#1 $ K

LEI Nº 858 DE 04 DE ABRIL DE 1995 (autora: deputada Lúcia Carvalho) Autoriza o fechamento com grades das áreas verdes de frente, dos fundos e das laterais limítrofes ao imóvel dos lotes residenciais da Região Administrativa do Gama.

A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA: Art. 1º - O proprietário de lote residencial situado na Cidade Satélite do Gama fica autorizado, mediante permissão de uso, a cercar com grades as áreas verdes de frente, dos fundos e das laterais limítrofes ao imóvel. § 1º - A área frontal a que se refere este artigo não poderá ultrapassar a linha demarcatória do passeio público. § 2º - A cerca da área lateral não poderá ultrapassar o limite de 03 (três) metros de afastamento do imóvel de acordo com limites estabelecidos pela - Administração Regional. § 3º - A área cercada poderá ser utilizada pelo proprietário, vedando-se seu fechamento como cômodo, destinando, no mínimo 50% (cinqüenta por cento) da mesma para área verde, Art. 2º - A utilização da área objeto desta Lei fica sujeita ao acompanhamento e fiscalização dos órgãos competentes do Governo do Distrito Federal Art. 3º - Os danos decorrentes de instalação e reparos de infra-estrutura ou saneamento básico nas benfeitorias em áreas verdes ocupadas correrão por conta e risco dos respectivos proprietário. Art. 4º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

1# LEI_858 $ Lei 858/95 K 858/95;Lúcia Carvalho;autorização;fechamento;grade;área verde;terreno limítrofe;imóvel;lote;residência;região administrativa

# $ K

LEI Nº 859 DE 13 DE ABRIL DE 1995 (autor: deputado Miquéias Paz) Altera o Art. 2º da Lei nº 190, de 02 de dezembro de 1991.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - O Art. 2º da Lei n.º 190, de 02 de dezembro de 1991, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 2º - O usufruto do beneficio referido no artigo anterior condiciona-se à apresentação de carteira autenticada pelo respectivo estabelecimento de ensino e expedida: I - pela União Nacional dos Estudantes (UNE) /Diretórios Centrais de Estudantes (DCE), no caso do ensino de nível superior, usando modelo nacional das entidades; II - pela União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas de Brasília (UMESB) / União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), no caso do ensino de primeiro e segundo graus, usando modelo nacional das entidades. § 1º - A autenticação de que trata o caput deste artigo deve ser mensal, condicionada à freqüência do estudante. § 2º - As carteiras terão validade de um ano. § 3º -VETADO.” Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Fica revogada a Lei n.º 611, de 06 de dezembro de 1993.

# LEI_859 $ Lei 859/95 K 859/95;Miquéias Paz;alteração;usufruto;benefício;entrada;estudante;estabelecimento;realização;espetáculo público;atividade artística;música ao vivo;circo;teatro;cinema;atividade social;divisão pública;lazer;atividade cultural;esporte;apresentação;carteira estudantil;autenticação;estabelecimento de ensino;UNE;DCE

# $ K

LEI Nº 860 DE 13 DE ABRIL DE 1995 (autor: Executivo Local) Dispõe sobre o parcelamento dos créditos de natureza tributária e não tributária da Fazenda Pública do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Os créditos pertencentes à Fazenda Pública do Distrito Federal, inscritos ou não em dívida ativa, ajuizados ou por ajuizar, poderão ser parcelados em até 36 (trinta e seis) meses, observado o disposto nesta Lei. § 1º - Na hipótese de créditos oriundos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU, do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA do Imposto sobre Transmissão "inter Vivos" de Bens Imóveis por Natureza ou Acessão Física e de Direitos Reais sobre Imóveis - ITBI, do Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" ou Doação de Bens e Direitos - ITCD e da Taxa de Limpeza Pública - TLP, observar-se-á o limite de 10 (dez) parcelas. § 2º - O disposto no § 1º deste artigo não se aplica às transmissões de bens e direitos decorrentes de doações, Art. 2º - Os créditos de natureza não tributária poderão ser parcelados em até 36 (trinta e seis) meses. Parágrafo Único - A consolidação do crédito far-se-á observado o Art. 6º desta Lei, salvo o disposto no seu § 4º. Art. 3º - As decisões sobre a concessão de parcelamento dos créditos incluem-se na competência: I - da Procuradoria Geral do Distrito Federal, relativamente aos créditos ajuizados e aos referentes a ressarcimento e indenizações à Fazenda Pública do Distrito Federal. II - da Secretaria de Fazenda e Planejamento, nos demais casos. Art. 4º - A concessão do parcelamento fica condicionada ao atendimento dos seguintes requisitos: III - pagamento de, no mínimo, 5% (cinco por cento) do valor total do crédito consolidado: IV - constituição de garantia de efetiva liquidação do parcelamento, na hipótese de contribuinte: a) submetido a concordata: b) com inscrição no Cadastro Fiscal do Distrito Federal cancelada, suspensa, baixada ou em processo de baixa; c) do ICMS, que tiver promovido a saída de todo o estoque de mercadorias; d) com o parcelamento superior a 12 (doze) meses. Art. 5º - A garantia referida no inciso lI do artigo anterior consistirá em: V - penhora de bens oferecidos pelo devedor ou por terceiros, nos autos da execução judicial; VI - fiança bancaria ou garantia de qualquer outro tipo;

# LEI_860 $ Lei 860/95 K 860/95;Executivo;disposição;parcelamento;crédito, tributário;Fazenda Pública (DF);dívida ativa;prazo;IPTU;IPVA;ITBI;ITCD;taxa de lixo;aplicação;bens;direitos;doação;consolidação;crédito;Procuradoria Geral (DF);Secretaria de Fazenda e Planejamento (DF);garantia;liquidação;contribuinte;concordata;cadastro fiscal (DF);ICMS;penhora;bens;execução judicial;fiança bancária;proprietário;sócio;administrador;fiador;crédito;consolidação;UPDF;juros;saldo devedor;inadimplência;confissão extrajudicial;código de processo civil;pagamento;parcela;BRB;vencimento;multa;cancelamento;cobrança judicial;ajuizamento;dívida ativa;ISS;beneficiário

