II CIAEE 2012 GT: Etnicidades, simbolismos e cultura material

PESQUISAS ETNOARQUEOLÓGICAS E SUAS POSSIBILIDADES ANALÍTICAS NO ESTUDO DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA DE POPULAÇÕES INDÍGENAS
Robson Rodrigues Doutor em Arqueologia pelo MAE/USP e Pós-Doutor em Antropologia pelo CEIMAM/FCL/UNESP. GEA/CEIMAM/Fundação Araporã. E-mail: robson_arqueo@yahoo.com.br

RESUMO A possibilidade de observar e compreender a dinâmica dos processos de produção e uso de conjuntos artefatuais etnográficos contribui para a interpretação de contextos arqueológicos, especialmente no que se refere ao problema da variabilidade artefatual. Nesse caso, esses elementos possibilitam discutir aspectos sobre os processos de formação dos registros arqueológicos no que diz respeito às variáveis responsáveis pela disposição e configuração destes diferentes materiais nos contextos arqueológicos. O dado etnográfico, sendo fundamental para entender os processos de formação do registro arqueológico, deve ser recolhido em campo a partir de uma observação direta da forma, fabricação, distribuição, significado e uso dos artefatos, a sua colocação institucional e a unidade de organização social correlata entre as populações atuais. Com esse procedimento entendemos ser possível trazer para a reflexão arqueológica elementos que são inacessíveis nos registros arqueológicos, mas que são fundamentais para a compreensão de sua formação, bem como para a assimilação do significado da cultura material e a construção de possibilidades de preservação deste patrimônio cultural e, juntamente com ele, de aspectos importantes das culturas indígenas sul americanas. PALAVRAS CHAVE: Etnoarqueologia, registro arqueológico, Kaingang

INICIANDO A DISCUSSÃO Os vestígios do passado sempre foram interpretados, principalmente, com base em observações feitas no presente sobre as populações que já desapareceram e deixaram seus materiais espalhados pelo solo. Esses vestígios, por sua vez, não consistem em comportamentos humanos, mas sim em resultados dos procedimentos e produtos desses comportamentos. Uma observação comumente aceita entre diversos pesquisadores como historiadores, geólogos, paleontólogos e também arqueólogos, entre outros, mostra que o

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A discussão teórica da Nova Arqueologia aborda essa ciência a partir de uma visão dinâmica em que a cultura é vista em um contexto processado por mudanças. Na atualidade. cabe ao arqueólogo explicar as relações que existem entre os distintos tipos de sociedades e suas culturas materiais respectivas. Estes princípios têm um impacto significante no ciclo da ciência porque resultam em advertências ou restrições sobre quais são e quais não são os procedimentos aceitáveis. que permite não só compreender esses fenômenos arqueológicos como expressão temporal e cultural.. constata-se um crescimento do interesse em descobrir questões mais amplas quanto à dinâmica e ao funcionamento da cultura. analisando o desenvolvimento das forças produtivas que estão representadas na inter-relação das diversas atividades dentro de um quadro de categorias históricas representantes de uma ordem geral de desenvolvimento social. à cultura e ao mundo natural. 2000. Esse interesse é 2 . exposição e interpretação são adotadas tendo como guia um fundo de princípios teórico-metodológicos e regras.. Segundo Gibbon (1984). uma forma de olhar o passado das populações humanas. Enquanto ciência a Arqueologia é. como também enquanto expressão dentro da qual se produzem e se constituem enquanto manifestação concreta.passado. além das distintas classes de sistemas ideológicos e seus correspondentes símbolos materiais que são refletidos nos registros arqueológicos. p. 1982). Nesse contexto. Nesse momento. é. contudo. embora nunca diretamente observável. muitos princípios metodológicos dizem respeito à natureza do ser humano ou à estrutura fundamental da sociedade. é a partir da Nova Arqueologia norte-americana que se começa a discutir a Arqueologia enquanto ciência. Essa mudança é entendida como uma variação da função do artefato arqueológico no tempo e no espaço. passível de conhecimento (GOULD et WATSON. e esse olhar "é um reflexo ou produto de seu próprio tempo (. principalmente a relação entre a construção simbólica e a materialidade das sociedades. 11). Dentre os diferentes postulados teóricos presentes no debate internacional. 1995).) como resultado da natureza dinâmica que a disciplina possui" (ROBRAHN-GONZÁLEZ. como algo sistemático. as estratégias de investigação. Outros concernem às estratégias e metas do próprio método científico. bem como a lógica interna que possibilita a sobrevivência de certos modos culturais (GONZALO. antes de tudo.

