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Manual de Consagração de Bens Santíssimos a DEUS da Congregação Reformada dos Adventistas do 7º Dia, de Tendas (CRASDT

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Decreto-Manualário do DDLG, n.º 01/2012, de 18 de Dezembro Versão 1.0

Elaborado pelo Departamento dos Direitos, Liberdades e Garantias

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Índice
TÍTULO I ...........................................................................................................................................9 Aspectos Gerais..................................................................................................................................9 CAPÍTULO I .....................................................................................................................................9 Objecto e Definições .........................................................................................................................9
Artigo 1º ......................................................................................................................................................... 9 (Objecto) ........................................................................................................................................................ 9 Artigo 2º ......................................................................................................................................................... 9 (Definições) .................................................................................................................................................... 9

CAPÍTULO II ................................................................................................................................. 10 Âmbitos de Aplicação .................................................................................................................... 10
Artigo 3º .......................................................................................................................................................10 (Âmbito Territorial de Aplicação) ............................................................................................................10 Artigo 4º .......................................................................................................................................................10 (Âmbito Pessoal de Aplicação) .................................................................................................................10

CAPÍTULO III ............................................................................................................................... 11 Ressalvas Expressas ........................................................................................................................ 11
Artigo 5º .......................................................................................................................................................11 (Carácter Facultativo da Consagração de Bens Santíssimos) ...............................................................11 Artigo 6º .......................................................................................................................................................11 (Carácter Peculiar da Consagração de Bens Santíssimos).....................................................................11 Artigo 7º .......................................................................................................................................................11 (Duração)......................................................................................................................................................11 Artigo 8º .......................................................................................................................................................11 (Não Aceitação de Responsabilidade) .....................................................................................................11

TÍTULO II ...................................................................................................................................... 11 Da Consagração em Si.................................................................................................................... 12 CAPÍTULO I .................................................................................................................................. 12 Princípios Gerais da Consagração ................................................................................................ 12

Artigo 9º .......................................................................................................................................................12 (Princípios Gerais da Consagração dos Bens Santíssimos) ..................................................................12 Artigo 10º .....................................................................................................................................................12 (Princípio da Liberdade Pessoal) ..............................................................................................................12 Artigo 11º .....................................................................................................................................................12 (Princípio da Maturidade Espiritual) ........................................................................................................12 Artigo 12º .....................................................................................................................................................13 (Vivência Prévia da Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas) ..................................................13 Artigo 13º .....................................................................................................................................................13

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(Princípio do Prévio Conhecimento Bíblico) .........................................................................................13 Artigo 14º .....................................................................................................................................................14 (Princípio do Prévio Entendimento Bíblico) ..........................................................................................14 Artigo 15º .....................................................................................................................................................14 (Princípio da Espontaneidade Pessoal) ...................................................................................................14 Artigo 16º .....................................................................................................................................................14 (Princípio da Propriedade Pessoal dos Bens) .........................................................................................14 Artigo 17º .....................................................................................................................................................15 (Princípio da Licitude dos Bens)...............................................................................................................15 Artigo 18º .....................................................................................................................................................15 (Princípio da Ordem da Consagração) ....................................................................................................15

CAPÍTULO II ................................................................................................................................. 16 Pontos que Não Obstam à Consagração ..................................................................................... 16

Artigo 19º .....................................................................................................................................................16 (Oposição de Terceiro) ..............................................................................................................................16 Artigo 20º .....................................................................................................................................................16 (Falta de Sinceridade da Consagração) ....................................................................................................16 Artigo 21º .....................................................................................................................................................16 (Arrependimento da Consagração Concluída) .......................................................................................16

CAPÍTULO III ............................................................................................................................... 16 Pessoas que podem Consagrar ou Não ....................................................................................... 16

Artigo 22º .....................................................................................................................................................16 (Pessoas que podem ser Consagrantes) ...................................................................................................16 Artigo 23º .....................................................................................................................................................17 (Pessoas que temporariamente Não Podem ser Consagrantes) ..........................................................17

CAPÍTULO IV ............................................................................................................................... 17 Bens Consagráveis ou Não ............................................................................................................ 17

Artigo 24º .....................................................................................................................................................17 (Bens que podem ser Totalmente Consagráveis) ...................................................................................17 Artigo 25º .....................................................................................................................................................18 (Bens Relativamente Consagráveis) .........................................................................................................18 Artigo 26º .....................................................................................................................................................18 (Bens Absolutamente Não Consagráveis)...............................................................................................18

CAPÍTULO V ................................................................................................................................. 19 Processo de Consagração............................................................................................................... 19
Artigo 27º .....................................................................................................................................................19 (Requerimento Inicial)................................................................................................................................19 Artigo 28º .....................................................................................................................................................20 (Testemunhas da Consagração) ................................................................................................................20

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Artigo 29º .....................................................................................................................................................20 (Venda de Bens pelo Consagrante) ..........................................................................................................20 Artigo 30º .....................................................................................................................................................20 (Pedido de Pagamento de Dívidas) ..........................................................................................................20 Artigo 31º .....................................................................................................................................................21 (Recebimentos e Aperfeiçoamentos) .......................................................................................................21 Artigo 32º .....................................................................................................................................................21 (Entrevista Inicial).......................................................................................................................................21 Artigo 33º .....................................................................................................................................................22 (Editais e Apregoações) .............................................................................................................................22 Artigo 34º .....................................................................................................................................................22 (Oposição) ....................................................................................................................................................22 Artigo 35º .....................................................................................................................................................23 (Obrigação de Oposição) ...........................................................................................................................23 Artigo 36º .....................................................................................................................................................23 (Justo Impedimento) ..................................................................................................................................23 Artigo 37º .....................................................................................................................................................23 (Oposição Superveniente) .........................................................................................................................23 Artigo 38º .....................................................................................................................................................23 (Diligências Oficiosas do MAD) ..............................................................................................................23 Artigo 39º .....................................................................................................................................................24 (Avaliações do MAD).................................................................................................................................24 Artigo 40º .....................................................................................................................................................24 (Comportamentos anormais do candidato a Consagrante) ..................................................................24 Artigo 41º .....................................................................................................................................................24 (Relatório Final do MAD) .........................................................................................................................24 Artigo 42º .....................................................................................................................................................25 (Acto de Consagração) ...............................................................................................................................25 Artigo 43º .....................................................................................................................................................25 (Título Executivo) .......................................................................................................................................25 Artigo 44º .....................................................................................................................................................25 (Apresentação e Entrega)...........................................................................................................................25 Artigo 45º .....................................................................................................................................................26 (Inscrição dos Bens Santíssimos) .............................................................................................................26 Artigo 46º .....................................................................................................................................................26 (Extensão das Regras do Processo de Consagração) ............................................................................26

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CAPÍTULO VI ............................................................................................................................... 26 Efeitos Pessoais da Consagração .................................................................................................. 26
Artigo 47º .....................................................................................................................................................26 (Estatuto do Consagrante) .........................................................................................................................26 Artigo 48º .....................................................................................................................................................26 (Igualdade entre os Consagrantes) ...........................................................................................................26 Artigo 49º .....................................................................................................................................................27 (Sustento das Necessidades dos Consagrantes) .....................................................................................27 Artigo 50º .....................................................................................................................................................27 (Familiares do Consagrante) ......................................................................................................................27

CAPÍTULO VII.............................................................................................................................. 27 Efeitos Patrimoniais da Consagração ........................................................................................... 27

Artigo 51º .....................................................................................................................................................27 (Propriedade dos Bens Santíssimos) ........................................................................................................27 Artigo 52º .....................................................................................................................................................28 (Destinos Específicos dos Bens Santíssimos) ........................................................................................28 Artigo 53º .....................................................................................................................................................28 (Animais Imundos Consagrados) .............................................................................................................28 Artigo 54º .....................................................................................................................................................28 (Administração, Distribuição, Recolha e Conservação dos Bens Santíssimos) ................................28 Artigo 55º .....................................................................................................................................................28 (Critérios na Administração e Distribuição dos Bens Santíssimos) ....................................................28 Artigo 56º .....................................................................................................................................................29 (Utilização dos Bens Santíssimos de DEUS por membros) ................................................................29 Artigo 57º .....................................................................................................................................................29 (Dívidas dos Consagrantes) .......................................................................................................................29

CAPÍTULO VI ............................................................................................................................... 30 Vícios da Consagração em si ......................................................................................................... 30
Artigo 58º .....................................................................................................................................................30 (Invalidade) ..................................................................................................................................................30 Artigo 59º .....................................................................................................................................................30 (Regime da Nulidade e da Irregularidade) ...............................................................................................30 Artigo 60º .....................................................................................................................................................31 (Sanções Especiais) .....................................................................................................................................31

TÍTULO III ..................................................................................................................................... 31 Da Saída da Consagração ............................................................................................................... 31 CAPÍTULO I .................................................................................................................................. 31 Processo de Saída ............................................................................................................................ 31

Artigo 61º .....................................................................................................................................................31

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(Liberdade de Saída da Consagração de Bens Santíssimos) .................................................................31 Artigo 62º .....................................................................................................................................................31 (Requerimento de Saída) ............................................................................................................................31 Artigo 63º .....................................................................................................................................................32 (Recebimentos e Aperfeiçoamentos) .......................................................................................................32 Artigo 64º .....................................................................................................................................................32 (Entrevista)...................................................................................................................................................32 Artigo 65º .....................................................................................................................................................33 (Declaração de Saída da Consagração) ....................................................................................................33 Artigo 66º .....................................................................................................................................................33 (Presunção de Saída da Consagração)......................................................................................................33

CAPÍTULO II ................................................................................................................................. 34 Efeitos Pessoais da Saída da Consagração .................................................................................. 34

Artigo 67º .....................................................................................................................................................34 (Estatuto do ex-Consagrante) ...................................................................................................................34 Artigo 68º .....................................................................................................................................................34 (Sustento das Necessidades do ex-Consagrante e de seus familiares) ................................................34 Artigo 69º .....................................................................................................................................................34 (Proibições Pessoais Expressas ao Ex-Consagrante) ............................................................................34

CAPÍTULO III ............................................................................................................................... 34 Efeitos Patrimoniais da Saída da Consagração ........................................................................... 34

Artigo 70º .....................................................................................................................................................34 (Manutenção da Situação dos Bens Santíssimos) ..................................................................................34 Artigo 71º .....................................................................................................................................................35 (Situação dos Bens Futuros)......................................................................................................................35 Artigo 72º .....................................................................................................................................................35 (Situação dos Bens de Vencimento Periódico) ......................................................................................35 Artigo 73º .....................................................................................................................................................35 (Novos Bens de ex-Consagrante) .............................................................................................................35 Artigo 74º .....................................................................................................................................................35 (Dívidas do ex-Consagrante) .....................................................................................................................35 Artigo 75º .....................................................................................................................................................35 (Proibições Patrimoniais Expressas ao Ex-Consagrante) .....................................................................35

CAPÍTULO IV ............................................................................................................................... 36 Resgate de Bens Consagrados ....................................................................................................... 36

Artigo 76º .....................................................................................................................................................36 (Possibilidade de Resgate dos Bens Santíssimos) ..................................................................................36 Artigo 77º .....................................................................................................................................................36

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(Não Obrigatoriedade do Resgate)...........................................................................................................36 Artigo 78º .....................................................................................................................................................36 (Bens Resgatáveis ou não) .........................................................................................................................36 Artigo 79º .....................................................................................................................................................37 (Estado dos Bens Resgatáveis)..................................................................................................................37 Artigo 80º .....................................................................................................................................................37 (Valor do Resgate) ......................................................................................................................................37 Artigo 81º .....................................................................................................................................................37 (Prazo do Resgate) ......................................................................................................................................37 Artigo 82º .....................................................................................................................................................37 (Processo de Resgate) .................................................................................................................................37 Artigo 83º .....................................................................................................................................................38 (Nova Consagração) ...................................................................................................................................38

TÍTULO IV ..................................................................................................................................... 38 Disposições Finais .......................................................................................................................... 38 CAPÍTULO I .................................................................................................................................. 38 Proibições antes, durante e depois do Processo da Consagração ............................................ 38

Artigo 84º .....................................................................................................................................................38 (Proibição Geral) .........................................................................................................................................39 Artigo 85º .....................................................................................................................................................39 (Proibição de Consagração mediante Condição ou Termo) ................................................................39 Artigo 86º .....................................................................................................................................................39 (Proibição de Consagração mediante Cláusulas de Preferência) .........................................................39 Artigo 87º .....................................................................................................................................................39 (Proibição de Consagração mediante Cláusula de Reversibilidade) ....................................................39 Artigo 88º .....................................................................................................................................................39 (Proibição de Consagração com os objectivos estranhos à Bíblia Sagrada) ......................................39 Artigo 89º .....................................................................................................................................................39 (Proibição de Agir Deslealmente).............................................................................................................39 Artigo 90º .....................................................................................................................................................40 (Dever de Colaboração) .............................................................................................................................40 Artigo 91º .....................................................................................................................................................40 (Proibição de conscientes Não Oposição ou Oposição Falsa) ............................................................40 Artigo 92º .....................................................................................................................................................40 (Proibição de Sonegação e Disposição de Bens) ...................................................................................40 Artigo 93º .....................................................................................................................................................40 (Proibição de Troca de Bens)....................................................................................................................40

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Artigo 94º .....................................................................................................................................................41 (Proibição de Uso Indevido de Bens) ......................................................................................................41 Artigo 95º .....................................................................................................................................................41 (Proibição de Administração Ilegítima de Bens) ....................................................................................41 Artigo 96º .....................................................................................................................................................41 (Proibição de Coacção ou Instigação ao Resgate) .................................................................................41 Artigo 97º .....................................................................................................................................................41 (Extensão destas Proibições).....................................................................................................................41

CAPÍTULO II ................................................................................................................................. 41 Litígios com Terceiros .................................................................................................................... 41
Artigo 98º .....................................................................................................................................................41 (Abertura a Diálogo)...................................................................................................................................41 Artigo 99º .....................................................................................................................................................42 (Paz ou Conflito Judicial)...........................................................................................................................42 Artigo 100º ...................................................................................................................................................42 (Negociações) ..............................................................................................................................................42

CAPÍTULO III ............................................................................................................................... 42 Alterações, Emendas e Conhecimento Obrigatório, Normas Transitórias ............................ 42

Artigo 101º ...................................................................................................................................................42 (Alterações e Emendas) .............................................................................................................................42 Artigo 102º ...................................................................................................................................................43 (Obrigatoriedade de conhecimento) ........................................................................................................43 Artigo 103º ...................................................................................................................................................43 (Norma Transitória)....................................................................................................................................43

CAPÍTULO IV ............................................................................................................................... 43 Casos Omissos, Publicitação e Entrada em Vigor ..................................................................... 43

