de outros bens agropecuários. Amparo legal: Lei no 4.320, de 17 de março de 1964, art. 11 § 1 o ; e Decreto Lei no 1.939, de 20 de maio de 1982. 1500.00.00 - RECEITA INDUSTRIAL Recursos provenientes das atividades industriais definidas como tais pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Fato gerador: Atividades industriais definidas como tais pelo IBGE. Amparo legal: Lei no 4.320, de 17 de março de 1964, art. 11, § 1o ; e Decreto Lei no 1.939, de 20 de maio de 1982. 1510.00.00 - Receita da Indústria Extrativa Mineral Receitas das atividades da indústria de extração mineral, provenientes das atividades industriais assim definidas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Fato gerador: Atividades ligadas à indústria extrativa mineral, conforme classificação do IBGE. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39, de 11 de agosto de 2008. 1520.00.00 - Receita da Indústria de Transformação Receitas das atividades ligadas à indústria de transformação, baseadas na classificação da Fundação IBGE. Fato gerador: Atividades ligadas à indústria de transformação, conforme classificação do IBGE. 1520.12.00 - Receita da Indústria Mecânica Essa receita é decorrente da comercialização de produtos originários da indústria mecânica. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos relacionados à indústria mecânica, conforme classificação do IBGE. 1520.20.00 - Receita da Indústria Química Receita decorrente da comercialização de produtos originários da indústria química.

197

Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos relacionados à indústria química, conforme classificação do IBGE. 1520.21.00 - Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos e Veterinários Essa receita é decorrente da comercialização de produtos originários da indústria de produtos farmacêuticos e veterinários. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos relacionados à indústria de produtos farmacêuticos e veterinários, conforme classificação do IBGE. 1520.21.01 - Receita da Indústria de Produtos Farmacêuticos A comercialização dos produtos relacionados à indústria de produtos farmacêuticos. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39, de 15 de junho de 2009.

1520.21.02 - Receita da Indústria de Produtos Veterinários A comercialização dos produtos relacionados à indústria de produtos veterinários. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39, de 15 de junho de 2009.

1520.22.00 - Receita da Indústria de Produtos Farmoquímicos Essa receita é decorrente da comercialização de produtos originários da indústria de produtos farmoquímicos. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos relacionados à indústria de produtos farmoquímicos, conforme classificação do IBGE. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81, de 18 de dezembro de 2008. 1520.26.00 - Receita da Indústria de Produtos Alimentares Essa receita é decorrente da comercialização de produtos alimentares. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos alimentares, conforme classificação do IBGE. 1520.27.00 - Receita da Indústria de Bebidas e Destilados Receita advinda da comercialização de bebidas e destilados produzidos pelas escolas agrotécnicas federais. Fato gerador: Atividades de comercialização de bebidas e destilados produzidos pelas escolas agrotécnicas federais.

198

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 9, de 27 de junho de 2001. 1520.29.00 - Receita da Indústria Editorial e Gráfica Receita proveniente das atividades de comercialização dos produtos da indústria editorial e gráfica. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos da indústria editorial e gráfica. 1520.30.00 - Receita da Indústria Eletrônica Registra as receitas provenientes da comercialização de dispositivos semicondutores e sistemas de circuitos integrados, além de outros produtos de microeletrônica . Fato gerador: A produção e comercialização de dispositivos semicondutores e sistemas de circuitos integrados, além de outros produtos de microeletrônica. Destinação Legal: 100% à empresa produtora. Amparo legal: - Inciso I, do art. 4o da Lei no 11.759, de 31 de julho de 2008. - Art. 4o da Portaria SOF no 10, de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 9, de 9 de fevereiro de 2012. 1520.99.00 - Outras Receitas da Indústria de Transformação Englobam quaisquer receitas da indústria de transformação não enquadradas nos itens anteriores. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos oriundos da indústria de transformação. 1530.00.00 - Receita da Indústria de Construção Receitas das atividades de construção, reforma, reparação e demolição de prédios, edifícios, obras viárias, grandes estruturas e obras de arte, inclusive reforma e restauração de monumentos. Inclui, também, a preparação do terreno e a realização de obras para exploração de jazidas minerais, a perfuração de poços artesianos e a perfuração, revestimento e acabamento de poços de petróleo e gás natural. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos da indústria de construção. 1590.00.00 - Outras Receitas Industriais * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9, de 28 de abril de 2005.

199

1600.00.00 - RECEITA DE SERVIÇOS Título que abrange as receitas das atividades características da prestação de serviços, tais como: atividades comerciais, financeiras, de transporte, de comunicação, de saúde, de armazenagem, serviços recreativos e culturais, etc. 1600.01.00 - Serviços Comerciais Receita das atividades do comércio varejista e atacadista, ou seja, operações de revenda de mercadorias para consumo, uso pessoal ou uso doméstico, bem como a revenda de mercadorias a comerciantes varejistas, a consumidores industriais, a instituições, profissionais e outros comerciantes atacadistas. Este título abrange também os serviços auxiliares de comércio: agentes, corretores e intermediários de venda de mercadorias à base de comissão. Não estão incluídas as receitas oriundas da venda de mercadorias que tenham sofrido processo de transformação no próprio estabelecimento, as quais deverão ser classificadas em Receita da Indústria de Transformação. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos da indústria de construção. 1600.01.01 - Serviços de Comercialização de Medicamentos Essa receita decorre das atividades do comércio varejista e do comércio atacadista de medicamentos. 1600.01.02 - Serviços de Comercialização de Livros, Periódicos, Material Escolar e de Publicidade Receita das atividades do comércio varejista e atacadista de livros, periódicos, material escolar e de publicidade. 1600.01.03 - Serviços de Comercialização e Distribuição de Produtos Agropecuários Receita das atividades do comércio varejista e atacadista de produtos agropecuários. Estão incluídas nesse item as receitas decorrentes da comercialização de produtos adquiridos com garantia de preço mínimo e para a formação de estoques reguladores. 1600.01.06 - Serviços de Comercialização de Produtos, Dados e Materiais de Informática Receita proveniente da comercialização de produtos, dados e materiais de informática, tais como disquetes, softwares, programas, CD-Rom, fitas magnéticas e assemelhados, bem como informações em redes e sistemas de dados disponíveis em meios de hardware. 1600.01.08 - Receita de Comercialização dos Dados e Imagens oriundos da Utilização de Posições Orbitais Receita decorrente da comercialização dos dados e imagens oriundos da utilização de posições orbitais. Fato gerador: Utilização de posições orbitais. Destinação legal:

200

25% das receitas auferidas pela União, provenientes da comercialização dos dados e imagens obtidos por meio de rastreamento, tele- medidas e controle de foguetes e satélites, são depositados no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, em categoria de programação específica, devendo ser administrados conforme o disposto no regulamento. Amparo legal: Lei no 5.070, de 7 de junho de 1966; e Lei no 9.994, de 2000, art. 1o , inciso III e art. 2o . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48, de 10 de setembro de 2009. 1600.01.09 - Receita Proveniente de Lançamentos de Satélites e Foguetes de Sondagem, a partir do Território Brasileiro Receita proveniente do lançamento, em caráter comercial, de satélites e foguetes de sondagem, a partir do território brasileiro. Fato gerador: Utilização de posições orbitais. Destinação legal: 25% das receitas auferidas pela União, provenientes de lançamentos, em caráter comercial, de satélites e foguetes de sondagem a partir do território brasileiro, são depositados no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, em categoria de programação específica, devendo ser administrados conforme o disposto no regulamento. Amparo legal: Lei no 5.070, de 7 de junho de 1966; e Lei no 9.994, de 2000, art. 1o , inciso II e art. 2o . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48, de 10 de setembro de 2009. 1600.01.10 - Receita de Comercialização de Fardamentos Receita proveniente da venda de uniformes e fardamentos. Fato gerador: Atividades de comercialização dos produtos destinados a vestimentas, uniformes e/ou fardas a determinadas categorias. Destinação legal: Trata-se de receita própria cuja destinação fica a critério da unidade arrecadadora. Amparo legal: Lei nº. 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil. Portaria SOF nº. 78, de 08 de dezembro de 2009. 1600.01.99 - Outros Serviços Comerciais Receita das atividades do comércio varejista e atacadista não discriminadas nas codificações anteriores.

201

Fato gerador: Prestação de qualquer tipo de serviço comercial varejista e atacadista não discriminado nas codificações anteriores. 1600.02.00 - Serviços Financeiros Receita de atividades financeiras, transferência de valores, cobranças, serviços de câmbio, desconto de títulos, repasse de empréstimos, concessão de crédito, seguros (inclusive resseguro) e operações de sociedades de capitalização. Fato gerador: Utilização de serviços de natureza financeira. 1600.02.01 - Juros de Empréstimos Resultado das taxas de juros aplicadas a empréstimos concedidos. Fato gerador: Remuneração de empréstimos concedidos. Amparo legal: Lei no 4.595, de 13 de dezembro de 1964, Art. 18, § 1o . Lei no 8.727, de 5 de novembro de 1993; Medida Provisória no 2.192, de 24 de agosto de 2001; Medida Provisória no 2.181, de 24 de agosto de 2001. 1600.02.03 - Serviços Financeiros de Compensação de Variações Salariais É uma receita financeira proveniente de operações financeiras realizadas pelo Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS. Os recursos do FGTS, recebem, todo dia 10 juros, referentes a 3% ao ano mais correção monetária. Fato gerador: A realização de operações financeiras pelo Fundo de Compensação de Variações Salariais FCVS. Lei no 5.107, de 13 de setembro de 1966; Lei no 8.036, de 11 de maio de 1990. 1600.02.05 - Operações de Autoridade Monetária Receita do Banco Central do Brasil, proveniente de operações com títulos, da área externa, da área bancária, com ouro e outras. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 13, de 19 de maio de 2008. 1600.02.06 - Remuneração sobre Repasse para Programas de Desenvolvimento Econômico Receita decorrente de parte dos rendimentos dos empréstimos de recursos do FAT ao BNDES. Fato gerador:

202

Aplicação de parte dos rendimentos dos empréstimos de recursos do FAT ao BNDES. Destinação legal: 40% dos recursos da arrecadação decorrente das contribuições do PIS e do PASEP são destinados a financiar programas de desenvolvimento econômico, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, com critérios de remuneração que lhes preservem o valor. Amparo legal: Constituição Federal, art. 239, § 1o . 1600.02.11 - Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia - Operações de Crédito Internas Receita de natureza financeira, decorrente da execução de garantia nas operações de crédito internas. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 7, de 28 de maio de 2004. 1600.02.12 - Serviços Financeiros Provenientes da Execução de Garantia - Operações de Crédito Externas Receita de natureza financeira, decorrente da execução de garantia nas operações de crédito externas. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 7, de 28 de maio de 2004. 1600.02.99 - Outros Serviços Financeiros Receita de outros serviços de natureza financeira. Fato gerador: Realização de outras operações financeiras e de outras aplicações com recursos da União. 1600.03.00 - Serviços de Transporte São receitas provenientes da prestação de serviços de transporte. Fato gerador: A prestação de serviços de transporte. 1600.03.01 - Serviços de Transporte Rodoviário São receitas decorrentes de serviços de transporte rodoviário de passageiros, de carga ou misto, de escolares, táxi, de encomendas, etc. Fato gerador: A prestação de serviços de transporte, conforme acima relacionados. Amparo legal: Lei no 10.233, de 5 de maio de 2001; Decreto no 4.097, de 23 de janeiro de 2002; Portaria Interministerial no 38, de 10 dezembro de1998; Lei no 6.288, de 11 de dezembro de 1975;

203

de 5 de junho de 2001.973. Fato gerador: A prestação de serviços de transporte. etc. táxi aéreo.Serviços de Transporte Aéreo Receita de serviços de transporte aéreo de passageiros. Lei no 5. de longo curso. de cabotagem e por vias internas (rios. gasoduto. Fato gerador: A prestação de serviços de transporte especiais.101. 204 .03. de 15 de agosto de 1977. conforme acima relacionados. 1600.233. Amparo legal: Decreto no 98.Serviços de Transporte Hidroviário Receita de serviços de transporte hidroviário de passageiros.02 . Amparo legal: Medida Provisória no 2. de 14 de abril de 1987. 1600. de 19 de maio de 1988. Decreto Lei no 832. como transporte por oleoduto. transporte aéreo regular. de 8 de setembro de 1969. de 18 de novembro de 1966. de 27 de dezembro de 2000. "mineroduto".Serviços de Transporte Ferroviário É uma receita de serviços de transporte ferroviário tanto de passageiros como de carga. Amparo legal: Decreto-Lei no 37.). Decreto no 80. Fato gerador: A prestação de serviços de transporte.03 . Decreto-Lei no 2.145. aeronaves fretadas. transporte aéreo regional. conforme acima relacionados. Decreto-Lei no 1. de 18 de agosto de 1980.597. de carga ou misto.908. etc. de carga ou misto. de 21 de fevereiro de 1990. conforme acima relacionados. de 19 de abril de 1983. inclusive metropolitano.434.05 .03.04 . Fato gerador: Realização de outras operações financeiras e de outras aplicações de seus recursos.801. Lei no 7.092.03. 1600. lagoas. Lei no 10.03. 1600. de 20 de agosto de 1973.Serviços de Transportes Especiais Receita de serviços de transportes especiais.Lei no 7.

saúde pública.295.00 .142. 1600.Outros Serviços de Transporte * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. etc. centro de reabilitação. de comunicação telefônica local. 1600.04. de 28 de abril de 2005.04. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. de 28 de dezembro de1990. assistência médico-odontológica (inclusive ambulatorial). Lei no 9.01 .Serviços de Publicidade Legal Receita decorrente das atividades de agenciamento de publicidade. Fato gerador: A prestação de serviços de comunicação. de caráter especializado ou não. de 18 de dezembro de 2008.03. Decreto no 2. Amparo legal: Lei no 8. interurbana e internacional e de transmissão de dados.338. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. Lei no 9. de 16 de julho de 1997. Fato gerador: A prestação de serviços hospitalares em geral. de 7 de outubro de1997. de caráter especializado ou não. 1600. interurbana e internacional e de transmissão de dados.02 . de entrega e transporte de volumes e correspondências.873.Serviços de Radiodifusão Receita decorrente das atividades de radiodifusão. de radiodifusão e de agenciamento de publicidade. Lei no 8.05. de 19 de julho de 1996.99 .1600. 1600.Serviços de Saúde Receita de serviços hospitalares em geral. tais como maternidade. de entrega e transporte de volumes e correspondências. tais como: serviço postal.691.00 . de 22 de julho de 1998. de 18 de julho de 2001.472. de 18 de dezembro de 2008. de 19 de setembro de 1990.Serviços de Comunicação Essa receita é decorrente de atividades de comunicação: serviço postal. de 18 de dezembro de 2008.Outros Serviços de Comunicação Receita decorrente de outros serviços de comunicação.080. 1600. Amparo legal: Lei no 9.04. e Decreto no 3.04. de comunicação telefônica local. e 205 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81.03 .

etc. Amparo legal: Portaria no 2. Portaria no 182. para saneamento e outros produtos. insumos farmacêuticos e correlatos. e Resolução RCD no 59. inativos e pensionistas.142.080. de 20 de novembro de 1996. de 28 de dezembro de 1990.Serviços Hospitalares Receita de serviços de hospitalares em geral. de 6 de junho de 2002. Amparo legal: Lei no 8.05. de 1998. os expostos à venda ou entregues ao consumo. e Lei no 8. 1600.Instrução Normativa no 1.05.Serviços de Registro de Análise e de Controle de Produtos sujeitos a Normas de Vigilância Sanitária São receitas decorrentes dos procedimentos de vigilância sanitária e do registro de todos os medicamentos.01 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. Fato gerador: A prestação de serviços hospitalares em geral.02 . Unidades de Tratamento Intensivo.Serviços de Assistência à Saúde Suplementar do Servidor Civil Fato Gerador: Participação da União. drogas. suas autarquias e fundações públicas e de recursos provenientes da contribuição dos servidores públicos civis ativos. de 27 de junho de 2000. drogas. 1600.05 . centro de reabilitação. Amparo legal: Portaria da SVS no 686. no caso de prestação direta pelos órgãos (gestão própria). de 27 de agosto de 1998. Amparo legal: 206 . incluindo maternidade.Serviços Radiológicos e Laboratoriais Receita decorrente da prestação de serviços radiológicos e laboratoriais. de 19 de setembro de 1990.043. destinada ao custeio da Assistência à Saúde Suplementar do Servidor Civil. 1600. Fato gerador: Execução dos procedimentos de vigilância sanitária e do registro de todos os medicamentos.03 . inclusive os importados. insumos farmacêuticos e correlatos.05. Fato gerador: Prestação de serviços radiológicos e laboratoriais. 1600. de 12 de dezembro de 1994.05.

Fato gerador: A prestação de serviços portuários conforme decrição acima. terminais marítimos. docagem. 9º.99 .080. de 25 de fevereiro de 1993.00 . de 11 de agosto de 2008. de 28 de dezembro de 1990. Fato gerador: A prestação de serviços de assistência médico-odontológica. 1600. Lei no 8.860. e Lei no 8. de 25 de fevereiro de 1993. de 19 de setembro de 1990. etc.Serviços de Armazenagem Receita de operações de redes de armazéns. Lei no 4. de 11 de dezembro de 1990. art.603.06. Amparo legal: Lei no 8.302. atracadouros e ancoradouros.973.860.603. Fato gerador: A prestação de serviços de armazenagem em geral.07. referentes à estiva.Outros Serviços de Saúde Receita de serviços de assistência médico-odontológica (inclusive ambulatorial) e outros serviços de saúde.983. de 26 de novembro de 1995. 207 . de 5 de dezembro de 2006. Lei nº 11. de 1991. atracação. Lei no 9. sinalização.112.05. e Lei no 4. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.142. art. de 26 de novembro de 1995. 1600.Serviços Portuários Essas receitas abrangem os recursos oriundos da exploração dos portos. Destinação legal: Integralmente destinada ao Custeio da Assistência à Saúde Suplementar do Servidor Civil da Administração Federal. 230. dragagem. silos e armazéns frigoríficos. e Portaria da SRH/MP nº 1. de 2000. desestiva.Lei nº 8. inclusive nos portos.171. 1600. de 10 de maio de 2006. Amparo legal: Lei no 8. comunicação náutica.00 . Amparo legal: Lei no 8.

00 . de 2000. digitação.08.Serviços de Metrologia e Certificação Receitas decorrentes da prestação de serviços metrológicos em geral.648.00 .102. de 25 de maio de 1998. fornecidas a entidades públicas ou privada. de 2000. de 1 o de dezembro de 1964. 208 .516.Serviços de Informações Estatísticas Receita proveniente da prestação de serviços de informações estatísticas. 1600.09.664. de 20 de dezembro de 1999. mergulho.855. etc. por navio de socorro ou equipe de salvamento da Marinha. e Lei no 9. Decreto-Lei no 1. de 2001. conferência. Fato gerador: A prestação de serviços metrológicos em geral.534.933. de 17 de outubro de 1995.Decreto no 3.966.11. de 1993.Serviços de Processamento de Dados Receita decorrente de prestação de serviços de processamento de dados para terceiros: preparo de programa. Amparo legal: Portaria no 334. Lei no 9. Amparo legal: Lei no 5. e Lei no 5. Lei no 9. de embarcação e cargas em perigo (desencalhe. etc.Metrologia Legal e Certificatória Delegada Receita decorrente de serviços de metrologia legal e certificatórios oriunda de entidades públicas ou privadas credenciadas. Fato gerador: A prestação de serviços de processamento de dados para terceiros. Amparo legal: Lei no 4. 1600. de 11 de dezembro de 1973. 1600. outros socorros). análise de sistemas. dentre outros. Fato gerador: A prestação de serviços de informações estatísticas.00 . 1600.972.11. e Decreto no 3. 1600.01 . tais como aferição de medidas e instrumentos de medir.10. serviços de arqueação de tanques para armazenagem.Serviços de Socorro Marítimo Receita de serviços de salvamento. bem como serviços de reboque marítimo.00 . de 14 de novembro de 1968.

1600. Fato gerador: A prestação de serviços metrológicos e industriais.11. insumos e produtos fabricados. e Lei no 9. de 11 de dezembro de 1973.966. padronização e 209 .11. e Lei no 9. controle e experimentação qualitativa de matérias-primas.03 . de 20 de dezembro de 1999.966.Metrologia Científica e Industrial Receita proveniente de serviços metrológicos e industriais.11. etc. de 20 de dezembro de 1999. a racionalização das unidades de medidas utilizadas em todo o território nacional e a aferição de instrumentos de medir. Fato gerador: A prestação de serviços de metrologia legal. isto é. consiste em assegurar a uniformidade.Serviços Tecnológicos Receita proporcionada por análises químicas.966.Fato gerador: A prestação de serviços de metrologia legal. de 11 de dezembro de 1973.933.00 . serviços de arqueação de tanques para armazenagem. Amparo legal: Lei no 5.933.12. aferição de instrumentos de medir.933. de 11 de dezembro de 1973.966.Metrologia Legal Receita oriunda de serviços metrológicos legais. e Lei no 9. Amparo legal: Lei no 5. de 11 de dezembro de 1973.04 .Informação Tecnológica Receita procedente de serviços de informações tecnológicas.11. etc. Amparo legal: Lei no 5. Fato gerador: A prestação de serviços de certificação. ensaios físicos e mecânicos.05 .Certificação de Produtos e Serviços Receita decorrente de serviços de certificação de produto e serviços. 1600. e Lei no 9.02 . Amparo legal: Lei no 5. 1600. 1600. de 20 de dezembro de 1999.933. de 20 de dezembro de 1999. Basicamente. 1600.

anuidades.966. vistoria.886. produtos químicos. de 27 de maio de 1998. etc. Lei nº. de 25 de outubro de 1966. cadastramento.00 . licença. fabricação e comercialização de diversos produtos. bem como conserto. ajustes dos processos e técnicas de produção industrial (Sistema Nacional de Tecnologia). Amparo legal: Art.14.648.933. por meio de provas específicas de identificação. 7. decorrente do regular exercício de atividades administrativas exercidas pelo Estado na função de restringir ou condicionar o exercício de direitos individuais em razão do interesse público. As receitas de atividades auxiliares. datilografia. Fato gerador: 210 . heliográficas e fotostáticas. especificação e controle de qualidade de medicamentos.00 . Amparo legal: Lei no 5. 1600. Fato gerador: Policiamento na atuação do indivíduo em suas atividades e procedimentos na produção. drogas. cópias xerográficas.especificação de produtos.Serviços de Meteorologia Receita proporcionada pelo fornecimento de dados meteorológicos e de pareceres técnicos.. de 20 de dezembro de 1999. da Lei nº. renovação.16. 1600.172. 78. 1600. de pureza e de testes de contaminação microbiológica. devem ser classificadas nos títulos apropriados. exploração e comercialização de produtos destinados à sociedade. e outros. cosméticos. 5. como: taxas de expedição de certificados. 1600.Serviços Administrativos Receita das atividades de apoio administrativo executadas em organizações de qualquer natureza. de 11 de dezembro de 1978. insumos farmacêuticos. e Lei no 9. alimentos. Lei no 9. Fato gerador: A prestação de serviços administrativos. microfilmagem. cuja natureza esteja diretamente relacionada à formação do educando (matrículas. de apoio ou derivadas dos serviços educacionais propriamente ditos.Serviços de Inspeção e Fiscalização Receita oriunda da atividade externa e direta exercida pelos órgãos do Poder Público com a finalidade de verificar o cumprimento de exigências legais exigidas na produção. exploração. Fato gerador: A prestação de serviços administrativos.00 .Serviços Educacionais Receita proporcionada pelas atividades do sistema educacional.). comparação e aferição de equipamentos de meteorologia. bem como das condições higiênico-sanitárias do estabelecimento empresarial. taxas de registro.15. de 20 de novembro de 1989.00 .13.

188.Serviços Recreativos e Culturais Receita proporcionada pela exploração de instalações para recreação. do Nordeste e do CentroOeste – SUDAM. organização e administração de empresas. de 28 de dezembro de 2000. de gás.Serviços Agropecuários Receita proporcionada pelos serviços auxiliares de agricultura e pecuária: preparo e correção de solos. de máquinas e aparelhos de uso doméstico ou interno. 19. nesse título.20. no caso da SUDENE. 1600. Portaria no 2. 211 . outros serviços auxiliares de agricultura e pecuária. museus. de 3 de janeiro de 2007. assessoria.20. de 25 de junho de 1997.Serviços de Consultoria. autódromos. 16. contabilidade e escrituração.00 . Portaria no 859.00 .00 . culturais e esportivos). colheita e preparação de produtos agrícolas. manutenção e instalação (inclusive por meio de arrendamentos eventuais) de artefatos de metal. Amparo legal: Lei no 9. auditoria. de água. SUDENE e SUDECO. é a liberação de recursos pelos Fundos de Desenvolvimento da Amazônia . organização e administração de empresas. assessoria. conferências. art.Serviços de Consultoria. 1600. análise de projetos. perícias contábeis. etc. Manutenção e Instalação Receita de serviços de reparação. 6o . salões para recitais. de 20 de junho de 2007. Amparo legal: Lei Complementar no 124.17. 1600. assistência técnica e extensão rural.Serviços de Reparação. teatros. no caso da SUDAM.00 . incubação de ovos.424. etc. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Livres Receita de aplicação não vinculada proporcionada por consultorias técnico-financeiras. 1600. e Lei Complementar no 125. contabilidade e escrituração. planetários. 1600. Nordeste – FDNE e do Centro-Oeste – FDCO. Assistência Técnica e Análise de Projetos Receita proporcionada por consultorias técnico-financeiras.A prestação de serviços administrativos. análise de projetos.18. Incluem-se também. promoção e/ou produção de espetáculos artísticos. respectivamente. eletrônicos e de comunicação. perícias contábeis. art. de máquinas e aparelhos elétricos.FDA. Lei no 11. inciso II e art. inciso II e art. bibliotecas. estádios desportivos. de 3 de janeiro de 2007. assistência técnica e extensão rural. combate a pragas. prática desportiva e cultural (cinemas. de 24 de dezembro de 1996.494.19. § 2o . concertos. Fato gerador: Para as Superintendências de Desenvolvimento da Amazônia. vacinação de animais. inseminação artificial.01 . 6o . os serviços de confecção sob medida. de instalações elétricas. etc. auditoria. semeadura e plantio.

6o .952.SUDAM e SUDENE. §§ 1o e 4o. Assistência Técnica e Análise de Projetos – Aplicações Vinculadas Receita de aplicação vinculada proporcionada por consultorias técnico-financeiras. de 8 de janeiro de 2009. e alterada pela Portaria SOF no 75. e 19 da Lei Complementar no 125. que institui a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste – SUDENE. é o produto do retorno das operações de financiamento concedidas pelos Fundos de Desenvolvimento da Amazônia . Para a Superintendência de desenvolvimento do Centro Oeste – SUDECO é a liberação de recursos pelo Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste – FDCO. de 16 de agosto de 2012. Destinação legal: Do produto do retorno das operações de financiamento concedidas pelo FDA e FDNE.254. de 31 de maio de 2002. 1. para aplicação vinculada ao custeio de atividades de pesquisa. perícias contábeis. Dos recursos liberados pelo FDCO. e Anexo ao Decreto no 6. de 3 de janeiro de 2007. 1600. Arts. Amparo legal: Art. contabilidade e escrituração. Para os demais casos os recursos serão destinados ao órgão arrecadador.5% (dois por cento) constituem receitas da respectiva Superintendência (SUDAM. que institui a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste – SUDECO. assessoria. organização e administração de empresas. Amparo legal: Art. 11. assistência técnica e extensão rural. Arts. Destinação legal: Dos recursos liberados pelos referidos fundos de desenvolvimento regionais. 212 .20. inciso II. desenvolvimento e tecnologia de interesse do desenvolvimento regional. Arts. para aplicação vinculada ao custeio de atividades de pesquisa. análise de projetos. inciso II.Serviços de Consultoria. SUDENE ou SUDECO).Para os demais casos é a prestação dos serviços a que se refere a natureza de receita. 6o . da Lei no 4. de 3 de janeiro de 2007. 7o da Lei Complementar no 129. de 3 de janeiro de 2007. Fato gerador: Para as Superintendências de Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste .FDA e do Nordeste . Art. de 17 de março de 1964.02 . e 16 da Lei Complementar no 124. §§ 1o e 4o da Lei no 4. SUDENE). desenvolvimento e tecnologia de interesse do desenvolvimento regional. 6o . 11. de 2 de setembro de 2009. inciso II.320. 2% (dois por cento) constituem receitas da respectiva Superintendência (SUDAM. Anexo ao Decreto no 4. de 10 de setembro de 2009. auditoria.FDNE. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. que institui a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia – SUDAM. e 16 da Lei Complementar no 124. que instit ui a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia – SUDAM. 2% constituem receitas da SUDECO. de 17 de março de 1964. etc. respectivamente.320.

Anexo ao Decreto no 6. 5o e 6o da Medida Provisória no 564. de Patentes e de Transferências de Tecnologia Receita correspondente aos valores monetários de retribuição dos serviços previstos no Código da Propriedade Industrial. Excluem as receitas provenientes de empresas fornecedoras de alimentos preparados para hospitais. 1600. e Arts. econômicos.Serviços de Registro de Marcas.Serviços de Registro de Programas de Computador Receita correspondente aos valores monetários de retribuições aos serviços de registro de programas de computador. expedições de certificados de registro.03 . etc. petições.00 . etc. realizados sob contrato. etc. fábricas. 1600. 1600.04 .22. petições. 1600.. de 16 de agosto de 2012.Serviços de Estudos e Pesquisas Receita proporcionada por pesquisas e estudos técnico-sociais.23.Arts. pedidos e petições relativos a contratos de transferência de tecnologia e correlatos. que se classificam em Indústria de Produtos Alimentares. anuidades de pedidos.01 . científicos. e 19 da Lei Complementar no 125. pedidos e petições relativos a privilégios.Serviços de Registro de Marcas Receita correspondente aos valores monetários de retribuições aos serviços de pedidos de registro de marcas.23. Anexo ao Decreto no 4.Serviços de Registro de Indicações Geográficas Receita correspondente aos valores monetários de retribuições aos serviços de pedidos de registro. de 3 de abril de 2012. pedidos e petições relativos a marcas e patentes. de 2 de setembro de 2009. recursos.02 .23. etc. etc. 1600.23.05 . petições gerais.00 .Serviços de Hospedagem e Alimentação Receita proporcionada por hospedagem. de 31 de maio de 2002. culturais..23. de 10 de setembro de 2009. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. pedidos de privilégio. 213 . 1600. 1600. lanches e bebidas para consumo imediato.21.Serviços de Patentes Receita correspondente aos valores monetários de retribuições aos serviços de petições. 6o . de 3 de janeiro de 2007. 1600.00 .952. com ou sem alimentação. registros de desenho industrial. e alterada pela Portaria SOF no 75. vigências de marcas. inciso II.254. fornecimento de refeições.23. que institui a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste – SUDENE. etc.Serviços de Transferência de Tecnologia Receita correspondente aos monetários de retribuições aos serviços de averbações de contratos.

Fato Gerador: Prestação dos atos pertinentes ao registro público de empresas mercantis e atividades afins. bem como das multas por estes aplicadas.Serviços de Proteção das Topografias de Circuitos Integrados Receita correspondente aos valores monetários de retribuições aos serviços de proteção das topografias de circuitos integrados. Amparo Legal: 214 .00 .24. de 28 de abril de 2005.06 . bem como especificar os atos a serem observados pelas Juntas Comerciais na elaboração de suas tabelas locais. O produto da remuneração dos serviços prestados pela junta comercial do Distrito Federal e pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio. de 18 de dezembro de 2008. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. compreendidos a matrícula e seu cancelamento de profissionais listados na legislação própria. de 18 de dezembro de 2008. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. excluídos os valores definidos acima. será levado à conta do Tesouro Nacional. Compete ao Departamento Nacional de Registro do Comércio . que promoverão diretamente sua arrecadação.Serviços de Registro de Desenho Industrial Receita correspondente aos valores monetários de retribuições aos serviços de registro de desenho industrial. 1600. caberão às juntas comerciais. arrecadados pelas juntas comerciais. de 18 de dezembro de 2008.07 . serão levados à conta do Tesouro Nacional.1600.Serviços de Remessa de Depósitos Oficiais Receita correspondente aos valores monetários de retribuições aos serviços de remessa de depósitos oficiais.08 .DNRC propor a elaboração da tabela de preços dos serviços pertinentes ao registro público de empresas mercantis.Serviços de Registro do Comércio Serviços prestados pelas juntas comerciais de cada unidade federativa. na parte relativa aos atos de natureza federal.23. 1600. 1600. A remuneração dos demais serviços de registro do comércio e as respectivas multas.23. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81.23. de Patentes e de Transferência Tecnológica * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. o arquivamento de documentos e a autenticação dos instrumentos de escrituração das empresas mercantis Destinação Legal: Os valores referentes ao cadastro nacional de empresas e aos serviços correspondentes.99 .23. bem com a emissão de certidões dos documentos arquivados.Outros Serviços de Registro de Marcas. neles compreendidos o arquivamento dos atos e a autenticação dos instrumentos de escrituração concernentes às empresas e sociedades mercantis. 1600.

4o e 6o . de 29 de março de 1984. de 30/01/1996. venda de cartas e imagens de satélites.00 .Serviços de Geoprocessamento Receita oriunda de serviços prestados a terceiros de interpretação de imagem aerofotogramétrica. procedentes de portos estrangeiros ou nacionais. mapas e afins. Lei no 8. e Decreto no 1. de 19/08/1983.Serviços de Fornecimento de Água Receita proveniente de fornecimento de água para usuários da infra-estrutura pública de irrigação. 1600. dos serviços de sinalização náutica de proteção à navegação. execução de mapas digitalizados diversos.30. inciso II. de 18/11/1994.00 . 1o . Fato gerador: Os navios estrangeiros que demandarem os portos do Brasil. 1600.094. O produto da arrecadação é destinado integralmente ao Fundo Naval.25. arts.876.26.29. arts. arts. fluvial e lacustre.056. Amparo legal: Decreto no 1. com o objetivo de levantar informações a respeito de determinada área. 1600. 8o . 215 . 1600.Tarifa de Utilização de Faróis Receita proveniente da efetiva utilização. 32 e 89. Amparo legal: Lei nº. de 24 de março de 1994. conduzindo passageiros ou não. 32 e 55.27. 1600. destinada à manutenção e recuperação dos Perímetros conforme Decreto no 89.00 . de 2 de maio de 1994. por embarcações estrangeiras.00 . poços artesianos ou similares. para aplicação nos serviços que envolvam a manutenção e ampliação da rede de balizamento marítimo. vídeográficas e similares.800.496. 3o . 8. inciso II. 1600.00 .00 .Serviços de Informações Científicas e Tecnológicas Receita proveniente da comercialização de serviços de informações científicas e tecnológicas. Fato gerador: Processamento e mapeamento de imagens.Serviços de Cadastramento de Fornecedores Receita proveniente da prestação de serviços de cadastramento de empresas fornecedoras de bens e serviços ao Governo Federal. com carga ou em lastro.Serviços de Perfuração e Instalação de Poços Receita decorrente da prestação de serviços de perfuração de poços tubulares profundos.28.934. 7o .Decreto-Lei no 2. a cargo da Diretoria de Hidrografia e Navegação do Ministério da Marinha.

tanto na viagem de direitura como na de torna-viagem. de 21 de outubro de 1969. desembarque de náufragos ou doentes. e d) sobre embarcações de lotação inferior a 1. A tarifa de utilização de faróis será acrescida de 50 (cinquenta por cento) para navios de mais de 50. material de custeio.31.000 toneladas. tocarem ou derem entrada em outro do mesmo Estado. àqueles que conduzem passageiros.000 (mil) toneladas de carga.Tarifa e Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Receitas provenientes de tarifa e adicional cobrados por embarque de passageiros. água. para aquisição de medicamentos. Destinação lega l: Os recursos provenientes da arrecadação da tarifa de utilização de faróis terão aplicação específica na construção e manutenção do balizamento marítimo e fluvial. saídas de um porto onde hajam pago o imposto. 1600.01 .A tarifa de utilização de faróis será devida tantas vezes quantas forem as entradas que derem os navios em qualquer porto nacional. e os vapores de linhas regulares que forem habilitados pelas autoridades alfandegárias a gozar das regalias atribuídas aos paquetes. b) sobre as embarcações estrangeiras arribadas por motivos humanitários. Decreto-Lei nº. viveres. Fato gerador: 216 .000 toneladas de arqueação (dead weight') de 100% (cem por cento) para as demais de 100.Tarifa Aeroportuária Receitas provenientes de tarifa cobrada por embarque de passageiros. Amparo Legal: Decreto-Lei nº. armazenagem de mercadorias em armazéns de carga aérea e utilização de serviços relativos à manutenção e manuseio de mercadorias em armazéns de carga (tarifa de capatazia). tanto na viagem de direitura quanto na de tornaviagem. não realizando receita no porto.023. de 18 de novembro de 1966. pouso e permanência de aeronaves nos aeroportos. isto é. desde que não façam operação de carga ou descarga. e sobre os navios que conduzirem expedição científica. pouso e permanência de aeronaves nos aeroportos. exceção feita aos navios notoriamente reconhecidos como paquetes. de salvação de vidas. correspondência e carga. 1600. c) sobre as embarcações de instrução ou de guerra. por motivo de arribada ou força maior. ou regressarem ao mesmo porto de onde tenham saído. a cargo da Diretoria de Hidrografia e Navegação. Tais navios pagarão a tarifa de que se trata unicamente nos 2 (dois) primeiros portos em que derem entrada. 34.31. sempre que não façam operação de comércio. 1. Receita vinculada ao Ministério da Aeronáutica.00 . A tarifa de utilização de faróis não incidirá: a) sobre as embarcações estrangeiras que. quando receberão certificado que servirá de prova nos demais portos. reparos necessários. armazenagem de mercadorias em armazéns de carga aérea e utilização de serviços relativos à manutenção e manuseio de mercadorias em armazé ns de carga (tarifa de capatazia).

