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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MATO GROSSO Campus Cuiabá Bela Vista Coordenação do Curso de Engenharia deAlimentos

Prof. M.Sc. Jonas Spolador

MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME
Física experimental I

Curso: Engenharia de Alimentos - turma: 2012/1 IFMT – Campus Cuiabá Bela Vista 01 Inayara Rebelatto – Turma: II – e-mail: inayararebelatto@gmail.com
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Assinatura

02 Jeann Marcos – Turma:II – e-mail: aluno@blv.ifmt.edu.br

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03 Karine Campos – Turma:II – e-mail: aluno@blv.ifmt.edu.br

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04 Klycia Fidelis – Turma II: – e-mail: klycia.fidelis@gmail.com _________________________________________________
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05 Natalie Veggi – Turma II: – e-mail: veggi.natalie@gmail.com __________________________________________________
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CUIABÁ Janeiro 2013

Resumo O objetivo desta pratica é caracterizar o movimento retilíneo uniforme (MRU). tempo. Para determinar esse movimento foi utilizado o plano inclinado instrumento. Calcular a velocidade média de uma esfera de aço em movimento e prever a posição futura a ser ocupada por essa esfera em tempo de 10 segundo. . que foi inclinado a 15º na horizontal e determinando quando os móveis (esfera de ar versus bolha de ar) se encontrarem. Palavras chave: movimento retilíneo uniforme. posição velocidade média. Para melhor visualização dos resultados foram desenvolvidos gráficos de posição e velocidade em relação ao tempo.

......................2..................................................... 5 3.......................................... 3 2.....................................................................................................RESULTADO E DISCUSSÃO ..2 SUMÁRIO Resumo .... MATERIAIS E MÉTODOS ...................... 5 2........... 1 1.............................................REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ....................... 10 ANEXOS ....................................................................................................................................................... PROCEDIMENTO...................................................... 5 2........................... 9 5....................................CONCLUSÃO .....................................................................................................1..................................... 7 4.......................................PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL .................. 11 ....................................................................INTRODUÇÃO ............................................

1). e que no caso do MRU é constante. retas. que pode ser expressa como: V med = ∆x/∆t(Eq.A. para qualquer intervalo de tempo. sobre qualquer corpo ou ponto material em MRU a resultante das forças aplicadas é nula (primeira lei de Newton . portanto o valor coincide com o da velocidade escalar instantânea. 2). o M. Consequentemente a sua velocidade escalar média é também constante. Partindo da definição da velocidade média Vmed = Δx ( x1– x0 )/ Δt ( t1 – 0)t. o e estudo do movimento retilíneo é da variação da posição desse ponto material com o tempo (GASPAR. Dessa forma. . tem-se: x1– x0 = vt => x = x0 vt(Eq. O corpo ou ponto material se desloca em distâncias iguais e em intervalos de tempo iguais. quando não se tem aceleração. Isso é o mesmo que dizer que o móvel percorre uma trajetória retilínea e apresenta velocidade escalar constante (BARBOSA et al. A.Lei da Inércia). 2008) [2]. e com a sua velocidade se mantém constante.U. Nesta equação pode se obter a posição x do ponto material para cada instante t(GASPAR.3 1. 2007) [1] .Uma das características do MRU é que sua velocidade em qualquer instante é igual à velocidade média.2007)[2]. ou seja.2011).R. Esta é a função da posição em relação ao tempo MRU. Pode ser definido como aquele movimento que sua velocidade instantânea é constante. e o sentido negativo é o sentido oposto (HALLIDAY & RESNICK. A aceleração não existe e o que varia com o tempo é a posição. Tal mudança (variação) pode ser descrita pela equação do deslocamento ∆x = │x1 – x0│(Eq. O sentido positivo do eixo é o sentido dos números crescentes.3). Ter a localização de um objeto significa determinar a sua posição em relação a um ponto de referência. Portanto. INTRODUÇÃO Movimento retilíneo uniforme (MRU) é quando um corpo ou ponto material se desloca apenas em trajetórias retilíneas. vale ressaltar que. A razão entre a variação do deslocamento e com o intervalo de tempo é a velocidade média.

pois a função da posição no MRU é do primeiro grau. . Se a velocidade for positiva a reta será acima do eixo.2007)[2]. A. No gráfico v versus t é uma reta paralela ao eixo t. abaixo do eixo.4 Outro método que pode ser estudado o movimento é o gráfico. e se for negativa. pois com estes permitem a melhor visualização da forma como variam as grandezas que descrevem o movimento. pois a velocidade em relação ao tempo é constante. (GASPAR. O gráfico x versus t é uma reta.