Artigo 104º ...................................................................................................................................................43 (Casos Omissos) ..........................................................................................................................................43 Artigo 105º ...................................................................................................................................................43 (Publicitação) ...............................................................................................................................................43 Artigo 106º ...................................................................................................................................................43 (Entrada em vigor) ......................................................................................................................................43

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Manual de Consagração de Bens Santíssimos a DEUS, da Congregação Reformada dos Adventistas do 7º Dia, de Tendas (CRASDT)
Decreto-Manualário do DDLG, n.º 01/2012, de 18 de Dezembro

Versão 1.0

TÍTULO I
Aspectos Gerais CAPÍTULO I Objecto e Definições Artigo 1º (Objecto) 1. Este Manual tem por fim regular o mais exaustivamente possível, a todo o Processo de Consagração Livre, Esclarecida e Espontânea de Bens Materiais Próprios a DEUS, no seio da Congregação Reformada dos Adventistas do 7º Dia, de Tendas (CRASDT). 2. Este Manual reflecte em termos actuais as regras Divinas e Bíblicamente inspiradas, aplicáveis a esse processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, dentro da luz Bíblica que o SENHOR DEUS concedeu até ao momento à sua Única e Verdadeira Igreja sobre a face da Terra, a CRASDT. 3. Fica expressamente ressalvado que este Manual deverá ser e efectivamente será paulatinamente actualizado conforme o Altíssimo DEUS for aprimorando a Luz Bíblica concedida até ao momento, à CRASDT. Artigo 2º (Definições) 1. A “Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS ou Entrada na Comunidade dos Bens Materiais de DEUS”, consiste na entrega livre, pessoal e voluntária a DEUS, por uma determinada pessoa, de todos ou parte dos seus Bens materiais próprios, para que sejam administrados e geridos pela CRASDT (enquanto a Única Igreja de DEUS do tempo presente), e em favor de todas as necessidades dos que se entregaram fielmente à prática dos Princípios Divinos que conhecem (segundo as necessidades possíveis de serem resolvidas pelo Ministério competente) e também em favor de todas as outras Obras de DEUS levadas a cabo pela CRASDT, de modo a que esses Bens se tornem unicamente de DEUS e deixem de constituir Bens próprios dessa pessoa.

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2. São considerados “Bens Santíssimos”, Todos os Bens Consagrados a DEUS nos termos deste Manual, os quais são tidos como Bens de Santidade Superior ao normalmente exigido por retratarem Maior Grau de Sacrifício e de Entrega Pessoal a DEUS. 3. São “Consagrantes” para efeitos deste Manual, todos aqueles que, nos termos deste Manual, consagrarem os seus Bens Próprios a DEUS, e enquanto mantiverem-se a viver a Doutrina da Comunidade dos Bens Materiais de DEUS. 4. A “Comunidade dos Bens Materiais de DEUS” consiste no ambiente formado e vivido por todos os Membros Mais Fiéis e Possantes da CRASDT, nos quais os mesmos comungam de uma forte unidade e gozo espiritual, mas também desfrutam do livre acesso aos mesmos Bens Materiais Santíssimos, por eles consagrados a DEUS. 5. É “Processo de Consagração” para efeitos deste Manual, o conjunto de actos e formalidades necessários para se concretizar a Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS e logo a Entrada na Comunidade de Bens Materiais de DEUS, actos e formalidades esses que vão desde a apresentação do Requerimento Inicial de manifestação da vontade de Consagração até à celebração do Acto de Consagração. 6. É “Processo de Saída da Consagração” para efeitos deste Manual, o conjunto de actos e formalidades necessários para se concretizar a Saída da Comunidade de Bens Materiais de DEUS, actos e formalidades esses que vão desde a apresentação do Requerimento de Saída da Consagração até à Declaração de Saída da Consagração. 7. É “Processo de Resgate” para efeitos deste Manual, o conjunto de actos e formalidades necessários para se tentar concretizar o Resgate de Bens que haviam sido Consagrados a DEUS, actos e formalidades esses que podem ser concomitantes com o Processo de Saída da Consagração, ou posteriores a esse processo. CAPÍTULO II Âmbitos de Aplicação Artigo 3º (Âmbito Territorial de Aplicação) 1. Este Manual aplica-se Internamente a toda a CRASDT, no âmbito territorial mundial, ou seja, tanto a nível nacional como a nível internacional, aonde quer que haja ou não uma Igreja da CRASDT. 2. O âmbito nacional abrange todo o território nacional de Cabo Verde, nas partes habitáveis ou não, inclusive os ilhéus. 3. O âmbito internacional abrange todo o resto do planeta, em todos os seus pontos habitáveis e inabitáveis. Artigo 4º (Âmbito Pessoal de Aplicação) 1. Este Manual tem um âmbito pessoal de actuação, que abrange todos os homens e mulheres do mundo inteiro, independentemente da sua raça, nação, povo, tribo, língua, sexo, educação, convicção, ideologia, classe social e qualquer outro factor de diferenciação, que sejam membros efectivos da CRASDT e que queiram Consagrar os seus Bens Próprios a DEUS, ou já os tenham efectivamente Consagrado. 2. Este Manual todavia respeita a liberdade religiosa de todo e qualquer membro, bem como a sua opção e livre escolha em aceitar ou não Consagrar os seus Bens Próprios a DEUS. 3. Algumas disposições deste Manual são extensivas aos restantes membros e aos aspirantes da CRASDT.

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4. De modo algum este Manual se poderá aplicar a qualquer pessoa que não seja Membro da CRASDT, mas que todavia queira fazer uma oferta de Bens Próprios a DEUS, por meio da CRASDT. CAPÍTULO III Ressalvas Expressas Artigo 5º (Carácter Facultativo da Consagração de Bens Santíssimos) 1. De modo algum é considerada, ainda, Doutrina Obrigatória no seio da CRASDT, a Doutrina de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS. 2. Nenhum membro da CRASDT será portanto Obrigado, ainda, a Aceitar, a Aderir, a Viver e a Permanecer, em momento algum, na Doutrina de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, salvo se DEUS assim expressamente Lho Ordenar, por meio dos Seus Profetas. 3. Mesmo entre casados que sejam ambos membros da CRASDT, se um deles optar por Consagrar a sua meação nos Bens Próprios, a DEUS, o outro casado de modo algum será obrigado a também consagrar a sua meação. 4. Para aquele que não aceitar Consagrar os seus Bens Próprios a DEUS, não poderá jamais resultar qualquer consequência ou prejuízo por causa disso. 5. Ressalva-se todavia que a Consagração Espiritual de um Sacerdote Divino, a DEUS, implica necessáriamente também a automática Consagração Material a DEUS, de todos os Bens próprios (presentes e futuros) desse Sacerdote Consagrado. Artigo 6º (Carácter Peculiar da Consagração de Bens Santíssimos) Só é permitida a vivência da Doutrina de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, aos Membros da CRASDT que passarem a viver primeiro, em termos estáveis e manifestos, a Doutrina Bíblica de Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas. Artigo 7º (Duração) Toda e Qualquer Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS é de carácter eterno, e não pode ser fixado qualquer limite temporal à Duração da Consagração, sem prejuízo todavia da Saída da Consagração e do Resgate de Bens Consagrados, e seus efeitos correspondentes. Artigo 8º (Não Aceitação de Responsabilidade) 1. A CRASDT não se responsabilizará pela Decisão Livre e Pessoal tomada por cada membro, em consciente e espontaneamente Consagrar todos ou parte dos seus Bens Próprios a DEUS, mas cada Consagrante responsabilizar-se-á pessoalmente pela sua própria Decisão e suportará todas as consequências, sejam favoráveis ou desfavoráveis, dessa sua Decisão. 2. Em toda a Consagração efectuada a DEUS, em termos regulares, a CRASDT terá Responsabilidades apenas como Despenseira dos Bens de DEUS, em termos de administração e de gerência desses Bens Sagrados, actividades essas que deverão ser estritamente conforme aos fins Bíblicos.

TÍTULO II
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Da Consagração em Si CAPÍTULO I Princípios Gerais da Consagração Artigo 9º (Princípios Gerais da Consagração dos Bens Santíssimos) Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS, deve assentar cumulativamente nos seguintes Princípios Divinos: a) na Liberdade Pessoal; b) na Maturidade Espiritual; c) na Vivência Prévia da Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas; d) no Prévio Conhecimento Bíblico; e) no Prévio Entendimento Bíblico; f) na Espontaneidade da Consagração; g) na Propriedade Pessoal dos Bens; h) na Licitude dos Bens; e i) na Ordem dessa Consagração. Artigo 10º (Princípio da Liberdade Pessoal) 1. Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS deve assentar totalmente na Liberdade de Escolha e de Decisão de cada Membro da CRASDT, conforme aquilo que cada um quiser fazer, dentro do nível de conhecimento e de entendimento perfeito que cada um tenha. 2. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS que haja sido efectuada com base em Medo, Coacção Moral e/ou Física e/ou Patrimonial, Erro ou Vício de Vontade, desde que nenhuma dessas situações tenham sido criadas, estimuladas, desenvolvidas ou de qualquer forma compactuadas (mesmo que após a Consagração), pelo próprio Consagrante. 3. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente viole a Liberdade própria do Consagrante quanto a entrar, permanecer e/ou sair da Comunidade de Bens Materiais. Artigo 11º (Princípio da Maturidade Espiritual) 1. Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS, nos termos deste Manual, só pode ser efectuada por aquele que seja Espiritualmente Maturo, a ponto de ser considerado um Ministro de DEUS da CRASDT, que já tenha atingido o mesmo nível de Comunidade Espiritual (partilha dos mesmos pensamentos, sentimentos e posturas, em DEUS) que a generalidade dos outros Membros Fiéis da CRASDT, e desde que aquando de ter começado o processo para a Consagração de Bens, o Consagrante não estivesse a passar por qualquer Disciplina Interna. 2. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS, nos termos deste Manual, que haja sido efectuada por quem Não seja realmente um Ministro da CRASDT (ainda que seja aspirante, paciente, criança, adolescente ou qualquer outra pessoa que possa estar de passagem no seio da CRASDT).

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3. O disposto no número anterior aplica-se, com as necessárias adaptações, aos casos de Membros da CRASDT que, aquando do início do processo de Consagração de Bens Próprios a DEUS, já estivessem a cumprir alguma Pena Disciplinar Interna. 4. Não é todavia de modo algum vedada a Consagração de Bens Próprios a DEUS, quando o Consagrante, só após iniciado o Processo de Consagração, começar a cumprir alguma Pena Disciplinar Interna, continuando nesse caso o Processo de Consagração normalmente até ao fim. 5. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente instigue de algum modo a qualquer pessoa que Não seja um Ministro da CRASDT, ou a qualquer outro Membro da CRASDT que esteja a cumprir alguma Pena Disciplinar Interna antes do início do Processo de Consagração, a Consagrar os seus Bens Próprios a DEUS, estando ainda nesse estado. Artigo 12º (Vivência Prévia da Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas) 1. Antes de toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS, o candidato a Consagrante deve estar necessáriamente a Viver, de forma estável e há já algum tempo, a Doutrina Bíblica da Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas. 2. A Doutrina Bíblica da Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas, implica que todos os membros Fiéis a DEUS, devam estar consciente e livremente a viverem em União de Pensamento, Palavra e a Acção, tendo todos um mesmo parecer, um mesmo sentimento e uma mesma simpatia espirituais baseados unicamente na Bíblia Sagrada, e formando parte da unidade que é o Corpo de CRISTO. 3. Os membros cujo nível de Obediência a DEUS careça ainda de sérias purificações, e que são dados a contendas e a estímulos conscientes de gostos pessoais, posicionando-se em algumas vezes de forma pessoal e logo contrária a DEUS, e que ainda discordam na mente e na prática com algumas das Doutrinas Bíblicas de União Espiritual, não poderão ser admitidos a Consagrarem os seus Bens Materiais Próprios a DEUS, enquanto não se Santificarem a ponto de deixarem de lado os seus gostos pessoais conflituantes com DEUS, em especial, no que toca à necessidade de União Espiritual com a Igreja de DEUS, na Obediência Perfeita da Santa Lei de DEUS por eles já conhecida. 4. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS que haja sido efectuada por um membro que não esteja ainda a viver a Doutrina Bíblica da Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas. 5. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente instigue de algum modo a qualquer Membro da CRASDT a Consagrar os seus Bens Próprios a DEUS, sem que primeiro esteja a viver de modo estável e há já algum tempo, a Doutrina Bíblica da Comunidade Espiritual das Verdades Bíblicas. Artigo 13º (Princípio do Prévio Conhecimento Bíblico) 1. Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS deve ser precedida por um Claro Conhecimento Bíblico do Consagrante, quer da Doutrina Bíblica da Comunidade de Bens Materiais, quer dos exactos termos deste Manual, devendo pois o Consagrante buscar ter acesso directo e pessoal a tal Doutrina e Manual, junto do Ministério Competente, antes de requerer o início do Processo de Consagração de Bens. 2. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS que haja sido efectua-

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da na Ignorância em relação à Doutrina Bíblica da Comunidade de Bens Materiais e aos exactos termos deste Manual. 3. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente instigue de algum modo a qualquer Membro da CRASDT a Consagrar os seus Bens Próprios a DEUS, no estado de Ignorância da Doutrina Bíblica da Comunidade de Bens Materiais e dos exactos termos deste Manual. Artigo 14º (Princípio do Prévio Entendimento Bíblico) 1. Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS deve ser precedida por um Claro Entendimento Bíblico do Consagrante, quer da Doutrina Bíblica da Comunidade de Bens Materiais, quer dos exactos termos deste Manual, devendo pois o Consagrante buscar adquirir esse Entendimento junto de DEUS, solicitando junto dos Ministério Competente a ajuda devida em algo que não consiga Entender por si mesmo, antes de requerer o início do Processo de Consagração de Bens. 2. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS que haja sido efectuada sem Entendimento Claro e Correcto em relação à Doutrina Bíblica da Comunidade de Bens Materiais e aos exactos termos deste Manual. 3. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente instigue de algum modo a qualquer Membro da CRASDT a Consagrar os seus Bens Próprios a DEUS, sem que antes tenha um Entendimento Claro e Correcto da Doutrina Bíblica da Comunidade de Bens Materiais e dos exactos termos deste Manual. Artigo 15º (Princípio da Espontaneidade Pessoal) 1. Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS deve partir da livre, espontânea e directa iniciativa voluntária de cada Membro da CRASDT, não podendo ninguém iniciar um Processo de Consagração de Bens a favor de outrem, salvo procuração clara proferida nos termos da lei humana, que confira totais poderes expressos nesse sentido. 2. De igual modo, ninguém Deve ser Persuadido ou Aconselhado a Consagrar os seus Bens a DEUS, devendo tal decisão caber ao livre arbítrio de cada Membro da CRASDT, e quando cada um quiser. 3. Não é considerado Conselho ou Sugestão para efeitos deste artigo, o mero estudo, pregação e/ou explicação Bíblicos da Doutrina da Comunidade de Bens Materiais e/ou deste Manual. 4. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS que haja sido efectuada mediante prévio Conselho, Sugestão ou qualquer forma de Pressão, salvo se for o próprio Consagrante quem solicitou antes esse Conselho ou Sugestão. 5. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente viole a Espontaneidade própria do Consagrante quanto a dar início, a desenvolver e a concluir o Processo de Consagração. Artigo 16º (Princípio da Propriedade Pessoal dos Bens)