920. de 7 de janeiro de 1992. em aeroportos e aeródromos de interesse regional ou estadual.800. Destinação legal: Os recursos deste adicional constituirão receitas do Fundo Nacional de Aviação Civil FNAC. devidas pelo embarque e conexão de passageiros. caracterizadas no art.03 .Embarque de passageiros. Fato gerador: Embarque e conexão de passageiros. Fato gerador: Emissão de passagens internacionais. 3o da Lei no 6. O adicional destina-se à aplicação em melhoramentos. pouso e permanência de aeronaves nos aeroportos. incluindo o seu correspondente adicional tarifário. no sistema aeroviário de interesse federal.009. de 12 de dezembro de 1989.009.02 . Amparo legal: . pouso e permanência de aeronaves nos aeroportos. do Ministério da Aeronáutica.399. de 9 de dezembro de 1997. de 1999. de 18 de agosto de 1980. de 26 de dezembro de 1973.Lei no 8. de 1973. correspondente ao aumento concedido pela Portaria no 861/GM2.Lei no 6.009. de 22 de novembro de 2011. 1o da Lei no 8. 3o da Lei no 6. Destinação legal: Ministério da Aeronáutica. 1600.31.Medida Provisória no 551.825.31. . reaparelhamento.25. e .74. reforma. De acordo com o art. de 1992. 1600. pouso e permanência de aeronaves nos aeroportos.009. armazenagem de mercadorias em armazéns de carga aérea e utilização de serviços relativos à manutenção e manuseio de mercadorias em armazéns de carga.Adicional sobre Tarifa Aeroportuária Receitas provenientes do adicio nal sobre as tarifas aeroportuárias referidas no art. conforme disposto na Lei no 9. os recursos originados pelo adicional das tarifas aeroportuárias serão destinadas especificamente da seguinte forma: I .Lei no 7.399.PROFAA). armazenagem e capatazia de mercadorias. 1. expansão e depreciação de instalações aeroportuárias. Decreto-Lei no . . armazenagem e capatazia de mercadorias. e II .24% destinados à aplicação nos Estados.76% a serem utilizados diretamente pelo governo federal. bem como na consecução de seus planos aeroviários (Programa Federal de Auxílio a Aeroportos . de 26 de dezembro de 1973 (art 3o ).Parcela da Tarifa de Embarque Internacional Receita proveniente de parcela da tarifa de embarque internacional. às tarifas de embarque internacional vigentes naquela data. Amparo legal: Lei no 6. de 1973. Destinação legal: 217 .

a ele vinculada. Amparo legal: . de 2011. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 11. facilidades de comunicações.462. 63 da Lei no 12. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21.é devido pelo interessado taxa de serviços quando há interesse na expedição de permissão de lavra garimpeira. 2o da Lei no 9. Requerimento de cadastro para requerer autorização em pesquisa mineral. tráfego aéreo. de 28 de julho de 2006. facilidades de 218 .Tarifas e Adicional sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Receita proveniente de tarifas e adicional sobre tarifas cobradas pela utilização dos serviços de informações aeronáuticas. auxílios à navegação aérea. proporcionados pelo Ministério da Aeronáutica e por empresa especializada da administração federal indireta.DNPM. de 22 de agosto de 2002. quando existe interesse no registro de licença. de 22 de novembro de 2011. Amparo legal: o Decreto-Lei no 227. Essas tarifas são formadas pela Tarifa de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea (TAN) e pela Tarifa de Uso das Comunicações e dos Auxílios Rádio e Visuais em Área de Terminal Aéreo (TAT).Desenvolvimento e fomento do setor de aviação civil e das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil. de 1999. e . Decreto no .Lei no 9. de 5 de agosto de 2011. de 23 de agosto de 1999.Medida Provisória no 551. 7.32. de 9 de janeiro de 1990. de 28 de fevereiro de 1967.Art. e no § 2o do art. de 18 de junho de 1989. tráfego aéreo.devida pela utilização dos serviços de informações aeronáuticas. meteorologia. Requerimento de cadastro de cessão/transferência de direitos minerários. . de 28 de fevereiro de 1967 (Art. com redação dada pela Lei n .825.33. As tarifas são assim denominadas e caracterizadas: I . e outros serviços auxiliares de proteção ao vôo. 6.567. conforme disposto no art.Tarifa de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea .825. 4o ).Serviços de Cadastro da Atividade Mineral Receita de taxa de serviços cadastrais quando do Requerimento de Autorização de Pesquisa de lavra garimpeira.00 .é devido pelo interessado taxa de serviços cadastrais (emolumentos). Fato gerador: Requerimento de registro de licença .812. de 26 de setembro de 1978. 98.462. Decreto-Lei no 227. meteorologia. 1600. Destinação legal: Departamento Nacional de Pesquisa Mineral .00 . 1600. Requerimento de permissão de lavra garimpeira . 63 da Lei no 12. alterado pela Lei no .805.

facilidades de comunicações. de 02 de julho de 2007. e representados por adicional sobre tarifas de uso das comunicações e dos auxílios à navegação aérea em rota. pouso e decolagem em áreas terminais de tráfego aéreo. de 17 de dezembro de 1981 (art 2o ). 86.01 . 1o ).Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Receita da utilização de instalações e serviços destinados a apoiar e tornar segura a navegação aérea. Destinação legal: Pagos ao Ministério da Aeronáutica ou à entidade especializada da Administração Federal Indireta responsável pela prestação dos serviços. incide sobre o proprietário ou explorador da aeronave.Adicional Sobre Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota Receita do adicional de 50% sobre as tarifas de utilização de instalações e serviços destinados a apoiar e tornar segura a navegação aérea.896. de 02 de julho de 2007. auxílio à navegação aérea e outros serviços auxiliares de proteção ao vôo. a ele vinculada.896/81). Destinação legal: Os preços de que trata este artigo.Tarifa de Uso das Comunicações e dos Auxílios rádio e visuais em área terminal de tráfego aéreo . 1.33. de 21 de janeiro de 1982. e serão representados por tarifas de uso das comunicações e dos auxílios à navegação aérea em rota. II . auxílio para aproximação. 1600. a ele vinculada.33. 219 . de 12 de dezembro de 1989 (art. proporcionados pelo Ministério da Aeronáutica ou por entidade especializada da Administração Federal Indireta. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 30.devida pela utilização dos serviços de tráfego aéreo. Fato gerador: Adicional sobre as tarifas relativas ao uso dos auxílios à navegação aérea e das telecomunicações (art.864.920. a ele vinculada. Decreto nº. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 30. proporcionados pelo Ministério da Aeronáutica ou por entidade especializada da Administração Federal Indireta. 1600. proporcionados pelo Ministério da Aeronáutica ou por entidade especializada da Administração Federal Indireta. Fato gerador: A utilização de instalações e serviços destinados a apoiar e tornar segura a navegação aérea. Amparo legal: Decreto-lei nº. Amparo legal: Lei no 7.02 . 2o do Decreto-Lei no 1. serão pagos ao Ministério da Aeroná utica ou à entidade especializada da Administração Federal Indireta responsável pela prestação dos serviços.comunicações. incide sobre o proprietário ou explorador da aeronave.

de 7 de julho de 1966.Prestação de Serviços pelo Banco Central do Brasil Receita do Banco Central do Brasil proveniente da prestação de serviços de Autoridade Monetária ao setor bancário.36. de 16 de julho de 1997). 1600.Tarifa pelo Uso do Sistema de Informações do Banco Central Receita proveniente da Tarifa pelo Uso do Sistema de Informações do Banco Central. de 6 de setembro de 2001).34. 1600.Garantias e Avais Receita decorrente da prestação de garantias e avais nas operações de crédito.Serviços de Regulamentação da Exploração dos Serviços de Telecomunicações. no regime privado.37. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. observado o o limite de no máximo anual de trinta milhões de reais (Lei n 5. 1600.01 .070.ANCINE.472. 1600.02 . Até 3% dos recursos será destinado à Agência Nacional do Cinema . Fato gerador: A concessão de garantia do Tesouro Nacional a créditos obtidos no exterior.00 .00 .37.36.Concessão de Aval do Tesouro Nacional É o montante cobrado a título de comissão.35. de 24 de maio de 1966. 1600.00 .228. Regime Privado Receitas decorrentes do exercício da atividade ordenadora da exploração de serviços de telecomunicações.Serviços de Compensações de Variações Salariais Receita proveniente da cobrança de contribuições sobre o valor das prestações pagas pelos mutuários do Sistema Financeiro de Habitação . com cobertura do FCVS. Fato gerador: Concessão de garantias e avais. Medida Provisória no 2.00 . 1600.01 . execução ou fiscalização. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. inclusive pagamentos pela expedição de autorização de serviços e similares (Lei no 9.1600.000. de 19 de fevereiro de 2009. pela concessão de garantia do Tesouro Nacional a créditos obtidos no exterior.SFH e sobre o saldo dos financiamentos imobiliários concedidos pelos agentes financeiros do SFH.36. de 22 de agosto de 2002.Tarifa pelo Uso do Sistema de Transferência de Reserva do Banco Central Receita proveniente da Tarifa pelo Uso do Sistema de Transferência de Reserva do Banco Central. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 2. Amparo legal: Lei no 5. de natureza não-financeira. de 22 de agosto de 2002. 220 .

1o . Fato gerador: A realização de empréstimos rurais de custeio.Concessão de Garantia da Atividade Agropecuária É uma receita proveniente de adicional cobrado sobre os empréstimos rurais de custeio.Receita de Seguro de Crédito à Exportação Fato gerador: Receita decorrente da garantia das operações de crédito à exportação contra os riscos comerciais. Tem como finalidade eximir o produtor rural de possíveis obrigações relativas a operações de crédito cuja liquidação seja dificultada por fenômenos naturais.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 2. para aumento da competitividade e da produção destinada à exportação.531. por conta da garantia de operações de financiamento.03 . Destinação legal: Esses recursos são destinados a: I . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 2. Fato gerador: Cobrança de comissões. Decreto nº 3. de 19 de fevereiro de 2009.Comissões pela Prestação de Garantia Receitas provenientes de comissões cobradas por conta da garantia de operações de financiamento para aumento da competitividade e da produção destinada à exportação. de 10 de dezembro de 1997. de 19 de fevereiro de 2009. de 19 de fevereiro de 2009.médias empresas que sejam exportadoras ou fabricantes de insumos que integrem o processo produtivo.02 .37. II.Garantia dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível Fato gerador: Concessão de garantias e avais nos financiamentos à estocagem de álcool etílico combustível. de 19 de fevereiro de 2009. 1600. Amparo legal: Lei no 9.818. Amparo legal: Lei no 9.37. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 2. 1600.37. de 23 de agosto de 1999.microempresas e empresas de pequeno porte.05 . 1600. doenças ou pragas. e 221 . arts. 2o e 3o . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 2.37.113. políticos e extraordinários que possam afetar a produção de bens e a prestação de serviços destinados à exportação ou as exportações brasileiras de bens e serviços. ou de montagem e de embalagem de mercadorias destinadas à exportação. 1600. de 6 de julho de 1999.04 .

00 . 51. destinada ao FISTEL. de 16 de julho de 1997. 1600. decorrentes de tarifas de inscrição em concursos.50. 222 . de 14 de novembro de 2008. 1600. processos seletivos. de licenças de exportação e de certificados de origem. de 26 de junho de 2008.40.Lei no 6.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 59. Os recursos serão destinados ao MDIC.00 . com o objetivo de obter no exterior redução na alíquota de importação.39.51. Destinação Legal: Órgão arrecadador. inclusive dos vestibulares realizados pelas Universidades. Amparo legal: Resolução CONTRAN no 282. e outros meios de prover seleção de pessoas ou coisas.ANATEL (Lei nº 9. j).Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações Receita decorrente de quantias recebidas pela aprovação de laudos de ensaio de produtos e prestação de serviços técnicos por órgãos da Agência Nacional de telecomunicações .00 . A tarifa será cobrada para permitir a remuneração do serviço prestado para a emissão da licença de exportação ou do certificado de origem. de 18 de dezembro de 2008. necessários para a entrada de produto brasileiro na União Européia. Art. de 26 de outubro de 1979.00 . de 15 de junho de 2009. de caráter administrativo. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. Trata-se do ingresso de recursos provenientes de uma sequência de ações visando selecionar ou qualificar alguém ou algo para um determinado objetivo. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior.Serviços Veterinários Fato gerador: Receita proveniente da prestação de serviços veterinários. conforme o caso.Receita de Credenciamento de Empresas Prestadoras de Serviços de Vistoria Fato gerador: Receita decorrente de valor a ser pago por empresas na obtenção de credenciamento para prestação dos serviços de vistoria.Tarifas de Inscrição em Concursos e Processos Seletivos Receitas. Art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. 1o .38. de 17 de agosto de 2001. 1600. por solicitação da empresa exportadora.704. 1600. do MDIC. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. 1600. de 10 de setembro de 2009.472.Receitas de Emissão de Certificados de Origem e de Emissão de Licença de Exportação Trata-se de receitas próprias decorrentes da emissão.

pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior. inclusive no tema regras de origem.683. de 18 de setembro de 2007.683. Fato Gerador O fato gerador das receitas é a emissão do certificado de origem. Os recursos serão destinados ao MDIC.Receitas de Emissão de Licença de Exportação Trata-se de receitas próprias decorrentes da emissão. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06. com o objetivo de obter no exterior redução na alíquota de importação. 1600. de certificados de origem.02 . Amparo Legal Alíneas “d” e “e” do inciso IX do artigo 27. A tarifa será cobrada para permitir a remuneração do serviço prestado para a emissão do certificado de origem. Amparo Legal Alíneas “d” e “e” do inciso IX do artigo 27.01 . conferem competência à SECEX para estabelecer normas necessárias à formulação de política de comércio exterior. do MDIC.51. A tarifa será cobrada para permitir a remuneração do serviço prestado para a emissão da licença de exportação.209. de 28 de maio de 2003. Destinação Legal As receitas são destinadas à Administração Direta do Ministério do Desenvolvimento.209. de licenças de necessários para a entrada de produto brasileiro na União Européia. de 28 de maio de 2003. conferem competência à SECEX para estabelecer normas necessárias à formulação de política de comércio exterior. da Lei nº 10. Os incisos I e III do artigo 15 do Anexo I do Decreto nº 6.51. Os recursos serão destinados ao MDIC. por solicitação da empresa exportadora.MDIC. Indústria e Comércio Exterior . Destinação Legal As receitas são destinadas à Administração Direta do Ministério do Desenvolvimento. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06. do MDIC. de 18 de setembro de 2007. pelo MDIC. Indústria e Comércio Exterior .Receitas de Emissão de Certificados de Origem Trata-se de receitas próprias decorrentes da emissão.MDIC. Os incisos I e III do artigo 15 do Anexo I do Decreto nº 6. requerido pelo exportador após a entrada de produto brasileiro na União Européia. pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior. de 24 de fevereiro de 2010. Fato Gerador 223 . inclusive no tema regras de origem. de 24 de fevereiro de 2010. da Lei nº 10.Fato Gerador O fato gerador das receitas é a emissão da licença de exportação ou do certificado de origem conforme o caso. 1600.

Destinação legal: DNPM. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 06. da Lei nº 10. Indústria e Comércio Exterior . 20. visando impedir o financiamento de conflito pelo seu comércio. Fato gerador: 224 .209. Amparo Legal Alíneas “d” e “e” do inciso IX do artigo 27. 9. Imissão de posse na jazida mineral localizada no subsolo ao titular do direito minerário. Lei nº. Destinação Legal As receitas são destinadas à Administração Direta do Ministério do Desenvolvimento.60. inclusive no tema regras de origem. de 18 de setembro de 2007.Certificação e Homologação da Atividade Mineral Receita de taxa de serviços cadastrais quando do Requerimento de Registro de Licença e do Registro de Permissão de lavra Garimpeira Fato gerador: Requerimento de registro de licença .Serviços Voltados à Inovação e à Pesquisa no Ambiente Produtivo Instituição Científica e Tecnológica Receita decorrente da prestação de serviços voltados à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. de 28 de maio de 2003. Serviço de emissão de certificado de classificador de rochas ornamentais e de revestimento para credenciar profissionais que executam serviços de classificação de rochas ornamentais de revestimento para exportação.683. 10. de 30 de julho de 2003.é devido pelo interessado taxa de serviços cadastrais (emolumentos). inciso I). conferem competência à SECEX para estabelecer normas necessárias à formulação de política de comércio exterior.56.00 . de 28 de julho de 2006 1600. de 28 de fevereiro de 1967 (Art.MDIC. 1600.314. de 24 de fevereiro de 2010. Requerimento de permissão de lavra garimpeira . quando existe interesse no registro de licença. Amparo legal: Decreto-Lei no 227. com a redação dada pela Lei nº.00 .743.é devido pelo interessado taxa de serviços quando há interesse na expedição de permissão de lavra garimpeira. Os incisos I e III do artigo 15 do Anexo I do Decreto nº 6. de 28 de dezembro de 1999.O fato gerador das receitas é a emissão da Licença de Exportação pelo MDIC. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21. Emissão do certificado de Kimberley que confere a origem de diamantes brutos destinados à exportação e à importação.

produto ou processo.973. instrumentos.Serviços Decorre ntes de Parcerias com Outras Instituições Públicas e Privadas Receita da celebração de acordos de parceria para realização de atividades conjuntas de pesquisa científica e tecnológica e desenvolvimento de tecnologia. de 13 de setembro de 2006. de 2 de dezembro de 2004 Decreto nº 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. em objetivos institucionais de pesquisa. de 11 de outubro de 2005. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. em objetivos institucionais de pesquisa. de 11 de outubro de 2005. exclusivamente. Destinação legal: Os recursos financeiros percebidos pelas ICTs. de 13 de setembro de 2006. nas atividades de inovação e pesquisa.Prestação de serviços por Instituição Científica e Tecnológica . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. de 13 de setembro de 2006. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. de 13 de setembro de 2006.60. de 2 de dezembro de 2004 Decreto nº 5. pertencentes à Instituição Científica e Tecnológica. 1600. 1600. constituem receita própria e deverão ser aplicados.00 .563. voltados à inovação e à pesquisa no ambiente produtivo. equipamentos. constituem receita própria e deverão ser aplicados. voltados à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. Amparo legal: Lei nº 10. 1600.Tarifa de Compartilhamento e Utilização em Atividades de Pesquisa e Inovação . 225 .60.70.Serviços Prestados Diretamente por Instituição Científica e Tecnológica Receita de serviços prestados diretamente por Instituições Científicas e Tecnológicas.02 . Destinação legal: Os recursos financeiros percebidos pelas ICTs.ICT.01 .Instituição Científica e Tecnológica Receita decorrente do compartilhamento e utilização de laboratórios. exclusivamente. desenvolvimento e inovação. em atividades voltadas à inovação e pesquisa científica e tecnológica.563. desenvolvimento e inovação. com instituições públicas e privadas. Fato gerador: Compartilhamento e utilização de laboratórios e afins.973. Amparo legal: Lei nº 10. materiais e demais instalações.

EDUCAR. de 28 de abril de 2005.Transferências Intergovernamentais Transferências ocorridas entre diferentes esferas de governo.00 .00 . creditados diretamente por pessoas 226 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28.00.Outras Transferência dos Estados Para atender às suas necessidades de identificação.99.70. FUNRES. transferidos pelos Estados. Promoção Cultural e Promoção do Desporto Amador). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28.70. voltadas para atividades de pesquisa.99. 1723. Podem ocorrer em nível intragovernamental e intergovernamental.TRANSFERÊNCIAS CORRENTES Recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado. 1730. de 13 de setembro de 2006.00.00.00 .Compartilhamento de Laboratórios e Afins com Microempresas e Empresas de Pequeno Porte em Atividades de Inovação Receita de compartilhamento de laboratórios e afins com microempresas e empresas de pequeno porte. 1600. 1720.Outras Transferências dos Municípios * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. transferidos pelos Municípios. de 13 de setembro de 2006.00 .Transferências dos Estados Recursos recebidos pelas demais esferas de governo e respectivas entidades da administração descentralizada. 1722.00 .1600.00.Outros Serviços Receita proveniente de outros serviços que não se enquadram nas naturezas anteriores. e incluem as transferências de Instituições Privadas.01 . em atividades de inovação.99.00 .00. FINAM. do Exterior e de Pessoas. 1723.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9.00 . 1700. discriminando os recursos transferidos pelos Estados que não estejam especificados. as demais esferas de governo poderão desdobrar esse item.02 . 1600. 1722.Utilização de Laboratórios e Afins por Empresas Nacionais e Organizações de Direito Privado Sem Fins Lucrativos em Atividades de Pesquisa Receita da utilização de laboratórios e afins por empresas nacionais e organizações de direito privado sem fins lucrativos.Transferências dos Municípios Recursos recebidos pelas demais esferas de go verno e de suas entidades da administração descentralizada. independente de contraprestação direta em bens e serviços. de 28 de abril de 2005.Transferências de Instituições Privadas Identificam recursos de incentivos fiscais (FINOR.

00 . 1750. destinados a custear tanto despesas correntes como de capital. com ou sem contraprestações de serviços com Municípios ou com suas Entidades Públicas.00 .Transferências de Convênios dos Estados e do Distrito Federal e de suas Entidades Recursos oriundos de convênios firmados.Transferências de Convênios dos Municípios e de suas Entidades Recursos oriundos de convênios firmados. 1740.320 de 17 de março de 1964. 1763. com ou sem contraprestações de serviços com Estados ou com o Distrito Federal e respectivas Entidades Públicas.00.00. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes. e receitas de capital as destinadas a atender despesas classificáveis como despesas de capital. com Instituições Privadas. Quando o convênio for entre entidades federais. ou entre estas e organizações particulares. conforme seja o tipo de despesa objeto do convênio. destinados a custear tanto despesas correntes como de capital. serão classificadas como receitas correntes as transferências que se destinarem a atender despesas classificáveis como correntes. 1764.00. destinados a custear tanto despesas correntes como de capital.Transferências de Pessoas Compreendem as contribuições e doações a governos e entidades da administração descentralizada. conforme seja o tipo de despesa objeto do convênio.00.00. De acordo com o disposto nos §§ 1º e 2º. destinados a custear tanto despesas correntes como de capital. 1760. conforme seja o tipo de despesa objeto do convênio.00.Transferências do Exterior Registra o valor total das receitas recebidas por meio de transferências do exterior provenientes de organismos e fundos internacionais. 1761.00 .00 . para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes. realizadas por pessoas físicas. Englobam ainda contribuições e doações a governos realizados por instituições privadas. e destinados a custear tanto despesas correntes como de capital. por entidades públicas de qualquer espécie.Transferências de Convênios da União e de suas Entidades Recursos oriundos de convênios firmados. conforme seja o tipo de despesa objeto do convênio. do art. de governos estrangeiros e instituições privadas internacionais.00 . com ou sem contraprestações de serviços.00 .00 . com ou sem contraprestações de serviços. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes. conforme seja o tipo de despesa objeto do convênio. com a União ou com suas Entidades. com ou sem contraprestações de serviços.00. em conta de entidades da Administração Federal Descentralizada.Transferências de Convênios de Instituições Privadas Recursos oriundos de convênios firmados. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes. 1762.jurídicas. 227 . a entidade transferidora não poderá integrar o Orçamento Fiscal ou o Orçamento da Seguridade Social da União.Transferências de Convênios Recursos oriundos de convênios firmados. 11 da Lei nº 4.

É garantida a livre destinação da parcela de 20% das receitas.Provenientes de Depósitos Não Identificados * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Receita da Dívida Ativa e Receitas Diversas. como sanção legal no campo tributário (impostos. industriais. 1900. Indenizações e Restituições.00. por infrações a regulamentos.00. Destinação legal: As receitas das multas de mora incidentes sobre o imposto de importação. taxas e contribuição de melhoria). conforme disposto no Decreto no 4.Provenientes de Pessoas Físicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. não-tributário (contribuições sociais e econômicas.00 . Amparo legal: 228 .1770.00 . com exceção de o eventuais vinculações criadas por legislações anteriores à Lei n 8.00.Provenientes de Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto de Importação. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 2.00 .Transferências para o Combate à Fome Recursos decorrentes de doações ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. serviços e diversas) e de natureza administrativa. destinam-se integralmente ao FUNDAF. de 1o de janeiro de 2003.MULTAS E JUROS DE MORA Resultado da aplicação de penas de natureza pecuniária impostas ao contribuinte faltoso.00 .383. 1773.00.OUTRAS RECEITAS CORRENTES Como desdobramento desse título encontram-se as Multas e Juros de Mora.00 . de 1991.00.00. em razão da Desvinculação de Recursos da União .Multas e Juros de Mora dos Tributos Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas ao contribuinte referentes a tributos.DRU. 1911.00. No caso dos juros de mora.Provenientes do Exterior * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.00 . são vinc ulados ao FUNDAF no limite das receitas resultantes da aplicação do percentual de 1% de juros.00 . de 17 de fevereiro de 2003. 1911. 1772. patrimoniais.00 . 1910.01.00. 1771. 1774.564.00 .

art. Distrito Federal e Municípios (Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios) e de eventuais vinculações criadas por legislações anteriores à Lei no 8. de 30 de dezembro de 1991. destinam-se integralmente ao FUNDAF. É garantida a livre destinação da parcela de 20% das receitas.383. art. de 31 de dezembro de 2003.01.543.383.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas.Receita de Parcelamentos .Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação Idêntico ao disposto na natureza 1111.02 .069. de 1991.430.01. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.172. são vinculados ao FUNDAF no limite das receitas resultantes da aplicação do percentual de 1% de juros. de 31 de dezembro de 2003.069. 229 . Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 1911. 161. Destinação legal: As receitas de multas de mora incidentes sobre o imposto de renda. Lei no 8. de 27 de dezembro de 1996. de 30. 1911. de 27 de dezembro de 1996.430. em razão da Desvinculação de Recursos da União DRU.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referente ao Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Decreto no 3000. Lei no 9. com exceção da parcela transferida aos Estados. de dezembro de 1991. Amparo legal: Lei no 9. e Lei no 5. 69.01 . art. de 29 de junho de 1995. Decreto no 4.01. 1911. Lei no 9. de 1999.02. de 25 de outubro de 1966. 161. No caso dos juros de mora.383. 69.172.02 .Lei no 9. 1911.Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Receita de Parcelamentos . art.02.Imposto sobre a Importação. de 25 de outubro de 1966. de 29 de junho de 1995.01 . de 2002.00 . Lei no 8. e Lei no 5.

Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 29 de junho de 1995. 69. de 27 de dezembro de 1996. de 30 de dezembro de 1991.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto sobre a Renda Retido na Fonte.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas. 1911. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911. e Lei no 5.04 .Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda .02. de 1999.02.01. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911. Lei no 8.383. 1911. Lei no 9. de 25 de outubro de 1966.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas.Imposto sobre a Importação. art.430. Decreto no 3000.03 .Receita de Parcelamentos .172. Lei no 8. 230 . art. de 29 de junho de 1995. Amparo legal: Lei no 9.02.Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita de Parcelamentos . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.430.172. de 30 de dezembro de 1991. de 1999.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas. de 27 de dezembro de 1996. 69. Amparo legal: Lei no 9. de 25 de outubro de 1966. 161. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.069. de 31 de dezembro de 2003.02.02 .1911.01 . Lei no 9. art.01 .02 .383.069. art. e Lei no 5.02. Decreto no 3000. 161.

05 . Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. e Lei no 5.Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda . 69. 1911.IRPJ Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Simples Federal e Nacional.Imposto sobre a Importação.02.01 .02. de 29 de junho de 1995.430.06 . de 31 de dezembro de 2003. Decreto no 4. art.Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Imposto sobre a Importação. 1911.Multas e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda .02 .172. de 14 de dezembro de2006 e Lei nº 9.Receita de Parcelamentos .07 . Amparo legal: Lei no 9. Lei no 8. de 13 de abril de 2010.Receita de Parcelamentos .01.02. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.069.Pessoas Físicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.00 .01 .Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional . ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.383.01. de 27 de dezembro de 1996.de 2002. 1911.02 . de 31 de dezembro de 2003.1911.03.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas. de 5 de dezembro de 1996. de 1998.544 . de 25 de outubro de 1966. art. Amparo legal: Lei Complementar nº 123. 161. *Natureza de receita criada pela Portaria SOF Nº 18. de 30 de dezembro de 1991. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.Receita de Parcelamentos . 231 .317.Receita de Parcelamentos .02. de 3 de janeiro de 2006.03. Lei no 9.Retido na Fonte Idêntico ao disposto na natureza 1111. Decreto no 2637.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto sobre Produtos Ind ustrializados. 1911. Fato gerador : Receita proveniente do não cumprimento de obrigações acessórias do Imposto de renda para pessoas jurídicas que aderiram ao sistema do Simples Nacional que instituiu tratamento tributário simplificado e diferenciado.

de 2002. Decreto no 4. art.219. e Lei no 5. ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários.Multas e Juros de Mora do Imposto sobre Produtos Industrializados Idêntico ao disposto na natureza 1111.04. Decreto no 2. *Natureza de receita criada pela Portaria SOF nº 18.172. Câmbio e Seguro. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto sobre Operações de Crédito. Amparo legal: Lei no 9.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito. de 1997. de 31 de dezembro de 2003.Receita de Parcelamentos .Receita de Parcelamentos .00 . de 31 de dezembro de 2003. Lei no 8.01.494.430. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 30 de dezembro de 1991. que instituiu tratamento tributário simplificado e diferenciado. art.03 .02 .Imposto sobre a Importação.03.04.Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito. 69. 1911.03. Amparo Legal: Lei Complementar nº 123. 161.1911. Lei no 9.Multa e Juros de Mora Simples Federal e Nacional .IPI.317.Imposto sobre a Importação. 1911. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 13 de abril de2010. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. . Câmbio e Seguro.IPI Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Simples Federal e Nacional.02 .383.Receita de Parcelamentos . Fato gerador: Receita proveniente do não cumprimento de obrigação acessória do imposto sobre produtos industrializados que aderiram ao sistema do Simples Nacio nal. 232 . de 5 de dezembro de 1996. de 27 de dezembro de 1996. de 25 de outubro de 1966. de 29 de junho de 1995.01 . 1911. Câmbio e Seguro. de 14 de dezembro de 2006 e Lei nº 9.02 .069.01. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1111.

DRU.1911. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. em razão da Desvinculação de Recursos da União .Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 25 de outubro de 1966.07.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto sobre a Propriedade Rural. Destinação legal: As receitas de multas de mora incidentes sobre o imposto sobre exportações.Imposto sobre a Importação. de 31 de dezembro de 2003. Lei no 9. e Lei no 5.01 . Amparo legal: 233 .Receita de Parcelamentos . são vinculados ao FUNDAF no limite das receitas resultantes da aplicação do percentual de 1% de juros. de 30 de dezembro de 1991. No caso dos juros de mora. de 29 de junho de 1995. 1911.172.Receita de Parcelamentos . 1911. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita de Parcelamentos . É garantida a livre destinação da parcela de 20% das receitas.00 . 1911.01. 1911. Lei no 8. com exceção o de eventuais vinculações criadas por legislações anteriores à Lei n 8. destinam-se integralmente ao FUNDAF. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.00 .Receita de Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Exportação * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 1991.02 . Câmbio e Seguro.08.02 .07.00 . 161.430. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. art.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Operações de Crédito. art.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre Exportação Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita de Parcelamentos .02 . de 27 de dezembro de 1996.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Exportação Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes ao Imposto sobre a Exportação.01. de 31 de dezembro de 2003.383. 69.02 . de 31 de dezembro de 2003.383.07.Imposto sobre a Importação. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911. Amparo legal: Lei no 9.04.069.01.

de 18 de dezembro de 2008. Lei no 5.02 . de 29 de junho de 1995. 29 a 31 e 201.31. domicílio útil ou posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município. Destinação legal: 234 . e Decreto no 4. art. 69.382. de 30 de dezembro de 1991. de 27 de dezembro de 1996. de 2002.Lei no 9. 161.08. incidente sobre o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural. pela propriedade. de 1996. Fato gerador: Não-pagamento do imposto devido. 1911.01 . Lei no 9.393. ao optar pela fiscalização e cobrança do ITR fará jus à totalidade do produto da arrecadação referente aos imóveis rurais nele situados. Lei no 9.Multa e Juros de Mora das Taxas de Fiscalização das Telecomunicações Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes às Taxas de Fiscalização das Telecomunicações. art. de 19 de dezembro de 1996. de 18 de dezembro de 2008. de 4 de novembro de 2011. arts.430.382. de 25 de outubro de 1966.00 . 1911.08.383. inciso III. Lei no 9. e Lei no 5. de 25 de outubro de 1966. § 4o . 153. inciso VI. Decreto no 4. e alterada pela Portaria SOF no 135.172. 1911. de 27 de dezembro de 1996.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Municípios Conveniados Registra a arrecadação de recursos oriundos de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. como definido na lei civil.393. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação destas taxas. Amparo legal Constituição Federal.430. no transcurso do prazo exigível. o * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF n 81. Destinação legal: O município ou o Distrito Federal. a partir do momento disciplinado no convênio. inciso II. Lei no 8. de 19 de dezembro de 2002. Lei no 9. e 158.069. devido aos municípios que optarem pela fiscalização e cobrança desse imposto.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Municípios Não-Conveniados * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. arts.172.

32. 7o . Destinação legal: 235 .Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro. Amparo legal Lei no 9. de 1997. item 10. de 17 de julho de 2000. de 30 de maio de 1983. Amparo legal Decreto Lei no 2.025. do regulamento aprovado pelo Decreto n 91.070.ANA.Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério da Defesa.34.Fundo de Fiscalização das Telecomunicações . referentes à Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro. Destinação le gal o Fundo do Exército.472. de 11 de agosto de 2008. da Capitalização e da Previdência Complementar Aberta e Fechada . 1911.Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Irrigação Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à taxa de fiscalização dos serviços de irrigação e operação da adução de água. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. da Capitalização e da Previdência Complementar Aberta e Fechada Registra os recursos decorrentes da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes. 1911. e Lei no 9.984. de 27 de agosto de 1985. Destinação legal: Agência Nacional de Águas .ANATEL. Amparo legal Lei no 5. 1911. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.575. de 7 de julho de 1966.00 . segundo art. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta taxa.33. de 29 de julho de 2008.00 . e Medida Provisória nº 437.00 . Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.

48 * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. 1911.No caso do art.944.37.00 . 100% à Superintendência Nacional de Previdência Complementar . art. de 27/10/2010. arts.782. de 27 de junho de 2001.36. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. arts.ANS. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta taxa. § 5o da Lei no 12.00 .154. 23 a 26. e . 100% à Superintendência de Seguros Privados .154. de 28 de janeiro de 2000. 12.00 .e Alterada pela PT SOF nº 144.PREVIC Amparo legal -Lei no 7. 12. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. de 23 de dezembro de 2009.249. art. 1911. .Lei no 12. de 23 de dezembro de 2009.35. 1911. 18 a 25. de 27 de junho de 2001. de 11 de junho de 2010. de 27 de junho de 2001. Amparo legal: Lei no 9. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 26 de janeiro de 1999.154. de 20 de dezembro de 1989.961. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta taxa. Amparo legal: Lei no 9. 58 da Lei no 12. Destinação legal: 236 .Multa e Juros de Mora da Taxa de Saúde Suplementar Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Taxa de Saúde Suplementar.Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes a Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários. Destinação legal: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. de 23 de dezembro de 2009.Lei no 12.SUSEP e no caso do art. Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar .Multa e Juros de Mora da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária.

99. de 3 de janeiro de 2006.Multas e Juros de Mora de Outros Tributos Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes a tributos que não se enquadram nos itens anteriores.00. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.Multas e Juros de Mora de Outros Tributos. de 29 de junho de 1995. de 30 de dezembro de 1991. de 25 de outubro de 1966. Destinação legal: O inciso I do art. Inciso I do art 27. 1911. define que as multas e os juros de mora excedentes a 1% (os juros até o limite de 1% vão para o FUNDAF) incidentes sobre as contribuições da Seguridade Social a ela pertencem. 237 . 1912. Amparo legal: Lei no 9.Multas e Juros de Mora de Outros Tributos . Lei no 8. exceto as receitas decorrentes de Parcelamentos . de 24 de julho de 1991. 1911. industriais. Lei Complementar no 70.Receita de Parcelamentos .01 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.00 .02 .Comissão de Valores Mobiliários Amparo legal: Lei no 7. serviços e diversas.430.940. 27 da Lei nº 8.99.02 .00 . de 20 de novembro de 1989.Imposto sobre a Importação. e Lei no 5.Parcelamentos . 1911.069.Multas e Juros de Mora das Contribuições Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes às contribuições sociais e econômicas. de 24 de julho de 1991 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. art.172.Lei de Custeio da Seguridade Social.01.01.212. Lei no 8.99.Multas e Juros de Mora de Outros Tributos Idêntico ao disposto na natureza 1111. 69.212.00 . de 1996. de 3 de janeiro de 2006. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.383. 1912. Lei no 9. patrimoniais. de 27 de junho de 2001.Multa e Juros de Mora da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.Principal Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes a tributos que não se enquadram nos itens anteriores. art. de 1991. 161.

