Manual Técnico para Coleta de Amostras de Água FLORIANÓPOLIS, SC 2009 1.

INTRODUÇÃO A água de abastecimento refere-se à água fornecida para consumo humano, para f ins industriais, agricultura e outras atividades humanas, pressupondo assim a ex istência de captação, transporte e distribuição da água aos consumidores, com ou sem tratame nto. O abastecimento de água tem implicações diversas de caráter ambiental, relacionadas ao bem estar da população e a saúde pública, com o desenvolvimento das atividades econômi cas e com a manutenção da paisagem em meio rural, tendo em atenção à preservação dos ecossist mas. Pode-se considerar que, em relação ao ambiente, a água levanta algumas preocup ações essenciais, nomeadamente no que diz respeito à limitação dos recursos e às conseqüência essa limitação para as atividades humanas, bem como à manutenção da qualidade da água perant e as condições do aumento da procura. Outra preocupação resulta da relação direta que existe entre a saúde e a água, particularmente no que respeita às doenças associadas à insuficiênc ia da água, quer qualitativa, quer quantitativa. As doenças decorrentes da água são clas sificadas em doenças de origem hídrica (decorrente da presença de metais pesados, por exemplo) e de veiculação hídrica (gastroenterites, amebíases, hepatite, leptospirose, et c.) A poluição ambiental por microorganismos e por agentes tóxicos é uma realidade p reocupante e crescente, e é causada pelo desrespeito aos bens naturais que se mani festa de diversas formas, como o lançamento direto ou indireto de despejos doméstico s e agropecuários sem tratamento ou após tratamentos ineficazes; deposição inadequada de sses resíduos, muitas vezes de maneira clandestinamente. Como em qualquer análise laboratorial, a coleta adequada das amostras é de f undamental importância para garantir representatividade, consequentemente, resulta dos confiáveis. É importante salientar que, devido às constantes alterações ambientais, não existem amostras iguais; dessa forma, o planejamento da coleta deve ser criterio so para fornecer quantidade de amostras suficiente para a realização de todos os tes tes requeridos. O presente guia de coleta de amostras de águas utiliza como referências suplemen tares as seguintes Normas Brasileiras Registradas (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Standard Methods for Water and Wastewater, 21 ed.: NBR 9896 Glossário de poluição das águas -AGO 1993; NBR 9897 Planejamento de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores Jun 1987 NBR 9898 Preservação e técnicas de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores Jun 1987 NBR ISO/IEC 17025 Requisitos gerais para competência de laboratório de ensaio e cali bração jan 2001; Standard Methods for Examination of Water and Wastewater, 21 ed. (2005). O objetivo deste manual é a padronização, através de procedimentos operacionais padrõe s, da realização da coleta, armazenamento e transporte de água para análises microbiológic as e físico-químicas de águas. Este manual pode fornecer informações para amostragens de águas por razões não regu latórias. Qualquer monitoramento submetido ao laboratório para esses propósitos devem também seguir os requisitos descritos neste manual. De uma maneira geral não importa ndo qual o objetivo e o tipo de exame que será realizado, algumas diretrizes devem ser seguidas para a coleta e preservação das amostras. 2. PLANO DE AMOSTRAGEM 2.1. Planejamento O planejamento tem por objetivo definir as atividades de coleta, preservação, manuseio e transporte das amostras, de modo a assegurar a obtenção de todas as info rmações necessárias da forma mais precisa, com o menor custo possível. Esta fase deve definir em detalhes o programa de coleta de amostras, lev ando em consideração os métodos analíticos que serão aplicados, assim como prever os recur sos humanos, materiais e financeiros necessários. Um bom planejamento deverá ser emb asado em informações preliminares como: a cuidadosa determinação dos pontos de coleta e

o estabelecimento de um itinerário racional, levando em conta a disponibilidade do laboratório para a execução das análises e prazos de preservação das amostras. É importante ambém definir se o local de amostragem é um corpo receptor de efluentes, sendo neces sário conhecer em detalhes os processos industriais responsáveis pela produção dos eflue ntes no entorno. Se o objetivo da análise é pericial e visa avaliar a contribuição do lançamento de um determinado tipo de efluente na qualidade do corpo receptor, a coleta deve se r realizada sempre que possível, em pelo menos três pontos: Montante (ponto controle , localizado antes do lançamento, de forma que este ponto não seja influenciado pela zona de difusão), Zona de mistura (confluência do efluente com o corpo receptor) , e Jusante (logo após o lançamento da fonte poluidora), evitando-se, porém retirar água d a pluma do efluente; além de vários pontos no curso do corpo d água para avaliar a capac idade de diluição. Paralelamente, deve ser feita a coleta de um ponto controle da or igem, ou seja, a coleta do próprio efluente que está sendo lançado, e/ou na origem do local suspeito para que seja possível a caracterização e o confrontamento. 2.2. Amostra: De acordo com a NBR ISO/IEC 17.025 a amostragem é um procedimento definido, pelo qual uma parte de uma substância, material ou produto é retirada para produzir uma amostra representativa do todo, para ensaio ou calibração. A amostragem também po de ser requerida pela especificação apropriada, para a qual a substância, material ou produto é ensaiado ou calibrado. Em alguns casos (por exemplo: análise forense), a a mostra pode não ser representativa, mas determinada pela disponibilidade. 3. COLETA DE AMOSTRAS E PROCEDIMENTOS DE CAMPO 3.1. Coleta de Amostras: Um chec list deve ser realizado antes de se partir para a coleta das amos tras. Este procedimento é necessário para evitar que a equipe responsável pela coleta não a possa realizá-la pela falta de algum equipamento ou material. 3.1.1. Frascos para Coleta Dependendo do tipo de coleta os materiais podem sofrer pequenas variações. Os frasco s de coleta devem ser resistentes, de vidro borosilicato (V), de vidro borosilic ato âmbar (VB) ou polietileno (P). Devem ser quimicamente inertes e permitir uma p erfeita vedação. De preferência as tampas devem ser do tipo auto-lacráveis, permitindo a ssim uma maior confiabilidade na amostra. Todos os frascos devem ser escrupulosa mente limpos, conforme descritos nos procedimentos operacionais padrões de cada ti po de análise. Os frascos devem ser preferencialmente de boca larga, para facilita r a coleta e sua limpeza e resistentes a autoclavação, naqueles destinados a análises microbiológicas. Em casos onde houver necessidade deve ser utilizado frasco de oxigênio dissolvido, que devem ser de vidro borosilicato com tampa esmerilhada e estreita (pontiagud a), com selo d água. Convém levar frascos adicionais ao programado, pois podem ocorrer quebras, contami nação ou vazamento obrigando o técnico coletor a substituir a embalagem e em alguns ca sos, a repetir a coleta. Não tocar a parte interna dos frascos e do material de coleta (como tampas), nem d eixá-los expostos ao pó, fumaça e outras impurezas, tais como gasolina, óleo e fumaça de e xaustão de veículos, que podem ser grandes fontes de contaminação de amostras. Cinzas e fumaça de cigarro podem contaminar fortemente as amostras com metais pesados e fos fatos, entre outras substâncias. Recomenda-se aos coletores fazer a anti-sepsia nas mãos com álcool 70°GL, e não fumar, não falar ou comer durante o procedimento da coleta de amostras. Deve-se também adota r o uso de EPI s (luvas, avental, máscara, etc.) com vistas à proteção da amostra e também d o próprio coletor no caso de águas suspeitas de contaminação. Deve-se utilizar um par de luvas de procedimento para cada ponto de coleta, no caso das analises físicos quími cas as luvas não deverão ser lubrificadas com talco. Caso sejam utilizadas amostras para analises de campo estas não devem ser enviadas ao laboratório. Os frascos de coleta devem permanecer abertos apenas o tempo necessário para o seu preenchimento e devem ser mantidos ao abrigo do sol. Os reagentes utilizados na coleta devem de no mínimo grau Para Análise (P.A.) e se p

