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PORTARIA CAT Nº 17 de 05-03-99 (DOE de 06-03-99) Com as alterações das PORTARIAS CAT: 63/99 88/2000 47/2001 106/2003 99/2005 Vide também

: disposições do art. 4º da Portaria CAT 47/2001 Estabelece disciplina para o complemento e o ressarcimento do imposto retido por sujeição passiva por substituição e dispõe sobre procedimentos correlatos O COORDENADOR DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA, objetivando disciplinar o complemento e o ressarcimento do imposto retido por sujeição passiva por substituição, previstos nos artigos 244, 248 e 249 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n.º 33.118/91, com a redação dada pelo Decreto n.º43.853/99 , bem como, dispor sobre procedimentos correlatos, expede a seguinte portaria: CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO DO VALOR DA BASE DE CÁLCULO DA RETENÇÃO DO IMPOSTO Artigo 1º - O contribuinte substituído poderá identificar o valor da base de cálculo da retenção de mercadoria saída e apurar o valor do imposto a ser complementado, nos termos do artigo 244 do Regulamento do ICMS, ou do imposto a ser ressarcido, nos ter mos do artigo 248 do referido Regulamento, observada a disciplina regulamentar inerente e o disposto nesta Portaria, mediante a adoção do Método Permanente ou do Método Anual. § 1º - O Método Permanente será adotado: 1 - por contribuinte substituído que tenha auferido durante o exercício imediatamente anterior receita bruta superior a R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais), assim considerada o somatório da receita de todos os estabelecimentos sediados neste Estado; 2 - por contribuinte substituído que pratique operações com veículo novo ou com veículo novo de duas rodas motorizado, enquadradas no regime de sujeição passiva por substituição; 3 - por contribuinte substituído intermediário, assim considerado aquele que preponderantemente realizar operações destinadas a comercialização subseqüente, com mercadoria recebida com imposto retido; 4 - para efeito de ressarcimento do imposto retido nas hipóteses previstas nos incisos II, III e IV do artigo 248 do Regulamento do ICMS; 5 - quando exigido pelo fisco ou quando o contribuinte substituído for submetido a regime especial de ofício, nos termos do artigo 553 do Regulamento do ICMS; 6 - por opção do contribuinte substituído, sempre que pretender ressarcir-se do imposto retido no próprio período de apuração do imposto a que estiver submetido, no qual tenha ocorrido a hipótese prevista no inciso I do artigo 248 do Regulamento do ICMS. 7 - por contribuinte substituído relativamente a operações com combustível líqüido ou gasoso ou lubrificante, derivados de petróleo, bem como álcool hidratado carburante, enquadradas no regime de sujeição passiva por substituição, ressalvado o disposto no artigo 2º. (Acrescentado o item 7 pelo inciso I do art. 2° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000; DOE 21-11-2000; Retif, DOE 28-11-2000; efeitos a partir de 1° de janeiro de 2001) *************************** Portaria CAT 88/2000: ................. Artigo 3º - O estabelecimento de contribuinte substituído a que se refere o item 7 do § 1º do artigo 1º da Portaria CAT-17, de 5 de março de 1999, na redação dada por esta portaria, deverá adotar a providência prevista no artigo 15 da referida portaria , relativamente ao

estoque das mercadorias recebidas com imposto retido, existente no dia 31 de dezembro de 2000. ***************************** *************************** Parágrafo único do Artigo 3º da Portaria CAT 47/2001: .................. Parágrafo único - As disposições constantes no item 7 do § 1º do artigo 1º e no item 1 do § 10 do artigo 4º da Portaria CAT-17 de 5 de março de 1999, na redação dada pela Portaria CAT-88 de 20 de novembro de 2000, no que se refere a estabelecimento distribuidor de gás liqüefeito de petróleo - GLP, como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo -ANP, localizado neste Estado, produzirão efeitos a partir de 1º de julho de 2001. ******************************* § 2º - O Método Anual será adotado nas hipóteses não previstas no parágrafo anterior. .................................................... CAPÍTULO II DO MÉTODO PERMANENTE SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES COMUNS Artigo 3º - O contribuinte substituído enquadrado no método permanente identificará o valor da base de cálculo da retenção de mercadoria saída e apurará o valor de imposto a ser complementado ou do imposto a ser ressarcido, mediante o cumprimento dos pro cedimentos estabelecidos neste Capítulo. § 1º - Será adotado controle de estoque para as mercadorias enquadradas na sujeição passiva por substituição, registrando-se a movimentação quantitativa das entradas, saídas e saldos, avaliadas pela base de cálculo da retenção correspondente e com identi ficação do valor de confronto para apuração do imposto a ser complementado ou a ser ressarcido, de acordo com o disposto na seção II. § 2º - Deverá ser elaborado demonstrativo no livro Registro de Saídas, após o fechamento dos registros do período de apuração, sob o título Método Permanente - Apuração do Imposto a ser Complementado ou a ser Ressarcido, obedecendo ao modelo 1 anexo a esta portaria, que conterá: 1 - sob o título Apuração da Base de Cálculo da Retenção, o montante correspondente ao período de apuração, calculado pela soma dos respectivos valores extraídos das colunas próprias do controle de estoque previsto no parágrafo anterior, de acordo com a alíquota interna a que estiverem submetidas as mercadorias, sob as denominações: a) Base de Cálculo da Retenção nas Saídas a Consumidor ou Usuário Final (extraída da coluna 10 do controle de estoque); b) Base de Cálculo da Retenção nas Baixas de Estoque pela não Ocorrência do Fato Gerador Presumido (extraída da coluna 11 do controle de estoque); c) Base de Cálculo da Retenção nas Saídas com Isenção ou Não Incidência (extraída da coluna 12 do controle de estoque); d) Base de Cálculo da Retenção nas Saídas para Outro Estado (extraída da coluna 13 do controle de estoque); e) Total da Base de Cálculo da Retenção nos Eventos Ensejadores de Complementação ou Ressarcimento, para a soma dos valores correspondentes às alíneas anteriores;

2 - sob o título Apuração do Valor de Confronto, o montante correspondente ao período de apuração, calculado pela soma dos respectivos valores extraídos das colunas próprias do controle de estoque previsto no parágrafo anterior, de acordo com a alíquot a interna a que estiverem submetidas as mercadorias, sob as denominações: a) Base de Cálculo Efetiva nas Saídas Destinadas a Consumidor ou Usuário Final (extraída da coluna 15 do controle de estoque); b) Base de Cálculo Efetiva das Entradas, nas demais hipóteses (extraída da coluna 16 do controle de estoque); c) Total da Base de Cálculo Efetiva nos Eventos Ensejadores de Complementação ou Ressarcimento, para a soma dos valores correspondentes às alíneas anteriores; 3 - sob o título Apuração do Imposto a ser Complementado ou a ser Ressarcido, as seguintes informações, de acordo com a alíquota interna a que estiverem submetidas as mercadorias, sob as denominações: a) Diferença da Base de Cálculo do Imposto a ser Complementado ou Diferença da Base de Cálculo do Imposto a ser Ressarcido, conforme o caso, a diferença entre os valores a que se referem a alínea e do item 1 e a alínea c do item 2; b) Valor do Imposto a ser Complementado ou Valor do Imposto a ser Ressarcido, conforme o caso, calculado mediante a aplicação da alíquota pertinente sobre a diferença referida na alínea anterior; 4 - sob os títulos Saldo do Imposto a ser Complementado ou Saldo do Imposto a ser Ressarcido, conforme o caso, a diferença entre os totais dos valores previstos na alínea b do item anterior. § 3º - O controle de estoque previsto no § 1º, relativo a veículo motorizado novo, inclusive o de duas rodas, enquadrado na sujeição passiva por substituição, será realizado em mapa específico, observado o disposto na seção III. § 4º - Na situação referida no parágrafo anterior, o demonstrativo previsto no § 2º obedecerá ao modelo 2 anexo a esta portaria, sob o título Método Permanente - Apuração do Imposto a ser Complementado ou a ser Ressarcido em Operações com Veículos e Mot os, que conterá, em função da alíquota interna a que estiverem submetidas as mercadorias, os valores extraídos do campo Apuração de Saldos do controle de estoque (campos 21 a 23), sob as denominações: 1 - Diferença da Base de Cálculo do Imposto a ser Complementado (extraída do campo 21 do controle de estoque); 2 - Diferença da Base de Cálculo do Imposto a ser Ressarcido (extraída do campo 22 do controle de estoque); 3 - Diferença da Base de Cálculo do Imposto a ser Compensado (extraída do campo 23 do controle de estoque); 4 - Valor do Imposto a ser Complementado, calculado sobre a diferença referida no item 1; 5 - Valor do Imposto a ser Ressarcido, calculado sobre a diferença referida no item 2; 6 - Valor do Imposto a ser Compensado, calculado sobre a diferença referida no item 3; 7 - Saldo do Imposto a ser Complementado, a importância, se positiva, resultante do confronto entre o total do Valor do Imposto a ser Complementado (item 4) deduzido dos totais do Valor do Imposto a ser Ressarcido (item 5) e do Valor do Imposto a ser Compensado (item 6); 8 - Saldo do Imposto a ser Ressarcido, a importância, se positiva, resultante do confronto entre o total do Valor do Imposto a ser Ressarcido (item 5) deduzido do total do Valor do Imposto a ser Complementado (item 4);

9 - Saldo do Imposto a ser Compensado, a importância, se positiva, resultante do confronto entre o total do Valor do Imposto a ser Compensado (item 6) adicionado ao total do Valor do Imposto a ser Ressarcido (item 5), deduzido do total do Valor do Imposto a ser Complementado (item 4) e do valor calculado nos termos do item anterior (8). SEÇÃO II DO CONTROLE DE ESTOQUE Artigo 4º - O controle de estoque previsto no § 1º do artigo anterior, obedecerá ao modelo 3 anexo a esta portaria, denominado Controle de Estoque - Mercadorias Enquadradas na Substituição Tributária, observando-se as seguintes disposições: I - na parte superior, será identificado o contribuinte titular do estabelecimento, bem como o mês e ano de referência, a mercadoria, sua unidade e a alíquota interna a que estiver submetida; II - na primeira coluna (1), será indicada, conforme o caso, a data da entrada ou da saída da mercadoria ou, ainda, de outro evento; III - as colunas sob o título Entradas (2 a 5) destinam-se ao registro do número e, se adotada, da série da nota fiscal que acobertou a operação, bem como da quantidade entrada no estabelecimento e o valor total da base de cálculo da retenção correspon dente; IV - as colunas sob o título Saídas (6 a 16) destinam-se, respectivamente, ao registro: a) do número e, se adotada, da série da nota fiscal que acobertou a operação (6 e 7); b) da quantidade da mercadoria envolvida na operação ou outro evento (8); c) do valor unitário da base de cálculo da retenção (9), que corresponderá ao lançado na linha imediatamente anterior, sob o mesmo título, das colunas de Saldos (18); d) do valor total da base de cálculo da retenção (10 a 14), resultante da multiplicação da quantidade (8) pelo valor unitário (9), a que se referem as alíneas b e c, que será lançado, conforme o caso, exclusivamente na coluna representativa da operaç ão ou evento, permanecendo em branco as demais; e) do valor de confronto para apuração da diferença suscetível de complementação ou ressarcimento (15 e 16), nos termos dos artigos 244 e 248 do Regulamento do ICMS, observado o disposto no § 1º; V - as colunas sob o título Saldos (17 a 19) destinam-se, respectivamente, ao registro: a) da quantidade remanescente em estoque (17), que corresponderá à lançada como saldo na linha imediatamente anterior acrescida da quantidade entrada (4) ou deduzida da quantidade saída (8), conforme o caso; b) do valor unitário da base de cálculo da retenção da mercadoria remanescente em estoque (18), resultante da divisão do valor referido na alínea c (19) pela quantidade mencionada na alínea a (17); c) do valor total da base de cálculo da retenção da mercadoria remanescente em estoque (19), que corresponderá ao lançado como saldo na linha imediatamente anterior, acrescido do valor total da base de cálculo da retenção da entrada (5) ou deduzido do valor total da base de cálculo da retenção da saída (10 a 14), conforme o caso. § 1º - O valor de confronto previsto na alínea e do inciso IV (colunas 15 e 16) será registrado, conforme o caso, como segue: 1 - na coluna Base de Cálculo Efetiva na Saída a Consumidor ou Usuário Final (15), o valor da correspondente operação de saída: a) realizada com consumidor ou usuário final;