636. e Lei no 10.424.01. de 30 de dezembro de 2002. a importância equivalente a um por cento. Lei no 10. de 31 de dezembro de 2003. de 31 de dezembro de 2003. creditando o restante em favor do FNDE. e ao financiamento de programas de infra-estrutura de transportes.Multa e Juros de Mora da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.00 .01 . Amparo legal: Lei no 9. e Lei no 9. da Lei no 9.Receita de Parcelamentos . de 4 de maio de 2004. 1912.766. de 30 de junho de 2004. a título de taxa de administração. § 1o.00 . Gás Natural e Álcool Carburante. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. 238 . de 3 de janeiro de 2006. ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás. 15.Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. de 18 de dezembro de 1998. Emenda constitucional no 44.336. de 1996.02. de 11 de dezembro de 2001.1912.Multa e Juros de Mora da Contribuição do Salário-Educação Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição do Salário-Educação.Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. 1912. gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. Lei no 10. de 24 de dezembro de 1996. Com a promulgação da Emenda constitucional no 44. para os fins previstos no art.424. de 30 de junho de 2004. Destinação legal: O INSS reterá.866.03. Amparo legal: Emenda Constitucional no 33. Gás Natural e Álcool Carburante Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. 29% desses recursos destinam-se aos Estados e ao Distrito Federal. de 19 de dezembro de 2001. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 1912.01. do montante por ele arrecadado. Destinação Legal: Os recursos são destinados ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível.02 . Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.

74. e Lei no 9. 1912. 84 e 85. de 3 de janeiro de 2006.Receita de Parcelamentos . .01.08% será destinada integralmente ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza.Imposto sobre a Importação. Destinação legal: A parcela correspondente às alíquo tas: . 1912. 1912. Gás Natural e Álcool Carburante.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. exceto as decorrentes de Parcelamentos .Receita de Parcelamentos . de 24 de outubro de 1996. de 31 de dezembro de 2003.08% ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. de 3 de janeiro de 2006.Receita de Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. Gás Natural e Álcool Carburante Idêntico ao disposto na natureza 1111.10% ao custeio da previdência social. e .311.20% será destinada ao Fundo Nacional de Saúde.02 . .02 .07. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.de 0. para financiamento das ações e serviços de saúde.01 .de 0. 80. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.1912.Receita de Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.07.no exercício financeiro de 2004.01 .03. 75. 239 .03. Gás Natural e Álcool Carburante Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.00 .Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. a alíquota de 0. Amparo legal ADCT. I. art. Gás Natural e Álcool Carburante.de 0.Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.

Amparo legal: .02 . art. com exceção daquelas destinadas a outros fins em razões de legislações anteriores à Lei no 8. exceto os arrecadados pelo INSS. 6º da Lei nº 9. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. destinam-se ao FUNDAF no limite das receitas resultantes da aplicação do percentual de 1% de juros.624/2000 e inciso IV do art. Fato gerador: Descumprimento de obrigações relacionadas ao recolhimento de contribuições incidentes sobre a prestação dos serviços de telecomunicações. os incidentes sobre tributos e contribuições. 1912. de 15 de dezembro de 2006. de 30 de julho de 2010. 240 .Multa e Juros de Mora da Contribuição sobre Movimentação Financeira ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.07. de 1996. destinam-se integralmente ao FUNDAF as incidentes sobre tributos e contribuições administradas pela SRF.Multas e Juros de Mora das Contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições para o Regime Próprio de Previdência do Servidor . conforme inciso IV do art.Receita de Parcelamentos . Destinação legal: No caso das multas de mora.29.998/2000.383. Amparo legal: Lei no 9.Lei nº 9.998.430. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 90. 3º do Decreto nº 3.RPPS não recolhidas até a data estabelecida.29. art.624 de 05 de outubro de 2000. 14. 6º.VI e art. Destinação legal: 100% para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações .Multas e Juros de Mora da Contribuição Patronal para o Regime Próprio de Previdência Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições patronais para o Regime Próprio de Previdência do Servidor .art 8º e Lei nº 9.00 .RPPS não recolhidas até a data estabelecida.01 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 17 de agosto de 2000.Multas e Juros de Mora das Contribuições sobre a Prestação dos Serviços de Telecomunicações Registra recursos advindos de Multas e Juros de Mora relativos ao descumprimento de obrigações relacionadas ao recolhimento de contribuições incidentes sobre a prestação dos serviços de telecomunicações.10. 44.00 . de 1991. 1912. 1912.1912. conforme o §1º do art. de 31 de dezembro de 2003. de 27 de dezembro de 1996.430. Decreto nº 3.FUST. No caso dos juros de mora. 8º do Decreto nº 9.998/2000. incisos IV e art.

Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.02 . de 24 de julho de 1991. Amparo legal: Decreto no 2.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contrib uintes referentes à Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado.01 .212. com base no art. de 22 de agosto de 2002. 1912. de 6 de março de 1997.30. de 15 de dezembro de 2006. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.173. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. 58.30. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.00 . Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. de 15 de dezembro de 2006. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. inciso III.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .173.30. 1912.02 . 1912. Destinação legal: 241 .Multas e Juros de Mora da Contribuição do Servidor para o Regime Próprio de Previdência Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições do servidor para o Regime Próprio de Previdência do Servidor . Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.Multa e Juros de Mora das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições devidas à Seguridade Social e não recolhidas até a data de seu vencimento. Amparo legal: Lei no 8.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49.Contribuinte Individual.29.Contribuinte Individual Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . 1912. do Decreto no 2.RPPS não recolhidas até a data estabelecida. de 6 de março de 1997.

de 24 de julho de 1991. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. Amparo legal: Lei no 9. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. 242 . 1912.212.317. de 6 de maio de 1999. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.30. de 22 de agosto de 2002. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. de 5 de dezembro de 1996.212.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo. Amparo legal: Decreto no 3. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.04 .30. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. 1912.05 .Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado.048. 1912. de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES. de 24 de julho de 1991. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.Fundo do Regime Geral da Previdência Social.30. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.03 . Amparo legal: Lei no 8. Amparo legal: Lei no 8.

30. Amparo legal: Lei no 8. Amparo legal: Lei no 8.30.30. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. de 22 de agosto de 2002. de 24 de julho de 1991. Amparo legal: Lei no 8.212. de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho. de 22 de agosto de 2002. 1912. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.07 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.08 . de 24 de julho de 1991. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. de 24 de julho de 1991.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 1912.06 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 243 .212.212. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Produção Rural Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária sobre Produção Rural. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 22 de agosto de 2002. 1912. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.

de 24 de julho de 1991.Empresário Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .30.Empresário.10 . de 25 de maio de 1998. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.30.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista. Amparo legal: Lei no 8. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 1912. Amparo legal: Lei nº 9.1912. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .09 . de 22 de agosto de 2002.639.212. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 22 de agosto de 2002.212.30. 244 .11 . Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. 1912. de 22 de agosto de 2002. de 24 de julho de 1991.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios.

de 24 de julho de 1991. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.12 . de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo.13 . Amparo legal: Lei no 8.Empregado Doméstico Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.212.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .212. 1912. Amparo legal: Lei no 8.1912. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 1912. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.30.30. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.30. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 24 de julho de 1991.14 .Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária do Segurado Especial.212. Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. 245 . de 24 de julho de 1991. de 22 de agosto de 2002.Empregado Doméstico Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .

Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.30. Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas.17 .Sub-Rogação.15 .30.212.Sub-Rogação Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária . de 24 de julho de 1991. 246 . 1912. de 24 de julho de 1991. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 8. de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.30. de 22 de agosto de 2002. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição.Retenção sobre Nota Fiscal .212.Retenção sobre Nota Fiscal . Amparo legal: Lei no 8.212. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.16 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.Multas e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público.1912. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. de 24 de julho de 1991. 1912.

de 10 de janeiro de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 20 de novembro de 1998.869.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Arrecadação FIES .Multas e Juros de Mora da Arrecadação FIES .CDP. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação das contribuições previdenciárias.711. 1912. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. de 24 de julho de 1991.30.20 . de 25 de outubro de 1966.Multas e Juros de Mora de Certificados da Dívida Pública .Certificados Financeiros do Tesouro Nacional.260. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. 1912. e Lei no 8. de 22 de agosto de 2002. e Lei no 8.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Arrecadação FNS . Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.30. de 24 de julho de 1991.212.406.212. Lei no 5. e 247 .18 . Lei no 10.1912.30.172. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previs tos na legislação das contribuições previdenciárias.Multas e Juros de Mora da Arrecadação FNS .CDP Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes aos Certificados da Dívida Pública . de 11 de janeiro de 1973.19 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação das contribuições previdenciárias. Amparo legal: Lei no 10. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Amparo legal: Lei no 9. Amparo legal: Lei no 5.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional. de 12 de julho de 2001.

1912. Amparo legal: Arts. de 22 de agosto de 2002. de 24 de julho de 1991. de 24 de julho de 1991.30. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta contribuição. 1912.30. 7o e 8o da Medida Provisória n 540. o Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. 22. de 22 de agosto de 2002. de 2011. Incisos I e III.Multa e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado Incidente sobre a Receita Bruta Registra as multas e juros de mora relativos ao não recolhimento das contribuições relacionadas aos arts 7o e 8o da Medida Provisória no 540.21 . Amparo legal: Lei no 8.Multa e Juros de Mora da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial. da Lei no 8. de 2011. Recursal e Custas Judiciais Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes à Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.212. e art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. descontados os 20% destinados à DRU.212. do art. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.Contribuição Previdenciária da Empresa Incidente sobre a Receita Bruta. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação destas contribuições. Recursal e Custas Judiciais. Esta natureza de receita está relacionada à natureza de receita principal 1210. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 179. de 02 de agosto de 2011. 7o e 8o da Medida Provisória no 540.24 . e Art.30. 1912. 248 .24 . de 24 de julho de 1991.Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Previdenciárias Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes às Outras Contribuições Previdenciárias. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social. 27. Fato gerador: Não recolhimento da contribuição previdenciária aos arts.Lei no 8. de 13 de dezembro de 2011.30.99 .212.

69.172. O restante dos juros é vinculado. II. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. 1912.02 . em razão da Desvinculação de Recursos da União . são vinculados ao FUNDAF no limite das receitas resultantes da aplicação do percentual de 1% de juros. 249 .31. 11. de 11 de janeiro de 1990.212. e Lei no 5.383. destinam-se integralmente ao FUNDAF.Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.430.00 . de 31 de dezembro de 2003. Lei nº 7.02 .01. art. com exceção de eventuais vinculações criadas por legislações anteriores à Lei no 8.Imposto sobre a Importação.383. Lei no 8.Receita de Parcelamentos .998.PIS/PASEP Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições devidas às Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . de 24 de julho de 1991. 1912.Receita de Parcelame ntos .01 . de 27 de dezembro de 1996. art.Receita de Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.31. de 29 de junho de 1995.PIS/PASEP e não recolhidas até a data de seu vencimento.Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . É garantida a livre destinação da parcela de 20% das receitas. de 22 de agosto de 2002.069. Destinação legal: As receitas de multas de mora incidentes sobre o PIS/PASEP. art. 161. de 30 de dezembro de 1991. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.DRU. Lei no 9. na proporção de 60% à Seguridade Social e 40% ao BNDES.31. de 31 de dezembro de 2003. de 1991. No caso dos juros de mora. Amparo legal: Lei no 9. de 25 de outubro de 1966.Multa e Juros de Mora das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Idêntico ao disposto na natureza 1111. 1912.

excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo.430. e Lei no 5.01 . a contribuição sobre a receita da Loteria Federal. Fato gerador: 250 .Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111. de 31 de dezembro de 2003.33. Lei no 9.32. de 30 de dezembro de 1991. Amparo legal: Lei no 9. de 25 de outubro de 1966.32.Multa e Juros de Mora da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições devidas à Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas e não recolhidas até a data de seu vencimento. de 31 de dezembro de 2003. Amparo legal: Lei no 9.00 .01 .01.02 .32.Multa e Juros de Mora das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Penalidades pecuniárias incidentes sobre a CEF pelo não recolhimento no prazo estabelecido.Imposto sobre a Importação.1912.Receita de Multa e Juros de Mora da Cont ribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Penalidades pecuniárias incidentes sobre a CEF pelo não recolhimento no prazo estabelecido.172.02 .33.Receita de Parcelamentos . 161. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 1912. de 27 de dezembro de 1996. 1912. 1912.00 . art. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.00 . Lei no 8. de 1996. as contribuições sobre a receita de concurso de prognóstico. de 29 de junho de 1995. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.069. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911. Destinação legal: Seguridade Social.383.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação. 69. 1912. art.430.01.Receita de Parcelamentos .

Destinação legal: Seguridade Social. Amparo legal: Lei no 9. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Amparo legal: Lei no 9.430. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 22 de agosto de 2002. Destinação legal: Seguridade Social. 1912. de 1996. 251 . da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loteria Esportiva. 1912.Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.03 . excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo.33. da Contribuição sobre a Receita de Loteria de Números. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.02 . de 1996.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Penalidades pecuniárias incidentes sobre a CEF pelo não-recolhimento no prazo estabelecido.33. excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo. excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo. 1912.04 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.33.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Penalidades pecuniárias incidentes sobre a CEF pelo não-recolhimento no prazo estabelecido. Destinação legal: Seguridade Social. Destinação legal: Seguridade Social.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Penalidades pecuniárias incidentes sobre a CEF pelo não-recolhimento no prazo estabelecido. de 1996. d Contribuição sobre a Receita da Loteria Esportiva.430. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.430. excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 9.

Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea Penalidades pecuniárias incidentes sobre a CEF pelo não-recolhimento no prazo estabelecido.Multas e Juros de Mora sobre a Receita da Contribuição de Outros Concursos de Prognósticos Penalidades pecuniárias pelo não-recolhimento. de 13 de setembro de 2006. Amparo legal: Lei no 9. Destinação legal: Seguridade Social.07 .15/09/2010 . no prazo estabelecido.430. de 22 de agosto de 2002. de 1996.33. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.05 . de 1996. excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo. de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Penalidades pecuniárias incidentes sobre a CEF pelo não-recolhimento no prazo estabelecido. dos prêmios prescritos de loterias federais. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 59.00 .34.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia Elétrica Penalidades pecuniárias pelo não-recolhimento. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28. da Contribuição de outros Concursos de Prognósticos. 1912. excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo.Amparo legal: Lei no 9. da Contribuição sobre a Receita das Concessionárias de Energia. de 14 de novembro de 2008. 1912.33. de 1996. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 252 . no prazo estabelecido. Amparo legal: Lei no 9. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.33. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 1912.DOU de 16/09/2010. Destinação legal: Seguridade Social.430. da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loteria Instantânea. E alterada pela Portaria SOF nº 111. 1912.430.06 .

36. não recolhidas até a data estabelecida. de 1987. Destinação legal: Destinada a administração da Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional CCCCN. de 18 de dezembro de 2008. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 1964. 1912. Amparo legal: Lei no 7. de 27 de junho de 2001. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81.1912. 1912. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. no prazo estabelecido. ao desenvolvimento das atividades ligadas à equideocultura no País e ao auxílio às sociedades e às entidades turfísticas.00 . no prazo estabelecido. da Contribuição sobre a receita de sorteios realizados por entidades filantrópicas. 253 .Multas e Juros de Mora da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições devidas à Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81.52. de 18 de dezembro de 2008. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 1912. Amparo legal: Decreto-Lei no 2.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições devidas à Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas não recolhidas até a data estabelecida.404. da Cota-Parte da Contribuição Sindical.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Receita de Sorteios Realizados por Entidades Filantrópicas.00 .Multas e Juros de Mora da Cota-Parte da Contribuição Sindical Penalidades pecuniárias pelo não-recolhimento.291.404 de 1987. de 27 de junho de 2001.00 .00 . Destinação legal: Atender aos encargos da intervenção da União nas atividades de navegação mercante nos termos do Decreto-Lei no 2. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.35. Penalidades pecuniárias pelo não-recolhimento.51.

036. Decreto no 3.036.914. e Lei nº 8.53. 1912.54. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15.FUNDAF.Receita das Contribuições Juros de mora até o limite de 1% vinculados ao Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização . Destinação legal: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.00 . de 17 de agosto de 2001.00 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.1912. não recolhidas até a data estabelecida. e Lei nº 8.55.00 . Destinação legal: Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização FUNDAF 254 . de 2001.FGTS Amparo legal: Lei Complementar no 110. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação.Multas e Juros de Mora da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições devidas à Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador. excetuando-se as Contribuições Previdenciárias arrecadadas pelo INSS.914. e não recolhidas até a data de seu vencimento. incidentes sobre créditos não-pagos no vencimento. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. Destinação legal: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . relativos à receita de Contribuições Sociais administradas pela Secretaria da Receita Federal.FGTS Amparo legal: Lei Complementar no 110. de 1990. Decreto no 3.Juros de Mora do FUNDAF .Multas e Juros de Mora da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Penalidades pecuniárias incidentes sobre as contribuições devidas à Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa. de 2001. de 1990. de 17 de agosto de 2001. de 2001. de 2001. 1912.

01 .Receita da Contribuição sobre Movimentação Financeira * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Lei nº 1.Juros de Mora do FUNDAF .Receita da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Receita de Parcelamentos da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.04 .Juros de Mora do FUNDAF . de 1966 (CTN.55.55. 1912.55.437.02 .Juros de Mora do FUNDAF . 255 .Juros de Mora do FUNDAF .069.Amparo legal: Decreto. 1912.172.Receita de Parcelamentos das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Receita das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1912. de 1975.06 .05 . 1912.Juros de Mora do FUNDAF .Receita da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. Lei nº 8.55. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.07 .Juros de Mora do FUNDAF . 1912.55.08 . 1912. de 1995.Receita de Parcelamentos da Contribuição sobre Movimentação Financeira * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.55.Juros de Mora do FUNDAF .Receita de Parcelamentos da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. Lei nº 5. e Lei nº 9. 161).55. 1912. de 1991.Juros de Mora do FUNDAF . 1912.55.03 .383. Art.

Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.55. 1912.Juros de Mora do FUNDAF .99. de 3 de janeiro de 2006.Juros de Mora do FUNDAF .Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes a contribuições não recolhidas até o vencimento que não se enquadram nos itens anteriores.55.1912. 1912. 1912.Multas e Juros de Mora das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes a contribuições não recolhidas até o vencimento.00 . 1912. 1912. 1912. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.01 .Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.55.56.13 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. de 15 de junho de 2009.55.11 .Receita de Prêmios Prescritos de Loterias Federais * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1912.Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.55.Principal Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes a contribuições não recolhidas até o vencimento que não se enquadram nos itens anteriores.14 .10 .99.55.Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições.00 . 256 .Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições .12 .Juros de Mora do FUNDAF .Juros de Mora do FUNDAF .Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.09 . exceto as decorrentes de Parcelamentos .Juros de Mora do FUNDAF .Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1912.Juros de Mora do FUNDAF .

1913.00 .Parcelamentos .02 . 1913.01. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.Imposto sobre a Importação.Receita de Parcelamentos . 257 . 1913. de 3 de janeiro de 2006.01.Receita de Parcelamentos .00 .02 . 1913.01 . Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.01.543.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.430. de 1996 Decreto no 4. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Importação. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.1912.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Lei no 9.01.Multas e Juros de Mora de Outras Contribuições Idêntico ao disposto na natureza 1111.00. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.00 .01.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa dos Tributos Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação. de natureza tributária.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 27 de junho de 2001.02 . de 27 de junho de 2001. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza.99.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Idêntico ao disposto na natureza 1111. de 31 de dezembro de 2003.02. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.Receita de Parcelamentos . de 31 de dezembro de 2003. de 27 de junho de 2001.Imposto sobre a Importação.02 .01.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 2002. 1913. no transcurso do prazo exigível.

430. Amparo legal: Lei no 9.02.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. e Decreto no 3. 1913. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Amparo legal: Lei no 9.01 .02. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas.01 . e Decreto no 3000. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.01 . de 27 de junho de 2001.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas. de 1999.01 .02 .02. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Renda Retidos nas Fontes. de 27 de junho de 2001. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 1999. 1913.000. 258 .02.02.02. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.03 .Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 1996. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.1913. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.430. de 1996.

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.01. conforme determina a alínea c.02. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. 6º da Lei nº 7. 1913.Imposto sobre a Importação.5% são do FPM e 1% adicional são do FPM).02. 259 . Nordeste e Centro Oeste (FNO.07 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. de 1999.6% ao FCO e 1.Receita de Parcelamentos .Receita de Parcelamentos .Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda .6% ao FNO.02 .Multas da Dívida Ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.01. de 31 de dezembro de 2003. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos da dívida ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional. de 27 de junho de 2001. conforme determina o art.000.02. do art.02. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Renda de Pessoas Jurídicas. sendo 0. 21. e o art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Imposto sobre a Importação.01. e ao Fundo de Participação dos Municípios – FPM (desses 45%.Receita de Parcelamentos . 159 da Constituição Federal. e “d”.06 . FNE e FCO).Receita de Parcelamentos . “b”. do inciso I. e Decreto no 3.827. 0.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte Idêntico ao disposto na natureza 1111. 212 da Constituição Federal.04 .02 .5% são do FPE. do art.8% ao FNE.Imposto sobre a Importação. de 31 de dezembro de 2003. 1913. Distrito Federal e Municípios.02 .Pessoas Físicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita de Parcelamentos .05 . de 3 de janeiro de 2006. Destinação legal: 45% ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE.430. de 1996.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda .Amparo legal: Lei no 9. do inciso I. 3% aos Fundos de Financiamento das Regiões Norte. na modalidade do Simples Nacional. 18% à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino. 159 da Constituição Federal. de 1989.Receita de Parcelamentos . 1913. 1913. descontadas as transferências constitucionais para Estados. conforme determinam as alíneas “a”. 22.

e ao Fundo de Participação dos Municípios – FPM (desses 45%. art. a ser calculado conforme determina o art. na modalidade do Simples Nacional. c/c ADCT art. 159. art. art. e o art. art. 260 . descontadas as transferências constitucionais para Estados.827. 3% aos Fundos de Financiamento das Regiões Norte. do inciso I. 21.981. 0. 153. o restante dos recursos é destinado ao FUNDAF.6% ao FCO e 1. Distrito Federal e Municípios. conforme determinam as alíneas “a”. até 1% dos juros é destinado ao FUNDAF (conforme art.08 – Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional Resultado de encaros financeiros impostos aos contribuintes pelo não pagamento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. 85 da Lei nº 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 38. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT. inciso IV. Código Tributário Nacional. do inciso I. conforme determina a alínea c. e Art. Destinação legal: 45% ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE.6% ao FNO. de 29 de junho e 1995. Descontado o valor da Desvinculação de Receitas da União – DRU. CF. de 27 de abril de 2012. de 22 de setembro de 1989.02. sendo 0. 6o da Lei no 7. c/c ADCT art. CF. CF. 18% à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT.827. do art.827. de 25 de outubro de 1966. inciso IV. 212. de 1989. 212 da Constituição Federal.172. do art. “b”. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 38. 1913.069. Amparo legal: Constituição Federal – CF. Art. Fato gerador: Não-pagamento no prazo previsto da dívida ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional. de 27 de abril de 2012. 76. Nordeste e Centro Oeste (FNO. Amparo legal: Constituição Federal – CF. 159 da Constituição Federal. FNE e FCO). portanto.5% são do FPE. 6º da Lei nº 7. art. Lei nº 9.5% são do FPM e 1% adicional são do FPM). incisos I e II. 153.8% ao FNE. 6o da Lei no 7. 212. incidentes sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Renda de Pessoas Jurídicas. CF. art. e “d”. 22. d 20 de janeiro de 1995) e o que exceder esse limite é destinado à União. a ser calculado conforme determina o art. incisos I e II. conforme determina o art. 159.Descontado o valor da Desvinculação de Receitas da União – DRU. de 22 de setembro de 1989. 76. Lei nº 5. 159 da Constituição Federal.

de 1998.00 .01. 159 da Constituição Federal. Amparo legal: Lei no 9.03. de 1996. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. 22. 1913.6% ao FCO e 1. sendo 0. na modalidade do Simples Nacional. FNE e FCO). de 31 de dezembro de 2003.5% são do FPE. e o art.5% são do FPM e 1% adicional são do FPM). incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados. 3% aos Fundos de Financiamento das Regiões Norte. e ao Fundo de Participação dos Municípios – FPM (desses 45%.01 . de 31 de dezembro de 2003. do art. e “d”.Receita de Parcelamentos . conforme determinam as alíneas “a”.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.03 – Multa da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.8% ao FNE. 1913. 6º da Le i nº 7. de 2002.430.01.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação.Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. do inciso I. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados.00 .02 . Nordeste e Centro Oeste (FNO. 159 da Constituição Federal. do art. “b”. do inciso I. de 27 de junho de 2001. 1913.6% ao FNO. 261 .827.Receita de Parcelamentos . conforme determina a alínea c.Imposto sobre a Importação. e Decreto no 4. Decreto no 2637.1913. Fato gerador: Não-pagamento no prazo previsto da dívida ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 0. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.03.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Idêntico ao disposto na natureza 1111.544.03. Destinação legal: 45% ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE. de 1989.02 .03. 21.

1913. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT. 22. e “d”. conforme determina o art. Amparo legal: Constituição Federal – CF.6% ao FCO e 1. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT. de 20 de janeiro de 1995) e o que exceder esse limite é destinado à União. e o art.03. Descontado o valor da Desvinculação de Receitas da União – DRU. 159. art. 3% aos Fundos de Financiamento das Regiões Norte. art. conforme determina a alínea c. inciso IV. CF. descontadas as transferências constitucionais para Estados. 18% à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino. até 1% dos juros é destinado ao FUNDAF (conforme art. do inciso I.8% ao FNE. descontadas as transferências constitucionais para Estados. 6o da Lei no 7. Lei nº 5. Fato gerador: Não-pagamento no prazo previsto da dívida ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional. c/c ADCT art.18% à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino. 6o da Lei no 7. 76. conforme determina o art. 212. c/c ADCT art. Nordeste e Centro Oeste (FNO. de 22 de setembro de 1989. 212 da Constituição Federal. 159 da Constituição Federal. art. a ser calculado conforme determina o art.5% são do FPM e 1% adicional são do FPM).827. art. Descontado o valor da Desvinculação de Receitas da União – DRU.6% ao FNO.172. de 25 de outubro de 1966. Destinação legal: 45% ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE. e ao Fundo de Participação dos Municípios – FPM (desses 45%. de 22 de setembro de 1989. 159. Distrito Federal e Municípios. incisos I e II. o restante dos recursos é destinado ao FUNDAF. CF. 159 da Constituição Federal. do art. incisos I e II. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados. 0. a ser calculado conforme determina o art. e 262 . 212 da Constituição Federal. 85 da Lei nº 8. Art. 212. de 1989.04 – Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional Resultado dos encargos financeiros impostos aos contribuintes pelo não pagamento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. 6º da Lei nº 7. 153. inciso IV. art.827. conforme determinam as alíneas “a”. CF.5% são do FPE. art. “b”. sendo 0. CF. de 27 de abril de 2012. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 38.981. na modalidade do Simples Nacional.827. FNE e FCO). do inciso I. Código Tributário Nacional. 76. 21. e Art. Distrito Federal e Municípios. do art. Amparo legal: Constituição Federal – CF. 153.

430. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 29 de junho de 1995. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 38.04.Imposto sobre a Importação. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.01 .Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação. de 2002.01. Amparo legal: Lei no 9.Imposto sobre a Importação. Decreto no 4.Lei nº 9. de 31 de dezembro de 2003. 1913. 1913. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários.00 .07.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.01.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito.00 . Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Lei no 9.02 .219.069.494. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.04.00 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Exportação.Receita de Parcelamentos . 263 . de 1997. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários Idêntico ao disposto na natureza 1111.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.01 . de 1996.02 . de 27 de abril de 2012.Receita de Parcelamentos .01.04. de 1996. 1913.430. 1913. de 31 de dezembro de 2003. de 27 de junho de 2001.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Operações de Crédito. e Decreto no 2. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1111.

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. e alterada pela Portaria SOF no 135. e 158.Municípios Conveniados Registra a arrecadação de recursos oriundos de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. 1913.08. domicílio útil ou posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município. inciso III.Receita de Parcelamentos . devido aos municípios que optarem pela fiscalização e cobrança desse imposto. Lei no 5. como definido na lei civil.Imposto sobre a Importação. Fato gerador: Não-pagamento do imposto devido. inciso II. de 25 de outubro de 1966.07.02 . 153. e Decreto no 4.00 .382.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Registra a arrecadação de recursos oriundos de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 19 de dezembro de 2002. pela propriedade. de 19 de dezembro de 1996.Receita de Parcelamentos .172.01 . Lei no 9. 1913. Fato gerador: Não-pagamento do imposto devido. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Idêntico ao disposto na natureza 1111.430. 29 a 31 e 201.393. domicílio útil ou posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município.01 . 1913. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.08. Lei no 9. § 4o . arts. arts.02 . de 31 de dezembro de 2003. 1913. de 27 de dezembro de 1996. pela propriedade. no transcurso do prazo exigível. Destinação legal: 264 .07.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural . de 27 de junho de 2001. de 27 de junho de 2001. inciso VI. Amparo legal: Constituição Federal. no transcurso do prazo exigível.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 31 de dezembro de 2003. de 4 de novembro de 2011. como definido na lei civil.01. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.

domicílio útil ou posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município. Lei no 5. Amparo legal: Constituição Federal.08. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 135. arts. inciso II. inciso VI. Lei no 9. de 27 de dezembro de 1996.382. de acordo com a Emenda Constitucional no 42. Lei no 9. de 19 de dezembro de 2002. Lei no 9. inciso VI. estão vinculados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino. da CF. ao optar pela fiscalização e cobrança do ITR fará jus à totalidade do produto da arrecadação referente aos imó veis rurais nele situados. 1913. 212 da CF. deduzidos os recursos relativos à DRU. pela propriedade. inciso III.Municípios Não-Conveniados Registra a arrecadação de recursos oriundos de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. II.O município ou o Distrito Federal. § 4o . arts. 153. de 27 de dezembro de 1996.430. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 135. 29 a 31 e 201. 20% dos recursos destinados à União são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União . de 25 de outubro de 1966. Destinação legal: 50% dos recursos arrecadados pertencem à União e 50% pertencem aos Municípios onde os imóveis estiverem situados. 1913.172. arts.382. § 4o . de 4 de novembro de 2011. Fato gerador: Não-pagamento do imposto devido. Fato gerador: 265 . e 158.393. 153. incidente sobre a dívida ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural. parcialmente devido aos municípios que não optarem pela fiscalização e cobrança desse imposto. de 4 de novembro de 2011. conforme art. a partir do momento disciplinado no convênio.00 . arts.09.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 2003.172. como definido na lei civil. de 25 de outubro de 1966. incidente sobre a dívida ativa da Taxa de Fiscalização das Telecomunicações. conforme art. Lei no 9. de 19 de dezembro de 2002.02 .DRU).430. e Decreto no 4. de 19 de dezembro de 1996. de 19 de dezembro de 1996. Lei no 5. inciso III. no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Constituição Federal. e Decreto no 4.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural . 158.393. 29 a 31 e 201. e 158. no mínimo 18% dos recursos destinados à União. inciso II.

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.383. Destinação legal: No caso das multas de mora.99.383. incidente sobre a dívida ativa da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 1913.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.10.Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Amparo legal: Decreto-Lei no 2. No caso dos juros de mora. com exceção daquelas destinadas a outros fins em razões de legislações anteriores à Lei no 8. 266 . com exceção daquelas destinadas a outros fins em razões de legislações anteriores à Lei no 8. Amparo legal: Lei no 5. de 1991.070. de 1997.472. No caso dos juros de mora.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outros Tributos Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 1983. de 27 de junho de 2001. de 27 de junho de 2001. 1913. incidentes sobre a dívida ativa das contribuições.00 . exceto os arrecadados pelo INSS.00. de 1966. os incidentes sobre tributos e contribuições.00 . destinam-se integralmente ao FUNDAF as incidentes sobre tributos e contrib uições administradas pela SRF.00 . e Lei no 9. de 27 de junho de 2001.025. Destinação legal: No caso das multas de mora. de 27 de junho de 2001. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. destinam-se ao FUNDAF no limite das receitas resultantes da aplicação do percentual de 1% de juros. de 1991. destinam-se integralmente ao FUNDAF as incidentes sobre tributos e contribuições administradas pela SRF. os incidentes sobre tributos e contribuições. 1914. destinam-se ao FUNDAF no limite das receitas resultantes da aplicação do percentual de 1% de juros. incidentes sobre Outros Tributos. exceto os arrecadados pelo INSS.

424.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Idêntico ao disposto na natureza 1111.02 . de 31 de dezembro de 2003.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição do SalárioEducação Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 1996. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Receita de Parcelamentos . 1914. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 1914. de 31 de dezembro de 2003. de 27 de junho de 2001. 267 .Imposto sobre a Importação.1914.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. para os fins previstos no art. a importância equivalente a um por cento. de 1996. da Lei no 9.02.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. a título de taxa de administração.766. 15.01. Amparo legal: Lei no 9.00 .01.Receita de Parcelamentos . Amparo legal: Lei no 9. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.01. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição do Salário-Educação.02 . creditando o restante em favor do FNDE. do montante por ele arrecadado. § 1o.00 .Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.01 .01. de 1998. 1914.01. Destinação legal: O INSS reterá. de 1991. de 1996.424.00 .430. e Lei Complementar no 70. e Lei no 9.

Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Seguridade Social Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Decreto no 2.Imposto sobre a Importação.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.04.01 .311. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.00 .01.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.03. 1914. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.Receita de Parcelamentos . de 27 de junho de 2001. de 6 de março de 1997.02 .02 .Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 27 de junho de 2001. de 31 de dezembro de 2003.03. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Amparo legal: Lei no 9. de 27 de junho de 2001.00 .173. 1914.03. incidente sobre a dívida ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Seguridade Social. Destinação legal: Seguridade Social. de 1996. 268 .00 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 1914. 1914.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita de Parcelamentos . Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.01. de 31 de dezembro de 2003.

de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 22 de agosto de 2002.212. incidente sobre a dívida ativa Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado.Contribuinte Individual Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.1914. de 24 de julho de 1991.01 . de 24 de julho de 1991.04. de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.212.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . 1914.212. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado.04. Amparo legal: Lei no 8. Destinação legal: Seguridade Social. 269 .03 .04.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Lei no 8. 1914.Contribuinte Individual Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 24 de julho de 1991.02 . Destinação legal: Seguridade Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Seguridade Social. Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.

04 . Destinação legal: Seguridade Social.04.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Produção Rural Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.04. de 5 de dezembro de 1996. de 24 de julho de 1991. Amparo legal: Decreto no 3. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo Simples.1914. 1914. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Amparo legal: Lei no 8.05 . Destinação legal: Seguridade Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 22 de agosto de 2002. Destinação legal: Seguridade Social. de 22 de agosto de 2002.06 . 270 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.048. 1914.04.212. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 6 de maio de 1999.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.317. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 9. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária sobre Produção Rural.

04.09 .Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.08 .212.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.212. Destinação legal: Seguridade Social. Amparo legal: Lei no 8. Destinação legal: Seguridade Social.212. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.04. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.04. 1914. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 8. 1914. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Amparo legal: Lei no 8. Destinação legal: Seguridade Social. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho. de 24 de julho de 1991.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista.07 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. 271 . incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento. de 24 de julho de 1991. de 24 de julho de 1991. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.1914.

1914.11 .Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. 272 . Destinação legal: Seguridade Social. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo. de 22 de agosto de 2002. de 24 de julho de 1991. de 25 de maio de 1998.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.04.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . 1914.12 . de 24 de julho de 1991.04. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.04. Destinação legal: Seguridade Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Amparo legal: Lei no 9. Amparo legal: Lei no 8. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios. de 22 de agosto de 2002.1914. Destinação legal: Seguridade Social.Empresário Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Lei no 8. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.Empresário Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.212.212.639. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado .10 .

Amparo legal: Lei no 8. Destinação legal: Seguridade Social. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.13 .15 . de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.1914.04. 273 .212. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial.212. Destinação legal: Seguridade Social. Destinação legal: Seguridade Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 24 de julho de 1991. de 24 de julho de 1991.04. 1914.212.04. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previs tos na legislação deste tributo. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público.Empregado Doméstico Resultado de penas pecuniárias impostas aos contrib uintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . Amparo legal: Lei no 8. Amparo legal: Lei no 8. de 24 de julho de 1991.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .Empregado Doméstico. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.14 . 1914.

Sub-Rogação Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Lei no 8. Destinação legal: Seguridade Social. de 12 de julho de 2001.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária Retenção sobre Nota Fiscal .04.18 . Amparo legal: Lei no 8. incidente sobre a dívida ativa da Arrecadação FIES . Amparo legal: Lei no 10.04.Sub-Rogação.212. e Lei no 8.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.16 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Arrecadação FIES Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. 1914. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas. 274 . de 24 de julho de 1991. Destinação legal: Seguridade Social. de 22 de agosto de 2002.212.212.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 24 de julho de 1991. 1914. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.Retenção sobre Nota Fiscal .17 . Destinação legal: Seguridade Social. de 24 de julho de 1991. 1914. de 22 de agosto de 2002. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.04.260. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária .Certificados Financeiros do Tesouro Nacional. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.

1914. de 20 de novembro de 1998.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Arrecadação FNS .04.212. Destinação legal: 275 .CDP.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública CDP Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível.19 . 1914.21 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Lei no 5. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.869.04. de 10 de janeiro de 2002. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. de 11 de janeiro de 1973. Recursal e Custas Judiciais.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação lega l: Seguridade Social.406. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. e Lei no 8. e Lei no 8. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. incidente sobre a dívida ativa de Certificados da Dívida Pública . Lei no 10.04.20 . Recursal e Custas Judiciais Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Destinação legal: Seguridade Social. de 24 de julho de 1991.172. Amparo legal: Lei no 5. de 25 de outubro de 1966. de 22 de agosto de 2002.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial. 1914.711.212. incidente sobre a dívida ativa da Arrecadação FNS . Amparo legal: Lei no 9. de 24 de julho de 1991.