 

Oxigênio dissolvido (OD) é uma medida da quantia de oxigênio disponível dentro de um corpo d'água e. Oxigênio dissolvido. Então. Lembre-se: o gelo não deve entrar em contat o com as amostras. quando na falta de um termômetro digital portátil com certificado de cali bração. b) Refrigeração Manter as amostras entre 1°C e 4°C preservará a maioria de características icas. OBS: 1. os resultados produzidos por estes medidores d e campo podem não serem comparáveis com aqueles produzidos no laboratório. poderá ser utilizado termômetro calibrado com escala entre 0ºC e 50ºC. no mínimo. é medido em uma escala de 0 mg/L 20 mg/L ou como porcentagem de saturação. sempre que possível. A determinação da temperatura deve seguir o m esmo padrão. Não pode ser usado para a determinação de DBO e DQO. As barras de gelo reutilizáv eis são preferidas ao invés de gelo solto. Pode ser determinado usando medidores eletrônicos portáteis (Figura 1) ou por titul ação. 2. É recomendado para amos tras microbiológicas ser refrigerada entre 2°C e 10°C. PRESERVAÇÃO DAS AMOSTRAS As técnicas de preservação são vitais para minimizar alterações das amostras. oxigênio dissolvido. pH e turbidez freqüentemente variam durante o dia. mas podem estar sujeitos a inte rferência de outras substâncias. para maior parte dos parâmetros de composição quím ica. Além das deter inações já citadas se possível podem ainda serem realizadas as seguintes análises: Turbidez. caso isso não seja possível poderá ser u tilizado papel de pH de boa qualidade. oferece o maior grau de estabilização da amostra e por maior espaço de tempo. bem como do teor de sólidos fi ltráveis e não filtráveis ou de qualquer parâmetro nessas frações. É recomendado que. O técnico coletor não deve esquecer-se das soluções calibração dos equipamentos. não é possível recorrer a adições químicas em casos de determinação de parâmetros biológ . nitrito. Alguns preservativos comuns estão descritos abaixo: a) Congelamento é um método de preservação que pode ser aplicado para aumentar o interva lo de tempo entre a coleta e a análise. podem ser apropriados para situações on de os parâmetros estão presentes em concentrações altas. 1. quando medidos através de medidores eletrônicos. Para a determinação d cloro residual livre e total deve ser usado. Em particular. 4. Condutividade. pois os componentes dos r esíduos em suspensão se alteram com o congelamento e posterior descongelamento. Os medidores eletrônicos (são sem dúvida os mais convenientes e deveriam ser usados onde quer que seja. Os medidores de campo não fornecerão resultados precisos a menos que eles sejam c alibrados antes de cada utilização.2.. assim é importante seguir as instruções fornecidas com o equipamento. O gelo pode ser rapidamente usa do para resfriar amostras para 4°C antes do transporte. c) Adição de agentes químicos é um método de preservação mais conveniente. Análises de Campo: Sempre que necessário. Isso evita a contaminação das amostras por reagentes de baixa qualidade. As determinações de campo devem ser realizadas em recipientes separados daqueles que se rão enviados ao laboratório. evitando-se assim possíveis contaminações. o medidor seja calibrado antes de cada evento de amostragem. Todos os equipamentos utilizados devem estar calibrados e com certificado de calibração emitido por órgão competente. 3. deve ser usado um pH metro portátil. equipamento colorimétr ico digital. de preferência. etc.ossível grau ISO ou superior. quando possível. tais como: cálcio. ou papeis indicadores quantitativos com valores de leituras compatíve is com os estabelecidos na legislação de água para consumo Para a determinação do pH. Vários analitos. fluoreto. durante a coleta devem ser realizadas as determinações d o pH e da temperatura e no caso de redes de abastecimento de cloro residual. No enta nto. 2. quan do possível. químicas e biológicas em curto prazo (< 24 horas) e como tal é recomendado para todas as amostras entre coleta e entrega para o laboratório. Os requisitos de calibração variarão entre medidores e fabricantes. nitrogênio amoniacal.

A ficha de coleta deve acompanhar a as amostras respectivas. incluindo suas coordenadas. e em casos de ocorrência de interferência s de análises químicas. buscando evitar o contato direto do gelo com as amostras. Normalmente a temperatura. Helga Bernhard de. no tempo necessár io para que sua análise ocorra dentro do prazo de validade da preservação. lago. O técnico coletor deve tomar muito cuidado na transcrição da identificação da amostra para a ficha de coleta a fim de evit ar trocas de identificação. irrigaç . b) Nome do técnico que fez o transporte. sobre o próprio fra sco. pode ser utilizado caixa de isopor com gelo reciclável. 5. RECOMENDAÇÕES PARA COLETA E PRESERVAÇÃO DE AMOSTRAS As recomendações quanto ao tipo de frasco para coleta. O transporte das amostras deve ser realizado em caixas térmicas. Guia técnico de coleta de amostras po r Helga Bernhard de Souza e José Carlos Derísio.mo a DBO. Recomendações quanto ao tipo de frasco. quando envia das ao laboratório. (2005) e USEPA.2.) e) Profundidade em que amostra foi coletada. Caso não seja possível o uso d e caixas térmicas. Acondicionamento e Transporte das Amostras Após a coleta das amostras. A localização precisa dos pontos de coleta deve ser conseguida através de um GPS (Globa l Positioning System -Sistema de Posicionamento Global). i) Cadeia de custódia: a) Nome do técnico que coletou data. assinatura. hora. IDENTIFICAÇÃO DA AMOSTRA Os pontos de coleta devem ser detalhadamente descritos na ficha de coleta . d) Procedência da amostra (efluente. São Paulo. . dessedentação de animais.1.) 6. f) Condições Climáticas no momento da coleta e no período imediata mente anterior. etc. (1998). contagem de microrganismos. condições hidrológicas e geológicas. 1977. com tinta insolúvel em água. topografia. bem como quaisquer condições especiais que possam fornecer dados de importância para a interpretação dos resultados. condições met eorológicas no dia da coleta e nas últimas vinte e quatro horas ou quarenta e oito h oras. A ficha de coleta deve ter no mínimo as seguintes informações: a) Código de Iden tificação. hora. é de -4ºC. assinatura. recreação. A Cadeia de Custódia é um processo de documentação da historia cronológica da amost ra. data. para garantir a idoneidade e o rastreamento das mesmas. Documentação Todo o procedimento da coleta deve ser documentado inclusive com fotos. g) Parâmetros analisados no campo e seus resultados. 6. para evitar quebras e contaminação. que permi tam o controle da temperatura e seu fechamento através de lacres (se possível numera do). j) Espaço para anotar alterações sobre quaisquer ocorrências anormais relacionadas à amost ragem. Isto dá a confiança de q ue a integridade de amostra não foi comprometida se as amostras são para fins legais ou se existe qualquer suspeita que as amostras possam ser adulteradas em qualqu er etapa do processo (momento da coleta até a análise). A amostra coletada deve ser identificada adequadamente. forma de preservação e o prazo entre a coleta e o início de análise para os pa râmetros de maior interesse são apresentados na Tabela 1. h) Parâmetros a serem analisados no laboratório. * Recomendado por: SOUZA. É possível ainda observar algu mas pequenas diferenças entre os referenciais de alguns autores: Tabela 1. hora e assinatura. e transportadas ao laboratório. Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Fonte: Metodologia inclusa na 21ª Edição do Standard Methods for the Examination of Wa ter and Wastewater. de transporte. b) Autoridade solicitante. c) Nome do técnico que recebeu a amostra no la boratório. forma de preservação e prazo de execução d e análise para cada parâmetro. data. rio. ou com etiquetas. utilização da água (abastecimento público. etc. Cada amostra (um ou mais frascos) deve ser acompanhada por uma ficha de c oleta e os procedimentos de Cadeia de Custodia devem ser iniciados. 6. quantidade de amostra necessária. as mesmas devem ser perfeitamente acondicionada s. c) Identificação do ponto de amostragem e sua loca lização.