1. Após a realização de todas as trajetórias com os devidos tempo e posições ocupadas pelo móvel. passando pela posição 400 mm.01 tubo lacrado. Liberou-se a esfera e cronometrou o tempo transcorrido até a esfera. A operação foi repetida para x2: 200 mm. Calculou-se a posição da esfera.01 nível de bolha para superfície 2. x versus t e v versus t. foi utilizado o plano articulado com escala de 0º a 45º. . Foram executadas 10 repetições para cada trajetória. Liberou-se a esfera.01 plano inclinado articulável com escala de 0º a 45º. determinou-se a velocidade da esfera e logo após a função horária da esfera. MATERIAIS E MÉTODOS . respectivamente. Com auxilio do imã. com a função de 1ª grau. foi novamente utilizado o plano articulado foi inclinado a 15º. foi constatada. . PROCEDIMENTO No MRU de uma esfera. Foram desenvolvidos dois (2) gráficos. . uma reta. posicionou a esfera na marca x0: 0 mm.01 esfera de aço e bolha.2 . . após dez (10) segundos. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 2. Elevou-se o plano a 15º acima da horizontal. com auxilio do imã foi posicionado a esfera na marca 0 mm. x3: 300 mm e x4: 400 mm. Logo se escreveu a função horária da esfera. Com a constatação do gráfico sendo um MRU. Logo após a verificação das características do gráfico MRU. foi calculada a velocidade média em cada um dos percursos. Encontro de dois corpos em MRU. contendo óleo. com o cronômetro ligado. foi analisado o tempo da trajetória da esfera percorrendo a marca do plano x1: 100 mm e foram anotados na tabela (anexada nos resultados e discussões) juntamente com a posição ocupada pelo móvel.01 cronômetro. utilizando papel milimetrado. .5 2. ambos do MRU.

e determinou-se a média das velocidades da esfera. Arrastou-se a esfera até a posição 0 mm. Tornando a apoiar a plataforma na mesa e cronometrando o tempo gasto pela bolha de ar até passar pela posição 0 mm. escreveu-se a função horária do movimento da bolha. Inclinando novamente o plano para conduzir a bolha de ar até a posição 400 mm. Calculando a velocidade média da bolha e lembrando que Δx = 400 mm. Determinou-se a média das velocidades da bolha. e mantendo nessa posição por meio do imã. marcando-se o tempo do encontro e a posição.6 Anotaram-se os valores na tabela (anexado nos resultados e discussões). Foi repetido o procedimento dez (10) vezes. Utilizando-se os valores das posições e velocidades traçaram-se em um mesmo par de eixos. . fazendo a bolha de ar voltar a posição de 400 mm. Apoiou-se o plano sobre a mesa ao mesmo tempo em que liberou a esfera de aço. Repetiu-se a operação dez (10) vezes. Resolveu-se o sistema de equações informando a posição de encontro dos móveis e o instante do encontro. os gráficos da esfera e da bolha. Preparou-se o cronometro e inclinou-se o conjunto. comparando-se com os valores calculados.

