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LEI Nº 1.042 DE 01 DE ABRIL DE 1996
(autor: deputado Benício Tavares)

Prescreve a obrigatoriedade de todos os elevadores instalados em prédios públicos ou particulares de Brasília disporem de caracteres em alto-relevo, para utilização por portadores de deficiência visual. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - É obrigatória a utilização de caracteres em alto-relevo nos comandos de acionamento de elevadores instalados em todos os prédios públicos ou privados do Distrito Federal. Parágrafo Único - Os responsáveis pelos prédios de que trata este artigo têm o prazo de cento e oitenta dias para o cumprimento do disposto nesta Lei. Art. 2º - O prédio que não se adaptar às prescrições constantes do artigo anterior terá seus elevadores interditados até que a Lei seja cumprida. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro do exercício financeiro subseqüente. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1042 $ Lei 1.042/96 K 1.042/96;Benício Tavares;deficiente físico;elevador;instalação;prédio;dispositivos;utilização;cego;obrigatória

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LEI Nº 1.043 DE 01 DE ABRIL DE 1996. (autor: deputado Pedro Celso) Determina a apresentação de Programa de Prevenção de Acidentes do Trabalho no Distrito Federal e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - As pessoas jurídicas, no âmbito do Distrito Federal, que exercem atividades com risco potencial à segurança e à saúde dos trabalhadores devem apresentar Programa de Prevenção de Acidentes no Trabalho. § 1º - O Programa de Prevenção de Acidentes no Trabalho a que se refere o caput deste artigo será elaborado por um profissional especializado em segurança do trabalho, regularmente inscrito no conselho de sua classe profissional. § 2º - Fica a Secretaria do Trabalho do Distrito Federal, ouvido o respectivo conselho de classe, responsável pela fixação de critérios para definição do que venha a ser atividade com risco potencial à segurança e à saúde dos trabalhadores. Art. 2º - Devem constar no Programa de Prevenção de Acidentes as várias etapas da atividade, tipos de máquinas e equipamentos de segurança a serem utilizados individual e coletivamente, bem como os métodos de trabalho a serem desenvolvidos. Art. 3º - O Poder Público do Distrito Federal não dará automação para o exercício da atividade sem que haja o cumprimento das exigências previstas nesta Lei. Art. 4º - Esta Lei não desobriga o cumprimento da legislação em vigor sobre segurança e medicina do trabalho. Art. 5º - O descumprimento do disposto nesta Lei implica, cumulativamente, as seguintes penalidades: I - advertência; II - muita de 30 (trinta) UPDF ao dia; III - suspensão da atividade. Art. 6º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias contados de sua publicação. Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1043 $ Lei 1.043/96 K 1.043/96;Pedro Celso;acidente do trabalho;apresentação;programa;prevenção;acidente de trabalho;pessoa jurídica;realização;atividade;riscos;segurança;saúde;trabalhador;Programa de Prevenção de Acidentes do Trabalho;Programa de Prevenção de Acidentes do Trabalho, elaboração do;técnico;segurança do trabalho;inscrição;conselho;Secretaria de Trabalho;responsabilidade;fixação;critérios;definição;atividade;riscos;segurança;saúde;trabalhador;descumprimento;punição;l egislação;segurança;medicina do trabalho

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LEI Nº 1044 DE 01 DE ABRIL DE 1996. (autor: deputado Tadeu Filippelli) Institui a obrigatoriedade de admissão de idosos pela porta da frente nos veículos componentes do Sistema de Transporte Coletivo do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Os portadores de identificação legal como idosos maiores de sessenta e cinco anos terão acesso aos veículos integrantes do Sistema de Transporte Coletivo pela porta da frente. § 1º - As concessionárias de serviço de transporte coletivo do Distrito Federal, em cumprimento do caput, reservarão ainda três assentos preferenciais para idosos maiores de sessenta e cinco anos, na parte anterior dos veículos, junto à catraca, nos veículos em uso preexistentes à data de publicação desta Lei. § 2º - A configuração dos veículos que vierem a integrar as frotas de concessionárias do serviço de transporte coletivo do Distrito Federal levará em consideração o disposto nesta Lei. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1044 $ Lei 1.044/96 K 1.044/96;Tadeu Filippelli;transporte coletivo;velho;obrigatoriedade;admissão;velho;entrada;veículos;sistema de transportes;reserva;assento

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LEI Nº 1.045 DE 01 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado Jorge Cauhy) Dispõe sobre edificação de monumento com busto de Saburo Onoyama, em área que especifica.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Será edificado um monumento com o busto de Saburo Onoyama, à entrada do Parque Vivencial Saburo Onoyama, antigo Parque Vivencial de Taguatinga, em homenagem póstuma ao fundador e preservador do meio ambiente onde viveu, tornado área de interesse ecológico pelo Decreto nº 11.467, de 6 de março de 1989, ARIE, RA-III. Art. 2º - As despesas decorrentes desta Lei correm à conta do Orçamento do Distrito Federal, unidade orgânica Taguatinga. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1045 $ Lei 1.045/96 K 1.045/96;Jorge Cauhy;homenagem;costrução;monumento;fundador;preservação;meio ambiente;área;interesse;ecologia;região administrativa;Taguatinga;Saburo Onoyama

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LEI Nº 1.046 , DE 10 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado César Lacerda) autoriza a criação de cemitério público na Região Administrativa de Santa Maria - RA XIII - e dá outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - É autorizada a criação de cemitério público na Região Administrativa de Santa Maria RA XIII. Art. 2º - O Poder Executivo determinará, depois de ouvida a comunidade em audiência pública, área apropriada para a implantação do cemitério de que trata o artigo anterior. Art. 3º - O cemitério de que trata esta Lei será implantado após a realização de estudos técnicos que qualifiquem o solo da área escolhida. Art. 4º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias de sua publicação. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1046 $ Lei 1.046/96 K 1.046/96;César Lacerda;cemitério;cemitério, autorização;cemitério, criação;região administrativa;Santa Maria;Executivo;comunidade;audiência pública;determinação;cemitério, área;cemitério, implantação;estudo técnico;qualificação;solo

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LEI Nº 1.047, DE 10 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado José Edmar) Cria o Programa de Responsabilidade Solidária para Segurança no Trânsito do Distrito Federal e dá outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica criado o Programa de Responsabilidade Solidária para Segurança no Trânsito do Distrito Federal - TRANSEGURO, que tem por finalidade contribuir com a educação para a segurança no trânsito. Art. 2º - A todo cidadão, motorista habilitado, é dado o direito de comunicar às autoridades responsáveis pelo trânsito do Distrito Federal a ocorrência de infração cometida por condutor de veículo que ponha em risco sua segurança ou a de terceiros. Art. 3º - A comunicação da infração pode ser efetuada por escrito ou por telefone ao Departamento de Trânsito do Distrito Federal - DETRAN, devendo o informante identificar-se por seu nome correto e número da carteira de habilitação. § 1º - A identificação do informante da infração é de uso exclusivo do DETRAN, vedada sua divulgação a qualquer título, sob pena de responsabilidade. § 2º - A comunicação de infração deve conter, pelo menos, as seguintes informações: I - placa do veículo infrator; II - marca ou modelo e cor do veículo infrator; III - dia, hora e local de infração; IV especificação da infração. Art. 4º - Recebida a comunicação de infração, o órgão responsável estabelecerá métodos e critérios para apurar a procedência do comunicado e determinará ações que visem coibir a repetição do fato. Art. 5º O DETRAN, verificada a procedência e consistência da comunicação, expedirá notificação de advertência ao proprietário do veículo infrator, com os dados especificados no § 2º do art. 3º desta Lei, bem como com orientação de evitar que a infração se repita. Art. 6º - O DETRAN promoverá ampla e específica campanha sobre este programa, com recursos do orçamento de publicidade do Governo do Distrito Federal. Art. 7º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias. Art. 8º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
# LEI_1047 $ Lei 1.047/96 K 1.047/96;José Edmar;trânsito;criação;criação, trânsito;programa;responsabilidade;solidariedade;segurança;objetivo;objetivo, trânsito;educação;educação, trânsito;cidadão;motorista;direito;notificação;transito, autoridade;ocorrência;infração;condutor;veículo automotor;riscos;segurança;notificação;infração;DETRAN;identificação do informante;identificação do informante, Carteira Nacional de Habilitação;identificação do informante, proibição de divulgação;conteúdo;placa;Programa de Rsponsabilidade Solidária

Art. 9º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1.048, DE 10 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado Jorge Cauhy) autoriza a utilização de gás natural em veículos rodoviários automotores do Distrito Federal.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica permitido o uso de gás natural em veículos rodoviários automotores do Distrito Federal Art. 2º - Os veículos que utilizem gás natural deverão ser equipados de acordo com as normas técnicas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial -INMETRO. Parágrafo Único - A alteração de características originais dos veículos, de modo a adequá-los à utilização do gás natural, fica sujeita à prévia autorização do órgão competente do Distrito Federal. Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1048 $ Lei 1.048/96 K 1.048/96;Jorge Cauhy;veículo automotor;veículo automotor, autorização;gás natural;gás natural, utilização;equipamentos;normas técnicas;INMETRO

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LEI Nº 1.049 , DE 10 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado César Lacerda) autoriza o Governo do Distrito Federal a construir feira permanente na Região Administrativa de Santa Maria RA XIII - e dá outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Governo do Distrito Federal autorizado a construir uma feira permanente na Região Administrativa de Santa Maria - RA XIII. Art. 2º - A feira de que trata o artigo anterior será construída em área de fácil acesso ao público. Art. 3º - Os feirantes que comercializam nas feiras livres de Santa Maria têm preferência na obtenção dos boxes da feira permanente. Art. 4º - O Governo do Distrito Federal regulamentará esta Lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias de sua publicação. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1049 $ Lei 1.049/96 K 1.049/96;César Lacerda;comércio;autorização;GDF;construção;feira permanente;região administrativa;Santa Maria;feira permanente, construção;feira permanente, área;facilidade;acesso;comerciante;feira livre;preferência

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LEI Nº 1.050, DE 09 DE ABRIL DE 1996 Altera a Lei nº 289, de 3 de julho de 1992, fixando nova composição do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Inclua-se no art, 5º, I, da Lei nº 289, de 3 de julho de 1992, a alínea g com a seguinte redação: "g - de Turismo." Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1050 $ Lei 1.050/96 K 1.050/96;Executivo;composição;CONDEC

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LEI Nº 1051, DE 22 DE ABRIL DE 1996. (autor: deputado Luiz Estevão) Dispõe sobre a comercialização de preservativos masculinos de látex de borracha no Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica autorizada a comercialização de preservativos masculinos de látex de borracha, em todo e qualquer estabelecimento comercial do Distrito Federal, extensível a bancas de jornais e floriculturas, independentemente da finalidade constante do contrato social e das atividades deferidas no alvará de funcionamento. Art. 2º - Os preservativos masculinos devem ser apresentados em embalagens aprovadas pelos órgãos de saúde pública, exibidos em local visível porém não expostos a condições ambientais que possam afetar a integridade dos mesmos. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1051 $ Lei 1.051/96 K 1.051/96;Luiz Estevão;educação, sexual;comercialização;preservativo;extensão;banca de jornal;floricultura;preservativo, apresentação;embalagem;aprovação;saúde pública

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LEI Nº 1052, DE 22 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado João de Deus) Dispõe sobre a exclusividade de gerenciamento administrativo e de operacionalização das aeronaves destinadas à segurança pública, por servidores dos órgãos de Segurança do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - É exclusividade dos servidores civis e militares pertencentes aos quadros dos órgãos de Segurança (Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal) o gerenciamento administrativo e a operacionalização de aeronaves destinadas à segurança pública no Distrito Federal. Art. 2º - É vedada a contratação, a qualquer título, pelo Governo do Distrito Federal, de pessoal civil ou militar, não pertencente aos quadros dos órgãos de Segurança Pública do Distrito Federal, para o gerenciamento administrativo e para o exercício de atividades aéreas que envolvam ações ou missões de polícia ou de bombeiro militar. Parágrafo Único - O disposto no caput deste artigo não se aplica aos mecânicos de aeronaves, que poderão ser contratados, de acordo com as necessidades e até que os órgãos de Segurança disponham de pessoal próprio, habilitado para o exercício daquelas funções. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1052 $ Lei 1.052/96 K 1.052/96;João de Deus;segurança pública;exclusividade;administração;operação;aeronave;objetivo;servidor;segurança;exclusividade;servidor;civil;militar;políci a, Civil;polícia, Militar;Corpo de Bombeiros;administração;operação;segurança pública, aeronaves;exceção;mecânico;contratação;necessidade

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LEI Nº 1.053, DE 22 DE ABRIL DE 1996. (autor: deputado Wasny de Roure) Cria o Parque Ecológico e Vivencial da Vila Varjão, na RA XVIII - Região Administrativa do Lago Norte e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica criado o Parque Ecológico e Vivencial da Vila Varjão, na Região Administrativa do Lago Norte - RA XVIII. Parágrafo Único - O Poder Executivo definirá a poligonal do parque referido no caput deste artigo. Art. 2º - O Poder Executivo, no prazo de cento e oitenta dias de sua publicação, regulamentará esta Lei. Art. 3º - As despesas da aplicação desta Lei serão cobertas por recursos do tesouro alocados aos órgãos competentes. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1053 $ Lei 1.053/96 K 1.053/96;Wasny de Roure;ecologia;ecologia, criação;parque ecológico;região administrativa;Lago Norte

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LEI Nº 1.054, DE 29 DE ABRIL DE 1996. (autor: deputado Daniel Marques) Dispõe sobre o uso dos lotes da Vila Nossa Senhora de Fátima, situada no Setor Norte da Região Administrativa de Planaltina, no Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica estabelecido o uso misto - comercial, de serviços e residencial - para os lotes de esquina e contra-esquina das quadras da Vila Nossa Senhora de Fátima, situada no Setor Norte da Região Administrativa de Planaltina, no Distrito Federal. Parágrafo Único - Para os demais lotes fica estabelecido o uso residencial. Art. 2º - O Poder Executivo baixará, no prazo de cento e vinte dias, as normas regulamentares necessárias à aplicação desta lei. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1054 $ Lei 1.054/96 K 1.054/96;Daniel Marques;terras;utilização;lote;comércio;serviço;residência;cidade satélite;Planaltina

LEI Nº 1.055, DE 23 DE ABRIL DE 1996 (autores: deputado Pe. Jonas e deputado Edimar Pireneus ) autoriza o cercamento e a cobertura parcial das áreas verdes em lotes residenciais das Regiões Administrativas de Brazlândia (RA IV) e Planaltina (RA VI). Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Ficam autorizados a cobertura e o fechamento com grades das áreas verdes contíguas a lotes residenciais das Regiões Administrativas de Brazlândia (RA IV) e de Planaltina (RA VI) . Parágrafo Único - A área permitida para cercamento com grades obedecerá à distância mínima de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) do passeio público e de, no máximo, 3m (três metros) na lateral, para lotes de esquina, respeitada a distancia estabelecida para o passeio público, bem como o limite de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) de altura. Art. 2º - áreas autorizadas para cercamento com grade poderão ser cobertas em até 50% (cinqüenta por cento) para utilização como garagem ou varanda, vedado o seu fechamento para ampliação ou construção de cômodo adicional da edificação. Art. 3º - Fica assegurada ao Poder Público a realização de obras de manutenção nas instalações de infra-estrutura básica nas áreas a que se refere o art. 1º desta Lei, bem como a execução de novas obras que se façam necessárias. Parágrafo Único - A reparação dos danos causados às cercas e demais benfeitorias existentes nas áreas verdes decorrentes das obras mencionadas no caput deste artigo são de inteira responsabilidade do proprietário do lote. Art. 4º - O proprietário é responsável pela reparação dos danos às instalações de infraestrutura básica causados pelo cercamento e cobertura das áreas verdes. Art. 5º - A utilização da área objeto desta Lei fica sujeita à fiscalização dos órgãos competentes do Governo do Distrito Federal. Art. 6º - O Poder Executivo elaborará as normas complementares para aplicação desta Lei, no prazo máximo de 90 (noventa) dias. Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.