uma vasta rede de comunidades inter-relacionadas com um conjunto lingüístico e demográfico de grande heterogeneidade. procuram visualizar o entendimento do modo de vida das populações do passado no que se refere à produção.fruto de novas orientações que estão envolvendo a Arqueologia. principalmente a partir do debate proporcionado pelo pós processualismo. nos estudos sobre a dimensão da variabilidade artefatual. a partir desses relatos. leva-se em conta a mobilidade dos processos produtivos dos mesmos presentes na dinâmica da cadeia operatória. bem como de interpretações posteriores feitas por etnoarqueólogos. a partir disso. Cabe ressaltar que no Brasil existem poucos trabalhos de pesquisa sobre cerâmica etnográfica a partir de uma perspectiva etnoarqueológica (MILLER. históricos e etnográficos presentes na perspectiva etnoarqueológica por meio do qual desenvolvemos levantamentos de dados e informações a respeito da produção material da população Kaingang. procurando entender como estes percebem o espaço territorial que sempre ocuparam. POSSIBILIDADES ETNOARQUEOLÓGICAS NO ESTUDO DE PRODUÇÕES TECNOLÓGICAS O território brasileiro. nesse contexto. grupo étnico pertencente ao tronco linguístico Macro Jê e presente no oeste do estado de São Paulo. Entendido como o resultado do uso que a Arqueologia sempre fez dos dados etnográficos. 1978. a Etnoarqueologia embasa-se nesses estudos na busca de sugestões para a resolução dos problemas arqueológicos. principalmente quando se faz necessário o entendimento da dinâmica e do comportamento de populações pretéritas. 1981/82. se constitui num extenso leque populacional que se caracteriza pela diversidade cultural a partir de variados sistemas sóciopolíticos. buscando assim um entendimento do modo de ser indígena. é possível visualizar aspectos sociais e culturais. Compreender as causas e os significados da variabilidade artefatual encontrada no registro arqueológico tem sido um dos principais problemas revelados pelos arqueólogos que. muitos são os relatos de cronistas e viajantes que descrevem hábitos e costumes dos primeiros habitantes do Brasil. O caminho que utilizo para se atingir os objetivos propostos em minhas pesquisas. percorre um trajeto marcado pela associação de elementos arqueológicos. E. uso e descarte dos artefatos manuais. Além desse fator. 3 . Por isso. WÜST.

entre outros elementos. a pesquisa que desenvolvo visa refletir sobre a relação dessas possíveis transformações com aspectos relacionados ao contato desta população indígena com a sociedade nacional e a disponibilidade e acesso às matérias-primas necessárias para a elaboração dos objetos. 1991. proporciona os meios para formular e testar hipóteses. da percepção estética. ao mesmo tempo. bem como de sua estocagem e descarte. além de contribuir para o conhecimento sobre a ocupação desta região pela população Kaingang.22). cabe ressaltar que entendemos como modelo teórico uma abordagem que. 1987. 1999. como bem argumenta Landa (2005). “não é possível estudar uma sociedade centrada nela mesma. THOMPSON. COIROLO. 2005). Ao mesmo tempo. 2003 e LANDA. um caráter tipológico e classificatório. SILVA. já que. contribuem para a interpretação da área de pesquisa a partir do interesse arqueológico. 2001. É preciso reconhecer a importância de se trabalhar com estes documentos procurando contextualizá-los em termos do ambiente ecológico em que se inserem os indivíduos que os produziram. 4 .MUCCILLO & WÜST. 1981/82. p. OLIVEIRA. minha pesquisa está permitindo uma exploração científica sistematizada da área investigada no oeste paulista. 2000. na maioria das vezes. Em nosso caso. 2005. nesse sentido. a partir do estudo de sociedades contemporâneas. visualizando a extensão do território brasileiro. para a obtenção de dados relativos a possíveis transformações ocorridas ao longo do tempo na morfologia e nas técnicas de elaboração dos artefatos e no uso de matérias-primas. A possibilidade de observar e compreender a dinâmica dos processos de produção e uso dos itens materiais. da sua organização social e modo de ocupação do espaço. o que limita as reflexões sobre a cerâmica arqueológica cujo estudo assume. O estudo da cultura material de populações indígenas contemporâneas constitui-se em um objeto privilegiado de pesquisa e aprendizado para os arqueólogos. desconsiderando o seu entorno e o aspecto relacional que mantém com este” (LANDA. Uma estratégia de pesquisa que visa a produzir uma base de dados etnográficos sobre as relações entre o comportamento humano e o mundo material que possa auxiliar nas teorizações sobre os processos de formação dos registros arqueológicos e. SILVA. 1993). 1991 e STARK. modelos e teorizações que possibilitam responder questões de interesse arqueológico (KENT. MOI.

