Jornal da Alerj

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DIÁRIO DO VALE – V. REDONDA – RJ
Opinião

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A VOZ DA CIDADE - BARRA MANSA - RJ
Política Pág.: 3

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A VOZ DA CIDADE - BARRA MANSA - RJ
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Diário Oficial
Poder Executivo

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Alerj
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FÓRUM PROMOVE DEBATE SOBRE PAPEL DO LEGISLATIVO NA ECONOMIA CRIATIVA O potencial individual, a imaginação e a capacidade intelectual para o desenvolvimento de algo que gere renda impulsionam um modelo inovador de negócio no estado: a indústria criativa. Compreendendo esta demanda, o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado – que reúne a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e mais 33 entidades da sociedade civil e universidades – promove, na próxima segunda-feira (20/08), às 9h, o evento “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”. O objetivo é mostrar o impacto econômico dos 12 setores que fazem parte desta classificação (Expressões Culturais, Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Filme e Vídeo, TV e Rádio, Mercado Editorial, Software e Computação, Arquitetura, Design, Moda e Publicidade). O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no Estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. “A construção de marcos legais para os setores criativos é, segundo o Plano do Ministério da Cultura para a Economia Criativa, um dos cinco desafios para que ela seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as especificidades dos empreendimentos e profissionais criativos brasileiros e as consequências que esta não adequação aos marcos legais tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirma o presidente da Alerj e do Fórum, deputado Paulo Melo (PMDB). Participarão do encontro os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, e de Cultura, Adriana Rattes. O evento é gratuito e aberto ao público. Para mais informações, basta ligar para 2588-1352 ou enviar um email para forumdesenvolvimentorj@gmail.com. O Plenário Barbosa Lima Sobrinho fica no Palácio Tiradentes, na Rua Primeiro de Março, s/nº, Centro do Rio. PROGRAMAÇÃO 8h30: Credenciamento 9h: Abertura Das 9h40 às 10h30: Apresentações PANORAMA DA INDÚSTRIA CRIATIVA FLUMINENSE Gerente de Estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês TERRITÓRIOS CRIATIVOS: UMA EXPERIÊNCIA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), Washington Fajardo O LUGAR DO CIRCO NA ECONOMIA CRIATIVA Fundador e coordenador executivo do Crescer e Viver, Junior Perim ECONOMIA CRIATIVA: DO RECONHECIMENTO DA SUA IMPORTANCIA À NECESSIDADE DE POLÍTICAS PÚBLICAS Coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueiredo da Silva

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ECONOMIA CRIATIVA E DIREITOS AUTORAIS: O PAPEL DO ACESSO À CULTURA Professor Doutor de Direito Civil e Propriedade Intelectual da UFRRJ/ITR e de Direitos Autorais da UFRJ/PPED, Allan Rocha de Souza 10h30: Debates 11h: Considerações finais e encerramento

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FÓRUM PROMOVE DEBATE SOBRE PAPEL DO LEGISLATIVO NA ECONOMIA CRIATIVA O potencial individual, a imaginação e a capacidade intelectual para o desenvolvimento de algo que gere renda impulsionam um modelo inovador de negócio no estado: a indústria criativa. Compreendendo esta demanda, o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado que reúne a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e mais 33 entidades da sociedade civil e universidades promove, na próxima segunda-feira (20/08), às 9h, o evento Março Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa. O objetivo é mostrar o impacto econômico dos 12 setores que fazem parte desta classificação (Expressões Culturais, Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Filme e Vídeo, TV e Rádio, Mercado Editorial, Software e Computação, Arquitetura, Design, Moda e Publicidade). O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no Estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. A construção de marcos legais para os setores criativos é, segundo o Plano do Ministério da Cultura para a Economia Criativa, um dos cinco desafios para que ela seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as especificidades dos empreendimentos e profissionais criativos brasileiros e as consequências que esta não adequação aos marcos legais tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria, afirma o presidente da Alerj e do Fórum, deputado Paulo Melo (PMDB) . Participarão do encontro os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, e de Cultura, Adriana Rattes. O evento é gratuito e aberto ao público. Para mais informações, basta ligar para 2588-1352 ou enviar um email para forumdesenvolvimentorj@gmail.com. O Plenário Barbosa Lima Sobrinho fica no Palácio Tiradentes, na Rua Primeiro de Março, s/nº, Centro do Rio. PROGRAMAÇAO 8h30: Credenciamento 9h: Abertura Das 9h40 às 10h30: Apresentações PANORAMA DA INDÚSTRIA CRIATIVA FLUMINENSE Gerente de Estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês TERRITÓRIOS CRIATIVOS: UMA EXPERIÊNCIA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), Washington Fajardo O LUGAR DO CIRCO NA ECONOMIA CRIATIVA Fundador e coordenador executivo do Crescer e Viver, Junior Perim ECONOMIA CRIATIVA: DO RECONHECIMENTO DA SUA IMPORTANCIA À NECESSIDADE DE POLÍTICAS PÚBLICAS

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Coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueiredo da Silva ECONOMIA CRIATIVA E DIREITOS AUTORAIS: O PAPEL DO ACESSO À CULTURA Professor Doutor de Direito Civil e Propriedade Intelectual da UFRRJ/ITR e de Direitos Autorais da UFRJ/PPED, Allan Rocha de Souza 10h30: Debates 11h: Considerações finais e encerramento