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# LEI_1055 $ Lei 1.055/96 K 1.055/96;Padre Jonas;Edimar Pireneus;área pública;utilização;autorização;cerca;grade;cobertura;área verde;lote;residência;região administrativa;Planaltina;Brazlândia;dimensão;fechamento;cerca;circulação;pedestre;calçada;realização;obra civil;manutenção;instalações;infra estrutura;poder público;reparação;danos;benfeitoria;responsabilidade;proprietário;lote;fiscalização;utilização;órgão público;GDF

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LEI Nº 1.056, DE 23 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado Renato Rainha) autoriza o Poder Executivo a criar, na estrutura da Polícia Civil do Distrito Federal, a 21ª Delegacia de Polícia, com sede em Taguatinga Sul (RA III) e dá outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar, na estrutura da Polícia Civil do Distrito Federal, a 21ª Delegacia de Polícia, órgão de direção superior, diretamente subordinado à Coordenação de Polícia Circunscricional, com sede e circunscrição em Taguatinga Sul - RA III. Art. 2º - A 21ª Delegacia de Polícia, no âmbito de sua circunscrição, compete: I - apurar a autoria e a materialidade das infrações penais, no desempenho das funções de polícia judiciária; II - realizar e participar de operações policiais destinadas a prevenir e reprimir as infrações penais de qualquer natureza; III - promover a fiscalização das casas de diversões públicas, de eventos artísticos, desportivos e de lazer, adotando as providências legais cabíveis ao constatar irregularidades que coloquem em risco a ordem pública, a incolumidade das pessoas e do patrimônio; IV - dirigir, coordenar e controlar a execução das atividades das Seções de Investigações, de Vigilância e Operações, de Acidentes de Veículos, de Apoio Administrativo, de Informática e do Cartório. Art. 3º - A Seção de Investigações, órgão executivo, diretamente subordinado à 21ª Delegacia de Polícia, compete: I - realizar investigações, veladas ou não, destinadas a elucidar as infrações penais ocorridas na circunscrição da delegacia; II - elaborar relatórios das investigações realizadas. Art. 4º - A Seção de Vigilância e Operações, órgão executivo, diretamente subordinado à 21ª Delegacia de Polícia, compete: I - planejar e executar o policiamento civil, mediante diligências e operações, a fim de prevenir e reprimir as infrações penais de qualquer natureza; II - proceder ao controle, à vigilância, à movimentação e à custódia dos presos enquanto permaneçam sob a responsabilidade da delegacia; III - fiscalizar oficinas mecânicas, agências de automóveis, comércio de peças usadas e estabelecimentos congêneres, com o fim de verificar a origem das peças, procedência de veículos e verificação da numeração de chassi e documentos veiculares para a detecção de irregularidades. Art. 5º - Seção de Acidentes de Veículos, órgão executivo, diretamente subordinado à 21ª Delegacia de Polícia, compete: I - realizar diligências para a apuração de infrações penais de trânsito; II - fiscalizar oficinas de lanternagem e pintura e estabelecimentos que comercializem veículos automotores a fim de identificar veículos envolvidos em acidentes de tráfego; III - expedir autorização para conserto de veículos envolvido em acidentes.
# LEI_1056 $ Lei 1.056/96 K 1.056/96;Renato Rainha;organização administrativa;autorização;criação;delegacia de polícia;cidade satélite;Taguatinga;polícia, Civil;delegacia de polícia, competência;polícia, civil, normas gerais de ação

Art. 6º - À Seção de Apoio Administrativo, órgão executivo, diretamente subordinado à 21ª Delegacia de Polícia, compete: I - receber, registrar e expedir a correspondência da delegacia e controlar a tramitação de documentos; II - elaborar e controlar escalas de serviço, férias e licenças de pessoal; III - arquivar e manter o acervo documental e bibliográfico de interesse específico da unidade policial. Art. 7º - À Seção de Informática, Órgão executivo, diretamente subordinado à 21ª Delegacia de Polícia, compete: I - registrar e expedir ocorrências policiais e outros documentos de interesse da polícia judiciária; II - controlar e armazenar informações necessárias ao funcionamento da delegacia; III - realizar outras tarefas que forem determinadas pela autoridade policial. Art. 8º - Ao Cartório, Órgão executivo, diretamente subordinado à 21ª Delegacia de Polícia, compete: I - elaborar os procedimentos relativos a inquéritos policiais, investigações policiais preliminares e sindicâncias administrativas da competência da delegacia; II - zelar pela guarda de objetos, documentos, valores, instrumentos e armas apreendidas ou arrecadadas, vinculadas a ocorrência, inquéritos e demais procedimentos policiais; III - desempenhar outras atividades determinadas pela autoridade policial. Art. 9º A 21ª Delegacia de Polícia contará com um Posto de Identificação, Órgão executivo, diretamente subordinado ao Instituto de Identificação da Coordenação de Polícia Técnica da Polícia Civil do Distrito Federal, cabendo-lhe: I - proceder à colheita de impressões digitais para a instrução dos processos de fornecimento de carteira de identidade e atestado de antecedentes; II - promover a tomada de impressões digitais destinadas à identificação criminal de pessoas indiciadas em inquéritos policiais instaurados pela autoridade policial; III - receber, conferir e preencher os boletins de identificação criminal e monodactilar, inclusive as impressões papilares. Art. 10º - Além da competência estabelecida nesta Lei, aplica-se à 21ª Delegacia de Polícia a legislação específica em vigor e, no que couber, as disposições contidas no Regimento e nas Normas Gerais de Ação de Polícia Civil do Distrito Federal. Art. 11º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar, na forma do Anexo I, funções dos grupos de Direção Função e Gerenciamento e de Direção Função e Assessoramento. Parágrafo Único - As funções distribuem-se de acordo com o Anexo II. Art. 12º - As despesas decorrentes desta Lei correm à conta do orçamento do Distrito Federal. Art. 13º -Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 14º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1.057, DE 23 DE ABRIL DE 1996 (autor: deputado Odilon Aires) autoriza o Poder Executivo a criar a Carreira de Técnico Aplicador de Aparelho Gessado nas instituições de Saúde do Distrito Federal e dá outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar, nos serviços de saúde do Distrito Federal, a Carreira de Técnico Aplicador de Aparelho Gessado. Parágrafo Único - A carreira a que se refere o caput é a exercida por profissionais de saúde, de nível médio, que executam todo e qualquer procedimento com a utilização de gesso para fins terapêuticas. Art. 2º - São condições para o exercício da Carreira de Técnico Aplicador de Aparelho Gessado: I - ser portador de certificado de conclusão de estudos de 2º grau; II - possuir formação profissional em curso apropriado e reconhecido pelo Conselho de Educação do Distrito Federal. Art. 3º - A Fundação Hospitalar do Distrito Federal organizará, por intermédio da Escola Técnica de Saúde de Brasília (ETESB), o curso regular para a formação de Técnicos Aplicadores de Aparelho Gessado. Art. 4º - Os diplomas de habilitação profissional expedidos pela ETESB terão validade para todas as instituições de saúde do Distrito Federal. Art. 5º - O vencimento básico da Carreira de Técnico Aplicador de Aparelho Gessado corresponde àquele pago aos servidores integrantes da Carreira de Assistente Intermediário de Saúde, Nível Il. Art. 6º - A Secretaria de Saúde criará, no prazo de trinta dias da promulgação desta Lei, uma comissão encarregada de reciclar os auxiliares de gesso, para a promoção ao nível de técnico. § 1º - Somente poderão se inscrever para esta avaliação os auxiliares de gesso que, comprovadamente, trabalhem nesta atividade nas diversas instituições de saúde do Distrito Federal há, no mínimo, dois anos. § 2º - A comprovação a que alude o parágrafo anterior deverá ser fornecida pela instituição a que o candidato estiver vinculado. § 3º - A comissão terá prazo de noventa dias, contados de sua criação, para concluir seus trabalhos. § 4º - Extinta a comissão, nenhuma instituição poderá contratar profissionais que não possuam o certificado previsto nesta Lei. Art. 7º - Os profissionais que concluírem a reciclagem de que trata esta lei receberão do CEDRHUS certificado de habilitação, que lhes assegurará o nível de técnico nas instituições de saúde em que trabalhem.
# LEI_1057 $ Lei 1.057/96 K 1.057/96;Odilon Aires;pessoal;criação;carreira;cargo efetivo;técnico aplicador de aparelho gessado;serviço;saúde;agente intermediário de saúde;atividade profissional;instituto de saúde;requisitos;exercício profissional

Art. 8º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei após sessenta dias de sua publicação. Art. 9º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

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LEI Nº 1.058, DE 2 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Odilon Aires) Estende aos servidores militares do Distrito Federal, que tenham prestado serviços aos órgãos da Presidência da República que menciona, os benefícios das Leis nºs 186, de 22 de novembro de 1991, e 213, de 23 de dezembro de 1991.

O Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal promulga, nos termos do § 6º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, a seguinte Lei, resultante de Projeto vetado pelo Governador do Distrito Federal e mantido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal: Art. 1º - O disposto nos artigos 1º e 4º da Lei nº 186, de 22 de novembro de 1991, e no artigo 3º da Lei nº 213, de 23 de dezembro de 1991, aplica-se aos servidores militares do Distrito Federal que tenham prestado serviços na Casa Militar e na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Art.2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1058 $ Lei 1.058/96 K 1.058/96;Odilon Aires;pessoal militar;gratificação de representação;servidor;militar;exercício;militar, função;militar, casa;SAE

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LEI Nº 1059, DE 30 DE ABRIL DE 1996. (autor: Executivo Local) Ratifica e mantém os fundos especiais constantes do Anexo a esta Lei

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art 1º - Ficam ratificados e mantidos os fundos especiais relacionados no anexo a esta Lei. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 8 de junho de 1995. Art. Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1059 $ Lei 1.059/96 K 1.059/96;Executivo;fundos;fundos, ratificação;fundos, manutenção;fundo especial;Fundo;Fundo, de Apoio a Arte e a Cultura;Fundo, de Desenvolvimento de Recursos Humanos;Fundo, de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento de Atividade Tributária;Fundo, de Financiamento de Habitação Popular;Fundo, de Promoção do Esporte, Educação Física e Lazer;Fundo, de Saúde da Polícia do Distrito Federal;Fundo, de Saúde do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal;Fundo, de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal;Fundo, dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal;Fundo, Habitacional do Distrito Federal;Fundo, Único do Meio Ambiente do Distrito Federal

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ANEXO À LEI Nº 1059, DE 30 DE ABRIL DE 1996.

• FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS - IDR, criado pela Lei nº 6.611, de 4 de dezembro de 1978. • FUNDO DE APOIO À ARTE E À CULTURA - FAAC, autorizado pela Lei nº 158, de julho de 1991. • FUNDO DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei nº 239, de 10 de fevereiro de 1992. • FUNDO DE FINANCIAMENTO DE ÁGUA E ESGOTOS DO DISTRITO FEDERAL - FAE, criado pela Lei nº 6.254, de 22 de outubro de 1975. • FUNDO DE FINANCIAMENTO DE HABITAÇÃO POPULAR - FUNDHAP, criado pela Lei nº 6.008, de 26 de dezembro de 1973. • FUNDO DE SAÚDE DO CORPO DE BOMBEIROS DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei nº 5.906, de 23 de julho de 1973. • FUNDO DE SAÚDE DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei nº 5.619, de 3 de novembro de 1970. • FUNDO HABITACIONAL DO DISTRITO FEDERAL - FUNDHABI. criado pelo Decreto - Lei nº 768. de 18 de agosto de 1969. • FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DO DISTRITO FEDERAL - FUNDEFE, criado pelo Decreto-Lei nº 82. de 26 de dezembro de 1966, e ratificado pela Lei nº 79, de 29 de dezembro de 1989. • FUNDO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei nº 234, de 15 de janeiro de 1992. • FUNDO ÚNICO DO MEIO AMBIENTE DO DISTRITO FEDERAL - FUNAM, criado pela Lei nº 41, de 13 de setembro de 1989. • FUNDO DE PROMOÇÃO DO ESPORTE, EDUCAÇÃO FÍSICA E LAZER - FUNEF, criado pela Lei nº 225, de 30 de dezembro de 1991. • FUNDO DE DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO DE ATIVIDADE TRIBUTÁRIA FUNDAT, criado pela Lei nº 367, de 3 de dezembro de 1992. • FUNDO DE APOIO À ARTE E À CULTURA - FAAC, autorizado pela Lei nº 158, de julho de 1991. • FUNDO DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei nº 239, de 10 de fevereiro de 1992. • FUNDO DE FINANCIAMENTO DE ÁGUA E ESGOTOS DO DISTRITO FEDERAL - FAE, criado pela Lei no 6.254, de 22 de outubro de 1975. • FUNDO DE FINANCIAMENTO DE HABITAÇÃO POPULAR - FUNDHAP, criado pela Lei nº 6.008, de 26 de dezembro de 1973 . • FUNDO DE SAÚDE DO CORPO DE BOMBEIROS DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei no 5.906, de 23 de julho de 1973. • FUNDO DE SAÚDE DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei no 5.619, de 3 de novembro de 1970. • FUNDHABI - FUNDO HABITACIONAL DO DISTRITO FEDERAL, criado pelo Decreto-Lei nº 768, de 18 de agosto de 1969. • FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DO DISTRITO FEDERAL - FUNDEFE, criado pelo Decreto-Lei no 82, de 26 de dezembro de 1966, e ratificado pela Lei nº 79, de 29 de dezembro de 1989. • FUNDO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DO DISTRITO FEDERAL, criado pela Lei nº 234, de 15 de janeiro de 1992. • FUNDO ÚNICO DO MEIO AMBIENTE DO DISTRITO FEDERAL -FUNAM, criado pela Lei nº 41, de 13 de setembro de 1989. • FUNDO DE PROMOÇÃO DO ESPORTE EDUCAÇÃO FÍSICA E LAZER - FUNEF, criado pela Lei nº 225, de 30 de dezembro de 1991.
# ANEXO_1059

• FUNDO DE DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO DE ATIVIDADE TRIBUTÁRIA FUNDAT, criado pela Lei nº 367, de 3 de dezembro de 1992.

LEI Nº 1060 DE 30 DE ABRIL DE 1996. (autores: deputados Marcos Arruda e Luiz Estevão) Dispõe sobre a concessão de títulos de transferência de posse e domínio na Vila Planalto. pelo Governo do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL. FAÇO SABER QUE A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI. Art. 1º - O Governo do Distrito Federal concederá título de posse e domínio aos titulares das unidades imobiliárias de uso institucional. misto. comercial e comercial - habitacional da Vila Planalto. RA - 1. Art. 2º - Tem direito à aquisição das unidades de que trata esta Lei os moradores cadastrados pela Sociedade de Habitações de Interesse Social Ltda. - SHIS, por meio de levantamento sócio-econômico realizado em 1986 e 1987: os moradores que receberam lotes por transferência e por inclusões. formalizadas perante o Grupo Executivo para Assentamento e Preservação da Vila Planalto. entre 1989 e 1994;. os filhos de pioneiros. de acordo com a Lei nº 271. de 28 de março de 1992-. os moradores das sete unidades que compõe o antigo acampamento da Empresa Brasileira de Eletricidade - EBE. Art 3º - VETADO Art. 4º - A concessão será efetivada por termo de compromisso de compra e venda. do qual constará cláusula de fixação de prazo de seis anos para construção e cláusula de proibição da transferência do imóvel antes do cumprimento de todas as obrigações contratuais. Art. 5º - Os recursos provenientes da concessão dos imóveis de que trata esta Lei serão utilizados na implantação de equipamentos urbanos e comunitários exclusivamente na Vila Planalto. Art. 6º - É facultada ao beneficiário a concessão do direito real de uso. com opção pela compra. a qualquer tempo. Parágrafo único. Em caso de compra. os valores pagos a título de concessão de uso. devidamente corrigidos. serão abatidos do valor a ser pago pelo imóvel. Art. 7º - A regularização fundiária e o registro cartorial das unidades imobiliárias serão promovidas pelo Poder Executivo. no prazo de cento e oitenta dias. a contar da publicação desta Lei. Art. 8º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de cento e vinte dias de sua publicação. Art. 9º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art 10 - Revogam-se as disposições em contrário.