§ 1º - A garantia da liquidação do crédito parcelado será prestada mediante termo em que os proprietários, sócios ou administradores se comprometam como fiadores e principais pagadores; § 2º - Qualquer das formas de garantia mencionada neste artigo deverá ser suficiente para cobrir o montante do crédito consolidado. Art. 6º - Por crédito consolidado compreende-se o total da dívida atinente ao pedido de parcelamento, computados os encargos e acréscimos legais vencidos até a data da consolidação. monetariamente atualizado. § 1º - A consolidação do crédito não exclui a posterior verificação de sua exatidão e a cobrança de eventuais diferenças. § 2º - O crédito de que trata este artigo será expresso em quantidades de Unidade Padrão do Distrito Federal - UPDF, mediante divisão pelo valor da UPDF do dia em que se efetuar a consolidação, com aproximação de milésimos. § 3º - O valor de cada parcela será apurado mediante a divisão do valor a que se refere o parágrafo anterior, peio número de prestações concedidas. § 4º - O valor mínimo de cada parcela não poderá ser inferior a 2 (duas) UPDF do mês da concessão do parcelamento, no caso de pessoa jurídica, e 1 (uma) UPDF, no caso de pessoa física ou microempresa. § 5º - Cada parcela mensal será acrescida, por ocasião do pagamento, de juros de 1% (um por cento) ao mês ou fração, contados a partir do mês seguinte àquele em que o parcelamento houver sido concedido. § 6º - O valor do pagamento a que se refere o inciso I do Art. 4º será deduzido do valor total do crédito objeto do parcelamento. Art. 7º - O crédito líquido e certo do contribuinte para com a Fazenda Pública do Distrito Federal, verificado a qualquer tempo, será compensado, total ou parcialmente, com: VII - o valor do crédito consolidado, caso a verificação tenha sido anterior à decisão sobre o parcelamento. VIII - o valor do saldo devedor, quitando-se as parcelas a partir da última, na hipótese de parcelamento já deferido. Art. 8º - É vedada a concessão: IX - de parcelamento, quando o contribuinte estiver em débito decorrente de igual benefício cancelado por inadimplência: X - de mais de dois parcelamentos, por tributo, concomitantemente, observadas as competências citadas pelo Art. 3º, incisos I e II; XI - de parcelamento, referente a tributo devido por contribuinte na qualidade de substituto ou responsável pela retenção; XII - de parcelamento, ao contribuinte com igual benefício em atraso. Art. 9º - O pedido de parcelamento da dívida constitui confissão extrajudicial irretratável, nos termos dos arts, 348, 353 e 354, do Código de Processo Civil. Art. 10 - As parcelas serão pagas mensalmente nas agências do Banco de Brasília S/A. - BRB, vencendo-se a primeira 30 (trinta) dias após o deferimento. § 1º - Para efeito de pagamento, o valor de cada parcela será determinado mediante a multiplicação da quantidade de UPDF indicada na parcela, pelo valor da UPDF do dia do pagamento, sem prejuízo do disposto no § 5º do Art. 6º. § 2º - A parcela não paga até o dia do vencimento será acrescida, ainda, da muita de 10% (dez por cento). Art. 11 - A falta de pagamento de 3 (três) parcelas consecutivas, ou de 1 (uma) parcela por mais de 90 (noventa) dias, acarretará o vencimento do crédito e o cancelamento do parcelamento, Parágrafo Único - O saldo devedor remanescente será objeto de prosseguimento da

cobrança judicial de ajuizamento ou de inscrição em Dívida Ativa, conforme o caso. Art. 12 - Esta Lei não se aplica ao pagamento em quotas ou parcelas previstas pela legislação específica, estabelecidas por ocasião do lançamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA, Imposto sobre a Transmissão 'lnter - Vivos' de Bens Imóveis por Natureza ou Acessão Física e de Direitos Reais sobre Imóveis - ITBI, Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" ou Doação de Bens e Direitos - ITCD e da Taxa de Limpeza Pública - TLP. Art. 13 - Desde que requeridos no prazo de 90 (noventa) dias a contar da publicação desta Lei, poderão ser objeto de parcelamento os débitos referentes a: XIII - ICMS, vencidos até 31 (trinta e um) de dezembro de 1993, em até 96 (noventa e seis) meses. XIV - ISS, vencidos até 31 (trinta e um) de dezembro de 1994, em até 60 (sessenta) meses, Art. 14º - Ficam convalidados os parcelamentos concedidos até a publicação desta Lei, com pagamentos em dia. Art. 15º - Os parcelamentos concedidos com base nesta Lei serão publicados no Diário Oficial do Distrito Federal, com indicação do nome do beneficiário, natureza e valor do crédito consolidado e quantidade de parcelas. Art. 16º - O Poder Executivo editará os atos necessários ao cumprimento desta Lei. Art. 17º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 18º - Revogam-se as disposições em contrário.