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O papel do legislativo na Economia Criativa é tema de debate O potencial individual, a imaginação e a capacidade intelectual para o desenvolvimento de algo que gere renda impulsionam um modelo inovador de negócio no estado: a indústria criativa. Compreendendo esta demanda, o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho – que reúne a Alerj e mais 33 entidades da sociedade civil, incluindo o CEBDS, e universidades – promove, na próxima segunda-feira, 20 de agosto, às 9 horas, o evento “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”. O objetivo é mostrar o impacto econômico dos 12 setores que fazem parte desta classificação (Expressões Culturais, Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Filme e Vídeo, TV e Rádio, Mercado Editorial, Software e Computação, Arquitetura, Design, Moda e Publicidade). O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. “A construção de marcos legais para os setores criativos é, segundo o Plano do Ministério da Cultura para a Economia Criativa um dos cinco desafios para que ela seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as especificidades dos empreendimentos e profissionais criativos brasileiros e as conseqüências que esta não adequação aos marcos legais tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirma o presidente da ALERJ e do Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, deputado Paulo Melo. Economia Criativa é um termo usado para nomear modelos de negócio ou gestão que originam atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, visando à geração de trabalho e renda. Segundo estimativa da Federação das Indústrias do Estado (Firjan), o núcleo da indústria criativa movimenta mais de R$ 92,9 bilhões no Brasil, e o Rio de Janeiro destaca-se não só pelo número de trabalhadores empregados, mas também pela remuneração de R$ 1.412, superior à média nacional. Contudo, a indústria criativa vem perdendo espaço no cenário nacional. Para se ter uma ideia, entre 2006 e 2010, anos das duas edições das pesquisas da Firjan, o número de trabalhadores nas atividades do núcleo da indústria criativa cresceu 13%, quase a metade do ritmo de crescimento do mercado de trabalho nacional (25,4%). “A formalização é um grande gargalo, que a adequação legal pode ajudar a solucionar”, explica Melo, acrescentando que dentre os temas debatidos está como transformar o potencial criativo em negócios, que gerem renda e contribuam para a diminuição das desigualdades sociais. “A competitividade e a inovação precisam estar presentes nos empreendimentos culturais. Só assim conseguiremos dar à Cultura a sua dimensão econômica e social plenas”, defende. Participarão do encontro os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, e de Cultura, Adriana Rattes. “Estamos bastante estimulados a iniciar o debate e a consolidar iniciativas, como este evento, que visem à implementação de marcos legais específicos para um campo tão estratégico ao desenvolvimento econômico e cultural de nosso estado, como o da Economia Criativa”, afirma Rattes.

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O evento é gratuito e aberto ao público. Para mais informações, basta ligar para 2588-1352 ou enviar um email para forumdesenvolvimentorj@gmail.com. O Plenário Barbosa Lima Sobrinho fica no Palácio Tiradentes, na Rua Primeiro de Março, s/n- Centro do Rio.

Programação 8h30: Credenciamento 9h às 9h40: Abertura: Presidente da ALERJ e do Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, deputado Paulo Melo Secretária Estadual de Cultura, Adriana Rattes Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno 9h40 às 10h20 – Apresentações - Gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Merces "Panorama da industria criativa fluminense" - Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), Washington Fajardo “Territórios criativos: uma experiência da cidade do Rio de Janeiro” - Fundador e coordenador executivo do Crescer e Viver, Junior Perim “O lugar do circo na Economia Criativa” - Coordenador do Núcleo da Economia Criativa, da Escola Superior de - Propaganda e Marketing ESPM, João Luiz Figueiredo da Silva “Papel do Legislativo na construção dos marcos legais” - Professor doutor de direito civil e propriedade intelectual da UFRRJ/ITR e de direitos autorais da UFRJ/PPED, Allan Rocha de Souza “Economia Criativa e Direitos Autorais: o papel do acesso à cultura" 10h20- Debates 11h- Conclusão e Considerações finais

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FÓRUM PROMOVE DEBATE SOBRE PAPEL DO LEGISLATIVO NA ECONOMIA CRIATIVA O potencial individual, a imaginação e a capacidade intelectual para o desenvolvimento de algo que gere renda impulsionam um modelo inovador de negócio no estado: a indústria criativa. Compreendendo esta demanda, o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado – que reúne a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e mais 33 entidades da sociedade civil e universidades – promove, nesta segunda-feira (20/08), às 9h, o evento “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”. O objetivo é mostrar o impacto econômico dos 12 setores que fazem parte desta classificação (Expressões Culturais, Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Filme e Vídeo, TV e Rádio, Mercado Editorial, Software e Computação, Arquitetura, Design, Moda e Publicidade). O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no Estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. “A construção de marcos legais para os setores criativos é, segundo o Plano do Ministério da Cultura para a Economia Criativa, um dos cinco desafios para que ela seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as especificidades dos empreendimentos e profissionais criativos brasileiros e as consequências que esta não adequação aos marcos legais tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirma o presidente da Alerj e do Fórum, deputado Paulo Melo (PMDB). Participarão do encontro os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, e de Cultura, Adriana Rattes. O evento é gratuito e aberto ao público. Para mais informações, basta ligar para 2588-1352 ou enviar um email para forumdesenvolvimentorj@gmail.com. O Plenário Barbosa Lima Sobrinho fica no Palácio Tiradentes, na Rua Primeiro de Março, s/nº, Centro do Rio.