será individualizado em relação a cada espécie. saídas e outros eventos.O valor da base de cálculo efetiva da entrada (coluna 16). quando não tiver que ser utilizada pelo contribuinte. será indicado o algarismo zero.terá o valor unitário a ser indicado na coluna relativa aos Saldos (18) obtido mediante aplicação de média ponderada móvel. tipo. forma de apresentação.b) na hipótese em que a parcela do imposto retido a ser ressarcido corresponder à saída subseqüente amparada por isenção ou não incidência. será obtido no documento fiscal correspondente à entrada ou. observado o disposto no § 5º.será escriturado segundo a ordem cronológica das entradas. encerrando-se. caso estivesse submetida ao regime comum de tributação. se o contribuinte a este não estiver obrigado. com utilização de linha própria para cada situação. marca ou outra especificação da mercadoria.poderá. em função da natureza das operações. 4 . suficientes para comportar a quantidade envolvida. mediante a inclusão dos dados previstos nesta portaria. 7 .terá escrituração individualizada por evento. toda a quantidade de mercadoria correspondente. nos termos do § 2º do artigo 253 do Regulamento do ICMS. por equipamento. 2 . .será escriturado mediante utilização de sistema eletrônico de processamento de dados. o valor da base de cálculo da operação própria do sujeito passivo por substituição do qual a mercadoria tenha sido recebida diretamente ou o valor da base de cálculo que seria atribuída à operação própria do contribuinte substituído do qual a mercadoria tenha sido recebida. 2 . 2 . § 4º . 3 . na impossibilidade de sua identificação.nos documentos fiscais relativos às entradas mais recentes.na coluna relativa à série (7). nos termos da alínea b do item 2 do § 4º do artigo 248 do Regulamento do ICMS. § 2º .terá seu saldo inicial registrado na primeira linha (colunas 17 a 19).poderá ter excluída uma ou mais colunas sob o título Saídas (10 a 16).As saídas documentadas por cupom fiscal ocorridas num mesmo dia poderão ser objeto de lançamentos que englobem. 8 .O controle de estoque previsto neste artigo: 1 . § 3º . 5 . com manutenção do correspondente arquivo magnético. nos termos do artigo 13.Os valores relativos às operações de devolução ou retorno de mercadoria serão objeto de lançamento dedutivo nas mesmas colunas anteriormente utilizadas para o lançamento da operação originária. de modo a anular os seus efeitos.na coluna relativa ao número do documento fiscal (6). 6 .A coluna denominada Saída para Comercialização Subseqüente (14) destina-se: 1 . ao final de cada período de apuração do imposto. com escrituração de somatório nas colunas apropriadas. sem prejuízo da manutenção dos da dos individualizados. 2 . § 5º . observadas as seguintes formalidades na escrituração do controle de estoque correspondente: 1 . ressalvado o disposto no § 4º. do livro Registro de Inventário. extraído do controle do período imediatamente anterior ou. modelo. ser adaptado ao seu controle comum de estoque.na coluna Base de Cálculo Efetiva da Entrada nas Demais Hipóteses (16). 2 . pela ordem: 1 .ao registro da baixa de estoque.no controle comum de estoque. será indicado o número do equipamento emissor de cupom fiscal (ECF). por opção do contribuinte. se mantido pelo contribuinte para identificação do custo da mercadoria saída.à identificação do valor a ser informado no documento fiscal de saída. § 6º . como exigido pela legislação pertinente.

DOE 21-11-2000. caso a nota fiscal que acobertar a entrada registrar operações com mais de uma mercadoria.ANP. em território paulista. emitida para acompanhar a mercadoria no seu transporte. na qual será registrado o mesmo valor constante na coluna relativa ao valor total da base de cálculo da retenção (coluna 13) (Redação dada ao .. § 9º ... o valor da base de cá lculo da retenção correspondente.GLP. sem destinatário certo...sendo o remetente distribuidor de combustível. com destino a contribuinte situado em outro Estado. no que se refere a estabelecimento distribuidor de gás liqüefeito de petróleo .as notas fiscais emitidas por ocasião das entregas serão lançadas no controle de estoque. esteja obrigado ao controle de estoque de que trata este artigo. na qual será registrado o mesmo valor constante na coluna relativa ao valor total da base de cálculo da retenção (coluna 13) (Redação dada ao item 1 pelo inciso II do art. 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. sem prejuízo do cumprimento das disposições desta portaria.. nos termos deste artigo.O contribuinte que tenha recebido mercadoria diretamente de outro Estado. no campo Informações Complementares do documento fiscal.. o pagamento do imposto incidente na própria operação de saída e nas subseqüentes e que. recebido com imposto retido. efeitos a partir de 1° de janeiro de 2001) ******************************* Parágrafo único do Artigo 3º da Portaria CAT 47/2001: .sendo o remetente distribuidor de combustível. 2 .Tratando-se de contribuinte substituído que realizar operações fora do estabelecimento. como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo . sem prejuízo da escrituração nos livros fiscais ali prevista: 1 . § 10 .O contribuinte substituído que promover saída de combustível líqüido ou gasoso ou lubrificante. bem como. como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo -ANP.. para fins do lançamento previsto no inciso III. aplicar-se-á a disciplina específica. observado o disposto no artigo 12. ******************************* 1 . relativamente a cada item.sendo o remetente transportador revendedor retalhista (TRR)... nele também deverá escriturar aquela operação de entrada. 2 . adotará os seguintes procedimentos: 1 . exceto quanto ao lançamento na coluna relativa ao valor de confronto a que se refere o item 2 do § 1º (coluna 16). o contribuinte destinatário poderá exigir que o remetente identifique.. derivado de petróleo. em razão de sua con dição de contribuinte substituído. sem prejuízo do cumprimento das disposições desta portaria. quando da entrada da mercadoria. utilizando a base de cálculo da retenção pertinente...As disposições constantes no item 7 do § 1º do artigo 1º e no item 1 do § 10 do artigo 4º da Portaria CAT-17 de 5 de março de 1999.§ 7º .. Retif. aplicar-se-á a disciplina específica relativa ao ressarcimento prevista na legislação. como tal definido e autorizado porórgão federal competente aplicar-se-á a disciplina específica relativa ao ressarcimento prevista na legislação. deverão ser adotados os seguintes procedimentos. localizado neste Estado. produzirão efeitos a partir de 1º de julho de 2001. exceto quanto ao lançamento na coluna relativa ao valor de confronto a que se refere o item 2 do § 1º (coluna 16). nos termos do artigo 264 do Regulamento do ICMS. DOE 28-11-2000..Para os fins previstos neste artigo. na redação dada pela Portaria CAT-88 de 20 de novembro de 2000. não serão lançadas no controle de estoque de que trata este artigo. a nota fiscal de retorno das mercadorias não entregues.a nota fiscal de remessa para venda fora do estabelecimento. em relação à qual lhe é exigido. como tal definido e autorizado por órgão federal competente.. § 8º .. Parágrafo único .

. data de emissão e valor da Nota Fiscal de Ressarcimento... no quadro Crédito do Imposto .. sob o título Ressarcimento de Substituição Tributária.item 2 pelo inciso III do art.Outros Débitos. sem prejuízo do cumprimento das disposições desta portaria..tratando-se de outros estabelecimentos não abrangidos pelos itens anteriores.......... no quadro Débito do Imposto . 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000.......tratando-se de imposto a ser ressarcido. vedado o seu ressarcimento em outra modalidade...tratando-se de imposto a ser complementado.Outros Créditos .. no quadro Débito do Imposto . na qual será registrado o mesmo valor constante na coluna relativa ao valor total da base de cálculo da ret enção (coluna 13). conforme o caso: 1 ... relativo a operações com veículos. efeitos a partir de 21-11-2000) 2 . CAPÍTULO IV DO LANÇAMENTO DE COMPLEMENTO OU RESSARCIMENTO DO IMPOSTO RETIDO Artigo 7º .Outros Débitos. exceto quanto ao lançamento na coluna relativa ao valor de confronto a que se refere o item 2 do § 1º (coluna 16)..... Retif.....da data de protocolização e valor do Pedido de Ressarcimento ou do Pedido de Liqüidação de Débito Fiscal. II . apurado segundo os Métodos Permanente ou Anual. sem prejuízo do lançamento de que trata o inciso II deste artigo..O valor do imposto a ser complementado ou o valor do imposto a ser ressarcido. como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo . com o título Compensação de Imposto pago na Operação Própria do Substituto... III . com indicação. também.ANP. 2 . bem como. não será lançado o valor de confronto a que se refere o item 2 do § 1º (coluna 16).. DOE 20-12-2003.. no quadro Crédito do Imposto . § 1º .. conforme o caso. DOE 21-11-2000.. correspondente à parcela exclusivamente suscetível de compensação escritural a que se refere o item 9 do § 4º do artigo 3º.O valor do imposto a ser ressarcido nas modalidades Nota Fiscal de Ressarcimento ou Pedido de Ressarcimento ou. aplicar-se-á a disciplina específica relativa ao ressarcimento prevista na legislação. SEÇÃO III DO CONTROLE DE ESTOQUE PARA VEÍCULOS ..... 3 . na sua utilização mediante Pedido de Liqüidação de Débito Fiscal. se adotada. série. (Redação dada ao item 3 pela Portaria CAT 106 de 19-12-2003. será lançado...Outros Créditos.. produzindo efeitos a partir 1º de novembro de 2003) 3 .... aquelas realizadas por outros estabelecimentos não abrangidos pelos itens anteriores. nos termos dos Capítulos II e III.. previstos nos incisos II e III e no § 2º do artigo 249 do Reg ulamento do ICMS.. pelo contribuinte substituído no livro Registro d e Apuração do ICMS: I .do número.. DOE 28-11-2000. sob o título Complemento de Substituição Tributária..tratando-se de imposto a ser ressarcido.... com o título Ressarcimento de Substituição Tributária.tratando-se de operações interestaduais não destinadas à industrialização ou à comercialização. ainda..... não será lançado o valor de confronto a que se refere o item 2 do § 1º (coluna 16). deverá ser lançado.sendo o remetente transportador revendedor retalhista (TRR).

contendo: a) a identificação da mercadoria. no que couber. sob o título Reincorporação do Imposto Art. da Portaria CAT /99. até a apuração do imposto correspondente ao mês de março do ano subseqüente. 2 . sob o título Apuração do Imposto a ser Complementado ou Ressarcido em Razão de Alteração na A líquota. decorrente de alteração na alíquota utilizada na retenção. sob as denominações: a) Base de Cálculo da Retenção de Mercadoria Existente em Estoque no Estabelecimento. o somatório dos valores referidos na alínea d do inciso anterior.Em caso de desistência do ressarcimento nas modalidades indicadas no parágrafo anterior.Também será incluída na relação das mercadorias existentes em estoque. observado. III .elaborará demonstrativo no Livro Registro de Saídas. c) Imposto Devido pela Alíquota de %. b) a quantidade. de que tratam o parágrafo único do artigo 244 e o § 3º do artigo 248 do Regulamento do ICMS. § 2º.§ 2º . a reincorporação do valor correspondente será efetuada mediante seu lançamento no quadro Crédito do Imposto .quando adotado o Método Anual de que trata o Capítulo III.elaborará relação das mercadorias existentes em estoque. conforme o caso. II . o disposto no artigo anterior. § 1º . c) a especificação da unidade utilizada na contagem. pelo contribuinte enquadrado no: a) Regime Periódico de Apuração.quando adotado o Método Permanente de que trata o Capítulo II. b) Regime de Estimativa. existente no final do dia imediatamente anterior ao da vigência da nova alíquota. com a indicação dessa alíquota na denominação correspondente. no controle de estoque da mercadoria. 7º. na hipótese de superveniente majoração ou redução da carga tributária incidente sobre a operação ou prestação final com a mercadoria ou serviço. que conterá as seguintes informações. após o fechamento dos registros do mês em que ocorreu o termo final de vigência da alíquota anterior. caso adotado. a diferença entre os valores a que se referem as alíneas b e c. será apurado pelo contribuinte substituído em relação ao estoque de mercadoria recebida com imposto retido. com a indicação dessa alíquota na denominação correspondente . em cada período de apuração do imposto.lançará o valor apurado nos termos da alínea d do inciso anterior no livro Registro de Apuração do ICMS.O imposto a ser complementado ou a ser ressarcido. b) Imposto Retido pela Alíquota de %. o resultado da aplicação da alíquota vigente a partir do dia imediatamente seguinte ao do levantamento do estoque sobre o valor referido na alínea a. d) Diferença do Imposto a ser Complementado ou Diferença do Imposto a ser Ressarcido. CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS DECORRENTES DA MAJORAÇÃO OU REDUÇÃO DA ALÍQUOTA Artigo 8º . d) o valor total da Base de Cálculo da Retenção. prevista no inciso I. a mercadoria entrada no estabelecimento após o termo inicial de vigência da nova . § 3º .Os lançamentos referidos neste artigo serão efetuados: 1 . mediante o cumprimento dos seguintes procedimentos: I . previsto no Capítulo II. na primeira apuração do imposto que se seguir aos fatos.Outros Créditos. obtido nos documentos fiscais das entradas mais recentes e suficientes para comportar a quantidade registrada ou. o resultado da aplicação da alíquota vigente na data do levantamento do estoque sobre o valor referido na alínea anterior.

