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Universidade Federal do Tocantins - Campus de Palmas Curso de Comunicação Social - Jornalismo

Alynne Grasielle Pereira Mendonça Djavan da Costa Barbosa

Conteúdo

 

Conteúdo

da

proposta

de

releitura da canção: Pra não dizer

que não

falei

das

flores,

de

Geraldo

Vandré,

solicitado

pela

professora Daniela Soares Pereira,

da

disciplina

de

Estética

e

Comunicação - curso de

Comunicação Social – Habilitação

em

Jornalismo,

da Universidade

Federal do Tocantins/UFT.

Palmas/TO

2012

Canção: Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

Intérprete – Geraldo Vandré

Palmas/TO 2012 Canção: Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores Intérprete – Geraldo Vandré Geraldo

Geraldo Vandré no festival da canção

Compositor – Geraldo Vandré Ano de divulgação – 1968

Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer

Pelos campos há fome Em grandes plantações Pelas ruas marchando Indecisos cordões Ainda fazem da flor

Seu mais forte refrão E acreditam nas flores Vencendo o canhão

Refrão:

Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer

Há soldados armados Amados ou não Quase todos perdidos De armas na mão Nos quartéis lhes ensinam Uma antiga lição:

De morrer pela pátria E viver sem razão

Refrão

Nas escolas, nas ruas Campos, construções Somos todos soldados Armados ou não Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não

Os amores na mente As flores no chão A certeza na frente A história na mão Caminhando e cantando E seguindo a canção Aprendendo e ensinando Uma nova lição

Refrão

Quem foi Geraldo Vandré?

Geraldo Pedrosa de Araújo Dias nasceu em Pessoa PB em 12 de Setembro de 1935, é advogado, hoje e aposentado como servidor publico federal e um dos maiores cantores e compositores brasileiros, reside na cidade de São Paulo, após o exilo ele abandou a vida publica e se afastou do mundo artístico atuando somente como advogado, tais afastamentos estão vinculados às supostas descrença na esquerda, sua mudança ideológica e seu abandono da vida artística aos atos de tortura supostamente sofridos. Numa entrevista para o jornalista Geneton Moraes Neto, publicada em seu blog no portal G1 ele demonstra descrença pela

nossa sociedade, fez critica a cultura e a arte brasileira, ele nega ter feito musicas de protesto, ele fazia musica para o pais há quarenta anos e não para esse de massificação, ele se sente exilado ate hoje, não tem motivos para escrever ou cantar como tinha antes na década de 60.

“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”

Esta musica foi lançada no III festival Internacional da canção de 1968, ela ficou em segundo lugar, seu lançamento foi num período conturbado da historia brasileira, o período da ditadura no qual o Brasil era governado pelos militares. Esta época se deu de 1964 ate 1985, caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar. O ano de 1968 foi considerado um ano de reações, à sociedade como um todo, incluindo estudantes, artistas, políticos e intelectuais aguardavam angustiadamente solução democrática para o terrível clima político instaurado pelos militares nesse clima o ano foi carregado de manifestações a ditadura. Esse ano ocorreram vários conflitos e instaurados leis duras contra a democracia, em 13 de dezembro deste ano o governo decretou o Ato Institucional Número 5 ( AI-5 ), mais duro ato do governo militar, pois aposentou juízes, cassou mandatos, acabou com

as garantias do habeas-corpus e aumentou a repressão militar e policial.

Ainda nesse ano ocorreu em 29 de março, um protesto de 50 mil pessoas no centro do Rio, em junho, uma multidão calculada em 100 mil pessoas realizou passeata durante mais de sete horas, reunindo mães, padres, estudantes, artistas e intelectuais protestando pela liberdade dos detidos pela polícia, pelo ensino superior gratuito e contra as fundações. Em 17 de abril, “Costa e Silva” determinou a transformação de todas as capitais dos estados do Brasil e mais 68 municípios em áreas de segurança nacional, surgindo a abominável figura de governadores e prefeitos biônicos. Em 2 dois de outubro, estudantes da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) entram em conflito ideológico com estudantes da Universidade Mackenzie, transformando-se em atos de violência, com muitos feridos. A USP é fechada e transferida para a Cidade Universitária pelos militares. No dia seguinte, o estudante José Guimarães, da USP, é morto no centro de São Paulo. O brigadeiro João Paulo Burnier, chefe de gabinete do ministro Marcio Melo, planejou explodir o gasômetro do Rio de Janeiro, com auxílio do Para-SAR, divisão de elite da Aeronáutica adestrada para salvamento em local de difícil acesso. O capitão-aviador Sergio Miranda de Carvalho negou-se a cumpri-la e ameaçou denunciar Burnier. Sergio foi declarado louco e afastado da Aeronáutica no ano seguinte. Em 12 de outubro, realizou-se o Trigésimo Congresso da UNE, em Ibiúna, São Paulo. A polícia invadiu a reunião e prendeu 1240 estudantes. Muitos foram feridos, torturados, abusados sexualmente pelos policiais. Parentes e advogados que ousavam protestar eram espancados e humilhados publicamente. Nesse cenário de conflitos esta canção foi considerada uma reação contra a ditadura, ela explicou muito bem a repressão militar no Brasil, mas logo que acabou o festival a musica foi proibida