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# LEI_1060 $ Lei 1.060/96 K 1.060/96;Marcos Arruda;Luiz Estevão;terras;normas;terras, concessão de títulos de transferência de posse e domínio;título;transferência;posse;domínio;Vila Planalto;titular;imóvel;direitos;aquisição;morador;cadastro;SHIS;lote;grupo executivo;assentamento;preservação;filho;pioneiros;termo de compromisso;compra e venda;cláusula;fixação;prazo;construção;proibição;obrigações;contrato;regularização;registro;cartório;poder Executivo;prazo

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LEI Nº 1061 DE 02 DE MAIO DE 1996. (autor: Executivo Local) Altera o quantitativo de cargos efetivos da Carreira Assistência Pública à Saúde do Distrito Federal do Quadro de Pessoal da Fundação Hospitalar do Distrito Federal.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, FAÇO SABER QUE A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: Art. 1º - Fica alterado, na forma dos Anexos I e 11 desta Lei, o quantitativo de cargos efetivos da Carreira Assistência Pública à Saúde do Distrito Federal do Quadro de Pessoal da Fundação Hospitalar do Distrito Federal. criada pela Lei nº 740, de 28 de julho de 1994, alterada pela Lei nº 926, de 27 de setembro de 1995. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1061 $ Lei 1.061/96 K 1.061/96;Executivo;FHDF;pessoal;alteração;quantitativo;cargo efetivo;carreira;Assistência Pública a Saúde do Distrito Federal;quadro de pessoal

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LEI Nº 1062 DE 02 DE MAIO DE 1996. (autor: Executivo Local) Concede aos servidores integrantes da Carreira Assistência Pública à Saúde do Distrito Federal dos Quadros de Pessoal da Fundação Hospitalar do Distrito Federal parcela pecuniária e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, FAÇO SABER QUE A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE Lei: Art. 1º - Fica concedida aos servidores da Carreira Assistência Pública à Saúde do Distrito Federal dos Quadros de Pessoal da Fundação Hospitalar do Distrito Federal parcela pecuniária, nos valores constantes do anexo desta Lei. Parágrafo único - A aplicação do disposto no caput deste artigo retroage a 1º de março de 1996. Art. 2º - A parcela pecuniária de que trata o artigo anterior integra a remuneração dos servidores, não servindo de base de cálculo para qualquer vantagem ou gratificação. Art. 3º - O disposto nesta Lei aplica-se aos proventos de aposentadoria e estipêndios de pensão decorrentes de falecimento de servidor integrante da carreira de que trata esta Lei. Art. 4º - As variações remuneratórias decorrentes da aplicação desta Lei serão obrigatoriamente compensadas quando da ocorrência de revisão de remuneração dos servidores da Carreira Assistência Pública à Saúde do Distrito Federal. Art. 5º - Os efeitos financeiros decorrentes desta Lei correrão à conta das respectivas dotações orçamentárias. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1062 $ Lei 1.062/96 K 1.062/96;Executivo;FHDF;remuneração;concessão;servidor;carreira;Assistência Pública a Saúde do Distrito Federal;quadro de pessoal;parcela;dinheiro;valor;integração;remuneração;proibição;base de cálculo;vantagens;gratificação;proventos;aposentadoria;pensão previdenciária

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LEI Nº 1063 DE 03 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Odilon Aires ) Dispõe sobre o fechamento, com grades. das áreas verdes frontais, laterais e de fundos dos lotes de residência unifamiliar, da Região Administrativa do Cruzeiro, e de habitações coletivas. das Regiões Administrativas do Gama, Taguatinga, Sobradinho, Planaltina, Ceilândia, Guará, Cruzeiro e Samambaia e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL. FAÇO SABER QUE A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI.
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Art. 1º - Fica autorizado aos proprietários dos lotes de residência unifamiliar da Região Administrativa do Cruzeiro e aos de habitações coletivas das Regiões Administrativas do Guará, Taguatinga, Sobradinho, Planaltina, Ceilândia, Guará, Cruzeiro e Samambaia a cercar. com grades as suas áreas verdes frontais. laterais e de fundos. § Iº - As cercas frontais e de fundos deverão manter livre, para circulação de pedestres uma faixa de no mínimo, 1,20 m ( um metro e vinte centímetros ) entre o meio fio e a grade. § 2º - As cercas deverão manter livre. para circulação de pedestres, faixa de, no mínimo, 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros ) entre as grades, no eixo entre blocos adjacentes. § 3º - As cercas deverão manter afastamento máximo de 10,00m ( dez metros) de quaisquer divisas. podendo este afastamento ser ampliado a critério de cada Administração Regional, sem prejuízo dos itens anteriores, não podendo ultrapassar a linha demarcatória do passeio público. § 4º - A área frontal poderá ser coberta até o limite máximo de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) das fachadas dos lotes de residência unifamiliar da Região Administrativa do Cruzeiro quando se tratar de varandas de, no máximo,. 5m ( cinco metros ) a partir das fachadas frontais e de no máximo, 2,50m ( dois metros e cinqüenta centímetros ) a partir da divisa lateral e de fundos do lote. quando se tratar de garagem. sem prejuízo da linha demarcatória do passeio público. § 5º - Não será permitido qualquer edificação que venha caracterizar o fechamento definitivo de cômodos. § 6º - Os proprietários de imóveis que possuem grades e que estejam em desacordo os parágrafos anteriores terão um prazo de 180 (cento e oitenta) dias para procederem a sua regularização. contados da publicação de presente Lei. Art. 2º - Os proprietários de imóveis envolvidos por grades, já existentes ou a implantar, deverão apresentar croquis com a ocupação da área pública pretendida, bem como justificativa, junto a respectiva Administração Regional. Art. 3º - Os cercamentos de área pública, a que se refere o Art. 1º, será em caráter precário, podendo ser removido uma vez desaparecidos os motivos que justifiquem sua permanência, por interesse público ou por conveniência da Administração Pública, sem qualquer direito a indenização. Art. 4º - Qualquer dano à infra - estrutura ou saneamento básico público, ocasionado pela
# LEI_1063 $ Lei 1.063/96 K 1.063/96;Odilon Aires;área pública;utilização;autorização;fechamento;grade;área verde;lote;residência;habitação coletiva;região administrativa;Cruzeiro;Gama;Taguatinga;Sobradinho;Planaltina;Ceilândia;Guará;Samambaia;proprietário;residência;fechame nto;cerca;dimensão;circulação;pedestre;calçada;proibição;edificação;fechamento;caráter permanente;prazo;regularização;apresentação;layout;ocupação;administração regional;danos;infra estrutura;saneamento básico;proprietário;proprietário, responsabilidade;caráter provisório;remoção;irregularidade;extensão;justificação;permanência;interesse público;conveniência;isenção;indenização # art1_1063

instalação de grades nas áreas verdes, deverão ser imediatamente sanadas por conta do proprietário. Art. 5º - Os órgãos competentes do Distrito Federal procederão ao acompanhamento e fiscalização dos preceitos nesta Lei. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1064 DE 06 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Zé Ramalho) Altera a destinação de lote e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, FAÇO SABER QUE A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI, Art. 1º - Fica alterada a destinação do lote nº 2, sito na Praça Interna da Quadra (P.I.Q.) 4, Bairro Veredas, em Brazlândia - RA - IV, medindo 41m de frente, 38m de fundo, 27m pela lateral direita e 30m pela lateral esquerda, totalizando 1.225,50 m². Parágrafo único - A destinação do lote citado no caput deste artigo é ampliada, permitindo a construção de um conjunto composto de escola, creche e igreja. Art 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1064 $ Lei 1.064/96 K 1.064/96;José Ramalho;loteamento;alteração, loteamento;destinação, loteamento;lote;Brazlândia;cidade satélite;destinação, lote;ampliação;construção;escola;creche;igreja

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LEI Nº 1065 DE 06 DE MAIO DE 1996 (autor deputado Wasny de Roure) Dispõe sobre normas de preservação ambiental quanto a poluição sonora e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, FAÇO SABER QUE A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEl: Art. 1º - Esta Lei estabelece as normas de preservação ambiental quanto à poluição sonora, fixando níveis máximos de emissão de sons e ruídos, de acordo com o local e a duração da fonte. § 1º - Considera-se poluição sonora qualquer som indesejável, principalmente quando interfere em atividades humanas ou ecossistemas a serem preservados. § 2º - Considera-se som o fenômeno acústico que consiste na propagação de ondas sonoras produzidas por um corpo que vibra em meio material elástico. § 3º - Considera-se ruído o som constituído por grande número de vibrações acústicas com relações de amplitude e fase distribuídas ao acaso. Art. 2º - É proibido perturbar o sossego e o bem-estar público e da vizinhança pela emissão de sons de qualquer natureza que ultrapassem os níveis máximos de intensidade fixados nesta Lei. Art. 3º - Os níveis sonoros máximos permitidos em ambientes externos e internos são os fixados pelas Normas 10.151, Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas Visando o Conforto da Comunidade, e 10.152, Níveis de Ruído para Conforto Acústico, da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Parágrafo único - A concessão ou a renovação de licença ambientar ou alvará de funcionamento estão condicionadas a vistoria prévia que comprove tratamento acústico compatível com os níveis sonoros permitidos nas áreas em que estiverem situados. Art. 4º - As atividades relacionadas com construção civil, reformas, consertos, operações de carga e descarga não passíveis de confinamento ou que, apesar de confinadas, ultrapassem o nível sonoro máximo para elas admitido, somente podem ser realizadas no horário de 7 horas às 16 horas, se contínuas, e no de 7 horas às 19 horas, se descontínuas. Parágrafo único - As atividades mencionadas no caput somente podem funcionar aos domingos e feriados mediante licença especial, com discriminação de horários e tipos de serviços passíveis de serem executados. Art. 5º - A emissão de ruídos por veículos automotores obedecerá aos limites fixados pelas Resoluções nº 1, de 17 de setembro de 1992. e nº 2, de 11 de fevereiro de 1993, do Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA. Art. 6º - É proibida a utilização, por veículos automotores, de buzinas, sinais de alarme e outros equipamentos similares, nas proximidades de hospitais, prontos-socorros, sanatórios, clínicas
# LEI_1065 $ Lei 1.065/96 K 1.065/96;Wasny de Roure;poluição sonora;normas;normas, poluição sonora;meio ambiente;meio ambiente, preservação do;emissão;emissão, som;emissão, ruído;definição;definição, som;definição, ruído;resolução;CONAMA;proibição;utilização;veículo automotor;alarme;normas técnicas;ABNT;horário;atividade;construção civil;operação;carga;descarga;autorização;domingos;feriados;proximidade;hospital;pronto socorro;sanatório;escola;implantação;sinalização;silêncio;DETRAN;equipamento;produção;excesso;som;viatura militar;serviço de ponto socorro;policiamento;comércio;animal;perturbação;vizinhança;som;som, medição do;metodologia;SEMATEC;poder de polícia;meio ambiente;conscientização;população;Secretaria de Saúde;Secretaria de Saúde, competência;Secretaria da Educação;exame médico

e escolas. Art. 7º - A sinalização de silêncio nas proximidades de clínicas, hospitais, prontos-socorros, sanatórios e escolas será implantada pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal DETRAN, levando em conta as condições de propagação de som, com o fim de proteger as referidas instituições. Art. 8º - Todos os equipamentos, máquinas e motores que produzam sons excessivos ou ruídos incômodos devem utilizar dispositivos para controle da poluição sonora. Art. 9º - Não estão sujeitos às proibições desta Lei os sons produzidos pelas seguintes fontes: I - sirenes ou aparelhos sonoros de viaturas quando em serviços de socorro ou de policiamento; II - detonações de explosivos empregados em demolições, desde que em horário previamente aprovado pelo setor competente. Art. 10 - Não se admitem sons provocados por criação, tratamento ou comércio de animais que incomodem a vizinhança. Art. 11 - As fontes de som de área determinada não podem transmitir para outra área mais restritiva níveis de som que ultrapassem os máximos fixados para esta última. Art. 12 - Para efeito desta Lei, as medições de nível de som devem ser realizadas por instrumento adequado, em decibel, e seguir a metodologia estabelecida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. Art. 13 - A Secretaria de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia - SEMATEC, no que concerte ao controle da poluição sonora, fica incumbida de: I - estabelecer normas de controle e redução da poluição sonora no Distrito Federal; II - exercer a fiscalização e o poder de polícia quando necessário; III - exigir o cumprimento desta Lei quando da concessão ou renovação das licenças ambientais; IV - executar programa de monitoramento da poluição sonora. V- executar programa de educação e conscientização da população. Art. 14 - Incumbe à Secretaria de Saúde a implantação de programa de monitoramento de níveis de audição da população e, em colaboração com a Secretaria de Educação, a realização de exames auditivos em escolares. Art. 15 - Os padrões adotados devem ser revistos a cada dois anos e incorporar os novos conhecimentos nacionais e internacionais e os resultados do monitoramento realizado no Distrito Federal. Art. 16 - Os infratores do disposto nesta Lei sujeitam-se às penalidades previstas na Lei nº 41, de 13 de setembro de 1989, Lei da Política Ambiental do Distrito Federal. Art. 17 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 18 - Revogam-se as disposições em contrário.

LEI Nº 1.066, DE 07 DE MAIO DE 1996 (autor do projeto de lei: deputado Edimar Pireneus) Estabelece normas para a fornecimento de serviços públicos. interrupção de

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Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - É vedada a interrupção do fornecimento de água e energia elétrica no último dia útil da semana pelas empresas concessionárias desses serviços, em razão de inadimplemento dos usuários. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1066 $ Lei 1.066/96 K 1.066/96;Edimar Pireneus;serviço público;serviço público, normalização;serviço público, interrupção;fornecimento;água;energia elétrica;dia útil;semana;empresa;concessionária;motivo;inadimplência;usuário

LEI Nº 1.067, DE 07 DE MAIO DE 1996 (autor do projeto de lei: deputado José Edmar) autoriza o Poder Executivo a criar a Delegacia Especializada de Atendimento a Turistas. Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar a Delegacia Especializada de Atendimento a Turistas. Art. 2º - A delegacia que trata esta Lei tem por finalidade a investigação e a repressão aos crimes e contravenções praticados contra turistas no âmbito do Distrito Federal. Art. 3º - O Poder Executivo encaminhará à Câmara Legislativa do Distrito Federal, no prazo de noventa dias, projeto de lei estruturando e regulamentando a Delegacia Especializada de Atendimento a Turistas. Art. 4º - Os recursos orçamentários necessários à implantação desta Lei serão oriundos do orçamento do Distrito Federal. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

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# LEI_1067 $ Lei 1.067/96 K 1.067/96;José Edmar;delegacia;Delegacia Especializada de Atendimento a Turistas;autorização, delegacia;Executivo;criação, delegacia;especialização;atendimento;turista;objetivo, delegacia;investigação;repreensão;crime;contravenção;encaminhamento;CLDF;estruturação;regulamentação