na seguinte conformidade: (Redação dada ao § 2º pelo inciso IV do art. efeitos a partir do termo inicial de vigência da Portaria CAT 17. será iniciado novo controle de estoque a partir do termo inicial de vigência da nova alíquota. referido no item 3 do § 2º do artigo 4º ou no item 3 do § 2º do artigo 5º. com retenção da 3ª via. prevista no inciso II do artigo 249 do Regulamento do ICMS. DOE 21-11-2000.tratando-se de contribuinte substituído enquadrado no método permanente. sem efeito homologatório. do RICMS. seguida do nome. conforme o caso. 249. inciso II. b) Base de Cálculo da Retenção do Estoque Inicial. do número do documento de identidade e do número de inscrição do signatário no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda.Na hipótese do item 1 do parágrafo anterior. pelo Posto Fiscal a que estiver vinculado o emitente. relativamente à apuração correspondente ao período de vigência da alíquota anterior.Art. DOE 28-112000. § 1º . no entanto. CAPÍTULO VI DA NOTA FISCAL DE RESSARCIMENTO Artigo 9º . conterá as seguintes indicações: I . 2 . de 5-3-99) § 2º . com o saldo inicial extraído do estoque remanescente do controle imediatamente anterior. 2º e 3º pelo inciso I do artigo 2º da Portaria CAT 63 de 02-09-99. antes da entrega ao destinatário. deverá ser antecipado o encerramento da escrituração do respectivo controle de estoque. devendo ser transportados para a apuração do período os valores correspondentes.Quando o termo inicial de vigência da nova alíquota não ocorrer no primeiro dia do período de apuração do imposto a ser complementado ou a ser ressarcido. o valor referido na alínea a do inciso II será considerado no demonstrativo previsto no § 5º do artigo 6º como: a) Base de Cálculo da Retenção do Estoque Final.a expressão: Emitida para Fins de Ressarcimento . registre saída do estabelecimento remetente em data anterior . para o dia ime diatamente anterior ao termo inicial de vigência da nova alíquota. DOE 03-09-99. observado. de acordo com a alíquota vigente até tal data. o disposto nos §§ 8º e 9º . em algarismos e por extenso. V . 3ª e 4ª vias visadas.a assinatura do contribuinte substituído emitente ou do seu representante.a data da emissão. indicada por meio do dispositivo correspondente do artigo 248 do Regulamento do ICMS. efeitos a partir de 21-11-2000) 1 . § 2º .alíquota e que. IV .o período de apuração ou o ano civil.É vedada qualquer indicação no campo destinado ao destaque do valor do imposto.tratando-se de contribuinte substituído enquadrado no método anual.A nota fiscal de ressarcimento. com anotação do mês por extenso. no que couber. VI .a hipótese do ressarcimento. em que ocorreram os eventos ensejadores do ressarcimento. II .A nota fiscal de ressarcimento de que trata este artigo deverá ter suas 1ª. 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. § 3º . além dos demais requisitos. relativamente à apuração correspondente ao período de vigência da nova alíquota. além das providências previstas no caput: 1 . (Acrescentados os §§ 1º. Retif. III .as três vias.o valor do ressarcimento.

as três vias. pelo Posto Fiscal a que este estiver vinculado. e fará constar nesta a expressão Ressarcimento de Imposto Retido. de 30 de novembro de 2000. sem efeito homologatório. na seguinte conformidade: 1 . DOE 21-11-2000. § 3º . sem prejuízo da sua escrituração no livro Registro de Apuração do IC MS. efeitos a partir de 19-06-2001) 1 . § 5º .O documento fiscal a que se refere este artigo será escriturado: 1 . no que couber. na forma prescrita na sua legislação.A nota fiscal de ressarcimento de que trata este artigo deverá ter suas 1ª.O visto do Posto Fiscal a que estiver vinculado o emitente condiciona-se à comprovação: 1 . b) estabelecido em outra unidade da Federação. observado.Os vistos previstos no § 2º são requisitos essenciais para o lançamento do valor a ser ressarcido. antes da efetivação do ressarcimento pelo destinatário. . antes da entrega ao destinatário. § 2º . com retenção da 3ª via. 1º da Portaria CAT 47 de 18-06-2001. com a expressão Ressarcimento de Imposto Retido por Nota Fiscal.pelo destinatário do documento: a) estabelecido em território paulista. 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. de acordo com a disciplina pertinente. nos termos do § 1º do artigo 7º.pelo emitente. que utilizará apenas as colunas Documentos Fiscais e Observações.O visto previsto no parágrafo anterior. condiciona-se à comprovação: (Redação dada ao caput do § 3º pelo inciso VI do art.do lançamento previsto no § 1º do artigo 7º. hipótese em que qualquer um desses estabelecimentos poderá ser indicado como destinatário. quando a mercadoria tiver sido recebida diretamente: a) do estabelecimento do sujeito passivo por substituição. § 6º . DOE 19-06-2001. no livro Registro de Apuração do ICMS. efeitos a partir de 21-11-2000) § 3º .490. na forma prevista no artigo 260 do Regulamento do ICMS. no que couber. 2 .2 .a 1ª e a 4ª. no quadro Crédito do Imposto . com retenção da 4ª via. observado o disposto no artigo 270 do Regulamento do ICMS. no livro Registro de Saídas. 3ª e 4ª vias visadas. o disposto nos §§ 8º e 9º. desde que no documento fiscal de transferência da mercadoria esteja expressamente indicada essa condição.da apuração do valor a ser ressarcido.A nota fiscal de ressarcimento mencionada neste artigo: (Redação dada ao § 6º pelo inciso I do art. pelo Posto Fiscal a que estiver vinculado o emitente.a 1ª e a 4ª. Retif. DOE 28-11-2000. por qualquer estabelecimento paulista da mesma empresa substituída. antes da efetivação do ressarcimento pelo destinatário. com retenção da 4ª via. § 4º .poderá ter sua emissão autorizada. aprovado pelo Decreto 45.Outros Créditos. ainda que seja necessária a execução de diligência ou procedimento fiscal. observado. pelo estabelecimento destinatário. b) de empresa que possua mais de um estabelecimento enquadrado na condição de sujeito passivo por substituição. o disposto no § 9º. 2 . 2 . pelo Posto Fiscal a que este estiver vinculado.

em algarismos e por extenso. nº 300 . o visto previsto no item 1 do § 2º compete ao Supervisor de Combustíveis da Diretoria Executiva da Administração Tributária . atribuí-la a Inspetor Fiscal ou Assistente Fiscal do Núcleo de Fiscalização. § 6º .o nome do titular. DOE 28-11-2000. 2° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. em que ocorreram os eventos ensejadores do ressarcimento. § 8º . o Delegado Regional Tributário. ou por meio do Posto Fiscal a que estiver vinculado. nos termos do artigo 1º. de acordo com o método de apuração no qual estiver enquadrado o contribuinte.3º andar .deverá abranger apenas operações de saídas ou outros eventos ocorridos em um mesmo período de apuração ou em um mesmo ano civil. será formulado por escrito pelo contribuinte substituído e indicará.São Paulo .DEAT. exceto quando o requerente for estabelecimento de posto revendedor de combustíveis. DOE 28-11-2000.O documento fiscal de ressarcimento previsto neste artigo deverá abranger apenas operações de saída ou outros eventos ocorridos em um mesmo período de apuração ou em um mesmo ano civil. fraude ou a não-observância das disposições previstas na legislação. números de inscrição estadual e no CGC. Retif. omissão ou apresentação de informações falsas que levem a ressarcimento indevido. no interesse da celeridade processual. de acordo com o método de apuração no qual estiver enquadrado o contribuinte.a hipótese do ressarcimento e seu enquadramento no artigo 248 do Regulamento do ICMS. 2° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. situada à Avenida Rangel Pestana.2 . § 7º . nos termos do artigo 1º. (Acrescentado o §8° pelo inciso III do art. IV . efeitos a partir de 20-11-2000) CAPÍTULO VII DO PEDIDO DE RESSARCIMENTO Artigo 10 . e código de atividade econômica. salvo a ocorrência de dolo.o valor do ressarcimento.Em se tratando de ressarcimento relativo a operações com combustível líqüido ou gasoso ou lubrificante. efeitos a partir de 20-11-2000) § 9º . endereço. . conforme o caso. hipótese em que o contribuinte emitente poderá entregar as 1ª. poderá avocar a competência para os vistos previstos no § 2º ou. 2 . DOE 21-11-2000.Capital. 3ª e 4ª vias da nota fiscal de ressarcimento diretamente à referida Supervisão. no mínimo: I . hipótese em que indicará o local onde serão executados tais procedimentos. Retif. previsto no inciso III do artigo 249 do Regulamento do ICMS. II . DOE 21-11-2000. simulação. ainda. como tal definido e autorizado por órgão federal competente.O ressarcimento previsto neste artigo: 1 . III .Ressalvado o disposto no parágrafo anterior.(Acrescentado o §9° pelo inciso III do art.O pedido de ressarcimento.o período de apuração ou o ano civil.não exclui a responsabilidade do contribuinte substituído por erro.não impõe responsabilidade ao sujeito passivo por substituição.

Capital.DEAT. 3 . 2 . visada pela repartição. será devolvida ao contribuinte. de acordo com o método de apuração no qual estiver enquadrado o contribuinte. situada à Avenida Rangel Pestana n. como tal definido e autorizado por órgão federal competente.deverá ser entregue. para tais fins. em duas vias: (Acrescentado o item 3 pelo inciso IV do art. e será instruído com: a) cópia dos documentos comprobatórios da apuração do valor a ser ressarcido. 2 . a legitimidade do ressarcimento e a exatidão do valor a ser ressarcido. no prazo de 15 (quinze) dias.deverá ser instruído com: (Redação dada ao item 2 pelo inciso VI do art.A primeira via do pedido. acompanhada dos documentos de instrução. indicando. DOE 21-11-2000.V . b) comprovação do lançamento de que trata o § 1º do artigo 7º.O pedido de ressarcimento: 1 . a forma de efetivação do ressarcimento: (Redação dada ao § 4º pelo inciso VII do art. efeitos a partir de 20-11-2000) a) em se tratando de ressarcimento relativo a operações com combustível líqüido ou gasoso ou lubrificante. b) nos demais casos. efeitos a partir de 21-11-2000) . nos termos do artigo 1º. 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. § 3º .a identificação completa de sua conta bancária. Retif. responsável pela retenção do imposto das mercadorias envolvidas nas operações ensejadoras do pedido. 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. Retif. exceto quando o requerente for estabelecimento de posto revendedor de combustíveis. 2° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. DOE 28-11-2000. ao Posto Fiscal a que estiver vinculado ou alternativamente à Supervisão de Combustíveis da Diretoria Executiva da Administração Tributária . podendo.a identificação completa do estabelecimento do sujeito passivo por substituição.º 300 . § 2º .deverá abranger apenas operações de saída ou outros eventos ocorridos em um mesmo período de apuração ou em um mesmo ano civil. b) comprovação do lançamento de que trata o § 1º do artigo 7º.Salvo disposição em contrário. compete às autoridades adiante relacionadas decidir sobre o pedido. Retif. § 4º . DOE 28-11-2000. § 1º . de acordo com a disciplina pertinente.São Paulo . determinar a execução de dilig ência ou procedimento fiscal. VI . em duas vias. de acordo com a disciplina pertinente.3º andar . no Posto Fiscal a que estiver vinculado o contribuinte. formará processo e a segunda via. contado da data em que por ela for recebido o processo. em caso de acolhimento. ainda. DOE 2111-2000. DOE 21-11-2000.O Chefe do Posto Fiscal poderá exigir outros elementos ou comprovações para aferir a correção dos procedimentos. efeitos a partir de 21-112000) a) cópia dos documentos comprobatórios da apuração do valor a ser ressarcido.será entregue ao Posto Fiscal a que estiver vinculado o contribuinte. DOE 28-11-2000.

º 33. como tal definido e autorizado por órgão federal competente.o disposto no artigo 625 do Regulamento do ICMS. mediante depósito da importância correspondente na conta bancária do requerente.Ao pedido de ressarcimento de que trata este artigo.DEAT. no prazo de 15 (quinze) dias. o Delegado Regional Tributário da área do contribuinte requerente.Salvo disposição em contrário. DOE 21-11-2000. na forma prevista na alínea d. indicando. 1° da Portaria CAT 88 de 20-112000.Na impossibilidade de indicação de uma das modalidades de ressarcimento ou de sua utilização. contados da data em que por ela for recebido o processo. efeitos a partir de 21-11-2000) 1 . o sujeito passivo por substituição deverá: a) deduzir. DOE 28-11-2000. no quadro Crédito do Imposto . a Seção de Julgamento poderá concluir que o ressarcimento se faça pelo sujeito passi vo por substituição referido no inciso V. sem prejuízo do prazo para decisão e forma de efetivação do ressarcimento previstos nos §§ 4º e 5º. previstas no caput e no § 2º do artigo 249 do Regulamento do ICMS. ainda que localizado em outra unidade da Federação. o Supervisor de Combustíveis da Diretoria Executiva da Administração Tributária . Retif. e m caso de acolhimento. mediante depósito da importância correspondente na conta bancária do requerente. na forma prevista no artigo 260 do Regulamento do ICMS. dando a ele ciência.a autorização do depósito será expedida pelo Delegado Regional Tributário da área do contribuinte requerente. 2 .Na impossibilidade de indicação de uma das modalidades de ressarcimento ou de sua utilização. a forma de efetivação do ressarcimento. efeitos a partir de 21-11-2000) 1 . 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. previstas no caput e no § 2º do artigo 249 do Regulamento do ICMS. § 4º . com a expressão Dedução de Imposto Retido .Outros Créditos. b) até o último dia do mês subseqüente ao do recebimento da autorização. DOE 2111-2000. poderá ela ser efetuada por outro estabelecimento do sujeito passivo por substituição. § 5º . d) lançar o valor a ser deduzido no livro Registro de Apuração do ICMS.a autorização do depósito será expedida pela própria autoridade.nos demais casos. efetuar o depósito de que trata este parágrafo.Ressarcimento por Depósito Bancário. 3 . exceto quando o requerente for estabelecimento de posto revendedor de combustíveis. observando-se o que segue: 1 . c) se o valor do imposto retido for insuficiente para comportar a dedução do valor a ser depositado.a autorização será entregue diretamente ao sujeito passivo por substituição pelo Posto Fiscal a que este estiver vinculado. observando-se o que segue: (Redação dada ao caput e ao item 1 do § 5º pelo inciso VIII do art. .em se tratando de ressarcimento relativo a operações com combustível líqüido ou gasoso ou lubrificante. § 6º . Retif. dando a ele ciência. aplicar-se-á. compete à Seção de Julgamento da Delegacia Regional Tributária de vinculação do contribuinte decidir sobre o pedido. § 5º . 2 .1 .118/91. no que couber: (Redação dada ao § 6º pelo inciso IX do art. aprovado pelo Decreto n.de posse da autorização. o valor a ser ressarcido do recolhimento seguinte que tiver que efetuar a título de imposto retido por substituição tributária. DOE 28-11-2000. a autoridade referida no parágrafo anterior poderá concluir que o ressarcimento se faça pelo sujeito passivo por substituição referido no inciso V.