pela censura militar, Geraldo teve a coragem que muitos não tiveram, de expor a sua indignação contra o governo, através do refrão ele fazia um chamado a todos a lutar contra os ditadores. Vandré foi um militante, a composição se tornou um hino de resistência do movimento civil e estudantil que fazia oposição à ditadura militar durante os governos militares, a canção ficou proibida de 1968 até 1979. Ele foi exilado neste mesmo ano do lançamento da

canção para o Chile e de lá foi para França, retornou ao Brasil em

1973.

Para entender um pouco mais a canção Geraldo Vandré fala sobre os contrastes sociais do Brasil (“Pelos campos há fome em grandes plantações”). Mesmo com terra sobrando e comida sendo

produzida, nossa produção vai para o exterior e os brasileiros passam fome. Logo depois, Vandré faz referência à "geração Paz e Amor" dos anos 60, que ficou conhecida por manifestações pacíficas pedindo mudanças sociais em todo o mundo, sendo um grande movimento cultural. Os versos são “Pelas ruas marchando indecisos cordões/ Ainda fazem da flor seu mais forte refrão/ E acreditam nas flores vencendo o canhão”. Deles, pode-se deduzir que Vandré respeita os ideais nesse grupo, mas não compartilha dos mesmos métodos, achando que somente eles não têm força para vencer o regime.

Analise da composição

Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas. Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção ...

Análise: O ritmo da música aparece na forma de marcha. Os verbos aparecem no tempo do Gerúndio, indicando continuidade das ações. As reticências representam continuidade de algo que se gostaria de dizer.

Pelos campos há fome Em grandes plantações Pelas ruas marchando Indecisos cordões Ainda fazem Ainda fazem da flor Seu mais forte refrão E acreditam nas flores Vencendo o canhão ...

Análise: O “s” representa grandes quantidades, encontramos ainda verbo no gerúndio, indicando continuidade de ação, indecisos são aquelas pessoas que não sabiam o que fazer, nem a quem seguir devido aos acontecimentos da época, a flor para eles era sinônimo de esperança, pois acreditavam que a vida era mais forte que qualquer outra coisa, e as reticências expressam continuidade.

Há soldados armados Amados ou não Quase todos perdidos De armas na mão Nos quartéis lhes ensinam Uma antiga lição:

De morrer pela pátria E viver sem razão ...

Análise: Os soldados não eram amados, devido aos seus atos, pois podiam cometer injustiça com a população, sem ter provas nenhuma. E por isso estavam perdidos com as armas nas mãos sem saber como usá-las. O lema dos quartéis da época era lutar até a morte, vivendo somente para esse trabalho e nada mais. As reticências indicam continuidade.

Nas escolas, nas ruas Campos, construções Somos todos soldados Armados ou não Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não ...

Análise: Em qualquer lugar que estivermos temos que lutar pelo que queremos, pois somos soldados de nós mesmos, sem se importar

com as armas

que se vai utilizar devemos nos unir, sem excluir

ninguém, pois somos todos iguais, e lutar por um único ideal,

estando juntos ou não, em qualquer situação, as reticências expressa continuidade.

Os amores na mente As flores no chão A certeza na frente A historia na mão Caminhando e cantando E seguindo a canção Aprendendo e ensinando Uma nova lição ...

Análise: Os verbos no gerúndio indicam continuidade das ações, deviam por em mente as pessoas que amavam e lutar por elas, pois estavam todas mortas caídas no chão, e apenas uma certeza se tinha fazer uma nova história que dependia somente deles, as reticências com expressão de continuidade.

Vem vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer ...

Análise: Todos juntos lutar por um ideal e não ficar esperando o pior acontecer, a população deve fazer a sua história, e não deixar que os inconsequentes os comandassem, as reticências indicam continuidade, a história não acabou continua ...

No texto predomina figuras de linguagem como a metáfora, a semelhança entre dois termos é percebida nos versos:

Ainda fazem da flor Seu mais forte refrão E acreditam nas flores Vencendo o canhão”

Outra figura de linguagem usada é a metonímia que consiste em empregar um termo no lugar de outro, havendo entre ambas estreitas afinidades ou relação de sentido.