PROGRAMAÇÃO 8h30: Credenciamento 9h: Abertura Das 9h40 às 10h30: Apresentações PANORAMA DA INDÚSTRIA CRIATIVA FLUMINENSE Gerente de Estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês TERRITÓRIOS CRIATIVOS: UMA EXPERIÊNCIA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), Washington Fajardo O LUGAR DO CIRCO NA ECONOMIA CRIATIVA Fundador e coordenador executivo do Crescer e Viver, Junior Perim

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ECONOMIA CRIATIVA: DO RECONHECIMENTO DA SUA IMPORTANCIA À NECESSIDADE DE POLÍTICAS PÚBLICAS Coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueiredo da Silva ECONOMIA CRIATIVA E DIREITOS AUTORAIS: O PAPEL DO ACESSO À CULTURA Professor Doutor de Direito Civil e Propriedade Intelectual da UFRRJ/ITR e de Direitos Autorais da UFRJ/PPED, Allan Rocha de Souza 10h30: Debates 11h: Considerações finais e encerramento

Subsecretaria de Comunicação Social
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Baladeiro de Plantão
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Rio das Ostras News
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Macabu News
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Casimiro News
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Bom Jesus News
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Carapebus News
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Búzios RJ News
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE Indicador tende a crescer com a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Portal Fator Brasil
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21/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Agencia Rio de Notícias
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20/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Imprensa Oficial
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21/08/2012

RIO É LÍDER NO PAÍS EM EMPREGOS LIGADOS AO ESPORTE O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%. Porto Alegre responde por 0,56% e Curitiba, 0,50%. A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é lider, concentrando 0,58% das vagas do setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, divulgou os números durante sua apresentação no debate "Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa", promovido ontem pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país - disse o secretário Julio Bueno. Atividades esportivas influenciam a economia O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas têm forte impacto na economia do Rio de Janeiro, segundo o secretário. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O núcleo do setor no estado representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões.

Acontece
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20/08/2012

ECONOMIA CRIATIVA SERÁ BENEFICIADA POR PARTE DOS US$ 102 BILHÕES DO RIO O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, acredita que a economia criativa fluminense será o destino de boa parte dos U$ 102 bilhões que o Rio deve receber como investimento nos próximos três anos. “O setor tem um conceito muito novo e o Rio, um estado pequeno da União, mas muito importante, tem algumas áreas na economia criativa em posição de destaque no Brasil, tais como edições de jornais, televisão e audiovisual e esportes. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, diversos setores vão evoluir da mesma forma, e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”, apostou Bueno, em evento, nesta segunda-feira (20/08), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O anúncio ocorreu durante o seminário “Marco Legal e políticas públicas de fomento à economia criativa”, organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado, presidido pelo deputado Paulo Melo (PMDB). O parlamentar abriu as discussões e apontou os desafios do setor. “A construção de marcos legais para os setores criativos é um dos cinco desafios para que a economia criativa seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as consequências que esta não adequação aos marcos tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirmou Melo, que também preside a Alerj. O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que utilizam as ideias para agregar valor, representa, no estado, 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Durante o encontro, o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, demonstrou como a criatividade pode influenciar setores tradicionais como o automobilístico e o têxtil. “Hoje, um carro não vale o que tem de matéria e trabalho. O que mais dá valor a um carro é o desenho, a publicidade e o conceito. Portanto, o que vai ser diferente no valor desse carro vem da industria criativa. Esses valores são intangíveis”, explicou. A deputada Aspásia Camargo (PV) mostrou-se insatisfeita com o nível de crescimento do setor criativo no estado. “O dinamismo da economia criativa no Rio é mais baixo do que a média brasileira e muito mais baixo do que o crescimento de São Paulo, que chega a 38% e nós, somente a 13%. Isso é uma diferença brutal. O Rio tem a criatividade cultural como característica e as politicas tributárias são falhas. Aqui, o automóvel é mais valorizado do que a criatividade”, pontuou. “Quando propusermos a discussão de políticas públicas, pelo menos quatro itens têm que ser lembrados: infraestrutura, possibilidade de incentivos tributáveis e financeiros, capacitação do ser humano e a evolução e o acompanhamento desse desenvolvimento”, listou Júlio Bueno. Também presente ao debate, a secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, sugeriu a criação de um órgão gestor para o crescimento criativo. “Precisamos de um organismo pequeno para articular secretarias e temas, como trabalho, agricultura, ciência e tecnologia, turismo, fazenda, enfim, todos os envolvidos. Um organismo para coordenar esse processo”, explicou. Também participaram do encontro o presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Robson Leite (PT); o presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo; Júnior Perim, representante do instituto Crescer e Viver; e o gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Guilherme Mercês.