# $ K

LEI Nº 861 DE 28 DE ABRIL DE 1995 (autor: Executivo Local) Cria as 6ª e 33ª Delegacias de Polícia no âmbito da Polícia Civil do Distrito Federal e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Ficam criadas na estrutura da Polícia Civil do Distrito Federal, a 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá, e a 33ª Delegacia de Polícia, em Santa Maria, órgãos de direção superior, diretamente subordinados à Coordenação de Polícia Circunscricional. Art. 2º - À 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, no âmbito de suas circunscrições, compete: I - apurar a autoria e a materialidade das infrações penais, através das funções de polícia judiciária; II - realizar e participar de operações policiais destinas a prevenir e reprimir as infrações penais de qualquer natureza; III - promover a fiscalização das casas de diversões públicas, de eventos artísticos, desportivos e de lazer, adotando as providências legais cabíveis, quando constatar irregularidades que coloquem em risco a ordem pública, a incolumidade das pessoas e do patrimônio; IV - dirigir, coordenar e controlar a execução das atividades das Seções de Investigações, de Vigilância e Operações, de Acidentes de Veículos, de Apoio Administrativo, de Informática e do Cartório. Art. 3º - Ficam criadas na estrutura da 6ª Delegacia de Polícia e da 33ª Delegacia de Polícia as seguintes unidades orgânicas: I - Seção de Investigações Criminais; II - Seção de Vigilância e Operações; III - Seção de Acidentes de Veículos; IV - Seção de Apoio Administrativo; V - Seção de Informática; VI - Cartório. Art. 4º - A Seção de Investigações Criminais, órgão executivo, diretamente subordinado à 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, compete: I - realizar investigações, veladas ou não, destinadas a elucidar as infrações penais ocorridas na circunscrição da Delegacia; II - elaborar relatórios das investigações realizadas. Art. 5º - A Seção de Vigilância e Operações, órgão executivo, diretamente subordinado à 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, compete: I - planejar e executar o policiamento civil, mediante diligências e operações, com vistas a
# LEI_861 $ Lei 861/95 K 861/95;Executivo;criação;organização administrativa;polícia;polícia, Civil;delegacia de polícia;cidade satélite;Paranoá;Santa Maria;infração penal;polícia, judiciária;fiscalização;divisão pública;atividade artística;desportiva;lazer;irregularidade;ordem pública;incolumidade;pessoas;patrimônio;coordenação;seção;investigação policial;vigilância;operação;acidente de trânsito;apoio administrativo;informática;cartório;competência;circunscrição;policiamento;civil;custódia;preso;responsabilidade;oficina;mec ânica;agência;automóvel;comércio varejista de peças e assessório para veículos;procedência;apuração;infração;autorização;conserto;manutenção;acervo documental;guarda;objeto;documento;arma;apreensão;posto de identificação;colheita;impressão digital;identificação criminal;carteira de identidade;atestado de bons antecedentes;regimento;normas gerais

prevenir e reprimir as infrações penais de qualquer natureza; II - proceder o controle, a vigilância, a movimentação e a custódia dos presos, enquanto permanecerem na responsabilidade da Delegacia; III - fiscalizar oficinas mecânicas, agências de automóveis, comércio de peças usadas e estabelecimentos congêneres, com o fim de verificar a origem das peças, procedência de veículos e verificação da numeração de chassis e documentos veiculares, quanto à detecção de irregularidades. Art. 6º - À Seção de Acidentes de Veículos, órgão executivo, diretamente subordinado à 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, compete: I - realizar diligências visando a apuração de infrações penais de trânsito; II - fiscalizar oficinas de lanternagem e pintura e estabelecimentos que comercializem veículos automotores, visando identificar veículos envolvidos em acidentes de tráfego; III - expedir autorização para conserto de veículos envolvidos em acidentes. Art. 7º - A Seção de Apoio Administrativo, órgão executivo, diretamente subordinado à 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, compete: I - receber, registrar e expedir a correspondência da Delegacia e controlar a tramitação de documentos; II - elaborar e controlar escalas de serviço, férias e licença de pessoal; III - arquivar e manter o acervo documental e bibliográfico de interesse específico da unidade policial. Art. 8º - À Seção de Informática, órgão executivo, diretamente subordinado à 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, compete: I - administrar o uso dos equipamentos nas unidades; II - executar a rotina de backup em todos os equipamentos pertencentes à unidade e sempre ao seu término executar rotina de teste; III - manter os equipamentos em bom estado de conservação e limpeza; IV - fazer manutenção periódica nos equipamentos, para controlar o espaço em disco e evitar a instalação de softwares piratas nos mesmos; V - criar rotinas visando evitar o uso indiscriminado de disquetes infectados por vírus; VI - propor a instalação de novos softwares; VII - acompanhar a instalação de novos aplicativos nos equipamentos da unidade; VIII - efetuar a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos; IX - solicitar o material de consumo necessário, à Divisão de Informática da PCDF; X - manter, em local seguro e apropriado, os seus backup's; XI - manter registro dos equipamentos de informática da unidade, controlando o tombamento e número de série; Xll - manter os softwares e seus manuais sob sua guarda e responsabilidade, inclusive disquetes de instalação e de reposição; XIII - desempenhar outras atribuições que se enquadrem no âmbito de sua competência. Art. 9º - Ao Cartório, órgão executivo, diretamente subordinado à 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, compete: I - elaborar os procedimentos relativos a inquéritos policiais, investigações policiais preliminares e sindicâncias administrativas da competência da Delegacia; II - zelar pela guarda de objetos, documentos, valores, instrumentos e armas apreendidas ou arrecadadas, vinculadas a ocorrência, inquéritos e demais procedimentos policiais; III - desempenhar outras atividades determinadas pela autoridade policial. Art. 10 - Fica o Poder Executivo autorizado a criar na 6ª DP e na 33ª DP um Posto de Identificação, órgão executivo, diretamente subordinado ao Instituto de Identificação da Coordenação de Polícia Técnica da Polícia Civil do Distrito Federal, cabendo-lhe: I - proceder à colheita de impressões digitais com vistas à instrução dos processos de fornecimento de carteira de identidade e atestado de antecedentes;

II - promover a tomada de impressões digitais destinadas á identificação criminal de pessoas indiciadas em inquéritos policiais instaurados pela autoridade policial; III - receber, conferir e preencher os boletins de identificação criminal e monodactilar, inclusive as impressões papilares. Art. 11 - Além da competência estabelecida nesta Lei, aplica-se à 6ª Delegacia de Polícia e à 33ª Delegacia de Polícia, a legislação específica em vigor e, no que couber, as disposições contidas no Regimento e nas Normas Gerais de Ação da Polícia Civil do Distrito Federal. Art. 12º - Ficam criadas, na forma do Anexo I, funções dos Grupos de Direção Função de Gerenciamento e Direção Função de Assessoramento. Parágrafo Único - As funções serão distribuídas de acordo com os Anexos II e III. Art. 13º - As despesas decorrentes desta Lei correrão à conta do Orçamento do Distrito Federal. Art. 14º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 15º - Revogam-se as disposições em contrário.