Frascos que serão utilizados para coleta de amostras contendo metais pesados em concentração superior a 0. Nos frascos que serão utilizados para coleta de amostras contendo cloro residua l deverá ser adicionado 0. -Solução de EDTA (ácido eti odiaminotetracético) a 15%. destino. 7. Todos os analitos têm um prazo de validade que é o temp o máximo previsto entre a amostragem e a análise.01 mg/L . cuidar para que os frascos. Limpar a parte externa do frasco e tampa com auxilio de uma esponja e escova.8%.1 mL de uma solução de tiossulfato de sódio a 1. 6. -Autoclave. Esvaziar o conteúdo do frasco. uma cópia das fichas de coleta deve ser ret ida com o técnico coletor. a pressão de 0.1 MPa (1 atm). -Água destilada ou deionizada. As tampas devem ser afrouxadas para evitar a ruptura dos frasco s. c. enchendo e esvaziando totalmente o frasco. em envelope plástico lacrado.1 MPa (1atm). Fechar os frascos e colocar a fita indicadora de esterilização (fita de 5-Os frascos deverão ser esterilizados da seguinte maneira: a.2. ao colocar os frascos na autocla ve é necessário afrouxar as tampas para evitar a ruptura dos frascos e permitir a en . -Escova. Enxaguar 10 vezes em água corrente. ao fi nal do transporte não fiquem submersos na água formada pela sua fusão o que aumentaria o risco de contaminação. Análises Microbiológicas POP nº 01 Lavagem e Esterilização do Material para Coleta Materiais Necessários: -Frascos de vidro ou plástico de boca larga ( 4 cm) com tampa de rosca. 3-Após a lavagem dos frascos e tampas. e. Como segurança. Procedimentos: 1-Descontaminar os frascos e tampas por autoclavação à 121ºC. Tempo de detenção das amostras (prazo de entrega) As técnicas de preservação podem reduzir as taxas de degradação de um analito. escrita do perfeitamente legível. Frascos de plástico e de vidro devem ser esterilizados em autoclave a 121ºC a 0. -Solução de tiossulfato de sódio a 1.1. d) Enviar dentro da caixa. Esses prazos estão dispostos na Tabe la 1. Enxaguar 3 vezes em água destilada ou deionizada. Antes da autoclavação. -Esponja. indicando sua procedência. c) Evitar a colocação de frascos de uma mesma amostra em caixas diferentes. deixar escorrer a água e colocar em posição embor cada. FRÁGIL e PERECÍVEL .1. pelo lado de fora. Adicionar uma gota de detergente líquido no interior do frasco e da tampa e esc ovar a parte interna com auxilio de uma escova própria. resistentes a esterilização com volume mínimo de 200 mL. por 30 15 min. b) Nos casos em que se usar gelo para preservação. 4-Antes de a esterilização preparar os frascos da seguinte maneira: a. mas não podem parar completamente. b) Identificar a a mostra. uma cópia da ficha de colet a das amostras enviadas. o técnico coletor dever tomar os seguintes cuidados complementa res: a) Prender firmemente a tampa da caixa que contem a amostras. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO (POP s) PARA COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA 7. em estufa a 100ºC. b.8% para cada 1 00 mL de amostra (identificálos). d. As amostras devem ser entregues ao laboratório baseado no parâmetro a ser anal isado que apresentar o menor prazo para análise. -Deter gente neutro não tóxico. -Estufa de secagem e esterilização. c) Indicações de PARA CIMA . deverá ser adicionado 0. b.Os seguintes procedimentos são recomendados ao preparar a amostra para transpo rte: a) Colocar os frascos na caixa de amostras de tal modo que fiquem firmes du rante o transporte. 2-Após a descontaminação proceder a lavagem dos frascos e tampas na seguinte seqüência: a.3 mL de uma solução a 15% de EDTA para cada 100 mL. data de envio e out ras datas que sejam importantes. -Fita de autoclave. além dos proced imentos já listados. durante 30 min. Se a amostras forem enviadas por meio de transporte comercial.