tanto de desvio padrão quanto de coeficiente de variação.023101 1.053505 X4 – 0. Enquanto o gráfico de v versus t.4952m (eq.924 0. mas no experimento as velocidades não foram constantes havendo pequenas oscilações entre os algarismos significativos. entre outros motivos que não foram detectados. mas há oscilações devido ás incertezas já registradas acima. Não houve neste experimento valor padrão para se mensurar as incertezas da pratica. erro de analista. O gráfico de x versus t é característico de MRU.049432 A segunda parte da pratica tem como objetivo saber quando a bolha de ar e a esfera de aço se encontram. 2). cujo valor da velocidade foi a média aritmética das velocidades das posições.3m 6.177339 2.108 0. que quando somados possui uma maior incerteza do que os valores exatos.181019 2. percebe-se que na primeira posição X1 a esfera de aço possui estatisticamente uma maior variação em comparação com os outros deslocamentos.315 0.184651 3.131 0. também possui suas características. Os motivos de tal variação poder ser enumerados. Para encontrar-se o movimento exato do encontro X1 (Bolha de ar) e X2 (esfera de aço) estabeleceu. e a velocidade média em um intervalo de tempo Δt é igual a inclinação da reta que une os pontos da curva que representam as suas extremidades do intervalo (HALLIDAY. por exemplo. A posição da esfera após os 10s é de 0.142566 6.2m 4.05198 X3 – 0. 2011) . Na teoria o movimento retilíneo uniforme deve-se ter velocidade constante em relação ao tempo (eq.023 0.14963 3. falta de precisão no momento de cronometragem.239 0.015/50*x Média do tempo (s) Desvio Padrão Coeficiente Variação Δt (s) Velocidade Média (m/s) Tabela 1: MRU de uma esfera X1 – 0. RESULTADO E DISCUSSÃO Analisando a tabela 1abaixo. pois possui reta retilínea para o infinito.52983 1. A equação horaria da esfera é y=1. como descrito abaixo: Bolha de ar = esfera de aço . 3).4m 8. que apresenta uma função horaria de primeiro grau.043197 X2 -0.se um sistema de equações.158349 2.315 0.7 3.869 0.1m 2.

071464 Esfera de Aço ΔX(m) Média (s) Desvio Padrão Coeficiente Variação Velocidade (m/s) Tabela 3: Encontro de dois corpos em MRU 0. pois ele indica o sentido de movimento.4 7.142187 0. Bolha de Ar ΔX(m) Média (s) Desvio Padrão Coeficiente Variação Velocidade (m/s) Tabela 2: Encontro de dois corpos em MRU 0.26s na posição de 0. Entre eles o que tem maior variação é a bolha de ar.051095 .014076 0.392592 7.8 O ponto referencial é um instrumento de grande importância nesse tipo de experimento. porque houve muita dificuldade na hora da execução do experimento devido a falta de experiência e praticidade.4 5. e de erro de observador.167701 2.8285 0.5972 0.166m. E nas tabelas 2 e 3 estão os valores para estimar as incertezas deste método. O encontro ocorre no instante 3.

Essa variação é mensurável nos dados estatísticos. ou seja. não mantendo um valor fixo como se deveria ocorrer.9 4. Com os gráficos apresentados. em anexo. fica bem explicito a variação. CONCLUSÃO Portanto o movimento retilíneo uniforme tem como característica velocidade constante que e diretamente proporcional ao deslocamento e inversamente ao tempo. . Porém nesta prática os resultados do tempo oscilaram consequentemente as velocidades variaram.

1. e WALKER J. A. vol 1. 2008.REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA [1] GASPAR. 2008. [3] HALLIDAY D.. . “Física . RESNICK R. Rio de Janeiro: LTC. “Fundamentos da Física” 8ºed. “Relatóio – [2] BARBOSA et al. vol.10 5.. da experiência nº 2 Movimento unidimensional:trilho de ar” Osasco: Universidade Bandeirantes de São PauloCampus Osasco. 2007.Mecânica” São Paulo: Ática.

3 Espaço ΔX 0.06 0.023 Estes gráficos são apenas demonstrativos para analises potenciais. .924 Δt (S) 1.015/50)*x v versus t 0.04 0.2 0.05 Velocidade média (m/s) 0.35 0. como observado no roteiro.03 0.315 1.15 0.869 2.05 0 -0.25 0.11 ANEXOS x versus t 0.05 0 2 4 Tempo (s) 6 8 10 y=(1. mas haverá outro gráfico em plano cartesiano para oficialização.02 0.4 0.1 0.01 0 0 2.45 0.