# $ K

LEI Nº 862 DE 08 DE MAIO DE 1995. (autor: deputado Tadeu Roriz) Cria o Museu Ezechias Heringer no Parque do Guará e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica criado o Museu Ezechias Heringer no Parque do Guará para abrigar todo o acervo literário, científico, iconográfico e botânico do pesquisador, bem como objetos e aparelhos usados por ele no desenvolvimento do seu trabalho. Art. 2º - O acervo de que trata o artigo anterior deverá ser incorporado ao patrimônio do Museu, mediante doação voluntária e outras formas de aquisição. Art. 3º - Os recursos necessários para a instalação e funcionamento do Museu Ezechias Heringer constarão do orçamento da Região Administrativa do Guará (RA-10), que terá a responsabilidade pela sua administração. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_862 $ Lei 862/95 K 862/95;Tadeu Roriz;criação;museu;parque;cidade satélite;Guará;acervo;literário;científico;botânico;pesquisador;objeto;aparelho;desenvolvimento;trabalho;incorporação;patrimô nio;doação;voluntário;aquisição;recursos;instalação;funcionamento;orçamento;região administrativa;responsabilidade;administração

# $ K

LEI Nº 863 DE 17 DE MAIO DE 1995. (autor: Executivo Local) Cria área para construção da 44ª Delegacia de Polícia, no Setor de Mansões Park Way - SMPW.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - É criada Área Especial n.º 05, no Trecho 1/2, do Setor de Mansões Park Way - RA VIII, consubstanciada no Memorial Descritivo MDE 83/91, nas Normas de Edificação, Uso e Gabarito - NGB 83 /91 e no Projeto Urbanismo-Parcelamento - URB 83/91, aprovada pela Decisão n.º 44/92, do Conselho de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente - CAUMA. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_863 $ Lei 863/95 K 863/95;Executivo;criação;área;construção;delegacia de polícia;SMPW;memorial;normas de edificação;gabarito;projeto;urbanismo;parcelamento;solo;CAUMA

# $ K

LEI Nº 864 DE 17 DE MAIO DE 1995. (autor: Executivo Local) Aprova a Criação da Área Especial n.º 01, Setor Leste, Região Administrativa do Gama - RA II, destinada a Centro Comunitário.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica aprovada a Criação da Área Especial n.º O1, Setor Leste, entrequadras 46/47, Região Administrativa do Gama - RA II, destinada a Centro Comunitário, consubstanciada no Projeto Urbanismo-Parcelamento-URB 41/93, no Memorial Descritivo - MDE 41/92, conforme Decisão n9 48/92, do Conselho de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente - CAUMA. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_864 $ Lei 864/95 K 864/95;Executivo;aprovação;criação;área;região administrativa;cidade satélite;Gama;centro comunitário;projeto;urbanismo;parcelamento;solo;memorial;CAUMA

# $ K

LEI Nº 866 DE 25 DE MAIO DE 1995. (autor: Executivo Local) Fixa alíquotas do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, nas operações internas com os produtos que especifica.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - A alíquota do imposto sobre Operações Relativas Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de comunicação - ICMS, nas Operações internas com pneu recauchutado, é fixado, em 7% (sete por cento). Parágrafo Único - O disposto neste artigo só se aplica as Operações das industrias locais que celebrarem Termo de Acordo de Regime Especial com a Secretaria de Fazenda e Planejamento, atribuindo ao industrial a responsabilidade pela retenção e pelo recolhimento do ICMS devido nas subsequentes saídas ou entradas com destino ao ativo imobilizado ou ao consumo do adquirente. Art. 2º - Aplica-se a alíquota fixada na alínea “b” do inciso II do Art. 35 da Lei n.º 7, de 29 de dezembro 1988, com suas alterações, ás Operações internas das indústrias locais com móveis, mobiliário médico-cirúrgico e vestuário e seus acessórios, classificados nas posições 9401, 9402, 9403, 4418, 4203, 6101 a 6117 e 6201 a 6217, exceto as subposições 9401.10 e 9401.20 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias Sistema Harmonizado - NBM/SH, Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua Publicação, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do mês subsequente ao da publicação.

# LEI_866 $ Lei 866/95 K 866/95;Executivo;fixação;alíquota;ICMS;operação interna;pneumático;indústria;local;termo;acordo;Secretaria de Fazenda e Planejamento;móveis;cirurgia;vestuário

# $ K

LEI Nº 867 DE 25 DE MAIO DE 1995 (autora: deputada Maria José - Maninha) Cria o Serviço de Assistência Multiprofissional em Domicílio nas Regiões de Saúde do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica criada no Sistema Único de Saúde do Distrito Federal (SUS-DF) a modalidade de serviço denominada ATENÇÃO DOMICILIAR, destinada a prestar assistência médica em domicílio a pacientes residentes e domiciliados no Distrito Federal, observada as condições estabelecidos nesta Lei. Art. 2º - o funcionamento da ATENÇÃO DOMICILIAR reger-se-á, pelas seguintes normas: I - o local de atendimento será o domicílio do paciente; II - o deslocamento dos profissionais indicados dar-se-á de seu serviço de lotação até o local de atendimento; III - o serviço será prestado por equipe multiprofissional formada de acordo com as necessidades do paciente; IV - o atendimento deverá ser o mais abrangente possível dele constando no mínimo: a) atenção individual do paciente; b) elaboração de diagnóstico; c) encaminhamento, a quem de direito, dos problemas de origem familiar e domiciliar relacionados à situação original do paciente. Art. 3º - A ATENÇÃO DOMICILIAR desenvolverá ações de nível primário, secundário e terciário, encarregando-se de sua execução, no limite de seu território de atuação, os seguintes órgãos: I - Centro de Saúde, para os atendimentos de nível primário; II - Hospitais Regionais, para os atendimentos de nível secundário e atendimento de nível terciário; III - Hospitais de Referência, para os atendimentos de nível terciário. Art. 4º - Em cada Regional de Saúde será criado um SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM DOMICILIO (SAMED), encarregado da execução da ATENÇÃO DOMICILIAR e composto, no mínimo da seguinte equipe profissional: I - médico; II - enfermeiro; III - auxiliares de enfermagem; IV - agente administrativo; V - assistente social. Art. 5º - A admissão ao regime da ATENÇÃO DOMICILIAR exigirá sempre que o paciente: I - seja residente e domiciliado na área de abrangência da Regional de Saúde; II - seja avaliado previamente pela equipe multiprofissional responsável pelo SAMED; III - seja portador de enfermidade que, a critério do SAMED, lhe permita atendimento em domicílio, sem prejuízo da qualidade; IV - ofereça condições familiares e psicológicas propícias para que: a) seja observada a evolução de seu estado clínico; b) mantenha-se informada adequadamente a equipe responsável pelo seu tratamento; c) sejam cumpridas as determinações e seguidas as orientações médicas.
# LEI_867 $ Lei 867/95 K 867/95;Maria José;Maninha;criação;SUS;serviço;assistência Médica;domicílio;paciente;residência;unidade regional;saúde;SAMED