15-Após a coleta efetue a tomada de outra amostra para as determinações de campo. coliformes de origem fecal. Cas o haja indícios de contaminação externa. etc. Termômetro 0º a 50ºC .) Ensaio: Bactérias heterotróficas.0 cm da borda.. Equipamento ou material para determinação de pH. Piscinas. Procedimento 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coordenadas (latitude e longitude). pó e umidade. 4-Deixar correr a água durante cinco minutos ou o tempo suficiente para eliminar a s impurezas e água acumulada na rede de distribuição. Coliformes totais. Tal procedimento visa evitar a cont aminação do local da amostragem com frascos não estéreis. b. poi s além de provocar danos às torneiras e válvulas. 14-O prazo para análise é de até 24 h. 2-Calçar as luvas 3-Considera-se o procedimento de flambagem desnecessário. 7-Segurar o frasco verticalmente próximo à base e efetuar o enchimento. A coleta de amostras para exame microbiológico deve ser realizada sempre a ntes da coleta de qualquer outro tipo análise. Tal procedimento visa evitar a cont aminação do local da amostragem com frascos não estéreis. Material Necessário: . Equipamento ou material para determinação de cloro. 12-Se possível lacrar a caixa. 13-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. deixando um espaço vazio de aproximadamente 2.. Swab estéril. Esc herichia coli. proceder ao escoamento da água da torneira por p eríodo suficiente para eliminar todo resíduo que possa vir a interferir na análise da amostra. Coliformes totais. POP nº 03 -Coleta de Amostra para Análises Microbiológicas em Águas superficiais: (Rios. Logo após a retirada da autoclave. Esc herichia coli. através de GPS e fotografar o local da col eta.trada circulação de ar. Álcool a 70ºGL ou hipoclorito de sódio a 2%. Ficha de coleta. possibilitando a homogeneização corre ta da amostra antes do início da análise. 6-Remover a tampa do frasco de coleta com todos os cuidados de assepsia. POP nº 02 Coleta de Amostra para Análises Microbiológicas em Água Tratada (Torneira) Ensaio: Bactérias heterotróficas. Material Necessário: GPS. fechar os frascos. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo reciclável ou gelo picado. a desinfecção da torneira deverá ser feita utilizan do-se swab estéril (haste flexível com algodão na extremidade) ou gaze estéril embebida em álcool 70° GL. 11-Acomode as amostras na caixa de c oleta ou caixa de isopor. A coleta de amostras para exame microbiológico deve ser realizada sempre a ntes da coleta de qualquer outro tipo análise. tomando precauções para evitar a contaminação da amostra pelos dedos ou outro material. Luvas de procedimento. 10-Identifi que a amostra e preencha a ficha de coleta. Máquina Fotográfica. Lagoas. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. 5-Voltar o volante da torneira para que o fluxo de água seja pequeno e não haja resp ingos. deixando um espaço dentro do frasco suficiente para sua homogeneização. Arroio. de preferência 8h. devendo neste caso.8% por 100 mL de amostra. Os frascos deverão ser armazenados ao abrigo de luz. 9-Feche o frasco imediatamente após a coleta. 8-Coletar a amostra (100 a 200 mL). coliformes de origem fecal. Frasco estéril com solução de tiossulfato de sódio a 1. comprovou-se não ter efeito letal sobre as bactérias.

3-Remova a tampa do frasco. Ficha de coleta. 4-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. 5-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente (Figu ra 1). 6-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente e nchimento do mesmo. Tal procedimento visa evitar a cont aminação do local da amostragem com frascos não estéreis. etc. ? É importante lembrar que a amostragem precisa ser efetuada de 15 a 30 cm abaixo da superfície da água. Considerações: a) Rios. 10-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. Máquina Fotográfica. 11-Se possível lacrar a caixa. -Use formas seguras de deslocamento em rios e lagos profundos onde o acesso é peri goso ou impraticável. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coordenadas (latitude e longitude). Figura 1. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. Equipamento ou material para determinação de pH. b) Águas destinadas à recreação: -Devem obedecer o descrito na Resolução CONAMA N0 274/2000 que define critérios de balneabilidade em águas brasileiras (doces. A coleta de amostras para exame microbiológico deve ser realizada sempre a ntes da coleta de qualquer outro tipo análise. Esc herichia coli. Técnica de coleta de águas superficiais efetuada diretamente com as mãos. a cerca de 15 a 30 cm abaixo da superfície da água. Material Necessário . ou seja. Conforme descrito no seu Art 50. 9-Identifique a amostra e preencha a ficha de coleta. -Local ize um canal direto e uniforme para amostragem. Coliformes totais. coliformes de origem fecal. Luvas de procedimento. -A não ser que especificado no pla no de amostragem: Evite locais de amostragem próximo a confluências ou fontes de ponto de contaminação. Se o corpo hídrico for estático criar uma corrente artificial. Não colete amostras ao longo de contenção porque ela não podem ser representativa do cor po da água de superfície como um todo. Ensaio: Bactérias heterotróficas. nunca efetue uma coleta sozinho. Álcool a 70ºGL . sempre que possível (Figura 1). com todos os cuidados de assepsia (sempre que possível remova a tampa depois que o frasco estiver submerso). salobras e salin as). Termômetro 0º a 50ºC . deixando um espaço dentro do frasco suficiente para sua homogeneização 8-Feche imediatamente o frasco. 14-Após a coleta fazer as tome outra amostra para as determinações de campo. através de GPS e fotografar o local da coleta. a coleta deve ser constituída de uma equipe de no mínimo duas pessoas. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo reciclável. através da movim entação do frasco lentamente na direção horizontal (sempre para frente). de preferência em até 8h. 7-Coletar a amostra (100 a 200 mL). lagos. a amostragem deverá ser efetuada em local qu e apresentar a isóbata de um metro e onde houver maior concentração de banhistas. 13-O prazo para análise é de até 24 h. conforme demonstrado na Figura 1. 2-Calçar as luvas. 12-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório.: -Por questão de segurança. POP nº 04 -Coleta de Amostra para Análises Microbiológicas em água de Poços Profundos com Bomba.GPS. mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo.

Frasco estéril. 3-Bombeie a água durante aproximadamente. 4-Considera-se o procedimento de flambagem desnecessário. proceder ao escoamento da água da torneira por período suficiente para eliminar todo resíduo de cloro que possa vir a interferir na análise da amostra. Esc herichia coli. Termômetro 0º a 50ºC . possibilitando a homogeneização corre ta da amostra antes do início da análise. Coliformes totais. deixando um espaço vazio de aproximadamente 2. Material Necessário: GPS. ou hipoclorito de sódio 2% devendo neste caso. Ficha de coleta. 15-Após a coleta fazer as tome outra amostra para as determinações de campo. Ficha de coleta. Luvas de procedimento. Termômetro 0º a 50ºC. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo reciclável ou gelo picado. Máquina Fotográfica. tomando precauções para evitar a contaminação da amostra pelos dedos ou outro material. Equipamento ou material para determinação de pH. 20 a 30 minutos (p ara obter-se a água do fluxo laminar). Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. a desinfecção da torneira deverá ser feita utilizando-s e swab estéril (haste flexível com algodão na extremidade) ou gaze estéril embebida em álc ool 70° GL. Luvas de procedimento. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. comprovou-se não ter efeito letal sobre as bactérias. Caso ha ja indícios de contaminação externa.0 cm da borda.. 12-Se possível lacrar a caixa. 6-Remover a tampa do frasco de coleta com todos os cuidados de assepsia. 11-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. Máquina Fotográfica. Álcool a 70ºGL ou hipoclorito de sódio a 2%. coliformes de origem fecal. . de preferência 8h. POP nº 05 -Coleta de Amostra para Análises Microbiológicas em água de Poços Rasos sem Bomb a. Tal procedimento visa evitar a contaminação do local da amostragem com frascos não estéreis.GPS. 10-Identifique a amostra e preencha a ficha de coleta. Equipamento ou material para determinação de pH. Álcool a 70ºGL ou hipoclorito de sódio a 2%. Ensaio: Bactérias heterotróficas. A coleta de amostras para exame microbiológico deve ser realizada sempre antes da coleta de qualquer outro tipo análise. deixando um espaço dentro do frasco suficiente para sua homogeneização. Frasco estéril com solução. 5-A amostra deve ser coletada preferencialmente na válvula de saída do poço. 7-Segurar o frasco verticalmente próximo à base e efetuar o enchimento. 2-Calçar as luvas. 9-Feche o frasco imediatamente após a coleta. pois além de provocar dano s às torneiras e válvulas. através de GPS e fotografar o local da col eta. 13-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. ou então na entrada do reservatório. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo reciclável ou gelo picado. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coordenadas (latitude e longitude). 14-O prazo para análise é de até 24 h. 8-Coletar a amostra (100 a 200 mL).