fabricação. construção teórica ou experiência quantitativa. de algum modo. SILVA 2000). Mesmo sendo difícil encontrar estudos etnológicos que embasem diretamente as análises etnoarqueológicas.que venha a contribuir para os estudos de cultura material (HODDER. a “explícita integração dos dados etno-históricos e etnográficos com os dados arqueológicos” (MONTICELLI. (GONZALO. sendo fundamental para entender os processos de formação do registro arqueológico. de arquivos. Por isso. a sua colocação institucional e a unidade de organização social correlata entre as populações atuais (STILES. O dado etnográfico. significado e uso dos artefatos. 1995). já que muitas vezes as informações obtidas pela etnografia são inadequadas ao uso arqueológico pelo fato de que muitos dados importantes para os arqueólogos não são registrados. Nesse sentido. 5 . 1982b. distribuição. deve ser recolhido em campo a partir de uma observação direta da forma. 1978:303). o que implica. de resultados experimentais. pode-se utilizar fontes publicadas. as regras e os princípios metodológicos são importantes. perceberemos que seus pesquisadores não têm acesso a certos fatores do comportamento humano. Se pensarmos a partir do resultado das pesquisas que procuram entender as populações atuais como a etnológica. esta situação pode ser superada “por meio de hipóteses que tem implicações para esses comportamentos” (WOBST. 1991 e DAVID. Na Arqueologia as estratégias de investigação. Muitos arqueólogos tendem a enfatizar fases particulares do ciclo da ciência. pois auxiliam na adoção de questões que colaboram com a pesquisa em desenvolvimento. uma relação entre dados das sociedades historicamente conhecidas e o conhecimento do passado arqueológico. 1977). 1995. 1977 e GOULD. 1992). etc. Nesse sentido. sua experimentação. pesquisa de campo etnográfica. semelhante ao sítio escavado. LONGACRE. os métodos para obtenção de dados utilizados na interpretação arqueológica são desenvolvidos a partir de uma etnografia arqueológica em que o importante é observar a relação entre os processos naturais e culturais na formação do registro em uma perspectiva contextual. pesquisa museográfica. exposição e interpretação são adotadas tendo como guia um fundo de princípios teórico-metodológicos e regras. ou seja. Stiles (1977) vê a necessidade da construção de metodologias para leitura etnológica na extração de dados a serem utilizados na análise do registro arqueológico.

Nesse contexto. novos estudos têm estimulado os arqueólogos a repensar suas análises tipológicas e as classes de objetos na formulação de novas interpretações.. a Etnoarqueologia Pós-Processual procura entender os princípios estruturais subjacentes à relação homem versus mundo material. 2000).. ressaltam o papel ativo e transformador da cultura material nas sociedades estudadas. que parte da idéia de que a cultura material é o reflexo total da conduta humana. promovem uma crítica a sua abordagem empirista e reordenam a direção dos estudos. Assim. o que dá um caráter de diversidade interpretativa dos temas e objetos de pesquisa. se alinha com a aplicação da idéia estatística da probabilidade de acerto das hipóteses e com uma imagem muito clara do caráter sempre enviesado das mostras arqueológicas (MARTINÉZ. agora. [. específicos em cada contexto (SILVA. O otimismo sobre as possibilidades da Arqueologia no estudo do ser humano. Na história da pesquisa arqueológica. em um conjunto que permita compreender as questões levantadas para a problemática apresentada. formula um modelo geral em que as condições de visibilidade vão permitir a ligação entre o registro arqueológico e a realidade social que o produziu. 1993). Instigados por diferentes correntes teóricas como o Estruturalismo. Na mudança ou continuidade cultural é necessário considerar todas as variáveis possíveis levando-se em conta as informações morfológicas. Concentrando sua ênfase nos estudos dos aspectos simbólicos da experiência humana. o Marxismo e a Antropologia Interpretativa. contemplando. bem como de referenciais teóricos (SILVA. a abordagem Pós-Processual passa a reorientar os estudos etnoarqueológicos. é necessário pensá-la como um elemento de múltiplas variações. a processual procura abordar os artefatos em um contexto sistemático em que os mesmos são produtos de um processo integrativo. ao incorporarem os trabalhos etnoarqueológicos da Arqueologia Processual. Sua meta é fazer uma Arqueologia científica que possa criar modelos a serem desenvolvidos no contexto arqueológico. Pela análise sistêmica é importante ter presente a dinâmica que se processa nas organizações culturais. Porém. portanto. 6 . as novas pesquisas. os sistemas simbólicos dos grupos pesquisados.] Enquanto a Etnoarqueologia Processual procura identificar regularidades interculturais. a cultura é definida como sendo um sistema complexo e. Assim. associado elementos da arqueologia pós processual. tecnológicas e funcionais.Enquanto a Arqueologia tradicional tomava o objeto como fato. a utilização de dados etnográficos sempre foi uma constante. 2000: 41).