LEI Nº 1068, DE 07 DE MAlO DE 1996. (autora do projeto: Deputada Distrital Lúcia Carvalho) Regulamenta os §§ 1º' e 2º do art. 22 da Lei Orgânica do Distrito Federal, que determinam a publicação das despesas com publicidade e propaganda realizadas pelos órgãos dos Poderes do Distrito Federal. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Os Poderes do Distrito Federal, seus fundos, órgãos e entidades da administração indireta, inclusive fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público, farão publicar, no Diário Oficial do Distrito Federal, as despesas por eles realizadas com publicidade e propaganda. Parágrafo Único - Consideram-se despesas com publicidade e propaganda as aplicações de recursos públicos destinadas a: I - edição de publicações em geral, nelas incluídos livros, monografias, coletâneas de leis, atos da administração, anúncios, avisos, boletins, circulares, editais, folhetos, cartazes e assemelhados, II - aquisição de material de consumo para elaboração de peça publicitária, de propaganda e promoções; III - contratação de serviços de terceiros para elaborar ou veicular peça publicitária, de propaganda e promoções; IV - aquisição de materiais para distribuição gratuita, entendidos como veículos especiais de propaganda, neles incluídos agendas, adesivos, stands, fitas gravadas, faixas, calendários e assemelhados; V - veiculação de propaganda de utilidade pública, nelas incluídas campanhas de vacinação, preservação do meio ambiente, higiene, saneamento básico, saúde, ensino, segurança, trânsito e assemelhados. Art. 2º - As despesas de que trata o artigo anterior guardarão consonância com o Plano Anual de Publicidade e Propaganda, a ser publicado no órgão de divulgação de cada um dos Poderes do Distrito Federal, até trinta dias após a publicação da lei orçamentária anual. § 1º - O Plano Anual de Publicidade e Propaganda discriminará as despesas programadas e aprovadas na lei orçamentária anual sob a denominação de publicidade e propaganda. § 2º - Cada órgão ou entidade referida no art. 1º elaborará seu respectivo Plano Anual de Publicidade e Propaganda. § 3º - Ao conjunto de ações explicitadas no plano deve corresponder o total dos recursos aprovados para fazerem face às despesas consignadas como publicidade e propaganda na lei orçamentária anual. § 4º - A transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos da lei orçamentária anual para programas caracterizados pelo elemento de despesas publicidade e propaganda ensejam a atualização do plano e sua conseqüente republicação. § 5º - O formato do Plano Anual de Publicidade e Propaganda e as normas adicionais necessárias a sua elaboração serão definidos pelo órgão central de planejamento do Distrito Federal.
# LEI_1068 $ Lei 1.068/96 K 1.068/96;Lúcia Carvalho;publicidade;Lei Orgânica;Lei Orgânica, regulamentação;determinação;publicação;despesa;propaganda;realização;poder;Executivo;Legislativo;Judiciário;órgãos;entida de;administração, direta;fundação;manutenção;poder público;publicação;DODF;despesa;aplicação;edição;livro;monografia;leis;ato administrativo;anúncio;aviso

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Art. 3º - A publicação de que trata o art. 1º é trimestral e as informações deverão ser organizadas em quadro demonstrativo, de forma que, para cada uma das ações previstas no Plano Anual de Publicidade e Propaganda, fiquem evidenciados: I - a finalidade da ação; II - a importância paga pelos serviços prestados; III - os beneficiários do pagamento (agências publicitárias, veículos de comunicação em geral e outros); IV - os recursos ainda disponíveis para o financiamento das ações programadas e não executadas. Art. 4º - Farão parte do Plano Anual de Publicidade e Propaganda e do quadro demonstrativo mencionado no art. 3º' os serviços de publicidade e propaganda, inclusive os que compreendem a divulgação falada, escrita ou televisada, prestados gratuitamente aos órgãos e entidades referidos no art. 1º. Parágrafo Único - Nos casos em que a prestação gratuita de que trata o caput deste artigo for condição para a concessão de beneficio ou favor tributário que implique renúncia fiscal, deverá ser explicitado o montante da renúncia. Art. 5º - A observância do disposto nesta Lei e a definição das sanções que couberem por seu descumprimento são atribuições dos órgãos de controle interno e do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor no exercício financeiro subseqüente ao de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1.069, DE 14 DE MAlO DE 1996. ( autor: deputado Adão Xavier ) Amplia lote na Região Administrativa de Taguatinga e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - O lote 40, situado na QNG, área A/E nº 6, da Região Administrativa de Taguatinga, RA - lll, fica ampliado para 5.000 m2 nas dimensões de 100m x 5Om. Parágrafo Único - A desafetação somente será efetivada após ampla audiência pública à população interessada, na forma do art. 51, § 2º da Lei Orgânica do Distrito Federal. Art. 2º - O Poder Executivo desafetará a área de domínio do bem de uso comum do povo, de forma que sejam viabilizados os preceitos desta Lei. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1069 $ Lei 1.069/96 K 1.069/96;Adão Xavier;desafetação;ampliação;lote;região administrativa;Taguatinga;efetivação;audiência pública;população

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LEI Nº 1.070, DE 14 DE MAIO DE 1996. ( autor: deputado Benício Tavares ) Complementa o Código de Obras e Edificações de Brasília na matéria que especifica.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica acrescido à NGC 019 do Código de Obras e Edificações de Brasília o item oito, com a redação dada seguir, renumerados os demais: "8. A área dos poços de elevadores bem como de qualquer equipamento de transporte vertical é considerada no cálculo da área de construção de um Único andar, no caso, o do pavimento térreo." Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1070 $ Lei 1.070/96 K 1.070/96;Benício Tavares;código de edificação;complementação;código de obras;acréscimo;normas gerais;área;poço;elevador;transporte;cálculo;construção

LEI Nº 1.071, DE 15 DE MAIO DE 1996. ( autores: deputados Cláudio Monteiro e Benício Tavares ) Dispõe sobre a ocupação de área contígua aos blocos comerciais do Comércio Local Sul de Brasília - RA - I e dá outras providências. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - É permitida a ocupação onerosa de área contígua aos lotes dos blocos comerciais do Comércio Local Sul de Brasília - RA I, conforme critérios definidos por esta Lei, cuja receita arrecadada será destinada, na proporção de vinte por cento, ao Núcleo de Assistência Judiciária da Vara da Infância e da Juventude. Art. 2º - A ocupação de que trata o artigo anterior deverá atender aos seguintes pré - requisitos: I - o acréscimo ao módulo básico deverá ter 6m ( seis metros ) entre o bloco comercial e o limite da superquadra; II - o acréscimo ao módulo básico das extremidades externas dos blocos comerciais, nas laterais. deverá ter 4,05m ( quatro metros e cinco centímetros ) nas quadras 300 e 400 e 5,60 ( cinco metros e sessenta centímetros ) nas quadras 100 e 200; III - é vedado todo e qualquer desmembramento da loja original; IV - a ampliação proposta para a loja será destinada à extensão da atividade desenvolvida no lote não sendo permitida mais de um alvará por lote; V - é permitida a construção de subsolo e térreo nos limites definidos nos incisos I e ll, cuja altura máxima será definida pela altura dos pisos dos pavimentos superiores das lojas; VI - deverão ser colocados pela Administração Regional marcos com as alturas máximas nos cantos limites dos acréscimos; Vll - é proibida qualquer utilização fora dos limites dos avanços permitidos; VIII - o acréscimo permitido deverá constituir-se em um conjunto arquitetônico harmônico e único, não tendo características de apêndice ou de precariedade; Parágrafo Único - Entende-se por modulo básico a parcela do lote com dimensões de 10m (dez metros )por 3,50 ( três metros e cinqüenta centímetros ). Art. 3º - Os projetos executivos deverão ser aprovados pelo IPHAN - Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Art. 4º - Serão desafetadas as áreas públicas a que se refere o art. 2º em seus incisos I e II passando à categoria de bem dominial com as seguintes metragens máximas, por modulo básico graficadas no Anexo I desta Lei: I - 21m2 ( vinte e um metros quadrados ) para a faixa situada entre o bloco comercial e o limite da faixa verde da superquadra; II - 64,80m2 ( sessenta e quatro metros e oitenta centímetros quadrados ) para a faixa lateral dos módulos das extremidades situadas nas quadras 300 e 400; III - 89,60m2 ( oitenta e nove metros e sessenta centímetros quadrados ) para a faixa lateral do modulo da extremidade situados nas quadras 100 e 200. Parágrafo Único - Para atendimento do disposto no caput deste artigo, as audiências públicas deverão: I - obedecer aos procedimentos estabelecidos nos §§ 1º e 2º do art. 362, da Lei Orgânica do Distrito Federal;
# LEI_1071 $ Lei 1.071/96 K 1.071/96;Cláudio Monteiro;Benício Tavares;ocupação;solo;natureza comercial;CLS;assitência judiciária;Vara da Infância e da Juventude;subsolo;IPHAN

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II - apresentar comprovação expressa e ratificada do pressuposto interesse público, no ato da audiência; III - divulgar a ata da audiência pública: a) - publicando-a no DODF, até 48 horas após sua realização; b) - remetendo-se cópia ao Ministério Público; c) afixando-a em local de fácil acesso na Administração Regional competente, para conhecimento da comunidade. Art. 5º - A ocupação a que se refere a presente Lei não será motivo de alienação e será feita somente por concessão real de uso ou concessão de uso. § 1º - O contrato para utilização da área de acréscimo será firmado com o proprietário do imóvel. § 2º - No caso de alienação do módulo básico, a área objeto de acréscimo, nos moldes desta Lei, deverá obrigatoriamente ser descrita no respectivo contrato. Art. 6º - No contrato de que trata o artigo 5º constarão, obrigatoriamente, cláusulas que: I - especifiquem a destinação da área, conforme as normas aplicáveis; II - estabeleçam as responsabilidades do contratante pela recuperação de quaisquer danos causados à urbanização e à rede de serviços públicos existentes. Art. 7º - As ocupações de que trata esta Lei têm prazo de 360 ( trezentos e sessenta ) dias para se adaptarem ao projeto executivo aprovado pela Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN e pelo Governo do Distrito Federal. Parágrafo Único - A regularidade jurídico - fiscal é requisito para a ocupação das áreas a que se refere esta Lei. Art. 8º - A presente Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1.072, DE 15 DE MAIO DE 1996 (autor deputado Cláudio Monteiro) Dispõe sobre a desafetação e posterior utilização de área de uso comum do povo, situada no canteiro central da EPPN, na Península Norte, RA - XVIII.

O Governador do Distrito Federal., faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica desafetada a área de três mil metros quadrados situada no canteiro central da Estrada Parque da Península Norte - EPPN, contígua ao conjunto I da QI 09, ao norte, e ao conjunto I I da QI 10, ao sul, na Península Norte, RA - XVIII, passando à categoria de bem dominial. Art. 2º - A área desafetada poderá ser ocupada por artesãos e prestadores de serviços cadastrados na Administração Regional do Lago Norte para oferecer serviços à população. § 1º - A ocupação da área pública regular-se-á pelo instituto da permissão de uso, garantido o interesse social. § 2º - A ocupação da área pública será remunerada, autorizada pelo prazo de dez anos e renovável, unilateralmente, pela Administração Regional, quando o interesse público o exigir. Art. 3º - Para fins do cumprimento do disposto nesta Lei são considerados prestadores de serviços os atuais participantes da Associação dos Artesãos Moradores do Lago Norte e aqueles determinados pela Administração Regional do Lago Norte. Art. 4º - É da responsabilidade do Distrito Federal a aprovação dos projetos arquitetônicos e de engenharia necessários à exploração dos serviços. § 1º - E facultado ao permissionário construir, por conta própria, as Instalações necessárias ao desempenho de seus serviços, observadas as condições estipuladas pelo Governo do Distrito Federal. § 2º - As instalações definitivas serão incorporadas ao patrimônio do Distrito Federal não cabendo ao permissionário qualquer indenização, ressalvados os casos em que houver extinção de permissão, antes do prazo inicialmente estabelecido, por iniciativa do concedente. Art. 5º - Cada pessoa física poderá obter outorga de uma só permissão, através de concorrência pública. § 1º - A seleção dos candidatos à ocupação e exploração far-se-á por meio de critérios de habilitação e de classificação a serem estabelecidos pelo Poder Público. § 2º - É vedada a habilitação de pessoas jurídicas no processo de concorrência. § 3º - Os artesãos e prestadores de serviço já instalados no local e devidamente registrados na Administração Regional do Lago Norte terão prioridade na ocupação da área desafetada. Art. 6º - Para supervisão e gerenciamento do processo de ocupação da área desafetada será constituída comissão composta por membros do Poder Executivo, da Associação de Artesãos Moradores do Lago Norte e da comunidade do Lago Norte. Art. 7º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias, a contar da data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.
# LEI_1072 $ Lei 1.072/96 K 1.072/96;Cláudio Monteiro;ocupação;área de uso comum;EPPN;prestação de serviço;SMLN;interesse social;projeto arquitetônico;engenharia;artesão;morador;comunidade;Península Norte

Art. 9º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

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LEI Nº 1.073, DE 15 DE MAIO DE 1996 Desafeta área pública de uso comum do povo no Setor de Habitações Individuais Sul - SHIS, QL 3, Trecho 3, da Região Administrativa do Lago Sul - RA XVI.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - É desafetada a área pública de uso comum do povo, com a superfície total de 4.734m 2 (quatro mil, setecentos e trinta e quatro metros quadrados), localizada no Setor de Habitações Individuais Sul - SMS - QL 3, Trecho 3, da Região Administrativa do Lago Sul - RA XVI, para fins de implantação do Projeto Pontão do Lago Sul, conforme apresentado em audiência pública no dia 20 de março de 1996, realizada na sede da RA XVI que passa à categoria de bem dominial. Parágrafo Único - A área desafetada fica destinada às atividades de lazer, esportes e comércio de bens e de prestação de serviços. Art. 2º - VETADO. Art. 3º - VETADO. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1073 $ Lei 1.073/96 K 1.073/96;Executivo;lazer;área de uso comum;SHIS Sul;região administrativa;Lago Sul;objetivo;esporte;comércio;prestação de serviço

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LEI Nº 1.074, DE 15 DE MAIO DE 1996. autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal, no valor de R$ 11.485.299,00 (onze milhões, quatrocentos e oitenta e cinco mil duzentos e noventa e nove reais ).

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte lei, Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir aos Orçamentos do Distrito Federal para o exercício financeiro de 1996, instituídos pela Lei nº 993, de 28 de dezembro de 1995, crédito especial na valor de R$ 5.558.377,00 ( cinco milhões, quinhentos e cinqüenta e oito mil trezentos e setenta e sete reais ) para atender às programações orçamentárias constantes dos Anexos IV e V, e crédito suplementar no valor de R$ 5.926.922,00 ( cinco milhões, novecentos e vinte e seis mil novecentos e vinte e dois reais ) para atender às programações orçamentárias constantes do Anexo VI. Art. 2º - Os recursos necessários ao atendimento do crédito mencionado no artigo anterior decorrem de: I - superávit financeiro apurado em balanço patrimonial, no valor de R$ 5.926.922,00 (cinco milhões, novecentos e vinte e seis mil novecentos e vinte e dois reais); II - excesso de arrecadação, no valor de R$ 725.803,00 ( setecentos e vinte e cinco mil oitocentos e três reais ); III - anulação parcial de dotações orçamentárias consignadas ao orçamento vigente, no valor de R$ 4.832.574,00 ( quatro milhões, oitocentos e trinta e dois mil quinhentos e setenta e quatro reais ). Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1074 $ Lei 1.074/96 K 1.074/96;Executivo;orçamento;crédito adicional;Secretaria de Governo;Procuradoria Geral;Secretaria de Cultura e Esporte;Secretaria de Indústria e Comércio;Secretaria de Segurança Pública;SEMATEC;Secretaria de Fazenda e Planejamento;Secretaria de Trabalho

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LEI Nº1.075, DE 15 DE MAIO DE 1996. autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional aos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social do Distrito Federal, no valor de R$ 8.831.128,00 ( oito milhões, oitocentos e trinta e um mil cento e vinte e oito reais ).