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1. Toda e qualquer Consagração de Bens a DEUS deverá incidir apenas sobre os Bens que sejam da Propriedade Pessoal do Consagrante. Contudo, caso hajam bens tanto do Consagrante como de terceiros, será aceite a Consagração apenas da Meação, da Quota, da Parte ou da Porção pertencente ao Consagrante, de acordo com os parâmetros legais aplicáveis. 2. De igual modo, esses Bens devem ser livres ou desembaraçados, ou seja, sem que sobre eles recaia qualquer ónus ou encargo legal ou contratual com força real, aquando do início do Processo de Consagração de Bens. 3. É Totalmente Proibida e Anulável, Toda e qualquer Consagração de Bens Alheios, na proporção exacta dos direitos de terceiros. 4. É igualmente Proibida e Anulável, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios sobre os quais impenda algum ónus ou encargo legal ou contratual com força real, aquando do início do Processo de Consagração de Bens, excepto caso o Ministério competente, no Acto de Consagração, aceitar assumir os ónus ou encargos que impendem sobre tais Bens e o terceiro beneficiário desse ónus ou encargo aceite, caso em que então será considerada lícita a Consagração. 5. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente instigue de algum modo a qualquer Membro da CRASDT a Consagrar Bens total ou parcialmente Alheios a DEUS, ou Bens sobre os quais impenda algum ónus ou encargo legal ou contratual com força real, aquando do início do Processo de Consagração de Bens. Artigo 17º (Princípio da Licitude dos Bens) 1. Toda e qualquer Consagração de Bens a DEUS deverá incidir apenas sobre Bens que sejam Legal e Bíblicamente lícitos. 2. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Legal e Bíblicamente Ilícitos. 3. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente instigue ou ajude de algum modo a qualquer Membro da CRASDT a Consagrar Bens que sejam Legal e Bíblicamente Ilícitos. Artigo 18º (Princípio da Ordem da Consagração) 1. Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS deve ser precedida de se desenrolar e completar, em termos regulares, um processo próprio e específico denominado de “Processo de Consagração”, cujos termos constarão deste Manual e da Bíblia Sagrada. 2. É Totalmente Proibida e considerada Nula, não produzindo portanto qualquer efeito legal, Toda e qualquer Consagração de Bens Próprios a DEUS que siga, em parte ou no todo, qualquer tipo de processo ou acto processual estranho a este Manual e à Bíblia Sagrada, ou que tenha sido efectuado, promovido, desenvolvido, concluído ou sofrido alguma intervenção ilegítima, de qualquer entidade exterior à CRASDT ou de alguma entidade interior à CRASDT mas que não seja a entidade Bíblicamente competente. 3. É Absolutamente Proibido, sendo inclusive severamente punido Disciplinarmente no seio da CRASDT, todo e qualquer Membro, Ministério ou Departamento, que conscientemente efectuar, promover, desenvolver ou concluir, qualquer tipo de processo estranho a este Manual e à Bíblia Sagrada, ainda que seja um só acto processual.

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CAPÍTULO II Pontos que Não Obstam à Consagração Artigo 19º (Oposição de Terceiro) 1. A Oposição que algum Terceiro tenha ou manifeste em relação ao desejo de Consagração dos Bens Próprios a DEUS, por parte de algum Consagrante, em nada afectará o Processo de Consagração, sem prejuízo todavia do Direito que esse Terceiro possa ter em termos totais ou parciais, sobre os Bens cuja Consagração se pretende. 2. Serão todavia sempre ouvidas e levadas em conta as pretensões dos Terceiros que tenham alguma objecção ao Processo de Consagração, desde que essa objecção seja Legal e Bíblicamente legítima. Artigo 20º (Falta de Sinceridade da Consagração) 1. Se algum Consagrante iniciou, desenvolveu e/ou concluiu um Processo de Consagração, sem que essa fosse a sua sincera vontade interior, mas com o mero fim de obter alguma vantagem ilegítima, para si ou para terceiro, ou com o fim de algum modo prejudicar, escandalizar ou experimentar a CRASDT, ou com qualquer outro objectivo malévolo, nem por isso a sua Consagração será considerada Nula, mas sim será considerada Válida para todos os efeitos. 2. Contudo, esse Consagrante infractor, após descoberta a sua real má vontade, será mesmo assim sujeito a Pena Disciplinar, salvo Perdão Divino causado pelos seus sinceros, oportunos e honestos Arrependimento e Confissão Pública. Artigo 21º (Arrependimento da Consagração Concluída) 1. Se algum Consagrante concluiu um Processo de Consagração, mas depois veio a se arrepender, embora seja sempre lícita a sua Saída da Comunidade de Bens Materiais, isso não implicará qualquer prejuízo para todo o processo de Consagração por ele já concluído, quando foram respeitados todos os trâmites dessa Consagração. 2. O eventual arrependimento posterior do Consagrante que concluiu um Processo de Consagração, não implicará todavia qualquer Consequência Disciplinar para o mesmo, salvo se juntamente com esse arrependimento posterior surgir algum procedimento de rebeldia e/ou de escândalo consciente contra DEUS e a Sua Igreja (a CRASDT), sendo então julgado por tais procedimentos. CAPÍTULO III Pessoas que podem Consagrar ou Não Artigo 22º (Pessoas que podem ser Consagrantes) 1. Só podem ser Consagrantes as pessoas que preencham pessoal e cumulativamente os seguintes requisitos: a) Sejam Membros Fiéis e Possantes (em regra, Ministros) da CRASDT; b) Que estejam no pleno gozo e exercício das suas faculdades mentais, nomeadamente, em condições de entenderem, de quererem e de decidirem por si mesmos; c) Serem Maiores de Idade, ou quando Menores de Idade desde que com o consentimento expresso, livre e esclarecido, de ambos os seus pais; d) Não estejam, aquando do início do Processo de Consagração, a cumprir qualquer Pena Disciplinar Interna à CRASDT; 16

e) Estejam de acordo com os Princípios Bíblicos de Consagração previstos neste Manual. 2. É admitida a Consagração através de procuração idónea, desde que essa procuração seja reconhecida em cartório e que nessa procuração constem expressamente todos os poderes específicos destinados à Consagração. 3. Toda e qualquer pessoa que não cumpra os Requisitos acima especificados, não pode de modo algum ser Consagrante. 4. Não será aceite qualquer Consagração feita por Tutores ou Curadores, sem prévia autorização judicial. Artigo 23º (Pessoas que temporariamente Não Podem ser Consagrantes) 1. É Absolutamente Proibido que os aspirantes e os membros menos possantes da CRASDT, que consequentemente tenham qualquer reserva a propósito desta Doutrina da Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, possam Consagrar os Seus Bens, enquanto, em primeiro lugar, não atinjam o nível dos membros mais Fiéis e Possantes da CRASDT e, em segundo lugar, não definirem bem na sua consciência se é isso que realmente querem fazer. 2. A Comunidade de Bens Materiais só poderá ser vivida após tanto os aspirantes como os membros menos possantes tornarem-se Membros Fiéis e Possantes, e após entrarem primeiro em profunda Comunidade Espiritual com os outros membros da CRASDT mais possantes, ou seja, passarem a intimamente conformar-se com todas as Exigências de DEUS que conheçam, partilhando os mesmos pensamentos, sentimentos e simpatias Bíblicos que os outros membros mais Fiéis e possantes da CRASDT, e desprendendo-se do apego aos Bens materiais e aos seus gostos pessoais e carnais. 3. O Ministério competente deverá seriamente Advertir os aspirantes e membros menos possantes da CRASDT a não viverem a Doutrina da Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, enquanto não atingirem o nível necessário, e deverão Rejeitar liminarmente os pedidos de Consagração dos tais aspirantes e membros. CAPÍTULO IV Bens Consagráveis ou Não Artigo 24º (Bens que podem ser Totalmente Consagráveis) 1. Só podem ser Consagrados os Bens que preencham os seguintes requisitos: a) sejam legalmente considerados Bens Materiais Próprios e exclusivos de cada Pessoa, e seus frutos civis ou naturais; b) sejam Bens Legal e Bíblicamente Lícitos, quer na sua origem, quer na sua situação actual; c) sejam Bens livres de ónus e de encargos com força real, a favor de terceiros. 2. Podem todavia ser Consagrados os Bens sujeitos a ónus e a encargos com força real, a favor de terceiros, quando o Ministério competente, no Acto de Consagração, aceitar assumir os ónus ou encargos que impendem sobre tais Bens e o terceiro beneficiário desse ónus ou encargo também aceite isso, caso em que então será considerada lícita a Consagração. 3. Podem ser Consagrados todos os Bens que preencham os requisitos previstos no número um deste artigo, sejam móveis ou imóveis. 4. Podem também ser Consagrados os Bens futuros, quando muito prováveis de poderem vir a ser adquiridos. 5. São outrossim Consagráveis os Créditos vencidos e os vincendos.

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elas.

6. Não são Consagráveis as Benfeitorias em si mas sim a indemnização devida por

Artigo 25º (Bens Relativamente Consagráveis) 1. Podem ainda ser Consagrados, os seguintes Bens do Consagrante: a) A sua Meação nos Bens Comuns; b) A sua Quota societária; c) A sua Quota em termos de compropriedade; d) Toda e qualquer quota ou porção sua em bens compartilhados com terceiros; e) os Bens cuja alienação onerosa e/ou gratuita esteja, por força da lei ou de contrato válido, sujeita ao não exercício prévio de direito de preferência, por parte de terceiro. 2. Mesmo esses bens relativamente consagráveis devem obedecer a todos os requisitos expressos no artigo anterior. 3. Contudo, nessas Consagrações respeitar-se-ão sempre as regras legais referentes aos direitos dos meeiros, sócios e comproprietários, bem como os impedimentos legais referentes à disposição das meações e das quotas. 4. Quanto ao disposto na alínea e), não sendo accionados dentro do prazo devido, todos os direitos de preferência cabíveis, esses bens tornam-se consagráveis, salvo se padecerem de outro impedimento consagracional. Artigo 26º (Bens Absolutamente Não Consagráveis) 1. De modo algum podem ser Consagrados os seguintes Bens: a) os legalmente considerados Bens Materiais Total ou Parcialmente Alheios; b) os Bens Materiais Legal e Bíblicamente Ilícitos, quer na sua origem, quer na sua situação actual; c) os Bens Materiais Bíblicamente Imundos, salvo animais vivos imundos; d) os Bens Imateriais; e) os Dízimos e as Ofertas de DEUS; f) as prestações referentes aos Impostos Legais; g) as prestações referentes às Pensões de Alimentos; h) as prestações referentes aos Descontos Judiciais; i) as prestações referentes aos Débitos Bancários; j) todo o montante destinado ao pagamento das prestações referentes a Dívidas legais e contratuais legítimamente assumidas antes do início da Entrevista no processo de Consagração de Bens; k) os Bens Doados ou Deixados com a cláusula expressa e clara de não poderem ser transmitidos em vida a terceiros; l) os Bens Litigiosos ou Judicialmente Controvertidos; m) os Bens onerados com ónus e/ou encargos com força real, a favor de terceiros, nos casos em que o Ministério competente recusar ou nada disser quanto à aceitação de assumir a responsabilidade por esses ónus e/ou encargos; n) os Bens que embora sejam próprios e lícitos estejam sob a autorização do dono, na posse de alguma pessoa (ainda que seja um Ímpio consciente), sempre que tais Bens estejam a ser utilizados por essa pessoa de modo essencial à sua própria sobrevivência, e sempre que a retirada súbita desses Bens da posse dessa pessoa, possa-lhe acarretar prejuízos irreparáveis ou difícilmente reparáveis. 2. Quanto ao disposto na alínea a), são todavia consagráveis a meação e as quotas próprias sobre tais Bens.

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3. Quanto ao disposto na alínea b), são abrangidos nessa alínea também as dádivas ou vendas ou demais negócios dos pais aos filhos/netos, sempre que tais dádivas ou vendas ou demais negócios tenham sido efectuados com prejuízo manifesto e injustificado para os demais filhos/netos e herdeiros. 4. Quanto ao disposto na alínea c), querendo todavia alguém Consagrar a DEUS a algum animal imundo, após esse animal ser avaliado pelo MAD, será aceite a Consagração do mesmo a DEUS, conforme a avaliação que lhe for efectuada. 5. Quanto ao disposto nas alíneas f) a j), Nos casos em que tais prestações, impostos, descontos ou compromissos legítimos só se possam tornar líquidos ou só se vençam ou se executem de forma inesperada, após a entrada desse membro na Comunidade de Bens Materiais, a CRASDT se responsabilizará plenamente por suportar tais despesas, enquanto esse membro permanecer na Comunidade de Bens Materiais, embora tais Bens em si não sejam considerados Consagrados. 6. Não podem ser consagrados direitos que não sejam de Propriedade, salvo as quotas societárias e outras do género. 7. Embora os Bens Imateriais Não sejam em si mesmos Consagráveis, os seus rendimentos materiais, presentes e futuros, todavia o são. CAPÍTULO V Processo de Consagração Artigo 27º (Requerimento Inicial) 1. O Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS inicia-se com um Requerimento endereçado ao Ministério competente para a Consagração de Bens, o qual será o Ministério de Administração e Distribuição de Bens Consagrados a DEUS (MAD). 2. O Requerimento Inicial deverá ser entregue na Igreja aonde o candidato a Consagrante se encontre a residir habitualmente nos últimos dois meses. 3. Esse Requerimento Inicial será um formulário pré-elaborado pelo Departamento de Direitos, Liberdades e Garantias (DDLG) da CRASDT, que após solicitado junto ao Departamento de Comunicação e Informação (DCI) da CRASDT pelo candidato a Consagrante, será devidamente lido, preenchido, assinado e novamente lido, pelo candidato a Consagrante, e após tudo isso, entregue nas mãos do DCI. 4. Junto desse Requerimento Inicial deverá constar uma lista discriminada dos bens a serem Consagrados, bem como o seu valor respectivo provável, e o valor global dos bens a Consagrar, uma lista de todas as dívidas actuais e das dívidas futuras e certas do candidato a Consagrante e uma lista dos encargos e ónus que eventualmente impendem sobre cada um dos bens a serem consagrados. 5. Junto desse Requerimento Inicial deverão ainda constar cópia do Passaporte ou Bilhete de Identidade do candidato a Consagrante e todos os documentos legais possíveis que atestam a propriedade dos bens a Consagrar pelo candidato a Consagrante. 6. Igualmente deverão constar fotocópia dos documentos de identificação (Passaporte, Bilhete de Identidade ou cédula) do cônjuge e descendentes do candidato a Consagrante, ou sendo ele solteiro, dos seus descendentes caso os tenha, ou não tendo descendentes, só do cônjuge ou só dos seus ascendentes (caso não tenha cônjuge). 7. O Requerimento Inicial deverá ser assinado apenas pelo candidato a Consagrante, quando muito pelo seu procurador que tenha procuração passada regularmente nos termos da lei, devendo constar obrigatoriamente dessa procuração, a autorização expressa e inequívoca do candidato a Consagrante, em Consagrar parte ou todos os seus Bens Mate-