Amparo legal: Arts.546.04.TIC. de 14 de dezembro de 2011. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Previdenciária decorrente de parcelamentos. a contribuição incidirá sobre a receita bruta. 1914. de 24 de julho de 1991. Incisos I e III do art. de 25 de outubro de 1966.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária Parcelamentos Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. Destinação legal: Seguridade Social.546. de 18 de dezembro de 2008. bem como empresas que fabriquem os produtos classificados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. 201 da Lei no 5. de 25 de junho de 2012.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Incidente sobre a Receita Bruta Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcurso do prazo exigível. no que tange aos produtos relacionados a essa tabela TIPI. incidente sobre a dívida ativa da contribuição previdenciária da empresa incidente sobre a receita bruta. de 24 de julho de 1991. conforme especificados nos arts. *Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 57. 276 . bem como dos trabalhadores avulsos ou contribuintes individuais que lhe prestem serviços. 1914. Fato gerador: Não-pagamento da contribuição nos prazos previstos na legislação.774. 14 da Lei no 11.Seguridade Social. Amparo legal: Lei no 8. No caso de empresas que se dediquem a outras atividades.172. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. 22 da Lei no Lei no 8. Relaciona-se às contribuições incidentes sobre a receita bruta das empresas que prestam exclusivamente os serviços de tecnologia da informação – TI e tecnologia da informação e comunicação .212. de 24 de julho de 1991. de 2008. e Art.212.22 . Código Tributário Nacional.04. referidos no § 4o do art. a contribuição será sobre a remuneração paga aos empregados das empresas. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. nas demais atividades. 7o e 8o da Lei no 12. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.212. 7o e 8o da Lei no 12.TIPI.24 . Amparo legal: Lei no 8. de 14 de dezembro de 2011.

04.01 .212.Imposto sobre a Importação. 277 .99 . de 27 de junho de 2001. 1914.02 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.05.02 . incidente sobre a dívida ativa das Contribuições para os Programas de Interação Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público.00 .01. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 31 de dezembro de 2003. 1914.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias Resultado de penas pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não-cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública no transcur so do prazo exigível. 1914. de 24 de julho de 1991.430.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. de 31 de dezembro de 2003. pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.00 .01. Fato gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor PúblicoPIS/PASEP Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. de 22 de agosto de 2002. incidente sobre a dívida ativa de Outras Contribuições Previdenciárias. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.05. Amparo legal: Lei no 9. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911.1914.Receita de Parcelamentos .Receita de Parcelamentos .Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Idêntico ao disposto na natureza 1111. de 1996. Amparo legal: Lei no 8.05. Destinação legal: Seguridade Social.

de 27 de junho de 2001.FIES.1914.01. excetuando-se os valores destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior . pelo não-recolhimento no transcurso do prazo exigível. 1914.Imposto sobre a Importação. de 27 de junho de 2001.Receita de Parcelamentos . 1914.00 .02 .02 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1911. de 1996.06.Receita de Parcelamentos . de 1996. de 31 de dezembro de 2003.06. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. incidente sobre a dívida ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos.01 .Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. Destinação legal: Seguridade Social.430.Multa e Juros de Mora do Imposto sobre a Importação Amparo legal: Lei no 9.06. pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível. 1914.430.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa das Contribuição sobre a Receita de Concursos de Prognósticos Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Receita advinda de crédito da Fazenda Pública.00 . incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas. 278 .07. Amparo legal: Lei no 9.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. de 31 de dezembro de 2003.01. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.

de 1996. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 1996. 1914. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas. 1914.430. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. pelo não-recolhimento no transcurso do prazo exigível.07.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. pelo não-recolhimento no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.FIES. de 22 de agosto de 2002. Destinação legal: Seguridade Social. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal. excetuando-se os valores destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior . Destinação legal: Seguridade Social.03 . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.430.07.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Receita advinda de crédito da Fazenda Pública.07. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.01 . de 22 de agosto de 2002.430.FIES. de 1996. de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. Amparo legal: Lei no 9. incidente sobre a dívida ativa da Contrib uição sobre a Receita da Loterias Esportivas.1914.FIES. Destinação legal: Seguridade Social. Amparo legal: Lei no 9. excetuando-se os valores destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior . Amparo legal: Lei no 9.02 . excetuando-se os valores destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior . 279 . pelo não-recolhimento no transcurso do prazo exigível.

07.430. Amparo legal: Lei no 9.430. de 22 de agosto de 2002.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números Receita advinda de crédito da Fazenda Pública.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. Amparo legal: Lei no 9. excetuando-se os valores destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior .FIES. Destinação legal: Seguridade Social. Destinação Legal: Seguridade Social. excetuando-se os valores destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.04 .FIES. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.1914. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números.07. de 22 de agosto de 2002. Destinação legal: Seguridade Social. de 1996. excetuando-se os valores destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior . pelo não-recolhimento no transcurso do prazo exigível. pelo não recolhimento no transcurso do prazo exigível. Fato Gerador: Não pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.06 . de 1996.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. pelo não-recolhimento no transcurso do prazo exigível. 1914. incidente sobre a dívida ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais. Amparo legal: Lei no 9. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea.05 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 1996. 280 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.FIES. de 22 de agosto de 2002.430.07. 1914.

de 17 de agosto de 2001. ao Fundo de Marinha Mercante . Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo. Decreto no 3.FMM. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. a empresa brasileira de navegação.036.036. de 1990 * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa sobre a Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. e Lei no 8.00 .00 . 1914. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador. Destinação legal: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível. e Lei 8.08.1914. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste trib uto.09.FGTS. de 2001. Destinação legal: Os recursos destinam-se.00 . de 2001. de 2001 Decreto no 3.10. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.914. operando 281 . Destinação legal: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . de 17 de agosto de 2001.FGTS Amparo Legal: Lei Complementar no 110.914.Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. de 2001. de 2004. pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível. segundo percentuais estabelecidos na Medida Provisória no 177. incidente sobre a dívida ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante. de 1990.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa sobre a Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. Amparo legal: Lei Complementar no 110. 1914. pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível.

1914.11. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.01 . de 23 de dezembro de 1987. ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás. Amparo legal: Decreto-Lei no 2.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. de 19 de dezembro de 2001. de 3 de janeiro de 2006. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. exceto as decorrentes de Parcelamentos . 1914.336. Lei no 10. Emenda constitucional no 44. e ao financiamento de programas de infra-estrutura de transportes. de 13 de julho de 2004. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. e a uma conta especial que é rateada entre as empresas brasileiras de navegação autorizadas a operar na cabotagem e na navegação fluvial e lacustre. Destinação Legal: Os recursos são destinados ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível.893.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Gás Natural e Álcool Carburante Receitas advindas de crédito da Fazenda Pública. 29% desses recursos destinam-se aos Estados e ao Distrito Federal. Lei no 10. Amparo legal: Emenda Constitucional no 33.404. de 30 de junho de 2004. e Lei no 10. Gás Natural e Álcool Carburante. de 11 de dezembro de 2001. Gás Natural e Álcool Carburante. Gás Natural e Álcool Carburante Receita advinda de crédito da Fazenda Pública. Com a promulgação da Emenda constitucional no 44. de 30 de dezembro de 2002. de 3 de janeiro de 2006. pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível. Gás Natural e Álcool Carburante.11. de 30 de junho de 2004. pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. de 28 de abril de 2005.636. proporcionalmente ao total de fretes por elas gerado no transporte. de 4 de maio de 2004.embarcação própria ou afretada de registro brasileiro. 282 .00 . de cargas de importação e de exportação do comércio exterior do País. e Lei no 10. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação deste tributo.866.Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. entre portos brasile iros.

1914. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.Juros de Mora do FUNDAF .12.12.Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. Gás Natural e Álcool Carburante Idêntico ao disposto na natureza 1111.12.11.Receita de Parcelamentos .04 .Juros de Mora do FUNDAF .Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.05 .01. até o limite de 1%.12. 1914.Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social 1914.Receita de Parcelamentos .Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.02 .Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível. 1914.Dívida Ativa das Contribuições Receitas advindas de crédito da Fazenda Pública.02 .01 . vinculados ao Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização FUNDAF.00 .06 .Juros de Mora do FUNDAF .Juros de Mora do FUNDAF .Juros de Mora do FUNDAF . 1914.Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Juros de Mora do FUNDAF .07 .Imposto sobre a Importação.Juros de Mora do FUNDAF .12. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.1914. 1914.02 .Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. de 3 de janeiro de 2006.03 .12. 1914. 283 . incidentes sobre a dívida ativa das contribuições sociais administradas pela Secretaria da Receita Federal. na forma de juros de mora. excetuando-se as contribuições previdenciárias arrecadadas pelo INSS.12. 1914.Juros de Mora do FUNDAF .12.

1914.10 . 1914.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Principal Recursos provenientes do pagamento de multa e juros da dívida ativa de outras contribuições.Juros de Mora do FUNDAF .12.00 .14 . 1914.12.99.13 .12.Juros de Mora do FUNDAF . de 3 de janeiro de 2006.09 .12.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições.Receita de Parcelamentos da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Juros de Mora do FUNDAF .Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Recursos provenientes do pagamento de multa e juros da dívida ativa de outras contribuições.12.Juros de Mora do FUNDAF . 1914.Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Juros de Mora do FUNDAF . exceto os decorrentes de Parcelamentos .Juros de Mora do FUNDAF .Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. 1914.11 .Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. de 27 de junho de 2001. 1914.1914. 1914. 1914.Juros de Mora do FUNDAF . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.99.12.08 .Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.12.01 .12 . 284 .Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006.

9. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta receita. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. de 28 de novembro de 1999 (Art.).Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa de outras Receitas Recursos provenientes do pagamento de multa e juros da dívida ativa de outras receitas. 6º. de 1o de maio de 1943.Imposto sobre a Importação. de 28 de dezembro de 1989 (Art.Receita de Parcelamentos . Amparo legal: Decreto-Lei no 227.02 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. de 27 de junho de 2001. Destinação legal: Idêntica ao das Multas por Infração à Legislação Trabalhista.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Contribuições Idêntico ao disposto na natureza 1111. 7. Lei nº. incidente sobre a dívida ativa das multas por infração à Compensação Financeira pela Exploração dos recursos Minerais. parágrafo único).01.452.99.02 . de 17 de março de 1964.00 . pelo não-pagamento dos contribuintes no transcurso do prazo exigível.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista Receita advinda de crédito da Fazenda Pública.320. de 28 de fevereiro de 1967. 1915. com alterações da Lei nº. Fato gerador: Não-pagamento da Dívida Ativa da Receita de Exploração de Recursos Minerais nos prazos previstos no Código de Mineração.1914. 8º. de 17 de agosto de 2001. de 24 de julho de 2000. Amparo legal: Lei no 4. 1915. 1915.02. Portaria nº 503.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita de Exploração de Recursos Minerais Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.00 . de 3 de janeiro de 2006.990. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. incidente sobre a dívida ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista. Destinação legal: DNPM.00 .00. e Decreto-Lei no 5.993.01.Parcelamentos . 285 .

993. 1915. de 28 de fevereiro de 1967. de 15 de dezembro de 2006.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Mineraria Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.990.04.993. incidente sobre a dívida ativa das multas previstas na legislação mineraria. de 28 de dezembro de 1989 (Art. Amparo legal: Decreto-Lei no 227. com alterações da Lei nº. de 24 de julho de 2000.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. 7. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21.990.). Amparo legal: Decreto-Lei no 227.00 .00 . Destinação legal: DNPM. Destinação legal: DNPM. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. Fato gerador: Não-pagamento da Dívida Ativa da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral nos prazos previstos no Código de Mineração. 7. de 28 de julho de 2006 1915. de 28 de julho de 2006 1915. Lei nº.9. Destinação legal: 286 . 8º. incidente sobre a dívida ativa dos serviços de inspeção e fiscalização da atividade mineral Fato gerador: Não-pagamento da Dívida Ativa da receita dos serviços de inspeção e fiscalização.Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa da Receita da Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Resultado da aplicação de penas pecuniárias impostas aos contribuintes referentes a contribuições não recolhidas até o vencimento que não se enquadram nos itens anteriores.00 . 8º.9. de 24 de julho de 2000.). de 28 de fevereiro de 1967. de 28 de dezembro de 1989 (Art.03.05. Lei nº. com alterações da Lei nº. Fato gerador: Não-pagamento da Dívida Ativa da Receita de Multas nos prazos previstos no Código de Mineração.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21.

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.993. 8º.09. de 15 de junho de 2009. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. Lei nº. Amparo legal: Decreto-Lei no 227. incidente sobre a dívida ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica.10.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.00 .). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. de 15 de dezembro de 2006. 7. de 28 de fevereiro de 1967. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. incidente sobre a dívida ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização. 191915.DNPM.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. incidente sobre a dívida ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos. de 28 de dezembro de 1989 (Art. 1915.06. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.00 .00 .Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. de 15 de junho de 2009. incidente sobre a dívida ativa da Multa de Poluição de Águas.00 . 1915.990. de 15 de junho de 2009. de 15 de junho de 2009. incidente sobre a dívida ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações. 1915. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.9.08. com alterações da Lei nº. 1915. de 24 de julho de 2000.07. de 15 de junho de 2009.00 . 287 .

incidente sobre a dívida ativa de Concessões e Permissões . 1915.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa decorrente da NãoAplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões .16. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. 1915.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.13. de 15 de junho de 2009.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.12. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos . incidente sobre a dívida ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica. 1915.00 . 1915.14. incidente sobre a dívida ativa da Utilização de Recursos Hídricos .00 .15.Demais Empresas Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. incidente sobre a dívida ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. incidente sobre a dívida ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional.1915. de 15 de junho de 2009. de 15 de junho de 2009.00 . de 15 de junho de 2009.00 . 1915.Serviços de Comunicação. 288 . de 15 de junho de 2009.00 .Serviços de Comunicação Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.11. de 15 de junho de 2009. incidente sobre a dívida ativa decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.00 .Demais Empresas.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.

18. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. 1915.01 . 7o .172. Amparo legal: . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. incidente sobre a dívida ativa da taxa de fiscalização e dos autos de infração no âmbito do regime de previdência complementar fechada.00 . e . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.20.17. 161 e 201.154. incidente sobre a dívida ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores. 1915.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalizações .CTN.100% Superintendência Nacional de Previdência Complementar . de 25 de outubro de 1966 . Fato gerador: Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. art. Destinação legal: .20. de 15 de junho de 2009. 1915.PREVIC.Lei no 12.Multas e Juros de Mora da Receita de Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização Registra os recursos decorrentes das multas e juros de mora da receita da dívida ativa da taxa de fiscalização e dos autos de infração no âmbito do regime de previdência complementar fechada. 1915. de 23 de dezembro de 2009. 289 .Lei no 5. § 3o . III e 12. de 15 de junho de 2009.TAFIC Registra os recursos decorrentes das multas e juros de mora da receita da dívida ativa da taxa de fiscalização no âmbito do regime de previdência complementar fechada.1915. de 27 de outubro de 2010.19.00 . incidente sobre a dívida ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica.00 . incidente sobre a dívida ativa da Multa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível.Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. *Natureza criada pela Portaria SOF nº144.00 . arts. de 15 de junho de 2009.

no âmbito do regime de previdência complementar fechada.100% Superintendência Nacional de Previdência Complementar .Fato gerador: Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. exceto os decorrentes do Parcelamentos . Destinação legal: . 290 . e . *Natureza criada pela Portaria SOF nº 144.172.Lei no 12. Amparo legal: -Lei no 5. incidente sobre a dívida ativa da taxa de fiscalização. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. 1915. e .154. . de 25 de outubro de 1966 . arts.Lei no 12. 12. 161 e 201.99. arts. de 23 de dezembro de 2009. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 144. de 27 outubro de 2010. Amparo legal: -Lei no 5.Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas.172. no âmbito do regime de previdência complementar fechada.PREVIC.PREVIC .01 . 1915. no âmbito do regime de previdência complementar fechada. 1915. de 27 de outubro de 2010. 161 e 201. incidente sobre a dívida ativa do auto de infração.Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Recursos provenientes do pagamento de outras multas e juros da dívida ativa de outras receitas.CTN. Destinação legal: 100% Superintendência Nacional de Previdência Complementar . de 23 de dezembro de 2009.99.02 Multas e Juros de Mora da Receita da Dívida Ativa do Auto de Infração no Âmbito do Regime de Previdência Complementar Fechada Registra os recursos decorrentes das multas e juros de mora da receita da dívida ativa do auto de infração. de 17 de agosto de 2001.154.CTN. art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.20. III. Fato gerador: Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível. art. § 3o. 7.Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Principal Recursos provenientes do pagamento de outras multas e juros da dívida ativa de outras receitas.00 . de 25 de outubro de 1966. de 3 de janeiro de 2006.

981.Multas e Juros de Mora de Arrendamentos Multas e juros de mora aplicados por atrasos no pagamento de rendas devidas por uso do patrimônio imobiliário da União sob a forma de arrendamento. Lei no 8. 1918.01.398. de 1998.1915. de 20 de janeiro de 1995.00 . de 4 de setembro de 2001. Fato gerador: Atrasos no pagamento de aluguéis devidos por uso do patrimônio imobiliário da União. decorrentes de cláusulas contratuais pactuadas.Receita de Parcelamentos . decorrentes de cláusulas contratuais pactuadas. Decreto-Lei no 2. Amparo legal: Lei no 9. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. e Medida Provisória no 2. 84. Industrial. 1918. 291 .02 .00 .220. decorrentes de cláusulas contratuais pactuadas.760.Multas e Juros de Mora de Aluguéis Multas e juros de mora aplicados por atrasos no pagamento de aluguéis devidos por uso do patrimônio imobiliário da União. de Serviços e Diversas. decorrentes de cláusulas contratuais pactuadas. 1918.02. de 1987. Destinação legal: Parte é vinculada à própria unidade arrecadadora e outra ao Programa de Administração Patrimonial Imobiliário.00. de 3 de janeiro de 2006.01. Amparo legal: Lei no 9. de 1946.00 .02 .Parcelamentos .636. Destinação legal: Parte é vinculada à própria unidade arrecadadora e outra ao Programa de Administração Patrimonial Imobiliário. de 28 de abril de 2005. de 1998. Fato gerador: Atrasos no pagamento de rendas devidas por uso do patrimônio imobiliário da União sob a forma de arrendamento.636. Decreto-Lei no 9. compreendendo as multas relativas às demais receitas constantes da classificação.Imposto sobre a Importação. tais como: Receita Patrimonial. Art.Multas e Juros de Mora de outras Receitas Englobam todas as multas que não estejam relacionadas a pagamentos de tributos ou contribuições. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.99.Outras Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa de Outras Receitas Idêntico ao disposto na natureza 1111.

Fato gerador: Atrasos nos recolhimentos de laudêmios. 4o do Decreto-Lei no 1. 84. sob codificação da fonte de recursos 133. Lei no 8. de 1987. de 1946. Art. Destinação legal: Recursos do Programa de Administração Patrimonial Imobiliário.Decreto-Lei no 2. útil e direto não possuem destinação específica e são codificados na fonte de recursos 00 .760. Decreto-Lei no 9. Acompanhando o principal. de acordo com o previsto no art.03. Multas e juros de mora aplicados por atrasos no recolhimento de parcelas referentes à aquisição de domínio útil de terrenos da União. proveniente da negociação do domínio pelo.00 .760.561.636.760.398 de 1987. de 1o de março de 1988. Decreto no 95. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. de 20 de janeiro de 1995. de 1o de março de 1988. 84. 5o do Decreto no 95. pois a legislação confere destinações específicas para as categorias acima descritas. A multa de mora da alineção de bens imóveis da União.981. Lei no 8.00. Art.00 . de 4 de setembro de 2001. Decreto-Lei no 9. de 20 de janeiro de 1995. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. 25 a 27 da Lei no 9.636.220. e Medida Provisória no 2.760.220.04. e b) os juros. inclusive as geradas antes da edição da Lei no 9. de 15 de maio de 1998.Multas e Juros de Mora de Laudêmios Multas e juros de mora aplicados por atrasos nos recolhimentos de laudêmios. 292 . de 28 de abril de 2005. de 15 de maio de 1998.recursos ordinários. Os juros de mora decorrente da alienação do direito sobre o domínio pleno. Amparo legal: Decreto-Lei no 2. de 4 de setembro de 2001. útil e direto deve ser destinada a SPU.Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União. Lei no 9. de acordo com o previsto no art. de 1998. a natureza jurídica do acessório subdivide-se em 2 categorias: a) as multas.636. 1918. de 28 de abril de 2005.398. Fato gerador: Receita proveniente do atraso do pagamento do principal da alienação de bens imóveis de propriedade da União. Destinação legal: Recursos do Programa de Administração Patrimonial Imobiliário.981.00 . de 13 de julho de 1977 e arts.Multas e Juros de Mora de Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União. caracterizada pela natureza orçamentária de receita 2222. e Medida Provisória no 2. de 1946. 1918.

636/98.636/98.a crescido de multa de mora de 2% (dois por cento) bem como de juros de 0. em decorrência ao disposto na Lei nº 9. atualizado pelo índice de remuneração básica dos depósitos de poupança com aniversário no primeiro dia de cada mês. Amparo legal: Art.636. 1918.636/98. acrescido de multa de mora de 2% (dois por cento) bem como de juros de 0. atualizado pelo índice de remuneração básica dos depósitos de poupança com aniversário no primeiro dia de cada mês. Trata-se de penalidade pecuniária provocado pela impontualidade na satisfação de qualquer obrigação. Receita acessória da natureza principal. de 15 de maio de 1998.033% (trinta e três milésimos por cento ) por dia de atraso ou fração. em moeda corrente nacional. desde a data do venc imento até a do efetivo pagamento. de 15 de maio de 1998. A quantia devida corresponderá ao valor da obrigação. Fato gerador: Incidência de obrigação acessória pelo não cumprimento da obrigação principal incidente no atraso do pagamento da receita da alienação de bens cujo domínio pertence à União. desde a data do vencimento até a do efetivo pagamento. 25 a 27 da Lei no 9. útil e Direto. 1918. de 20 de janeiro de 1995. Fato gerador: Incidência de obrigação acessória pelo não cumprimento da obrigação principal incidente no atraso do pagamento da receita da alienação de bens cujo domínio pertence à União.05.02 .. *Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 18. Inciso 2 da Lei nº 9. 27.04.561.Multas de Mora de Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União Domínio Pleno. 25 a 27 da Lei no 9. em moeda corrente nacional. 1918. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18.04.981. Útil e Direto.636/98. Trata-se de penalidade pecuniária provocada pela impontualidade na satisfação de qualquer obrigação de pagamento. de 13d e abril de2010. Receita acessória da natureza principal. de 13 de julho de 1977. Fato gerador: Atrasos nos recolhimentos de parcelas referentes à aquisição de domínio útil ou pleno de imóveis da União. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. 84.01 .Multas e Juros de Mora de Alienação de Outros Bens Imóveis Multas e juros de mora aplicados por atrasos nos recolhimentos de parcelas referentes à aquisição de domínio útil ou pleno de outros bens imóve is da União. de acordo com o previsto nos arts. de 13d e abril de2010. inciso 6 da Lei nº 9.00 .636. e Arts.Juros de Mora da Alienação de Bens Imóveis de Domínio da União Domínio Pleno. de 13 de abril de 2010. em decorrência ao disposto na Lei nº 9.033%(trinta e três milésimos por cento) por dia de atraso ou fração. 293 . Art. 27. Amparo legal: Art. Lei no 8.Amparo legal: Decreto-Lei no 1.

636. de 27 de dezembro de 1996.069.981. Lei no 9. e Lei no 9. Destinação legal: Programa de Administração Patrimonial Imobiliário. 61 da Lei no 9.Multas e Juros de Mora de Foros Multas e juros de mora aplicados por atrasos no recolhimento de débitos de foro para com a União. Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Atrasos no recolhimento de débitos para com a União.069. Lei no 9. de 29 de julho de 1995. de 20 de janeiro de 1995. e Lei no 9. de 28 de abril de 2005. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9.00 . Art.07. de acordo com o art. Destinação legal: Parte é vinculada à própria unidade arrecadadora e outra ao Programa de Administração Patrimonial Imobiliário. e do § 4o do art.430.981. de 29 de julho de 1995. Fato gerador: Atrasos no recolhimento de débitos de foro para com a União.069. 84. de 20 de janeiro de 1995. de 27 de dezembro de 1996. 84.06.00 . de 27 de dezembro de 1996 e o § 4o do art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. Amparo legal: Lei no 8.430. de 15 de maio de 1998. de 29 de julho de 1995. Art. 84.430. de 29 de julho de 1995. de acordo com o art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9.981. 61 da Lei no 9. Amparo legal: Lei no 8. Art. e Lei no 9. de 28 de abril de 2005. 36 da Lei no 9.069. de 20 de janeiro de 1995.Destinação legal: Parte é vinculada à própria unidade arrecadadora e outra ao Programa de Administração Patrimonial Imobiliário. 1918. de 27 de dezembro de 1996.430. 1918. de 28 de abril de 2005. 294 . 36 da Lei no 9.Multas e Juros de Mora de Parcelamentos Multas e juros de mora aplicados por atrasos no recolhimento de débitos para com a União.

Multas e Juros de Mora de Taxas de Ocupação Multas e juros de mora aplicados por atrasos no recolhimento de débitos de taxa de ocupação para com a União.069. Destinação legal: Amortização da dívida pública federal.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. 1918. de 29 de julho de 1995. de 27 de dezembro de 1996. Art.00 .069. de 28 de abril de 2005.530. Lei no 9. de acordo com o art. de 10 de dezembro de 1997. Fato gerador: Penas pecuniárias incidentes sobre os valores de Dividendos devidos. 36 da Lei no 9.981. Amparo legal: Lei no 6. Destinação legal: Amortização da dívida pública federal. e modificações posteriores. de 28 de abril de 2005.09.08.404. Lei no 9.430.530. 84. Fato gerador: Atrasos no recolhimento de débitos de taxa de ocupação para com a União. de 15 de dezembro de 1976. e Lei no 9. Amparo legal: Lei no 8. 1918. e o § 4o do art.10. de 10 de dezembro de 1997. de 27 de dezembro de 1996. Amparo legal: Lei no 6. Fato gerador: Penas pecuniárias incidentes sobre os valores de Participações devidos.404. de 29 de junho de 1995. 61 da Lei no 9.1918. Destinação legal: Parte é vinculada à própria unidade arrecadadora e outra ao Programa de Administração Patrimonial Imobiliário. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. 295 . e Lei no 9. e modificações posteriores. de 20 de janeiro de 1995.Multas e Juros de Mora de Dividendos Multas e juros de mora aplicados por atrasos no recolhimento dos valores de Dividendos devidos à União.430.Multas e Juros de Mora de Participações Multas e juros de mora aplicados por atrasos no recolhimento dos valores de Participações devidos à União. de 15 de dezembro de 1976.00 .

de 30 de março de 1995.00 .11. Destinação legal: As receitas são destinadas ao Ministério do Desenvolvimento.Multas e Juros de Mora da Receita dos Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Resultado da aplicação de penas pecuniárias incidentes sobre Receita dos Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios em atraso. Amparo legal: Lei no 9.14.019. Amparo legal: Decreto-Lei nº 1. 10 da Lei n 9. Indústria e Comércio Exterior. Destinação legal: 296 . 1918. Art.Multas e Juros de Mora da Receita de Alienação de Bens Apreendidos Resultado de Penas pecuniárias incidentes sobre as Receitas Decorrentes de Bens Apreendidos. de 28 de abril de 2005. de 7 de abril de 1976.00 .12. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. Destinação legal: Destina-se ao FUNDAF e ao Fundo Nacional de Assistência Social.Multas e Juros de Mora da Receita de Exploração de Recursos Minerais Resultado da aplicação de penalidade pela falta de pagamento no prazo próprio. 62. de 28 de abril de 2005. na forma do art.CAMEX (Parágrafo Único.455.019. 101. que resultará na instauração de processo para aplicação de multa apurado mediante processo administrativo. 1918. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9.13. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta receita. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação desta receita. de 28 de abril de 2005. 1918. conforme diretrizes estabelecidas pela o Câmara de Comércio Exterior .Multas e Juros de Mora dos Financiamentos à Estocagem de Álcool Etílico Combustível * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. para aplicação na área de comércio exterior.934. Fato gerador: Não-pagamento nos prazos previstos na legislação mineraria. de 30 de março de 1995). do Decreto nº.00 . 1918. de 2 de julho de 1968 (Regulamento do Código de Mineração).00 . de 28 de abril de 2005.

deve -ser destinada a SPU. no prazo próprio.Multas e Juros de Mora da Receita de Concessão Florestal Resultado da aplicação de penalidade pela falta de pagamento dessa receita no prazo previsto. em 297 . Amparo legal: Lei nº. do art.00 . Fato gerador: Incidência de obrigação acessória pelo não cumprimento da obrigação principal incidente no atraso do pagamento da receita da cessão de uso de bens da união. Decreto nº.receita da Cessão de Uso de Bens da União.Multa e Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União. a razão de um por cento ao mês ou fração de mês. da lei nº 8. na forma do art.934.00 . Portaria (MME) nº 503. de 28 de julho de 2006 1918. 62. A multa de mora da cessão de uso de bens da União. Os juros de mora decorrente da cessão de uso de bens da União não possuem destinação específica e são codificados na fonte de recursos 100 . 18 da Lei n º 8. Fato gerador: Receita proveniente do atraso do pagamento do principal da cessão de uso de bens da união. da outorga de direito de exploração de florestas públicas para a produção sustentável. de 18 de novembro de 1996. de 20 de janeiro de 1995. A natureza jurídica do acessório subdivide-se em 2 categorias: a) as multas. multa de dez por cento. Multas e juros de mora aplicados por atrasos no recolhimento de parcelas referentes ao principal da cessão de bens da União. 9.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21. de 13 de abril de 2010.981. contados do mês seguinte ao do vencimento.314.16. de 13 de setembro de 2006.17. sob a codificação da fonte de recursos 133. pois a legislação confere destinações específicas para as categorias acima descritas. de 28 de dezembro de 1999. de acordo com o previsto no § 5. 1918. de 28 de julho de 2006 1918.9814/95. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21.01 . 62.15. caracterizada pela natureza orçamentária de receita 1333. de 2 de julho de 1968. 84. de 2 de julho de 1968 (Regulamento do Código de Mineração). do Decreto nº. *Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28.934.00 .Multa de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Receita acessória da natureza principal. 1918.Multas e Juros de Mora da Receita de Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral Resultado da aplicação de penalidade pela falta de pagamento dessa receita.05. 101. Amparo legal: Art. e b) os juros. A compensação Financeira pela Exploração dos Recursos Minerais não recolhida no prazo fixado será cobrada com os seguintes acréscimos: juros de mora. aplicável sobre o montante final apurado. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. da outorga de direito de exploração e da pesquisa mineral.DNPM.17.recursos ordinários.

se o pagamento se verificar no próprio mês do vencimento.981/95. em decorrência do disposto na Lei nº 8.00 . pois legislação própria confere destinações específicas para as categorias acima descritas.decorrência do disposto na Lei nº 8. da Lei nº 8. 298 . qua ndo o pagamento for efetuado a partir do segundo mês subsequente ao vencimento. de 13 de abril de 2010 1918. c) trinta por cento.Juros de Mora pela Cessão de Uso de Bens da União Receita acessória da natureza principal. b) vinte por cento.18.recursos ordinários.981/95 *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18.07. Trata-se de penalidade provocada pela impontualidade na satisfação de qualquer obrigação de pagamento.17.981/95.01 . Fato gerador: Incidência de obrigação acessória pelo não cumprimento da obrigação principal incidente no atraso do pagamento da receita da indenização por posse ou ocupação ilícita de bens da União. Os juros de mora possuem destinação específica e são codificados na fonte de recursos 100 . Trata-se de penalidade pecuniária provocada pela impontualidade na satisfação de qualquer obrigação de pagamento.Multa e Juros de Mora de Indenização Por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União Fato gerador: Receita proveniente do atraso do pagamento do principal da indenização por posse ou ocupação ilícita de bens da União.Multa de Mora de indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União. Trata-se de penalidade pecuniária provocada pela impontualidade na satisfação de qualquer obrigação de pagamento.981/95. b) vinte por cento se pagamento se verificar no mês seguinte ao do vencimento e. sob codificação da fonte de recursos 133. 1918. Amparo legal: Art. de 13 de abril de 2010.981/95 *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. equivalentes à taxa média mensal de captação do Tesouro Nacional relativa à Dívida Mobiliária Federal Interna. Fato gerador: Incidência de obrigação acessória pelo não cumprimento da obrigação principal incidente no atraso do pagamento da receita da cessão de uso de bens da união. 1918. 84.00 . A natureza jurídica do acessório subdivide-se em 2 categorias: a) as multas. A multa de mora de indenização por posse ou ocupação ilícita de bens da União. A quantia devida pela incidência da multa de mora será aplicada da seguinte forma: a) dez por cento. da Lei nº 8. Amparo legal: Art. quando o pagamento for efetuado a partir do mês subsequente ao do vencimento. 84.981/95 *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. A quantia acrescida pela incidência dos juros de mora será aplicada da seguinte forma: juros de mora. 84.18. deve ser destinada a SPU. quando o pagamento ocorrer no mês seguinte ao vencimento. A quantia devida pela incidência da multa de mora será aplicada da seguinte forma: a)dez por cento. caracterizada pela natureza orçamentária de receita 1921. em decorrência ao disposto na Lei nº 8. e b) os juros.02 . Amparo legal: Art.Indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União. da Lei nº 8. de 13 de abril de 2010.

Amparo legal: Art. 84, da Lei nº 8.981/95. Parágrafo Único, do art.37, da Lei nº 9.636, de 15 de maio de 1998. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18, de 13 de abril de 2010. Destinação legal: À Secretaria de Patrimônio da União - SPU, para fins de aplicação no Programa de Administração Patrimonial Imobiliária da União - PROAP, conforme parágrafo único do art.37, da Lei nº 9.636, de 15 de maio de 1998. 1918.18.02 - Juros de Mora de indenização por Posse ou Ocupação Ilícita de Bens da União. Fato gerador: Incidência de obrigação acessória pelo não cumprimento da obrigação principal incidente no atraso do pagamento da receita da indenização por posse ou ocupação ilícita de bens da União, em decorrência ao disposto na Lei nº 8.981/95. Trata-se de penalidade provocada pela impontualidade na satisfação de qualquer obrigação de pagamento. A quantia acrescida pela ocorrência dos juros de mora será aplicada da seguinte forma: juros demora, equivalentes à taxa média mensal de captação do Tesouro Nacional relativa à Dívida Mobiliária Federal Interna. Amparo legal: Art. 84, da Lei nº 8.891/95. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18, de 13 de abril de 2010. 1918.19.00 - Multas e Juros de Mora do Auto de Infração no Âmbito do Regime de Previdência Complementar Fechada Registra os recursos decorrentes das multas e juros de mora do auto de infração, no âmbito do regime de previdência complementar fechada. Fato gerador: Receita advinda pelo não-pagamento no transcurso de prazo exigível, incidente sobre o auto de infração, no âmbito do regime de previdência complementar fechada. Destinação legal: Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC. Amparo legal: -Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 ; - CTN, arts. 161 e 201; e - Lei no 12.154, de 23 de dezembro de 2009, art. 7, III e art. 11, IV 1918.20.00 - Multas e Juros de Mora da Receita Decorrente de Medidas de Suspensão de Concessões dos Direitos de Propriedade Intelectual Registra os recursos decorrentes das multas de mora e de ofício e dos juros de mora da receita de medidas de suspensão de concessões dos direitos de propriedade intelectual. Fato gerador: O não-pagamento, no transcurso de prazo exigível, das receitas decorrentes dos direitos de natureza comercial sobre a remuneração do titular de direitos de propriedade intelectual, de acordo com o § 3o do art. 7o da Lei no 12.270/2010. Destinação legal:

299

100% para o Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização - FUNDAF, de acordo com o § 12 do art. 7o da Lei no 12.270/2010. Amparo legal: - Lei no 12.270, de 24 de junho de 2010, art. 7o , §§ 3o e 8o ; e - Decreto-Lei no 1.437, de 17 de dezembro de 1975. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 193, de 16 de dezembro de 2010. 1918.21.00 - Multas e Juros de Mora do Ressarcimento Decorrente de Ações Regressivas Oriundas da Relação de Trabalho Registra os recursos decorrentes das multas e juros de mora da receita relativa ao ressarcimento de ações regressivas oriundas da relação de trabalho. Fato gerador: O não-pagamento no transcurso de prazo exigível, das receitas de ressarcimento decorrente de ações regressivas contra os responsáveis, nos casos de acidentes de trabalho resultantes de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho, indicadas para a proteção individual e coletiva .
Destinação legal:

100% para o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, art. 120 da Lei no 8.213/91. Amparo legal: - Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - CTN, art. 161; e - Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, artigos 120 e 121. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 193, de 16 de dezembro de 2010. 1918.23.00 - Multa e Juros de Mora Decorrentes da Restituição de Recursos de Fomento Registra a receita de multa e juros de mora decorrentes da devolução de recursos repassados pelo agente financeiro como resultado da conclusão, denúncia, rescisão ou extinção do contrato de financiamento, ou, ainda, pelo descumprimento dos projetos, pela não-efetivação do investimento ou pela sua realização em desacordo com o estatuído em contrato. Fato gerador: A conclusão, denúncia, rescisão ou extinção do contrato de financiamento, o descumprimento dos projetos executados com recursos públicos federais, a não-efetivação do investimento ou a sua realização em desacordo com o estatuído em contrato.
Destinação legal:

Os recursos legalmente vinculados a finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. Amparo legal: Art. 8o , parágrafo único, da Lei Complementar no 101, de 4 de maio de 2000; Art. 2o , inciso VI, última parte, da Lei no 11.437, de 28 de dezembro de 2006; Art. 61 da Medida Provisória no 2.228-1, de 6 de setembro de 2001; Art. 6o da Medida Provisória no 2.183-56, de 24 de agosto de 2001; Art. 12 do Decreto no 6.672, de 2 de dezembro de 2008. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 179, de 13 de dezembro de 2011.