Guia Rio
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20/08/2012

Economia Criativa será beneficiada por parte dos U$ 102 bilhões do Rio O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, acredita que a economia criativa fluminense será o destino de boa parte dos U$ 102 bilhões que o Rio deve receber como investimento nos próximos três anos. “O setor tem um conceito muito novo e o Rio, um estado pequeno da União, mas muito importante, tem algumas áreas na economia criativa em posição de destaque no Brasil, tais como edições de jornais, televisão e audiovisual e esportes. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, diversos setores vão evoluir da mesma forma, e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”, apostou Bueno, em evento, nesta segunda-feira (20/08), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O anúncio ocorreu durante o seminário “Marco Legal e políticas públicas de fomento à economia criativa”, organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado, presidido pelo deputado Paulo Melo (PMDB). O parlamentar abriu as discussões e apontou os desafios do setor. “A construção de marcos legais para os setores criativos é um dos cinco desafios para que a economia criativa seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as consequências que esta não adequação aos marcos tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirmou Melo, que também preside a Alerj. O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que utilizam as ideias para agregar valor, representa, no estado, 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Durante o encontro, o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, demonstrou como a criatividade pode influenciar setores tradicionais como o automobilístico e o têxtil. “Hoje, um carro não vale o que tem de matéria e trabalho. O que mais dá valor a um carro é o desenho, a publicidade e o conceito. Portanto, o que vai ser diferente no valor desse carro vem da industria criativa. Esses valores são intangíveis”, explicou. A deputada Aspásia Camargo (PV) mostrou-se insatisfeita com o nível de crescimento do setor criativo no estado. “O dinamismo da economia criativa no Rio é mais baixo do que a média brasileira e muito mais baixo do que o crescimento de São Paulo, que chega a 38% e nós, somente a 13%. Isso é uma diferença brutal. O Rio tem a criatividade cultural como característica e as politicas tributárias são falhas. Aqui, o automóvel é mais valorizado do que a criatividade”, pontuou. “Quando propusermos a discussão de políticas públicas, pelo menos quatro itens têm que ser lembrados: infraestrutura, possibilidade de incentivos tributáveis e financeiros, capacitação do ser humano e a evolução e o acompanhamento desse desenvolvimento”, listou Júlio Bueno. Também presente ao debate, a secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, sugeriu a criação de um órgão gestor para o crescimento criativo. “Precisamos de um organismo pequeno para articular secretarias e temas, como trabalho, agricultura, ciência e tecnologia, turismo, fazenda, enfim, todos os envolvidos. Um organismo para coordenar esse processo”, explicou. Também participaram do encontro o presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Robson Leite (PT); o presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo; Júnior Perim, representante do instituto Crescer e Viver; e o gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Guilherme Mercês.

Acesso Atual
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20/08/2012

Economia Criativa será beneficiada por parte dos U$ 102 bilhões do Rio O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, acredita que a economia criativa fluminense será o destino de boa parte dos U$ 102 bilhões que o Rio deve receber como investimento nos próximos três anos. “O setor tem um conceito muito novo e o Rio, um estado pequeno da União, mas muito importante, tem algumas áreas na economia criativa em posição de destaque no Brasil, tais como edições de jornais, televisão e audiovisual e esportes. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, diversos setores vão evoluir da mesma forma, e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”, apostou Bueno, em evento, nesta segunda-feira (20/08), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O anúncio ocorreu durante o seminário “Marco Legal e políticas públicas de fomento à economia criativa”, organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado, presidido pelo deputado Paulo Melo (PMDB). O parlamentar abriu as discussões e apontou os desafios do setor. “A construção de marcos legais para os setores criativos é um dos cinco desafios para que a economia criativa seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as consequências que esta não adequação aos marcos tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirmou Melo, que também preside a Alerj. O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que utilizam as ideias para agregar valor, representa, no estado, 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Durante o encontro, o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, demonstrou como a criatividade pode influenciar setores tradicionais como o automobilístico e o têxtil. “Hoje, um carro não vale o que tem de matéria e trabalho. O que mais dá valor a um carro é o desenho, a publicidade e o conceito. Portanto, o que vai ser diferente no valor desse carro vem da industria criativa. Esses valores são intangíveis”, explicou. A deputada Aspásia Camargo (PV) mostrou-se insatisfeita com o nível de crescimento do setor criativo no estado. “O dinamismo da economia criativa no Rio é mais baixo do que a média brasileira e muito mais baixo do que o crescimento de São Paulo, que chega a 38% e nós, somente a 13%. Isso é uma diferença brutal. O Rio tem a criatividade cultural como característica e as politicas tributárias são falhas. Aqui, o automóvel é mais valorizado do que a criatividade”, pontuou. “Quando propusermos a discussão de políticas públicas, pelo menos quatro itens têm que ser lembrados: infraestrutura, possibilidade de incentivos tributáveis e financeiros, capacitação do ser humano e a evolução e o acompanhamento desse desenvolvimento”, listou Júlio Bueno. Também presente ao debate, a secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, sugeriu a criação de um órgão gestor para o crescimento criativo. “Precisamos de um organismo pequeno para articular secretarias e temas, como trabalho, agricultura, ciência e tecnologia, turismo, fazenda, enfim, todos os envolvidos. Um organismo para coordenar esse processo”, explicou. Também participaram do encontro o presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Robson Leite (PT); o presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo; Júnior Perim, representante do instituto Crescer e Viver; e o gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Guilherme Mercês.