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riais Próprios a DEUS, e aceitando que a CRASDT seja a Fiel Depositária desses Bens Consagrados a DEUS. 8. O Requerimento Inicial deverá ainda ser assinado por duas ou três testemunhas escolhidas livremente pelo próprio candidato a Consagrante, devendo essas assinaturas serem todas conformes aos seus respectivos Passaportes ou Bilhetes de Identidade. 9. As testemunhas deverão também juntar cópias dos seus respectivos Passaportes ou Bilhetes de Identidade. Artigo 28º (Testemunhas da Consagração) 1. As testemunhas da Consagração podem ser membros ou não da CRASDT, mas à data jamais poderão ser Anátemas e nem Adventistas Apóstatas do 7º Dia; devem ainda todas as testemunhas serem maiores de idade e pessoas socialmente idóneas, com plenas faculdades mentais que lhes permitam ler, entender e assinar normalmente. 2. As testemunhas apresentadas, em princípio deverão ser as mesmas até ao fim do Processo de Consagração, podendo todavia o candidato a Consagrante, em qualquer altura do Processo, substituí-las mediante requerimento escrito e fundamentado. Artigo 29º (Venda de Bens pelo Consagrante) 1. É lícito ao candidato a Consagrante não querer consagrar directamente um Bem, mas sim o preço da venda desse bem. 2. Neste caso, no seu próprio Requerimento Inicial, o candidato a Consagrante deve indicar essa sua vontade, ficando a final Consagrado o preço do bem, e devendo o candidato a Consagrante vender o Bem após o Acto de Consagração e trazer o preço respectivo e integral, ao MAD, sob pena da lei Bíblica e da lei Humana. Artigo 30º (Pedido de Pagamento de Dívidas) 1. No seu Requerimento Inicial e apenas caso a Consagração seja total (pelo menos de salários e/ou de quaisquer dinheiros ou rendimentos monetários lícitos), o candidato a Consagrante poderá requerer ainda que pretende que seja a CRASDT a pagar-lhe as suas dívidas após a Consagração ou não. 2. Nesse pedido específico, o candidato a Consagrante apenas poderá referir-se às dívidas certas, já vencidas, que estejam a ser pagas a prestações ou que brevemente devam vir a ser pagas, e às dívidas certas e previsíveis vincendas. 3. Caso o candidato a Consagrante efectue esse pedido específico, o seu dinheiro todo será administrado pela CRASDT, e será a CRASDT a assumir o pagamento de todas essas dívidas existentes antes da Consagração, ou que de forma já esperada surgiram e/ou se venceram depois da Consagração, sendo todavia sempre considerado que o dinheiro destinado ao pagamento dessas dívidas não é Dinheiro Consagrado a DEUS, mas sim dinheiro alheio, pertencente aos credores legítimos, do qual a CRASDT é mero depositário temporário. 4. Caso o candidato a Consagrante não efectue esse pedido específico, apenas lhe será tomado o dinheiro Consagrado, devendo o mesmo ficar com o dinheiro necessário ao pagamento de tais dívidas legítimas, dinheiro esse aliás que não lhe pertence a si, mas sim aos seus credores legítimos. 5. Contudo, mesmo no caso descrito no número anterior, o pagamento de eventuais dividas que surjam inesperadamente mas de forma legítima, será sempre assegurado pela CRASDT, isto na eventualidade de o candidato a Consagrante ter consagrado a todo o seu dinheiro.

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6. Em todos os casos em que couber à CRASDT o encargo de pagar as dívidas do candidato a Consagrante, a CRASDT sempre velará pelo pagamento atempado e regular, dessas dívidas. Artigo 31º (Recebimentos e Aperfeiçoamentos) 1. Recebido o Requerimento Inicial pelo DCI, o DCI deverá, no mais curto prazo possível, ler e verificar esse Requerimento a fim de averiguar se houve algum erro de escrita ou de preenchimento. 2. Caso note imperfeições em termos de escrita, de preenchimento ou de assinatura, o DCI dará um novo Requerimento Inicial ao candidato a Consagrante e suas testemunhas, para que corrijam esses eventuais erros, sob pena de indeferimento liminar desse Requerimento. 3. Corrigidas tais imperfeições ou caso não as haja, o DCI encaminhará o Requerimento Inicial ao MAD, que após o receber, o registará e autuará como um processo próprio, numerado por número de entrada e ano e identificado por Congregação, devendo eventualmente apensar a esse processo os processos anteriores findos do mesmo candidato a Consagrante. 4. Em seguida o MAD, deverá, no mais curto prazo possível, ler e verificar esse Requerimento e os eventuais documentos juntos, para atestar da aparente regularidade desses documentos e se aparentemente estão preenchidos ou não os requisitos necessários à Consagração de Bens Próprios a DEUS. 5. Caso entenda que há requisitos insupríveis, o MAD Rejeitará logo o Requerimento Inicial. Caso haja requisitos supríveis ou meios de prova (documentos, testemunhas, etc) a apresentar, o MAD convidará o candidato a Consagrante a supri-los e a apresentá-los, dando-lhe um prazo para o efeito, prazo esse que poderá ser renovado por uma única vez, sob pena de não cooperando o candidato a Consagrante, ser anulado e extinto todo o Processo de Consagração. Artigo 32º (Entrevista Inicial) 1. Supridos os aspectos apontados pelo MAD, o MAD marca o dia e a hora, no mais curto prazo possível, para realização de uma entrevista ao candidato a Consagrante e às suas testemunhas. 2. Nesta entrevista deverão estar presentes os elementos designados pelo MAD, pelo menos dois elementos do Ministério de Investigação de Crimes (MIC), pelo menos dois elementos do Ministério de Protecção Física dos Remanescentes (MPR), pelo menos dois elementos do Ministério de Recolha e Conservação de Bens Consagrados a DEUS (MRC) e pelo menos um elemento do DCI. 3. Poderão ainda estar ou não presentes membros do DDLG. 4. Contudo, toda a entrevista será efectuada e dirigida somente pelos membros designados pelo MAD, ainda que estes possam fazer perguntas aos entrevistados (o candidato a Consagrante e as suas testemunhas.) a pedido dos membros dos outros Ministérios presentes. 5. A entrevista se centrará fundamentalmente no candidato a Consagrante, e visa apurar em si se estão verificados todos os Princípios da Consagração expressos neste Manual e se realmente há probabilidade séria de os Bens a Consagrar serem realmente do candidato a Consagrante, serem Consagráveis ou não e em que medida. 6. A entrevista durará o tempo que for necessário, podendo continuar por mais de um dia caso haja real necessidade disso, e podendo o MAD, ir concomitantemente efectuando as indagações que julgar necessárias junto de outros membros, de outros Ministé-

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rios e Departamentos da CRASDT ou mesmo junto de entes externos à CRASDT, com vista a uma melhor decisão do caso. 7. Após a entrevista, o MAD se reunirá internamente para avaliar e decidir sobre o resultado da entrevista efectuada e efectuará uma reunião destinada a comunicar esse resultado, na presença do candidato a Consagrante e das suas testemunhas (caso estas possam estar presentes). 8. Se decidir-se que algum dos Princípios da Consagração expressos neste Manual poderá estar em causa, e logo que não estão preenchidos os requisitos para a Consagração, o MAD comunicará ao candidato a Consagrante e suas testemunhas que o processo de Consagração ficará sem efeito até que se preencham correctamente esses requisitos, devendo o Consagrante tratar de corrigir os aspectos necessários para só então iniciar um novo processo. 9. Se decidir-se que estão cumpridos os Princípios da Consagração expressos neste Manual, o MAD comunicará ao candidato a Consagrante e suas testemunhas que o processo de Consagração continuará, e ordenará a Publicação do processo. Artigo 33º (Editais e Apregoações) 1. Em seguida, o MAD solicitará ao DCI que Publique Editais de 10 dias corridos, na porta da Igreja aonde foi dada entrada o Requerimento Inicial, na porta das duas Igrejas territorialmente mais próximas desta Igreja e na porta da sede (caso a sede não seja o local aonde deu entrada o Requerimento). 2. De igual modo, o MAD solicitará ao DCI que Apregoe solenemente a vontade de Consagração em todas as Congregações aonde for de se pregarem os Editais e ao maior número possível de membros, por pelo menos duas vezes em cada uma dessas Igrejas, durante esse mesmo espaço de 10 dias. 3. Nesses editais e pregões públicos, o DCI deverá comunicar a todos os seguintes aspectos: a) o nome e identificação completa do candidato a Consagrante e das suas testemunhas; b) o seu ofício e a composição do seu agregado familiar próximo; c) a sua vontade livre, esclarecida e espontânea em Consagrar; d) a data de entrega do seu Requerimento Inicial no DCI; e) os bens específicos e os valores prováveis dos bens que o candidato a Consagrante pretende consagrar; f) de que já foi efectuada a entrevista e o resultado da mesma foi positivo; g) de que se alguém tiver alguma oposição legítima, deve dizer algo no prazo de 10 dias; h) em que data é que terminará o prazo de 10 dias. 4. O DCI deverá coordenar esses editais e pregões públicos em todas as Congregações aonde se pregarem os editais, de modo que os 10 dias sejam iguais para todas essas Congregações. Contudo se nalguma Congregação ocorrer algum atraso, o prazo geral para a oposição se contará até ao último prazo que terminar. 5. O DCI deverá ainda Publicar o Édito, no seu site de comunicação, indicando expressamente a data da Publicação do Édito e a data do fim do prazo. Artigo 34º (Oposição) 1. A oposição deverá ser efectuada por requerimento escrito, com identificação completa do opositor, com os fundamentos claros da oposição, e com a indicação das provas da oposição.

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2. São fundamentos lícitos de oposição, todos os que legitimamente possam por em causa os Princípios da Consagração expressos neste Manual. 3. A Oposição deve ser apresentada ao DCI, que a lerá e mandará corrigir o mais breve possível em termos formais, caso seja necessário e sob pena de Rejeição, após o que encaminhará a Oposição ao MAD. 4. Quando o MAD receber a Oposição, fará todas as devidas diligências de prova requeridas e então decidirá comunicando por escrito a decisão ao candidato a Consagrante e suas testemunhas, e ao Opositor. 5. Sendo a Oposição procedente, deverão ser corrigidos e rectificados os aspectos necessários dentro do prazo que o MAD determinar; mas ficando inquinado todo o Processo de Consagração, este será declarado extinto de forma fundamentada e escrita. 6. Não tendo havido oposição, sendo a Oposição improcedente, ou mesmo quando for procedente mas tenham sido corrigidos e rectificados os aspectos necessários, o Processo de Consagração deverá continuar, devendo o DCI Apregoar devidamente essa continuação, sem necessidade de se fixarem editais. Artigo 35º (Obrigação de Oposição) 1. É Obrigatório, a todos os Membros e Aspirantes da CRASDT, que deduzam fundada oposição nos Processos de Consagração em decurso, sempre que à data souberem de algum motivo Bíblicamente ponderoso que impossibilite essa Consagração de ir adiante ou de algo que a possa tornar Bíblicamente Ilícita. 2. Essa Obrigatoriedade abrange todos os Membros e Aspirantes das Igrejas da CRASDT aonde foi efectuada a Publicitação do Processo de Consagração como todos os outros que no seio da CRASDT, de algum modo tiveram conhecimento oportuno de que decorria esse prazo de Oposição. Artigo 36º (Justo Impedimento) É lícito que seja deduzida Oposição fora do prazo, mas antes do Relatório Final, desde que se prove primeiramente que houve motivo Bíblicamente justificativo que impediu a entrega da Oposição dentro do prazo destinado ao efeito. Artigo 37º (Oposição Superveniente) 1. Até antes de ser celebrado o Acto de Consagração, ainda é possível formular-se qualquer Oposição legítima ao Processo de Consagração em decurso, desde que o conhecimento ou as provas concretas dos fundamentos dessa Oposição tenham surgido de forma não culposa, após o prazo normal de Oposição. 2. Neste caso, o Opositor deve também fazer prova dos motivos da superveniência da Oposição. Artigo 38º (Diligências Oficiosas do MAD) 1. Independentemente de haver ou não Oposição, findo o prazo normal para a dedução de Oposição, o MAD deverá sempre proceder a diligências oficiosas próprias no sentido de clarificar totalmente todos os aspectos que possam comprometer o Processo de Consagração. 2. Para tanto o MAD deverá e poderá realizar a todas as diligências que julgar necessárias, e durante o tempo que achar conveniente, independentemente do prazo para a

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decisão da eventual Oposição que tenha sido feita, respeitando-se todavia o prazo de duração máxima do Processo de Consagração. 3. O MAD poderá sempre requerer os esclarecimentos e as informações que bem julgar necessárias e convenientes, junto do candidato a Consagrante, das suas testemunhas e de qualquer pessoa no seio da CRASDT que tenha alguma informação útil a dar a respeito desse Processo de Consagração. Artigo 39º (Avaliações do MAD) Ao mesmo tempo em que proceder às diligências oficiosas que julgar necessárias, o MAD deverá ainda obrigatoriamente proceder à avaliação minuciosa do valor de cada um dos Bens Consagrados, levando sempre em linha de conta o valor comercial real e não o valor comercial especulativo dos bens a serem consagrados. Artigo 40º (Comportamentos anormais do candidato a Consagrante) 1. Se em algum momento o MAD notar séria hesitação do candidato a Consagrante, ou notar que este insistentemente não está a colaborar convenientemente ou que está a dilatar injustificadamente o avanço do Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, o MAD terá a Liberdade de dar imediatamente por findo esse Processo, em reunião especial convocada pelo MAD, devendo nessa reunião o MAD comunicar e justificar ao candidato a Consagrante e às suas testemunhas, essa sua decisão. 2. Essa reunião Especial será participada por todos quantos deveriam estar na Entrevista. 3. Contudo, antes de convocar essa reunião Especial, o MAD deverá investigar bem a veracidade das suas suspeitas, a fim de tomar uma decisão acertada e coerente. Artigo 41º (Relatório Final do MAD) 1. Concluídas todas as diligências e avaliações necessárias e devendo o Processo prosseguir, o MAD emite um Relatório minucioso donde conste uma exposição da proposta de Consagração, devendo constar do Relatório os seguintes dados: a) A Identificação completa do Consagrante, conforme o seu Bilhete de Identidade ou o seu Passaporte; b) O Resumo de todas as diligências efectuadas no âmbito do Processo de Consagração; c) A Identificação dos seus familiares mais próximos (cônjuge, ascendentes, descendentes, irmãos e irmãs virgens) que estejam a seu cargo; d) A relação especificada dos Bens que se pretende Consagrar, indicando-se diante de cada Bem o valor pelo qual foi concretamente avaliado pelo MAD; e) A relação especificada das Dívidas legítimas do Consagrante, indicando-se diante de cada Dívida o seu valor concreto ou provável; f) Toda e qualquer declaração ou pedido lícitos que o Consagrante haja feito; g) Demais observações que se considerarem importantes; h) O Parecer fundamentado no sentido de favorável ou não à Consagração pedida, e em que termos (totais ou parciais). 2. Assim que o MAD emitir esse Relatório, haverá reunião geral do MAD a nível somente da sede da CRASDT, para decisão do caso.