300

1918.99.00 - Outras Multas e Juros de Mora * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9, de 28 de abril de 2005. 1919.00.00 - Multas de outras Origens Compreendem as multas referentes às infrações de regulamentos específicos. 1919.01.00 - Multas Previstas na Legislação de Metrologia Multas devidas quando da violação da política nacional de m etrologia, da normalização industrial e da certificação de qualidade de produtos industriais. Fato gerador: Violação da política nacional de metrologia. Destinação legal: Para o Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO). Amparo legal: Lei no 9.933, de 20 de dezembro de 1999. 1919.02.00 - Multas do Regulamento para o Tráfego Marítimo Multas devidas por embarcações brasileiras, salvo as pertencentes à Marinha, quando em águas sob jurisdição nacional ou em alto-mar; por embarcações estrangeiras em águas territoriais, navios de guerra estrangeiros e outras embarcações que violem as normas expressas no Regulamento para o Tráfego Marítimo. Fato gerador: Violação das normas expressas no Regulamento para o Tráfego Marítimo. Destinação legal: O montante auferido será empregado nas atividades de fiscalização da Lei no 9.537, de 11 de dezembro de 1997, e das normas decorrentes. Amparo legal: Lei no 9.537, de 11 de dezembro de 1997. 1919.03.00 - Multa de Poluição de Águas Multas devidas pelo lançamento de óleos, produtos oleosos e substâncias químicas tóxicas nas águas públicas. Fato gerador: Lançamento de óleos, produtos oleosos e substâncias químicas tóxicas nas águas públicas. Destinação legal: Os valores arrecadados com a aplicação das multas são, em geral, destinados aos órgãos que as aplicarem, no âmbito de suas competências. Amparo legal: Lei no 9.966, de 28 de abril de 2000; e Lei n° 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

301

1919.04.00 - Multas Previstas em Acordos Internacionais sobre a Pesca Multas devidas por embarcações estrangeiras, sem contrato de arrendamento com pessoa jurídica nacional, ou autorização legal prevista em acordos internacionais para pesca em águas territoriais. Fato gerador: Ausência, por parte de embarcações estrangeiras, de arrendamento com pessoa jurídica nacional, ou autorização legal prevista em acordos internacionais para pesca em águas territoriais. Destinação legal: As multas previstas em acordos internacionais sobre a pesca são destinadas ao Fundo Naval. Amparo legal: Decreto Lei no 221, de 28 de fevereiro de 1967; e Lei no 6.276 de 1º de dezembro de 1975. 1919.05.00 - Multas Decorrentes de Apreensão de Embarcações de Pesca Multa devida pela apreensão de embarcações que por ação ou omissão violem as normas expressas no Código da Pesca. Fato gerador: Ação ou omissão que violem as normas expressas no Código da Pesca. Destinação legal: De acordo com o código da pesca, são destinadas à ordem da SUDEPE, sob o título "Recursos da Pesca". Amparo legal: Decreto-Lei no 221, de 28 de fevereiro de 1967; e Lei no 6.276, de 1º de dezembro de 1975. 1919.06.00 - Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas Multa devida pelos eleitores que não comparecerem e não justificarem sua ausência perante o Juiz Eleitoral até 30 dias após a realização da eleição. Fato gerador: Não-comparecimento e não-justificativa da ausência perante o Juiz Eleitoral até 30 dias após a realização da eleição. Destinação legal: Ao Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário). Amparo legal: Lei no 4.737, de 15 de julho de 1965; e Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995.

302

1919.07.00 - Multas Previstas no Regulamento do Estrangeiro Multas devidas por estrangeiros, residentes ou não no País, que violem o Regulamento do Estrangeiro. Fato gerador: Violação do Regulamento do Estrangeiro. Destinação legal: Recursos livre do Tesouro Nacional. Amparo legal: Lei no 6.815, de 19 de agosto de 1980; e Decreto no 86.715, de 10 de dezembro de 1981. 1919.08.00 - Multas Previstas na Lei do Serviço Militar Multas devidas pelo cidadão brasileiro do sexo masculino que não se alistar até os 19 anos para prestar serviço militar. Fato gerador: Não-alistamento até os 19 anos para prestar serviço militar. Destinação legal: Fundo do Serviço Militar. Amparo legal: Lei no 4.375, de 17 de agosto de 1964; e Decreto no 57.654, de 20 de janeiro de 1966. 1919.09.00 - Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações Receitas provenientes de infrações cometidas por concessionários de serviços de telecomunicações e de radiodifusão, seja no regime público ou privado. Fato gerador: Infrações cometidas por concessionários de serviços de telecomunicações e de radiodifusão. Destinação legal: Agência Nacional de telecomunicações - ANATEL, Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações - FUST e Fundo Nacional de Cultura - FNC. Amparo legal: Lei no 9.472, de 16 de julho de 1997; Decreto no 2.338, de 7 de outubro de 1997; Lei no 5.070, de 7 de julho de 1966; Lei no 9.998, de 17 de agosto de 2000; Medida Provisória no 2.228, de 6 de setembro de 2001; e Lei no 11.437, de 28 de dezembro de 2006.

303

1919.10.00 - Multas Previstas na Legislação Sanitária Multas devidas quando da infração, fraude, falsificação e adulteração das matérias-primas e produtos farmacêuticos, bem como quaisquer produtos ou insumos que interessem à saúde pública. Fato gerador: Infração, fraude, falsificação e adulteração das matérias-primas e produtos farmacêuticos, bem como quaisquer produtos ou insumos que interessem à saúde pública. Destinação legal: Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Amparo legal: Lei no 9.782, de 26 de janeiro de 1999. 1919.12.00 - Multas Previstas na Legislação de Registro do Comércio Multas cobradas por infrações às leis ou regulamentos que discip linam as atividades de Agentes Auxiliares do Comércio, de Armazéns Gerais e outros sujeitos ao controle e fiscalização dos órgãos de registro do comércio. Fato gerador: Infrações às leis ou regulamentos que disciplinam as atividades de Agentes Auxiliares do Comércio, de Armazéns Gerais e outros sujeitos ao controle e fiscalização dos órgãos de registro do comércio. Destinação legal: De acordo com o Decreto-Lei no 2.056, de 19 de agosto de 1983, os valores referentes ao cadastro nacional de empresas, arrecadados pelas Juntas Comerciais simultaneamente com os decorrentes dos serviços correspondentes, serão levados à conta do Tesouro Nacional, como Receita Orçamentária da União. A remuneração dos demais serviços de registro do comércio e as respectivas multas, excluídos os valores definidos no artigo anterior, caberão às Juntas Comerciais que promoverão diretamente sua arrecadação. Amparo legal: Decreto-Lei no 2.056 de 19 de agosto de 1983; Lei no 8.934 de 18 de novembro de 1994; e Decreto no 1.800 de 30 de janeiro de 1996. 1919.13.00 - Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis Multas impostas pela Agência Nacional do Petróleo - ANP por infrações relativas à regulamentação do mercado de lubrificantes e combustíveis. Fato gerador: Infrações relativas à regulamentação do mercado de lubrificantes e combustíveis. Destinação legal: Agência Nacional do Petróleo - ANP. Amparo legal:

304

Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997. 1919.14.00 - Multas por Infração à Legislação Trabalhista Compreendem as multas referentes às infrações à Legislação Trabalhista. Fato gerador: Infrações à Legislação Trabalhista, tais como: extravio ou inutilização de carteira de trabalho; falta de registro de empregado; prorrogação de jornada de trabalho sem acordo; pagamento atrasado de salário; infrações às normas de segurança e medicina do trabalho; anotações desabonadoras à conduta do empregado; venda ou exposição à venda de qualquer tipo de carteira igual ou semelhante ao tipo oficialmente adotado; retenção da carteira por mais de 48 (quarenta e oito) horas; recusa improcedente para anotação da carteira; cobrança de remuneração pela entrega da carteira de trabalho por parte de sindicado; infringência de qualquer dispositivo concernente ao salário mínimo; exercício da profissão de químico sem o preenchimento das condições ou com a falta de registro; anotação não prevista em lei; dispensa do empregado no transcurso do período de suspensão contratual ou nos três meses subsequentes ao seu retorno ao trabalho; recolhimento da contribuição sindical efetuado fora do prazo; não prestar, aos encarregados da fiscalização, os esclarecimentos necessários ao desempenho de sua missão ou não apresentar os livros, folhas de pagamento ou outros documentos comprobatórios desses pagamentos; celebração de contratos individuais de trabalho, estabelecendo condições contrárias ao que tiver sido ajustado em convenção ou acordo que lhes for aplicável; não cumprimento de decisão passada em julgado sobre a readmissão ou reintegração de empregado; etc. Destinação legal: As guias de depósito eu recolhimento serão emitidas em 3 (três) vias e o recolhimento da multa deverá preceder-se dentro de 5 (cinco) dias às repartições federais competentes, que escriturarão a receita a crédito do Ministério do Trabalho e Emprego. (Art. 636, § 4º, Incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967). Amparo legal: Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943 (CLT); Lei no 7.998, de 11 de janeiro de 1990, Art. 11. 1919.15.00 - Multas Previstas na Legislação de Trânsito Multas aplicadas por infrações à legislação de trânsito cometidas em rodovias federais, para aplicação exclusiva em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. Fato gerador: Infrações à legislação de trânsito, cometidas em rodovias federais. Destinação legal: Constituem receita vinculada aos Ministérios da Justiça (Polícia Rodoviária Federal) e Transportes (Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes - DNIT e Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT), sendo 5% do valor total das multas arrecadadas (inclusive por Estados e Municípios) destinado ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito FUNSET, vinculado ao Ministério das Cidades, para o custeio de despesas do Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN, relativas à operacionalização da segurança e educação de trânsito. Amparo legal:
305

Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997; Decreto no 2.613, de 3 de junho de 1998; Decreto no 6.366, de 30 de janeiro de 2008; e Lei no 11.705, de 19 de junho de 2008. 1919.16.00 - Multas Previstas na Legislação do Seguro-Desemprego e Abono Salarial Receita constituída do produto dos encargos devidos pelos contribuintes, em decorrência de suas obrigações junto ao PIS e ao PASEP. Fato gerador: Infringir os dispositivos da Lei no 7.998, de 11 de janeiro de 1990. Destinação legal: Constitui recurso do Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, vinculado ao Ministério do Trabalho, sendo destinado ao custeio do Programa de Seguro-Desemprego, ao pagamento do abono salarial e ao financiamento de programas de desenvolvimento econômico. Amparo legal: Lei no 7.998, de 11 de janeiro de 1990 (Art. 25). 1919.17.00 - Multas Previstas na Lei Delegada no 4/62 Multas decorrentes da intervenção da União no domínio econômico, para assegurar a livre distribuição de mercadorias e serviços essenciais ao consumo e uso do povo, bem como, para assegurar o suprimento dos bens necessários às atividades agropecuárias, da pesca, e industriais do País. Fato gerador: Prejudicar a livre distribuição de mercadorias e serviços essenciais ao consumo e uso do povo, bem como, para prejudicar o suprimento dos bens necessários às atividades agropecuárias, da pesca, e industriais do País. Destinação legal: Constitui receita vinculada ao Ministério da Faze nda. Amparo legal: Lei Delegada no 4, de 26 de setembro 1962. 1919.18.00 – Multas sobre a Fiscalização da Rede de Produção Orgânica Receita oriunda das ações decorrentes da fiscalização de todas as atividades pertinentes à agricultura orgânica, que envolve segmentos de várias cadeias produtivas, incluindo produção, processamento, distribuição, armazenamento, transporte e comercialização.. Fato gerador: Infração à legislação sobre agricultura orgânica. Destinação legal: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Amparo legal:

306

Lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003; e Decreto nº 6.323, de 27 de dezembro de 2007. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 38, de 27 de abril de 2012. 1919.20.00 - Multa Prevista na Lei de Prevenção ao Uso de Drogas Receita decorrente da imposição de penalidade pelo descumprimento de medidas educativas aplicadas sobre o infrator que, injustificadamente, se recuse a cumpri- las. Fato gerador: Infrações previstas na Lei de prevenção ao uso de drogas. Destinação legal: Fundo Nacional Antidrogas. Amparo legal: Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49, de 15 de dezembro de 2006. 1919.26.00 - Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Receitas advindas de pagamento de multas referentes às infrações previstas em legislações sobre defesa de direitos difusos. Fato gerador: Infrações previstas em legislações sobre defesa de direitos difusos. Destinação legal: Fundo de Defesa de Direitos Difusos. Amparo legal: Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, arts. 11 e 13; Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989; e Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990 - Código de Defesa do Consumidor. 1919.26.01 - Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos Trabalhistas Receitas advindas do pagamento de multas referentes às infrações previstas em legislações sobre defesa de direitos difusos trabalhistas, aplicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho e ações judiciais da Justiça do Trabalho. Fato gerador: Infrações previstas em legislações sobre defesa de direitos difusos trabalhistas. Destinação legal: Fundo de Defesa de Direitos Difusos. Amparo legal: Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, arts. 11 e 13; Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989; e Lei n 8.078, de 11 de setembro de 1990 - Código de Defesa do Consumidor.
o

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81, de 18 de dezembro de 2008.

307

de 18 de dezembro de 2008. 1919.Multas e Juros Previstos em Contratos Receita decorrente de pagamento de juros destinados à indenização pelo atraso no cumprimento de obrigações e multas de caráter punitivo ou moratório decorrentes da inobservância de obrigações contratuais.078. etc.406.Código de Defesa do Consumidor. de 24 de outubro de 1989.853. de 24 de julho de 1985.1919.ANTT. 1919. 308 . e Lei no 8. Fato gerador: Inobservância de obrigações contratuais.15/09/2010 DOU de 16/09/2010. tais como: meioambiente. de 11 de setembro de 1990 .28. bem como dos contratos de concessão de serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros. Lei no 7. de 10 de janeiro de 2002. Destinação legal: Vinculada à própria unidade que gere o contrato.347.Outros Receitas advindas de pagamento de multas referentes às infrações previstas em legislações sobre defesa de direitos difusos que não sejam de caráter trabalhista.00 . Fato gerador: Infrações das legislações de operação do transporte rodoviário de passageiros e cargas.02 . ordem urbanística. Amparo legal: Decreto no 2.Multas Previstas na Legislação sobre Defesa dos Direitos Difusos . Fato gerador: Infrações previstas em legislações sobre defesa de direitos difusos outros.Multas Decorrentes da Operação do Transporte Rodoviário Interestadual e Internacional de Passageiros e Cargas Multas cobradas por infrações das legislações de operação do transporte rodoviário de passageiros e cargas. consumidor.26. bem como dos contratos de concessão de serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros.27. Amparo legal: Lei no 7. E alterada pela Portaria SOF nº 111. de 20 de março de 1998. 11 e 13.521. Destinação legal: Recursos Livres para o Tesouro Nacional e destinados à Agência Nacional de Transportes Terrestres . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. Amparo legal: Lei nº 10. Destinação legal: Fundo de Defesa de Direitos Difusos.00 . arts.

de 24 de março de 2001.ANTT.29.ANTT. que instituiu o Vale-Pedágio obrigatório sobre o transporte rodoviário de carga. de 26 de junho de2000.182.Multas Aplicadas no Âmbito de Processo Judicial Registra os recursos relativos a multas aplicadas no âmbito de processos judiciais.565. de 5 de março de 1998. Lei no 9.Multas Previstas por infrações à Legislação sobre Transportes Ferroviários Receita proveniente do recolhimento pelo Ministério dos Transportes de multas por infrações a disposições previstas no Regulamento de Transportes Ferroviários e Contratos de Concessão de Serviços de Transporte Ferroviário de Passageiros e Cargas. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. Destinação legal: Agência Nacional de Transportes Terrestres .31.832.32.30. 1919. Amparo legal: Decreto no 1.525. Destinação legal: Recursos destinados à Agência Nacional de Transportes Terrestres . e Decreto no 3.00 . Amparo legal: Lei no 10. de 4 de março de 1996.614.00 .00 . Destinação legal: Agência Nacional de Aviação Civil . 1919. de 24 de março de 2001. de 19 de dezembro de 1986.209. 1919. de 27 de setembro de 2005. Fato gerador: Infrações a disposições previstas no Regulamento de Transportes Ferroviários e Contratos de Concessão de Serviços de Transporte Ferroviário de Passageiros e Cargas. e Lei no 11. de 18 de maio de 2000.ANAC Amparo legal: Lei no 7.209. e suas alterações. Fato gerador: A imposição de multas no âmbito de processos judiciais 309 .00 .Multa de Tarifa de Pedágio Fato gerador: o Descumprimento à Lei n 10.1919.Multas Previs tas no Código Brasileiro de Aeronáutica Multas cobradas por infrações previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica. Fato gerador: Infrações previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica.

Multas Decorrentes de Sentenças Penais Condenatórias Registra as receitas provenientes de multas decorrentes de sentenças penais condenatórias com trânsito em julgado.Inciso V do art. de 11 de janeiro de 1973. 14. § único. 83 da Lei no 11.689. e . Verificar naturezas de desdobramento. Código de Processo Penal. aplicadas no âmbito da Justiça Federal (exceto se a multa for imposta mediante sentença proferida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios . 18 a 35. 265 e outros do Decreto-Lei no 3. *Natureza criada pela Portaria SOF no 10.Destinação legal: Esta natureza é agregadora. § único. de 7 de janeiro de 1994. de 3 de outubro de 1941. Amparo legal: . de 13 de junho de 2008.Arts. conforme o inciso V do art. .689. de 7 de janeiro de 1994.Art.869.TJDFT.20 . de 10 de março de 2011. 161 e 196. 265 e outros do Decreto-Lei no 3. Amparo legal: .32. 2o da Lei Complementar no 79. e .Art. Código do Processo Civil.869. Fato gerador: A imposição de multas no âmbito de processos penais sob jurisdição federal (exceto se a multa for imposta mediante sentença proferida pelo TJDFT).10 . de 3 de outubro de 1941. Código de Processo Penal. e outros da Lei no 5. de 7 de janeiro de 1994.FUNPEN. 161 e 196.697. Destinação legal: 100% para o Fundo Penitenciário Nacional . 1919. Fato gerador: A imposição de multas no âmbito dos processos sob jurisdição do TJDFT. Código do Processo Civil. para aplicação em iniciativas voltadas à modernização e ao reaparelhamento da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.Inciso V do art.Art. . de 13 de junho de 2008.TJDFT). 2o da Lei Complementar no 79.697. . de 11 de janeiro de 1973. 2o da Lei Complementar no 79. e outros da Lei no 5. Destinação legal: 100% ao Programa de Modernização e Aperfeiçoamento da Justiça do Distrito Federal o PROJUS. *Natureza alterada pela Portaria SOF nº 03. de acordo com art.32. de 03 de março de 2011. 18 a 35. 14.Multas Decorrentes de Sentenças Judiciais Registra as receitas provenientes de multas decorrentes de processo judicial no âmbito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios . Amparo legal: 310 . 1919. 83 da Lei n 11.Arts.

e outros da Lei no 5. 83 da Lei no 11.00 . Código do Processo Civil.697. Verificar naturezas de desdobramento. . de 3 de outubro de 1941. Fato gerador: Infrações no Setor de Energia Elétrica.00 . Destinação legal: Os recursos destinam-se ao FUNPEN para financiar e apoiar as atividades e programas de modernização e aprimoramento do Sistema Penitenciário Brasileiro. indenização e multa. poderão ser parcialmente utilizados para financiamento de atividades institucionais dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica.Art.Art.34. de 13 de junho de 2008. de 7 de janeiro de 1994.869. 1919.Multas por Danos Ambientais Registra as receitas provenientes de sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente aplicadas pelo Poder Judiciário ou por órgãos fiscalizadores. Fato gerador: Danos causados ao meio ambiente. 265 e outros do Decreto-Lei no 3. 344. Código de Processo Penal.689. Amparo legal: Decreto no 2. em conformidade com o disposto no CPP. ou pela reincidência em fato que tenha gerado advertência escrita. em caso de condenação do réu.CPP: e Lei Complementar no 79. de 10 de março de 2011.. de 3 de outubro de 1941 . 161 e 196. de 6 de outubro de 1997.35. Amparo legal: 311 . Fato gerador: Fiança quebrada ou perdida. Destinação legal: Os valores arrecadados pela ANEEL. 345 e 346 do Código de Processo Penal .Receita de Quebra de Fiança Receita proveniente de fiança quebrada ou perdida.00 . 18 a 35. Amparo legal: Decreto-Lei no 3. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 3. nos casos previstos nos regulamentos ou nos contratos. em conformidade com o disposto nos arts 343. nas atividades realizadas no setor de energia elétrica.335. A fiança fixada para os crimes afiançáveis é destinada a cobertura de custas.689. de 11 de janeiro de 1973.Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica Multas em valores atualizados. § único.Arts. provenientes da aplicação de multas. 1919. 1919. Destinação legal: Esta natureza é agregadora. e .CPP. 14.33.

Lei no 7.Lei no 6.754.797. Lei no 9. de 10 de julho de 1989. sendo 20% (vinte por cento) ao Fundo Nacional do Meio Ambiente . 1919.605. Destinação legal: Conforme dispuser a sentença judicial. Lei no 9. 1919.514.Multas Judiciais por Danos Ambientais Registra as receitas provenientes de sanções penais derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente determinadas pelo Poder Judiciário.938. art. art. os valores arrecadados em pagamento de multas por infração ambiental serão revertidos conforme dispuser o órgão arrecadador. 13. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 96. de 22 de julho de 2008.754.Multas Administrativas por Danos Ambientais Registra as receitas provenientes de sanções administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente aplicadas por órgãos fiscalizadores. de 22 de julho de 2008. de 31 de agosto de 1981. de 14 de abril de 1989. de 28 de setembro de 2011. de 12 de fevereiro de 1998. Destinação legal: De acordo com o art. Lei no 7. de 22 de julho de 2008. Lei no 7.754.FNMA. 13 do Decreto no 6.797. e Decreto no 6. de 14 de abril de 1989.35. em virtude do disposto no art.20 . de 31 de agosto de 1981. de 31 de agosto de 1981.938.938.514. de 28 de setembro de 2011. de 10 de julho de 1989.797. Amparo legal: Lei no 6. 13. Lei no 7. de 14 de abril de 1989. Fato gerador: Imposição de multas judiciais por danos causados ao meio ambiente. e Lei no 9.605. Lei no 7. e Decreto no 6. Lei no 7. Amparo legal: Lei no 6.35. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 96. 312 . de 10 de julho de 1989. Fato gerador: Imposição de multas administrativas por danos causados ao meio ambiente.605. 73 da Lei no 9.605 de 12 de fevereiro de 1998. de 12 de fevereiro de 1998.10 . de 12 de fevereiro de 1998.514.

Fato gerador: Inobservância de obrigações contratuais. Destinação Legal: Recursos livres para o Tesouro Nacional. 1919.869. 14.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 43. Lei no 8.38. de 10 de agosto de 2007. de 11 de janeiro de 1973 . e Lei no 11.Multa por Ato Atentatório ao Exercício da Jurisdição Fato Gerador: Não cumprir com exatidão os provimentos mandamentais ou criar embaraços à efetivação de provimentos judiciais de natureza antecipatória ou final. de caráter financeiro.37. art. 1919. de 04 de setembro de 2008. de 30 de março de 1995. Amparo legal: Lei nº 10.Multa de Segurança Privada Recursos provenientes de multas aplicadas por infrações praticadas por empresas particulares que explorem serviços de vigilância e de transporte de valores. Destinação legal: Os recursos destinam-se ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Policia Federal . Amparo legal: Lei no 9. Fundamento Legal: Lei no 5.1919. 313 .382.Código de Processo Civil. inciso V. Lei no 5. de 27 de dezembro de 2001. Fato gerador: Infrações praticadas por empresas particulares que explorem serviços de vigilância e de transporte de valores.FUNAPOL.Multas e Juros das Operações Oficiais de Crédito Receita decorrente de pagamento de juros destinados à indenização pelo atraso no cumprimento de obrigações e multas de caráter punitivo ou moratório decorrentes da inobservância de obrigações contratuais.925. de 1º de outubro de 1973. de 6 de dezembro de 2006. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.406.00 . parágrafo único. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 35. de 13 de dezembro de 1994. de 10 de janeiro de 2002. Destinação legal: Vinculada à própria unidade que gere o contrato.36. Lei no 10.00 .017.953.358. de 27 de junho de 2001.

1919. Amparo legal: Lei nº 8.49.Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica Recursos provenientes de multas aplicadas pelo descumprimento da obrigatoriedade de que trata a legislação cinematográfica. Amparo legal: Lei Complementar nº 109.00 . e Decreto nº 4.Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar.443. Destinação legal: Recursos do Tesouro Nacional.1919. de 27 de junho de 2001. Fato gerador: Não-cumprimento à decisão do Tribunal de Contas da União.784. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Recursos provenientes de multas aplicadas pelo descumprimento da obrigatoriedade de que trata a legislação sobre regime de previdência privada complementar.00 . 22 a 26.00 . Destinação legal: Os recursos destinam-se à Agência Nacional de Cinema . Amparo legal: Media Provisória no 2. 314 .228.48. Arts. de 6 de setembro de 2001.942. de 30 de dezembro de 2003. de 16 de julho de 1992. de 29 de janeiro de 1999. de 29 de maio de 2001. Fato gerador: Descumprimento da obrigatoriedade de que trata a legislação cinematográfica. Fato gerador: Não-cumprimento da obrigatoriedade de que trata a legislação sobre regime de previdência privada complementar. Destinação legal: Recursos destinados ao Tesouro Nacional. 1919. Lei nº 9.Multas Aplicadas pelo Tribunal de Contas da União Recursos proveniente de multas aplicadas pelo TCU pelo não cumprimento à decisão daquele Tribunal. de 17 de agosto de 2001.ANCINE.41. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15.

* Natureza de Receita modificada pela Portaria SOF no 113.213. que alterou o inciso IV do art. de 24 de julho de 1991.Multas por Auto de Infração Recursos provenientes de multas punitivas aplicadas pelo não-cumprimento nos casos previstos nos regulamentos ou nos contratos. Destinação legal: Os valores arrecadados com a aplicação das multas previdenciárias são destinados à Previdência Social. Fato gerador: O descumprimento de obrigação acessória previdenciária prevista em Lei. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3.50. de 24 de julho de 1991. ou pela reincidência em fatos que tenham gerado advertência. de 1991 . destinados aos órgãos que as aplicarem. de 6 de junho de 2002. de 24 de julho de 1991. 32 da Lei no 8.51. no âmbito de suas competências. em geral.1919. de 7 de dezembro de 1976. Amparo legal: Lei no 8.036.048 de 06 de maio de 1999. de 11 de maio de 1990. 27.Lei de Custeio da Seguridade Social.212. de 3 de junho de 1998. por força do art. Lei no 6. e Decreto no 3.656.Multas Previstas na Legislação Minerária Registra o valor da arrecadação da receita de multas exercidas pelo poder de polícia previstas na legislação minerária.212.00 .941.00 . 1919. ou pela reincidência em fatos que tenham gerado advertência. e Lei no 9.385.Multa pelo Descumprimento de Obrigação Acessória Previdenciária Receita proveniente da inobservância ou descumprimento de obrigação acessória prevista na legislação previdenciária. de 10 de dezembro de 1997.212. de 17 de outubro de 2011. Lei no 8. Fato gerador: Não-cumprimento nos casos previstos nos regulamentos ou nos contratos. 315 . o Lei n 11.212. I da Lei no 8. Lei no 8. Destinação legal: Os valores arrecadados com a aplicação das multas são. Amparo legal: Lei no 8. 1919. de 1991.00 .52.

Multa ao titular da concessão por dificultar ou impossibilitar. Multa ao titular da concessão por não comunicar ao DNPM a descoberta de outra substância mineral não incluída na Portaria de Lavra. Multa ao titular da concessão por confiar a direção dos trabalhos de lavra a profissionais não habilitados legalmente ao exercício da profissão. de modo a não permitir a retoma das operações. direta ou indiretamente resultante da lavra. o ulterior aproveitamento econômico da jazida. ou pela reincidência em fatos que tenham gerado advertência. Multa ao titular da concessão de lavra por não tomar providências indicadas pela fiscalização de órgãos federais. Multa ao titular da concessão de lavra por não manter a mina em bom estado. dos trabalhos de pesquisa mineral.las segundo os preceitos técnicos. Multa ao titular da concessão por danos e prejuízos causados a terceiros. Multa ao titular da concessão pela não observância ao prazo de início da lavra de acordo com o plano de aproveitamento econômico. Multa ao titular da concessão por executar os trabalhos de lavra sem a observância das normas regulamentares. Multa ao titular da concessão por lavrar a jazida em desobediência aos trabalhos previstos no plano de aproveitamento econômico. não utiliza. que possa resultar dos trabalhos de mineração. Multa ao titular pela execução dos trabalhos de pesquisa fora da área definida no título de pesquisa mineral. sem a prévia comunicação ao DNPM. quando se tratar de lavra de jazida da classe VIII. sem justificativas. Multa ao titular da concessão de lavra pela poluição do ar. Multa ao titular pela não comunicação do DNPM do início e interrupções. Multa ao titular do alvará de pesquisa pela não apresentação do relatório final dos trabalhos de pesquisa. ou da água. bem como. no caso de suspensão temporária dos trabalhos de lavra. Multa ao titular da concessão por extração de substância não autorizada. Multa ao titular por iniciar os trabalhos de pesquisa fora do prazo estabelecido pela legislação mineral. Multa ao titular da concessão de lavra pela não proteção ou não conservação das fontes de água.Fato gerador: Não-cumprimento nos casos previstos nos regulamentos ou nos contratos. Multa ao titular da concessão por não promover a segurança e a salubridade das habitações existentes na mina. por lavra ambiciosa. Multa ao titular da concessão de lavra pelo extravio das águas ou não drenar as que possam ocasionar danos e prejuízos aos vizinhos. Multa ao titular da concessão de lavra pela suspensão dos trabalhos de lavra. 316 .

inciso XII. 3o da Lei Complementar no 89. Multa ao titular por suspender os trabalhos de extração pro prazo superior a 120 dias. 31. 22. 69. inciso V. de 28 de julho de 2006 1919. inciso XI. inciso III. Fato gerador: 317 . 31. inciso IX. de 28 de fevereiro de 1967 (Art. inciso XIII. inciso I. 56. art. inciso VIII. Multa ao titular por não comunicar imediatamente ao DNPM da ocorrência de qualquer outra substância mineral não incluída no título. Multa ao titular por não requerer a posse da jazida dentro do prazo de 90 dias contados da data da publicação da Portaria de lavra no Diário Oficial da União. 25. Lei nº. 62. Multa ao titular por não ter iniciado os trabalhos de extração no prazo de 90 dias. contados da data de publicação do título no DOU. Multa ao titular por não adotar as providências cabíveis exigidas pelo Poder Público. inciso III.934. Amparo legal: Decreto-Lei no 227. inciso I. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 21. Multa ao titular por executarem os trabalhos de mineração sem a observância das normas técnicas e regulamentares baixadas pelo DNPM.805.Multa ao titular da concessão de lavra por interromper os trabalhos de lavra por mais de 6 meses consecutivos. de 1989. Decreto nº. 66). inciso XIV. inciso XV. após iniciado os trabalhos de lavra. art.Multas Decorrentes de Serviços de Migração Registra as receitas provenientes da cobrança de multas pelos serviços de migração prestados pelo Departamento de Polícia Federal. até o dia 15 de março de cada ano. inciso II). Multa ao titular por não evitar o extravio de águas servidas. de 1971. de 31 de dezembro. relativas ao ano anterior. Multa ao titular por não diligenciar no sentido de compatibilizar os trabalhos de lavra com a proteção do meio ambiente. sem comprovação dos motivos. informações quantitativas da produção e comercialização. art.00 . 54. inciso X. de 18 de fevereiro de 1997. Decreto-Lei nº. inciso V. art.885. art. não drenar e não tratar as que possam ocasionar danos a terceiros. discriminadas no inciso I do art. Multa ao titular por extrair outras substâncias minerais além da autorizada no título. 7. Multa ao titular por não apresentar ao DNPM. Multa ao titular por não registrar a empresa de mineração em sua contabilidade os direitos de lavra. relatório Anual de Lavra (RAL). inciso VI. inciso VII. inciso II. sem motivo justificado. Destinação legal: DNPM.53. inciso IV. de 2 de julho de 1968 (Art.

e Art. de 19 de agosto de 1980. Destinação legal: Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades. 33.666. conforme o caso. de 18 de fevereiro de 1997.Imposição das multas discriminadas no inciso I do art. de 19 de maio de 2008. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 96. de 1997. *Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 13. 1919. 1919. de 29 de julho de 2009.Multa por Infração à Legislação de Licitação Receita decorrente de sanção aplicada pelo poder público em função do descumprimento ou da inexecução total ou parcial do contrato.60. art.186-16. a ZEE e a Plataforma Continental.70. 125 da Lei no 6. 87.00 .70. conforme previsto na legislação de licitação.01 . II e § 4º.Multas e Indenizações pela Exploração do Patrimônio Genético Registra os recursos decorrentes das multas e indenizações pela exploração do patrimônio genético em áreas de domínio público. de 28 de setembro de 2011. Amparo legal: Lei no 8. de 23 de agosto de 2001. Fato gerador: O pagamento de multas e indenizações pela exploração do patrimônio genético em áreas de domínio da União.fim da Polícia Federal FUNAPOL. Registra os recursos decorrentes das multas e indenizações pela exploração do patrimônio genético em áreas de domínio da União. II). Fundo Naval e Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. exceto o Mar Territorial. 225m § 1º. Amparo legal: Art. Medida Provisória nº 2. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. 1919. 3o da Lei Complementar no 89.815. Destinação legal: Fundo Nacional do Meio Ambiente.915.00 .Multas e Indenizações pela Exploração do Patrimônio Genético em áreas de Domínio da União. Destinação Legal: 318 . de 21 de junho de 1993 (Art. Fato gerador: O pagamento de multas e indenizações pela exploração do patrimônio genético em áreas de domínio da União. Amparo legal: Constituição Federal de 1988. art. 3o da Lei Complementar no 89. de 8 de outubro de 2010. e Decreto nº 6.

70. ZEE ou Plataforma Continental.00.00 .FNDCT.00 . Medida Provisória nº 2. 1919.Multas e Indenizações pela Exploração do Patrimônio Genético no Mar Territorial.00 . 225m § 1º.99.FNMA.186-16. Medida Provisória nº 2.00.FNMA. 1920. art. de 23 de agosto de 2001.915.Indenizações Receitas advindas da reparação por perdas ou danos causados ao ente público. e 25% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . Fato gerador: 319 . II e § 4º. e 50% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . Amparo legal: Constituição Federal de 1988. de 8 de outubro de 2010.Outras Multas Recursos provenientes de outras multas que não as listadas anteriormente. 225m § 1º. art. Destinação Legal: 25% ao Fundo Nacional do Meio Ambiente . 33. desde que sejam referentes a infrações a regulamentos específicos.915. de 29 de julho de 2009.FNDCT. Zona Econômica Exclusiva ou Plataforma Continental Registra os recursos decorrentes das multas e indenizações pela exploração do patrimônio genético em áreas de domínio da União. art. Amparo legal: Constituição Federal de 1988. e Decreto nº 6. de 29 de julho de 2009. e Decreto nº 6. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132. 1919.Indenizações previstas na Legislação sobre Defesa de Direitos Difusos Receitas advindas de pagamento de indenizações previstas em legislações sobre defesa de direitos difusos. II e § 4º. de 8 de outubro de 2010. art. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 132.186-16.00 .02 .50% ao Fundo Nacional do Meio Ambiente . e 50% ao Fundo Naval. 33. 1921.05. Fato gerador: O pagamento de multas e indenizações pela exploração do patrimônio genético no Mar Territorial.INDENIZAÇÕES E RESTITUIÇÕES 1921. de 23 de agosto de 2001.

00 . Até a efetiva desocupação. Amparo legal: Art.Outras Indenizações Recursos recebidos de outras indenizações que não se enquadram nos itens anteriores.07.853. 1921. 1921.Código de Defesa do Consumidor. de 10 de janeiro de 2002.Restituições Recursos referentes a devoluções em decorrência de pagamentos indevidos e reembolso ou retorno de pagamentos efetuados a título de antecipação.869. Amparo legal: Lei no 10.00. por exemplo. de 11 de janeiro de 1973. Destinação legal: Recursos vinculados à unidade indenizada.Indenização por Posse Ou Ocupação Ilícita de Bens da União Fato gerador: receita originada pela ocupação irregular de bens da União provenientes da posse ou ocupação em desacordo com a legislação vigente sobre bens imóveis da União. cancelando-se as inscrições eventualmente realizadas. 320 . sem prejuízo das demais sanções cabíveis.00 . do seguro de bens móveis e imóveis. será devida à União pela posse ou ocupação ilícita. Destinação legal: Recursos vinculados à unidade indenizada.636/98. 11 de setembro de 1990 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3 de 26 de abril de 2006. e Lei no 5.99. a União deverá imitir-se sumariamente na posse do imóvel.06.00 .Indenizações por Danos Causados ao Patrimônio Público Recursos recebidos como reparação por danos causados ao patrimônio público. de 13 de abril de 2010. § único da Lei nº 9. de 24 de outubro de 1989. como. correspondente a 10% (dez por cento) do valor atualizado do domínio pleno do terreno.636/98.406. 1921.00 . Amparo legal: Lei no 7.078. Fato gerador: Danos causados ao patrimônio público.10. 1922. *Natureza crida pela Portaria SOF nº 18. por ano ou fração de ano em que a União tenha ficado privada da posse ou ocupação do imóvel.Danos previstos em legislações sobre defesa de direitos difusos. e Lei no 8. Constatada a existência de posses ou ocupações em desacordo com lei nº 9.