sem prejuízo do prazo para decisão e forma de efetivação do ressarcimento p revistos nos §§ 4º e 5º. o disposto nos §§ 4º e 5º.A esse pedido serão aplicadas.Nas hipóteses referidas neste artigo. no que couber. (Redação dada ao § 6º pelo inciso I do artigo 1º da Portaria CAT 63 de 02-09-99. § 7º . observará. e as dos artigos 14 a 16 da Portaria CAT-53. de 5-3-99) § 6º .Ao pedido de ressarcimento de que trata este artigo. .quando o estabelecimento responsável pela retenção do imposto das mercadorias envolvidas nas operações ensejadoras do pedido tenha encerrado suas atividades. 2º da Portaria CAT 47 de 18-062001. 2 .A liquidação de débito fiscal. de acordo com o § 2º do artigo 626 do Regulamento do ICMS. substituindo-se a expressão ACUMULADO do título do seu primeiro quadro pela expressão SUBST. efeitos a partir de 19-06-2001) I . as regras dos artigos 651 a 657 do Regulamento do ICMS. será requerida por meio de Pedido de Liquidação de Débito Fiscal. o ressarcimento se fará pelo estabelecimento que. mediante utilização do crédito de ICMS.não exclui a responsabilidade do contribuinte substituído por erro.O ressarcimento do imposto na forma prescrita no § 5º do artigo 10. Parágrafo único . modelo 3 anexo à Portaria CAT-53. DOE 03-09-99. no que couber. prevista no § 2º do artigo 249 do Regulamento do ICMS.. desde que o imposto retido tenha sido efetivamente recolhido pelo sujeito passivo por substituição originário e observada a disciplina prevista nesta portaria. DOE 19-06-2001. § 6º .2 . no que couberem.Na hipótese de indeferimento do pedido. em caso de reforma da decisão. § 1º . na data da respectiva decisão. fraude ou a não-observância das disposições previstas na legislação. seja o responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição. a Seção de Julgamento recorrerá de ofício ao seu superior hierárquico. II . de 12 de agosto de 1996. simulação. CAPÍTULO VIII DA LIQUIDAÇÃO DE DÉBITO FISCAL COM IMPOSTO A SER RESSARCIDO Artigo 11 . efeitos a partir do termo inicial de vigência da Portaria CAT 17. que. aprovado pelo Decreto 33. o disposto nos artigos 625 e 626 do Regulamento do ICMS.a dispensa de ratificação de autoridade superior.TRIB. omissão ou apresentação de informações falsas que levem a ressarcimento indevido. em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição. salvo a ocorrência de dolo. escriturado pelo contribuinte substituído em decorrência do ressarcimento do imposto retido. Artigo 10-A . aplicar-se-á.não impõe responsabilidade ao sujeito passivo por substituição.118/91.O ressarcimento previsto neste artigo: 1 . de 12 de agosto de 1996. 10-A pelo art. ressalvado o disposto na alínea b do item 1 do § 6º do artigo 9º. poderá ser utilizado nas seguintes hipóteses: (Acrescentado o art.quando legislação superveniente tenha atribuído a estabelecimento diverso a responsabilidade pela retenção do imposto das mercadorias envolvidas nas operações ensejadoras do pedido.

especialmente a do artigo 392-E do Regu lamento do ICMS e da Portaria CAT n. § 1º . 12 pelo inciso II do art.Nas operações realizadas até 31 de dezembro de 2000.O ressarcimento do imposto pago em razão da aquisição. da disciplina prevista nos demais dispositivos. de 30 de setembro de 1998. que estabelece os procedimentos para aplicação dos dispositivos regulamentares referidos no item precedente. sendo o último na redação dada pelo Decreto nº 44. bem como do imposto retido antecipadamente. até 28 de setembro de 1999.O ressarcimento do imposto pago em razão da aquisição.§ 2º . e no artigo 392-B. efeitos a partir de 21-11-2000) 1 .ANP. § 2º .O Chefe do Posto Fiscal poderá exigir outros elementos ou comprovações para aferir a correção dos procedimentos.º 74/98.cópia dos documentos comprobatórios da apuração do valor a ser ressarcido. § 3º . ambos do Regulamento do ICMS. relativamente a combustível derivado de petróleo remetido a outro Estado. (Redação dada ao caput pelo inciso X do art. ainda. Retif. DOE 21-11-2000. DOE 28-11-2000. relativamente a combustível derivado de petróleo remetido a outro Estado. 2 . localizado neste Estado. localizado neste Estado. especialmente o disposto: (Redação dada ao § 1º pelo inciso X do art. observará a disciplina pertinente. DOE 28-11-2000. de 28 de setembro de 1999. efeitos a partir de 19-06-2001) Artigo 12 .no artigo 392-E. no que couber. sem prejuízo da aplicação.280. da disc iplina prevista nos demais dispositivos. Artigo 12 . o disposto nos artigos 1º a 6º não se aplica ao estabelecimento distribuidor de combustível. 1º da Portaria CAT 47 de 18-06-2001.GLP. serão e fetuados . no que couber. CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Artigo 12 . como tal definido e autorizado por órgão federal competente. 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000. nos termos dos incisos I a III do artigo 248 daquele Regulamento. localizado neste Estado. Retif.comprovação do lançamento previsto no § 1º do artigo 7º.O complemento do imposto retido. sem prejuízo da aplicação.na Portaria CAT n. de 30 de setembro de 1998. 1° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000.º 74/98. bem como do imposto retido antecipadamente. nos termos do artigo 244 do Regulamento do ICMS. DOE 21-11-2000.Nas operações realizadas até 30 de junho de 2001.(Redação dada ao caput do art. a partir de 29 de setembro 1999. efeitos a partir de 21-11-2000) § 1º . como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo .O pedido será instruído com: 1 .. da disciplina prevista nos demais dispositivos. 2 . de acordo com a disciplina pertinente. observará a disciplina pertinente. determinar a execu ção de diligência ou procedimento fiscal. como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo . DOE 19-06-2001. ou o ressarcimento do imposto retido em situação diversa da referida no parágrafo anterior. sem prejuízo da aplicação.ANP. o disposto nos artigos 1º a 6º não se aplica ao estabelecimento distribuidor de gás liqüefeito de petróleo . a legitimidade do ressarcimento e a exatidão do valor a ser ressarcido e utilizado.O disposto nos artigos 1º a 6º não se aplica ao estabelecimento distribuidor de combustível. no que couber. podendo. para tais fins.

no que couber. na hipótese de saída de combustível líqüido ou gasoso. de 28 de março de 1996.O arquivo magnético do controle de estoque previsto nos artigos 4º e 5º será gerado e armazenado em conformidade com o gabarito de registro (layout) e disciplina prevista no Manual de Orientação. (Redação dada ao artigo 13 pelo inciso II do artigo 1º da Portaria CAT 63 de 02-09-99. Artigo 13 . no que couber. DOE 03-09-99. derivado de petróleo. as disposições da Portaria CAT n.Até 31-10-99. no pedido de liqüidação de débito fiscal de que trata o artigo 11. servirá de base para os lançamentos previstos no artigo 7º. § 3º .Na hipótese de que trata este artigo e não sendo utilizada a faculdade prevista no parágrafo anterior. bem como. § 4º . observada a periodic idade na apuração do imposto a que estiver submetido. anexo a esta Portaria.Em substituição ao demonstrativo mensal de que trata o § 2º. caso ainda não escriturados. servindo. de 28-3-96. Artigo 13 . a identificação do valor da base de cálculo da retenção. efeitos a partir de 26-10-2005) Artigo 13 .O arquivo magnético do controle de estoque previsto nos artigos 4º e 5º terá seu gabarito de registro (layout) definido pela Diretoria Executiva da Administração Tributária . . fica facultada a aplicação. acompanhado dos documentos comprobatórios pertinentes.mediante a elaboração. pelo estabelecimento distribuidor de combustível.º 32/96. (Redação dada ao "caput" pelo artigo 1º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005. recebido com imposto retido. § 1º . os lançamentos previstos no artigo 7º. efeitos a partir do termo inicial de vigência da Portaria CAT 17. de demonstrativo mensal no qual será indicada individualizadamente a operação ou outro evento e a apuração do valor a ser complementado ou a ser ressarcido.DEAT. § 5º .O demonstrativo a que se refere o parágrafo anterior. § 4º . as disposições da Portaria CAT 32/96. na qual será registrado o mesmo valor constante na coluna relativa ao valor total da base de cálculo da retenção (coluna 13). vigente na data de entrega do arquivo. exceto quanto ao lançamento na coluna relativa ao valor de confronto a que se refere o item 2 do § 1º do artigo 4º (coluna 16). nos termos do § 2º do artigo 253. da disciplina prevista nos artigos 3º e 4º. com destino a contribuinte situado em outro Estado.O arquivo magnético do controle de estoque previsto nos artigos 4º e 5º será gerado e armazenado em conformidade com o gabarito de registro ("layout") e disciplina prevista no Manual de Orientação.Será entregue cópia do arquivo magnético. para sua indicação no documento fiscal de saída. relativamente às operações ou eventos ocorridos a partir da adoção da sistemática prevista nesta portaria. poderão englobar os valores relativos aos respectivos períodos de apuração do imposto. § 3º . será obtida no documento fiscal relativo à respectiva entrada. de 5-3-99) § 1º . no que couber. § 2º . o contribuinte substituído enquadrado no Método Permanente deverá adaptar-se às disposições deste artigo. ainda.Na hipótese do parágrafo anterior. anexo a esta Portaria. DOE 26-10-2005.Ao arquivo magnético de que trata este artigo aplicam-se. como elemento de instrução nas modalidades de ressarcimento p revistas nos artigos 9º e 10.Ao arquivo magnético de que trata este artigo aplicam-se. inclusive a do § 2º do seu artigo 20. nos termos da disciplina a ser estabelecida pela Secretaria daFazenda.

2 .§ 2º . no que se refere a estabelecimento distribuidor de gás liqüefeito de petróleo . II . contendo: I . no controle de estoque previsto nos artigos 4º e 5º desta portaria.O estabelecimento distribuidor de gás liqüefeito de petróleo . relativo a eventos ocorridos até o dia imediatamente anterior ao da adoção da sistemát ica prevista nesta portaria. V . deverá ser formulado e instruído em conformidade com a disciplina prevista .O contribuinte substituído elaborará relação do estoque das mercadorias recebidas com imposto retido. Artigo 14 .a alíquota interna a que estiver submetida a mercadoria. relativamente ao estoque de mercadoria recebida com imposto retido. localizado neste Estado deverá adotar a providência prevista no artigo 15 da Portaria CAT-17 de 5 de março de 1999. nos documentos fiscais relativos às entradas mais recentes e suficientes para comportar a quantidade reg istrada.a quantidade. na redação dada pela Portaria CAT-88 de 20 de novembro de 2000. no demonstrativo para apuração do imposto a ser complementado ou a ser ressarcido pelo Método Anual. III .o valor total da Base de Cálculo da Retenção.Será entregue cópia do arquivo magnético.do saldo inicial. Parágrafo único . ******************************** Artigo 16 . existente no dia imediatamente anterior ao da adoção da sistemática prevista nesta portaria.GLP. IV .GLP.Os dados constantes na relação servirão como base para o lançamento.Os documentos relacionados com a sistemática prevista nesta portaria deverão ser conservados nos termos do artigo 193 do Regulamento do ICMS. localizado neste Estado.a especificação da unidade utilizada na contagem. como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo -ANP. produzirão efeitos a partir de 1º de julho de 2001. Parágrafo único .As disposições constantes no item 7 do § 1º do artigo 1º e no item 1 do § 10 do artigo 4º da Portaria CAT-17 de 5 de março de 1999.a identificação da mercadoria. como tal registrado e autorizado pela Agência Nacional de Petróleo . conforme o caso: 1 . de 1º de março de 1989. obtido no documento fiscal correspondente à entrada ou.ANP. previsto no § 5º do artigo 6º. nos termos da disciplina a ser estabelecida pela Secretaria da Fazenda. Artigo 15 . ********************************* Artigo 3º da Portaria CAT 47/2001: Artigo 3º .O pedido de restituição ou compensação do imposto retido por sujeição passiva por substituição. existente no dia 30 de junho de 2001. na impossibilidade de sua identificação. fundado no artigo 66-B da Lei 6374.da Base de Cálculo da Retenção do Estoque Inicial.