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3. Sendo a decisão da reunião favorável, serão notificados o Consagrante e as suas duas testemunhas, da decisão e da data provável que foi marcada para a realização dos Actos de Consagração. 4. Sendo a decisão da reunião desfavorável, serão notificados o Consagrante e as suas duas testemunhas, dessa decisão. Artigo 42º (Acto de Consagração) 1. Concluídas todas as diligências acima apontadas, o MAD diligenciará no sentido de marcar e organizar o Acto de Consagração, no qual se firmará a Consagração. 2. O Acto de Consagração é materializado por escrito assinado e reconhecido em Cartório por pelo menos um representante indigitado pela CRASDT e também pelo Consagrante, devendo este último manifestar clara e inequivocamente a sua livre, esclarecida e espontânea intenção em Consagrar a Totalidade ou Parte dos seus Bens Materiais a DEUS, permitindo que sejam os Ministérios competentes da CRASDT a administrá-los e a geri-los livremente, se necessário até à exaustão, em favor de todas as necessidades dos que se entregaram fielmente à prática dos Princípios Divinos que conhecem (segundo as necessidades possíveis de serem resolvidas pelo Ministério competente) e também em favor de todas as outras Obras de DEUS levadas a cabo da CRASDT. 3. O Acto de Consagração deverá ainda ser assinado e reconhecido por pelo menos duas testemunhas livremente escolhidas pelo próprio Consagrante, as quais devem Declarar de forma também clara e inequívoca que elas são testemunhas conscientes, fiéis e esclarecidas desse evento de Consagração dos Bens Materiais, que essa Consagração ocorreu de forma livre, espontânea e alegre da parte do Consagrante, e que elas, testemunhas, estão dispostas a darem testemunho dessa Consagração em qualquer lugar para onde forem e perante quem quer que estejam. 4. O Acto de Consagração deverá constar de escritura pública para os bens imóveis, e de escrito particular assinado e reconhecido, quando se tratar de bens móveis. Para os bens móveis sujeitos a registo, a forma será também a escritura pública. Tratando-se da consagração do valor de um bem imóvel ou de um bem móvel, observar-se-á a forma prevista para esse bem. 5. Havendo bens imóveis e móveis, para cada um desses bens se adoptará a forma respectiva, havendo assim mais de um Acto de Consagração (um para imóveis e outro para móveis), embora no mesmo processo. Poder-se-á todavia optar apenas pela forma mais solene, para ambos esses bens. 6. Uma cópia do Acto de Consagração ficará com a CRASDT, e a outra com o Consagrante. 7. Feito o Acto de Consagração, considera-se findo o Processo de Consagração, embora devam suceder os actos subsequentes abaixo discriminados. Artigo 43º (Título Executivo) 1. O Acto de Consagração constituirá sempre um Título Executivo entre a CRASDT e o Consagrante, seja quanto ao Bem Consagrado em si, seja quanto ao preço pelo qual esse bem foi avaliado pelo MAD. 2. Executando-se Judicialmente o Acto de Consagração, serão sempre exigidos e levados em conta os Juros de Mora devidos, salvo se o Consagrante tiver agido sem culpa Bíblica ou se beneficiar de Perdão Divino. Artigo 44º (Apresentação e Entrega)

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1. Assim que ficar concluído de forma Regular e Bíblica o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, o Consagrante deverá imediatamente ou o mais breve possível, Apresentar e Entregar os Bens Consagrados ao Ministério competente. 2. As despesas e diligências relativas à Entrega dos Bens caberão em regra ao Consagrante, sem prejuízo de, a seu pedido, o Ministério competente poder concordar em assumir tais despesas e diligências, ou se durante o processo de Consagração de Bens, ficara expressamente estipulado que tais encargos caberiam ao Ministério competente. 3. Tendo sido consagrado o preço do bem, concluído o Processo de Consagração, deverá o Consagrante diligenciar pela venda o mais breve possível desse bem, e trazer o dinheiro integralmente ao MAD. 4. Caso eventualmente a venda se tenha de fazer inesperadamente por valor inferior ao previsto, antes de efectuar-se a venda o Consagrante terá de informar o MAD do facto, para que o MAD decida da oportunidade ou não dessa venda, e acompanhando pois o MAD todo o processo de venda. Neste caso, mantém-se consagrado o direito de crédito sobre esse imóvel, ocorrendo a entrega do valor ao MAD assim que a venda se efective. Artigo 45º (Inscrição dos Bens Santíssimos) 1. Todos os Bens Santíssimos Consagrados nos termos deste Manual, deverão ser sempre inscritos e registados em nome exclusivo da CRASDT (enquanto a Única e Verdadeira Igreja de DEUS sobre a face da Terra) ou de alguma Associação intimamente ligada à CRASDT. 2. Nem os Bens Santíssimos, após consagrados, poderão permanecer em nome do Consagrante, como também não poderão ser jamais inscritos ou registados em nome de qualquer outra pessoa singular ou colectiva, seja ou não membro da CRASDT. Artigo 46º (Extensão das Regras do Processo de Consagração) As Regras do Processo de Consagração são supletivamente aplicáveis, com as necessárias adaptações, a todos os outros Processos regulados neste Manual. CAPÍTULO VI Efeitos Pessoais da Consagração Artigo 47º (Estatuto do Consagrante) 1. Aquele que, obedecendo a todas as Regras Bíblicas e constantes deste Manual, concluir regularmente o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, passará a desfrutar na Igreja de DEUS do Estatuto de Membro Santíssimo, enquanto se mantiver como Consagrante. 2. Como Membro Santíssimo, o Consagrante terá direito a desfrutar de maiores Graças do DEUS dos Céus, visto demonstrar maior vontade pessoal de Entrega a DEUS e maior nível de sacrifício em favor de DEUS, do Seu Povo e da Sua Obra. 3. Como Membro Santíssimo, o Consagrante terá direito a desfrutar do melhor de todos os Bens Materiais Santíssimos. 4. Como Membro Santíssimo, o Consagrante terá ainda prioridade no direito de habitar e de viver nos Cenáculos de DEUS. Artigo 48º (Igualdade entre os Consagrantes)

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1. Todos os Consagrantes, independentemente do nível de Consagração de cada um, são considerados iguais dentro da CRASDT, tendo todos os mesmos Direitos e Deveres. 2. O Consagrante e os seus familiares não rebeldes em consciência, não terão qualquer Direito de Uso e de Fruição dos Bens Santíssimos consagrados pelo próprio Consagrante, superior aos demais Consagrantes da CRASDT, e nem poderão em momento algum reclamar a qualquer direito superior nesse sentido. Artigo 49º (Sustento das Necessidades dos Consagrantes) 1. A Todos os Consagrantes será assegurado, de forma igualitária, o sustento deles e dos seus familiares não rebeldes em consciência. 2. Esse sustento deverá ser assegurado dentro dos níveis razoavelmente comportados pela Igreja de DEUS (a CRASDT) e abrangerá habitação, alimentação, saúde, escolaridade e transporte, e demais aspectos úteis e necessários, dentro daquilo que for Bíblicamente Ilícito. Artigo 50º (Familiares do Consagrante) 1. Todos os que forem familiares próximos do Consagrante terão direito a beneficiar e a desfrutar dos Bens Santíssimos distribuídos ao Consagrante, juntamente com o Consagrante, desde que não sejam Rebeldes quanto às Puras Verdades Bíblicas que conhecem e naquilo que for lícito ao SENHOR DEUS. 2. Contudo, perderão automaticamente esse direito caso estejam a praticar pecados conscientemente contra DEUS, não acompanhando assim o exemplo de Bons Comportamentos Bíblicos que diariamente lhes é dado pelo Consagrante e pelos outros Fiéis da CRASDT. 3. Para efeitos deste número, serão considerados Familiares do Consagrante, a sua cônjuge, os seus ascendentes, os seus descendentes, os seus irmãos e as suas irmãs virgens, que estiverem a seu cargo. CAPÍTULO VII Efeitos Patrimoniais da Consagração Artigo 51º (Propriedade dos Bens Santíssimos) 1. Assim que ficar concluído de forma Regular e Bíblica o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, o Bem Consagrado passará imediatamente a pertencer somente a DEUS, sendo considerado Coisa ou Bem Santíssimo. 2. Automáticamente, o Consagrante e seus familiares carnais perderão todo e qualquer direito pessoal ou real sobre esse Bem. 3. Todos os Bens Santíssimos de DEUS, em poder da CRASDT, quer os sitos na sede, quer os sitos na área territorial das filiais ou noutro lugar do planeta, constituirão sempre apenas propriedade de DEUS, e nunca serão propriedade de qualquer dos membros da CRASDT, isolados ou em conjunto, mesmo que esse(s) membro(s) seja(m) o(s) mais possante(s) e Fiel(is) da CRASDT. 4. Nenhum dos membros passados, presentes ou futuros da CRASDT teve, tem e nem sequer poderá vir a ter o direito de reclamar quaisquer dos Bens Santíssimos de DEUS sob a tutela da CRASDT como sendo parcial ou totalmente seu, visto que todos os Bens Santíssimos constituem, na verdade, Bens unicamente de DEUS, geridos todavia pela CRASDT mediante Autorização Divina. 27

Artigo 52º (Destinos Específicos dos Bens Santíssimos) 1. Os Bens Santíssimos destinar-se-ão a desenvolver tanto as Obras Materiais como as Obras Espirituais de DEUS, nomeadamente, a satisfação das necessidades individuais de todos os membros Fiéis e aspirantes da CRASDT, bem como de todas as pessoas que estiverem no seio da CRASDT, conforme a necessidade que cada um tiver e que for possível satisfazer pelo Ministério competente. 2. Nesse contexto, beneficiarão dos Bens Santíssimos não apenas os próprios Consagrantes, mas também aqueles que não consagraram especificamente esses bens. 3. Contudo nenhuma pessoa que seja rebelde, em consciência, contra os Mandamentos de DEUS que conhece, poderá desfrutar dos Bens Santíssimos, salvo caso estes assim o pedirem expressamente por escrito, e se constate que seja realmente necessária essa ajuda para suprir alguma necessidade primária destes, nos primeiros tempos após terem abandonado a CRASDT ou terem sido expulsos da CRASDT. 4. Os Bens Santíssimos destinar-se-ão também a apoiar todas as Obras Gerais (quer Materiais, quer Espirituais) de DEUS, desenvolvidas pela CRASDT. Artigo 53º (Animais Imundos Consagrados) 1. Os Animais Imundos Consagrados, a não ser que sejam Resgatados dentro do prazo devido, deverão ser vendidos a terceiros, e o seu preço utilizado conforme o Destino Bíblico que deve ser dado específicamente aos Bens Santíssimos. 2. Contudo se esses Animais Imundos tiveram alguma grande utilidade (que nunca alimentar) que lhes é natural e que é propícia para as Obras de DEUS (por exemplo, se se tratarem de cães de guarda, de cavalos ou de mulas para transportar cargas, etc) poderão ser mantidos no seio da CRASDT e empregues nessas obras úteis. Artigo 54º (Administração, Distribuição, Recolha e Conservação dos Bens Santíssimos) 1. Todos os Bens Consagrados nos termos deste Manuel Deverão ser administrados, geridos recolhidos e conservados, somente pela CRASDT, a Única Igreja Verdadeira de DEUS em toda a Terra. 2. Caberá unicamente ao Ministério de Administração e Distribuição de Bens Consagrados a DEUS (MAD) da CRASDT, Administrar e Gerir a todos os Bens Santíssimos de DEUS que forem disponibilizados à tutela da CRASDT. 3. Caberá unicamente ao Ministério de Recolha e Conservação de Bens Consagrados a DEUS (MRC) da CRASDT, Recolher e Conservar a todos os Bens Santíssimos de DEUS que forem disponibilizados à tutela da CRASDT. 4. O MAD deverá prestar periodicamente, contas públicas da utilização que a CRASDT faz dos Bens Santíssimos, e o MRC, das suas actividades materiais. Artigo 55º (Critérios na Administração e Distribuição dos Bens Santíssimos) 1. A Administração e Distribuição dos Bens Santíssimos deverão ser sempre efectuadas com base nos interesses Bíblicos de DEUS. 2. Nesses termos, a Administração e a Distribuição dos Bens Santíssimos deverão ser sempre favoráveis à satisfação de todas as necessidades dos que se entregaram fielmente à prática dos Princípios Divinos que conhecem (segundo as necessidades possíveis de serem resolvidas pelo Ministério competente) e também em favor de todas as outras Obras de DEUS levadas a cabo pela CRASDT. 28