Alerj
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20/08/2012

Economia Criativa será beneficiada por parte dos U$ 102 bilhões do Rio O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, acredita que a economia criativa fluminense será o destino de boa parte dos U$ 102 bilhões que o Rio deve receber como investimento nos próximos três anos. “O setor tem um conceito muito novo e o Rio, um estado pequeno da União, mas muito importante, tem algumas áreas na economia criativa em posição de destaque no Brasil, tais como edições de jornais, televisão e audiovisual e esportes. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, diversos setores vão evoluir da mesma forma, e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”, apostou Bueno, em evento, nesta segunda-feira (20/08), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O anúncio ocorreu durante o seminário “Marco Legal e políticas públicas de fomento à economia criativa”, organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado, presidido pelo deputado Paulo Melo (PMDB). O parlamentar abriu as discussões e apontou os desafios do setor. “A construção de marcos legais para os setores criativos é um dos cinco desafios para que a economia criativa seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as consequências que esta não adequação aos marcos tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirmou Melo, que também preside a Alerj. O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que utilizam as ideias para agregar valor, representa, no estado, 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Durante o encontro, o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, demonstrou como a criatividade pode influenciar setores tradicionais como o automobilístico e o têxtil. “Hoje, um carro não vale o que tem de matéria e trabalho. O que mais dá valor a um carro é o desenho, a publicidade e o conceito. Portanto, o que vai ser diferente no valor desse carro vem da industria criativa. Esses valores são intangíveis”, explicou. A deputada Aspásia Camargo (PV) mostrou-se insatisfeita com o nível de crescimento do setor criativo no estado. “O dinamismo da economia criativa no Rio é mais baixo do que a média brasileira e muito mais baixo do que o crescimento de São Paulo, que chega a 38% e nós, somente a 13%. Isso é uma diferença brutal. O Rio tem a criatividade cultural como característica e as politicas tributárias são falhas. Aqui, o automóvel é mais valorizado do que a criatividade”, pontuou. “Quando propusermos a discussão de políticas públicas, pelo menos quatro itens têm que ser lembrados: infraestrutura, possibilidade de incentivos tributáveis e financeiros, capacitação do ser humano e a evolução e o acompanhamento desse desenvolvimento”, listou Júlio Bueno. Também presente ao debate, a secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, sugeriu a criação de um órgão gestor para o crescimento criativo. “Precisamos de um organismo pequeno para articular secretarias e temas, como trabalho, agricultura, ciência e tecnologia, turismo, fazenda, enfim, todos os envolvidos. Um organismo para coordenar esse processo”, explicou. Também participaram do encontro o presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Robson Leite (PT); o presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo; Júnior Perim, representante do instituto Crescer e Viver; e o gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Guilherme Mercês.

JusBrasil
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20/08/2012

Economia Criativa será beneficiada por parte dos U$ 102 bilhões do Rio O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, acredita que a economia criativa fluminense será o destino de boa parte dos U$ 102 bilhões que o Rio deve receber como investimento nos próximos três anos. “O setor tem um conceito muito novo e o Rio, um estado pequeno da União, mas muito importante, tem algumas áreas na economia criativa em posição de destaque no Brasil, tais como edições de jornais, televisão e audiovisual e esportes. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, diversos setores vão evoluir da mesma forma, e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”, apostou Bueno, em evento, nesta segunda-feira (20/08), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O anúncio ocorreu durante o seminário “Marco Legal e políticas públicas de fomento à economia criativa”, organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado, presidido pelo deputado Paulo Melo (PMDB). O parlamentar abriu as discussões e apontou os desafios do setor. “A construção de marcos legais para os setores criativos é um dos cinco desafios para que a economia criativa seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as consequências que esta não adequação aos marcos tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirmou Melo, que também preside a Alerj. O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que utilizam as ideias para agregar valor, representa, no estado, 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Durante o encontro, o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, demonstrou como a criatividade pode influenciar setores tradicionais como o automobilístico e o têxtil. “Hoje, um carro não vale o que tem de matéria e trabalho. O que mais dá valor a um carro é o desenho, a publicidade e o conceito. Portanto, o que vai ser diferente no valor desse carro vem da industria criativa. Esses valores são intangíveis”, explicou. A deputada Aspásia Camargo (PV) mostrou-se insatisfeita com o nível de crescimento do setor criativo no estado. “O dinamismo da economia criativa no Rio é mais baixo do que a média brasileira e muito mais baixo do que o crescimento de São Paulo, que chega a 38% e nós, somente a 13%. Isso é uma diferença brutal. O Rio tem a criatividade cultural como característica e as politicas tributárias são falhas. Aqui, o automóvel é mais valorizado do que a criatividade”, pontuou. “Quando propusermos a discussão de políticas públicas, pelo menos quatro itens têm que ser lembrados: infraestrutura, possibilidade de incentivos tributáveis e financeiros, capacitação do ser humano e a evolução e o acompanhamento desse desenvolvimento”, listou Júlio Bueno. Também presente ao debate, a secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, sugeriu a criação de um órgão gestor para o crescimento criativo. “Precisamos de um organismo pequeno para articular secretarias e temas, como trabalho, agricultura, ciência e tecnologia, turismo, fazenda, enfim, todos os envolvidos. Um organismo para coordenar esse processo”, explicou. Também participaram do encontro o presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Robson Leite (PT); o presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo; Júnior Perim, representante do instituto Crescer e Viver; e o gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Guilherme Mercês.