5-Coletar a amostra (100 a 200 mL). 11-O prazo para análise é de até 24 h. Procedimento para Poços Rasos sem Bomba: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude).Procedimento para Poços Rasos com Bomba: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). 14-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. 10-Feche o frasco imediatamente após a coleta. proceder ao escoamento da água da torneira por período suficiente para eliminar todo resíduo de cloro que possa vir a interferir na análise da amostra. 9-Se possível lacrar a caixa. O material deve ser mantido na embalagem em que foi esterilizado até o momento da coleta. a. 5-Deixar corre a água durante cinco minutos ou o tempo suficiente para eliminar as impurezas e água acumulada na rede de distribuição. 3-Remover a tampa do frasco de coleta conjuntamente com o papel protetor com tod os os cuidados de assepsia. Submergir o frasco. tomando precauções para evitar a contaminação da amostra pel os dedos ou outro material. ou hipoclorito de sódio 2% devendo neste caso. 8-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. 9-Coletar a amostra (100 a 200 mL). através de GPS e fotografar o local da coleta. 10-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. Descer lentamente o frasco sem que toque nas paredes do poço (Figura 2a). Caso ha ja indícios de contaminação externa.0 cm da borda. comprovou-se não ter efeito letal sobre as bactérias. 3-Bombeie a água a água durante aproximadamente 5 a 10 minutos. não se deve retirar amost ra da camada superficial da (Figura 2b). possibilitando a homogeneização corre ta da amostra antes do início da análise. Deve-se embalar e esterilizar todo material que será utilizado no procedimento (tampa. para obter amostra mais profunda. 15-O prazo para análise é de até 24 h. 2-Calçar as luvas. 4-Considera-se o procedimento de flambagem desnecessário. 13-Se possível lacrar a caixa. Técnica de coleta de poços rasos sem bomba. tomando precauções para evitar a contaminação da amostra pelos dedos ou outro material. 11-Identifique a amostra e preencha a ficha de coleta. deixando um espaço dentro do frasco suficiente para sua homogeneização. OBSERVAÇÕES: 1. Figura 2. 7-Remover a tampa do frasco de coleta com todos os cuidados de assepsia. 8-Segurar o frasco verticalmente próximo à base e efetuar o enchimento. 2-Calçar as luvas. deixando um espaço vazio de aproximadamente 2. frasco e cordão). a desinfecção da torneira deverá ser feita utilizando-s e swab estéril (haste flexível com algodão na extremidade) ou gaze estéril embebida em álc ool 70° GL. 12-Após a coleta fazer as tome outra amostra para as determinações de campo. de preferência 8h. 6-Feche o frasco imediatamente após a coleta fixando o papel protetor. 4-Proceda a coleta conforme demonstrado na Figura 2 e 03. 2. 7-Identifique a amostra e preencha a ficha de coleta. 6-Voltar o volante da torneira para que o fluxo de água seja pequeno e não haja resp ingos. 12-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. 16-Após a coleta fazer as tome outra amostra para as determinações de campo. dei xando um espaço dentro do frasco suficiente para sua homogeneização. através de GPS e fotografar o local da coleta. de preferência 8h. . b. (A) introdução do frasco e (B) fra sco submerso. pois além de provocar dano s às torneiras e válvulas.

Solução de ácido nítrico a 2. Alcalinidade. Odor.2. Berílio. Se o material estiver muito sujo deixar de molho pelo menos 24 h. Potássio. Herbicid as. Ferro. Cobre. Nitrato. Fluo reto. Sulfito. Cor.2. Cloreto. Fenoxiácidos. Opção II: Colocar solução de ácido nítrico 1:1 até metade do frasco. Nitrogêni o Total. Níquel. Manganês. Chumbo. enxaguando por pelo menos mais cinco vezes com água deionizada. Sulfeto. Cobalto. Antimônio. Análises Físico-Químicas 7. deixar de molho 24 h. agitar. Lítio. Brometo. Dióxido de Carbono. Só . Selênio.7. Grupo 02: Boro. repetir com solução de ácido clorídrico 1:1. Surfa ctantes Aniônicos. Procedimentos: 1-Limpeza Comum: a. Silício. Cromo. Grupo 06 Biocidas Clorados e Organofosforados. Nitrogênio Amoniacal. e. Sólidos sedimentáveis. Grupo 07 Óleos e Graxas. Lavar e escovar o frasco e a tampa com detergente neutro e escovar a frasco i nternamente. Materiais Necessários: Frascos de vidro e/ou plástico de boca larga (4 cm) com volume variável conforme os parâmetros a serem coletados Detergente neutro. POP nº 07 -Lavagem do Material para Coleta dos Grupos 02 e 05 Materiais Necessários: Frascos de vidro ou plástico de boca larga (4 cm) com volume variável conforme os pa . Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO). Estanho. Arsênico. b. Silício. Fósforo Total. Esvaziar o frasco. Sulfato. Prata. Grupo 05 Demanda Química de Oxigênio (DQO). BCP. Condutividade. Pentaclorofenol. Zinco. Grupo 04 Alumínio. c. Grupos de Parâmetros: Para facilitar a preparação dos frascos e sua coleta dividimos em grupos de p arâmetros como segue: Grupo 01 Acidez. Cálcio. Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água de torneira. 2-Limpeza Especifica: a. Solução de ácido clorídrico 1:1.5%. Cromo hexavalente. b. Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água destilada e/ou deionizada. Titânio. Grupo 08 Compostos Fenólicos Grupo 09 Mercúrio Grupo 10 Cianeto total Grupo 11 Oxigênio Dissolvido POP nº 06 -Lavagem do Material para Coleta dos Grupos 01. Turbid ez.04. Nitrito. Grupo 03: Cloro livre. Opção I Encher o frasco com solução de ácido nítrico a 2. Deixar os frascos e as tampas invertidas para escoar a água. Molibdênio. Sabor. Dureza .1. Fósforo Total. Magnésio. d. pH. Bário. Sólidos. enxagu ar com água deionizada pelo menos cinco vezes. Cádmio. Escova.5% ou a 1:1. Água destilada ou deionizada. esvaziar e en aguar pelo menos cinco vezes com água deionizada. 09 e 10.