Art. 6º - Em caso de necessidade, o SAMED poderá acionar os serviços de outros profissionais e especialistas, lotados ou não , em sua Regional de Saúde, conforme dispuser regulamento a ser baixado pelo Poder Executivo. Art. 7º - O Poder Executivo regulamentara esta Lei no prazo de 30 (trinta) dias. Art. 8º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9º - Revogam-se as disposições em contrário.

# $ K

LEI Nº 868 DE 29 DE MAIO DE 1995. (autor: deputado José Edmar) Dispõe sobre a participação de entidades sem fins lucrativos nas campanhas de incremento da arrecadação tributária e da outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - O Poder Executivo credenciará entidades sociais, filantrópicas e religiosas sem fins lucrativos, legalmente constituídas e com sede no Distrito Federal, Interessadas no recebimento de notas fiscais e entrega de cupons de sorteio de prêmios nas campanhas, visando ao incremento da arrecadação tributaria. Art. 2º - O credenciamento das entidades interessadas, bem como, a gestão do número de cupons a serem distribuídos para cada uma, obedecerão aos critérios de antigüidade e de volume de serviços prestados à comunidade. Parágrafo Único - Terão preferência no credenciamento, entidades que atendam crianças e adolescentes carentes, as quais representarão, no mínimo, 5O% (cinqüenta por cento) do total das entidades credenciadas. Art. 3º - Caberá ao Poder Executivo definir a forma de remuneração das entidades devidamente credenciadas. Art. 4º - A publicidade dos atos, programas, obras e serviços realizados com a participação dos recursos previstos por esta Lei, assim como da própria campanha, devera ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem, ainda que indiretamente, promoção pessoal de autoridades e servidores públicos ou de pessoas vinculadas às entidades beneficiarias. Art. 5º - O Poder Executivo regulamentara esta Lei no prazo de 90 (noventa) dias a contar da data de sua publicação. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_868 $ Lei 868/95 K 868/95;José Edmar;participação;instituição beneficente;campanha;aumento;arrecadação;tributos

# $ K

LEI Nº 869 DE 31 DE MAIO DE 1995 (autor: Executivo Local) Altera o Anexo II da Lei 840, de 28 de dezembro de 1994, que cria cargos efetivos e em comissão, no Quadro de Pessoal da Fundação Educacional do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica alterado o Anexo ll, da Lei n.º 840, de 28 de dezembro de 1994, relativamente à denominação da Unidades de Ensino, na forma indicada no Anexo Único desta Lei. Art. 2º. - São extintos, automaticamente, os cargos em comissão existentes na Unidade de Ensino que tiveram ou venham a ter alteração de sua tipologia, consoante transformação inerente a sua denominação. Art. 3º. - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º. - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_869 $ Lei 869/95 K 869/95;Executivo;alteração;denominação;unidade;ensino;extinção;cargo em comissão

# $ K

LEI Nº 87O DE O5 DE JUNHO DE 1995. (autor: deputado Wasny de Roure) Autoriza o Poder Executivo do Distrito Federal a promover a desapropriação da área de terreno que menciona, situada na 6 ZRU 3, Região Administrativa de Planaltina e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte lei, Art. 1º - Fica o Poder Executivo do Distrito Federal autorizado a promover a desapropriação e a tomar as devidas providências quanto à fixação das famílias que residem na área abaixo descrita: I - Localização - localiza-se na Zona Oeste do Distrito Federal, 6 ZRU 3 da Administração Regional de Planaltina - RA VI, em terras da Fazenda Mestre D'Armas - gleba "C" destacada, na Área de Proteção Ambiental - APA do rio São Bartolomeu; II - Delimitação - inicia-se no marco n.º 01, cravado à margem da estrada e por esta, confrontando-se com terras da Fazenda Mestre D'Armas, de onde foi destacada, em rumo 81º30’00’’ por 33Om, até alcançar o marco n.º 89, cravado junto a cerca de arame e por esta em rumo 23º35’00’’ NE por 410m até alcançar o marco n.º 67, daí em rumo 66º25’00' NO por 100m até alcançar o marco n.º 61 e desta por mais 200m até o marco n.º 66, daí em rumo 47º05’00' NE por 191m até o marco n.º 18, cravado à margem da estrada e deste em rumo magnético de 02º50’00’’ SE por 681m até alcançar o marco n.º 01, ponto de partida deste memorial, conforme matrícula n.º 19.199 do Cartório do 3º Oficio do Registro de Imóveis do Distrito Federal. Art. 2º - O Poder Executivo para atendimento do disposto no Art. 1º deverá observar: I - as adaptações necessárias ao PDOT, Lei n.º 353, nos termos do Art. n.º 320 da Lei Orgânica do Distrito Federal; II - a compatibilização às condicionantes ambientais da Área de Preservação Ambiental do Rio São Bartolomeu; III - a observância dos critérios definidos pelas Leis n.º 6766/79 e 353/92. Art. 3º - O Poder Executivo fará gestações junto ao INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agraria, no sentido de obter a concordância referente à alteração da Zona Rural para Zona de Expansão Urbana, nos termos do Art. 53 da Lei n.º 6766/79. Art. 4º - VETADO Art. 5º - O valor da área a ser desapropriada será publicada no Diário Oficial do Distrito Federal, no prazo máximo de 30 (trinta) dias após sua desapropriação, especificado por direito e benfeitoria, acessões ou contratações. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_870 $ Lei 870/95 K 870/95;Wasny de Roure;desapropriação;área;região administrativa;planaltina;cidade satélite;fixação;família;residência;área de proteção ambiental;rio;São Bartolomeu;limitação;adaptação;plano diretor;ocupação;utilização;solo;zona rural;meio ambiente;equilíbrio ecológico;INCRA;valor;publicação