Destinação legal: Órgão concedente do benefício. por parte do agente pagador. de 25 de outubro de 1966.1922.00 . seja por cancelamento determinado pelo órgão concedente.). de 27 de maio de 1998. Amparo legal: Lei no 9.03. relativas aos servidores que se aposentem a partir de 1o de janeiro de 1991. 321 . Restituição de contribuições previdenciárias complementares pagas pelo BACEN à Fundação Banco Central de Previdência Privada .00 . por não-reclamação por parte do beneficiário. inclusive os rendimentos provenientes das aplicações financeiras.Restituições de Benefícios Não-Desembolsados Restituição. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. e Lei no 8. ajustes. dos recursos referentes a benefícios que não foram desembolsados. Fato gerador: A não-execução de despesa ou o cancelamento do convênio.CENTRUS. ainda. de 18 de maio de 2000.01.Restituição de Contribuições Pre videnciárias Complementares. por indeferimento quando da análise da documentação por funcionário da instituição pagadora ou. quando for o caso. 1922. Amparo legal: Constituição Federal.172. 1922. ao Órgão concedente do benefício. de eventual saldo de recursos de convênios ou instrumentos congêneres (acordos. Fato gerador: Não desembolso de benefícios.Restituições de Convênios Receita decorrente da restituição.00 .112. Destinação legal: Banco Central do Brasil. Destinação legal: Ao concedente ou ao Tesouro Nacional. de eventual saldo de recursos de convênios. relativas aos servidores que se aposentem a partir de 1o de janeiro de 1991. Fato gerador: Contribuições previdenciárias complementares pagas pelo BACEN à Fundação Banco Central de Previdência Privada . obrigatória.02. e Lei no 5. quando for o caso. termos de parceria.CENTRUS. etc. ao concedente ou ao Tesouro Nacional. inclusive os rendimentos provenientes das aplicações financeiras. de 11 de dezembro de 1990.650.

Restituições Não-Reclamadas das Condenações Judiciais Recursos referentes à apropriação pela União. Amparo legal: Lei no 7. Decairá do direito à habilitação o investidor que não o exercer no prazo de 2 (dois) anos. mas que não são de sua responsabilidade direta. 322 .07. e Resolução da Diretoria Colegiada da ANS .05. de 17 de agosto de 2001. à disposição do juízo. de 30 de março de2000. ocorrendo a prescrição.00 .SUS.06. em instituições públicas ou privadas.Ressarcimento do Custo de Disponibilização de Medicamentos Registra o valor de arrecadação da receita de ressarcimento do custo de disponibilização de medicamentos. convocado mediante edital. de 24 de agosto de 2001. das condenações judiciais por danos causados aos investidores que perderam o direito à reclamação no prazo de 2 anos. Fato gerador: Os serviços de atendimento à saúde previstos nos contratos das operadoras de seguros privados.858. Amparo legal: Lei no 10.090. ao ente público.RDC no 18.1922.177.Ressarcimento por Operadoras de Seguros Privados de Assistência a Saúde Registra o valor da arrecadação de receita proveniente de ressarcimento por operadoras de seguros privados de assistência à saúde. até que o investidor. 1922. Destinação legal: 50% dos recursos são destinados ao SUS e 50% ao Fundo Nacional de Saúde. em exercícios anteriores. Fato gerador: Apropriação pela União.00 . integrantes do Sistema Único de Saúde .00 . de 3 de junho de 1998.00 . de 20 de maio de 2004. de 13 de abril de 2004.913. habilite-se ao recebimento da parcela que lhe couber. de despesas incorridas por este. ocorrendo a prescrição. e alterações. devendo a quantia correspondente ser recolhida como receita da União. contado da data da publicação do edital.Recuperação de Despesas de Exercícios Anteriores Receita decorrente de ressarcimento. Medida Provisória no 2. das condenações judiciais por danos causados aos investidores que perderam o direito à reclamação no prazo de 2 anos. conveniadas ou contratadas. de 7 de dezembro de 1989. prestados a seus consumidores e respectivos dependentes. e Decreto no 5. Amparo legal: Lei no 9656. 1922. 1922. Destinação legal: Esses recursos ficarão depositados em conta remunerada.04. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15.

1922.00 . § 1o ). art 41-B. (Lei no 8. nomeada pelo juíz. de 12 de julho de 2001. como regime instituidor. para cada mês de competência do benefício. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 30. Destinação legal: 323 . na hipótese de contagem recíproca de tempo de contribuição (não concomitante).10. tem direito de receber de cada regime de origem compensação financeira que é o valor resultante da multiplicação da renda mensal do benefício pelo percentual do tempo de serviço total do segurado correspondente ao tempo de contribuição no âmbito daquele regime de origem. das despesas de exames técnicopericiais necessários à conciliação ou ao julgamento da causa. 1922. (art.09. aos tribunais. de conformidade com instruções e tabela expedidas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça. enquanto regime de origem. Fato gerador: Contagem recíproca de tempo de contribuição (não concomitante) em regime previdenciário diverso. acrescido pelo art 3o da Lei no 9. de 28 de abril de 2005.756. quando vencida na causa a entidade pública. de 02 de julho de 2007. Considera-se regime de origem o regime previdenciário ao qual o segurado ou servidor público esteve vinculado sem que dele receba aposentadoria ou tenha gerado pensão para seus dependentes e regime instituidor o regime previdenciário responsável pela concessão e pagamento de benefício de aposentadoria ou pensão dela decorrente a segurado ou servidor público ou a seus dependentes com cômputo de tempo de contribuição no âmbito do regime de origem. dos Estados.12 da Lei no 10. Cada Regime Próprio de Previdência de Servidor Público tem direito.259.08. 1922. recolhidas mediante documento de arrecadação. de 28 de maio de 1990. de 17 de dezembro de 1998). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 30. do Distrito Federal e dos Municípios.Ressarcimento de Pagamentos de Honorários Técnico-Periciais Receita decorrente do ressarcimento. compensação financeira correspondente à multiplicação do valor do benefício pago pelo regime instituidor pelo percentual correspondente ao tempo de contribuição ao Regime Geral de Previdência Social no tempo de serviço total do servidor público.Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Receita proveniente da compensação financeira entre o Regime Geral de Previdência Social e os Regimes Próprios de Previdência Social dos Servidores da União. como regime instituidor. de receber do Regime Geral de Previdência Social.Ressarcimento de Despesas do Porte de Remessa e Retorno dos Autos Receita decorrente do ressarcimento das despesas do porte de remessa e retorno dos autos. O Regime Geral de Previdência Social.038. de 02 de julho de 2007.00 .* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. por pessoa habilitada.00 .

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49.217 de 22 de outubro de 1999. 1922. de 15 de junho de 2009.Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. Destinação legal: Tais recursos são destinados integralmente ao Fundo de Amparo do Trabalhador . de 6 de julho de 1999. Verificada essa ocorrência cabe à administração adotar procedimentos que visam à recuperação da importância paga indevidamente podendo.00 . Lei no 9. Decreto no 3. dos Estados. Tal condição impõe à administração a adoção de procedimentos tendentes à recuperação da importância paga com a rubrica do Seguro Desemprego. subordinado ao Ministério do Trabalho e Emprego . gerar ajuizamento de ação executiva correspondente.MTE. Fato gerador: Em âmbito cível essa receita tem por fato gerador qualquer valor que tenha sido recebido pelo beneficiário de forma indevida. e Decreto no 3.796. Amparo legal: Art.Regime Geral de Previdência Social e os Regimes Próprios de Previdência Social dos Servidores da União.10.112. 324 . inclusive.Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores . da Constituição da República Federativa do Brasil. inclusive. conforme o caso.FAT. 1922. que poderá.Parcelamentos * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.10. do Distrito Federal e dos Municípios. seja por meio fraudulento ou não.783. de 28 de janeiro de 1999. mas indevida.02 .Restituição de Parcelas do Seguro Desemprego Recebidas Indevidamente Receita decorrente do pagamento do Seguro Desemprego pago indevidamente ao segurado (beneficiário) desse serviço seja obtido por meio de fraude ou seja obtido de forma legal. de 5 de maio de 1999.Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores . Lei no 9. de 15 de junho de 2009. 40. 7º.11. gerar ajuizamento de ação executiva correspondente. da Constituição Federal. de 15 de dezembro de 2006. 1922. Amparo legal: Art.01 .

da Lei nº 7.21. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 59. 1922.213/91. Em geral.00 . à conta e ordem do Departamento de Polícia Federal. Via de regra. 7º e 8º. de 19 de agosto de 1980 * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 45.Ressarcimento de Despesas Decorrentes de Deportação Registra o valor da arrecadação de receita proveniente do ressarcimento das despesas havidas com a deportação do estrangeiro do território nacional havidas pelo Tesouro Nacional. Lei nº.Ressarcimento Decorrente de Ações Regressivas Oriundas da Relação de Trabalho Registra os recursos decorrentes do ressarcimento de ações regressivas oriundas da relação de trabalho. Destinação legal: Esses ressarcimentos devem ser recolhidos por intermédio de GRU. 120 da Lei no 8.20. o exercício de atividade profissional incompatível com o visto de entrada. 6. de 27 de maio de 2010. A deportação é o processo de devolução compulsória ao Estado de sua nacionalidade ou procedência do estrangeiro que entra ou permanece irregularmente no território nacional.00 . Amparo legal: Lei nº 6. Fato gerador: Ressarcimento ao erário público das despesas havidas no processo de deportação do território nacional. Fato gerador: O ressarcimento ao órgão de origem. de acordo com o art. 1922. a deportação pode ter como causas: o uso de documento de viagem ou visto de entrada falsos. de 14 de novembro de 2008.22.00 .830. de 22 de setembro de 1980. dos recursos provenientes de ações regressivas contra os responsáveis. indicadas para a proteção individual e coletiva . Código Processo Civil.998. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 82. Destinação legal: 100% para o Ministério da Previdência Social. a permanência além do prazo facultado no visto de entrada.815. 1922. nos casos de acidentes de trabalho resultantes de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho.Recuperação de Sinistros Receita decorrente do pagamento de prestação inadimplida que já foi objeto de indenização nas operações amparadas pelo Seguro de Crédito à Exportação. de 11 de janeiro de 1990. de 18 de dezembro de 2009. ou a violação de condição para permanência. a lei permite o posterior retorno do deportado ao território nacional desde que atenda às exigências legais para tanto. Amparo legal: 325 . com recursos orçamentários e financeiros alocados no Fundo.Uma vez que as despesas com diárias e passagens são custeadas pela fonte 174.Artigos 3º.

61 da Medida Provisória no 2. a não-efetivação do investimento ou a sua realização em desacordo com o estatuído em contrato.672. de 16 de dezembro de 2010. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. VI. 114.30.23. o * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF n 179.228-1. c) devolução de restituição não paga .IRPJ código darf 4634. art. denúncia.99. da Lei no 11. alterada pela Portaria SOF no 17. e . pelo descumprimento dos projetos.PGFN/CAT no 141 . de 24 de julho de 1991. ainda. Art. 1922. rescisão ou extinção do contrato de financiamento. e d) devolução de restituição indevida .Devoluções de Recursos decorrentes de Restituições ou Incentivos do Imposto de Renda Receita proveniente de recursos que se originaram da devolução de recursos das seguintes restituições: a) devolução de restituição indevida .IRPJ código darf 0733. Art.213. Natureza de receita alterada pela Portaria SOF nº 111.00 . 1922. de 4 de maio de 2000. Fato gerador: A conclusão. Destinação legal: Os recursos legalmente vinculados a finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. 6o da Medida Provisória no 2.15/09/2010 . de 10 de setembro de 2009.00 .Imposto de Renda Pessoa Jurídica . ou. 8o . rescisão ou extinção do contrato de financiamento. o descumprimento dos projetos executados com recursos públicos federais. de 24 de agosto de 2001.Lei no 8.. 1922.Imposto de Renda Pessoa Jurídica . 2o .DOU de 16/09/2010.183-56. da Lei Complementar no 101. de 8 de março de 2012. b) devolução de recursos aplicados com redução em investimento .Outras Restituições Receita decorrente de outras restituições que não sejam advindas de convênios nem tampouco de benefícios não-desembolsados pelo agente pagador.437. de 2 de dezembro de 2008. Art. de 6 de setembro de 2001.Restituição de Recursos de Fomento Registra a receita decorrente da devolução de recursos repassados pelo agente financeiro como resultado da conclusão.Constituição Federal de 1988.IRPJ código darf 1054. denúncia. parágrafo único.Imposto de Renda Pessoa Jurídica .00 .IRPJ código darf 0312. 326 . Amparo legal: Art.Parecer da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional . pela não-efetivação do investimento ou pela sua realização em desacordo com o estatuído em contrato. última parte. inciso VI.Imposto de Renda Pessoa Jurídica . Art. de 28 de dezembro de 2006. 12 do Decreto no 6. artigos 120 e 121. *Natureza criada pela Portaria SOF no 193. de 13 de dezembro de 2011.

e Lei no 4. de 25 de outubro de 1966 (CTN). 327 . no caso do Fundo Setorial do Audiovisual. 1931.437.00 . de 17 de março de 1964. de natureza tributária. inscrito na forma de legislação própria.RECEITA DA DÍVIDA ATIVA A receita da dívida ativa corresponde a crédito da Fazenda Pública. 2o a 4o . Amparo legal: o Por exemplo.00.00 . art. Fato gerador: Situação legislativa da qua l surge a obrigação tributária ou não-tributária. Destinação legal: É regida de acordo com a origem do crédito. 1930. Amparo legal: Lei no 5. de natureza tributária ou não-tributária. 201. Fato gerador: Situação legislativa da qual surge a obrigação tributária. Destinação legal: Conforme definida na legislação específica. 201. Amparo legal: Lei no 5. inscrito no Livro de Inscrição da Dívida Ativa pela Procuradoria da Fazenda.172. Fato gerador: Participação a título de comissão e/ou de venda de projetos durante o prazo definido para o retorno financeiro. art. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 28 de dezembro de 2006.Retorno de Investimentos Mediante Participação em Empresas e Projetos Registra o retorno de recursos decorrentes da participação em empresas e aquisição de direitos sobre os resultados de projetos. exigível pelo transcurso do prazo para pagamento. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 179. da Lei n 11. após apurada sua liquidez e certeza. após a apuração da sua liquidez e certeza.172. art. exigível pelo transcurso do prazo para pagamento.1923. 39.320.01.00. § 2o . Destinação legal: É regida de acordo com a origem do crédito tributário.00 . de 13 de dezembro de 2011.Receita da Dívida Ativa Tributária A dívida ativa tributária corresponde a crédito da Fazenda Pública. os arts.

Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Segundo o art. conforme art. Nordeste e Centro-Oeste. o imposto “será informado pelos critérios da generalidade. 153.00 . de 25 de outubro de 1966 (CTN).000. “c” da CF. entendida como os acréscimos patrimoniais não compreendidos no item anterior. Amparo legal: Constituição Federal. Integram o rendimento bruto sujeito à incidência desse imposto o ganho de capital decorrente da alienação de bens e direitos.01. 328 . e Lei no 5. “a” da CF.01 . está vinculado à manutenção e desenvolvimento do ensino. Os rendimentos e ganhos de capital percebidos pelas pessoas físicas residentes ou domiciliadas no Brasil. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. art. Integram o rendimento bruto sujeito à incidência desse imposto o ganho de capital decorrente da alienação de bens e direitos e os ganhos líquidos auferidos em operações realizadas nas bolsas de valores e assemelhadas. conforme art. conforme art. assim entendida como o produto do capital. e de proventos de qualquer natureza. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1931. de 26 de março de 1999. no mínimo 18% da arrecadação. I. inciso III. da universalidade e da progressividade. 159.981.DRU). Amparo legal: Decreto no 3. art. conforme art. 43 a 45 e 201.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas A receita de crédito do Imposto sobre a Renda e Proventos das Pessoas Físicas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.01.5% serão entregues ao Fundo de Participação dos Municípios. I. na forma da lei”. deduzidos os recursos relativos à DRU e as transferências a Estados e Municípios.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza A receita de crédito do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 20% dos recursos arrecadados são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União . 159. “b” da CF. 1931. do trabalho ou da combinação de ambos.5% serão entregues ao Fundo de Participação dos Estados e do DF.172. 159. de acordo com a Emenda Constitucional no 42. I. 212 da CF. assim inscrito em razão do não pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. § 2o da CF.22. de 20 de janeiro de 1995. 153. 3% serão entregues para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte.1931. Lei no 8. Fato gerador: A aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica de renda.01.00 . Fato gerador: Rendimentos e ganhos de capital percebidos pelas pessoas físicas residentes ou domiciliadas no Brasil que não estejam sujeitas a tributação exclusiva na fonte. Destinação legal: 21. de 19 de dezembro de 2003.

Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1931.172. do trabalho. 201. assim inscrito em razão do não pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: O rendimento do capital. A base de cálculo do imposto é o lucro real.000. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.0 milhões. de 26 de março de 1999. Em todos os casos aplica-se alíquota de 15% sobre a base de cálculo.119.01. com habitualidade.03 .Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Amparo legal: Decreto no 3. e Lei no 5. Lei no 8.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza.01. de remessas ao exterior e proventos de qualquer natureza.172. de 26 de março de 1999. o lucro presumido ou o lucro arbitrado. de 25 de outubro de 1966 (CTN). mais um adicional de 10% sobre a parcela que exceder o valor resultante da multiplicação de R$ 20 mil pelo número de meses do período de apuração. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1931. 329 .00 . qualquer atividade econômica objetivando o lucro.172.000.981.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes A receita de crédito do Imposto sobre a Renda Retido nas Fontes constante do Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 25 de maio de 2005 (tabelas progressivas). 201.00 . art.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas A receita de crédito do Imposto sobre a Renda e Proventos das Pessoas Jurídicas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. nas quais enquadram-se as firmas individuais e as pessoas físicas que exploram.01. 201.01.Lei no 11.02 . de 25 de outubro de 1966 (CTN). Amparo legal: Decreto no 3. Lei no 11. art. de 25 de maio de 2005 (tabelas progressivas). 1931. 1931. A opção pelo pagamento com base no lucro presumido é exclus ivo para as pessoas jurídicas que obtiveram receita total no ano anterior menor ou igual a R$ 48. Fato gerador: Lucro das pessoas jurídicas de direito privado em geral e das chamadas empresas individuais. art. e Lei no 5.119. de 20 de janeiro de 1995. e Lei no 5. de 25 de outubro de 1966 (CTN).

de 3 de janeiro de 2006. “b”.Imposto sobre a Importação.Imposto sobre a Importação.Receita de Parcelamentos .01. Descontado o valor da Desvinculação de Receitas da União – DRU.04 . conforme determina o art. 18% à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino.5% são do FPE.Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Pessoas Físicas Idêntico ao disposto na natureza 1111. 1931.Receita de Parcelamentos . e o art.Receita de Parcelamentos . assim inscrito em razão do não pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.Imposto sobre a Importação.07 . Fato gerador: Inscrição no Cadastro da Dívida Ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.8% ao FNE. 159 da Constituição Federal. incisos I e II. Amparo legal: Constituição Federal – CF.6% ao FNO. do inciso I.02 . 1931. 212 da Constituição Federal. o restante dos recursos é destinado à União. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. 330 .01. constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.01.01.1931.Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111. e ao Fundo de Participação dos Municípios – FPM (desses 45%. art. 21. art. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. descontadas as transferências constitucionais para Estados. 0. Nordeste e Centro Oeste (FNO. conforme determina a alínea c. a ser calculado conforme determina o art.02 . 153.827. e “d”.5% são do FPM e 1% adicional são do FPM). 22.Retido na Fonte Idêntico ao disposto na natureza 1111. 1931. FNE e FCO). conforme determinam as alíneas “a”. de 1989. 159 da Constituição Federal. 6º da Lei nº 7.02 . do art.01.01. CF. de 31 de dezembro de 2003. do inciso I. 159. Destinação legal: 45% ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE. inciso IV.6% ao FCO e 1. Distrito Federal e Municípios. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Receita de Parcelamentos .Dívida Ativa do Imposto sobre a Renda .06 .Receita de Parcelamentos . 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT. do art.Receita de Parcelamentos . de 31 de dezembro de 2003.01. sendo 0.Receita da Dívida Ativa do Imposto de Renda Pessoa Jurídica – Simples Nacional A receita de crédito do Imposto sobre a Renda e Proventos das Pessoas Jurídicas – Simples Nacional.05 . 3% aos Fundos de Financiamento das Regiões Norte.

constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 22 de setembro de 1989. do art.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. 159 da Constituição Federal. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. 6o da Lei no 7. 21. de 27 de abril de 2012. de 31 de dezembro de 2003. de 26 de dezembro de 2002. do inciso I.01 .Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional A receita de crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados – Simples Nacional.01.02.Imposto sobre Produtos Industrializados. 153.01.542.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados A receita de crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados constante do Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Receita de Parcelamentos .827. conforme determinam as alíneas “a”.5% são do FPE. c/c ADCT art. IV e § 3o .01. 1931.02.00 . Amparo legal: Constituição Federal. e “d”. 22. 1931. 201.02.00 . 1931. art. 331 .CF. assim inscrito em razão do não pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Lei no 5.00 . Fato gerador: Idêntico ao disposto na natureza 1113. arts. “b”. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: Inscrição no Cadastro da Dívida Ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.Imposto sobre a Importação.5% são do FPM e 1% adicional são do FPM).172. art.03 . art. 1931. 76. e Decreto no 4. e Art.02.Dívida Ativa do Imposto sobre Produtos Industrializados Idêntico ao disposto na natureza 1111.02 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 38.Imposto sobre Produtos Industrializados. 46 a 51.02 . de 31 de dezembro de 2003. e ao Fundo de Participação dos Municípios – FPM (desses 45%. 212. Destinação legal: 45% ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1113. de 25 de outubro de 1966 (CTN).Receita de Parcelamentos .

de 27 de abril de 2012. e Lei no 5. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. sendo 0. 159 da Constituição Federal. CF. art.3% aos Fundos de Financiamento das Regiões Norte. Nordeste e Centro Oeste (FNO.02 . art.03.01 .Imposto sobre a Importação. c/c ADCT art.00 .Imposto sobre Operações de Crédito. Amparo legal: Constituição Federal – CF. de 31 de dezembro de 2003.Receita de Parcelamentos .Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. o restante dos recursos é destinado à União.02 .03. do inciso I.Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito. do art. 18% à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino. de 22 de setembro de 1989.00 . de 31 de dezembro de 2003. 1931. 212 da Constituição Federal.8% ao FNE. e o art. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1113. a ser calculado conforme determina o art.01. 153.172. CF. inciso V e § 1o .827. Câmbio e Seguro. Câmbio e Seguro. 1931. 6º da Lei nº 7. ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários Idêntico ao disposto na natureza 1111. ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários . 0. inciso IV.6% ao FCO e 1. 76. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.6% ao FNO. Câmbio e Seguro. 332 . 63 a 66 e 201. e Art. de 1989. de 25 de outubro de 1966 (CTN).09 .03. incisos I e II. Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.03.Receita de Parcelamentos .Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito. 6o da Lei no 7. ou Relativas a Títulos e Valores Mobiliários A receita de crédito do Imposto sobre Operações de Crédito. 212. 1931. descontadas as transferências constitucionais para Estados. ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários.03.827. art. arts. Amparo legal: Constituição Federal. Distrito Federal e Municípios. conforme determina o art. 159. Descontado o valor da Desvinculação de Receitas da União – DRU. art. FNE e FCO). conforme determina a alínea c. Fato gerador: Idêntico ao disposto na natureza 1113. 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre Operações de Crédito. Câmbio e Seguro. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 38.Demais Operações. 153.

pela propriedade. Amparo legal: Constituição Federal.393. de 19 de dezembro de 2002.382. no transcurso do prazo exigível. § 4o . inciso III. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: Não-pagamento do imposto devido. Lei no 9. Destinação legal: O município ou o Distrito Federal. Amparo legal: Constituição Federal. Fato gerador: Não-pagamento do imposto devido.04. domicílio útil ou posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município. 153. arts. * Natureza de Receita alterada pela Portaria SOF no 135. domicílio útil ou posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município. ao optar pela fiscalização e cobrança do ITR fará jus à totalidade do produto da arrecadação referente aos imóveis rurais nele situados. de 19 de dezembro de 1996. de 19 de dezembro de 1996.01 . assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. e Lei no 5. e Lei no 5.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Registra a receita de crédito do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 1931. de 27 de dezembro de 1996. a partir do momento disciplinado no convênio. e 158. arts. arts. 153. 29 a 31 e 201.172. Lei no 9.393. * Natureza de Receita alterada pela Portaria SOF no 135.430. § 4o . e Decreto no 4. de 4 de novembro de 2011. como definido na lei civil.00 . de 19 de dezembro de 2002. e Decreto no 4. arts.382.172. inciso VI. Lei no 9. inciso III.04. pela propriedade.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Municípios Conveniados Registra a receita de crédito do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. devido aos municípios que optarem pela fiscalização e cobrança desse imposto. como definido na lei civil. de 25 de outubro de 1966. no transcurso do prazo exigível. 29 a 31 e 201.1931. inciso II.430. inciso VI. de 25 de outubro de 1966. Lei no 9. inciso II. e 158. de 27 de dezembro de 1996. 333 . de 4 de novembro de 2011.

20% dos recursos destinados à União são desvinculados (Desvinculação de Receitas da União . Fato gerador: Não-pagamento do imposto devido. 212 da CF. como definido na lei civil. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. domicílio útil ou posse de imóvel localizado fora da zona urbana do Município. 19 a 22 e art. inciso III. de 25 de outubro de 1966. conforme art. Destinação legal: 50% dos recursos arrecadados pertencem à União e 50% pertencem aos Municípios onde os imóveis estiverem situados. § 4o . parcialmente devido aos municípios que não optarem pela fiscalização e cobrança desse imposto.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação A receita de crédito do Imposto sobre a Importação constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. e Decreto no 4.01.Imposto sobre a Importação.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Municípios Não-Conveniados Registra a receita de crédito do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. no mínimo 18% dos recursos destinados à União. II. arts.DRU). de 19 de dezembro de 1996. Amparo legal: Constituição Federal. Amparo legal: Constituição Federal. inciso I.172.430.382. 201. no transcurso do prazo exigível. 334 .172. Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1111.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação -Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.00 . de acordo com a Emenda Constitucional no 42. Lei no 9. arts.05. deduzidos os recursos relativos à DRU. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 153. da CF. e Lei no 5. Fato gerador: Entrada de produtos estrangeiros no território nacional. 158. estão vinculados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino. de 4 de novembro de 2011. * Natureza de Receita alterada pela Portaria SOF no 135. de 31 de dezembro de 2003. e Lei no 5. e 158.01 . de 2003.02 .393. pela propriedade.00 .04. conforme art. 29 a 31 e 201. Lei no 9.1931. 1931. 153. inciso VI. de 19 de dezembro de 2002. arts.05. de 27 de dezembro de 1996. inciso II. de 25 de outubro de 1966 (CTN). 1931. art.

segundo o art.172.00 .Receita de Parcelamentos .Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação -Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. art. remição. Destinação legal: 50% para o Fundo Penitenciário Nacional . 1931. 201. o valor das custas é calculado como percentual sobre o valor da causa. no caso de ações cíveis com causas de valor inestimável e cumprimento de carta rogatória.Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação Idêntico ao disposto na natureza 1111. de 31 de dezembro de 2003. o valor é fixo.Receita de Parcelamentos .Receita de Parcelamentos .00 .00 . Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1111. Nas ações cíveis em geral. art. de 4 de julho de 1996. 153. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. certidões e cartas de sentenças.01. de 31 de dezembro de 2003.07. arrematação. adjudicação.02 . Fato gerador: Saída de produtos nacionais ou nacionalizados do território nacional. de 7 de janeiro de 1994.05.289.FUNPEN. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Imposto sobre a Importação * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. Lei no 5. VII da Lei Complementar no 79. 1931.02 . Fato gerador: Custas devidas à União em razão da atividade jurisdicional do Estado. ações criminais.Receita da Dívida Ativa do Imposto sobre a Exportação A receita de crédito do Imposto sobre a Exportação constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 2º. e 335 . inciso II.01.Imposto sobre a Exportação Amparo legal: Constituição Federal.Dívida Ativa do Imposto sobre a Importação Idêntico ao disposto na natureza 1111.01 . Amparo legal: Lei no 9.Imposto sobre a Importação.06.02 . assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.02 . de 25 de outubro de 1966 (CTN). 1931.06.Receita de Parcelamentos .Receita da Dívida Ativa de Custas Judiciais A receita de crédito das Custas Judiciais constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 31 de dezembro de 2003.06. na Justiça Federal de primeiro e segundo graus.02. 1931.1931.

de 27 de junho de 2001.paga anualmente. Tem seus valores fixados em lei.00 . Fato gerador: Idêntico ao das taxas devidas pelas concessionárias. de 25 de outubro de 1966 (CTN).Lei nº 11.457.00 . Seus valores correspondem a 50% dos fixados para a taxa de fiscalização de instalação. até o dia 31 de março.Receita da Dívida Ativa Decorrente da Taxa de Fiscalização . de 25 de outub ro de 1966 . correspondentes a: Taxa de Fiscalização de Instalação . de 27 de junho de 2001.Lei no 5.154. de 23 de dezembro de 2009.09.00 . art.070. art. e . art. 1931.172. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Fato gerador: Exercício pela Agência Nacional de Saúde do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído: fiscalização das atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde.paga no momento da emissão do certificado de licença para o funcionamento das estações.Lei nº 5.Código Tributário Nacional. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Destinação legal: Fundo de Fiscalização das Telecomunicações. 201. 1931. 336 .172. Amparo legal: Lei no 5.Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Telecomunicações A receita de crédito da Taxa de Fiscalização de Telecomunicações constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 16.TAFIC Fato gerador: Receita decorrente do atraso do pagamento da parcela do principal da taxa de fiscalização TAFIC inscrita na dívida ativa por meio de órgão competente e proveniente da aplicação de penalidade impostas pela Legislação.36. Destinação Legal: . de 07 de maio de 2010. * Natureza criada pela Portaria SOF nº 39. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. 1931.172.08. 201. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: .Superintendência Nacional de Previdência Complementar . . de 7 de julho de 1966. art. e Lei no 5. pela fiscalização do funcionamento das estações. de 16 de março de 2007.Receita da Dívida Ativa da Taxa de Saúde Suplementar A receita de crédito da Taxa de Saúde Suplementar constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. e Taxa de Fiscalização do Funcionamento . 201.PREVIC/MPS. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. permissionárias e autorizadas de serviços de telecomunicações e de uso de radiofrequência.Lei nº 12.

cooperativa ou entidade de autogestão. Darfs: corresponde à soma das receitas dos Darfs 3610 .01 . que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. fiscalização dos aspectos concernentes às coberturas e ao cumprimento da legislação referente aos aspectos sanitários e epidemiológicos. 18 a 25. de 3 de janeiro de 2006.172. Fato gerador: Idêntico ao dos respectivos tributos. e Lei no 5. 337 .Outros Tributos.Receita da Dívida Ativa . Esta taxa é devida por pessoas jurídicas.Taxa Fiscalização Mercados Seguro Capitalização Pr. de 15 de agosto de 2003. 1931.fiscalização da atuação das operadoras e prestadores de serviços de saúde com relação à abrangência das coberturas de patologias e procedimentos.Principal A receita de crédito de tributos não previstos em naturezas de receita específicas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Receita da Dívida Ativa . assim inscritos em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 7525 . 7229 .00 . Amparo legal: Lei no 9. assim inscritos em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.IPMF.961. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.Principal. 3615 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.Receita Dívida Ativa . Garantia Juízo/Justiça Estadual. 201. e 7961 . fiscalização do cumprimento das disposições da Lei no 9. Destinação legal: Agência Nacional de Saúde Suplementar . Garantia Juízo/Justiça Federal. que operem produto. condomínios ou consórcios constituídos sob a modalidade de sociedade civil ou comercial.99. art. Amparo legal: Lei no 5.172.Receita da Dívida Ativa .Receita da Dívida Ativa Dep.99.Impostos Extintos. serviço ou contrato com a finalidade de garantir a assistência à saúde visando a assistência médica. exceto a decorrente do Parcelamentos . Destinação legal: Idêntica à dos tributos. 5422 . Privada.Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos.Receita da Dívida Ativa . 1931. art.ANS. de 25 de outubro de 1966 (CTN).Outros Tributos .Dep. de 1998.656.Receita da Dívida Ativa . art.Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos A receita de crédito de tributos não previstos em naturezas de receita específicas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 201. de 28 de janeiro de 2000. 5303 . relativos à prestação de serviços médicos e hospitalares no âmbito da saúde suplementar. de 25 de outubro de 1966 (CTN). hospitalar ou odontológica.Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos.

industriais e de serviços.00.99. Está vinculada ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 25 de outubro de 1966 (CTN).1931. Fato gerador: Contribuições efetuadas à Previdência Social por segurados em geral.00 .01 . assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. patrimoniais.172.Receita da Dívida Ativa das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral da Previdência Social A receita de crédito das Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. exigíveis pelo transcurso do prazo de pagamento. autônomos e empregadores. 201. de 24 de julho de 1991.00 . de 25 de outubro de 1966 (CTN). Incide sobre o salário de contribuição.Contribuinte Individual constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.02 . empregados domésticos.01. 201.01. 1932.Parcelamentos .172. § 2o . Fato gerador: Situação legislativa da qual surge a obrigação não-tributária. art. Destinação legal: É regida de acordo com a origem do crédito tributário.320. referentes a infrações e regulamentos específicos e outros. Fato gerador: 338 .Receita de Parcelamentos .212. agropecuárias.02 . art. 39. de 17 de março de 1964. de 3 de janeiro de 2006. Amparo legal: Lei no 8. em percentuais diferenciados. e Lei no 5. 1932.Receita da Dívida Ativa Não-Tributária A dívida ativa não-tributária corresponde aos demais créditos da Fazenda Pública.Contribuinte Individual A receita de crédito da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . 1932. de 18 de maio de 2000. inscritos na forma de legislação própria.01. Amparo legal: Lei no 5. e Lei no 4. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 3. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. art.Receita da Dívida Ativa de Outros Tributos Idêntico ao disposto na natureza 1111. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. após a apuração da sua liquidez e certeza.Imposto sobre a Importação. tais como os provenientes de receitas de contribuições.

e Lei no 5.172. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 339 . 201. art.172. de 24 de julho de 1991. 201.O exercício de atividade econômica. 1932.01. art.212.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado A receita de crédito da Contribuição Previdenciária do Segurado Assalariado constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Autarquias. Amparo legal: Lei no 8. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 8. por pessoas físicas. de 24 de julho de 1991.212.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado A receita de crédito da Contribuição Previdenciária da Empresa sobre o Segurado Assalariado constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. sob sua subordinação e mediante remuneração. e Fundações Públicas Federais. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. sem vínculo empregatício. em caráter não eventual. de 25 de outubro de 1966 (CTN). exercício de atividade como servidor público ocupante de cargo em comissão. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. Fato gerador: A prestação de serviços por trabalhadores . de 24 de julho de 1991. inclusive em regime especial. 201.172. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.212.pessoa física à empresa. de 22 de agosto de 2002.02 .03 . prestação de serviços de natureza urbana ou rural definidos no regulamento a diversas empresas.01. 1932. de 25 de outubro de 1966 (CTN). sem vínculo efetivo com a União. e Lei no 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 8. art. Fato gerador: O exercício de atividade econômica de natureza urbana ou rural a empresa. sem vínculo empregatício. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. e Lei no 5.

ainda que de forma não contínua. e Lei no 5. art. de 22 de agosto de 2002. e Lei no 5.048.06 . de 25 de outubro de 1966 (CTN). Fato gerador: Realização de espetáculo desportivo de que participem as associações desportivas que mantêm equipe de futebol profissional.01.172. de 6 de maio de 1999. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: A exploração de atividade agropecuária ou pesqueira. 201. de 24 de julho de 1991. 201.Receita da Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo A receita de crédito da Contribuição Previdenciária sobre Espetáculo Desportivo constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 205. art. Amparo legal: Lei no 8. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 1932. em caráter permanente ou temporário.1932. utilizados a qualquer título. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.04 . Fato gerador: Prestação de serviços por trabalhadores . propaganda e transmissão de espetáculos desportivos.01. licenciamento de uso de marcas e símbolos. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 1932.01.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural A receita de crédito da Contribuição Previdenciária sobre a Produção Rural constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.212. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.05 . de 25 de outubro de 1966 (CTN). Amparo legal: Decreto no 3.172. Destinação legal: 340 . diretamente ou por intermédio de prepostos e com o auxílio de empregados.pessoa física às empresas que optaram pelo SIMPLES. e de qualquer forma de patrocínio. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. publicidade.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES A receita de crédito da Contribuição Previdenciária da Empresa Optante pelo SIMPLES constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.

341 .01. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 201. 25. levando-se em conta a atividade preponderante da empresa.172. art.172. 201.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente do Trabalho A receita de crédito da Contribuição Previdenciária para o Seguro de Acidente de Trabalho constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Lei no 10. de 22 de agosto de 2002.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos A receita de crédito da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 201. art. Fato gerador: Probabilidade baixa. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.256. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 8. art. Fato gerador: Parcelamento ou reparcelamento do pagamento das contribuições sociais em atraso. assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Lei no 8. art. 35. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.212. e Lei no 5. de 25 de outubro de 1966 (CTN). e Lei no 5.08 .01. de 24 de julho de 1991. de 24 de julho de 1991.212. 38. média ou alta de ocorrência de acidentes de trabalho.172. art. de 09 de julho de 2001. 22. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 24 de julho de 1991. de 25 de outubro de 1966 (CTN).Fundo do Regime Geral de Previdência Social. § 6 o . de 22 de agosto de 2002.212.07 . inciso II. § 1o e art. art. de 25 de outubro de 1966 (CTN). 1932. e Lei no 5. 1932. Amparo legal: Lei no 8.

Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório .639. de sócio de indústria. 1932. art.Receita de Mora da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista A receita de crédito da Contribuição Previdenciária sobre Reclamatória Trabalhista constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.172.172. e Lei no 5.01.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios A receita de crédito da Contribuição Previdenciária em Regime de Parcelamento de Débitos dos Municípios constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.11 . e de associado eleito para cargo de direção 342 . de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 9. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de sócio solidário. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.187.09 . de 24 de julho de 1991. Fato gerador: Pagamento de dívidas para com o INSS mediante desconto no repasse do FPM.212. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de sócio gerente e de sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho em empresa urbana ou rural. e Lei no 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.10 . assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.Empresário constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.01.Empresário A receita de crédito da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . Amparo legal: Lei no 8. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 24 de outubro de 2001. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Decisões judiciais que resultam em pagamento de direitos sujeitos à incidência de contribuição previdenciária.01. art. Medida Provisória no 2.1932. de diretor não empregado e de membro de conselho de administração de sociedade anônima. 201. 1932. 201. de 25 de maio de 1998. Fato gerador: Recebimento de rendimentos por parte de titular de firma individual urbana ou rural. art. 43.

01.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial A receita de crédito da Contribuição Previdenciária do Segurado Especial constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 201. art. bem como seus respectivos cônjuges ou companheiros e filhos maiores de dezesseis anos ou a eles equiparados. de 25 de outubro de 1966 (CTN).212.172. associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade. Fato gerador: Exercício das atividades características do produtor. uma vez que trabalhem.13 . art. 1932. 43.876. 7 de janeiro de 1992.172. 1932. do parceiro.212. 201. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.398. art.876. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 24 de julho de 1991. Amparo legal: Lei no 9. e Lei no 5. de 26 de novembro de 1999. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 26 de novembro de 1999. bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial. e 343 . do pescador artesanal e do assemelhado desde que as exerçam individualmente ou em regime de economia familiar.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo A receita de crédito da Contribuição Previdenciária do Segurado Facultativo constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. Amparo legal: Lei no 8. do meeiro e do arrendatário rurais.12 . de 24 de julho de 1991. 43. art. ainda que com auxílio eventual de terceiros. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. e Lei no 5. Lei no 9. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.em cooperativa.01. Amparo legal: Lei no 8. Fato gerador: Não há obrigação legal para essa contribuição. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Lei no 8. com o grupo familiar respectivo. de 22 de agosto de 2002. comprovadamente.

16 .15 .01. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. isentas de contribuições para a seguridade social. de 24 de julho de 1991. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: Prestação de serviço de natureza contínua a pessoa ou família. assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: Emprego de trabalhadores por parte de órgão ou entidade da administração federal.01. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 201. de 22 de agosto de 2002.01.172. 1932. 1932. de 25 de outubro de 1966 (CTN). no âmbito residencial desta. e Lei no 5. 1932.212.pessoa física às entidades filantrópicas.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. art. art.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas A receita de crédito da Contribuição Previdenciária das Entidades Filantrópicas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Empregado Doméstico A receita de crédito da Contribuição Previdenciária do Segurado Obrigatório . de 25 de outubro de 1966 (CTN). do Distrito Federal ou municipal. em atividades sem fins lucrativos. Fato gerador: Prestação de serviços por trabalhadores .Empregado Doméstico constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. estadual. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.Lei no 5. 42.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária dos Órgãos do Poder Público A receita de crédito da Contribuição Previdenc iária dos Órgãos do Poder Público constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. art. de 24 de julho de 1991. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. 201. art. 344 . 43.172. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.212.172. de 22 de agosto de 2002. de 25 de outubro de 1966 (CTN). e Lei no 5.14 . Amparo legal: Lei no 8. exceto às entidades beneficentes de assistência social. Amparo legal: Lei no 8. art. 201.

Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.01. mediante certificados financeiros do Tesouro Nacional recebidos do FIES por instituições de ensino superior. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. e Lei no 5.17 . art. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Lei no 8.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional A receita de pagamento de obrigações previdenciárias. 201. § 7º. inscritas no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 25 de outubro de 1966 (CTN). 1932. de 22 de agosto de 2002. Constituição Federal.SubRogação constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. art. e Lei no 5. Amparo legal: Lei no 8. 1932.Retenção sobre Nota Fiscal .01.172.Sub-Rogação A receita de crédito da Contribuição Previdenciária . art.260. assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: Serviços executados mediante cessão de mão de obra. de 24 de julho de 1991. art. inclusive em regime de trabalho temporário. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. de 12 de julho de 2001. 10 da Lei no 10.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária .Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FIES .18 . 195. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Amparo legal: Art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 55. Fato gerador: Pagamento das obrigações previdenciárias com certificados de emissão do Tesouro Nacional. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. 201.212. 31.172. art. 345 . de 24 de julho de 1991. de 22 de agosto de 2002.Retenção sobre Nota Fiscal . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.212.

1932. Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. bem como pelas entidades ou hospitais da Administração Pública Direta e Indireta integrantes do Sistema.01. e Instrução Normativa INSS/DC no 071.CDP. Recursal e Custas Judiciais A receita de crédito da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária na Forma de Depósito Judicial.01. 1932. art. Amparo legal: Lei no 9. Fato gerador: Pagamento de obrigações previdenciárias com certificados da Dívida Pública . em favor do INSS. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 22 de agosto de 2002.639.CDP Receita de amortização ou quitação de dívidas ativas previdenciárias. de 20 de novembro de 1998. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. bem como dos hospitais da Administração Pública Direta e Indireta integrantes do Sistema.19 . O pagamento se dá mediante cessão de créditos que os hospitais detêm junto ao Sistema Único de Saúde . Destinação legal: 346 . Dessa forma.SUS. Fato gerador: Recolhimento de créditos por ocasião de entrada com ação na justiça contra a previdência. a captação da arrecadação pelo INSS ocorre pela retenção dos valores repassados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos hospitais credores do Sistema Único de Saúde (SUS). de 22 de agosto de 2002.SUS. 6o . Recursal e Custas Judiciais constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 25 de maio de 1998.Receita da Dívida Ativa da Arrecadação FNS . decorrentes de serviços de assistência médica e ambulatorial prestados. § 2o . Fato gerador: Idêntico ao das obrigações previdenciárias patronais e acessórias devidas pelas entidades ou hospitais conveniados ao SUS.20 .21 . Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. Amparo legal: Lei no 9.01. de 10 de maio de 2002.Receita da Dívida Ativa de Certificados da Dívida Pública . em permuta por títulos de responsabilidade do Tesouro Nacional ou por créditos decorrentes da securitização de obrigações da União.Certificados Financeiros do Tesouro Nacional A receita advinda de pagamento de obrigações previdenciárias inscritas em Dívida Ativa de entidades ou hospitais contratados ou conveniados ao Sistema Único de Saúde .1932.711.

Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 81. 201. e Art.774.546. constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. referidos no § 4o do art.Fundo do Regime Geral de Previdência Social. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.546. de 14 de dezembro de 2011. 347 . de 22 de agosto de 2002. 22 da Lei no 8. No caso de empresas que se dediquem a outras atividades. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 57.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária da Empresa Incidente sobre a Receita Bruta Registra a receita de crédito da Contribuição Previdenciária da empresa incidente sobre a Receita Bruta constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. conforme especificados nos arts. de 2008. 14 da Lei no 11.Parcelamentos A receita de crédito da Contribuição Previdenciária na Forma de Parcelamentos. Amparo legal: Lei no 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. no que tange aos produtos relacionados a essa tabela TIPI. assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 1932.01. Fato gerador: Recolhimento de créditos por ocasião da cobrança de dívida ativa decorrente de parcelamentos da contribuição previdenciária. 7o e 8o da Lei no 12. de 24 de julho de 1991. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Destinação legal: Fundo do Regime Geral de Previdência Social.01. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 25 de outubro de 1966. Amparo legal: Arts.172. de 14 de dezembro de 2011. 201 da Lei no 5. nas demais atividades. a contribuição será sobre a remuneração paga aos empregados das empresas.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Previdenciária . 201. Incisos I e III do art.22 . 7o e 8o da Lei no 12. bem como empresas que fabriquem os produtos classificados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI. Fato gerador: Não pagamento da contribuição os prazos previstos na legislação.212. art.24 .172. 1932. bem como dos trabalhadores avulsos ou contribuintes que lhe prestem serviços. art. de 18 de dezembro de 2008. Amparo legal: Lei no 5. de 25 de junho de 2012. Código Tributário Nacional. Relaciona-se às contribuições incidentes sobre a receita bruta das empresas que prestam exclusivamente os serviços de tecnologia da informação – TI e tecnologia da informação e comunicação – TIC.172. a contribuição incidirá sobre a receita bruta.

1932. art.Receita de Parcelamentos . Amparo legal: Lei no 5. 1932.Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições Previdenciárias A receita de crédito de outras contribuições previdenciárias constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.99 .02. Fato gerador: da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. 201.1932. Amparo legal: Lei no 5.Receita da Dívida Ativa do Salário-Educação A receita de crédito do Salário-Educação constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. art.02.03. Destinação legal: Idêntica à das outras contribuições previdenciárias.172. de 31 de dezembro de 2003. de 27 de junho de 2001. 1932.Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social A receita de crédito da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: O total de remunerações pagas ou creditadas.01 . Fato gerador: Idêntico ao das outras contribuições previdenciárias. Destinação legal: 348 . 201. Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. de 31 de dezembro de 2003. de 25 de outubro de 1966 (CTN).5%.Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. a qualquer título.01.Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. aos segurados empregados.172. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.02 .00 . aplicando-se a alíquota de 2.00 .Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . 1932.02. de 25 de outubro de 1966 (CTN). assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. de 22 de agosto de 2002.

Receita de Parcelamentos .01. projetos e ações do ensino fundamental. 74. Destinação legal: Idêntica à da Contribuição sobre Movimentação Financeira: Amparo legal: ADCT. de 27 de junho de 2001.02 .02 . e Lei no 5. 201.04.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira A receita de crédito da Contribuição sobre Movimentação Financeira constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 212.Receita de Parcelamentos . arts. Lei no 9.766.Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Idêntico ao disposto na natureza 1111. 349 . 84 e 85. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. 15. de 27 de junho de 2001.424. Estados. de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 24 de outubro de 1996. Distrito Federal e regiões brasileiras. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. de 31 de dezembro de 2003. art.A quota federal. 1932.172.311. 80. art. e Lei no 5. art. Lei no 9. 1932. de 18 de dezembro de 1998. de forma a propiciar a redução dos desníveis sócioeducacionais existentes entre Municípios. 1932.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Movimentação Financeira Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. 201.04. 75. correspondente a 1/3 do montante de recursos: destinada ao FNDE e aplicada no financiamento de programas e projetos voltados para a universalização do ensino fundamental.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Fato gerador: Idêntico ao da Contribuição sobre Movimentação Financeira.Imposto sobre a Importação. de 24 de dezembro de 1996.172. Amparo legal: Constituição Federal. de 25 de outubro de 1966 (CTN).01 .04. de 31 de dezembro de 2003. inciso I. correspondente a 2/3 do montante de recursos: creditada mensal e automaticamente em favor das Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal para financiamento de programas. Lei no 9. art. § 5o . quota estadual.

Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas A receita de crédito da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.00 .Imposto sobre a Importação. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . 1932. de 7 de setembro de 1970.02 .172. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.Receita de Parcelamentos . art.06.01.1932. de acordo com o art.02 . de 25 de novembro de 1998.PIS/PASEP.05. 1932. de 3 de dezembro de 1970.Receita de Parcelamentos .PIS/PASEP A receita de crédito das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . 1932.Receita da Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . de 31 de dezembro de 2003.PIS/PASEP. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Lei no 10.00 .715.PIS/PASEP constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.37.05.05. 195 da Constituição Federal. Amparo legal: 350 . 201. Amparo legal: Lei Complementar no 7. de 27 de junho de 2001. Lei no 9.37. de 30 de dezembro de 2002. Lei Complementar no 8. Fato gerador: Idêntico ao disposto na natureza 1210.00 . Destinação legal: Idêntico ao disposto na natureza 1210. de 31 de dezembro de 2003.637. Fato gerador: Idêntico à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Destinação legal: Destina-se a financiar a Seguridade Social.Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . e Lei no 5.01 .00 .Dívida Ativa das Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público Idêntico ao disposto na natureza 1111.

de 15 de dezembro de 1988.Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas Idêntico ao disposto na natureza 1111. 351 . 6o . 1o. Lei no 9. de 24 de julho de 1991. 5o . de 31 de dezembro de 2003. art. art. 1932.02 . III. art.06. de 4 de agosto de 1997. de 25 de junho de 1992. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. art.Imposto sobre a Importação. VIII. 195.615. de 12 de julho de 2001.Receita de Parcelamentos . Fato gerador: A arrecadação dos concursos de prognósticos. III. art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17.212.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Social sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas .06. art. e Lei no 5. 201. Portaria do Ministério da Fazenda no 223.689.01 . 9o e 56. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.290.Receita da Dívida Ativa das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos A receita de crédito das Contribuições sobre a Receita de Concursos de Prognósticos constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Lei no 9. Destinação legal: Idêntica à das Contribuições sobre Receita de Concursos de Prognósticos. de 26 de dezembro de 1995.260.02 . II. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 1932. de 7 de janeiro de 1994. de 23 de dezembro de 1991.313. deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios. 1932. art. VIII. de 25 de outubro de 1966 (CTN).172. art.Receita de Parcelamentos .01. de 31 de dezembro de 2003. de 24 de março de 1998. Lei no 8. art. Decreto no 2.436. 5o . de impostos e de despesas com a administração.Lei no 7. Lei no 8. art. 201. Amparo legal: CF. de 9 de julho de 2002. Lei no 8.172.07.00 . Lei Complementar no 79. 11 e 26.Principal * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 17. Lei no 10. 2o . e Lei no 5. 8o . 2o . de 25 de outubro de 1966 (CTN). de 27 de junho de 2001. de 27 de junho de 2001.249.

172. 1932. de 22 de agosto de 2002.172.02 . de 25 de outubro de 1966 (CTN). Amparo legal: Art.07. Fato gerador: da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas. Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal. 201 da Lei no 5.07. 201 da Lei no 5. 1932.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas A receita de crédito da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Fato gerador: da Contribuição sobre a Receita de Concursos Especiais de Loterias Esportivas. 201 da Lei no 5.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal A receita de crédito da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 22 de agosto de 2002. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Fato gerador: da Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal. 352 .07.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas A receita de crédito da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. Amparo legal: Art. Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição sobre a Receita de Loterias Esportivas.01 . assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.1932. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.172. Amparo legal: Art.03 .

assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. de 25 de outubro de 1966 (CTN).172. de 22 de agosto de 2002. Fato gerador: da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea. de 25 de outubro de 1966 (CTN). 201 da Lei no 5. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.05 .04 .07. 1932. de 22 de agosto de 2002. 201 da Lei no 5. de 25 de outubro de 1966 (CTN). assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Fato gerador: dos Prêmios Prescritos de Loterias Federais. 1932. Amparo legal: Art.172.Receita da Dívida Ativa de Prêmios Prescritos de Loterias Federais A receita de crédito de Prêmios Prescritos de Loterias Federais constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Destinação legal: Idêntica ao dos Prêmios Prescritos de Loterias Federais.172.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea A receita de crédito da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números. Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição sobre a Receita de Loteria Instantânea.06 . Fato gerador: da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números. Amparo legal: Art. Amparo legal: Art. 201 da Lei no 5. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.07.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números A receita de crédito da Contribuição sobre a Receita de Loterias de Números constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.1932. de 22 de agosto de 2002. 353 .07.

Destinação legal: Idêntica ao da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante.172. 201 da Lei no 5.Receita da Dívida Ativa das Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas A receita de crédito das Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 1932. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Fato gerador: Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas. de 27 de junho de 2001. Amparo legal: Art. de 25 de outubro de 1966 (CTN).10. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.08.00 . Fato gerador: da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas. 201 da Lei no 5. de 25 de outubro de 1966 (CTN).Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas A receita de crédito da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 201 da Lei no 5. Destinação legal: Idêntica ao das Multas do Código Eleitoral e Leis Conexas. 354 .Receita da Dívida Ativa da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante A receita de crédito da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.1932. de 27 de junho de 2001. Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição sobre Aposta em Competições Hípicas. Amparo legal: Art.172.172. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. de 25 de outubro de 1966 (CTN). Amparo legal: Art. 1932.00 . assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.09. Fato gerador: da Cota-Parte do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante. de 27 de junho de 2001.00 .

00 . Destinação legal: Idêntica à de Foros. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Fato gerador: de Arrendamento. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. 355 . Fato gerador: de Taxa de Ocupação. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.13. 39. Amparo legal: Art. Amparo legal: Art.320. § 2o da Lei no 4.14. de 27 de junho de 2001.12.320. 39.320. de 27 de junho de 2001.00 . 1932. de 17 de março de 1964. § 2o da Lei no 4.Receita da Dívida Ativa de Taxa de Ocupação A receita de crédito de Taxa de Ocupação constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Receita da Dívida Ativa de Foros A receita de crédito de Foros constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 1932. de 17 de março de 1964. § 2o da Lei no 4.00 . Amparo legal: Art. Destinação legal: Idêntica à de Taxa de Ocupação. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.00 .Receita da Dívida Ativa de Arrendamento A receita de crédito de Arrendamento constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. Fato gerador: de Foros.11.1932. 1932. 39. de 27 de junho de 2001. Destinação legal: Idêntica à de Aluguéis. Fato gerador: de Aluguéis.Receita da Dívida Ativa de Aluguéis A receita de crédito de Aluguéis constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 17 de março de 1964.

356 . Destinação legal: Idêntica à de Laudêmios. de 27 de junho de 2001.Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições .Receita da Dívida Ativa de Outras Contribuições A receita de crédito de outras contribuições constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Dívida Ativa de Outras Contribuições Idêntico ao disposto na natureza 1111. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.Principal A receita de crédito de outras contribuições constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 17 de março de 1964. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Art. 39. Amparo legal: Art.320. Fato gerador: outras contribuições. de 27 de junho de 2001. Darf: corresponde à receita do código 0457 . § 2o da Lei no 4.Receita de Parcelamentos .16. 1932. 1932. 1932.02 . de 27 de junho de 2001. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. Fato gerador: de Laudêmios. 39.16.00 . 1932.320.Receita da Dívida Ativa de Laudêmios A receita de crédito de Laudêmios constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 17 de março de 1964.16.320.01 .Dívida Ativa de Outras Contribuições.15. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. § 2o da Lei no 4.02 . assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. de 3 de janeiro de 2006.Destinação legal: Idêntica à de Arrendamento. Destinação legal: Idêntica à de outras contribuições.01. exceto a decorrente de Parcelamentos . 39.Receita da Dívida Ativa Contribuição Açúcar e Álcool. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. de 17 de março de 1964.Imposto sobre a Importação. § 2o da Lei no 4. Amparo legal: Art.Receita de Parcelamentos .00 .

Destinação legal: Idêntica ao da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa.320. Fato gerador: Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador.00 .Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa A receita de crédito da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. assim inscrito em razão do nãopagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. § 2o da Lei no 4.17.Receita da Dívida Ativa das Multas por Infração à Legislação Trabalhista A receita de crédito das Multas por Infração à Legislação Trabalhista constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. de 17 de março de 1964. 1932. 39.320. § 2o da Lei no 4. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15.320. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. 39. Fato gerador: Multas por Infração à Legislação Trabalhista. de 1o de maio de 1943. de 3 de janeiro de 2006. Destinação legal: Idêntica à de Multas por Infração à Legislação Trabalhista. Destinação legal: idêntica à da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador. 1932. 357 .452.Receita da Dívida Ativa da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador A receita de crédito da Contribuição sobre a Remuneração Devida ao Trabalhador constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.18. Amparo legal: Art.19. e Decreto-Lei no 5. de 17 de março de 1964. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. de 17 de agosto de 2001.00 . 1932. § 2o da Lei no 4. de 17 de março de 1964. Amparo legal: Art. Fato gerador: da Contribuição Relativa à Despedida de Empregado sem Justa Causa. de 17 de agosto de 2001. Amparo legal: Art. 39. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.00 .

ao fina nciamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás.20.Combustíveis. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1. constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 1932.20. e ao financiamento de programas de infra-estrutura de transportes. A Lei nº 10. Lei no 10.Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados.01 . 1932. Fato gerador: As atividades de comercialização de petróleo e seus derivados.866. Emenda constitucional no 44. de 19 de dezembro de 2001.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. de 3 de janeiro de 2006. que instituiu a CIDE .Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. de 4 de maio de 2004. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.Imposto sobre a Importação. 1932. de 11 de dezembro de 2001. constante no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Receita da Dívida Ativa da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. Gás Natural e Álcool Carburante Idêntico ao disposto na natureza 1111. 29% desses recursos destinam-se aos Estados e ao Distrito Federal. Gás Natural e Álcool Carburante Principal A receita de crédito da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. exceto a decorrente de Parcelamentos .00 . Com a promulgação da Emenda constitucional no 44.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 15. adotou a sistemática de alíquotas específicas. de 30 de junho de 2004. 358 . gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. Gás Natural e Álcool Carburante. Gás Natural e Álcool Carburante. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.20. de 3 de janeiro de 2006.01. e Lei no 10. Lei no 10. de 30 de dezembro de 2002.02 .336.Receita de Parcelamentos . gás natural e álcool carburante.336.Receita de Parcelamentos . de 2001. Gás Natural e Álcool Carburante. Amparo legal: Emenda Constitucional no 33. Gás Natural e Álcool Carburante A receita de crédito da Contribuição Relativa às Atividades de Comercialização de Petróleo e seus Derivados. de 17 de agosto de 2001. Destinação Legal: Os recursos são destinados ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível.636. de 30 de junho de 2004.02 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.

320. de 3 de janeiro de 2006. serviços e multas associados à atividade mineral. 1932.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.00 . 1932. 39.Receita da Dívida Ativa da Atividade Mineral A receita de créditos decorrentes da atividade mineral. 1932.21.Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação Mineraria * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. de 17 de março de 1964. Amparo legal: Art. de 15 de dezembro de 2006. 1932. Destinação legal: DNPM.320. § 2o da Lei no 4. 39. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. de 17 de março de 1964. 359 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.00 . constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 15 de dezembro de 2006. outorga. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização da Atividade Mineral * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49.04 . assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. 1932. 1932.21. Amparo legal: Art. §§ 1o e 2o da Lei no 4.Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Exploração e Pesquisa Mineral * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49. Fato gerador: Exploração.Receita da Dívida Ativa da Multa de Poluição de Águas A receita de créditos decorrentes da Multa de Poluição de Águas. de 15 de dezembro de 2006. de 15 de dezembro de 2006.21.21.Receita da Dívida Ativa da Exploração de Recursos Minerais * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 49.02 .22. de 15 de junho de 2009.05 . de 15 de dezembro de 2006.01 .21.

* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. 39. Amparo legal: Art. 39. de 15 de junho de 2009.Receita da Dívida Ativa da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica A receita de créditos decorrentes da Multa Prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. §§ 1o e 2o da Lei no 4.26. Amparo legal: Art.25. de 15 de junho de 2009. §§ 1o e 2o da Lei no 4.Receita da Dívida Ativa da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos A receita de créditos decorrentes da Outorga de Direitos de Uso de Recursos Hídricos.00 . de 17 de março de 1964. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível.00 . 1932.00 .00 .23.24. 1932. §§ 1o e 2o da Lei no 4. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações A receita de créditos decorrentes das Multas Previstas na Lei Geral das Telecomunicações. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 15 de junho de 2009.320.Receita da Dívida Ativa dos Serviços de Inspeção e Fiscalização A receita de créditos decorrentes dos Serviços de Inspeção e Fiscalização.320. 360 . de 17 de março de 1964. Amparo legal: Art. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível.320. de 17 de março de 1964. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. Amparo legal: Art. 39. de 17 de março de 1964. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.320. de 15 de junho de 2009. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. 39.1932. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 1932. §§ 1o e 2o da Lei no 4. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível.

Receita da Dívida Ativa das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica A receita de créditos decorrentes das Multas por Infrações à Legislação Cinematográfica. 39. Amparo legal: Art. 39.320. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.27. §§ 1o e 2o da Lei no 4. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.Serviços de Comunicação A receita de créditos decorrentes de Concessões e Permissões . de 15 de junho de 2009. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. 361 .Receita da Dívida Ativa de Concessões e Permissões . de 15 de junho de 2009. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. §§ 1o e 2o da Lei no 4. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. §§ 1o e 2o da Lei no 4. 39. 1932. Amparo legal: Art. 1932.00 .1932. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.320. Amparo legal: Art. de 17 de março de 1964. 39. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.28.30.00 .00 .Serviços de Comunicação. de 17 de março de 1964.320. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 17 de março de 1964. Amparo legal: Art. 1932. de 17 de março de 1964.320. §§ 1o e 2o da Lei no 4.Receita da Dívida Ativa da Receita decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e Indústria Cinematográfica A receita de créditos decorrentes da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e da Indústria Cinematográfica.00 . assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. de 15 de junho de 2009.29. de 15 de junho de 2009.Receita da Dívida Ativa da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional A receita de créditos decorrentes da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional.

1932.31. 39. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível.00 .Demais Empresas.Receita da Dívida Ativa da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica A receita de créditos decorrentes da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica.320. de 17 de março de 1964. §§ 1o e 2o da Lei no 4. Amparo legal: Art. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. Amparo legal: Art. §§ 1o e 2o da Lei no 4. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 15 de junho de 2009. Amparo legal: Art. de 17 de março de 1964. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. 39.00 . assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. Amparo legal: Art.34.Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis A receita de créditos decorrentes das Multas Previstas na Legislação sobre Lubrificantes e Combustíveis.33. de 15 de junho de 2009. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.320. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 39. de 15 de junho de 2009. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39. §§ 1o e 2o da Lei no 4.Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas em Lei por Infrações no Setor de Energia Elétrica A receita de créditos decorrentes das Multas Previstas em Lei por infrações no Setor de Energia Elétrica. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa.32.1932. 1932. 362 . §§ 1o e 2o da Lei no 4. 1932.Demais Empresas A receita de créditos decorrentes da Utilização de Recursos Hídricos . de 15 de junho de 2009.Receita da Dívida Ativa da Utilização de Recursos Hídricos . 39. de 17 de março de 1964. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível.00 . constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. assim inscritos em razão do nãopagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível.320.320.00 . de 17 de março de 1964.

122 e seguintes da Lei nº 8. que dispõem sobre a Administração Pública e sanções aplicáveis em caso de enriquecimento ilícito e dano a terceiros.Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração .320. de 15 de junho de 2009. ou dano causado a terceiros. 37.Contrato Administrativo Registra a receita oriunda do pagamento de multa inscrita em dívida ativa decorrente de sanções legais ou contratuais aplicadas pela Administração Pública quando do descumprimento de obrigações constantes do edital de licitação ou durante a execução de contrato.429/92.35. § 4º da Constituição Federal.00 . de 17 de março de 1964. pelo servidor. lei nº 8.Receita da Dívida Ativa de Reposição ou Indenização de Servidor Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou do não pagamento de reposição e indenização em dinheiro aos cofres públicos. indireta ou fundacional . de 13 de abril de 2010.172. 39. 1932. cargo. de 13 de abril de 2010.830. inscritas na dívida ativa e aplicadas pela Administração Pública.37.Receita da Dívida Ativa das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores A receita de créditos decorrentes das Compensações Financeiras entre o Regime Geral e os Regimes Próprios de Previdência dos Servidores. de 21 de junho de 1993.00 . lei nº 7. constantes no Livro de Inscrição da Dívida Ativa. de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional). emprego ou função da administração pública direta. da Constituição Federal. 1932.320. Lei no 6.347/85. de 17 de março de 1964. e Lei nº 8. 1932. inciso XXI.00 . proveniente de sanções legais imposta pelo Regime Jurídico do Servidor.Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Erário. §§ 1o e 2o da Lei no 4. assim inscritos em razão do não-pagamento das obrigações no transcurso do prazo exigível. 363 . 46. 37. pagos em dinheiro e devidamente inscritos da dívida ativa e aplicadas pela Administração Pública. Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou não pagamento de ressarcimento ao Erário Público originada de sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato. de 22 de setembro de 1980. Amparo legal: Art. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 39.36. Amparo legal: Arts.112/90.1932. Fato gerador: Pagamento de multa inscrita em dívida ativa decorrente de sanções legais ou contratuais aplicadas associadas ao descumprimento de obrigações constantes do edital de licitação ou durante a execução de contrato. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18.38. aposentado ou pensionista. Amparo legal: Art. 47.666.00 . que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores civis das autarquias e das fundações públicas federais. Lei no 4. Lei nº 5. Amparo legal: Arts.

da lei nº 9. ao Sistema único de Saúde .Receita da Dívida Ativa de Multas por Infração da Ordem Econômica. de 13 de abril de 2010. de 13 de abril de 2010. que transforma o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cadê) em Autarquia e dispõe sobre a prevenção e pressão às infrações contra a ordem econômica e dá outras providências e art.41. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18.656/98. turístico e paisagístico (VETADO) e dá outras providências.443/92. Amparo legal: Art. serviço e contrato que apresente. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. Amparo legal: Arts. da Lei nº 7.*Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. em instituições públicas ou privadas conveniadas ou contratadas.347/85. 23 e seguintes. 161 e seguintes.00 . Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou do não pagamento de ressarcimento e inscrita na dívida ativa . 1932.Receita da Dívida Ativa do Ressarcimento ao erário Decorrente de Decisão do Tribunal de Contas da União. além da garantia de cobertura financeira de riscos de assistência médica. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18.Receita da Dívida Ativa de Ressarcimento ao Sistema único de Saúde. Amparo legal: Arts.40. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. 71. VI. histórico.SUS.42. 32. que disciplina a ação pública de responsabilidade por danos causados ao meio-ambiente. hospitalar e odontológica. 1932. Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou do não pagamento das multas pela repressão ou infração da ordem econômica e devidamente inscrita na dívida ativa. 364 . que dispõe sobre os planos e seguros privados de Assistência à saúde. 1.00 . de 13 de abril de 2010. de 13 de abril de 2010. de 13 de abril de 2010. art.00 . Amparo legal: Art. 1932. sobre qualquer modalidade de produto.503/97. estético.ANS. integrantes do Sistema único de Saúde . aplicadas pelo agentes a infração de trânsito devido a inobservância dos preceitos dispostos no Código de Trânsito Brasileiro e legislações complementares ou das resoluções do CONTRAN. da Constituição Federal.884/94.00 .TCU provenientes de sanções aplicáveis aos agentes previstos na lei Orgânica do TCU.SUS. ao consumidor a bens e direito de valor artístico. da lei nº 8. que institui o Código de Trânsito Brasileiro. da Le i nº 9. 25 e seguintes da Lei nº 8. Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou do não pagamento de ressarcimento ao Erário Público originada de decisão do Tribunal de Contas da União . ao erário público.39.Receita da Dívida Ativa por Multa de Trânsito Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou do não pagamento das multas de trânsito devidamente inscritas na dívida ativa. pelas pessoas jurídicas de direito privado que operarem planos de assistência à saúde e que descumpriram normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar . 1932.

§ 1º-A. art. Amparo legal: Arts. I. c/c Resolução ANEEL n. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18. provenientes de sanções legais e devidamente inscritas na dívida ativa. art.209/01. Decretos nºs. CVM . caput. 5. arts.Dec. 54.437/2006.615/00 Lei 10. 178. 299 e 302. II e III e § 3º. art.190/01. 74 e 75.44. ANP . arts.437/77. art.594/64.Lei nº 9. 26. art.437/77. 19.194/74. XIII. quando do não cumprimento de obrigações advindas da legislação correlata a aplicação de penalidades decorrentes de infrações administrativas. 2º. arts. 295. IV. 24 a 26. § 1º-B.Lei nº 10. § 1º-B.847/99. arts. inc. 10 c/c art. aplicadas pelas autoridades competentes. 24. 63. 176.385/76. 10.Lei nº 11.472/97. 78-A.561/02. 6º a 9º c/c art. Leis nºs.605/98.525/00. art. art 9º SUSEP . art. I e Lei 8. II.462/05. da Lei Complementar nº 109/2001. art. 2º. 8º e 9º c/c Lei nº 5. § 6º e arts. art. 55.565/86. art. 22. art 2º. 25. 4º. § 1º. I.233/2001. 4º. 17I.DL nº 261/67.Lei nº 9. II. Dec. Lei nº 10.771/08. ANTT . Dec. Lei nº 6.656/98. Portarias DNPM nº 304/04 e nº 350/06. I a XIX c/c art. 10.966/73. como: Leis.Lei nº 9.228-1/01. art. 4º e 5º e arts. 11 e 32. 56.Lei nº 9. arts. 9782/99 CONDECINE Cinematográfica Áudio .00 . Estas natureza orçamentária de receita tem por objetivo registrar a arrecadação dos recursos financeiros recolhidos junto a Procuradoria Geral da Fazenda em atendimento aos mais diversos órgãos da Administração Pública Federal. 59 e 60 365 . / MP nº 2.Lei nº 10. IBAMA . 7º da Lei n. aplicadas pela Administração Pública. 72. 4º. 289.933/99. 4º a 7º. 63. 4º. Lei nº 5. Amparo legal: ANATEL . 10 c/c art.Previdência Privada Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou do não pagamento das multas por infração ao regime de Previdência Complementar. 29.Lei nº 9. DNPM .Lei nº 7. 7º. c/c art 3º.43. art. 1932. arts. art. ANTAQ . 177. 44. ANEEL . Regimento Interno. II e 64.934/68 (RCM). § 1º-A. 11. nº 61. Dec. 3º.181/97. Lei nº 4. Códigos e demais dispositivos.Lei n. II.DL nº 227/67 (Código de Mineração). 27 e 29. § 1º-D. art. 19. arts. nº 62. 9. § 1º-D. X. Lei nº 6.º 9. § 1º-C.Receita da Dívida Ativa de Multa por Infração a Lei Complementar nº 109/01 . de 13 de abril de 2010. caput e II c/c arts.513/77. nº 4.Lei n. 7º. 97 e 100. 3.070/66. Lei nº 6.165/2000 INMETRO . c/redação da Lei nº 10.DL nº 73/66.00 . EMBRATUR . arts.1932. arts 173. 13. 179. 6º a 9º c/c art. devidamente inscrita na dívida ativa.º 63/04. LC nº 109/01. nº 60.427/96. 36. ANVISA . 21.Lei nº 6. ANS . 65. art.Lei nº 6.Lei nº 6. Uma vez que a fundamento legal encontra-se nos mais diversos atos legais. § 1º-C. arts.233/2001. 9782/99. 28. II.867/67 ANAC . § 2º.459/67. II.Receita da Dívida Ativa por Infração Administrativa Fato gerador: receita decorrente do atraso ou do não pagamento de infrações administrativas. 17. 7º da Lei n.503/97.122/02. 31.938/81. 78-A.

Lei nº 11. de 29 de maio de 2001. 7º. Preço Público .Receita da Dívida Ativa de Multas Aplicadas no Âmbito de Processo Judicial .966/73. 49 e 50. Códigos.00 . 20. I Taxa Processual . I.189/74. como: Leis.961/00. 1932. arts. 4º. *Natureza criada Pela Portaria SOF nº 18.Lei nº 9. art.Registra a receita de crédito das multas aplicadas no âmbito de processo judicial e inscritas em dívida ativa.Receita da Dívida Ativa de Outros Serviços Fato gerador: Receita decorrente do atraso ou do não pagamento de prestação de serviço não especificado por naturezas próprias da dívida ativa e que se enquadram conforme legislação. 65. de 1937.Decreto-Lei n. de 30 de dezembro de 2003.Lei complementar nº 109.182/05.960/00. ?? Natureza criada pela Portaria SOF nº 39 de 7 de maio de 2010. VII Prestação de serviços de natureza contratual . 1932. V. 1º a 7º.942.00 . III.Receita da Dívida Ativa das Multas Previstas na Legislação sobre Regime de Previdência Privada Complementar Registra a receita decorrente do pagamento da dívida ativa das multas previstas na legislação referente à Taxa de Fiscalização . Taxa de Serviços Lei nº 9. b. 9º.009/73.IPHAN .Lei nº 9. 26.00 .45.Lei nº 9. Taxa de Serviços Administrativos . 1º a 6º . 366 . IV. 5º.781/99. Esta natureza tem por objetivo registrar a arrecadação dos recursos financeiros. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 18.Decreto nº 4. inscritos na dívida ativa e recolhidos junto a Procuradoria Geral da Fazenda em atendimento aos mais diversos órgãos da Administração Pública Federal. Lei nº 6.933/99. art. 1932. Amparo legal: Prestação de serviços a terceiros .46. Lei n. e . 5º e 11. VI. Lei nº 9.Portaria Conjunta nº 26/2004 Taxa de Serviços Metrológicos .Lei 5. 25. de 13 de abril de 2010. art. art. de 13/04/2010. Lei nº 9. arts. Regimento Interno. Amparo legal: . 7º.984/00. Portaria Suframa nº 529. 31.Lei nº 9.781/99 Arts. II. art. Uma vez que a fundamentação legal encontra-se nos mais diversos atos legais. art. § 1º.TAFIC Fato gerador: Receita decorrente do atraso do pagamento da parcela de multas aplicadas pelo não recolhimento em tempo hábil da multa da taxa de fiscalização .47. arts.433/97. art. São receitas provenientes de sanções legais ou contratuais e devidamente inscritas na dívida ativa por entidades competente e aplicadas pela Administração Pública. 6.TAFIC e inscrita da dívida ativa por meio de órgão competente. art. Contratos e demais dispositivos. em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. art.