Artigo 56º (Utilização dos Bens Santíssimos de DEUS por membros) 1. Será lícito a todos os membros e aspirantes da CRASDT, o uso e fruição livre dos Bens Santíssimos que estejam sob a alçada da CRASDT, mediante autorização prévia do Ministério competente, mas sempre como sendo Bens próprios de DEUS geridos pela CRASDT, e nunca como bens próprios desses membros e aspirantes. 2. Esse uso e fruição dos Bens Santíssimos serão efectuados estritamente nos exactos termos da autorização concedida pelo Ministério competente, tendo em vista o Fim Bíblico Geral, não podendo jamais ser fruto das ideias ou vontades próprias desses membros e aspirantes. 3. Embora possa-se proceder nesse sentido, não é obrigatório que a coisa Consagrada se mantenha a ser Usada e Fruída específicamente pelo Consagrante e pelos Seus Familiares não rebeldes. 4. A mera detenção e o uso e fruição desses Bens Santíssimos pelos membros e aspirantes da CRASDT, jamais implicará que estes adquiram qualquer tipo de direito real ou pessoal de gozo próprios sobre esses Bens, os quais eternamente serão considerados unicamente como sendo Bens de DEUS, independentemente do tempo de vida daquele(s) que desfrute(m) desses Bens Santíssimos. 5. A nenhum membro ou aspirante da CRASDT será lícito usar e fruir dos Bens Santíssimos que estejam a ser administrados pela CRASDT, sem que primeiro assinem um contrato interno aonde Reconheçam expressamente esses Bens Santíssimos como sendo de DEUS, e se comprometam a devolvê-los e/ou a prestar contas por eles logo que lhes for exigível, sem jamais poderem reclamar quaisquer direitos próprios sobre eles. 6. A nenhum membro ou aspirante da CRASDT será lícito usar dos meios de Defesa possessória contra a CRASDT, relativamente aos Bens Santíssimos que estejam a ser administrados pela CRASDT, visto não terem qualquer direito real ou pessoal de gozo sobre tais Bens Santíssimos, em termos de administração, gestão e retenção. 7. Assim e sempre que lhes seja pedido, com fundamento em motivo Bíblicamente Justo, quaisquer membros e aspirantes da CRASDT deverão imediatamente Restituir os Bens Santíssimos ao Ministério competente, e/ou prestar contas a esse Ministério pela utilização desses Bens Santíssimos. 8. Todo o membro ou aspirante da CRASDT terá o direito de usar e simultaneamente a obrigação de cuidar e de guardar muito bem os Bens Santíssimos, como sendo Bens de DEUS, durante todo o tempo em que tais Bens de DEUS estiverem sob a responsabilidade dos mesmos. 9. Todo o Direito de Utilização dos Bens Santíssimos acima previstos, cessa automáticamente assim que qualquer membro ou aspirante passe a conscientemente viver no pecado. Neste caso, ainda antes a Sanção Definitiva, esse membro ou aspirante poderá ser preventivamente impedido de ter acesso aos Bens Santíssimos, face ao seu estado de pecaminosidade consciente. 10. A Utilização dos Bens Santíssimos, por outras pessoas que estejam no seio da CRASDT e que não sejam membros nem aspirantes, se fará também nos exactos termos deste Manual, embora adaptados à situação concreta e conforme os Estatutos e Regulamentos que regerem tais pessoas. Artigo 57º (Dívidas dos Consagrantes) 1. Todas as Dívidas legítimas de um Consagrante deverão ser assumidas pela CRASDT, quando o Consagrante assim o solicitar e consagrar todos os seus rendimentos a DEUS.

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2. No caso acima disposto, os dinheiros referentes ao pagamento de tais Dívidas, não são considerados em si dinheiros Santíssimos, mas sim dinheiros afectos desde a sua origem ao pagamento das dívidas respectivas do Consagrante. 3. Ressalva-se todavia, conforme supra disposto, que caso o Consagrante não tenha efectuado esse pedido, mas tenha consagrado mesmo assim a todo o seu dinheiro, o pagamento de eventuais dívidas que venham a surgir depois inesperadamente mas de forma legítima, será sempre assegurado pela CRASDT. 4. Quanto àquele que consagrar parcialmente os seus bens, os bens ainda não consagrados garantirão o pagamento das Dívidas contraídas pelo Consagrante após a Consagração parcial, salvo se tais Dívidas forem por conta dos bens consagrados e eram conhecidas do Ministério competente ou haviam sido autorizadas por esse Ministério, caso em que então será a CRASDT a assumir o pagamento dessas dívidas. 5. De modo algum a CRASDT se responsabilizará por quaisquer dívidas que forem ilegitimamente contraídas pelo Consagrante após o fim do Processo de Consagração, nomeadamente as que sejam contraídas, ainda que em nome individual, sem a autorização do Ministério competente. CAPÍTULO VI Vícios da Consagração em si Artigo 58º (Invalidade) 1. Em regra, toda a Consagração que viole os termos deste Manual e da Bíblia Sagrada, será considerada meramente Irregular. 2. Contudo, nos casos mais graves, a Consagração que viole os termos deste Manual e da Bíblia Sagrada, será considerada Nula. 3. A Consagração Nula não produzirá a qualquer efeito; a Consagração Irregular produzirá efeitos só na parte Regular, e implicará apenas a sanação dos aspectos desconformes, para que seja tida como totalmente válida. Artigo 59º (Regime da Nulidade e da Irregularidade) 1. Qualquer pessoa poderá denunciar uma Nulidade ou Irregularidade ao Ministério de Investigação de Crimes (MIC), cabendo a este investigar a todas as denúncias que lhe pareçam mínimamente plausíveis e encaminhar ao Tribunal da CRASDT todas as investigações donde resulte ter sido realmente praticado algum delito interno, em infracção das normas Bíblicas de Consagração de Bens. 2. A Nulidade ou Irregularidade de qualquer Consagração deverá ser sempre Declarada pelo Tribunal da CRASDT, após processo próprio destinado ao efeito, e será Declarada a Nulidade ou Irregularidade, caso a caso, conforme a Luz Divina recebida até ao momento. 3. Declarada a Nulidade de qualquer Consagração, esta deixará totalmente de produzir efeitos, de forma retroactiva. 4. Em regra, a Nulidade de uma Consagração sucederá nos casos em que forem violados os princípios da Consagração e quaisquer das regras essenciais do Processo de Consagração. 5. Declarada a Irregularidade de qualquer Consagração, esta continuará a produzir efeitos embora só na parte Regular, mas serão imediatamente sanados os vícios de que a Consagração padece.

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6. Em regra, a Irregularidade de uma Consagração sucederá nos casos em que forem apostas cláusulas, condições ou termos ilícitos na Consagração e em que houver quaisquer violações não essenciais das regras do Processo de Consagração. 7. São consideradas essenciais aquelas regras destinadas a Garantir especialmente a Liberdade, Espontaneidade, Fidelidade, Transparência e Publicidade da Consagração; são consideradas não essenciais as restantes regras. Artigo 60º (Sanções Especiais) 1. Quando qualquer má intenção consciente do Consagrante só for descoberta após consumada o Acto de Consagração, os Bens mantêm-se como Consagrados, com prejuízo e como sanção para o próprio candidato a Consagrante. 2. Nos casos em que dos Actos das Consagrações conste cláusula ou condição ou termo ilícitos, estas estipulações Proibidas serão consideradas como não escritas (nulas), mas mesmo assim os Bens mantêm-se como Consagrados plenamente, cabendo a eventual Punição do Ministro, Ministério ou Departamento que concordou com isso.

TÍTULO III
Da Saída da Consagração CAPÍTULO I Processo de Saída Artigo 61º (Liberdade de Saída da Consagração de Bens Santíssimos) 1. Qualquer membro da CRASDT é livre de a qualquer momento, poder abandonar a Doutrina de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS a que dantes tenha aderido. 2. Deverá todavia o membro da CRASDT apresentar a sua justificativa do porquê de querer deixar de aderir à Doutrina de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS. Artigo 62º (Requerimento de Saída) 1. O Requerimento de Saída deverá ser endereçado ao MAD e deve ser entregue na mesma Igreja aonde o Consagrante entregou o Requerimento Inicial do Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS. 2. Esse Requerimento de Saída será elaborado pelo próprio Consagrante, mediante escrito próprio e entregue nas mãos do DCI. 3. Esse Requerimento de Saída deverá conter a identificação completa do Consagrante, a descrição resumida de todos os Actos de Consagração que celebrou (incluindo que bens foram consagrados, os valores desses bens, as datas dessas Consagrações e em que Igrejas da CRASDT foram feitas essas consagrações), os motivos detalhados da sua saída da Doutrina de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS e os Bens Consagrados que pretende Resgatar. 4. Junto desse Requerimento de Saída deverão ainda constar cópia do Passaporte ou Bilhete de Identidade do candidato a Consagrante e de todos os Actos de Consagração em que participou. 5. O Requerimento de Saída deverá ser assinado apenas pelo Consagrante, quando muito pelo seu procurador que tenha procuração passada regularmente nos termos da lei,

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devendo constar obrigatoriamente dessa procuração, a autorização expressa e inequívoca do Consagrante, em sair da Consagração de Bens a DEUS. 6. O Requerimento de Saída deverá ainda ser assinado por duas ou três testemunhas escolhidas livremente pelo próprio candidato a Consagrante, devendo essas assinaturas serem todas conformes aos seus respectivos Passaportes ou Bilhetes de Identidade. 7. As testemunhas deverão também juntar cópias dos seus respectivos Passaportes ou Bilhetes de Identidade. Artigo 63º (Recebimentos e Aperfeiçoamentos) 1. Recebido o Requerimento de Saída pelo DCI, o DCI deverá, no mais curto prazo possível, ler e verificar esse Requerimento a fim de averiguar se o Requerimento cumpre as exigências formais previstas no artigo anterior. 2. Caso note imperfeições em termos formais ou de assinatura, o DCI entregará de volta o Requerimento de Saída ao Consagrante e suas testemunhas, para que corrijam esses eventuais erros. 3. Corrigidas tais imperfeições ou caso não as haja, o DCI encaminhará o Requerimento de Saída ao MAD, que após o receber, o registará e autuará como um processo próprio, numerado por número de entrada e ano e identificado por Congregação, devendo eventualmente apensar esse processo aos Processos de Consagração findos do mesmo Consagrante. 4. Em seguida o MAD deverá, no mais curto prazo possível, ler e verificar esse Requerimento e os eventuais documentos juntos, para atestar da aparente regularidade desses documentos e se aparentemente estão preenchidos ou não os requisitos necessários à Saída da Consagração de Bens Próprios a DEUS. 5. Caso entenda que há requisitos insupríveis, o MAD Rejeitará logo o Requerimento de Saída. Caso haja requisitos supríveis ou documentos a apresentar, o MAD convidará o Consagrante a supri-los e a apresentá-los, dando-lhe um prazo para o efeito, prazo esse que poderá ser renovado por uma única vez, sob pena de não cooperando o Consagrante, ser anulado e extinto todo o Processo de Saída. Artigo 64º (Entrevista) 1. Supridos os aspectos apontados pelo MAD, o MAD marca o dia e a hora, no mais curto prazo possível, para realização de uma entrevista ao Consagrante e às suas testemunhas. 2. Nesta entrevista deverão estar presentes os elementos designados pelo MAD, pelo menos dois elementos do Ministério de Investigação de Crimes (MIC), pelo menos dois elementos do Ministério de Protecção Física dos Remanescentes (MPR), pelo menos dois elementos do Ministério de Recolha e Conservação de Bens Consagrados a DEUS (MRC) e pelo menos um elemento do DCI. 3. Poderão ainda estar ou não presentes membros do DDLG. 4. Contudo, toda a entrevista será efectuada e dirigida somente pelos membros designados pelo MAD, ainda que estes possam fazer perguntas aos entrevistados (o Consagrante e as suas testemunhas.) a pedido dos membros dos outros Ministérios presentes. 5. A entrevista se centrará fundamentalmente no Consagrante, e visa apurar a sua livre vontade na Saída da Consagração. 6. A entrevista durará o tempo que for necessário, podendo continuar por mais de um dia caso haja real necessidade disso. 7. Após a entrevista, o MAD se reunirá internamente para avaliar e decidir sobre o resultado da entrevista efectuada e efectuará uma reunião destinada a comunicar esse resul-

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tado, na presença do Consagrante e das suas testemunhas (caso estas possam estar presentes). 8. Se concluir-se que a decisão de Saída da Consagração é fruto de coacção ou erro, o MAD comunicará ao Consagrante e suas testemunhas que o processo de Saída da Consagração ficará sem efeito e apurará as respectivas responsabilidades de qualquer pessoa interna à CRASDT que for culpada dessa coacção ou erro. 9. Se concluir-se que a decisão de Saída da Consagração é da livre e esclarecida vontade do Consagrante, o MAD comunicará ao Consagrante e suas testemunhas que o processo de Consagração desse Consagrante será considerado findo, total ou parcialmente, com efeitos apenas para o futuro, e a partir da data do preenchimento e assinatura da Declaração de Saída. Artigo 65º (Declaração de Saída da Consagração) 1. Concluída a entrevista, e julgando-se livre e esclarecida a Vontade de Saída do Consagrante, o MAD diligenciará no sentido de, no mais breve prazo possível, marcar e organizar o preenchimento e assinatura da Declaração de Saída da Consagração. 2. A Declaração de Saída da Consagração é materializada apenas por escrito assinado e reconhecido em Cartório pelo Consagrante, aonde este deve manifestar clara e inequivocamente a sua livre, esclarecida e espontânea intenção em Sair, Total ou Parcialmente, da Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS, com efeitos apenas futuros e não retroactivos. 3. A Declaração de Saída da Consagração deverá ainda ser assinada e reconhecida por pelo menos duas testemunhas livremente escolhidas pelo próprio Consagrante, as quais devem Declarar de forma também clara e inequívoca que elas são testemunhas conscientes, fiéis e esclarecidas dessa Saída, que essa Saída da Consagração ocorreu de forma livre, espontânea e alegre da parte do Consagrante, e que elas, testemunhas, estão dispostas a darem testemunho dessa Saída da Consagração em qualquer lugar para onde forem e perante quem quer que estejam. 4. A forma da Declaração de Saída da Consagração deverá ser sempre a mesma, quer quanto aos bens imóveis, quer quanto aos bens móveis. 5. Uma cópia da Declaração de Saída da Consagração ficará com a CRASDT, e a outra com o Consagrante. 6. Assinada a Declaração de Saída da Consagração, considera-se que o Consagrante saiu, total ou parcialmente (conforme Declarou), da Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS. Artigo 66º (Presunção de Saída da Consagração) 1. A Expulsão do Consagrante da CRASDT ou o seu Abandono Voluntário da CRASDT, tem como consequência imediata e automática a sua Saída da Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS. 2. Neste caso, a Sentença Judicial de Expulsão ou a Declaração Judicial de Abandono emitidas pelo Tribunal da CRASDT (Ministério da Justiça Divina), equivalerão e terão sempre o efeito da Declaração de Saída da Consagração, independentemente de o declararem expressamente ou não. 3. Serão sempre juntas, assim que possível, cópias da Sentença Judicial de Expulsão ou da Declaração Judicial de Abandono, no processo de Consagração do Ex-membro.