Criaticidades
www.criaticidades.com.br

Internet

20/08/2012

Fórum promove debate sobre papel do legislativo na economia criativa

O potencial individual, a imaginação e a capacidade intelectual para o desenvolvimento de algo que gere renda impulsionam um modelo inovador de negócio no estado: a indústria criativa. Compreendendo esta demanda, o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho – que reúne a Alerj e mais 33 entidades da sociedade civil e universidades – promoveu, na segunda-feira (20/08), às 9h, o evento “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”. O objetivo é mostrar o impacto econômico dos 12 setores que fazem parte desta classificação (Expressões Culturais, Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Filme e Vídeo, TV e Rádio, Mercado Editorial, Software e Computação, Arquitetura, Design, Moda e Publicidade). O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Segue link com mais infos Foto: Divulgação/MinC

Volta Cultural
www.voltacultural.com.br
A economia de olho na criatividade

Internet

21/08/2012

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O setor da Economia Criativa está cada vez mais consolidado no estado do Rio de Janeiro O Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) organizou em 20/08 o seminário “Marco Legal e Políticas Públicas de Fomento à Economia Criativa”, convidando ao debate, além dos deputados, membros do executivo, produtores culturais, pesquisadores da área e representantes da sociedade civil. A discussão girou em tordo da criação de políticas públicas para alavancar o setor, a geração de melhores empregos, produtos e produções inovadoras e a garantia do crescimento econômico através da criatividade. Afinal, esses são os pilares da Economia Criativa, que hoje responde por 10% da renda do estado. Durante o evento, foram apresentados os dados da Economia Criativa em todo o estado. As pesquisas apontam que as áreas que mais empregam no setor criativo são arquitetura, moda, design, tecnologia, mercado editorial e televisão, com salários geralmente superiores a R$ 4mil. O secretário estadual de desenvolvimento econômico, Júlio Bueno, destacou que “Economia Criativa é um conceito muito amplo, e o pequeno estado do Rio de Janeiro tem, nesse setor, algumas áreas de destaque em todo o Brasil. Por exemplo, na edição de jornais, da televisão, do audiovisual e até do esporte. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, os setores e o mercado se fortalecem e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”. Segundo o presidente da Alerj, o deputado Paulo Melo, é preciso criar marcos legais para os setores criativos. Esse é um dos desafios para que a Economia Criativa seja vista como política de desenvolvimento. “Para criarmos um ambiente propício à criatividade precisamos educar olhares, capacitar para o trabalho, formar cidadão aptos e equilibrar trabalho, estudo e lazer. É nesse modelo que a criatividade e a Economia Criativa prosperam e é sobre ele que nos propomos a pensar em nome do futuro. Nosso desafio nos próximos anos é estimular cada vez mais os setores ligados à inteligência. Infelizmente, apesar de nossa fama de criativos por natureza, os dados apontam que o Brasil ainda não se encontra entre os vinte maiores países produtores do setor criativo”, declarou o deputado. A secretária estadual de cultura, Adriana Rattes, acredita que nos próximos três anos, o Rio atrairá investimentos na ordem de três bilhões de dólares no setor criativo. Representantes do governo reconheceram que é preciso criar um mecanismo que integre as secretarias de trabalho, cultura, ciência e tecnologia, turismo e fazenda. Dessa forma será mais fácil atrair novos investimentos e firmar parcerias. “O Programa principal do nosso estado na área criativa, que inclusive é modelo para outros projetos no Brasil inteiro, é o Rio Criativo: uma incubadora para empresa da economia criativa, já com duas sedes. Seu papel é acolher, orientar e assessorar empresas que estão no começo, para que elas tenha uma vida mais longa”, apresentou Adriana.Para o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, a Economia Criativa não se se opõe à indústria tradicional e quanto mais forte ela for, mais fortes vão ficar os outros setores. “Quando você agrega um valor intangível ao seu produto, você se coloca em outro patamar e se liberta da competição de preço. Somente a Economia Criativa é capaz de levar isso para a indústrias tradicionais”, argumenta. No dia seguinte (21/8) O presidente da Comissão de Cultura da Alerj, o deputado Robson Leite (PT), esteve no “V Fórum ABA-Rio de Marketing Cultural: o momento da cultura no Brasil”, que também abordou o tema da Economia Criativa. Robson destacou que a cultura não deve ser vista apenas como a identidade de um povo, mas, sobretudo, como elemento para a geração de emprego e de renda. ”Eu sonho com o dia em que os governos, sejam municipais ou estadual, passem a ser capazes de promover desenvolvimento econômico sustentável não só gerando identidade cultural de uma região, mas dando trabalho e produzindo recursos para cada cidade e para o estado”, disse o parlamentar. O Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) organizou em 20/08 o seminário “Marco Legal e Políticas Públicas de Fomento à Economia Criativa”, convidando ao debate, além dos deputados, membros do executivo, produtores culturais, pesquisadores da área e representantes da sociedade civil. A discussão girou em tordo da criação de políticas públicas para alavancar o setor, a geração de melhores empregos, produtos e produções inovadoras e a garantia do

Volta Cultural
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21/08/2012

crescimento econômico através da criatividade. Afinal, esses são os pilares da Economia Criativa, que hoje responde por 10% da renda do estado.