publicados.sempre. será indicado o algarismo zero. § 3º .No presente exercício. II . na redação anterior à dada pelo Decreto n. DOE 28-11-2000. abrangendo: I . escriturado nos termos do artigo 212 do Regulamento do ICMS. ambos do Regulamento do ICMS. (Acrescentado o § 3° pelo inciso V do art. Retif.Na hipótese de adoção da sistemática em relação às operações efetuadas a partir de 1º de janeiro de 1999. poderá requerer que o ressarciment o se dê na forma prescrita no § 5º do artigo 10. na coluna Observações do livro Registro de Inventário. respectivamente. poderá o contribuinte efetuar lançamentos que englobem. § 3º . será adicionada à base de cálculo da retenção informada pelo remetente. sem prejuízo da observância das demais exigências ali referidas.A autoridade que decidir sobre o pedido de que trata este artigo poderá indicar que a efetivação do ressarcimento se dê na forma prescrita no § 5º do artigo 10. Artigo 18-A . as operações realizadas a partir do primeiro dia do mês considerado. nos Diários Oficiais do Estado de 7 de dezembro de 1996 e de 18 de outubro de 1997. em relação às operações efetuadas em período anterior ao de seus efeitos. na alínea c do inciso III do artigo 5º e na alínea b do item 1 do § 5º do artigo 6º. as operações realizadas a partir de 1º de janeiro de 1999. poderá o contribuinte acrescentar as informações relativas à substituição tribu tária ali indicadas.º 43. em substituição à relação de estoque prevista no artigo 15. por estabelecimento.Até 31 de dezembro de 2000. § 2º . os lançamentos previstos no artigo 7º poderão englobar os valores relativos aos respectivos períodos de apuração do imposto. (Acrescentado o artigo 18-A .Fica facultada ao contribuinte substituído a aplicação da sistemática prevista nesta portaria. § 1º .º 288/96 e DEAT-G n. para identificar o número do equipamento emissor de cupom fiscal (ECF). Parágrafo único . DOE 21-112000. 2° da Portaria CAT 88 de 20-11-2000.Ao pedido a que se refere o caput aplicar-se-á o disposto no § 4º do artigo 10. de 22 de fevereiro de 1999.no máximo.Durante o período em que for utilizada a faculdade prevista neste artigo. para fins dos lançamentos previstos no inciso II I do artigo 4º. § 1º .O contribuinte substituído beneficiário de pedido deferido anteriormente à publicação desta portaria. toda a quantidade de mercadoria correspondente. como previsto no § 4º do artigo 4º.Na hipótese deste artigo. § 2º . se comprovada a impossibilidade de identificar os lançamentos diários de mercadoria por equipamento emissor de cupom fiscal.853. relativa ao imposto devido nos termos do artigo 44 e debitado pelo contribuinte substituído de a cordo com o artigo 258. a base de cálculo da retenção correspondente às parcelas de frete ou seguro.Em sendo utilizada a faculdade prevista neste artigo por contribuinte enquadrado no Método Permanente. efeitos a partir de 20-11-2000) Artigo 17 .nos Comunicados DEAT-G n. Artigo 18 . em relação ao qual a restituição ou compensação do imposto retido ainda não tenha sido efetivamente utilizada. as opções previstas no § 3º do artigo 1º e no artigo 2º poderão ser formalizadas até o dia 30 de junho de 1999.º 15/97.

ANEXO (Acrescentado o Anexo pela Portaria CAT 63/99 de 02-09-99.1 . modelo 1 ou 1-A.Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação. quando se tratar de operação de entrada ou saída registrada por Nota Fiscal. de 16 de novembro de 1998. modelo 2. a Portaria CAT-52/92.Este manual visa orientar e disciplinar os serviços destinados à geração.83/98. . para cada período de apuração do imposto. ficando revogadas: I .1 . pelo prazo decadencial. e manutenção de informações em meio eletrônico.1. efeitos a partir de 1º-07-99) MANUAL DE ORIENTAÇÃO 1. bem como por Nota Fiscal de Venda a Consumidor emitida manualmente. II . conservando. DAS INFORMAÇÕES 2.a partir de 1º de julho de 1999.pelo inciso II do artigo 2º da Portaria CAT 63 de 02-09-99.O contribuinte substituído enquadrado no Método Permanente.a partir da data desta publicação.4 . as disposições da Portaria CAT 32/96 de 28-3-96. também. está sujeito à prestar informações fiscais em meio magnético de acordo com as especificações indicadas neste manual. DOE 03-09-99. 1.As informações serão prestadas em meio magnético. DOE 03-09-99. nos termos do artigo 13 desta portaria. 2.2 . instruções para o fornecimento de informações à Secretaria de Estado de Negócios da Fazenda de São Paulo. arquivo magnético com registros fiscais referentes à totalidade das operações de entradas e saídas.por item de mercadoria (classificação fiscal). Artigo 20 . previsto nesta portaria.Ao arquivo magnético de que trata este manual aplicam-se. às prestações de serviços. no que couber. APRESENTAÇÃO 1. por contribuintes do ICMS enquadrados na disciplina para o complemento e o ressarcimento do imposto retido por sujeição passiva por substituição. de 2 de julho de 1992.Contém. produzindo efeitos a partir de 1º de julho de 1999. no que couber.3 . 1.O disposto nesta portaria aplica-se.1 . efeitos a partir do termo inicial de vigência da Portaria CAT 17. 1. referentes às mercadorias englobadas na disciplina de substituição tributária. realizadas em cada período de apuração do imposto: 2. de 5-3-99) Artigo 19 . a Portaria CAT.

4.1. 3.padrão texto. 3.1.Alfanumérico (X). bem como o envio por teleprocessamento. suprimidos os pontos decimais e a vírgula. 3.3 .2 . 3. alinhado à esquerda com posições não significativas em branco.1 .por item de mercadoria (total diário por equipamento) quando se tratar de saída registrada por documento fiscal emitido por equipamento emissor de cupom fiscal (ECF).1 . sendo que todos serão acrescidos de CR/LF (Carriage Return / Line Feed) ao final de cada registro.5 . 3.1. sem sinal. PDV ou máquina registradora. fica subordinada a prévia autorização e condições expressas pela Diretoria Executiva da Administração Tributária .As mídias para gravação deverão possuir as seguintes características: 3.disco flexível de 3 1/2".DEAT.2 . 3. 3. 3.4 .7 .Numérico (N) .na ausência de informação. 3.1.1.Data (D). não compactado.4 . expressas no formato ano.1 .1 .2.organização seqüencial.1.3.2 . 3.a utilização de outras mídias. alinhado à direita.2 . 3. os campos deverão ser preenchidos com zeros.Formato dos Campos: 3.3. . 3.codificação ASCII.3.face de gravação dupla.formatação compatível com MS-DOS.6 .3 .1. DADOS TÉCNICOS DE GERAÇÃO DO ARQUIVO 3. com as posições não significativas zeradas.1.Numérico (N). mês e dia.3 .Preenchimento dos Campos: 3.tamanho de registros variável.

Tal tipo de registro está subdividido em Mestre.Data (D) .nome comercial (razão social / denominação do estabelecimento).1.na ausência de informação.2 . PDV.4.1. 5.Alfanumérico (X) .2 . onde BB significa a quantidade total de mídias entregues e AA a seqüência da numeração na relação de mídias.Registro de movimentação de mercadorias por nota fiscal.O arquivo magnético compõem-se dos seguintes tipos de registros: 5. 4.1.Tipo 01 .abrangência das informações .1.6 .1.3 . 5.Os arquivos deverão estar acondicionados de maneira adequada de modo a preservar seus conteúdos.1 . 5.AA/BB .Tipo 03 . 4.Tipo 02 .Tipo 05 . os campos deverão ser preenchidos com brancos.1.1.número de inscrição estadual do estabelecimento informante.5 . 4.a expressão "Registro Fiscal . que delimitam o período a que se refere o arquivo.1.4 .no formato AAAAMMDD.999.Registro de Código de Mercadoria.1 . no formato 99.datas. 3.2 .Registro Alíquota de ICMS. inicial e final. ETIQUETA DE IDENTIFICAÇÃO DO ARQUIVO 4.3 .Tipo 04 .1.3 . Cada mídia deverá ser identificada através de etiqueta.1 . Analítico e Mercadoria.CNPJ do estabelecimento a que se referem as informações contidas no arquivo. 4.4 .Registro de saída de mercadoria documentada por Cupom Fiscal emitido por equipamento emissor de cupom fiscal (ECF).1 .Registro mestre do estabelecimento destinado à identificação do estabelecimento informante. contendo as seguintes informações: 4. 5.4. 4.Portaria CAT-17/99".3. ESTRUTURA DO ARQUIVO MAGNÉTICO 5. .Inscrição Estadual .1.5 .número de mídias.999/9999-99. 5.1. 4. ou máquina registradora.

ANDAR ETC) 22 160 181 X 13 BAIRRO BAIRRO 15 182 196 X 14 CEP CÓDIGO DE ENDEREÇAMENTO POSTAL 8 197 204 N 15 NOME DO CONTATO PESSOA RESPONSÁVEL PARA CONTATOS 28 205 232 X 16 FAX NUMERO DO FAX DO ESTABELECIMENTO INFORMANTE 10 233 242 N 17 TELEFONE NUMERO DO TELEFONE PARA CONTATO 12 243 254 N 18 E-MAIL ENDEREÇO ELETRONICO DO CONTRIBUINTE 50 255 304 X 19 ENDEREÇO WWW SITE OFICIAL DA EMPRESA (CASO EXISTA) 40 305 344 X 6. DOE 26-10-05.1 .Deve ser preenchido conforme Código Nacional de Atividades Econômicas .5.1.CNAE Fiscal .2 . REGISTRO TIPO 01: Mestre do Estabelecimento MESTRE DO ESTABELECIMENTO N.1.1 .O arquivo magnético deverá conter apenas um registro deste tipo.Registro de totalização do arquivo destinado a fornecer dados indicando a quantidade de registros. 6.OBSERVAÇÕES 6. REGISTRO TIPO 01: Mestre do Estabelecimento (Redação dada ao item 6 do anexo pelo inciso I do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 2510-05. SALA. 6.1. efeitos a partir de 26-10-05) MESTRE DO ESTABELECIMENTO Nº DENOMINAÇÃO DO CAMPO CONTEÚDO TAMANHO POSIÇÃO FORMATO 01 TIPO "01" 2 1 2 N 02 CNPJ CNPJ DO ESTABELECIMENTO INFORMANTE 14 3 16 N 03 INSCRIÇÃO ESTADUAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO ESTABELECIMENTO INFORMANTE 14 17 30 X 04 CNAE FISCAL CÓDIGO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS .6 . e obrigatoriamente na primeira linha.Tipo 06 .º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "01" 2 1 2 N 02 CNPJ CNPJ do estabelecimento informante 14 3 16 N 03 Inscrição Estadual Inscrição estadual do estabelecimento informante 14 17 30 X 04 CAE Código de Atividade Econômica 5 31 35 N 05 CNAE Código Nacional de Atividades Econômicas 5 36 40 N 06 Nome do Contribuinte Razão Social do contribuinte 35 41 75 X 07 Município Município onde está domiciliado o estabelecimento informante 30 76 105 X .Declaração Cadastral. 6.CAMPO 04 ."(NR).FISCAL 7 31 37 N 05 NOME DO CONTRIBUINTE RAZÃO SOCIAL DO CONTRIBUINTE 35 38 72 X 06 MUNICÍPIO MUNICÍPIO ONDE ESTÁ DOMICILIADO O ESTABELECIMENTO INFORMANTE 30 73 102 X 07 UNIDADE DA FEDERAÇÃO UNIDADE DA FEDERAÇÃO REFERENTE AO MUNICÍPIO 2 103 104 X 08 DATA INICIAL A DATA DO INICIO DO PERÍODO REFERENTE ÀS INFORMAÇÕES PRESTADAS 8 105 112 D 09 DATA FINAL A DATA DO FIM DO PERÍODO REFERENTE AS INFORMAÇÕES PRESTADAS 8 113 120 D 10 LOGRADOURO NOME DO LOGRADOURO 34 121 154 X 11 NUMERO NUMERO 5 155 159 N 12 COMPLEMENTO COMPLEMENTO (CONJUNTO.Fiscal constante na DECA .