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CAPÍTULO II Efeitos Pessoais da Saída da Consagração Artigo 67º (Estatuto do ex-Consagrante) 1. Aquele que, de sua livre, esclarecida e espontânea Vontade Sair do Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, tornará a desfrutar na Igreja de DEUS do Estatuto de Membro Santo, enquanto se mantiver na prática de todos os Mandamentos e Disciplinas de DEUS que conhece. 2. Como Membro Santo, o ex-Consagrante terá direito a desfrutar de menores Graças do DEUS dos Céus, visto demonstrar uma menor vontade pessoal de Entrega a DEUS e um menor nível de sacrifício em favor de DEUS, do Seu Povo e da Sua Obra. 3. Como Membro Santo, o ex-Consagrante gozará dos direitos que cabem em regra aos Sacerdotes comuns de DEUS. Artigo 68º (Sustento das Necessidades do ex-Consagrante e de seus familiares) 1. A Todo o ex-Consagrante será assegurado, de forma igualitária, o sustento dele e dos seus familiares (cônjuge, ascendentes, descendentes, irmãos e irmãs virgens, que estiverem a seu cargo) não rebeldes em consciência, com base nos Bens do SENHOR DEUS (nos Santíssimos e nos Santos). 2. Esse sustento deverá ser assegurado dentro dos níveis razoavelmente comportados pela Igreja de DEUS (a CRASDT) e abrangerá habitação, alimentação, saúde, escolaridade e transporte, e demais aspectos úteis e necessários, dentro daquilo que for Bíblicamente Ilícito. Artigo 69º (Proibições Pessoais Expressas ao Ex-Consagrante) 1. A nenhum ex-Consagrante será lícito atacar, caluniar, prejudicar ou de qualquer modo tentar escandalizar a CRASDT, por causa dos Bens que houvera livre e conscientemente Consagrado a DEUS, antes de ter Saído da Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS, sob pena de responsabilidade Bíblica e legal. 2. A nenhum ex-Consagrante será lícito desvirtuar ou distorcer a quaisquer dos factos, etapas ou actos do Processo de Entrada e de Saída da Consagração de Bens a DEUS, sob pena de responsabilidade Bíblica e legal. 3. A nenhum ex-Consagrante será lícito tentar incitar as multidões contra a CRASDT, por causa de qualquer aspecto do Processo de Entrada e de Saída da Consagração de Bens a DEUS, a que haja aderido de sua livre, espontânea e esclarecida vontade, sob pena de responsabilidade Bíblica e legal. 4. Tudo o acima previsto também se aplica aos familiares próximos desse exConsagrante, familiares próximos esses discriminados nos artigos anteriores. CAPÍTULO III Efeitos Patrimoniais da Saída da Consagração Artigo 70º (Manutenção da Situação dos Bens Santíssimos) 1. Assim que ficar concluído de forma Regular e Bíblica o Processo de Saída da Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, os Bens Consagrados não sofrerão qualquer alteração em termos de propriedade, de titularidade e de utilização, mantendo-se integralmente como Bens de DEUS. 34

2. Do mesmo modo se manterão como Bens de DEUS os frutos civis e naturais de tais Bens. Artigo 71º (Situação dos Bens Futuros) Os Bens Futuros mas anteriormente Consagrados, se manterão como Bens de DEUS devendo pois reverter para a Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS, mesmo que advenham após a Saída da Consagração. Artigo 72º (Situação dos Bens de Vencimento Periódico) 1. Os Bens todavia de vencimento periódico como salários, pensões, remessas de dinheiro, etc, visto que só chegarão ao património do Consagrante após a Declaração de Saída da Consagração, a partir dessa Declaração, entrarão directamente no património próprio do Consagrante, não sendo pois considerados Bens de DEUS. 2. Ressalva-se todavia que mesmo assim se manterá sempre a Obrigatoriedade de Obediência ao Oitavo Mandamento da Lei dos Dez Mandamentos de DEUS, mediante a Entrega dos Dízimos e das Ofertas de DEUS. Artigo 73º (Novos Bens de ex-Consagrante) 1. Todos e quaisquer bens que o ex-Consagrante vier a adquirir para si após ter Saído da Consagração de Bens, serão considerados seus bens próprios. 2. Ressalva-se todavia que os Bens que chegarem às mãos do ex-Consagrante, após a sua Saída da Consagração de Bens, mas se tratarem de Bens de DEUS (Santos ou Santíssimos), deverão ser entregues por ele, nas mãos da CRASDT, e serão sempre tidos como Bens de DEUS e nunca como Bens do ex-Consagrante. Artigo 74º (Dívidas do ex-Consagrante) 1. Todas as Dívidas legítimas de um ex-Consagrante, após a sua Saída da Consagração, deverão ser assumidas por este. 2. Contudo, as relativas à parte em que ainda se mantiver a Consagração e caso houvessem sido atempadamente conhecidas e/ou autorizadas pelo Ministério competente, continuarão a ser assumidas pela CRASDT. 3. De igual modo as dívidas legítimas e relativas aos Bens já Consagrados, contraídas antes da Entrevista do Processo de Consagração, manter-se-ão da responsabilidade da CRASDT. Artigo 75º (Proibições Patrimoniais Expressas ao Ex-Consagrante) 1. A nenhum ex-Consagrante será lícito reclamar ou reivindicar a quaisquer dos Bens Materiais Próprios que ele Consagrou ao SENHOR DEUS, mas sim tais Bens Consagrados serão sempre considerados Bens Únicamente de DEUS, quer o Consagrante continue ou venha a Sair algum dia da Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS. 2. A nenhum ex-Consagrante será lícito requerer qualquer indemnização relativamente a tais Bens Consagrados a DEUS, após Sair da Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS. 3. A nenhum ex-Consagrante será lícito levar a cabo todo e qualquer tipo de acto violento, fraudulento ou acto de má fé de qualquer outra espécie, para tentar reaver os Bens que ele mesmo houvera livre, espontânea e conscientemente Consagrado a DEUS, 35

antes de ter Saído da Comunidade de Bens Materiais Consagrados a DEUS, ou para tentar impedir que os frutos desses Bens ou os Bens Futuros Consagrados, cheguem ao património de DEUS, aonde realmente pertencem. 4. Tudo o acima previsto também se aplica aos familiares próximos desse exConsagrante, familiares próximos esses discriminados nos artigos anteriores. CAPÍTULO IV Resgate de Bens Consagrados Artigo 76º (Possibilidade de Resgate dos Bens Santíssimos) 1. Concluído o Processo de Saída da Comunidade de Bens Materiais Próprios Consagrados a DEUS, haverá possibilidade de o ex-Consagrante, caso ele assim o queira, poder resgatar a alguns dos bens que ele houvera livremente Consagrado a DEUS, desde que para tanto manifeste a sua intenção expressa nesse sentido. 2. O Resgate de Bens Materiais Próprios Consagrados a DEUS é possível somente se estiverem reunidas todas as condições Bíblicamente exigidas para tal, sob pena de não ser possível esse Resgate até que eventualmente se preencham essas condições. 3. A possibilidade de Resgate não constitui qualquer Direito de Preferência em favor do ex-Consagrante sobre os Bens por ele consagrados a DEUS, podendo pois a CRASDT, após a Consagração, se desfazer, onerosa ou gratuitamente, do Bem Consagrado, sem necessidade de informar disso primeiro, o ex-Consagrante. Artigo 77º (Não Obrigatoriedade do Resgate) 1. Nenhum ex-Consagrante é obrigado a Resgatar, quer no todo, quer em parte, a quaisquer dos Bens Materiais Próprios que ele havia anteriormente Consagrados a DEUS, e nem deve ser obrigado, coagido ou instigado a tal. 2. O MAD não é de modo algum obrigado a permitir o Resgate, quando os interesses da Obra de DEUS, dos Filhos Fiéis do SENHOR ou dos beneficiários legítimos dos Bens do SENHOR, o desaconselhem. 3. Havendo conflito sério entre o interesse pessoal do ex-Consagrante no Resgate dos Bens anteriormente Consagrados a DEUS e os interesses Bíblicos da Obra do SENHOR, dos Seus Filhos e dos beneficiários legítimos dos Bens de DEUS, o MAD deverá sempre zelar para que sejam primeiramente salvaguardados os interesses Divinos actuais e futuros que estão e/ou deverão ser prosseguidos pela CRASDT, acima do interesse pessoal do ex-Consagrante. Artigo 78º (Bens Resgatáveis ou não) 1. Só podem ser Resgatados os seguintes Bens Consagrados: a) Bens Imóveis; b) Animais Imundos. 2. Dentre os Bens Consagrados Resgatáveis, só podem ser Resgatáveis os Bens Consagrados em relação aos quais estejam preenchidos os seguintes requisitos: a) Não estejam já totalmente perecidos, inutilizados ou exaustos; b) Sejam bens que ainda estejam sob a administração e gerência da CRASDT, não tendo pois passado (onerosa ou gratuitamente) para a esfera patrimonial de terceiros; c) Sejam bens cujo utilização não seja, em termos presentes e previsivelmente futuros, primordial e essencial aos interesses Divinos prosseguidos pela CRASDT; 36

d) Haja decisão consensual do MAD, após o pedido de Resgate, em permitir o Resgate desses Bens por tal não prejudicar a Obra do SENHOR DEUS. 3. Tornam-se Não Resgatáveis os Bens que após Consagrados a DEUS uma primeira vez, foram Resgatados, e depois Consagrados a DEUS uma segunda vez. 4. Os Bens que não possam ser Resgatados, podem todavia vir a ser comprados pelo ex-Consagrante, em igualdade de circunstâncias com qualquer outra pessoa, nos casos em que o Ministério Competente, por motivos justos e Bíblicamente fundados, eventualmente vier a proceder à alienação onerosa desses Bens. Artigo 79º (Estado dos Bens Resgatáveis) 1. Os Bens Resgatáveis serão Resgatados sempre no estado físico em que realmente se encontrarem aquando da realização do Resgate. 2. De modo algum o ex-Consagrante poderá reclamar ou reivindicar que os Bens Resgatáveis terão de ser Resgatados conforme estavam aquando da Consagração, e nem poderá exigir qualquer indemnização ou direito por estarem em melhores ou piores condições, de que aquando foram Consagrados. Artigo 80º (Valor do Resgate) 1. Os Bens Consagrados serão Resgatados sempre mediante o pagamento do preço pelo qual foram avaliados aquando da Consagração desses Bens, mais o pagamento da quinta parte desse preço. Por exemplo, se alguém consagrou a DEUS um Bem seu avaliado em 25 dinheiros, no Resgate pagará esses 25 dinheiros mais 1/5 desse valor (5 dinheiros), num total de 30 dinheiros. 2. Nenhum outro valor proposto, será aceite para Resgate dos Bens Consagrados. 3. Contudo, tendo sido, o Bem Consagrado, melhorado após a Consagração, com obras ou reparos que fizeram aumentar o seu valor, o preço da avaliação tomado em conta não será o pelo qual foi Consagrado, mas sim o preço da avaliação que for feita a esse Bem, aquando do processo do Resgate. Artigo 81º (Prazo do Resgate) 1. O Resgate dos Bens Imóveis Consagrados a DEUS, quando se tratem de casas de moradia sitas dentro de meios urbanos, é possível apenas no prazo de um ano após a celebração do Acto de Consagração respeitante a tais bens. 2. O Resgate dos Bens Imóveis Consagrados a DEUS, quando se tratem de casas de moradia sitas de meios rurais ou simplesmente de campos da terra, é possível no prazo de três anos após a celebração do Acto de Consagração respeitante a tais bens. 3. O Resgate dos Animais Imundos Consagrados a DEUS é possível apenas no prazo de três meses após a celebração do Acto de Consagração respeitante a tais bens. 4. Não se cumprindo o prazo Bíblico para o Resgate do Bem Consagrado, ou se antes desse prazo, esse Bem Resgatável perecer (por caso fortuito, por motivo de força maior, etc) ou for vendido a terceiros por motivos Bíblicamente justificados, o Resgate se tornará eternamente Impossível. Artigo 82º (Processo de Resgate) 1. O Resgate dos Bens Consagrados a DEUS deverá ser pedido durante o processo de Saída da Consagração, ou mesmo após isso, desde que dentro do Prazo do Resgate.

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2. Caso seja pedido durante o processo de Saída da Consagração, a sua resolução e decisão será efectuada no âmbito desse mesmo Processo de Saída, aplicando-se-lhe as seguintes especialidades: a) O pedido de Resgate deverá constar do próprio Requerimento de Saída ou poderá ser efectuado em requerimento à parte, até ao início da Entrevista, sendo que esse pedido deverá indicar concretamente quais os Bens que se pretendem resgatar e a data em que foram consagrados; b) Se esse requerimento for entregue logo antes de se iniciar a Entrevista, essa Entrevista poderá ser adiada para outra data ou efectuada em mais de um dia, conforme o MAD julgar melhor, a fim de que o MAD possa analisar bem o caso; c) Durante a Entrevista, será perguntado ao ex-Consagrante tudo o que se achar conveniente sobre o Resgate por ele pretendido; d) Após a Entrevista, o MAD deliberará sobre a oportunidade e a possibilidade de Resgate desse Bem Consagrado ou não, e relatará a decisão junto com a comunicação do resultado essencial da Entrevista; e) Tendo o MAD deferido o pedido de Resgate, será oficiosamente avaliado e/ou calculado pelo Ministério Competente, o Preço do Resgate, bem como avaliado o estado actual do Bem Resgatável (caso este tenha sido melhorado), dando-se ainda conhecimento directo e visual do estado actual desse Bem, ao ex-Consagrante; f) Findo o Processo de Saída da Consagração, deverá ser pago, no prazo máximo de uma semana, o Preço do Resgate, de acordo com o meio de pagamento indicado pelo Ministério Competente; g) Após esse pagamento, os Bens Resgatados serão novamente inscritos em nome do ex-Consagrante e entregues a este o mais breve possível, sendo que as despesas e as diligências para essa inscrição e entrega deverão ser sempre efectuados a expensas do ex-Consagrante, podendo todavia o MAD apoiá-lo nessas diligências, caso lhe seja pedido pelo ex-Consagrante e se essa ajuda for possível, necessária e oportuna. 3. Caso só for pedido após iniciada a Entrevista do Processo de Saída da Consagração, o Processo de Resgate deverá então seguir, com as necessárias adaptações, os termos descritos no artigo acima, mas sem se considerar a qualquer dos aspectos processuais próprios e exclusivos do Processo de Saída da Consagração, considerando-se sim apenas um Processo de Resgate, à parte. Artigo 83º (Nova Consagração) 1. O Resgate dos Bens Consagrados a DEUS não impedirá a nova Consagração a DEUS desse mesmo Bem Resgatado, contudo desta feita, sem direito a novo Resgate. 2. É possível ainda que aquele que Saia da Consagração de Bens a DEUS possa novamente regressar à Comunidade dos Bens Materiais de DEUS, assim que o quiser.