Durante o evento, foram apresentados os dados da Economia Criativa em todo o estado. As pesquisas apontam que as áreas que mais empregam no setor criativo são arquitetura, moda, design, tecnologia, mercado editorial e televisão, com salários geralmente superiores a R$ 4mil. O secretário estadual de desenvolvimento econômico, Júlio Bueno, destacou que “Economia Criativa é um conceito muito amplo, e o pequeno estado do Rio de Janeiro tem, nesse setor, algumas áreas de destaque em todo o Brasil. Por exemplo, na edição de jornais, da televisão, do audiovisual e até do esporte. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, os setores e o mercado se fortalecem e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”. Segundo o presidente da Alerj, o deputado Paulo Melo, é preciso criar marcos legais para os setores criativos. Esse é um dos desafios para que a Economia Criativa seja vista como política de desenvolvimento. “Para criarmos um ambiente propício à criatividade precisamos educar olhares, capacitar para o trabalho, formar cidadão aptos e equilibrar trabalho, estudo e lazer. É nesse modelo que a criatividade e a Economia Criativa prosperam e é sobre ele que nos propomos a pensar em nome do futuro. Nosso desafio nos próximos anos é estimular cada vez mais os setores ligados à inteligência. Infelizmente, apesar de nossa fama de criativos por natureza, os dados apontam que o Brasil ainda não se encontra entre os vinte maiores países produtores do setor criativo”, declarou o deputado. A secretária estadual de cultura, Adriana Rattes, acredita que nos próximos três anos, o Rio atrairá investimentos na ordem de três bilhões de dólares no setor criativo. Representantes do governo reconheceram que é preciso criar um mecanismo que integre as secretarias de trabalho, cultura, ciência e tecnologia, turismo e fazenda. Dessa forma será mais fácil atrair novos investimentos e firmar parcerias. “O Programa principal do nosso estado na área criativa, que inclusive é modelo para outros projetos no Brasil inteiro, é o Rio Criativo: uma incubadora para empresa da economia criativa, já com duas sedes. Seu papel é acolher, orientar e assessorar empresas que estão no começo, para que elas tenha uma vida mais longa”, apresentou Adriana. Para o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, a Economia Criativa não se se opõe à indústria tradicional e quanto mais forte ela for, mais fortes vão ficar os outros setores. “Quando você agrega um valor intangível ao seu produto, você se coloca em outro patamar e se liberta da competição de preço. Somente a Economia Criativa é capaz de levar isso para a indústrias tradicionais”, argumenta. No dia seguinte (21/8) O presidente da Comissão de Cultura da Alerj, o deputado Robson Leite (PT), esteve no “V Fórum ABA-Rio de Marketing Cultural: o momento da cultura no Brasil”, que também abordou o tema da Economia Criativa. Robson destacou que a cultura não deve ser vista apenas como a identidade de um povo, mas, sobretudo, como elemento para a geração de emprego e de renda. ”Eu sonho com o dia em que os governos, sejam municipais ou estadual, passem a ser capazes de promover desenvolvimento econômico sustentável não só gerando identidade cultural de uma região, mas dando trabalho e produzindo recursos para cada cidade e para o estado”, disse o parlamentar.

Jornal Ururau Online
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21/08/2012

Estado do Rio é líder nacional em empregos ligados a esportes O Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/08) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. “É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país”, disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o governo do estado está à disposição dos produtores da economia criativa. Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

CMS Eithel Pinheiro

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21/08/2012

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Atividade Física dá dindin e promove saúde O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país – disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Menorah
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Rio, esporte e emprego

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21/08/2012

O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês. (Foto de divulgação)

Blog Carioca
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21/08/2012

Rio de Janeiro é líder no país na geração de empregos ligados ao esporte O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo, 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (20/8) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate “Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa”, promovido pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Alerj. - É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país – disse o secretário de Desesnvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do IBGE. Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da Secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o Governo do Estado está à disposição dos produtores da economia criativa. - Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao Estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês. FONTE: Secretaria de Imprensa do Rio de Janeiro

A Voz da Cidade
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21/08/2012

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Economia criativa será beneficiada por parte dos U$ 102 bilhões do Rio RIO/SUL FLUMINENSE O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, acredita que a economia criativa fluminense será o destino de boa parte dos U$ 102 bilhões que o Rio deve receber como investimento nos próximos três anos. “O setor tem um conceito muito novo e o Rio, um estado pequeno da União, mas muito importante, tem algumas áreas na economia criativa em posição de destaque no Brasil, tais como edições de jornais, televisão e audiovisual e esportes. Na medida em que a economia do Rio se fortalece, diversos setores vão evoluir da mesma forma, e a economia criativa tem possibilidades maiores de desenvolvimento”, apostou Bueno, em evento, ontem, na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O anúncio ocorreu durante o seminário “Marco Legal e políticas públicas de fomento à economia criativa”, organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado, presidido pelo deputado Paulo Melo (PMDB). O parlamentar abriu as discussões e apontou os desafios do setor. “A construção de marcos legais para os setores criativos é um dos cinco desafios para que a economia criativa seja assumida como política de desenvolvimento. Precisamos conhecer as consequências que esta não adequação aos marcos tributários, previdenciários, trabalhistas e de propriedade intelectual existentes cria”, afirmou Melo, que também preside a Alerj. O chamado Núcleo Criativo, que abrange as atividades que utilizam as ideias para agregar valor, representa, no estado, 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Durante o encontro, o coordenador do Núcleo da Economia Criativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), João Luiz Figueredo da Silva, demonstrou como a criatividade pode influenciar setores tradicionais como o automobilístico e o têxtil. “Hoje, um carro não vale o que tem de matéria e trabalho. O que mais dá valor a um carro é o desenho, a publicidade e o conceito. Portanto, o que vai ser diferente no valor desse carro vem da industria criativa. Esses valores são intangíveis”, explicou. A deputada Aspásia Camargo (PV) mostrou-se insatisfeita com o nível de crescimento do setor criativo no estado. “O dinamismo da economia criativa no Rio é mais baixo do que a média brasileira e muito mais baixo do que o crescimento de São Paulo, que chega a 38% e nós, somente a 13%. Isso é uma diferença brutal. O Rio tem a criatividade cultural como característica e as politicas tributárias são falhas. Aqui, o automóvel é mais valorizado do que a criatividade”, pontuou. “Quando propusermos a discussão de políticas públicas, pelo menos quatro itens têm que ser lembrados: infraestrutura, possibilidade de incentivos tributáveis e financeiros, capacitação do ser humano e a evolução e o acompanhamento desse desenvolvimento”, listou Júlio Bueno. Também presente ao debate, a secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, sugeriu a criação de um órgão gestor para o crescimento criativo. “Precisamos de um organismo pequeno para articular secretarias e temas, como trabalho, agricultura, ciência e tecnologia, turismo, fazenda, enfim, todos os envolvidos. Um organismo para coordenar esse processo”, explicou. Também participaram do encontro o presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Robson Leite (PT); o presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo; Júnior Perim, representante do instituto Crescer e Viver; e o gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Guilherme Mercês.