“Braços dados ou não”

“Pelas ruas marchando indecisos cordões”

“Ainda fazem da flor seu mais forte refrão”

“E acreditam nas flores vencendo o canhão”

“Os amores na mente, as flores no chão”

Também temos gradação (ideias em ordem crescente ou decrescente)

“Nas escolas, nas ruas, campos construções”

Personificação (atribui-se a flores e canhão atitudes humanas):

“E acreditam nas flores vencendo o canhão”

Aliteração (repetição de conjunções):

“Há soldados armados, amados ou não quase todos perdidos de arma na mão – aliteração”

Polissíndeto:

“Caminhando e cantando e seguindo a canção!”

Analise da melodia:

Sua letra possui versos de rima fácil,

Tom: G

(Em D) Caminhando e cantando e seguindo a canção

Somos todos iguais braços dados ou não

Bm

D

A

E

Nas escolas nas ruas, campos, construções

Bm

D

A

E

Caminhando e cantando e seguindo a canção

(refrão)

(Em D) Vem, vamos embora, que esperar não é saber (2x)

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

(Em D) Pelos campos há fome em grandes plantações

Pelas ruas marchando indecisos cordões

Bm

D

A

E

Ainda fazem da flor seu mais forte refrão

Bm

D

A

E

E acreditam nas flores vencendo o canhão

(refrão)

(Em D) Há soldados armados, amados ou não

Quase todos perdidos de armas na mão

Bm

D

A

E

Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição

Bm

D

A

E

De morrer pela pátria e viver sem razão

(refrão)

(Em D) Nas escolas, nas ruas, campos, construções

Somos todos soldados, armados ou não

Bm

D

A

E

Caminhando e cantando e seguindo a canção

Bm

D

A

E

Somos todos iguais braços dados ou não

(Em D) Os amores na mente, as flores no chão

A certeza na frente, a história na mão

Bm

D

A

E

Caminhando e cantando e seguindo a canção

Bm

D

A

E

Aprendendo e ensinando uma nova lição

(refrão 2x)

A música é cantada em Sol, representada pela letra G na cifra e composta por notas musicais em Em – Mi menor; D – Ré; A – Lá; E – mi; B – Si; Bm – Si menor e G – Sol. Geraldo utilizou a escala de SOL que representa uma sequência

ordenada de tons pela frequência vibratória de sons, (normalmente do som de frequência mais baixa para o de frequência mais alta), está escala se classifica como grave e representa à tonalidade grossa e baixa, ela é incisiva com tons fortes de alerta, para que as pessoas compreendessem a luta contra a ditadura.

A Fotografia

A fotografia tem sua nomenclatura originada do grego

Photos,

que

significa

"Luz"

e

Graphos,

que

significa

"escrita",

portanto,

"escrita

da

luz".

A fotografia depende

basicamente de

quatro elementos: luz, câmera, superfície ou emulsão fotossensível e agentes químicos capazes de processar a imagem formada na emulsão. No caso da fotografia digital, a imagem é codificada segundo o formato escolhido (por exemplo, JPEG), e depois decodificada em programas específicos que permitem sua visualização eletrônica. Portanto, a fotografia nada mais é do que a arte de desenhar com a luz, encontrando equilíbrio entre o claro e o escuro, e assim moldando texturas de objetos fotografados. A invenção da fotografia foi atribuída ao francês Nicéphore Niépce entre 1823 e 1826. No Brasil, a fotografia chegou por volta de 1860 com a técnica do colódio úmido (negativo feito sobre placas de vidro sensibilizadas com uma solução química), que melhora a qualidade da matriz, isto é do negativo.

A composição fotográfica é a seleção e o arranjo agradáveis dos assuntos dentro da área a ser fotografada. Uma foto bem composta exige planejamento e paciência! Como forma de orientar o estudo da fotografia, descrevemos a seguir alguns elementos da linguagem fotográfica e suas finalidades. Regra dos Terços: Antes de tirar a foto, imagine a área da fotografia dividida simultaneamente em três terços verticais e horizontais, isto é, trace três linhas paralelas imaginárias no sentido horizontal e no sentido vertical da fotografia. As interseções destas linhas imaginárias sugerem quatro opções para a colocação do centro de interesse para uma boa composição. A opção depende do assunto e como o fotógrafo quer que ele seja apresentado. Planos, Corte Enquadramento: Quanto ao distanciamento da câmara em relação ao objeto fotografado, levando-se em conta a organização dos elementos internos do enquadramento, verifica-se que a distinção entre os planos não é somente uma diferença formal, cada um possui uma capacidade narrativa, um conteúdo dramático próprio. Veremos cada plano, usando a nomenclatura cinematográfica para, didaticamente, facilitar as definições dos enquadramentos ajudando seu estudo. Os planos se dividem em três grupos principais (seguindo-se a nomenclatura cinematográfica): os planos gerais, os planos médios, e os primeiros planos. Uma mesma fotografia pode conter vários planos, sendo classificada por aquele que é responsável por suas características principais. Grande Plano Geral (GPG), o ambiente é o elemento primordial; Plano Geral (PG), o ambiente ocupa uma menor parte do quadro: divide, assim, o espaço com o sujeito. PG é necessário para localizar o espaço da ação; Plano Médio (PM), enquadramento em que o sujeito preenche o quadro - os pés sobre a linha inferior, a cabeça encostando na superior do quadro, até o enquadramento cuja linha inferior corte o sujeito na cintura; Primeiro Plano (PP), enquadra o sujeito dando destaque ao seu semblante, gesto, à emoção, à fisionomia, podendo também ser um