3-Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água de torneira.A. Procedimentos 1-Esvaziar o frasco. 7-Enxaguar duas vezes com água deionizada. n-Hexano P. 2-Lavar e escovar o frasco somente com água de torneira. 5-Enxaguar os fra scos duas vezes com n-Hexano P. 2-Lavar e escovar o frasco e a tampa com detergente neutro e escovar a frasco internamente. Acetona P.râmetros a serem coletados Detergente neutro.A. 3-Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água de torneira. Água destilada ou deionizada. Se o material estiver muito sujo deixar de molho pelo menos 24 h.A. 5-Deixar os frascos e as tampas inverti das para escoar a água. Água destilada ou deionizada.A. POP nº 09 -Lavagem do Material para Coleta dos Grupos 06 e 08 Materiais Necessários: Frascos de vidro de boca larga (4 cm) com volume variável conforme os parâmetros a s erem coletados. 6-Enxaguar os frascos duas vezes com Acetona P. n-Hexano Grau Pesticida. Água destilada isenta de compostos orgânicos.. Escova. Se o material estiver muito sujo deixar de molho pelo menos 24 h. Escova. 2-Lavar e escovar o frasco somente com água de torneira. 2-Lavar e escovar o frasco e a tampa com detergente neutro e escovar a frasco internamente. 3-Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água de torneira. Procedimentos: 1-Esvaziar o frasco. Escova. POP nº 10 -Lavagem do Material para Coleta dos Grupos 06 e 07 Materiais Necessários: Frascos de vidro plástico de boca larga (4 cm) com volume variável conforme os parâmet ros a serem coletados.. 5-Deixar os frascos e as tampas inverti das para escoar a água. POP nº 11 Coleta de Amostras para o Grupo 01 Ensaio .. 4-Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água destilada e/ou deionizada.A. 7-Enxaguar os frascos duas vezes com n -Hexano grau Pesticida. 5-Enxaguar os frascos duas vezes com Acetona P.. POP nº 08 -Lavagem do Material para Coleta do Grupo 03 e 11 Materiais Necessários: Frascos de Oxigênio dissolvido Detergente neutro. Água destilada ou deionizada.A. Procedimentos: 1-Esvaziar o frasco. 4-Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água destilada isenta de compostos orgânicos. 4-Enxaguar o fras co e a tampa três vezes com água deionizada.. Escova. Acetona P. 6-Enxaguar os fr ascos uma vez com Acetona Grau Pesticida. 4-Enxaguar o fras co e a tampa três vezes com água deionizada... Estufa de secagem. Acetona Grau Pesticida. 3-Enxaguar o frasco e a tampa três vezes com água de torneira. Procedimentos: 1-Esvaziar o frasco.

OBSERVAÇÃO: 1. Brometo. Turbidez Material Necessário: GPS. Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO). Para serviços que não incluem a ensaio de pH: 12 horas. Frascos para coleta de vidro âmbar esterilizado oi plástico. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique .Acidez. 11-Se possível lacr ar a caixa. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo reciclável ou gelo picado. 14-Após a coleta tomar out ra amostra e realizar os ensaios de campo. Cloreto. 6-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. através de GPS e fotografar o local da col eta. pH. Luvas de borracha descartáveis. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. Condutividade. Medidor de oxigênio dissolvido (mais indicado). 2-Calce as luvas. Sólidos sedimentáveis. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. Condutivimetro portátil (se possível). Termômetro 0º a 50Cº. Fluo reto. Cálcio. Cromo hexavalente. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. 3. Odor. Nitrito. Frascos para coleta de vidro ou plástico com volume apropriado. Termômetro 0º a 50ºC. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. POP nº 12 Coleta de Amostras para o Grupo 02 Ensaio Boro. 12-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. Sólidos. Surfactantes An iônicos Material Necessário: GPS. 8-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. 15-Juntamente com as amostras deverão s er entregues as fichas de coleta preenchidas. sempr e que forem utilizadas para fins legais. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. Silício. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. Alcalinidade. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. Máquina Fotográfica. Sulfito. 9-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coordenadas (latitude e longitude). Sabor. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo reciclável ou gelo picado. Caneta comum Ficha de coleta. (DBO Vidro esterilizado ) Luvas de borracha descartáveis. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). 7-Direcionar o fr asco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. 4-Remova a tampa do frasco. 3-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luv as ou outros materiais. 10-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. 2. 13-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: Para analises que incluem o parâmetro pH: 4 horas. Cor. Prancheta. 5-Colocar um pouco de amostr a no frasco de coleta e enxaguá-lo por 3 vezes. mergulhando-o rapidamente com a boca para baixo. Máquina Fotográfica. Sulfato. Prancheta.

15-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. Dióxido de Carbono. 2-Calce as luvas. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). 6-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. 3-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais. 8-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. através de GPS e fotografar o local da coleta. 3-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. 16-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchidas OBSERVAÇÃO: 1. 5-Colocar um pouco de amostra no frasco de coleta e enxaguá-lo por 3 vezes. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. 11-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. Ficha de coleta. 4-Remova a tampa do frasco. . mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo. 5-Colocar um pouco de amostra no frasco de coleta e enxaguá-lo por 3 vezes. Máquina Fotográfica. Prancheta. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. Termômetro 0º a 50ºC. através de GPS e fotografar o local da coleta. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. 13-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. sempr e que forem utilizadas para fins legais. Material Necessário: GPS. Sulfeto. 4-Remova a tampa do frasco. 9-Evitar a aeração da amostra. Caneta comum. 14-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). Luvas de borracha descartáveis. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). 10-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. Caneta comum Ficha de coleta. POP nº 13 Coleta de Amostras para o Grupo 03 Ensaio Cloro livre.ta adesiva. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. 7-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. 12-Se possível lacrar a caixa. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. 2. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. Frascos para coleta de vidro âmbar. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. 3. 2-Calce as luvas.

Magnésio. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. 8-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente e nchimento do mesmo. Lítio. Bário. Cádmio. Berílio. Potássio. Cromo. 5-Remova a tamp a do frasco. através de GPS e fotografar o local da coleta. tampando imediatamente. 3-Faça a medida da temperatura e pH. Molibdênio. 14-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchidas OBSERVAÇÃO: 1. Para tanto. 2-Calce as luvas. enchendo a té a boca. 10-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coordenadas (latitude e longitude). Prata. sempr e que forem utilizadas para fins legais. Zinco. mergulhando-o rapidame nte com a boca para baixo. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). Luvas de borracha descartáveis. fechar o frasco. Ferro. . 8-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e. Caneta comum Ficha de coleta. Dureza . Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. Termômetro 0º a 50º. Óculos de proteção. Selênio. Prancheta. Titânio. 3. 6-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. 13-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. 9-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). Material Necessário: GPS. Níquel. Cobalto. mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo. Manganês. Chumbo. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. Frascos para coleta de vidro âmbar ou plástico. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. Cobre. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. 7-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente.6-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. Só . 7-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. a fim de evitar q ue a amostra entre em contato prolongado com o ar. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. Máquina Fotográfica. Estanho. Arsênico. 16-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. Pipeta graduada de 5 mL. 9-Se o pH estiver abaixo de 2. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. POP nº 14 Coleta de Amostras para o Grupo 04 Ensaio Alumínio. 10-Se o pH for maior que 2. 2. Ácido nítrico concentrado. com a menor turbulência possível. Antimônio. 12-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. 4-Durante a cole ta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. 11-Se possível lacrar a caixa. Pêra de sucção. este deverá ser elevado a pH menor que 2.