#

LEI Nº 870 DE 05 DE JUNHO DE 1995 Parte vetada pelo Governador do Distrito Federal e mantida pela Câmara Legislativa do Distrito Federal do Projeto que se transformou na Lei n.º 870, de 05 de junho de 1995, que "Autoriza o Poder Executivo do Distrito Federal a promover a desapropriação da área de terreno que menciona, situada na 6 ZRU 3, Região Administrativa de Planaltina e dá outras providências", na parte referente ao Art. 4º.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal manteve, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, promulgo na forma do § 6º, do Art. 74, da Lei Orgânica do Distrito Federal, a seguinte parte da Lei n.º 870, de 05 de junho de 1995: "Art. 4º - O Poder Executivo, no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da promulgação desta Lei, apresentará à Câmara Legislativa os planos, programas e projetos a serem elaborados ou modificados, e os demais elementos técnicos necessários ao cumprimento das finalidades previstas no Art. 2º e das formalidades constantes do Art. 3º desta Lei."

# VETO_870

# $ K

LEI Nº 871 DE 05 DE JUNHO DE 1995. (autor: deputado Marco Lima) Cria o Parque Recreativo do Setor "0" e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica criado o PARQUE RECREATIVO DO SETOR "O", na Região Administrativa IX Ceilândia, em área situada em frente ao Conjunto H, da QNO 01. Art. 2º - O PARQUE RECREATIVO DO SETOR "0" tem como objetivos principais: I - proporcionar o desenvolvimento de atividades culturais e educativas, que permitam a conscientização da comunidade sobre a conservação do Meio Ambiente; II - criação de condições para que a população usufrua do local como espaço de lazer e recreação em ambiente natural; III - preservar o ecossistema da área. Art. 3º - O Poder Executivo tomará, em 60 (sessenta) dias, as medidas legais que lhe são cabíveis para a implementação desta Lei. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_871 $ Lei 871/95 K 871/95;Marco Lima;criação;parque;lazer;região administrativa;Ceilândia;desenvolvimento;atividade cultural;atividade educativa;comunidade;preservação;meio ambiente

# $ K

LEI Nº 872 DE 07 DE JUNHO DE 1995 (autor: Executivo Local) Autoriza o Poder Executivo a abrir Credito Suplementar aos Orçamentos do Distrito Federal, para o exercício de 1995, no montante de R$ 229.646.750,00 (duzentos e vinte e nove milhões, seiscentos e quarenta e seis mil e setecentos e cinqüenta reais).

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir Crédito Suplementar aos Orçamentos do Distrito Federal (Lei n.º 846, de 04 de janeiro de 1995), para o exercício financeiro de 1995, no montante de R$ 229.646.750,00 (duzentos e vinte e nove milhões, seiscentos e quarenta e seis mil e setecentos e cinqüenta reais), para atender as programações orçamentarias conforme anexo II. Art. 2º - Os recursos necessários ao atendimento do credito constante do artigo anterior decorrerão: I - do Superávit Financeiro apurado em Balanço Patrimonial do exercício de 1994, no valor de R$ 20.055.759, 00 (vinte milhões, cinqüenta e cinco mil e setecentos e cinqüenta e nove reais), nos termos do Art. 43, § 1º inciso I, da Lei n.º 4.320, de 17 de março de 1964 ; II - do excesso de arrecadação proveniente de recursos do Tesouro, no valor de R$ 198.792.790,00 (cento e noventa e oito milhões, setecentos e noventa e dois mil e setecentos e noventa reais), nos termos do Art. 43, § 1º, inciso II, da Lei mencionada no inciso I, deste artigo; III - pelo excesso de arrecadação de receitas diretamente arrecadadas no valor de R$ 3.573.184,00 (três milhões, quinhentos e setenta e três mil e cento e oitenta e quatro reais), nos termos do Art. 43, § 1º, inciso II, da Lei mencionada no inciso I, deste artigo; IV - de anulação parcial de dotações orçamentarias, no valor de R$ 7.225.017,00 (sete milhões, duzentos e vinte e cinco mil e dezessete reais), nos termos do Art. 43, § 1º, inciso III, da Lei constante do inciso I, conforme anexo IIII Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_872 $ Lei 872/95 K 872/95;Executivo;autorização;Executivo;abertura;crédito, suplementar;orçamento;exercício financeiro;recursos;procedência;superávit;balanço patrimonial;excesso;arrecadação;recursos;tesouro estadual;anulação;dotação orçamentária

# $ K

LEI Nº 873 DE 07 DE JUNHO DE 1995 (autor: Executivo Local) Autoriza o Poder Executivo a abrir crédito especial no valor de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais).