16 2 53 54 N 10 QUANTIDADE QUANTIDADE DA MERCADORIA (COM 3 DECIMAIS). DOE 26-10-05.OBSERVAÇÕES 6. sala. DE ACORDO COM A UNIDADE DE MEDIDA ESPECIFICADA NO REGISTRO TIPO 04 13 55 67 N 11 VALOR TOTAL DA BASE DE CALCULO DA RETENÇÃO VALOR TOTAL DA BASE DE CALCULO DO ICMS DE RETENÇÃO NA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA (COM 2 DECIMAIS) 13 68 80 N 12 VALOR DE CONFRONTO BASE DE CALCULO EFETIVA NA SAIDA CONSUMIDOR OU USUÁRIO FINAL OU NA ENTRADA NAS DEMAIS HIPÓTESES (COM 2 DECIMAIS) 13 81 93 N 13 CÓDIGO DA MERCADORIA CÓDIGO DA MERCADORIA DO ESTABELECIMENTO INFORMANTE 14 94 107 X 14 CHASSI NUMERO DE CHASSI DO VEICULO 22 108 129 X 15 BASE DE CALCULO DO SUBSTITUTO NAS OPERAÇÕES COM VEÍCULOS OU MOTOS BASE DE CALCULO DA OPERAÇÃO PRÓPRIA DO SUBSTITUTO (COM 2 DECIMAIS) 13 130 142 N .1.08 Unidade da Federação Unidade da Federação referente ao Município 2 106 107 X 09 Data Inicial A data do início do período referente às informações prestadas 8 108 115 D 10 Data Final A data do fim do período referente às informações prestadas 8 116 123 D 11 Logradouro Nome do Logradouro 34 124 157 X 12 Número Número 5 158 162 N 13 Complemento Complemento (conjunto. andar etc) 22 163 184 X 14 Bairro Bairro 15 185 199 X 15 CEP Código de Endereçamento Postal 8 200 207 N 16 Nome do Contato Pessoa responsável para contatos 28 208 235 X 17 Fax Número do fax do estabelecimento informante 10 236 245 N 18 Telefone Número do telefone para contato 12 246 257 N 19 E-mail Endereço eletrônico do contribuinte 50 258 307 X 20 Endereço WWW Site oficial da empresa (caso exista) 40 308 347 X 6.O arquivo magnético deverá conter apenas um registro deste tipo de preferência que seja o primeiro a ser apresentado.1. REGISTRO TIPO 02: Movimentação de mercadorias por Nota Fiscal (Redação dada ao item 7 do anexo pelo inciso II do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 2510-05. 6.Deve ser preenchido conforme código estadual de atividade constante na DECA .2 .Declaração Cadastral.1 . efeitos a partir de 26-10-05) REGISTRO DE MOVIMENTAÇÃO DE MERCADORIAS POR NOTA FISCAL Nº DENOMINAÇÃO DO CAMPO CONTEÚDO TAMANHO POSIÇÃO FORMATO 01 TIPO "02" 02 1 2 N 02 CNPJ CNPJ DO REMETENTE NAS ENTRADAS E DO DESTINATÁRIO NAS SAIDAS 14 3 16 N 03 INSCRIÇÃO ESTADUAL INSCRIÇÃO ESTADUAL DO REMETENTE NAS ENTRADAS E DO DESTINATÁRIO NAS SAÍDAS 14 17 30 N 04 UNIDADE DA FEDERAÇÃO SIGLA DA UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO REMETENTE NAS ENTRADAS E DO DESTINATÁRIO NAS SAÍDAS 2 31 32 X 05 DATA DE EMISSÃO/ RECEBIMENTO DATA DE EMISSÃO NA SAIDA OU RECEBIMENTO NA ENTRADA (DATA CONSTANTE NO DOCUMENTO FISCAL) 8 33 40 D 06 SÉRIE SÉRIE DA NOTA FISCAL 2 41 42 X 07 NUMERO NUMERO DA NOTA FISCAL 6 43 48 N 08 CFOP CÓDIGO FISCAL DA OPERAÇÃO E PRESTAÇÃO 4 49 52 N 09 CÓDIGO COMPLEMENTAR DA OPERAÇÃO CÓDIGO COMPLEMENTAR DA OPERAÇÃO CONFORME TABELAS NO SUBITEM 7.1 .CAMPO 04 . "7.1.

5.CAMPO 08 .7.4 .1. .1. Deve ser gerado um registro por operação.Tratando-se de operações para o exterior ou com pessoas não obrigadas à inscrição estadual.CAMPO 03 .CAMPO 04 .74 ou 5. 7.Tratando-se de operações com o exterior. Códigos conforme tabela no subitem 7.1 .Em se tratando de documento sem seriação.Este registro deverá ser composto por contribuinte substituído que registre entrada e/ou saída de mercadorias documentadas por Nota Fiscal.Tratando-se de operações para o exterior ou com pessoas não obrigadas à inscrição no CNPJ.CAMPO 02 .15. deixar em branco as duas posições.2 .1.1 .CAMPO 06 .78). 7. 7.OBSERVAÇÕES 7. para os casos de isenção ou não incidência (CFOP 5. REGISTRO TIPO 02: Movimentação de mercadorias por nota fiscal REGISTRO DE MOVIMENTAÇÃO DE MERCADORIAS POR NOTA FISCAL N. conforme tabela de CFOPs válidos para substituição tributária. colocar "EX".76) 2 52 53 N 10 Quantidade Quantidade da mercadoria (com 3 decimais) de acordo com a unidade de medida especificada no Registro Tipo 04 13 54 66 N 11 Valor Total da Base de Cálculo da Retenção Valor total da base de cálculo do ICMS de retenção na substituição tributária (com 2 decimais) 13 67 79 N 12 Valor de Confronto Base de Cálculo efetiva na saída a consumidor ou usuário final ou na entrada nas demais hipóteses (com 2 decimais) 13 80 92 N 13 Código da Mercadoria Código da mercadoria do estabelecimento informante 14 93 106 X 14 Chassi Número de chassi do veículo 22 107 128 N 15 Base de Cálculo do Substituto nas operações com veículos ou motos Base de cálculo da operação própria do substituto (com 2 decimais) 13 129 141 N 7. para os casos de devolução de venda (CFOP 1.3 . 7.73.º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "02" 02 1 2 N 02 CNPJ CNPJ do remetente nas entradas e do destinatário nas saídas 14 3 16 N 03 Inscrição Estadual Inscrição Estadual do remetente nas entradas e do destinatário nas saídas 14 17 30 N 04 Unidade da Federação Sigla da Unidade da Federação do remetente nas entradas e do destinatário nas saídas 2 31 32 X 05 Data de Emissão / Recebimento Data de emissão na saída ou recebimento na entrada (data constante no documento fiscal) 8 33 40 D 06 Série Série da nota fiscal 2 41 42 X 07 Número Número da nota fiscal 6 43 48 N 08 CFOP Código Fiscal da Operação e Prestação 3 49 51 N 09 Código Complementar da Operação Código complementar para identificação da operação de origem.Código da operação.1. relativamente a cada uma das mercadorias enquadradas no regime d e substituição tributária. 7.5 . o campo assumirá o conteúdo "ISENTO".1. e para o destino.6 .1. zerar o campo.1.

13. Todos os demais devem ignorar este e o campo seguinte.13. ou seja. Códigos conforme tabela no subitem 7.13.1.1.1.1.PARA OS VEÍCULOS E MOTOS: 7.1.Deve ser preenchido com o código da mercadoria.74 ou 5.9 . CFOP 5.8 .No que se refere ao preenchimento das informações de saldo inicial.1.CAMPO 09 . 7.2.Código complementar para identificação do CFOP.ESCLARECIMENTO SOBRE O SALDO INICIAL .1. 7.Os valores deverão se basear na ficha "Modelo 3 . informando apenas até o CAMPO 13. Base de cálculo efetiva na saída a consumidor ou usuário final ou base de cálculo efetiva na entrada.11 .Valor resultante da multiplicação da quantidade pelo valor unitário da base de cálculo da retenção.1 .1.1. nos casos de isenção ou não incidência (ref.CAMPO 14 . CFOP 1.Código complementar para identificação da operação de origem. aplicando-se exclusivamente às entradas de veículos ou motos.1 . .7 . DOE 26-10-2005. 7. Para os demais c asos. em conformidade com o Registro Tipo 04.1.1. para os casos de devolução de venda (ref. 7.as unidades que permaneceram no estoque. (Redação dada ao item 7.1.76). 7.1.Aplicável apenas aos contribuintes que comercializam veículos ou motos.CONTROLE DE ESTOQUE MERCADORIAS ENQUADRADAS NA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA".Regras de preenchimento estabelecidas nesta portaria.CAMPO 15 .13.1.1. efeitos a partir de 26-10-2005) 7.1.CAMPO 13 .10 . o campo deve ser zerado.78).CAMPO 12 .7 pelo inciso III do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005. previsto nesta portaria.2 .73.Valem as observações do subitem precedente.16. inclusive para os veículos e motos. nas demais hipóteses em que for suscetível a complementação ou o ressarcimento do imposto retido. e para o tratamento tributário.CAMPO 11 . Códigos conforme tabela no subitem 7. mantendo o mesmo conteúdo das respectivas notas fiscais relativas às entradas.16.7 .7. 7.12 . 7.PARA AS DEMAIS MERCADORIAS: 7. relativo ao remanescente em estoque de período imediatamente anterior ao das informações ora prestadas deverá ser observado o seguinte: 7.1 .13 . 5.CAMPO 09 . que não foram objeto de saída no período imediatamente anterior à prestação destas informações deverão ser novamente lançadas como entradas para o novo período.

as informações deverão ser prestadas como segue: 7.7.1.1.1.Para os demais campos.13.2.14.13.CAMPOS 02. apenas uma ocorrência para saldo inicial deverá existir.Assumirá o valor da coluna 19 (VALOR TOTAL) da supracitada ficha.14.Assumirá o conteúdo "SK".13.Assumirá o conteúdo "172".12 . obtida na coluna 17 (SALDOS .2.CAMPO 09 .10 . .CAMPO 10 .13.8 . 03 e 04 assumirão o conteúdo com os dados do próprio informante (mestre do estabelecimento). 7.1.1.6 .2.1.1. 7.13.CAMPO 11 .1.Zerar. os quais serão objeto de lançamento individualizado. observar as regras gerais.13.1.1.2. as quantidades e valores deverão ser informados pelo total diário.Assumirá o conteúdo "00".13.1.13. 7.1. efeitos a partir de 26-10-2005) 7.Só deverá existir um registro representando os eventos em cada dia.2.2.Quantidade total da mercadoria remanescente em estoque.CAMPO 05 .2.3 . 7. DOE 26-10-2005. Estão excetuados desse lançamento englobado os veículos e mot os. 7.Para cada mercadoria.2.2. Se houver mais de uma ocorrência no mesmo dia.Zerar.7 pelo inciso IV do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005.9 .CAMPO 08 .2.CAMPO 06 . 7.CAMPO 07 .QTDE) da ficha Modelo 3.1.2 .Conteúdo idêntico ao do "CAMPO 09" do Registro "Tipo 01".2.1.5 .1. 7.7 . (Redação dada ao item 7.11 .DA NÃO REALIZAÇÃO DO FATO GERADOR PRESUMIDO . 7.13.4 .2.13.CAMPO 08 .1 . 7.2 . do período de apuração imediatamente anterior.Ocorrendo eventos que impeçam a realização do fato gerador presumido.Assumirá o valor numérico 2.14 . 03 e 04 assumirão o conteúdo com os dados do próprio informante (mestre do estabelecimento).13.CAMPO 12 . 7.CAMPOS 02.7 . 7.13.13. correspondente ao estoque remanescente do período de apuração imediatamente anterior.1. 7.2.

na redação do Ajuste SINIEF-6/98.1.1.CAMPO 07 .70 .7.72 Compra para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15.70 . observar as regras gerais.1. 7.1.1. DOE 26-10-2005.1. quando recebida de cooperado ou de estabelecimento de outra cooperativa. 7. II e III).5 .1. Entrada por transferência de mercadoria a ser comercializada.4 .5 . 1.9 .14. DOE 26-10-2005.7 . 7.12. Também será classificada neste código a entrada de mercadoria em estabelecimento de cooperativa.CAMPOS 11 . efeitos a partir de 26-10-2005) TABELA DE CFOP (Códigos Fiscais de Operação ou Prestação válidos para substituição tributária e aplicáveis às finalidades desta Portaria) 7. Anexo.8 . na redação do Ajuste SINIEF6/98. . 7.Total diário. 7.Deixar em branco as duas posições.14.72 / 2.Para os demais campos. (Redação dada ao item 7.76 Transferência para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15.Zerar.Assumirá o conteúdo "00". decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária.12.3 . 7. II e III).CAMPO 08 .CAMPO 09 .1.CAMPO 08 .CAMPOS 10 .1. 7. efeitos a partir de 26-10-2005) 7.Tabela de CFOPs: (Redação dada ao item 7.Assumirá o valor numérico 1. A entrada por compra de mercadoria a ser comercializada.1.SINIEF.CAMPO 06 .Aplicável às operações realizadas até 31/12/2002: ENTRADAS CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 1.Total diário. decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária.15 .14.14.SINIEF.1.14. cláusula segunda.76 / 2.1 . cláusula segunda.15.14.15 pelo inciso VI do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005.5 pelo inciso V do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005. Anexo.1.14.6 .14.Assumirá o conteúdo "001".14.