Se o pH continuar maior que 2. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. 11-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. 7-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. Pêra de sucção. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. (DQO vidro) Óculos de proteção. OBSERVAÇÃO: 1. Para tanto. 6-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. este deverá ser elevado a pH menor que 2. sempr e que forem utilizadas para fins legais. 5-Remova a tampa do frasco. Fósforo Total. deve-se repetir o gotejame nto (sempre com duas gotas de cada vez) até que o pH seja menor que 2. Procedimento 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). Pipeta graduada de 5 mL. 4-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais. 12-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. coletar 5 mL da solução de ácido sulfúrico a 50% uidado o ácido sulfúrico é corrosivo e perigoso gotejar 2 gotas no frasco com amostra . 3-Faça a medida da temperatura e pH. 13-Se possível lacrar a caixa. 17-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. Nitrogênio Amoniacal. 8-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. 2. Nitrogêni o Total. 9-Se o pH estiver abaixo de 2. deve-se encaixar a pipeta na pêra de sucção. 15-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. 16-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchida s. POP nº 15 Coleta de Amostras para o Grupo 05 Ensaio Demanda Química de Oxigênio (DQO). Termômetro 0º a 50º. coletar 5 mL de ácido nítrico cuidado o ácido rico é corrosivo e perigoso gotejar 2 gotas no frasco com amostra agitar a amostra e medir de novo o pH. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. 3. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. Solução de Ácido Sulfúrico a 50%. mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo. Prancheta.deve-se encaixar a pipeta na pêra de sucção. Nitrato. 14-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. Frascos para coleta de vidro âmbar ou plástico. Máquina Fotográfica. Caneta comum Ficha de coleta. Material Necessário GPS. através de GPS e fotografar o local da coleta. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. fechar o frasco. 10-Se o pH for maior que 2. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). Luvas de borracha descartáveis. 2-Calce as luvas. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. Fósforo Total.

Termômetro 0º a 50Cº. 9-Para Herbicidas fenoxiácidos clorados proceder da segui nte maneira: a. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade.agitar a amostra e medir de novo o pH. através de GPS e fotografar o local da coleta. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. 16-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchidas POP nº 16 Coleta de Amostras para o Grupo 06 Ensaio Biocidas Clorados e Organofosforados. 13-Se possível lacrar a caixa. Se o pH estiver abaixo de 2. Pipeta graduada de 5 mL. 3-Faça a medida da temperatura e pH. 12-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. 8-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. fechar o frasco. b. coletar 5 mL de ácido sulfúrico concentrado-c uidado o ácido sulfúrico é corrosivo e perigoso gotejar 2 gotas no frasco com amostra agitar a amostra e medir de novo o pH. . Caneta comum Ficha de coleta. Se o pH for maior que 2. 11-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. 18-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. Para tanto. Máquina Fotográfica. deve-se re petir o gotejamento (sempre com duas gotas de cada vez) até que o pH seja menor qu e 2. 14-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. Pentaclorofenol. deve-se encaixar a pipeta na pêra de sucção. Se o pH continuar maior que 2. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). 10-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. Solução de Ácido Sulfúrico concentrado. 5-Remova a tampa do frasco. BCP. deve-se re petir o gotejamento (sempre com duas gotas de cada vez) até que o pH seja menor qu e 2. Pêra de sucção. 6-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. este deverá ser elevado a pH menor que 2. Prancheta. 11-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. Herbicid as. mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo. Óculos de proteção. Frasco de vidro âmbar com tampa de teflon ou de vidro esmerilhado. 2-Calce as luvas. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). Luvas de borracha descartáveis. ou então tampa de borracha recoberta com folha de alumínio. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. Material Necessário: GPS. Fenoxiácidos. 15-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. Se o pH continuar maior que 2. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. 4-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais. 7-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água.

Caneta comum Ficha de coleta. 16-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchidas OBSERVAÇÃO: 1. Máquina Fotográfica. Pêra de sucção. fechar o frasco. 6-Direcionar o fr asco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. Solução de Ácido Sulfúrico a 50%. 10-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. Luvas de borracha descartáveis. 2-Calce as luvas. deve-se encaixar a pipeta na pêra de sucção. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. 13-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. Prancheta. deve-se re petir o gotejamento (sempre com duas gotas de cada vez) até que o pH seja menor qu e 2. Procedimento 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coordenadas (latitude e longitude). Material Necessário: GPS. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. coletar 5 mL da solução de ácido sulfúrico a 50% uidado o ácido sulfúrico é corrosivo e perigoso gotejar 2 gotas no frasco com amostra agitar a amostra e medir de novo o pH. 14-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. através de GPS e fotografar o local da col eta. 5-Com uma das mãos segurar o f rasco pela base. Para tanto. 3-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luv as ou outros materiais. 15-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchida . 2. Se o pH continuar maior que 2. 4-Remova a tampa do frasco. 12-Se possível lacrar a caixa. Óculos de proteção. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. Pipeta graduada de 5 mL. este deverá ser elevado a pH menor que 2. 15-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. 19-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. 9-Se o pH for maior que 2. 7-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. mergulhando-o rapidamente com a boca para baixo. POP nº 17 Coleta de Amostras para o Grupo 07 Ensaio Óleos e Graxas. sempr e que forem utilizadas para fins legais. 3. 8-Se o pH estiver abaixo de 2. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. Termômetro 0º a 50Cº. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade.12-Se possível lacrar a caixa. 11-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. 13-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. Frascos para coleta de vidro. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). 14-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h.

Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. 14-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. 6-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. fechar o frasco. 2-Calce as luvas. Procedimento 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). 7-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. OBSERVAÇÃO: . d eve-se encaixar a pipeta na pêra de sucção. mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo. Pêra de sucção. Termômetro 0º a 50Cº. este deverá ser elevado a pH menor que 2. 2. 3. deve-se rep etir o gotejamento (sempre com duas gotas de cada vez) até que o pH seja menor que 2. 9-Se o pH for maior que 2. Se o pH continuar maior que 2. POP nº 18 Coleta de Amostras para o Grupo 08 Ensaio Compostos Fenólicos Material Necessário: GPS. Solução de ácido fosfórico diluído a 50%. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. Para tanto. 8-Se o pH estiver abaixo de 2. coletar 5 mL da solução de ácido fosfórico a 50% idado o ácido fosfórico é corrosivo e perigoso gotejar 2 gotas no frasco com amostra a gitar a amostra e medir de novo o pH. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial.s. Pipeta graduada de 5 mL. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. sempr e que forem utilizadas para fins legais. 12-Se possível lacrar a caixa. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). 16-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchidas. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. Caneta comum Ficha de coleta. 15-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. 10-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. 4-Remova a tampa do frasco. Luvas de borracha descartáveis. Máquina Fotográfica. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. . 11-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. Frascos para coleta de vidro âmbar Óculos de proteção. Prancheta. 5-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. 3-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais. OBSERVAÇÃO: 1. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. 13-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. através de GPS e fotografar o local da coleta.