TÍTULO IV
Disposições Finais CAPÍTULO I Proibições antes, durante e depois do Processo da Consagração Artigo 84º

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(Proibição Geral) 1. Antes, Durante e Depois de todo o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, é Absolutamente Proibido a qualquer membro, ministro ou aspirante, Ministério ou Departamento da CRASDT, violar conscientemente a qualquer dos Princípios e das Normas de Consagração de Bens previstas neste Manual e na Bíblia Sagrada, sob pena de cometer Pecado consciente e de ser Punido por isso. 2. Antes, Durante e Depois de todo o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, é Absolutamente Proibido a qualquer membro, ministro ou aspirante, Ministério ou Departamento da CRASDT, instigar ou auxiliar outrem, de alguma maneira, a violar conscientemente a qualquer dos Princípios e das Normas de Consagração de Bens previstas neste Manual e na Bíblia Sagrada, sob pena de cometer Pecado consciente e de ser Punido por isso. Artigo 85º (Proibição de Consagração mediante Condição ou Termo) Em regra, toda a Consagração a DEUS deve ser sempre Definitiva (salvo Resgate Biblicamente admissível) e Incondicional, pelo que é absolutamente Proibido Consagrar-se qualquer Bem Material Próprio a DEUS, com a imposição de observância de qualquer Termo ou Condição. Artigo 86º (Proibição de Consagração mediante Cláusulas de Preferência) 1. Em regra, todo o Bem Consagrado a DEUS deve ser com o fim de poder ser utilizado por todos quantos dentre o Povo de DEUS, necessitem desse Bem, e conforme a Sabedoria de administração e de gerência dada por DEUS, ao Ministério competente. 2. É absolutamente Proibido Consagrar-se qualquer Bem Material Próprio a DEUS, com a imposição de se ter preferência na utilização desse Bem, sobre todos os demais Fiéis de DEUS ou pessoas que estejam no seio da CRASDT. Artigo 87º (Proibição de Consagração mediante Cláusula de Reversibilidade) 1. É absolutamente Proibida toda a Consagração a DEUS em que se aponha qualquer cláusula através da qual o Consagrante, ao sair da Consagração ou quando o quiser, possa tomar de volta a qualquer dos Bens que consagrara a DEUS. 2. Fica ressalvada porém a possibilidade de Resgate de alguns dos Bens Consagrados, não sendo necessária aposição de cláusula escrita para que seja lícito esse Resgate. Artigo 88º (Proibição de Consagração com os objectivos estranhos à Bíblia Sagrada) É absolutamente Proibida toda a Consagração a DEUS em que o candidato a Consagrante, vise obter ainda que de forma inicialmente dissimulada, para si ou para terceiro, alguma espécie de vantagem material ou imaterial, alguma espécie de influência ou ganho Bíblicamente intolerável e não com o fim livre e sincero de Consagração a DEUS, para satisfação da Vontade do SENHOR DEUS e para Ajudar a Expansão e Manutenção da Obra do SENHOR. Artigo 89º (Proibição de Agir Deslealmente) Antes, Durante e Depois de todo o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, é Proibido ao candidato a Consagrante agir, individualmente ou em associação com qualquer Inimigo de DEUS, da Sua Palavra e da Sua Igreja, com qualquer 39

espécie de consciente e propositada Fraude, Deslealdade ou Má Fé, devendo em tudo ser sincero, honesto e agir sempre com Transparência e Verdade. Artigo 90º (Dever de Colaboração) 1. Durante e Depois de todo o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, todo o candidato a Consagrante é obrigado a colaborar com Verdade e Justiça, com DEUS e os Seus Ministros da CRASDT, fornecendo todas as informações necessárias à Consagração, apresentando todos os documentos e provas indispensáveis ou pelo menos diligenciando sériamente pela sua boa e célere obtenção. 2. Caso o candidato a Consagrante, por mero lapso e sem culpa, se esqueça de fornecer alguma informação, documento ou prova necessários, ou não consiga fornecê-los em tempo oportuno, deverá fornecê-los imediatamente após se lembrar ou puder, explicando todavia fundamentadamente a Razão Concreta do seu atraso. 3. A Demora Injustificada do candidato a Consagrante, será sempre avaliada e julgada objectivamente pelo Ministério competente, e caso seja culposa (ainda que a título de negligência), o Infractor será Julgado e eventualmente Condenado por isso, para além das consequências devidas para o próprio Processo de Consagração pendente. Artigo 91º (Proibição de conscientes Não Oposição ou Oposição Falsa) 1. Durante todo o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, é Proibido a qualquer Membro ou Aspirante da CRASDT, que conscientemente Não Deduza Oposição quanto a assunto ou aspecto ou informação que ele bem sabia que poderia inquinar, no todo ou em parte, o Processo de Consagração. 2. De igual modo, durante todo o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, é Proibido a qualquer Membro ou Aspirante da CRASDT, que conscientemente Deduza qualquer Oposição Falsa com o fim de atrasar ou mesmo fazer cair o Processo de Consagração, ou ainda com qualquer outro fim malévolo. Artigo 92º (Proibição de Sonegação e Disposição de Bens) Após concluído o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, todo o candidato a Consagrante e qualquer demais membro ou aspirante da CRASDT, ficará Proibido de Sonegar, Subtrair, Dissipar, Alienar (de forma gratuita ou onerosa), Emprestar ou de qualquer forma dispor a favor de qualquer terceiro, os Bens Consagrados a DEUS. Artigo 93º (Proibição de Troca de Bens) 1. Concluído o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, ficando o Consagrante apenas de entregar o Bem em causa aos cuidados da CRASDT, ele ficará totalmente Proibido de Mudar e de Trocar o Bem que consagrou, Consagrando um outro Bem diferente daquele que realmente ele Consagrou. 2. Essa Proibição vale tanto para o caso de o Consagrante Trocar esse Bem por um Bem Melhor, como no caso de o Consagrante Trocar esse Bem por um Bem Pior. 3. Quem na altura da Entrega do Bem Consagrado, de algum modo trocar esse Bem que já está Consagrado por outro Bem que não seja aquele, perderá ambos os Bens (caso ambos sejam sua propriedade própria), tornando-se pois ambos Bens Consagrados a DEUS.

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Artigo 94º (Proibição de Uso Indevido de Bens) Após concluído o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, todo o candidato a Consagrante e qualquer demais membro ou aspirante da CRASDT, ficará Proibido dar qualquer uso Bíblicamente Indevido e/ou Ministerialmente Inautorizado, aos Bens Consagrados. Artigo 95º (Proibição de Administração Ilegítima de Bens) 1. Após concluído o Processo de Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS, ninguém que não seja um Ministro do MAD, poderá administrar ou gerir a qualquer Bem Santíssimo, sem prejuízo da responsabilidade que cabe àquele que estiver a autorizadamente usar esse Bem. 2. Esta Proibição é especialmente aplicável a qualquer ente exterior à CRASDT. Artigo 96º (Proibição de Coacção ou Instigação ao Resgate) 1. Após algum ex-Consagrante ter Saído da Comunidade de Bens Materiais Próprios Consagrados a DEUS, nenhum membro, ministro ou aspirante, Ministério ou Departamento da CRASDT, poderá forçá-lo, coagi-lo ou instigá-lo a Resgatar os Bens que antes havia Consagrado a DEUS, sob pena de cometer Pecado consciente e de ser Punido por isso. 2. Contudo, não é Proibido que ministros competentes da CRASDT, quando devidamente autorizados para tal, informem o ex-Consagrante de que há disponibilidade para que o Bem Consagrado possa ser resgatado pelo ex-Consagrante dentro do prazo devido, caso este assim o queira. Artigo 97º (Extensão destas Proibições) 1. Todas as Proibições previstas neste capítulo aplicam-se não tão-só aos praticantes do acto, mas também a todos os seus cúmplices e a todos quantos os instigarem a violar estas Proibições. 2. A mera Tentativa de violação de qualquer das Proibições acima referidas, é sempre Punível. 3. A violação de qualquer das Proibições acima referidas, postula Julgamento e eventual Condenação, na Pena Adequada ao caso, do Infractor. CAPÍTULO II Litígios com Terceiros Artigo 98º (Abertura a Diálogo) 1. Todo o terceiro de boa-fé que legitimamente dispor de título válido que legalmente lhe legitime qualquer direito real sobre algum Bem Consagrado a DEUS, poderá apresentar o seu título perante o Ministério competente, e este analisará esse seu título. 2. O terceiro que reclame qualquer direito real sobre algum Bem Consagrado a DEUS, deverá sempre apresentar ao Ministério competente um requerimento explícito e fundamentado da sua reclamação, acompanhando de todas as provas nas quais alicerce o seu aparente direito.

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3. A Reclamação desse terceiro deverá todavia ser efectuada dentro dos prazos legalmente admissíveis. Artigo 99º (Paz ou Conflito Judicial) 1. Entendendo-se que esse título é claro e válido, o Bem Consagrado será devolvido o mais breve possível ao tal dono legítimo, ficando todavia o membro Consagrante obrigado a pagar o preço respectivo desse Bem, pois que por si mesmo livremente o Consagrou a DEUS, bem como ficará obrigado a reparar eventuais danos exigíveis por esse dono legítimo. 2. No entanto, entendendo-se que esse título não é claro e/ou que não é válido, esse terceiro é livre de, se quiser, mediante provas concretas, disputar esse Bem em Juízo, perante os Tribunais Comuns. Contudo, caso lhe seja dada razão, e desde que essa razão seja Bíblicamente válida, aplicar-se-á ao Consagrante, o disposto na parte final do número anterior. Artigo 100º (Negociações) 1. Tendo o terceiro de boa-fé razão Bíblica a seu favor, a CRASDT poderá todavia, caso esse terceiro assim consinta, negociar com ele de modo justo sobre a aquisição desse Bem, caso o mesmo for de grande utilidade às Obras de DEUS levadas a cabo pela CRASDT, sem prejuízo todavia da responsabilidade que caberá ao Consagrante, prevista no artigo anterior. 2. Sendo todavia esse terceiro um Anátema ou um Apóstata do 7º Dia manifestamente Rebelde contra a CRASDT, não poderão todavia ser encetadas quaisquer negociações com ele. CAPÍTULO III Alterações, Emendas e Conhecimento Obrigatório, Normas Transitórias Artigo 101º (Alterações e Emendas) 1. Visto que a CRASDT ainda se encontra em processo de formação e amadurecimento da sua organização interna, este Manual deve ser visto ainda como algo não imutável e nem acabado, mas como em processo Bíblico de evolução organizativa, e simplesmente adequado às necessidades e possibilidades actuais da CRASDT, em termos de conhecimento Bíblico e de número de membros. 2. A necessidade de alteração e de emenda deste Manual justificar-se-á em especial por qualquer nova Luz Administrativa que a CRASDT vier a receber de DEUS, no que concerne à Consagração de Bens Materiais Próprios a DEUS. 3. Este Manual poderá ser alterado ou emendado ordinariamente a cada ano, sem prejuízo todavia de que havendo necessidade extraordinária, poderá ser alterado ou emendado antes disso, embora sempre com Justificativa prévia no seu preâmbulo. 4. Ressalva-se, todavia, que este Manual poderá ser alterado trimestralmente, havendo necessidade, para efeitos meramente de correção de eventuais erros ou lapsos de escrita, ou para efeito de aclaramento da escrita, de uma frase ou outra, e visando-se sempre a concessão de um melhor entendimento do Manual. Sempre que suceder este tipo de alteração, o número inicial da versão se manterá, mas o número final será alterado como sinal deste tipo de alteração. 5. Qualquer alteração ou emenda a este Manual será feita unicamente pelo Departamento de Direitos, Liberdades e Garantias da CRASDT, sob Inspiração Divina. 42

Artigo 102º (Obrigatoriedade de conhecimento) 1. A todos os membros e aspirantes que estejam no seio da CRASDT, é Obrigatório conhecerem e muito bem, a todos os termos deste Manual. 2. Em todas as Congregações da CRASDT, deverá haver sempre pelo menos uma cópia deste Manual em local acessível para que quem o quiser consultar e ler, o possa fazer, sempre que for possível. Artigo 103º (Norma Transitória) 1. À data da entrada em vigor deste Manual, todos os membros e aspirantes que estejam no seio da CRASDT e que eventualmente já tenham consagrado a DEUS os seus bens materiais próprios, passarão a ser considerados como Não Consagrantes, querendo, caso assim o queiram, efectuar uma nova e válida Consagração de Bens Materiais próprios, nos termos deste Manual. 2. Contudo, ressalva-se que os membros e aspirantes que haviam até agora consagrado de maneira informal ou mesmo com alguma pequena formalidade, os seus Bens Materiais a DEUS, ficarão impedidos de requererem qualquer indemnização pelo uso e eventual danificação e/ou dissipação de tais bens, presumindo-se que consentiram de forma consciente, plena e pacífica na utilização e eventual disposição desses bens, até agora. CAPÍTULO IV Casos Omissos, Publicitação e Entrada em Vigor Artigo 104º (Casos Omissos) 1. Todos os casos omissos no presente Manual serão decididos Ministerial ou Departamentalmente, de acordo unicamente com os Princípios Divinos expressos nas Escrituras Sagradas e tendo em atenção o Estatuto da CRASDT. 2. Vigorarão para todas as Igrejas da CRASDT, os mesmos Versos Bíblicos e uma mesma interpretação Bíblica, como forma de preenchimento das lacunas actuais deste Manual. Artigo 105º (Publicitação) Vai este Manual a publicitação no seio da CRASDT por 10 dias (antes ou depois da sua entrada em vigor), a fim de que caso alguém, com base nas Escrituras Sagradas, tenha algo contra as normas transitórias ora fixadas, possa manifestar-se públicamente, sob pena de se considerar que as aceita plenamente, as ratifica e nunca mais poderá contestá-las, dentro e/ou fora de Juízo. Artigo 106º (Entrada em vigor) O presente Manual entra em vigor a partir do dia 01 de Janeiro de 2013. Cidade de São Filipe, 18 de Dezembro de 2012 O Representante do Departamento dos Direitos, Liberdades e Garantias da Congregação Reformada dos Adventistas do 7º Dia, de Tendas

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/ Amândio Honório de Jesus Delgado de Brito / GLÓRIAS SOMENTE AO ALTÍSSIMO E SÁBIO DEUS TODO-PODEROSO Porque o SENHOR é o nosso Juiz; o SENHOR é o nosso Legislador; o SENHOR é o nosso rei, ELE nos salvará. (Isaías 33:22) Para mais Informações Consulte: www.crasdt.com

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