74 ou 6.70 . quando destinada a consumidor ou usuário final (Convênio de 15. que não tenha sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. 1. cláusula segunda. Saída por transferência de mercadoria entrada para industrialização e/ou comercialização. que não tenha sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. II e III).SINIEF. Anexo. quando destinada a comercialização ou industrialização subseqüente. Saída por venda de mercadoria entrada para industrialização e/ou comercialização. . que não tenha sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. cuja saída tenha sido classificada no código 5.76 / 6. Referente a mercadoria comprada para ser comercializada.Venda de mercadoria adquirida e ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária. Também será classificada neste código a saída de mercadoria de estabelecimento de cooperativa.70 . II e III).12. quando destinada a consumidor ou usuário final. 5.74 . quando destinada a cooperado ou estabelecimento de outra cooperativa.12. 5. qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação ou prestação (não deve ser informado o subcódigo existente neste item).73 . não compreendida nos códigos anteriores.99/2. Referente a venda de mercadoria.SINIEF. 5. Anexo. quando destinada a comercialização ou industrialização subseqüente (Convênio de 15. II e III).70 .SINIEF. na redação do Ajuste SINIEF-6/98. Anexo. cláusula segunda. em operação sujeita ao regime de substituição tributária. II e III).12. quando destinada a comercialização ou industrialização subseqüente. Anexo. quando destinada a cooperado ou estabelecimento de outra cooperativa. decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária.12. na redação do Ajuste SINIEF-6/98. na redação do Ajuste SINIEF-6/98.74 Venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária.78 Devolução de compra para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15.SINIEF. quando destinada a consumidor ou usuário final. ou 5.76 Transferência de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15. Saída por venda de mercadoria entrada para industrialização e/ou comercialização.73 Venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária.SINIEF. Anexo.Venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária. bem ou serviço. Também será classificada neste código a saída de mercadoria de estabelecimento de cooperativa. em operação sujeita ao regime de substituição tributária. cláusula segunda. Entrada de mercadoria.78 / 6.74 / 6.73 / 6.12. na redação do Ajuste SINIEF6/98. na redação do Ajuste SINIEF-6/98.70 . II e III).70 .1. cláusula segunda. cláusula segunda.78 / 2.78 Devolução de venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15.99 Outras entradas ou aquisições de serviços não especificadas.73 ou 6. SAÍDAS CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 5.

cuja entrada tenha sido classificada no código 1.949 /2. 1. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. cujo imposto já tenha sido retido anteriormente. bem ou serviço.411 / 2.403 Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. 1.409 / 2.409 Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.72 ou 2. qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação ou prestação (não deve ser informado o subcódigo existente neste item). na condição de substituto tributário. não compreendida nos códigos anteriores.72 . .2 Aplicável às operações realizadas a partir de 01/01/2003 ENTRADAS CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 1.404 Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.1.99 Outras saídas ou aquisições de serviços não especificadas Saída de mercadoria. decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. exclusivamente nas hipóteses em que o imposto já tenha sido retido anteriormente. SAÍDAS CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 6.Compra para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária.15.949 Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificadas nos códigos anteriores. para serem comercializadas. Também serão classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de cooperativa. cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária". 7.411 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 1.99/6.403 / 2. 5. Classificam-se neste código as vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

652 / 2. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. 7. na condição de contribuinte substituído. 1.661 / 2. cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de combustíveis ou lubrificantes para comercialização". Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa. Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem comercializados 1. 5. cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária".409 Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem comercializados.5. .949 / 6.15. Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores. 5. de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.409 / 6. na condição de contribuinte substituído. 5. Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes.659 Transferência de combustível e lubrificante para comercialização. 5.929 Lançamento efetuado em decorrência de emissão de documento fiscal relativo a operação ou prestação também registrada em equipamento Emissor de Cupom Fiscal ECF.3 Aplicável às operações com combustível ou lubrificante realizadas a partir de 01/01/2004.411 Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.405 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.661 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à comercialização.1.652 Compra de combustível ou lubrificante para comercialização.: ENTRADAS CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 1. Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.411 / 6.659 / 2.949 Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado. Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas.

Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos. 5.662 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido por consumidor ou usuário final. 5. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.922 . A entrada por compra de mercadoria a ser comercializada decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária. 5. para outro estabelecimento da mesma empresa. cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final" 7. na prestação de serviços ou por usuário final. Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes.SINIEF. adquiridos ou recebidos de terceiros. quando recebida de cooperado ou de estabelecimento de outra cooperativa.656 / 6.72 / 2.1."Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura".661 Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para comercialização. Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para consumo em processo de industrialização de outros produtos. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.12.72 Compra para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15. II e III).656 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado a consumidor ou usuário final.922 . . cláusula segunda.659 / 6.655 Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à comercialização."Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" . 5. Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados à comercialização. Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para comercialização. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.655 / 6.15 . SAÍDAS CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 5. Anexo. na redação do Ajuste SINIEF-6/98.659 Transferência de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiro.662 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado a consumidor ou usuário final. cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra de combustível ou lubrificante para comercialização".662 / 6.661 / 6.662 / 2. cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de combustíveis ou lubrificantes por consumidor ou usuário final". Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes. Também será classificada neste código a entrada de mercadoria em estabelecimento de cooperativa. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.Tabela de CFOPs: TABELA DE CFOP (Códigos Fiscais de Operação ou Prestação válidos para substituição tributária) ENTRADAS Código Descrição da Operação ou Prestação 1. à prestação de serviços ou a usuário final.70 .1.

quando destinada a cooperado ou estabelecimento de outra cooperativa. cláusula segunda. na redação do Ajuste SINIEF6/98.76 / 6. II e III). Anexo. na redação do Ajuste SINIEF-6/98.70 . Anexo.1. na redação do Ajuste SINIEF-6/98.70 . II e III).74 . na redação do Ajuste SINIEF6/98. Anexo. cláusula segunda.76 Transferência para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15. cuja saída tenha sido classificada no código 5. Saída por venda de mercadoria entrada para industrialização e/ou comercialização.12. cláusula segunda. Também será classificada neste código a saída de mercadoria de estabelecimento de cooperativa. 5.78 Devolução de compra para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15.Aplicável às operações realizadas até 31/12/2002: TABELA DE CÓDIGOS COMPLEMENTARES DAS OPERAÇÕES .73 / 6.SINIEF. Anexo.73 . Anexo. quando destina da a consumidor ou usuário final.Compra para comercialização em operação sujeita ao regime de substituição tributária. 5.78 / 6.SINIEF.SINIEF.12.70 .76 / 2. II e III). 5. Também será classificada neste código a saída de mercadoria de estabelecimento de cooperativa. efeitos a partir de 2610-2005) 7.16. II e III).76 Transferência de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15.1. cláusul a segunda. ou 5.12. II e III).16 . na redação do Ajuste SINIEF-6/98. Anexo. Referente a mercadoria comprada para ser c omercializada.74 ou 6.12.Venda de mercadoria adquirida e ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária. cláusula segunda. Saída por venda de mercadoria entrada para industrialização e/ou comercialização. 7. em operação sujeita ao regime de substituição tribut ária.72 . DOE 26-10-2005. que não tenha sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária.78 / 2. Saída por transfer ência de mercadoria entrada para industrialização e/ou comercialização. em operação sujeita ao regime de substituição tributária.70 .Venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária. quando destinada a comercialização ou industrialização subs eqüente. II e III).78 Devolução de venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária (Convênio de 15.A tabela abaixo disciplina a utilização de códigos complementares para cobrir os desdobramentos de CFOPs para as operações: (Redação dada ao item 7.72 ou 2.12. SAÍDAS Código Descrição da Operação ou Prestação 5. quando destinada a comercialização ou industrialização subseqüente (Convênio de 15.1. na redação do Ajuste SINIEF-6/98.73 Venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária.1. que não tenha sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.74 Venda de mercadoria adquirida e/ou recebida de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária.12.16 pelo inciso VII do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005.SINIEF. Entrada por transferência de mercadoria a ser co mercializada decorrente de operação sujeita ao regime de substituição tributária. Referente a v enda de mercadoria.70 . cláusula segunda. quando destinada a consumidor ou usuário final (Convênio de 15. quando destinada a comercialização ou industrialização subseqüente.74 / 6.70 . que não tenha sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.SINIEF. quando destinada a cooperado ou estabelecimento de outra cooperativa.73 ou 6. quando destinada a consumidor ou usuário final.SINIEF.1 . 1. cuja entrada tenha sido classificada no código 1.

. cuja saída tenha sido para comercialização subseqüente. 03 Deve complementar as operações de venda destinada a comercialização subseqüente (ref. CFOP 5. CFOP 5.76). CFOP 1. 02 Deve complementar as operações de devolução de venda (ref. 02 Deve complementar as operações de devolução de venda. 01 Deve complementar as operações de devolução de venda. exceto a isenção da microempresa. CFOP 1. 03 Deve complementar as operações de saída destinada a comercialização subseqüente ou transferência de mercadoria. CFOP 5.78). Este código complementar deve ser utilizado também nas correspondentes devoluções de venda (ref.78).78).73.78). CFOP 5. 01 Deve complementar as operações de devolução de venda (ref. cuja saída tenha sido destinada a usuário ou consumidor final. venda destinada a consumidor ou usuário final (ref. 04 Deve complementar as operações de venda destinada a comercialização subseqüente (ref.73) ou transferência de mercadoria (ref.76). CFOP 5.Aplicável às operações realizadas a partir de 01/01/2003: TABELA DE CÓDIGOS COMPLEMENTARES DAS OPERAÇÕES CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 00 O campo assumirá o conteúdo "00" para todas as operações que não as especificadas a seguir. CFOP 1. quando a operação subseqüente estiver amparada por isenção ou não incidência.74) ou transferência de mercadoria (ref.CODIGO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO 00 O campo assumirá o conteúdo "00" para todas as operações que não as especificadas a seguir.74.2 . quando essas operações próprias estiverem amparadas por isenção ou não incidência. 7. cuja saída tenha sido classificada no código 5.1. cuja saída tenha sido classificada no código 5. Este código complementar deve ser utilizado também nas correspondentes devoluções de venda.73).16. CFOP 1. Este código complementar deve ser utilizado também nas correspondentes devoluções de venda (ref. quando essas operações próprias estiverem amparadas por isenção ou não incidência.

na operação própria ou na subseqüente: TABELA DE CÓDIGOS COMPLEMENTARES DAS OPERAÇÕES Código Descrição da Operação ou Prestação 00 O campo assumirá o conteúdo "00" para todas as operações que não as especificadas a seguir. CFOP 1.74) ou transferência de mercadoria (ref. 05 Deve complementar as saídas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária. CFOP 5. Cupom Fiscal PDV e Cupom Fiscal .04 Deve complementar as operações de saída destinada a consumidor ou usuário final. CFOP 5.Toda Nota Fiscal emitida em substituição a um ou mais Cupons Fiscais (conforme autorizado pela legislação) deve ser informada nos registros "Tipo 2" com os valores que nela constem. DOE 26-10-2005.76).Mestre: Identificador do Equipamento . exceto a isenção da microempresa. cuja saída tenha sido classificada no código 5. exceto a isenção da microem presa.76). Este código complementar deve ser utilizado também nas correspondentes devoluções de venda. 04 Deve complementar as operações de venda destinada a comercialização subseqüente (ref. CFOP 1.17 pelo artigo 3º da Portaria CAT 99/05 de 25-102005.1. Este código complementar deve ser utilizado também nas correspondentes devoluções de venda. 07 Deve complementar o lançamento efetuado em decorrência de emissão de documento fiscal relativo à operação ou prestação também registrada em equipamento Emissor de Cupom Fiscal . REGISTRO TIPO 03: Saída de mercadoria documentada por Cupom Fiscal.74. 02 Deve complementar as operações de devolução de venda (ref. quando essas operações próprias estiverem amparadas por isenção ou não incidência. efeitos a partir de 26-10-2005) 8. quando a operação subseqüente estiver amparada por isenção ou não incidência.1 . um registro "Tipo 2" para cada tipo de mercadoria. CFOP 1.78).1.ECF 8.73) ou transferência de mercadoria (ref.78). CFOP 5.78). CFOP 5.17 . quando a saída destinar-se a contribuintes do imposto e a comercialização subseqüente. CFOP 1. 7.ECF. Este código complementar deve ser utilizado também nas correspondentes devoluções de venda (ref. quando a operação subseqüente estiver amparada por isenção ou não incidência. 7. cuja saída tenha sido destinada à comercialização subseqüente. 01 Deve complementar as operações de devolução de venda (ref. 03 Deve complementar as operações de venda destinada a comercialização subseqüente (ref. 06 Deve complementar as operações de saída de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação sujeita ao regime de substituição tributária.Registro Tipo 03 .1.73). quando essas operações próprias estiverem amparadas por isenção ou não incidência. cuja saída tenha sido destinada à comercialização subseqüente ou transferência de mercadoria. CFOP 5. (Acrescentado o item 7. Este código complementar deve ser utilizado também nas correspondentes devoluções de venda (ref.73.78). na condição de contribuinte substituído.A tabela abaixo disciplina a utilização de códigos complementares para cobrir os desdobramentos de CFOPs para as operações internas de devolução de venda e/ou amparadas por isenção ou não incidência. no mínimo. cuja saída tenha sido classificada no código 5. devendo ser gerado. na condição de contribuinte substituído. venda destinada a consumidor ou usuário final (ref.16 .

MESTRE: IDENTIFICADOR DO EQUIPAMENTO N. . 8.1 .Registro composto apenas pelos emitentes dos documentos fiscais em questão.1.1 .1. PDV ou ECF Número atribuído pelo estabelecimento ao equipamento 3 12 14 N 05 Número de série de fabricação Número de série de fabricação do equipamento emissor de cupom fiscal 15 15 29 X 06 Modelo do cupom fiscal Código do modelo do cupom fiscal 2 30 31 X 07 Número inicial de ordem Número do primeiro cupom fiscal emitido no dia (Número do Contador de Ordem de Operação) 6 32 37 N 08 Número final de ordem Número do último cupom fiscal emitido no dia (Número do Contador de Ordem de Operação) 6 38 43 N 09 Número do contador de redução Número do contador de redução ou Leitura Z 6 44 49 N 10 Valor do Grande Total ou Totalizador Geral no início do dia Valor do GT no início do dia (com 2 decimais) 16 50 65 N 11 Valor do Grande Total ou Totalizador Geral no fim do dia Valor do GT no final do dia constante da leitura Z ou Redução (com 2 decimais) 16 66 81 N 8.1.1.º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "03" 2 1 2 N 02 Mestre / Analítico / Mercadoria "M" 1 3 3 X 03 Data de emissão Data de emissão dos cupons fiscais 8 4 11 D 04 Número da Máquina Registradora.1.OBSERVAÇÕES 8.Registro utilizado para identificar o equipamento emissor de cupom fiscal do estabelecimento.2 .