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir crédito especial ao orçamento Fiscal do Distrito Federal (Lei n.º 846, de 4 de janeiro de 1995), no montante de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), para atender as programações constantes do Anexo I, desta Lei. Art. 2º - Os recursos necessários ao atendimento do crédito a que se refere o artigo anterior decorrerão de anulação parcial de dotação orçamentária, nos termos do Art. 43, § 1º, inciso III, da Lei n.º 4.320, de 17 de março de 1964, no valor de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), constantes do Anexo II. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_873 $ Lei 873/95 K 873/95;Executivo;autorização;Executivo;abertura;crédito, especial;orçamento fiscal;atendimento;programação;recursos;procedência;anulação;dotação orçamentária

# $ K

LEI Nº 874 DE JUNHO DE 1995 (autor: Executivo Local) Dispõe, nos termos do artigo 165 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sobre o Plano de Desenvolvimento Econômico e Social para o quadriênio 1995-1998 e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Esta Lei dispõe sobre o Plano de Desenvolvimento Econômico e Social para o quadriênio l995/l998, estabelecendo, para o período, as diretrizes gerais definindo os objetivos e políticas globais e setoriais que orientarão a ação governamental para a promoção do desenvolvimento sócio-econômico do Distrito Federal. Parágrafo Único - As diretrizes gerais, os objetivos e as políticas globais e setoriais a que se refere este artigo são especificadas no Anexo desta Lei observada a seguinte estruturação: a) Primeira Parte: O ponto de partida; b) Segunda Parte: A nova concepção de desenvolvimento; c) Terceira Parte: O aporte do Governo. d) Conclusão: A reinauguração de Brasília. Art. 2º - A presente Lei entrará em vigor na data de, sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_874 $ Lei 874/95 K 874/95;Executivo;plano;desenvolvimento econômico;diretrizes gerais;desenvolvimento social

# $ K

LEI Nº 875 DE 20 DE JUNHO DE 1995. (autor: Executivo Local) Dispõe sobre a concessão de abono especial aos integrantes da Carreira Magistério Público do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - E concedido aos integrantes da Carreira Magistério Publico do Distrito Federal abono especial fixo de R$ 140,00 (cento e quarenta reais) e R$ 280,00 (duzentos e Oitenta reais), respectivamente, para os servidores com carga horária de 20 (vinte) horas e 40 (quarenta) horas semanais de trabalho. Parágrafo Único - O disposto neste artigo aplica-se, também, aos inativos e aos integrantes do quadro suplementar da referida Carreira. Art. 2º - O abono a que se refere esta Lei, pago, exclusivamente, nos meses de junho, julho e agosto de 1995, não servirá de base de cálculo para concessão de adicionais e gratificações, nem será incorporado aos vencimentos dos servidores. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_875 $ Lei 875/95 K 875/95;Executivo;concessão;abono especial;cargo de carreira;magistério público;professor;carga horária;aposentado;quadro suplementar

# $ K

LEI Nº 876 DE 20 DE JUNHO DE195 (autor: Executivo Local) Dispõe, nos termos do artigo 166 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sobre o Plano Plurianual para o quadriênio 1996-1999 e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Esta Lei dispõe sobre o Plano Plurianual para o quadriênio 1996-1999, estabelecendo, para o período, as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública do Distrito Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes, e para as relativas aos programas de duração continuada. Parágrafo Único - As diretrizes, os objetivos, as metas e as despesas a que se refere este artigo são especificadas nos Anexos desta Lei, observada a seguinte estruturação: a) Anexo I - Tendências, Condicionantes, Fundamentos e Metodologia; b) Anexo II - Prioridades, Diretrizes e Programas; c) Anexo III - Diagnósticos, Objetivos, Diretrizes Setoriais e Metas; d) Anexo IV - Orçamento do Plano. Art. 2º - A lei de diretrizes orçamentárias, em cada exercício, procederá ao detalhamento das metas estabelecidas no Plano Plurianual para o quadriênio 1996-1999. § 1º - O Poder Executivo, por intermédio da Secretaria de Fazenda e Planejamento, deverá implantar o Sistema de Acompanhamento da Ação Governamental com vistas à avaliação da programação orçamentária anual e da execução físico-financeira das metas a que se refere este artigo. § 2º - Fica assegurado à Câmara Legislativa do Distrito Federal o acesso às informações do Sistema de Acompanhamento a que se refere o parágrafo anterior. Art. 3º - Os valores das despesas e das correspondentes necessidades de recursos, constantes do Anexo IV desta Lei, são orçados segundo preços vigentes em fevereiro de 1995. Parágrafo Único - Os valores, a que se refere este artigo, poderão ser corrigidos em conformidade com critérios de indexação estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias para o exercício de 1996 a 1999. Art. 4º - Revisões ou modificações do Plano Plurianual, de que trata esta Lei, se darão anualmente, com o mesmo prazo de encaminhamento do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, através de Lei especifica e ocorrerão quando se observar: I - a necessidade de ajustamento do Plano a alterações da realidade social, econômica e financeira do Distrito Federal; II - ao processo gradual de reestruturação do gasto público distrital. Art. 5º - Durante a vigência do Plano Plurianual para o quadriênio 1996-1999, as leis de diretrizes orçamentárias e as leis orçamentárias anuais, assim como os planos e programas setoriais que vierem a ser executados pela Administração Pública Distrital, deverão guardar coerência com as diretrizes, objetivos, diretrizes setoriais e metas, constantes dos Anexos II e III desta Lei, ressalvadas as alterações ocorridas nas revisões previstas no Art. 4º desta Lei. Art. 6º - O Poder Executivo apresentará à Câmara Legislativa do Distrito Federal, por ocasião da abertura de cada sessão legislativa, relatório do exercício anterior, contendo a avaliação do cumprimento de metas e consecução dos objetivos previstos no Plano Plurianual.
# LEI_876 $ Lei 876/95 K 876/95;Executivo;aprovação;plano plurianual;quadriênio;exercício financeiro seguinte;diretriz;administração, pública;detalhamento

§ 1º - A Câmara Legislativa poderá solicitar a instalação de audiências públicas para os programas considerados prioritários ao desenvolvimento sócio-econômico do Distrito Federal. § 2º - O primeiro relatório deverá ser apresentado por ocasião da abertura da sessão legislativa de 1997. Art. 7º - A presente Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.