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir aos orçamentos do Distrito Federal para o exercício financeiro de 1996, instituídos pela Lei nº 993, de 28 de dezembro de 1995, crédito suplementar no valor de R$ 8.826.128,00 (oito milhões, oitocentos e vinte e seis mil cento e vinte e oito reais ) e crédito especial no valor de R$ 5.000,00 ( cinco mil reais ) para atender às programações orçamentárias constantes dos Anexos IV, V e VI. Art. 2º - Os recursos necessários ao atendimento do crédito mencionado no artigo anterior decorrem de: I - superávit financeiro apurado em balanço patrimonial no valor de R$ 2.881.041,00 ( dois milhões oitocentos e oitenta e um mil e quarenta e um reais ), conforme os Anexos I, II e III. II - anulação parcial de dotações orçamentárias consignadas ao orçamento vigente no valor de R$ 5.950.087,00 ( cinco milhões novecentos e cinqüenta mil e oitenta e sete reais ). Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1075 $ Lei 1.075/96 K 1.075/96;Executivo;crédito adicional

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LEI Nº 1.076, DE 15 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado César Lacerda) autoriza a criação de Casas do albergado pelo Governo do Distrito federal dá outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - O Governo da Distrito Federal fica autorizado a criar Casas Albergado. Parágrafo Único - As Casa de Albergado de que trata este artigo são destinadas ao pernoite dos condenados que tenham autorização judicial para trabalho externo. Art. 2º - O Governo do Distrito Federal construirá as Casas de Albergado de acordo com as especificações estabelecidas no art. 94 e 95 da Lei Federal nº 7.210, de 11 de julho doe 1964. Parágrafo Único - Cada Casa do Albergado abrigará até oitenta sentenciados, não podendo ultrapassar este limite. Art. 3º - Pelo menos uma Casa do Albergado será instalada em cada região administrativa do Distrito Federal. Art. 4º - O Governo do Distrito Federal regulamentará esta Lei no prazo de cento e vinte dias da sua publicação. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1076 $ Lei 1.076/96 K 1.076/96;César Lacerda;prisão albergue;pernoite;condenado;trabalho externo;legislação federal;limitação;região administrativa

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LEI Nº 1.077, DE 15 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado César Lacerda) autoriza o cadastramento no Programa de Assentamento de População de Baixa Renda do Instituto de Desenvolvimento da Habitação - IDHAB de pessoas inscritas e, associações de inquilinos do Distrito Federal e da outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - É autorizado o cadastramento no Programa de Assentamento de População de Baixa Renda de Instituto de Desenvolvimento da Habitação - IDHAB - de pessoas inscritas em associações de inquilinos no Distrito Federal. Parágrafo Único - As associações de que trata este artigo devem estar legalizadas na forma da Lei. Art. 2º - O IDHAB divulgará, na imprensa local, os nomes das associações de inquilinos habilitadas a participar do cadastramento previsto nesta Lei. Art. 3º - Para ter direito ao cadastramento no Programa de Assentamento de População de Baixa Renda, o interessado deve estar inscrito há mais de um ano em uma das associações de inquilinos habilitadas junto ao IDHAB. Art. 4º - Somente serão, cadastrados pelo IDHAB, os inquilinos residentes no Distrito Federal. Art. 5º - A Secretaria de Desenvolvimento Social e Ação Comunitária do Distrito Federal fará o levantamento, das condições socioeconômicas das pessoas cadastradas nas associações de inquilinos. Art. 6º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de cento e vinte dias, a partir da data de sua publicação. Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1077 $ Lei 1.077/96 K 1.077/96;César Lacerda;habitação;cadastramento;programa;assentamento populacional;baixa renda;IDHAB;locatário;Secretaria de Desenvolvimento Social e Ação Comunitária

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LEI 1.078 DE 15 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Renato Rainha) autoriza o fechamento com grades das áreas verdes frontais e laterais das edificações de habitação coletiva do Setor QNL de Taguatinga (RA-III).

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Os prazos de habitação coletiva do Setor QNL de Taguatinga, na Região Administrativa III, poderão ter cercadas com grades as áreas verdes frontais e laterais limítrofes ao imóvel. § 1º - A área frontal a que se refere o caput deste artigo poderá ser coberta para utilização como garagem ou varanda, vedando-se o seu fechamento para construção de cômodo do imóvel. § 2º - As cercas frontais e Laterais não poderão ultrapassar a linha demarcatória do passeio público. Art. 2º - A utilização da área objeto desta Lei fica sujeita a acompanhamento e fiscalização dos órgãos competentes do Governo do Distrito Federal. Art. 3º - Fica assegurada ao Poder Público a utilização da área a que se refere o art. 1º para a realização de obras de infra-estrutura, sendo responsabilidade do proprietário a recuperação de eventuais danos causados. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1078 $ Lei 1.078/96 K 1.078/96;Renato Rainha;fechamento;grade;área;área verde;habitação coletiva;Setor QNL de Taguatinga

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LEI Nº 1.079, DE 15 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Renato Rainha) autoriza o fechamento com grades e a construção de cobertura das áreas verdes frontais e laterais dos Setores P Sul e P Norte da Região Administrativa de Ceilândia - RA IX.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Os proprietários dos lotes residenciais dos Setores P Sul e P Norte da Região Administrativa de Ceilândia, RA IX, ficam autorizados a cercar com grades as áreas verdes frontais e laterais limítrofes ao imóvel. § 1º - A área frontal a que se refere o caput deste artigo pode ser coberta para utilização como garagem ou varanda, vedado seu fechamento cara constituir cômodo do imóvel. § 2º - As cercas frontais e laterais não podem ultrapassar a linha demarcatória do passeio publico. Art. 2º - A utilização da área objeto desta Lei fica sujeita a acompanhamento e fiscalização dos órgãos competentes do Governo do Distrito Federal. Art. 3º - Fica assegurada ao Poder Público a utilização da área a que se refere o art. 1º desta Lei para obras de infra-estrutura, ficando a cargo do particular a recuperação de eventuais danos causados. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1079 $ Lei 1.079/96 K 1.079/96;Renato Rainha;urbanização;normas de edificação;fechamento;grade;área verde;construção;cobertura;região administrativa;Ceilândia;imóvel;cobertura;garagem;proibição;construção;exteensão;via pública

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LEI Nº 1.080, DE 15 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Luiz Estevão) Acrescenta dispositivo a Lei nº 657, de 25 de janeiro de 1994, que dispõe sobre o processo administrativo fiscal contencioso e voluntário, altera a denominação da Junta de Recursos Fiscais do Distrito Federal e dá outras providências.

O Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal promulga, nos termos do § 6º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, a seguinte Lei, resultante de Projeto vetado pelo Governador do Distrito Federal e mantido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal: Art. 1º - Acrescenta-se ao art. 16 da Lei nº 657. de 25 de janeiro de 1994, o seguinte § 1º, transformando-se o parágrafo único em § 2º: § 1º - A intimação só será efetuada por edital após, esgotado os meios previstos nos incisos I a lIl desta artigo. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1080 $ Lei 1.080/96 K 1.080/96;Luiz Estevão;processo administrativo fiscal;contenciosos administrativo;voluntário;denominação;Junta de Recursos Fiscais;intimação;edital;critérios

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LEI Nº 1.081, DE 15 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Odilon Aires) Exclui a Região Administrativa de Candangolândia (RA XIX) da área da concepção urbanística de Brasília e dá outras providências.

O Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal promulga, nos termos do § 6º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, a seguinte Lei, resultante de Projeto vetado pelo Governador do Distrito Federal e mantido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal: Art. 1º - A Região Administrativa de Candangolândia - RA XIX, com poligonal já definida no Decreto nº 15.513, de 17 de março de 1994, fica excluída da área de preservação da concepção urbanística de Brasília, nos termos definidos no art. 1º, § 2º, do Decreto nº 10.089, de 14 de outubro de 1987. Art. 2º - Fica autorizada a instalação de grades nas áreas verdes adjacentes aos lotes residenciais da Região Administrativa da Candangolândia - RA XIX. Parágrafo Único - A autorização a que se refere o caput será regulamentada pelo Poder Executivo do Distrito Federal no prazo de 90 (noventa dias) contados da publicação desta Lei. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1081 $ Lei 1.081/96 K 1.081/96;Odilon Aires;urbanização;exclusão;região administrativa;Candangolândia;concepção;grade;área verde;vizinhança;lote;residência

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LEI Nº 1.082, DE 15 DE MAIO 1996 (Autor: deputado Edimar Pireneus) Destina Área em Taguatinga para a construção de unidades públicas da saúde.

O Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal promulga, nos termos do § 6º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, a seguinte Lei, resultante do Projeto vetado pelo Governador do Distrito Federal e mantido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal: Art. 1º - Fica destinada a construção de unidade pública de saúde a área correspondente ao lote 3, da Área especial para serviço público do setor M Norte de Taguatinga. Parágrafo Único - A unidade de saúde a que se destina a área especificada no caput deste artigo deverá construída e equipada para a prestação de atendimento ambulatorial e emergencial, nas áreas básicas e nas especialidades a serem destinadas pelo órgão competente no Distrito Federal. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1082 $ Lei 1.082/96 K 1.082/96;Edimar Pireneus;saúde;destinação de área;região administrativa;Taguatinga;construção;;unidade de saúde;equipamentos;atendimento;ambulatório;emergência

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LEI Nº 1.083, DE 17 DE MAIO DE 1996. ( autor: deputado Peniel Pacheco ) Fixa percentual da publicidade oficial do Distrito Federal a ser destinado às campanhas de prevenção que especifica.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Os poderes Legislativo e Executivo aplicarão dez por cento da publicidade e propaganda em campanhas de prevenção da violência, das drogas e da AIDS, através dos meios de comunicação. Parágrafo Único - A publicidade referida neste artigo aplica-se aos seguintes veículos de comunicação: I - rádio; II - televisão; III - jornal; IV - revista; V - outdoor. Art. 2º - Nas despesas decorrentes com a publicidade de que trata o artigo anterior deverá ser observado o que prescreve o § 9º do art. 149 da Lei Orgânica do Distrito Federal. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1083 $ Lei 1.083/96 K 1.083/96;Peniel Pacheco;publicidade;publicidade;fixação de percentual;destinação;campanha;prevenção;Legislativo;Executivo;aplicação;percentagem;publicidade;propaganda;campanha; prevenção;violência;droga;AIDS;meios de comunicação;meios de comunicação, utilização;meios de comunicação, aplicação;rádio;televisão;jornal;periódico;cartaz;despesa;efeito;publicidade;cumprimento;Lei Orgânica

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LEI Nº 1.084, DE 21 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado César Lacerda) Determina a divulgação de fotografias de crianças e adolescentes desaparecidos nas contas de áscua e luz emitidas no Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Ficam a Companhia de Água e Esgotos de Brasília - CAESB e a Companhia Energética de Brasília - CEB , obrigadas a divulgar, no verso das contas de água e luz, o mínimo de três fotografias de crianças e adolescentes desaparecidos. Parágrafo Único - As fotografias devem ser substituídas mensalmente. Art. 2º - Devem constar no verso das contas de água e luz os nomes das crianças e adolescentes desaparecidos e o número de telefone de contato com seus responsáveis. Art. 3º - Para efeito do disposto nesta Lei, a Companhia de Água e Esgotos de Brasília e a Companhia Energética de Brasília devem consultar periodicamente o cadastro de crianças e adolescentes desaparecidos, mantido pelo Centro de Defesa da Criança e do Adolescente. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1084 $ Lei 1.084/96 K 1.084/96;César Lacerda;desaparecimento;criança;obrigatoriedade;divulgação;fotografia;criança;adolescente;desaparecimento;contas;água;luz; CAESB;CEB;número;fotografia, prazo de substituição;

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LEI Nº 1.085, DE 22 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Luiz Estevão) Fixa a obrigatoriedade da demarcação de área para implantação de delegacia policial no Setor P Sul na Região Administrativa de Ceilândia - RA IX.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo do Distrito Federal obrigado a demarcar área destinada à implantação de delegacia policial no Setor P Sul, na Região Administrativa de Ceilândia - RA IX. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1085 $ Lei 1.085/96 K 1.085/96;Luiz Estevão;segurança;delegacia de polícia;delegacia de polícia, obrigatoriedade de demarcação de área;delegacia de polícia, implantação;região administrativa;Ceilândia;P Sul

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LEI Nº 1.086, DE 22 DE MAIO DE 1996 (autor: deputado Tadeu Filippelli) Dispõe sobre o financiamento das ligações de água, esgoto e energia elétrica para habitações populares do Distrito Federal e dá outras providências.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - O Governo do Distrito Federal, nos termos desta Lei, é autorizado a apoiar e financiar as ligações de água, esgoto e energia elétrica para as habitações populares. Art. 2º - É criado o Programa de Apoio e Financiamento para Execução das Ligações de Água, Esgoto e Energia Elétrica das Habitações Populares do Distrito Federal - PROCASA, destinado aos moradores participantes dos programas habitacionais de interesse social, promovidos pelo Governo do Distrito Federal. § 1º - É objetivo do PROCASA oferecer assistência técnica, fornecer projetos executivos e financiar as instalações necessárias às ligações de água, esgoto, incluído neste último a modalidade condominial, e energia elétrica, compreendendo o fornecimento do poste padrão de consumidor. § 2º - O prazo para financiamento não poderá ser inferior a dez meses. Art. 3º - O Governo do Distrito Federal regulamentará esta Lei no prazo de 60 dias. Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1086 $ Lei 1.086/96 K 1.086/96;Tadeu Filippelli;saneamento;financiamento;ligação;água;esgoto;energia elétrica;habitação popular

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LEI Nº 1.087, DE 27 DE MAIO DE 1996. Aprova a criação de área especial destinada a centro comunitário da Região Administrativa do Gama RA - II.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica aprovada a criação da Área Especial nº 1 nas Entrequadras 46-47 do Setor Leste, Região Administrativa do Gama - RA ll, destinada a centro comunitário e consubstanciada no Projeto de Urbanismo - Parcelamento URB 41/92, no Memorial Descritivo de 41/92 e na NGB 41/92, conforme a Decisão nº 48,. de 1992, do Conselho de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente - CAUMA. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário e, em especial, a Lei nº 864. de 17 de maio de 1995.

# LEI_1087 $ Lei 1.087/96 K 1.087/96;centro comunitário;centro comunitário, aprovação;centro comunitário, criação;área;destinação;região administrativa;Gama;CAUMA

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LEI Nº 1.O88, DE 27 DE MAIO DE 1996. autoriza o Distrito Federal a proceder à doação de imóvel à Companhia de Água e Esgoto de Brasília CAESB.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica o Distrito Federal autorizado a doar o Imóvel urbano situado no lote nº 6 do Setor de Áreas Isoladas Sul - SAI Sul, onde está edificada a Estação de Tratamento de Esgotos Sul de Brasília, para a Companhia de Água e Esgotos de Brasília - CAESB. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1088 $ Lei 1.088/96 K 1.088/96;imóvel;imóvel, doação de;imóvel, localização;CAESB;SAIS;estação de tratamento de água;esgoto

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LEI Nº 1.089, DE 27 DE MAIO DE 1996 (autora: deputada Maria José - Maninha) Cria o Núcleo Rural Córrego do Palha na Região Administrativa do Lago Norte (RA-XVIII) e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica criado, na Região Administrativa do Lago Norte (RA-XVIII), o Núcleo Rural Córrego do Palha, na área definida como segue: de 500m (quinhentos metros) acima da cabeceira do córrego do Palha distanciando 2.000m (dois mil metros) da margem direita e 2.000m (dois mil metros) da margem esquerda e a partir destas extremidades até encontrar perpendicularmente a Estrada Parque Paranoá, a área situada na margem esquerda da Estrada Parque Paranoá, sentido Lago Norte - Barragem do Paranoá, na projeção do meio do trecho 03 e do meio do trecho 05 do Setor de Mansões do Lago Norte. Parágrafo Único - É vedado fazer loteamento e expandir a concentração habitacional existente na área de abrangência do núcleo rural a partir da data de publicação desta Lei. Art. 2º - A criação do Núcleo Rural Córrego do Palha tem como objetivos: I - aumentar a oferta de excedentes de alimentos e torná-los disponíveis à população do Distrito Federal; II - promover a regularização fundiária das terras rurais de propriedade pública desapropriadas pela União e pelo Distrito Federal, bem como das áreas rurais de propriedade privada e de propriedade comum do Poder Público e de particulares, ainda não demarcadas; III - impedir o aproveitamento das áreas rurais para fins urbanos e a especulação imobiliária; IV - impedir a expansão dos condomínios irregulares que infestam a área: V - facilitar a obtenção de crédito rural e a aquisição de equipamentos agrícolas; VI - estimular a produção incentivando a produtividade; VII - promover a produção agropecuária e agro-industrial; VIII - desenvolver ações de cooperativismo e associativismo; IX - aumentar a oferta de empregos; X - incrementar a atividade econômica do Distrito Federal; XI - impedir a degradação do meio ambiente promovendo o uso adequado do solo, com técnicas que assegurem a recuperação e a preservação deste. Art. 3º - Para alcançar os objetivos desta Lei, o Poder Executivo, com o concurso das agências governamentais e com o apoio da iniciativa privada, tomará as seguintes medidas: I - cadastramento dos espaços ocupados existentes na área de abrangência do Núcleo Rural Córrego do Palha; II - adoção de medidas para a regularização fundiária das parcelas rurais e concentrações residenciais existentes na área do núcleo rural; III - estudos para a adequação do espaço às disposições do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal, no que pertine às zonas rurais; IV - implantação de infra-estrutura básica no núcleo rural, compreendendo vias de acesso, rede elétrica, equipamentos de telecomunicação e rede de água; V - prestação de assistência técnica e extensão rural aos produtores; VI - assistência educacional que considere a realidade socioeconômica e as
# LEI_1089 $ Lei 1.089/96 K 1.089/96;Maria José;Maninha;terreno rural;produção;região administrativa;Lago Norte;Núcleo Rural Córrego do Palha;alimentos;terras;urbanização;condomínio;atividade econômica;Executivo;procedimento;assistência;produtor;;implementação;crédito rural

perspectivas dos moradores. Vll - assistência sanitária e médico-hospitalar com programas de prevenção de doenças e de recuperação da saúde da população local; Vlll - implementação de programa e de linhas de crédito rural incentivados, nos moldes de microempresas. Art. 4º - As despesas decorrentes da execução desta Lei correm à conta de dotações próprias das respectivas secretarias de governo. At. 5º - O Poder Executivo baixará, no prazo de sessenta dias da publicação desta Lei, as normas necessárias à criação, organização e implantação do Núcleo Rural do Córrego do Palha. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1.090, DE 27 DE MAIO DE 1996.
(autor: Executivo Local)