sempr e que forem utilizadas para fins legais. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. 2. 14-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchidas. Pêra de sucção. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. 6-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. 4-Remova a tampa do frasco. Termômetro 0º a 50Cº. Prancheta. Luvas de borracha descartáveis. 12-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. POP nº 20 Coleta de Amostras para o Grupo 10 Ensaio Cianeto Total . Solução de dicromato de potássio a 20% dissolvido em ácido nítrico diluído a 50%. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. através de GPS e fotografar o local da coleta. OBSERVAÇÃO: 1. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. Procedimento 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). 9-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. Frascos para coleta de vidro ou plástico. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. 8-Encaixar a pipeta na pêra de sucção. 3. 10-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. Pipeta graduada de 5 mL. Óculos de proteção. mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo.1. 13-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. 3-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. 3. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. POP nº 19 Coleta de Amostras para o Grupo 09 Ensaio Mercúrio Material Necessário GPS. 7-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). sempr e que forem utilizadas para fins legais. Máquina Fotográfica. 11-Se possível lacrar a caixa. 2. Caneta comum Ficha de coleta. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. coletar 2 mL da solução de dicromato de potássio a 20 % dissolvido em ácido nítrico diluído cuidado a solução é corrosiva e perigosa e adicionar amostra e agitar. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. 5-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. 2-Calce as luvas.

Prancheta. coletar 5 mL da solução de hidróxido de Sódio 10N cuida a solução é corrosiva e perigosa gotejar 2 gotas no frasco com amostra agitar a amostr a e medir de novo o pH. OBSERVAÇÃO: 1. 15-Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. 7-Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e conseqüente enchimento do mesmo. 14-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. Material Necessário: GPS. 9-Se o pH for menor que 12. POP nº 21 Coleta de Amostras para o Grupo 11 Ensaio Cloro livre. Frascos para coleta de vidro âmbar. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva. fechar o frasco. 8-Se o pH estiver maior que 12. Máquina Fotográfica.Material Necessário: GPS. Termômetro 0º a 50ºC. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. . 4-Remova a tampa do frasco. 6-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. 5-Com uma das mãos segurar o frasco pela base. 10-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. Caneta comum Ficha de coleta. através da movimentação do frasco le ntamente na direção horizontal (sempre para frente). Pipeta graduada de 5 mL. Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. este deverá ser elevado a pH 12. Sulfeto. Solução de hidróxido de Sódio 10N. Se o pH continuar menor que 12. 2-Calce as luvas. Para tanto. deve-se encaixar a pipeta na pêra de sucção. deve-se repetir o goteja mento (sempre com duas gotas de cada vez) até que o pH seja 12. . através de GPS e fotografar o local da coleta. 2. Luvas de borracha descartáveis. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. Óculos de proteção. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. Dióxido de Carbono. Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). 12-Se possível lacrar a caixa. 3. 13-As amostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. sempr e que forem utilizadas para fins legais. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. mergulhando-o rapidamente com a boc a para baixo. Pêra de sucção. 16-Juntamente com as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchida s. 11-Acomode as amostras na caixa de coleta ou caixa de isopor. 3-Durante a coleta evitar o contato da amostra com as luvas ou outros materiais.

Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR ISO/IEC 17025 Requisitos ger ais para competência de laboratórios de ensaio e calibração. Caixa térmica ou caixa de isopor com gelo picado ou gelo reciclável. BRASIL (1999). Pêra de sucção. Caneta comum Ficha de coleta. a fim de evitar que a amostra entre em contato prolongado com o ar. Arizona Wa ter Resources Research Center. 4-Durante a coleta evitar o contato da amostr a com as luvas ou outros materiais. Luvas de borracha descartáveis. X. tampando imediatamente. 12-Após a adição dos reagentes. Termômetro 0º a 50Cº. As análises devem ser analisadas imediatamente após a entrada no laboratório. Standard methods for the examin ation of water and watwater. Caneta própria para escrita em vidro ou plástico com tinta resistente a água ou etique ta adesiva.Máquina Fotográfica. 15-Identifique as amostras e preencha a ficha de coleta. através de GPS e fotografar o local da coleta. 20p. mergulhando-o rapidamente com a boca para baixo. 2. 5-Remova a tampa do frasco. 11-Adicionar 2 mL de solução de sulfato manganoso e d ois mL de solução de iodeto azida. 20Após a coleta tomar outra amostra e realizar os ensaios de campo. Environment Protection Authority. 20-Juntamente co m as amostras deverão ser entregues as fichas de coleta preenchidas. Resolução CONAMA n0 274. Frascos para coleta de vidro tipo OD. EPA Guidelines: Regulatory monitor . 8-Coletar a amost ra sem provocar a formação de bolhas de ar (borbulhamento). Arizona Department Of Environmental Quality. Solução ácida de Iodeto-azida. Solução de sulfato manganoso. pH Metro portátil (se possível) ou papel de pH de boa qualidade. 21st ed. a cerca 30 cm abaixo da superfície da água. pois os volumes serão dependentes das metodologias adotadas. 19-O prazo máximo para a entrega da amostra no laboratório: 12 h. Os volumes a serem coletados serão determinados pelo laboratório que irá executar a s análises. 16-Acomode as amost ras na caixa de coleta ou caixa de isopor. EPA (2007). Procedimento: 1-Anotar na ficha de coleta o endereço completo do local e se possível tomar as coor denadas (latitude e longitude). enchendo até a boca. Field Manual for Water Quality Sampling. 13 -Inclinar o frasco lentamente para cima para permitir a saída do ar e. BRASIL (2000). 3-Faça a medida da temperatura e pH. American Public Health Association. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABNT (2001). 10-Coletar até o vol ume total do frasco de coleta. com a menor turbulência possível. 17-Se possível lacrar a caixa. O uso de preservativos deve ser evitado sempre que possível. 9-Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário à corrente. através da movimentação do frasco lentamente na direção horizontal (sempre para frente). Se o corpo for estático criar uma corrente artificial. 7-Com uma das mãos segur ar o frasco pela base. o frasco deverá estar quase transbordando. D. EDEN S. 6-Colocar um pou co de amostra no frasco de coleta e enxaguá-lo por 3 vezes. 18-As am ostras devem ser conservadas sob refrigeração até a chegada ao laboratório. (1995). & HEATH. sempr e que forem utilizadas para fins legais. de 29 de novembro de 2000 -Define os critérios de balneabilidade em águas brasileiras. Washington. Pipetas graduadas de 5 mL. 14-Agitar a amost ra. 3. OBSERVAÇÃO: 1. APHA (2005). 2-Calce as luvas. 106p ..

ing and testing Water and wastewater sampling. 35 p. .

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