Sescon-RJ
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21/08/2012

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Economia Criativa é o tema de assembleia na ALERJ O Fórum de Desenvolvimento estratégico do Estado do Rio de Janeiro promoveu uma assembleia com o tema “Marco legal e políticas de fomento à economia criativa”, no último dia 20/08, na ALERJ. A ocasião reuniu autoridades, representantes do segmento criativo fluminense além de representantes das entidades membro do fórum, dentre eles o SESCON-RJ. O objetivo deste evento foi chamar a atenção para a importância dos 12 setores da economia criativa (Expressões Culturais, Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Filme e Vídeo, TV e Rádio, Mercado Editorial, Software e Computação, Arquitetura, Design, Moda e Publicidade), que juntos representam 4% do PIB estadual, e ocupam aproximadamente 59 % dos trabalhadores fluminenses, segundo dados da Firjan, além de discutir meios onde o poder público pode contribuir para o desenvolvimento deste segmento que movimenta 10% da movimentação formal de renda de todo o Estado. Com as sugestões dadas na assembleia, será feito uma proposta de lei e enviada para análise do legislativo.

ESPBR
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22/08/2012

Rio é líder em empregos relacionados ao esporte Média da capital é de 0,71%, enquanto o país contrata cerca de 0,41%; salários giram em torno de R$ 3 mil; com a Copa das Confederações, Mundial de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, tendência é aumentar o trabalho nesta área O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo , 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate "Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa", promovido na segunda-feira (20) pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). "É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o governo do estado está à disposição dos produtores da economia criativa. "Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento", enfatizou. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Mundo Positivo
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22/08/2012

Rio é líder em empregos relacionados ao esporte Média da capital é de 0,71%, enquanto o país contrata cerca de 0,41%; salários giram em torno de R$ 3 mil; com a Copa das Confederações, Mundial de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, tendência é aumentar o trabalho nesta área O Rio é a capital líder nacional em empregos ligados a esportes, com 0,71%, seguido por Porto Alegre (0,56%) e Curitiba (0,50%). A média das capitais do país é de 0,41%. Em relação a unidades da federação, o estado também é líder, concentrando 0,58% das vagas no setor. O Distrito Federal tem 0,44%, e São Paulo , 0,38%. A média nacional é de 0,32%. Os números foram divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico durante o debate "Marco Legal e Políticas de Fomento à Economia Criativa", promovido na segunda-feira (20) pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico do Rio Jornalista Roberto Marinho, na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). "É um indicador que só tende a crescer com a aproximação dos eventos esportivos que teremos no país", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, citando a Copa das Confederações, no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O estudo sobre o desempenho da cidade e do estado em relação a empregos na área de esportes foi baseado em dados do Ministério do Trabalho e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos próximos meses, o trabalho deverá ser ampliado por equipe da secretaria de Desenvolvimento, com maior detalhamento das áreas que possuem perspectivas de crescimento. Apesar de não fazer parte das estatísticas oficiais da área de economia criativa, as atividades esportivas, como mostrou o secretário, possuem forte impacto na economia do Rio de Janeiro e poderiam ser consideradas para efeito de análise em conjunto com as demais. O debate na Alerj teve como objetivo mostrar o impacto econômico de setores da economia criativa. O chamado Núcleo do setor, que abrange as atividades que estritamente utilizam as ideias para agregar valor, no estado do Rio de Janeiro, representa 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ou, aproximadamente, R$ 14,7 bilhões. Também presente ao debate, a subsecretaria estadual de Comércio e Serviços, Dulce Ângela Procópio, ressaltou que o ambiente de negócios no estado melhorou nos últimos anos, refletindo em resultados na economia, principalmente quanto a empregos, e anunciou que o governo do estado está à disposição dos produtores da economia criativa. "Os dados estão extremamente favoráveis à cidade a ao estado do Rio. A secretaria de Desenvolvimento Econômico está aberta a negócios, e também a Investe Rio, que tem progredido com suas linhas de financiamento", enfatizou. Representante da UFRJ no debate, o professor de direitos autorais Allan Rocha de Souza destacou que 75% dos empregos do Núcleo da economia criativa no estado estão na Cidade do Rio. E o Rio tem a maior média salarial do setor no país, atingindo quase R$ 3 mil, segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

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