muitas vezes. Por meio do referencial investigativo em questão. para Binford (1962). 1982: 297). são deixados 7 . já que considera todas as informações observáveis do comportamento humano. além das distintas classes de sistemas ideológicos e seus correspondentes simbólicos materiais refletidos nos registros arqueológicos. “dados etnográficos orientados em termos de sítios podem ser úteis ao proporcionar possibilidades alternativas para a interpretação de artefatos e estruturas escavadas” (MILLER. Portanto. cabe ao arqueólogo explicar as relações que existem entre os distintos tipos de sociedades e suas culturas materiais respectivas. procuram fornecer pressupostos teóricos no processo de interpretação arqueológica. ao terem contextos primários em todos os subsistemas das culturas (tecnológico. A partir dos dados gerados com a informação coletada de sociedades recentes e sua cultura material. somente com o estudo de situações viventes em que poderíamos observar o comportamento e as idéias em conjunto com a cultura material. retratado na inter-relação das diversas atividades representantes de um quadro das categorias históricas da ordem geral do desenvolvimento social. seria possível estabelecer as correlações e inferir comportamentos sociais e a ideologia de maneira confiável a partir do registro arqueológico. ideológico). é possível entender determinados aspectos do comportamento humano pretérito que. sociológico. mas também enquanto expressão dentro da qual se produzem e da qual constituem uma manifestação concreta. “considerando a possibilidade de que existam semelhanças quanto às características organizativas das sociedades. ao explicitarem as relações entre cultura material e comportamento. que permite não só compreender esses fenômenos arqueológicos como expressão temporal e cultural. uma imagem sistemática e compreensiva das culturas totalmente extintas. Os artefatos. seu entorno ambiental e a conjunção destes aspectos” (FOURNIER. Esses estudos. Portanto. seu nível tecnológico. Para isso deve-se analisar o desenvolvimento das forças produtivas. 1994: 187). o que aumenta o potencial arqueológico. segundo Binford (1962).FINALIZANDO Para Miller (1982). podem produzir. podemos aplicá-los como fontes para gerar hipóteses que possibilitem inferir explicações da dinâmica social pretérita.

v.). Mesmo usada com cautela e em situações específicas. Analogy in Archaeological Interpretation. R. 2. GONZALO. 1. Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi. usou e descartou os objetos localizados nos sítios arqueológicos. 52. v. Para Ascher (1971). hoy: una via eficaz de aproximaxión al pasado.1984. Boston: Little Brown. Trata-se. L. 1994. a utilização da analogia como instrumento de análise deve seguir alguns procedimentos como: selecionar qual a melhor solução a ser utilizada na interpretação de uma situação arqueológica. Rio de Janeiro. American Antiquity. que permite ao arqueólogo a busca de informações tanto específicas como gerais para o estabelecimento de correlações entre o comportamento humano e os elementos materiais da cultura.J. 1. A Dialogue on the meaning and use of analogy in Ethnoarchaeological reasoning. 2. . Trabajos de Prehistoria. p. o conhecimento etnológico passa a ser um direcionador. GIBBON. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASCHER.de lado em algumas observações arqueológicas. R. a analogia etnográfica permite alcançar um conhecimento satisfatório do passado estudado. México. 73-100. IPHAN. 7.A. v. Atividades e tradições dos grupos ceramistas do Maruanum. Anthropological Archaeology. GOULD. 11. cadernos de debates. In: Deetz.(Ed. 1992. G. n. BINFORD. Integrating Ethnoarchaeology: a Subtle Realist Perspective. 1962. Nesse contexto. 28. La Etnoarqueologia y Arqueologia Experimental en el estudio de la alfareria Otomi de Valle del Mezquital. P. Belém. 2000: 16). 8 . de "trazer para a reflexão arqueológica elementos que seriam inacessíveis no registro arqueológico e que são fundamentais para o entendimento dos processos de formação dos registros arqueológicos" (SILVA. COIROLO. FOURNIER. DAVID. n. N. D. Espanha. La Etnoarqueología. A. P. J. H. 1995. 1982. WATSON. A. um norte. Columbia: University Press. n. Journal of Anthopological Archaeology. principalmente quando aplicada às pesquisas em que se observa uma continuidade cultural geograficamente determinada. Antropologia. Archaeology as Anthropology. Journal of Anthropological Archaeology. n. 1971. n. Com a pesquisa etnoarqueológica são fornecidas pistas importantes para interpretar e complementar análises arqueológicas que não contam mais com os dados sobre a sociedade que elaborou. Man’s Imprint from the Past. investigar diretamente uma determinada área etnológica para compilar os dados necessários para a análise da situação estudada e criar modelos baseados em dados etnográficos que orientem as interpretações arqueológicas. In: II Workshop de métodos arqueológicos e gerenciamento de bens culturais. portanto.

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