# $ K

LEI Nº 877 DE 28 DE JUNHO DE 1995. (autor: deputado Rodrigo Rollemberg) Dispõe sobre a manutenção de linhas de ônibus no período noturno e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica instituída a obrigatoriedade, no Distrito Federal, da manutenção do transporte coletivo no período noturno, em freqüência não superior a 90 (noventa) minutos, nas linhas de maior demanda de passageiros. Parágrafo Único - Para os efeitos do disposto nesta Lei, considera-se período noturno aquele compreendido entre 23 (vinte e três) horas de um dia e as 6 (seis) horas do dia seguinte. Art. 2º - A Secretaria de Transportes regulamentara em 45 (quarenta e cinco) dias, contados da publicação desta Lei: I - as freqüências mínimas de cada linha; II - os seus horários; III - os critérios para a alternância das empresas que operem concomitantemente mesma linha. Parágrafo Único - As linhas de maior demanda passageiros serão definidas pela Secretaria de Transporte após levantamento estatístico e estudos de sua viabilização econômica. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_877 $ Lei 877/95 K 877/95;Rodrigo Rollemberg;regulamentação;manutenção;linha de ônibus;período noturno;obrigatoriedade;transporte coletivo;freqüência;demanda;passageiro;horário;critérios;empresa;Secretaria de Transportes

# $ K

LEI Nº 878 DE 29 DE JUNHO DE 1995 (autor: Executivo Local) Estabelece benefício de dilatação do prazo de pagamento do ICMS para projetos industriais ou agroindustriais que contenham inovações tecnológicas.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Secretário de Fazenda Planejamento autorizado a conceder dilação do prazo de pagamento em até 24 (vinte e quatro) meses do Imposto sobre Operações Relativas á Circulação de Mercadorias e sobre Prestações Relativas a de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo a operações - próprias a projetos industriais ou agro-industriais que comprovadamente, contenham inovações tecnológicas. § 1º - os projetos de que trata o “caput” deste artigo deverão dar entrada na Secretaria de Indústria e Comércio que publicará relação das empresas solicitantes, encaminhando-os em seguida ao Conselho de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, para aprovação. § 2º - os projetos de ampliação deverão conter incremento mínimo de 50% (cinqüenta por cento) da capacidade produtiva. § 3º - os projetos de relocalização da unidade produtiva deverão ser implantados em áreas prioritárias previamente definidas. § 4º - Os Projetos de empresas já instaladas no Distrito Federal, para implantação de novos empreendimentos com finalidade diferente do projeto anterior, enquadram-se como projetos de implantação. § 5º - O disposto neste artigo só se aplica a empreendimentos que promovam, cumulativamente, a geração de empregos a segurança e a saúde do trabalhador. § 6º - Somente fará jus ao beneficio de que trata este artigo a empresa que comprovar a inexistência de débitos constituídos de qualquer natureza definitivamente, constituídos, junto à Fazenda Pública do Distrito Federal, e de qualquer de seus sócios. § 7º - o ato concessivo indicará os produtos objeto do tratamento favorecido de que trata a Lei de acordo com a classificação da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH. § 8º - Para os efeitos desta Lei, considera-se: I - Projeto de Ampliação, aquele que objetiva o aumento da capacidade instalada da empresa, sem diversificação da produção, independentemente de haver ou não, relocalização das atividades produtivas; II - Projeto de Implantação aquele que propicia a criação de um novo empreendimento industrial, considerando-se, no caso de empresa já instalada no Distrito Federal, exclusivamente os produtos diferenciados da produção anterior, classificados na forma do § 7º deste artigo. Art. 8º - A fruição do benefício de dilação do prazo do ICMS poderá ser de até 5 (cinco) anos, observados os seguintes percentuais aplicáveis sobre o imposto devido no período de apuração: I - 1º ano - até 75% (setenta e cinco por cento); II - 2º ano - até 70% (setenta por cento); III - 3º ano - até 65% (sessenta e cinco por cento); IV - 4º ano - até 60% (sessenta por cento);
# LEI_878 $ Lei 878/95 K 878/95;Executivo;concessão;benefício;prorrogação;prazo;pagamento;ICMS;projeto industrial;agroindústria;inovação;tecnologia;projeto;Secretaria de Indústria e Comércio;CONDEC;aprovação;projeto;ampliação;relocalização;implantação;definição;concessão;empresa;requisitos;Secretari a de Fazenda e Planejamento;normas

V - até 50% (cinqüenta por cento); § 1º - O imposto devido no período de apuração e não abrangido pelo benefício será recolhido de acordo com os prazos normais fixados pela legislação. § 2º - O valor do imposto devido pelo incentivo será atualizado monetariamente a partir do primeiro dia do mês subsequente ao período de apuração pela aplicação de percentual equivalente a 50% da variação da Unidade Padrão do Distrito Federal. § 3º - Serão considerados definitivamente constituídos os débitos decorrentes das parcelas incentivadas. § 4º - Na hipótese prevista no § 1º deste artigo, a parcela do ICMS a ser recolhida no prazo normal, deverá ser, no mínimo, igual à medida aritmética, em valores constantes, do imposto recolhido nos 24 (vinte e quatro) meses precedentes ao pedido de benefício, ou no período de atividade da empresa no Distrito Federal, se inferior a vinte e quatro meses Art. 3º - Na concessão do benefício de que trata esta Lei deverão ser observados, sem prejuízo de outras considerações, a evolução da receita do Distrito Federal, efetivo interesse do empreendimento para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal e o desempenho da empresa solicitante quanto ao cumprimento de seus deveres fiscais do Distrito Federal Art. 4º - A dilação concedida para pagamento do ICMS não gera direito adquirido e será declarada nula suspensa ou revogada, se não cumpridas as obrigações que vierem da concessão do beneficio, ou decorrentes de quaisquer obrigações tributárias definitivamente constituídas. Art. 5º - Fica vedada a concessão, para um mesmo projeto, do benefício desta Lei e do previsto na letra “b” do inciso II do Art. 2º da Lei n.º 409, de 15 de janeiro de 1993. Parágrafo Único - As empresas a que se refere este artigo poderão optar pela dilação do prazo de que trata esta Lei, desde que formalizem desistência do benefício anteriormente concedido. Art. 6º - A Secretaria de Fazenda e Planejamento e a Secretaria de Industria e Comércio editarão as normas necessárias à implementação do disposto nesta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data de sua publicação. Art. 7º - Esta Lei entrara em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.