plano de detalhe, onde a textura ganha força e pode ser utilizada na criação de fotografias abstratas. Sua função principal é registrar a emoção da fisionomia; Plano de Detalhe (PD), isola uma parte do rosto do sujeito. Evidentemente, é um plano de grande impacto pela ampliação que dá a um pormenor que, geralmente, não percebemos com minúcia. Pode chegar a criar formas quase abstratas. Iluminação, Sombra, Luz, Flash: A iluminação fornece inúmeras possibilidades ao fotógrafo. Ela está interligada aos outros elementos da linguagem, funcionando de forma decisiva na obtenção do clima desejado, seja de sonho, devaneio, ou de impacto, surpresa e suspense. A iluminação pode enfatizar um elemento, destacando-o dos demais como também pode alterar sua conotação. A luz é indispensável à fotografia. A própria palavra "fotografia", cunhada em 1839 por Sir. John Herschel deriva de dois vocábulos gregos que significam “escritas com luz”. A luz cria sombras e altas-luzes, e é isso que revela a forma espacial, o tom, a textura e o desenho.

A partir da análise feita tanto pela composição da letra quanto

pela

leitura

fotográfica

esperamos

apresentar

um

trabalho

de

transposição semiótica, ou seja, transforma a letra da musica “Pra

Não Dizer Que Não Falei Das Flores” linguagem fotográfica.

do auto Geraldo Vandré numa

A música em questão é considerada um hino de luta contra a

repressão militar

na

década da ditadura,

mas

ela

é considerada

atemporal, uma obra de arte de apelo emotivo, de sensibilidades

sensoriais, provoca nas pessoas reações que atravessa sua geração. Considerando seu tema no contexto que perpassa o tempo, o

espaço,

tendo

um

sentido

próprio

de

luta

na

sua qualidade

abrangente, ela pode ser usada em qualquer época pela sua

capacidade emotiva.

Seu tema

geral então

pode

se

dizer

que

é

a

luta,

pela

democracia, pela vida, pela liberdade, pela paz, pela simples atitudes de vencer cada dia com força e determinação. Nesse sentido geral que consolidaremos a nossa transposição, a mostra fotográfica terá como tema essa celebração pela luta, demonstrando através de atos, contextos históricos, situações corriqueiras que essa música ela continua viva e de acordo com Stabolito (2009, p. 7) estudioso sobre a construção da semiótica nas obras de arte, que o maior teste que uma obra de arte precisa para sobreviver não é a da crítica ou público, mas do tempo. Essa música composta nos anos 60 continua sendo reverenciada até os dias atuais como uma composição celebre que marcou uma geração. Mas isso não somente pela grande repercussão, mas por um planejamento na sua construção, pelo uso da lógica da melodia em sintonia com a letra que representa um contexto social. Ao levar as pessoas para outra realidade, lugares e épocas, a quebra das barreiras de acordo com Marilene Chauí é própria da obra de arte, de torna o presente ausente, próximo o distante, distante próximo, entrecruzando as realidades. A nova obra de arte retirada da música trabalhará então essa perspectiva, entrecruzando as realidades, buscar nesse novo contexto social ângulos que afirmem e reproduzem as mesmas sensações que outrora tenha sentido. Numa lógica mais ampla das sensações comporemos a nossa amostra fotográfica, o produto será exposto através de painéis, criaremos uma composição artística envolvendo as partes da letra juntamente com as novas imagens, representando um novo olhar sobre a mesma conservando seu sentido maior.

Referências bibliográficas:

Disponível em: < http://www.vermelho.org.br/noticia.php?

id_noticia=138

030&id_secao=11> Acesso em: 02/10/2012.

Disponível em: <

Disponível em:

ditadura.html> Acesso em: 02/10/2012.

Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/ditadura/> Acesso em: 02/10/2012.

Disponível em:

<http://www.jorwiki.usp.br/jorwiki/gdnot10/index.php/

analisando_a_m%C3%BAsica_brasileira_do_per

%C3%ADodo_da_ditadura_militar > Acesso em: 02/10/2012.

Disponível em:

Disponível em: < http://www.girafamania.com.br/montagem /fotografia-composi.htm > Acesso em: 02/10/2012.