Altera o quantitativo de cargos efetivos de Professor da Carreira Magistério Público do Distrito Federal do Quadro de Pessoal da Fundação Educacional do Distrito Federal. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica alterado, na forma do anexo desta Lei, o quantitativo de cargos efetivos de Professor da Carreira Magistério Público do Distrito Federal do Quadro de Pessoal da Fundação Educacional do Distrito Federal, criada pela Lei nº 66, de 18 de dezembro de 1989, alterada pela Lei nº 198, de 06 de dezembro de 1991, e pela Lei nº 501, de 22 de julho de 1993. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1090 $ Lei 1.090/96 K 1.090/96;FEDF;pessoal;quantitativo;cargo efetivo;professor;carreira;Magistério Público;quadro de pessoal

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LEI Nº 1.091, DE 28 DE MAIO DE 1996. (autor deputado: Renato Rainha) Desmembra o setor que especifica Administrativa de Samambaia, RA XII. da Região

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - O Setor de Mansões Taguatinga fica desmembrado da Região Administrativa de Samambaia ( RA - Xll ), passando a integrar a Região Administrativa de Taguatinga ( RA - III ). Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1091 $ Lei 1.091/96 K 1.091/96;Renato Rainha;terras;desmembramento;SMT;região administrativa;Samambaia;integração;Taguatinga

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LEI Nº 1.092, DE 29 DE MAIO DE 1996. autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional suplementar no valor de R$ 28.918.950,00 (vinte e oito milhões, novecentos e dezoito mil, novecentos e cinqüenta reais).

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir crédito adicional ao Orçamento do Distrito Federal (Lei nº 993, de 28 de dezembro de 1995), no montante de R$ 28.918.950,00 (vinte e oito milhões, novecentos e dezoito mil, novecentos e cinqüenta reais), para atender às programações orçamentárias constantes dos Anexos II e III dessa Lei. Art. 2º - Os recursos necessários ao atendimento do crédito a que se refere o artigo anterior serão financiados na forma do art. 43, § 1ºinciso III e lV, da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, pela anulação parcial das dotações orçamentárias, conforme Anexo IV e pelo produto de operações de crédito. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1092 $ Lei 1.092/96 K 1.092/96;orçamento;Executivo;Executivo, autorização;crédito adicional;crédito adicional, abertura de;suplementação;orçamento;Secretaria;Secretaria, de Obras;Secretaria, de Educação e Cultura

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LEI Nº 1.093, DE 29 DE MAIO DE 1996. autoriza o Poder Executivo a suplementar ao Orçamento de Investimento do Distrito Federal dotação orçamentária no valor de R$ 5.110.000,00 (cinco milhões, cento e dez mil reais).

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a suplementar ao Orçamento de Investimento do Distrito Federal (Lei nº 993, de 28 de dezembro de 1995), o valor de R$ 5.110.000,00(cinco milhões, cento e dez mil reais), constante do Anexo II desta Lei. Art. 2º - Os recursos de que trata o artigo anterior, serão utilizados para aumento de capital, objetivando a renovação da frota da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília Ltda. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1093 $ Lei 1.093/96 K 1.093/96;orçamento;transporte;Executivo;Executivo, autorização;suplementação;orçamento;investimento;recursos;utilização;Secretaria de Transportes;TCB;renovação;frota

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LEI Nº 1.094, DE 29 DE MAIO DE 1996 ( autor: deputado Miquéias Paz) Proíbe a cobrança de taxa de estacionamento em unidades de ensino e de saúde, públicas ou privadas.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica proibida a cobrança de qualquer taxa a título de estacionamento em todas as unidades de ensino e de saúde, privadas ou públicas, do Distrito Federal. Art. 2º - O descumprimento do art. 1º. sujeitará os infratores a multa diária de 10 UPDF e, em caso de reincidência, à cassação do alvará de funcionamento. Art. 3º - Esta Lei será regulamentada pelo Poder Executivo no prazo de sessenta dias a contar da data de sua publicação. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1094 $ Lei 1.094/96 K 1.094/96;Miquéias Paz;taxa de estacionamento;taxa de estacionamento, proibição de;taxa de estacionamento, cobrança de;ensino;ensino, unidade de;saúde;saúde, unidade de;descumprimento;multa;reincidência;cassação;alvará;funcionamento;Executivo;regulamentação;prazo

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LEI Nº 1.095, DE 30 DE MAIO DE 1996
(autor: deputado João de Deus)

Institui o livre porte de arma aos servidores militares do Distrito Federal e dá outras providências. A Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta: Art. 1º - Fica instituído o livre porte de arma aos servidores militares do Distrito Federal, a partir da data do término do curso de formação militar. § 1º - Estendem-se aos servidores militares inativos, da reserva remunerada ou reformados, o direito assegurado nesta Lei. § 2º - O disposto no caput deste artigo não se aplica aos servidores reformados por alienação mental. Art. 2º - Na cédula de identidade do servidor será registrada em destaque a concessão de que trata esta Lei, com a expressão: “O identificado tem livre porte de arma". Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1095 $ Lei 1.095/96 K 1.095/96;João de Deus;porte de arma;porte de arma, autorização;liberdade;servidor;militar;prazo;curso de formação;aposentado;reserva remunerada;militar reformado;alienação mental;concessão

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LEI Nº 1.096, DE 05 DE JUNHO DE 1996
(autor: deputado José Edmar)

Dispõe sobre a construção de cobertura e fechamento com grades dos terrenos localizados na Região Administrativa de Samambaia - RA XII. Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - É permitido ao proprietário de lote de terreno localizado na Região Administrativa de Samambaia - RA XII o fechamento com grades das áreas frontais, laterais e posteriores limítrofes aos imóvel. § 1º - As áreas frontais e laterais de que trata este artigo poderão ser cobertas em até cinqüenta por cento para utilização, exclusivamente, como garagem ou varanda. § 2º - A grade frontal do lote de terreno é limitada à linha demarcatória do passeio público. § 3º - A grade de área lateral do terreno de esquina não poderá superar a distância de 3m de afastamento do imóvel, respeitando-se o limite da linha demarcatória do passeio público. § 4º - As áreas posteriores dos lotes poderão ter utilização diversa da especificada no § 1º deste artigo, respeitada a regulamentação específica a ser baixada pelo órgão competente do Governo do Distrito Federal. Art. 2º - É vedado o desmembramento das áreas citadas nesta Lei do seu lote principal, ficando proibida a sua transformação em unidade autônoma de lote de terreno. Art. 3º - Cabe ao Governo do Distrito Federal, através de seus órgãos competentes, o acompanhamento e fiscalização da aplicação desta Lei. Art. 4º - O Poder Público, as empresas concessionárias ou permissionárias de serviços de água, de esgoto, de coleta de águas pluviais, de energia elétrica e de telefonia não serão responsabilizados por danos às grades ou outras benfeitorias levantadas sobre as áreas de que trata esta Lei, decorrentes de: I - eventuais defeitos nos equipamentos; II - manutenção e reparos dos equipamentos urbanos, que exijam remoção das grades ou demolição total ou parcial das benfeitorias. Art. 5º - Quaisquer danos causados aos equipamentos urbanos pela colocação de grades ou pelo levantamento de benfeitorias nas áreas especificadas nesta Lei são de responsabilidade do proprietário ou possuidor do imóvel, que ficará obrigado à imediata reparação. Art. 6º O Poder Executivo, no prazo de cento e oitenta dias, regulamentará, no que couber, esta Lei. Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário, especialmente o disposto na Lei nº 419, de 16 de março de 1993.
# LEI_1096 $ Lei 1.096/96 K 1.096/96;José Edmar;normas de edificação;construção;cobertura;grade;terreno;região administrativa;Samambaia;construção de combertura;construção de cobertura, limitação;cosntrução de cobertura, proibição

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LEI Nº 1.097, DE 04 DE JUNHO DE 1996
(autora: deputada Lúcia Carvalho)

Dispõe sobre a realização de exames de DNA para instruir processos de reconhecimento de paternidade e de maternidade. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - A Secretaria de Segurança Pública, por intermédio da Polícia Civil do Distrito Federal, realizará exame de código genético (DNA) para instruir processos de investigação de paternidade e de maternidade. Art. 2º - O Distrito Federal poderá celebrar convênios com os Estados para o fim de que trata o art. 1º. Art. 3º - Fica assegurada a realização gratuita de exames de código genético (DNA) de que trata o artigo 1º às pessoas reconhecidamente necessitadas, assim consideradas aquelas mencionadas no parágrafo único do art. 2º da Lei nº 1.060, de 5 de fevereiro de 1950, que "estabelece normas para a concessão de assistência judiciária aos necessitados". Parágrafo Único - Os exames de código genético serão solicitados por determinação do juízo de família do Distrito Federal, por intermédio de oficio da autoridade judiciária competente. Art. 4º - As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correm à conta de dotações orçamentárias consignadas no orçamento anual do Distrito Federal. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1097 $ Lei 1.097/96 K 1.097/96;Lúcia Carvalho;investigação de paternidade;realização;exame;instrução processual;reconhecimento;paternidade;maternidade;Secretaria de Segurança Pública;polícia, Civil;instrução processual;gratuidade do exame;código´genética;pessoa carente;juízo;família

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LEI Nº 1.098, DE 07 DE JUNHO DE 1996
(autor: deputado Luiz Estevão)

Estende o ensino noturno a todos os estabelecimentos de ensino do Distrito Federal. Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Governo do Distrito Federal obrigado a manter em funcionamento, no período noturno, toda a rede de escolas públicas, de modo a propiciar o oferecimento do ensino noturno regular, supletivo e profissionalizante. Parágrafo Único - O disposto neste artigo não se aplica às creches, aos jardins de infância e aos estabelecimentos de ensino especial. Art. 2º - Ainda no corrente exercício serão adotadas as providências necessárias à implantação da medida prevista no artigo anterior. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1098 $ Lei 1.098/96 K 1.098/96;Luiz Estevão;ensino;extensão;horário noturno;estabelecimento de ensino;período noturno;escola pública;ensino supletivo;ensino profissionalizante;creche;jardim de infância;ensino especial

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LEI Nº 1.099; DE 13 DE JUNHO DE 1996
(autor: deputado Marcos Arruda)

Desafeta de sua destinação original a área que especifica, para a construção de edificação que abrigue um pelotão da Polícia Militar na Praça Vila Dimas, na CSE, em Taguatinga - RA III. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica desafetada de sua primitiva destinação, passando à categoria de bens dominiais, a área de 105m2 (cento e cinco metros quadrados) localizada na Praça Vila Dimas, na CSE, Taguatinga - RA - III. Parágrafo Único - A área desafetada destina-se à construção de instalações para um pelotão da Polícia Militar. Art. 2º - A desafetação objeto desta Lei obedecerá ao disposto no § 2º do Art. 51 da Lei Orgânica do Distrito Federal. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1099 $ Lei 1.099/96 K 1.099/96;Marcos Arruda;polícia, Militar;desafetação;destinação;área;construção;pelotão;região administrativa;Taguatinga;Praça Vila Dimas;CSE

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LEI Nº1.100, DE 13 DE JUNHO DE 1996
( autor: deputado Renato Rainha )

Proíbe a venda de fogos de artifício e congêneres a menores de dezoito anos de idade. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica proibida a venda de fogos de artificio e congêneres a menores de dezoito anos de idade. Art. 2º - Os estabelecimentos autorizados a comercializar fogos de artifício afixarão avisos em locais visíveis ao público, com os dizeres: É proibida a venda de fogos de artificio a menores de 18 anos. Art. 3º - O descumprimento desta Lei sujeita o infrator a multa de 100 ( cem ) UPDF, duplicada em caso de reincidência. Parágrafo Único - O estabelecimento que persistir na venda de fogos de artificio em desacordo com a lei perderá a autorização para comercialização do referido produto. Art. 4º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de trinta dias de sua publicação. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1100 $ Lei 1.100/96 K 1.100/96;Renato Rainha;fogos de artifício;segurança;fogos de artifício, proíbe a venda de;proibição;menor;eatabelecimento;aviso;público;conteúdo;descumprimento;legislação;multa;penalidade;Executivo;regulam entação;prazo

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LEI Nº 1.101, DE 13 DE JUNHO DE 1996.
(autor: Executivo Local)

Aprova o projeto de parcelamento urbano da expansão do Setor de Habitações Coletivas Sudoeste - SHCSW, na Região Administrativa do Cruzeiro - RA XI, e dá outras providências. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica aprovado o projeto de parcelamento da expansão do Setor de Habitações Coletivas Sudoeste - SHCSW, na Região Administrativa do Cruzeiro - RA XI, consubstanciado no Memorial Descritivo - MDE 21/96, no Projeto de Urbanismo Parcelamento - URB 21/96 e nas Normas de Edificação, Uso e Gabarito - NGB 21/96 e 22/96, cujo Registro imobiliário só poderá ser efetivado mediante declaração expressa, favorável e atualizada, dirigida ao Cartório de Registro de Imóveis pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, nos termos do Decreto nº 10.829, de 14 de outubro de 1987, e da Portaria nº 314, de 8 de outubro de 1992, do então Instituto Brasileiro de Patrimônio Cultural - IBPC, atual Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e integrará o respectivo memorial descritivo. Art. 2º - Ficam mantidas para área de expansão de que trata esta Lei as Normas de Edificação, Uso e Gabarito - NGB 11/89, 19/91 e 120/91, para o Setor Sudoeste. Art. 3º - Fica extinto o lote 1, destinado a Hospital Distrital do Setor de Habitações Coletivas Econômicas - SHCE/S, constantes da planta registrada em cartório SHCE PR 2/3. § 1º - Cabe à Companhia Imobiliária de Brasília - TERRACAP, mediante convênio, destinar à Secretaria de Saúde o valor equivalente ao lote de que trata o caput. § 2º. Os recursos mencionados no parágrafo anterior serão aplicados em investimentos na rede física de hospitais, centros de saúde e postos de saúde. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1101 $ Lei 1.101/96 K 1.101/96;parcelamento;solo;solo, urbano;expansão;SHCSW;região administratriva;Cruzeiro;normas de edificação;gabarito;hospital distrital;SHCE;TERRACAP;Secretaria, de Saúde;recursos;aplicação;investimento;hospital