2 .2 .2 (Registro Tipo 03 .5 .OBSERVAÇÕES 8. 8. quando se tratar de Cupom Fiscal PDV.2. indica que este registro é mestre deste modo identifica o equipamento emissor de cupom fiscal do contribuinte.Registro composto apenas pelos emitentes dos documentos fiscais em questão.1 .1.1.Deve ser gerado um registro para cada situação tributária ou alíquota do totalizador parcial.2.4 . ANALÍTICO: Identificador diário das situações tributárias por equipamento N.Os dados diários de cada um dos totalizadores parciais de situação tributária do equipamento deverão ser informados no registro especificado no subitem 8.º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "03" 2 1 2 N 02 Mestre / Analítico / Mercadoria "A" 1 3 3 X 03 Data de emissão Data de emissão dos cupons fiscais 8 4 11 D 04 Número da Máquina Registradora.Preencher com "2B".1.3 .CAMPO 06 .Registro Tipo 03 . 8. com "2C". quando se tratar de Cupom Fiscal emitido por máquina registradora.8."M".1.Analítico).1 . ou "2D". quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. PDV ou ECF Número atribuído pelo estabelecimento ao equipamento 3 12 14 N 05 Situação Tributária / Alíquota Identificador da Situação Tributária / Alíquota do ICMS 4 15 18 X 06 Valor Acumulado no totalizador parcial Valor acumulado no final do dia no totalizador parcial da situação tributária / alíquota indicada no campo 05 (com 2 decimais) 12 19 30 N 8.1. .1.1. 8.1.2. 8.Analítico: Identificador de cada Situação Tributária no final do dia para cada equipamento emissor de cupom fiscal.CAMPO 02 .

4 .Quando o totalizador parcial for de operação tributada na saída.Analítico. Este valor acumulado corresponde ao valor constante no Cupom de Redução Z.4. * 18% deve ser informado --> "1800".1.5 . PDV ou ECF.Informa a situação tributária / alíquota do totalizador parcial: 8.CAMPO 05 . este campo deve indicar o percentual correspondente à carga tributária efetiva.CAMPO 02 .1.2. emitido no final de cada dia.Deve informar o valor acumulado no totalizador parcial da situação tributária indicada no campo 05.CAMPO 06 . 8.2.3 .2.Quando o totalizador parcial se referir a outra situação tributária.2 .1. Esse percentual será informado como campo numérico com 02 (duas) casas decimais."A".1 . 8.8. Exemplo: * 8. indica que este registro é Tipo 03 .Registro Tipo 03 .3 . 8.1. informar conforme tabela abaixo: Situação Tributária Conteúdo do Campo Substituição Tributária F Isento I Não Incidência N Cancelamentos CANC Descontos DESC 8.2.1.4% deve ser informado --> "0840".4. transcrito para o Mapa Resum o de Caixa.Mercadoria: Movimentação diária de mercadoria por equipamento.2.º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "03" 2 1 2 N . MERCADORIA: Movimentação diária por produto e por equipamento N.

8. efeitos a partir de 26-10-2005) 8.6 pelo inciso VIII do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005. em conformidade com o Registro Tipo 04. relativamente a cada uma das mercadorias enquadradas na sistemática de substituição tributária.1 .1.6 . 8.OBSERVAÇÕES 8.Indica a quantidade total diária de mercadoria saída.2 . DOE 26-10-2005.CAMPO 05 .5 .3 . 8.Registro utilizado para identificar o total diário das operações efetuadas mediante utilização de equipamento emissor de cupom fiscal."P".3.3.CAMPO 02 .3. . (Redação dada ao item 8. registrada pelo equipamento emissor de cupom fiscal.1.02 Mestre / Analítico / Mercadoria "P" 1 3 3 X 03 Data de emissão Data de emissão dos cupons fiscais 8 4 11 D 04 Número da Máquina Registradora.1.Registro composto apenas pelos emitentes dos documentos fiscais em questão.3.1.Deve ser preenchido com o código da mercadoria.3.CAMPO 08 . em conformidade com o Registro Tipo 04.CAMPO 08 . inclusive para os veículos e motos.1.3. 8. indica que este registro é de movimentação diária de mercadoria por equipamento.3.Deve ser preenchido com o código da mercadoria.1.3.6 . relativamente a cada equipamento emissor de cupom fiscal e por mercadoria. PDV ou ECF Número atribuído pelo estabelecimento ao equipamento 3 12 14 N 05 Quantidade Quantidade diária de saída da mercadoria (informada no campo 08) no presente equipamento (informado no campo 04) 13 15 27 N 06 Valor Total da Base de Cálculo da Retenção Valor total da base de cálculo do ICMS de retenção na substituição tributária para a mercadoria no dia (com 2 decimais) 13 28 40 N 07 Valor de Confronto Base de Cálculo efetiva na saída a consumidor ou usuário final (com 2 decimais) 13 41 53 N 08 Código da Mercadoria Código da mercadoria do estabelecimento informante 14 54 67 X 8. 8.1.1 . um registro para o total diário das operações.3.4 .Deve ser gerado.1.

3.Mercadorias de mesma natureza mas que.Tratando-se de veículos.4 .1. Ocorrendo esta hipótese.1. informando a movimentação diária para cada mercadoria. 8.1.1.Mercadoria".Até 31 de dezembro de 2. conforme subitem 8. se comprovada a impossibilidade de identificar os lançamentos diários de mercadoria por equipamento. informando as situações tributárias praticadas.3 .Sistema Harmonizado (NBM-SH) desde que tais códigos permitam a perfeita identificação das mercadorias conforme item 9. REGISTRO TIPO 04: Código da Mercadoria CÓDIGO DA MERCADORIA N. 9.3. um registro "Tipo 03 .Mestre". com os respectivos registros "Tipo 03 . tais como.3. diariamente.2.3.Deve ser gerado. poderá o contribuinte. os códigos deverão identificar cada um dos modelos de uma mesma marca. 9.1.Analíticos". como indicado no subitem 8. caso contrário deverá formular códigos próprios tais que se adeqüem às normas aqui estabelecidas. para cada equipamento emissor de cupom fiscal. bem como. 9.1 . por algumas características. item 1). relativamente a cada mercadoria enquadrada na sistemática de substituição tributária.7 .1. respectivos registros "Tipo 03 . . § 2º.1.1 . que as tornem distintas e impossibilitem o necessário confronto com as mercadorias constantes nos documentos fiscais de aquisição devem ser informadas de forma que seus códigos indiquem univocamente uma única mercadoria.000. qualidade. o campo 04 deverá ser zerado.OBSERVAÇÕES 9.2 . identificar o total diário das operações por estabelecimento. como previsto no subitem 8. conforme subitem 8.O contribuinte poderá utilizar código próprio ou o sistema de codificação da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . embalagens de diferentes materiais ou de diversas capacidades e outras assemelhadas.1 supra devendo ser preenchidos segundo estipulado nesta portaria (Artigo 4º.8.º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "04" 2 1 2 N 02 Código Código da mercadoria 14 3 16 X 03 Descrição Descrição da Mercadoria 75 17 91 X 04 Unidade de Medida Unidade de medida da mercadoria 3 92 94 X 9.

Deve haver.1. efeitos a partir de 26-10-2005) 9.1. 10. total correspondência entre os códigos de mercadorias aqui informados com os apresentados nos registros "Tipo 02" e "Tipo 03 Mercadoria".9.1. obrigatoriamente. DOE 26-102005. nos termos dos §§ .2 .1.Registro utilizado para identificar as mudanças de alíquota de ICMS das mercadorias enquadradas na sistemática de substituição tributária. 9.1.Sua finalidade é permitir o cálculo do imposto a ser complementado ou a ser ressarcido.6 .5 . obrigatoriamente. 10.5 pelo inciso IX do artigo 2º da Portaria CAT 99/05 de 25-10-2005.OBSERVAÇÕES 10.CAMPO 04 .Deve haver.1 . REGISTRO TIPO 05: Alíquota de ICMS ALÍQUOTA DE ICMS N. de 28 de março de 1996.1.1.5 .identificação da sigla da unidade de medida da mercadoria. conforme os períodos de vigência de cada uma das alíquotas. sem dup licidade de códigos.4 .1 .Deve ser gerado um registro para cada mercadoria enquadrada na sistemática de substituição tributária desde que o estabelecimento registre movimentação ou estoque da respectiva mercadoria no período informado (conforme registro Tipo 01). 9.º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "05" 2 1 2 N 02 Código Código da mercadoria 14 3 16 X 03 Data Inicial A data do início do período de acordo com a alíquota de ICMS vigente para a mercadoria 8 17 24 D 04 Data Final A data do fim do período de acordo com a alíquota de ICMS vigente para a mercadoria 8 25 32 D 05 Alíquota de ICMS Alíquota de ICMS vigente para as operações internas com a mercadoria (com 2 decimais) 4 33 36 N 10. (Redação dada ao item 9. total correspondência entre os códigos de mercadorias aqui informados com os apresentados nos registros "Tipo 02" e "Tipo 03 Mercadoria" desta portaria bem como com o código de mercadoria*produto informado no arquivo magnético regido pela Portaria CAT 32.

º Denominação do Campo Conteúdo Tamanho Posição Formato 01 Tipo "06" 2 1 2 N 02 Tipo a ser totalizado Tipo de registro que será totalizado pelo próximo campo 2 3 4 X 03 Total de registros Total de registros do tipo informado no campo anterior 14 5 18 N 11. 10.Para facilitar o entendimento.1.CAMPO 05 . haveria a necessidade de informar dois registros para identificar a mudança. da seguinte forma: * 1º Registro: CAMPO 01 = "05". CAMPO 03 = "19990501" (01/05/1999). para as operações internas com as mercadorias indicadas no registro Tipo 04. 10.5% em 20/05/1999.4 .3 .Deve ser preenchido em conformidade com o registro Tipo 04. .1.1. REGISTRO TIPO 06: Totalizador de arquivo TOTALIZAÇÃO DO ARQUIVO N.2º e 3º do artigo 8º e de acordo com os demonstrativos pertinentes previstos ne sta portaria (modelo 1 ou modelo 2).5 . CAMPO 04 = "19990519" (19/05/1999) e CAMPO 05 = "1200".Deve consignar a alíquota de ICMS vigente para as operações internas. CAMPO 03 = "19990520" (20/05/1999). 11. CAMPO 02 = "AA001". segue o exemplo hipotético: Caso a alíquota de ICMS para a mercadoria de código "AA001" tenha sofrido uma única alteração durante o período de prestação das informações (por exemplo 01/05/1999 a 31/05/1999) de 12% para 9.1 .CAMPO 03 e 04 .1. dispensada a indicação de tipos não informados.1. as datas inicial e final do período de vigência da alíquota. 10. no respectivo período.Conterá os totalizadores de todos os tipos de registros (um registro para cada tipo) existentes no arquivo magnético.1. 10.6 . CAMPO 04 = "19990531" (31/05/1999) e CAMPO 05 = "0950". CAMPO 02 = "AA001". 10.Deve conter um registro para cada uma das alíquotas de ICMS vigentes no período.1 . respectivamente.7 .OBSERVAÇÕES 11.CAMPO 02 .Informam. * 2º Registro: CAMPO 01 = "05".

1 . registros.Tipo 01 = 1 registro.Indicação dos totais por tipo de registro. inclusive os do "Tipo 06"..1.2 .Um registro identificando o total geral de registros no arquivo. 12.Os registros fiscais poderão ser mantidos em características e especificações diferentes desde que.2 ..6 .1.1.1 .1 .Tipo 02 = .5 .1.Nome comercial (razão social/denominação) do estabelecimento informante. 13. registros.CNPJ do estabelecimento informante. .1. .Endereço completo do estabelecimento informante.1. 13. registros.3 . 13.Período abrangido pelas informações contidas no arquivo..O fornecimento dos registros fiscais de forma diversa da prevista no subitem anterior dependerá de consulta prévia à Diretoria Executiva da Administração Tributária .DEAT.Tipo 03 = . INSTRUÇÕES GERAIS 12. contendo as seguintes informações: 13.Indicação do meio magnético (disquete) apresentado com respectivo total de mídias.Tipo 04 = . no formato 99. . 13.2 . quando exigidos. 13.8 .1. 13.o arquivo em meio magnético será apresentado com Listagem de Acompanhamento. sejam fornecidos nas condições previstas neste manual. cada tipo em uma linha: . .1. 12. LISTAGEM DE ACOMPANHAMENTO 13.999.4 .Inscrição estadual do estabelecimento informante. 13. 13.Marca e modelo do equipamento utilizado na geração do arquivo. indicando apenas os tipos existentes no arquivo magnético.999/9999-99..7 ..11.1..

registros.9 . registros...Tipo 06 = .. .. ..Total geral de registros no arquivo.1. 13.Tipo 05 = .