TJDFT e inscritas em dívida ativa. proferidas pela Justiça Federal. Código de Processo Penal.Receita da Dívida Ativa de Multas Decorrentes de Sentenças Judiciais Registra a receita de crédito das multas decorrentes de processo judicial. 2o da Lei Complementar no 79. Fato gerador: Não-recolhimento da multa imposta no prazo estabelecido. § único. conforme o inciso V do art.FUNPEN. .Art.TJDFT. e outros da Lei no 5. § único. .869.20 . Código de Processo Penal.Art. proferidas no âmbito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios .Fato gerador: A imposição de multas no âmbito de processos judiciais.320. e inscritas em Dívida Ativa. e outros da Lei no 5. Destinação legal: 100% para o Fundo Penitenciário Nacional . de 3 de março de 2011. 39. Código do Processo Civil. de 7 de dezembro de 1940. .689. de 17 de março de 1964 * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 10. . 1932. Código Penal.Receita da Dívida Ativa de Multas Decorrentes de Sentenças Penais Condenatórias Registra a receita de crédito das multas decorrentes de processo judicial. 51 do Decreto-Lei no 2. Verificar naturezas de desdobramento Amparo legal: .Art. 265 e outros do Decreto-Lei no 3.Art. contado do trânsito em julgado da decisão final da causa.869. Código Penal.10 . § 2o da Lei Complementar no 4. em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. . . Código do Processo Civil. 2o da Lei Complementar no 79. de 3 de outubro de 1941. 39.Arts.320.Art. 1932. ?? Natureza criada pela Portaria SOF nº 10. 51 do Decreto-Lei no 2. 161 e 196. 18 a 35. 83 da Lei no 11. 2o da Lei Complementar no 79. 367 . em decorrência de processo judicial.848. Destinação legal: Esta natureza é agregadora. de 7 de dezembro de 1940. de 11 de janeiro de 1973.47. 161 e 196. exceto no âmbito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios . de 7 de janeiro de 1994. de 7 de janeiro de 1994. 265 e outros do Decreto-Lei no 3. de 11 de janeiro de 1973. . Amparo legal: . 14. de 17 de março de 1964.Inciso V do art.848. .Arts.Inciso V do art.Art.689. e .Art. 18 a 35. 14.47. de 13 de junho de 2008. de 3 de outubro de 1941. de 7 de janeiro de 1994.697. de 03 de março de 2011. § 2o da Lei Complementar no 4.

de 3 de março de 2011.Receita da Dívida Ativa Não-Tributária de Outras Receitas Registra o valor da arrecadação da receita da dívida ativa não-tributária de outras receitas não classificadas nos itens anteriores. de 17 de março de 1964.em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível. 39. Outras Obrigações salvo IAA e Finex/Proex. de 1984). de 3 de outubro de 1941. 6948 . § 2o. 18 a 35. e outros da Lei no 5. 161 e 196. 6950 Receita da Dívida Ativa . 265 e outros do Decreto-Lei no 3.Órgãos Extintos. .Receita da Dívida Ativa . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 10.Receita da Dívida Ativa .00 . Destinação legal: Idêntica à de outras receitas. Destinação Legal: 100% ao Programa de Modernização e Aperfeiçoamento da Justiça do Distrito Federal o PROJUS. Amparo legal: Art. Fato gerador: Idêntica à de outras receitas.Art.Receita da Dívida Ativa . Darfs: corresponde à soma das receitas dos Darfs 2294 .Avales e Fianças .STN.Instituto do Açúcar e do Álcool.320. Fato gerador: Não-recolhimento de multa imposta pelo TJDFT no prazo estabelecido. 368 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. . 5911 . de 17 de março de 1964.Receita da Dívida Ativa . 83 da Lei n 11. da Lei no 4.697.99.SPU. de 11 de janeiro de 1973.Amortização Juros Empréstimo ao Fundo da Marinha Mercante.Créditos Contratuais da União . Código Penal. 1932. de 7 de dezembro de 1940. de 13 de junho de 2008.Receita da Dívida Ativa .Arts.291. de 13 de junho de 2008. de 27 de junho de 2001. § único. 6311 . Código do Processo Civil. . Criação Cavalo Nacional (Lei no 7. 83 da Lei no 11. 3640 .Receita da Dívida Ativa .Multa Criminal/Justiça Federal.Receita da Dívida Ativa . de acordo com art.869.Funapol. § 2o da Lei Complementar no 4. 7023 .Contrato Comissão Coord. 39. Amparo legal: .848.Receita da Dívida Ativa . em decorrência de processo judicial de sua competência. 51 do Decreto-Lei no 2.Outras Multas.Receita Dívida Ativa .689. 4533 .697. Código de Processo Penal.Receita da Dívida Ativa .Art.320.Outras. 7064 .pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.Art. para aplicação em iniciativas voltadas à modernização e ao reaparelhamento da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. 5382 . 14. .Proex. 8470 .Art. contado do trânsito em julgado da decisão final da causa.

de 2011. de 3 de janeiro de 2006.Receita da Dívida Ativa Não-Tributária de Outras Receitas. 1932. assim inscrito em razão do não-pagamento da obrigação no transcurso do prazo exigível.00 – Receitas Decorrentes de Aportes Periódicos para Compensações ao RGPS Registra a receita decorrente da compensação devida pela União ao Fundo do Regime Geral da Previdência Social pela renúncia previdenciária decorrente da desoneração da folha de pagamentos.1932. 369 . de 19 de agosto de 2010.01 .00 .684/2003. 1990. ?? Portaria Conjunta STN / SOF nº 2. definido em lei em observância à legislação em vigor.99. no âmbito do Programa de Recuperação Fiscal . criados. mediante criação de conta com título apropriado.RECEITAS DIVERSAS Denominação reservada à classificação de receitas que não se identifiquem com as especificações anteriores.99.Parcelamentos .02 . exceto a decorrente de Parcelamentos . Amparo legal: Arts.REFIS e do Programa Especial de os Parcelamento de Débito .964/2000 e 10.00 . 1940.00. de 2011. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 71.Receita da Dívida Ativa Não-Tributária de Outras Receitas Registra o valor decorrente de parcelamentos da Dívida Ativa Não Tributária de Outras Receitas. de 3 de janeiro de 2006. por meio das Leis n 9. de 30 de julho de 2012. decorrentes da realização de aportes periódicos para a amortização de déficit atuarial desse Regime. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.Receita da Dívida Ativa Não-Tributária de Outras Receitas .Principal Registra o recebimento de crédito de outras receitas constantes do Livro de Inscrição da Dívida Ativa. 1950. 7o a 9o da Lei no 12.546. Destinação legal: Fundo do Regime Geral da Previdência Social.RPPS.00. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 1.546.00. Fato gerador: Compensação da União ao Fundo do Regime Geral da Previdência Social pela renúncia previdenciária decorrente da desoneração da folha de pagamentos. 9o da Lei no 12. em virtude do disposto no inciso IV do art.Receitas Decorrentes de Aportes Periódicos para Amortização de Déficit Atuarial do RPPS Registra as receitas do Regime Próprio de Previdência do Servidor .PAES. respectivamente. com o objetivo de equilibrar o plano de previdência do respectivo ente da Federação.

avaliadores. inciso XXI da Lei Complementar no 80. devido aos integrantes da carreira de Procurador da Fazenda Nacional. pró-labore de peritos técnicos. Destinam-se ao custeio de despesas incorridas pela União.00 . inscrito como Dívida Ativa da União. alterou o Art.02.Imposto sobre a Importação. No caso das Autarquias e Fundações Públicas Federais. custear o pagamento de pró-labore de êxito. contadores. federal ou estadual. publicações. inclusive débitos decorrentes da inscrição em Dívida Ativa. A sentença transitada em julgado condena o vencido a pagar ao vencedor as despesas que antecipou no curso do processo.02. para o custeio das despesas de representação da União em Juízo e junto aos Conselhos de Contribuintes.02 . de 15 de agosto de 2003. Fato gerador: Os atos processuais produzidos ou requeridos no curso do processo judicial.00 . Na cobrança da Dívida Ativa da União. A Lei Complementar no 132.01 . de 7 de outubro de 2009. inclusive multas. à Advocacia Geral da União . a condenação do devedor para o pagamento de honorários de advogado será substituída pela cobrança de encargo. para o custeio das despesas de representação judicial e extrajudicial. à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional . 1990. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. destinando à Defensoria Pública da União . de 11 de janeiro de 1973 (Código de Processo Civil). honorários e outros. Fato gerador: As despesas de representação da União em Juízo e junto aos Conselhos de Contribuintes. Amparo legal: Arts. exceto Banco Central. Destinação legal: No caso de Administração Direta. diligências. Destinação legal: Pagamento de despesas processuais incorridas pela União. emolumentos. o encargo recolhido pelo executado é destinado ao FUNDAF para. entidades da Administração Indireta da União. como taxas. O encargo será reduzido para 10% nos casos em que o débito.1990. entre outros itens.AGU. de 12 de janeiro de 1994. custas.Receitas de Ônus de Sucumbência de Ações Judiciais As receitas recolhidas pela parte vencida nos processos judiciais em que a União figura como parte vencedora.PGFN. inclusive gratificação natalina e adicional de férias referente ao pró-labore. Na cobrança executiva da Dívida Ativa da União.Receita de Parcelamentos .01.Receita de Honorários de Advogados As receitas recolhidas pela parte vencida. 1990. para o ressarcimento das despesas de representação incorridas pela União nos processos judiciais em que figura como vencedora. incidente à taxa de 20% sobre o montante do débito. 20 e 27 da Lei no 5.DPU. monetariamente atualizado e acrescido dos juros de mora. 4o .869. seja pago antes da remessa da respectiva certidão ao competente órgão do Ministério Público. para o devido ajuizamento. 370 .Receita de Parcelamentos .01.Outras Receitas Idêntico ao disposto na natureza 1111.

de 11 de janeiro de 1973 (Código de Processo Civil). monetariamente atualizado e acrescido dos juros de mora. à Advocacia Geral da União para o atendimento de despesas análogas. 20 e 27 da Lei no 5. as verbas de sucumbências decorrentes de sua atuação. de 7 de outubro de 2009.869. ao aparelhamento da DPU e à capacitação profissional de seus membros e servidores (salvo quando a mesma atua contra pessoa jurídica de direito público à qual pertença. exceto Banco Central. A Lei Complementar no 132. As atribuições da DPU estão estabelecidas nos artigos 5º. parágrafo único. de 10 de fevereiro de 1993 (Lei Orgânica da Advocacia Geral da União). recursos estes destinados. alterou o Art. Amparo legal: Arts. art. à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional . inclusive quando devidas por quaisquer entes públicos. de 22 de dezembro de 1988. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. diligências. Destinação legal: No caso de Administração Direta.869. XXI da Lei Complementar no 80. seja pago antes da remessa da respectiva certidão ao competente órgão do Ministério Público. com o pagamento de taxas. inciso XXI da Lei Complementar no 80. publicações. de 10 de fevereiro de 1993 (Lei Orgânica da Advocacia Geral da União). Art. 4o .02.11. de 7 de outubro de 2009). LXXIV e 134 da Constituição Federal de 1988.Receitas de Ônus de Sucumbência As receitas recolhidas pela parte vencida. art.7.as verbas de sucumbências decorrentes de sua atuação. de 22 de agosto de 2002. exclusivamente. emolumentos.10 da Lei n 10.11. destinada ao custeio das despesas incorridas pela União.02 . consoante Súmula 421 do STJ). de 4 de 371 . entidades da Administração Indireta da União. inscrito como Dívida Ativa da União. consoante Súmula 421 do STJ).289. O encargo será reduzido para 10% nos casos em que o débito. inclusive multas. custas. da Lei no 7.480. 3o . 4o . parágrafo único. ao aparelhamento da DPU e à capacitação profissional de seus membros e servidores (salvo quando a mesma atua contra pessoa jurídica de direito público à qual pertença. de 2 de julho de 2002. para o devido ajuizamento. Fato gerador: As despesas incorridas pela União no curso do processo. federal ou estadual. 17 da Lei Complementar no 73. Lei no 9. pró-labore de peritos técnicos. recursos estes destinados. contadores. de 12 de janeiro de 1994. de 22 de dezembro de 1988. relacionados com a execução fiscal e a defesa judicial. Na cobrança executiva da Dívida Ativa da União. 3o .7. serviços de penhora de bens. No caso de Autarquias e Fundações Públicas Federais. Amparo legal: Artigos 20 e 27 da Lei no 5. LXXIV e 134 da Constituição Federal de 1988. a condenação do devedor para o pagamento dessas despesas será substituída pela cobrança de encargo. de 11 de janeiro de 1973 (Código de Processo Civil). avaliadores. exclusivamente.DPU. inclusive quando devidas por quaisquer entes públicos. 1990. Art 17 da Lei Complementar no o 73. remoção e depósito de bens penhorados ou adjudicados. a título de pagamento de despesas processuais nos processos em que a União figura como parte vencedora. da Lei no 7. incidente à taxa de 20% sobre o montante do débito. As atribuições da DPU estão estabelecidas nos artigos 5º. de 12 de janeiro de 1994 (incluído pela Lei Complementar nº 132. destinando à Defensoria Pública da União . Art. e art.PGFN.

455. de 30 de dezembro de 2002. Fato gerador: Prática de infração cuja pena. inciso VII. Decreto Lei no 3.Ministério da e Assistência Social ( art.03. Art. de 11 de janeiro de 1973 (Código de Processo Civil). do real vendedor.411.455. São mercadorias passíveis de apreensão pela Secretaria da Receita Federal. e Lei no 5. art.212. na importação ou na exportação. Amparo legal: Arts.450 de 23 de dezembro de 1985. as consideradas abandonadas pelo decurso do prazo de permanência em recintos alfandegados. 104 e 105 do Decreto-Lei no 37. de 18 de novembro de 1966. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11. art. inclusive a interposição fraudulenta de terceiros. de 7 de abril de 1976.00 . 372 . 27. as trazidas do exterior como bagagem. 59 da Lei no 10.julho de 1996. bens. direitos e valores. que permanecerem nos recintos alfandegados sem que o passageiro inicie a promoção do seu desembaraço. na hipótese de ocultação do sujeito passivo. de 2 de julho de 2002. 23 a 32 do Decreto-Lei no 1. de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal). e as mercadorias estrangeiras ou nacionais.Receita Decorrente de Alienação de Bens Apreendidos Receita gerada pela alienação de mercadorias. inciso II da Lei no 7.235. de 21 de janeiro de 1988. mediante fraude ou simulação. Destinação legal: O produto da pena de perdimento dessas mercadorias tem a seguinte destinação: 60% ao Fundo Nacional de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização . objeto da pena de perdimento em favor da União. seja a perda das coisas apreendidas. da Lei no 8. arts. de 22 de agosto de 2002. Amparo legal: Decreto no 70.212. e art.Receita de Leilões de Mercadorias Aprendidas Fato gerador: Recursos advindos de leilão de mercadorias apreendidas que tenham sido objeto de perdimento em favor da União. 1990. em favor da União. 1o do Decreto-Lei no 2. decretada em sentença condenatória por juiz. de 12 de janeiro de 1994 (incluído pela Lei Complementar nº 132.689. 23 do Decreto-Lei no 1. 10 da Lei no 10. as carregadas ou descarregadas de veículo transportador fora do local habilitado para isso.03. XXI da Lei Complementar no 80. 83. 1990. as importadas ao desamparo de guia de importação ou documento equivalente. de 6 de março de 1972 (Processo Administrativo Fiscal). de 7 de outubro de 2009). art. conforme dispõe o art. de 24 de julho de 1991. de 1991).FUNDAF. 4o .480.637. a fim de que sejam vendidas em leilão público.869.01 . e art. e 40% Fundo Nacional de Assistência Social .FNAS . 27 da Lei no 8. comprador ou de responsáve l pela operação.

409. 27. e Lei no 8. caberá ao Ministério de Ciência e Tecnologia opinar junto à Secretaria da Receita Federal quanto à destinação do material apreendido. de 27 de junho de 2001. as receitas advindas da caução dos bens alienados são transferidas para a União. de 8 de outubro de 1964.805.212.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8.830. e Lei no 11. de 27 de junho de 2001. de 1991). veículos e equipamentos utilizados na extração mineral realizada sem a competente permissão. 588. 27. Podem ser apreendidos. em depósito.03. 373 . de 20 de julho de 1989. apreendidos no curso do processo de julgamento de ato ilícito. Quanto à apreensão de equipamentos utilizados e de materiais científicos coletados por estrangeiros no Brasil. em desacordo com esse Decreto.02 . os produtos minerais. de 1991. 1990. inciso II. Lei no 10. concessão ou licença. de 11 de janeiro de 2002.212. inciso VII. inciso VII.Receita de Alienação de Bens Apreendidos Fato gerador: Recursos advindos de alienações de bens. Amparo legal: Art. 13 do Decreto no 98. art. de 11 de janeiro de 1973 (Código Civil).03. vinculado ao Departamento Nacional da Produção Mineral do Ministério das Minas e Energia. 21 da Lei n 7. Decreto no 98.869. § 9o do art. Destinação legal: No caso de crimes de tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica.343. concessão ou licença.Receita de Alienação de Bens Caucionados Receita proveniente da alienação de bens caucionados. 62.FUNAD. Amparo legal: Lei no 7. por depósito na conta do Fundo Nacional Antidrogas . as máquinas.830. os equipamentos utilizados e os materiais científicos coletados por estrangeiros no Brasil.03 . que tenham sido objeto de perdimento em favor da União. direitos e valores. de 23 de agosto de 2006. 1990. segundo o art. da Lei no 5. Destinação legal: Nos casos de extração mineral realizada sem a competente permissão. da Lei no 8. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 8. ainda.425. em desacordo com a lei. de 15 de janeiro de 1990. segundo o art.805.FNAS . à exceção dos bens e valores associados ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. o produto da venda de bens e valores será recolhido à conta do Fundo Nacional de o Mineração. instituído pela Lei n 4. 40% destinado ao Fundo Nacional de Assistência Social . o São passíveis de apreensão.Ministério da Assistência Social (art.

da Lei 8. Amparo legal: Lei no 8. 27. cheques ou títulos) objeto do crime de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes ou drogas afins. 374 . 1990. com a correspondente declaração da perda dos valores associados em favor da União.357. 1990. Lei no 11.212. vinculadas à Seguridade Social. as receitas advindas de alienações de bens associados a tais crimes. 243. Art. 27 da Lei no 8. 50% para a Seguridade Social.613. de 27 de dezembro de 2001.FUNAD (recolhimento efetuado por meio de GRU). são transferidas para a União.03. Destinação legal: 50% para o Fundo Nacional Antidrogas . Destinação legal: No caso de crimes de tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica.Receita de Valores Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins Registra recursos oriundos do perdimento em favor da União de Valores numerários (como. conforme determina o inciso VI do art. ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 28.* Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.03. sendo 50% do total. de 23 de agosto de 2006.212/1991 e parágrafo único do art. de 22 de agosto de 2002.Receita de Alienação de Bens Apreendidos Associados ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Drogas Afins Recursos advindos da alienação de bens que tenham sido objeto de perdimento em favor da União. 27. de 03 de março de 1998 (Art 7o ).343. associados ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. Lei no 10. Outras Normas Relacionadas: Constituição Federal. Fato gerador: Alienações de bens que tenham sido objeto de perdimento em favor da União. de 13 de setembro de 2006. Lei no 9. de 24 de julho de 1991. de 24 de julho de 1991. associados ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins.05 .04 . conforme inciso VI do art. moeda. Parágrafo Único. Fato gerador: Sentença penal condenatória transitada em julgado. inclusive as glebas de qua lquer região do país onde forem localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas. inciso VI. art. por depósito na conta do Fundo Nacional Antidrogas FUNAD.212. por exemplo. 243 da CF.

737. direitos e valores perdidos em favor da União. 56. industriais e Caixas Econômicas. e. art. 60. No caso de reversão de garantias em favor da União. de dezembro de 1979. caput e inciso I.714.212/1991. e Constituição Federal art.Produto de Depósitos Abandonados (Dinheiro e/ou Objetos de Valor) Receita originária da extinção de contratos de depósito regular e voluntário de bens de qualquer espécie por decurso de prazo. são considerados abandonados os bens não-reclamados pelos seus proprietários no prazo de 5 anos após o fim do contrato. 62. 375 .Amparo legal: Lei nº 7. *Natureza criada pela Portaria SOF nº 90.00 . nos casos relacionados aos contratos administrativos.313. o produto de sua arrecadação é destinado ao Fundo Penitenciário . art. de 21 de junho de 1993.§ 3o do art. inciso I. salvo legislação especial. direitos e valores objeto de pena de perdimento em favor da União.343/2006.FUNPEN.613/1998. 7º. inciso VI. 1990. § 3º e 4º. .00 . e Decreto no 40. da Lei no 8. 27.395. . 45. de 3 de setembro de 1954. art. como nos casos de alienação de bens. comerciais. 243. Lei nº 9. Aplicam-se essas disposições aos créditos resultantes de contratos de qualquer natureza em poder de estabelecimentos bancários. inciso VI. Amparo legal: Lei no 2. nos casos de reversão de depósitos de garantias ou outros semelhantes em favor da União.05. a destinação será para a Unidade Orçamentária depositária da garantia. de 30 de julho de 2010. Lei nº 9. direitos e valo res. Destinação Legal: Os bens são incorporados ao patrimônio nacional.04.Arts. art. Fato gerador: Prática de atos que resultem em incorporação ou reversão de bens. não movimentados ou reclamados durante 25 anos. Lei nº 11. Fato gerador: Extintos os contratos de depósito regular e voluntário de bens de qualquer espécie. Amparo legal: . 1º. 63 e § 1º. caput. 1990. objeto da pena de perdimento em favor da União.Art. ainda.Receita de Bens e Valores Perdidos em Favor da União Registra a receita gerada pela incorporação de valores perdidos em favor da União. Destinação Legal: Quando relacionado à alienação de bens. 1o e 7o do Decreto-Lei no 1. art 2º. art. de 21 de novembro de 1956.560/1986.666. da Lei no 9. art.

Destinação Legal: Fundo Penitenciário . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 9. de 15 de dezembro de 2006. 1990. .05.05.454.06. 1990. Amparo legal: . de 9 de fevereiro de 2012.Arts.00 . de 9 de fevereiro de 2012.Art. 376 . Amparo legal: § 3o do art. nos casos relacionados a contratos administrativos.Receita Decorrente da Não-Aplicação de Incentivos Fiscais em Projetos Culturais e pela Indústria Cinematográfica Fato gerador: Abatimento de Imposto de Renda devido.Receita de Reversão de Garantias em Favor da União Registra a receita gerada pela incorporação de valores perdidos em favor da União. 56. direitos e valores. Destinação Legal: Ao órgão contratante ou à União. para aplicação em projetos culturais e de fomento à produção. objeto da pena de perdimento em favor da União. e o alterada pela Portaria SOF n 9.FUNPEN. decretada em sentença condenatória por juiz. de 13 de maio de 2002. produção de obras audiovisuais e cinematográficas brasileiras no devido prazo legal. seja o confisco ou a alienação dos bens e valores perdidos. distribuição e exibição de obras cinematográficas e videofonográficas de produção independente. Fato gerador: Prática de atos que resultem em incorporação ou reversão de bens. 1990. 1o e 7o do Decreto-Lei no 1. Destinação legal: Às unidades orçamentárias do Ministério da Cultura. da Lei no 8. da Lei no 9. não aplicado no desenvolvimento de projetos culturais.737. de dezembro de 1979.o * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF n 49. direitos e valores colocados em garantia em favor da União. em favor da União. de 9 de fevereiro de 2012. Amparo legal: Lei no 10.20 .666. 45.714 * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 9. de 21 de junho de 1993.10 . relacionados a contratos administrativos. Fato gerador: Prática de infração cuja pena. quando nos casos de reversão de depósito de garantias. ou outros assemelhados.Receita de Bens e Valores Alienados em Favor da União Registra a receita gerada pela alienação de bens. salvo legislação especial.

devido pela entidade contratante. e Lei no 10. e suas alterações. Fato gerador: Doações. pelas de administração do desporto ou pelos órgãos da Justiça Desportiva. 1990.FAAP.833.Demais Receitas para o Desenvolvimento do Desporto Receitas oriundas de doações. de 30 de março de 1995). * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 59. Destinação legal: As doações. as demais receitas serão destinadas à Federação das Associações de Atletas Profissionais . e Lei no 7. e outros. de 14 de novembro de 2008. Amparo legal: Lei no 9. Destinação legal: As receitas são destinadas ao Ministério do Desenvolvimento. contratação de atleta profissional pertencente ao Sistema Brasileiro do Desporto.019.505. de 24 de agosto de 2001. pago pelo atleta. legados e patrocínios. nos casos de transferências nacionais e internacionais. 1% da arrecadação proveniente das competições organizadas pelas entidades nacionais de administração do desporto profissional. penalidades disciplinares pecuniárias aplicadas aos atletas profissionais pelas entidades de prática desportiva. Amparo legal: 377 . cobrada mediante a aplicação de percentual da margem de “dumping” ou do montante de subsídios suficiente para sanar dano ou ameaça de dano à indústria doméstica brasileira. nos casos de transferências nacionais e internacionais. de 30 de março de 1995.CAMEX (Parágrafo Único. penalidades disciplinares pecuniárias aplicadas aos atletas profissionais pelas entidades de prática desportiva.07. de 1% do contrato do atleta profissional pertencente ao Sistema Brasileiro do Desporto. e outras fontes. de 29 de dezembro de 2003.158. infrações penais.Receita dos Direitos “Antidumping” e dos Direitos Compensatórios Receita decorrente da imposição de direitos “antidumping” e de direitos compensatórios. para aplicação na área de comércio exterior.00 . 1990.313.685.INDESP. pelas de administração do desporto ou pelos órgãos da Justiça Desportiva.00 . Art. 1% do valor da cláusula penal. legados e patrocínios são destinados ao Instituto Nacional do Desenvolvimento do Desporto . 10 da Lei n 9. realização de competições organizadas pelas entidades nacionais de administração do desporto profissional. legados e patrocínios.Lei no 8. conforme diretrizes estabelecidas pela o Câmara de Comércio Exterior .019.08. Medida Provisória no 2. de 20 de julho de 1993. de 2 de julho de 1986. de 23 de dezembro de 1991. Indústria e Comércio Exterior. Fato gerador: Apuração de prática de “dumping” ou de subsídios associada à existência de dano ou ameaça de dano à indústria doméstica. Lei no 8.

270.16.270/10. e parágrafo único do art. 50% são destinados ao Tesouro Nacional e 50% à companhia seguradora (não constituindo receita pública). de 24 de julho de 1991. nos termos do parágrafo único do art.DPVAT . Fato gerador: Pagamento do Seguro Obrigatório – DPVAT.MDIC. de acordo com o § 11 do art. de 14 de julho de 2000. Amparo legal: Parágrafo único do art.00 . *Natureza criada pela Portaria SOF nº 163.212.Receita de Participação do Seguro . Do valor bruto arrecadado pela rede bancária. 27 da Lei no 8. 78 da Lei no 9.Sistema Nacional de Trânsito A receita proveniente do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre . alterado pela Lei no 9.10.503. 1990. 7o da Lei no 12. de 30 de dezembro de 1994. 27 da Lei no 8. conforme diretrizes da CAMEX. a partir de 1o de janeiro de 1996.981. observado o limite de 3% da receita anual do concessionário. e . 57 da Lei no 9. decorrente do descumprimento de obrigações do Acordo Constitutivo da Organização Mundial do Comércio. nos termos do parágrafo único do art. fixada em 2.355. 7o .16 de dezembro de 2010.Receita Decorrente de Medidas de Suspensão de Concessões dos Direitos de Propriedade Intelectual. 1990. de 24 de março de 1998.Decreto no 1. 78 da Lei no 9. Indústria e Comércio Exterior . Registra os recursos decorrentes das medidas de suspensão de concessões dos direitos de propriedade inteletual. Destinação legal: Dos recursos do Tesouro. de 24 de junho de 2010.00 . Destinação legal: 100% ao Ministério do Desenvolvimento.5%. 378 .DPVAT. e 10% em favor do Departamento Nacional de Trânsito (integrante do Ministério das Cidades). incidente sobre os investimentos dos concessionários do serviço público de energia elétrica. devido por proprietários de veículos automotivos. de 1997. para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidente de trânsito. Amparo legal: . para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito.212.Reserva Global de Reversão A receita de quota anual de reversão.18.00 . art.503. Fato gerador: A suspensão de concessões dos direitos de propriedade intelectual. 1990. de 23 de setembro de 1997. 90% são creditados diretamente em benefício do Fundo Nacional de Saúde.615.Lei no 12. § 11.Art. para aplicação em ações de comércio exterior. de 1991.

4o da Lei no 5.631. Amparo legal: Art. de 22 de agosto de 2002.20. art.512. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 11.19. 9o da Lei no 8.Presidentes de Juntas de Conciliação e Julgamento e os Juízes do Trabalho-Substitutos. em cada uma das Forças Armadas. o Procurador-Geral do Tribunal de Contas da União.00 . de 18 de março de 1993. os Juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho. 13 do Decreto no 92. . de 4 de março de 1993.ELETROBRÁS. como contribuintes facultativos: os Ministros do Supremo Tribunal Federal.A. no mesmo Estado. A Lei autorizava inscrever-se no Montepio Civil da União.655. e Decreto no 774.Recolhimento do Beneficiário ao Fundo de Saúde Militar A receita de contribuições obrigatórias dos pensionistas dos militares. concessão de financiamento às empresas concessionárias. expansão e melhoria dos serviços públicos de energia elétrica. os Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e os Juízes de Direito. de 20 de maio de 1971. Fato gerador: Pensão dos beneficiários. 1990. do Tribunal Superior do Trabalho e do Tribunal de Contas da União. para a constituição e manutenção dos Fundos de Saúde de cada Força Armada. 1990. Amparo legal: Art. encampação. 379 . os Desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e os Juízes de Direito do Distrito Federal. do Tribunal Federal de Recursos.Fato gerador: Investimentos de empresa concessionária de serviço público de energia elétrica.Contribuição Voluntária . hidrometeorologia. condições de atendimento e indenizações para a assistência médico-hospitalar ao militar e seus dependentes. operação de rede hidrometeorológica nacional e fiscalização das concessões de energia elétrica. para cobrir parte das despesas com a assistência médico-hospitalar dos beneficiários.DNAEE. as quais destinarão os recursos da Reserva Global de Reversão à reversão.00 . os Juízes . ao financiamento de programas de eletrificação rural. ambos de investidura federal. para expansão e melhoria dos serviços públicos de energia elétrica e para reativação do programa de conservação de energia elétrica. Destinação legal: Constituição de Fundos de Saúde. de 2 de abril de 1986. ao Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica . que estabelece normas. para custear seus dispêndios com projetos e atividades relativos a hidrologia. Destinação legal: Às Centrais Elétricas Brasileiras S.Montepio Civil Fato gerador: Contribuição facultativa de alguns servidores públicos civis objetivando o pagamento de pensão aos seus dependentes. os Juízes Federais.

de 22 de dezembro de 1956.00 .Recolhimento e Transferência de Depósitos Judiciais e Extrajudiciais Receita decorrente dos depósitos judiciais e extrajudiciais. Pagamento do prêmio de Seguros é o valor constante no contrato de seguro que atribui ao segurado a obrigação de pagar prestações de forma anual ou mensal.sinistro .25. Inciso II).137. e Lei no 6. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 48. medida de salvaguarda destinada a proteger a produção nacional. de 21 de agosto de 1978. inclusive seus acessórios. de 10 de setembro de 2009. de valores referentes a tributos e contribuições federais. 1990. Lei no 4.Código Civil (Arts.058. reparação ou reposição do bem objeto do contrato. 1990. em dinheiro. Indústria e Comércio Exterior.488. Sua destinação.a seguradora cubra os eventuais prejuízos abarcados pelo contrato de seguro vigente.936. Decorrentes de contratos junto a entidades legalmente constituídas como seguradoras. por meio da imposição de quotas quantitativas definidas em leilão.Receita de Seguros decorrente da Indenização por Sinistro Receita proveniente da ocorrência de sinistro nas operações de seguros com o objetivo de garantir interesse legítimo do segurado. e alterações. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 13. contra riscos predeterminados. deve ser aplicada na restituição.554. 1990.477.00 . Amparo legal: Lei no 10. incidente sobre os vencimentos e acréscimos percebidos mensalmente pelo servidor. de 28 de abril de 2005. de 11 de maio de 1995 (Art. resguardar. administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil do Ministério da Fazenda recolhidos nas instituições 380 . de 10 de janeiro de 2002 . Amparo legal: Decreto no 5. nas quais o poder público figure como segurado. 757 a 802). preservar o bem público).Receita de Leilão de Cotas de Importação Receita decorrente da realização de leilão de cotas de importação. Lei no 3. para que na ocorrência do evento causador do dano . Tal receita destina-se ao Ministério do Desenvolvimento. contratual e interpartes (originada no esforço da própria entidade em manter. de 19 de maio de 2008.A alíquota da contribuição é de 4%. Amparo legal: Decreto no 1.24. relativo a pessoa ou a coisa. conforme disposto no instrumento particular acordado.21.00 . * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 9. de 12 de novembro de 1964.406. Destinação legal: Trata-se de receita própria resultante de operação de natureza bilateral. 8o . a princípio. com as alterações do Decreto nº 1. de 5 de janeiro de 1927. de 20 de junho de 1996. Destinação legal: Pagamento de pensão aos dependentes do contribuinte falecido.

de 17 de novembro de 1998. O referido ingresso inclusive abrange os débitos provenientes de tributos e contribuições inscritos em Dívida Ativa da União. comitê financeiro ou candidato. conforme o § 2o do art. Os recursos legalmente vinculados a finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. porém com todos os frutos e acrescidos. de 2010. 15 da Resolução TSE no 23. 1990. de 17 de novembro de 1998.26. de 13 de novembro de 2009.Recursos Decorrentes da Pre stação de Contas de Campanha Eleitoral Registra recursos.00 . bem como todos aqueles efetuados antes de 1º de dezembro de 1998. 1990. o depositário.Medida Provisória nº 468..217 de 2010 (recolhimento efetuado por meio de Guia de Recolhimento à União . em dinheiro ou estimáveis em dinheiro . ?? Natureza de Receita criada pela Portaria SOF nº 68. Destinação legal: o 100% para o Tesouro Nacional. art. de 31 de agosto de 2009.504/2007. 15 da Resolução no 23. discriminadas pelo ar.26.217.01 . Fato Gerador: Decisão definitiva que julgar prestação de contas de campanha eleitoral que haja recebido recursos cuja origem advenha de fontes vedadas.217. de 2010.d a Lei no 9. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 90. Diz a regra do artigo 139 do Código de Processo Civil que são auxiliares do juiz.” Amparo legal: . 24 e 105 e Resolução TSE no 23.217/2010: art. Amparo legal: -Lei no 9.057. ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. 24.Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral Fontes Vedadas Registra recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro . do art. Dispõe o parágrafo único do artigo 8º da LRF “Parágrafo único. entre outros. conforme reza o Código Civil.recebidos por partido político. Fato gerador: Depósitos judiciais e extrajudiciais de tributos e contribuições federais realizados em desacordo com a Lei no 9. bem como os efetuados antes de 1º de dezembro de 1998.recebidos por partido político. cuja origem advenha de fontes vedadas. Destinação legal: Não houve uma destinação legal específica para esses recursos.inclusive na forma de publicidade de qualquer espécie .inclusive na forma de publicidade de qualquer espécie . Amparo legal: 381 .Decreto-Lei nº 3.GRU). de 1997 e pelo art. conforme § 2o . incluído pela Lei no 9.504.703.financeiras. . de 30 de julho de 2010. comitê financeiro ou candidato. Esses recursos serão recolhidos na Conta Única do Tesouro Nacional.703. O depositário tem obrigação de devolver a coisa. 15 da Resolução TSE n 23. 15 e 24.

de 19 de janeiro de 2011. 47 da Lei no 12. Fato Gerador: 382 . de 19 de setembro de 1995. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 90. 13 da Resolução TSE n 23. de acordo com o art. Destinação legal: 100% para o Fundo de Assistência Financeira aos Partidos Políticos..Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral Sobras de Campanha Plebiscitária Recolhimento dos valores apurados como sobras de campanha plebiscitária.27. §§ 1o e 2o .348. 24 da Resolução TSE no 23. de 2010. do meio ambiente e de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. que dispõe sobre a arrecadação e a aplicação de recursos e sobre a prestação de contas nos plebiscitos do Estado do Pará. art.217. 13. Amparo legal: . 24 e 105 e Resolução TSE no 23. de 18 de agosto de 2011. 38.217 de 2010 (recolhimento efetuado por meio de Guia de Recolhimento à União . definidas como sendo a diferença positiva. por exemplo.348 de 2011 TSE. 1990. caput. entre os recursos arrecadados e os gastos realizados em uma campanha plebiscitária.GRU).504/2007. mediante aplicação em programas e projetos voltados ao desenvolvimento social e regional. combate à pobreza e ao desenvolvimento da educação.348. comitê financeiro ou candidato. conforme o estabelece. art. 15. art.03 . conforme §§ 1o e 2o do art. 24 .217/2010: art.00 .Lei no 9. da cultura. * Natureza de Receita criada pela Portaria SOF no 2.351. .02 . em dinheiro ou estimável em dinheiro.Resolução TSE no 23.Recursos Decorrentes da Prestação de Contas de Campanha Eleitoral Fontes