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LEI Nº 1.102, DE 13 DE JUNHO DE 1996 (autor do Projeto- deputado Jorge Cauhy ) Estabelece normas para a destinação de objetos achados em locais públicos e não reclamados.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Os objetos achados em logradouros e locais públicos, se não reclamados no prazo de cento e oitenta dias, revertem em favor de instituições assistenciais de reconhecida utilidade pública do Distrito Federal, de conformidade com os arts. 603 a 606 do Código Civil, Lei nº 3.071, de 1º de janeiro de 1916. Art. 2º - As instituições beneficiadas por esta Lei devem preencher os seguintes requisitos: I - registro no órgão da administração pública do Distrito Federal responsável pela assistência social; II - atuação no âmbito do Distrito Federal. Art. 3º - Cabe à administração de cada Região Administrativa captar e distribuir os objetos referidos no art. 1º. § 1º - O prazo estabelecido nesta Lei não se aplica a produtos perecíveis, que terão destinação imediata, regulada pelo órgão captador; § 2º - A perda de objetos pode ser registrada na administração regional competente, nos termos do art. 4º. § 3º - As organizações de caráter público que prestem à comunidade o tipo de serviço de que trata este artigo manterão seus procedimentos, adaptando-os, no que couber, ao disposto nesta Lei. Art. 4º - As administrações regionais farão a divulgação dos objetos encontrados, com a especificação de suas características básicas. Art. 5º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de sessenta dias de sua publicação. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1102 $ Lei 1.102/96 K 1.102/96;Jorge Cauhy;bens perdidos;objetos;via pública;via pública;reclamação;conversão;instituição assistencial;utilidade pública;instituição assistencial;beneficiário;administração regional;divulgação;especificação;característica

LEI Nº 1.103, DE 13 DE JUNHO DE 1996 (autores do Projeto: deputados Cafú e Geraldo Magela) Altera a Lei nº 507, de 22 de julho de 1993, que “institui os Conselhos Locais de Planejamento Territorial Urbano - CLP, parte integrante do Sistema de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal, e dá outras providências". O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Os arts. 3º e 4º da Lei nº 507, de 22 de julho de 1993, passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. 3º - Cada Conselho Local de Planejamento Territorial Urbano - CLP -compõe-se por, no mínimo, seis conselheiros, com mandato de dois anos, na seguinte proporção: I - um terço de representantes do Poder Executivo do Distrito Federal; II - dois terços de representantes de entidades da sociedade civil. § 1º - Os representantes a que se refere o inciso I são nomeados pelo Governador do Distrito Federal, e os mencionados no inciso II são eleitos em assembléia a ser realizada em cada região administrativa, após ampla divulgação na imprensa e em editais afixados nas sedes das administrações regionais e instituições governamentais. § 2º - A coordenação da assembléia é de responsabilidade da administração regional. § 3º - Para a eleição dos conselheiros pelas assembléias, constituir-se-á comissão eleitoral, composta por representantes das entidades civis e do Poder Executivo, indicados pelos administradores regionais. § 4º - Cada conselheiro titular será eleito com um suplente, que o substituirá em suas ausências e impedimentos. § 5º - A participação no Conselho Local de Planejamento Territorial Urbano dá-se a título de relevantes serviços prestados à comunidade, não fazendo seus membros jus a proventos, gratificações ou remunerações de qualquer natureza. § 6º - Pode ser reeleito para segundo mandato até um terço dos conselheiros. Art. 4º - Cada Conselho Local de Planejamento Territorial Urbano terá seu Regimento Interno, aprovado pela maioria absoluta de seus membros. Art. 2º - Os conselheiros nomeados conforme os dispositivos da Lei nº 507, de 22 de julho de 1993, mantêm seus cargos até o término da vigência de seus mandatos. Art. 3º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias da sua publicação. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário e, em especial, o art. 5º da Lei nº 507, de 22 de julho de 1993.
# LEI_1103 $ Lei 1.103/96 K 1.103/96;Antonio José;Cafu;Geraldo Magela;organização administrativa;legislação;planejamento urbano;composição;nomeação;eleição

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LEI Nº 1.104 DE 13, DE JUNHO, DE 1996. ( autor: deputado Marco Lima ) Destina área de propriedade do Distrito Federal, localizada entre a BR-040 e as Quadras Residenciais 418, 318, 218 e 118 da Região Administrativa de Santa Maria, para assentamento habitacional de policiais e bombeiros militares.

O Governador do Distrito Federal faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica destinada a área localizada entre a BR-040 e as Quadras Residenciais 418, 318, 218 e 118 de Santa Maria, para assentamento habitacional de policiais e bombeiros militares do Distrito Federal. Parágrafo Único - Excluem-se da referida destinação os lotes onde existem edificações públicas. Art. 2º - A área a que se refere o artigo anterior deve ser utilizada para a construção de residências unifamiliares. Art. 3º - O Poder Executivo, no prazo de noventa dias, adotará as providências para a efetivação do disposto nesta Lei. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1104 $ Lei 1.104/96 K 1.104/96;Marco Lima;habitação;destinação;área;propriedade;localização;área residencial;região administrativa;Santa Maria;policial, Militar;bombeiro, Militar

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LEI Nº 1.105, DE 13 DE JUNHO DE 1996 ( autor: deputado José Edmar ) Toma obrigatória a remessa do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo ao respectivo proprietário e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV será, obrigatoriamente, remetido ao endereço do respectivo proprietário pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal - DETRAN - DF, no prazo de 30 dias anteriores à data do pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores - IPVA, podendo o DETRAN - DF valer-se de serviços postais para fins de tal remessa. Parágrafo Único - Fica determinado que a quitação do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV deverá ser aposta no próprio certificado. Art. 2º - Os recursos financeiros necessários ao cumprimento do disposto nesta Lei serão provenientes do Orçamento do Distrito Federal ou de convênios com a iniciativa privada. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1105 $ Lei 1.105/96 K 1.105/96;José Edmar;DETRAN;Certificado de Registro;Certificado de Registro, obrigatoriedade da remessa do;Licenciamento de Veículo;Licenciamento de Veículo, obrigatoriedade da remessa;proprietário;prazo

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LEI Nº 1.106, DE 13 DE JUNHO DE 1996. (autor do Projeto deputado José Edmar) Dispõe sobre a mudança de uso. normas de educação e gabarito nos lotes residenciais com divisa voltada para a Avenida M4 do Setor M Norte, na Região Administrativa de Taguatinga - RA III.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica alterado o uso, as normas de edificação e o gabarito dos lotes do Setor M Norte, na Região Administrativa de Taguatinga, a seguir mencionados: I - Quadra 34: b) Conjunto I, lotes 34 a 50, pares; b) Conjunto J, lotes 03 a 51, ímpares; c) Conjunto K, lotes 02 a 46, pares; II - Quadra 36; a) Conjunto K, lotes 04 a 48, pares; b) Conjunto L, lotes 03 a 47, ímpares; c) Conjunto M, lotes 03 a 45, ímpares; d) Conjunto N, lotes 04 a 46, pares; III - Quadra 38: c) Conjunto E, lotes 04 a 48, pares; b) Conjunto F, lotes 03 a 45, ímpares; c) Conjunto G, lotes 04 a 46, pares; IV - Quadra 40: a) Conjunto E, lotes 04 a 48, pares, b) Conjunto F, lotes 03 a 47, ímpares; c) Conjunto G, lotes 03 a 45. ímpares; d) Conjunto H, lotes 04 a 46, pares. V - Quadra 42, Conjunto A, lotes 03 a 45, ímpares. Art. 2º - São usos permitidos: I - residencial: habitação unifamiliar; II - industrial: a) pequenas indústrias, secundárias ou manufatureiras, e terciárias ou de serviço; b) leves quanto ao aspecto ambiental. III - comércio de bens, excluídos centro comercial. hipermercado, loja de departamentos, manipulação de produtos perigosos, depósito de materiais de construção; IV - prestação de serviços, excluídos: a) posto de abastecimento de combustível - PAG; b) posto de abastecimento, lavagem e lubrificação - PLL;
# LEI_1106 $ Lei 1.106/96 K 1.106/96;José Edmar;normas de edificação;normas de edificação, alteração;gabarito;lote;área residencial;região administrativa;Taguatinga;Setor M Norte

c) serviços de hospedagem; d) oficinas de veículos automotores. Parágrafo Único - A discriminação de usos permitidos nesta Lei baseia-se na Tabela de Classificação de Atividades, do Código de Obras e Edificações de Brasília, aprovado pelo Decreto nº 11.428, de 24 de janeiro de 1989. Art. 3º - Não é obrigatório afastamento da área edificada nas divisas do lote. Parágrafo Único - Nas divisas com outro lote, far-se-á recuo mínimo de 1.5m (um metro e cinqüenta centímetros) para abertura de acessos e vãos de iluminação e ventilação. Art. 4º - A taxa de ocupação é calculada em porcentagem, dividindo-se a projeção horizontal da área edificada pela área do lote e multiplicando o quociente por 100. § 1º - A taxa de ocupação máxima é de 85% (oitenta e cinco por cento). § 2º - A taxa de ocupação do subsolo pode totalizar 100% (cem por cento), desde que asseguradas as áreas de ventilação e de iluminação constantes do Código de Obras e Edificações. Art. 5º - A taxa de construção é calculada em porcentagem, dividindo-se a área total edificada pela área do lote e multiplicando o quociente por 100. § 1º - A taxa de construção máxima é de 170% (cento e setenta por cento). § 2º - A área de construção do subsolo não é computada no cálculo da taxa de construção. Art. 6º - É permitida a construção de quatro pavimentos, além do uso de cobertura: I - um subsolo; II - um térreo; III - dois pavimentos. § 1º - As atividades mencionadas no Art. 2º podem ser desenvolvidas em todos os pavimentos discriminados nos incisos deste artigo, desde que assegurada a observância às normas de ventilação e de iluminação constantes do Código de Obras e Edificações. § 2º - O subsolo pode destinar-se a garagem, desde que a rampa de acesso não ultrapasse os limites do lote. Art. 7º - A altura máxima da edificação contada a partir da cota de soleira fornecida pela Seção de Topografia da Administração Regional. é de 12m (doze metros). Art.8º - E obrigatória a construção de estacionamento ou garagem no interior do lote, nas seguintes proporções: I - em lote de uso residencial: uma vaga para cada 100M2 (cem metros quadrados) de área construída; II - em lote de uso especificado nos incisos II a IV do Art. 2º uma vaga para cada 2(cinqüenta metros quadrados) de área construída. 50M § 1º - As vagas situadas na frente do lote podem ser contadas para os fins do inciso ll, desde que pavimentadas pelo interessado, observado o projeto elaborado pela Administração Regional, antes da obtenção do alvará de funcionamento. § 2º - Os acessos de veículos e pedestres não podem ser incluídos no cálculo do número de vagas de estacionamento ou garagem. Art. 9º - Os acessos de veículos e pedestres obedecem às seguintes disposições: I - os acessos de veículos podem ser edificados em quaisquer das divisas do lote com vias públicas; II - os acessos de pedestres podem ser edificados em quaisquer das divisas do lote com

logradouros públicos. Art. 10º - É permitida a construção de marquise de proteção ao pavimento térreo no contorno das divisas do lote com logradouro público, com avanço máximo de 1,5m (um metro e cinqüenta centímetros) sobre este. Art. 11º - Em lotes destinados unicamente a habitação unifamiliar obedecer-se-á às normas de edificação e gabarito para esse tipo de imóvel. adotadas pela Região Administrativa de Taguatinga, inclusive quanto aos afastamentos obrigatórios. Art. 12º - As edificações construídas antes da promulgação desta Lei podem adaptar-se aos usos estabelecidos nos incisos II e III do art 2º desde que obedeçam ao disposto na Lei nº 411, de 18 de janeiro de 1993. Art. 13º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 14º - Revogam-se as disposições em contrário.

LEI Nº 1.107, DE 13 DE JUNHO DE 1996 ( autor do Projeto: deputado Cláudio Monteiro ) Dispõe sobre a colocação de placas informativas nos canteiros de obras públicas e dá outras providências. O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - As empresas executoras de obras no Distrito Federal devem colocar e manter, nos canteiros de obras públicas sob sua responsabilidade, placas contendo as seguintes informações: I - data de início e de término previsto da obra; II - nova data prevista para término da obra, em caso de prorrogação; III - ocorrência de interrupção ou de embargo da obra por mais de seis meses, com indicação dos motivos técnicos ou legais que os fundamentaram; IV - nome da empresa executora da obra. Art. 2º - Com dimensão mínima de dois metros quadrados, as placas devem ser pintadas com letras legíveis, na cor branca sobre fundo vermelho, e afixadas em local com total visibilidade. Art. 3º - É vedada a utilização das placas para fins promocionais de qualquer natureza, devendo o nome da empresa executora da obra receber destaque menor do que as demais informações. Art. 4º - O descumprimento do disposto nesta Lei importa multa correspondente a oito vezes o valor da UPDF ou índice que venha a substituí-Ia, mantida a equivalência. Art. 5º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de cento e vinte dias a contar de sua publicação e fiscalizará o seu cumprimento. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º - Revogam-se as disposições em contrário.

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# LEI_1107 $ Lei 1.107/96 K 1.107/96;Cláudio Monteiro;obra pública;placas;placas;colocação de;canteiro de obras;obra pública;embargos;multa

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LEI Nº 1.108, DE 18 DE JUNHO DE 1996 (Autor do Projeto de Lei: Deputado Xavier) Dispõe sobre a criação da Escola Técnica de São Sebastião.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar a Escola Técnica de São Sebastião, na Região Administrativa de São Sebastião - RA XIV. Art. 2º A Escola Técnica de São Sebastião manterá cursos de nível médio e profissionalizante destinados à formação de técnicos para atender às necessidades socioeconômicas da região, os quais serão definidos pela Secretaria de Educação, ouvidas a Federação das Indústrias de Brasília - FIBRA - e a Companhia de Desenvolvimento do Planalto Central - CODEPLAN. Art. 3º - O Governo do Distrito Federal, por seus órgãos, pode firmar convênios com o Governo Federal ou entidades privadas, a fim de viabilizar a construção e a operacionalização da Escola Técnica de São Sebastião. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 51. Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1108 $ Lei 1.108/96 K 1.108/96;Adão Xavier;escola técnica;região administrativa;São Sebastião;CODEPLAN;

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LEI Nº 1.109, DE 18 DE JUNHO DE 1996 (autor: deputado Benício Tavares) Institui a Feira Livre da Região Administrativa de Brasília - RA I.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Fica instituída a Feira Livre da Região Administrativa de Brasília - RA I. § 1º - A Feira Livre de Brasília conterá, no mínimo, mil boxes, em pavilhão construído e administrado pela Administração Regional, destinados ao comércio de: I - confecções; II - artesanato; III - secos e molhados; IV - flores e plantas; V - hortigranjeiros; VI - peixes, crustáceos e frutos do mar; VII - aves; VIII - raízes e temperos; IX - lanches; X - sucos, vitaminas, sorvetes, caldo de cana; XI - doces e laticínios. § 2 - A Administração Pública procederá periodicamente à revisão das atividades comerciais autorizada, de modo a atender às necessidades da comunidade. Art. 2º - Fica autorizado o Governo do Distrito Federal a delimitar a locação da feira livre e a proceder à desapropriação ou à alteração de destinação de uso da área para tal fim. Art. 3º - O Governo do Distrito Federal regulamentará esta Lei no prazo de cento e oitenta dias. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1109 $ Lei 1.109/96 K 1.109/96;Benício Tavares;feira livre;comércio;feira livre, criação de;região administrativa;Brasília;destinação;comércio

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LEI Nº 1.110, DE 21 DE JUNHO DE 1996 (autor: deputado Luiz Estevão) Fixa critérios para o custeio do benefício alimentação.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º. os recursos apropriados a título de contribuição previdenciária, retidos na fonte, do funcionalismo público do Distrito Federal das áreas de Segurança Pública, Saúde e Educação, custeados por verbas da União, serão destinados ao custeio do benefício alimentação instituído pela Lei nº 786, de 7 de novembro de 1994. Art. 2º - O saldo remanescente das parcelas de que trata o art. 1º será utilizado para pagamento da Gratificação de Representação dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Distrito Federal, inclusive das parcelas em atraso. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1110 $ Lei 1.110/96 K 1.110/96;Luiz Estevão;benefício;alimentação;benefício alimentação;benefício alimentação;critérios;benefício alimentação, custeiro do;contribuição previdenciária;servidor;segurança pública;saúde;educação;verba;União Federal;pagamento;gratificação de representação;policial, Militar;bombeiro, Militar

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LEI Nº 1.111, DE 21 DE JUNHO 1996. (autor: deputado César Lacerda) Dispõe sobre a criação do Pólo de Artesanato do Distrito Federal e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica criado o Pólo de Artesanato do Distrito Federal. Parágrafo Único - O pólo de que trata este artigo será instalado na Região administrativa do Gama - RA II. Art. 2º - O Poder Público destinará área para a implantação do Pólo de Artesanato do Distrito Federal. Parágrafo Único - A área de que trata este artigo será dividida em lotes a serem distribuídos aos artesãos, conforme as normas fixadas em lei. Art. 3º - Para a obtenção dos benefícios desta Lei, os artesãos devem ser cadastrados em órgão determinado pelo Poder Executivo. Art. 4º - O artesão, para ter direito aos beneficies desta Lei, deve apresentar: I - documentação que comprove a residência no Distrito Federal há mais de cinco anos' II - certidões negativas que comprovem não possuir imóvel comercial ou industrial no Distrito Federal; III - comprovante, expedido pelo órgão competente, que ateste sua condição de artesão. Art. 5º - São vedados aos artesãos que comercializem produtos industrializados os benéficos desta Lei. Art. 6º - Devem participar da criação e implementação do Pólo de Artesanato do Distrito Federal as associações de artesãos e o órgão do governo para tal fim determinado. Art. 7º - O Poder Executivo formulará a política de incentivos aos artesãos de que trata esta Lei. Art. 8º - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de cento e oitenta dias da data de sua publicação. Art. 9º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 10º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1111 $ Lei 1.111/96 K 1.111/96;César Lacerda;artesanato;solo;Pólo de Artesanato;criação;área;região administrativa;Gama;artesão

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LEI Nº 1.112, DE 21 DE JUNHO DE 1996 (autor: deputado Jorge Cauhy) Altera a Lei nº 816, de 22 de dezembro de 1994, que "altera a ocupação do lote C do Setor Comercial Sul 'B' - SCS/B - da Zona Urbana I de Brasília - 1 ZUR 1, da Região Administrativa de Brasília - RA - I".

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - O art. 1º, §§ 3º e 9º, bem como os arts. 2º e 3º da Lei nº 816, de 22 de dezembro de 1996, passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º § 3º - Fica condicionado o rebaixamento da laje de cobertura do subsolo em um metro apenas no caso de implantação de jardins ou gramados, ficando naturalmente dispensada a exigência no caso de estacionamento, pista de rolamento ou jardins suspensos. "§ 9º - O estacionamento obrigatório na proporção de uma vaga a cada 35M2 (trinta e cinco metros quadrados) de área construída para os usos comercial e institucional ocorrerá sem prejuízo do disposto no § 1º deste artigo. "Art. 2º - O aumento do potencial de utilização de área total construída, de conformidade com o que dispõe o artigo anterior, deverá ser objeto de avaliação da Companhia Imobiliária de Brasília - TERRACAP, cabendo ao proprietário da unidade imobiliária o ressarcimento ao Poder Público do beneficio porventura auferido. "Art. 3º - O Poder Executivo regulamentará, no prazo de trinta dias, esta Lei, de modo a garantir a manutenção dos parâmetros de uso e ocupação do solo vigentes não contemplados nos artigos anteriores." Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1112 $ Lei 1.112/96 K 1.112/96;Jorge Cauhy;normas de edificação;alteração;Lei do Distrito Federal;SCS;região administrativa;Brasília;estacionamento

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LEI Nº1.113, DE 21 DE JUNHO DE 1996 (autor do Projeto: deputado Jorge Cauhy) Institui o Dia do Protético Dentário no Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica instituído no Distrito Federal o Dia do Protético Dentário, a ser comemorado, anualmente, no dia 5 de novembro. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

# LEI_1113 $ Lei 1.113/96 K 1.113/96;Jorge Cauhy;comemoração;criação;dia;protético;comemoração;Dia do Protético Dentário

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LEI Nº 1.114, DE 21 DE JUNHO DE 1996 Cria o Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do Distrito Federal FUNPC - DF.

O Governador do Distrito Federal faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica criado, no âmbito da Secretaria de Governo do Distrito Federal, o Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do Distrito Federal - FUNPCDF. Art. 2º - Constituem recursos do Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do Distrito Federal - FUNPC-DF: I - dotações específicas do orçamento do Distrito Federal; II - doação de quaisquer entidades nacionais ou internacionais, assim como de pessoas físicas ou jurídicas, nacionais, estrangeiras ou internacionais; III - recursos advindos de convênios com a União, Estados ou Municípios; IV - recursos provindos do Fundo de Prevenção, Recuperação e de Combate às Drogas de Abuso - FUNCAB, criado pela Lei nº 7.560, de 19 de dezembro de 1986; V - outras receitas. Art. 3º - Os recursos do Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do Distrito Federal - FUNPC-DF serão movimentados em conta corrente bancária especial, vinculada à Secretaria de Governo do Distrito Federal, obedecendo à programação de desembolso aprovada por seu Conselho de Administração. Art. 4º - A gestão dos recursos do Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos - FUNPC-DF cabe ao Conselho de Administração, constituído pelos seguintes membros: I - o presidente do Conselho de Entorpecentes do Distrito Federal - CONEN-DF; II - quatro representantes dos órgãos ou secretarias que compõem o Conselho de Entorpecentes do Distrito Federal. §1º - A presidência do Conselho de Administração do Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos - FUNPC-DF será exercida pelo presidente do Conselho de Entorpecentes do Distrito Federal - CONEN-DF. §2º - Os demais representantes do Conselho de Administração do Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos - FUNPC-DF serão escolhidos e nomeados pelo Governador do Distrito Federal. Art. 5º - Compete ao Conselho de Administração: I - aprovar as diretrizes de administração; II - aprovar a programação financeira do fundo, ad referendum do Conselho de Entorpecentes do Distrito Federal - CONEN-DF; III- expedir normas e procedimentos destinados a adequar a operacionalização do fundo às exigências correntes da legislação aplicável à matéria; IV - elaborar o regimento interno.
# LEI_1114 $ Lei 1.114/96 K 1.114/96;droga;tráfico;Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do DF;FUNP/DF;viciado em drogas;conselho de administração;pessoa física;pessoa jurídica;tráfico

Art. 6º - As pessoas físicas ou jurídicas do Distrito Federal que fizerem doações ao Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do Distrito Federal - FUNPC-DF receberão incentivos ou benefícios fiscais, na forma da legislação vigente. Art 7º - Os recursos do Fundo para Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do Distrito Federal - FUNPC-DF destinam-se a: I - programas educativos de prevenção e controle do uso de entorpecentes e substâncias químicas; II - repressão do uso ou do tráfico de drogas; Ill - programas de formação para a repressão, o controle e a fiscalização do uso ou do tráfico de drogas; IV - entidades que mantenham programas de tratamento e recuperação de usuários de substâncias químicas e de apoio a seus familiares, V - custeio e atividades do Fundo de Prevenção, Controle e Tratamento dos Dependentes Químicos do Distrito Federal -FUNPC-DF e do Conselho de Entorpecentes do Distrito Federal - CONEN-DF; VI - participação de conselheiros do Conselho de Entorpecentes do Distrito Federal CONEN-DF em eventos realizados no Brasil e no exterior, pertinentes à problemática das drogas; VII - confecção e distribuição de literatura de orientação sobre prevenção, riscos e tratamento da dependência química. Art. 8º - O poder Executivo baixará os atos necessários à regulamentação desta lei. Art. 9º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 10º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1.115, DE 21 DE JUNHO DE 1996 (autor: deputado Peniel Pacheco) Institui o Programa de Desenvolvimento Social do Distrito Federal - PRODESOC/DF, e dá outras providências.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica instituído o Programa de Desenvolvimento Social do Distrito Federal -PRODESOC/DF, com objetivo de implantar, incrementar, e expandir as atividades relacionadas com a área de assistência social no Distrito Federal. Art. 2º - Os incentivos definidos nesta lei poderão ser concedidos através do PRODESOC/DF às instituições devidamente inscritas, provisória ou definitivamente, na Secretaria de Desenvolvimento Social e Ação Comunitária, objetivando a implantação e ampliação de projetos de assistência social. Art. 3º - Os incentivos referidos no art. 2º compreendem a distribuição de lotes de terrenos destinados a instalação de empreendimentos aprovados nos termos desta lei, efetuada pelo prazo máximo de 60 (sessenta) meses a parti da data da assinatura do contrato que, no caso de efetivação da venda, terá as seguintes deduções sobre os valores contratados: I - de 80% (oitenta por cento) se o empreendimento social for, comprovadamente, concluído no prazo de vinte quatro meses da assinatura do contato; II - de 60% (sessenta por cento) se o empreendimento for, comprovadamente, concluído no prazo de seis meses da assinatura do contrato. § 1º - Fica assegurado o prazo de carência de doze meses a contar da data da assinatura do contrato de compra e venda, para o início do pagamento das parcelas referentes à aquisição do imóvel. § 2º - Para a implantação do empreendimento, o Governo do Distrito Federal fica autorizado a ceder o terreno mediante contrato. § 3º - Uma vez implantado o empreendimento, o terreno será vendido ao respectivo contratado pelo preço de mercado, estabelecido previamente no contrato, considerando, para este fim, o caráter de relevante interesse social na forma prevista na legislação federal pertinente. § 4º - As instituições contempladas no programa de Desenvolvimento Social do Distrito Federal - PRODESOC/DF gozarão dos mesmos benefícios previstos no artigo 2º da Lei nº 409/93. Art. 4º - concessão dos incentivos previstos nesta Lei dar-se-á por ato do Poder Executivo, condicionada à prévia aprovação do projeto pelo órgão estabelecido no art. 18 do Ato das Disposições Transitórias da Lei Orgânica do Distrito Federal. Art. 5º - Na avaliação do projeto deverão ser consideradas, além das exigências estabelecidas nesta Lei, a viabilidade técnica e econômica, bem como o atendimento das demandas sociais, com prioridade para programas: I - de apoio a crianças e adolescentes; II - de apoio aos idosos;
# LEI_1115 $ Lei 1.115/96 K 1.115/96;Peniel Pacheco;assistência social;Programa de Desenvolvimento Social do DF;PRODESOC/DF;Secretaria, de Desenvolvimento Social e Ação Comunitária;

III - de prevenção e tratamento da dependência química; IV - de treinamento e qualificação profissional; V - de nutrição, apoio psicológico e à saúde; VI - de apoio a famílias carentes. Art. 6º - O Poder Executivo regulamentará o disposto nesta Lei no prazo de noventa dias a contar da data da sua publicação. Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário.

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LEI Nº 1.116, DE 21 DE JUNHO DE 1996 Dispõe sobre a altura máxima das edificações situadas na área denominada Pontão Sul, na Região Administrativa do Lago Sul - RA XVI.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - A altura máxima das edificações localizadas na área de lazer denominada Pontão Sul, na RA - XVI, é de 7m (sete metros), permitindo-se apenas a construção de pavimento térreo e sobreloja e admitindo-se acréscimo à altura de até I,5m (um metro e cinqüenta centímetros) exclusivamente para a construção de elemento construtivo do tipo similar, que não pode ocupar além de 10% (dez por cento) da projeção do edifico. Parágrafo Único - No local previsto para a construção de museu, excepcionalmente a construção pode atingir a altura de até 8,5m (oito metros e cinqüenta centímetros). Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1116 $ Lei 1.116/96 K 1.116/96;normas de edificação;região administrativa;Lago Sul

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LEI Nº 1.117, DE 21 DE JUNHO DE 1996 autoriza o Poder Executivo a abrir crédito especial no valor de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais).

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir Crédito Especial ao Orçamento do Distrito Federal (Lei nº 993, de 28 de dezembro de 1995), no valor de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais), para atender à programação orçamentária, constante do Anexo I desta Lei. Parágrafo Único - O crédito especial de que trata o caput fica destinado à implementação das obras de implantação dos acessos rodoviários denominados tesourinhas no Eixo Norte-Sul do Plano Piloto e outras obras demandadas pela comunidade. Art. 2º - Os recursos necessários ao atendimento do Crédito Especial são provenientes de anulação parcial de dotação, nos termos do art. 43, § 1º, III, da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, conforme o Anexo II. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º -Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1117 $ Lei 1.117/96 K 1.117/96;orçamento;autorização;Executivo;abertura;crédito;crédito, especial;orçamento;obra pública;acesso rodoviário;ERN;ERS

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LEI Nº 1.118, DE 21 DE JUNHO DE 1996 Dispõe sobre a extinção da Unidade Padrão do Distrito Federal - UPDF e a sua substituição como indexador dos créditos fiscais do Distrito Federal.

O Governador do Distrito Federal faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Os valores expressos na legislação em Unidade Padrão do Distrito Federal - UPDF ficam convertidos em real, considerando-se o valor da UPDF equivalente a R$ 97,63 (noventa e sete reais e sessenta e três centavos). Parágrafo Único - Os valores resultantes da aplicação do caput serão atualizados com base nos mesmos percentuais e periodicidade em que for reajustada a Unidade Fiscal de Referência - UFIR ou indexador que vier a substituí-Ia. Art. 2º - Fica extinta a Unidade Padrão do Distrito Federal - UPDF. Parágrafo Único - Os valores dos tributos vencidos até a data de publicação desta Lei permanecerão Calculados com base na UPDF vigente no respectivo período. Art. 3º - A base de cálculo e o valor dos tributos do Distrito Federal ficam expressos em real, observadas as disposições contidas no parágrafo Único do art. 1º desta Lei. Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º -Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1118 $ Lei 1.118/96 K 1.118/96;tributos;UPDF;UPDF, extinção da;crédito, fiscal;valor;conversão;Real;legislação;base de cálculo

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LEI Nº 1.119, DE 28 DE JUNHO DE 1996 (autor: deputado Luiz Estevão) Determina a instalação de alertas sonoros nos semáforos dos locais que especifica.

Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, o Governador do Distrito Federal, nos termos do § 3º, do art. 74 da Lei Orgânica do Distrito Federal, sancionou, e eu, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na forma do § 6º, do mesmo artigo, promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Serão instalados alertas sonoros em todos os semáforos próximos a hospitais, centros médicos e assistenciais, escolas, repartições públicas, clubes, parques recreativos, jardim zoológico e shopping centers. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1119 $ Lei 1.119/96 K 1.119/96;Luiz Estevão;trânsito;sinalização;instalação de alarme;hospital;centro de saúde;estabelecimento de ensino;escola pública;repartição pública;clube;parque;jardim zoológico;centro comercial

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LEI Nº 1.120, DE 28 DE JUNHO DE 1996 (autor: deputado Zé Ramalho) Dispõe sobre a alteração de uso dos Lotes 1, 2, 3 e 4 do Setor de Áreas Isoladas Sul - SAIS, na Região Administrativa de Brasília - RA I.

O Governador do Distrito Federal, faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei, Art. 1º - Fica alterada a destinação dos Lotes 1, 2, 3 e 4 do Setor de Áreas Isoladas Sul - SAIS da Região Administrativa de Brasília- RA I, estendendo-se seu uso para escolas de primeiro, segundo e terceiro grau, mantendo-se inalteradas as taxas de ocupação, construção e altura máxima permitidas nas normas de uso, edificação e gabarito. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

# LEI_1120 $ Lei 1.120/96 K 1.120/96;José Ramalho;normas de edificação;lotes;lotes, alteração de uso dos;SAIS;região administrativa;Brasília;escola pública;ensino de primeiro grau;ensino de segundo grau;ensino superior;manutenção;taxa de ocupação;construção;dimensão;permissão;normas de edificação